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1 tecnologias de informação ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1350, DE 11 JUNHO de 2010, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE

2 2 sexta-feira, 11 Junho de 2010 tecnologias de informação Impressão inteligente poderia poupar 189 milhões de euros por ano às empresas portuguesas Segundo o Centre for Economics and Business Research, os sectores que sairão mais beneficiados com uma impressão mais eficiente são a Administração Pública e Defesa, com 28 milhões de euros, a Educação, com 27 milhões de euros, e a Banca e Finanças, com 13 milhões de euros. Segundo o mais recente estudo sobre o Mercado da Impressão na EMEA (Europe, Meadle East, Africa), elaborado pela consultora CEBR Centre for Economics and Business Research, os sectores que sairão mais beneficiados com uma impressão mais eficiente são a Administração Pública e Defesa, com 28 milhões de euros, a Educação com 27 milhões de euros, e a Banca e Finanças, com 13 milhões de euros. Portugal foi um dos países analisados por este estudo, com resultados que apontam para uma possível economia entre os 95 e os 189 milhões de euros para as empresas que adoptem uma impressão mais inteligente. Menores custos de impressão, menos desperdício de papel e menos resíduos ambientais são as propostas que tornam a gestão mais eficaz e o negócio mais competitivo. Numa altura em que empresas de todas as dimensões e sectores se encontram sob uma enorme pressão para reduzir os seus custos operacionais, os recentes desenvolvimentos tecnológicos e a evolução do mercado para soluções de impressão oferecem uma economia significativa nos negócios, seja no sector público seja no privado. Esta realidade emergente oferece a ambos grandes poupanças em custos de impressão, aumentando a sua competitividade. A OKI acredita que com uma correcta gestão, juntamente com uma infra-estrutura adequada a cada empresa, as tarefas de impressão podem ser realizadas com maior rapidez e com menos custos, economizando materiais e recursos humanos que podem ser destacados para outras funções corporativas, criando mais oportunidades de negócio. O relatório do CEBR descreve as previsões de custos de impressão suportados pelas empresas em Portugal e o objectivo para os reduzir, por aumento da eficiência de impressão, assim como os potenciais benefícios económicos que podem trazer. A gestão aperfeiçoada da impressão, a adopção de tecnologias mais avançadas e as melhores práticas podem permitir fazer melhor, internamente, e a um custo mais baixo, defende a OKI. Impressão em Portugal: Gestão Interna vs. Gestão Externa A facturação total de impressão para o negócio português é de cerca de 2141 milhões de euros por ano. Portugal gasta 663 milhões de euros por ano em impressão externa e 1480 milhões de euros em materiais de impressão interna. Mas, com uma gestão mais inteligente de impressão baseada numa economia potencial de custos anual, empresas e organizações podem economizar entre 95 e 189 milhões de euros por ano em custos de impressão. Com base nestes dados, o estudo prevê que 51 milhões de euros gerados por estas economias podem trazer as actuais funções de impressão externa para o interior das empresas, representando entre 44 e 138 milhões de euros provenientes de uma gestão mais eficiente das funções de impressão interna. Os sectores que sairão mais beneficiados com uma impressão mais eficiente, resultante de uma economia potencial de custos anual, são a Administração Pública e Defesa, com 28 milhões de euros, a Educação com 27 milhões de euros, e a Banca e Finanças com 13 milhões de euros. Ao economizar nos custos de impressão, as empresas beneficiam nos seus negócios independentemente do sector de actuação e ainda contribuem para um ganho de produtividade de cerca de 16 pontos percentuais. Isto significa que os negócios economizarão em média 0,06% do valor economizar para aumentar a produtividade acrescentado bruto da economia através de uma impressão mais eficiente. Estes benefícios de produtividade repercutem-se por toda a economia portuguesa, tornando o negócio mais competitivo, nomeadamente ao nível internacional, aumentando por um lado as exportações e o investimento e, por outro, reduzindo as importações e os preços no consumidor. De acordo com o estudo do CEBR, uma mudança para práticas de impressão mais eficientes pode aumentar o PIB em mais de 225 milhões de euros e as exportações líquidas em cerca de 17 milhões de euros, dado que as empresas portuguesas mais eficientes competem com mais eficiência no exterior. Tendências do sector de impressão estimuladas pela Nova Era Digital O digital veio disponibilizar mais informação, estimulando uma rápida tendência para acabar com a impressão de cópias de catálogos e de brochuras de vendas e sua distribuição. Em substituição, os utilizadores querem vê-los agora através da Internet e imprimir os documentos no seu escritório, em vez de solicitarem as impressões e aguardarem a sua chegada. De acordo com a Divisão de Tecnologias do Laboratório Nacional de Energias Ambientais dos EUA, a média de trabalhadores de escritório imprime 10 mil páginas por ano e utiliza 12 quilos de papel para fotocópias. A evolução acompanha assim o mercado, ou seja, quanto maior a quantidade impressa na empresa, mais sofisticada se torna a tecnologia dos equipamentos de impressão, e daqui emergem duas oportunidades de negócio: um maior controlo sobre o modo como as empresas vêem e imprimem informação; e um aumento da eficiência da impressão e redução dos custos. A utilização de tecnologia avançada de impressão e cópia permite, por exemplo, que as empresas produzam, internamente, documentos como estacionário pré-impresso e material de marketing e comercial. As alterações na tecnologia e o crescimento do mercado da impressão abriram novas oportunidades para os negócios portugueses ao reduzir os custos das empresas e a aumentar a sua competitividade. O objectivo deste relatório CEBR, encomendado pela OKI, passou por analisar as economias possíveis e o impacto que estas podem ter nos diferentes sectores e na economia global de Portugal. Ter os materiais impressos por empresas especializadas de impressão custa às empresas 663 milhões de euros por ano. Mas os números oficiais não demonstram nem como a impressão interna é feita por empresas de impressão não especializadas, nem como a potencial economia de custos pode ser alcançada através de uma melhor gestão. Na realidade, os custos de impressão das actividades das empresas em impressão interna são no total de 1480 milhões de euros por ano. A facturação total anual em impressão para o negócio português é de cerca de 2143 milhões de euros, quase tanto como toda a indústria de Seguros portuguesa. E mesmo este valor não inclui o custo de impressão de revistas, livros ou outro material de publicação. O maior volume de impressão é realizado nos sectores da Administração Pública, Educação, Banca e Finanças. Mas a impressão mais intensiva é realizada nos sectores da Arquitectura e da Publicidade. Nestes sectores, a impressão ocupa a maior quota do volume de negócio. O desafio consiste em aumentar tanto a eficiência das funções de impressão como as economias do negócio português. E, para o comprovar, o estudo do CEBR prevê que, no geral, ao adoptarem as melhores práticas na gestão da impressão. Os sectores mais beneficiados com o uso de uma tecnologia avançada de impressão - que trazem para o interior tarefas especializadas que são actualmente executadas no exterior são os sectores da Grande Distribuição e do Retalho e os sectores das Actividades Jurídicas. Os sectores que mais beneficiarão de uma gestão mais eficiente da actual impressão interna são os sectores da Arquitectura e da Consultoria Técnica seguidos pelos sectores da Administração Pública e da Educação. O estudo CEBR conclui que a potencial economia de custos em impressão pode dar um contributo significativo para o aumento da produtividade quer no sector público, quer no privado, contribuindo para uma economia portuguesa mais próspera. Os benefícios para o ambiente É fácil perceber a pegada ambiental ao analisar os impactos das alterações nas práticas de impressão, como as emissões de carbono e outras igualmente poluentes. Mas a redução na impressão pode ser traduzida numa diminuição de carbono ao utilizar menos matérias-primas. Os benefícios ambientais de uma impressão interna mais eficiente equivalem à redução do uso de combustível de carbono em cerca de 6000 toneladas por ano e a redução de emissões de CO2 em cerca de 14 mil toneladas. Em média, um carro que faça 20 mil quilómetros produz por ano 3,67 toneladas de CO2. Comparativamente, a redução em CO2 a partir de uma impressão interna mais eficiente é semelhante a retirar mais de 3800 carros das estradas portuguesas.

