ENTRE O FOGO CRUZADO E O CAMPO MINADO

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1 Palloma Valle Menezes ENTRE O FOGO CRUZADO E O CAMPO MINADO uma etnografia do processo de pacificação de favelas cariocas

2 Este trabalho é resultado de um doutorado desenvolvido em co-tutela entre a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), no Brasil, e a Vrije Universiteit Amsterdam (VU Amsterdam), na Holanda. Este doutorado foi realizado no âmbito do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP/UERJ), sob a orientação do Professor Luiz Antonio Machado da Silva, e do Departamento de Antropologia Social e Cultural (VU Amsterdam), sob a orientação do Professor Kees Koonings e da Professora Marjo de Theije. Banca Examinadora: Profa. Dra. Fiona Macaulay (University of Bradford) Prof. Dr. Mattijs van de Port (Vrije Universiteit Amsterdam) Prof. Dr Michiel Baud (Universiteit van Amsterdam) Prof. Dr Martijn Koster (Universiteit Utrecht) Prof. Dr Martijn Oosterbaan (Universiteit Utrecht) Menezes. Palloma Valle. Entre o fogo cruzado e o campo minado : uma etnografia do processo de pacificação de favelas cariocas/ Palloma Valle Menezes. Amsterdam, Sociologia. 2. Sociologia Urbana. 3. Antropologia. 4. Antropologia Urbana ISBN: Capa (Cover Design): Nikki Vermeulen Fotografia da Capa (Cover Photo): Carlos Coutinho Impresso por (Printed by): Ridderprint BV, Ridderkerk, the Netherlands.

3 VRIJE UNIVERSITEIT Entre o fogo cruzado e o campo minado : uma etnografia do processo de pacificação de favelas cariocas ACADEMISCH PROEFSCHRIFT ter verkrijging van de graad Doctor aan de Vrije Universiteit Amsterdam, op gezag van de rector magnificus prof.dr. F.A. van der Duyn Schouten, in het openbaar te verdedigen ten overstaan van de promotiecommissie van de Faculteit der Sociale Wetenschappen op maandag 21 september 2015 om uur in de aula van de universiteit, De Boelelaan 1105 door Palloma Valle Menezes geboren te Rio de Janeiro, Brazilië

4 promotor: copromotor: prof.dr. C.G. Koonings dr. M.E.M. de Theije

5 ABSTRACT MENEZES, Palloma Valle. Between the "crossfire" and the "minefield": an ethnography of the "pacification" process of Rio de Janeiro's favelas At the end of 2008, a new form of policing in Rio de Janeiro favelas profoundly changed the routine and sociability of its residents. This mode of policing was called Pacifying Police Unit (Unidade de Polícia Pacificadora, UPP). The main objective of this dissertation is to analyze this project s impacts on and consequences for the lives of residents of "pacified" territories. Based on more than four years of ethnographic fieldwork in the first two "pacified" favelas, namely Santa Marta and Cidade de Deus (City of God), I take the UPP as a problematic object that is constantly inquired by those who have been directly affected by it. The dissertation is, in this sense, a study that focuses on the inquiries of those who lived the UPP as a problem. In conclusion, I argue that one of the main consequences of the UPP implementation was a change in the phenomenology of inhabiting the favela, a change that occurred mainly through the emergence of what I call a "minefield" regime. I argue that the environment of these favelas after "pacification" began to be characterized by the coexistence with intensive fluctuations and creative arrangements between the old logic of the "crossfire", based on the constant fear of shootouts, and the logic of the "minefield", based on a constant monitoring of the environment and fear of possible "contamination" generated by the contact between residents, police and drug traffickers who now share the same territory 24 hours a day. Keywords: violence, drug traffic, pacification, favelas, Rio de Janeiro.

