Bilhões em campo. África do Sul recebe investimentos maciços por ocasião da Copa do Mundo Entrevista Nancy Gorgulho Braga.

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1 nº26 abril 2010 Publicação do Conselho Regional de Economia - 2ª Região - CORECON-SP Bilhões em campo África do Sul recebe investimentos maciços por ocasião da Copa do Mundo 2010 Entrevista Nancy Gorgulho Braga

2 Economista, uma profissão legal! O registro representa o seu compromisso legal com a sociedade. Só poderão exercer a profissão de Economista os bacharéis em Ciências Econômicas devidamente registrados nos Conselhos Regionais de Economia (CORECONs) aos quais será fornecida a Carteira de Identidade Profissional. A profissão de Economista foi instituída pela Lei 1.411/1951, e regulamentada posteriormente pelo Decreto /52 e Resoluções do Conselho Federal de Economia (COFECON). A Carteira de Identidade Profissional é expedida pelos CORECONs e constitui prova de identidade para todos os efeitos legais, bem como para prova do exercício profissional e tem fé pública em todo o território nacional. Também serão registradas as empresas, entidades e escritórios que explorem, sob qualquer forma, atividades técnicas de Economia e Finanças. A falta do registro torna ilegal o exercício da profissão de Economista, passível de punição. O registro no Conselho Regional de Economia não só habilita o Economista ao exercício da profissão, como protege a sociedade, não facilitando a atuação dos maus profissionais. Registre-se no CORECON-SP e tenha acesso a diversos serviços e benefícios oferecidos aos profissionais e estudantes. Fale com o Setor de Registros no fone (11) , ou envie um para coreconsp.org.br e receba as instruções para o exercício legal da profissão. Acesse o site www. coreconsp.org.br para obter a relação dos documentos necessários.

3 Conselho Regional de Economia 2ª Região - SP Sumário Conselheiros efetivos: Antonio Luiz de Queiroz Silva, Carlos Alberto Safatle, Celina Martins Ramalho, Gílson de Lima Garófalo, João Pedro da Silva, Manuel Enriquez Garcia, Marco Antonio Sandoval de Vasconcellos, Nancy Goreti Gorgulho Chaves Braga, Pedro Afonso Gomes, Synésio Batista da Costa, Wilson Abrahão Rabahy Conselheiros Suplentes: Cláudio Gonçalves dos Santos, Francisco da Silva Coelho, José Dutra Vieira Sobrinho, Modesto Stama, Orozimbo José de Moraes, Paulo Brasil Correa de Mello, Paulo Henrique Coelho Prado, Paulo Joel Bruno, Roberto Luis Troster, Simão Davi Silber, Teruo Hida, Vera Martins da Silva Conselheiros por São Paulo do Conselho Federal de Economia - COFECON: Efetivos - Jin Whan Oh, Paulo Brasil Correa de Mello, Synésio Batista da Costa, Waldir Pereira Gomes e Wilson Roberto Villas Boas Antunes Suplentes - Antonio Luiz de Queiroz Silva, Carlos Eduardo S. Oliveira Jr., Carlos Roberto de Castro, João Pedro da Silva, Pedro Afonso Gomes 06 Nancy Gorgulho Braga 04 Editorial 05 Radar 06 Entrevista 09 Especial Administração: Rua Líbero Badaró, º andar Centro São Paulo - SP Tel.: (11) Fax: (11) Assessoria de imprensa: Hélio Perazollo 10 Capa DELEGACIAS REGIONAIS ABC Delegado: Leonel Tinoco Neto (11) Campanha da Fraternidade 13 Memória Araçatuba Delegado: Alair Orlando Barão (18) Bauru Delegado: Reinaldo César Cafeo (14) Na mídia Agenda Campinas Delegado: Paulo César Adani (19) /9742 Jundiaí Delegado: Marino Mazzei Júnior (11) Presidente Prudente Delegado: Álvaro Barboza dos Santos (18) Sideval Aroni 15 Índice de Sentimento Ribeirão Preto Delegado: Fabiano Augustio Alvarenga Guimarães (16) Santos Delegado: Arnaldo de Almeida Carvalho (13) São José dos Campos Delegado: Jair Capatti Jr (12) São José do Rio Preto Delegado: Hipólito Martins Filho (17) Sorocaba Delegado: Sidney Benedito de Oliveira (15) Copa do Mundo 2010 Núcleo de Criação e Desenvolvimento Rua Cayowaá, Perdizes São Paulo - SP - CEP: Fones: (11) / Site: Jornalista responsável: Roberto Souza (Mtb ) Editor-chefe: Fábio Berklian; Editor: Faoze Chibli Errata Ao contrário do que foi publicado na edição 25 de O Economista, na seção Educação ( Economia na ponta do lápis, página 9), o autor do Projeto de Lei (PL) 834/07 que visa inserir o curso de educação financeira na grade escolar obrigatória do ensino médio é o deputado André Dias (PSDB), de São Paulo, e não o deputado do Rio Grande do Sul, Luís Augusto Lara (PTB). Ambos têm projetos similares sobre o assunto, mas o primeiro, de 2007, já tramita na Comissão de Finanças e Tributação, e prevê que qualquer professor ministre as aulas, se conhecer o assunto. No PL 206/2009, do deputado Lara, apenas bacharéis em economia poderiam ocupar a vaga nas instituições educacionais. Pedimos desculpas aos leitores e aos deputados por este erro. Reportagem: Thiago Bento, Rodrigo Moraes, Amanda Campos e Marina Panham; Projeto gráfico e direção de arte: Leonardo Fial abril Diagramação: Leonardo Fial, Luiz Fernando Almeida e Felipe Santiago

