EXCELÊNCIA EM TURISMO Aprendendo com as Melhores Experiências Internacionais Viagem Técnica ÁFRICA DO SUL

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1 EXCELÊNCIA EM TURISMO Aprendend cm as Melhres Experiências Internacinais 2006 Viagem Técnica ÁFRICA DO SUL Ecturism e Turism de Aventura 23 de junh a 01 de julh de 2006 RELATÓRIO FINAL

2 MINISTÉRIO DO TURISMO Walfrid ds Mares Guia, Ministr de Estad Embratur Institut Brasileir de Turism Jeanine Pires, Presidente Diretria de Turism de Lazer e Incentiv Rnnie Schreder, Diretr Gerência de Segmentaçã e Prduts Vitr Iglezias Cid, Gerente Célia Brges Hlanda Enric Antinr SEBRAE NACIONAL Serviç Brasileir de Api às Micr e Pequenas Empresas Paul Tarcis Okamtt, Presidente Diretria de Administraçã e Finanças Cezar Acsta Rech, Diretr Diretria Técnica Luiz Carls Barbza, Diretr Gerência da Unidade de Atendiment Cletiv, Cmérci e Serviçs Vinícius Lages, Gerente Dival Schmidt Ilma Ordine Lpes Germana Barrs Magalhães Valéria Barrs Equipe de gestã d prjet Institut Marca Brasil IMB Daniela Bitencurt, Diretra Alice Sut Mair BRAZTOA Assciaçã Brasileira das Operadras de Turism Jsé Zuquim, Presidente Mnica Samia, Diretra Executiva Karem Basult, Crdenadra d Prjet Daniela Sarment Lilian La Luna Priscila Nunes Cnsultra Viagem Técnica ÁFRICA DO SUL Danielle Gvas Nvis Cnsultres Benchmarking Eduard Fayet Luciane Camiltti 2

3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DO PROJETO EXCELÊNCIA EM TURISMO... 4 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL... 6 MAPA DE PARTICIPANTES DA VIAGEM TÉCNICA...7 PARTICIPANTES DA VIAGEM TÉCNICA... 8 ROTEIRO INFORMAÇÕES GERAIS DA ÁFRICA DO SUL Turism na África d Sul Ecturism e Turism de Aventura na África d Sul REUNIÕES E EQUIPAMENTOS VISITADOS NA ÁFRICA DO SUL MELHORES E BOAS PRÁTICAS OBSERVADAS REFERÊNCIAS

4 APRESENTAÇÃO DO PROJETO EXCELÊNCIA EM TURISMO Aprendend cm as melhres experiências internacinais O prjet Excelência em Turism aprendend cm as melhres experiências internacinais fi idealizad em 2005 e cntu cm a parceria d Ministéri d Turism, pr mei d Institut Brasileir de Turism Embratur e d Serviç Brasileir de Api às Micr e Pequenas Empresas Sebrae, tend a Assciaçã Brasileira das Operadras de Turism Brazta cm executra d prjet e Institut Marca Brasil IMB, cm api à gestã. A primeira ediçã d prjet fi, d pnt de vista institucinal, um marc na história d turism brasileir. Setenta peradres lcais, ds mais diverss pnts d País, participaram das viagens técnicas realizadas para Csta Rica, Peru, Méxic, Nva Zelândia, Espanha e Argentina, sempre bservand em cada um desses destins práticas de excelência na peraçã de ecturism, turism cultural, turism de aventura u de turism de pesca esprtiva e de mergulh. Cada um desses peradres, cm a multiplicaçã realizada nas suas respectivas lcalidades, atingiu utrs atres da cadeia prdutiva d turism. Assim, estima-se que prjet favreceu n mínim empresáris e prfissinais em geral ds váris segments d setr, a partir da previsã de que cada peradr participante das viagens capacita, n mínim, utrs 50 prfissinais. Dessa frma, s bjetivs d Prjet Excelência em Turism estã cntextualizads dentr das plíticas públicas mais amplas, u seja, dinamizar a expressiva ecnmia de serviçs que é turism, de frma a gerar renda, psts de trabalh, divisas e cntribuir de maneira decisiva na preservaçã e explraçã sustentável ds patrimônis naturais e culturais d Brasil. Para tant, é imperativ que s destins selecinads sejam referência pela elevada qualidade e excelência ns mais diverss aspects que cmpõem prdut turístic, que s trnam cmpetitivs n mercad extern. Sã s mesms quesits que permitem que eles sejam atraentes a mercad intern, levand também s brasileirs a cnsumi-ls cm mair freqüência. A partir, entã, d sucess d Prjet Excelência em Turism em 2005, está lançada a segunda ediçã, cm melhrias e invações n prjet, de frma a alcançar resultads efetivs para aument da qualidade ds prduts e serviçs turístics, atendend às exigências de turistas internacinais, e para a crescente cmpetitividade ds prduts brasileirs frente a mercad internacinal. Públic-alv Prestadres de serviçs e empresáris d setr turístic, principalmente agentes receptivs lcais e meis de hspedagem de pequen prte, das regiões e ds rteirs turístics mapeads pel Prgrama de Reginalizaçã d Turism Rteirs d Brasil. Objetiv geral Identificar e bservar, em destins internacinalmente recnhecids, práticas de excelência ns segments de ecturism, turism de aventura, de sl e praia, events e entreteniment, events culturais e esprtivs, pssibilitand que utrs destins turístics cm vcações semelhantes tenham cm referência as estratégias e s mdels levantads e pssam adaptá-ls a sua cultura e as suas peculiaridades, cm vistas a uma mudança que leve desenvlviment da atividade turística n País a melhres resultads. 4

