Estudo do processo de comunicação, de construção e de uso da informação no contexto da Ciência da Informação

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1 Estudo do processo de comunicação, de construção e de uso da informação no contexto da Ciência da Informação Andressa Mello Davanso Faculdade de Biblioteconomia Centro de Ciências Humanas Sociais Aplicadas Mariângela Pisoni Zanaga Gestão da Informação Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas Resumo: Estudo exploratório empregando a técnica de pesquisa bibliográfica que teve como objetivo analisar o modelo social de ciclo da informação do campo da Ciência da Informação, proposto por Le Coadic. A Ciência da Informação preocupa-se com os fluxos de informação que ocorrem não somente em bibliotecas, mas também nos mais diversos contextos organizacionais, sociais e individuais. O ciclo social da informação, baseado no esquema econômico clássico, é formado por: produção, comunicação e uso da informação. O processo de produção de informação consiste na apropriação através da atribuição de novos sentidos à informação, ou seja, a informação é uma construção influenciada por condições individuais. A comunicação da informação consiste em sua transferência de sistemas de informação disponíveis ao público a que se destina. Compreende o fluxo de passagem dos estoques de informação aos indivíduos. A partir de necessidades informacionais existentes, os indivíduos fazem uso da informação comunicada, produzindo novas informações que contribuem para mudança de suas estruturas mentais, o aperfeiçoamento da sociedade como um todo e a alimentação de sistemas de informação, aumentando o estoque de informação disponibilizado, visando sua comunicação e seu uso. Para a ciência da informação, este ciclo informacional se relaciona aos processos documentários de registro, de seleção e aquisição, de representação, de armazenamento, de disseminação que levam à assimilação da informação. Palavras-chave: ciclo da informação, ciência da informação, fluxo de informação. Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas Ciência da Informação. INTRODUÇÃO Informação e conhecimento são elementos essenciais para o convívio social do homem no meio em que vive. Porém, para que haja conhecimento a informação passa por um processo de comunicação, de construção e de uso, elementos estes que fazem parte do modelo social do ciclo da informação proposto por Le Coadic [1]. A informação é o objeto de estudo da Ciência da Informação que tem por sua vez várias definições que a conduzem a diferentes visões. De acordo com Le Coadic [1], a informação é um conhecimento registrado em forma escrita, oral ou audiovisual, em um suporte que comporta um elemento de sentido. O indivíduo ao assimilar determinada informação promove alterações em suas estruturas mentais podendo gerar um novo conhecimento. Assim o conhecimento, conforme De Sordi [2], é o novo saber, resultante de análises e reflexões de informação segundo os valores e o modelo mental daquele que o desenvolve, proporcionando melhor capacidade adaptativa às circunstâncias do mundo real. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO A Ciência da Informação é uma ciência interdisciplinar que surgiu procurando resolver o problema de produção, coleta, organização, armazenagem, recuperação, interpretação, transmissão, transformação e utilização da informação. Ela sofreu influências marcantes como a da Documentação que trouxe outras contribuições, como a revisão do conceito de documento. Com o novo conceito de documento, o campo de atuação da Ciência da Informação ultrapassou os limites do espaço de bibliotecas para novas práticas de organização e de serviços. Influenciada pelas tecnologias de informação e de comunicação, os sistemas de recuperação da informação tornam-se também um diferencial da nova área em desenvolvimento. Segundo Saracevic [3]: A ciência da informação é um campo dedicado à pesquisa científica e prática profissional relacionado aos problemas de efetiva comunicação do conhecimento e registros do conhecimento entre humanos nos contextos social, institucional e/ou individual do usos e das necessidades de informação. No tratamento destas questões são consideradas de

