MANUAL DE BOAS PRATICAS AGEPES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL DE BOAS PRATICAS AGEPES"

Transcrição

1 MANUAL DE BOAS PRATICAS AGEPES O Manual de Boas Práticas de cada segmento tem como objetivo principal garantir a orientação dos associados no que tange à adoção de procedimentos considerados necessários para a excelência do desempenho do trabalho do setor. Cada segmento, vinculado à AGEPES, deverá manter procedimentos mínimos e obrigatórios que vão pautar a atuação das empresas associadas e que, também, servirão de guia para os clientes dos serviços prestados por essas empresas. Além de conter o receituario básico e descritivo das atividades referentes aos setores presentes na AGEPES, o Manual servirá à entidade como material básico para a avaliação das empresas associadas e indicadas como boas prestadoras de serviços. O Manual é, ao mesmo tempo, básico, factível e pode ser adotado por empresas de todos os portes, estreantes ou experientes no mercado de eventos e festas. Ditará, também, as regras de convivência entre os diversos segmentos, especificando deveres e responsabilidades de cada um, com o objetivo de propiciar um trabalho de parceria entre todos os membros da associação, o que culminará com o sucesso do evento e a realização do sonho do contratante. O cliente Ao longo do Manual, em diversas ocasiões o termo cliente é citado. Todavia é necessário definir previamente quem é essa figura-chave no processo produtivo da cadeia de eventos, festas e cerimônias. Por cliente entende-se a pessoa física ou jurídica que adquire e/ou consome um produto ou serviço. No caso de eventos, cerimônias e festas, toda vez que a palavra cliente estiver empregada o leitor deverá se reportar a esse conceito da seguinte forma: É cliente intermediário a pessoa física ou jurídica que contratar terceiras pessoas ou empresas para a prestação de um serviço ou entrega de um produto. O cliente intermediário, no entanto, não é a figura do contratante direto do evento (família, noivo, patrocinador, empresa contratante de eventos, entre outros). É um dos prestadores de serviço ou fornecedores de produtos para o evento. É cliente direto o contratante final dos serviços de eventos, festas e cerimônias, seja família ou empresa. As empresas do setor Ao longo deste Manual toda e qualquer referência a empresas parte do princípio de que as mesmas estão legalmente formalizadas, conhecendo e cumprindo todas as obrigações da lei e das licenças e alvarás necessários ao seu setor. Também devem seguir os princípios de ética e de transparência do Manual de Conduta da ABRAFESTA, inclusive estando atentas às exigências na contratação de menores de idade. Evento é trabalho em equipe O maior desafio na construção de um evento é a relação entre as empresas fornecedoras e os clientes. A elaboração de um evento é uma atividade complexa, que requer a junção de muitas etapas - algumas paralelas e outras sequenciais, - em que uma peça depende da outra, e, portanto, um erro ou omissão em determinada fase compromete o conjunto. A organização da montagem desse quebra-cabeças é essencial para que se minimizem os problemas. É imprescindível que todos os envolvidos saibam quem faz o que e a quem recorrer em caso de dúvidas. 1. ATENDIMENTO

2 A capacitação para atendimento aos clientes dos diversos segmentos presentes na AGEPES, nos quesitos venda, resolução de dúvidas, esclarecimento acerca dos serviços e recepção de clientes é essencial para a boa presntação de serviço. Responsáveis e suas equipes de funiconários devem estar preparados para suas tarefas especificas. Exige-se atendimento respeitoso e satisfatório, prestado com delicadeza, educação e atenção dispensada na medida demandada pelo cliente, de acordo com o grau de complexidade envolvido no serviço e do conhecimento prévio do cliente sobre o tema. 1.1 Princípios fundamentais para um bom atendimento Ser cortês e manter o bom humor. Não ser íntimo, usando expressões como tia, anjo, querida. Atender de imediato e mostrar boa vontade. Evitar atitudes negativas. Ser rápido e prestar todas as informações necessárias de forma objetiva. Sempre esclarecer as dúvidas. Transmitir de forma clara e precisa o teor do trabalho que será executado. Dar atenção às reclamações. Evitar comentários pejorativos sobre concorrentes e parceiros. Observação: é vedado qualquer tipo de preconceito por conta de cor, raça, sexo, religião, orientação sexual e nível social. 1.2 Apresentação pessoal É específica de cada setor, mas sempre exigida: vestimenta e apresentação pessoal de cuidados e de higiene adequados. A apresentação apropriada no atendimento pessoal é uma exigência mínima, dado que é a aparência pessoal que ficará vinculada ao cliente como sendo a imagem da empresa, inclusive na montagem e desmontagem dos eventos. Sugere-se utilizar jalecos, camisetas e pulseiras para identificação dos fornecedores durante montagens, desmontagens e ainda durante o evento. Durante o evento, sugere-se vestimenta social, formal, preferencialmente preta e discreta. 2. OBJETO DO CONTRATO A boa relação entre as partes, fornecedor e cliente, deve ter início com a formalização em contrato dos direitos e deveres de ambos. Este deve ser simples e objetivo, mas, ao mesmo tempo, detalhado em termos de direitos e deveres. Para que se dê ampla transparência, é necessário que todos os serviços e seus valores combinados sejam descriminados no documento de contrato. Modelo de Contrato de Prestação de Serviços 1 - Das partes De forma ideal, o contrato básico deve descrever inicialmente as partes, com o máximo de rigor possível. Nesse primeiro item deve conter o nome completo dos contratantes e dos contratados, endereços e número dos documentos (CPF e/ou CNPJ, Inscrição Estadual). 2 - Do objeto O segundo item deve conter o Objeto do contrato, especificando os detalhes do evento (tipo, data, horário do evento, horário de montagem e horário de desmontagem, local, duração do evento e número de convidados), bem como os serviços a serem prestados, com a maior clareza e objetividade possíveis.

3 Sugere-se descriminar todos os serviços/materiais contratados, citando quem será o responsável pela montagem/desmontagem e seus respectivos horários. Quando for o caso, especificar a responsabilidade pelo fornecimento de alimentação às diferentes equipes contratadas, e o ideal é detalhar o tipo de alimento que será servido e o número de pessoas a serem atendidas. 3 - Do preço e das formas de pagamento Devem constar valores detalhados de tudo o que está incluso nos serviços ou produtos (formação de preço), forma de pagamento, prazos por serviços e cláusulas de revisão, se necessário, e de multas por não cumprimento das condições por ambas as partes. Esclarecer todas as taxas, impostos e licenças a serem pagos para evitar futuros pagamentos não previstos no contrato inicial. 4 - Das obrigações Deve figurar as obrigações das partes (relação de todas as especificações necessárias para a execução do serviço). Detalhar onde inicia e termina a prestação de serviço, delimitando suas responsabilidades. 5 - Duração do contrato Deve conter o prazo que vigorará o contrato, esclarecendo o dia/ hora inicial e o último dia/hora da prestação do serviço. 6 - Da rescisão Deve conter todos os termos referentes à rescisão contratual por quaisquer das partes. 7 - Disposições gerais Por último, deve-se esclarecer qual o foro eleito para solução de um possível problema. E deverá ser recolhida assinatura de ambas as partes, como também de testemunhas. 3. AVALIAÇÃO PÓS-EVENTO Sugere-se que as empresas façam uma avaliação pós-evento com o objetivo de ter um feedback sobre o serviço/produto prestado. 4. ÉTICA O relacionamento das empresas e seus clientes jamais poderá atentar contra a lei, propondo operações ilegais, sonegando impostos ao governo, promovendo descontos com base na não emissão de notas ou sugerindo negócios escusos ou duvidosos aos clientes. Com relação ao relacionamento com fornecedores, as regras devem ser claras, e as empresas envolvidas na execusão do evento devem ser éticas e transparentes com o cliente, assegurando a lisura desse relacionamento. As decisões de compras devem sempre se pautar pela busca da melhor relação de custo/benefício para os negócios e não por conta de vantagens pessoais que possam ser obtidas por meio de negociações antiéticas entre compradores e terceiras empresas. Essa relação com os fornecedores deve ser a mais transparente possível para o cliente direto, que tem o direito de ser o beneficiário das melhores práticas. Com relação a publicação e utilização de fotos, quando houver conflito de interesse comercial dos fornecedores de produtos e serviços registradas pela mesma, deve constar credito do fotografo e dos serviços e produtos envolvidos. É proibida a utilização de imagem sem autorização do autor e do conteúdo fotografado.

