PROJETO PROVEDOR DE INFORMAÇÕES SOBRE O SETOR ELÉTRICO

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1 PROJETO PROVEDOR DE INFORMAÇÕES SOBRE O SETOR ELÉTRICO RELATÓRIO MENSAL ACOMPANHAMENTO da CONJUNTURA: FINANCIAMENTO FEVEREIRO de 2010 Nivalde J. de Castro Daniel Bueno B. Tojeiro PROJETO PROVEDOR DE INFORMAÇÕES ECONÔMICAS FINANCEIRAS DO SETOR ELÉTRICO

2 Índice SUMÁRIO EXECUTIVO FINANCIAMENTO VIA BANCOS BNDES Outros FINANCIAMENTO DE EMPRESAS VIA MERCADO DE CAPITAIS Debêntures Captação Externa Ações...9 Relatório Mensal de Acompanhamento da Conjuntura de Financiamento (1) Nivalde J. de Castro (2) Daniel Bueno B. Tojeiro (3) (1) Participaram da elaboração deste relatório como pesquisadores Roberto Brandão, Bruna de Souza Turques, Rafhael dos Santos Resende, Diogo Chauke de Souza Magalhães, Débora de Melo Cunha e Luciano Análio Ribeiro. (2) ) Professor do Instituto de Economia - UFRJ e coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico. (3) Pesquisador do GESEL-IE-UFRJ 2

3 SUMÁRIO EXECUTIVO Este relatório tem como objetivo central sistematizar os principais fatos, dados, informações e ações que ocorreram no mês de Fevereiro de 2010 e têm relação direta com o financiamento do Setor Elétrico Brasileiro. A estrutura do relatório Financiamento está dividida em duas seções principais: Financiamento via Bancos; Financiamento de Empresas Via Mercado de Capitais (Debêntures, Ações e Captação Externa) Os dados de financiamento do BNDES são relativos ao mês de fevereiro. O BNDES realizou desembolsos de R$ 16,06 bilhões durante o primeiro bimestre de 2010 (janeiro a fevereiro). O setor elétrico brasileiro recebeu R$ 1,01 bilhão, o que representou 18% do total liberado para o segmento de infraestrutura e 6% do total desembolsado pelo BNDES. Já as aprovações para o setor elétrico totalizaram R$ 546 milhões no mesmo período, representando 9% de todo o montante aprovado pelo banco para infraestrutura e 4% do total aprovado pelo BNDES para todos os setores. Segundo estudo do BNDES, os investimentos no setor de energia elétrica devem totalizar R$ 92 bilhões no quatriênio O valor a ser investido no período é 35,7% superior aos R$ 68 bilhões investidos entre 2005 e Um segmento que deverá receber fortes desembolsos do BNDES nos próximos anos é setor de energia eólica. A previsão de investimento para projetos desta fonte totaliza R$ 5 bilhões, sendo que o banco de fomento deverá financiar R$ 3,2 bilhões deste total. Com relação ao mercado de capitais, durante o mês de fevereiro, a Brenco anunciou a preparação para emissão de até R$ 155 milhões em debêntures simples. Já a demanda pelas debêntures emitidas pela Cemig excedeu a oferta em R$ 3,3 bilhões, totalizando R$ 6 bilhões, derrubando a remuneração paga pela companhia. A Energisa, por sua vez, realizou 3

4 a amortização antecipada total das debêntures simples, não conversíveis em ações, de sua primeira emissão, no montante de R$ 46,7 milhões. Em termo de captação externa, a Eletrobrás pretende realizar, ainda no primeiro semestre, capitalização de US$ 2 bilhões. A operação servirá de hedge para a receita gerada em dólar, proveniente de Itaipu, e impedirá perdas financeiras devido ao câmbio. 4

