A Proposta: Experimentar e demonstrar maneiras de promover negócios sustentáveis na Amazônia Brasileira.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Proposta: www.negocios.org.br. Experimentar e demonstrar maneiras de promover negócios sustentáveis na Amazônia Brasileira."

Transcrição

1 A Proposta: Experimentar e demonstrar maneiras de promover negócios sustentáveis na Amazônia Brasileira.

2 Missão Reduzir a pressão negativa sobre a floresta por meio de negócios com projetos: financeiramente viáveis; socialmente justos; ambientalmente sustentáveis; culturalmente compatíveis.

3 Projeto de 4 anos Objetivos ao longo do projeto: Geração de emprego e renda Proteção e uso dos recursos florestais Melhoria da Qualidade de Vida Sub produtos: Criação de condições básicas de uma economia regional Promoção de certificação florestal e ambiental

4 Variedade de empresas Empresas micro/ informais até empresas de médio porte. Cooperativas Associações Comunidades

5 Como vamos desenvolver negócios? Através de serviços e não de recursos financeiros Assessoria e suporte para: Gestão empresarial Captação Financeira Técnica para o processo produtivo Marketing e Comercialização Jurídico e Societário

6 Níveis de serviços Orientação para os empreendimentos que não forem qualificados Consultoria específica. Apoio direcionado a um aspecto do negócio, ex. parte comercial. Consultoria integrada. Trabalho que abrange múltiplos aspectos do empreendimento. Assessoria para o mercado/demanda. Conectar mercado (demanda) aos clientes do Balcão a fim de casar níveis esperados de volume, qualidade e prazos.

7 Várias Categorias de Produtos e Serviços: Produtos Produtos Artesanais Óleos Palmito Mel Borracha Frutas Frescas e Polpas de Frutas Castanha-da-Amazônia (ou do Pará) Madeiras com certificação do FSC ou objeto de manejo sustentável comunitário Serviços Guaraná Orgânico Princípios Ativos Plantas Medicinais Peixes Piscicultura Plantas Ornamentais Farinhas Fibras, Cipós e Outros Temperos Aromas e Corantes Outros Cooperativas (prestação de serviços): extensão rural; assistência agronômica; treinamentos / cursos; planejamento agrícola / comunitário Assistência Técnica Eco-Turismo Transporte / Logística

8 1. Frutas Frescas e Polpas de Fruta Principais produtos: Cupuaçu, Açaí, Bacuri, Graviola, Uxi, Camu-camu, taperebá. Mercado: Estabilizado para os empreendimentos que dispõem de condições mínimas para atingir mercados nacionais, notadamente o sudeste e nordeste brasileiro, os demais empreendimentos atendem mercados locais embora possam atingir novos mercados se investimentos em ativos fixos forem realizados. Grande, baixo valor agregado, organizado e ávido por novidades á medida que surgem possíveis investidores interessados em transformar essas frutas em bebidas isotônicas, refrigerantes, sorvetes com foco na exportação. Desafios: Produção com qualidade e produtividade, pois as áreas de plantio de espécies amazônicas se tornou possíveis nos estados do sudeste e nordeste por meio da tecnificação da agricultura, criação de um consórcio que certifique a origem do produto como amazônico e/ou orgânico a fim de diferenciá-lo no mercado, cadeia de frio organizada e distribuição.

9 2. Madeiras com certificaçã ção o social e ambiental do FSC ou objeto de manejo sustentável comunitário Produtos: Aproximadamente 80 espécies, tanto de terra firme quanto de várzea, incluindo Jatobá, Mogno, Cedro, Freijó, Samauma, Paricá, Tatajuba, Massaranduba, Aquariquara, Cumaru, Cerejeira (Torresia Acreana), Tauari, Virola, etc. Mercado: Demanda pelo produto tem crescido tanto para atender o mercado interno quanto para o mercado externo, a industria de produção de bens finais busca essa matéria prima para produzir principalmente móveis e casas, o mercado é promissor tanto para empreendimentos de grande quanto de pequeno porte, alto valor agregado. Desafios: Dificuldade de atingir a produção sustentável, competição de madeira predatória com preços aviltados, o volume da produção de madeira certificada como manejo comunitário não apresenta condições de atender a demanda e mercado, políticas públicas desfavoráveis.

10 3. Castanha-da-Amazônia nia (ou do Pará) Produtos: Castanha inteira, com ou sem casca, ou picada Mercado: Estabilizado, grande, procura concentrada no segundo semestre de cada ano e oferta maior no primeiro semestre, número grande de pequenos atravessadores. Desafios: Eliminar intermediários desnecessários por meio de contratos de vendas de médio e longo prazo, parcerias e arranjos produtivos locais com cooperativas agroextrativistas para ganhar escala e diminuir custos entre, principalmente de transporte, aumentar o beneficiamento local com vistas a agregação de valor e diminuição de contaminações com o excesso de manuseio e transporte e marketing.transformação da matéria-prima, localmente, em outros produtos tais como, farinhas, bombons, óleos, tortas, biscoitos e etc.

11 4. Produtos Artesanais Produtos: Vasos, cestarias, brinquedos, bijouterias e utensílios indígenas, artefatos em borracha, cerâmicas marajoaras, etc. Mercado: Em crescimento, médio valor agregado, em geral os potenciais compradores estão sediados na região sul/sudeste, proprietários de lojas de produtos artesanais que em sua maioria desconhece a lógica de relacionamento com comunidades tradicionais e indígenas da Amazônia. Desafios: Distribuição através de criação de espaços de comercialização coletiva e de múltiplos empreendimentos amazônicos, organização e produção constante. Diluição do custo de transporte.

