HITT Inception Analysis MOZAMBIQUE

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1 HITT Inception Analysis MOZAMBIQUE

2 Índice Lista de Abreviaturas... 4 Sumário Executivo... 5 Contexto Introdução Perguntas de Pesquisa Limitações da Pesquisa Metodologia Preparação do Trabalho de Campo Trabalho de Campo Análise e Tratamento dos Dados Estado Actual do Sector do Turismo em Moçambique A contribuição do Turismo na Economia Nacional Características dos Mercados Emissores de Turismo em Moçambique Tendências do Mercado nos Destinos de Maputo e Inhambane Segmentos e Áreas Geográficas de Crescimento do Turismo em Moçambique Segmentos e Áreas Geográficas de Crescimento do Turismo em Maputo e em Inhambane Características do Trabalho Informal no Turismo na Cidade de Maputo Resumo da Análise da Cadeia de Valor Selecção dos Subsectores Análise dos Subsectores Seleccionados Análise dos Principais Micro-Pólos de Turismo FEIMA Feira de Artesanato, Flores e Gastronomia de Maputo Polana Shopping Mercado do Peixe Costa do Sol Características do Trabalho Informal no Turismo na Cidade de Inhambane Resumo da Análise de Cadeia de Valor Selecção de Subsectores Análise dos Subsectores Seleccionados Análise dos Principais Micro-Pólos de Turismo Mercado Central Praia do Tofo... 36

3 6. Conclusões e Recomendações Referências Bibliográficas Anexo 1. Modelo do Questionário Anexo 2. Sumário de Estatísticas Anexo 3. Lista de Entrevistados Anexo 4. Matriz Sumário da Situação do Turismo em Moçambique... 60

4 Lista de Abreviaturas ACTF AHTPI AVITUM BM DPTURI ESHTI FEIMA FEMOTUR HITT INE INEFP MITUR OMT ONG PACDE PEDTM PIB PPI SNV SINTHOTS SPSS Área de Conservação Transfronteiras Associação de Hotelaria e Turismo da Província de Inhambane Associação de Agências de Viagens e Turismo de Moçambique Banco de Moçambique Direcção Provincial do Turismo de Inhambane Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane Feira Internacional de Maputo, rebaptizada Feira de Artesanato, Flores e Gastronomia de Maputo Federação Moçambicana de Turismo High Impact Tourism Training (Inglês) Formação Turística de Grande Impacto (Português) Instituto Nacional de Estatísticas Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional Ministério do Turismo Organização Mundial do Turismo Organização Não Governamental Projecto de Apoio a Competitividade e Desenvolvimento Empresarial Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo em Moçambique Produto Interno Bruto Pro-Poor Impact (Inglês) Impacto Pró-Pobre Organização Holandesa de Desenvolvimento Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Hotelaria e Turismo Statistic Package for Social Sciences (Inglês) Pacote Estatístico para Ciências Sociais 4

5 Sumário Executivo Moçambique encontra-se ainda nas fases iniciais do seu desenvolvimento como destino turístico, mas o seu desenvolvimento é rápido e representa grandes desafios para as estruturas de tutela. O MITUR indica que as chegadas internacionais crescem a uma média anual de 13,87% entre 2006 e 2010, tendo-se registado mais de 1,8 milhões de chegadas em , o que situa Moçambique ao nível dos 10 principais destinos africanos 2. O sector do turismo representa uma das principais fontes de atracção de investimento, tendo inclusive sido a principal fonte antes da emergência dos sectores mineiro e agrícola como pilares da economia. Entretanto, apesar do enorme potencial de desenvolvimento do turismo, a contribuição do sector para a economia nacional ainda é relativamente tímida, representando em 2008 uma contribuição de apenas 2,2% do PIB nacional, enquanto a média dos países que tem o turismo como um sector importante é de 10%. Outro desafio que o País enfrenta é a fraca ligação inter-sectorial do turismo, que tem repercussões negativas na economia de Moçambique, pois muitos produtos e serviços consumidos na indústria turística são importado através das empresas turísticas ou dos próprios visitantes que transportam consigo os produtos de que vão necessitar durante a sua estadia. Sob o ponto de vista de segmentação, o turismo de negócios encontra-se concentrado em Maputo, enquanto a província de Inhambane alberga o maior número de facilidades de acomodação para o lazer, correspondendo, neste momento, à zona do país que recebe maior número de turistas ligados ao lazer principalmente provenientes da África do Sul. 1 Indicadores de Referencia do Turismo MITUR Dados estatísticos do Turismo Internacional da OMT 5