4 Editorial Momentos cíclicos Economia e Vida. A Campanha da Fraternidade de 2010, lançada na Catedral da Sé, centro de São Paulo (SP), tem como proposta conscientizar as pessoas a não serem escravas do dinheiro. Interessante é pensar, sob esta ótica, qual é a missão do Economista na sociedade. Por causa de paradigmas ainda não superados, do consumo inconsciente e do capitalismo meramente acumulativo, o economista passou a ser visto como um fazedor de lucros. O que não está errado, mas passa longe de abarcar sua missão maior: promover o progresso e o bem-estar social em favor da vida. E, hoje, chegar a esta equação significa repensar o modelo econômico vigente. Na verdade, a Campanha coloca em questão o direcionamento e os valores da Economia. Nesta edição, a revista O Economista trata de outro evento que também provoca reflexões e congrega pessoas em torno de interesses em comum: a Copa do Mundo na África do Sul. Embora se afirme que religião e futebol não se discutem, é impossível não debater a relevância de ambos os encontros. O primeiro apoia um diálogo que ocorre há tempos e que ganhou mais força depois da crise financeira de O campeonato de futebol, por sua vez, reúne várias nacionalidades para torcer e celebrar. Nessa ocasião em um país que luta para deixar suas diferenças de lado. É a primeira vez que tal competição é realizada no continente africano. E em 2014, será o Brasil que vai sediar - pela segunda vez - a Copa do Mundo. Isso demonstra a capacidade que países relativamente jovens têm de se organizar para assumir grandes responsabilidades. Caso semelhante ao do Conselheiro do Conselho Regional de Economia (CORECON-SP) Sideval Francisco Aroni, eleito presidente em 1989, aos 37 anos, um dos mais jovens a assumir o cargo. O momento político era de redemocratização do País e a economia nacional procurava por novos rumos; exatamente o que a Campanha da Fraternidade pede hoje. E o que as nações almejam ao serem escolhidas como sedes de um evento do porte de uma Copa, que gera reflexos sociais e econômicos, sempre com grandes oportunidades a serem aproveitadas. Boa leitura! Nancy Gorgulho Braga Representante Legal do CORECON-SP 4 abril 2010