12 5. Óleos vegetais e essenciais Produtos: Aproximadamente 20 espécies, para usos cosméticos, medicinais, alimentícios, e biocombustiveis, incluindo Copaíba, Andiroba, Cupuaçu, Babaçu, Castanha, Pimenta Longa, Pau-Rosa, etc. Mercado: Receptivo por novos produto, mas oligopolizado que gera incerteza e insegurança para as comunidade produtoras embora o produto tenha alto valor agregado no local. Desafios: Dificuldade em atingir a produção sustentável, melhoria no beneficiamento e aproveitamento dos resíduos incorporando ou re-arranjado atores econômicos locais para produção de sub-produtos, aprofundar conhecimento das características organolépticas dos produtos, elasticidade, relacionamento entre comunitários e empresas compradoras.

13 6. Palmito Pupunha (cultivado), Açaí A e em alguns casos Babaçu u (manejados) Mercado: Com variações de consumo ao longo do ano, pouco sensível à questão da origem amazônico, no caso do mercado interno, o que difere um pouco no caso mercado do externo. Desafios: Produção sustentável, industrialização com qualidade, marketing adequado, formação de consórcios para venda do produto diminuindo, competição predatória com alta aceitação (jussara).

14 7. Mel Produto: Mel de abelha nativas ou exóticas (africana) Mercado: Grande em relação a oferta atual, estabilizado, baixo valor agregado, mas para o certificado como orgânico a agregação é alta. O mercado é extremamente sensível este produto quando certificado. Desafios: Produção sustentável com abelhas nativas, estimulo e identificação de novos produtores para aumentar a oferta, marketing, certificação e distribuição.

15 8. Guaraná Orgânico Produto: Guaraná nativo em pó ou em barra. Mercado: Grande e com concorrência com o guaraná produzido em áreas no nordeste (Bahia) e com baixo valor agregado. Desafios: Produção com qualidade e sustentável, certificação orgânica,arranjos produtivos locais para lançamento de novos produtos cuja matéria-prima seja o guaraná amazônico, distribuição e marketing.

16 9. Princípios Ativos Produtos: Pesquisa e/ou produção de princípios extraídos da biodiversidade amazônica (ex.: Betacaroteno da pupunha, Vitamina C do Camu-camu, Pilocarpina do Jaborandi, etc.) Mercado: Grande, alto valor agregado. Desafios: Pesquisa, organização dos produtores comunitários, produção sustentável, produção sintética.

17 Fluxo do processo de aprovação Oportunidade Aplicação do questionário Análise do Empreendimento Identificação das Necessidades Triagem Planejamento dos Serviços a Serem Oferecidos Execução dos Serviços Monitoramento e Avaliação

18 Critérios de Exclusão Ausência de responsável que possa acompanhar as atividades no empreendimento e que forneça informações sobre o ambiente do negócio; Empreendimento cuja demanda específica não seja elegível no âmbito dos serviços previstos no Balcão (necessidade de capital de giro, investimentos em infra-estrutura pesada, etc); mesmo assim, tais empreendimentos poderão eventualmente receber orientação quanto a suas necessidades. Constatação de falta de compromisso com o projeto pela entidade ou indivíduo beneficiado. Existência de pendências legais, processos trabalhistas, apurações (mesmo não concluídas) sobre desvios de recursos públicos, práticas de depredação ambiental, assim como evidências semelhantes envolvendo os responsáveis do estabelecimento, mesmo que apenas como pessoa física.

19 Critérios de Seleção Capacidade de ser economicamente sustentável; Existência ou claro potencial de melhoria de: qualidade de vida, geração de emprego e/ ou renda local; Seriedade e capacidade dos empreendedores; Contribuição para reduzir a pressão sobre os ecossistemas; Impactos ambientais/ sociais;

20 Considerações do Processo de Análise Compromisso do(s) empreendedor(es) Seriedade do empreendimento Fator meio ambiente Potencial para sucesso Histórico Existência de demanda para os produtos/ serviços Impacto Social

21 Exemplo - COMARU Nome e Locali dade Natureza do Negócio Pessoas Diretame nte Envolvid as Atividades do Plano de Trabalho COMARU Laranjal do Jarí AP Objetivos: consolidar a produção e comercialização do biscoito de castanha e produção do óleo de castanha, com a melhoria de sua qualidade, como forma de geração de renda para os cooperados. Produtos atuais: castanha-do- Brasil e seus subprodutos (biscoito, farinha e óleo vegetal). 25 associa dos Realizadas Implantação de unidade de beneficiamento de óleo de castanha, envolvendo projeto, condição de empreitada, auxilio a compra dos equipamentos e posteriores modificações na planta após produção inicial com aperfeiçoamento da unidade de prensagem. Levantamento de custos de produção. Apoio à comercialização de óleo de castanha para a Natura,, incluindo assessoria nos cálculos de preço, negociações e tramitação do pedido, envolvendo diversas reuniões entre Comaru, Natura/Cognis, demais atores, outras entidades, governo estadual, etc. Preparação e negociação de estruturas de custeio e cálculos de margem (planilhas de formação de preço) para definição dos preços de venda, para 2004 e novamente para Assistência e implementação de controles administrativos com implantação de um sistema contábil. Realização de diversas reuniões de capacitação para o trabalho em cooperativa, com metodologia para prestação de contas e tomadas de decisão. Assistência a viabilização de (fundos) FFEM para cooperativa, envolvendo reuniões com governo do Amapá. Auditoria fiscal, contábil e administrativa, incluindo levantamento de passivos junto ao governo estadual. Previstas Retomada do apoio administrativo à cooperativa e capacitação da à gestão das atividades implementadas.