4 5. DESCRIÇÃO DAS ESPECIFICAÇÕES E RESPONSABILIDADES DAS EMPRESAS COM O CLIENTE 5.1 Agências de viagem Possuir licença de operação ou autorização de funcionamento (registro na Embratur, inscrição na prefeitura). Prestar o serviço de forma clara e completa. Prestar o serviço exatamente na forma contratada, respeitando datas e horários Organizadoras e cerimonialistas Entende-se organizador de evento a empresa responsável pelo planejamento, organização e execução do evento, podendo incluir o cerimonial ou não. Entende-se cerimonialista a empresa pessoa responsável pela cerimônia religiosa ou protocolar do evento. Identificar o perfil do cliente e planejar o evento/cerimônia. Promover as parcerias entre os diversos segmentos envolvidos no evento. Orientar quanto à documentação para o casamento civil e religioso, fornecendo todas as informações necessárias, tais como data para entrega de documentos ao cartório e transferência de paróquia. Elaborar cronograma geral das atividades pré e pós-evento. Levantar custos com fornecedores dos serviços necessários. Sugerir fornecedores, justificando o motivo com clareza (relação custo/benefício). Detalhar os orçamentos aprovados por serviço e as etapas em planilhas, bem como as formas de pagamento. Planejar reuniões e visitas aos fornecedores com o cliente. Realizar RSVP dos convidados. Elaborar os roteiros das cerimônias civil, religiosa e do evento, e assessorar no cerimonial e no receptivo. Conferir, na entrada e na saída, bebidas, doces e quaisquer demais itens entregues cobrados por unidade. Realizar reuniões prévias com todos os fornecedores, esclarecendo todos os detalhes e definindo responsabilidades. Preparar um relatório final dos custos do evento. Garantir, junto ao cliente, que seja fornecida alimentação aos profissionais que trabalharem durante o evento. 5.3 Bufê, bar, fornecedores de bebidas, doces e bolos Atender às Normativa nacionais e regionais nos quesitos limpeza, higiene, armazenamento, preparo de alimentos e controle de pragas. Contar, se possível, com a orientação de uma nutricionista. Possuir treinamentos de manipulação de alimentos. Esclarecer ao cliente os riscos envolvidos na operação e orientá-lo na adequação do tipo de festa com o tipo de serviço que poderá ser prestado. Determinar, prover e manter uma atuação sustentável frente às atividades relacionadas à prestação de serviço, de forma a proteger o meio ambiente. Nesse requisito encontram-se: local de acondicionamento do lixo, coleta e destinação de resíduos e contratação de empresas que promovem a coleta seletiva. Verificar, no caso de construção de um espaço ao ar livre para cozinha, todos os detalhes para uma cozinha fria, quente e de área de lavagem. Ter regras claras para degustação do cardápio no pré-evento. Garantir o transporte adequado de alimentos perecíveis.

5 Esclarecer, no contrato, se servirá ou não refeições a outros prestadores de serviço. Guardar amostras de todos os alimentos e bebidas servidos no evento por até 48 horas, para se resguardar de problemas futuros. Estabelecer convivência harmônica quando bar e bufê forem dividir o mesmo espaço na cozinha. Servir alimentos e bebidas que sejam de boa qualidade e procedência. Esclarecer ao cliente sobre número de mão de obra, de acordo com o número de convidados e tipo de serviço. Especificar se o pagamento da equipe (garçons e outros) já está incluso no pagamento do bufê/bar ou será cobrado diretamente do cliente. Deixar claro quem será o responsável pela locação de materiais e pelo respectivo reembolso em caso de quebras e perdas. Em relação a mesa de doces, deve-se estabelecer com o cliente quem será o responsável pela montagem da mesa, no caso de haver vários fornecedores envolvidos. Respeitar os horários do cronograma de montagem e desmontagem. 5.4 Convites e papelaria Verificar a disponibilidade do tipo de papel solicitado ao fechar o orçamento, principalmente no caso de papéis importados. Ressaltar que o envio dos convites é por conta do cliente. Especificar que o serviço de envelopamento do convite e o trabalho de calígrafo são cobrados separadamente. Ficar atento ao prazo de entrega, prevendo quando necessários manuseio e entrega de convite. Esclarecer ao cliente a importância de solicitar um percentual adicional de convites para suprir eventuais necessidades. Enviar layout de convite por e pedir retorno assinado pelo cliente e organizadora, esclarecendo que a amostra física do convite terá custo extra. Solicitar ao cliente, caso haja pedido em outros idiomas, o texto pronto. 5.5 Decoradores, cenógrafos e floristas Fazer amostra dos arranjos de flores com devida antecedência. Ficar atento aos tipos de flores escolhidas pelo cliente e, caso seja necessário trocar as flores, avisar o cliente com antecedência e substituí- las por outra similar ou superior. Enviar à assessora ou ao espaço do evento a lista com nomes e RGs dos funcionários que farão a montagem e a desmontagem, de acordo com a exigência do espaço. Respeitar os horários e detalhar o cronograma de montagem e desmontagem. Zelar pela segurança (evitando acidentes com a montagem e peças) de funcionários e convidados antes, durante e no pós-evento. Realizar limpeza geral após a finalização da montagem, antes de iniciar o evento. 5.6 Espaços para eventos Possuir licença de operação ou autorização de funcionamento (alvará de funcionamento, laudo do Corpo de Bombeiros e Cadam). Manter o espaço em conformidade com a Lei , de 16/1/96, Lei do Silêncio Urbano - PSIU, investindo no tratamento acústico. VER LEI RS Estar ciente de que legalmente o espaço é o responsável por tudo que ocorra em suas dependências. Especificar regras de exposição de logomarcas no espaço. Possuir obrigatoriamente instalações adaptadas para deficientes físicos (acessibilidade). Especificar em suas Normas e Procedimentos ou em contrato o que pode ser alterado pelos fornecedores do evento, como uso de paredes, equipamentos, limite de peso.

