Minicurso de Introdução ao LATEX

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1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - Campus Campina Grande Minicurso de Introdução ao LATEX Ítalo de Pontes Oliveira Vanderson Ramos Diniz de Lima Campina Grande - PB

2 Ramo Estudantil IEEE do IFPB - Campus Campina Grande Coordenação de Atividades e Eventos Minicurso de Introdução ao LATEX Minicurso a ser ministrado, organizado pelo Ramo Estudantil IEEE do IFPB Campus Campina Grande, e apoiado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB). Orientador: Prof. Dr. Marcelo Portela Sousa Campina Grande - PB

3 Prefácio Este documento é, em parte, baseado em materiais de fontes diversas e possui como principal objetivo, apresentar as noções básicas no desenvolvimento de documentos na linguagem.tex. Qualquer parte ou totalidade de texto que não sejam de autoria dos criadores deste documento, serão devidamente referenciados. Todos os direitos sobre cópias estão reservados a Ítalo de Pontes Oliveira e Vanderson Ramos Diniz de Lima.

4 Ítalo de Pontes Oliveira Os Autores Nascido em Campina Grande (1993), é tecnólogo em Telemática pelo IFPB-CG e mestrando em Engenharia Elétrica pelo IFPB-JP. Trabalhou um ano em um projeto de pesquisa sobre Engenharia de Software e atualmente desenvolve pesquisas no Grupo de Processamento Digital de Sinais (GPDS) sobre Algoritmos de Qualidade de Vídeo (AQV) tema de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Teve experiência adquirida na elaboração de diversos documentos utilizando o processador de texto L A TEX e participou como monitor em um outro minicurso de menor carga horária. Além disso, é estudante membro do Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) e voluntário no Ramo Estudantil IEEE do IFPB-CG, em que, quando graduando, ocupou o cargo de presidente na direção do ramo. Vanderson Ramos Diniz de Lima em Campina Grande, Nasceu Paraíba, em 18 de abril de 1987 e atualmente é estudante membro IEEE do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba. Possui graduação em Tecnologia em Telemática pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (2013). Tem experiência na área de Redes de Computadores, com ênfase em Segurança da Informação, atuando principalmente em Segurança em Redes sem Fio.

5 Marcelo Portela Sousa Nasceu em Salvador, Bahia, em 31 de outubro de 1983 e é Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB). Graduado em Engenharia Elétrica pela ÁREA1 - Faculdade de Ciência e Tecnologia, Mestre e Doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Atualmente é pesquisador do Instituto de Estudos Avançados em Comunicações (Iecom). Foi pesquisador bolsista da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (COELBA) e da Faculdade ÁREA1, pelo convênio de Pesquisa e Desenvolvimento (P &D ). Membro e voluntário, desde 2005, do Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) e mentor do Ramo Estudantil IEEE do IFPB-CG, Marcelo Portela é revisor do periódico IEEE Transactions on Vehicular Technology (TVT), do periódico Journal of Networks (JNW), publicado pela Academy Publisher, e contribuiu com conferências renomadas como Globecom'10, WPMC'10, VTC Spring'10, ITU Kaleidoscope'10, WCNC'12, ICACCI'12, entre outras, em que atuou como coordenador de sessão, ou como revisor. Mentor do Ramo Estudantil IEEE, campus Campina Grande. Tem experiência e interesse na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Eletrônica e Telecomunicações, atuando principalmente nos seguintes temas: Sistemas de Comunicações, Diversidade Cooperativa, Otimização por Colônia de Formigas, Redes de Sensores Sem Fio, Redes Cognitivas, Redes de Cuidados Médicos e Sistemas Nebulosos. Campina Grande - PB

6 SUMÁRIO 1 Introdução Apresentação Ambientes de Desenvolvimento Instalando o TeXlipse TeXlipse Plugin Hello World em L A TEX Formatação de Documentos Parágrafo Quebra de Linha Alinhamento Alinhamento por Comando Alinhamento por Ambiente Espaçamento entre Linhas Mudar a Orientação de uma Página Numeração de Páginas Seções Cabeçalho e Rodapé Itálico, Negrito e Sublinhado Caracteres Especiais Equações Equações Simples Equações Complexas Lista de Operadores Básicos e Outros Comandos Alfabeto Grego Tabelas Formatação de Tabelas Tabela 2 x

7 4.1.2 Tabela 4 x Redimensionamento de Tabelas Modelo de Compatibilidade com o Excel Excel2LaTeX Figuras Rotacionando uma gura Recortando uma gura Alterando: Largura e Altura Figuras Utilizando o TikZ Várias retas Círculos Arcos Desenhando gráco simples Figuras Utilizando o XY Criando Referências Bibliográcas 40 7 Criando Apresentações com o Beamer Aparência Cabeçalhos Estudo de Caso: Cabeçalho Modos de exibição Criação de Blocos A Identicador de Símbolos do LA T EX 49

8 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1.1 Apresentação L A TEX é um sistema de tipograa de alta qualidade, que inclui recursos projetados para a produção de documentação técnica e cientíca. É o padrão, de fato, para a comunicação e publicação de documentos cientícos [LaTeX-Project] [1]. Originado do TEX, pronunciado como tec, proveniente da palavra grega: τ ɛχνη (que signica arte), representa um sistema de tipograa criado por Donald E. Knuth (Figura 1.1), possui a estruturação de equações e símbolos matemáticos mais elegante. Com o acréscimo de macros 1, o L A TEX se diferencia da versão anterior, por permitir uma melhor abstração ao se tratar com as referências bibligrácas de um documento, a forma de se fazer citações de autores, o modo de referenciar guras/fórmulas/tabelas/etc, e outras caracterísitcas referentes ao documento, tornando mais agradável ao usuário manipular o documento, além disso, permite compatibilidade entre as diferentes Graphical User Interface (GUI) de processadores de texto e em diferentes plataformas (distintos Sistemas Operacionais - SO) produzem o mesmo documento de saída. A versão atual se denomina L A TEX 2ɛ. Figura 1.1: Donald E. Knuth, criador do TEX. 1 Ações que determinam a saída de um documento, de acordo com os padrões ou regras fornecidos em sua entrada. 8

9 Donald E. Knuth (Milwaukee, 10 de Janeiro de 1938), bacharel e mestre pelo Case Institute of Technology (1960) e Ph.D. pelo California Institute of Technology (1963), é professor emérito de A Arte da Programação de Computadores pela Universidade de Stanford, onde supervisionou a tese de 28 alunos de Ph.D. desde que se tornou professor em Autor de vários livros, incluindo quatro volumes (até agora) de The Art of Computer Programming, cinco volumes de Computadores e Composição, nove volumes de documentos coletados, e um livro não-técnico intitulado 03:16 Textos bíblicos Iluminado. Seus sistemas de software TEX para preparação de documentos, e o para o projeto alfabeto, são amplamente utilizados para publicação de livros, artigos e textos cientícos em todo o mundo. Subprodutos notáveis dessas atividades foram a WEB e CWEB. Professor Knuth recebeu o prêmio ACM Turing em 1974 e se tornou um membro Fellow da British Computer Society em 1980, Membro Honorário do IEEE 2 em 1982, depois de ter recebido o prêmio W. Wallace McDowell da IEEE Computer Society em 1980 e recebeu a Medalha John von Neumann do IEEE em Figura 1.2: Leslie B. Lamport, criador do LA T EX. O L A TEX foi desenvolvido por Leslie B. Lamport (Nova Iorque, 7 de fevereiro de 1941), bacharel em matemática pelo Massachusetts Institute of Technology (1960), mestre e Ph.D. pelo Brandeis University (1972) também em matemática, atualmente é pesquisador da Microsoft. Em 2004, recebeu o prêmio IEEE Emanuel R. Piore, e em 2008, recebeu a Medalha John Von Neumann do IEEE. 2 Mais sobre essa e outras informações sobre o Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) podem ser encontradas em:

10 1.2 Ambientes de Desenvolvimento É possível criar documentos.tex em variados ambientes integrados para desenvolvimento (IDE - Integrated Development Environment ). Não obstante, há quem deseje criar os próprios arquivos utilizando editores de texto comum, tais como, bloco de notas, gedit, entre outros. Isto exige um domínio maior a cerca da linguagem. Alguns editores para a construção de documentos no formato L A TEX, são apresentados a seguir: TexMaker LyX Document Processor TeXworks Kile Gummi TeXstudio LaTeXila Eclipse (TeXlipse plugin) TeXnicCenter EmilTex AUCTex LEd TeXnicCenter WinEdt Estas opções representam editores para Linux, Windows e Mac. Alguns editores possuem versões para as três plataformas apresentadas, sendo necessário instalar programas ou pacotes, de acordo com o sistema operacional que será utilizado. Uma descrição com mais detalhes sobre editores L A TEX pode ser obtida neste link. Neste mini-curso, os documentos serão produzidos utilizando o plugin TeXlipse em um sistema operacional Linux.

11 1.3 Instalando o TeXlipse Antes de instalar o TeXlipse, certique-se de ter uma versão do editor Eclipse e a máquina virtual Java instalados. É recomendável utilizar as versões mais recentes dos softwares citados. Para fazer o download do Eclipse, clique aqui Tutorial de instalação do Java no Linux, clique aqui TeXlipse Plugin Após as congurações anteriores terem sido realizadas, é possível instalar o Texlipse. 1. Abra o Eclipse e selecione Help > Install New Software. 2. Clique em Add e forneça um nome, por exemplo: LaTeX. Em seguida, digite o endereço em Location. Clique em OK quando terminar.

12 3. A operação cará alguns segundos como Pendent. É o tempo que o Eclipse necessita para procurar os plugins no site fornecido. Quando a lista de softwares for carregada, marque as opções disponíveis. 4. Prossiga com a instalação clicando em next duas vezes seguidamente e aceite os termos da licensa. Por último, clique em Finish para dar prosseguimento ao processo de instalação. 5. Aparecerá uma janela semelhante à da Figura abaixo.

13 6. Quando aparecer a mensagem Do you want to continue with the installation? (Você deseja continuar com a instalação?), clique em OK. 7. O processo de instalação será nalizado e se tudo ocorreu certo, aparecerá a seguinte pergunta na tela: Would you like to restart now? (Você deseja reiniciar agora?). Clique em Yes e nalize a instalação. 8. Para criar um projeto L A TEX no Eclipse, selecione: File > New > Other. No menu de opções que aparecer, selecione LaTeX Project e clique em next.

14 1.4 Hello World em L A TEX Todo documento escrito em L A TEX é estruturado de acordo com a especicação de pacotes, no preâmbulo (início) do documento, e de um corpo de texto disposto entre um bloco de comandos que, semelhante ao html (por exemplo), iniciam e nalizam a edição de textos por meio da utilização de comandos. A sintaxe básica para a utilização de pacotes é a seguinte: \usepackage[opção1]{opção2}. Observe que o primeiro campo de comandos é individualizado por colchetes ([ ]) e o segundo por chaves ({ }). Expandindo as possibilidades, alguns pacotes requerem a atribuição de apenas uma opção, portanto: \usepackage{opção}. A maioria dos ambientes de desenvolvimento em L A TEX possuem assistentes para a criação de documentos.tex e disponibilizam uma estrutura básica de comandos. Observe abaixo as linhas de comandos necessárias para criar um primeiro documento em L A TEX com a frase Olá Mundo!: \documentclass[10pt,a4paper]{book} \usepackage[latin1]{inputenc} \usepackage[portuguese]{babel} \begin{document} Olá Mundo! \end{document} I - \documentclass[10pt,a4paper]{book} - A classe do documento é Book, o tamanho da fonte é 10 pt e o formato de impressão A4. II - A opção [latin1] representa a codicação do texto. Neste caso, foi indicado ao interpretador, que os comandos de entrada {inputenc}, utilizarão a codicação [latin1], acentuação direta a partir do teclado. III - \usepackage[portuguese]{babel}, permite utilizar o pacote {babel} com a opção de idioma em português. Isso servirá, por exemplo, para títulos, tais como referências, sumário e etc., com estilo Brasileiro. IV - O comando \begin{document} é o corpo do documento. Todas as edições do documento carão entre os comandos \begin{document} e \end{document}. Veja a localização da frase Olá mundo!, por exemplo. Acima, foi apresentada a estrutura básica de um primeiro documento em L A TEX que permite imprimir a frase Olá mundo! ao usuário. Para compilar o código criado, é necessário observar a documentação de cada ambiente de desenvolvimento. No Eclipse, a compilação é feita ao salvar o documento.

15 CAPÍTULO 2 FORMATAÇÃO DE DOCUMENTOS 2.1 Parágrafo Parágrafos em L A TEX podem ser criados pulando uma linha entre parágrafos anteriores 1. Portanto, para criar um novo parágrafo, é suciente deixar uma linha em branco com a utilização da tecla Enter. Por exemplo: Para que este texto ocupasse essa região do documento, após os dois pontos, uma linha em branco foi utilizada para a criação de um novo parágrafo. Outra possibilidade para criar parágrafos é a utilização do comando \par. Emprega-se o comando ao nal da frase que se deseja iniciar um novo parágrafo. Assim sendo, para que este parágrafo fosse iniciado com o uso do comando supracitado, utilizou-se \par ao nal da frase cando da seguinte maneira: [... ]foi utilizada para a criação de um novo parágrafo.\par. 2.2 Quebra de Linha O procedimento utilizado para a quebra de linha é simples. Utiliza-se \\ ou \newline, para iniciar uma nova linha sem criar um novo parágrafo. Para que esse texto ocupasse essa região sem criar um novo parágrafo, foi necessário utilizar duas \\ ao nal da linha à qual se deseja criar uma quebra. 2.3 Alinhamento Por padrão, o alinhamento do L A TEX é o justicado, entretanto, é possível denir entre outros três alinhamentos: à esquerda, à direita e centralizado. Cada um, podendo ser feito por comando ou por ambiente. 1 Alternativamente, pode-se utilizar os comandos \quad e \qquad, para parágrafos com espaçamentos maiores. 15

16 2.3.1 Alinhamento por Comando O Alinhamento por Comando se caracteriza por criar um bloco de conteúdo que será justicado separadamente do restante do texto. Um exemplo: Alinhamento à esquerda: Pode ser feito utilizando o \flushleft ou o equivalente \raggedright que signica Irregular a direita, exemplos: Entrada {\flushleft Exemplo de texto alinhado à esquerda} {\raggedright Equivalentemente, um exemplo de texto irregular à direita} Saída Exemplo de texto alinhado à esquerda Equivalentemente, um exemplo de texto irregular à direita Centralizado: O comando associado ao texto centralizado é o \center ou \centering, exemplos: Entrada {\center Texto centralizado 01} {\centering Texto centralizado 02} Saída Texto centralizado 01 Texto centralizado 02 Alinhamento à direita: Pode ser feito utilizando o \flushright ou o equivalente \raggedleft que signica Irregular a esquerda, exemplos: Entrada {\flushright Exemplo de texto alinhado à direita} {\raggedleft Equivalentemente, um exemplo de texto irregular à esquerda} Saída Exemplo de texto alinhado à direita Equivalentemente, um exemplo de texto irregular à esquerda Alinhamento por Ambiente Além dos métodos citados, existe o Alinhamento por Ambiente. Pode ser utilizado um bloco de comandos que irá justicar um texto em especíco. O código pode ser exemplicado da seguinte maneira: Entrada \begin{flushright} Alinhamento à direita \end{flushright} Saída Alinhamento à direita Neste cenário, o \begin indicará o início do alinhamento, o \end é o m do alinhamento, e o comando que estiver entre as chaves representará o alinhamento denido no texto.