3 tecnologias de informação sexta-feira, 11 Junho de Edenize Maron é formada em Engenharia Industrial Mecânica e há 11 anos que trabalha na SAP. Edenize Maron está há um ano a comandar a casa portuguesa Pequenas e médias empresas suportam crescimento da SAP Há precisamente um ano que Edenize Maron lidera os destinos da SAP em Portugal. Uma casa que conhece há 11 anos, já que anteriormente esta gestora, conhecida por ter celebrado o maior contrato da história da SAP na América Latina, dirigia a força comercial da empresa no Brasil, como directora pelas grandes contas estratégicas. Brasileira, põe ritmo, emoção e calor em todas as palavras que diz. Apesar de especialista em grandes contas e contratos, assume que é nas pequenas e médias empresas que Portugal tem o seu filão de crescimento. Aliás, foram as PME que suportaram o crescimento no primeiro trimestre de 2010 e são elas, as PME, que irão catapultar os resultados de Edenize Maron sucede a José Duarte, o gestor português que agora comanda a SAP na Europa, África e Médio Oriente. Um legado pesado, diz Edenize Maron, já que uma boa parte do PIB nacional passa pelo software SAP, pois a maioria das grandes empresas portuguesas usa produtos do gigante alemão. Vida Económica O legado deixado por José Duarte foi pesado? Edenize Maron Sim, foi. Não no sentido de trabalho mas de responsabilidade. Boa parte do PIB português passa pelo nosso software, já que a grande maioria das grandes empresas portuguesas usa as nossas soluções. Diria que esse é um activo que não há dinheiro que pague. Ou seja, são empresas que não só dependem da SAP como também confiam em nós. E isso é o mais importante. Só este ingrediente já faz com que demos continuidade à inovação. Porque, ano após ano, a SAP ou compra empresas, ou melhora os seus produtos. VE Quando chegou a Portugal, o que mais a surpreendeu no mercado? EM Pela positiva surpreendeu-me a quantidade de portas abertas que a SAP tem. Não tive qualquer situação na qual não tenha conseguido falar com o cliente. VE O nome não está vetado em lado nenhum? EM De forma alguma. O que não quer dizer que não haja críticas. As críticas são pesadas mas também é isso que nos faz mover. Estamos aptos a enfrentar conversas difíceis, acabei por ver tudo isto pela positiva. Os clientes têm, por vezes, um certo nível de insatisfação mas com a parte aberta para explicar o porquê. E isso é o primeiro passo para podermos endereçar as principais questões. Esse legado que o José Duarte e a sua equipa deixaram na última década é o grande factor positivo. VE E onde está então a grande oportunidade de melhoria? EM Conseguir entender o mercado e, à luz do portefólio de produtos da SAP, focar no que realmente faz sentido para Portugal. A SAP relativiza tudo. O que é pequeno em Espanha para nós pode ser grande, já que a realidade deles é significativamente diferente. Por exemplo, classificamos os pequenos e médios negócios como empresas que facturam abaixo dos 300 milhões de euros. E em Espanha esse valor é de 500. Ajustamos ao mercado. VE Em Portugal, apesar de a dimensão das empresas ser relativamente pequena, as empresas são sofisticadas? EM Sim, isso foi uma coisa que desde logo me chamou a atenção. Comparado com as minhas experiências nos outros países, observo essa diferença. O português adopta tecnologia recém-lançada com uma certa facilidade. VE Somos então early adopters Mas temos capacidade para investir? O budget para TI não foi esmagado? EM Dinheiro sempre existe, até porque hoje as Tecnologias de Informação são já uma commodity. Mas é óbvio que o budget está mais curto. VE A crise tem algum lado positivo? EM Tem. Tínhamos clientes que não estavam muito focados em optimizar o que já tinham, tinham excesso de desenvolvimento E agora, com a crise, reestruturaram as suas TI. VE Para que rácio olham mais depressa os clientes? TCO? ROI? EM Temos dois grupos de clientes. Temos o que está a expandir-se para o exterior, muito focado em abrir novas lojas, novos escritórios e que se preocupa com o TCO. São empresas que têm uma forte agenda de crescimento. Depois, as empresas mais dependentes do nosso próprio mercado têm uma agenda oposta que é fazer mais com menos. E aí é que a SAP também teve de adaptar. É isso que estamos neste momento a fazer. VE Que repercussões pode directamente ter no mercado nacional a compra da Sybase? EM Já percebemos que um grupo de clientes já utilizam SAP e Sybase. Um dos exemplos é a Sumol-Compal. A empresa é Customer SAP Centric, ou seja, usam ERP e CRM. Mas no final da cadeia, o handheld que os vendedores usam é da Sybase. Então, fico aliviada porque já existia uma parceria técnico-comercial. Uma parceria que, obviamente queremos ver reforçada. A reacção do cliente tem sido óptima, já que agora tem apenas um parceiro. Vejo a questão da Sybase com muita tranquilidade e alegria. VE Como tem corrido a experiência em Portugal? EM A minha anterior experiência é mais americanizada, pelo que a vida em Portugal tem sido bastante gratificante. Aqui estou exposta aos administradores das principais empresas, a ministros. É uma realidade diferente. Em Portugal existe uma sofisticação que nos refina e isso é um ganho. VE Como encara a vossa concorrência, sobretudo nos grandes clientes? EM Estão todos lá. Cada vez mais a SAP tem de fazer vendas consultivas. Tem de sair de uma abordagem à solução, procurando um problema e muito mais entender o problema e buscar uma solução. O que vai fazer a diferença, nomeadamente nas grandes empresas, é quem mostrar benefício mais rápido. VE E as pequenas e médias empresas? EM É onde temos a maior taxa de crescimento. É onde vamos vender ERP, BI, CRM. Não vamos abrir todo o portefólio porque as pequenas e médias empresas não têm capacidade para absorver. Vamos usar tudo isto com cenários pré-configurados. Estamos ainda a fazer uma aposta muito forte no on-demand para as muito pequenas empresas, juntamente com a PT, que foi o nosso parceiro seleccionado. E aqui vamos quebrar um paradigma importante que é sair de um modelo de implementar software para um modelo de fazer set up, algo que a PT sabe fazer muito bem. O pressuposto é que os clientes pequenos comecem a perceber que também podem ter SAP. VE Mas já conseguiram desmistificar a ideia de que a SAP é só para médias e grandes empresas? Ou pelo menos para médias? EM Penso que sim, mas ainda temos de trabalhar mais nesse sentido. Não podemos desacelerar. VE Em termos de volume de negócios, quanto representam as pequenas e médias empresas? EM Em Portugal, no ano passado, as pequenas e médias empresas representaram 25% do negócio. Mas é precisamente aí onde está a taxa de crescimento. VE Esta percentagem poderá chegar a quanto? EM Esperamos que este ano chegue aos 30%. Uma estimativa low-profile porque acreditamos que as pequenas e médias empresas este ano ainda vão enfrentar algumas dificuldades. VE Como correu o primeiro trimestre? EM Fizemos um bom trimestre com uma excelente prestação no sector das PME. VE Mas foram as PME que suportaram o trimestre? EM Era mesmo aí que eu queria chegar. Até porque reforçámos a equipa, trouxemos uma pessoa da concorrência que conhece o mercado VE E acredita que este ano vão ser as pequenas e médias empresas a alavancar o crescimento? EM É essa a nossa aposta. SUSANA MARVÃO, em Frankfurt

