A K D N LOCALIZAÇÃO POR PAÍSES ÁREAS DE ACTIVIDADE RÚSSIA REINO UNIDO CANADÁ FRANÇA SUÍÇA CAZAQUISTÃO BÓSNIA-HERZEGOVINA REPÚBLICA DE QUIRGIZ

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1 A K D N R E D E A G A K H A N P A R A O D E S E N V O L V I M E N T O D E S E N V O L V I M E N T O E C O N Ó M I C O D E S E N V O L V I M E N T O S O C I A L C U L T U R A

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3 A K D N O desenvolvimento só é sustentável se os beneficiários assumirem, gradualmente, a apropriação do processo. Significa isto que as iniciativas não podem ser contempladas em termos exclusivamente económicos, mas antes, como programas integrados que também englobem as dimensões sociais e culturais. A educação e a aquisição de competências, os serviços públicos e os serviços de saúde, a conservação do património cultural, o desenvolvimento de infra-estruturas, o planeamento e a reabilitação urbanos, o desenvolvimento rural, a gestão da água e da energia, o controlo ambiental e até o desenvolvimento legislativo e político encontram-se entre os vários aspectos que devem ser tomados em consideração. INTERVENÇÃO DE SUA ALTEZA O AGA KHAN NA CONFERÊNCIA SOBRE CULTURA E DESENVOLVIMENTO DO FUNDO DO PRÍNCIPE CLAUS, AMSTERDÃO, 7 DE SETEMBRO DE NO DIA 11 DE JULHO DE 2007, AS CERIMÓNIAS DO JUBILEU DE OURO MARCARAM O QUINQUAGÉSIMO ANIVERSÁRIO DE SUA ALTEZA O AGA KHAN COMO 49 o IMAM (LÍDER ESPIRITUAL) HEREDITÁRIO DA COMUNIDADE MUÇULMANA ISMAILI. A AKDN, CRIADA SOB A SUA LIDERANÇA, JUNTAMENTE COM ALGUMAS DAS SUAS INSTITUIÇÕES ANTERIORMENTE EXISTENTES, SERVE PESSOAS DE TODAS AS FÉS E ORIGENS. À ESQUERDA, SUA ALTEZA VERIFICA OS TRABALHOS DE CONSTRUÇÃO DE UMA ACADEMIA AGA KHAN. 1

4 A K D N LOCALIZAÇÃO POR PAÍSES RÚSSIA CANADÁ REINO UNIDO FRANÇA SUÍÇA CAZAQUISTÃO BÓSNIA-HERZEGOVINA ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA ESPANHA PORTUGAL TURQUIA UZBEQUISTÃO REPÚBLICA DE QUIRGIZ TAJIQUISTÃO SÍRIA AFEGANISTÃO IRÃO EGIPTO PAQUISTÃO CATAR MALI ÍNDIA BANGLADESH SENEGAL BURKINA FASO COSTA DO MARFIM UGANDA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO QUÉNIA TANZÂNIA MOÇAMBIQUE ILHAS MAURÍCIO MADAGÁSCAR ÁREAS DE ACTIVIDADE 2

5 ÍNDICE 4 INTRODUÇÃO 13 DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO Fundo Aga Khan para o Desenvolvimento Económico Serviços Financeiros Serviços de Comunicação Social Serviços de Aviação Serviços de Promoção Industrial Serviços de Promoção do Turismo 23 DESENVOLVIMENTO SOCIAL Fundação Aga Khan Serviços Aga Khan para a Educação Academias Aga Khan Serviços Aga Khan para a Saúde Serviços Aga Khan para o Planeamento e a Construção Agência Aga Khan para a Microfinança Universidade Aga Khan Universidade da Ásia Central 51 CULTURA AKDN INFORMAÇÃO: P.O. Box Genebra, Suíça Telefone: (41.22) Facsimile: (41.22) Fundo Aga Khan para a Cultura Prémio Aga Khan para a Arquitectura Programa Aga Khan para as Cidades Históricas Programa de Educação e Cultura Departamento de Informação Aiglemont, Gouvieux, França Telefone: (33.3) Facsimile: (33.3)