17 2.4 Espaçamento entre Linhas O espaçamento entre linhas padrão do L A TEX é o espaçamento simples. Utilizando os comandos \onehalfspacing e \doublespacing é possível alterar para espaçamento de 1.5 e duplo, respectivamente. Isso pode ser feito por Comando, \onehalfspacing{ } ou {\onehalfspacing }, no primeiro caso, o texto que aparecer entre parênteses, estará com espaçamento denido em 1.5, assim como equivalente no segundo comando, em que serão válidos, aqueles comandos que vierem logo após o comando e antes dos parênteses. Além desses, poderão ser feitos por Ambiente, em que um grupo de código colado entre o \begin e o \end no código \begin{doublespacing} \end{doublespacing}, será formatado com espaçamento duplo. Caso se deseje voltar ao espaçamento simples, basta utilizar o comando \singlespacing. Também pode ser denido um espaçamento vertical utilizando outros comandos, como: \smallskip, \medskip e o \bigskip, que fornecem um espaçamento curto, médio e grande na posição vertical de um documento. Quando necessário uma maior precisão no espaçamento dado, pode ser utilizado o comando \vspace{ } (do inglês, espaço vertical), em que, entre os parênteses, é colocado a quantia a ser espaçada na posição vertical. Por exemplo: \vspace{2mm}, \vspace{2cm} e \vspace{2in}, fornecerão um espaçamento vertical de dois milímetros, dois centímetros e duas polegas, respectivamente. 2.5 Mudar a Orientação de uma Página A orientação padrão do L A TEX é a retrato, em que a página é exibida verticalmente. Para alterar a orientação de um texto para paisagem, na qual a página é exibida horizontalmente, é necessário adicionar o pacote pdscape ao código: \usepackage{pdflscape} e utilizar o comando landscape em uma das formas: Por Comando: \landscape Assim, todas as páginas seguintes desta linha de comando, aparecerão na horizontal. Por Ambiente: \begin{landscape} Dessa forma, apenas o conteúdo contido neste bloco aparecerá em uma página na horizontal. \end{landscape} Se o interesse for manter a orientação da página na vertical e rotacionar o texto em 90, basta utilizar o pacote lscape no lugar de pdscape. A síntaxe dos comandos é a mesma do comando landscape, o que diferencia na saída, é o pacote utilizado na importação.

18 2.6 Numeração de Páginas Há diferentes maneiras de enumerar páginas no L A TEX. É possível especicar o formato dos números de acordo com os seguintes comandos: \arabic{página}, \roman{página}, \Roman{Página}(Em que {Página}, corresponde ao número da página que deve ser especicado). Os efeitos produzidos pelos comandos supracitados, para uma página especíca (por exemplo, 3), respectivamente, são: 3, iii e III. Note-se a diferença entre os algarismos romanos em suas composições maiúsculas e minúsculas. Ainda sim, é possível referenciar as páginas por meio de letras. Para tanto, pode-se utilizar os comandos: \alph{página}, \Alph{Página}, que produzem os efeitos minúsculo e maiúsculo, respectivamente. Ou seja, utilizando-se a letra a, por exemplo, quando da execução do comando, os resultados serão: a e A. 2.7 Seções As formas de distribuir ideias em um documento são feitas utilizando seções. No L A TEX, as versões disponíveis são: \chapter{ } \section{ } \subsection{ } \subsubsection{ } \paragraph{ } \subparagraph{ } Estes são os tipos de seções disponíveis no L A TEX, do mais genérico ao mais especíco. No espaço em branco entre parênteses, é colocado o conteúdo referente ao título da seção. Também são disponíveis outras seções que não fazem parte do escopo principal do texto, que são \part{ } e o \appendix, ambas mais utilizadas para destacar um ponto separado do trabalho. A facilidade que isto gera, é que o compilador organiza a ordem numérica de todos os pontos do trabalho automaticamente à medida que novas seções são acrecentadas. Além disso, para referenciar seção, torna-se simples e automática, bastanto apenas, incluir na linha seguinte de uma seção, o seguinte comando \label{ }, em que, no espaço em branco entre as chaves pode vir qualquer nome aleatório, desde que seja único para todo o documento. Por exemplo, nesta seção, foi denido o seguinte label: \label{sec:secao}, que referencia sec para indicar que é uma seção, separado por dois pontos de uma palavra que remeta ao tema desta seção, para facilitar a associação ao digitar o texto. Neste caso, em qualquer ponto do texto, para referenciar esta seção, basta digitar o seguinte comando \ref{sec:secao} e aparece a numeração desta seção: 2.7. Assim, se forem acrescentadas novas seções, todo o código será atualizado automaticamente ao compilar, facilitando o trabalho do usuário. Vale observar que, algumas seções, como por exemplo, \chapter{ } estarão disponíveis para o tipo de classe de documento 2 book ou report, mas não para article, sendo para este último, 2 Indicado entre os parêntes no seguinte cabeçalho \documentclass[ ]{ }

19 o nível mais elevado disponível o \section{ }. Caso seja desejado exibir uma seção não-numerada (consequentemente, não contabilizada no contador), basta acrescentar um asterisco após o nome da seção no comando, por exemplo: \chapter*{ }. 2.8 Cabeçalho e Rodapé A adição de cabeçalhos e rodapés em documentos L A TEX, requer a utilização do pacote fancyhdr. Sendo assim, antes de qualquer utilização, o usuário precisa adicionar a seguinte linha no preâmbulo do documento: \usepackage {fancyhdr}. Uma das maneiras de se utilizar cabeçalhos e rodapés, é especicando antes do corpo do documento ( \begin{document} ), os parâmetros e textos que deverão estar contidos no cabeçalho/rodapé. Observe a semelhança na composição dos comandos: Cabeçalho \lhead{conteúdo da parte esquerda do cabeçalho} \chead{conteúdo central do cabeçalho} \rhead{conteúdo da parte direita do cabeçalho} Rodapé \lfoot{conteúdo da parte esquerda do rodapé} \cfoot{conteúdo central do rodapé} \rfoot{conteúdo da parte direita do rodapé} 2.9 Itálico, Negrito e Sublinhado Textos em itálico e negrito, são obtidos com a utilização dos respectivos comandos: \textit {Texto} e \textbf {Texto} (em que {Texto} especica que o conteúdo deve ser inserido entre chaves). Para sublinhar um texto, utiliza-se o comando \underline{texto}. Os resultados destes três comandos, respectivamente, são: Texto em Itálico. Texto em Negrito Caracteres Especiais Texto Sublinhado.

