HITT Inception Analysis MOZAMBIQUE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "HITT Inception Analysis MOZAMBIQUE"

Transcrição

1 HITT Inception Analysis MOZAMBIQUE

2 Índice Lista de Abreviaturas... 4 Sumário Executivo... 5 Contexto Introdução Perguntas de Pesquisa Limitações da Pesquisa Metodologia Preparação do Trabalho de Campo Trabalho de Campo Análise e Tratamento dos Dados Estado Actual do Sector do Turismo em Moçambique A contribuição do Turismo na Economia Nacional Características dos Mercados Emissores de Turismo em Moçambique Tendências do Mercado nos Destinos de Maputo e Inhambane Segmentos e Áreas Geográficas de Crescimento do Turismo em Moçambique Segmentos e Áreas Geográficas de Crescimento do Turismo em Maputo e em Inhambane Características do Trabalho Informal no Turismo na Cidade de Maputo Resumo da Análise da Cadeia de Valor Selecção dos Subsectores Análise dos Subsectores Seleccionados Análise dos Principais Micro-Pólos de Turismo FEIMA Feira de Artesanato, Flores e Gastronomia de Maputo Polana Shopping Mercado do Peixe Costa do Sol Características do Trabalho Informal no Turismo na Cidade de Inhambane Resumo da Análise de Cadeia de Valor Selecção de Subsectores Análise dos Subsectores Seleccionados Análise dos Principais Micro-Pólos de Turismo Mercado Central Praia do Tofo... 36

3 6. Conclusões e Recomendações Referências Bibliográficas Anexo 1. Modelo do Questionário Anexo 2. Sumário de Estatísticas Anexo 3. Lista de Entrevistados Anexo 4. Matriz Sumário da Situação do Turismo em Moçambique... 60

4 Lista de Abreviaturas ACTF AHTPI AVITUM BM DPTURI ESHTI FEIMA FEMOTUR HITT INE INEFP MITUR OMT ONG PACDE PEDTM PIB PPI SNV SINTHOTS SPSS Área de Conservação Transfronteiras Associação de Hotelaria e Turismo da Província de Inhambane Associação de Agências de Viagens e Turismo de Moçambique Banco de Moçambique Direcção Provincial do Turismo de Inhambane Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane Feira Internacional de Maputo, rebaptizada Feira de Artesanato, Flores e Gastronomia de Maputo Federação Moçambicana de Turismo High Impact Tourism Training (Inglês) Formação Turística de Grande Impacto (Português) Instituto Nacional de Estatísticas Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional Ministério do Turismo Organização Mundial do Turismo Organização Não Governamental Projecto de Apoio a Competitividade e Desenvolvimento Empresarial Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo em Moçambique Produto Interno Bruto Pro-Poor Impact (Inglês) Impacto Pró-Pobre Organização Holandesa de Desenvolvimento Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Hotelaria e Turismo Statistic Package for Social Sciences (Inglês) Pacote Estatístico para Ciências Sociais 4

5 Sumário Executivo Moçambique encontra-se ainda nas fases iniciais do seu desenvolvimento como destino turístico, mas o seu desenvolvimento é rápido e representa grandes desafios para as estruturas de tutela. O MITUR indica que as chegadas internacionais crescem a uma média anual de 13,87% entre 2006 e 2010, tendo-se registado mais de 1,8 milhões de chegadas em , o que situa Moçambique ao nível dos 10 principais destinos africanos 2. O sector do turismo representa uma das principais fontes de atracção de investimento, tendo inclusive sido a principal fonte antes da emergência dos sectores mineiro e agrícola como pilares da economia. Entretanto, apesar do enorme potencial de desenvolvimento do turismo, a contribuição do sector para a economia nacional ainda é relativamente tímida, representando em 2008 uma contribuição de apenas 2,2% do PIB nacional, enquanto a média dos países que tem o turismo como um sector importante é de 10%. Outro desafio que o País enfrenta é a fraca ligação inter-sectorial do turismo, que tem repercussões negativas na economia de Moçambique, pois muitos produtos e serviços consumidos na indústria turística são importado através das empresas turísticas ou dos próprios visitantes que transportam consigo os produtos de que vão necessitar durante a sua estadia. Sob o ponto de vista de segmentação, o turismo de negócios encontra-se concentrado em Maputo, enquanto a província de Inhambane alberga o maior número de facilidades de acomodação para o lazer, correspondendo, neste momento, à zona do país que recebe maior número de turistas ligados ao lazer principalmente provenientes da África do Sul. 1 Indicadores de Referencia do Turismo MITUR Dados estatísticos do Turismo Internacional da OMT 5

6 A economia informal é muito importante no contexto do conjunto das actividades económicas que se relacionam com o turismo, representando uma forma de acesso ao mercado do turismo por famílias pobres através do fornecimento directo aos turistas de produtos e/ou serviços como o artesanato, fornecimento de alimentos e bebidas e venda de artigos diversos, desde vegetais e frutas até mariscos e genéricos como óculos de sol, DVDs, relógios, etc. Entretanto, os negócios de artesanato e venda ambulante de produtos genéricos são essencialmente desenvolvidos por homens, havendo a necessidade de envolvimento de mulheres. Esta intenção pode ser alcançada diminuindo a natureza ambulatória dos negócios, aumentando a disponibilização de espaços adequados a exposição e venda de pecas artesanais procuradas pelos turistas e promovendo a diversificação do artesanato actualmente oferecido e que consiste basicamente em esculturas de madeira. Para além do acesso ao financiamento que é um desafio transversal para o empreendedorismo em Moçambique, os trabalhadores da economia informal enfrentam constrangimentos ao nível de armazenamento dos seus produtos e técnicas de comunicação / negociação comercial. Por outro lado foi reconhecido através da pesquisa que a condição de informalidade a que muitas pessoas se sujeitam para poderem desempenhar um papel economicamente activo decorre da falta de disponibilidade de empregos formais ou da falta de superstruturas institucionais que facilitem o acesso destas pessoas a espaços formalizados de interacção económica. Assim, será necessário entender ao concluir esta fase da pesquisa que o ambiente estrutural e institucional onde as pessoas desenvolvem as suas actividades informais são parte do problema e parte da solução para a criação de melhores condições de trabalho e aumento de rendas através do desempenho das suas actividades. 6

7 Contexto A presente pesquisa está hospedada no projecto-piloto HITT (High Impact Tourism Training Formação Turística de Grande Impacto), que é uma iniciativa da SNV Organização Holandesa de Desenvolvimento, apoiada pela Comissão Europeia. O projecto está a ser implementado em sete países em vias de desenvolvimento (Benim, Cambodja, Gana, Mali, Moçambique, Nepal e Vietname) e com um sector do turismo vibrante, com o intuito de criar um ambiente favorável para o desenvolvimento de actividades de formação vocacional fundamentalmente para jovens e mulheres que participam na economia informal do turismo destes países. Em Moçambique, o projecto foi rebaptizado como Moçambique Hospitaleiro e está a ser implementado numa parceria entre a SNV e o INEFP Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional. A Turconsult, empresa moçambicana de consultoria na área do turismo, foi contratada para conduzir a pesquisa. Com base no manual geral de procedimentos do projecto, o pesquisador usou o seu papel discricionário para ajustar a metodologia proposta às realidades das áreas de estudo. As áreas seleccionadas para intervenção, indicadas pelo contratante (SNV), são as cidades de Maputo e Inhambane, eleitas pelo facto de concentrarem o maior volume de turismo no país em termos de chegadas internacionais, investimentos e concentração de empresas turísticas. O facto de a SNV e o INEFP possuírem capacidade administrativa e experiência de trabalho com o sector do turismo nestas áreas também condicionou a decisão. A pesquisa foi oficialmente lançada em duas cerimónias separadas em que participaram os intervenientes chave do sector do turismo e formação vocacional nas cidades de Maputo e Inhambane. Em Maputo, a pesquisa foi apresentada ao Conselho Consultivo do Ministério do Turismo, com participação do INEFP, FEMOTUR, AVITUM e SINTHOTS. Na Cidade de Inhambane, participaram do lançamento a delegação provincial do INEFP, a ESHTI, a DPTURI, a AHTPI e o PACDE. 7

