Palavras-Chave: Redes sociais. Disseminação da Informação. Serviço. Produto. Biblioteca Universitária.

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1 REDES SOCIAIS: CONTRIBUIÇÕES E PERSPECTIVAS PARA SERVIÇOS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS* * GT3 Mediação da Informação em ambientes virtuais: políticas e tecnologias Comunicação Oral Carla Daniella Teixeira Girard 1, Cristiane Marina Teixeira Girard 2, Erik André de Nazaré Pires 3, Sheyla Gabriela Alves Ribeiro 4 Resumo Mostra as contribuições e perspectivas das redes sociais em Bibliotecas Universitárias (BU). Traça um panorama histórico sobre a utilização das redes sociais como ferramenta de divulgação de serviços e produtos das BU. Evidencia a relevância das redes sociais na contemporaneidade. Aborda as contribuições das redes sociais. Mostra o cenário das redes sociais no novo contexto das BU. Identifica as necessidades das BU quanto à utilização das redes sociais como forma de mostrar seus serviços e produtos. Adota como metodologia a realização de pesquisa com levantamento bibliográfico e em base de dados on-line, com o intuito de selecionar o material, analisando e contextualizando as partes essenciais e também apontar algumas BU que adotam as redes sociais como divulgação de seus serviços e produtos. A perspectiva é que este estudo sirva para auxiliar propostas, em que as BU utilizem das diversas ferramentas que lhes são favoráveis, como via de divulgação de seus produtos e serviços, além de aprofundar o debate teórico sobre a importância de tais para a comunidade acadêmica e geral. Palavras-Chave: Redes sociais. Disseminação da Informação. Serviço. Produto. Biblioteca Universitária. Abstract Shows the contributions and perspectives of social networks in Academic Libraries (BU). It presents a historical overview on the use of social networks as a tool for dissemination of services and products of BU. Highlights the importance of social networks nowadays. Discusses the contributions of social networking. Shows the scenario of social networks in the new context of BU. Identifies the needs of BU on the use of social networks as a way to showcase their services and products. Methodology adopts as conducting research with bibliographic database and online, in order to select the material, analyzing and 1 Graduada em Biblioteconomia, Universidade Federal do Pará, Bibliotecária-Documentalista, Universidade Federal do Oeste do Pará / Campus Universitário de Oriximiná, Oriximiná, Pará. 2 Graduanda em Biblioteconomia, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará. 3 Graduado em Biblioteconomia, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará. 4 Bibliotecária-Documentalista, Universidade Federal do Oeste do Pará/ Campus Universitário de Juruti, Juruti, Pará.

2 contextualizing the essential parts and also point out some BU that adopt social networking as marketing their products and services. The prospect is that this study will serve to assist proposals in the BU use of several tools that benefit them, as a way of marketing their products and services, as well as deepen the theoretical debate about the importance of such to the academic community and general. Keywords: Social Networks. Dissemination of the Information. Service. Product. University library. 1 Introdução O presente estudo visa salientar um panorama histórico sobre a utilização das redes sociais como ferramenta de divulgação de serviços e produtos em Bibliotecas Universitárias, mostrando a relevância que as redes têm na inserção e demonstração das bibliotecas como via de melhor divulgarem os mesmos e deixar seus usuários informados. Como discorre Tomaél, Alcará e Di Chiara (2005, p. 93), as redes sociais constituem uma das estratégias subjacentes utilizadas pela sociedade para o compartilhamento da informação e do conhecimento, mediante as relações entre atores que as integram. O problema de nossa pesquisa baseia-se no intuito de que uma organização só atuará diante das tecnologias e mostrar-se competitiva, se esta adaptar-se a essas tecnologias, visualizando os seus próprios recursos e, obviamente, a informação será o motivo principal (MIRANDA, 2010). De acordo com Choo (2002, p. 345), as organizações usam a informação de três maneiras estratégicas: para dar seguimento ao ambiente, para criar novos conhecimentos e para tomar decisões. A realização deste trabalho mostra-se relevante no sentido de mostrar todo o percurso que as redes sociais alcançaram na sociedade e principalmente na divulgação de serviços e produtos das bibliotecas, mais precisamente nas Bibliotecas Universitárias que atualmente utilizam bastante esta ferramenta. Sendo assim, tem como objetivo geral mostrar as contribuições e perspectivas das redes sociais em Bibliotecas Universitárias e