2 particular interesse as vantagens das modernas tecnologias informacionais Vista de outra forma, a Ciência da Informação preocupa-se com os fluxos de informação que ocorrem em variados contextos, não se limitando somente a bibliotecas, mas também nos mais diversos contextos organizacionais, sociais e individuais. No enfoque social, identifica-se com o estudo da comunicação da informação na sociedade, facilitando o processo de transferência da informação e assim contribuindo para a construção da cidadania [4]. De acordo com Garcia [5], o instituto de pesquisa Georgia Institute of Technology define,em 1962, a Ciência da Informação como: Ciência que investiga as propriedades e o comportamento da informação, as forças que regem seu fluxo e os meios de processar a informação para ótimo acesso e uso. O processo inclui a origem, disseminação, coleção, organização, estocagem recuperação, interpretação e uso da informação. Para outros autores como Smit e Barreto [6], a Ciência da Informação compreende um fluxo contínuo composto pelos fluxos: de entrada, onde a criação do autor se consolida em uma inscrição/registro da informação; fluxo interno dos sistemas de captação, seleção, armazenamento e recuperação da informação; fluxo de passagem da informação de seus estoques para a realidade onde habitam os receptores (Figura 2). Conclui-se então que a ciência da informação é uma área que procura resolver problemas de registro e de comunicação do conhecimento para a sociedade, estudando as propriedades, o comportamento e os fluxos da informação e os meios para seu processamento, com o objetivo de promover a sua utilização ao máximo. Para atingir seus objetivos, faz uso das tecnologias da informação nos processos de criação, coleta, organização, disseminação e uso da informação. FLUXO DA INFORMAÇÃO A Ciência da Informação tem como foco principal o estudo do fluxo da informação. O fluxo da informação forma o ciclo social da informação [1], que é composto por construção, comunicação e uso da informação (Figura 1). Portanto, a Ciência da Informação tem por objetivo analisar os processos de produção, comunicação e uso de informações e idealizar os sistemas que permitem seu armazenamento, sua comunicação e seu uso. Figura 1 O ciclo da informação. Fonte: LE COADIC [1]. Figura 2 Fluxo interno e os fluxos extremos da informação. Fonte: SMIT ; BARRETO [6]. O primeiro fluxo compreende a publicação ou a concretização do conhecimento adquirido pelo autor a- través do seu registro, transformando-o em informação, o que possibilita a sua passagem para o segundo fluxo, o interno (estoques), fazendo com que a informação esteja disponível para a realização do terceiro fluxo ou fluxo de passagem da informação dos estoques aos que dela necessitam. A busca pela informação é motivada por um problema a resolver ou um objetivo a atingir e decorre de um estado de conhecimento insuficiente ou inadequado. A informação é buscada para: 1- conhecer/aprofundar o conhecimento sobre algo; 2- a- gir/tomar decisões [1]. Instituições, serviços de informação e centros de documentação são os elementos formais colocados à disposição do público interessado em informações. Construção/Produção da Informação As atividades de pesquisa produzem conhecimento a fim de satisfazer as necessidades práticas e econômicas. Trata-se da construção de conhecimento. Os participantes da construção da informação constituem a comunidade científica, ou seja, os pesquisadores.

3 O processo de construção do conhecimento ocorre através da interação entre os sujeitos. Depende também da interação entre eles e o acervo simbólico transmitido pelos suportes de informação que possibilita o acesso à informação e a partir de seus enquadramentos, de suas possibilidades cognitivas para se apropriarem dos conteúdos acessados apoiar o desenvolvimento de pesquisas [7]. Para Maimone e Silveira [8], a construção do conhecimento leva à criação de memórias coletivas ou estoques de informação, permitindo ao usuário (sujeito cognoscente) resgatar informações relevantes para a construção individual do conhecimento. O estoque de informação não produz por si só qualquer conhecimento, fato que só ocorre a partir de uma ação de comunicação mutuamente consentida entre a fonte (estoques) e o receptor. O receptor da informação deve possuir condições intelectuais para que a informação obtida se transforme em conhecimento, isto é, para que ela seja assimilada. Sendo a informação vista como recurso para resolução de um problema ou para preencher o espaço de conhecimento do indivíduo de acordo com cada necessidade e assim provocar transformações em suas estruturas mentais, Brookes, a partir do conceito de estado anômalo do conhecimento produziu um esquema chamado a equação