6 Manter os fornecedores informados sobre eventuais mudanças em suas Normas e Procedimentos. Especificar a metragem total e por ambiente, informar se os ambientes são moduláveis ou não, se tem foyer, mostrar plantas baixas e em 3D, quando possível. Descrever se existem os seguintes recursos: telas para apresentação, cabines para tradução, camarins, palco. Informar a localização de itens de segurança, incluindo hidrantes, extintores (local e função) e saídas de emergência. Definir disponibilidade de ar-condicionado, por tipo. Explicitar o número e a distribuição de copas/cozinhas e sanitários para portadores de necessidades especiais. Informar existência de estacionamento terceirizado ou do espaço. Ficar atento à existência de seguros de trajeto e de pátio, número de manobristas e suas documentações, legislações específica e seguro de objetos em veículos. Receber a programação de entrada de fornecedores, preferencialmente com 7 dias de antecedência. Informar claramente o horário para montagem e desmontagem de eventos e as respectivas penas pelo não cumprimento. Especificar a existência de local para carga e descarga, se possui portas diferenciadas de acordo com o tamanho e os horários em que devem ocorrer. Explicar o destino e trajeto do lixo proveniente da montagem, desmontagem e do evento em si: se deverá ser levado pelos fornecedores ou não. Possuir câmeras de segurança. Informar no contrato que a responsabilidade pelo pagamento do ECAD, se necessário, será do cliente. 5.7 Imagem: foto e vídeo Seguir a lei de 1998 que sugere a guarda de arquivos por 5 anos e assegura os direitos autorais. Estar ciente de que a empresa é a responsável por todas as atitudes de seus contratados, ainda que sejam free-lancers. Esclarecer no contrato como será feita a alimentação da equipe. Constar em contrato que poderá haver substituição de fotógrafos, e, caso ocorra, quem serão os substitutos. Esclarecer ao cliente quantos fotógrafos serão necessários para o evento. Disponibilizar, com antecedência, para a equipe todos os equipamentos/materiais necessários para o dia do evento. Fazer seguro do equipamento utilizado, se possível. Manter durante o evento uma máquina fotográfica disponível, para sanar eventuais problemas técnicos ou panes. Trabalhar com sistema de backup para assegurar que não haja eventuais perdas e danos às fotos realizadas durante o evento. Ter ciência de que a hora mais vulnerável do fotógrafo é entre a saída da igreja e a chegada à festa, portanto devem-se guardar os chips/arquivos em locais seguros. Cumprir as regras de conduta da igreja/religião, respeitando suas orientações. Conhecer o cliente e suas necessidades e treinar a equipe de foto e filmagem. Ficar atento ao espaço disponível no altar buscando a maior discrição possível e não perturbando a cerimônia. Manter sempre um fotógrafo durante o evento. É necessário fazer revezamento, em momento de refeição ou descanso. Entregar o material no prazo estipulado. Utilizar protocolos nas retiradas de documentos e álbuns.

7 Vestir equipe com trajes adequados ao tipo de evento. 5.8 Locação de material Desenvolver o projeto visando a segurança de todos. Providenciar que todos os terceirizados para o serviço usem uniforme ou a marca da empresa contratada para facilitar a identificação. Respeitar os horários de montagem e desmontagem. Providenciar para que o cliente direto, intermediário ou pessoa indicada previamente receba e assine um inventário dos materiais locados nos momentos de montagem e desmontagem. 5.9 Montagem e cobertura Ter obrigatoriamente inscrição no CREA e também um engenheiro civil como sócio, funcionário ou sob contrato, devidamente registrado no CREA, que assine todas as propostas, bem sendo responsável pela ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). Possuir programas de prevenção de acidentes como segurança no trabalho e Cipa. VER LEI RS Seguir as regras da Anvisa, no caso de montar área de apoio a bufês. Trabalhar com tecidos especiais que não propagam chamas em caso de combustão, e esclarecer e recomendar o cliente sobre essa utilização. Certificar que as estruturas de metal que suportam a estrutura tenham aterramento contra raios. Usar madeiras certificadas, seguindo a lei. Trabalhar com funcionários devidamente registrados. Ficar atento aos diferentes tipos de materiais existentes, esclarecendo o cliente quanto às diferentes possibilidades para a cobertura do espaço, em tempo de termos de resistência e intempéries climáticas. Realizar uma ou mais visitas técnicas no local. Fazer a retificação da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) anterior, devidamente assinada pelo engenheiro civil responsável, em caso de a mesma estrutura ser usada para outro evento no mesmo local Moda Garantir que a importação de trajes siga a legislação do comércio aduaneiro. Esclarecer ao cliente os prazos para todo o processo de escolha de um vestido. Solicitar ao cliente que informe com antecedência caso haja envolvimento de outros profissionais durante a prova (foto, imagem, beleza, making of). Fazer prova de vestidos semelhantes, no caso de a escolha do modelo do vestido sob medida ter sido feita com base em foto. Também é importante ter à mão amostras de tecidos e rendas no fechamento do contrato, pois os desenhos podem não representar de maneira fiel o modelo. Deixar claro em contrato as condições de uso para vestido alugados, a devolução do produto com estragos, como manchas ou rasgos pode acarretar em multa. Fazer checagem da peça, no caso de traje alugado, na hora da entrega e da devolução, juntamente com o cliente. Ter disponibilidade de equipe (costureiras, bordadeiras e outras) extra, para suprir qualquer imprevisto. Ser responsável pela lavagem e higienização (com vapor quente ou produtos químicos necessários) de todos os produtos locados. Exigir autorização no caso de um terceiro retirar o vestido no lugar da noiva, desde que a prova final já tenha sido feita anteriormente com a cliente. Fazer uma ficha de cliente-evento para evitar semelhanças de trajes no mesmo evento Música: ao vivo, coral e orquestra Estar informado sobre as regras da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB).

8 Esclarecer no contrato que a responsabilidade pelo pagamento do ECAD, se necessário, será do cliente. Realizar visita técnica ao local do evento. Fazer um briefing com o cliente cerca de 15 dias antes do evento para escolha do repertório, intervalos, e repassar para toda a equipe. Disponibilizar, com antecedência, para a equipe todos os equipamentos/materiais necessários para o dia do evento. Disponibilizar ao cliente o orçamento e o rider técnico. Disponibilizar um responsável técnico. Participar das reuniões técnicas pré-evento, para verificar se o posicionamento do palco está adequado e, assim, não gerar reverberação e microfonia, bem como garantir que os músicos consigam ter visão geral da orquestra. Especificar a quantidade de músicos/instrumentos, definindo quais atuarão no evento e em qual momento Serviços técnicos: som, luz, gerador e ar-condicionado Seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Deixar claro ao cliente as taxas que ele deverá pagar dos equipamentos, como a ART (Anotação de Responsabilidade Técnico). VER COM EMPRESA DA AREA Ser responsável por todos os funcionários que irão atuar no evento, ainda que sejam terceirizados. Garantir que o desempenho dos produtos e equipamentos esteja de acordo com o que foi contratado pelo cliente. Ter disponibilidade de equipamentos extras, para suprir panes ou problemas técnicos. Disponibilizar para os funcionários todo e qualquer material necessário para a segurança durante a montagem e desmontagem, como o Equipamento de Proteção Individual (EPIs) luvas, botas, capacete, cinto etc. de acordo com a necessidade do serviço e local. Realizar ao menos uma visita técnica ao local onde ocorrerá o evento para sanar eventuais dúvidas, principalmente se não conhecê-lo. Fazer uma reunião prévia com o assessor, cliente ou espaço para que todas as instruções sejam concedidas de forma coerente e correta. Solicitar com antecedência todos os itens necessários à execução do trabalho (tomadas, cabos e outros). Utilizar o aterramento necessário em todos os equipamentos. Fazer a passagem de fios e cabos de transmissão de dados ou energia, privilegiando o mais seguro acabamento. Garantir que a sonorização seja feita de forma agradável e de acordo com a lei vigente, para o local e para os convidados. Orientar o cliente, após estudo técnico no local, quanto à necessidade de contratação, ou não, de geradores de energia. Manter pessoal técnico de plantão durante o evento Serviços diversos Os serviços contratados podem ser de limpeza geral na montagem e desmontagem do evento, de recepcionistas e seguranças, serviço de limpeza e manutenção de toaletes, de chapelaria/ guarda-volumes, de copeiras para mesa de doces e suvenires, motoristas e serviço de valet, entre outros. Garantir que os contratados, funcionários ou não, primem pela boa educação e cordialidade durante todo o evento. Especificar quais e quantos funcionários trabalharão no evento e em quais funções.