8 1. Introdução No presente relatório de consultoria, estão apresentados os resultados da análise da situação do mercado informal do turismo nas cidades de Maputo e Inhambane. A colecta de dados que envolveu os principais intervenientes institucionais e individuais nas áreas de turismo, formação profissional e negócios informais, decorreu de 29 de Junho a 10 de Setembro. Com esta pesquisa de carácter de diagnóstico, pretende-se identificar oportunidades de inclusão dos trabalhadores informais na economia do turismo. O estudo contém análises sobre a economia informal do turismo, através de um levantamento dos seus intervenientes, estruturados em empregadores, trabalhadores dependentes e trabalhadores por conta própria. Inclui igualmente um resumo da distribuição das receitas nas cadeias de valor e uma análise das oportunidades e constrangimentos enfrentados pelos empreendedores informais. O relatório está estruturado em seis partes principais, sendo que na primeira são apresentados os elementos pré-textuais; na segunda, a discussão dos procedimentos metodológicos que nortearam a pesquisa; na terceira, os resultados da fase A da pesquisa (resumo da pesquisa documental sobre o turismo em Moçambique e suas tendências nas áreas de estudo); na quarta, os resultados da fase B (descrição e análise das características do trabalho informal no turismo ao nível dos destinos turísticos seleccionados) apresentados em dois capítulos independentes, um com reflexões sobre a Cidade de Maputo e outro sobre a Cidade de Inhambane; na quinta, as conclusões e recomendações da pesquisa; e a sexta, com todos os apêndices produtos da pesquisa, nomeadamente os instrumentos de colecta de dados, a lista de entrevistados e as tabelas estatísticas do processamento de dados. Segundo o manual de procedimentos do projecto, esta pesquisa deve ainda comportar uma fase C (análise de entraves, oportunidades de emprego e negócio em actividades informais associadas ao turismo). Todavia, esta etapa será ainda materializada com a realização de um seminário de apresentação dos resultados das fases A e B, incorporação de contribuições e validação dos resultados finais. 8

9 1.1 Perguntas de Pesquisa O estudo procurou responder às seguintes perguntas: Fase A 1. Qual é a contribuição do turismo para a economia nacional? 2. Quais são as características dos mercados emissores de turismo e quais são as tendências do mercado nos destinos de Maputo e Inhambane? 3. Quais são os segmentos mais importantes do turismo e as áreas geográficas de crescimento do turismo em Moçambique; 4. Quais são os segmentos mais importante do turismo e as áreas geográficas de crescimento do turismo em Maputo e Inhambane? Fase B 1. Como são distribuídas as receitas na cadeia de valor do turismo? 2. Qual é o perfil socioeconómico dos empreendedores/trabalhadores do mercado informal? 3. Em que ocupações se encontra o maior numero de empreendedores informais? 4. Quais os subsectores do turismo que representam um maior potencial para os jovens e mulheres não qualificados e semi-qualificados? 5. Qual é a contribuição do mercado de trabalho informal na geração de empregos e micro negócios nos destinos em análise? 6. Quais são as oportunidades e condicionalismos encontrados pelos trabalhadores informais e empreendedores informais? 7. Como podem estes grupos obter um aumento de benefícios da respectiva cadeia de valor? 1.2 Limitações da Pesquisa A despeito de se ter procurado usar os métodos adequados para os objectivos definidos, a realização da pesquisa enfrentou alguns desafios, como a seguir se explicita: 9

10 O questionário aos empreendedores informais buscava, entre outros propósitos, perceber o volume de negócios deste extracto, tornando-se importante obter informações aproximadas à realidade sobre os seus custos e receitas. Entretanto, verificou-se alguma resistência no fornecimento destas informações e, quando ultrapassados estes receios, foi notória a dificuldade de os respondentes fazerem estimativas objectivas, porque geralmente não fazem registos contabilísticos e o efeito sazonalidade do turismo (mercado dos seus produtos e serviços) implica variações no volume de negócios, dificultando a determinação de dados como a média de vendas diárias. A pesquisa foi realizada numa temporada (cerca de um mês na temporada média-alta do turismo de Maputo e Inhambane), não permitindo verificar se a alteração de temporadas gera mudanças significativas na apreciação dos respondentes. A definição do tamanho das amostras não foi, rigorosamente, baseada em princípios científicos, não obstante se ter procurado garantir a representatividade dos vários extractos possíveis dentro da população. Devido a requisitos específicos definidos pelo programa do HITT a pesquisa abrangeu essencialmente pessoas que informalmente desenvolvem actividades económicas de baixo rendimento, relacionadas de algum modo com o turismo pois produzem, vendem ou servem mercados locais onde os turistas acabam por ter um peso significativo na demanda. No entanto a presente pesquisa não abrangeu as actividades informais de mais alto rendimento que servem o mercado do turismo através da prestação de serviços de aluguer não oficial de quartos em casas não classificadas como unidades de alojamento ou a realização de passeios turísticos informais servidos por indivíduos não registados como guias ou operadores turísticos oficiais. A escolha dos pólos e micro-polos abrangidos pela pesquisa determinou algumas limitações a identificação de subsectores referidos no manual HITT como sejam o caso de Alojamento, Excursões e Guias e mesmo no caso de Alimentação e Bebidas em relação a Restaurantes e Bares, uma vez que todos os negócios existentes nos locais abrangidos tinham um carácter formal. Nos casos de alimentação e bebidas existentes nesses locais a sua quase totalidade servia residentes e não propriamente turistas, embora nalguns poucos casos alguns turistas frequentassem bares improvisados. 10

11 2. Metodologia A realização da pesquisa obedeceu às seguintes etapas: Análise documental (Revisão Bibliográfica) e Pesquisa Internet Análise da Situação Pesquisa de Campo (Elaboração e Distribuição dos questionários Fase A Estado actual do sector do turismo informal Fase B Caracteristicas do trabalho informal no turismo ao nivel dos destinos turisticos (Maputo e Inhambane) Fase C Emprego e oprtunidades de negocios no turismo informal, para mulheres, jovens, naoqualificados e simi-qualificados, em quatro subsectores Identificação das oportunidades de trabalho e de negócio no turismo informal Fim: Descrição da anáise da informação obtida durante a fase A e B, realização do seminário reunindo as partes interessadas do sector público, privado, TVET demais actores chave neste processo. Fonte: Análise da situação das pessoas que actuam no sector informal do turismo nas Cidades de Maputo e Inhambane, Agosto e Setembro de 2011, Turconsult Lda. 2.1 Preparação do Trabalho de Campo Pesquisa Bibliográfica e Documental revisão dos termos de referência da consultoria e do manual de procedimentos do projecto que explicam os preceitos que norteiam esta pesquisa; e revisão de documentos descritivos e estatísticos que permitiram compilar o resumo da situação do turismo em Moçambique e suas tendências nas cidades de Maputo e Inhambane. 11