fundamental da ciência da informação. Ele é apresentado, seguido da explicação de seu autor, de acordo com Pereira [9]: K [S] + K = K [S + S] I Esta equação exprime a passagem de um estado de conhecimento ( anômalo ) K[S] para um novo estado de conhecimento K[S+S], devido à contribuição de um novo conhecimento K, extraído de uma informação I; sendo que o termo S indica o efeito dessa modificação. Dessa forma, ocorre a transformação do estado inicial de conhecimento, sendo que, se tal transformação for aplicada ao nível das relações que ocorrem num determinado contexto social, pode-se ter a transformação deste contexto. Este processo tem características transformadoras, pois possibilita uma revisão do conhecimento estabelecido e/ou a criação de novos conhecimentos. A idéia básica é a de que o conhecimento se dá quando a informação é percebida e aceita, sendo toda alteração provocada no estoque mental de saber do indivíduo, oriunda da interação com estruturas de informação. O processo de geração de informação, conforme Araújo [10], pode ser compreendido como o momento de criação da terceira informação, que é a reapropriação mediante a atribuição de novos sentidos à informação, ou seja, de "informação com valor agregado", que a coloca não como algo dado, mas como uma construção que, por sua vez, tem uma dupla natureza: social e técnica. Pode-se agregar valor ao nível do estoque de informação, no momento em que se organizam estoques para a sua recuperação controlada e adequada com o emprego de técnicas conhecidas e estabelecidas, como catalogação, classificação, indexação etc. e para uso. Pode-se também agregar valor à informação no momento de transferência para o usuário. Nesse estágio tem a intenção de compatibilizar a qualidade da informação, seja assimilada, ou aceita, para uma possível geração de conhecimento. E ainda, agregar valor no nível de receptor que ao receber uma informação selecionada, ele tenha condições de reelaborá-la, gerando nova informação. De acordo com Gomes [7], a transferência e a transmissão da informação podem ser consideradas como etapa inicial de apoio ao processo de construção do conhecimento. È quando ocorre a comunicação dos conhecimentos estabelecidos (criados), o que corresponde ao movimento de acesso ou de mediação entre os acervos informacionais, entre o conhecimento estabelecido e os sujeitos que buscam construir conhecimento. O sujeito receptor ativo é aquele que ao obter uma informação, desenvolve uma ação sobre essa informação acessada, ou seja, ele seleciona a informação. Para essa seleção ocorrer, é importante haver critérios no momento da recepção que, de acordo com Araújo [10], consistem na inter-relação da informação recebida com a realidade do usuário e a compreensão do código utilizado para o envio da informação. A partir disso, o sujeito receptor desenvolve ações de percepção, interpretação/compreensão da informação que se dá a partir de uma mediação entre o acervo social do conhecimento desse sujeito, a realidade/situação vivenciada, onde ele pretende utilizar tal informação e a informação recebida. O processo de construção do conhecimento através dos suportes de registro está associado à necessidade que o ser humano sente de assimilar a informação e transformá-la em conhecimento. Este processo requer do indivíduo receptor de informação uma condição definida por Barreto [11] como solidão

4 fundamental. Neste estado, em que a informação é transformada em conhecimento, há mudanças nas estruturas mentais do individuo. Ao registrar o conhecimento obtido em um suporte tem-se o aumento dos estoques de informação processo que possui a característica da continuidade. Dessa forma, essa necessidade é vencida por que é possível através do registro em qualquer suporte que o pensamento se materialize na informação, que pode levar a um novo conhecimento. Barreto [11] recorre à pirâmide das necessidades humanas para explicar a necessidade de informação (Figura 3). A base da pirâmide está relacionada com as necessidades diárias de cada indivíduo. Após essas necessidades estarem resolvidas, o indivíduo passa a ter necessidade de estar envolvido em grupos que participam, seja no trabalho, na comunidade, afetivos ou profissionais. A informação é para garantir a permanência nesse estágio. O topo da pirâmide está relacionado com a informação para a criação e a realização pessoal. No entanto, o autor coloca que a densidade da informação corresponderia à pirâmide no sentido inverso. Figura 3 