20 CAPÍTULO 3 EQUAÇÕES 3.1 Equações Simples As equações em L A TEX são escritas de maneira especial. Entre comandos que caracterizam que um determinado texto representa uma equação, quando inserido entre $ $, ou pela inserção em partes do corpo do documento, de uma estrutura especíca que descreve o seu conteúdo como uma equação. Essa estrutura é representada pelo seguinte bloco: \begin{equation} \end{equation} Portanto, para se escrever uma equação de primeiro grau do tipo ax + b = 0, há duas alternativas. Dada a simplicidade desta equação, é preferível utilizar a forma abreviada com o uso de $ $. Veja o exemplo de uso do comando e o resultado: $ax + b = 0$ ax + b = 0 Com a utilização do bloco de comandos, a mesma equação escrita acima seria representada da seguinte maneira: \begin{equation} ax + b = 0 \end{equation} E o resultado é este ax + b = 0 (3.1) Pode-se perceber que ao lado da equação, foi gerado um índice. A utilização do bloco de comandos gera automaticamente um índice de identicação de acordo com a localização da equação no documento. 20

21 3.2 Equações Complexas Para escrever equações mais complexas é recomendável utilizar o bloco de comandos. Normalmente, as equações de maior expressividade estão atrelhadas a documentos cientícos como artigos, monograas e ensaios, por exemplo, e há sempre um padrão a ser seguido. No mínimo, estes padrões especicam que é necessário que as equações contenham um índice e título. Um dos grandes diferenciais do L A TEX é a organização automática destes índices. A utilização do bloco \equation facilita essa tarefa. Veja abaixo como seria escrita a equação da transformada discreta de Fourier: \begin{equation} X(k)=\sum^{N-1}_{n=0}x[n]e^{-j \dfrac{2\pi}{n}kn} \label{dft} \end{equation} E o resultado destes comandos é: X(k) = N 1 n=0 A equação acima foi construída da seguinte maneira: x[n]e j 2π N kn (3.2) I - O comando \sum cria o operador matemático somatório. II - \^{}, eleva o conteúdo que está entre chaves pertencente a uma determinada base. Logo, sendo a base, o conteúdo entre chaves {N-1} cará na parte superior. III - De maneira semelhante, o comando \_{} distribui um conteúdo na parte inferior de uma base. Sendo assim, _{n=0} cará na parte inferior do somatório. IV - As variáveis dispostas sem comandos precedentes do tipo \^{} ou \_{}, seguirão um plano comum e serão apresentadas da maneira em que foram escritas. Por exemplo, para escrever X[k], x[n] e e, não foi necessário aplicar nenhum comando. V - O comando \dfrac permite criar frações. Sua sintaxe é: \dfrac{numerador}{denominador}. Na equação acima, o númerador é representado por {2pi} e o denominador por {N}. VI - Colchetes, chaves e parênteses, podem ser escritos diretamente. Mas, por questões de formatação, é preferível utilizar comandos para criá-los. Veja mais adiante uma lista de comandos úteis. VII - O comando \label{}, permite referenciar a equação a partir de um nome fornecido. O L A TEX constroi automaticamente o índice dessa equação de acordo com a sua distribuição no texto. Para referenciar uma equação, utiliza-se \ref{valor_contido_em_label}, neste caso, \ref{dft}. E o resultado é: 3.2.

22 3.2.1 Lista de Operadores Básicos e Outros Comandos $\cdot$ = $\cdots$ = $\ldots$ =... $+$ = + $-$ = $\times$ = $\div$ = $\infty$ = $\frac{a}{b}$ = a b $\dfrac{a}{b}$ = a $a^b$ = a b $a_b$ = a b b $a^b_c$ = a b c $a^{b_c}$ = a bc $a^{b_c}_d$ = a bc d Chaves $\left\lbrace$ = { $\right\rbrace$ = } Parênteses $\left($ = ( $\right)$ = ) Colchetes $\left[$ = [ $\right]$ = ] Alfabeto Grego \alpha = α \beta = β \gamma = γ \delta = δ \epsilon = ɛ \zeta = ζ \eta = η \theta = θ \iota = ι \kappa = κ \lambda = λ \mu = µ \nu = ν \xi = ξ o = o \pi = π \rho = ρ \sigma = σ \tau = τ \upsilon = υ \phi = φ \chi = χ \psi = ψ \omega = ω \Gamma = Γ \Delta = \Theta = Θ \Lambda = Λ \Xi = Ξ \Pi = Π \Sigma = Σ \Upsilon = Υ \Phi = Φ \Psi = Ψ \Omega = Ω Alguns comandos necessitam da inclusão de pacotes extras no preâmbulo do documento, para não causarem erro durante a compilação. É o caso do comando \dfrac{ }{ }. Para a sua utilização é necessário adicionar a seguinte linha: \usepackage{amsmath}.

23 CAPÍTULO 4 TABELAS As tabelas em L A TEX requerem uma atenção especial em sua construção. Não necessariamente são complexas, mas sim, compostas por comandos minuciosos que devem ser organizados da melhor forma possível, tanto para uma compreensão por parte de quem a está construindo, quanto para uma saída precisa. Há diferentes formas de se construir uma tabela, na seção seguinte serão apresentadas desde as formas mais básicas a tabelas mais elaboradas. 4.1 Formatação de Tabelas A construção de uma tabela é especicada pelo ambiente tabular, seguido de opções de formatação que caracterizam o formato das linhas da tabela. \begin{tabular}{opções_de_formatação} \end{tabular} Para um melhor entendimento, as opções de formatação serão explicadas, à medida que forem dispostas as diversas tabelas mais adiante Tabela 2 x 2 Uma sintaxe básica para a construção de uma tabela 2 x 2 pode ser composta da seguinte maneira (observe a sintaxe à esquerda e o resultado à direita): \begin{tabular}{ c c } A & B \\ C & D \\ \end{tabular} A C B D 23

24 1. A opção { c }, diz respeito ao alinhamento do texto, neste caso, centralizado. Outras opções disponíveis são: { l } - Alinhamento à esquerda { r } - Alinhamento à direita Há algumas formas mais avançadas de alinhamento que podem ser construídas com a utilização de p{tamanho em cm}. São úteis para tabelas de maiores proporções. \begin{tabular}{ c p{3cm} c c } A & Célula B & C & D\\ E & Célula F & G & H\\ I & Célula J & K & L\\ M & Célula N & O & P\\ \end{tabular} A Célula B C D E Célula F G H I Célula J K L M Célula N O P 2. - Preenche a tabela com uma borda simples. Substitua por e perceba a diferença. 3. A,B,C e D - são os valores contidos na tabela. Estes devem ser separados por um & comercial, para que ocupem diferentes colunas. 4. \\ e - As duas \\ possuem o mesmo efeito que em um texto comum, iniciam uma nova linha. O comando desenha uma linha na tabela Tabela 4 x 4 A elaboração de tabelas básicas, mesmo que possuam mais linhas/células, segue a mesma construção. Portanto, observe uma simples tabela 4 x 4, desta vez com bordas duplas. \begin{tabular}{ c c c c } A & B & C & D\\ E & F & G & H\\ I & J & K & L\\ M & N & O & P\\ \end{tabular} A B C D E F G H I J K L M N O P

25 4.1.3 Redimensionamento de Tabelas Em determinadas situações em que o usuário necessita adicionar uma quantidade maior de texto dentro das células da tabela, a construção básica apresentada anteriormente poderá não suprir esta necessidade e possivelmente o texto aparecerá desorganizado. Para contornar esta situação, é possível adicionar comandos que redimensionam a tabela, possibilitando melhores ajustes. Observe o exemplo de uma tabela 4 x 4 composta por uma maior quantidade de texto: Texto 1 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 2 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 3 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 4 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 5 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 6 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Para construir essa tabela, o bloco de comandos utilizados foi o seguinte: \begin{table}[htbp] \centering \scalebox{1.2} { \begin{tabular}{ c c c c } Texto 1 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável detexto\\ Texto 2 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ Texto 3 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ Texto 4 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ Texto 5 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ Texto 6 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ \end{tabular} } \end{table} 1. \begin{table} - permite incluir comandos adicionais para redimensionar, fornecer título, entre outros. 2. [htbp] - possuem valor de xação, ou seja, o local exato em que a tabela deve ser criada. As letras signicam: h - here - A localização da tabela será exatamente onde foi especicada. Imediatamente após um texto, por exemplo. t - top - A tabela será apresentada no topo da página. b - bottom - De maneira contrária à anterior, a tabela cará localizada no fundo da página. p - page of oats - Será utilizada uma nova página para a criação da tabela. A utilização desses comandos é relativa e depende proporcionalmente da quantidade de