12 Definição dos Locais da Pesquisa na Cidade de Maputo, a contratante indicou os pólos turísticos da Polana Cimento (FEIMA), a Mafalala e a Marginal (Mercado do Peixe e Costa do Sol). Posteriormente foi decidido substituir o pólo da Mafalala pela área do Polana Shopping/Piri Piri em virtude de se ter constatado uma maior afluência de vendedores informais que servem directamente turistas e em virtude de na Mafalala se ter constatado existir uma organização que organiza os serviços turísticos já em moldes formais. Na Cidade de Inhambane, a contratante indicou os micro-pólos turísticos da Praia do Tofo e o Mercado de Babalaza. Foram mantidas estas opções, com a excepção do Mercado de Babalaza que, por força do feedback da reunião de apresentação do estudo em Inhambane, foi alterado para o Mercado Central. O argumento foi de que o Mercado de Babalaza era muito emergente e as suas características básicas poderiam ser encontradas na cidade e no Tofo. Instrumentos de Colecta de Dados os dados secundários sobre a caracterização do sector do turismo em Moçambique foram colectados através da matriz recomendada pelo manual de procedimentos do projecto (vide anexo 4); os dados primários foram colectados através de questionários adaptados do manual de procedimentos da pesquisa (vide anexo 1). Testes aos Instrumentos de Colecta de Dados Os instrumentos de colecta de dados foram feitos de forma uniforme para Maputo e Inhambane, de modo a permitir uma maior comparabilidade dos resultados finais. Todavia, houve um exercício de teste dos instrumentos com vista a adequá-los à realidade dos dois destinos e familiarizar os inquiridores com os questionários. Em Maputo, o teste foi realizado na zona do Restaurante Piripiri e em Inhambane, no Mercado do Giló. Definição da Amostra Em Maputo foi definida a meta de 75 questionários para quatro micropólos, mas foram realizados 49 questionários totalmente preenchidos 20 na FEIMA, 13 na zona do Polana Shopping, 8 no Mercado do Peixe e 8 na Costa do Sol. A selecção dos respondentes foi baseada na vontade de colaboração dos mesmos, divididos em três subsectores, nomeadamente artesanato (26), venda de produtos genéricos (19) e alimentos e bebidas (4). Na Cidade de Inhambane foi definida a meta de 50 questionários para dois micro-pólos, mas foram realizados 38 questionários totalmente preenchidos 21 no Tofo e 17 no Mercado Central. A selecção dos respondentes também foi por conveniência (cooperação dos respondentes), divididos em cinco subsectores, nomeadamente artesanato (16), alimentos e bebidas (6), venda de cigarros, bebidas e genéricos (8), venda de mariscos frescos (5) e venda de vegetais e frutas (3). 12

13 2.2 Trabalho de Campo Questionários na Cidade de Inhambane, os questionários foram aplicados preferencialmente nos fins-de-semana (dias 20 e 21 de Agosto) dado o particular interesse que os fins-de-semana têm para os negócios ligados ao turismo. O não cumprimento das metas do tamanho da amostra, obrigou que estendesse o processo de colecta na semana útil de trabalho. Em Maputo o processo de pesquisa no terreno foi agendado para os dias 14, 16 e 17 de Agosto, respectivamente domingo, terça-feira e quarta-feira, pois o pólo da marginal regista maior afluência de vendedores ao fim de semana e na zona da Polana, o período de semana de trabalho é mais propício à concentração de vendedores informais. 2.3 Análise e Tratamento dos Dados Processamento de Dados em SPSS (Pacote Estatístico para Ciências Sociais). Os dados dos questionários foram sistematizados numa base dados criada no pacote SPSS e gerados resultados de estatística descritiva (vide anexo 2). Critérios de Análise Os dados dos documentos e do processamento estatístico foram analisados com base nos critérios das perguntas de pesquisa apresentadas no ponto

14 3. Estado Actual do Sector do Turismo em Moçambique Moçambique encontrava-se em 2003 nas fases iniciais do seu desenvolvimento como destino turístico e o seu produto de base ainda carecia de melhoramento (MITUR, 2003:131). Não obstante esta constatação do organismo regulador do sector na sua Política Nacional aprovada em 2003, quando o INE/Migração estimava as chegadas internacionais no país para o ano de 2001 em cerca de visitantes, o sector cresceu rapidamente a uma taxa de crescimento média de 13,87%, entre 2006 e 2010 segundo dados do INE/Migração e em 2009 a OMT (Organização Mundial do Turismo) refere que Moçambique recebeu 2,224 milhões de visitantes (OMT, 2011:9), situando-se ao nível dos 10 principais destinos africanos. Existem actualmente no País cerca de 554 unidades de alojamento, com Maputo e Inhambane representando pouco mais de um terço do total da capacidade de oferta de camas do país (Cadastro MITUR, 2010). Outro destino de referência é a zona Norte do país com opções como Pemba, Reserva do Niassa, Parque Nacional das Quirimbas e Ilha de Moçambique. Moçambique tem-se apresentado como um destino de praia e mar, fruto dos seus cerca de 2,700 km de costa marítima. No entanto cada vez mais a exploração da natureza é também uma aposta do turismo nacional, sendo feita a oferta de 11 parques e reservas nacionais levando a que recentemente o Pais se venha a afirmar como um destino Bush & Beach (Inglês). Vale destacar que as áreas de conservação se encontram numa fase de recuperação depois de uma redução drástica dos números de animais por causa dos efeitos nefastos da guerra civil. Entretanto, é igualmente verdadeiro que o destino Moçambique ainda se encontra numa fase incipiente, sendo manifestações desse estado a dificuldade de se encontrar estatísticas organizadas e fiáveis, a dependência na infra-estrutura e super-estrutura do turismo sul-africano, o alto nível de sazonalidade sentido pela maioria dos empreendimentos de turismo de lazer, a existência de uma relativa desorganização no processo de licenciamento de novos estabelecimentos turísticos e oferta limitada de produtos turísticos que se manifesta nas baixas taxas de ocupação das suas unidades de alojamento assim como a manifesta limitação de acessos ao Pais por parte do Turismo Internacional bem como pelos próprios residentes que vêem limitados os meios de transporte e os altos custos envolvidos. Em relação à fragilidade de estatísticas, a título exemplificativo pode-se mencionar o facto de a OMT apresentar as chegadas para Moçambique em 2009 como tendo superado a barreira de 2 milhões 14

15 de visitantes internacionais, enquanto as autoridades nacionais INE/Migração reportam somente 1,7 milhões de visitantes (segundo os dados de referência do turismo publicado em 2011). No que diz respeito à dependência a África do Sul, o PEDTM Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo em Moçambique ( ) afirma que de importância estratégica serão a habilidade de Moçambique para se unir aos mercados de turismo mais desenvolvidos dos países vizinhos, de se promover como um destino adicional para estes países (principalmente África do Sul), e de usar efectivamente as infra-estruturas existentes nestes países (principalmente os aeroportos internacionais, agências de viagens e operadores turísticos (MITUR, 2004:7). Ademais, segundo os dados de referência no turismo INE/Migração publicados em 2011, 51,6% dos turistas internacionais que visitaram Moçambique em 2010 provieram da África do Sul. Outro desafio que enfrenta o sector é a fraca ligação inter-sectorial do turismo, que tem repercussões negativas na economia de Moçambique, pois muitos produtos e serviços consumidos na indústria turística são importado através das empresas turísticas ou dos próprios visitantes que transportam consigo os produtos de que vão necessitar durante a sua estadia em virtude de se registar uma fraca consistência de fornecimentos nacionais em termos de qualidade, variedade e tipologia de produtos e serviços. Entretanto, as autoridades do país têm consciência que se deve explorar mais o potencial que o turismo tem como alavanca de desenvolvimento e o PEDTM indica que o turismo é visto como um sector complementar por se encontrar intrinsecamente ligado a muitas das prioridades primárias, o que lhe confere um papel significativo no desenvolvimento do país. Referência particular é feita no PARPA ao papel do turismo no estímulo da procura para bens localmente produzidos, contribuindo então para a criação de mais oportunidades de emprego. (MITUR, 2004:7) O manual de procedimentos do projecto recomenda o uso de uma matriz para resumir o estado actual do sector do turismo em Moçambique. Esta pode ser consultada no anexo 4. Entretanto, para facilitar o processo de leitura, os pontos abaixo fazem um resumo da matriz. 3.1 A contribuição do Turismo na Economia Nacional Apesar do enorme potencial de desenvolvimento do turismo, a contribuição do sector para a economia nacional ainda é relativamente tímida, representando em 2008 uma contribuição de 2,2% do PIB nacional, segundo dados do Banco de Moçambique. A média mundial, todavia, é de 5% (OMT, 2011:2). 15

