Observância da RDC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Observância da RDC 216-15.09.2004"

Transcrição

1 Observância da RDC A edificação, as instalações, os equipamentos, os móveis e os utensílios devem ser livres de vetores e pragas urbanas. Deve existir um conjunto de ações eficazes e contínuas de controle de vetores e pragas urbanas, com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou proliferação dos mesmos.

2 DESCRIÇÃO DAS ÁREAS E SETORES RECEPÇÃO DE MERCADORIAS (RECEBIMENTO) -Pia para pré-higiene; -Iluminação natural e artificial*; -Ventilação natural; -Piso antiderrapante, lavável e resistente; -Local apropriado para a balança; -Tampo de apoio; -Mesa com cadeira; -Plataforma de descarga.

3 ARMAZENAMENTO (Estoque / despensa) -Porta com protetor de borracha -Armazenamento de produtos à temperatura ambiente; -Separar os alimentos por grupos; -Iluminação natural e artificial *; -Ventilação natural; -Janelas altas e teladas; -Piso com características adequadas e sem ralo; -Paredes revestidas com azulejo; -Cantoneiras; -Estrados e prateleiras (respeitar as distâncias)

4 -mesa com cadeira; -computador*; -balança * + mesa de apoio; -escada com 5 degraus; -Não conter ponto de água, nem fazer divisão com paredes contendo pontos de água.

5 ARMAZENAMENTO DE ALIMENTOS SOB TEMPERATURA CONTROLADA -Equipamentos de refrigeração/congelamento de acordo com a necessidade e tipos de alimentos a serem utilizados; -Características da câmara fria: Antecâmara Revestimento com material lavável e resistente; Sem degrau ; Termômetro para leitura (no lado externo); Interruptor de segurança na parte externa com lâmpada piloto indicadora (ligado-desligado); Dispositivo de segurança para abertura interna; Borracha de vedação nas portas;

6 Prateleiras em aço inox ou outro material apropriado; Estrados em polietileno ou polipropileno; Ausência de ralos; Cantos arrendondados; Sistema de geração de energia alternativa;

7 PRÉ-PREPARO DE HORTIFRUTI/CEREAIS equipamentos, utensílios de acordo com as preparações (bancadas de apoio, cubas profundas com tampo de apoio, torneiras com chuveirinho, bancadas para escolha de cereais, cubas perfuradas para higienização de cereais, facas, placas de altileno...)

8 PRÉ-PREPARO DE CARNES, AVES E PESCADOS: equipamentos e utensílios de acordo com as preparações (bancadas de apoio, prateleiras, pia com tampo de apoio, ponto de água, facas, placas de altileno, recipientes para acondicionamento...) se for climatizado manter temperatura entre 12 e 18 ºC

9 ÁREA DE COCÇÃO equipamentos: fogão, fornos, bancadas de apoio, cuba com tampo de apoio, ponto de água, coifa, fritadeira, prateleiras, facas e demais utensílios...) não manter nesta área equipamentos de refrigeração

10 ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS Balcões: apoio, aquecido, refrigerado e neutro APOIO: funcionam como suporte utensílios, equipamentos de apoio (refresqueiras, porta talheres, bandejas, pratos...) AQUECIDOS: Deve manter os alimentos em temperatura de segurança. REFRIGERADOS: Conservar os alimentos em temperatura de refrigeração ou se for o caso de congelamento. NEUTROS: Alimentos que não necessitam de temperaturas especiais ou que são servidos em temperatura ambiente (molhos, farinhas, pícles, pão...) Linha de distribuição bem localizada reabastecimento e o fluxo do cliente

11 BALCÕES PARALELOS COM FLUXO NO MEIO Reposição Balcão 1 Balcão 2 Reposição

12 BALCÃO COM FLUXOS LATERAIS reposição Fluxo > Balcão 1 Balcão > reposição Reposição mais dificil A reposição pode ocorrer também pelo centro (prever espaço)

13 BALCÃO FLUXO LINEAR CONTÍNUO reposição reposição Balcão 1 fluxo >

14 BALCÃO COM FLUXO CONVERGENTE Balcão 1 Balcão2 > < reposição

15 BALCÃO COM FLUXO DIVERGENTE < Balcão 1 Balcão2 reposição

16 BALCÃO EM L reposição

17 ÁREA DE CONSUMAÇÃO (refeitório) TODAS características ideais de construção equipamentos: balcão de distribuição (quente/ refrigerado / neutro), refresqueiras, bebedouros, pass trough, mesas e cadeiras, mesas de apoio para utensílios de mesa. ventiladores de teto ou chão: fluxo de ar não pode

18 Incidir diretamente sobre os alimentos, ornamentos, planta. ornamentos, plantas não podem propiciar risco de contaminação dos alimentos. As plantas não devem ser adubadas com adubo orgânico e não devem estar entre o fluxo de ar e os alimentos

19 ÁREA DE HIGIENIZAÇÃO Área adjacente ao refeitório; Guichê de passagem; Tampo com cuba e pontos de água fria e quente; Mesas de apoio Ponto de água extra para dosador de detergente (ou usar engate); Prateleiras ou bancadas em inox para acondicionar os utensílios; Características de construção, iluminação, ventilação adequadas (ruídos excessivos); Recipientes para descarte de material.