5 Pr mei da rganizaçã de quatr viagens técnicas, prjet fca na Observaçã da peraçã e da estratégia de desenvlviment de prduts turístics ns segments-tema, que sã hje referências mundiais. Enfca também aprendizad e fment à implementaçã das bas práticas bservadas, visand aprendizad pels participantes e cnseqüente aprimrament ds serviçs, da qualidade e da cmpetitividade ds prduts turístics brasileirs. N cas desse relatóri, destin em questã fi a África d Sul. 5

6 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Ministéri d Turism Tem cm missã desenvlver turism cm uma atividade ecnômica sustentável, cm papel relevante na geraçã de empregs e divisas, prprcinand a inclusã scial. O Ministéri d Turism inva na cnduçã de plíticas públicas cm um mdel de gestã descentralizad, rientad pel pensament estratégic. Papel n prjet Instituidr Prpôs prjet e acmpanha s resultads Serviç Brasileir de Api às Micr e Pequenas Empresas (SEBRAE Nacinal) Trabalha pel desenvlviment sustentável das empresas de micr e pequen prte, prmvend curss de capacitaçã, facilitand acess a serviçs financeirs, estimuland a cperaçã entre as empresas, rganizand feiras e rdadas de negócis e incentivand desenvlviment de atividades que cntribuam para a geraçã de empreg e renda. Papel n prjet Instituidr Prpôs prjet e acmpanha s resultads Assciaçã Brasileira das Operadras de Turism (BRAZTOA) É uma sciedade civil, sem fins lucrativs, fundada em Sua finalidade é: Prmver a valrizaçã das atividades desenvlvidas pr seus assciads, n País e n exterir; Prmver ações que aprximem seus assciads das agências de viagens e ds demais segments d setr turístic; Prmver aperfeiçament das relações cmerciais entre seus assciads e empresas de transprte aére, htéis e demais frnecedres; Aprximar s assciads de entidades cngêneres nacinais u internacinais, pdend participar também de suas ações prmcinais; Prmver pesquisas, capacitaçã e ensin, visand desenvlviment institucinal; Prmver, pr mei de prjets e parcerias, a divulgaçã de infrmações, atividades e utras demandas de interesse da entidade e de seus assciads em qualquer mei falad, escrit, eletrônic u virtual, prcedend-se s eventuais registrs ns órgãs cmpetentes, se necessári. Papel n prjet Executra Executa as ações previstas n prjet Institut Marca Brasil (IMB) Realiza articulaçã entre as entidades parceiras, acmpanha tecnicamente a execuçã e mnitra resultads. Papel n prjet Api à gestã técnica 6

