Entrevista com Aires Alves

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1 1 Entrevista com Aires Alves Hélder Bértolo (Professor da Faculdade de Medicina de Lisboa) e Maria Lúcia Batezat Duarte Transcrição: Maria Lúcia Batezat Duarte 1 38 anos técnico de computador - cego congênito Lisboa, 5 de dezembro 2005 ML Você aprendeu a desenhar Aires? AIRES- Eu estudei um pouco em uma escola especial para cegos e nunca me ensinaram a desenhar eu fazia só trabalhos manuais. Nunca ninguém me ensinou a desenhar. Nem formas geométricas. HB - Eu tenho que fazer um parêntese. O que me interessava não era saber se desenhavam muito bem ou se desenhavam muito mal. Era saber até que ponto eram capazes de passar os conceitos que descreviam mentalmente para o papel AIRES- Eu tenho uma amiga que trabalha aqui na casa que desenha muito bem. Porque ela quando estudou em uma escola especial foi ensinada a desenhar. HB Eu não sei se o José Manuel... Os videntes também desenharam de olhos fechados. E os desenhos não são diferentes. Porque eles desenharam de olhos fechados. E, aliás, depois começamos a olhar os desenhos e a perceber que os cegos desenhavam melhor que os outros. Tinham melhor controle do traço. ML Ficavam mais concentrados, mais atentos. HB- Nós fizemos primeiro o sonho e depois pedimos a figura humana. No desenho da figura humana, o desenho dos cegos tinham os olhos o nariz e boca dentro da cara. Os dos normais iam para fora da cara. ML - O que desenhaste para o Helder? AIRES Já não lembro mais o que desenhei. HB Desenhou a figura humana. AIRES Já faz já alguns anos eu não me recordo mais. ML Se tu pudesses me dizer que figuras tu já desenhastes, e achas que desenhas razoavelmente... AIRES Posso desenhar uma casa porque tenho uma idéia aproximada do que é uma casa. Eu já vi réplicas de casas, não é... ML E como é mais ou menos essa casa se tu pudesses me descrever agora... AIRES - Eu desenhava assim desenhando na mesa depois poria dois quadradinhos,uma janela e outra janela desse lado, dois quadradinhos, e depois poria aqui uma porta, nada mais do que isso. (Desenha sobre a mesa, com os dedos, um figura muito próxima ao esquema gráfico infantil usual para o objeto casa.) ML Tu vistes algum desenho assim alguma vez? AIRES O que eu posso ter visto é uma réplica de uma casa assim desenhada em relevo. E então eu tenho uma idéia aproximada do que é essa casa. E então posso fazer esse desenho. Mas, por exemplo, se me pedires para desenhar uma coisa mais complexa, quanto mais complexo for o que me pedes para desenhar mais dificuldades eu vou ter. ML Mas essa dificuldades todos temos... As crianças aprendem vendo. Tu terias que aprender tocando o desenho em relevo. HB Eu vi um cego desenhando um helicóptero com uma caixa e uma hélice. Depois deramlhe um modelo no museu e ele passou a desenhar mais de acordo com o modelo. AIRES Por exemplo, tem a ver com o que lemos A língua Portuguesa fala em Portugal foi adaptada à língua Portuguesa falada no Brasil. Esta entrevista foi realizada durante Estágio de Pós-Doutoramento realizado na Université Paris-1, Panthéon-Sorbonne,