4 4 sexta-feira, 11 Junho de 2010 tecnologias de informação Objectivo é atingir o estatuto de parceiro local SAP no Brasil Ábaco Consultores entra no mercado brasileiro Seguindo a sua política de crescimento e proximidade, a Ábaco Consultores expande agora o seu negócio para o Brasil, dando os primeiros passos num mercado de elevado potencial e que vai culminar na abertura da sucursal Ábaco Brasil em São Paulo. O primeiro grande projecto conquistado assenta na implementação da solução vertical SAP para o sector da construção, uma das áreas de forte especialização da Ábaco, envolvendo oito consultores durante nove meses. Em termos de negócio, o objectivo é atingir o estatuto de parceiro local SAP no Brasil e ganhar mais dois projectos até ao final do ano. A Ábaco Consultores, empresa tecnológica portuguesa e implementador SAP no mercado nacional, acaba de entrar no mercado brasileiro com a implementação da solução vertical SAP para o sector da construção (SAP EC&O) na empresa InPar, uma das maiores construtoras do Brasil. O projecto envolve oito consultores da Ábaco e tem a duração prevista de nove meses. O novo projecto, ganho em conjunto com o seu parceiro Capgemini Brasil, contempla todos os processos críticos ao negócio da InPar, incluindo a Promoção Imobiliária, Gestão de Obra e Construção, Gestão de Carteira de Terrenos, Gestão Financeira, Gestão de Tesouraria, Gestão de Materiais, Vendas e Localização Fiscal Brasil. Com esta solução, a InPar vai automatizar e interligar a informação oriunda dos vários departamentos e áreas, permitindo um controlo total sobre os dados e uma tomada de decisões mais rápida e plenamente fundamentada. Sendo a Construção Civil uma das áreas de especialização da Ábaco, a empresa O primeiro grande projecto assenta na solução vertical SAP para o sector da construção garante a implementação das melhores práticas, a total adequação da solução aos requisitos específicos da InPar e um rápido time-to-market. De acordo com Fernando Teixeira, administrador da Ábaco Consultores No seguimento deste projecto, e depois de identificadas várias oportunidades relevantes, a Ábaco está a investir na abertura de um novo escritório e na criação da empresa Ábaco Brasil em São Paulo, potenciando a actuação num mercado em forte crescimento. Trata-se de mais uma etapa na estratégia de internacionalização e da política de proximidade preconizada pela Ábaco, que já resultou em vários projectos em Espanha, e na recente abertura do escritório de Coimbra, estando já em estudo o Algarve e a Madeira. Em termos de negócio, o objectivo é atingir o estatuto de parceiro local SAP no Brasil e ganhar mais dois projectos até ao final do ano. O sector da construção civil é o que representa um maior peso na facturação da Ábaco cerca de 30% que em 2009 atingiu um total de 3,7 milhões de euros, um crescimento de 25% face a A Ábaco foi o segundo VAR (Value Added Reseller) que mais licenças SAP comercializou no mercado nacional, sendo responsável por cerca de 30% do valor de vendas SAP no sector das PME, o que lhe valeu a distinção de melhor parceiro SAP para PME. O SAP EC&O (Engineering, Construction & Operations) é uma solução vertical desenvolvida para o mercado de promoção, construção, venda ou gestão de imóveis que permite melhorar o desempenho de todos os processos de negócio em todos os ciclos de vida do plano e do projecto, colaborando em proximidade com fornecedores, subcontratados, operadores e clientes. Fundada em Portugal em 2004 e com escritórios em Lisboa e Porto, a Ábaco Consultores é uma empresa dedicada exclusivamente à implementação de Soluções SAP. Como SAP Channel Partner Gold (nível máximo de parceria), apresenta-se como um dos maiores VAR (Value Added Reseller) a nível nacional e a empresa portuguesa desta área com maior presença na Galiza, Espanha. Actualmente, conta com cerca de 70 consultores integrados nas quatro unidades de negócio da empresa: Implementação de Projectos, Manutenção, Outsourcing e Formação. Em 2009, o volume de negócios atingiu os 3,7 milhões de euros e para 2010 estão previstos 4,4 milhões de euros. O Novo sistema de Riqueza Presentemente, o sistema financeiro europeu vive momentos de crise sem paralelo nas últimas cinco décadas. Os défices de vários Estados da União Europeia são preocupantes, ao mesmo tempo que o acesso ao crédito bancário se torna cada vez mais difícil e caro. Perante este quadro, os dirigentes políticos portugueses falam no perigo da banca rota, defendem aumentos de impostos e debatem se devem ou não avançar com obras públicas. O que está, no fundo, em causa e constitui o cerne do problema é outra questão: a mudança do paradigma de sucesso na economia mundial. A concorrência internacional de países de mão-de-obra barata como a China e a mudança para um planeta tecnológico, onde a competitividade reside cada vez mais no conhecimento aplicado e capacidade de recolher e processar informação, provocaram o nascimento de um novo sistema de riqueza mundial. Neste quadro, Portugal tem que dar um salto competitivo e desenvolver competências onde o seu potencial criativo e técnico é grande. Áreas como a cerâmica de luxo, turismo, actividades náuticas, energias renováveis, cortiça, calçado e vinhos são exemplos de que é possível aos portugueses vencerem na economia mundial. Porém, já não através de preços e custos de mão-de-obra baixos, mas recorrendo ao desenvolvimento de produtos com inovação e qualidade sustentados em conhecimento aplicado de elevada especialização. O novo sistema de riqueza do século XXI já não depende apenas de máquinas, capital e mãode-obra. Agora é cada vez mais vital o recurso intangível do Filipe Rhodes Administrador Eurototvs conhecimento aplicado. Áreas como o domínio da tecnologia, engenharia financeira, monitorização dos mercados e da concorrência e planeamento estratégico são a chave do sucesso do século XXI em que vivemos. Enquanto os políticos discutem formas de irem ao bolso dos cidadãos o que é realmente importante é garantir a competitividade das empresas e a sua diferenciação através da aposta em claras vantagens competitivas. As empresas têm que ser cada vez mais inteligentes, possuindo informação de qualidade sobre o mercado, a concorrência e o seu desempenho interno, apoiando a cadeia de valor dos seus departamentos com software formatado às suas necessidades. A formação dos quadros é outro aspecto fundamental. Não pode haver qualidade de recursos humanos sem aperfeiçoamento constante no domínio do conhecimento. Por muito que as políticas públicas procurem equilibrar as contas do Estado, sem uma alteração estrutural das forças competitivas de um país não é possível eliminar défices, gerar riqueza e desenvolvimento. Este esforço de racionalização estrutural implica não só o emagrecimento e agilização da estrutura do Estado mas também um salto competitivo empresarial, do qual Portugal precisa como do pão para a boca. De facto, Portugal e a Europa vivem momentos de redefinição da sua competitividade no mundo. Ao mesmo tempo que o Oriente aumenta a sua agressividade competitiva, exportações e potencial para crescer economicamente, a Europa debate-se com a urgência de evitar uma recessão com os efeitos da crise de Quanto mais depressa países como Portugal se adaptarem ao novo sistema de riqueza mundial, com empresas apostadas em segmentos de mercado de forte know-how e capacidade de resposta, mais depressa o momento actual será invertido.