6 A economia informal é muito importante no contexto do conjunto das actividades económicas que se relacionam com o turismo, representando uma forma de acesso ao mercado do turismo por famílias pobres através do fornecimento directo aos turistas de produtos e/ou serviços como o artesanato, fornecimento de alimentos e bebidas e venda de artigos diversos, desde vegetais e frutas até mariscos e genéricos como óculos de sol, DVDs, relógios, etc. Entretanto, os negócios de artesanato e venda ambulante de produtos genéricos são essencialmente desenvolvidos por homens, havendo a necessidade de envolvimento de mulheres. Esta intenção pode ser alcançada diminuindo a natureza ambulatória dos negócios, aumentando a disponibilização de espaços adequados a exposição e venda de pecas artesanais procuradas pelos turistas e promovendo a diversificação do artesanato actualmente oferecido e que consiste basicamente em esculturas de madeira. Para além do acesso ao financiamento que é um desafio transversal para o empreendedorismo em Moçambique, os trabalhadores da economia informal enfrentam constrangimentos ao nível de armazenamento dos seus produtos e técnicas de comunicação / negociação comercial. Por outro lado foi reconhecido através da pesquisa que a condição de informalidade a que muitas pessoas se sujeitam para poderem desempenhar um papel economicamente activo decorre da falta de disponibilidade de empregos formais ou da falta de superstruturas institucionais que facilitem o acesso destas pessoas a espaços formalizados de interacção económica. Assim, será necessário entender ao concluir esta fase da pesquisa que o ambiente estrutural e institucional onde as pessoas desenvolvem as suas actividades informais são parte do problema e parte da solução para a criação de melhores condições de trabalho e aumento de rendas através do desempenho das suas actividades. 6

7 Contexto A presente pesquisa está hospedada no projecto-piloto HITT (High Impact Tourism Training Formação Turística de Grande Impacto), que é uma iniciativa da SNV Organização Holandesa de Desenvolvimento, apoiada pela Comissão Europeia. O projecto está a ser implementado em sete países em vias de desenvolvimento (Benim, Cambodja, Gana, Mali, Moçambique, Nepal e Vietname) e com um sector do turismo vibrante, com o intuito de criar um ambiente favorável para o desenvolvimento de actividades de formação vocacional fundamentalmente para jovens e mulheres que participam na economia informal do turismo destes países. Em Moçambique, o projecto foi rebaptizado como Moçambique Hospitaleiro e está a ser implementado numa parceria entre a SNV e o INEFP Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional. A Turconsult, empresa moçambicana de consultoria na área do turismo, foi contratada para conduzir a pesquisa. Com base no manual geral de procedimentos do projecto, o pesquisador usou o seu papel discricionário para ajustar a metodologia proposta às realidades das áreas de estudo. As áreas seleccionadas para intervenção, indicadas pelo contratante (SNV), são as cidades de Maputo e Inhambane, eleitas pelo facto de concentrarem o maior volume de turismo no país em termos de chegadas internacionais, investimentos e concentração de empresas turísticas. O facto de a SNV e o INEFP possuírem capacidade administrativa e experiência de trabalho com o sector do turismo nestas áreas também condicionou a decisão. A pesquisa foi oficialmente lançada em duas cerimónias separadas em que participaram os intervenientes chave do sector do turismo e formação vocacional nas cidades de Maputo e Inhambane. Em Maputo, a pesquisa foi apresentada ao Conselho Consultivo do Ministério do Turismo, com participação do INEFP, FEMOTUR, AVITUM e SINTHOTS. Na Cidade de Inhambane, participaram do lançamento a delegação provincial do INEFP, a ESHTI, a DPTURI, a AHTPI e o PACDE. 7