20 SALA DO NUTRICIONISTA Local próximo as áreas de manipulação; Facilidade para a supervisão geral ********** Tamanho adequado para atender as necessidades de equipamentos/mobiliário do profissional

21 SETORES ANEXOS À UAN instalações sanitárias/vestiários ( RDC 216 itens: e ) -separados para cada sexo -bom estado de conservação -vaso sanitário com tampa, pia, mictório (1 para cada 20 funcionários ) -suporte para papel higiênico -lixeira com tampa acionada por pedal -válvulas de descarga funcionando -saboneteira para sabonete anti-séptico líquido

22 toalheiro com papel toalha (material não reciclado) torneiras com dispositivo de fechar automático iluminação e ventilação adequada piso/paredes em material resistente e de cores claras portas com mola janelas teladas Chuveiros individuais (box fechado) não deve ter contato direto com a UAN descarte de papel higiênico deve ser feito diretamente no vaso sanitário ****(cuidado com essa recomendação).

23 DEPÓSITO DO LIXO local afastado da cozinha piso, paredes em material resistente e lavável recipientes com tampas e material de fácil higiene isento de moscas, roedores e insetos possuir esguicho de pressão água quente/fria se possível substituir por uma Unidade refrigerada Boca de lobo

24 ÁREA PARA HIGIENIZAÇÃO DE MATERIAL DE LIMPEZA -Tanque (2 unidades) e/ou máquina de lavar; -Pontos de água quente e fria; - varal de teto ou de chão; -Características de construção adequadas; -Armários para guarda de material e de utensílios;

ESTRUTURA FÍSICA DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN) LOCALIZADA EM FORTALEZA-CE

ESTRUTURA FÍSICA DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN) LOCALIZADA EM FORTALEZA-CE 1 ESTRUTURA FÍSICA DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN) LOCALIZADA EM FORTALEZA-CE RESUMO Karla Braga Lobo Liberato 1 Maria Consuelo Landim 2 Eveline de Alencar Costa 3 A

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES.

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES.

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS. Aplique revestimento liso e impermeável em piso, paredes e teto;

ORIENTAÇÕES GERAIS. Aplique revestimento liso e impermeável em piso, paredes e teto; PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE MACEIÓ DIRETORIA DE VIGILÂNCIA À SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÄNCIA SANITÁRIA INSPETORIA DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL ORIENTAÇÕES GERAIS

Leia mais

ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE

ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE 119 LAUDO TÉCNICO PREVISTO NO DECRETO Nº 6.795 DE 16 DE MARÇO DE 2009 LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTÁDIO 1.1. Nome

Leia mais

Enquadramento legal Item 4.5.1 da RDC ANVISA Nº 216/04. N Recipientes para coleta de resíduos Item 4.5.2 da RDC

Enquadramento legal Item 4.5.1 da RDC ANVISA Nº 216/04. N Recipientes para coleta de resíduos Item 4.5.2 da RDC AEXO ROTERO PARA FSCALZAÇÃO/SPEÇÃO SATÁRA, E AUTOSPEÇÃO EM MMERCADOS, MERCADOS, SUPERMERCADOS, HPERMERCADOS E AFS. 1. DADOS DO ESTABELECMETO. RAZÃO SOCAL: OME FATASA: CPJ: EDEREÇO: TELEFOE: REPRESETATE

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM CLUBES E PISCINAS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM CLUBES E PISCINAS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO - COMÉRCIO VAREJISTA PADARIA E SIMILARES

ROTEIRO DE INSPEÇÃO - COMÉRCIO VAREJISTA PADARIA E SIMILARES PREFETURA DE SÃO PAULO SECRETARA MUCPAL DA SAÚDE COORDEAÇÃO DE VGLÂCA EM SAÚDE GERÊCA DE PRODUTOS E SERVÇOS DE TERESSE DA SAÚDE SUBGERÊCA DE ALMETOS ROTERO DE SPEÇÃO - COMÉRCO VAREJSTA PADARA E SMLARES

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO ANEXO II LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO A - IDENTIFICAÇÃO DA OM 1-NOME 2- TELEFONE: 3- ENDEREÇO : 4- E- MAIL: 5- BAIRRO : 6- CIDADE

Leia mais

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Cozinha Industrial Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Serviços de alimentação Este tipo de trabalho aparenta não ter riscos, mas não é bem assim, veja alguns exemplos: Cortes

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS

BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS BOAS PRÁTICAS NO PREPARO DE ALIMENTOS SÉRIE: SEGURANÇA ALIMENTAR e NUTRICIONAL Autora: Faustina Maria de Oliveira - Economista Doméstica DETEC Revisão: Dóris Florêncio Ferreira Alvarenga Pedagoga Departamento

Leia mais

ROTEIRO COMÉRCIO VAREJISTA - LANCHONETE E SIMILARES Portaria SMS-G N 1210/06

ROTEIRO COMÉRCIO VAREJISTA - LANCHONETE E SIMILARES Portaria SMS-G N 1210/06 SECRETARIA MUICIPAL SAUDE Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde Subgerência de Alimentos ROTEIRO COMÉRCIO VAREJISTA - LACHOETE E SIMILARES Portaria SMS-G

Leia mais

NORMA TÉCNICA PARA ESTABELECIMENTOS DE OVOS E DERIVADOS

NORMA TÉCNICA PARA ESTABELECIMENTOS DE OVOS E DERIVADOS NORMA TÉCNICA PARA ESTABELECIMENTOS DE OVOS E DERIVADOS. GRANJA AVÍCOLA. INDÚSTRIA. ENTREPOSTO I - Os estabelecimentos de ovos e derivados devem estar instalados: 1- distantes de criações (estábulos, pocilgas,

Leia mais

LOTE II. TERMO DE REFERÊNCIA Descrição Geral dos Serviços de Limpeza e Conservação

LOTE II. TERMO DE REFERÊNCIA Descrição Geral dos Serviços de Limpeza e Conservação 1. DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS Os serviços de limpeza e conservação deverão ser realizados, conforme as seguintes especificações: ÁREAS INTERNAS 1.1. DIARIAMENTE, uma vez quando não explicitado. 1.1.1. Remover,

Leia mais

Art. 2 o É proibido residir na área delimitada industrial do estabelecimento.