Necessidades humanas e necessidades de informação. Segundo Barreto [11]: Fonte: BARRETO [11] Um estoque de informação produzido, representa a oferta de informação, institucionalizada, em um determinado contexto informacional. Por outro lado, para uma realidade específica, que necessita informação, a função de transferência, efetiva a distribuição da informação estocada, com a intenção de atender a esta demanda potencial. É preciso aumentar as condições de oferta de maneira periódica e acumulativa, mesmo que não ocorra um acréscimo na demanda por informação (BARRETO [11]). Como conseqüência, o volume dos estoques de informação aumenta, afetando a recuperação da informação para distribuição. Para Barreto [11], os estoques de informação têm a função de guardar o conhecimento acumulado, já a ação de conhecimento ocorre em outro local. A produção conhecimento ocorre a partir de uma ação de comunicação entre a fonte (os estoques) e o receptor. Dessa forma, a produção dos estoques de informação não implica um compromisso necessário com a produção do conhecimento. O conhecimento nada mais é do que a interação social com instrumentos de registro, acesso e processamento das informações, ou seja, o ato do ser humano usando os recursos tecnológicos da extensão da memória. Comunicação da Informação A comunicação da informação preocupa-se em possibilitar a troca de informações entre cientistas sobre trabalhos em andamento e já concluídos, colocandoos em contato entre si. Também tem o propósito, bem menos praticado, de divulgar e de promover a ciência junto ao público não-especializado e aos governos. O processo de comunicação ocorre com os canais formais e com os canais informais. É por meio da interlocução que ocorre a comunicação entre os sujeitos. A informação é gerada por um sujeito e transmitida por um canal até chegar ao seu destino. A informação pode ser conduzida através de textos, imagens, sons, através de pessoas comunicando face a face, pelo rádio, televisão, jornal, computador, etc. Dessa forma, ocorre a troca de informações entre as pessoas. Para Araújo [10], o sujeito receptor é ativo, pois ele é capaz de selecionar uma informação. Uma informação selecionada passa por alguns critérios básicos no momento da recepção: a relação entre informação recebida e a informação vivida pelo sujeito receptor; e a compreensão do código utilizado para o envio da informação. Porém, nesse processo podem ocorrer certos conflitos, ou seja, tentativas de percepção, interpretação/compreensão gerando respostas tidas como incorretas pelo sujeito receptor, que então recusa a informação. Um dos objetivos da Ciência da Informação é propor sistemas para o armazenamento, a comunicação e o uso de informações. Neste sentido, a comunicação da informação consiste na transferência de informação de sistemas de informação disponíveis ao públi-

5 co a que se destina. Compreende o fluxo de passagem dos estoques de informação aos seus receptores, os canais de comunicação utilizados e a tipologia das barreiras que reduzem o acesso/uso da informação (ARAUJO [10]). Após a identificação e a seleção da informação por interessados que fazem uso de suas condições físicas e intelectuais (visão, audição, capacidade de leitura e interpretação, referencial anterior, dentre outros), a transferência se efetiva, levando-os à apropriação da informação recebida. De acordo com Le Coadic [1], a comunicação é, portanto, o processo intermediário que permite a troca de informações entre as pessoas. Assim, o receptor ao receber uma mensagem, de acordo com suas experiências, organiza essas novas informações, transformando-a em conhecimento. Uso da Informação Após todo o processo de construção e de comunicação da informação, o uso da informação procura trabalhar a matéria informação para obter um efeito que satisfaça a uma determinada necessidade de informação, devendo ser orientada para o usuário. É um processo social dinâmico de pesquisa e construção que resulta na criação de significado, na construção do conhecimento e na seleção de padrões de ação (CHOO [13]). Para Davenport [14], o uso da informação é algo bastante pessoal, depende de como o indivíduo absorve e compreende a informação para a tomada de decisão. Por esta razão é um conceito difícil de definir satisfatoriamente. Logo, o foco está no usuário: como ele utiliza a informação e qual mecanismo foi utilizado para acessar determinada informação. De acordo com Choo [13]: O resultado do uso da informação é uma mudança