8 1. Introdução No presente relatório de consultoria, estão apresentados os resultados da análise da situação do mercado informal do turismo nas cidades de Maputo e Inhambane. A colecta de dados que envolveu os principais intervenientes institucionais e individuais nas áreas de turismo, formação profissional e negócios informais, decorreu de 29 de Junho a 10 de Setembro. Com esta pesquisa de carácter de diagnóstico, pretende-se identificar oportunidades de inclusão dos trabalhadores informais na economia do turismo. O estudo contém análises sobre a economia informal do turismo, através de um levantamento dos seus intervenientes, estruturados em empregadores, trabalhadores dependentes e trabalhadores por conta própria. Inclui igualmente um resumo da distribuição das receitas nas cadeias de valor e uma análise das oportunidades e constrangimentos enfrentados pelos empreendedores informais. O relatório está estruturado em seis partes principais, sendo que na primeira são apresentados os elementos pré-textuais; na segunda, a discussão dos procedimentos metodológicos que nortearam a pesquisa; na terceira, os resultados da fase A da pesquisa (resumo da pesquisa documental sobre o turismo em Moçambique e suas tendências nas áreas de estudo); na quarta, os resultados da fase B (descrição e análise das características do trabalho informal no turismo ao nível dos destinos turísticos seleccionados) apresentados em dois capítulos independentes, um com reflexões sobre a Cidade de Maputo e outro sobre a Cidade de Inhambane; na quinta, as conclusões e recomendações da pesquisa; e a sexta, com todos os apêndices produtos da pesquisa, nomeadamente os instrumentos de colecta de dados, a lista de entrevistados e as tabelas estatísticas do processamento de dados. Segundo o manual de procedimentos do projecto, esta pesquisa deve ainda comportar uma fase C (análise de entraves, oportunidades de emprego e negócio em actividades informais associadas ao turismo). Todavia, esta etapa será ainda materializada com a realização de um seminário de apresentação dos resultados das fases A e B, incorporação de contribuições e validação dos resultados finais. 8

9 1.1 Perguntas de Pesquisa O estudo procurou responder às seguintes perguntas: Fase A 1. Qual é a contribuição do turismo para a economia nacional? 2. Quais são as características dos mercados emissores de turismo e quais são as tendências do mercado nos destinos de Maputo e Inhambane? 3. Quais são os segmentos mais importantes do turismo e as áreas geográficas de crescimento do turismo em Moçambique; 4. Quais são os segmentos mais importante do turismo e as áreas geográficas de crescimento do turismo em Maputo e Inhambane? Fase B 1. Como são distribuídas as receitas na cadeia de valor do turismo? 2. Qual é o perfil socioeconómico dos empreendedores/trabalhadores do mercado informal? 3. Em que ocupações se encontra o maior numero de empreendedores informais? 4. Quais os subsectores do turismo que representam um maior potencial para os jovens e mulheres não qualificados e semi-qualificados? 5. Qual é a contribuição do mercado de trabalho informal na geração de empregos e micro negócios nos destinos em análise? 6. Quais são as oportunidades e condicionalismos encontrados pelos trabalhadores informais e empreendedores informais? 7. Como podem estes grupos obter um aumento de benefícios da respectiva cadeia de valor? 1.2 Limitações da Pesquisa A despeito de se ter procurado usar os métodos adequados para os objectivos definidos, a realização da pesquisa enfrentou alguns desafios, como a seguir se explicita: 9

10 O questionário aos empreendedores informais buscava, entre outros propósitos, perceber o volume de negócios deste extracto, tornando-se importante obter informações aproximadas à realidade sobre os seus custos e receitas. Entretanto, verificou-se alguma resistência no fornecimento destas informações e, quando ultrapassados estes receios, foi notória a dificuldade de os respondentes fazerem estimativas objectivas, porque geralmente não fazem registos contabilísticos e o efeito sazonalidade do turismo (mercado dos seus produtos e serviços) implica variações no volume de negócios, dificultando a determinação de dados como a média de vendas diárias. A pesquisa foi realizada numa temporada (cerca de um mês na temporada média-alta do turismo de Maputo e Inhambane), não permitindo verificar se a alteração de temporadas gera mudanças significativas na apreciação dos respondentes. A definição do tamanho das amostras não foi, rigorosamente, baseada em princípios científicos, não obstante se ter procurado garantir a representatividade dos vários extractos possíveis dentro da população. Devido a requisitos específicos definidos pelo programa do HITT a pesquisa abrangeu essencialmente pessoas que informalmente desenvolvem actividades económicas de baixo rendimento, relacionadas de algum modo com o turismo pois produzem, vendem ou servem mercados locais onde os turistas acabam por ter um peso significativo na demanda. No entanto a presente pesquisa não abrangeu as actividades informais de mais alto rendimento que servem o mercado do turismo através da prestação de serviços de aluguer não oficial de quartos em casas não classificadas como unidades de alojamento ou a realização de passeios turísticos informais servidos por indivíduos não registados como guias ou operadores turísticos oficiais. A escolha dos pólos e micro-polos abrangidos pela pesquisa determinou algumas limitações a identificação de subsectores referidos no manual HITT como sejam o caso de Alojamento, Excursões e Guias e mesmo no caso de Alimentação e Bebidas em relação a Restaurantes e Bares, uma vez que todos os negócios existentes nos locais abrangidos tinham um carácter formal. Nos casos de alimentação e bebidas existentes nesses locais a sua quase totalidade servia residentes e não propriamente turistas, embora nalguns poucos casos alguns turistas frequentassem bares improvisados. 10