5 Radar Conselho nomeia novo Delegado de Santos O Economista Arnaldo de Almeida Carvalho tomou posse como novo Delegado da Delegacia Regional de Santos do CORE- CON-SP. Dentre as prioridades estabelecidas, a nova gestão tem por objetivo mostrar à sociedade que o economista deve ser reconhecido como de vital importância para o desenvolvimento, manutenção e fortalecimento das atividades econômicas. Seja por meio de pesquisa, assessoria ou consultoria, seja produzindo ou analisando dados econômicos, seja periciando ou mediando conflitos. Tenho ciência da responsabilidade e do desafio em assumir essa posição de Delegado da Regional de Santos. Acredito que seja fundamental ter o espaço para o exercício legítimo 8ª Gincana da Economia 2010 O Conselho Regional de Economia de São Paulo (CORECON-SP) realizará no período de 8 a 10 de setembro a 8ª Gincana Brasileira de Economia entre as faculdades de Ciências Econômicas dos estados brasileiros, através do Jogo da Economia Brasileira. As faculdades interessadas deverão fazer a inscrição da dupla representante do dia 21 de junho a 6 de agosto, preenchendo a ficha on-line por meio do site www. coreconsp.org.br/gincana, e confirmando, assim, sua participação. O total de vagas é limitado. de nossa atividade, usufruindo de toda cobertura possível do Conselho, por meio de nossa Delegacia. Nesse momento, gostaria de convocar todos os economistas da região para que participem comigo nesse trabalho iniciado, ressalta o novo Delegado. Como parte do plano de ação para aproximar a economia do cotidiano, a Delegacia de Santos criou um mascote chamado Deleco (Delegado de Economia). Houve a necessidade dessa escolha visto que vários dos nossos projetos serão desenvolvidos junto a instituições do terceiro setor, escolas do ensino fundamental e médio e, também, como marca para as nossas demais campanhas, explica Carvalho. O intuito é proporcionar integração entre estudantes de Economia e estreitar relacionamento entre o CORECON-SP e as faculdades. O jogo consiste na disputa por soluções de problemas econômicos, entre duas equipes por partida, em que o adversário lança na tela do concorrente situações a serem dominadas, como: aumento da taxa de juros, inflação, valorização da moeda, entre outros. Saiba mais informações sobre a Gincana no site: org.br/gincana Boa leitura! Jack Lang, ex-ministro da cultura da França, retrata em cinco capítulos a vida de um mito: Nelson Mandela. Guerreiro na luta pelos direitos dos negros, Mandela passou 27 anos preso em Robben Island, saindo em liberdade em Tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul e reconciliou negros e brancos. Em 1993, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. O prefácio é assinado pela escritora sulafricana, Nadine Gordimer, Prêmio Nobel de Literatura e importante ativista na luta pelos direitos humanos. Nelson Mandela Uma lição de vida Autor: Jack Lang Tradução: Rubia Prates Goldoni Preço: R$ 32,90 Editora: Mundo Editorial Número de páginas: 240 abril

6 Entrevista Nancy Gorgulho Braga Obstinação pela justiça Primeira mulher no cargo de Representante Legal do CORECON-SP, Nancy Goreti Gorgulho Chaves Braga se interessou por economia em sua busca pela ampla compreensão da sociedade, seus conflitos e desigualdades Por Amanda Campos e Rodrigo Moraes A economista Nancy Goreti Gorgulho Chaves Braga pode dizer que conquistou mais do que imaginava quando iniciou sua carreira. Mineira, Nancy teve desde cedo curiosidade por entender como as relações econômicas separam ricos e pobres. Formada aos 40 anos, partiu para a área acadêmica com o sonho de lecionar. Hoje, é PhD em business administration pela norteamericana Florida Christian University (FCU), Mestra em economia política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e professora de pós-graduação e MBA. No extenso currículo, Nancy carrega a participação em missões de economistas brasileiros sobre diferentes economias mundiais, como a do Egito, Inglaterra e Cuba. Além do interesse econômico, ela já publicou uma série de artigos sobre sustentabilidade e desenvolvimento econômico e socioambiental. Sem abrir mão de hábitos simples, como o convívio com o marido e os três filhos, a atual Conselheira do CORECON-SP é a primeira mulher escolhida para o posto de Representante Legal na história da entidade. E vive a experiência de ter sido nomeada enquanto administra a própria empresa de produção e comercialização de conteúdos voltados para economia. Honrada com a escolha pelos colegas, Nancy afirma: Sempre aceito os desafios que a vida me apresenta e, quase sempre, as coisas acontecem comigo diretamente como protagonista, não passando por coadjuvante. Dessa maneira, entro sem preconceitos e nem vícios. Esses 6 abril 2010