6 SAMENVATTING MENEZES, Palloma Valle. Onder "kruisvuur" en "mijnenveld": een etnografie van het proces van "pacificatie" van Rio's favelas In het najaar van 2008 heeft een nieuwe werkwijze van de politie in de sloppenwijken het dagelijks leven en sociabiliteit van de inwoners ingrijpend veranderd. Deze politie aanpak heette Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). De belangrijkste doelstelling van dit proefschrift is om de effecten en de gevolgen die dit project heeft gehad op het leven van de bewoners van deze "gepacificeerde" gebieden te analyseren. Op basis van bijna vier jaar veldwerk in de eerste "gepacificeerde" favela s, namelijk Santa Marta en Cidade de Deus, neem ik de UPP als een problematisch object dat permanent wordt onderzocht door degenen die er rechtstreeks door getroffen zijn. Dit proefschrift is daardoor een onderzoek dat zich richt op degenen die de UPP als een probleem hebben ervaren. Als conclusie stel ik dat een van de belangrijkste effecten van de uitvoering van de UPP een verandering was in de fenomenologie van het bewonen van de sloppenwijken, een verandering die voornamelijk heeft plaatsgevonden door de opkomst van wat ik het "mijnenveld" regime noem. Vanuit dit perspectief stel ik voor dat de leefomgeving van deze favela s na de "pacificatie" wordt gekenmerkt door het samenleven van bewoners, politie en mensenhandelaars die nu 24 uur per dag hetzelfde gebied delen. Daardoor ontstaan intensieve fluctuaties en creatieve arrangementen, tussen de oude logica van "crossfire", op basis van de voortdurende angst van schietpartijen, en de logica van het "mijnenveld", gebaseerd op constante monitoring van de omgeving en de angst voor mogelijke "besmetting", gegenereerd door het contact. Trefwoorden: geweld, drugshandel, vrede, favela, Rio de Janeiro.

7 SUMÁRIO AGRADECIMENTOS 3 INTRODUÇÃO ENTRANDO EM UM GRANDE TÚNEL ESCURO AS ROTINAS, OS TIROTEIOS E A LEITURA DO CLIMA DAS FAVELAS A UPP COMO OBJETO DE INVESTIGAÇÃO DE DIVERSOS ATORES CAMINHOS E DILEMAS DO CAMPO INVESTIGANDO OS PROCESSOS DE INVESTIGAÇÃO DA UPP: ROTEIRO DA TESE 37 I. DA INDETERMINAÇÃO À PROBLEMATIZAÇÃO DO PONTO DE VISTA DOS INVASORES A VIOLÊNCIA URBANA COMO UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO SANTA MARTA: QUANDO A FAVELA TORNA-SE UM LABORATÓRIO CIDADE DE DEUS: LABORATÓRIO PARA PACIFICAÇÃO EM ÁREAS EXTENSAS A EXPERIMENTAÇÃO DO PROJETO E A CRIAÇÃO DA MARCA UPP OS CAMINHOS DA PACIFICAÇÃO E A FORMAÇÃO DO CONSENSO EM TORNO DAS UPPS DO PONTO DE VISTA DOS INVADIDOS MAIS UMA OPERAÇÃO POLICIAL NORMAL? A INAUGURAÇÃO DA UPP E O SURGIMENTO DE UMA NUVEM DE ESPECULAÇÃO OS RUMORES COMO UM MECANISMO DE INVESTIGAÇÃO COLETIVA MAPEAMENTO DOS RUMORES DA PACIFICAÇÃO RUMORES COMO SÍNTESES DAS MUDANÇAS DOS PROBLEMAS PÚBLICOS NAS FAVELAS 103 II DA PROBLEMATIZAÇÃO AOS TESTES ENTRE ORDENAMENTOS E RESISTÊNCIAS NOVAS REGRAS E SEUS IMPACTOS NA ROTINA DAS FAVELAS PACIFICADAS A INSTALAÇÃO DE CÂMERAS E O BIG BROTHER SANTA MARTA DURAS CONSTANTES E O LANÇAMENTO DA CARTILHA DE ABORDAGEM POLICIAL O CONTROLE DA VIDA CULTURAL NA FAVELA E A CRIAÇÃO DA RÁDIO SANTA MARTA A REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS E ALGUMAS TRANSFORMAÇÕES NA POLÍTICA NA FAVELA O PROBLEMA DA APROXIMAÇÃO NO POLICIAMENTO DE PROXIMIDADE OS TRAUMAS DO PASSADO MEDOS RELACIONADOS AO FUTURO DA UPP AS FERRAMENTAS DE APROXIMAÇÃO UTILIZADAS EM ÁREAS PACIFICADAS ESSE É O BONDE DA PRISCILLA SE NÃO QUER, ENTÃO, REJEITA. UH, ACEITA! ELA É MÃEZONA, MAS QUANDO É NECESSÁRIO, BATE FEITO HOMEM 181 III. DOS TESTES À ESTABILIZAÇÃO MONITORAMENTO E CONTAMINAÇÃO NA FAVELA, TÁ TUDO MONITORADO AGORA É GATO E RATO O PERIGO DA CONTAMINAÇÃO EVITANDO FALAR SOBRE E COM POLICIAIS E TRAFICANTES QUANDO O CONTATO É INEVITÁVEL: COMO TENTAR NÃO SE CONTAMINAR? MAPEAMENTO E ROTINIZAÇÃO EDUCANDO A ATENÇÃO PARA NAVEGAR NO NOVO AMBIENTE DA FAVELA POLICIAIS MAPEIAM MORADORES E TRAFICANTES MORADORES MAPEIAM POLICIAIS E TRAFICANTES TRAFICANTES MAPEIAM POLICIAIS E MORADORES A ROTINIZAÇÃO E A ACOMODAÇÃO TEMPORÁRIA DOS CONFLITOS 262