PROJETO ESTRUTURANTE DE COSMÉTICO DE BASE FLORESTAL DA AMAZÔNIA ESTUDO USO DE INSUMOS NA PRODUÇÃO DE COSMÉTICOS NA AMAZÔNIA

PROJETO ESTRUTURANTE DE COSMÉTICO DE BASE FLORESTAL DA AMAZÔNIA ESTUDO USO DE INSUMOS NA PRODUÇÃO DE COSMÉTICOS NA AMAZÔNIA PROJETO ESTRUTURANTE DE COSMÉTICO DE BASE FLORESTAL DA AMAZÔNIA ESTUDO USO DE INSUMOS NA PRODUÇÃO DE COSMÉTICOS NA AMAZÔNIA ENTRAVES E GARGALOS DA PRODUÇÃO DE INSUMOS E PRODUTOS ACABADOS DO SEGMENTO DE

Leia mais

1. INFORMAÇÕES SOBRE FLORESTAS PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA CENSO AGROPECUÁRIO, FLORESTAL E/OU AQÜÍCOLA

1. INFORMAÇÕES SOBRE FLORESTAS PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA CENSO AGROPECUÁRIO, FLORESTAL E/OU AQÜÍCOLA 1. INFORMAÇÕES SOBRE FLORESTAS PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA CENSO AGROPECUÁRIO, FLORESTAL E/OU AQÜÍCOLA 1. INFORMAÇÕES SOBRE FLORESTAS PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA OBJETIVO

Leia mais

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso 7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso Saiba como colocar o PINS em prática no agronegócio e explore suas melhores opções de atuação em rede. Quando uma empresa

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR

Leia mais

Seminário Internacional sobre. Estatísticas Ambientais e Contas Econômicoambientais

Seminário Internacional sobre. Estatísticas Ambientais e Contas Econômicoambientais Seminário Internacional sobre Estatísticas Ambientais e Contas Econômicoambientais Tatiana Mahalem do Amaral 21 a 25 de setembro de 2009 RJ MISSÃO Conciliar uso e conservação das florestas, valorizando-as

Leia mais

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com. Mercado de Produtos Florestais Não-Madeireiros em Belém

PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com. Mercado de Produtos Florestais Não-Madeireiros em Belém Consórcio Comunidades & Florestas Mercado de Produtos Florestais Não-Madeireiros em Belém Conectando as Partes: Melhorando a situação fundiária, o manejo da floresta e a comercialização de seus produtos

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA. Disciplinas da Formação Técnica Específica - FTE

EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA. Disciplinas da Formação Técnica Específica - FTE SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO E STADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL- SUPROF DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DIRDEP EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA EMENTÁRIO:

Leia mais

Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento. Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011.

Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento. Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011. Coordenação Geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento Reunião Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, 01 de julho de 2011. Mapa Visão e Missão Funai Mapa Estratégico: Proteger e promover

Leia mais

sociais (7,6%a.a.); já os segmentos que empregaram maiores contingentes foram o comércio de mercadorias, prestação de serviços e serviços sociais.

sociais (7,6%a.a.); já os segmentos que empregaram maiores contingentes foram o comércio de mercadorias, prestação de serviços e serviços sociais. CONCLUSÃO O Amapá tem uma das menores densidades populacionais, de cerca de 2,6 habitantes por km 2. Em 1996, apenas três de seus 15 municípios possuíam população superior a 20 mil habitantes e totalizavam

Leia mais

Levantamento Qualitativo e Quantitativo

Levantamento Qualitativo e Quantitativo Estabelecer ações conjuntas no sentido de enfrentar os desafios e potencializar as muitas oportunidades existentes para o desenvolvimento do setor artesanal, gerando oportunidades de trabalho e renda,

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

Estratégias da Agência de Desenvolvimento Sustentável para Produção Orgânica do Extrativismo no Amazonas. Outubro/2011. Fernando Guimarães

Estratégias da Agência de Desenvolvimento Sustentável para Produção Orgânica do Extrativismo no Amazonas. Outubro/2011. Fernando Guimarães Estratégias da Agência de Desenvolvimento Sustentável para Produção Orgânica do Extrativismo no Amazonas Outubro/2011 Fernando Guimarães ZONA FRANCA VERDE Política estadual de interiorização do desenvolvimento,

Leia mais

PROGRAMA DE FOMENTO DE OPORTUNIDADES COMERCIAIS PARA PEQUENOS PRODUTORES RURAIS TERMO DE REFERÊNCIA

PROGRAMA DE FOMENTO DE OPORTUNIDADES COMERCIAIS PARA PEQUENOS PRODUTORES RURAIS TERMO DE REFERÊNCIA IICA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA BID BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO FLS FUNDAÇÃO LYNDOLPHO SILVA SEBRAE SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PROGRAMA

Leia mais

Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP

Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP Prezado(a)s, Gostaríamos de agradecer por sua participação e pelas contribuições recebidas no âmbito da consulta

Leia mais

Engenheiro Agrônomo: Atribuições profissionais e matriz curricular. J.O. Menten T.C. Banzato UFPB Areia/PB 27 a 30 de Outubro de 2014

Engenheiro Agrônomo: Atribuições profissionais e matriz curricular. J.O. Menten T.C. Banzato UFPB Areia/PB 27 a 30 de Outubro de 2014 Engenheiro Agrônomo: Atribuições profissionais e matriz curricular J.O. Menten T.C. Banzato UFPB Areia/PB 27 a 30 de Outubro de 2014 1. INTRODUÇÃO AGENDA 2. ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS 3. MATRIZ CURRICULAR