7 são apenas alguns dos destaques da entrevista exclusiva concedida a O Economista. Confira a seguir. O Economista - A senhora possui extensa formação acadêmica e experiência profissional. Pensando nesse início da carreira ou até do período dos estudos, onde esperava chegar? Quais eram os sonhos e quais conseguiu realizar? Nancy Gorgulho Braga Sempre me dediquei com paixão a tudo que acredito e busco cada vez mais informação para formar meus conceitos. Meu sonho era dar aulas na graduação e mostrar a amplitude da economia, e não só o dinheiro e o mercado financeiro. Economia é muito mais amplo, e o dinheiro é sempre consequência, embora atualmente esteja se tornando, ou já se tornou, causa. Pensava que poderia fazer diferença na vida dos alunos, e mesmo que fosse para 10%, já me sentiria realizada. As coisas foram surgindo em minha vida naturalmente e cheguei muito mais longe do que sonhava. O Economista De onde veio o interesse pela formação de economista? Nancy Desde criança, quando me perguntavam o que eu ia estudar quando crescesse, não sabia responder o quê, mas tinha certeza de que seria um curso que me fizesse entender por que existiam ricos e pobres, por que o Papai Noel trazia para os ricos ótimos presentes, para os pobres presentes ruins e, para os mais pobres ainda, não trazia nada. Isso me indignava, pois eu achava que o justo seria o contrário. Quando já crescida, descobri que teria essa resposta no curso de Economia. O Economista - Até chegar à faculdade, qual outro contato a senhora teve com a profissão? Nancy Fiz dois cursos de economia, um em Minas quando tinha 17 anos, mesmo contra a vontade de meu pai, que achava que esse curso era para homem. Casei-me, vim para a cidade de Campinas (SP), criei meus filhos e voltei a estudar aos 36 anos, com vestibular e tudo, estudando realmente Economia, pois meu objetivo maior era ser professora. Hoje sou professora de Pós-graduação e MBA e Conselheira do Corecon-SP. O Economista - A mulher sempre se destacou pela dupla (e até tripla) jornada diária. Como relacionar tais ambições e aspectos com a vida pessoal? Nancy A mulher realmente possui uma intuição bastante apurada, embora o mundo masculino não valorize muito esse grande quesito. Eu uso minha intuição para definir prioridades e tentar conciliar minhas atribuições de mãe mineira (brinca), de família numerosa, com muitos eventos e comemorações, com a minha carreira. Claro que às vezes alguma coisa deixa a desejar, mas tenho três filhos, já adultos, que me apoiam e um marido que sempre me bancou e me ajuda, inclusive lendo meus artigos, dando sua opinião e me estimulando e incentivando a crescer. Conseguir me formar economista foi difícil. Trabalhava na Caixa Econômica Federal quando estudava no meu primeiro curso em Minas, e estudava a duras penas. No segundo curso, conciliava casa, filhos, marido, atividades, estudo, etc. Os dois cursos foram feitos com muito esforço. Foi difícil, mas consegui. O Economista - Muito se fala da relação universidade/empresa como fator de desenvolvimento tecnológico para o Brasil. Esses elementos são de fato estratégias para o sucesso econômico? Nancy São, sim. Este foi o tema de minha Monografia de Graduação. A maioria das grandes cabeças pensantes está nas universidades. Não é por acaso que os EUA sempre levaram para lá os doutores. A Inglaterra deixou de ser a grande potência pós-revolução Industrial porque seu mercado era aberto época do liberalismo econômico e as tecnologias foram copiadas. O Economista - De onde vem o interesse de uma economista pelo assunto socioambiental do lixo eletrônico (não o virtual e, sim, os equipamentos sucateados) e ainda a reciclagem de metais e plásticos? Nancy O capitalismo é um sistema econômico baseado, além de outros elementos, no consumismo extremado. Karl Marx já destacava a superprodução e a criação constante de mercadorias como uma característica intrínseca do sistema capitalista. Grande volume de des- abril

8 cartáveis é produzido com o intuito de facilitar a vida das pessoas, e minha relação com a sustentabilidade começou quando despertei para o desperdício, o consumismo desenfreado, o aumento da população. O lixo gerado e os entulhos causam um grande impacto ambiental. Além das discussões sobre o aquecimento global, a poluição das águas, do ar e do solo. O Economista - E como trabalhar essas questões como economista? Nancy Continuo dando aulas de várias matérias relacionadas à economia para graduação e pós, mas sempre colocando o assunto desenvolvimento sustentável para a conscientização dos alunos. Coordeno ainda a Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável do Conselho Regional de Economia de São Paulo, cujo projeto para este ano é o lançamento de um livro sobre os principais temas de sustentabilidade, enfatizando a grande diferença entre Crescimento X Desenvolvimento. Sou também sócia fundadora da Lummini, empresa onde ofereço recursos por meio de palestras, com material didático, cursos e livros sobre o tema. O Economista - Qual a contribuição das Missões dos Economistas Brasileiros ao Exterior, com visitas a países tão distintos quanto o Egito e a China, para sua carreira? Nancy A 1ª Missão que participei foi nos EUA. Na época, dava aula de Comércio Exterior e de Relações Internacionais, e muito se falava em FMI, BID, BIRD, ONU, etc. O capitalismo é um sistema econômico baseado, além de outros elementos, no consumismo extremado Senti a necessidade de conhecer de perto esses organismos internacionais e dizer aos alunos: Eu estive lá. Na volta, senti o orgulho que os alunos tinham em contar que eu conhecia estes organismos, e daí para frente não parei mais. Aproveito ao máximo todos esses nossos encontros no exterior, uma vez que visitamos os Ministérios de Relações Exteriores, os Bancos Centrais, os Ministérios de Desenvolvimento EconômIco. Aprendemos muito sobre as políticas tanto internas quanto as relacionadas às transações e relações internacionais dos países ditos do 1º mundo, do BRIC, do Next Eleven, entre outros. O Economista - O que o Brasil deve fazer para aproveitar a oportunidade econômica, social e até ambiental, com a Copa do Mundo em 2014? Isso considerando-se a experiência da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, e o exemplo de desenvolvimento sustentável da Alemanha em 2006 [assunto de artigos escritos pela economista]. Nancy O conceito de desenvolvimento sustentável traz uma nova forma de desenvolvimento econômico e a adoção e o aumento da reutilização e da reciclagem. Existe uma estreita relação entre a prática esportiva e o desenvolvimento sustentável de um país, ainda mais com o Brasil sediando a Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de Uma vez que há uma atividade econômicofinanceira de primeira grandeza, abre-se um leque de opções aos economistas, porque o esporte é uma forte alavanca econômica. Ele é responsável pelo crescimento e desenvolvimento de diversos setores, como turismo; indústrias (alimentícia, esportiva, vestuário etc.); serviços; entre outros. O Economista - Com a sustentabilidade em pauta na mídia, falta reflexão por parte das grandes empresas? Nancy O grande desafio é as empresas se conscientizarem que sustentabilidade não está ligada somente a ter uma boa imagem perante o mercado, mas, sim, atuar de forma responsável, visando todas as partes envolvidas, como os stakeholders, além de seu compromisso com a vida em todas as suas formas, inclusive do planeta. Com relação aos governos, cabe a eles desenvolverem políticas específicas, desde a produção até o descarte final dos produtos, valorizando a política dos três R s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), além de atuarem na conscientização da sociedade em geral. 8 abril 2010