8 IV. DA ESTABILIZAÇÃO ÀS NOVAS INDETERMINAÇÕES NOVAS OPORTUNIDADES E PREOCUPAÇÕES PÓS-UPP A GENTE NÃO QUER FALAR DE POLÍCIA... A GENTE QUER MUDAR O FOCO PERCEPÇÕES SOBRE A UPP SOCIAL E OS TERRITÓRIOS DA PAZ SERÁ QUE AINDA ESTAREMOS AQUI QUANDO AS OLIMPÍADAS CHEGAREM? A INVASÃO DE TURISTAS EM FAVELAS PACIFICADAS QUANDO O MERCADO INVADE A FAVELA NOVAS INSEGURANÇAS EM TEMPOS DE PAZ TEM UM TARADO RONDANDO NA FAVELA DIFERENTES VERSÕES PARA EXPLICAR O SUMIÇO DO TARADO ESTÃO ROUBANDO ATÉ CUECA DO VARAL DA ANOMALIA À ESTATÍSTICA A UPP SERVE PARA QUE, SE AGORA ESTÁ TENDO ESTUPRO E ROUBO NA FAVELA? 310 V. DAS NOVAS INDETERMINAÇÕES ÀS NOVAS INVESTIGAÇÕES O (RE)TENSIONAMENTO DO CLIMA NAS FAVELAS PACIFICADAS A PRESENÇA AUSENTE DA MILÍCIA EM FAVELAS COM UPP O (RE)FORTALECIMENTO DO TRÁFICO A VOLTA DA CORRUPÇÃO POLICIAL A CRISE DAS UPPS ESTÁ TUDO VOLTANDO A SER COMO ANTES SOCIOLOGIA DA CRÍTICA ÀS UPPS O DESARMAMENTO DA CRÍTICA E DO TRÁFICO EM ÁREAS PACIFICADAS O CONSENSO EM TORNO DAS UPPS O SILENCIAMENTO DA CRÍTICA AO PROJETO O REARMAMENTO DA CRÍTICA E DO TRÁFICO O FIM DO CONSENSO E A POLARIZAÇÃO DA CRÍTICA ÀS UPPS 376 CONSIDERAÇÕES FINAIS AS MÚLTIPLAS CAMADAS DE VIGILÂNCIA QUE SE SOBREPÕEM NAS FAVELAS PACIFICADAS A CONTINUIDADE DA EXPERIÊNCIA DE VIDA SOB CERCO PÓS- PACIFICAÇÃO DO TÁ TUDO DOMINADO AO TÁ TUDO MONITORADO O REGIME DE CAMPO MINADO ENTRE O FOGO CRUZADO E O CAMPO MINADO 404 REFERÊNCIAS 409 ANEXOS 425