5 tecnologias de informação sexta-feira, 11 Junho de YET Your Electronic Transactions apresenta solução para poupança de custos Sabe quanto custa enviar uma factura? Se fizermos a simples pergunta Sabe quanto custa enviar uma factura? aos empresários portugueses, a resposta pode não ser tão óbvia quanto isso. Ora, não sabendo exactamente o custo do serviço, torna- -se complicado saber até que ponto pode haver poupanças. É precisamente aqui que entra a YET Your Electronic Transactions, uma spin-off da bracarense Primavera que pretende posicionar-se à escala global, fornecendo produtos e serviços de transacções electrónicas de documentos de foro comercial e legal. A pergunta Sabe quanto custa enviar uma factura? pode parecer simples, mas não é. Na verdade, grande parte dos empresários portugueses não tem resposta. Ora, não sabendo exactamente o custo do serviço, torna-se complicado saber até que ponto pode haver poupanças. É precisamente aqui que entra a YET Your Electronic Transactions, uma spin-off da bracarense Primavera que pretende posicionar-se à escala global, fornecendo produtos e serviços de transacções electrónicas de documentos de foro comercial e legal. A plataforma de transacções electrónicas da Yet dá às organizações a capacidade de fazer transacções financeiras e logísticas por via electrónica através da Internet, obviamente com a garantia de segurança dos fluxos de informação, sendo a origem e integridade dos documentos asseguradas por uma assinatura digital. Ao nível de benefícios, com esta plataforma as organizações reduzem os custos de emissão e recepção de documentos, acrescentam segurança e controlo a este processo, e aumentam a eficiência ao diminuir as tarefas de valor reduzido e optimizar a gestão administrativa. A facturação electrónica proporciona ainda poupanças de espaço e de recursos ambientais significativas com o arquivo digital. Investimento inicial é 1500 euros Eugénio Veiga, CEO da Yet, em entrevista à Vida Económica, explicou que os maiores ganhos para as empresas estão na recepção de documentos por via desmaterializada e a sua integração automática nos ERP. Isto porque se poupa todo o trabalho de lançamento manual, da eventual existência de erros nessa introdução Basicamente, o que precisa uma pequena e média empresa para se aventurar nas facturas electrónicas? Em primeiro lugar, uma peça de software que permita fazer a integração da saída e entrada de documentos. Depois, precisa de ter um serviço subscrito com a nossa empresa, explicou o CEO. O modelo de negócio é muito idêntico ao das telecomunicações móveis. Podem ser subscritos os planos pré-pagos ou por assinatura. A empresa pode comprar um pacote de mil documentos que vai consumindo à medida das necessidades. Ou, então, optar por uma assinatura mensal que prevê o envio de um determinado número de facturas. Tarifamos ao documento, não ao peso desse documento, explicou. O pacote de entrada é de mil documentos e tem um custo unitário de 40 cêntimos. Mas se a empresa ultrapassar os 130 documentos mensais já começa a compensar os pacotes pós-pagos. Neste, os custos por unidade começam a baixar para os 30 cêntimos ou seja, inferior ao selo de correio tradicional. O investimento inicial não excede os 1500 euros. Não há necessidade de grandes investimentos iniciais e a tecnologia não é definitivamente complexa de implementar e utilizar. Integração com ERP Basicamente, o que a Yet faz é disponibilizar tecnologia para que os produtores de software possam integrar o serviço directamente nos seus próprios ERP, de forma a que a emissão de uma factura seja transparente para o utilizador, quer seja para ser emitida por via tradicional quer por via electrónica. Eugénio Veiga explicou que, neste momento, decorrem negociações com alguns produtores de ERP para integrar o software, pelo que a empresa não se vai cingir ao universo Primavera. Temos clientes de outras realidades que não Primavera. O QUE É A FACTURA ELECTRÓNICA? A factura electrónica é um documento comercial semelhante à factura em papel, mas em formato electrónico. Esta factura possui o mesmo valor fiscal/legal que a factura em papel, desde que contenha a informação obrigatória para qualquer factura e que satisfaça as exigências determinadas pela lei. Estas exigências legais visam garantir a autenticidade da origem da factura e a integridade do seu conteúdo. Empresas estão a aderir mais do que o esperado A adesão das empresas está a ser maior do que Eugénio Veiga esperava. Segundo um último estudo desenvolvido pelo INE relativamente à factura electrónica, em empresas com mais de 10 funcionários, 11% já emitem factura por via electrónica e 20% já recebem facturas por via electrónica. Ou seja, não andamos muito longe da realidade europeia. Inclusivamente, salientou o responsável, estamos à frente dos vizinhos espanhóis. Para 2010, o projecto é essencialmente solidificar o canal de parceiros para assim ficarem mais perto dos clientes finais. O nosso negócio segue o modelo indirecto. Nunca vamos directamente aos clientes. Apenas acontece quando o canal de parceiros não tiver capacidade para responder por, por exemplo, se tratar de uma realidade nova. Mas a perspectiva é sempre trazer essa abordagem para o canal. O ano passado, como foi o de arranque, a empresa aproveitou a boleia do canal da Primavera mas desde o início de Março que estão a trabalhar na angariação de parceiros. Neste momento temos 32 empresas que aderiram ao canal. Os clássicos entraves Os normais programas de contabilidade ainda não estão perfeitamente adequados a esta nova realidade de facturação electrónica, o que acaba por ser uma resistência à implementação deste sistema. Daí as empresas ainda terem necessidade de papel, quanto mais não seja porque historicamente estão habituadas a colocar lá o carimbo, com o lançamento Mas quando isso puder ser feito de forma desmaterializada, é óbvio que essa resistência vai acabar, explicou à Vida Económica. A poupança não se verifica apenas em termos de transacção em si mas a outros níveis, como o espaço. O espaço, sobretudo nas grandes cidades, é caro e armazenar milhares e milhares de factura pode ser dispendioso, já para não falar nas questões