9 Cuidar para que os funcionários sejam pontuais, chegando com antecedência ao evento, conforme especificado em contrato. Exigir uniformes em ordem, conforme contratado. O contratante deve ser responsável por todos, ainda que sejam free-lancers. Especificar a alimentação da equipe em contrato. Garantir que o número de funcionários seja condizente com o número de convidados, para que os serviços sejam prestados da melhor maneira possível.

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA Apresentação Cliente Feliz, Empresa de Sucesso. Hoje, no momento de comprar um produto ou serviço, o consumidor não se apega somente ao preço. Para uma empresa moderna e atenta,

Leia mais

MANUAL BOAS PRÁTICAS

MANUAL BOAS PRÁTICAS MANUAL DE BOAS PRÁTICAS A B R A F E S T A Associação dos Profissionais, Serviços para Casamento e Eventos Sociais ABRAFESTA: Rua Nigéria, 82 CEP 04538-020 São Paulo SP contato@.com.br www..com.br Todo

Leia mais

REGULAMENTO DE CESSÃO E UTILIZAÇÃO DO TEATRO DO CENTRO DE ARTES E CONVENÇÕES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO E DO SEU FOYER

REGULAMENTO DE CESSÃO E UTILIZAÇÃO DO TEATRO DO CENTRO DE ARTES E CONVENÇÕES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO E DO SEU FOYER REGULAMENTO DE CESSÃO E UTILIZAÇÃO DO TEATRO DO CENTRO DE ARTES E CONVENÇÕES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO E DO SEU FOYER CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Os procedimentos atinentes

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/ASCOM-004-R00 PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO E EXECUÇÃO DE EVENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/ASCOM-004-R00 PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO E EXECUÇÃO DE EVENTOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/ASCOM-004-R00 PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO E EXECUÇÃO DE EVENTOS 09/2015 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 30 de setembro de 2015. Aprovado, Gabriela de Souza Leal 3 PÁGINA INTENCIONALMENTE

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO)

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO) PO MAT 0 18/10/21 1. REFERÊNCIA/OBJETIVO ÁREA APLICÁVEL Controlar a logística de materiais de obras (físico e contábil), incluindo as requisições reservas de materiais (RM), aplicações mensais, devoluções

Leia mais

MANUAL PARA MONTADORAS

MANUAL PARA MONTADORAS MANUAL PARA MONTADORAS 1. PERÍODO DE REALIZAÇÃO DO EVENTO: De 11 a 15 de Abril de 2016, das 08:00 às 18:00h. 2. PERÍODO DE MONTAGENS E DESMONTAGENS DOS STANDS Período de montagem de stands será de 21/03/2016

Leia mais

A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas

A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas Autora Patrícia Lins de Paula A NR-20, Norma Regulamentadora 20 do Ministério do Trabalho e Emprego, trata

Leia mais

Código de Ética LLTECH

Código de Ética LLTECH Código de Ética LLTECH Quem somos A LLTECH é uma empresa que oferece soluções inovadoras para automação e otimização de processos industriais, fornecendo toda a parte de serviços e produtos para automação

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA EXPOSITORES E MONTADORA SERVIÇOS DE INFRA-ESTRUTURA E PROVIDÊNCIAS LEGAIS HOTEL GLÓRIA CAXAMBU

PROCEDIMENTOS PARA EXPOSITORES E MONTADORA SERVIÇOS DE INFRA-ESTRUTURA E PROVIDÊNCIAS LEGAIS HOTEL GLÓRIA CAXAMBU PROCEDIMENTOS PARA EXPOSITORES E MONTADORA SERVIÇOS DE INFRA-ESTRUTURA E PROVIDÊNCIAS LEGAIS HOTEL GLÓRIA CAXAMBU Cabe ao expositor regularizar seu estande perante as repartições federais, estaduais e

Leia mais

http://www.comoorganizarcasamento.com

http://www.comoorganizarcasamento.com Como Planejar seu Casamento Sem Stress Copyright 2014 Este e- book é protegido pela Lei dos Direitos Autorais (Lei 9.610/98), é proibida a reprodução do livro por meio eletrônico ou impresso. O e- book

Leia mais

MANUAL DO EXPOSITOR 1º ENCONTRO TÉCNICO DA BAIXADA SANTISTA. Rua Treze de Maio, 1642, Casa 01 - Bela Vista Cep: 01327-002 - São Paulo/ SP

MANUAL DO EXPOSITOR 1º ENCONTRO TÉCNICO DA BAIXADA SANTISTA. Rua Treze de Maio, 1642, Casa 01 - Bela Vista Cep: 01327-002 - São Paulo/ SP MANUAL DO EXPOSITOR 1º ENCONTRO TÉCNICO DA BAIXADA SANTISTA PROMOÇÃO AESABESP - ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS DA SABESP - POLO BAIXADA SANTISTA Rua Treze de Maio, 1642, Casa 01 - Bela Vista Cep: 01327-002

Leia mais

Apresentação. Vinicius Lino Ventorim Diretor da Politintas

Apresentação. Vinicius Lino Ventorim Diretor da Politintas Apresentação Seriedade, comprometimento e ética na condução de seus negócios. Esses são os princípios que regem a conduta da Politintas desde sua inauguração até os dias de hoje. Para que esses ideais

Leia mais

Navegue pelo menu ao lado

Navegue pelo menu ao lado Proposta Comercial Navegue pelo menu ao lado Jordão Perfil Luciana Luciana Jordão é administradora de empresas e profissional de marketing por formação e cerimonialista de casamentos por paixão. Habilitada

Leia mais

MANUAL DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS UTFPR CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO

MANUAL DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS UTFPR CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO MANUAL DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS UTF CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO Evento é toda ocorrência ou acontecimento como, por exemplo, palestras, conferências, semanas acadêmicas, seminários, debates, assembleias,

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

ORIENTAÇÕES PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO ORIENTAÇÕES PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO CURSOS DE EXTENSÃO: Caracterizados como um conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou à distância,

Leia mais

FORMATURA INTRODUÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS 01 MANUAL DE

FORMATURA INTRODUÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS 01 MANUAL DE 01 MANUAL DE FORMATURA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS INTRODUÇÃO Este manual tem por objetivo publicar normas e procedimentos para o planejamento, a organização e a execução das cerimônias de formatura

Leia mais

MODELO DE PROJETO BÁSICO AUDITORIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO DO IFAM [Subtítulo do documento]

MODELO DE PROJETO BÁSICO AUDITORIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO DO IFAM [Subtítulo do documento] Página: 1 de X Objeto: Elaborado por: Equipe X Y Z Aprovado por: Unidade Requisitante Autoridade máxima do órgão Página: 2 de X 1. Definição do Objeto Indicação do que se está pretendendo licitar com a

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA FEIRA COMERCIAL, INDUSTRIAL E DE SERVIÇOS DA FESTA DE MAIO DE TEUTÔNIA 2016

REGIMENTO INTERNO DA FEIRA COMERCIAL, INDUSTRIAL E DE SERVIÇOS DA FESTA DE MAIO DE TEUTÔNIA 2016 REGIMENTO INTERNO DA FEIRA COMERCIAL, INDUSTRIAL E DE SERVIÇOS DA FESTA DE MAIO DE TEUTÔNIA 2016 Art. 1º - LOCAL E DATA: A Feira Comercial, Industrial e de Serviços realizar-se-à no CENTRO ADMINISTRATIVO

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho ATENDIMENTO IT. 14 16 1 / 23 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para o atendimento realizado pelo Crea GO ao profissional, empresa e público em geral. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Lei n 5.194 24 de dezembro

Leia mais

Manual de Conduta INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS

Manual de Conduta INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS VERSÃO 2012 ÍNDICE 1. Introdução 2. Das Obrigações dos Agentes Autônomos 3. Das Vedações 4. Do Termo de Recebimento, Ciência e Aceitação 1. Introdução

Leia mais

CAERN. Descrição de Perfis

CAERN. Descrição de Perfis 8 Nível: Médio Reporte: Coordenador Sumário Executar atividades administrativas de apoio às diversas áreas da empresa. Atividades Arquivar documentos Arquivar documentos, classificando-os em pastas específicas,

Leia mais

CRUZEIROS BRASIL E AMÉRICA DO SUL CASAMENTO ROYAL 2015-2016

CRUZEIROS BRASIL E AMÉRICA DO SUL CASAMENTO ROYAL 2015-2016 CRUZEIROS BRASIL E AMÉRICA DO SUL CASAMENTO ROYAL 2015-2016 CASAMENTOS AMÉRICA DO SUL O seu sonho de casar em grande estilo está a bordo do mais novo navio da Royal Caribbean no Brasil, o Rhapsody of the

Leia mais

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A.