11 2. Metodologia A realização da pesquisa obedeceu às seguintes etapas: Análise documental (Revisão Bibliográfica) e Pesquisa Internet Análise da Situação Pesquisa de Campo (Elaboração e Distribuição dos questionários Fase A Estado actual do sector do turismo informal Fase B Caracteristicas do trabalho informal no turismo ao nivel dos destinos turisticos (Maputo e Inhambane) Fase C Emprego e oprtunidades de negocios no turismo informal, para mulheres, jovens, naoqualificados e simi-qualificados, em quatro subsectores Identificação das oportunidades de trabalho e de negócio no turismo informal Fim: Descrição da anáise da informação obtida durante a fase A e B, realização do seminário reunindo as partes interessadas do sector público, privado, TVET demais actores chave neste processo. Fonte: Análise da situação das pessoas que actuam no sector informal do turismo nas Cidades de Maputo e Inhambane, Agosto e Setembro de 2011, Turconsult Lda. 2.1 Preparação do Trabalho de Campo Pesquisa Bibliográfica e Documental revisão dos termos de referência da consultoria e do manual de procedimentos do projecto que explicam os preceitos que norteiam esta pesquisa; e revisão de documentos descritivos e estatísticos que permitiram compilar o resumo da situação do turismo em Moçambique e suas tendências nas cidades de Maputo e Inhambane. 11

12 Definição dos Locais da Pesquisa na Cidade de Maputo, a contratante indicou os pólos turísticos da Polana Cimento (FEIMA), a Mafalala e a Marginal (Mercado do Peixe e Costa do Sol). Posteriormente foi decidido substituir o pólo da Mafalala pela área do Polana Shopping/Piri Piri em virtude de se ter constatado uma maior afluência de vendedores informais que servem directamente turistas e em virtude de na Mafalala se ter constatado existir uma organização que organiza os serviços turísticos já em moldes formais. Na Cidade de Inhambane, a contratante indicou os micro-pólos turísticos da Praia do Tofo e o Mercado de Babalaza. Foram mantidas estas opções, com a excepção do Mercado de Babalaza que, por força do feedback da reunião de apresentação do estudo em Inhambane, foi alterado para o Mercado Central. O argumento foi de que o Mercado de Babalaza era muito emergente e as suas características básicas poderiam ser encontradas na cidade e no Tofo. Instrumentos de Colecta de Dados os dados secundários sobre a caracterização do sector do turismo em Moçambique foram colectados através da matriz recomendada pelo manual de procedimentos do projecto (vide anexo 4); os dados primários foram colectados através de questionários adaptados do manual de procedimentos da pesquisa (vide anexo 1). Testes aos Instrumentos de Colecta de Dados Os instrumentos de colecta de dados foram feitos de forma uniforme para Maputo e Inhambane, de modo a permitir uma maior comparabilidade dos resultados finais. Todavia, houve um exercício de teste dos instrumentos com vista a adequá-los à realidade dos dois destinos e familiarizar os inquiridores com os questionários. Em Maputo, o teste foi realizado na zona do Restaurante Piripiri e em Inhambane, no Mercado do Giló. Definição da Amostra Em Maputo foi definida a meta de 75 questionários para quatro micropólos, mas foram realizados 49 questionários totalmente preenchidos 20 na FEIMA, 13 na zona do Polana Shopping, 8 no Mercado do Peixe e 8 na Costa do Sol. A selecção dos respondentes foi baseada na vontade de colaboração dos mesmos, divididos em três subsectores, nomeadamente artesanato (26), venda de produtos genéricos (19) e alimentos e bebidas (4). Na Cidade de Inhambane foi definida a meta de 50 questionários para dois micro-pólos, mas foram realizados 38 questionários totalmente preenchidos 21 no Tofo e 17 no Mercado Central. A selecção dos respondentes também foi por conveniência (cooperação dos respondentes), divididos em cinco subsectores, nomeadamente artesanato (16), alimentos e bebidas (6), venda de cigarros, bebidas e genéricos (8), venda de mariscos frescos (5) e venda de vegetais e frutas (3). 12