7 MAPA DOS PARTICIPANTES DA VIAGEM TÉCNICA 7

8 PARTICIPANTES DA VIAGEM TÉCNICA EMPRESAS Empresa Participante Destin de Operaçã ALAYA EXPEDIÇÕES Receptiv lcal ALTERNATIVAS ECOTURISMO Receptiv lcal e Mei de hspedagem BAHIA ADVENTURE PASSEIOS E TRILHAS Receptiv lcal CAVELAND Receptiv lcal CLIP ECOTURISMO E AVENTURA Receptiv reginal EXPEDIÇÃO MANDACARU Receptiv lcal HOTEL CACHOEIRA Mei de hspedagem HOTEL FAZENDA BAÍA DAS PEDRAS Mei de hspedagem JERI OFF ROAD Receptiv lcal POUSADA AGUAPÉ Mei de hspedagem SG TURISMO Receptiv lcal e nacinal TERRA NOVA TURISMO Receptiv lcal e nacinal TRAVEL IN TURISMO Receptiv lcal Cntat Vivian da Cunha Brtas - SP Jsé Ferreira de Lima (Sassá) Albert Leal Dias Net Alt Paraís - GO Csta d Sauípe - BA r.br Giselle Piã Eldrad - SP Lara Prtela Araúj Parnaíba - PI m.cm.br Rberta Rdrigues Tibau d Sul - RN Maria Lúcia N. de Santa Rita Pllianna Thmé Itatiaia - RJ Camp Grande - MS Paula M. Salles Jericacra - CE Jana Tatni C. Aquidauana - Muran MS Simne Splidr Gmes Uberlândia - MG r m.br br Rberta Brghesi Lndrina - PR Francisc Carls Suza Rcha Belém - PA 8

9 TROPA SERRANA Receptiv lcal e Mei de hspedagem HOTEL D ALL ONDER Mei de hspedagem Túli Marques Lpes Filh Tarcísi Micheln Nva Lima - MG Bent Gnçalves - RS cm.br EQUIPE TÉCNICA Entidade Participante Lcalidade Cntat MINISTÉRIO DO TURISMO Tânia Brizlla Brasília - DF br EMBRATUR Lara Franc Brasília - DF SEBRAE NACIONAL Vinícius Lages Brasília - DF br SEBRAE CEARÁ Sérgi Alcântara Frtaleza - CE IBAMA Valmir Ortega Brasília - DF r BRAZTOA Karem Basult Sã Paul - SP INSTITUTO MARCA BRASIL - IMB ABETA Assciaçã Brasileira de Turism de Aventura Cnsultra Nacinal Daniela Bittencurt Prt Alegre - RS rasil.rg.br Felipe Aragã Frtaleza - CE Danielle Gvas Nvis Maceió - AL k21.cm.br Cnsultra de Luciane Camiltti Flrianóplis - Benchmarking SC Cinegrafista Marcel Krn Sã Paul - SP 9

10 ROTEIRO Data Lcal Hrári Atividades 23/06 Sã Paul / Jhannesburg 09h00 12h00 Reuniã de Pactualizaçã apresentaçã d prjet Apresentaçã ds empresáris e representantes de instituições Cntextualizaçã d destin e rteir Treinament de benchmarking Apresentaçã ds questináris 24/06 Jhannesburg / Cape Twn 13h00 17h00 07h00 10h00 12h10 13h45 15h00 16h30 20h00 Almç Traslad aerprt Embarque pela Suth Africa Airlines Chegada a aerprt de Jhannesburg Vô SA 323 para Cape Twn Chegada a Cape Twn Almç a Waterfrnt restaurante Hildebrand Tur panrâmic Cquetel de bas-vindas n Signal Hill Jantar n Htel Capetnian 21h00 25/06 Cape Twn 8h00 9h00 11h30 12h30 14h00 15h00 19h00 21h00 Reuniã d grup Partida d Htel Capetnian Chegada às Dunas de Atlantis demnstraçã de sandbarding Partida das Dunas e parada para bservaçã de peraçã de paraquedism Almç n restaurante Blue Peter Retrn a Cape Twn para visita a Parque Nacinal Table Muntain Descida Table Muntain 03 hras de peraçã Retrn a htel Jantar n htel 26/06 Cape Twn / Stellenbsch 22h00 8h00 10h00 Reuniã d grup Partida para regiã de Stellenbsch (vinheds) Visita panrâmica de Stellenbsch 10

11 27/06 Cape Twn / Jhannesburg 28/06 Jhannesburg / Nelspruit 29/06 White River / Kruger Park / Reserva Kapama 11h00 12h00 16h00 20h00 7h00 9h00 10h00 21h00 7h20 8h15 11h00 17h00 19h00 21h00 22h00 04h30 15h00 17h00 Visita à pequena prpriedade vinícla de Muratie Visita à prpriedade de Zevenwacht Wine Estate degustaçã de vinhs, inspeçã da prpriedade (htel e SPA) e almç Cruzeir privad n Iate Tiger 2 Hut Bay Jantar n restaurante Temátic África Café Vô AS 306 para Jhannesburg Traslad para D Oreale Grand Htel (Emperrs) Iníci das cnferências 1. SATSA 2. Fair Trading 3. Cllin Bell 4. Departament de Turism Jantar n Aurelia s Restaurant Vô SA 8128 para Nelspruit Chegada à Nelspruit e visita a Prjet Escla Untamed Visita a Prjet Chimpanzee Éden Suth Africa (Institut Jane Gdall) almç e palestra cm prprietári visita a Umhlti Ldge Experiência cultural cm a Trib Shangana Traslad para Htel Pinelake Inn Jantar n htel Reuniã de grup Saída para safári n Kruger Park cm Untamed Safári Kruger Park Visita a Skukuza Restcamp Apresentaçã d Suth African Natinal Parks Jep Stevens Almç n Skukuza Saída para Kapama River Ldge Safári 4x4 na Reserva Kapama 21h00 Jantar típic BOMA 30/06 Kapama Reserve / 07h00 Safári ftgráfic a pé 11