Leia mais

Sustentabilidade do Setor Florestal

Sustentabilidade do Setor Florestal Sustentabilidade do Setor Florestal Quem somos o Somos o resultado da União de duas empresas brasileiras com forte presença no mercado global de produtos florestais renováveis. o Uma nova empresa com

Leia mais

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente SÍNTESE JUINA Aperfeiçoar mecanismos controle ambiental Meio Ambiente Instalação de viveiros de distribuição de mudas para o reflorestamento e matas ciliares Ampliar aceso aos programas de crédito de Capacitar

Leia mais

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 20.11.07. Dispõe sobre a Política Estadual para o Desenvolvimento e Expansão da Apicultura e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Leia mais

Questionário das Quadras Aleatórias

Questionário das Quadras Aleatórias Questionário das Quadras Aleatórias Quem: ( ) Carol ( ) Helga ( ) outro: Data: Hora: Bairro: Desenhe a quadra, com nomes das 4 ruas. Indique cada local de venda de PFNMs com números (1, 2, 3, 4,...) Sub-produto

Leia mais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais Políticas Públicas PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais A PNPCT reafirma a importância do conhecimento, da valorização e do respeito à diversidade

Leia mais

A Cooperativa dos Aquicultores de Águas Continentais (Coopecon), foi criada em 14 de outubro de 2010, quando 22 sócios se reuniram para a formalização da cooperativa. Com forte atuação em planejamento

Leia mais

NOVOS ESTUDOS SOBRE A SUSTENTABILIDADE DA EXPLORAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS BRASILEIROS: aspectos produtivos, ambientais e sociais

NOVOS ESTUDOS SOBRE A SUSTENTABILIDADE DA EXPLORAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS BRASILEIROS: aspectos produtivos, ambientais e sociais Novos estudos sobre a sustentabilidade da exploração de recursos... 395 NOVOS ESTUDOS SOBRE A SUSTENTABILIDADE DA EXPLORAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS BRASILEIROS: aspectos produtivos, ambientais e sociais

Leia mais

olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita

olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita Indução de reflorestamento no Rio de Janeiro: Das compensações ambientais ao desafio olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita Seminário Reflorestamento da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

PROJETO DE FORTALECIMENTO TECNOLÓGICO DO APL DE CAL E CALCÁRIO DO PARANÁ

PROJETO DE FORTALECIMENTO TECNOLÓGICO DO APL DE CAL E CALCÁRIO DO PARANÁ PROJETO DE FORTALECIMENTO TECNOLÓGICO DO APL DE CAL E CALCÁRIO DO PARANÁ Onde estamos?? Quem somos?? Número de indústrias de Cal e Calcário: 95. Principais Municípios integrantes do APL: Colombo, Rio Branco

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA FLORICULTURA BRASILEIRA

CARACTERIZAÇÃO DA FLORICULTURA BRASILEIRA Hoje a floricultura é um dos principais segmentos do agronegócio no Brasil. A qualidade das flores, a crescente competitividade e o crescimento do segmento são percebidos quando observa-se que muitos estados

Leia mais

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS

Leia mais

ESTADO DO ACRE. Econo mia Florestal co mo base para o Desenvolvimento Sustentável do. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Acre

ESTADO DO ACRE. Econo mia Florestal co mo base para o Desenvolvimento Sustentável do. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Acre ESTADO DO ACRE Econo mia Florestal co mo base para o Desenvolvimento Sustentável do DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Acre PRODUÇÃO FLORESTAL - ESTRATÉGIA Valor dos Produtos ALTO Valor Atualidade e Futuro Preservativos

Leia mais

POLPAS, EXTRATOS E CONCENTRADOS DE FRUTAS REGIONAIS

POLPAS, EXTRATOS E CONCENTRADOS DE FRUTAS REGIONAIS POLPAS, EXTRATOS E CONCENTRADOS DE FRUTAS REGIONAIS SUELEN ALVES BOMFIM ENGENHEIRA AGRÔNOMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS PÓS: - GEOTECNOLOGIA APLICADA NA AMAZÔNIA - AUDITORIA, PERÍCIA E GESTÃO AMBIENTAL

Leia mais

Termo de Referência INTRODUÇÃO E CONTEXTO

Termo de Referência INTRODUÇÃO E CONTEXTO Termo de Referência CONSULTORIA PARA AVALIAÇÃO DOS FINANCIAMENTOS DO BANCO DA AMAZÔNIA BASA, PARA FORTALECIMENTO DA AGENDA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA BRASILEIRA, COM DESTAQUE PARA

Leia mais

IMÓVEIS FLORESTAIS: AVALIAÇÃO PELA ABNT NBR 14.653 X APPRAISAL PELA USPAP

IMÓVEIS FLORESTAIS: AVALIAÇÃO PELA ABNT NBR 14.653 X APPRAISAL PELA USPAP IMÓVEIS FLORESTAIS: AVALIAÇÃO PELA ABNT NBR 14.653 X APPRAISAL PELA USPAP Tania Matsuno Ramos tania@confal.com.br Outubro / 2013 Avaliação de imóveis: finalidade Estimar o valor de mercado de imóveis como

Leia mais

Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau

Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Fundação Getulio Vargas, Abril de 2011 REGIÃO PODE TER LEGADO COMPATÍVEL COM DESENVOLVIMENTO INOVADOR E SUSTENTÁVEL Deixar um legado

Leia mais

A Suzano e o Fomento na Bahia

A Suzano e o Fomento na Bahia A Suzano e o Fomento na Bahia Como é a atuação da Suzano na região? Fundada há 85 anos, a Suzano começou a produzir papel em 1940 e celulose em 1950 sempre abastecendo o mercado brasileiro e os de diversos

Leia mais

Realização. Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil. www.fsc.org.br

Realização. Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil. www.fsc.org.br C e rtificação gr u p o em Realização Apoio Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil www.fsc.org.br 28 01 C er t ifi ca çã o emgrupo em Realização Apoio Conselho Brasileiro de Manejo Florestal

Leia mais

Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil: Um debate nacional sobre as realidades e novos rumos para o desenvolvimento do País

Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil: Um debate nacional sobre as realidades e novos rumos para o desenvolvimento do País Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil: Um debate nacional sobre as realidades e novos rumos para o desenvolvimento do País Cenário 66 ANOS DE EXTENSÃO RURAL A agricultura como via estratégica

Leia mais

COMO LIDAR COM O POTENCIAL DA FLORESTA, SEM TIRAR A FLORESTA?