13 2.2 Trabalho de Campo Questionários na Cidade de Inhambane, os questionários foram aplicados preferencialmente nos fins-de-semana (dias 20 e 21 de Agosto) dado o particular interesse que os fins-de-semana têm para os negócios ligados ao turismo. O não cumprimento das metas do tamanho da amostra, obrigou que estendesse o processo de colecta na semana útil de trabalho. Em Maputo o processo de pesquisa no terreno foi agendado para os dias 14, 16 e 17 de Agosto, respectivamente domingo, terça-feira e quarta-feira, pois o pólo da marginal regista maior afluência de vendedores ao fim de semana e na zona da Polana, o período de semana de trabalho é mais propício à concentração de vendedores informais. 2.3 Análise e Tratamento dos Dados Processamento de Dados em SPSS (Pacote Estatístico para Ciências Sociais). Os dados dos questionários foram sistematizados numa base dados criada no pacote SPSS e gerados resultados de estatística descritiva (vide anexo 2). Critérios de Análise Os dados dos documentos e do processamento estatístico foram analisados com base nos critérios das perguntas de pesquisa apresentadas no ponto

14 3. Estado Actual do Sector do Turismo em Moçambique Moçambique encontrava-se em 2003 nas fases iniciais do seu desenvolvimento como destino turístico e o seu produto de base ainda carecia de melhoramento (MITUR, 2003:131). Não obstante esta constatação do organismo regulador do sector na sua Política Nacional aprovada em 2003, quando o INE/Migração estimava as chegadas internacionais no país para o ano de 2001 em cerca de visitantes, o sector cresceu rapidamente a uma taxa de crescimento média de 13,87%, entre 2006 e 2010 segundo dados do INE/Migração e em 2009 a OMT (Organização Mundial do Turismo) refere que Moçambique recebeu 2,224 milhões de visitantes (OMT, 2011:9), situando-se ao nível dos 10 principais destinos africanos. Existem actualmente no País cerca de 554 unidades de alojamento, com Maputo e Inhambane representando pouco mais de um terço do total da capacidade de oferta de camas do país (Cadastro MITUR, 2010). Outro destino de referência é a zona Norte do país com opções como Pemba, Reserva do Niassa, Parque Nacional das Quirimbas e Ilha de Moçambique. Moçambique tem-se apresentado como um destino de praia e mar, fruto dos seus cerca de 2,700 km de costa marítima. No entanto cada vez mais a exploração da natureza é também uma aposta do turismo nacional, sendo feita a oferta de 11 parques e reservas nacionais levando a que recentemente o Pais se venha a afirmar como um destino Bush & Beach (Inglês). Vale destacar que as áreas de conservação se encontram numa fase de recuperação depois de uma redução drástica dos números de animais por causa dos efeitos nefastos da guerra civil. Entretanto, é igualmente verdadeiro que o destino Moçambique ainda se encontra numa fase incipiente, sendo manifestações desse estado a dificuldade de se encontrar estatísticas organizadas e fiáveis, a dependência na infra-estrutura e super-estrutura do turismo sul-africano, o alto nível de sazonalidade sentido pela maioria dos empreendimentos de turismo de lazer, a existência de uma relativa desorganização no processo de licenciamento de novos estabelecimentos turísticos e oferta limitada de produtos turísticos que se manifesta nas baixas taxas de ocupação das suas unidades de alojamento assim como a manifesta limitação de acessos ao Pais por parte do Turismo Internacional bem como pelos próprios residentes que vêem limitados os meios de transporte e os altos custos envolvidos. Em relação à fragilidade de estatísticas, a título exemplificativo pode-se mencionar o facto de a OMT apresentar as chegadas para Moçambique em 2009 como tendo superado a barreira de 2 milhões 14