12 Nelspruit / Jhannesburg 01/07 Jhannesburg / Sã Paul 08h30 12h00 17h15 22h00 23h00 06h00 10h20 Saída para visita à Rta Panrâmica (Gd s Windw, Three Rndavels) Tur de cmpras e almç em Pilgrim s Vô SA 8137 para Jhannesburg Traslad para Indaba Htel Jantar n htel Reuniã de grup Saída para aerprt Vô SA 205 para Sã Paul 12

13 INFORMAÇÕES GERAIS DA ÁFRICA DO SUL Turism na África d Sul A África d Sul tem a ambiçã de se trnar um destin de pnta n mercad glbal de turism. A estratégia adtada estabeleceu metas e bjetivs de cm turism vai se trnar a mair alavanca para desenvlviment e cresciment d País. As estratégias para ampliaçã d turism estabeleceram as esclhas feitas cm base em um entendiment ds mercads e ptenciais cnsumidres. Através de pesquisas realizadas, sabe-se direcinament desse marketing, u seja, qual mercad ptencial para a África d Sul. Nã basta simplesmente esclher e pririzar esses ptenciais mercads; além das estratégias de prmçã e marketing, se faz necessári garantir a qualidade ds prduts e serviçs que sã fertads pel destin. Figura 1. Metas e bjetivs da estratégia de cresciment turístic As ações priritárias d turism na África d Sul sã... Cresciment sustentável Geraçã sustentável de empreg Redistribuiçã e transfrmaçã... Através de seis bjetivs chaves... Aument d vlume de turistas Melhrar a distribuiçã gegráfica Aumentar gast ds turistas Melhrar s padrões de saznalidade Aumentar a taxa de permanência Prmver transfrmações...agind de maneira fcada para... Entender mercad Remver s bstáculs Esclher s segments mais atraentes Facilitar a platafrma d prdut Facilitar marketing d destin Mnitrar e aprender cm a experiência d turista 13

14 O plan estratégic que bjetiva desenvlver a África d Sul pr mei d Turism,tem cm seus dis pilares Prgrama de Cmpetitividade Glbal (PCG) e as estratégias de cresciment d Turism. Figura 2. Estratégias de cresciment turístic e Prgrama de Cmpetitividade Glbal Estratégia de cresciment d turism Esclha e entenda s cnsumidres d mercad-alv Recrutar Traga turista para cá Cnstrua a marca Estratégia de mercad Estratégia de distribuiçã Alavancar Repita e recmende Fidelize e mantenha relacinament cm cnsumidr Faça a prpaganda bca a bca Prgrama de Cmpetitividade Glbal Transferir a experiência Desenvlver prdut Transferir serviç Melhrar ambiente ds negócis O desafi n turism nã é simplesmente prduzir uma experiência fcada n desenvlviment de pactes e prduts planejads. Uma experiência em turism é feita da cmbinaçã cmplexa de múltiplas interações em um destin; interações que sã alcançadas pr uma diversidade de atres independentes, que vã desde pessas cmuns as diferentes els que cmpõem a cadeia prdutiva d turism. Prtant, uma estratégia integrada de turism funcina cm um time esprtiv nde s jgadres e tds s sul-africans têm desafi de agir rquestradamente, de frma harmnisa: s peradres de turism, s que prmvem destin, s que vendem prdut seja n atacad u n varej, s empresáris, s que administram e regulam a atividade, u seja, pder públic, a iniciativa privada e a cmunidade. O Prgrama de Cmpetitividade Glbal tem cm bjetiv as seguintes realizações: 1. Avaliar cm a África d Sul está se psicinand em relaçã a utrs destins; 2. Analisar, mediante prfundas reflexões, se desempenh d destin está ind bem e recnhecer s seus pnts fracs; Desenvlver uma pstura de crrigir s pnts fracs, criarem nvs pnts frtes A cmpetitividade depende das esclhas e ações ds múltipls atres envlvids 14