26 texto e do espaço disponível para a construção de uma tabela. Utilizar o comando here (h), por exemplo, para criar uma tabela em uma área do documento com pouco espaço disponível, pode não surtir o efeito desejado. 3. \scalebox{valor} - redimensiona a tabela de acordo com os valores fornecidos entre as chaves. Para essa tabela, o valor foi {1.2}. Para perceber a diferença entre os tamanhos das tabelas, forneça alguns valores diferentes. É possível começar com 0 seguido de um ponto (0.1). Tente por exemplo, \scalebox{0.5}. Os comandos apresentados nas seções referentes às tabelas, permitem construi-las com maiores ou menores proporções e melhores adequações de textos nas células. Este foi o básico necessário para manipular diferentes tipos de tabelas. A idealização das mesmas e sua apresentação, vai depender da imaginação de quem as está elaborando, e, para um melhor aproveitamento, é possível utilizar os comandos mais básicos apresentados anteriormente, tais como negrito, itálico. É bem perceptível que não foram apresentados, nas tabelas exemplo, títulos para destacar as células e os valores que as preenchem. Então, como fazer isso? Simples, com a mesma lógica que foram construídas as tabelas. Perceba por exemplo, a mudança que causaria se as primeiras células da Tabela 2 fossem decoradas com o efeito negrito. Acompanhe o código e o resultado: \begin{table}[htbp] \centering \scalebox{1.2} { \begin{tabular}{ c c c c } \textbf{texto 1} & \textbf{mais Texto} & \textbf{maior Volume de Texto} & \textbf{quantidade Razoável de Texto}\\ Texto 2 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ Texto 3 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ Texto 4 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ Texto 5 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ Texto 6 & Mais Texto & Maior Volume de Texto & Quantidade Razoável de Texto\\ \end{tabular} } \end{table}

27 Texto 1 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 2 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 3 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 4 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 5 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 6 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Observe que não foram utilizados novos comandos, mas sim, uma combinação dos comandos básicos (\textbf{}, \\) em L A TEX e os comandos de criação de tabelas apresentados anteriormente. Substituindo os valores da primeira linha, por nomes mais adequados, perceba, agora a tabela possui títulos para as colunas. Título Conteúdo Resultado Conclusão Texto 2 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 3 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 4 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 5 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Texto 6 Mais Texto Maior Volume de Texto Quantidade Razoável de Texto Para nalizar, acompanhe a construção de uma última tabela. Desta vez, serão fornecidos os detalhes adicionais que normalmente são utilizados para a composição de tabelas em textos cientícos. Serão apresentados, respectivamente, o código com os comentários apenas dos comandos que ainda não foram apresentados, estes estarão destacados, e a tabela. \begin{table}[htbp] \caption[título da Tabela.]{Título da Tabela.} * \centering \scalebox{1.2} { \begin{tabular}{ c c c c } * * \textbf{aluno} & \textbf{nota 1} & \textbf{nota 2} & \textbf{resultado}\\ João & 10 & 5.5 & Aprovado\\ Maria & 4.0 & 3.0 & Rita & 2.0 & 1.0 & Sebastião & 7.0 & 7.0 & Raul & 10.0 & 10.0 & \end{tabular} } Reprovada\\ Reprovada\\ Aprovado\\ Aprovado\\ \label{tab:notassimbolicas} * \end{table} 1. \caption[título da Tabela.]{Título da Tabela.} * - O conteúdo entre colchetes será

28 apresentado na lista de tabelas no início do documento, caso seja reservada uma página para isso. O que está entre chaves, aparecerá acima da tabela. 2. * - O comando foi utilizado duas vezes para dar o efeito de separação entre a primeira linha e as demais linhas da tabela. 3. \label{tab:nomedatabela} * - Permite referenciar a tabela a partir do nome que é fornecido dentro do \label{}. O L A TEX cria índices automáticos para referenciá-las. Basta apenas utilizar o comando \ref{tab:nome_da_tabela}. Por exemplo: A Tabela 4.1 (\ref{tab:notassimbolicas}) apresenta alunos, notas e resultados simbólicos. Tabela 4.1: Título da Tabela. Aluno Nota 1 Nota 2 Resultado João Aprovado Maria Reprovada Rita Reprovada Sebastião Aprovado Raul Aprovado 4.2 Modelo de Compatibilidade com o Excel Uma forma descomplicada de criar tabelas em L A TEX é utilizando modelos de compatibilidade com editores especícos, tais como, Excel e Calc. Respectivamente, algumas alternativas para estes dois editores, são: Excel2LaTeX e Calc2LaTeX Excel2LaTeX Para adicionar a macro Excel2LaTeX ao Excel, prossiga da seguinte maneira: 1. Acesse o endereço: e faça o download do arquivo Excel2LaTeX.xla. 2. Um duplo clique no arquivo abrirá o Excel e você será indagado se deseja habilitar macros. Habilite e o Excel2LaTex estará pronto para o uso.

29 O procedimento utilizando o Excel2LaTeX, permite gerar um arquivo.tex como saída ou copiar o código da tabela. Observe abaixo o resultado do código gerado pelo Excel2LaTeX: % Table generated by Excel2LaTeX from sheet 'Plan1' \begin{table}[htbp] \centering \caption{título da Tabela}

30 Tabela 4.2: Título da Tabela Nome Nota 1 Nota 2 Resultado Maria 1 2 R João 3 4 R José 5 6 R Raul 7 8 A \begin{tabular}{rrrr} \toprule \textbf{nome}& \textbf{nota 1} & \textbf{nota 2} & \textbf{resultado}\\ \midrule Maria & 1 & 2 & R \\ João & 3 & 4 & R \\ José & 5 & 6 & R \\ Raul & 7 & 8 & A \\ \bottomrule \end{tabular}% \label{tab:addlabel}% \end{table}% Para utilizar os comandos \toprule,\midrule e \bottomrule, é necessário adicionar, no preâmbulo do documento, o pacote booktabs, portanto: \usepackage{booktabs}. Estes comandos criam as linhas horizontais. A ausência das demais linhas verticais e horizontais, é justicada pela não utilização das barras verticais por entre o alinhamento denido em \begin{tabular}{rrrr} e pela falta dos comandos. Para uma melhor compreensão, observe abaixo, a Tabela 4.2 reorganizada e preenchida com todas as linhas: Nome Nota 1 Nota 2 Resultado Maria 1 2 R João 3 4 R José 5 6 R Raul 7 8 A % Table generated by Excel2LaTeX from sheet 'Plan1' \begin{table}[htbp] \centering \caption{título da Tabela} \begin{tabular}{ r r r r } * \toprule * \textbf{nome}& \textbf{nota 1} & \textbf{nota 2} & \textbf{resultado}\\ * \midrule * Maria & 1 & 2 & R \\ * João & 3 & 4 & R \\

31 * José & 5 & 6 & R \\ * Raul & 7 & 8 & A \\ * \bottomrule \end{tabular}% \label{tab:addlabel}% \end{table}% 1. As barras verticais { r r r r } preencheram verticalmente a tabela. 2. Utilizou-se o comando para criar 7 linhas verticais. As demais, foram criadas com os comandos \toprule,\midrule e \bottomrule. Neste capítulo, foram apresentados os comandos básicos necessários para criar uma ampla variedade de tabelas. Novamente, ressalta-se que, a construção das mesmas depende do conhecimento teórico, mas, acima de tudo, da capacidade de combinar elementos (comandos básicos) e desta forma, incrementar a elaboração de tabelas.