Art. 2 o É proibido residir na área delimitada industrial do estabelecimento. NORMA TÉCNICA PARA A CONSTRUÇÃO DE ESTABELECIMENTOS PARA LEITE E DERIVADOS Art. 1 o Os estabelecimentos de leite e derivados devem estar instalados: I distantes pelo menos 500 (quinhentos) metros de estábulos,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM AMBULATÓRIO ESTABELECIMENTO: DATA DA INSPEÇÃO:

Leia mais

Considerando que o trânsito de alimentos em condições seguras pressupõe a preservação da saúde e do meio ambiente;

Considerando que o trânsito de alimentos em condições seguras pressupõe a preservação da saúde e do meio ambiente; Pag. 1 de 9 Portaria 069-R, de 26/09/2007. Dispõe sobre a documentação e requisitos básicos necessários para concessão de Licença Sanitária para Veículos Automotivos utilizados para o Transporte de Alimentos

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - C I S P O A - NORMAS TÉCNICAS

Leia mais

IV SEMINÁRIO DE ARQUITETURA E ENGENHARIA HOSPITALAR CENTRO DE MEDICINA NUCLEAR

IV SEMINÁRIO DE ARQUITETURA E ENGENHARIA HOSPITALAR CENTRO DE MEDICINA NUCLEAR IV SEMINÁRIO DE ARQUITETURA E ENGENHARIA HOSPITALAR CENTRO DE MEDICINA NUCLEAR IV Seminário de Engenharia e Arquitetura Hospitalar 26 a 28 de março de 2008 HUPES, Salvador-BA Apresentado em 27 de março

Leia mais

Data de Vigência: Página 1 de 8. 1- Objetivo: Prevenir doenças e livrar o ambiente de pragas, insetos e roedores.

Data de Vigência: Página 1 de 8. 1- Objetivo: Prevenir doenças e livrar o ambiente de pragas, insetos e roedores. Data de Vigência: Página 1 de 8 1- Objetivo: Prevenir doenças e livrar o ambiente de pragas, insetos e roedores. 2- Aplicação: 3- Procedimentos: Este procedimento aplica-se a cozinha e refeitório. 3.1-

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

(nome do requerente) contribuinte (pessoa singular ou coletiva) nº, residente em (Rua, Avª )

(nome do requerente) contribuinte (pessoa singular ou coletiva) nº, residente em (Rua, Avª ) REQUERIMENTO DE PEDIDO DE VISTORIA DE: UNIDADES MÓVEIS DE TRANSPORTE E VENDA DE CARNE, PEIXE, FRUTA E PRODUTOS HORTÍCOLAS; CAIXAS ISOTÉRMICAS E ISOTÉRMICO-FRIGORÍFICAS; TRENS DE SINTRA. 1/6 ( nº SM ) Exmº

Leia mais

Minuta NR 24 Versão final da Bancada de Governo

Minuta NR 24 Versão final da Bancada de Governo Legenda: *(asterisco): Para revisão Azul: aprovado Controle de alterações na lateral São feitas as observações de propostas das bancadas após o texto de cada item. Propostas não registradas neste arquivo

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização

Ficha Técnica de Fiscalização FTF: 64//07 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome/Designação Social: Morada: IDENTIFICAÇÃO DA BRIGADA Brigada: Direcção Regional: Data de Controlo: / / Hora: h m LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Licenciamento: o

Leia mais

POP 02 (Higienização de Ambientes e Superfícies ) RESTAURANTE...

POP 02 (Higienização de Ambientes e Superfícies ) RESTAURANTE... Página 1 POP 02 (Higienização de Ambientes e Superfícies ) RESTAURANTE... Modelo sugerido por Márcia M M Paranaguá, CRN 0434/5, em conformidade com as leis da ANVISA Página 2 1. OBJETIVOS - Estabelecer

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS I IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome: Endereço: AP: Nome Fantasia: Inscrição Municipal: Nº do Processo: CNPJ: Tipo de Serviço: ( ) Municipal ( ) Filantrópico ( ) Conveniado SUS RJ ( ) Privado ( ) Estadual

Leia mais

REQUISITOS BÁSICOS OBSERVADOS EM PROJETOS DE CONSTRUÇÃO, REFORMA E AMPLIAÇÃO DE INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS, PRODUTOS DE HIGIENE E PRODUTOS PARA A SAÚDE

REQUISITOS BÁSICOS OBSERVADOS EM PROJETOS DE CONSTRUÇÃO, REFORMA E AMPLIAÇÃO DE INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS, PRODUTOS DE HIGIENE E PRODUTOS PARA A SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Gerência de Vigilância Sanitária de Produtos Coordenação de Fiscalização de Cosméticos, Saneantes e Correlatos Av. Anhanguera, Nº 5195, St. Coimbra Goiânia GO, CEP

Leia mais

NR-24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR-24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR-24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO Órgão Responsável pelo Estabelecimento Endereço CNAE Inspetor (es) DADOS DA INSPEÇÃO Estabelecimento Contato Numero de Servidores Referências

Leia mais

ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO ROTERO PARA CLASSFCAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 DETFCAÇÃO DO ESTABELECMETO Razão Social: ome Fantasia: Endereço Completo (Rua, º, Bairro): CPJ: Licença de Localização: nscrição Municipal: Alvará Sanitário: Proprietário(s)