2 ML - A leitura ajuda... HB É o conceito de helicóptero que esta lá. AIRES Eu vi um helicóptero assim de frente, (desenhando na mesa) e vi que tem uma hélice assim que gira... ML Tu sonhas com helicóptero? AIRES Sonho. Eu tenho muitos sonhos. ML Como são esses sonhos? AIRES O sonho é com a imagem que eu tenho de helicóptero, pode ser a imagem que tenho... ML Essa é a imagem que tu desenharias, por exemplo...é a mesma... AIRES Claro, é a mesma que eu vejo no sonho, assim como o avião, é a imagem que vejo no sonho, que eu tenho no sonho, é a imagem que eu desenharia... exatamente. ML Então, se você desenha, o desenho te ajuda a ver a imagem, é assim? Aires A ver a imagem? Eu não diria que seja isso... ML Aquelas coisas que tu nunca desenhastes, que tu nunca vistes desenhado, tu sonhas com elas também? AIRES Ah, já percebi a pergunta... Sonho, só que ai não consigo ter uma idéia fácil... a não ser que seja uma coisa que eu conheça, mas que não consigo ter uma visão... HB Não tens certeza se é igual a realidade ou não... Na entrevista que ele deu a televisão há um momento em que ele diz que deixou de dizer as pessoas que sonhava com coisas, porque as pessoas diziam Se tu és cegos não podes sonhar com imagens e ele irritava-se com isso. AIRES Eu me irritava porque eu sonho com imagens. O que causou muita impressão às pessoas foi eu dizer que sonhava a cores. Por que se eu tenho a apreciação das cores é claro que eu sonhava com as coisas com as cores que elas tem, não é... As pessoas achavam isso muito estranho. Como é que eu era cego e podia sonhar a cores. E eu disse: - Claro que eu posso sonhar a cores, o meu vermelho pode não ser o vermelho certo, mas é o meu vermelho. ML Mas me explica isso, como é que essa idéia de cor aparece no teu sonho? Dá-me um exemplo de como essa cor aparece no teu sonho... é, por exemplo, uma roupa de uma pessoa... AIRES Sim uma roupa, ou a minha roupa, ou a cor de um automóvel, ML Então você sonha com automóvel da cor que ele deve ser... AIRES Claro, pode ser vermelho, pode ser verde, depende o sonho. Se estou sonhando com o automóvel do Manuel já sei que é verde. HB Um dos voluntários falava muito nisso da cor. Que o mar é azul... E dizia, o azul que eu vejo pode ser o vosso vermelho... Agora, para mim que o azul, vermelho, verde, não são a mesma coisa, não são. Quando eu sonho, sonho com cores diferentes. AIRES Exatamente, a gente associa o objeto à cor. ML Mas, então, nunca te interessaste muito em desenhar, em tocar as imagens em relevo para ver... AIRES Isso tenho, isso tenho. Às vezes confrontar o que eu sonho com o que é de fato. Vou lhe dar um exemplo, a torre Eiffel. Eu não tinha a menor idéia, apenas por livros que eu havia lido que eu imaginaria... Até que um dia eu estive em Madrid na Associação de Cegos (ONCE) onde há uma réplica de vários monumentos. E ai eu pude tocar na torre Eiffel que é muito diferente daquilo com o que eu sonhei. HB É ai ao ponto onde eu ia... Mas, antes de tocar no modelo, por tudo aquilo que tinhas lido tu tinhas uma imagem. AIRES- Tinha uma imagem. Claro que tinha uma imagem. Nós temos uma imagem. Diferente, mas imagem. HB Claro! ML Aires, será que tu te lembrarias dessa primeira imagem? AIRES- Eu talvez sonhasse que fosse mais um prédio em altura, assim sem grandes formas... 2

3 3 Pronto. Não me recordo bem como era. ML Não teríamos como fazer um desenho dessa imagem? Como você desenha Aires, com tela ou só no papel? AIRES Mas não conseguiria agora. Pronto, talvez o que imaginaria da torre Eiffel seria talvez uma coisa redonda, sei lá, em que embaixo era mais largo e depois ia estreitando para cima... ML Mais sólida... AIRES Mais sólida sim, depois é que tive a apreciação correta do que seria a torre Eiffel. Por exemplo, quando surgiu esse programa de televisão eles levaram ao ar a Torre de Belém aqui de Lisboa. E eu tinha a noção completamente errada de como era a Torre de Belém. Como é que tu imaginas que é a Torre de Belém? Eu pensava que a torre era uma coisa assim estreitinha em altura e que não tinha várias linhas, linhas, e linhas... e que o prédio é assim magro e tem uma zona mais alta e