9 CONTENTS ACKNOWLEDGEMENTS 3 INTRODUTION "ENTERING A LONG AND DARK TUNNEL ROUTINE, SHOOTINGS AND THE FAVELA MEASUREMENTS OF CLIMATE" THE UPP AS OBJECT OF INQUIRY OF DIFFERENT ACTORS FIELDWORK PATHS AND DILEMMAS INQUIRING THE UPP'S INQUIRY PROCESSES : DISSERTATION ROADMAP 37 I. FROM INDETERMINATION TO PROBLEMATIZATION FROM THE POINT OF VIEW OF THE INVADERS URBAN VIOLENCE AS "A PROBLEM WITHOUT SOLUTION" SANTA MARTA: WHEN THE FAVELA BECOMES A "LABORATORY" CITY OF GOD: "LABORATORY" FOR PACIFICATION IN LARGE AREAS A PROJECT TRIAL AND THE CREATION OF THE UPP BRAND PATHS OF "PACIFICATION" AND CONSENSUS FORMATION AROUND UPPS FROM THE POINT OF VIEW OF THE INVADED" ONE MORE "NORMAL POLICE OPERATION"? THE ARRIVAL OF UPP AND THE EMERGENCE OF A "CLOUD OF SPECULATIONS" RUMORS AS A COLLECTIVE INQUIRY TOOL MAPPING RUMORS. OF PACIFICATION RUMORS AS SYNTHESIS OF SHIFTS IN PUBLIC PROBLEMS IN THE FAVELA 103 II FROM PROBLEMATIZATION TO TESTS BETWEEN ORDER AND RESISTANCE NEW RULES AND ITS IMPACTS ON THE ROUTINES OF "PACIFIED" FAVELAS THE INSTALLATION OF CAMERAS AND "BIG BROTHER SANTA MARTA" CONSTANT STOP-AND-FRISKS AND THE LAUNCH OF A GUIDE TO DEALING WITH THE POLICE THE CONTROL OF CULTURAL LIFE IN THE FAVELA AND THE ESTABLISHMENT OF THE SANTA MARTA RADIO STATION REGULARIZATION OF SERVICES AND SOME SHIFTS IN POLICY IN THE FAVELA THE PROBLEM OF RAPPROACHMENT IN "PROXIMITY POLICING" TRAUMAS OF THE PAST FEARS RELATED TO THE FUTURE OF THE UPP TOOLS OF RAPPROACHMENT USED IN PACIFIED AREAS THIS IS PRISCILLA S GANG, IF YOU DON T WANT IT, THEN REJECT IT! [OH,] ACCEPT IT! SHE S A SUPERMOM, BUT WHEN NEED BE, SHE HITS LIKE A MAN 181 III. FROM TESTS TO STABILITILY MONITORING AND CONTAMINATION "THE FAVELA IS UNDER INTENSIVE SURVEILLANCE" "NOW IT IS A CAT-AND-MOUSE GAME" THE DANGER OF "CONTAMINATION" AVOIDING TALK ABOUT AND TALK WITH POLICE AND DRUG DEALERS WHEN CONTACT IS INEVITABLE: HOW TO PREVENT CONTAMINATION? 215