Leia mais

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Manual Elaborado por PEDRO PAULO TRIGO VALERY Considerações Gerais Estocar e administrar um almoxarifado de medicamentos não é como estocar alimentos apesar

Leia mais

Gerência de Compra GERÊNCIA DN. Endereço : AVENIDA AYRTON SENNA,5555 - JACAREPAGUA Tel. : Fax : FORNECEDOR

Gerência de Compra GERÊNCIA DN. Endereço : AVENIDA AYRTON SENNA,5555 - JACAREPAGUA Tel. : Fax : FORNECEDOR 1 1 14/10463 "PASS-THROUGH" VERTICAL TÉRMICO Elétrico, gabinete estruturado em perfis de aço com revestimento externo em aço inoxidável AISI 304/18:8 e interno de alumínio, com trilhos para recipientes

Leia mais

ANEXO I METODOLOGIA DE REFERÊNCIA DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO

ANEXO I METODOLOGIA DE REFERÊNCIA DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO ANEXO I METODOLOGIA DE REFERÊNCIA DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO 1.1. Tarefa: Limpeza de MÓVEIS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA - limpar com pano úmido e remover pó e manchas das mesas, armários,

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENTO E NA ÁREA DE VENDA

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENTO E NA ÁREA DE VENDA MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENTO E NA ÁREA DE VENDA MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE ARMAZENAMENO E VENDAS CUIDADOS NAS OPERAÇÕES RECEBIMENTO No ato do recebimento dos produtos são conferidos: Procedência;

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS UTENSÍLIOS DE COZINHA E REFEITÓRIO ESCOLAR (Versão 1) Junho/2012 UTENSÍLIOS DE COZINHA E REFEITÓRIO ESCOLAR ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS CATEGORIA: UTENSÍLIOS LOTE: INOX ITEM 1: KIT

Leia mais

Aspectos Físicos em UANs. Kelly Amichi

Aspectos Físicos em UANs. Kelly Amichi Aspectos Físicos em UANs. Kelly Amichi A participação do nutricionista no planejamento Físicofuncional das UANs está previsto na legislação: Lei 8.234/91, que regulamenta a profissão do Nutricionista,

Leia mais

18.4. Áreas de vivência

18.4. Áreas de vivência 18.4. Áreas de vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; (118.015-0 / I4) b) vestiário; (118.016-9 / I4) c) alojamento; (118.017-7 / I4) d) local de refeições;

Leia mais

PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE

PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 A Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando: a necessidade do constante aperfeiçoamento

Leia mais

INFORMAÇOES TÉCNICA DOS SERVIÇOS

INFORMAÇOES TÉCNICA DOS SERVIÇOS INFORMAÇOES TÉCNICA DOS SERVIÇOS 3 - LIMPEZA E MANUTENÇÃO Informamos abaixo a forma correta de como proceder à limpeza profunda. Os equipamentos utilizados estão dimensionados de acordo com o tamanho do

Leia mais

PORTARIA CVS-6/99, DE 10 DE MARÇO DE 1999

PORTARIA CVS-6/99, DE 10 DE MARÇO DE 1999 PORTARIA CVS-6/99, DE 10 DE MARÇO DE 1999 CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA A Diretoria Técnica do Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde, considerando: A Lei 10083 de Setembro de

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO DA COZINHA PEDAGOGICA DO CENTRO DE GASTRONOMIA

MANUAL DE BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO DA COZINHA PEDAGOGICA DO CENTRO DE GASTRONOMIA MANUAL DE BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO DA COZINHA PEDAGOGICA DO CENTRO DE GASTRONOMIA JOINVILLE Junho 2009 1. INTRODUÇÃO Este manual descreve as operações realizadas nas cozinha pedagogica do centro de

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE FONOAUDIOLOGIA

ROTEIRO DE INSPEÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE FONOAUDIOLOGIA ROTEIRO DE INSPEÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE FONOAUDIOLOGIA 1 CONDIÇÕES DE ESTRUTURA FÍSICA R 1.1 Sala de recepção/espera (área aprox. 1.20m² por pessoa) em condições para que os pacientes aguardem sentados

Leia mais

Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre

Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre Secretaria Municipal de Educação Prefeitura de Porto Alegre Novembro de 2003 Recomendável para pais, diretores de escolas/instituições

Leia mais

職 業 安 全 健 康 廳 Departamento de Segurança e Saúde Ocupacional. Lista de controle das condições de Segurança e Saúde Ocupacional para Hotelaria e afins

職 業 安 全 健 康 廳 Departamento de Segurança e Saúde Ocupacional. Lista de controle das condições de Segurança e Saúde Ocupacional para Hotelaria e afins Local de Trabalho 1 Manter o local de trabalho sempre limpo. 2 Não obstruir as vias de circulação. 3 Desimpedir as saídas de emergência e escapatórias. 4 Arrumar materiais ordenadamente e não demasiado

Leia mais

índice QUAIS ÁREAS SERÃO MAPEADAS? PRECISAMOS TER CLAREZA DE QUEM VAI MAPEAR O QUÊ PARA NÃO DAR CONFUSÃO NO FINAL

índice QUAIS ÁREAS SERÃO MAPEADAS? PRECISAMOS TER CLAREZA DE QUEM VAI MAPEAR O QUÊ PARA NÃO DAR CONFUSÃO NO FINAL Com este instrumento nós vamos coletar informações sobre equipamentos elétricos e hidráulicos da escola (lâmpadas, uso de tomadas, computadores, refrigeradores, toneiras etc.). Vamos saber quantos equipamentos