depois outra que é mais baixa (desenhando com os dedos sobre a mesa) e eu nunca imaginei isso. HB Você imaginava uma coisa mais simples? AIRES Mais simples, exatamente. O meu sonho era... o meu pensamento, não é que seja em sonho, era uma coisa mais simples do que de fato é. ML E a Torre Eiffel lá da ONCE como era? Era um objeto que você pode tocar? AIRES Era um objeto, uma réplica à escala, que eu pude tocar e imaginar como era. (Desenhando na mesa) Era uma coisa pequena colocada sobre a mesa. ML Então fica mais fácil para perceber a forma... AIRES Claro mas as torres são todas menores. Tem a Torre Eiffel, a Torre de Pisa,... Tem outros monumentos. Tem a porta de Bradenbourg de Berlim que eu fiquei impressionado. Tem o Kremlim que eu fiquei espantadíssimo que eu nunca imaginei. Não pensei que fosse assim uma praça uma coisa quadrada. Mas nunca imaginei que tivesse ali tantos edifícios... HB Outra coisa, você falou dos seus interesses na introdução... Nós estávamos falando na Torre Eiffel. Mas o Aires não tateou a Torre Eiffel toda de uma vez. Foi aos bocadinhos. AIRES Foi aos bocadinhos. HB E depois juntou essa informação parcial e ligou essas imagens em uma imagem total. ML Essa informação é importante para mim. Você toca e sente em pedaços... AIRES Por exemplo. Eu procuro uma porta e a partir da porta eu procuro percorrer os vários caminhos que são dados a perceber. Ela [a Torre Eiffel] deve ser assim redonda, talvez seja redonda eu já não me lembro (desenhando com os dedos sobre a mesa) e então eu vou subindo em altura até chegar ao topo, ligando os diversos pormenores. HB E constróes a tua imagem... AIRES E eu construo a minha imagem da torre. ML Então desenha ai na mesa para mim como era essa Torre. AIRES Não, eu não me lembro. Dessa vez não é má vontade.

4 ML Mas a torre de Belém você lembra melhor... AIRES A torre de Belém... HB Essa ele nunca teve como modelo... nós já tivemos uma exposição para cegos aqui no Convento dos Carvalhos mas não tinha uma réplica da Torre de Belém. Mas tenho ouvido que descrever é melhor para que o cego possa aproximar a visão que tinha da visão real. ML Quer dizer então que a palavra, a descrição ajuda muito. É isso Aires? AIRES Claro, depois a sua descrição, se for diferente de outra, vale a descrição de cada pessoa. Eu por exemplo adoro viajar e tem umas pessoas que descrevem muito bem tudo e têm outras que não tem jeito para isso. Eu fui ao Egito à Jerusalém e como tinha algumas pessoas que descreviam extremamente bem certos monumentos. Mas eu se possível leio antes de viajar alguma coisa sobre o sitio, pronto, para depois ver tudo melhor... Então se as pessoas me descrevem um monumento qualquer eu digo: Ah, foi isso que eu li, vale e corresponde... ML Eu tenho uma curiosidade, devido ao meu trabalho com a Manuella. O que você considera mais importante para a compreensão do objeto pelo cego, a maquete em três dimensões ou o desenho do objeto. Se você tivesse de escolher qual o mais adequado você escolheria... AIRES- Por exemplo, quando vejo essas réplicas dos monumentos... temos muitas dificuldades porque não conseguimos desenhar a perspectiva. Se calhar o desenho me interessa mais... ML Você tocando o desenho te interessa mais... AIRES Sim, talvez... ML Fica mais fácil ter uma idéia do objeto. AIRES É, para mim é. ML Uma outra coisa, esse desenho, qual o tamanho mais adequado para que você sinta melhor a forma... grande assim ( mostrando com os movimentos de braços junto com Aires) ou um desenho pequeno assim... AIRES Não tenho maior entusiasmo com um ou outro... Assim, uma folha A-4, talvez... O mais importante é definir