10 6. MAPPING AND ROUTINIZATION THE EDUCATION OF ATTENTION TO "NAVIGATE" IN THE NEW FAVELA ENVIRONMENT COPS MAP RESIDENTS AND DEALERS RESIDENTS MAP COPS AND DEALERS DEALERS MAP COPS AND RESIDENTS THE ROUTINIZATION AND THE TEMPORARY ACCOMMODATION OF CONFLICTS 262 IV. FROM STABILITY TO NEW FORMS OF INDETERMINATION OPPORTUNITIES AND CONCERNS AFTER UPP "WE DO NOT WANT TO TALK ABOUT THE POLICE... WE WANT TO CHANGE OUR FOCUS" PERCEPTIONS OF "UPP SOCIAL" AND "TERRITÓRIOS DA PAZ" WILL WE WILL BE HERE WHEN THE OLYMPIC GAMES HAPPEN? THE "INVASION" TOURISTS IN "PACIFIED" FAVELAS WHEN THE MARKET "INVADES" THE FAVELA NEW INSECURITIES IN "TIMES OF PEACE" "THERE IS A PERVERT PROWLING THE FAVELA" DIFFERENT VERSIONS TO EXPLAIN THE PERVERT'S DISAPPEARANCE" PEOPLE ARE EVEN STEALING UNDERWEAR OFF CLOTHESLINES FROM ANOMALY TO STATISTICS "WHAT'S THE USE OF THE UPP IF RAPE AND ROBBERIES ARE HAPPENING IN THE FAVELA? 310 V. FROM NEW FORMS OF INDETERMINATION TO NEW INQUIRIES THE (RE) STRENGTHENING OF THE "PACIFIED" FAVELA CLIMATE THE [ABSENT] PRESENCE OF MILITIAS IN "PACIFIED" FAVELAS THE (RE) STRENGTHENING OF DRUG TRAFFICKING THE RETURN OF POLICE CORRUPTION THE "CRISIS" OF THE UPPS "EVERYTHING IS GOING BACK TO HOW IT USED TO BE" A SOCIOLOGY OF CRITICISM REGARDING UPPS DISARMAMENT OF CRITICISM AND DRUG TRAFFICKING IN PACIFIED AREAS THE CONSENSUS AROUND UPPS SILENCING CRITICISM REGARDING UPP THE REARMAMENT OF CRITICISM AND DRUG TRAFFICKING THE END OF CONSENSUS AND THE POLARIZATION OF CRITICISM REGARDING UPP 376 CONCLUSIONS MULTIPLE LAYERS OF SURVEILLANCE IN "PACIFIED" FAVELAS THE CONTINUITY OF THE "LIFE UNDER SIEGE" EXPERIENCE AFTER "PACIFICATION" FROM "EVERYTHING IS DOMINATED" TO "EVERYTHING IS MONITORED" THE "MINEFIELD" REGIME BETWEEN THE "CROSSFIRE" AND THE "MINEFIELD" 404 REFERENCES 409 APPENDIX 425

11 Aos meus pais, Yanne e Diogo. A três famílias que admiro muito e que fizeram eu me sentir em casa no Santa Marta e na Cidade de Deus: a de Dona Francisca, a de Zé Baixinho e a de Gilcinei.

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13 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar, eu gostaria de agradecer aos meus orientadores. Luiz Antonio Machado da Silva, desde o mestrado, sempre me apoiou, acreditou no meu trabalho e me deu a liberdade que eu precisava para a realização desta tese. Admiro muito a força e o entusiasmo de Machado e sou muito grata por tudo que aprendi com ele ao longo dos últimos oito anos. Desejo vida longa à nossa interlocução. Sou muito grata à Marjo por ter viabilizado minha ida à Vrije Universiteit (VU) Amsterdam durante o doutorado sanduíche, por ter me recepcionado com tanta atenção e carinho e ainda por ter me convidado a fazer uma co-tutela (ou doutorado duplo) entre a UERJ e a VU. Marjo desde 2011 acompanha de perto a produção dessa tese, assim como Kees Koonings, que ajudou muitíssimo no desenvolvimento dos argumentos que apresento nesse trabalho. Agradeço aos dois pelas diversas reuniões que tivemos em Amsterdam, em Bogotá, no Rio e via Skype. Queria agradecer também à Bianca Freire-Medeiros por ser minha maior incentivadora, parceira e interlocutora na academia. Foi por culpa dela que me apaixonei por fazer trabalho de campo e resolvi dedicar-me integralmente às ciências sociais. Bianca sempre me inspira a ser uma socióloga mais competente e uma pessoa melhor. Os alunos da USP têm muita sorte por contar com ela como professora agora. Agradeço muitíssimo à professora Patrícia Birman (que tanto admiro), à professora Marcia Leite (que é uma referência importante para o meu trabalho) e aos professores Gabriel Feltran e Michel Misse por, gentilmente, aceitarem compor a banca da minha defesa de tese no Rio de Janeiro. Agradeço ao professor Adalberto Cardoso e à professora Mariana Cavalcanti, que aceitaram ser suplentes da banca da UERJ. Gostaria também de agradecer à professora Fiona Macaulaye e aos professores Mattijs van de Port, Michiel Baud, Martijn Koster e Martijn Oosterbaan por aceitarem compor a banca da minha defesa de tese em Amsterdam. Expresso meus agradecimentos a CAPES e a FAPERJ que financiaram esta pesquisa em diferentes momentos, bem como ao CNPq, que me concedeu um ano de bolsa sanduíche. Assim como ao Drugs, Security and Democracy (DSD) Program, ao Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO) e à Foundation for Urban and Regional Studies (FURS), que financiaram diferentes partes da minha pesquisa de doutorado. 3