Leia mais

AMBIÊNCIA PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN TIPOS DE ILUMINAÇÃO EM UAN 20/11/2010 FONTES DE ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE CORES (IRC)

AMBIÊNCIA PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN TIPOS DE ILUMINAÇÃO EM UAN 20/11/2010 FONTES DE ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE CORES (IRC) PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN Iluminação Cores Ventilação Temperatura AMBIÊNCIA Umidade Ruído Material de revestimento Profa. Flávia Milagres Campos Ambiente aconchegante e agradável para clientese funcionários:

Leia mais

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL)

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) MANUAL REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) O objectivo deste manual é fornecer informação

Leia mais

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária objetivo Este manual estabelece os critérios de higiene e de boas práticas operacionais para o controle

Leia mais

INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS I- DADOS CADASTRAIS

INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS I- DADOS CADASTRAIS Prefeitura Municipal do Salvador Secretaria Municipal da Saúde Coordenadoria de Saúde Ambiental Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS Razão Social: CGC/CNPJ/CPF:

Leia mais

Higienização de Abatedouros e Frigoríficos de Aves. Centro de Treinamento ELFEN

Higienização de Abatedouros e Frigoríficos de Aves. Centro de Treinamento ELFEN Higienização de Abatedouros e Frigoríficos de Aves Centro de Treinamento ELFEN ÍNDICE 1) SEGURANÇA 2) PRODUTOS PARA O PROCESSO DE HIGIENIZAÇÃO EM ABATEDOUROS 3) EQUIPAMENTOS 4) 5) DEMAIS PRODUTOS PARA

Leia mais

SEGURANÇA NA TERCEIRA IDADE OS FATORES QUE MAIS CAUSAM AS QUEDAS PODEM SER:

SEGURANÇA NA TERCEIRA IDADE OS FATORES QUE MAIS CAUSAM AS QUEDAS PODEM SER: SEGURANÇA NA TERCEIRA IDADE As quedas tornam-se mais frequentes com o avançar da idade. Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, a maioria dos casos acontecem dentro de casa e são a

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 18.4 Áreas de Vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; b) vestiário; c) alojamento; d)

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. CONSTITUIÇÃO DA COLÔNIA. A constituição de uma colônia é a seguinte: 60000 a 80000 abelhas operárias; 1 rainha e 0 a 400 zangões.

1. INTRODUÇÃO 2. CONSTITUIÇÃO DA COLÔNIA. A constituição de uma colônia é a seguinte: 60000 a 80000 abelhas operárias; 1 rainha e 0 a 400 zangões. Obtenção do Mel Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO Abelhas

Leia mais

Roteiro de Inspeção LACTÁRIO. Realiza Programa de Saúde do Trabalhador com controle periódico, admissional e demissional

Roteiro de Inspeção LACTÁRIO. Realiza Programa de Saúde do Trabalhador com controle periódico, admissional e demissional GOVERO DO ETADO DO RIO DE JAEIRO ECRETARIA DE ETADO DE AÚDE COORDEAÇÃO DE FICALIZAÇÃO AITÁRIA CARACTERIZAÇÃO Roteiro de Inspeção LACTÁRIO úmero de funcionários úmero de nutricionistas Responsável técnico:

Leia mais

FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO

FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO Neste formulário estão as exigências mínimas para a instalação e funcionamento de uma Cozinha Industrial. Devem ser observados demais critérios

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA ENTREPOSTO DE CARNES E DERIVADOS:

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA ENTREPOSTO DE CARNES E DERIVADOS: ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - C I S P O A - NORMAS TÉCNICAS DE

Leia mais

É um Restaurante de Serviço Rápido? 900XP & 700XP

É um Restaurante de Serviço Rápido? 900XP & 700XP É um Restaurante de Serviço Rápido? 900XP & 700XP 2 Restaurante de Serviço Rápido Então XP é exactamente o que precisa. Novo Wok de Indução de alta potência com 5kW: velocidade máxima e eficiência energética

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS - SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE - RS NVES/DVS/CEVS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA Lei Federal nº 6.360/76; Reg. Sanitário

Leia mais

TRABALHANDO COM PERECÍVEIS EM SUPERMERCADOS

TRABALHANDO COM PERECÍVEIS EM SUPERMERCADOS TRABALHANDO COM PERECÍVEIS EM SUPERMERCADOS Siane Marina da Maia Ribeiro Nutricionista CRN7 3071 OBJETIVO Alertar os profissionais quanto à fragilidade e importância da área de perecíveis no contexto de

Leia mais

Dicas de Ecoeficiência. santander.com.br/sustentabilidade

Dicas de Ecoeficiência. santander.com.br/sustentabilidade Dicas de Ecoeficiência santander.com.br/sustentabilidade água Torneira aberta Cada minuto utilizado para escovar os dentes com a torneira aberta, é gasto de 12 a 20 litros de água. Por isso, recomenda-se

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

PLANO DE HIGIENE ÍNDICE 1 HIGIENE PESSOAL 2 RECEPCÇÃO DE MERCADORIAS 3 ZONAS DE ARMAZENAGEM 4 ZONAS DE PREPARAÇÃO 5 ZONAS DE CONFECÇÃO

PLANO DE HIGIENE ÍNDICE 1 HIGIENE PESSOAL 2 RECEPCÇÃO DE MERCADORIAS 3 ZONAS DE ARMAZENAGEM 4 ZONAS DE PREPARAÇÃO 5 ZONAS DE CONFECÇÃO ÍNDICE 1 HIGIENE PESSOAL 2 RECEPCÇÃO DE MERCADORIAS 3 ZONAS DE ARMAZENAGEM 4 ZONAS DE PREPARAÇÃO 5 ZONAS DE CONFECÇÃO 6 REFEITÓRIO / CAFÉ 7 COPA 8 VESTUÁRIOS e / ou CASAS DE BANHO Elaborado: Aprovado:

Leia mais

ZONA DE CONFEÇÃO PRODUTO A UTILIZAR E RESPETIVA AÇÃO MÉTODO DE HIGIENIZAÇÃO DOSAGEM. Lavagem: De acordo com a rotulagem

ZONA DE CONFEÇÃO PRODUTO A UTILIZAR E RESPETIVA AÇÃO MÉTODO DE HIGIENIZAÇÃO DOSAGEM. Lavagem: De acordo com a rotulagem ZONA DE CONFEÇÃO ÁREA/EQUIPAMENTO PERIDIOCIDADE PRODUTO A UTILIZAR E RESPETIVA AÇÃO DOSAGEM MÉTODO DE HIGIENIZAÇÃO Bancadas, superfícies de laboração e cubas Após cada utilização - Aplicar a solução de

Leia mais

PAC 11. Controle da matéria-prima, ingredientes e material de embalagens

PAC 11. Controle da matéria-prima, ingredientes e material de embalagens PAC 11 Página 1 de 8 PAC 11 Controle da matéria-prima, ingredientes e material de embalagens PAC 11 Página 2 de 8 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA nº 0162/05 DOE 14/02/05

RESOLUÇÃO SESA nº 0162/05 DOE 14/02/05 RESOLUÇÃO SESA nº 0162/05 DOE 14/02/05 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições, de acordo com o disposto na Lei Federal nº 8080/90, artigos 15, I e XI, 17, III e XI e na Lei Estadual

Leia mais

Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade. XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt. Implementação do Sistema HACCP

Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade. XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt. Implementação do Sistema HACCP Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt Implementação do Sistema HACCP O HACCP HACCP - (Hazard Analysis, Critical Control Points) em português Análise dos Perigos e Pontos

Leia mais

Limpando a Caixa D'água

Limpando a Caixa D'água Limpando a Caixa D'água É muito importante que se faça a limpeza no mínimo 2 (duas) vezes ao ano. Caixas mal fechadas/tampadas permitem a entrada de pequenos animais e insetos que propiciam sua contaminação.

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1.892, DE 24/08/2001 - Pub. O Fluminense, de 02/11/2001

LEI MUNICIPAL Nº 1.892, DE 24/08/2001 - Pub. O Fluminense, de 02/11/2001 ..:: Imprimir ::.. LEI MUNICIPAL Nº 1.892, DE 24/08/2001 - Pub. O Fluminense, de 02/11/2001 O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE NITERÓI, no uso de suas atribuições que lhe confere o artigo 54, parágrafo

Leia mais

Aspectos de Arquitetura em Projetos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde

Aspectos de Arquitetura em Projetos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde NR 15 NR 24 NR 26 NR 07 PCMSO CENEN PPR NR 09 PPRA ANVISA SERVIÇOS DE SAÚDE NR 32 2 Local de Trabalho para aplicação da NR 32: SERVIÇOS DE SAÚDE Definição: Qualquer edificação destinada à prestação de

Leia mais

Cartilha do. Manipulador de Alimentos

Cartilha do. Manipulador de Alimentos Cartilha do Manipulador de Alimentos apresenta Cartilha do Manipulador de Alimentos Belezas naturais e lugares maravilhosos, assim é o turismo no Brasil, que se desenvolve a cada dia e ocupa um importante

Leia mais

20/04/2010. serviço de esteira rolante; serviço de cafeteria; auto-serviço(self service); serviço à la carte; refeições transportadas.

20/04/2010. serviço de esteira rolante; serviço de cafeteria; auto-serviço(self service); serviço à la carte; refeições transportadas. ALIMENTAÇÃO COLETIVA DISTRIBUIÇÃO DE REFEIÇÕES Flávia Milagres Campos A distribuição das refeições, geralmente, ocorre nos salões de refeição (refeitório) e pode ter diferentes modalidades. DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

NORMA MUNICIPAL Nº. 054

NORMA MUNICIPAL Nº. 054 NORMA MUNICIPAL Nº. 054 Portaria Nº.054. de 05 de julho de 2001 Norma de Armazenamento Externo de Contêineres de Resíduos Sólidos ORIGEM: Gestão Diferenciada de Resíduos Sólidos PALAVRA CHAVE: Resíduos

Leia mais

Guia para compra de imóveis

Guia para compra de imóveis Guia para compra de imóveis Para a maioria das pessoas, a casa própria é o bem mais valioso que irão adquirir ao longo da vida. Valioso não apenas pelo valor financeiro, mas sobretudo pelo valor inestimável

Leia mais

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 Dispõe sobre Regulamento Técnico que estabelece requisitos sanitários para estabelecimentos destinados a eventos esportivos. A Diretora Técnica do Centro de Vigilância

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA nº 204/2009

RESOLUÇÃO SESA nº 204/2009 RESOLUÇÃO SESA nº 204/2009 Dispõe sobre as condições para instalação e funcionamento dos Estabelecimentos de Podologia. O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES TE Conservação e Limpeza. 1. DETFCÇ FÇ DE DETFCÇ Demanda/Processo: azão Social: ome Fantasia: nscrição Estadual/unicipal: tividade (CE): ( ) 8121-4/00-0 - Limpeza de prédios e em domicílio CPJ/CPF: Endereço:

Leia mais

Organização e Controle ABIC. Operação. Programa da Qualidade do Café ABIC Passo a Passo PARTES ENVOLVIDAS

Organização e Controle ABIC. Operação. Programa da Qualidade do Café ABIC Passo a Passo PARTES ENVOLVIDAS 1. O que é? O Selo da Qualidade ABIC é uma evolução em relação ao Selo de Pureza, lançado há mais de 15 anos e está inserido dentro das diretrizes da ABIC de aumento do consumo interno de café no Brasil.