9 Especial Economia centrada na vida CORECON-SP participa do lançamento da Campanha da Fraternidade, que tem como foco estimular a releitura das teorias financeiras em prol do ser humano O arcebispo metropolitano de São Paulo (SP), Cardeal D. Odilo Pedro Scherer Por Helio Perazzolo O CORECON-SP esteve presente à abertura da Campanha da Fraternidade de 2010, lançada sob o tema Economia e Vida, e que pela terceira vez será realizada de forma ecumênica, isto é, em conjunto pelas Igrejas Católica Apostólica, Evangélica Luterana, Episcopal Anglicana, Presbiteriana e Sírian Ortodoxa Antioquia. A campanha foi lançada durante missa de Quarta-feira de Cinzas, na Catedral da Sé, em São Paulo (SP). Com o lema Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro, a Campanha 2010 tem como objetivo conscientizar as pessoas a não serem escravas do dinheiro, e que a economia tem de ser voltada ao serviço da vida e não à acumulação de bens e divisas. A proposta das igrejas filiadas ao Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) é que todas as pessoas de boa vontade repensem o modelo econômico vigente, como explicou o arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal D. Odilo Pedro Scherer. Ele atendeu especialmente à pergunta do representante do CORECON-SP sobre o papel do profissional Economista: Responsabilidade é o principal papel dos economistas. Responsabilidade para reexaminar as teorias e projetos econômicos brasileiros e mundiais, para transformar o atual sistema de exploração e acúmulo em uma economia justa, de partilha, a fim de criarmos um sistema em que a economia seja voltada à fraternidade e à solidariedade. Enfim, ter como ótica a vida. O arcebispo de SP afirmou ainda à reportagem do CORECON- SP que os economistas devem se preparar para atuarem na promoção de atividades econômicas que gerem riquezas, sim, mas que esses processos não signifiquem riscos ou agressão ao meio ambiente e à vida das pessoas. Se assim não o fizerem, estarão contra a vida, das populações e do próprio planeta. E explicou a frase principal da Campanha ( Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro ): É preciso deixar claro que o dinheiro em si não é ruim, mas a nossa atitude diante dele pode ser. Devemos fazer um uso responsável do dinheiro na busca de bens. Riqueza no acúmulo de poucos faz com que muitos padeçam. Quando a riqueza acaba se tornando um valor supremo, todos os outros valores acabam sendo sacrificados. abril

10 Capa Impulso fute Economia sul-africana deve receber injeção de US$ 4 bilhões por causa da Copa do Mundo; experiência gera reflexões sobre a realização do evento no Brasil em 2014 Por Marina Panham e Thiago Bento A cada quatro anos, durante um mês, o mundo para e volta seus olhos a um país que recebe um dos maiores encontros esportivos existentes, a Copa do Mundo de Futebol da Fédération Internationale de Football Association (FIFA). Em 2010, a África do Sul sedia o campeonato pela primeira vez. As 64 partidas da Copa serão realizadas em 10 estádios, cinco reformados e a outra metade erguida do zero, distribuídos por nove cidades: Joanesburgo, Durban, Cidade do Cabo, Bloemfontein, Pretória, Port Elizabeth, Nelspruit, Polokwane e Rustenburg. Para abrigar a competição, foram investidos aproximadamente 400 bilhões 10 abril 2010