16 O Ministério do Turismo acredita, no entanto, que a contribuição do turismo no PIB está a ser subestimada, pois os mecanismos estatísticos em vigor ignoram os efeitos directos e induzidos do turismo que podem ser melhor estimados através do estabelecimento de uma conta satélite do turismo. Por outro lado o Governo de Moçambique estima que a contribuição do turismo no PIB vai situar-se, nos próximos 10 anos, em 6,4% (www.unwto.org). Em termos de geração de emprego, calcula-se que o turismo gere postos de trabalho, o que representa cerca de 5,3% dos empregos formais, com base em extrapolações dos dados do Censo de As receitas de turismo internacional em 2010 foram, segundo o BM, de cerca de 197,3 milhões de dólares americanos (USD). Não obstante, ser uma fonte importante de divisas, está aquém do seu potencial de geração de receitas, pois Moçambique possui um dos índices mais baixos de gastos diários de turistas (188,65 USD em 2008, segundo o BM) e as receitas, quando comparadas as dos outros países africanos no mesmo escalão de visitantes internacionais (entre 1,5 e 2 milhões de turistas), são as mais baixas, contra a média de 414 milhões de USD. O sector do turismo representa uma das principais fontes de atracção de investimento, tendo inclusive sido a principal fonte antes da emergência dos sectores mineiro e agrícola como basilares da economia, como atesta a tabela abaixo. Tabela 1. Evolução dos Investimentos em Moçambique por Sector Sectores Totais Agricultura Pescas e Aquacultura Banca e Seguros Construção Industria Serviços e Vários Energia e Recursos Minerais Transportes e Comunicações Turismo TOTAIS Fonte: CPI 16

17 3.2 Características dos Mercados Emissores de Turismo em Moçambique Tradicionalmente, os fluxos de turismo para Moçambique provinham da África do Sul e Portugal. Em 1997, as chegadas internacionais registadas foram aproximadamente de , e no ano 2001 atingiram , oriundas na sua maioria desses países (MITUR, 2004:39). O mercado sul-africano continua dominante, representando de forma isolada 51,6% dos turistas internacionais que visitaram Moçambique em 2010 (INE/Migração dados de referência do turismo). Portugal (1,4%), dos países não africanos, segundo a mesma fonte perdeu a proeminência como destino emissor de Moçambique para o Reino Unido (2,7%) e Estados Unidos da América (3,4%). No entanto, o continente africano é largamente o principal emissor de turismo de Moçambique com um total acumulado de 79,8% que inclui os 51,6% da África do Sul acima referidos. De acordo com o PEDTM, a África do Sul tem uma população relativamente com mais posses em termos regionais e com uma forte propensão para gastar em viagens, lazer e entretenimento. As famílias, turistas de aventura e pescadores são os segmentos tradicionalmente atraídos por Moçambique que procuram principalmente as praias do sul. Actualmente, as preferências apontam para a existência de um mercado mais diversificado proveniente da África do Sul. A procura do turismo internacional está essencialmente ligada a (1) negócios viajantes comerciais, viajantes para estudos de viabilidade, missões de negócio, visitantes para negócios e visitantes do governo, ONGs, agências de desenvolvimento, embaixadas, etc; (2) lazer incluindo viajantes independentes, grupos de viagem independentes, grupos de turismo organizado, viajantes internacionais de alto rendimento; (3) visita a amigos e familiares estes virão principalmente do mercado português, bem como de amigos e familiares que visitam o pessoal que trabalha junto das agências de desenvolvimento, embaixadas e empresas internacionais. 3.3 Tendências do Mercado nos Destinos de Maputo e Inhambane O MITUR indicou em 2003 (Política Nacional do Turismo) que enquanto a força da base do produto turístico se encontra por todo o país, o desempenho da indústria ainda se concentra na Cidade de Maputo, onde a chegada de visitantes constitui aproximadamente 60% do mercado. Esta tendência, 17

18 segundo dados do MITUR/INE manteve-se ao longo dos anos e em 2010 a Cidade de Maputo representou 63,5% do total de dormidas do país. A Cidade de Inhambane, todavia possui mais equipamentos de hospedagem com 112 unidades, contra 95 da Cidade de Maputo (Cadastro do MITUR). Maputo destaca-se, entretanto, na capacidade de camas que é o dobro da capacidade de Inhambane. Esta situação deve-se às características dos equipamentos em Inhambane, que são predominantemente pequenas unidades de alojamento e entre elas, muitas que embora classificadas como unidades hoteleiras são maioritariamente alojamentos privados de veraneantes Sul-africanos. O turismo de negócios encontra-se concentrado em Maputo, enquanto a província de Inhambane alberga o maior número de facilidades de acomodação para o lazer, correspondendo, neste momento, à zona do país que recebe maior número de turistas ligados ao lazer principalmente provenientes da África do Sul. Maputo é o portal primário para Moçambique relativamente aos negócios devido ao elevado número de infra-estruturas para acomodação de conferências existentes, mas também pelo facto de ser a capital político-administrativa, acaba por obrigar a visita a cidade por parte de um grande número de pessoas que se relacionam com as actividades de administração e governação do País. Por outro lado, de acordo com o Estudo da Cadeia de Valor do Turismo na Cidade de Maputo, nos últimos tempos tem-se popularizado ligações que valorizam a noite, a música e o espectáculo como atracções turísticas na cidade de Maputo. Por sua vez Inhambane dotada de 700 km de costa com praias virgens, recifes de corais relativamente inexplorados e ilhas com formações de dunas de rara beleza, possui grande potencial para actividades de ecoturismo ligadas ao mar, tais como pesca desportiva, mergulho e snorkelling. A vida marinha é rica e, em certas épocas do ano, os mergulhadores tem 80% de probabilidades de nadar ao lado de tubarões-baleia, raias mantas e tartarugas razão suficiente para colocar Inhambane em posição de rivalizar com os melhores pontos de mergulho do mundo. Note-se ainda que a própria cidade de Inhambane constitui um forte apelo para visitantes que procuram lugares históricos e com valores patrimoniais em bom estado de conservação. Inhambane é conhecida com a Terra da Boa Gente que foi assim denominada pelo descobridor Português Vasco da Gama. 18

19 3.4 Segmentos e Áreas Geográficas de Crescimento do Turismo em Moçambique O PEDTM divide o turismo em 3 zonas geográficas, nomeadamente a zona sul (relativamente estabelecida), a zona centro (ainda muito incipiente) e a zona norte (a despontar). A propósito, o PEDTM (MITUR, 2004:54-56) faz os seguintes comentários: Nos tempos mais recentes, os investidores começam a mostrar interesse pelas regiões situadas a norte do país. Esta região será um destino ímpar do país. Daí que as iniciativas de marketing e o desenvolvimento do produto devem destacar o carácter exclusivo e selvagem da região. Estâncias turísticas pequenas e ímpares surgirão ao longo da costa e ilhas de Cabo Delgado e Nampula. Os ícones fortes da região são Pemba, o Parque Nacional do Arquipélago das Quirimbas, a Ilha de Moçambique, a Reserva do Niassa e o Lago Niassa. O sul de Moçambique continuará a ser caracterizado como destino principal para os mercados regionais e domésticos, com ênfase em sol, praia e mar, férias de família, desportos aquáticos, entretenimento. O sul também se posicionará como destino para o mercado internacional, mas com enfoque nos produtos de nicho e ícones da região. Actividades fundamentais são mergulho e safaris oceânicos com objectivo de apreciar as grandes espécies marinhas. Os ícones do sul são: ACTF de Limpopo (ecoturismo), Reserva de Elefantes de Maputo (ecoturismo), Bazaruto (sol, praia e mar exclusivo), Inhambane (cultura e mergulho) e Maputo (negócios, cultura e entretenimento). O centro é caracterizado pela sua riqueza em oportunidades de ecoturismo e aventura. Ícones como Chimanimani, Cahora Bassa e Gorongosa têm de ser desenvolvidos e posicionados principalmente para os mercados internacionais e regionais. Actividades fundamentais para o marketing e para o simultâneo desenvolvimento de produto são caminhada, pesca nos rios e lagos, observação de pássaros e caça. Esta região atrairá principalmente as viajantes de aventura independentes (incluindo backpackers ) e overlanders. 3.5 Segmentos e Áreas Geográficas de Crescimento do Turismo em Maputo e em Inhambane 19