COMO LIDAR COM O POTENCIAL DA FLORESTA, SEM TIRAR A FLORESTA? COMO LIDAR COM O POTENCIAL DA FLORESTA, SEM TIRAR A FLORESTA? SOLUÇÕES QUEM EXECUTA Unidades de Conservação Pública Unidades de Conservação Privada (RPPN/RPDS) ONGs e Governo PF / PJ (EBCF) A EBCF O modelo

Leia mais

AS RESERVAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO ALTERNATIVA PARA A CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE E MANUTENÇÃO DA CULTURA CAIÇARA.

AS RESERVAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO ALTERNATIVA PARA A CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE E MANUTENÇÃO DA CULTURA CAIÇARA. AS RESERVAS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO ALTERNATIVA PARA A CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE E MANUTENÇÃO DA CULTURA CAIÇARA. Ana Carolina de Campos Honora 1 Presentes na região costeira dos Estados

Leia mais

A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE.

A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE. A AGROFLORESTA AGROECOLÓGICA: UM MOMENTO DE SÍNTESE DA AGROECOLOGIA, UMA AGRICULTURA QUE CUIDA DO MEIO AMBIENTE. Alvori Cristo dos Santos, Deser, Fevereiro 2007. Há alguns anos atrás, um movimento social

Leia mais

A ECOAR E O DESENVOLVIMENTO FLORESTAL JUNTO À PEQUENA E MÉDIA PROPRIEDADE RURAL. Atuação e abordagem dos trabalhos desenvolvidos pela ECOAR

A ECOAR E O DESENVOLVIMENTO FLORESTAL JUNTO À PEQUENA E MÉDIA PROPRIEDADE RURAL. Atuação e abordagem dos trabalhos desenvolvidos pela ECOAR A ECOAR E O DESENVOLVIMENTO FLORESTAL JUNTO À PEQUENA E MÉDIA PROPRIEDADE RURAL Eduardo S. Quartim. João C. S. Nagamura. Roberto Bretzel Martins. Atuação e abordagem dos trabalhos desenvolvidos pela ECOAR

Leia mais

PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO. Conciliando Biodiversidade e Agricultura

PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO. Conciliando Biodiversidade e Agricultura PLANEJANDO A CONSERVAÇÃO DO CERRADO Conciliando Biodiversidade e Agricultura DESAFIO Compatibilizar a Conservação e a Agricultura O crescimento da população global e a melhoria dos padrões de vida aumentaram

Leia mais

Visão das Oportunidades na Agricultura e sua Logística

Visão das Oportunidades na Agricultura e sua Logística Visão das Oportunidades na Agricultura e sua Logística diante dos sistemas de comercialização e distribuição de alimentos e de produtos correlatos pela Rede CEASA 554 milhões/ha de vegetação nativa 107

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC. Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação.

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC. Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação. SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC Agricultura do Século XXI Agropecuária, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação. Avanços da Agricultura Brasileira. Passou de importador

Leia mais

VII ENAENCO Avaliação de Impactos Sócio- ambientais na Implantação de novos Empreendimentos pela Engenharia da PETROBRAS

VII ENAENCO Avaliação de Impactos Sócio- ambientais na Implantação de novos Empreendimentos pela Engenharia da PETROBRAS VII ENAENCO Avaliação de Impactos Sócio- ambientais na Implantação de novos Empreendimentos pela Engenharia da PETROBRAS FERNANDO ALMEIDA BIATO Gerente Geral de Implementação de Empreendimentos para Abastecimento

Leia mais

O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1

O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 Matheus Alberto Cônsoli* Lucas Sciência do Prado* Marcos Fava Neves* As revendas agropecuárias devem considerar não apenas preços, mas também as oportunidades

Leia mais

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO [27] TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 1. Nos últimos anos a maioria dos países enfrentou grave crise econômica, que gerou um grande

Leia mais

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Itajubá/MG Fevereiro de 2012 Plano Anual de 2 de 11 Revisão 01 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1 OBJETIVO GERAL... 4 2

Leia mais

Experiências sobre a Utilização da Biodiversidade: as bioindústrias de cosméticos na Amazônia brasileira

Experiências sobre a Utilização da Biodiversidade: as bioindústrias de cosméticos na Amazônia brasileira Experiências sobre a Utilização da Biodiversidade: as bioindústrias de cosméticos na Amazônia brasileira Laís Mourão Miguel 1 Nos últimos anos o Brasil tem redobrado os esforços para enfrentar os desafios

Leia mais

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO Apresentação Esse relatório trata do Financiamento do Desenvolvimento Regional formulado pelo Ministério da Integração Nacional-MI, como contribuição à reflexão do tema

Leia mais

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário FNO-ITINERANTE 2012. São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário FNO-ITINERANTE 2012. São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012 BANCO DA AMAZÔNIA Seminário FNO-ITINERANTE 2012 São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012 Município de São Gabriel da Cachoeira - AM Principais Destaques. Considerado um ponto estratégico pelo país e,