6 INTRODUÇÃO DA ESQUERDA PARA A DIREITA: UM TÉCNICO DE SAÚDE COMUNITÁRIA DÁ FORMAÇÃO SOBRE HIGIENE ALIMENTAR A FAMÍLIAS DE DHAKA, BANGLADESH. A AKDN DISPONIBILIZA PROGRAMAS DE MELHORIA DA EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA NAS ÁREAS RURAIS DE SINDH, PAQUISTÃO. EM ZANZIBAR, AS ORGANIZAÇÕES DA AKDN OPERAM PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA, ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E PRESERVAR E REABILITAR A ANTIGA CIDADE DE PEDRA, QUE É PATRIMÓNIO MUNDIAL. A TORRE MENARA MESINIAGA EM KUALA LUMPUR, QUE RECEBEU O PRÉMIO AGA KHAN PARA A ARQUITECTURA EM 1995, RESULTADO DE UM ESFORÇO DE 10 ANOS, EMPREENDIDO PELO ARQUITECTO KENNETH YEANG, NA SUA PROCURA DE ESTRATÉGIAS ARQUITECTÓNICAS EM HARMONIA COM O EQUILÍBRIO AMBIENTAL. A Rede Aga Khan para o Desenvolvimento é um grupo de agências privadas, internacionais, não- -denominacionais, que operam visando melhorar as condições de vida e o acesso a oportunidades de populações em regiões específicas do mundo em desenvolvimento. As organizações da Rede têm mandatos individuais que abarcam desde os campos da saúde e educação à arquitectura, ao desenvolvimento rural e à promoção do empreendedorismo no sector privado. Juntas, colaboram num trabalho que tem um objectivo comum criar instituições e programas que possam responder, em continuidade, aos desafios resultantes das mudanças sociais, culturais e económicas. Esta brochura apresenta os principais organismos da Rede e oferece uma perspectiva das suas actividades e objectivos. ORIGENS Algumas das componentes da Rede foram inicialmente criadas nos finais do século XIX por Sir Sultan Mahomed Shah, avô do actual Aga Khan e seu predecessor como Imam dos Muçulmanos Shia Imami Ismailis. As agências foram criadas para responder às necessidades da Comunidade Ismaili no Sul da Ásia e na África Austral. Hoje, sob a liderança do presente Imam, as instituições da Rede expandiram-se para além desse núcleo geográfico, aumentando tanto a dimensão como o âmbito do seu trabalho e, reunidas num sistema, resultaram na Rede Aga Khan para o Desenvolvimento. A Rede mantém a neutralidade política em todos 4

7 os países onde opera e os seus serviços estão disponíveis a pessoas de todos os credos e origens. O fulcro das actividades da Rede, porém, continua a ser a Comunidade Ismaili as suas tradições de serviço voluntário, de auto-suficiência, de generosidade e a liderança do Imam hereditário. Na tradição Ismaili, as responsabilidades do Imam envolvem não só a interpretação das questões de fé para a Comunidade Ismaili, cujos membros agora vivem em mais de vinte e cinco países tanto do mundo industrializado como do mundo em desenvolvimento, como também a relação dessa fé com as condições do presente. Para o Aga Khan, isto conduziu a um profundo envolvimento com o desenvolvimento, enquanto processo alicerçado na ética do Islão, no qual os factores económicos, sociais e culturais convergem para determinar a qualidade de vida. As instituições fundadas pelo Aga Khan desde 1957, quando foi designado pelo seu avô para lhe suceder como Imam, reflectem esta interpretação do desenvolvimento como processo complexo. Embora todas as agências actuem nos seus campos específicos, elas também trabalham identificando formas que permitam a interacção entre os seus esforços de modo a fortalecerem-se mutuamente. DA ESQUERDA PARA A DIREITA: NAS ÁREAS DO TAJIQUISTÃO ONDE OPERA A AKDN, A SEGURANÇA ALIMENTAR AUMENTOU DE 15 PARA 70 POR CENTO EM DEZ ANOS. PARA AJUDAR A REVITALIZAR O SECTOR DOS SERVIÇOS FINANCEIROS, O AKFED RECAPITALIZOU O DIAMOND TRUST BANK, QUÉNIA, COMO PARTE DE UMA REDE REGIONAL QUE COBRE A BANCA, OS SEGUROS E O DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO. NA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE AGA KHAN, 50 POR CENTO DOS ESTUDANTES DE MEDICINA E 44 POR CENTO DOS DOCENTES SÃO MULHERES. AS INSTITUIÇÕES DA AKDN OFERECEM SERVIÇOS DE EXTENSÃO AGRÍCOLA PARA AJUDAR OS AGRICULTORES DA ÁFRICA ORIENTAL A CULTIVAR, PROCESSAR, EMBALAR E COMERCIALIZAR OS SEUS PRODUTOS PARA EXPORTAÇÃO. VOLUNTARIADO As instituições da Rede partilham características comuns. Várias iniciativas começaram por existir graças à energia, à dedicação e 5