ambientais. A experiência das implementações que tiveram até agora, apesar de existir essa resistência inicial, é gratificante, garante Eugénio Veiga. Depois são eles próprios que vêem a mais-valia do produto. Aliás, o que está a acontecer é que a própria Yet não está a ter necessidade de potenciar ainda mais as implementações, já que são os próprios clientes que acabam por descobrir a mais-valia e vêm à procura de rentabilizar o investimento. Internacionalização não vai ser descurada Qualquer empresa com ambições tem de encarar a internacionalização como um passo a dar, diz o CEO. Desde o início que contemplamos essa situação. Para já serão contemplados os mercados africanos por serem mercados emergentes e verdes. Porque esta realidade na Europa já existe, apesar de isto não querer dizer que está posta de parte a nossa expansão para o mercado europeu. Segurança acrescenta valor A segurança nas transacções é muitas vezes a primeira questão colocada pelos clientes. Uma questão que ainda é real mas desmontada muito rapidamente. Uma das características do serviço é precisamente acrescentar segurança não só pela certificação mas também pela forma como tecnologicamente é sustentado o serviço. As empresas acabam por se aperceber que o risco de fraude é, por exemplo, muito menor quando usamos uma tecnologia de transacções electrónicas para sustentar a sua facturação do que a facturação em papel. BENEFÍCIOS O que diferencia a Yet A mais-valia da Yet é a postura que têm em termos de integração da tecnologia com os ERP, explica Eugénio Veiga. Tentamos que isso seja feita de forma a que o próprio produto não tenha de ter grandes diferenças. Além disso, afiançou, colocarmo-nos como fornecedores de tecnologia para a integração nesses ERP é também um diferenciador já que nenhum concorrente nosso aqui em Portugal o faz. A meta é fazer a integração de tudo isto com os sistemas de pagamento automáticos. Para, no fundo, acrescentarmos o final da cadeia que é o pagamento. Neste momento, a empresa é detida a 100% por empresas por grupo Primavera, mas o objectivo é abrir o capital a entidades estranhas ao grupo. Empresas que acrescentem valor ao nosso projecto. Esse valor pode não ser financeiro. Pode ser know-how tecnológico, estratégico SUSANA MARVÃO Redução de custos associados ao processamento e envio de facturas a fornecedores; Redução do tempo dispendido em tarefas administrativas e financeiras, com benefícios evidentes ao nível da produtividade dos colaboradores; Melhoria da qualidade do serviço prestado, redução dos tempos de espera e dos atrasos; Diminuição de falhas no envio de facturas e eliminação das situações de extravio de documentos; Optimização da gestão e controlo das transacções; Facilidade de consulta e arquivo das facturas; Maior segurança e transparência nas transacções; Aumento da competitividade empresarial; Diminuição significativa dos custos ambientais.

6 6 sexta-feira, 11 Junho de 2010 tecnologias de informação Sector poderá ser responsável por 1,3% do PIB nacional Outsourcing pode gerar 12 mil novos empregos Estudo Portugal como destino internacional de outsourcing revela que o mercado português é competitivo em termos de custo e que o sector poderá ser responsável por 1,3% do PIB nacional. As vantagens da utilização do outsourcing são mais do que simplesmente reduzir custos. Ele também pode ajudar o reequilíbrio regional do país, referiu Rogério Carapuça, presidente da mesa da assembleia-geral da Associação Portuguesa de Outsourcing (APO), aquando da apresentação do estudo Portugal como destino internacional de outsourcing, que comparou Portugal com Espanha, Hungria, Holanda, Polónia, Reino Unido, República Checa e Roménia. O relatório revelou que Portugal é competitivo em termos de custos e que a sua atractividade tem vindo a aumentar (estamos no top 5 dos países europeus que mais subiram, em 2009, nos índices de competitividade). Os investimentos feitos na educação e na investigação e desenvolvimento, assim como a natural apetência para falar/aprender novas línguas e para lidar com a tecnologia, são considerados como pontos fortes a nosso favor. Portugal é como um laboratório, afirmou Rogério Carapuça. E aqui a questão da dimensão deixa de ser uma desvantagem. De todos os parâmetros analisados pelo estudo existem um que se destaca. Pela negativa. A (lentidão da) Justiça. O que influencia a avaliação global do país e leva a que algumas empresas pensem duas vezes antes de investirem na criação de centros de competência em Portugal. A melhor pontuação foi obtida nas áreas relacionadas com a infra-estrutura, onde Portugal se encontra nos lugares cimeiros (em termos de e-government é líder destacado) ou a meio da tabela. Ao nível das competências, existem dois cenários distintos. A população activa com mais de 35 anos e a até 35 anos. No caso da primeira, o desafio, para Rogério Carapuça, consiste na forma de a requalificar. Porque em relação à nova geração os dados são mais do que animadores. Cerca de 15% dos nossos licenciados trabalham fora de Portugal, constatou Rogério Carapuça. O que reflecte não só a competitividade da sua formação, mas também a flexibilidade e mobilidade. Actualmente, os países da Europa do Leste ocupam os lugares cimeiros quando se trata da análise de custos. No entanto, Rogério Carapuça acredita que isto irá mudar, à medida que o custo do trabalho seja ajustado. Com isso os mercados perderão competitividade. O que poderá ser bom para Portugal. Desde que o nosso país aposte em valorizar os sectores em que somos mais competitivos. Porque é impossível sermos competitivos em tudo. Basílio Horta, presidente da AICEP Portugal Global, referiu que o outsourcing cria emprego que vai de encontro às características da nossa mão-de-obra. E que as organizações públicas podem ser o motor deste sector. Isto porque o outsourcing pode, e deve, ser usado na racionalização da despesa pública. Estudos indicam que o outsourcing de tecnologias de informação e processos pode ajudar a Administração Pública a reduzir as suas despesas entre 25% e 35%. Nos EUA as poupanças obtidas foram de 33% e 20% no Reino Unido. Estes dados fazem com que a APO acredite que, nos próximos seis anos, o recurso ao outsourcing poderá criar 12 mil Como escolher o melhor serviço de alojamento para um projecto Internet Na hora de escolher um serviço de hosting (alojamento) para uma página Web é necessário conhecer as suas principais características, que são decisivas para manter o correcto funcionamento e disponibilidade do site. Nem todos os projectos Internet têm as mesmas características. Cada um necessita de um serviço de hosting adequado às suas necessidades: um blog pessoal não tem as mesmas exigências do que uma página Web institucional de uma multinacional. Mas antes de eleger o serviço de hosting mais adequado, é necessário familiarizar-se com uma série de conceitos: 1. Os vários tipos de hosting: Partilhado, VPS e Servidores Dedicados Nos planos de alojamento partilhado, também