no estado de conhecimento do indivíduo ou de sua capacidade de agir. Portanto, o uso da informação envolve a seleção e o processamento da informação, de modo a responder a uma pergunta, resolver um problema, tomar uma decisão, negociar uma posição ou entender uma situação. Entende-se que o indivíduo ao utilizar a informação cria significados, constrói conhecimentos e pode tomar decisões, pois ao usar determinada informação, ele absorve o conteúdo e modifica o seu estado atual de conhecimento, formando assim uma nova idéia. Ao passar esse conhecimento para outros indivíduos, e por sua vez, ao fazer o uso do mesmo, geram outros conhecimentos, formando um ciclo. CONSIDERAÇÕES FINAIS A produção ou geração de informação na ciência da informação está relacionada com a necessidade de informação que o homem sente para a sua autorealização, ou seja, a informação selecionada e com valor agregado tem a finalidade de gerar conhecimento. Para que isso ocorra é preciso criar estoques de informação para que o receptor resgate informações relevantes para a criação do conhecimento. A comunicação da informação trabalha com a troca de informações entre os indivíduos por meio dos canais formais e informais. Por meio desses canais é que o sujeito irá estabelecer critérios de aceitação que poderá resultar na compreensão, aceitação ou recusa da informação transmitida. Dessa forma, o receptor de acordo com a sua visão do mundo e suas experiências, poderá fazer uso dessa informação para gerar conhecimento. A informação selecionada para satisfazer a uma determinada necessidade compreende o uso de informação. Ele depende exclusivamente da assimilação da informação pelo indivíduo para criar novos conhecimentos ou apenas para alterar ou modificar o seu estado atual de conhecimento. Processos informacionais são contemplados pelo ciclo de informação proposto por Le Coadic [1], criando possibilidades de aplicação a contextos organizacionais variados em que a informação se faz presente. AGRADECIMENTOS À PUC-Campinas pela bolsa concedida como incentivo à iniciação científica. REFERÊNCIAS [1] LE COADIC, Y.F. (2004), A ciência da informação, 2. ed., Briquet de Lemos, Brasília. [2] DE SORDI, J. O. (2008), Fundamentos, In: Administração da informação: fundamentos e práticas para uma nova gestão do conhecimento, Saraiva, São Paulo, p [3] SARACEVIC, T. (1996), Ciência da informação: origem, evolução e relações, Perspectivas em Ciência da Informação, v.1, n.1, p [4] TARAPANOFF, K. (2006), Informação, conhecimento e inteligência em corporações: relações e complementaridade, In: (Org.) Informação, conhecimento e inteligência em corporações, IBICT, Brasília, p

6 [5] GARCIA, J.C.R. (2002), Conferências do Georgia Institute of Technology e a ciência da informação, capturado online em 09/09/2008 de < /153/147>, Informação & Sociedade: estudos, v. 12, n.1. [6] SMIT, J.W.; BARRETO, A.A. (2002), Ciência da informação: base conceitual para a formação profissional, In: VALENTIM, M. L. (Org.) Formação do profissional da informação, POLIS, São Paulo, p [7] GOMES, H. F. (2008), A mediação da informação e educação na construção do conhecimento, capturado online em 06/07/2009 de < Datagramazero, v. 9, n. 1. [8] MAIMONE, G. D.; SILVEIRA, N. C. (2008), Os paradigmas e princípios científicos da ciência da informação propostos por Le Coadic: aplicação no uso da informação, capturado online em 09/03/2009 de < Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 6, n. 1, p [9] PEREIRA, F. (2008), A equação fundamental da Ciência da Informação e a importância de Brookes enquanto referência para o campo da Ciência da Informação, capturado online em 07/04/2009 de< o/article/viewfile/1761/1505>. Info. & Info., v. 13, n. 1. [10] ARAÚJO, E. A. de. (1999), Informação, sociedade e cidadania: gestão da informação no contexto de organizações não-governamentais (ONGs) brasileiras. Ci. Inf., v. 28, n.2, p [11] BARRETO, A. de A. (2000), Os agregados de informação: memória, esquecimento e estoques de informação, capturado online em 05/09/2008 de < Datagramazero, v. 1, n. 3. [12] BARRETO, A. de A. (1999), O destino da Ciência da Informação: entre o cristal e a chama, capturado online em 09/12/2008 de < Datagramazero, n. 0. [13] CHOO, C. W. (2006), A organização do conhecimento, Ed. SENAC, São Paulo. [14] DAVENPORT, T. H. (1998), Ecologia da informação: porque só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação, Futura, São Paulo.

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