8 SUA ALTEZA O AGA KHAN E O PRESIDENTE HAMID KARZAI DO AFEGANISTÃO NO LANÇAMENTO DO REGRESSO À ESCOLA, EM CABUL. O AGA KHAN ENCONTRA-SE COM O PRIMEIRO MINISTRO AG HAMANI (À DIREITA), DIRIGENTES RELIGIOSOS E DIGNATÁRIOS LOCAIS, EM TOMBUCTU, MALI. O PRESIDENTE PERVEZ MUSHARRAF E O AGA KHAN NAS CERIMÓNIAS DE ENTREGA DE DIPLOMAS DA UNIVERSIDADE AGA KHAN, EM às competências de recursos humanos voluntários e, hoje em dia, ambos voluntários e colaboradores profissionais são essenciais ao funcionamento das agências da Rede. As agências contam com o talento de pessoas de todos os credos e procuram continuamente melhorar as competências dos seus quadros. Os diversos sectores da Rede também partilham princípios comuns. Seja na saúde, na educação, na revitalização arquitectónica, ou no desenvolvimento industrial, as agências da Rede procuram abranger populações sem acesso a serviços, complementando mas não substituindo os esforços de governos e outras entidades. As agências da Rede funcionam através da participação da população local a todos os níveis na definição dos serviços necessários, na sua prestação e na avaliação da sua eficácia. Os seus mandatos são ambos urbanos e rurais. As instituições da Rede estão presentes não apenas em muitas das cidades em expansão em África e no Sul da Ásia, mas também em áreas rurais, frequentemente muito remotas. Capacitar as populações das áreas rurais para que criem os serviços de que necessitam e tenham acesso às oportunidades que pretendem é um foco de especial atenção. CRITÉRIOS RIGOROSOS Os projectos da Rede devem responder a critérios rigorosos quanto a impacto, gestão e desenvolvimento organizacional. Frequentemente iniciados e sempre apoiados pelas comunidades que servem, estes projectos visam desenvolver instituições e programas viáveis que possam tornar-se auto-sustentáveis. Ao corporizar nos seus projectos, objectivos explicitamente institucionais, a Rede almeja criar capacidades permanentes para a prestação de serviços nas sociedades em desenvolvimento. Este objectivo de edificação institucional é prosseguido através dos elos que se estabelecem entre as instituições da Rede tanto intra como intersectorialmente. É, ainda, reforçado através de parcerias com instituições exteriores à Rede, tanto do Norte como do Sul. Neste processo de criação de laços, a disseminação geográfica e a diversidade cultural da Comunidade Ismaili têm um papel 6

9 extremamente relevante. A sua presença na América do Norte e na Europa, bem como na África e na Ásia, cria uma ponte única entre os mundos desenvolvido e em desenvolvimento e constitui um dos pontos mais fortes da Rede. CRIAR AMBIENTES PROPÍCIOS A Rede Aga Khan para o Desenvolvimento procura fortalecer o papel do sector privado no mundo em desenvolvimento. Na sua aproximação ao processo de desenvolvimento, o apoio às iniciativas do sector privado é de uma importância intrínseca. O sector privado pode ser especialmente eficaz na cooperação com os governos que promovam o que o Aga Khan tem chamado de ambiente propício estruturas fiscais, regulamentadoras e legislativas favoráveis. Em todas as áreas do desenvolvimento social, económico e cultural, a criação de ambientes propícios tem sido um dos principais objectivos da Rede. Tem-se avançado para este objectivo em anos recentes através do estabelecimento de acordos formais com os países onde as instituições da Rede operam. Já foram assinados alguns destes acordos com vários governos da Ásia e da África. O AGA KHAN E O PRESIDENTE HOSNI MUBARAK DISCUTEM OS PROJECTOS PARA A REVITALIZAÇÃO DO DISTRITO HISTÓRICO DO CAIRO, DARB AL- AHMAR. O PRESIDENTE PUTIN E O AGA KHAN DISCUTEM INICIATIVAS DE DESENVOLVIMENTO NA ÁSIA CENTRAL. O AGA KHAN E NELSON MANDELA ENCONTRAM-SE DURANTE O LANÇAMENTO DAS ACTIVIDADES DA AKDN EM MOÇAMBIQUE. FINANCIAMENTO Os modelos de desenvolvimento requerem tempo para demonstrar a sua eficácia e para permitir às comunidades locais assumirem a plena responsabilidade pelo seu próprio desenvolvimento futuro. As instituições da AKDN, por esta razão, assumem um compromisso a longo prazo com as áreas em que trabalham, orientadas pela filosofia de que um ambiente humano, sustentável, deve reflectir as escolhas feitas pelas próprias pessoas, no que respeita a como vivem em harmonia com o seu ambiente. A sustentabilidade é, pois, uma consideração central logo à partida. Recentemente, a Rede tem despendido uma quantia média anual de US$ 300 milhões em actividades não lucrativas. Estes fundos e desembolsos adicionais em apoio das actividades da Rede são gerados de variadas formas, incluindo a dotação de fundos, o pagamento pelos utilizadores e doações. O financiamento é providenciado pelo Imamat e pela Comunidade Ismaili e também 7