15 de visitantes internacionais, enquanto as autoridades nacionais INE/Migração reportam somente 1,7 milhões de visitantes (segundo os dados de referência do turismo publicado em 2011). No que diz respeito à dependência a África do Sul, o PEDTM Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo em Moçambique ( ) afirma que de importância estratégica serão a habilidade de Moçambique para se unir aos mercados de turismo mais desenvolvidos dos países vizinhos, de se promover como um destino adicional para estes países (principalmente África do Sul), e de usar efectivamente as infra-estruturas existentes nestes países (principalmente os aeroportos internacionais, agências de viagens e operadores turísticos (MITUR, 2004:7). Ademais, segundo os dados de referência no turismo INE/Migração publicados em 2011, 51,6% dos turistas internacionais que visitaram Moçambique em 2010 provieram da África do Sul. Outro desafio que enfrenta o sector é a fraca ligação inter-sectorial do turismo, que tem repercussões negativas na economia de Moçambique, pois muitos produtos e serviços consumidos na indústria turística são importado através das empresas turísticas ou dos próprios visitantes que transportam consigo os produtos de que vão necessitar durante a sua estadia em virtude de se registar uma fraca consistência de fornecimentos nacionais em termos de qualidade, variedade e tipologia de produtos e serviços. Entretanto, as autoridades do país têm consciência que se deve explorar mais o potencial que o turismo tem como alavanca de desenvolvimento e o PEDTM indica que o turismo é visto como um sector complementar por se encontrar intrinsecamente ligado a muitas das prioridades primárias, o que lhe confere um papel significativo no desenvolvimento do país. Referência particular é feita no PARPA ao papel do turismo no estímulo da procura para bens localmente produzidos, contribuindo então para a criação de mais oportunidades de emprego. (MITUR, 2004:7) O manual de procedimentos do projecto recomenda o uso de uma matriz para resumir o estado actual do sector do turismo em Moçambique. Esta pode ser consultada no anexo 4. Entretanto, para facilitar o processo de leitura, os pontos abaixo fazem um resumo da matriz. 3.1 A contribuição do Turismo na Economia Nacional Apesar do enorme potencial de desenvolvimento do turismo, a contribuição do sector para a economia nacional ainda é relativamente tímida, representando em 2008 uma contribuição de 2,2% do PIB nacional, segundo dados do Banco de Moçambique. A média mundial, todavia, é de 5% (OMT, 2011:2). 15

16 O Ministério do Turismo acredita, no entanto, que a contribuição do turismo no PIB está a ser subestimada, pois os mecanismos estatísticos em vigor ignoram os efeitos directos e induzidos do turismo que podem ser melhor estimados através do estabelecimento de uma conta satélite do turismo. Por outro lado o Governo de Moçambique estima que a contribuição do turismo no PIB vai situar-se, nos próximos 10 anos, em 6,4% (www.unwto.org). Em termos de geração de emprego, calcula-se que o turismo gere postos de trabalho, o que representa cerca de 5,3% dos empregos formais, com base em extrapolações dos dados do Censo de As receitas de turismo internacional em 2010 foram, segundo o BM, de cerca de 197,3 milhões de dólares americanos (USD). Não obstante, ser uma fonte importante de divisas, está aquém do seu potencial de geração de receitas, pois Moçambique possui um dos índices mais baixos de gastos diários de turistas (188,65 USD em 2008, segundo o BM) e as receitas, quando comparadas as dos outros países africanos no mesmo escalão de visitantes internacionais (entre 1,5 e 2 milhões de turistas), são as mais baixas, contra a média de 414 milhões de USD. O sector do turismo representa uma das principais fontes de atracção de investimento, tendo inclusive sido a principal fonte antes da emergência dos sectores mineiro e agrícola como basilares da economia, como atesta a tabela abaixo. Tabela 1. Evolução dos Investimentos em Moçambique por Sector Sectores Totais Agricultura Pescas e Aquacultura Banca e Seguros Construção Industria Serviços e Vários Energia e Recursos Minerais Transportes e Comunicações Turismo TOTAIS Fonte: CPI 16