3 como específicos temos o intuito de evidenciar a relevância das redes sociais na contemporaneidade, abordar as contribuições das redes sociais para as Bibliotecas Universitárias, mostrar o cenário das redes sociais no novo contexto das Bibliotecas Universitárias e identificar as necessidades das Bibliotecas Universitárias quanto à utilização das redes sociais como forma de mostrar seus serviços e produtos. Espera-se que esta pesquisa consiga alcançar todos os seus objetivos e fomentar mais discussões e reflexões sobre as novas tecnologias em nossa sociedade atual e que delas saibamos aproveitar para melhor utilizar em prol de contribuir em manter informado o público que as Bibliotecas Universitárias atendem e que pretendem atender. 2 Revisão de Literatura Antes de entrarmos a fundo sobre definições de redes sociais, precisamos primeiramente entender o que seria uma rede. Para responder a este questionamento Powell e Smith-Doerr (1994, p. 378), discorrem que uma rede é composta por um conjunto de relações ou laços entre atores [indivíduos ou organizações]. Um laço entre atores tem conteúdo [o tipo de relação] e forma [força e intensidade] da relação. Sendo assim, este conteúdo ocorrido na relação pode incluir informação e fluxo de recursos, conselho ou amizade de fato, qualquer tipo de relação social pode ser definida como um laço. O termo rede surgiu da palavra etimológica do vocábulo latim rete e que hoje assume vários significados, como cordas, arames, artefato para fins de apresamento ou retenção do animal desejado, dentre outros. Por isto, segundo Marteleto (2007), o conceito de rede não é um aporte próprio do século XX, mas pelo contrário, traz, na sua significação, a memória da sua origem orgânica próxima do imaginário do corpo desde Hipócrates (Cós- Tessália, 377 a.c.), considerado, por muitos, o pai da medicina ocidental moderna.

4 É, no início do séc. XX, que surge a idéia de rede social, a idéia de que as relações sociais compõem um tecido que condiciona a ação dos indivíduos nele inseridos. A metáfora de tecido ou rede foi inicialmente usada na sociologia, para associar o comportamento individual à estrutura a qual ele pertence e transformou-se em uma metodologia denominada sociometria, cujo instrumento de análise se apresenta na forma de um sociograma (FERREIRA, 2011, p. 2010). Em 1951, os norte-americanos Ray Solomonoff e Anatol Rapoport publicaram Connectivity of Random Net e introduziram o conceito de redes randômicas. Esse foi o primeiro passo para de fato reconhecer as redes sociais. Entre 1958 e 1968, os matemáticos húngaros Paul Erdos e Alfred Rényi publicaram oito artigos que revolucionaram o estudo das redes e estabeleceram a teoria randômica dos grafos. Erdos e Rényi entendiam os grafos e o mundo que os mesmos representavam como fundamentalmente aleatórios, propondo que as ligações entre os vértices das redes fossem, também, aleatórias (BARABÁSI, 2009). Nos EUA, em 1964, vivia-se o auge da guerra fria. Paul Baran, que trabalhava como investigador na RAND Corporation, desenhou uma proposta para o sistema de comunicações norte-americano que, para fazer face a ameaça soviética, fosse invulnerável a um possível ataque nuclear. Baran (1964) classificou dois tipos fundamentais de redes: as centralizadas e as distribuídas. As primeiras, que definem uma estrutura hierárquica, tem um nó central que, se for eliminado, afetará toda a rede. As redes distribuídas são redes cuja a estrutura forma uma malha, em que os nós têm a mesma importância entre si e, para alcançar um deles, existem vários caminhos possíveis. Isto significa que, ao contrário das centralizadas, a eliminação de um ponto não afetará significamente a estrutura da rede. Entretanto, mais rigoroso do que falar em redes centralizadas ou distribuídas é referirmo-nos ao grau de centralização de cada rede. Assim, as configurações das redes foram evoluindo e se modificando com o passar do tempo e do progresso da sociedade, tanto que em 2002, é lançado o Friendster, pioneiro na ligação online entre verdadeiros amigos espalhados pelo mundo. Em 2003, é lançado o myspace inicialmente