15 ns prcesss d Prgrama de Cmpetitividade Glbal; têm que ir além das experiências que se deve passar para atender às necessidades ds cnsumidres. A necessidade de se criar tal prgrama se faz para que a indústria d turism trabalhe de frma mais sinérgica, fazend realmente a cisa acntecer. As esclhas estratégicas das empresas e as reflexões feitas devem melhrar nível ds serviçs prestads, preencherem as lacunas existentes ns prduts turístics de frma que destin pssa cmpetir de frma mais eficiente e eficaz cm mercad dméstic e internacinal. Turism é pr definiçã um serviç de trca; diferentemente de utrs serviçs, cnsumidr (turista) é levad para lcal d serviç (destin), a cntrári ds demais tips de serviçs, que em geral que sã levads as cnsumidres. A habilidade d turism em cntribuir significativamente cm bjetiv nacinal de aumentar riqueza e gerar prsperidade (nível de empreg x aument de renda da ppulaçã), depende da extensã na qual a indústria d turism cntinua a crescer e aumentar a sua participaçã n vlume ttal de receitas. E iss depende, em parte, da capacidade de invaçã e aument da cmpetitividade em relaçã as mercads cncrrentes. N entant, desafi de criar e manter empregs se trna respnsabilidade das empresas, nde as esclhas sã feitas e estas levam à invaçã, a cresciment e á geraçã de empreg. A experiência glbal de cmpetitividade entre as nações, regiões e aglmerads ecnômics sugere que a capacidade de invaçã das empresas é influenciada pela qualidade d ambiente desses negócis, mais precisamente, cntext micrecnômic na qual a empresa pera. Teria da Cmpetitividade Prfessr Michael Prter 15

16 Prsperidade Cmpetitividade (prdutividade) Capacidade de invaçã Cndições micrecnômicas nas quais as empresas peram Pressões que frçam as empresas a mudarem sua maneira de agir para melhr Barreiras u impediments para mudar u invar Segund Michael Prter, aglmerads de cmpetitividade tendem a se caracterizar pela qualidade d ambiente micrecnômic, através de cinc dimensões chaves, chamad de diamante de Prter : 1. Fatres cntribuintes: a qualidade e sfisticaçã ds fatres ds insums sejam eles trabalh, capital, finanças, infra-estrutura, recurss naturais e recurss culturais; 2. Cndições de demanda: desenvlviment e sfisticaçã da demanda lcal que age cm um representante para a demanda que as empresas pdem esperar para servir n mercad de cmpetitividade glbal; 3. Estratégia, estrutura e rivalidade: fcand na estrutura e n funcinament ds mercads e n cntext cmpetitiv n qual a empresa pera; 4. Indústrias relacinadas u suprte: as indústrias que sã prvedras de insums especializads e prvidenciam cperações em área de treinament, pesquisa e desenvlviment e cmprtament cmpetitiv-cperativ; 5. Ambiente regulamentadr e institucinal: sã as regras d jg que s administradres d gvern criam e administram. A melhra da cmpetitividade de um cluster pde ser btida pr mei d esfrç cperativ e de liderança de alt nível. O prcess d Prgrama de Cmpetitividade Glbal prcuru entender que precisa ser melhrad na indústria d turism da África d Sul, incluind s clusters lcais. 16