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. ÍNDICE DURATEX S/A POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. 1. OBJETIVO 2. PRINCÍPIOS GERAIS 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES 4.1. DURATEX 4.2. UNIDADE REQUISITANTE 4.3. UNIDADE DESTINATÁRIA

Leia mais

PALAVRA DO PRESIDENTE

PALAVRA DO PRESIDENTE PALAVRA DO PRESIDENTE A busca constante pela liderança e pela conquista de novos mercados exige que as empresas adotem um novo paradigma empresarial: oferecer produtos, preços, prazos, serviços e tecnologia

Leia mais

CRUZEIROS BRASIL E AMÉRICA DO SUL CASAMENTO ROYAL 2015-2016

CRUZEIROS BRASIL E AMÉRICA DO SUL CASAMENTO ROYAL 2015-2016 CRUZEIROS BRASIL E AMÉRICA DO SUL CASAMENTO ROYAL 2015-2016 CASAMENTOS AMÉRICA DO SUL O seu sonho de casar em grande estilo está a bordo do mais novo navio da Royal Caribbean no Brasil, o Rhapsody of the

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA

MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO PARA EXPLORAÇÃO DO BAR DA PISCINA DAS PARTES Pelo presente instrumento particular de contrato, que tem de um lado , brasileiro, residente à ,

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA CERIMÔNIA DE CASAMENTO RELIGIOSO

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA CERIMÔNIA DE CASAMENTO RELIGIOSO ORIENTAÇÕES GERAIS PARA CERIMÔNIA DE CASAMENTO RELIGIOSO 1. O QUE É CASAMENTO? Para a Igreja Presbiteriana, o casamento não é um sacramento. Também, não é um ato meramente formal ou social, que pretenda

Leia mais

MODELO DE ATUAÇÃO DO INTEGRADOR

MODELO DE ATUAÇÃO DO INTEGRADOR MODELO DE ATUAÇÃO DO INTEGRADOR SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 1. OBJETIVO DO MANUAL... 3 2. QUEM É CONSIDERADO INTEGRADOR?... 3 3. QUAIS PROCESSOS SERÃO ALTERADOS?... 4 3.1» COMISSÃO... 4 3.2» NOVO CHECKLIST ON-LINE...

Leia mais

MANUAL de FORMATURA UCPEL MANUAL DE FORMATURA

MANUAL de FORMATURA UCPEL MANUAL DE FORMATURA MANUAL DE FORMATURA INTRODUÇÃO Este manual tem por objetivo publicar normas e procedimentos para o planejamento, a organização e a execução das cerimônias de formatura da Universidade Católica de Pelotas

Leia mais

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ 1. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE) A importância do TCLE. A Resolução CNS 196/96 afirma

Leia mais

CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2013/2014

CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2013/2014 CADERNO DE ORGANIZAÇÃO ÉPOCA DESPORTIVA 2013/2014 TAÇA DE PORTUGAL GINÁSTICA RÍTMICA Caderno de Organização (Síntese de encargos): Evento: Taça de Portugal - Ginástica Rítmica Data: 11 de janeiro Escalões

Leia mais

III CONGRESSO PAULISTA DE OTORRINOLARINGOLOGIA ORIENTAÇÃO AOS EXPOSITORES

III CONGRESSO PAULISTA DE OTORRINOLARINGOLOGIA ORIENTAÇÃO AOS EXPOSITORES III CONGRESSO PAULISTA DE OTORRINOLARINGOLOGIA ORIENTAÇÃO AOS EXPOSITORES COMISSÃO ORGANIZADORA: Dr. Arthur Castilho Dr. Edson Ibrahim Mitre Dra. Fátima Regina Abreu Alves Dra. Mara Gândara REALIZAÇÃO:

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Secretaria Municipal de Cultura

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Secretaria Municipal de Cultura ANEXO III REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS TEATROS DA REDE MUNICIPAL Aos dias do mês de do ano de, compareceu ao, localizado à, integrante da Rede Municipal de Teatros da l do RJ, neste ato representado por,

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho ATENDIMENTO IT. 14 13 1 / 20 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para o atendimento realizado pelo Crea GO ao profissional, empresa e público em geral. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Lei n 5.194 24 de dezembro

Leia mais

MT/002-14 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA ARGUS 12/2014 - VINHEDO, SP

MT/002-14 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA ARGUS 12/2014 - VINHEDO, SP MT/002-14 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA ARGUS 12/2014 - VINHEDO, SP 1 Código de Ética e Conduta da Argus MENSAGEM DO PRESIDENTE Este Código de Ética e Conduta foi elaborado com a finalidade de explicitar

Leia mais

O Presidente da Associação Leopoldina Juvenil, no uso das atribuições que lhe são conferidas, pelo artigo 25º do Estatuto Social,

O Presidente da Associação Leopoldina Juvenil, no uso das atribuições que lhe são conferidas, pelo artigo 25º do Estatuto Social, ASSOCIAÇÃO LEOPOLDINA JUVENIL RESOLUÇÃO DE DIRETORIA DATA: 25/04/2011 LOCAÇÃO DE DEPENDÊNCIAS Código RD 04/11 Página 1 O da Associação Leopoldina Juvenil, no uso das atribuições que lhe são conferidas,

Leia mais

12 a 22 de maio de 2011 Sindicato Rural de Dourados

12 a 22 de maio de 2011 Sindicato Rural de Dourados 12 a 22 de maio de 2011 Sindicato Rural de Dourados promoção/ realização SINDICATO RURAL DE DOURADOS Rua Valério Fabiano, 100 - Parque de Exposições João Humberto de Carvalho Dourados/MS Fone (67) 3424-6686/3424-5788

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DE ANATOMIA CAPÍTULO I DOS LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E ANATOMIA E SEUS OBJETIVOS

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DE ANATOMIA CAPÍTULO I DOS LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E ANATOMIA E SEUS OBJETIVOS REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DE ANATOMIA CAPÍTULO I DOS LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E ANATOMIA E SEUS OBJETIVOS Art.1º - O presente documento estabelece as normas de organização

Leia mais

NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO HERBÁRIO DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq

NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO HERBÁRIO DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq Serviço Público Federal Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO HERBÁRIO DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq Define as normas internas

Leia mais

REGULAMENTO DOLABORATÓRIO DE ENFERMAGEM ANA NERY CAPÍTULO I DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO DOLABORATÓRIO DE ENFERMAGEM ANA NERY CAPÍTULO I DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM REGULAMENTO DOLABORATÓRIO DE ENFERMAGEM ANA NERY CAPÍTULO I DO LABORATÓRIO DE ENFERMAGEM Art.1º - O presente documento estabelece as normas de organização e funcionamento do Laboratório de Enfermagem Ana

Leia mais

ANEXO A PORTARIA Nº 143/2006, de 17 de maio de 2006.