14 Agradeço ao Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e ao Department of Social and Cultural Anthropology da Vrije Universiteit Amsterdam, que me propiciaram excelentes condições de trabalho para o desenvolvimento da tese. Não poderia deixar de agradecer à Annet, que tanto me ajudou na VU, e a todos os funcionários do IESP, que sempre foram muito solícitos e carinhosos comigo. Agradeço muitíssimo à Claudia Boccia por ter feito a revisão dessa tese. Guardo enorme carinho por Florita, Bia, Angela, Lia, Simone, Paulinha, Romário, Lula, Ricardinho, Márcio, Renato, e, em especial, Cristiana e Carol de quem tanto sinto falta. Essa tese é resultado de muitas trocas. Sou imensamente grata aos moradores do Santa Marta e da Cidade de Deus que se dispuseram a dividir suas histórias de vida comigo. Agradeço especialmente à família da Natalia Urbina, que me alugou um quarto no primeiro mês que morei no Santa Marta; à Dona Francisca, que me acolheu como uma filha em sua casa e tornou-se um exemplo de garra para mim; à Simone, com quem tive o privilégio de conviver de perto por muitos meses e que hoje se tornou uma grande amiga; à Juliana, que também me acolheu sempre com um lindo sorriso no rosto; ao Zé Baixinho, à Dona Laura, à Márcia, ao Mário, ao Marcelo, à Marcelinha, ao Guilherme e à Sofia, que formam uma família que muito admiro. Sou muito grata por todo o acolhimento que eles sempre me oferecem. Queria agradecer também ao rapper Fiell, que confiou em mim e me abriu tantas portas na favela. Sou especialmente grata ao Fiell e à Natália pela oportunidade de ter participado da Rádio Santa Marta. Agradeço a todos companheiros de Rádio por tudo que me ensinaram. Acompanhar diariamente o funcionamento da rádio foi uma das experiências mais interessantes e prazerosas que tive em campo. Sou grata também ao Itamar Silva, liderança tão importante dentro e fora do Santa Marta, por todas as reuniões e eventos que tive a oportunidade de participar no Grupo Eco. Agradeço também ao Juan e, especialmente, à Dorlene por sempre me receberem com carinho no Eco. Fico muito feliz de saber que, em breve, Dornele será minha colega de profissão. Sabemos que a academia precisa de mulheres competentes, inteligentes e engajadas como ela, que contribuirão para a redução das enormes desigualdades que ainda existem nesse país. Agradeço à Sheila por toda interlocução, por tudo que aprendi e sempre continuo aprendendo com ela que é turismóloga, guia, liderança, mãe, mulher e um exemplo para mim. Admiro muito também Vitor Lira e desejo que ele e outros 4