17 O Cntext de Cmpetitividade Glbal d Turism na África d Sul De acrd cm a Organizaçã Mundial d Turism OMT, este é setr da ecnmia que mais gera divisas, quase 500 bilhões de dólares pr an, e empregs direts e indirets, envlvend cerca de 340 milhões de pessas. Em terms glbais, gera aprximadamente 35% da exprtaçã de serviçs e 8% da exprtaçã de mercadrias. Turism também é setr que mais rapidamente cresce na ecnmia mundial: de 25 milhões de chegadas em 1950 para 760 milhões em 2004, cm uma previsã 1,56 bilhões para À frente desse cresciment expnencial existem alguns fatres chaves: 1. Aument de renda ns mercads geradres d turism: América d Nrte, Eurpa e Japã; 2. Aument d temp livre para viajar; 3. Glbalizaçã que melhru s transprtes, acess à infrmaçã e as tecnlgias de cmunicaçã, que trnu at de viajar mais barat e acessível; Esses fatres criaram excelentes prtunidades para muits países, particularmente s em desenvlviment. Em 83% ds países d mund, turism está entre cinc das principais fntes de captaçã de meda estrangeira. Ns d Caribe, pr exempl, metade d PIB vem d turism. Para s gverns das nações em desenvlviment, cm n cas da África d Sul e d Brasil, turism é particularmente atraente pr ser uma atividade que abrange muits setres e estimula empreendedrism. Representa também um alt índice multiplicadr de empregs que cria cupaçã em um curt espaç de temp. Também fra da esfera d turism prpriamente dit, s empregs se multiplicam em indústrias de suprte tais cm serviçs financeirs, cnstruçã, segurs, transprtes, alimentaçã e bebidas, higiene e limpeza, infra-estrutura, artesanat, entre utrs. Turism também ferece prtunidade de trazer desenvlviment a áreas rurais permitind a utilizaçã sustentável d mei ambiente. Estabelece também relações culturais para desenvlviment de uma naçã, cntribuind para a criaçã de uma identidade glbal de um país, cm pr exempl, uma marca, a exempl d que vem fazend a África d Sul cm Prudly Suth African que busca nã smente fidelizar a identidade lcal d País, através de seus prduts e serviçs, bem cm resgatar e frtalecer a aut-estima da ppulaçã. Os padrões das viagens internacinais estã mudand: em 1950, 97% ds turistas fram para Eurpa u América d Nrte; em 1999, esse númer caiu para 75%. Recentemente, viagens para destins emergentes cm África d Sul, Brasil, Tailândia, Índia, Créia d Sul, Méxic e China têm atraíd um númer cada vez mair de visitantes. Estima-se que 88% ds turistas internacinais vêm de apenas 20 países d hemisféri nrte: 17 na Eurpa, EUA, Canadá e Japã. Dentre estes, cinc nações (EUA, Japã, Alemanha, França e Rein Unid) sã respnsáveis pr metade ds gasts cm turism. O turism internacinal e a sua demanda têm se mstrad frágeis e vulneráveis diante de acnteciments mundiais recentes, tais cm s atentads terrristas de 11 de setembr ns EUA, a pneumnia asiática, tsunami, as guerras n Oriente e ataques terrristas de uma frma geral, que têm cntribuíd também para alterar s padrões de viagem. Diante d cntext apresentad, estima-se que até 2020 crra a chegada de 77,3 milhões de visitantes na África; iss significa aprximadamente 5,5% de cresciment anual. Verifica-se que essa demanda será preenchida, em sua mair parte, pr viagens 17

18 internacinais entre países da própria África, embra turism internacinal prveniente de utrs cntinentes nã deixe de representar uma parcela desse cresciment. De uma frma geral, turism dméstic representa um vlume significativamente superir, entre quatr a cinc vezes mair d que de turism internacinal, e ele pde ser caracterizad cm a espinha drsal d setr e mair impulsinadr das invações e cmpetitividade. A cmbinaçã de mudanças ns padrões de cnsum e ds events glbais estabeleceu certas mdificações que incluem: Mair númer de viagens dmésticas (curta e média distância) pr fatres cm segurança, aument d cust cmbustível etc.; Aument das viagens independentes e decréscim d turism rganizad (custmizaçã ds serviçs ferecids); Reservas tardias e um planejament mais pessal para as viagens; Cresciment de empresas áreas de baix cust; O aument da maturidade ds turistas que agra prcuram viagens diferenciadas e segmentadas (ecturism, turism de aventura, turism cultural, entre utrs). Certs segments de mercad sã esclhids pr decisões estratégicas de turistas cada vez mais experientes que prcuram aprveitar melhr s seus recurss financeirs, de acrd cm interesses específics e dispnibilidade para viajar. 18

19 ÁFRICA DO SUL... O MUNDO EM UM PAÍS A África d Sul tem n turism uma prta aberta para futur. O País vai muit além ds estereótips. Desde islaments em htéis e ldges de lux, a ferta sfisticada de gastrnmia, atrativs na Cidade d Cab, sem sequer imaginar que existe uma Csta Selvagem capaz de atrair tants mchileirs, sem deixar de mencinar a real aventura de fazer um safári, estes sim, para tds s tips de turistas. Em suas nve prvíncias (Gauteng, Free State, Limpp, Mpumalanga, KwaZulu-Natal, Cab Leste, Cã Oeste, Cab Nrte e Cab Nreste) a África d Sul é uma explsã de cres, cultura, aventura e diversidade. O mercad-alv internacinal A África d Sul atrai viajantes experientes, frmadres de piniã, de mentalidade independente e glbalizada. Viajam para sair da rtina e para vivenciar nvas culturas. Viajar é essencial, pis faz cm que eles se trnem pessas mais interessantes. Esse é perfil d turista cm predispsiçã para cnhecer País. Fnte: Arquiv pessal ds participantes 19