ANEXO A PORTARIA Nº 143/2006, de 17 de maio de 2006. UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA - UCB PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PRG UADA - COORDENAÇÃO EAPs PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO PRA DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS ANEXO A PORTARIA Nº 143/2006, de 17 de maio de

Leia mais

Anexo 67 Orientações para a Elaboração de Termo de Referência

Anexo 67 Orientações para a Elaboração de Termo de Referência Anexo 67 Orientações para a Elaboração de Termo de Referência O Termo de Referência é um documento que tem como propósito fornecer parâmetros para a contratação de consultor individual (pessoa física)

Leia mais

PRÊMIO GRANDES CASES DE EMBALAGEM 2015, da Revista EmbalagemMarca 9ª Edição

PRÊMIO GRANDES CASES DE EMBALAGEM 2015, da Revista EmbalagemMarca 9ª Edição PRÊMIO GRANDES CASES DE EMBALAGEM 2015, da Revista EmbalagemMarca 9ª Edição Iniciativa: Revista EmbalagemMarca Realização: Ciclo de Conhecimento Organização de Eventos Apoio operacional: Centro Universitário

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PGRSI

TERMO DE REFERÊNCIA PGRSI TERMO DE REFERÊNCIA PGRSI Termo de Referência para apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos para Empreendimentos Industriais PGRSI. 1. OBJETIVO Em atendimento à Política Estadual de Resíduos

Leia mais

ESPAÇO CULTURAL BRDE SANTA CATARINA Espaço Cultural Governador Celso Ramos REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS.

ESPAÇO CULTURAL BRDE SANTA CATARINA Espaço Cultural Governador Celso Ramos REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS. ESPAÇO CULTURAL BRDE SANTA CATARINA Espaço Cultural Governador Celso Ramos REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS Calendário 2010 1. OBJETO O presente Regulamento estabelece normas

Leia mais

NOVO PRISMA AGRO FLORESTAL

NOVO PRISMA AGRO FLORESTAL NOVO PRISMA AGRO FLORESTAL PROCEDIMENTO INTERNO PARA INGRESSO DE COLABORADORES DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS FLORESTAIS HISTÓRICO DAS REVISÕES: REVISÃO DESCRIÇÃO 01 Criação do procedimento 11/2007

Leia mais

IINSTRUÇÃO DO SISTEMA. Código de conduta

IINSTRUÇÃO DO SISTEMA. Código de conduta 1 de 7 Revisão Data Assunto / revisão / modificação 00 16/04/15 Emissão Inicial. Nome Cargo Data Assinatura Consultor / Gerente EMITENTE Maciel Amaro Técnico / RD Valéria Ap. R. Amaro Diretora administrativa

Leia mais

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL Valinhos 2013 Introdução: A finalidade deste manual é aprimorar a relação entre a Santa Casa de

Leia mais

MANUAL DE FORMATURA 2015

MANUAL DE FORMATURA 2015 MANUAL DE FORMATURA 2015 MANUAL DE FORMATURA DA FACIG válido para turmas que Colarão Grau a partir de dezembro de 2015 1. FORMATURA A Formatura ou Colação de Grau é um ato oficial que marca o fim do curso

Leia mais

FESTIVAL FUNDAÇÃO DAS ARTES DE TEATRO ESTUDANTIL 2016

FESTIVAL FUNDAÇÃO DAS ARTES DE TEATRO ESTUDANTIL 2016 FESTIVAL FUNDAÇÃO DAS ARTES DE TEATRO ESTUDANTIL 2016 REGULAMENTO 1. INSTITUIÇÃO E OBJETO 1.1. A Fundação das Artes de São Caetano do Sul é uma instituição pública da Administração Indireta da Prefeitura

Leia mais

RESUMO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO DOS CONTRATOS. Responsável Seqüência Etapa do processo

RESUMO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO DOS CONTRATOS. Responsável Seqüência Etapa do processo Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Planejamento e Administração PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ RESUMO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO DOS

Leia mais

CARTA CONVITE Nº 025/2014. Locação de tendas para a 19ª Festa do Imigrante

CARTA CONVITE Nº 025/2014. Locação de tendas para a 19ª Festa do Imigrante São Paulo, 19 de maio de 2014. CARTA CONVITE Nº 025/2014 Locação de tendas para a 19ª Festa do Imigrante A, Organização Social gestora do Museu da Imigração, de acordo com seu Regulamento de Compras e

Leia mais

Manual do expositor. 29 de novembro a 04 de dezembro de 2015. Bento Gonçalves, RS. www.metrologia2015.org.br

Manual do expositor. 29 de novembro a 04 de dezembro de 2015. Bento Gonçalves, RS. www.metrologia2015.org.br Manual do expositor 8 o Congresso Brasileiro de Metrologia XI Congresso Internacional de Metrologia Elétrica (SEMETRO) II Congresso Brasileiro de Metrologia das Radiações Ionizantes (CBMRI) II Workshop

Leia mais

8º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ORTODONTIA De 26 a 28 de Março de 2015 Centro de Convenções de Goiânia MANUAL DO EXPOSITOR

8º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ORTODONTIA De 26 a 28 de Março de 2015 Centro de Convenções de Goiânia MANUAL DO EXPOSITOR 8º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ORTODONTIA De 26 a 28 de Março de 2015 Centro de Convenções de Goiânia MANUAL DO EXPOSITOR PROMOTORA ABOR-GOIÁS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL ALAMEDA

Leia mais

Caro parceiro, Queremos fornecedores e parceiros que tenham nível de comprometimento com a sociedade tão amplo quanto o do Rio 2016.

Caro parceiro, Queremos fornecedores e parceiros que tenham nível de comprometimento com a sociedade tão amplo quanto o do Rio 2016. Caro parceiro, O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 trabalha para entregar Jogos excelentes, com celebrações memoráveis que irão promover a imagem global do Brasil, baseados

Leia mais

MANUAL DO EXPOSITOR. De 5 a 8 de junho, das 14h às 22h Local: Armazém Cultural Av. Calógeras, 3110 (Próximo à Feira Central)

MANUAL DO EXPOSITOR. De 5 a 8 de junho, das 14h às 22h Local: Armazém Cultural Av. Calógeras, 3110 (Próximo à Feira Central) MANUAL DO EXPOSITOR De 5 a 8 de junho, das 14h às 22h Local: Armazém Cultural Av. Calógeras, 3110 (Próximo à Feira Central) SEMADUR Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sumário

Leia mais

Ministério da Fazenda SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

Ministério da Fazenda SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS PROJETO BÁSICO GESER Nº 04/07 FISCALIZAÇÃO DA OBRA DE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1. OBJETO Contratação de empresa especializada para prestação de serviços de fiscalização

Leia mais

Regulamento de Locações de Dependências da AABB

Regulamento de Locações de Dependências da AABB Art. 1º - Entende-se por dependência os espaços destinados pela AABB para locação de associados e não associados na realização de eventos de seus interesses. Art. 2º - As dependências disponíveis para

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS 1. O CÓDIGO Este Código de Ética (Código) determina as práticas e padrões éticos a serem seguidos por todos os colaboradores da SOMMA INVESTIMENTOS. 2. APLICABILIDADE Esta política é aplicável: 2.1. A

Leia mais

PROCEDIMENTO E ORIENTAÇÃO PARA FISCALIZAÇÃO DOS CONTRATOS DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PROCEDIMENTO E ORIENTAÇÃO PARA FISCALIZAÇÃO DOS CONTRATOS DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PROCEDIMENTO E ORIENTAÇÃO PARA FISCALIZAÇÃO DOS CONTRATOS DE SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DA Este documento tem como objetivo orientar e subsidiar os fiscais de contratos nos procedimentos administrativos de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA - PORTAL

CÓDIGO DE ÉTICA - PORTAL 1. Disposições Preliminares Este Código de Ética tem como principal objetivo informar aos colaboradores, prestadores de serviço, clientes e fornecedores da Petronect quais são os princípios éticos que

Leia mais

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 Dispõe sobre Regulamento Técnico que estabelece requisitos sanitários para estabelecimentos destinados a eventos esportivos. A Diretora Técnica do Centro de Vigilância

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DATA: 25/01/2016 VERSÃO 2.0 VERSÃO 2 25/01/2016 ÁLVARO BARBOSA SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO... 3 II. PAPÉIS E RESPONSABILIDADES... 4 II.1 - COMITÊ EXECUTIVO... 4 II.2 - CONTROLES

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética SUMÁRIO 1 Objetivo... 03 2 Abrangência... 03 3 Valores... 03 4 - Conduta ética da PPL com os diversos públicos 4.1 - Cliente: Foco de nossa atuação... 03 4.2 - Relação e interação com fornecedores e parceiros...