32 CAPÍTULO 5 FIGURAS A importação de guras no L A TEX pode ser feito para os seguintes formatos de arquivos: EPS, PDF, JPG e PNG. Inicialmente, é necessário que seja utilizado o seguinte pacote: \usepackage{graphicx} E para a inclusão de uma gura em um documento, o seguinte código permitirá que isso seja feito: \begin{figure}[!htb] \centering \includegraphics[ ]{ } \caption{ } \label{ } \end{figure} Em que: \begin{figure}[!htb]: Indica o início da inserção de uma gura. E as letras entre colchetes, representam a localização que a gura aparecerá, here (h - aqui), top (t - topo) e bottom (b - embaixo). Sendo a prioridade de exibição feita da esquerda para a direita. \centering: Indica o alinhamento da gura, podendo ser centralizado, alinhado à esquerda ou a direita. \includegraphics[ ]{ }: Entre colchetes pode ser inserido as opções da gura (que serão detalhadas adiante), e entre parênteses, é indicado a localização da gura, por exemplo: Figuras/ieee. Selecionará a gura nomeada de ieee localizada no diretório Figuras. Senão for indicado algum caminho, o L A TEX buscará no diretório corrente. \caption{ }: O conteúdo inserido entre os parênteses representará a legenda da gura. \label{ }: Para refenciar uma gura no texto, basta atribuir um código a gura colocando algum nome entre os parênteses, por exemplo: g:ieee. Assim, para referenciar a gura no 32

33 texto automaticamente, basta utilizar o comando \ref{fig:ieee} (esta referência deve ser única por arquivo). \end{figure}: Encerra o espaço reservado para a gura. As opções que podem ser colocadas no \includegraphics[ ]{ } são: width= X height= Y: X e Y representam a largura e a altura da gura, respectivamente. As medidas podem ser fornecidas em pt, mm, cm e in. keepaspectratio: Quando denido como true, mantém a proporção da gura de acordo com a largura e a altura. scale= X: Em que X representa a escala da gura. Ou seja, 1 mantém a proporção original, 0.5 reduz à metade as dimensões da gura na horizontal e vertical, e 2, duplica as dimensões. angle= X: Em que X representa o ângulo em que a gura deve ser rotacionada no sentido anti-horário. trim= X, Y, Z, W: Em que, X, Y, Z e W representam valores de comprimentos numéricos (em pt, mm, cm e in) a ser recortado da gura original na esquerda, parte inferior, direita e parte superior da gura. clip: Para que o recorte na gura seja feito utilizando o comando anterior, é necessário que este comando esteja explicito no código. page= X: Se necessário importar apenas uma página de um.pdf para o documento, basta indicar a página do.pdf no comando X. Observe os exemplos a seguir para melhor esclarecimento: \begin{figure}[!htb] \centering \includegraphics[scale=0.2]{figuras/ieee} \caption{símbolo do IEEE.} \label{fig:ieee} \end{figure} A saída para este código corresponde à: Figura 5.1: Símbolo do IEEE.

34 Neste caso, a gura ieee localizada no diretório Figuras foi redimensionada para 20% do seu tamanho original, centralizada, acrescentada a legenda Símbolo do IEEE. e foi criado a referência g:ieee, assim, se for necessário referenciar a gura, basta utilizar o comando: \ref{fig:ieee}, assim, a Figura 5.1 foi um exemplo. 5.1 Rotacionando uma gura Entrada: \begin{figure}[!htb] \centering \includegraphics[scale=0.2, angle=45]{figuras/ieee} \caption{símbolo do IEEE.} \label{fig:ieee2} \end{figure} Saída: Figura 5.2: Símbolo do IEEE rotacionado em 45 graus. 5.2 Recortando uma gura Entrada: \begin{figure}[!htb] \centering \includegraphics[trim = 25mm 40mm 40mm 15mm,clip, scale=0.2]{figuras/ieee} \caption{símbolo do IEEE recortado.} \label{fig:ieee3}

35 \end{figure} Saída: Figura 5.3: Símbolo do IEEE recortado. Observe que vários comandos podem ser combinados em um única entrada. E existe ordem de prioridade: trim > scale > angle. 5.3 Alterando: Largura e Altura Alteração na entrada: \includegraphics[trim = 25mm 40mm 40mm 15mm,clip, width=3cm]{figuras/ieee} Resultado na saída: Figura 5.4: Símbolo do IEEE recortado. A Figura 5.4 foi reduzida para 3 centímetros de largura. Alteração na entrada (2): \includegraphics[trim = 25mm 40mm 40mm 15mm,clip, width=0.2\textwidth]{figuras/ieee} Resultado na saída: Figura 5.5: Símbolo do IEEE recortado e redimensionado. Na Figura 5.5, a gura está ocupando 20% da largura do texto. Alteração na entrada (3): \includegraphics[trim = 25mm 40mm 40mm 15mm,clip, width=0.2\paperwidth{figuras/ieee} Resultado na saída:

36 Figura 5.6: Símbolo do IEEE recortado e redimensionado. Na Figura 5.6, a gura está ocupando 20% da largura da página. 5.4 Figuras Utilizando o TikZ Uma maneira de desenhar grácos com uma grande qualidade vetorial e precisão matemática [2], utilizando o L A TEX é com o pacote \usepackage{tikz}. Assim, o código de entrada: \begin{tikzpicture} \draw (0,0) -- (2,2); \end{tikzpicture} Fornecerá a seguinte saída: Ou seja, será desenhado uma reta ( ) da origem (0,0) até o ponto (2,2) Várias retas Entrada: \begin{tikzpicture} \draw[blue] (2,4) -- (-2,4) -- (-2,3) -- (-1,3) -- (-1,1) -- (-2,1) -- (-2,0) -- (2,0) -- (2,1) -- (1,1) -- (1,3) -- (2,3) -- (2,4); \end{tikzpicture} Saída:

37 5.4.2 Círculos O comando para se desenhar círculos é bem semelhante com os comandos para desenhar retas, como pode ser observado na entrada: \begin{tikzpicture} \draw[red] (0,0) circle (1pt); \draw[green] (0,0) circle (1mm); \draw[blue] (0,0) circle (1); \draw[yellow] (0,0) circle (1in); \end{tikzpicture} A respectiva saída é: Em que, as cores são indicadas em inglês entre colchetes. O paramêtros seguinte informa as coordenadas do centro do círculo, e o comando circle informa o raio do círculo. Neste exemplo, um pt, um milímetro, um centímetro (default) e uma polegada Arcos A sintaxe para se desenhar arcos é: \begin{tikzpicture} \draw[->,blue] (0,0) arc (-45:90:2); \end{tikzpicture} Saída: Neste caso, o comando entre colchetes [->,blue] indica que a gura a ser desenhada será uma echa de cor azul, com origem no centro (0,0), sendo caracterizado como um arco (arc),

38 iniciando em 45 e nalizando em 90 com raio de dois centímetros Desenhando gráco simples Observe a entrada para plotar um gráco: \begin{tikzpicture} \draw[->] (-4,0) -- (4,0); \draw[->] (0,-1) -- (0,5); \draw[blue,samples=20,domain=-1:2] plot(\x,{\x^2}); \end{tikzpicture} A respectiva saída será: A interpretação para o código é a seguinte: \draw[->] (-4,0) -- (4,0);: echa da coordenada (-4,0) até (4,0); \draw[->] (0,-1) -- (0,5);: echa da coordenada (0,-1) até (0,5); \draw[blue,samples=20,domain=-1:2] plot(\x,{\x^2}); \end{tikzpicture}: Um tracejo azul, com 20 amostras, com o domínio da função de -1 a 2. E o gráco a ser plotado para valor X na função X Figuras Utilizando o XY Uma maneira de se criar grafos no L A TEX é utilizando o pacote: \usepackage[all]{xy}. Observe os exemplos: \begin{displaymath} \xymatrix{i & E & E & E \\ & & \text{ramo Estudantil} & } \end{displaymath} Saída:

39 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - IFPB. Campina Grande, Paraíba, Brasil. I E E E Ramo Estudantil Em que, cada letra da sigla IEEE ocupa uma coluna no grafo de saída, e palavra Ramo Estudantil, se encontra apenas na terceira coluna da segunda linha no grafo. Pois o & funciona como um separador de colunas. Caso se deseje criar ligações entre os itens do grafo, basta utilizar o comando \ar{ }, em que dentro dos parênteses aparecerá a localização no grafo do item a ser relacionado. Por exemplo: \begin{displaymath} \xymatrix{i \ar[r] \ar[drr] & E & E & E \\ & & \text{ramo Estudantil} & } \end{displaymath} Saída: I E E E Ramo Estudantil Em que, r representa right (direita), l left (esquerda), u up (cima) e d down (baixo). Para cada repetição da letra, uma posição será direcionada, de acordo com o que for passado por parâmetro em cada comando \ar{ }. Para criar efeitos mais suaves, é possível utilizar alguns parâmetros modeladores do traçado: \begin{displaymath} \xymatrix{i & E & E & E \\ & & \text{ramo Estudantil} & } \end{displaymath} Saída: I E E E Ramo Estudantil Neste caso, o gerou uma suavização com a concavidade voltada para baixo (devido o ^) e raio de 1.5pc. Para o é criado uma curvatura inversa e com o mesmo raio.

40 CAPÍTULO 6 CRIANDO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS O L A TEX fornece um meio prático para criar referências bibliográcas por meio do Bibtex. Com a utilização de pacotes especícos, é possível citar autores no decorrer de um documento e referenciá-los de uma maneira simples, utilizando o comando \cite{}. Há varias maneiras de criar referências, para tanto, é necessário adicionar o comando \bibliography{arquivo.bib} no preâmbulo do documento ou antes de nalizar com \end{document}. Inicialmente, deve-se criar um arquivo com a extensão.bib e disponibilizá-lo na estrutura de diretórios elaborada para o projeto, por exemplo, bibliografia.bib. Portanto, para o exemplo sugerido, o comando caria da seguinte maneira: \bibliography{bibliografia}, sem a necessidade de especicar a extensão (no comando). Em seguida, é fundamental uma estrutura básica para referenciar documentos, especicando o nome da referência, nome do autor, ano, data, entre outros. Para isso, utiliza-se os formatos reconhecidos pelo Bibtex, alguns Para o uma estrutura básica pode ser a Nobody06, author = "Nobody Jr", title = "My Article", year = "2006" } O é indicado para formatos gerais, quando não se tem maiores informações sobre determinados trabalhos. No exemplo, é possível referenciar este trabalho intitulado de My Article, por meio do comando \cite{nobody06}. Em casos mais completos, quando se sabe que o documento é um artigo, trabalho de graduação, teses, é possível empregar tipos especícos, seguindo a mesma linha de edição, a diferença é que há uma abrangência maior para a adição de informações. Abaixo, exemplos de referências para artigos, TCC e tese. 40

41 @ARTICLE{AutorArtigo, author = {A. B. C. Silva et al.}, title = {Um Exemplo de Referência para Artigo}, year = {2013}, booktitle = {Ramo Estudantil IEEE IFPB CG}, title = {Um Exemplo de Monografia}, publisher = {Trabalho de Graduação em Tecnologia em Telemática}, year = {2013}, author = {E. F. G. BARBOSA}, address = {Instituto Federal de Educação Tecnológica da Paraíba - PB}, author = {D. E. Alves}, title = {Referenciando uma Tese}, year = {2013}, description = {Tese (Doutorado)-IFPB}, language = {por}, publisher = {Campina Grande}, } Atualmente, diversos sites acadêmicos/cientícos, disponibilizam as referências dos trabalhos armazenados no formato.bib para download. É o caso de várias publicações disponíveis no IEEEXplore. O usuário pode baixar o arquivo ou copiar diretamente pelo site, as referências que necessita para um artigo em especial. Outra forma possível para construir referências bibliográcas é utilizar o bloco de comandos \begin{thebibliography}{width} \end{thebibliography}. Neste caso, cada item bibliográco que se queira adicionar, deve ser empregado com a utilização do comando \bibitem{}. Em alguns casos, o parâmetro width pode ser pensado como a quantidade máxima de itens que podem ser utilizados na bibliograa [4]. Uma construção desse bloco de comandos pode ser visualizada a seguir: \begin{thebibliography}{10} \bibitem{autor} Autor da Silva. \textsl{"título do Trabalho"}, Campina Grande, Paraíba - Brasil \end{thebibliography) O resultado dessa construção, após ser devidamente invocada com o comando \cite{autor}, será semelhante a linha que se segue: [1] Autor da Silva, "Título do Trabalho", Campina Grande, Paraíba - Brasil

42 CAPÍTULO 7 CRIANDO APRESENTAÇÕES COM O BEAMER Visto a alta qualidade tipográca do L A TEX, ele tem sido amplamente utilizado na criação de apresentações prossionais como em: defesas de Tese de Doutorado, Dissertações de Mestrado, Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC's) nas Graduações e em Empresas de diferentes áreas de atuação por permitir uma portabilidade ímpar entre diversos Sistemas Operacionais (SO). O tipo da classe se chama beamer, ou seja, no preâmbulo deve vir a seguinte instrução: \documentclass{beamer} E deve ser denida cada página do slide por comando no corpo do código das seguintes maneiras: \begin{frame} O conteúdo a ser exibido no quadro, deve vir aqui. \end{frame} \frame{ O conteúdo a ser exibido no quadro, deve vir aqui. } Ambos os modos de comando resultam na mesma saída. O conteúdo colocado na área indicada será ajustado em um quadro dos slides. Os slides podem ter quantos quadros forem necessários. Nesses quadros, é permitido utilizar todos os comandos citados nesta apostila, tais como: equações, inserção de guras, listas, entre outros. Para indicar um título a um quadro da apresentação, basta utilizar o comando \frametitle{ }, e entre os parênteses incluir o título do quadro. Se necessário um subtítulo no quadro (prérequisito: existir um título), basta utilizar o comando \framesubtitle{ } e entre os parênteses informar o conteúdo que deve aparecer no subtítulo. 7.1 Aparência O L A TEXpossui uma vasta diversidade de temas disponíveis que podem ser denidos por um comando: \usetheme{ }. Esses temas podem ser visualizados em [5], que são denidos colocando um dos seguintes nomes entre os parêntes do comando citado: 42

43 AnnArbor Antibes Bergen Berkeley Berlin Boadilla boxes CambridgeUS Copenhagen Darmstadt Dresden Frankfurt Goettingen Hannover Ilmenau JuanLesPins Luebeck Madrid Malmoe Marburg Montpellier PaloAlto Pittsburgh Rochester Singapore Szeged Warsaw Algumas combinações de temas e cores podem ser visualizados em [6]. Alguns modelos citados acima são visualizados em [5] e na Figura 7.1. Figura 7.1: Diferentes temas aplicado ao mesmo quadro. 7.2 Cabeçalhos Em uma apresentação formal, é comum vir no primeiro slide, um cabeçalho com a identicação do(s) autor(es), da(s) insituição(ões) associada(s), local, data, e outras informações essenciais para a ambientação da apresentação no contexto Estudo de Caso: Cabeçalho Neste breve exemplo a ser abordado, será elaborada uma página de teste contendo um slide, em que será discutido a síntaxe de um cabeçalho no slide. Exemplo de código de entrada: \mode<presentation> { \usetheme{boadilla} \setbeamercovered{transparent} } \title[latex] {Minicurso: Introdução ao \LaTeX}