20 O estudo da cadeia de valor de turismo da cidade de Maputo mostrou que 40% da demanda de serviços turísticos é constituída pelo mercado nacional motivados por negócios, conferências e visita a familiares, que gradualmente se reforça, denotando-se crescimento de 5% nos últimos seis anos. Os restantes 60% correspondem a turismo internacional que usam Maputo como principal porta de entrada para fins de negócio, conferência e lazer. As principais actividades económicas do sector do turismo nesta região são: O alojamento com a maior porção da receita (54%), seguido por Bares & Restaurantes (21%), Compras locais (12%), Transporte (6%), Agencias de Viagem (5%) e Artesanato (2%). Os pólos de atracção turística encontram-se distribuídos como ilustra a tabela a seguir: Tabela 2. Pólos Turísticos da Cidade de Maputo Polana Mafalala Baixa Histórica Marginal Costa do Sol Inhaca Aterro da Maxaquene Pólo Turístico Actividades Principais Restauração, Turismo de Negócios, Comércio e Artesanato Turismo Cultural Restauração, Turismo de Negócios, Vida Nocturna, Comércio e Artesanato Restauração, Lazer, Sol & Mar, Vida Nocturna e Comércio, Conferências (Centro de Conferências Joaquim Chissano) Restauração, Artesanato e Comércio Sol & Mar Restauração e Comércio Fonte: Estudo da Cadeia de Valor do Turismo da Cidade de Maputo, SNV (2009) Em relação a Inhambane, o estudo de ligações entre o turismo e a economia local Inhambane conduzido em 2007 pela SNV indica que 56% dos visitantes eram regionais (predominantemente sulafricanos), 27% internacionais (marcadamente europeus) e somente 17% nacionais (geralmente turistas de fim-de-semana e fim de ano provindo da cidade de Maputo). As principais actividades económicas do turismo nesta região são: a hospedagem com a maior porção de receitas (53,6%), seguido por Excursões e Actividades (32,8%), Alimentos e Bebidas (9,5%), Transporte local (2,7%) e Compras locais, incluindo artesanato (1,4%). Os principais pólos de atracção turística são o Mercado Central para compras de artesanato e produtos genéricos; a área urbana da cidade de Inhambane com interesse no seu património 20

TURISMO DE NATUREZA. AEP / Gabinete de Estudos

TURISMO DE NATUREZA. AEP / Gabinete de Estudos TURISMO DE NATUREZA AEP / Gabinete de Estudos Junho de 2008 1 1. Situação a nível europeu De acordo com o Estudo realizado por THR (Asesores en Turismo Hotelería y Recreación, S.A.) para o Turismo de Portugal,

Leia mais

IMPACTO DA LIBERALIZAÇÃO DO TRANSPORTE AÉREO NO TURISMO E NA ECONOMIA EM GERAL EM MOÇAMBIQUE

IMPACTO DA LIBERALIZAÇÃO DO TRANSPORTE AÉREO NO TURISMO E NA ECONOMIA EM GERAL EM MOÇAMBIQUE IMPACTO DA LIBERALIZAÇÃO DO TRANSPORTE AÉREO NO TURISMO E NA ECONOMIA EM GERAL EM MOÇAMBIQUE ESBOÇO MARÇO DE 2014 Esta publicação foi produzida para revisão pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento

Leia mais

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Programa de da ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (ELD) 1 / 16 Programa de da 1. Caracterização Socioeconómica do Território A caracterização do território deve centrar-se em dois aspectos

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

Custo do Conflito Para o Sector do Turismo Moçambicano

Custo do Conflito Para o Sector do Turismo Moçambicano Custo do Conflito Para o Sector do Turismo Moçambicano Ema Batey 27 de Maio de 2014 Custo do Conflito para o Turismo em Moçambique Introdução & Contexto Abordagem & Metodologia Panorama do Perfil do Turismo

Leia mais

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos

Leia mais

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos,

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos, REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE -------- MINISTÉRIO DA ENERGIA GABINETE DO MINISTRO INTERVENÇÃO DE S.EXA SALVADOR NAMBURETE, MINISTRO DA ENERGIA, POR OCASIÃO DA INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA DE CONTADORES DA ELECTRO-SUL

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À

SISTEMA DE INCENTIVOS À SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISOS PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS INOVAÇÃO PRODUTIVA EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO Elisabete Félix Turismo de Portugal, I.P. - Direcção de Investimento PRIORIDADE

Leia mais

Diversificação e articulação da base produtiva e comercial em Moçambique

Diversificação e articulação da base produtiva e comercial em Moçambique Diversificação e articulação da base produtiva e comercial em Moçambique "Tendências do Investimento Privado em Moçambique: questões para reflexão" Nelsa Massingue da Costa Maputo, Setembro 2013 TENDÊNCIAS

Leia mais

ajudam a lançar negócios

ajudam a lançar negócios Capa Estudantes portugueses ajudam a lançar negócios em Moçambique Rafael Simão, Rosália Rodrigues e Tiago Freire não hesitaram em fazer as malas e rumar a África. Usaram a sua experiência para construírem

Leia mais

Capítulo 15. Impactos Cumulativos

Capítulo 15. Impactos Cumulativos Capítulo 15 Impactos Cumulativos ÍNDICE 15 IMPACTOS CUMULATIVOS 15-1 15.1 INTRODUÇÃO 15-1 15.1.1 Limitações e Mitigação 15-1 15.1.2 Recursos e Receptores Potenciais 15-3 15.2 IMPACTO CUMULATIVO DA ZONA

Leia mais

Agenda. O Diagnóstico Os Desafios A Estratégia Os Produtos a Promover Os Mercados A Promoção A Oferta

Agenda. O Diagnóstico Os Desafios A Estratégia Os Produtos a Promover Os Mercados A Promoção A Oferta Agenda O Diagnóstico Os Desafios A Estratégia Os Produtos a Promover Os Mercados A Promoção A Oferta O Diagnóstico Turismo marítimo e costeiro Náutica de Recreio 60 Turismo Maritimo e Costeiro 123 Nautica

Leia mais

O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira

O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira Lisboa, 5 de Julho 2012 Bruno Freitas Diretor Regional de Turismo da Madeira O Destino Madeira A Região Autónoma da Madeira (RAM) ocupa, desde

Leia mais

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS Julho de 2005 A actividade da hotelaria insere-se na CAE 55 Alojamento e Restauração, que, por sua vez, integra o sector do turismo, um dos sectores

Leia mais

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Num contexto de modernização e inovação constante, torna-se imperioso e urgente criar uma legislação turística em São Tomé e Príncipe, sendo este um instrumento

Leia mais

Maputo, 7 de Novembro 2013

Maputo, 7 de Novembro 2013 Maputo, 7 de Novembro 2013 Agenda Este seminário tem por objectivo apresentar o estudo sobre a situação do acesso a finanças rurais e agrícolas em Moçambique 1. Introdução 2. Perfil da População Rural