Leia mais

Critérios Socioambientais para Concessão de Crédito na CAIXA Ação Madeira Legal. Juan Carlo Silva Abad GN Meio Ambiente SUDES / VIGOV

Critérios Socioambientais para Concessão de Crédito na CAIXA Ação Madeira Legal. Juan Carlo Silva Abad GN Meio Ambiente SUDES / VIGOV Critérios Socioambientais para Concessão de Crédito na CAIXA Ação Madeira Legal Juan Carlo Silva Abad GN Meio Ambiente SUDES / VIGOV ESTRATÉGIA AMBIENTAL CAIXA Portifólio de Produtos Socioambientais Risco

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO º PROGRAMAS E S PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO Programa de utilização sustentável dos atrativos turísticos naturais Implementação do Plano de Manejo do Parque do Cantão Garantir

Leia mais

As aju MARÇO DE 2005

As aju MARÇO DE 2005 MARÇO DE 2005 As aju Projeto: Modernização da Cajucultura no Ceará Coordenação: SEBRAE/CE Sistema FAEC / SENAR 2 Parceiros: GOVERNO DO ESTADO SEAGRI/EMATERCE SECITECE/INSTITUTO CENTEC PREFEITURAS MUNICIPAIS

Leia mais

Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória

Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória ETAPAS DE EXECUÇÃO Validação do Plano de Desenvolvimento pelo Comitê Gestor do APL e empresas participantes

Leia mais

Programa da Palestras

Programa da Palestras Programa da Palestras Camila Braga Temas da Palestra: Programa Mais Árvores da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Resumo da palestra: A palestra irá apresentar o Programa Mais Árvores, abordando

Leia mais

Conhecendo os Serviços Ecossistêmicos

Conhecendo os Serviços Ecossistêmicos Os materiais de treinamento da ESR foram preparados para empresários e gerentes de negócios interessados em aprender e compartilhar em suas empresas a metodologia da ESR. Estes materiais fornecem conhecimento

Leia mais

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA APLs. Serviços Tecnológicos do CDT/UnB

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA APLs. Serviços Tecnológicos do CDT/UnB INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA APLs Serviços Tecnológicos do CDT/UnB Brasília, 5 de dezembro de 2013 Centro de Excelência Missão do CDT Apoiar e promover o desenvolvimento tecnológico, a inovação e o empreendedorismo

Leia mais

PLANEJAMENTO DIREÇÃO ORGANIZAÇÃO UM NOVO CONCEITO EM ERP

PLANEJAMENTO DIREÇÃO ORGANIZAÇÃO UM NOVO CONCEITO EM ERP ORGANIZAÇÃO PLANEJAMENTO DIREÇÃO UM NOVO CONCEITO EM ERP PATROCINADOR OFICIAL Presente nos maiores eventos do setor de Materiais de Construção UM NOVO CONCEITO EM ERP O Sistema GIX é a solução perfeita

Leia mais

Oportunidades no Financiamento do Setor Florestal. Oduval Lobato Neto Gerente Executivo de Gestão de Programas Governamentais

Oportunidades no Financiamento do Setor Florestal. Oduval Lobato Neto Gerente Executivo de Gestão de Programas Governamentais Oportunidades no Financiamento do Setor Florestal Oduval Lobato Neto Gerente Executivo de Gestão de Programas Governamentais Seminário: Políticas ambientais como fonte de novos negócios para Instituições

Leia mais

O Mercado como instrumento de conservação da Mata Atlântica. Consumo Responsável, Compromisso com a Vida!

O Mercado como instrumento de conservação da Mata Atlântica. Consumo Responsável, Compromisso com a Vida! Mercado Mata Atlântica Reserva da Biosfera da Mata Atlântica O Mercado como instrumento de conservação da Mata Atlântica Consumo Responsável, Compromisso com a Vida! Apresentação O Programa "Mercado Mata

Leia mais

901 30 01238-001 (11) 3515-8900 / ( 11) 3515-8904 210, 112 70862-530 (61) 3035-5114 / (61) 3035-5121 272, 1º

901 30 01238-001 (11) 3515-8900 / ( 11) 3515-8904 210, 112 70862-530 (61) 3035-5114 / (61) 3035-5121 272, 1º Termo de Referencia para Contratação de Consultoria técnica para tecnologias de processamento de produtos florestais não madeireiros e de roças tradicionais O Instituto Socioambiental é uma organização

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2042 - Inovações para a Agropecuária Número de Ações 15 Tipo: Projeto 116Z - Apoio à Ampliação, à Revitalização e à Modernização da Infraestrutura Física das Organizações Estaduais de Pesquisas

Leia mais

Assessoria de Imprensa. Oficina de Comunicação Apex-Brasil. O papel estratégico da Assessoria de Imprensa

Assessoria de Imprensa. Oficina de Comunicação Apex-Brasil. O papel estratégico da Assessoria de Imprensa Assessoria de Imprensa Oficina de Comunicação Apex-Brasil O papel estratégico da Assessoria de Imprensa Relacionamento com a Mídia - Demonstrar o papel das entidades como fonte; - Cultivar postura de credibilidade;

Leia mais

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis

RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS. Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis RUMO AO FUTURO QUE QUEREMOS Acabar com a fome e fazer a transição para sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis O futuro que queremos não se concretizará enquanto a fome e a subnutrição persistirem,