11 Nelson Mandela Bay Stadium Fãs dos Bafana Bafana Torcida sul-africana Durban Stadium Joanesburgo bolístico de rands (cujo símbolo é R ), o equivalente a US$ 2,24 bilhões. A moeda local também é utilizada na Área Monetária Comum, que envolve a sede da Copa e inclui Namíbia, Suazilândia e Lesoto. Foram US$ 1,28 bilhões em transporte para apoiar a infraestrutura e o restante para construção dos 10 estádios, explica o cônsul geral da África do Sul no Brasil, Yusuf Omar. Ainda segundo Omar, empregos diretos foram criados por causa do campeonato, além de aproximadamente outros indiretos. Estima-se que a Copa contribua com US$ 4 bilhões para a economia e gere US$ 616 milhões para o Produto Interno Bruto (PIB). Outro fator importante foram os US$ 1,2 bilhões encaminhados para famílias, incluindo aquelas de baixa renda e US$ 85 milhões investidos na aquisição de equipamentos especiais para segurança. Entretanto, a Copa do Mundo é mais do que infraestrutura para o futebol. De acordo com o cônsul, ela significa também programas para a juventude e desenvolvimento de base. Segundo o coordenador do Núcleo de Estudos em Negócios do Esporte da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Claudinei Santos, afirma que o impacto socioeconômico na África do Sul só poderá ser identificado quando o mundial acabar. Para ele, a Copa no país africano foi barata comparada às abril

12 África do Sul Nome oficial: República da África do Sul Capitais: Pretória (administrativa), Cidade do Cabo (legislativa) e Bloemfontein (judiciária) Área: quilômetros Fronteiras: Namíbia, Botsuana, Zimbabue, Moçambique e Suazilândia. O reino de Lesoto situa-se a sudeste do país em território sul-africano. Línguas: inglês, africâner, xhosa, zulu, sotho, entre outras línguas oficiais. Moeda: rand Natureza do Estado: república presidencialista As 10 Coisas que você Tem Que Fazer no país sul-africano, segundo o Consulado Geral da República da África do Sul. Ir ao safári; Visitar um township vilarejo; Descer uma mina de ouro; Escalar a Table Mountain; Um tour pela rota dos vinhos; Visitar The Palace/ Sun City; Visitar Robben Island; Assistir a um concerto de African Jazz; Compras em Sandton, Gateway, Canal Walk ou Menlyn Shopping Centers; Saborear o Braai (churrasco) à noite, sob o céu africano. Bafana Bafana A expressão isizulu Bafana Bafana, que em português significa os garotos, os garotos, é designada à equipe de futebol sul-africana. No país, este esporte é intensamente acompanhado e a qualidade dos jogos locais está crescendo e melhorando, segundo Yusuf Omar, cônsul geral da África do Sul no Brasil. demais. A Copa do Mundo é uma exposição global do país sede e a qualidade da organização, serviços e infraestrutura do evento, determinará se o impacto será positivo ou negativo. Santos afirma que os jogos Pan-Americanos, realizados no Rio de Janeiro em 2007, servem de lição para nós brasileiros não cometermos os mesmos erros na Copa do Mundo de Como tudo foi feito de última hora, o gasto foi dez vezes maior que o previsto. Isso interessa muito às construtoras, mas quem paga as contas?, fustiga o coordenador. Verão prolongado Mesmo do outro lado do Oceano Atlântico, a Copa reverbera no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerante e de bebidas não alcoólicas (ABIR), em 2009 foram produzidos ,46 litros de bebidas não alcóolicas, sendo ,92 apenas de refrigerantes. O diretor-executivo da ABIR, Paulo Mozart Gama e Silva, comenta que o consumo da bebida normalmente é sazonalizado durante os três meses de verão dezembro, janeiro e fevereiro, mas que em anos de Copa do Mundo esse período ganha mais 30 dias. Ainda estamos distantes de 2014 para afirmar como será o consumo no Brasil, mas haverá uma sensibilidade maior, responde Mozart ao ser perguntado se as fabricantes de refrigerante já estão se planejando para a Copa a ser realizada no País. Questionada sobre a expectativa de aumento de produção e vendas de cerveja para o período da Copa da África do Sul, a Associação Brasileira de Bebidas (ABRABE) afirmou ainda não poder mensurar os prováveis volumes de vendas, pois até o período há muitas variáveis, como clima e contexto econômico. A expectativa do grupo é que o mercado de cervejas mantenha os bons resultados alcançados em 2009 (não citados), ou mesmo apresente crescimento em 2010 (sem mencionar o quanto). Em abril, o ministro do Turismo do Brasil, Luiz Barreto, lançou em São Paulo o programa de capacitação Bem Receber Copa. A proposta é investir R$ 440 milhões na qualificação de 306 mil profissionais até A assinatura do acordo de participação do projeto conta com seis entidades: Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel); Associação de Locadoras de Automóveis (Abla); Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar); Instituto Brasileiro de Hospedagem (IBH); Associação Brasileira de Ecoturismo de Turismo de Aventura (Abeta); e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh). Em material divulgado à imprensa, Barreto ressaltou que até a Copa de 2014, o País pretende alcançar a meta de oito milhões de turistas estrangeiros, mas que precisamos estar preparados para atendê-los. Ainda segundo o documento, estima-se que, em quatro anos, 870 mil profissionais do turismo atendam os mais de 600 mil turistas vindos de outros países. 12 abril 2010