5 concebido como um clone do friendster. Segundo Beleza (2011, não paginado), o myspace foi criado por uma empresa de marketing para a internet, a primeira versão foi codificada apressadamente em cerca de dez dias. De acordo com Beleza (2011, não paginado), o facebook é lançado originalmente como uma forma de ligar estudantes universitários nos EUA. Foi primeiramente lançado na Universidade de Harvard onde mais da metade dos seus alunos se inscreveu no decorrer do primeiro mês. Em 2006, é lançado o twitter como mais uma rede social que visa reunir pessoas de diversas partes do mundo (BELEZA, 2011). Em 2011, o Google lança um projeto chamado Google+, do qual sua idéia principal seria segundo Oliveira (2012, não paginado), permitir uma interação dos usuários de maneira seletiva, dividindo em círculos cada grupo de amizade. Esta rede social utiliza ferramentas como o Hangout do qual permite fazer uma conferência em tempo real com vários usuários (OLIVEIRA, 2012). Para Tomaél e Marteleto (2006), estes consideram uma rede como sendo uma representação formal de atores e suas relações e que uma rede social se refere a um conjunto de pessoas, organizações ou outras entidades sociais conectadas por relacionamentos sociais, motivados pela amizade e por relações de trabalho ou compartilhamento de informações e, por meio dessas ligações, vão constituindo e reconstruindo a estrutura social (TOMAÉL; MATELETO, 2006, p. 75). De acordo com Ferreira (2011, p. 213), aponta que a rede social é: Uma estrutura social composta por indivíduos, organizações, associações, empresas ou outras entidades sociais, designadas por atores, que estão conectadas por um ou vários tipos de relações que podem ser de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc. nessas relações, os atores sociais desencadeiam os movimentos e fluxos sociais, através dos quais partilham crenças, informação, poder, conhecimento, prestígio etc. Uma rede social é uma estrutura formada por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das

6 redes são a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. Redes não são, portanto, apenas outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente. Segundo Castilla et al. (1998, p. 219), as redes sociais podem ser definidas como: Um conjunto de nós ou atores (pessoas ou organizações) ligados por relações sociais ou laços de tipos específicos. Um laço ou relação entre dois autores tem both strengt e conteúdo. O conteúdo inclui informação, conselho ou amizade, interesses compartilhados ou pertencimentos e tipicamente algum nível de confiança. As redes sociais têm adquirido importância crescente na sociedade moderna. São caracterizadas primariamente pela autogeração de seu desenho, pela sua horizontalidade e sua descentralização. Sendo assim, segundo Marteleto (2001, p. 72), as redes sociais representam um conjunto de participantes autônomos, unindo idéias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados. Segundo Tomaél, Alcará e Di Chiara (2005, p. 93), nas redes sociais, Cada indivíduo tem sua função e identidade cultural. Sua relação com outros indivíduos vai formando um todo coeso que representa a rede. De acordo com a temática da organização da rede, é possível a formação de configurações diferenciadas e mutantes. [...] a rede é uma estrutura não-linear, descentralizada, flexível, dinâmica, sem limites definidos e auto-organizável, estabelece-se por relações horizontais de cooperação. Acreditava-se que as redes sociais eram apenas um mecanismo de relacionamento ou uma forma de agrupar determinadas pessoas e discutir idéias entre si, porém se percebe atualmente que ela atua não somente neste aspecto citado, mas também como uma grande auxiliadora em empresas, instituições, dentre outros que queiram deixar os usuários a par de informações e até mesmo divulgação de serviços e produtos. Partindo desta premissa, é importante salientar que um desses ambientes, são as Bibliotecas Universitárias, do qual a rede social esta