10 por instituições doadoras locais e internacionais. Os investimentos no capital social das actividades de desenvolvimento económico são igualmente financiados pelo Imamat e por parceiros tanto do sector público como do sector privado. O IMAMAT PORMENOR ORNAMENTAL DO PERÍODO FATIMIDA DESCOBERTO NA MESQUITA DE AL-HAKIM, NO CAIRO. SIR SULTAN MAHOMED SHAH TORNOU-SE O 48 o IMAM HEREDITÁRIO E O TERCEIRO AGA KHAN, AOS OITO ANOS DE IDADE. FOI O IMAM DA COMUNIDADE ISMAILI DURANTE 72 ANOS. As origens da Rede encontram-se na tradição de serviço observada pelos Muçulmanos Shia Imami Ismailis, geralmente conhecidos por Ismailis. Pertencem ao ramo Shia do Islão. O outro ramo, maior, é composto pelos Muçulmanos Sunni. Durante a sua longa história, a Comunidade Ismaili foi incluindo populações de muitas tradições culturais diferentes e a diversidade cultural continua a ser uma característica da comunidade actualmente. Os Ismailis, hoje, vivem principalmente na Ásia Central e do Sul, na África Austral, no Médio Oriente, na Europa e na América do Norte. Em comum com outros Muçulmanos Shia, os Ismailis afirmam que depois da morte do Profeta (Maomé) Muhammad (que a Paz esteja com ele), o seu primo e genro Ali foi designado como primeiro Imam, ou líder espiritual. Crêem que esta orientação espiritual, conhecida como Imamat, continua através da linha hereditária de Ali e da sua mulher Fátima, a filha do Profeta. De acordo com a doutrina e tradição Shia, a sucessão ao Imamat é feita por designação. É prerrogativa absoluta do Imam nomear o seu sucessor entre qualquer dos seus descendentes varões. O PERÍODO FATIMIDA Os historiadores, convencionalmente, dividem a história Ismaili em vários grandes períodos. As realizações do Império Fatimida dominam os relatos do primeiro destes períodos, que vai dos inícios do Islão, no século VII, até ao século XI. Derivando o seu nome de Fátima, a filha do Profeta, a Dinastia Fatimida criou um Estado que estimulou o desenvolvimento das artes, das ciências e do comércio no Próximo Oriente Mediterrâneo, ao longo de dois séculos. O seu centro era o Cairo, fundado pelos Fatimidas como sua capital. 8

11 Após o Período Fatimida, o centro geográfico dos Muçulmanos Ismailis mudou-se do Egipto para a Síria e para a Pérsia. O seu centro na Pérsia, Alamut, caiu sob os conquistadores Mongóis no século XIII. Depois deste acontecimento, os Ismailis viveram durante vários séculos em comunidades dispersas, principalmente na Pérsia e na Ásia Central, mas também na Síria, na Índia e noutros locais. OS SÉCULOS XIX E XX Na década de 1830, Aga Hassanaly Shah, o quadragésimo sexto Imam Ismaili, recebeu do Xá da Pérsia o título honorífico hereditário de Aga Khan. Em 1843, deixou a Pérsia, indo instalar- -se na Índia, onde já existia uma grande comunidade Ismaili. Nascido em Bombaim, o segundo Aga Khan faleceu em 1885, apenas quatro anos após ter acedido ao Imamat. Foi sucedido pelo avô do actual Imam, Sir Sultan Mohamed Shah, que se tornou no quadragésimo-oitavo Imam hereditário e no terceiro Aga Khan, aos oito anos de idade. PORMENOR FATIMIDA DESCOBERTO NA MESQUITA AL-SALIHIYA, NO CAIRO. O AGA KHAN III E A BEGUM AGA KHAN COM OS NETOS, PRÍNCIPE KARIM E PRÍNCIPE AMYN AGA KHAN, E MEMBROS DA COMUNIDADE ISMAILI EM Sir Sultan Mahomed Shah foi Imam durante setenta e dois anos, um período crítico da história moderna da comunidade Ismaili. A sua liderança teve um papel crucial na forma como a Comunidade se adaptou à mudança histórica, principalmente através da transformação das suas instituições. Durante este período, foram criadas instalações médicas, escolas, cooperativas de habitação e bancos cooperativos, com administração central, especialmente no sub-continente do Sul da Ásia e na África Austral. Várias ainda existem hoje, como partes da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento. Sir Sultan Mahomed Shah teve também, um papel importante na evolução política do sub-continente e foi um dos delegados das conferências da Mesa Redonda, em Londres nos anos 30 do século passado. De 1937 a 1939, foi Presidente da Sociedade das Nações. O seu filho mais velho, o Príncipe Aly Khan, serviu como Embaixador do Paquistão nas Nações Unidas. 9

12 O actual Aga Khan, Sua Alteza o Príncipe Karim Aga Khan, o 49º Imam hereditário dos Muçulmanos Shia Imami Ismailis, tem também um importante papel diplomático. Outros membros da família do Aga Khan têm mantido esta tradição de serviço nos assuntos internacionais. O seu tio, o falecido Príncipe Sadruddin Aga Khan, foi Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Coordenador das Nações Unidas para a Assistência ao Afeganistão e o Delegado Executivo do Secretário Geral das Nações Unidas para um programa humanitário no Iraque, Koweit e nas áreas fronteiriças Iraque- -Irão e Iraque-Turquia. O LICEU FEMININO DIAMOND JUBILEE EM BOMBAIM SERVE A COMUNIDADE DESDE A GRANDE MAIORIA DAS SUAS ESTUDANTES TÊM SEGUIDO ESTUDOS SUPERIORES. O irmão do Aga Khan, o Príncipe Amyn, integrou o Departamento dos Assuntos Sociais e Económicos do Secretariado das Nações Unidas após a sua licenciatura pela Universidade de Harvard, em Desde 1968, o Príncipe Amyn tem estado estreitamente DA ESQUERDA PARA A DIREITA: RETRATO DE SIR SULTAN MAHOMED SHAH, AGA KHAN III, QUANDO PRESIDENTE DA LIGA DAS NAÇÕES, O PRÍNCIPE ALY KHAN ENQUANTO EMBAIXADOR DO PAQUISTÃO NAS NAÇÕES UNIDAS, EM SUA ALTEZA O PRÍNCIPE KARIM AGA KHAN DISCUTE QUESTÕES RELACIONADAS COM O DESENVOLVIMENTO RURAL COM AGRICULTORES, DURANTE UMA VISITA AO VALE DE HUNZA, PAQUISTÃO, EM COMO ALTO-COMISSÁRIO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA OS REFUGIADOS, O PRÍNCIPE SADRUDDIN AGA KHAN DIRIGE-SE À ASSEMBLEIA GERAL, EM

13 envolvido com a governação das principais instituições de desenvolvimento do Imamat. A Princesa Zahra, primogénita do Aga Khan, licenciou-se na Universidade de Harvard em 1994 (com um BA Honours Degree) em Estudos de Desenvolvimento do Terceiro Mundo e tem responsabilidades na coordenação das instituições do Imamat especificamente votadas ao desenvolvimento social, estando a sua actividade sediada no Secretariado do Aga Khan. O filho mais velho, o Príncipe Rahim, licenciou-se na Universidade Brown, EUA, em 1995 e detém responsabilidades idênticas nas instituições do Imamat dedicadas ao desenvolvimento económico. O segundo filho, o Príncipe Hussain, que se licenciou no Williams College e na Universidade de Columbia, nos EUA, está igualmente sediado no Secretariado do Aga Khan e envolve-se nas actividades culturais e sociais da Rede. O PRÍNCIPE AMYN AGA KHAN E O VIOLONCELISTA YO-YO MA DIALOGAM NUMA AULA DE MESTRADO QUE FAZ PARTE DA INICIATIVA AGA KHAN PARA A MÚSICA NA ÁSIA CENTRAL. DA ESQUERDA PARA A DIREITA: O PRESIDENTE BILL CLINTON E O AGA KHAN CONVERSAM DURANTE A CONFERÊNCIA SOBRE CULTURA E DIPLOMACIA PROMOVIDA PELA CASA BRANCA. O PRÍNCIPE RAHIM AGA KHAN EM VISITA ÀS INSTALAÇÕES DO AKFED NA COSTA DO MARFIM. A PRINCESA ZAHRA AGA KHAN CONVERSA COM ESTUDANTES E PROFESSORES NA UNIVERSIDADE AGA KHAN. O AGA KHAN E O PRÍNCIPE HUSSAIN VISITAM O DARB AL-AHMAR, CAIRO, ONDE UM VASTO LEQUE DE INICIATIVAS SOCIO-ECONÓMICAS EXPANDE OS TRABALHOS SUBJACENTES À CRIAÇÃO DO PARQUE AL-AZHAR. 11

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15 DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO FUNDO AGA KHAN PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO (AKFED) O AKFED, única instituição da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento com fins lucrativos, leva a cabo as actividades da AKDN ao nível do desenvolvimento económico. A sua rede de empresas e instituições financeiras agrupam-se por sector de actividade sob os Serviços de Promoção Industrial, os Serviços de Promoção do Turismo, os Serviços Financeiros, os Serviços de Aviação e os Serviços de Comunicação Social. O Fundo opera mais de 90 projectos empresariais diferentes, emprega mais de pessoas e tem receitas de US$ 1,5 milhares de milhões. As subsidiárias do AKFED situam-se na África Austral, na África Ocidental, no Sul da Ásia e na Ásia Central. Para além de dar suporte financeiro aos projectos de investimento, o AKFED envolve-se directamente no desenvolvimento de recursos humanos, principalmente na especialização técnica, financeira, de gestão e de marketing. O AKFED derivou das instituições financeiras fundadas pelo avô do Aga Khan, Sir Sultan Mahomed Shah, entre 1930 e O actual Aga Khan alargou e expandiu o âmbito destas instituições. O AKFED foi constituído em 1984 para reunir estas instituições sob um denominador comum, permitindo-lhes assim, beneficiar de uma herança e de um espírito subjacente ao desenvolvimento comuns. O Fundo concentra-se no desenvolvimento socialmente responsável, tecnologicamente apropriado, economicamente viável e ambientalmente sensível, para o benefício de uma base populacional tão vasta quanto possível. Distingue-se pelo envolvimento directo na gestão das empresas, a forte participação no capital social das mesmas e, consequentemente, no compromisso a longo prazo com os países onde opera. ROSHAN, A EMPRESA DE TELEMÓVEIS GSM QUE A AKDN LANÇOU EM 2003, INVESTIU MAIS DE US$ 160 MILHÕES NO AFEGANISTÃO, EXPANDINDO-SE POR MAIS DE 45 CENTROS URBANOS E 100 COMUNIDADES MAIS PEQUENAS. O NÚMERO DE SUBSCRITORES ATINGIU MAIS DE UM MILHÃO EM TRÊS ANOS. OS HOTÉIS SERENA, COMO ESTE EM ISLAMABAD, CONSTITUEM UMA OPORTUNIDADE DE EXPOSIÇÃO PARA O ARTESANATO E AS TRADIÇÕES ARQUITECTÓNICAS LOCAIS. NA PÁGINA ANTERIOR: FRIGOKEN, UM DOS PROJECTOS EMPRESARIAIS DO AKFED NA ÁFRICA AUSTRAL, APOIA AGRICULTORES QUENIANOS A CULTIVAR, PROCESSAR, EMBALAR E COMERCIALIZAR AS SUAS CULTURAS DE FEIJÃO NOS MERCADOS EUROPEUS. 13

16 SERVIÇOS FINANCEIROS (FS) O AKFED faculta apoio a diversos países em desenvolvimento através das suas comparticipações em várias instituições bancárias, e empresas seguradoras e do ramo imobiliário na África Austral e na Ásia Central e do Sul. Muitas das instituições de serviços financeiros do AKFED tiveram a sua origem como cooperativas criadas na primeira metade do séc. XX pelo avô e antecessor do presente Aga Khan, Sir Sultan Mahomed Shah Aga Khan. Sob a direcção do presente Aga Khan, estas instituições evoluíram, cresceram e expandiram-se como bancos e como companhias de seguros gerais e de vida. BANCOS O AKFED tem investimentos numa variedade de instituições do sector bancário. Incluem a detenção do controlo no Habib Bank Limited (HBL), o maior banco privado do Paquistão, que foi adquirido através de um programa de privatização levado a cabo pelo governo em COM A AJUDA DO AKFED, MUITAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS QUE COMEÇARAM COMO PEQUENAS COOPERATIVAS, DESENVOLVERAM- -SE E ALGUMAS TORNARAM-SE IMPORTANTES ENTIDADES BANCÁRIAS E SEGURADORAS DO MUNDO EM DESENVOLVIMENTO. O Banco, que foi fundado em 1941, em Bombaim, tornou-se no primeiro banco comercial a ser estabelecido no Paquistão em 1947 e, actualmente, assume a liderança no mercado bancário de negócios. O HBL tem mais de cinco milhões de clientes e um activo superior a US$ milhões. Pioneiro na introdução de novos produtos como as Caixas Multibanco (ATM) e outros serviços ao consumidor no mercado Paquistanês, o HBL tem mais de dependências e está presente em 25 países em cinco continentes. Na Índia, o Development Co-operative Bank foi criado através da junção de duas pequenas cooperativas e, em meados da década de 90 do século passado, foi convertido num banco comercial operando como Development Credit Bank Limited (DCB). O AKFED, que facilitara o crescimento do banco cooperativo, é o maior accionista do DCB, que hoje opera 63 dependências em oito estados por todo o país. 14

17 O AKFED é o fundador e o principal accionista do Kyrgyz Investment and Credit Bank (KICB), que abriu em 2001 como o maior banco comercial da República de Quirgiz. O KICB centra-se no sector empresarial e no financiamento a médio e longo prazo, sendo ambos factores que contribuirão para o crescimento da indústria bancária e para estimular a actividade empresarial. No Bangladesh, o AKFED é o principal proprietário da Industrial Promotion and Development Company (Companhia de Desenvolvimento e Promoção Industrial), que é uma das principais entidades de crédito e financiamento para negócios e projectos de maior destaque nesse país. O Diamond Trust Bank foi fundado na década de 30, no Quénia, para ajudar a converter as poupanças locais em créditos para a construção de habitação de pequenas actividades. Hoje, opera na Tanzânia e no Uganda e oferece uma gama de produtos bancários e inovadores para os negócios tais como o financiamento de activos. SEGUROS O Jubilee Insurance Group (estabelecido originalmente nas décadas de 30 e 40) opera numa base regional no Quénia, na Tanzânia e no Uganda. A companhia oferece seguros gerais e também seguros de vida e de saúde. Está cotada na Bolsa de Valores de Nairobi. As operações de seguros no Paquistão são conduzidas por duas sociedades anónimas: a New Jubilee Insurance, a terceira maior seguradora do país, que oferece seguros gerais. A New Jubilee Life oferece seguros de vida e de complemento de reforma. NO PAQUISTÃO, O AKFED PARTICIPOU NA PRIVATIZAÇÃO DO HABIB BANK LIMITED, O SEGUNDO MAIOR BANCO DO PAQUISTÃO. O BANCO POSSUI DEPENDÊNCIAS EM 25 PAÍSES. Em 2004, as actividades de microfinança operadas pelo AKFED foram transferidas para a Agência Aga Khan para a Microfinança. 15

18 SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (MS) O Nation Media Group, fundado em 1960, tem a sua origem nos jornais Taifa e Nation do Quénia, que foram criados para oferecer uma voz independente durante os anos imediatamente anteriores à independência do país. A longa associação que o Aga Khan tinha com estes jornais foi institucionalizada em 2003, quando o AKFED se tornou no maior accionista do Grupo. As operações incluem um número crescente de jornais nacionais ingleses e suahilis, um semanário regional e estações de rádio e de televisão. Em anos recentes, o Grupo tem vindo a alargar as suas operações ao Uganda e à Tanzânia. DETIDO COM CONTROLO MAIORITÁRIO E GERIDO POR QUENIANOS, O NATION MEDIA GROUP É UMA DAS PRINCIPAIS EMPRESAS DO SECTOR NA ÁFRICA AUSTRAL. O AKFED INVESTIU NO SECTOR DA AVIAÇÃO NA ÁFRICA OCIDENTAL. O Grupo tem seis divisões principais. Os Nation Newspapers incluem os jornais diário e dominical Nation e Taifa, o semanário Coast Express e um semanário regional, The East African. A Nation Broadcasting Division opera a Nation TV e a estação de rádio Nation FM. O Grupo inclui o Monitor Publications Limited (Uganda), que publica o diário e o dominical Monitor e opera a estação de rádio Monitor FM. Na Tanzânia, Mwananchi Communications Limited publica a Mwananchi e investiu na Radio Uhuru. O Grupo engloba ainda a Nation Marketing and Publishing Limited e a Nation Carriers Division. SERVIÇOS DE AVIAÇÃO (AS) O AKFED tem feito investimentos no sector dos serviços de aviação, incluindo a sua posição na Air Burkina, como parte de um plano concebido para assegurar a viabilidade da linha aérea a longo prazo. Nos próximos anos, o AKFED fará investimentos adicionais neste sector. 16

19 SERVIÇOS DE PROMOÇÃO INDUSTRIAL (IPS) Os IPS foram instituídos em 1963 para encorajar e expandir a iniciativa privada nos países da África sub-sahariana e do Sul da Ásia. Mais de 70 projectos industriais foram lançados desde que o grupo se formou, nas áreas das indústrias agro-pecuária e alimentar, impressão e embalagem, produtos metálicos e têxteis. À medida que os governos vão olhando cada vez mais para o sector privado como prestador de serviços, o AKFED tem vindo a criar projectos de infra-estruturas de telecomunicações, água e saneamento e geração de energia. O conhecimento das condições locais e os rigorosos padrões de gestão têm tornado as subsidiárias nacionais dos IPS em parceiros atraentes para investidores estrangeiros. Empresas industriais operam no Afeganistão, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Paquistão, Quénia, República Democrática do Congo, Senegal, Tajiquistão, Tanzânia e Uganda. Os IPS investem actualmente em mais de 50 empresas criadas para projectos específicos no mundo em desenvolvimento. Contam também com um vasto programa social, que vai dos cuidados infantis ao saneamento básico. ALLPACK, NO QUÉNIA, PRODUZ EMBALAGENS DE CARTÃO ONDULADO DE ALTA QUALIDADE PARA O CRESCENTE COMÉRCIO HORTÍCOLA. NA COSTA DO MARFIM, UMA OUTRA EMPRESA DO AKFED PRODUZ PELÍCULA DE POLIETILENO E PRODUTOS MOLDADOS POR INJECÇÃO. QUANDO TERMINADO, O PROJECTO DE ENERGIA DO PAMIR, ORÇADO EM US$ 26 MILHÕES, PROPORCIONARÁ ENERGIA HIDROELÉCTRICA RENOVÁVEL A UMA REGIÃO QUE TEM ESTADO SEM ELECTRICIDADE NEM AQUECIMENTO ADEQUADOS DESDE O FIM DOS SUBSÍDIOS SOVIÉTICOS PARA COMBUSTÍVEIS DIESEL, EM

20 INVESTIR NA INDÚSTRIA Entre os exemplos de projectos de investimento, encontra-se uma indústria agrícola, Sosuco, que foi adquirida sob o programa de privatização de Burkina Faso. Sosuco cultiva as suas próprias plantações de cana-de-açúcar e opera a maior refinaria de açúcar do país. Integrando as actividades regionais tipográficas e de empacotamento do AKFED na África Austral, a Allpack, no Quénia, produz sacos de polipropileno e embalagens de cartão ondulado para uma grande variedade de exportações, incluindo produtos hortícolas. A produção de embalagens de plástico na África Ocidental oferece uma gama de embalagens para as indústrias alimentar e cosmética. As empresas do AKFED também produzem utensílios domésticos, folhas onduladas para coberturas de telhados, estruturas para janelas e cablagens. Outras empresas produzem redes de pesca e produtos farmacêuticos. UGANDA FISHNET MANUFACTURERS, UMA OUTRA EMPRESA DO AKFED, PRODUZ REDES DE NYLON PARA OS PESCADORES DO LAGO VITÓRIA. FILTISAC PRODUZ E EXPORTA EMBALAGENS DE JUTA E DE POLIPROPILENO. A EMPRESA ESTÁ COTADA NA BOLSA DE VALORES DE ABIDJAN. DESENVOLVIMENTO DE INFRA-ESTRUTURAS O primeiro investimento do AKFED no sector energético, o projecto Azito na Costa do Marfim, foi seguido por outros dois projectos, a Central Travo no Quénia e a aquisição, sob o programa de privatização do Mali, de Energie du Mali, uma instalação de energia hídrica. A central de Azito, um projecto de 18

21 288 megawatts, é a maior central de energia do sector privado da África sub-sahariana. Foi desenvolvido e é operado pela ABB, pela Electricité de France e pelos IPS. O financiamento de US$ 225 milhões do projecto privado de infra-estruturas foi obtido através de accionistas e empréstimos de organismos de desenvolvimento internacionais e bilaterais e bancos comerciais, incluindo a Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) e o Banco Mundial. NOVAS INICIATIVAS Num investimento ambicioso e inovador de US$ 26 milhões, o AKFED juntou esforços com o International Finance Corporation (IFC) em 2002, para desenvolver um novo projecto de geração e distribuição de electricidade numa província remota no Tajiquistão oriental. O projecto aumentará substancialmente o fornecimento de energia à região, que se encontra perigosamente inadequado, melhorará as condições de saúde, reduzirá a degradação ambiental e contribuirá para a recuperação económica da região. A CENTRAL DE AZITO, DE 288 MEGAWATTS, QUE FOI DESENVOLVIDA PELO AKFED, PELA EMPRESA HELVÉTICO-SUECA ABB E A ELECTRICITÉ DE FRANCE, FORNECE 30% DAS NECESSIDADES ENERGÉTICAS DA COSTA DO MARFIM. O CENTRO DE GESTÃO DA REDE EM CABUL FAZ PARTE DA AVANÇADA REDE GSM SEM FIOS INSTALADA NO AFEGANISTÃO. No Uganda, o AKFED está a dirigir o Projecto Hidro-Eléctrico de Bujagali, de 220 megawatts, orçado em US$ 500 milhões, que ajudará a solucionar as graves carências de energia eléctrica da região. Nas telecomunicações, o AKFED levou os serviços GSM de telemóveis para o Afeganistão, um país onde as linhas fixas foram dizimadas pelos anos de conflito. A iniciativa seguir-se-á à instalação faseada de telecomunicações de qualidade por todo o país. No Tajiquistão, o AKFED tem vindo a investir em operadores GSM, estimulando uma cobertura alargada e preços mais reduzidos. Uma empresa IPS de capital de risco, sediada no Canadá, que investe em projectos industriais de dimensão média, também disponibiliza mão-de-obra e contactos técnicos para outras empresas IPS no mundo em desenvolvimento. O IPS Suíça age como ponto focal e sede de recurso técnico para as empresas IPS. Também mobiliza o apoio para empresas capazes de contribuir para o desenvolvimento das economias nacionais e regionais. 19

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