Leia mais

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE CRIAÇÃO DE EMPREGO NUM NOVO CONTEXTO ECONÓMICO 27-28 demarço de 2014, Maputo, Moçambique A conferência de dois dias dedicada ao tema Diálogo Nacional Sobre

Leia mais

ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISMO

ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISMO ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISMO MTUR/DEAOT/CGQT Campinas, 20 de março de 2010 ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISMO POLÍTICAS DE INCENTIVO AO TURISMO NORMATIZAÇÃO DE CAMPINGS COPA DO MUNDO E OLIMPÍADAS REGISTRO

Leia mais

Observatório da Criação de Empresas. Observatório da Criação de Empresas

Observatório da Criação de Empresas. Observatório da Criação de Empresas Observatório da Criação de Empresas O Observatório da Criação de Empresas é um projecto desenvolvido pelo IAPMEI, com a colaboração da Rede Portuguesa de Centros de Formalidades das Empresas (CFE), que

Leia mais

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DAS MICROEMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO PARA 2010/2011

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DAS MICROEMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO PARA 2010/2011 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Turistas

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Turistas Avaliação da Satisfação dos Turistas Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Avaliação da Satisfação dos Turistas Índice RESUMO EXECUTIVO... 03 1. INTRODUÇÃO... 06 2. METODOLOGIA... 07

Leia mais

TURISMO NÁUTICO GERADOR DE RIQUEZA MARTINHO FORTUNATO

TURISMO NÁUTICO GERADOR DE RIQUEZA MARTINHO FORTUNATO TURISMO NÁUTICO GERADOR DE RIQUEZA MARTINHO FORTUNATO Setembro de 2009 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. PENT (Plano Estratégico Nacional do Turismo) 3. TURISMO NÁUTICO NA EUROPA E NO MUNDO 4. O SECTOR EM PORTUGAL

Leia mais

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS ACTIVOS DAS EMPRESAS DE HOTELARIA E RESTAURAÇÃO 2011/2012

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS ACTIVOS DAS EMPRESAS DE HOTELARIA E RESTAURAÇÃO 2011/2012 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural

MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural I Seminário sobre Turismo Rural e Natureza Diferenciar o Produto, Qualificar a Oferta, Internacionalizar o Sector MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural TÂNIA

Leia mais

O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO

O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO Vila Real, Março de 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 4 CAPITULO I Distribuição do alojamento no Território Douro Alliance... 5 CAPITULO II Estrutura

Leia mais

II Convenção Sou de Peniche

II Convenção Sou de Peniche II Convenção Sou de Peniche Apresentação Junho 2008 1 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1. Caso de Peniche 2. Avaliação e Diagnóstico 3. Factores Críticos 4.Recomendações de Politicas e Acções II Convenção Sou de Peniche

Leia mais

Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008. Micro, Pequenas. e Médias. Empresas. em Portugal

Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008. Micro, Pequenas. e Médias. Empresas. em Portugal Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008 28 de Junho de 2010 Micro, Pequenas e Médias Empresas em Portugal Em 2008, existiam 349 756 micro, pequenas e médias empresas (PME) em Portugal,

Leia mais

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como SISTEMA DE DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO DAS OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EM REDE Nota: documento elaborado pela INTELI Inteligência em Inovação, no âmbito da consultadoria prestada

Leia mais

PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS

PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS Projecto do PNUD financiado pela Cooperação Espanhola Ministério da Hotelaria e Turismo República de Angola Angola PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS SEMINÁRIO PNUD / CNUCED "GESTÃO DE PROJECTOS

Leia mais

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP Intervenção do Secretário Executivo da CPLP Senhor Presidente, Senhores Ministros, Senhor Secretário de Estado do Turismo, Senhores Embaixadores Senhores Representantes

Leia mais

PERFIL DOS TURISTAS DO PORTO E NORTE DE PORTUGAL 1º TRIMESTRE DE 2012

PERFIL DOS TURISTAS DO PORTO E NORTE DE PORTUGAL 1º TRIMESTRE DE 2012 PERFIL DOS TURISTAS DO PORTO E NORTE DE PORTUGAL 1º TRIMESTRE DE 2012 1 O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de

Leia mais

Delegação da União Europeia em Moçambique

Delegação da União Europeia em Moçambique REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE Delegação da União Europeia em Moçambique REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

Leia mais

Temas: Recomendações: Observações:

Temas: Recomendações: Observações: TI12653 CONFERÊNCIA DA UA DOS MINISTROS DA INDÚSTRIA (CAMI) Recomendações da 18 a Sessão Ordinária da Conferência dos Ministros da Indústria da UA (CAMI 18) a Nível de Altos Funcionários Durban, República

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Turistas

Barómetro Regional da Qualidade Avaliação da Satisfação dos Turistas Avaliação da Satisfação dos Turistas 2011 Entidade Promotora Concepção e Realização Enquadramento Vice-Presidência Avaliação da Satisfação dos Turistas 2011 Índice SÍNTESE... 03 1. INTRODUÇÃO... 05 2.

Leia mais

O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP)

O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP) O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP) e o Aeroporto Sá Carneiro, realizou o estudo do perfil

Leia mais

Estudo da Demanda Turística Internacional

Estudo da Demanda Turística Internacional Estudo da Demanda Turística Internacional Brasil 2012 Resultados do Turismo Receptivo Pontos de Coleta de Dados Locais de entrevistas - 25 Entrevistados - 31.039 15 aeroportos internacionais, que representam

Leia mais

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes 2 Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Índice 1 Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) 2 Crédito

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hospedes 2º Trimestre 2015

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hospedes 2º Trimestre 2015 FICHA TÉCNICA Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Contas Nacionais, Estatísticas Económicas e dos Serviços Divisão de Estatísticas do Turismo Av. Amilcar

Leia mais

CONFERÊNCIA PLANO DE ACÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO EM PORTUGAL

CONFERÊNCIA PLANO DE ACÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO EM PORTUGAL Parceiros Estratégicos: Hospital Particular do Algarve CONFERÊNCIA TURISMO 2020 PLANO DE ACÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO EM PORTUGAL Turismo e Fundos Comunitários. Que futuro? O caso do Algarve

Leia mais

VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção. VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais

VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção. VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais 1 VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais VISABEIRA TURISMO > Hotelaria Entretenimento & Lazer Restauração

Leia mais

A decolagem do turismo

A decolagem do turismo A decolagem do turismo OBrasil sempre foi considerado detentor de um enorme potencial turístico. Em 1994, no entanto, o país recebeu menos de 2 milhões de turistas internacionais, um contingente que, na

Leia mais

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens

PREÇO VS. SERVIÇO. Imagem das Agências de Viagens Análise Imagem das Agências de Viagens PREÇO VS. SERVIÇO Os portugueses que já recorreram aos serviços de uma Agência de Viagens fizeram-no por considerar que esta é a forma de reservar viagens mais fácil

Leia mais

Indicadores de Confiança...15

Indicadores de Confiança...15 1. MACROECONOMIA 1.1. Rendimento e Despesa Despesa Nacional a Preços Correntes...5 Despesa Nacional a Preços Constantes...6 PIB a preços correntes (Produto Interno Bruto)...7 PIB a preços constantes (Produto

Leia mais

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL Índice 1. Turismo no espaço rural: tipologias.2 2. Exploração e funcionamento.... 5 3. Legislação aplicável.17 Bibliografia. 18 1 1.Turismo no espaço rural: tipologias

Leia mais

COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS

COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE GOVERNO DA PROVÍNCIA DO NIASSA COMÉRCIO, COMO CATALISADOR DE SERVIÇOS O orador: Horácio Deusdado Gervásio Linaula (Director Provincial) ESTRUTURA No âmbito desta Conferência Sobre