15 moradores do Pico do Santa Marta consigam permanecer no alto do morro onde teve início a história da favela. Como Vitor sempre defende, a luta do Pico deveria ser uma luta não só dos moradores daquela área que corre o risco de ser removida pelo Governo do Estado, mas de todo o Santa Marta e de toda a cidade do Rio de Janeiro. Agradeço aos outros membros do Comitê de Turismo que sempre me ajudaram muito em minha pesquisa: Gilson, Thiago, Salete e Verônica. E agradeço ainda ao Zé Mário por ter conversado comigo tantas vezes ao longo do trabalho de campo. As várias entrevistas que fiz com ele, em diferentes momentos da pesquisa, foram fundamentais para o desenvolvimento dessa tese. Na Cidade de Deus tive, a honra de ser acolhida pela família de Gilcinei. Agradeço ao Gil por tudo que fez por Diogo e por mim ao longo dos últimos anos. Agradeço também ao amigo Jonathan, por aceitar conversar comigo tantas vezes de forma tão sincera e aberta. E também aos queridos Wallace, Lidiane, Rômulo, Messias, Carlinhos, Beto e Ginha. Agradeço aos policiais que se dispuseram a conversar comigo tanto no Santa Marta, como na Cidade de Deus e no Parque Proletário. E não posso deixar de expressar a minha enorme gratidão aos jovens envolvidos com tráfico, cujos nomes não posso revelar, que aceitaram ser entrevistados e me contar suas histórias de vida. Não podia deixar de agradecer ao Carlos Coutinho por ter autorizado que eu usasse a incrível fotografia que estampa a capa deste trabalho. Desejo que esse talentoso fotográfo continue usando sua câmera fotográfica como arma para fazer política dentro e fora da favela. Além das trocas feitas durante o trabalho de campo, eu não poderia deixar de destacar a enorme importância da interlocução com outros pesquisadores que vêm contribuindo para enriquecer o campo de estudos em que me encontro inserida. Agradeço a todos os colegas do CEVIS: Luisinho, Marcia, Machado, Lia, Mariana, Christina, Jussara, Wania, Cesar, Fabio, Carla, Juliana, Dinaldo, Claudia, Marcella, Monique, Bruno, Frank e Wellington. As reuniões semanais do CEVIS foram essenciais para a minha formação ao longo dos últimos anos e foram importantíssimas para o desenvolvimento dessa tese. Agradeço à professora Licia Valladares, que é uma importante referência para mim, pela oportunidade de trabalhar no Urbandata. Sou muito grata às queridas colegas com quem muito aprendi neste trabalho: Lidia Medeiros, Filippina Chinelli, Claudia Cruz, Raíza Siqueira e Joice Campos. Gostaria de agradecer ainda ao 5

16 competentíssimo Alexandre Magalhães, com quem fiz graduação, mestrado, doutorado, trabalhei no Urbandata e espero ter a oportunidade de voltar a trabalhar junto em um futuro próximo. Agradeço ao Professor Ricardo Benzaquen de Araújo e a todos colegas de turma pelas contribuições dada para que eu começasse a desenhar minha pesquisa durante o Seminário de Projeto de Tese que fiz em Sou muito grata ao professor Adalberto Cardoso e às professoras Marcia Leite e Bianca Freire-Medeiros por todas as contribuições que deram durante a qualificação dessa tese; posteriormente, José Maurício Domingues e todos colegas que fizeram Seminário de Tese comigo por contribuírem debatendo alguns capítulos deste trabalho. No início do doutorado, Machado fez reuniões com todos os seus orientandos, que foram muito proveitosas para mim. Agradeço aos colegas Rodrigo de Castro, Alexis Cortés, Marília Silva e Roberta Pedrinha, que dividiram esse momento comigo. No fim do ano passado, Machado voltou a organizar essas reuniões, dessa vez, junto com os orientandos de Mariana Cavalcanti e integrantes do Laboratório de Estudos Urbanos (LEU) da Fundação Getúlio Vargas. Sou muito grata por ter tido a oportunidade de apresentar no grupo uma versão quase final dessa tese. As contribuições de Machado, Mariana, Marcella Carvalho, Bruno Coutinho e de todos os outros presentes foram muito importantes no momento de finalização desse trabalho. Agradeço também ao Alexandre Werneck pelas referências goffmanianas. Agradeço ao Marcio Grijó pela pesquisa realizada junto com Bianca sobre turismo nas favelas pacificadas ; à Diana Lima, à Wania Mesquita, à Fátima Cecchetto e à Juliana Corrêa pelas conversas sobre o impacto das UPPs na vida dos jovens do Santa Marta e do Complexo do Alemão; ao Rafael Soares Gonçalves por ter me convidado a debater essa tese no LEUS; ao querido Nicolas Bautès e à Marie Morelle por terem me convidado para participar das jornadas de estudo "Ville et informalité politique au Brésil " em maio de 2014, em Paris. Agradeço a todos que participaram das jornadas e, em especial, aos comentários de Géraldine Bugnon (que foi minha debatedora) e de Caterine Reginensi. Sou grata também pelos comentários de Gabriel Feltran e Carolina Grillo, que já eram importantes referências bibliográficas para mim, mas que tive o grande prazer de conhecer em Paris. Agradeço à querida Taniele Rui que conheci no México e me encantei por seu talento e carisma; à Fraya Frehse e à Julia O'Donnell pelas contribuições que deram ao meu trabalho no úlimo encontro da Anpocs. Queria agradecer à Lia Rocha pela 6