13 Memória Juventude e renovação Presidente do CORECON-SP aos 37 anos, Sideval Aroni participou de diversos momentos importantes na história recente Participante ativo e Conselheiro do CORECON-SP de 1984, aos 32 anos, até 1989, quando foi eleito presidente do Conselho Regional de Economia de São Paulo, portanto um dos mais jovens ao assumir a posição aos 37 anos de idade, o Economista Sideval Francisco Aroni se fez presente em vários momentos marcantes para o Conselho, na economia e história recente do País. No início dos anos 1980, período efervescente em que o País vivia a fase política de redemocratização (pós regime militar), enquanto a economia buscava encontrar novos rumos a serem seguidos, os Economistas tiveram participação efetiva. Para os economistas foi um período muito rico em manifestações e posicionamentos. A categoria teve voz ativa nas discussões mais importantes para o País, lembra o ex-presidente. Durante esse momento de grande instabilidade, baixo crescimento econômico, sem possibilidades de planejamento, o País passava também por um processo agudo de hiperinflação. Com isso, as opiniões dos economistas eram relevantes nos debates nacionais. O Conselho foi bastante atuante no debate econômico. Atuávamos e dávamos opiniões sobre a conjuntura nacional, nos debates dos planos econômicos. Apesar da importante incumbência dada às funções dos economistas na atualidade, Aroni acredita que os economistas de hoje estão mais voltados para o mercado de trabalho. Atuação Como parte desse processo de renovação, as entidades e representantes de classe também iniciavam nesse período um processo de reorganização. Sideval Aroni também foi presidente da Ordem dos Economistas do Brasil (OEB), entre 1999 e 2001, Presidente do Conselho Federal de Economia (COFECON), em 1994, e Presidente do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo (SINDECON-SP). Sempre teve bom trânsito entre as entidades. Trabalhei bem nesse relacionamento. Enquanto presidente, procurei estabelecer relações quase conjuntas entre as diferentes esferas. Principalmente nas questões da valorização da categoria e fortalecimento da coletividade dos economistas. E também nos debates nacionais e regionais, ressalta o Economista. Após mais de 20 anos de atuação setorial constante, se afastou das atividades relacionadas ao Conselho em 2004 e atualmente é Diretor de Finanças e Contratos da Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo. (RM) abril

14 Na mídia O CORECON-SP foi notícia em grandes meios de comunicação. Veja as principais matérias geradas pela assessoria de imprensa do Conselho em 2010: Agência Bom Dia São Paulo - SP, abril/2010 Jornal DCI São Paulo - SP, abril/2010 Agenda 01 a 04/06 15º Encontro Nacional de Economia Política (15º ENEP), da Sociedade Brasileira de Economia Política Local: Universidade Federal do Maranhão Horário: 08h às 19h15 Informações: 30/06 a 02/07 13º Congresso Internacional da Rede Mundial de Renda Básica de Cidadania Basic Income Earth Network (BIEN) 2010 Local: FEA-USP, São Paulo (SP) Informações: Informações: Fone: (11) / 14 abril 2010