44 \subtitle{uma abordagem {\it bottom-up}} \author[oliveira, et.al.] {Ítalo de Pontes Oliveira\inst{1,3,4} \\ \and Vanderson Ramos Diniz de Lima\inst{3,4} \\ \and Marcelo Portela Sousa\inst{2,3,4} } \institute[ifpb-cg] { \inst{1} Intituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB)\\ \and \inst{2} Instituto de Estudos Avançados em Comunicações\\ Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)\\ \and \inst{3} ({\it Student}\hspace{1mm}) {\it Member} do {Institute of Electrical and Electronics Engineers} (IEEE)\\ \and \inst{4} Ramo Estudantil IEEE do IFPB - {\it Campus Campina Grande} } \date[janeiro, 2016] {8 de Janeiro de 2016} Saída: Na Figura 7.2 é visto a saída para o código descrito na Subseção A parte inferior em azul, é comum para todos os quadros dos slides, enquanto o conteúdo contido na parte com fundo branco, será atualizado a cada quadro. Os comandos utilizados foram os seguintes: \usetheme{boadilla}: Este comando é optativo, o mesmo dene um estilo visual para a apresentação; \setbeamercovered{transparent}: Realiza ajustes na aparência; \title[latex]{minicurso: Introdução ao \LaTeX}: Dene um título para a apresentação, o conteúdo entre chaves aparece na parte inferior central do slide, e o título entre parênteses vem no topo da apresentação no primeiro slide; \subtitle{uma abordagem {\it bottom-up}}: Subtítulo da apresentação; \author[oliveira, et.al.]: Referência aos autores, aparece na parte inferior esquerda; {Ítalo de Pontes Oliveira\inst{1,3,4} \\ \and (...) }: O nome do autor associado as instituições pelo comando \inst, nalizando com \\ para pular de linha e \and

45 Figura 7.2: Cabeçalho de um slide. para acrescentar mais um autor; \institute[ifpb-cg]: Sigla do instituto representante, aparece entre parênteses no canto inferior esquerdo; {\inst{1} Intituto Federal (...) }: Cada instituição deve receber um código associativo, neste caso, um número e a sua descrição; \date[janeiro, 2016]: A data que aparece de forma resumida no canto inferior direito; {8 de Janeiro de 2016}: A data que aparece na página principal apenas; 7.3 Modos de exibição Em uma apresentação, pode se desejar exibir item por item de uma lista, para isso pode ser identicado em que página o item da lista aparecerá. Por exemplo, no comando: \frame{ \begin{itemize} \item<1-> \LaTeX \item<2-> Android \item<3-> \cdots \end{itemize} } A palavra L A TEX aparecerá no primeiro quadro, Android aparecerá no segundo quadro, e o (representado por \cdots) no terceiro quadro. Isso porque o número que aparece no campo

46 representado por < -> indica a primeira página que o item deverá aparecer, os demais cando ocultos na apresentação. No exemplo seguinte: \frame{ \begin{itemize} \item<2-> \LaTeX \item<1-> Android \item<4-> \cdots \end{itemize} } A primeira palavra à aparecer será Android, em seguida L A TEX, um terceiro quadro com a mesma sequência do segundo quadro (observe que não foi indicado qualquer item para a página 3) e no quarto quadro, aparecerá o. Se o objetivo for fazer aparecer um item apenas um quadro especico, basta indicar a página que ele deverá aparecer como no seguinte comando: \frame{ \begin{itemize} \item<1> \LaTeX \item<2> Android \item<3> \cdots \end{itemize} } Assim, o L A TEX aparecerá apenas no primeiro quadro, o Android apenas no segundo e o apenas no terceiro. A entrada seguinte: \frame{ \begin{itemize} \item<1,3-> \LaTeX \item<2> Android \item<3> \cdots \end{itemize} } Faz com que a palavra L A TEX apareça apenas no primeiro quadro e do teceiro em diante. É permitido a separação por vírgula entre os indicadores da página, observando que o - indicará a partir deste número. Uma outra maneira de alterar o modo de exibição é utilizando o comando \pause. Nesse, para cada aparição o comando, terá um quadro de saída interpretado até este ponto, e no quadro seguinte, a interpretação do código restante. Veja o exemplo: \frame{

47 \begin{itemize} \item \LaTeX\pause \item Android\pause \item \cdots \end{itemize} } Assim, no primeiro quadro aparecerá o nome L A TEX, no quadro seguinte Android e por m, o. Se outros \pause fosse acrescentados, novos quadros seriam gerados, em que cada quadro conterá o conteúdo anterior do comando. Outro código equivalente ao apresentado anteriormente seria: \frame{ \begin{itemize}[<+->] \item \LaTeX \item Android \item \cdots \end{itemize} } Desta maneira, cada item seria exibido um por vez. Este mesmo comando é aplicável para tabelas, por exemplo, com a mesma lógica é possível exibir uma linha por vez de uma tabela, por exemplo. Uma abordagem mais detalhada pode ser observada em [7]. 7.4 Criação de Blocos Em uma apresentação, pode ser necessário a utilização de blocos para chama a atenção para uma informação. No L A TEX são disponíveis as seguintes opções: \begin{block}{título do Bloco} Qualquer conteúdo \end{block} Neste exemplo, um quadro azul é criado na tela com o um cabelalho Título do Bloco e corpo Qualquer conteúdo, como visto na Figura??. \begin{exampleblock}{título do Bloco} Qualquer conteúdo \end{exampleblock} Semelhante a forma de bloco anterior, este outro código exibe a mesma saída, entretanto com uma coloração diferente, neste caso, verde. \begin{alertblock}{título do Bloco}

48 Qualquer conteúdo \end{alertblock} Por m, o bloco de alerta fornece a mesma saída, mas com a caixa de texto em cor vermelha. Figura 7.3: Diferentes tipos de blocos.

49 APÊNDICE A IDENTIFICADOR DE SÍMBOLOS DO L A TEX Com a prática, ca fácil de memorizar os comandos que representam os caracteres especiais mais utilizados no L A TEX, no entanto, nem sempre você lembrará do comando daqueles símbolos menos utilizados, e a pequisa pelo comando que representa esta símbolo, se torna mais fácil quando existe uma ferramenta de identicação automática de caracteres, esta é a função do Detexify 2 - LaTeX symbol classier 1. Figura A.1: Corte na tela inicial da aplicação. Na busca pelo comando de um símbolo conhecido, basta desenhá-lo no quadrado da esquerda, indicado por Draw here! (Desenhe aqui! - Figura A.1). Com isso, a ferramenta busca na lista de símbolos suportados aqueles que mais se assemelhem ao desenho feito e retorna uma lista de caracteres com os seus respectivos comandos. No excemplo da Figura A.2, foi desenhado a letra grega β no quadrado da esquerda, e a 1 Disponível em: 49

50 Figura A.2: Símbolo β desenhado e identicado. ferramenta listou na área direita da tela, aqueles caracteres que mais se assemelham com o desenho feito. É exibido uma pontuação (score) em relação ao desenho feito com o símbolo associado, o pacote necessário para importação (se houver), o comando que representa o símbolo listado e o modo do símbolo 2. Com isso, essa ferramenta se torna uma boa indicação para aqueles que precisem encontrar o comando para um símbolo de maneira ágil. 2 Modo matemático ou textual.

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