bem as formas dos desenhos... ML Com maiores detalhes assim, com coisinhas pequeninas... AIRES Não, não, não, mas o desenho mais dos contornos exteriores talvez. Eu gosto muito de ver concreto, mas depois para transpor, por exemplo, para o desenho é muito difícil porque lá tem tantos pormenores. Por exemplo, se eu tivesse aqui a réplica e você me dissesse, transponha isso para o papel eu não ia conseguir porque tem tantos pormenores. HB E se nós fossemos para o barro, a modelagem? Ai daria? AIRES Aí daria. Seria interessantíssimo. ML- Eu vou te mostrar como ficar atento às linhas de contornos dos objetos mesmo que eles tenham alguns detalhes... (Experiência tátil com o gravador... Mostrando as linhas de contorno...) 4

5 AIRES Se eu fosse desenhar isso eu faria essa linha, essa linha e era capaz de por talvez esse quadradinho (a porta de entrada da fita de gravação), por aqui um traço e esses tracinhos aqui (o espaço do auto-falante) ML Ótimo. Esse objeto tem na verdade um tamanho maravilhoso para sentires. Podes sentir as linhas de contorno e também sentir o objeto como um todo sob a tua mão, experimenta... Voltas a sentir melhor o contorno com o dedo, percebes a forma, um retângulo, tem uns detalhes mais não é necessário considerá-los. [Aires parece feliz e agitado com a experiência] HB (Narrativa do desenho do despertador. Uma voluntária quando acordou de manhã resolveu desenhar o despertador usado para acordá-los.) E desenhou uma série de linhas no topo de quadrado que o representava. Indagada sobre o que seriam aquelas linhas informou: - Desenhei a perspectiva!) ML Isso me lembra a coerência do desenho do copo pelos cegos: como dois círculos... (Aires narra a sua viagem ao Egito) AIRES O que é muito importante para nós... são os cheiros... aquele cheiro da África muito me impressionou. O Nilo e o seu silêncio, também... ML Eu sou apaixonada pelo cheiro do mar... AIRES O cheiro do mar, das tamareiras, das tâmaras queimando... do calor... Eu fui fazer um passeio aqui pelo rio d Ouro, e eu tento tirar dessas experiências é o cheiro do rio, o vento, barulho dos pássaros, o barulho das árvores, a água a correr... Eu tento perceber isso...o máximo possível para depois recordar, não é. ML São imagens, não é? As suas imagens... HB- É interessante que, enquanto para ti o mais importante é saber como o cego pode pensar o desenho, para ensiná-los a desenhar melhor e mais parecido com a realidade, para mim importa saber se é possível mesmo coisas que o cego não tocou, ter a imagem interna e depois transformá-las em coisas como nos sonhos. AIRES É nós sonhamos assim, como imaginamos... ML Quando nós lemos um livro, eu ou tu, nós os dois inventamos imagens o tempo inteiro. AIRES - Claro. ML E com certeza as tuas imagens são tão eficazes quanto as minhas para compor o filme daquilo que estamos lendo. Eu realmente busco ensinar desenho às crianças cegas apenas porque eu penso que esse desenho ajuda a ver os objetos com mais realidade... Pronto, tu mesmo disseste que tinhas uma imagem da Torre Eiffel e que a maquete te ajudou a imaginar a torre com maior fidelidade. Então, é isso... O desenho permite, assim, uma visão mais aproximada da realidade. HB Falta mesmo é correr as linhas dos desenhos... ML Aires faltam duas coisas, me contar como você aprendeu a desenhar um pouco... Afinal como você aprendeu a desenhar? AIRES Foi mesmo a partir das imagens que eu fiz, nunca ninguém me ensinou. ML Tens certeza, ninguém desenhava nada para ti? AIRES Tenho, a não ser as formas geométricas que às vezes me ensinavam na escola: um quadrado, um retângulo, um círculo..., um triângulo. HB Foste tu que criaste os desenhos que desenhas? AIRES É fui eu quem criou. ML Assim, sozinho, te dava uma vontade de desenhar... AIRES Não, eu nunca tive vontade de desenhar. Mas eu tinha, por exemplo, muita dificuldade para interpretar mapas, porque nunca ninguém tinha me dado uma perspectiva de como as coisas eram. No mapa da Europa foi muito difícil para eu encontrar Portugal. Depois com o tempo, com a prática eu fui acertando... ML Aqui vocês têm livros com mapas em relevo... 5