Leia mais

Amesterdão. Atracção pela Diferença 04/04/2014. - VIII Conferência Anual de Turismo -

Amesterdão. Atracção pela Diferença 04/04/2014. - VIII Conferência Anual de Turismo - Amesterdão Atracção pela Diferença 04/04/2014 - VIII Conferência Anual de Turismo - Índice Índice 1. Caracterização Geral 2. Perfil dos Visitantes 3. Razões para a Visita e Satisfação 4. Receitas de Turismo

Leia mais

associados do Mukhero

associados do Mukhero Oportunidades e Desafios do Comércio Externo em Moçambique Principais serviços do IPEME que contribuem formalização dos associados do Mukhero Por: Adriano Claire Zimba, Director Geral 27 de Maio de 2014

Leia mais

Barómetro Regional da Qualidade e Inovação

Barómetro Regional da Qualidade e Inovação Avaliação da Satisfação dos Turistas 2014 Direção Regional do Comércio, Indústria e Energia Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses, n.º 23, 1º 9000-054 Funchal Região Autónoma da Madeira Portugal

Leia mais

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Relatório de Estágio Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Rui Neves Lisboa, 21 de Junho de 2011 Índice Introdução... 3 Caracterização da Base de Dados... 4 Recolha e validação

Leia mais

Critérios de selecção

Critérios de selecção Emissor: GRATER Entrada em vigor: 01-06-2009 Associação de Desenvolvimento Regional Abordagem LEADER Critérios de selecção Os projectos serão pontuados através de fórmulas ponderadas e terão de atingir

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

IN STITU TO N A C IO N A L D E ESTA TISTIC A CABO VERDE DOCUMENTO METODOLÓGICO ESTATÍSTICAS DO TURISMO

IN STITU TO N A C IO N A L D E ESTA TISTIC A CABO VERDE DOCUMENTO METODOLÓGICO ESTATÍSTICAS DO TURISMO IN STITU TO N A C IO N A L D E ESTA TISTIC A CABO VERDE DOCUMENTO METODOLÓGICO ESTATÍSTICAS DO TURISMO 1999 I. ÁREA ESTATÍSTICA / LINHAS GERAIS DA ACTIVIDADE ESTATÍSTICA NACIONAL 1998-2001 O Conselho Nacional

Leia mais

MINISTERIO DA ECONOMIA DIRECÇÃO DO TURISMO E HOTELARIA (Unidade-Disciplina-Trabalho)

MINISTERIO DA ECONOMIA DIRECÇÃO DO TURISMO E HOTELARIA (Unidade-Disciplina-Trabalho) REPUBLICA DEMOCRATICA DE S. TOMÉ E PRINCIPE MINISTERIO DA ECONOMIA DIRECÇÃO DO TURISMO E HOTELARIA (Unidade-Disciplina-Trabalho) CONCLUSÕES E PROPOSTAS DA 1ª CONFERÊNCIA DO TURISMO DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE

Leia mais

importância económica do sector

importância económica do sector importância económica do sector ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS BEBIDAS REFRESCANTES NÃO ALCOÓLICAS O CONTEXTO DA INDÚSTRIA AGRO-ALIMENTAR E SUA IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA A industria de bebidas não alcoólicas

Leia mais

CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE

CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE CENÁRIO: GESTÃO COLABORATIVA DE PESCAS Este caso de estudo é largamente fictício e foi baseado em Horrill, J.C., n.d. Collaborative Fisheries Management

Leia mais

No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022

No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022 Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022 Sumário Executivo A Estratégia do Banco Africano de Desenvolvimento para 2013-2022 reflecte as

Leia mais

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa Diagnóstico do Sistema de Investigação e Inovação: Desafios, forças e fraquezas rumo a 2020 FCT - A articulação das estratégias regionais e nacional - Estratégia de Especialização Inteligente para a Região

Leia mais

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ (A) Teresina; (B) Cajueiro da Praia; (C) Luis Correia; (D) Parnaíba; (E) Ilha Grande Rota das Emoções: Jericoacoara (CE) - Delta (PI) - Lençóis Maranhenses (MA) Figura

Leia mais

HELLO CABO VERDE EXPO 2011

HELLO CABO VERDE EXPO 2011 New Bedford, 31 de Janeiro de 2011 HELLO CABO VERDE EXPO 2011 Exposição sobre as Oportunidades de Negócios e Turismo em Cabo Verde New Bedford, MA 27 a 29 de Maio de 2011 OBJECTIVO O objectivo da exposição

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante

Leia mais

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS SILVESTRES DO MEDITERRÂNEO - UMA ESTRATÉGIA PARA AS ÁREAS DE BAIXA DENSIDADE DO SUL DE PORTUGAL CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) Neste orçamento, o Município ajustou, as dotações para despesas de investimento, ao momento de austeridade que o país

Leia mais

DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015

DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015 DEBATE DO PG SRETC 21/05/2015 Senhor Presidente da Assembleia Legislativa Regional, Excelência Senhor Presidente do Governo Regional da Madeira, Excelência Senhoras e Senhores Secretários Regionais Senhoras

Leia mais

ITINERARIOS TURISTICOS. Tema I - Considerações Gerais. 3º ano Gestão de Mercados Turísticos Informação Turística e Animação Turística

ITINERARIOS TURISTICOS. Tema I - Considerações Gerais. 3º ano Gestão de Mercados Turísticos Informação Turística e Animação Turística ITINERARIOS TURISTICOS Tema I - Considerações Gerais 3º ano Gestão de Mercados Turísticos Informação Turística e Animação Turística Por: dr. Sérgio de Jesus Belchior Breves Considerações A diversificação

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012.

ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO. Junho de 2012. ANÚNCIO DE VAGA DESCRIÇÃO DO POSTO Posição: Director Executivo Programa Inter Religioso Contra a Malária (PIRCOM) Projecto Academy for Educational Development/Communication for Change (C Change) Supervisor:

Leia mais

MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL República de Moçambique MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL Maputo, 06 de Outubro de 2006 1 PORQUE INSISTIR NO MEIO RURAL? Representa mais de 95% do território

Leia mais

OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NO AGRONEGÓCIO EM MOÇAMBIQUE

OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NO AGRONEGÓCIO EM MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E SEGURANÇA ALIMENTAR OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NO AGRONEGÓCIO EM MOÇAMBIQUE ABRIL, 2015 Estrutura da Apresentação 2 I. Papel do CEPAGRI II. III. IV.

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS História da Cultura CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Repassar ao alunado a compreensão do fenômeno da cultura e sua relevância para

Leia mais

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6.

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. E T-CPLP: Entrevistas sobre a CPLP CI-CPRI Entrevistado: Embaixador Miguel Costa Mkaima Entrevistador:

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 INOVAÇÃO PRODUTIVA SECTOR TURISMO QREN QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL 2007-2013 INFORMAÇÃO SINTETIZADA 1 ÍNDICE PÁGINA OBJECTO

Leia mais

MISSÃO EMPRESARIAL. ANGOLA - BENGUELA E MALANGE 8 a 16 de Novembro de 2014

MISSÃO EMPRESARIAL. ANGOLA - BENGUELA E MALANGE 8 a 16 de Novembro de 2014 MISSÃO EMPRESARIAL ANGOLA - BENGUELA E MALANGE 8 a 16 de Novembro de 2014 ANGOLA Com capital na cidade de Luanda, Angola é um país da costa ocidental de África, cujo território principal é limitado a norte

Leia mais

NTRODUÇÃO ======================================= 1. 1 Considerações Iniciais

NTRODUÇÃO ======================================= 1. 1 Considerações Iniciais ------------------ NTRODUÇÃO ======================================= 1. 1 Considerações Iniciais A ANIP Agência Nacional para o Investimento Privado é o órgão do Governo encarregue da execução, coordenação,

Leia mais

Satellite Newspapers Portugal Distribuição de Imprensa, Jornais e Revistas, S.A.