7 ganhando espaço e contribuindo cada vez mais para disseminar informações. Sendo assim Pontes e Santos (2011, p. 2), discorrem que: O uso das Redes Sociais nas Bibliotecas Universitárias contribuiu enquanto estratégia no gerenciamento e disseminação dos recursos informacionais, na comunicação ativa e participativa, na percepção acerca das necessidades dos usuários e, consequentemente, na tomada de decisão, uma vez que as informações relevantes estarão direcionadas a públicos específicos, com uma linguagem acessível, informal e direta. No entanto, esse recurso de compartilhamento de informações deve ser bem implementado e possuir políticas claras de utilização, o que contribuirá com a utilização eficiente e com o fluxo adequado de informações relevantes. As redes sociais também na concepção de Maness (2007), contribuem para a Biblioteca Universitária no sentido de que bibliotecário e usuários não somente interagissem, mas compartilhassem e transformassem recursos dinamicamente em um meio eletrônico. Usuários podem criar vínculos com a rede da biblioteca, ver o que os outros usuários têm em comum com suas necessidades de informação, baseado em perfis similares, demografias, fontes previamente acessadas, e em grande número de dados que os usuários fornecem. Com a chegada da tecnologia, o mundo se viu obrigado a inserir-se ao padrão virtual. Onde, até os ambientes de trabalho tiveram que se adaptar a essas evoluções. E, claro, com a biblioteconomia não foi diferente. A função do profissional da informação sofreu mudanças e como tais, tiveram que se preparar para agregar essa tecnologia à prática do exercício do trabalho do bibliotecário. Até pouco tempo atrás o uso de sites de relacionamentos eram vistos com maus olhos por uma parcela de bibliotecários. Isto se deve ao fato de que, na concepção desses profissionais da informação, os mesmos seriam utilizados apenas como meio de trocas de informações desnecessárias e outras futilidades, descartando a possibilidade de qualquer benefício que estas fontes poderiam fornecer e desmerecendo aquele que, hoje, é de grande importância na era da disseminação da informação.

8 Acreditando que o fato está no desconhecimento do manuseio dessas redes e, principalmente, da resistência em buscar associá-las ao trabalho do bibliotecário. Em muitos casos, referentes ao espaço acadêmico/ universitário e/ou bibliotecas em geral, valiam-se do meio de bloquear o acesso a sites desse porte, com o argumento de que as máquinas computacionais somente eram para fins de uso restrito de pesquisa acadêmica e científica. Todavia, o que se pode observar atualmente é que esse quadro vem mudando, juntamente com a evolução dos meios tecnológicos da informação e as várias formas de utilização dessas ferramentas a serviço do ambiente informacional. O profissional bibliotecário vem acompanhando as diversas mudanças na função operacional de suas atividades, mais especificamente no âmbito das evoluções tecnológicas. Isso abrange a era moderna da alta tecnologia, onde, computadores, internet, mídias sociais e afins são peças fundamentais para o desempenho satisfatório no atendimento aos usuários das universidades. De acordo com Tomaél, Alcará e Di Chiara (2005, p. 97): O conhecimento precisa ser transformado, desenvolvido e trabalhado dentro das organizações; caso contrário, ele será apenas um aglomerado de informações sem importância. Esse é o maior desafio da Era da Informação: criar uma organização capaz de compartilhar o conhecimento. E é nesse enfoque que as redes são mais valorizadas; ao mesmo tempo que contribuem para o aprimoramento dos ativos organizacionais, possibilitam que as organizações, distinguindo as características das redes e valendo-se delas, tornem o compartilhamento mais profícuo. É esse compartilhamento de conhecimento que abrange e cria perspectivas no campo da conexão de informações. O objetivo é tornar o conhecimento acessível à comunidade como um todo. Tornar a pesquisa atrativa e aguçar a curiosidade, a sede por informação, por atualidades e inovações que percorrem o mundo do conhecimento. Nesse sentido, compreende-se a interdisciplinaridade da Biblioteconomia/Ciência da Informação com as demais áreas do conhecimento, voltadas para o campo informacional, ambos objetivando priorizar o acesso eficaz e eficiente às notícias, informações e, sobretudo, ao conhecimento-