5 1 FINANCIAMENTO VIA BANCOS 1.1 BNDES O BNDES realizou desembolsos totais de R$ 8,35 bilhões durante o mês de fevereiro de Já as aprovações para o período totalizaram R$ 7,15 bilhões. Os enquadramentos somaram R$ 12,26 bilhões enquanto que as consulta realizadas junto ao banco de fomento totalizaram R$ 15,77 bilhões. No primeiro bimestre do ano (janeiro e fevereiro), o banco totalizou desembolsos de R$ 16,06 bilhões, o que representou crescimento de aproximadamente 70% em relação ao mesmo período de O setor elétrico brasileiro (SEB) recebeu R$ 1,01 bilhão em desembolsos, o que representou aproximadamente 18% do total liberado para o segmento de infraestrutura e cerca de 6% do total desembolsado pelo BNDES durante os dois primeiros meses de Houve crescimento de aproximadamente 70% no volume dos desembolsos para o SEB em 2010 na comparação com o mesmo período do ano anterior. O volume de desembolsos realizados pelo BNDES durante os meses de janeiro e fevereiro para o setor de infra-estrutura somou R$ 5,71 bilhões, o que representou aproximadamente 36% do total desembolsado pelo banco no período. Já as aprovações realizadas pelo BNDES de janeiro a fevereiro totalizaram R$ 14,44 bilhões. O SEB foi responsável por cerca de 4% do total aprovado pelo banco neste período, representando um montante de R$ 546 milhões, o que significou forte retração de 98% em relação ao volume de aprovações registrado no primeiro bimestre do ano de O segmento de infraestrutura também apresentou queda no volume de recursos aprovados pelo BNDES durante janeiro e fevereiro de 2010, totalizando R$ 6,0 bilhões em aprovações. Deste montante, o SEB teve participação de aproximadamente 9%. No acumulado dos últimos 12 meses perfazendo o período de março de 2009 a fevereiro de 2010, o BNDES realizou desembolsos que totalizaram R$ 143,33 bilhões. Houve crescimento de aproximadamente 53% na comparação com o período de 12 meses referente ao ano anterior, abrangendo o período de março de 2008 a fevereiro de As 5

6 aprovações realizadas no mesmo período de análise somaram R$ 169,15 bilhões, um aumento de 39% na comparação com o montante aprovado pelo banco de fomento entre março de 2008 a fevereiro de Os desembolsos recebidos pelo segmento de infraestrutura nos últimos 12 meses (março de 2009 a fevereiro de 2010) somaram R$ 51,48 bilhões, o que significou uma participação de aproximadamente 36% do total desembolsado pelo BNDES no período de análise. No âmbito das aprovações, o setor de infraestrutura totalizou um montante de R$ 55,34 bilhões nos últimos 12 meses até o mês de fevereiro de 2010, o que significou uma participação de 33% do total aprovado. O SEB recebeu desembolsos do BNDES que totalizaram R$ 14,59 bilhões nos últimos 12 meses finados em fevereiro de 2010, o que significou 10% do total desembolsado pelo BNDES no período. Dos desembolsos para o setor de infra-estrutura, o SEB teve parcela de 28%. Já as aprovações totalizaram R$ 10,0 bilhões, representando participação de 6% do total aprovado pelo banco de fomento e 18% das aprovações realizadas dentro do segmento de infra-estrutura. As consultas e enquadramentos, que são uma amostra para possíveis aprovações e desembolsos futuros, totalizaram R$ 24,62 bilhões e R$ 19,84 bilhões, respectivamente, para o período de janeiro a fevereiro de Estes números representaram crescimento de 25% e 26%, respectivamente, em relação ao período homônimo de No acumulado dos últimos 12 meses, os enquadramentos realizados pelo BNDES somaram R$ 194,2 bilhões, enquanto que as consultas realizadas pelas empresas junto ao banco alcançaram o montante de R$ 228,94 bilhões. Segundo estudo do BNDES, os investimentos no setor de energia elétrica devem totalizar R$ 92 bilhões no quatriênio Isso significa um crescimento médio de 6,3% ao ano. O valor a ser investido no período é 35,7% superior aos R$ 68 bilhões investidos entre 2005 e O segmento representaria um terço dos R$ 274 bilhões estimados em investimento para os próximos quatro anos. O estudo destaca as hidrelétricas do Complexo do Rio Madeira, que receberão cerca de R$ 20 bilhões no período e inclui a 6