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

REGULAMENTO PARA MONTAGENS Y DESMOTANGENS HOTEL HILTON. Deverá ser apresentada ao organizador com 5 dias úteis de antecipação a seguinte informação:

REGULAMENTO PARA MONTAGENS Y DESMOTANGENS HOTEL HILTON. Deverá ser apresentada ao organizador com 5 dias úteis de antecipação a seguinte informação: REGULAMENTO PARA MONTAGENS Y DESMOTANGENS HOTEL HILTON 1 - Requerimentos preliminares: Deverá ser apresentada ao organizador com 5 dias úteis de antecipação a seguinte informação: (a) Nomes das companhias

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM HOTELARIA

CURSO DE BACHARELADO EM HOTELARIA CURSO DE BACHARELADO EM HOTELARIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO I e II Orientações aos Alunos Julho de 2010 NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º O Estágio Supervisionado I e II são disciplinas integrantes

Leia mais

ABNT Parte 1-14653 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES. Palestra - Osório Gatto

ABNT Parte 1-14653 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES. Palestra - Osório Gatto ABNT Parte 1-14653 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Seminário IBAPE 12/06/2015 Palestra - Osório Gatto ABNT Parte 1-14653 Estrutura apresentação Histórico e principais propostas no novo texto normativo Novos Conceitos

Leia mais

PREÂMBULO TOV colaboradores, Compliance Outubro/2010

PREÂMBULO TOV colaboradores, Compliance Outubro/2010 PREÂMBULO A TOV, ciente da importância da ética nas relações profissionais nas comunidades onde atua e dos benefícios advindos do comprometimento e execução de diretrizes de conduta ética, divulga a todos

Leia mais

REGIMENTO DE USO DOS ESPAÇOS E PATRIMÔNIO DA FUNARTE MINAS GERAIS

REGIMENTO DE USO DOS ESPAÇOS E PATRIMÔNIO DA FUNARTE MINAS GERAIS REGIMENTO DE USO DOS ESPAÇOS E PATRIMÔNIO DA FUNARTE MINAS GERAIS 1) O presente regimento tem por finalidade uniformizar os procedimentos relativos à utilização das áreas e dependências da Funarte Minas

Leia mais

MANUAL DO EXPOSITOR FENICAFÉ

MANUAL DO EXPOSITOR FENICAFÉ Sejam bem-vindos à 21ª edição da FENICAFÉ Feira de Nacional de Irrigação em Cafeicultura da ACA Associação dos Cafeicultores de Araguari, evento que todos os anos movimenta a cadeia produtiva do agronegócio

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado

Leia mais

Manual do Montadora. Edmundo Doubrawa Joinville SC. www.expogestao.com.br

Manual do Montadora. Edmundo Doubrawa Joinville SC. www.expogestao.com.br Manual do Montadora Edmundo Doubrawa Joinville SC www.expogestao.com.br 5 NORMAS DE MONTAGEM CHECK LIST MONTAGEM 1- Entregar Termo de Responsabilidade ORIGINAL assinado pelo expositor e pelo responsável

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARTES VISUAIS PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES NO CENTRO CULTURAL BOULEVARD LONDRINA SHOPPING

EDITAL DE SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARTES VISUAIS PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES NO CENTRO CULTURAL BOULEVARD LONDRINA SHOPPING 1 EDITAL DE SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARTES VISUAIS PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES NO CENTRO CULTURAL BOULEVARD LONDRINA SHOPPING Regulamento editado pelo Boulevard Londrina Shopping, inscrito sob CNPJ 09.191.802/0002-81,

Leia mais

Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre

Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre Secretaria Municipal de Educação Prefeitura de Porto Alegre Novembro de 2003 Recomendável para pais, diretores de escolas/instituições

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS Página 1 ÍNDICE CAPÍTULO 1 -DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS... 3 CAPÍTULO 2 - DA DESTINAÇÃO DOS LABORATÓRIOS... 3 CAPÍTULO 3 - DAS ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS... 5 CAPÍTULO 4 - UTILIZAÇÃO

Leia mais

Meia Maratona Estrada Real 2014 e prova de 10Km

Meia Maratona Estrada Real 2014 e prova de 10Km Meia Maratona Estrada Real 2014 e prova de 10Km *O presente regulamento está sujeito a possíveis modificações conforme o procedimento previsto no mesmo. Artigo 1 - O Evento A Meia Maratona Estrada Real

Leia mais

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PÁRA PROTOCOLAR PROJETOS DE PESQUISA NO COMITÊ DE ÉTICA

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PÁRA PROTOCOLAR PROJETOS DE PESQUISA NO COMITÊ DE ÉTICA - SOMENTE PODERÃO SER SUBMETIDOS PARA ANÁLISE DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA, PROJETOS QUE NÃO INICIARAM COLETA DE DADOS; - PROJETOS JÁ CONCLUÍDOS NÃO SERÃO ANALISADOS. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PÁRA PROTOCOLAR

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

REGULAMENTO CENTRO DE EVENTOS FIERGS ÁREA EXTERNA

REGULAMENTO CENTRO DE EVENTOS FIERGS ÁREA EXTERNA ÁREAS EXTERNAS A Sede do Sistema FIERGS conta com uma grande área de estacionamento, utilizada, também, para atividades paralelas, com o intuito de ampliação dos eventos existentes e de eventos independentes.

Leia mais

ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS REGRAS 2016 Ensino Fundamental e Ensino Médio

ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS REGRAS 2016 Ensino Fundamental e Ensino Médio ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS REGRAS 2016 Ensino Fundamental e Ensino Médio O Manual de Orientações Pedagógicas visa fornecer informações importantes sobre a organização, estrutura e programação das séries,

Leia mais

Manual do Fornecedor. Novembro 2012 Rio de Janeiro

Manual do Fornecedor. Novembro 2012 Rio de Janeiro Manual do Fornecedor Novembro 2012 Rio de Janeiro Caro parceiro, O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 trabalha para entregar Jogos excelentes, com celebrações memoráveis que

Leia mais

NORMA TÉCNICA PARA FUNCIONAMENTO DE EMPRESAS DE DESINSETIZAÇÃO E DESRATIZAÇÃO

NORMA TÉCNICA PARA FUNCIONAMENTO DE EMPRESAS DE DESINSETIZAÇÃO E DESRATIZAÇÃO NORMA TÉCNICA PARA FUNCIONAMENTO DE EMPRESAS DE DESINSETIZAÇÃO E DESRATIZAÇÃO Portaria nº 0021/SES 04/01/1996 Dispõe sobre normas e técnicas para funcionamento de empresas de Desinsetização e Desratização.