17 3.2 Características dos Mercados Emissores de Turismo em Moçambique Tradicionalmente, os fluxos de turismo para Moçambique provinham da África do Sul e Portugal. Em 1997, as chegadas internacionais registadas foram aproximadamente de , e no ano 2001 atingiram , oriundas na sua maioria desses países (MITUR, 2004:39). O mercado sul-africano continua dominante, representando de forma isolada 51,6% dos turistas internacionais que visitaram Moçambique em 2010 (INE/Migração dados de referência do turismo). Portugal (1,4%), dos países não africanos, segundo a mesma fonte perdeu a proeminência como destino emissor de Moçambique para o Reino Unido (2,7%) e Estados Unidos da América (3,4%). No entanto, o continente africano é largamente o principal emissor de turismo de Moçambique com um total acumulado de 79,8% que inclui os 51,6% da África do Sul acima referidos. De acordo com o PEDTM, a África do Sul tem uma população relativamente com mais posses em termos regionais e com uma forte propensão para gastar em viagens, lazer e entretenimento. As famílias, turistas de aventura e pescadores são os segmentos tradicionalmente atraídos por Moçambique que procuram principalmente as praias do sul. Actualmente, as preferências apontam para a existência de um mercado mais diversificado proveniente da África do Sul. A procura do turismo internacional está essencialmente ligada a (1) negócios viajantes comerciais, viajantes para estudos de viabilidade, missões de negócio, visitantes para negócios e visitantes do governo, ONGs, agências de desenvolvimento, embaixadas, etc; (2) lazer incluindo viajantes independentes, grupos de viagem independentes, grupos de turismo organizado, viajantes internacionais de alto rendimento; (3) visita a amigos e familiares estes virão principalmente do mercado português, bem como de amigos e familiares que visitam o pessoal que trabalha junto das agências de desenvolvimento, embaixadas e empresas internacionais. 3.3 Tendências do Mercado nos Destinos de Maputo e Inhambane O MITUR indicou em 2003 (Política Nacional do Turismo) que enquanto a força da base do produto turístico se encontra por todo o país, o desempenho da indústria ainda se concentra na Cidade de Maputo, onde a chegada de visitantes constitui aproximadamente 60% do mercado. Esta tendência, 17

18 segundo dados do MITUR/INE manteve-se ao longo dos anos e em 2010 a Cidade de Maputo representou 63,5% do total de dormidas do país. A Cidade de Inhambane, todavia possui mais equipamentos de hospedagem com 112 unidades, contra 95 da Cidade de Maputo (Cadastro do MITUR). Maputo destaca-se, entretanto, na capacidade de camas que é o dobro da capacidade de Inhambane. Esta situação deve-se às características dos equipamentos em Inhambane, que são predominantemente pequenas unidades de alojamento e entre elas, muitas que embora classificadas como unidades hoteleiras são maioritariamente alojamentos privados de veraneantes Sul-africanos. O turismo de negócios encontra-se concentrado em Maputo, enquanto a província de Inhambane alberga o maior número de facilidades de acomodação para o lazer, correspondendo, neste momento, à zona do país que recebe maior número de turistas ligados ao lazer principalmente provenientes da África do Sul. Maputo é o portal primário para Moçambique relativamente aos negócios devido ao elevado número de infra-estruturas para acomodação de conferências existentes, mas também pelo facto de ser a capital político-administrativa, acaba por obrigar a visita a cidade por parte de um grande número de pessoas que se relacionam com as actividades de administração e governação do País. Por outro lado, de acordo com o Estudo da Cadeia de Valor do Turismo na Cidade de Maputo, nos últimos tempos tem-se popularizado ligações que valorizam a noite, a música e o espectáculo como atracções turísticas na cidade de Maputo. Por sua vez Inhambane dotada de 700 km de costa com praias virgens, recifes de corais relativamente inexplorados e ilhas com formações de dunas de rara beleza, possui grande potencial para actividades de ecoturismo ligadas ao mar, tais como pesca desportiva, mergulho e snorkelling. A vida marinha é rica e, em certas épocas do ano, os mergulhadores tem 80% de probabilidades de nadar ao lado de tubarões-baleia, raias mantas e tartarugas razão suficiente para colocar Inhambane em posição de rivalizar com os melhores pontos de mergulho do mundo. Note-se ainda que a própria cidade de Inhambane constitui um forte apelo para visitantes que procuram lugares históricos e com valores patrimoniais em bom estado de conservação. Inhambane é conhecida com a Terra da Boa Gente que foi assim denominada pelo descobridor Português Vasco da Gama. 18