15 ISE - Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia ABRIL 2010 O ÍNDICE DE SENTIMENTO DOS ES- PECIALISTAS EM ECONOMIA - ISE, calculado pela Fecomercio em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil - OEB, registrou leve alta em abril de 0,9% em relação a março. Neste mês o índice geral chegou aos 110 pontos contra os 109 pontos vistos no mês anterior. O ISE varia de 0 a 200, sendo considerado patamar de pessimismo abaixo dos 100 pontos e acima dessa pontuação, patamar otimista. Houve divergência no resultando quando analisados os sub-índices, Atual e Futuro. O primeiro com alta de 3%, enquanto o segundo uma leva queda de 0,8%. Apesar disso, os dois sub-índices estão acima dos 100 pontos e, por conseqüência, o Índice Geral. O Atual apontou os 103,8 pontos (86% acima de abril de 2009) e o Futuro 116,3 pontos (4% maior que abril de 2009). No Cenário Internacional a maior elevação do mês (ou 8%), saltando para 157,9 pontos. A principal influência foi pelo subíndice Atual que subiu 12,5%, muito acima dos 4% do sub-índice Futuro. Além de não haver nenhuma turbulência na conjuntura internacional, no período da coleta dos dados do ISE vieram informações positivas sobre a crise na Grécia com o pedido de empréstimo ao FMI. Outros dados positivos foram: Nível de Emprego com alta de 3,8% atingindo os 147,6 pontos; Oferta de Crédito ao Consumidor com incremento de 4,1% e levando o item aos 130,6 pontos e Salários Reais que subiu 3,5% com o patamar de 123,6 pontos. Por outro lado o item Nível de Atividade Interna - PIB (169 pontos) registrou variação negativa de 2,6%. De qualquer forma este item obtém a maior pontuação do indicador geral. A leve queda pode ser considerada normal ou como um ajuste de confiança uma vez que está em um patamar elevado. Para esses bons números no cenário interno, há uma percepção de que as condições econômicas vêm melhorando sob vários aspectos, recuperação da produção industrial, aumento expressivo no volume de vendas no varejo, taxa de juros ao consumir em níveis baixos historicamente, mas principalmente na melhoria de emprego e renda. O item Taxa de Câmbio obteve queda de 5,4%. Em abril o indicador voltou a ficar perto da fronteira entre pessimismo e otimismo, com 101,6 pontos. Apesar do índice Futuro para este item ter tido uma queda expressiva de 8,3% com 114,6 pontos ainda permanece na área otimista. Entretanto o índice Atual que caiu 1,5% está com 88,7 pontos. Portanto os economistas acreditam que o atual patamar da taxa de câmbio ainda se encontra inadequado para a economia, mas para daqui a um ano já esteja satisfatório. Conforme acontecido em março, três itens continuam influenciando negativamente o ISE. O valor mais baixo do indicador está com o item Gastos Públicos (28,4 pontos) que apesar da melhora marginal de 3,6%, ainda se situa próximo a área de extremo pessimismo (0 pontos). Isso significa que os economistas acreditam que o governo deverá aumentar seus gastos tanto na atual conjuntura (11,3 pontos) quanto para daqui a 12 meses (45,5 pontos). Outros dois itens que ainda estão no patamar pessimista são: Taxa de Inflação (64,3 pontos) e Taxa de Juro (66,3 pontos). Sobre o primeiro a elevação foi de 1,1%, influenciado principalmente pela avaliação atual (53,8 pontos) que subiu 8,8% enquanto a avaliação futura (74,8 pontos) caiu 3,7%. Quando analisado o primeiro trimestre do ano pelo IPCA (IBGE) nota-se estar este índice com elevação de 2,06% acima daquela de 1,23% no mesmo período de Essa pressão, que pode parecer sazonal, ainda influencia a avaliação negativa dos economistas, que acreditam na tendência de aumento dos preços tanto no curto quanto no longo prazo. Quanto ao segundo item, registrou queda de 11,7%, em função da avaliação atual (52,8 pontos) que apresentou queda de 19,5%, enquanto a avaliação futura (79,8 pontos) reduziu em 5,7%. Portanto os economistas consultados consideram que a taxa básica de juros continua inadequada para a economia. Enfim, o ISE vem se mantendo no patamar de otimismo desde setembro de Isso demonstra que, tanto na magnitude quanto na trajetória, os economistas estão avaliando a economia de forma positiva sendo possível esperar resultado otimista também para o próximo levantamento. Nota Metodológica O Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia - ISE é computado pela Fecomercio, em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil - OEB - desde junho de A pesquisa detecta as perspectivas dos economistas em relação às tendências da economia nacional e mundial. O ISE varia de 0 (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Envolve pesquisa mensal com mais de 100 economistas renomados de todo o País. AE/GD/GLG Fecomercio/OEB abril

16 ais do que um profissional, o economista reúne todos os conhecimentos e habilidades para promover o desenvolvimento social e econômico. A atuação do Conselho Regional de Economia de São Paulo busca valorizar cada vez mais a profissão e o profissional de economia, unindo a categoria à sociedade. Organiza e mantém o registro profissional, fiscaliza a atuação dos economistas e incentiva os jovens a optarem pela carreira. O registro no CORECON-SP habilita o economista a exercer a profissão e resguarda a sociedade da ação de maus profissionais. Sem o registro, a atividade se torna ilegal e o bacharel pode ser punido. Registre-se no CORECON-SP e tenha acesso aos serviços oferecidos a profissionais e estudantes. Economista, transformando o mundo.

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