20 Principais segments a serem trabalhads: 1. Next Stp Suth Africa : aqueles turistas experientes que já cnhecem ba parte d mund e andam em busca de nvs destins; 2. Wanderlusters: aqueles que têm cm uma de suas filsfias de vida, viajar e cnhecer mund, sã jvens e aventureirs. Características: Idade é a mair diferenciaçã; Ambs têm visã psitiva d destin e intençã de cnhecer; Viajam a exterir regularmente e têm várias pções de esclha (destins); O grande desafi é fazer cm que entre tants utrs destins esclha-se a África d Sul. Na África d Sul, mercad dméstic está dividid em três grandes segments: 1. Mercad Estabelecid sul-africans que já têm hábit de viajar pel País e cm cnheciment ds prduts e serviçs ferecids; 2. Mercad nã Explrad sul-africans de baixa renda que viajam puc e nã têm hábit de turistar ; 3. Mercad Emergente sul-africans que viajam, mas ainda nã têm uma frte cultura de viajar nas férias; viajam cada vez mais e precisam de mtivaçã e infrmaçã. Divisã de mercad emergente que englba um puc mais de 6 milhões de pessas: MERCADO TAMANHO PERFIL Jvens em ascensã 5,1 milhões Idade entre 18 e 30 ans divertids, vibrantes em busca de nvs desafis e aventura; Famílias esfrçadas 0,4 milhã Idade entre 25 e 45 ans famílias que gstam de relaxar e se divertir cm amigs, e guardar bas lembranças; Casais ecnmicamente estáveis 0,8 milhã De 30 ans em diante prcuram férias que enriqueçam, inspirem e sejam inesquecíveis; Cm a África d Sul é divulgada internacinalmente (princípis): África d Sul é energétic, vibrante e pde prprcinar atitudes surpreendentes que pdem inspirar; Valres: autenticidade (simplicidade, cntat human real, sensações reais); Fusã (diversidade cultural e pnts de vistas diferentes, criatividade, a descberta d nv, diferentes e melhres maneiras de fazer acntecer); Hspitalidade (atitude psitiva e timista, desej de servir e de acreditar que tud é pssível, bem-receber, a genersidade, calr) Experiências únicas e inspiradras. 20

21 Os quatr pilares da marca nacinal d turism sul-african A esclha da África d Sul é vendida sb quatr pilares: FUSÃO E RITMO da diversidade cultural, scial e artística que acntece pel País; A REAL MARAVILHA das magníficas paisagens que frmam País; 21

22 O INCRÍVEL IMPACTO SENSORIAL de encntrs entre s lcais, as pessas e s animais selvagens; A LIBERDADE E O HUMANISMO das pessas em relaçã a seu País, sua história e seu futur; A África d Sul é destin Das descbertas; 2. D lux acessível; 3. Das vibrações urbanas; 4. Da aventura. 22

23 Cm quem a África d Sul está cmpetind USA gast de US$ /turista 7 turistas/1 empreg diret 2. Brasil gast de US$ 1.419/turista 2 turistas/1 empreg diret 52,6% de viagens de lazer 3. África d Sul $ 7.664/turista 12 turistas/1 empreg diret -39,8% viagens de lazer 4. Kenya gast US$1.261/turista 5 turistas/1 empreg diret 73,2% viagens de lazer 5. Tailândia gast $ 5.448/turista 8 turistas/1 empreg diret 88,7% viagens de lazer Cmpetitividade Glbal (cmpetitividade prsperidade capacidade de invaçã): Invaçã ns prduts e na peraçã ds negócis; Entender as necessidades e desejs d turista; Habilidade para trabalhar em rede, cmpartilhand infrmações e clabrand; Capacitaçã e qualificaçã; Direcinament d cresciment; Nvs prduts send desenvlvids de acrd cm as necessidades e desejs d mercad-alv; Disseminaçã e cmpartilhament das infrmações, encrajament e api as negócis da indústria d turism, participaçã das micr e pequenas empresas, geraçã de empregs; Prmver a elevaçã d nível e qualidade ds serviçs. Quais s fatres que influenciam a esclha de um destin: 1. Relaçã cust-benefíci d dinheir investid; 2. Segurança; 3. Hspitalidade e pssibilidade de interagir cm a ppulaçã lcal; 4. Uma experiência de viagem autêntica; 5. Pssibilidade de descans e relaxament; 23