9 aprendizado. Deixa clara a importância da interação dessas áreas para o bem comum, onde, cada profissional executa sua função para dar o suporte necessário ao desenvolvimento e aplicação das ferramentas e mecanismos, sejam eles tecnológicos ou científicos, a serviço da recuperação e disseminação da informação. Existe, hoje, uma diversidade de sites de relacionamento, uma para cada fim ou tudo junto e ao mesmo tempo em uma única rede. Podemos citar algumas, tais como: Orkut; Facebook; Twitter; Netlog; Sonico; Linkedin; Badoo; Flickr; You Tube; Ning; My Space; Digg etc; A exemplo do que seja um site de relacionamento, como funciona, como utilizar, como torná-lo uma peça importante para a mediação da informação, neste momento, mencionaremos o Facebonk que é uma rede social completa, com recursos de mural, fotos, vídeos, calendários de eventos e diversos serviços e aplicativos. Como todos os outros sites de relacionamento, neste, também, é necessário criar uma conta de perfil, inserindo informações pessoais básicas, como: nome, , local, data de nascimento e foto. No Facebook, com as opções compartilhar link, eventos e/ou atualização de status, o usuário poderá divulgar aos seus amigos que compõem seu perfil social e, ainda, amigos de amigos ou ao público em geral (dependendo da configuração da conta, alterado pelo próprio usuário), notícias de interesses variados. Tais ferramentas podem ser atribuídas aos serviços de bibliotecas, como a divulgação de eventos, cursos, palestras, lançamentos de livros, pesquisas de satisfação do usuário em relação à biblioteca, seus produtos/serviços, totalmente on line. No ponto de vista profissional, é uma forma de executar a praticidade e associá-la com a função do bibliotecário, onde, o mesmo tem se empenhado ao longo dos anos para manter modernizado e eficiente o seu trabalho, oferecendo um atendimento com qualidade e satisfação aos seus usuários. Uma forma de chegar até o cliente/usuário, conhecê-lo, divulgar (marketing), oferecer, disponibilizar serviços e produtos e atender de forma personalizada, é por meio das redes sociais. Outra abordagem que pode ser