conhecido como hosting Web, vários utilizadores e páginas Web partilham os recursos de um computador de alta performance, denominado servidor. O próprio fornecedor fica encarregue da administração do servidor, pelo que não necessita de conhecimentos a nível de administração de sistemas. Esta é a melhor opção para se iniciar na Internet, já que os planos de hosting partilhado são muito económicos, fáceis de utilizar e têm características mais que suficientes para a maioria das páginas Web. Nos VPS (Servidores Privados Virtuales), as tecnologias de virtualização dividem os recursos de um servidor físico, que actua como várias máquinas de forma totalmente independente, sem partilhar recursos entre utilizadores. O utilizador acede ao sistema e faz a sua administração com uma flexibilidade comparável à de um servidor dedicado, mas com um investimento menor. No alojamento dedicado, cada servidor é utilizado em exclusivo para cada utilizador, que administra os recursos da máquina, podendo instalar qualquer aplicação ou sistema operativo. O fornecedor fica apenas responsável pela manutenção física do servidor. São a melhor opção para empresas e profissionais que fazem uma utilização intensiva da Internet e necessitam de aplicações muito concretas ou consomem muitos recursos a nível de espaço em disco e de transferência. 2. Espaço em disco O espaço em disco ou o espaço Web é a capacidade de armazenamento reservada para uma página Web no disco rígido de um servidor. No espaço de disco, pode ser alojado todo o conteúdo do site (imagens, contactos, bases de dados, etc.). Para ter uma ideia do espaço necessário para a Web, pode somar o tamanho de todos os arquivos que quer publicar na Internet, deixando sempre uma margem para o crescimento. Como as páginas Web tendem a crescer, convém calcular sempre mais 30%. Quanto mais complexos são os arquivos, mais espaço em disco ocupam. Assim, uma página Web que utilize apenas texto necessita de pouco espaço em disco, enquanto um vídeo requer muito mais espaço. Para evitar surpresas, os fornecedores devem oferecer um sistema de aviso por correio electrónico que adverte o utilizador quando o seu espaço em disco está no limite. 3. Transferência mensal Quando um internauta visita uma página Web, o servidor no qual armazena a informação envia esses arquivos para o computador do utilizador. Antes de chegar ao computador do internauta, os arquivos armazenados num servidor Alberto Calvo Director de comunicação da Arsys têm que recorrer as várias redes de telecomunicação da Internet. Este fluxo de dados denomina-se transferência e mede-se em GigaBytes (GB). Os fornecedores apenas fornecem um volume máximo de transferência por mês e também oferecem um sistema de avisos. Dependendo dos arquivos que existem numa página e da quantidade de visitas ou do conteúdo descarregado, a visita à pagina consumirá mais ou menos transferência. Como tal, é recomendável que se faça uma previsão dos internautas que acedem a um website e, como sucede também com o espaço de disco, fazer contas a 30% mais de volume. 4. Sistema operativo, programação, aplicações e bases de dados O sistema operativo do serviço de hosting determina as aplicações que se podem utilizar numa página Web, como linguagem de programação ou bases de dados. A linguagem básica na Internet é o HTML, mas para dar um maior dinamismo a um site pode ser recomendável utilizar outras linguagens, como Perl, Python ou PHP. Em muitas ocasiões, pode-se encontrar algumas aplicações gratuitas na Internet que se podem incorporar numa página novos empregos líquidos em Portugal e alcançar mais de 1300 milhões de euros em exportações em Em termos de ganhos de produtividade, os números poderão ultrapassar os 1500 milhões de euros, representando 1,3% do PIB nacional. Alexandra Costa Web, referindo apenas quem as fez. Muitas páginas Web necessitam de bases de dados para manusear correctamente os dados e gerir o seu funcionamento. Por este motivo, os fornecedores já incluem sistemas de bases de dados e aplicações para a sua administração. Os fornecedores, como a arsys.pt, podem completar a sua carteira de serviços com aplicações que permitem criar e actualizar a Web de forma fácil, sem ter conhecimentos de programação, além dos serviços de marketing online para se dar a conhecer. 5. Gestão FTP O FTP (File Transfer Protocol - Protocolo de Transferência de Arquivos) é um protocolo criado para a transferência de todo o tipo de arquivos entre computadores. Através de uma conta FTP, com nome de utilizador e palavra passe, é possível transferir arquivos para o servidor onde está alojada a página Web ou colocar arquivos na Internet para que outros utilizadores possam descarregá-los de forma cómoda e segura, tendo acesso aos dados apenas quando o gestor Web os quer partilhar. A Gestão FTP de um site pode ser realizada através de um programa instalado num computador. Alguns fornecedores, como a arsys.pt, oferecem a possibilidade de fazer essa actualização através de uma aplicação online, denominada WebFTP, que funciona a partir de qualquer computador com ligação à Internet, sem ser necessário instalar qualquer programa. 6.- Contas de correio O correio electrónico é uma das principais vantagens de ter uma página Web com domínio próprio. Estas contas em domínio próprio permitem que os funcionários de uma empresa ou os membros de Opinião uma família tenham a sua própria conta de correio electrónico. Dependendo do fornecedor, o melhor para o utilizador é que o espaço em disco para o correio electrónico seja independente do espaço Web do serviço de alojamento para a página. Na configuração do correio electrónico há que ter em conta o facto de se poder optar por descarregar as mensagens para o computador (denominado protocolo POP3), não ocupando assim espaço em disco, ou manter as mensagens no servidor de correio electrónico (protocolo IMAP4). Graças ao Webmail, estas contas podem ser utilizadas de forma segura a partir de qualquer computador com ligação à Internet, sem instalar qualquer aplicação de correio electrónico. 7. Área de Cliente e Painel de Controlo A Área de Cliente e Painel de Controlo são ferramentas online que permitem gerir a relação administrativa e técnica com o fornecedor. Mediante o acesso através de login e password, o utilizador tem acesso a todos os painéis de controlo para fazer a administração técnica dos seus serviços. Além disso, pode gerir a sua relação administrativa com o fornecedor. Por exemplo, ver as facturas e trocar os dados de contacto, etc. A Área de Cliente também permite resolver dúvidas técnicas que podem surgir a qualquer utilizador. Através da Área de Cliente, as consultas chegam automaticamente ao departamento de apoio ao cliente dos fornecedores, que podem resolver facilmente todas as dúvidas. Cada serviço de hosting ou domínio tem o seu próprio Painel de Controlo, que pode ser acedido através de uma morada na Internet, acedendo com login e password, ou através da Área de Cliente.