Satellite Newspapers Portugal Distribuição de Imprensa, Jornais e Revistas, S.A. O que é a Satellite Newspapers? A Satellite Newspapers é uma multinacional presente em 8 grandes regiões: - Europa - África - América do Norte - América Central - América do Sul - Médio Oriente - Austrália

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

ALENTEJO. Instituto Politécnico de Beja, 3 de Maio 2012

ALENTEJO. Instituto Politécnico de Beja, 3 de Maio 2012 OBSERVATÓRIO de TURISMO do ALENTEJO Instituto Politécnico de Beja, 3 de Maio 2012 Razões para a Criação do Observatório Regional de Turismo do Alentejo As lacunas da informação estatística sobre o turismo

Leia mais

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS Sessão de Esclarecimento Associação Comercial de Braga 8 de abril de 2015 / GlobFive e Creative Zone PT2020 OBJETIVOS DO PORTUGAL 2020 Promover a Inovação empresarial (transversal);

Leia mais

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 2006-2015 Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 Portugal 2015 Portugal 2015 - Metas 2005 2015 Douro Douro Oeste Oeste Serra da Estrela Serra da Estrela Alqueva Litoral Alentejano Litoral Alentejano

Leia mais

Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo

Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo PERFIL PROFISSIONAL Habilitação Profissional do Tecnólogo em Gestão do Turismo É o profissional que atua em agências de viagens, em meios de hospedagem, em empresas de transportes e de eventos; promove

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hóspedes 1º Tr. 2015

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hóspedes 1º Tr. 2015 1 FICHA TÉCNICA Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Método e Gestão de Informação Serviço de Conjuntura Direcção de Contas Nacionais, Estatísticas Económicas

Leia mais

Carta de Compromisso da Rede ROTA VICENTINA

Carta de Compromisso da Rede ROTA VICENTINA Carta de Compromisso da Rede ROTA VICENTINA A Rota Vicentina (RV) é uma rota pedestre ao longo do Sw de Portugal que pretende afirmar esta região enquanto destino internacional de turismo de natureza,

Leia mais

Governação Hospitalar

Governação Hospitalar Aviso: Este projecto encontra-se em fase-piloto e, sem autorização, não pode ser usado para outros fins. Se necessário, contacte o coordenador do DUQuE através de duque@fadq.org Governação Hospitalar em

Leia mais

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO

MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO MERCADO ECONÓMICO EM ANGOLA PERSPECTIVA DE EVOLUÇÃO Mercado Economico em Angola - 2015 Caracterização Geográfica de Angola Caracterização da economia Angolana Medidas para mitigar o efeito da redução do

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

MARINHA MERCANTE COMO UM DOS FACTORES IMPULSIONADORES DE DESENVOLVIMENTO

MARINHA MERCANTE COMO UM DOS FACTORES IMPULSIONADORES DE DESENVOLVIMENTO MARINHA MERCANTE COMO UM DOS FACTORES IMPULSIONADORES DE DESENVOLVIMENTO Arlindo Zandamela Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM) Lisboa, Portugal Zandamela.arlindo@gmail.com Sumário

Leia mais

A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE. Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013

A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE. Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013 A ASSISTÊNCIA SANITÁRIA NO TURISMO EM CABO VERDE Cidade da Praia, 24 de Janeiro de 2013 Formação APRESENTAÇÃO Graduada em Planeamento e Desenvolvimento do Turismo ULHT Lisboa Portugal Pós-graduada e especialista

Leia mais

Ambiente de Investimento e Desenvolvimento Económico em Moçambique

Ambiente de Investimento e Desenvolvimento Económico em Moçambique Ambiente de Investimento e Desenvolvimento Económico em Moçambique Qual é a importância do ambiente regulatório para impulsionar a formalização e o desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas?

Leia mais

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004)

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) por António Jorge Costa, Presidente do Instituto de Planeamento

Leia mais

www.sodepacangola.com

www.sodepacangola.com EDITAL PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE CONSULTORIA Título do projecto: PROJECTO KUKULA KU MOXI, NO ÂMBITO DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DAS CADEIAS DE DISTRIBUIÇÃO PARA O AGRONEGÓCIO (ASDP) 1. Introdução

Leia mais

APRESENTAÇÃO... 2 1. ESTUDO DE COMPETITIVIDADE... 4 2. RESULTADOS... 6. 2.1 Total geral... 6. 2.2 Infraestrutura geral... 7. 2.3 Acesso...

APRESENTAÇÃO... 2 1. ESTUDO DE COMPETITIVIDADE... 4 2. RESULTADOS... 6. 2.1 Total geral... 6. 2.2 Infraestrutura geral... 7. 2.3 Acesso... PORTO SEGURO APRESENTAÇÃO Qualquer forma de desenvolvimento econômico requer um trabalho de planejamento consistente para atingir o objetivo proposto. O turismo é apresentado hoje como um setor capaz de

Leia mais

Operação Estatística: Inquérito à Permanência de Colonos nas Colónias de Férias

Operação Estatística: Inquérito à Permanência de Colonos nas Colónias de Férias INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA Departamento de Estatísticas Económicas Serviço de Estatísticas do Comércio, Turismo e Transportes Operação Estatística: Inquérito à Permanência de Colonos nas Colónias

Leia mais

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)

Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau) Plano de Acção para a Cooperação Económica e Comercial (2007-2009) 2ª Conferência Ministerial, 2006

Leia mais

OBJECTIVOS DO OBSERVATÓRIO:

OBJECTIVOS DO OBSERVATÓRIO: ENQUADRAMENTO: O Observatório do Turismo de Lisboa é uma estrutura interna da Associação Turismo de Lisboa, criada em 1999. A ATL é uma associação privada de utilidade pública, que conta actualmente com

Leia mais

INQUÉRITO A PASSAGEIROS INTERNACIONAIS DE CRUZEIRO PORTO DE LISBOA

INQUÉRITO A PASSAGEIROS INTERNACIONAIS DE CRUZEIRO PORTO DE LISBOA INQUÉRITO A PASSAGEIROS INTERNACIONAIS DE CRUZEIRO PORTO DE LISBOA 2011 1 INQUÉRITO A PASSAGEIROS INTERNACIONAIS DE CRUZEIRO INTRODUÇÃO Na continuidade do estudo que vem sendo realizado pelo, em conjunto

Leia mais

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006 O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006 Elaborado por: Ana Paula Gomes Bandeira Coordenado por: Teresinha Duarte Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR +

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + Ponta Delgada, 28 de Abril de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional

Leia mais

DESAFIOS E RECOMENDAÇÕES PARA A DINAMIZAÇÃO DA BOLSA DE QUALIFICAÇÃO E EMPREGO

DESAFIOS E RECOMENDAÇÕES PARA A DINAMIZAÇÃO DA BOLSA DE QUALIFICAÇÃO E EMPREGO DESAFIOS E RECOMENDAÇÕES PARA A DINAMIZAÇÃO DA BOLSA DE QUALIFICAÇÃO E EMPREGO Caracterização da Procura e oferta de emprego e de formação no âmbito da Bolsa de Qualificação e Emprego (BQE) A Bolsa de

Leia mais

Contexto das PME s em Moçambique

Contexto das PME s em Moçambique MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO Conferência sobre Fontes Alternativas de Financiamento às Contexto das em Moçambique Por Claire Zimba, Director Geral Indy Village, 09:30Hrs, 21 de Maio de 2015, Cidade

Leia mais

Golfe e Turismo: indústrias em crescimento

Golfe e Turismo: indústrias em crescimento CAPÍTULO I CAPÍTULO I Golfe e Turismo: indústrias em crescimento O universo do golfe, bem visível hoje em muitos territórios, tem desde logo ao nível de contribuição uma relação de causa consequência com

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais