LA NUIT DE LA VERITÉ: POSSIBILIDADES DE UM CINEMA PAN- AFRICANO EM FANTA RÉGINA NACRO.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LA NUIT DE LA VERITÉ: POSSIBILIDADES DE UM CINEMA PAN- AFRICANO EM FANTA RÉGINA NACRO."

Transcrição

1 LA NUIT DE LA VERITÉ: POSSIBILIDADES DE UM CINEMA PAN- AFRICANO EM FANTA RÉGINA NACRO. Lincoln Nascimento Cunha Júnior 1 Marlúcia Mendes da Rocha 2 Nesse trabalho nos propomos analisar possíveis características pan-africanas no longametragem da cineasta de Burkina Faso, Fanta Régina Nacro, La Nuit de la Verité (2004). A partir de algumas discussões sobre os cinemas produzidos no continente africano, buscamos não classificar o filme de Nacro como pertencente a essa ou aquela corrente teórico-ideológica, mas tentar entender aspectos do filme que podem ser caracterizados, ou não, dentro da questão pan-africana. O pan-africanismo foi um movimento criado por intelectuais da diáspora negro-africana no início do século XX. As ideias pan-africanistas já existiam no século anterior, mas foi em 1900, época do I Congresso Pan-africano, que o movimento oficializou esse nome. Seus idealizadores partiram do desejo de recuperar os laços com o continente do qual seus antepassados foram expatriados, sequestrados e levados a outros continentes na condição de escravizados. Entre suas ideias, a questão de que todos os negros que estavam espalhados pelos continentes faziam parte do povo africano. A África era, portanto, a pátria de todos os negros, tanto aqueles que estavam no continente africano, quanto daqueles da diáspora. O Pan-africanismo trouxe a percepção de que a África tornou-se uma comunidade global 3 (Tradução nossa) 4. Cresce, portanto, a necessidade de religação com o continente africano, bem como a intenção de retornar, homens e mulheres livres, ao continente de seus antepassados. Com o fim da escravidão nas Américas, principalmente do Norte, o sentimento de repatriação tornava-se cada vez mais latente e intenso, fazendo proliferar vários movimentos negros que tinham como principal reivindicação o retorno às terras africanas. No Brasil, em Cuba e nos EUA, milhares de pessoas retornaram à África, segundo Tony Martin, Além desse ideal, o pan-africanismo tornou-se uma rede de promoção de solidariedade entre os sujeitos da diáspora e do continente. Dessa forma, surgiram movimentos pela libertação da África e seus povos. À medida 1 Mestrando. UESC Universidade Estadual de Santa Cruz. 2 Doutora em Comunicação e Semiótica. UESC Universidade Estadual de Santa Cruz. 3 TONY MARTIN. Pan-Africanism, 1441 to the 21st Century: Building on the Vision of Our Ancestors Disponível em: < au_intellectuals.html>. Acesso em: 12 ago No original: Pan-Africanism brought the realization that Africa had become a global community. Trata-se de um artigo corrido, sem marcação de página. 1

2 em que o século XX vai avançando, o empreendimento Pan-africano tornou-se, cada vez mais, uma troca de duas vias, de pessoas e de ideias 5 (Tradução nossa) 6. Em 1900, ocorreu a primeira Conferência Pan-africana, em Londres. Algumas personalidades principais do advento do ideal e de seu fortalecimento no século XX são William E.B. Du Bois, Marcus Garvey, Aimé Cesaire, Frantz Fanon, entre outros; nas lutas pelas independências, temos Lèopold Sedar Senghor, do Senegal, Kwame Nkrumah de Gana, que, segundo Joseph Ki-Zerbo, teve esta idéia luminosa Africa must unite 7 ; e Amílcar Cabral, da Guiné-Bissau. Dentre os ideais pan-africanistas encontrava-se a união dos povos e territórios nas lutas pelas independências e na reestruturação do continente. No entanto, as pressões internacionais, os processos de independências, bem como os golpes de Estado apoiados e planejados, também, pelos colonizadores, não permitiram que as ideias pan-africanistas fossem postas em prática por muito tempo e em muitos países. Atualmente, as concepções pan-africanas ainda estão presentes nos ideais de muitos intelectuais africanos como, por exemplo, Ki-Zerbo, historiador e político nascido em Burkina Faso, falecido em dezembro de Sobre o ideal pan-africanista, Ki-Zerbo afirma que: Há uma questão da unidade e da fragmentação da África. Minha idéia, como você sabe, é que a África deve constituir-se através da integração, que não existe verdadeiramente hoje. É pelo seu ser que a África poderá realmente vir a tê-la; mas é preciso um ter autêntico, não um ter de esmola, de mendicidade. Trata-se do problema da identidade e do papel a desempenhar no mundo. Sem identidade, somos um objeto da história, um instrumento utilizado pelos outros, um utensílio. 8 Benjamin Sam Kilson, atual diretor executivo do Centro Memorial DuBois de Cultura Panafricana, em Accra, capital de Gana, afirma 9 que a partir da cooperação pan-africana, o continente colocará em prática suas possibilidades de resolver seus problemas. Para Kilson, o principal objetivo do pan-africanismo seria a ideia de que os países precisavam urgentemente entrar num acordo de cooperação mútua, na qual cada país, com suas riquezas, ajudaria aqueles que não as têm, fazendo com que, assim, todos pudessem se reerguer dos anos de dominação e exploração, aspectos do colonialismo europeu. Dessa forma, diminuir-se-iam as desigualdades. 5 MARTIN, op. cit. 6 No original: As the nineteenth century wore on the Pan-African enterprise increasingly became a two-way exchange of persons and ideas. 7 JOSEPH KI-ZERBO. Para quando a África?: Entrevista com René Holenstein. Tradução Carlos Aboim de Brito. Rio de Janeiro: Pallas, 2009, p Ibid., p Em entrevista concedida ao site < Acesso em: 12 ago

3 Se no campo da política, portanto, o ideal pan-africanista está longe de ser uma realidade, nas artes esteve sempre presente. Veremos, então, as possibilidades da presença do ideal panafricanista nos cinemas africanos. Iniciamos a investigação com a entrevista de Cheick Oumar Sissoko 10, cineasta do Mali e um dos mais premiados do continente africano, considerando as características de sua filmografia; em seguida, abordaremos alguns teóricos que percebem características comuns entre os filmes produzidos em diversos países do continente; tentaremos compreender o cinema enquanto espaço de atuação e presença do pan-africanismo; e, por fim, levantaremos algumas questões sobre o filme La Nuit de la Verité, da burkinabê Fanta R. Nacro. Ainda que seja complicado falar em um cinema continental ou, ainda, de cinemas nacionais, como nos adverte Mahomed Bamba (2007), nosso intuito é, baseando-nos em alguns teóricos e críticos de cinema africanos, entender e encontrar características similares ou comuns entre a produção cinematográfica, tanto da África negra, quanto do Magreb, por exemplo. No entanto, tendo consciência do caminho que iremos trilhar, esse trabalho tem a pretensão, apenas, de exprimir uma ideia germinal daquilo que poderemos desenvolver no decorrer da pesquisa. Na entrevista de Sissoko, um dos aspectos abordados pelo cineasta é a necessidade do cinema reafirmar sua importância para a sociedade africana. Para o diretor, o cinema tem um papel fundamental na conscientização da sociedade no que se refere aos direitos e deveres dos cidadãos, bem como sua afirmação perante às demais comunidades e a si próprio. Na entrevista supracitada, Sissoko nos afirma que, o cinema tem que criar uma mentalidade, tem que permitir o desenvolvimento da consciência, pois, tem essa capacidade pedagógica de abrir os olhos e de fazer com que as pessoas entendam o papel da África na humanidade 11. Assim, o cinema africano como um todo precisaria cada vez mais se autoafirmar, provocando, por conseguinte, a autoafirmação da sociedade e de seus indivíduos em particular. O diretor, por sua vez, tem o papel de trabalhar nas telas as questões particulares e sociais, uma vez que, de acordo com Ngugi Wa Thiong o, a experiência interna, não importando quão íntima e pessoal seja, não é independente da esfera pública, da vida pública e política Entrevista concedida ao site afreaka.com, em janeiro de 2014, Bamako, Mali. Disponível em: < cheick-oumar-sissoko-e-o-cinema-da-verdade/>. Acesso em: 12 jun Ibid. 12 NGUGI WA THIONG O. A descolonização da mente é um pré-requisito para a prática criativa do cinema africano? In: MELEIRO, Alessandra (Org.). Cinema no mundo: indústria, política e mercado. São Paulo: Escrituras, p (Coleção Cinema no mundo; v. 1), p

4 Indagado sobre como escolheu os temas para seus filmes, Sissoko afirmou que estes partiram de problemas sociais presentes em seu país, fazendo parte, por um lado, de sua experiência de vida; e, por outro, da realidade de tantos outros países africanos ajudando, assim, o posicionamento crítico do povo do Mali acerca das decisões sociais. Quando questionado a respeito do contexto do cinema africano atual, o diretor afirma a importância do Cinema da Verdade, que precisa continuar, ganhar mais força, uma vez que os problemas fundamentais do continente ainda não foram resolvidos, devendo ser encarados pela sociedade na tentativa de provocar debates, bem como a busca de soluções. Nessa direção, o Cinema da Verdade, aquele que esteja engajado com as questões sociais e culturais, poderia, quem sabe, se caracterizar também enquanto cinema pan-africanista. Os problemas de uma comunidade não estão limitados apenas a ela, mas se estendem sobre vários estados africanos; então, o cinema militante continua sendo imprescindível no continente. A ideia do pan-africanismo, ainda de acordo com Sissoko, deveria voltar a ser fortalecido, uma vez que o cinema tem as armas necessárias para empreender um combate pan-africanista diante dos aspectos da colonização que continuam presentes. Esse combate também deve se dar diante das questões políticas, civis e de identidade presentes em todo o território. A afirmação feita por Guy Hannebelle acerca dos cineastas argelinos, entre as décadas de 1960 e 1970, exemplifica essa mesma questão entre estes cineastas: Repetiam que a conquista da independência nacional não significava chegar ao fim do caminho, que era preciso avançar até a libertação social e econômica 13. Para essa libertação, se faz necessária a descolonização da mente, como afirma Thiong o (2007). Os cineastas africanos precisariam continuar criando e produzindo a partir de suas experiências e das vivências dos povos no que diz respeito à cultura e relações políticas, por exemplo. Essa criação deve ser desenvolvida com os olhares dos sujeitos africanos (claro, considerando aqui as particularidades de cada um) que, ao mesmo tempo em que olha para si mesmo, enxerga a realidade do continente e de seus povos. De acordo com nosso entendimento, a descolonização da mente passa pelo campo do pan-africanismo no sentido de tratar da cultura, política, economia e outras áreas da vida a partir do olhar afrocentrado 14, libertando-se daquelas referências ocidentais que acabam subjugando o continente. Após analisar os temas que 13 GUY HENNEBELLE. Os cinemas nacionais contra Hollywood. Tradução Paulo Vidal e Julieta V. Medeiros. Rio de Janeiro: Paz e terra, (Coleção Cinema; v. 6), p A esse respeito ver: Elisa Larkin Nascimento (org.). Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro, (Sankofa: matrizes africanas da cultura brasileira, vol. 4). 4

5 circunscrevem os cinemas da África negra 15, Hannebelle constata que: os cinemas da África negra estão próximos da realidade concreta que vive a grande massa de espectadores 16. Mesmo que seja imprescindível a continuidade do movimento de descolonização, ainda encontra-se presente um fator que pode ser considerado como inibidor de uma total independência: a falta de políticas públicas voltadas para o setor cinematográfico. Esse cenário que leva à dependência de financiamentos cedidos por governos europeus, principalmente o francês, não permite uma efetiva descolonização dos países africanos. Como afirma Paulo Soares: Num e noutro caso, das coproduções e do incremento de políticas públicas, há que se reconhecer que o caráter autônomo dos filmes dependerá da efetiva liberdade, econômica e política, para que o cineasta possa melhor se lançar à aventura experimental. A referência aos novos modos de dizer o não-dito, de assumir o lugar da fala pós-colonial, depende disso. Vencer o dirigismo econômico empresarial ou político estatal torna-se um grande desafio para o cinema periférico em contexto global 17 Ainda que seja, nesse caso, um cinema produzido por africanos, muitas vezes o cineasta está sob o julgo do financiador, que sempre espera encontrar nesses filmes os aspectos voltados para uma prática cultural pré-colonial ou mítica, além de questões que fortaleçam os ideais ocidentais em relação aos povos da África. Tomando a França como exemplo, Roy Armes (2014) nos apresenta as condições dos financiamentos franceses no cinema africano: muitos filmes africanos atuais resultam, de fato, da política cultural francesa, que, Apesar da boa intenção, isso resultou na produção de filmes de gueto 18. A política cinematográfica francesa, em parte em resposta ao cinema de Hollywood, acabou por incentivar a produção de filmes com pouca expressão dentro do continente africano, uma vez que não representavam a realidade dos povos envolvidos, mas sim aspectos esperados pelo público europeu. Segundo Raphaël Millet (apud Armes, 2014, p. 31), não é a política de apoio francesa que ajuda a cinematografia do sul, mas é esta que ajuda a política cultural francesa. Daí o 15 HANNEBELLE, op. cit., p. 156, afirma que as temáticas e estilo que são encontrados nos filmes da África negra são, geralmente os seguinte: 1) A luta contra o apartheide sul-africano e contra o ultra-colonialismo português (...). 2) A antiga resistência à agressão colonial (...). 3) As doenças infantis da independência (...). 4) O futuro decepcionante (...). 5) O novo tráfico negro (...). 6) A subordinação da mulher (...). Análise também desenvolvida por Ferid Boughedir, Ibid., p PAULO M. F. SOARES. Um cinema à margem. In: Estudos de Sociologia: revista do Programa de Pós- Graduação em Sociologia da UFPE, Pernambuco, v. 15, n. 2, p , 2009, p ROY ARMES. O cinema africano: uma tentativa de definição. In: FERREIRA, C. Overhoff (Org.). África: um continente no cinema. São Paulo: Fap-Unifesp, 2014, p

6 cinema africano continuar desenvolvendo também um cinema representante das realidades africanas e não da realidade forjada e esperada pelos ocidentais 19. Thiong o (2007), indo além do cinema militante ou pedagógico, afirma que ele (o cinema) deve ser feito de forma a dar prazer àquele que assiste ao filme, uma vez que é o cinema uma arte e, como toda arte, tem um papel fundamental na sociedade na qual está inserida. A arte deve representar o artista, sua cultura e seu povo; o cinema deve mostrar as belezas e os problemas sem cair no estereótipo construído pelo ocidente. Estereótipo esse, por exemplo, de que a África é uma terra de pessoas atrasadas e que se resume à sua ligação com a natureza e seus fenômenos, ou a práticas religiosas e mágicas que influenciam na economia, educação e no modo de vida em geral, ou ainda a safaris, doenças e fome. Esse estereótipo foi exposto de forma absurdamente clara e direta pelo ex-presidente da França, Nicola Sarcozy em 2007, na capital do Senegal, Dakar. Na Universidade Cheikh Anta Diop, Sarkozy afirmou que: O drama da África é que o homem africano não entrou o suficiente na história. O camponês africano que depois de milênios, vive ao sabor das estações, em que o ideal de vida é estar em harmonia com a natureza, só conhece o eterno recomeço do tempo ritmado pela repetição sem fim dos mesmos gestos e das mesmas palavras. Nesse imaginário, em que tudo sempre recomeça, não há lugar nem para a aventura humana, nem para a ideia de progresso. Nesse universo em que a natureza tudo comanda, o homem escapa à angústia da história que pinça o homem moderno 20. Uma das questões curiosas desse discurso regado por inconsistências históricas é, justamente, ter sido pronunciado na universidade que leva o nome do filósofo, cientista e historiador que está entre os mais importantes do continente. Acreditamos que, seguindo a ideia de Thiong o (2007), o cinema tem as possibilidades de tornar visíveis esses aspectos tão característicos da persistente colonização da mente que atua de forma rasteira, mas que, no entanto, tem consequências sérias para o continente africano; pois, A arte cinematográfica tem o dever de desmascarar a descolonização parcial da maioria dos estados na África 21. Entre as consequências da descolonização parcial, podemos citar a invisibilidade histórica, a imposição do pensamento ocidental, a inferiorização dos povos e, ainda, a dissimulação das 19 Por outro lado, devemos considerar a seguinte questão: por qual motivo ainda classificamos o cinema do continente africano como Cinema Africano? Não deveríamos, por outro lado, classificar de acordo com sua temática? No entanto, não temos condições de desenvolver essa discussão no trabalho presente. 20 Discurso disponível em <<www.youtube.com>>, sob o título «Discurso de Dakar (2007)», com legenda em português. Acesso em: 01 jun THIONG O, op. cit., p

7 causas dos problemas continentais. No decorrer de seu discurso, o ex-presidente francês afirma que a colonização não é responsável pelo genocídio existente naquele continente, muito menos pelos ditadores, pela corrupção, pela prevaricação, pelos desperdícios e pela poluição. De certo que não podemos isentar os sujeitos e grupos africanos que perpetuam e sustentam tais ações, no entanto, também não podemos excluir o colonizador de ter provocado a disseminação das práticas acima descritas. Em todo seu discurso para os jovens estudantes daquela universidade, Sarcozy aborda as tradições, a arte, a culinária, o pensamento mítico, a tradição oral como únicas heranças do povo africano; deixando de lado o conhecimento científico, botânico, medicinal, astronômico, filosófico e arquitetônico, por exemplo. E vai mais além ao afirmar que aqueles jovens têm dentro de si duas identidades, uma africana e outra europeia, sendo a europeia responsável pelo apelo da liberdade, da emancipação, da justiça e da igualdade. Os três pilares da Revolução Francesa não poderiam existir, então, fora do Velho Mundo sem que seus agentes os levassem às terras bárbaras, salvando-as do animalesco, da falta de organização e do limbo do atraso ideológico. Outro exemplo da colonização da mente é abordado por Ki-Zerbo, ao falar sobre a educação escolar que recebera na infância: Ainda pequenos, tínhamos de utilizar um livro de História francês que começa assim: Nossos antepassados, os gauleses... Assim, no início da formação, houve deformação 22. De acordo com Mahomed Bamba (2008), O engajamento político e panafricanista do cineasta africano não se traduz apenas por uma volta incessante e esquizofrênico para o passado, mas o situa também no presente. Nos filmes africanos os temas fortes de atualidade são abordados sem complacência. O espaço fílmico funciona de maneira genérica e simbólica. A representação de um fato e de uma realidade sócio-política em um determinado país não vale apenas por este país, ela concerne simbolicamente a todos os países africanos 23. Os cinemas que apresentam características pan-africanas oferecem as possibilidades de uma arte que traz à tona os problemas do continente, mobilizando a população em busca de soluções; mas também oferece um sentimento de pertencimento, de reconhecimento e autoafirmação dos povos e de suas identidades. As temáticas que são desenvolvidas por muitos cineastas africanos 22 KI-ZERBO, op. cit., p MAHOMED BAMBA. Os cinemas africanos: entre construção identitária nacional e sonho panafricanista. 2008, p. 6. Disponível em: <malembemalembe.ceart.udesc.br/textos/bamba. doc>. 7

8 sempre envolvem questões voltadas às identidades nacionais e à realidade política e cultural. Vejamos alguns exemplos: os governos ditatoriais e corruptos, como em Guimba: um tirano, uma época (1995), de Sissoko; a situação degradante que muitas mulheres estão expostas, como em Moolaadé (2004), de Ousmane Sembène; a oposição tradição e modernidade, como em Touki Bouki (1973), de Djibril Diop Mambéty, ou em Keita! O legado do griot (1996), de Dany Kouyaté. Encontramos filmes, no entanto, que saem dessas temáticas, como Dakan (1997), de Mohamed Camara, que conta a história de dois jovens homossexuais e os conflitos que vivem por conta do amor que sentem um pelo outro. Acredito que essa última questão, de longe, limita-se ao continente negro, mas está presente no dia a dia de tantos jovens que sofrem o conflito de não se adequarem à sociedade heteronormativa na qual estamos imersos. Os limites territoriais dos estados africanos, como sabemos, foram impostos pelo colonizador, muitas vezes dividindo o mesmo povo em territórios diferentes, ou reunindo povos rivais em um mesmo Estado. Essas fronteiras, no que diz respeito ao cinema, não servem como limitações; as histórias narradas são plurinacionais, pan-africanas. Pois, assim como, por um lado, afirma Bamba (2007) que o cinema africano apresenta uma diversidade tanto nas temáticas quanto nos territórios em que são filmados; Armes (2007), por seu turno, concorda com a ideia de que cineastas de países como Burkina Fasso, Senegal, Argélia, entre outros, se aproximam entre si no que diz respeito também às temáticas e a forma como são trabalhadas. Esses cineastas, segundo Hennebelle, não se contentam, porém, em refletir passivamente uma situação. Sentimos na maioria dos autores, ao contrário, a vontade de atuar sobre a realidade, com a intenção de modificá-la. 24 Permitam-me ilustrar esse cenário com o filme Finzan (1989), de Cheick Oumar Sissoko. Nele, deparamo-nos com um problema que diz respeito a vários países africanos, a excisão, a mutilação genital sofrida pelas mulheres e, em um contexto mais amplo, também a violência moral e intelectual que muitas delas sofrem; problema que não é, obviamente, restrito à África. Sobre essa questão, a UNESCO, UNICEF, OMS e outas entidades lançaram uma declaração conjunta, intitulada Eliminação da Mutilação Genital Feminina (2009) 25, na qual informam que a prática da excisão ainda é realizada em alguns países da Ásia, oriente médio, Américas e, predominantemente, em várias regiões da África. Finzan, segundo informação do cineasta, presente na entrevista citada no início desse trabalho, teve a intenção não apenas de mostrar o problema, mas de fazer germinar nas consciências dos sujeitos a possibilidade de lidar com o assunto e resolvê-lo Hennebelle, op. cit., p. 157 In: 8

9 Consideremos, agora, outro tema que, também, faz parte da realidade de tantos países da maioria dos continentes: a guerra. O que podemos falar a respeito da experiência da guerra? Provavelmente, um tema além do pan-africanismo e que atinge ou atingiu, em algum momento, a maioria dos povos do mundo. É sobre essa experiência que a cineasta de Burkina Faso, Fanta Régina Nacro desenvolve seu longa-metragem, La Nuit de la Verité, lançado em Após passarem 10 anos em uma guerra sangrenta, os Nayaks, etnia do presidente, e os Bonandes, etnia comandada pelo Coronel Theo reúnem-se com a proposta de selarem um acordo de paz. No entanto, durante uma noite festiva na comunidade dos Bonandes, a experiência e os tormentos da guerra assolarão os indivíduos de ambas as etnias. Como lidar com o trauma da perda cruel e desumana provocada pela guerra? La Nuit de La Verité se passa em um país fictício, pois não é indicado no filme um território oficial. Esse aspecto torna a história sem fronteiras, sem limitações, sem nacionalidade. Em entrevista concedida a Piter Scarlet 26, Fanta Nacro fala de sua inspiração, sua intenção, bem como sua experiência com o filme. Abordaremos aqui apenas alguns pontos da entrevista que se referem à ideia de criar a história e sua expectativa com a película. Vale ressaltar que não é nossa intenção fazer uma análise do filme no que diz respeito aos cenários, interpretações ou técnicas de filmagem; mas, como um exercício inicial, tentar perceber o contexto geral e enredo de forma que nos possibilite encontrar, se possível, características pan-africanas. De acordo com a cineasta, após tomar conhecimento do fato de que mulheres na Iugoslávia, durante a guerra, eram estupradas e tinham suas vaginas queimadas com ácido, voltou a refletir sobre as barbaridades cometidas pelo ser humano. Ela não se conteve em conhecer aquele fato, mas a angústia a fez procurar respostas sobre as causas que impulsionam as pessoas a se odiarem do dia para a noite. Após assistir ao documentário sobre a Iugoslávia, vários episódios de guerra também aconteceram na África, como o genocídio de Ruanda, por exemplo; daí sentiu a necessidade de falar sobre a guerra, ou melhor, sobre a experiência da guerra ou, como diz a própria cineasta na entrevista citada acima: Muito rapidamente eu percebi que eu não poderia fazer um filme sobre a guerra, mas sim sobre a fragilidade da paz, porque no momento em que eu estava refletindo, havia também os tribunais de reconciliação em curso na África do Sul, com pessoas a dizer para as mães de luto como eles mataram os seus filhos, mas 26 Entrevista concedida no período da exibição de La Nuit de la Verité nos Estados Unidos da América, disponibilizada em 19 de maio de 2008, no site < https://www.youtube.com/watch?v=thyrzjm0vsq>. Acesso em: 11 ago

10 com um tal sentimento de desapego que eu tentei me colocar no lugar dessas mães que estavam ouvindo aquilo. (Tradução nossa) La Nuit de la Verité nos coloca de frente ao desejo mais perseguido pela humanidade, a paz; porém, nos faz perceber quão frágil ela é. A personagem Edna, da etnia Nayak, interpretada pela atriz Naky Sy Savane, sofre muito por ter perdido seu filho na guerra, assassinado pelos bonadês e, obviamente, não se sente à vontade em festejar a paz com esse grupo. Verdades vêm à tona durante o banquete e, junto a elas, o desejo de vingança, movido pela lembrança do filho alegre e pela imagem da criança assassinada. A dor dessa mãe ilustra a dor dos povos que sofrem com a guerra. Ela precisa permanecer forte, equilibrada, negando sua dor e seu desejo de vingança. Até que ponto nós somos capazes de perdoar uma atrocidade como aquela que fora cometida contra o filho de Edna? Como assegurar um acordo de paz, se as feridas ainda estão abertas? O que fazer para sanar as diferenças e dar início a esse estado tão esperado por toda a humanidade? Essas questões são jogadas ao expectador e ruminadas pelas personagens do filme que, além de ser impulsionado pela memória da guerra, contém um aspecto fundamental da vida da cineasta. Fanta Nacro, em sua entrevista, afirma que perdera seu tio, assassinado de maneira brutal. Esse é único fato verdadeiro que faz parte do filme. Seu tio morreu em um acampamento militar da mesma forma como morre o coronel Theo. Assim, é a experiência particular que se cruza às experiências e situações dos povos, aproximando, então, de forma absurdamente verdadeira da sociedade em geral. La Nuit de la Verité possibilita que todos aqueles que passaram pela experiência da guerra ou que, ao menos, sejam humanos o suficiente para se compadecerem com tal situação, sintam-se parte daquela história. Pois, As experiências pessoais devem também ser vistas no contexto histórico em que se desenvolvem. Escravidão, colonialismo, neocolonialismo, racismo e ditaduras são partes inseparáveis da realidade africana e não podemos nunca ser seduzidos pelos nossos financiadores a agirmos como se única realidade na África fosse a de nossos anciãos sentados sob um baobá exsudando sabedoria, ou de elementos sobrenaturais da vida africana. 27 E, mais uma vez, vem à tona o papel do cinema e a possibilidade de considerar La Nuit de la Verité um filme com elementos pan-africanos. No entanto, pode-se considerar também como um trabalho que ultrapassa as fronteiras africanas; representando e, de certa maneira, denunciando as angústias que se relacionam a todos os povos que experienciaram a guerra. Mais ainda, La Nuit de 27 THIONG O, op. cit., p

11 la Verité é uma película dirigida por um olhar feminino, que narra a angústia de uma mãe que perdera seu pequeno filho para uma guerra, que como toda guerra, desumana. Esse último aspecto nos abre para novas investigações na continuação desse trabalho, como por exemplo, a representação do feminino no FESPACO (Festival Pan-africano de Cinema e Televisão de Ougadougou), cujo principal prêmio homenageia a princesa Yennenga 28, demonstrando a importância das mulheres na sociedade de Burkina Faso. Fanta Régina Nacro, é uma dessas mulheres burkinabê que, neste filme, vêm representando a ótica do feminino no cinema do continente africano, sobretudo no tocante ao sofrimento humano causado pelas desigualdades e desumanidades provocadas, contraditoriamente, pela própria humanidade. Referências ARMES, Roy. O cinema africano: uma tentativa de definição. Termo In: FERREIRA, C. O. (Org.). África: um continente no cinema. São Paulo: Fap-Unifesp, p BAMBA, Mahomed. O papel dos festivais na recepção e divulgação dos cinemas africanos. Termo In: MELEIRO, A. (Org.). Cinema no mundo: indústria, política e mercado. São Paulo: Escrituras, p (Coleção Cinema no mundo; v. 1). BAMBA, Mahomed. Os cinemas africanos: entre construção identitária nacional e sonho panafricanista. In: Mostra de Cinema Africano de Manaus Malembe Malembe, 2008, Manaus. Anais eletrônicos... Disponível em: <malembemalembe.ceart.udesc.br/textos/bamba.doc>. Acesso em: 20 jul BOUGHEDIR, Ferid. O cinema africano e a ideologia: tendências e evolução. Termo In: MELEIRO, A. (Org.). Cinema no mundo: indústria, política e mercado. São Paulo: Escrituras, p (Coleção Cinema no mundo; v. 1). HENNEBELLE, Guy. Os cinemas nacionais contra Hollywood. Tradução Paulo Vidal e Julieta V. Medeiros. Rio de Janeiro: Paz e terra, (Coleção Cinema; v. 6). KI-ZERBO, Joseph. Para quando a África?: entrevista com René Holenstein. Tradução Carlos Aboim de Brito. Rio de Janeiro: Pallas, MARTIN, Tony. Pan-Africanism, 1441 to the 21st Century: Building on the Vision of Our Ancestors Disponível em: < au_intellectuals.html>. Acesso em: 12 ago Yenenga, filha do rei de Na Nedega (por volta do século XI), foi uma grande guerreira muito importante na história de Burkina Faso. Ver. História geral da África, IV: África do século XII ao XVI / editado por Djibril Tamsir Niane. 2.ed. rev. Brasília: UNESCO, 2010, cap

12 SOARES. Paulo M. F. Um cinema à margem. Termo In: Estudos de Sociologia: revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFPE, Pernambuco, v. 15, n. 2, p , THIONG O, Ngugi Wa. A descolonização da mente é um pré-requisito para a prática criativa do cinema africano? Termo In: MELEIRO, A. (Org.). Cinema no mundo: indústria, política e mercado. São Paulo: Escrituras, p (Coleção Cinema no mundo; v. 1). 12

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação Beatrice Rossotti rossottibeatrice@gmail.com Instituto de História, 9º período

Leia mais

CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE. Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014.

CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE. Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014. CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014. DEDICATÓRIA Para todas as crianças negras e de classes populares que são vítimas das atrocidades

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( x ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA Apresentador 1 Merylin Ricieli

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

MAHATMA GANDHI. Cronologia

MAHATMA GANDHI. Cronologia Cronologia 1869 Data de nascimento de Gandhi 1888 1891 Estudou direito em Londres 1893 1914 Período em que viveu na África do Sul 1920 Lutou pelo boicote aos produtos ingleses 1930 Campanhas de desobediência

Leia mais

Ser humano, sociedade e cultura

Ser humano, sociedade e cultura Ser humano, sociedade e cultura O ser humano somente vive em sociedade! Isolado nenhuma pessoa é capaz de sobreviver. Somos dependentes uns dos outros,e por isso, o ser humano se organiza em sociedade

Leia mais

Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados,

Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Conhecemos as desigualdades raciais no Brasil, que estão inequivocamente

Leia mais

FORÇA FEMINISTA NA CHINA

FORÇA FEMINISTA NA CHINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA DO SECULO XX FORÇA FEMINISTA NA CHINA DÉBORAH PAULA DA SILVA RECIFE

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES

A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES A IMPORTÂNCIA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO PARA OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES Alexandre do Nascimento Sem a pretensão de responder questões que devem ser debatidas pelo coletivo, este texto pretende instigar

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Carta dos Povos da Terra

Carta dos Povos da Terra Carta dos Povos da Terra Primeira Proposta Janeiro 2011 Para contribuir no debate e enriquecer esta proposta de Carta, pode se inscrever enviando um e-mail para carta@forums.rio20.net www.rio20.net Um

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro VIEIRA, Tatiana da Rocha UFV - pedagogia_tati@yahoo.com.br BARBOSA, Willer Araújo UFV- wbarbosa@ufv.br Resumo: O trabalho apresentado

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008.

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Artes & Design Curso de especialização O Lugar do Design na Leitura Disciplina: Estratégia RPG Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX

Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX Miriam Correia da Silva¹ Mercedes Carvalho² RESUMO

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO VEJA RIO+20 1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO Abstract: A declaração final da ECO-92 acenou para

Leia mais

LÍDER: compromisso em comunicar, anunciar e fazer o bem.

LÍDER: compromisso em comunicar, anunciar e fazer o bem. ESCOLA VICENTINA SÃO VICENTE DE PAULO Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati Paranavaí / / "Quanto mais Deus lhe dá, mais responsável ele espera que seja." (Rick Warren) LÍDER:

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS

IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS A P R E S E N T A Ç Ã O 6 IBASE INSTITUTO BRASILEIRO DE ANÁLISES SOCIAIS E ECONÔMICAS A presente publicação consolida uma série de informações sobre os balanços sociais de empresas que atuam no Brasil

Leia mais

A IMPRENSA E A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL

A IMPRENSA E A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL FACULDADE SETE DE SETEMBRO INICIAÇÃO CIENTÍFICA CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA ALUNA: NATÁLIA DE ARAGÃO PINTO ORIENTADOR: PROF. DR. TIAGO SEIXAS THEMUDO A IMPRENSA

Leia mais

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos 25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos Intervenção da Deputada Municipal do PSD Célia Sousa Martins Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Senhor Presidente da Câmara

Leia mais

Ensino de Artes Visuais à Distância

Ensino de Artes Visuais à Distância 1 Ensino de Artes Visuais à Distância Bárbara Angelo Moura Vieira Resumo: Através de uma pesquisa, realizada em meio ao corpo docente da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, as

Leia mais

Carta da Terra: Consciência e cidadania socioambiental

Carta da Terra: Consciência e cidadania socioambiental Carta da Terra: Consciência e cidadania socioambiental Luciana Vieira Professora efetiva rede estadual de ensino de Santa Catarina e doutoranda em Ensino de Geografia/UFRGS lucianageografia1996@gmail.com

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados

Estimados colegas representantes dos países membros do Fórum das Federações, Embaixadores e delegados PRESIDENCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Assunto: DISCURSO DO EXMO. SUBCHEFE DE ASSUNTOS FEDERATIVOS DA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA

Leia mais

Uma globalização consciente

Uma globalização consciente Uma globalização consciente O apelo a uma globalização mais ética tornou se uma necessidade. Actores da globalização como as escolas, devem inspirar por estes valores às responsabilidades que lhes são

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

Titulo do Case: Transforme a sociedade com a força do empreendedorismo social Categoria: Prática Interna Temática: Sociedade

Titulo do Case: Transforme a sociedade com a força do empreendedorismo social Categoria: Prática Interna Temática: Sociedade Titulo do Case: Transforme a sociedade com a força do empreendedorismo social Categoria: Prática Interna Temática: Sociedade Resumo: Quanto custa um projeto? As possíveis respostas são inúmeras. Os números

Leia mais

Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro

Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro A Campanha Nacional pela Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma colheita para o futuro, é uma ação estratégica do Movimento Sindical de Trabalhadores

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006 Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Cantando as Diferenças, destinado a promover a inclusão social de grupos discriminados e dá outras providências. O

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO

CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO CIRANDA INFANTIL: A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA EM MOVIMENTO ADILSON DE ANGELO Desde a sua criação, o MST assegurou na sua agenda política a luta pela educação e por uma escola mais significativa para a família

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2013 DIREITO

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2013 DIREITO Questão 0 A tese do caixa dois: HISTÓRIA (Imagem disponível em>http://amarildocharge.wordpress.com/0//0/a-tese-do-caixa-dois/ < acesso em: 0 out. 0) MARGINAIS DO PODER A 0º secção do julgamento do mensalão

Leia mais

Prefácio... 9. A mulher do pai... 14. A mulher do pai faz parte da família?... 17. A mulher do pai é parente?... 29. Visita ou da casa?...

Prefácio... 9. A mulher do pai... 14. A mulher do pai faz parte da família?... 17. A mulher do pai é parente?... 29. Visita ou da casa?... Sumário Prefácio... 9 A mulher do pai... 14 A mulher do pai faz parte da família?... 17 A mulher do pai é parente?... 29 Visita ou da casa?... 37 A mulher do pai é madrasta?... 43 Relação civilizada?...

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

Valores educacionais do Olimpismo

Valores educacionais do Olimpismo Valores educacionais do Olimpismo Aula 3 Busca pela excelência e equilíbrio entre corpo, vontade e mente Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Detalhar o valor busca pela excelência 2 Apresentar estratégias

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial,

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial, 192 Assembleia Geral 39 a Sessão suas políticas internas e exteriores segundo as disposições básicas da Convenção, Tendo em mente o fato de que a Convenção está sendo implementada em diferentes condições

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. RESUMO Nós, jovens brasileiros, é uma continuidade do conhecido Este jovem brasileiro, sucesso do portal por 6 edições consecutivas.

Leia mais

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, tendo se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 14 de junho de 1992, reafirmando

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

FALANDO ABERTAMENTE SOBRE SUICÍDIO

FALANDO ABERTAMENTE SOBRE SUICÍDIO FALANDO ABERTAMENTE SOBRE SUICÍDIO MOMENTO DE DERRUBAR TABUS As razões podem ser bem diferentes, porém muito mais gente do que se imagina já teve uma intenção em comum. Segundo estudo realizado pela Unicamp,

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992)

Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e desenvolvimento, Tendo-se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 21 de junho de

Leia mais

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O DIÁLOGO SOCIAL NO BRASIL: O MODELO SINDICAL BRASILEIRO E A REFORMA SINDICAL Zilmara Davi de Alencar * Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Leia mais

O Teatro do Oprimido e suas contribuições para pensar a prática artística coletiva: Uma experiência na formação de promotoras legais populares

O Teatro do Oprimido e suas contribuições para pensar a prática artística coletiva: Uma experiência na formação de promotoras legais populares O Teatro do Oprimido e suas contribuições para pensar a prática artística coletiva: Uma experiência na formação de promotoras legais populares Fabiane Tejada da Silveira Instituto de Artes e Design da

Leia mais

FILOSOFIA BUDISTA APLICADA A EMPRESA:

FILOSOFIA BUDISTA APLICADA A EMPRESA: FILOSOFIA BUDISTA APLICADA A EMPRESA: CRESCENDO PESSOAL E PROFISSIONALMENTE. 08 a 11 de outubro de 2014 08 a 11 de outubro de 2014 Onde você estiver que haja LUZ. Ana Rique A responsabilidade por um ambiente

Leia mais

Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história

Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história Tema: Consciência Negra Público-alvo: O projeto é destinado a alunos do Ensino Fundamental - Anos Finais Duração: Um mês Justificativa:

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 3F

CADERNO DE EXERCÍCIOS 3F CADERNO DE EXERCÍCIOS 3F Ensino Médio Ciências Humanas Questão Conteúdo Habilidade da Matriz da EJA/FB 1 Movimentos Sociais e Lei Maria da Penha H33 2 Arte, Cultura Global e Identidade Cultural H58, H59

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

Shusterman insere cultura pop na academia

Shusterman insere cultura pop na academia São Paulo, quinta, 21 de maio de 1998 Shusterman insere cultura pop na academia PATRICIA DECIA da Reportagem Local O filósofo americano leva a cultura pop à academia. Em "Vivendo a Arte - O Pensamento

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA Por: DANIELA NASCIMENTO AUGUSTO (Técnica em Gerontologia e Terapeuta Ocupacional) DIEGO MIGUEL (Artista Plástico, Técnico em Gerontologia e Coordenador do NCI Jova

Leia mais

O PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS VOLTADAS PARA A DEFESA DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO

O PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS VOLTADAS PARA A DEFESA DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO O PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS VOLTADAS PARA A DEFESA DE DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO Soraya Hissa Hojrom de Siqueira Diretora da Superintendência de Modalidades e Temáticas

Leia mais

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra. Senhor Representante de Sua Excelência o Presidente da República, General Rocha Viera, Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Leia mais

RELAÇÕES RACIAIS E EDUCAÇÃO: VOZES DO SILÊNCIO

RELAÇÕES RACIAIS E EDUCAÇÃO: VOZES DO SILÊNCIO RELAÇÕES RACIAIS E EDUCAÇÃO: VOZES DO SILÊNCIO GONÇALVES, Vanda Lucia Sa 1 e MULLER, Maria Lucia Rodrigues 2 Palavras chaves: educação, relações raciais, professores Introdução Este texto traz parte dos

Leia mais

A CARTA DE BELGRADO. Colecção Educação Ambiental Textos Básicos. Editor Instituto Nacional do Ambiente

A CARTA DE BELGRADO. Colecção Educação Ambiental Textos Básicos. Editor Instituto Nacional do Ambiente A CARTA DE BELGRADO Colecção Educação Ambiental Textos Básicos Editor Instituto Nacional do Ambiente INTRODUÇÃO Texto adoptado, por unanimidade, no Colóquio sobre Educação Ambiental", organizado pela UNESCO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DO JOGO XADREZ NO AMBIENTE ESCOLAR Introdução OBERJAN ROCHA KOZAN FABIANA LEIFELD RAFAEL TRENTIN SCREMIN FACULDADE SANT ANA, PONTA GROSSA/ PARANÁ/ BRASIL oberjan_15@hotmail.com O objeto de

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras adotada em 12 de novembro de 1997 pela Conferência Geral da UNESCO

Leia mais

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação.

20 Anos de Tradição Carinho, Amor e Educação. Colégio Tutto Amore Colégio Sapience Carinho, Amor e Educação. Trabalhamos com meio-período e integral em todos os níveis de ensino. www.tuttoamore.com.br Nossa História No ano de 1993 deu-se o ponto de

Leia mais

PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006. Questão 01 II) Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede:

PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006. Questão 01 II) Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede: PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006 (cada questão desta prova vale até cinco pontos) Questão 01 Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede: Para o filósofo grego Platão, nenhuma

Leia mais

Tudo tem um tempo. Uma hora para nascer e uma hora para morrer.

Tudo tem um tempo. Uma hora para nascer e uma hora para morrer. CAPITULO 3 Ele não é o Homem que eu pensei que era. Ele é como é. Não se julga um Homem pela sua aparência.. Tudo tem um tempo. Uma hora para nascer e uma hora para morrer. Eu costumava saber como encontrar

Leia mais

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil Documento do MEJ Internacional Para que a minha alegria esteja em vós Por ocasião dos 100 anos do MEJ O coração do Movimento Eucarístico Juvenil A O coração do MEJ é a amizade com Jesus (Evangelho) B O

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org O Movimento Social Palestino rumo ao FME O Fórum Mundial da Educação na Palestina será realizado

Leia mais

Relato de experiência do Projeto A Paz que tenho em Casa desenvolvido no Centro de Referência de Assistência Social CRAS Vila Rosa Palmeira/PR

Relato de experiência do Projeto A Paz que tenho em Casa desenvolvido no Centro de Referência de Assistência Social CRAS Vila Rosa Palmeira/PR 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014

PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014 PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014 RELATÓRIO FINAL ATIVIDADE SOBRE DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Leia mais

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, fevereiro de 2010 FUNK CONSCIENTIZA VAI 1 - música Proponente Nome RG: CPF: Endereço Fone: E-mail: DADOS

Leia mais

Professor Thiago Espindula - Geografia. África

Professor Thiago Espindula - Geografia. África África A seguir, representação cartográfica que demonstra a localização da África, em relação ao mundo. (Fonte: www.altona.com.br) Europeus partilham a África A Conferência de Berlim, entre 1884 e 1885,

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 70 A ONG brasileira está em crise? 06 de fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207 OLHAR GLOBAL Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas A poeira do renascimento 36 Fotografe Melhor n o 207 Olivier convida pessoas que encontra na rua ou na internet para posarem

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 97 Discurso no banquete oferece/do

Leia mais

MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA. Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores.

MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA. Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores. MENOS ASSISTENCIALISMO, MAIS PEDAGOGIA Moysés Kuhlmann: carências da educação infantil vão desde instalações à formação dos professores. 2 Ao lado das concepções do trabalho pedagógico para a infância,

Leia mais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação Entrevista concedida por Álvaro Santin*, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem

Leia mais

Trabalhando com Projetos

Trabalhando com Projetos Trabalhando com Projetos Educar para a diversidade étnica e cultural investigação e ação Ricardo Luiz da Silva Fernandes Educar para a compreensão da pluralidade cultural é a luta para construção da igualdade

Leia mais