10 frisada na disseminação da informação, trata-se da utilização também da tecnologia do Rich Site Summary (RSS), cujo qual é definido como um subconjunto de dialetos XML que serve para agregar conteúdo ou Web Syndication, podendo ser acessado mediante programas ou sites agregadores. É usado principalmente em site de notícias e blogs (WIKIPÉDIA, 2012, não paginado). Segundo Rubino (2006, p. 1, grifo nosso), existem 3 tipos de agregadores RSS: Navegadores: são navegadores que já possuem agregadores implementados junto aos seus favoritos, como o Mozilla Firefox ou o Internet Explorer 7, assim você clica no item do Feed e ele abre automaticamente seu navegador. Programas: como um cliente de , permitem que você leia notícias em softwares como o Microsoft Outlook e o Mozilla Thunderbird, por exemplo. Outros são capazes de verificar os sites listados em um intervalo de tempo definido por você e emitem um aviso sonoro ou visual assim que encontram uma notícia nova. Serviços Online: são leitores on-line, com destaque para o Google Reader e para o Blogines. A vantagem destes serviços é que você consegue acessar os feeds que assina a partir de qualquer computador com acesso à internet, independente do sistema operacional. Muitas instituições privadas ou públicas já aderiram às redes sociais como ferramentas de divulgação de seu perfil e objetivos no mercado. Exemplos na área de Biblioteconomia podemos citar alguns perfis disponíveis em sites de relacionamento, como: Fundação Biblioteca Nacional (Twitter), Fundação Tancredo Neves (Facebook), Biblioteca Central da UFPA (Facebook), Conselho Regional de Biblioteconomia 2ª Região - (Facebook), entre outros. Além de comunidades e grupos inseridos dentro dos próprios sites (Orkut e Facebook, respectivamente), como: Biblioteconomia Biblio o quê?, Biblioamigos, Amigos de Enebd/Erebd, Bibliotecário virtual, Dominação bibliotecária etc (comunidades do Orkut); Bibliotecários, Biblioteconomia Brasil etc (grupos do Facebook). Essas comunidades e grupos reúnem alunos de graduação, profissionais e professores da área de biblioteconomia, com o intuito de aproximação, troca de conhecimento, disseminação da informação,

11 discussão em determinados assuntos de interesse desses grupos e isso abrange uma parcela, consideravelmente, satisfatória no número de pessoas envolvidas, estas correspondem à origem representativa de cada região do país (Brasil) ou até mesmo mundial. De acordo com Souza (2011, não paginado): Mídias sociais são ferramentas online projetadas para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos. Elas abrangem diversas atividades que integram tecnologia, interação social e a construção de palavras, fotos, vídeos e áudios. Esta interação e a maneira na qual a informação é apresentada dependem nas várias perspectivas da pessoa que compartilhou o conteúdo, visto que este é parte de sua história e entendimento de mundo. Redes Sociais permitem as pessoas, empresas construírem páginas com informações sobre si, se conectar com amigos, compartilhar informações. Diante disso, é comum encontrarmos empresas privadas e públicas optando pelo marketing via rede social, uma vez que, dessa forma eles atingem um número bem maior de acessos, nos quais pessoas de todas as classes sociais tomam conhecimento da existência e atuação de mercado de suas empresas. 3 Materiais e Métodos Esta pesquisa fundamentou-se mais precisamente em desenvolver um estudo com a idéia central de mostrar as contribuições e perspectivas que as redes sociais proporcionam no que tange a disseminação de informações das Bibliotecas Universitárias, principalmente no que compete a seus produtos e serviços. Partindo desta premissa, foi adotada como metodologia a pesquisa bibliográfica, que é definida segundo Severino (2007, p. 122), como aquela que se realiza a partir do registro disponível, decorrente de pesquisas anteriores, em documentos impressos, como livros, artigos, teses etc.. Ou seja, esta pesquisa prende-se na utilização de dados ou de categorias teóricas já trabalhados por outros pesquisadores e devidamente registrados. Severino

12 (2007, p. 122) ainda discorre que, os textos tornam-se fontes dos temas a serem pesquisados. O pesquisador trabalha a partir das contribuições dos autores dos estudos analíticos constantes dos textos. Sendo assim, podemos destacar que a pesquisa foi realizada com levantamento bibliográfico e em bases de dados on-line, com o intuito de selecionar o material, analisando e contextualizando as partes essenciais e também apontar algumas Bibliotecas Universitárias que adotam as redes sociais como divulgação de seus serviços e produtos. 4 Resultados Parciais/Finais Com esta pesquisa pretendemos frisar a importância da tecnologia no âmbito das bibliotecas, precisamente nas Bibliotecas Universitárias. Como vimos anteriormente, abordamos a quebra de paradigma quanto a utilização das redes sociais nas mesmas, pois antes tinha-se a visão de que as redes prendiam-se a fins fúteis, o que hoje não se nota tal fundamentação. Atualmente as redes sociais atuam conjuntamente e na facilitação da disseminação da informação, por isto, ela acabou por se tornar aliada das bibliotecas, principalmente no que tange a divulgação de produtos e serviços que elas oferecem a seus usuários, pois é através das redes você dispõem informações em um espaço mínimo e rápido de tempo. Assim, discorremos também em nosso estudo algumas instituições que já mudaram a concepção quanto às redes sociais e a aderiram como meio de auxiliar na disseminação de informações que ocorrem no dia a dia das Bibliotecas Universitárias, portanto, citamos como exemplos: a Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Tancredo Neves, Biblioteca Central da UFPA dentre outras.