6 AIRES Infelizmente não, nem para as crianças, há muito pouco. A ONCE em Madrid tem muitas coisas tem muito material em relevo. HB Em Praga, eu me recordo desde a primeira vez que eu estive lá, talvez ainda anos setenta, havia tudo em relevo, cada placa de sinalização... ML- Eu penso que esse é um trabalho que precisa muito ser feito. Por exemplo, tu Aires que és uma pessoa tão vivida, tão inteligente, precisas ajudar as pessoas que fazem, quando fazem, esse tipo de material tátil, a fazerem bem feito, a entenderem as reais necessidades e possibilidades de leitura tátil de imagem para os cegos. Vocês precisam me contar essa história dos sonos. Tu acordavas as pessoas no meio da noite quando o aparelho de tomografia indicava a presença de um sonho? HB É isso mesmo, e eles deviam descrever os sonhos, as suas imagens...visuais. AIRES Eu sou um cara assim, muito simples, adoro futebol, adoro ir ver um jogo de Hóquei em Patins... ML- Ah, porque nesse jogo você pode perceber muito bem as batidas dos jogadores, com o taco, no disco... AIRES Percebo as batidas e o movimento dos patins... Houve uma época que eu não perdia uma partida, na minha cidade, as pessoas já me conheciam... e eu tinha apreciação total do jogo. ML Tu és cego congênito Aires? AIRES Sou cego congênito por glaucoma. ML Tu mesmo já praticaste algum esporte? AIRES Já fiz esqui, remo, canoagem, rapel indo por uma barragem abaixo pendurado em uma corda, já fiz isso tudo. Quando mais experiências que também completam nossa variedade de sonhos ML- Mas afinal, o que tu sonhaste lá, com o Hélder de acordando? AIRES Eu não me lembro mais. Mas eu sonho muito freqüentemente que estou conduzindo um automóvel... HB É isso mesmo. Relataste um sonho que estavas conduzindo um automóvel e depois tens outro em que estás a tomar banho em uma banheira de coca-cola... ML Coca-cola? AIRES Foi isso mesmo. Era uma história assim, meio Tio Patinhas, que tinha aquela banheira de dinheiro... ML E o que foi que tu desenhaste? AIRES Não desenhei o sonho, desenhei uma casa que eu sei desenhar... ML (contando como ensinou Manuella a desenhar uma árvore) AIRES - Eu desenharia assim uma árvore (desenhando sua árvore sobre a mesa) ML Oh céus, não vais desenhar essa árvore no papel para mim? Que tristeza! Está bem... (continua narrando o processo de ensino... caule, copa da árvore circular...) HB A tua árvore, que estavas a desenhar sobre a mesa é mais realista... AIRES Para mim essa árvore das crianças parece uma flor... (ML havia desenhado o esquema gráfico da árvore sobre a mesa tendo a mão de Aires sobre a sua, acompanhando a seqüência motora do desenho) (Aires desenha novamente uma árvore sobre a mesa e, após minha insistência, finalmente dispõe-se a desenhá-la sobre uma folha de papel. O desenho encerra a nossa conversa.) 6

7 7 Aires desenhando a árvore Algumas representações de Árvore Leonardo Da Vinci, séc.xv Diagrama do crescimento das árvores (Gombrich, Árvore em poda CIUP, Paris 19 jan 2006 Desenho J. Manuel CP, 42 a Desenho Aires CC. 38 a Desenho Xênia 11a 2m esquema gráfico infantil usual

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