Leia mais

PDR 2014-2020 - Relação entre as Necessidades e as Prioridades / Áreas foco DR

PDR 2014-2020 - Relação entre as Necessidades e as Prioridades / Áreas foco DR Aumentar a capacidade de gerar valor acrescentado no setor agroflorestal de forma sustentável Aumentar a produção, a produtividade dos fatores e a rentabilidade económica da agricultura Melhorar a distribuição

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS E FOCOS DE ATUAÇÃO PARA O BIÊNIO 2013 E 2014

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS E FOCOS DE ATUAÇÃO PARA O BIÊNIO 2013 E 2014 DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS E FOCOS DE ATUAÇÃO PARA O BIÊNIO 2013 E 2014 Projetos no Bioma Amazônia A Critérios Orientadores B C D E F Condicionantes Mínimos para Projetos Modalidades

Leia mais

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS

PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS VALORIZAÇÃO DOS RECURSOS SILVESTRES DO MEDITERRÂNEO - UMA ESTRATÉGIA PARA AS ÁREAS DE BAIXA DENSIDADE DO SUL DE PORTUGAL CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

Programa de Gestão Ambiental, Social e Econômica da Soja Brasileira

Programa de Gestão Ambiental, Social e Econômica da Soja Brasileira Programa de Gestão Ambiental, Social e Econômica da Soja Brasileira Câmara Setorial de Oleaginosas e Biodiesel do Ministério da Agricultura Daniel Furlan Amaral Economista Brasília DF 02 de setembro de

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo - Pesquisa

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo - Pesquisa PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO Resumo Executivo - Pesquisa 1 Apresentação O CBCA Centro Brasileiro da Construção em Aço, no ano em que completa 10 anos de atividades, e a ABCEM Associação

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

A Metrologia na Gestão da Segurança a dos Alimentos e os Impactos sobre as Exportações. Visão do Campo

A Metrologia na Gestão da Segurança a dos Alimentos e os Impactos sobre as Exportações. Visão do Campo A Metrologia na Gestão da Segurança a dos Alimentos e os Impactos sobre as Exportações Visão do Campo METROALIMENTOS 2008 24/09/2008 José Luiz Viana de Carvalho OBJETIVOS Barreiras não-tarifárias Boas

Leia mais

ENGENHARIA AGRONÔMICA - USP

ENGENHARIA AGRONÔMICA - USP Apresentação ENGENHARIA AGRONÔMICA - USP A Agronomia está intimamente ligada à produção de alimentos, sejam estes de origem animal ou vegetal. Compete ao Engenheiro Agrônomo produzir, conservar, transformar

Leia mais

Gestão Social no Contexto da Sustentabilidade

Gestão Social no Contexto da Sustentabilidade Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais Gestão Social no Contexto da Sustentabilidade FSC -Estudo para Análise de CAR Foram analisados os relatórios de auditoria de 2009 e 2010 das 5 empresas do

Leia mais

Guia passo a passo. Como se tornar um pequeno produtor certificado FSC

Guia passo a passo. Como se tornar um pequeno produtor certificado FSC Guia passo a passo Como se tornar um pequeno produtor certificado FSC INTRODUÇÃO AO FSC O que é o FSC? O FSC é uma organização independente, não governamental e sem fins lucrativos criada para promover

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

CETEM: 15 anos de apoio aos APLS. Os Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral (APLS-BM) fazem parte da política de

CETEM: 15 anos de apoio aos APLS. Os Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral (APLS-BM) fazem parte da política de CETEM: 15 anos de apoio aos APLS Os Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral (APLS-BM) fazem parte da política de atuação do Centro de Tecnologia Mineral (CETEM/MCTI) desde 1998. Neste ano, a Unidade

Leia mais

SISTEMA MINAS-RIO. Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil

SISTEMA MINAS-RIO. Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil SISTEMA MINAS-RIO Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil A ANGLO AMERICAN A história da Anglo American teve início em 1917 na África do Sul, onde as primeiras operações aconteceram. Desde então, a

Leia mais

Tabela para classificação de ações de extensão

Tabela para classificação de ações de extensão Tabela para classificação de ações de extensão Linha de Extensão 1. Alfabetização, leitura e escrita Formas mais freqüentes de operacionalização Alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos;

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.854 DE 29 DE ABRIL DE 2009

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.854 DE 29 DE ABRIL DE 2009 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.854 DE 29 DE ABRIL DE 2009 Aprova o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia

Leia mais

vivo, o hospedeiro, e a este prejudica. Parasitismo ocorre tanto no reino vegetal como no animal.

vivo, o hospedeiro, e a este prejudica. Parasitismo ocorre tanto no reino vegetal como no animal. PADRÃO DE POTABILIDADE Quantidade-limite que, baseada nos estudos toxicológicos disponíveis e à luz do conhecimento científico do momento, pode ser tolerada nas águas dos sistemas de abastecimento sem

Leia mais

Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel

Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel www.celso-foelkel.com.br www.eucalyptus.com.br Porquê precisamos plantar florestas? O ser humano sempre amou as coisas de madeira e as florestas Afinal, a floresta

Leia mais

3 Os atores: geradores e receptores da tecnologia

3 Os atores: geradores e receptores da tecnologia 3 Os atores: geradores e receptores da tecnologia Este capítulo pretende situar o leitor de forma breve sobre os dois atores estudados neste trabalho: a Embrapa como geradora e transferidora das tecnologias

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PARA SUPERAÇÃO DA POBREZA EXTREMA ECONOMIA SOLIDÁRIA: Secretaria Nacional de Economia Solidária. Ministério do Trabalho e Emprego