13 5 Considerações Parciais/Finais XVI EREBD N/NE Para o desenvolvimento de um trabalho midiático faz-se necessário, primeiramente, saber manusear tais ferramentas, neste caso, as mídias sociais e sites de relacionamento. Para tanto, exige-se que o profissional esteja inserido ao mundo da informação. Saber quem são e quais os perfis de seus usuários, o que eles estão buscando e quais as suas necessidades. Estar onde o usuário está, é esse o objetivo de fortalecer a mediação da informação por meio das redes sociais, sites de relacionamentos. Com isso, o profissional deverá fazer parte dessa relação e mais, deverá ter conhecimento e fazer uso dos mesmos. Criar perfis institucionais e pessoais em sites de relacionamento social virtual é uma forma de se familiarizar, chegar até esses usuários e conhecer a realidade de quem preza pela acessibilidade da informação e disseminação da mesma. Portanto, esta pesquisa veio fomentar a discussão das tecnologias, mais precisamente das redes sociais, suas perspectivas e contribuições, como um novo mecanismo a favor de divulgar produtos e serviços das Bibliotecas Universitárias. Sendo assim, é relevante salientar que nosso estudo ainda pretende ampliar a reflexão para que outras bibliotecas tomem como exemplos algumas que foram citadas no transcorrer do trabalho e que deram certo no seu papel de disseminadoras da informação, melhorando cada vez mais o contato com os usuários que freqüentam e utilizam os serviços e produtos disponibilizados pelas mesmas e para aqueles que no futuro podem necessitar dos seus produtos e serviços.

14 6 Referências BARABÁSI, A-L. Linked: a nova ciência dos networks. São Paulo: Leopardo, BARAN, P. Rand memoranda on distributed communication Disponível em: <http://www.rand.org/pubs/research_memoranda/2006/rm3420. pdf>. Acesso em: 18 dez BELEZA, Alfredo. A história das redes sociais Disponível em: <http://www.techenet.com/2011/04/historia-das-redes-sociais>. Acesso em: 20 dez CASTILLA, Emilio J. et al. Social network in Silicon Valley Disponível em: <http://www.stanford.edu/group/esrg/siliconvalley/docs/siliconvalleyedge.pdf>. Acesso em: 17 mar CHOO, Chun Wei. Information management for the intelligent organization. 3. nd. Medford, NJ: Information Today, FERREIRA, Gonçalo Costa. Redes sociais de informação: uma história e um estudo de caso. Perspectiva em Ciência da Informação, v. 16, n. 3, p , jul./set MANESS, J. M. Teoria da biblioteca 2.0: web 2.0 e suas implicações para as bibliotecas. Informação & Sociedade: estudos, João Pessoa, v. 17, n. 1, p , jan./abr Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article>. Acesso em: 21 mar MARTELETO, Regina Maria. Análise de redes sociais: aplicação nos estudos de transferência da informação. Ciência da Informação, Brasília, DF, v. 30, n. 1, p , jan./abr Informação, redes e redes sociais: fundamentos e transversalidades. Informação & Informação, Londrina, v. 12, n. esp MIRANDA, Angélica Conceição Dias. Bibliotecas Universitárias como gestoras do conhecimento em Instituições Federais de Ensino Superior: proposta de diretrizes f. Tese (Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.

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