Leia mais

Local: Pavilhão de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof (Pavilhão da Fenarreco), Rodovia Antonio Heil, 29 - Centro, Brusque/SC

Local: Pavilhão de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof (Pavilhão da Fenarreco), Rodovia Antonio Heil, 29 - Centro, Brusque/SC REGULAMENTO GERAL DA FEIRA 1 - INTRODUÇÃO As normas que regem a organização, montagem, funcionamento e desmontagem da FECATEX 2017 - Home & Fashion - Primavera Verão 2018- Feira Têxtil de Santa Catarina,

Leia mais

Analise as Normas Regulamentadoras abaixo e apresente parecer sucinto comparando atendimento de cada item pela empresa.

Analise as Normas Regulamentadoras abaixo e apresente parecer sucinto comparando atendimento de cada item pela empresa. Analise as Normas Regulamentadoras abaixo e apresente parecer sucinto comparando atendimento de cada item pela empresa. NR 01 - Disposições Gerais Descrever alguns tópicos do que cabe ao empregador. Verificar

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Santa Maria Secretaria Geral de Governo DECRETO EXECUTIVO Nº159 DE 07 DE JULHO DE 2006

Estado do Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Santa Maria Secretaria Geral de Governo DECRETO EXECUTIVO Nº159 DE 07 DE JULHO DE 2006 DECRETO EXECUTIVO Nº159 DE 07 DE JULHO DE 2006 Estabelece Normas para o Requerimento de Licença Temporária para Realização de Eventos em geral, no Município de Santa Maria e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

Política Anticorrupção

Política Anticorrupção Soluções que impulsionam e valorizam sua empresa. Política Anticorrupção Ano fiscal 2016 Política Anticorrupção Objetivo Definir procedimentos para assegurar que todos os colaboradores, funcionários, sócios

Leia mais

MANUAL DO CLIENTE. Av. Conselheiro Aguiar, nº 4635, salas 407/408, Boa Viagem, Recife/PE 81-3325.0725 81-8639.0762

MANUAL DO CLIENTE. Av. Conselheiro Aguiar, nº 4635, salas 407/408, Boa Viagem, Recife/PE 81-3325.0725 81-8639.0762 MANUAL DO CLIENTE Av. Conselheiro Aguiar, nº 4635, salas 407/408, Boa Viagem, Recife/PE 81-3325.0725 81-8639.0762 www.hvrcontabil.com.br contato@hvrcontabil.com.br INTRODUÇÃO Este manual tem como finalidade

Leia mais

confinados, sala de máquinas, berços pátios de estocagem, pátios de armazenamento, galpões, áreas externas, sistemas de esgoto.

confinados, sala de máquinas, berços pátios de estocagem, pátios de armazenamento, galpões, áreas externas, sistemas de esgoto. TERMO DE REFERÊNCIA OBJETIVANDO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS A SER EXECUTADO NO MUSEU DO AMANHÃ. JUSTIFICATIVA O Museu do Amanhã será

Leia mais

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15 ética Programa de Integridade 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Última atualização em: Circular Bancoob Página: 1/15 Índice Título 1: Apresentação... 3 Título 2: Risco da prática de atos lesivos contra

Leia mais

Aprovação Francisco Ferreira Cabral (Presidente do Conselho Administrativo do SENAR-AR/RO)

Aprovação Francisco Ferreira Cabral (Presidente do Conselho Administrativo do SENAR-AR/RO) 1 / 10 I. OBJETIVO: Padronizar os procedimentos operacionais referentes prestação de serviços educacionais prestados pelo educador durante a véspera, início, durante e no encerramento da ação/atividade

Leia mais

MEDIDAS DE CONTROLE COM NORMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CONTRATADAS QUE PRESTAM SERVIÇOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA.

MEDIDAS DE CONTROLE COM NORMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CONTRATADAS QUE PRESTAM SERVIÇOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. MEDIDAS DE CONTROLE COM NORMAS DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CONTRATADAS QUE PRESTAM SERVIÇOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. CLAUSULA PRIMEIRA: OBJETIVO. 1.1. Estabelecer diretrizes de

Leia mais

FACÇÃO TECIDO PLANO. 1 - Introdução. 2- Mercado

FACÇÃO TECIDO PLANO. 1 - Introdução. 2- Mercado FACÇÃO TECIDO PLANO 1 - Introdução Nesta apresentação o empreendedor encontra indicações dos conhecimentos que aumentam e melhoram suas chances de sucesso, desde a identificação da oportunidade, riscos

Leia mais

Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor.

Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor. Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor. acompanhado dos cartões de embarque originais utilizados; f) A FAPERJ não aceitará o pagamento

Leia mais

Regulamento do Grupo Folclórico Polônia. I Manter e promover o folclore polonês em suas mais diversas manifestações, especialmente a dança e o canto.

Regulamento do Grupo Folclórico Polônia. I Manter e promover o folclore polonês em suas mais diversas manifestações, especialmente a dança e o canto. Regulamento do Grupo Folclórico Polônia Art. 1º - O Grupo Folclórico Polônia tem como objetivos: I Manter e promover o folclore polonês em suas mais diversas manifestações, especialmente a dança e o canto.

Leia mais

Gestão de Eventos AULA 7. Temas: Captação de Patrocínios

Gestão de Eventos AULA 7. Temas: Captação de Patrocínios Gestão de Eventos AULA 7 Temas: Captação de Patrocínios Captação de Patrocínios Patrocínio é quando uma empresa investe em algo, esperando um retorno positivo, principalmente, para a sua imagem. Para solicitar

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA PEDRO ROGÉRIO GARCIA- FATTEP FUNDAÇÃO ADOLPHO BÓSIO DE EDUCAÇÃO NO TRANSPORTE-FABET EDICLÉIA KARINE MANTHEI

FACULDADE DE TECNOLOGIA PEDRO ROGÉRIO GARCIA- FATTEP FUNDAÇÃO ADOLPHO BÓSIO DE EDUCAÇÃO NO TRANSPORTE-FABET EDICLÉIA KARINE MANTHEI 0 FACULDADE DE TECNOLOGIA PEDRO ROGÉRIO GARCIA- FATTEP FUNDAÇÃO ADOLPHO BÓSIO DE EDUCAÇÃO NO TRANSPORTE-FABET EDICLÉIA KARINE MANTHEI EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Concórdia- SC 2014 1 EDICLÉIA KARINE

Leia mais

Introdução: Boas Práticas

Introdução: Boas Práticas Introdução: O presente Guia, elaborado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas ABEP tem por objetivo apresentar e orientar os profissionais responsáveis pela realização de pesquisas de mercado

Leia mais

Informações gerais. Telefones para contato: Comercial: 34 3292 8840 ou 34 8412 4502 Administração: 34 3292 8800 Comunicação: 34 3292 8818 ou 9976 1207

Informações gerais. Telefones para contato: Comercial: 34 3292 8840 ou 34 8412 4502 Administração: 34 3292 8800 Comunicação: 34 3292 8818 ou 9976 1207 Manual do Expositor Informações gerais Dada da feira: A 5ª Femec Feira do Agronegócio do Estado de Minas Gerais será realizada de 29 de março a 1º de abril de 2016, das 08 às 20 horas, no Parque de Exposições

Leia mais

GRUPO 3 - MÃO-DE-OBRA / RECURSOS HUMANOS / UTI MÓVEL

GRUPO 3 - MÃO-DE-OBRA / RECURSOS HUMANOS / UTI MÓVEL GRUPO 3 - MÃO-DE-OBRA / RECURSOS HUMANOS / UTI MÓVEL Ordem Prestação de serviços Especificações /dia Estimada Vlr. Unit Vlr. Total 15 Assessor de Imprensa Profissional com formação em jornalismo ou relações

Leia mais