7 tecnologias de informação sexta-feira, 11 Junho de Fujitsu lança estratégia global de Cloud Computing Infra-estrutura, aplicações, actividade e conteúdos são os quatro níveis de consumo que a Fujitsu apresentou como estratégia global de Cloud Computing. Actualmente, a Fujitsu já proporciona plataformas de Cloud localmente no modo infra-estrutura, tendo essa oferta sido reforçada com a instalação global de uma plataforma de Cloud padronizada. O fornecimento de serviços a partir desta plataforma está disponível numa base experimental desde Maio de 2010 no Japão, seguindo-se a Austrália, Singapura, EUA, Reino Unido e Europa Continental, até Março de Esta plataforma global irá complementar as plataformas de Cloud Computing locais, indo ao encontro das necessidades dos clientes que precisam de uma infra-estrutura de tecnologias de informação e comunicação (TIC) global padronizada, explicou a empresa, garantindo que, quer adoptem serviços da plataforma local ou da global, os clientes poderão reduzir os seus custos com TIC ao mesmo tempo que flexibilizam e agilizam o seu aprovisionamento, sem sacrificar a segurança e a disponibilidade. Também poderão tirar partido da competência técnica da Fujitsu em telecomunicações e redes. A Fujitsu encara os seus serviços de Cloud Computing como uma evolução e não como uma revolução. Os módulos de infraestrutura e aplicações são uma extensão dos serviços convencionais já oferecidos pela empresa, explicam. A empresa acredita que os módulos actividade e conteúdo representam uma mudança significativa no modo como o sector das TIC cria valor, através da emergência de novos modelos de negócio que permitem criar novos serviços. Com décadas de experiência ao serviço das empresas, a Fujitsu pode fornecer o máximo apoio a clientes de dimensão média e grande que pretendam fazer a transição e migrar os seus ambientes TIC mais complexos e de maior dimensão para os novos modelos de consumo de Cloud Computing, com o mínimo de perturbação e o máximo de segurança. Além disso, ao formar novas alianças com outras empresas envolvidas na Cloud Computing, a empresa garante que os seus clientes não ficam dependentes de sistemas proprietários. A Fujitsu tem vindo a desenvolver as suas tecnologias de Cloud Computing olhando para as mudanças na sociedade e para a forma como a tecnologia pode ajudar as pessoas a lidar com essas mudanças é aquilo a que chamamos um ponto de vista centrado no ser humano, referiu Kazuo Ishida, vicepresidente executivo corporate sénior, responsável por Negócios de Serviços TIC da Fujitsu. No Japão, temos sido bem sucedidos na condução de experiências que envolvem infra-estruturas TIC em áreas como a agricultura e os serviços de saúde. Através destas ofertas, pretendemos tornar-nos líderes no fornecimento deste tipo de serviços em todo o mundo. Iremos disponibilizar um serviço de Cloud padronizado através da implementação da nossa plataforma de Cloud global, comentou Richard Christou, vicepresidente executivo corporate sénior. Para responder aos outros níveis do nosso modelo de consumo, iremos revelar mais novidades nos próximos meses, algumas das quais em conjunto com parceiroschave. A Fujitsu já está apta a trabalhar com clientes para lhes proporcionar os benefícios da Cloud Computing. Na região da Europa Continental, Médio Oriente, África e Índia (CEMEA&I), a Fujitsu lançou a sua oferta IaaS em Novembro de 2009, transformando bens que eram despesas fixas em despesas variáveis. As empresas têm a opção de substituir todo ou algum do hardware que têm nas suas instalações por uma ligação plug-in simples e segura com servidores físicos localizados em centros de dados dedicados da Fujitsu, construídos para este fim e seguros. A harmonização de serviços da Fujitsu garante que os clientes podem combinar o IaaS com as Dynamic Infrastructures que possuem nas suas instalações. PUB

8 8 sexta-feira, 11 Junho de 2010 tecnologias de informação Empreendedorismo científico é pouco facilitado em Portugal A Altec (Associação de Laserterapia e Tecnologias Afins) anunciou os resultados de uma análise de três anos que procurou avaliar as dificuldades dos contactos e consequentes parcerias entre a comunidade científica e instituições / empresas. Segundo o estudo-piloto agora revelado, existem ainda em Portugal barreiras que impedem a normal relação entre a comunidade científica e as diversas empresas. Estas barreiras, segundo a Altec, representam um entrave ao desenvolvimento e progresso de Portugal. O estudo reuniu um total de 32 entidades (públicas e privadas) e teve como objectivo analisar a resposta das entidades à apresentação de projectos científicos. Uma das principais conclusões deste estudo é que a grande maioria das empresas/entidades não dão qualquer resposta à apreciação dos projectos (ou demoram mais de um ano em fazê-lo). No total das empresas observadas, apenas duas responderam à apresentação dos projectos em 48 horas. O estudo apontou também os principais problemas que impedem uma maior eficácia nas respostas por parte das entidades, entre as quais se destacam a dificuldade em marcar reuniões, barreiras múltiplas até chegar à pessoa indicada, indisponibilidade para responder ao candidato e a falta de resposta atempada ao projecto. A Altec é uma associação ibérica sem fins lucrativos que tem por objectivo promover iniciativas científicas sobre Laserterapia, regulamentação, formação científica e técnica para o uso nos humanos e animais. De acordo, com o presidente da Altec, António Lúcio Baptista, é preciso mudar a mentalidade de muitos investidores e empresários em Portugal que muitas vezes ignoram a área da ciência, deixando um enorme vazio na ideia de progresso e avanço tecnológico e científico. É preciso mostrar o caminho para um empreendedorismo que potencie as capacidades que temos nas mais diversas áreas da ciência. Para chamar a atenção do problema da falta de empreendedorismo científico em Portugal, a Altec criou o Prémio Open Mind, patrocinado pela Action Coach Porto e entregue por António Ribeiro, professor da Faculdade de Engenharia e membro do conselho científico da Altec. Do prémio consta também a atribuição de um curso na academia de negócios, procurando dar maior formação em negócios aos cientistas. O Prémio Open Mind destaca indivíduos que demonstram ser capazes de avaliar rapidamente o interesse e viabilidade de um projecto científico. O objectivo deste prémio é lançar o mote para um estudo mais aprofundado a nível nacional e fazer mesmo uma chamada de atenção para que se promova o empreendedorismo no nosso país. Este ano, o galardão foi entregue a António Vieira, engenheiro e director executivo do CeNTI Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes. Director Executivo do CeNTI desde a criação e instalação em 2006, António Vieira já tinha liderado o departamento de inovação e vigilância tecnológica do Citeve (Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal). Business intelligence + pesquisa empresarial: abrir a porta à informação da empresa Manuel del Pino director de pré-venda Information Builders Ibéria De acordo com um estudo do