Leia mais

MEMORIAL ECONÔMICO - SANITÁRIO DE ESTABELECIMENTO DE ABATE MODELO 01

MEMORIAL ECONÔMICO - SANITÁRIO DE ESTABELECIMENTO DE ABATE MODELO 01 MEMORIAL ECONÔMICO - SANITÁRIO DE ESTABELECIMENTO DE ABATE MODELO 01 4. Categoria do estabelecimento. 5. Espécie de animais que pretende sacrificar. 6. Processo de matança (descrição detalhada). 7. Velocidade

Leia mais

CHECK LIST MICROPROCESSO HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA DAS UNIDADES DA APS SEMSA/MANAUS

CHECK LIST MICROPROCESSO HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA DAS UNIDADES DA APS SEMSA/MANAUS CHECK LIST MICROPROCESSO HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA DAS UNIDADES DA APS SEMSA/MANAUS DISA: DATA: UNIDADE: RECURSOS HUMANOS ÍTEM AVALIAÇÃO FORMA DE VERIFICAÇÃO EM CONFORMI DADE NÃO CONFORMI DADE OBSERVAÇÃO

Leia mais

RECEITA. de Sucesso. Como ter uma cozinha eficiente

RECEITA. de Sucesso. Como ter uma cozinha eficiente RECEITA de Sucesso Como ter uma cozinha eficiente Créditos Sebrae-SP Conselho Deliberativo Presidente: Alencar Burti (ACSP) ACSP - Associação Comercial de São Paulo ANPEI - Associação Nacional de Pesquisa,

Leia mais

ANÁLISE HIGIÊNICO-SANITÁRIA DAS LANCHONETES LOCALIZADAS NO PERÍMETRO DE UMA FACULDADE, EM TERESINA-PI.

ANÁLISE HIGIÊNICO-SANITÁRIA DAS LANCHONETES LOCALIZADAS NO PERÍMETRO DE UMA FACULDADE, EM TERESINA-PI. ANÁLISE HIGIÊNICO-SANITÁRIA DAS LANCHONETES LOCALIZADAS NO PERÍMETRO DE UMA FACULDADE, EM TERESINA-PI. Claudeny Holanda Mendes da Rocha -Orientadora- NOVAFAPI Mitra Mobin - Colaboradora-NOVAFAPI Rosana

Leia mais

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP Página 1 de 10 Controle Integrado de Pragas CIP Página 2 de 10 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

Seu comportamento faz a diferença! Dia Mundial da Água 22 de março

Seu comportamento faz a diferença! Dia Mundial da Água 22 de março Seu comportamento faz a diferença! Dia Mundial da Água 22 de março Como economizar água? 1. Fique somente o tempo necessário no banho. Enquanto usa shampoo no cabelo, desligue o chuveiro. Além da água,

Leia mais

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO 24.1 Instalações Sanitárias 24.1.1 Todo estabelecimento deve ser dotado de instalações sanitárias, constituídas por vasos sanitários,

Leia mais

CHECK LIST DE INFRAESTRUTURA PARA INÍCIO DE OPERAÇÃO

CHECK LIST DE INFRAESTRUTURA PARA INÍCIO DE OPERAÇÃO 1. MUNICIPIO: 2. DATA DA VISITA: DIA MÊS HORA 00:00 3. RESPONSAVEL: INSERIR O NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 4. 4.1 INSTALAÇÃO HIDRO-SANITÁRIA Sanitário Masculino - I.S.M. Acessórios Assento Sanitário Cabide

Leia mais

APÊNDICE II - CHECK LIST DE INFRAESTRUTURA PARA INÍCIO DE OPERAÇÃO

APÊNDICE II - CHECK LIST DE INFRAESTRUTURA PARA INÍCIO DE OPERAÇÃO 1. MUNICIPIO: BELO HORIZONTE 2. DATA DA VISITA: DIA MÊS HORA 00:00 3. RESPONSAVEL: INSERIR O NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 4. 4.1 INSTALAÇÃO HIDRO-SANITÁRIA Sanitário Masculino - I.S.M. Acessórios Assento

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO DE LIMPEZA HOSPITALAR

ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO DE LIMPEZA HOSPITALAR ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO DE LIMPEZA HOSPITALAR I- Introdução: A higiene e a ordem são elementos que concorrem decisivamente para a sensação de bem-estar, segurança e conforto dos profissionais, pacientes

Leia mais

ROTEIRO PARA INSPEÇÃO E AUTO-INSPEÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DE ODONTOLOGIA 1 -INTRODUÇÃO:

ROTEIRO PARA INSPEÇÃO E AUTO-INSPEÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DE ODONTOLOGIA 1 -INTRODUÇÃO: ROTEIRO PARA INSPEÇÃO E AUTO-INSPEÇÃO EM ESTABELECIMENTOS DE ODONTOLOGIA 1 -INTRODUÇÃO: A vigilância Sanitária com suas atribuições definidas pela Carta Magna, pela Lei 8080/90 (Dispõe sobre as condições

Leia mais

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Corpo de Bombeiros. São Paulo Corpo de Bombeiros São Paulo ACIDENTES E INCÊNDIOS DOMÉSTICOS ADULTOS E IDOSOS Acidentes Os acidentes domésticos são muito comuns. Mesmo com todo o cuidado, há objetos e situações que podem tornar todas