CONTRIBUIÇÃO PARA SUPERAÇÃO DA POBREZA EXTREMA ECONOMIA SOLIDÁRIA: Secretaria Nacional de Economia Solidária. Ministério do Trabalho e Emprego ECONOMIA SOLIDÁRIA: CONTRIBUIÇÃO PARA SUPERAÇÃO DA POBREZA EXTREMA SUPERAÇÃO DA POBREZA EXTREMA: POLÍTICA EMANCIPATÓRIA INTERSETORIAL O aumento das capacidades e oportunidades pressupõe uma abordagem multidimensional:

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 006/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 006/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS ORGANISATION DES NATIONS UNIES POUR L ALIMENTATION ET L AGRICULTURE ORGANIZACION DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA AGRICULTURA Y LA ALIMENTACION ORGANIZAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA Página 1 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA PORTARIA NORMATIVA Nº 113 1997 DE 25 DE SETEMBRO

Leia mais

Pacto pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia 1

Pacto pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia 1 Pacto pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia 1 Introdução Os signatários deste documento propõem à sociedade brasileira um Pacto Nacional pela Valorização da Floresta e pelo

Leia mais

Concurso Jovens Empreendedores Florestais. Edital de Seleção

Concurso Jovens Empreendedores Florestais. Edital de Seleção IDESAM Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas Concurso Jovens Empreendedores Florestais Edital de Seleção Versão 1.0 - Março/2014 1. Descrição do Concurso O IDESAM convoca por

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012

PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012 PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012 Torna públicas as teses e diretrizes para a elaboração de uma Política Nacional de Empreendedorismo e Negócios PNEN, e dá outras providências. O MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER-

Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER- Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- -DATER- Lei 12.188 Assistência Técnica e Extensão Rural para a

Leia mais

Embrapa Mandioca e Fruticultura e a Cooperação Internacional. Tecnologia da Raiz ao Fruto

Embrapa Mandioca e Fruticultura e a Cooperação Internacional. Tecnologia da Raiz ao Fruto Embrapa Mandioca e Fruticultura e a Cooperação Internacional Tecnologia da Raiz ao Fruto Viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura, com foco em

Leia mais

Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO

Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO N ú m e r o P-24 POLÍTICA DE SALVAGUARDAS AMBIENTAIS E SOCIAIS DO FUNBIO Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO POLÍTICA DE SALVAGUARDAS AMBIENTAIS E SOCIAIS DO FUNBIO FUNBIO Fundo Brasileiro para

Leia mais

A Influência da Crise Econômica Global no Setor Florestal do Brasil

A Influência da Crise Econômica Global no Setor Florestal do Brasil A Influência da Crise Econômica Global no Setor Florestal do Brasil 1. INTRODUÇÃO Ivan Tomaselli e Sofia Hirakuri (1) A crise financeira e econômica mundial de 28 e 29 foi principalmente um resultado da

Leia mais

Titulo. O Uso Sustentável da Palmeira Juçara como Estratégia para Conservação da Mata Atlântica Rede Juçara. Introdução

Titulo. O Uso Sustentável da Palmeira Juçara como Estratégia para Conservação da Mata Atlântica Rede Juçara. Introdução Titulo O Uso Sustentável da Palmeira Juçara como Estratégia para Conservação da Mata Atlântica Rede Juçara Introdução A Rede Juçara, assim denominada, é resultado do esforço de articulação entre diversas

Leia mais

Especialização em Ecologia e Intervenções Ambientais

Especialização em Ecologia e Intervenções Ambientais Especialização em Ecologia e Intervenções Ambientais Apresentação CAMPUS IGUATEMI Previsão agosto Turma 10 --> Inscrições em Breve *Alunos matriculados após o início das aulas poderão cursar as disciplinas

Leia mais

Segurança Alimentar e Nutricional na Amazônia

Segurança Alimentar e Nutricional na Amazônia Segurança Alimentar e Nutricional na Amazônia Contribuições ao debate na XI Plenária do Consea Agosto de 2013 Aprimoramento da estratégia de identificação e caracterização das famílias pertencentes a povos

Leia mais

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios Orientações para elaborar um Plano de Negócios Maio de 2010 www.nascente.cefetmg.br Página 1 Apresentação Este documento contém um roteiro básico de Plano de Negócios. O objetivo é permitir que o futuro

Leia mais

ECONOMIA DA CULTURA. Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec MINISTÉRIO DA CULTURA

ECONOMIA DA CULTURA. Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec MINISTÉRIO DA CULTURA MINISTÉRIO DA CULTURA ECONOMIA DA CULTURA UM SETOR ESTRATÉGICO PARA O PAÍS Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec A produção, a circulação e o consumo de bens e

Leia mais

I SEMINÁRIO ESTADUAL DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS 2010. Engª Agrônoma e Perita Ambiental Suelen Alves Bomfim

I SEMINÁRIO ESTADUAL DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS 2010. Engª Agrônoma e Perita Ambiental Suelen Alves Bomfim I SEMINÁRIO ESTADUAL DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS 2010 Engª Agrônoma e Perita Ambiental Suelen Alves Bomfim Manaus - 13/8/2010 APL DE POLPAS, EXTRATOS E CONCENTRADOS DE FRUTAS REGIONAIS CIDADE PÓLO: ITACOATIARA

Leia mais

Nordeste atrai novos investimentos em celulose

Nordeste atrai novos investimentos em celulose Reportagem de Capa Agência Vale Nordeste atrai novos investimentos em celulose O PAPEL - Março 2010 O sul da Bahia já tem exemplos de sucesso, como as fábricas da Veracel e da Suzano. Agora, os Estados

Leia mais

A Ibá e o Setor de Florestas Plantadas

A Ibá e o Setor de Florestas Plantadas A Ibá e o Setor de Florestas Plantadas Beatriz P. Milliet Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 30 de setembro- 2015 1 1 A Ibá

Leia mais