The Data Warehouse Institute, na maioria das empresas, cerca de 80% da informação está desestruturada e, portanto, não disponível para qualquer sistema de gestão de base de dados standard. O que implica este facto? Basicamente que 80% da informação empresarial, incluindo documentos de Word, folhas de cálculo, PDF e s, não se encontra disponível para os analistas. Normalmente, estes profissionais aprofundam conhecimentos com base na informação disponível em bases de dados estruturadas, que apenas representam cerca de 20% da informação de uma empresa. O software de pesquisa empresarial surge para resolver esta problemática, incorporando documentos desestruturados na mesma arquitectura que os relatórios tradicionais. Uma simples janela de pesquisa permite aos utilizadores interagir com uma extensa série de informação, desde documentos Word a relatórios gerados por bases de dados e documentos marcados por sistemas de gestão documental. Parece ser simples, fácil e unificado, certo? Infelizmente, na realidade não o é. Os motores de busca oferecem páginas de resultado sem qualquer relação entre si. Estes seriam bons se fossem categorizados segundo algum critério predeterminado, como, por exemplo, as pessoas pertinentes, o custo dos bens discutidos, ou qualquer outra estrutura significativa. Melhor ainda, seria fantástico se os resultados pudessem fundir-se num relatório ou painel de controlo, simplificando a sua análise. Mas, novamente, isto não é uma tarefa simples. As empresas que já desenvolveram projectos deste tipo contam que as aplicações de pesquisa empresarial são difíceis de gerir e frequentemente os resultados são decepcionantes. Um estudo recente (Global Intranet Strategies Survey) revelou que 59% das companhias com soluções de pesquisa empresarial se encontravam descontentes com as suas implementações actuais. De facto, 25% destas estavam à procura de um novo fornecedor de pesquisa. É pouco provável que estas organizações encontrem uma única solução que faça tudo isto. Uma das maiores companhias do mercado já passou por esta experiência, implementando um aplicação de pesquisa empresarial com uma tecnologia líder e amplamente conhecida na indústria que finalmente resultou ser inapropriada para cobrir as necessidades de toda a organização. De facto, alguns departamentos tiveram que implementar outras soluções, o que os levou a um dilema custoso: migrar para uma única solução ou desenvolver um interface de utilizador que agregue os resultados de todas. Como pode ajudar o BI Muitas empresas implementaram sistemas de ERP e data warehouses. Muitas vezes, estes tornam-se projectos enormes que produzem novos tipos de conhecimento e perspectivas. Mas pode-se aplicar este conhecimento à pesquisa empresarial e, em última instância, ao negócio? Podemos encontrar um exemplo real no Departamento de Polícia de Erlanger, em Kentucky, Estados Unidos, onde se implementou um sistema de BI operacional com capacidades de pesquisa integradas. O sistema funde dados de 19 agências governamentais em todo o norte do Kentucky, para permitir aos agentes policiais pesquisar registos criminais e relatórios de incidentes dos últimos cinco anos. Os oficiais de patrulha acedem a um interface tipo Google através de dispositivos móveis instalados nos seus veículos. Esta plataforma de BI única facilita a conexão de informação inicialmente não relacionada sobre suspeitos, incidentes, detenções e crimes. Vejamos um exemplo mais concreto. Se um polícia detém um veículo por excesso de velocidade e inicia uma pesquisa rápida pelo número da matrícula, o sistema pode mostrar um relatório policial sobre um atropelamento e fuga produzido anteriormente, nesse mesmo dia, mesmo que a testemunha da ocorrência tenha conseguido apenas identificar uma parte do número da matrícula. Desta forma, o mesmo suspeito de dois delitos diferentes poderia ser detido, graças a uma pequena peça de dados partilhados. O sistema de BI do Departamento de Polícia de Erlanger indexa as transacções através de múltiplas fontes de dados, para permitir posteriormente ao agente de polícia voltar a essas fontes de dados e pesquisar informação relacionada sem necessidade de criar nenhum data warehouse nem de fundir bases de dados distintas. Uma pesquisa rápida sobre páginas Web indexadas revela os registos da base de dados que pode ajudar ao utilizador a qualificar a informação. Os resultados podem ser representações de três ou quatro bases de dados diferentes juntamente com referências a transacções, como, por exemplo, infracções de trânsito. Torna-se muito simples ligar esses resultados com um relatório que apresente o historial do proprietário registado do veículo em questão. Organizando os dados Tal como comprovou o departamento de polícia do Kentucky, recompilar o conteúdo para um sistema de pesquisa empresarial é um processo polivalente que combina diversos tipos de informação e técnicas de integração: Tecnologia de Extracção, Transformação e Carga (ETL) para reunir os dados de diferentes data warehouses Conversão a nível transaccional para obter informação dos sistemas ERP Limitação de documentos segundo o conteúdo para chegar até aos ficheiros dos sistemas de gestão documental Integração de milhares de mensagens (estruturadas ou de outro tipo) que fluíam através da organização O departamento actualiza o índice de pesquisa a cada 15 minutos com registos criminais de um sistema Computer Aided Dispatch (CAD) e um Sistema de Gestão de Registos (RMS). A tecnologia de pesquisa intercepta estes registos e rapidamente pesquisa o conteúdo indexado para criar resultados ao estilo Google, transformandoos em informação utilizável e preparandoos para os utilizadores finais possam utilizar a pesquisa. Proteger a informação Recolher os dados é apenas o começo. Os developers também necessitam de gerir processos para catalogar a informação, enriquecê-la com dados de outros sistemas, rotulá-la com os metadados e as palavraschave apropriadas e proporcionar marcadores de segurança. A segurança é fundamental para prevenir que um motor de busca disponibilize informação privilegiada a um utilizador sem autorização para aceder a esta. Simultaneamente, a segurança deve ser implementada para que não seja um impedimento para o grande benefício da pesquisa: encontrar informação rapidamente. O ideal é que a ferramenta de busca contenha um filtro dinâmico. Este tipo de segurança permite ao motor de busca filtrar os registos aos quais o utilizador não pode ter acesso. A autorização verifica-se sob pedido, à medida que os resultados da pesquisa são apresentados ao utilizador. Isto permite que as licenças de autorização de registos possam alterar-se sem necessidade de voltar a indexar o registo no motor de pesquisa. Este tipo de segurança é mais flexível e simples para o utilizador. Para finalizar, convém recordar que a principal prioridade é fazer com que o motor de busca seja simples, como os que as pessoas se encontram acostumadas a utilizar na Web. Quanto mais difícil seja para o utilizador, menos provável é que este utilize o sistema.

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