19 3.4 Segmentos e Áreas Geográficas de Crescimento do Turismo em Moçambique O PEDTM divide o turismo em 3 zonas geográficas, nomeadamente a zona sul (relativamente estabelecida), a zona centro (ainda muito incipiente) e a zona norte (a despontar). A propósito, o PEDTM (MITUR, 2004:54-56) faz os seguintes comentários: Nos tempos mais recentes, os investidores começam a mostrar interesse pelas regiões situadas a norte do país. Esta região será um destino ímpar do país. Daí que as iniciativas de marketing e o desenvolvimento do produto devem destacar o carácter exclusivo e selvagem da região. Estâncias turísticas pequenas e ímpares surgirão ao longo da costa e ilhas de Cabo Delgado e Nampula. Os ícones fortes da região são Pemba, o Parque Nacional do Arquipélago das Quirimbas, a Ilha de Moçambique, a Reserva do Niassa e o Lago Niassa. O sul de Moçambique continuará a ser caracterizado como destino principal para os mercados regionais e domésticos, com ênfase em sol, praia e mar, férias de família, desportos aquáticos, entretenimento. O sul também se posicionará como destino para o mercado internacional, mas com enfoque nos produtos de nicho e ícones da região. Actividades fundamentais são mergulho e safaris oceânicos com objectivo de apreciar as grandes espécies marinhas. Os ícones do sul são: ACTF de Limpopo (ecoturismo), Reserva de Elefantes de Maputo (ecoturismo), Bazaruto (sol, praia e mar exclusivo), Inhambane (cultura e mergulho) e Maputo (negócios, cultura e entretenimento). O centro é caracterizado pela sua riqueza em oportunidades de ecoturismo e aventura. Ícones como Chimanimani, Cahora Bassa e Gorongosa têm de ser desenvolvidos e posicionados principalmente para os mercados internacionais e regionais. Actividades fundamentais para o marketing e para o simultâneo desenvolvimento de produto são caminhada, pesca nos rios e lagos, observação de pássaros e caça. Esta região atrairá principalmente as viajantes de aventura independentes (incluindo backpackers ) e overlanders. 3.5 Segmentos e Áreas Geográficas de Crescimento do Turismo em Maputo e em Inhambane 19

20 O estudo da cadeia de valor de turismo da cidade de Maputo mostrou que 40% da demanda de serviços turísticos é constituída pelo mercado nacional motivados por negócios, conferências e visita a familiares, que gradualmente se reforça, denotando-se crescimento de 5% nos últimos seis anos. Os restantes 60% correspondem a turismo internacional que usam Maputo como principal porta de entrada para fins de negócio, conferência e lazer. As principais actividades económicas do sector do turismo nesta região são: O alojamento com a maior porção da receita (54%), seguido por Bares & Restaurantes (21%), Compras locais (12%), Transporte (6%), Agencias de Viagem (5%) e Artesanato (2%). Os pólos de atracção turística encontram-se distribuídos como ilustra a tabela a seguir: Tabela 2. Pólos Turísticos da Cidade de Maputo Polana Mafalala Baixa Histórica Marginal Costa do Sol Inhaca Aterro da Maxaquene Pólo Turístico Actividades Principais Restauração, Turismo de Negócios, Comércio e Artesanato Turismo Cultural Restauração, Turismo de Negócios, Vida Nocturna, Comércio e Artesanato Restauração, Lazer, Sol & Mar, Vida Nocturna e Comércio, Conferências (Centro de Conferências Joaquim Chissano) Restauração, Artesanato e Comércio Sol & Mar Restauração e Comércio Fonte: Estudo da Cadeia de Valor do Turismo da Cidade de Maputo, SNV (2009) Em relação a Inhambane, o estudo de ligações entre o turismo e a economia local Inhambane conduzido em 2007 pela SNV indica que 56% dos visitantes eram regionais (predominantemente sulafricanos), 27% internacionais (marcadamente europeus) e somente 17% nacionais (geralmente turistas de fim-de-semana e fim de ano provindo da cidade de Maputo). As principais actividades económicas do turismo nesta região são: a hospedagem com a maior porção de receitas (53,6%), seguido por Excursões e Actividades (32,8%), Alimentos e Bebidas (9,5%), Transporte local (2,7%) e Compras locais, incluindo artesanato (1,4%). Os principais pólos de atracção turística são o Mercado Central para compras de artesanato e produtos genéricos; a área urbana da cidade de Inhambane com interesse no seu património 20

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