7 hidrelétrica de Belo Monte, que deve ter R$ 8 bilhões empregados. A usina nuclear de Angra 3 tem previsão de investimentos de R$ 4 bilhões para o período de 2010 a São listados ainda 70 projetos de energia eólica que demandarão investimentos de R$ 8 bilhões nos próximos anos. O Governo Federal vai utilizar o BNDES e os fundos de pensão como instrumentos para garantir a maior competição no leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte. As empresas procuram melhorar as condições de financiamento do BNDES e a questão das garantias é fundamental para alcançar um acordo em torno dos consórcios. De acordo com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, o banco está pronto para financiar o vencedor do leilão da hidrelétrica de Belo Monte. Segundo ele, o banco irá examinar a compatibilidade do custo e do retorno financeiro, além de condições de garantia do projeto. Um segmento que deverá receber fortes desembolsos do BNDES nos próximos anos é setor de energia eólica. A carteira do BNDES para esta fonte de energia conta com 12 parques eólicos que somam aproximadamente 1 GW de capacidade instalada. A previsão de investimento para estes projetos totaliza R$ 5 bilhões, sendo que o banco de fomento deverá financiar R$ 3,2 bilhões deste total. Oito parques eólicos já estão contratados, somando 676 MW em capacidade e demandarão desembolsos de R$ 2 bilhões do BNDES para um investimento integral de R$ 3,4 bilhões. Durante o mês de fevereiro, o BNDES, por meio da BNDESPar, assumiu o controle de 16% da nova empresa criada a partir da fusão da ETH Bioenergia e Brenco. O banco é responsável pelo financiamento sete das nove usinas incluídas no processo de fusão. Segundo nota divulgada pelo BNDES, a fusão entre a ETH e a Brenco foi um "passo importante para o desenvolvimento do setor de etanol no Brasil". 7

8 1.1 Outros O Funcef - fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal - pretende investir até R$ 1,9 bilhão no setor de infraestrutura no ano de Entre os projetos em análise pelo fundo de pensão estão as hidrelétricas de Belo Monte e de Jirau. O Funcef negocia com a Camargo Corrêa, que detém 9,9% do negócio, a compra de metade da participação no consórcio que venceu o leilão da usina de Jirau. No caso de Belo Monte, o fundo examina projeto para formação de um consórcio com a Odebrecht para disputar a concessão. O Banco do Nordeste possui uma carteira com nove parques eólicos, que representarão um desembolso de R$ 1,08 bilhão. 8

9 2 FINANCIAMENTO DE EMPRESAS VIA MERCADO DE CAPITAIS 2.1 Debêntures Durante o mês de fevereiro, a Companhia Brasileira de Energia Renovável (Brenco) anunciou a preparação para emissão de até R$ 155 milhões em debêntures simples, com garantia flutuante. A operação depende de aprovação da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da companhia. Durante o ano de 2009, a Brenco realizou captação de R$ 500 milhões via emissão de debêntures. A demanda pelas debêntures emitidas pela Cemig neste inicio de ano excedeu a oferta em R$ 3,3 bilhões, totalizando R$ 6 bilhões, derrubando a remuneração paga pela companhia. A companhia só foi capaz de atender a demanda por R$ 2,7 bilhões em debêntures, valor inicialmente previsto para a oferta. De acordo com a Lei das Sociedades por Ações, as emissões de debêntures não podem ultrapassar o limite do capital social das empresss emissoras. O capital social da estatal mineira é de 3,29 bilhões. Os recursos captados serão usados para pagar uma dívida de R$ 2,7 bilhões em notas promissórias. A Energisa, por sua vez, realizou a amortização antecipada total das debêntures simples, não conversíveis em ações, de sua primeira emissão, no montante de R$ 46,7 milhões. 2.2 Captação Externa A Eletrobrás pretende realizar, ainda no primeiro semestre, capitalização de US$ 2 bilhões. A operação servirá de hedge para a receita gerada em dólar, proveniente de Itaipu, e impedirá perdas financeiras devido ao câmbio. A operação ainda precisa de aprovação do Governo. 2.3 Ações A Light concluiu no mês de fevereiro o plano de aquisição de ações de sua própria emissão. Foram adquiridas ações ordinárias, pelo valor de R$ 162,56 milhões. 9

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