24 6. Facilidade de lcmçã; 7. Oferece uma experiência histórica e cultural; 8. Destin para qualquer épca d an (a África d Sul pssui ba pntuaçã); 9. Oferece diversidade de vida selvagem (a África d Sul pssui ba pntuaçã); Que tip de destin s turistas estã buscand? 1. Memrável; 2. Calrs/hspitaleir; 3. Divertid; 4. Enriquecedr (para a experiência); 5. Relaxante; 6. De tirar fôleg; 7. Únic; 8. De aventura; 9. Desafiante; 10. Largamente cnhecid; Reflexões: A cmpetitividade em lng praz se traduz na quantidade de invações ds destins e prduts turístics. Nã é smente que se faz, mas cm se faz: 1. Entender as necessidades e desejs ds turistas pr mei de pesquisas sbre mercad dméstic e internacinal. Iss pssibilita preenchiment de lacunas e a identificaçã de prtunidades. Os nvs prduts e fertas devem necessariamente atender esses desejs d mercad-alv; 2. Habilidade de trabalhar sinergicamente e cmpartilhar infrmações. Assciações de turism, gvern e autridades lcais devem atuar em parceria, pis a indústria d turism precisa trabalhar cm um time para se trnar glbalmente cmpetitiva; além de encrajar desenvlviment de negócis n entrn d turism e serviçs crrelats à atividade, é precis estimular tds s els de sua cadeia prdutiva; 3. A qualidade ds serviçs que sã fertads é sempre um fatr que gera cresciment. Uma ba prpaganda bca a bca é a mais pdersa fnte de divulgaçã que um destin pde ter. Send assim, a respnsabilidade de qualificar e treinar deve ser abraçada pr tda a indústria d turism. 24

25 Ecturism e Turism de Aventura na África d Sul Ecturism A África d Sul sempre fi cnhecida pel seu céu azul e praias enslaradas, assim cm também pr sua fantástica diversidade de vida selvagem. Ns últims ans, entretant, apesar de s turistas ainda virem a este País em busca de sl e áreas de bservaçã de grandes animais selvagens, existe um mviment crescente em direçã a que passu a ser cnhecid cm ecturism. Este fenômen nã é bservad apenas na África d Sul, mas é uma tendência glbal. Na África, certamente ecturism nã é uma nvidade. N decrrer d sécul XIX, váris recnhecids naturalistas eurpeus fizeram safáris pels países, identificand animais e plantas e dand a eles nmes científics. A mesm temp, famss caçadres se aventuraram e desbravaram leste e sul da África, cnhecend seu interir e reveland a incrível variedade de animais e vida selvagem. Mais tarde, n sécul XX, s safáris, embra mais sfisticads, tinham mesm bjetiv, tant para naturalistas quant para caçadres. Uma cisa é certa: seja caçand brbletas u seguind grandes manadas de elefantes, estas pessas desenvlveram uma paixã pela África, pr sua vida selvagem e enrmes áreas de natureza intcada, que serviu de base sólida para desenvlviment da indústria d ecturism que existe hje em dia. Apesar de cnceit de ecturism nã ser recente, term usad para definir este tip de turism é relativamente nv. Existem várias definições para ecturism e seu cnceit. Mas talvez a mais cmpleta fi a criada pela sciedade de ecturism cm base ns Estads Unids, que diz: Viagem cm prpósit de visitar áreas naturais, entender a cultura e história natural desses ambientes, cm cuidad de em nada alterar ecssistema lcal e a mesm temp prduzir prtunidades ecnômicas que tragam a cnservaçã desses recurss naturais e benefícis para a ppulaçã lcal. Esta definiçã cabe perfeitamente n mdel african de ecturism, nde se dá atençã à necessidade de cnservaçã d ambiente natural e cultural, criand-se um quadr de desenvlviment sustentável, particularmente para a ppulaçã lcal. Tud iss cm as vantagens de uma sfisticada infra-estrutura de transprte para levar s ecturistas a destin esclhid, um desenvlvid sistema bancári e financeir que facilita as turistas acess a meda lcal e bureaux de change, pções de hspedagem que vã de grandes e luxuss htéis de nível internacinal a pequenas pusadas ( bed and breakfast ) familiares u cabanas nas trilhas de caminhadas. N item restaurante, também é grande a variedade ds que ferecem czinha csmplita cm gurmets de renme, as take away u packed lunch para serem cnsumids nas trilhas u safáris. Quant a ljas pdems citar ric mercad de jóias de ur, diamante e pedras precisas, artesanat prduzid nas pequenas vilas, entre utras pções. Os Parques Nacinais Cm tud na África d Sul, s váris parques nacinais ferecem desde luxus Parque Nacinal Tsitikamma, fams pr suas árvres e pel verde abundante, até Parque Nacinal Kruger, nde a vegetaçã cria habitat perfeit para manadas de elefantes. O Parque Nacinal Kruger é, sem dúvida, mais fams de tds s parques 25

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