Leia mais

Concurso de Auxiliar de Serviços Gerais - Prefeitura de Alvorada do Sul - 2014 A ( ) 18 B ( ) 28 C ( ) 38 D ( ) 40 A ( ) B ( ) C ( ) D ( )

Concurso de Auxiliar de Serviços Gerais - Prefeitura de Alvorada do Sul - 2014 A ( ) 18 B ( ) 28 C ( ) 38 D ( ) 40 A ( ) B ( ) C ( ) D ( ) PORTUGUÊS MATEMÁTICA 01 QUESTÃO Qual das seguintes palavras é masculina? A ( ) Flor B ( ) Mar C ( ) Amora D ( ) Folha 02 QUESTÃO Entre as palavras abaixo, qual está escrita de maneira incorreta? A ( )

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002 RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições, de acordo com o disposto na Lei Federal n.º 8080/90, artigos 15, I e XI, 17, III e XI e na Lei

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 01. São atitudes corretas de atendimento ao público, EXCETO: A) Ser cortês. B) Tratar bem o cliente. C) Favorecer um ambiente agradável. D) Não dar a mínima importância ao problema

Leia mais

Case de Treinamento de Empregada em Domicílio

Case de Treinamento de Empregada em Domicílio 1 Case de Treinamento de Empregada em Domicílio Treinamento de mensalista 2 Cenário: O empregador tem uma mensalista de muita confiança e amorosa, a empregada toma conta do bebê de 9 meses até início da

Leia mais

Lâmpadas. Ar Condicionado. Como racionalizar energia eléctrica

Lâmpadas. Ar Condicionado. Como racionalizar energia eléctrica Como racionalizar energia eléctrica Combater o desperdício de energia eléctrica não significa abrir mão do conforto. Pode-se aproveitar todos os benefícios que a energia oferece na medida certa, sem desperdiçar.

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ACABAMENTOS PROPRIETÁRIO DATA: 04/12/2012 VERSÃO:

MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ACABAMENTOS PROPRIETÁRIO DATA: 04/12/2012 VERSÃO: MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ACABAMENTOS PROPRIETÁRIO DATA: 04/12/2012 VERSÃO: 17 EMPREENDIMENTO: Quartier Cabral Versão: V.17 Data: 04/12/2012 1- Descrição dos acabamentos das unidades;

Leia mais

INFRA ESTRUTURA FÍSICA EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS LAVAGEM, SECAGEM E INATIVAÇÃO

INFRA ESTRUTURA FÍSICA EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS LAVAGEM, SECAGEM E INATIVAÇÃO INFRA ESTRUTURA FÍSICA EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS LAVAGEM, SECAGEM E INATIVAÇÃO 1 RDC 067/07 ANVISA ANEXO I (QUANDO APLICÁVEL) Área ou sala administrativa Área ou sala de armazenamento Área ou sala de controle

Leia mais

P_16020_A. Condições Gerais de Venda. Câmara Municipal de Vila do Bispo. - Condições de Pagamento: A 60 dias, contados a partir da data da fatura.

P_16020_A. Condições Gerais de Venda. Câmara Municipal de Vila do Bispo. - Condições de Pagamento: A 60 dias, contados a partir da data da fatura. P_6020_A Centro Educativo de Budens 0-02-206 Câmara Municipal de Vila do Bispo Paços do Concelho 860-407 Vila do Bispo Exmo.(s) Sr.(s) Os nossos melhores cumprimentos. Vimos por este meio submeter á apreciação

Leia mais

QUALIDADE DA CONSERVAÇÃO, MANIPULAÇÃO E HIGIENIZAÇÃO DOS PEIXES COMERCIALIZADOS NOS BOXES DO MERCADO PÚBLICO DE SÃO JOSÉ EM RECIFE-PE.

QUALIDADE DA CONSERVAÇÃO, MANIPULAÇÃO E HIGIENIZAÇÃO DOS PEIXES COMERCIALIZADOS NOS BOXES DO MERCADO PÚBLICO DE SÃO JOSÉ EM RECIFE-PE. QUALIDADE DA CONSERVAÇÃO, MANIPULAÇÃO E HIGIENIZAÇÃO DOS PEIXES COMERCIALIZADOS NOS BOXES DO MERCADO PÚBLICO DE SÃO JOSÉ EM RECIFE-PE. Aldicélia Prazeres, Ângela Gondim, Érica Souza, Maria Eduarda Andrade,

Leia mais

Anexo II Tarefas de limpeza a efectuar pelas equipas de limpeza

Anexo II Tarefas de limpeza a efectuar pelas equipas de limpeza Anexo II Tarefas de limpeza a efectuar pelas equipas de limpeza TAREFA 1 2 3 4 Abastecer e efectuar a manutenção de equipamentos dispensadores, desinfectantes, e desodorizantes Arejar o espaço de forma

Leia mais

C A T Á L O G O D E P R O D U T O S

C A T Á L O G O D E P R O D U T O S CATÁLOGO DE PRODUTOS 2015 / 2016 CATÁLOGO DE PRODUTOS INOVAÇÃO, QUALIDADE, TECNOLOGIA E DESIGN A Glasart oferece 5 linhas de produtos de alta qualidade especialmente pensados e desenhados para a área de

Leia mais

Acidentes: como preveni-los?

Acidentes: como preveni-los? Acidentes: como preveni-los? Mónica Oliva Ilustrações de António João 31 Janeiro 2009 Oliveira do Hospital 1 Sabia que... Os acidentes são a maior causa de morte, doença a e incapacidade definitiva e temporária

Leia mais