17 oportunidade de apresentar meu trabalho no Cidades. Foi muito importante para mim apresentar alguns capítulos dessa tese nesse grupo que reúne tantos pesquisadores talentosos. Agradeço especialmente ao Frank Davies, à Monique Carvalho, à Sara Koenders e à Marcia Leite pelo incrível debate que tivemos sobre as UPPs em dezembro de 2014 na UERJ. E também à queridíssima e super competente Carla Mattos que participou desse debate e, como sempre, me deu excelentes ideias que foram incorporadas à essa tese. Agradeço a pessoas queridas que tive a oportunidade de conhecer entre o mestrado e doutorado: ao admirável Carlos Pinho, ao divertido Thiago Nasser, ao querido Tomas e ao saudoso amigo Fernando Randau. Sem falar nas meninas do meu coração que o IUPERJ me deu e que nunca mais vou largar: Kelly Pedroza, Juliana Baghdadi, Juliana Candian e também Laura e Dora que fazem nossos muros serem menos de lamentação e mais de celebração. Agradeço ainda aos amigos da UERJ que tanto admiro e quero sempre ter por perto. À Mayra e ao Paulo Victor, que sinto tanta falta no meu dia a dia. À Rachel Barros, pela visita em Amsterdam que nunca vou esquecer e por fazer eu sempre me sentir tão bem quando ela está por perto. À Juliana Farias, por ser um exemplo para todos nós e uma festa em pessoa. À belíssima Fabiene Gama, pelo iluminado e lindo apartamento que me passou em Paris e por fazer parte da minha vida apesar da distância. Ao Cesar Teixeira, amigo que desde a graduação admiro profundamente e com quem sei que sempre posso contar. Sou grata ainda às alegrias e aos amigos que Amsterdam me deu: Fabio, que se tornou um irmão do coração para mim; Tiago e Yaron, que sempre me acolheram com tanto amor e ainda me emprestaram a linda casa deles na Holanda, Stella, Letícia e Karina, com quem compartilhei tantas descobertas e alegrias; mais uma vez Sara, a holandesa mais brasileira que já conheci, sempre tão carinhosa e parceira; linda Maja, com quem dividi sala, dúvidas, experiências e risadas; Joan, pelas visitas a nossa sala que sempre alegravam nossos dias de trabalho na VU; Maaike Matelski, que teve confiança para me deixar cuidar de sua casa e de seus gatos. Agradeço às meninas queridas que tive a sorte de conhecer através de Bianca. Tenho orgulho de dizer que depois de quase dez anos de convivência, Alyssa Medeiros se tornou uma amiga que admiro muito e que quero ter por perto a vida toda. Fernanda Nunes que, além de competente colega de trabalho, também é uma amiga querida para mim. Queria agradecer à Fernanda e também à Gabriela pelo carinho de 7

18 sempre e por terem me ajudado muitíssimo nas transcrições das muitas entrevistas que fiz ao longo dos últimos anos. Não poderia deixar de agradecer também à minha talentosa amiga Clarissa; à Poliana, que desde a infância faz parte da família; à minha afilhada Kiane, que tanto me dá orgulho; às amadas primas Mônica e Mirella, aos primos Mauro, Maurício, Luizinho e Lucas; às primas lindinhas Bia, Olívia, Laura, Duda e Manu; ao João e à Vallentina que ficarão para sempre em meu coração; às tias Maricy, Odete, Elciette, Elza, Otília e Ruth; ao tio Edson e ao Gustavo, meu primo querido; à dindinha Julia, que sempre é tão carinhosa comigo e ao meu padrinho Graciano; ao Radetic e à Therezinha que sempre torcem por mim; às queridas Margot, Fátima, Daiane e Hildeni que sempre cuidaram e ainda cuidam da nossa família com tanto carinho. Queria expressar minha eterna gratidão pelos meus avós. À vó Zezé, que é sempre tão animada, alegre e divertida; ao vó Murillo, que foi um ótimo avô e sempre nos incentivou a viver cada momento ao máximo; à vó Salette, que é um exemplo de força e que sempre me cobre de carinho. Tenho gratidão especial por ter tido a oportunidade de compartilhar o resultado da defesa dessa tese no Rio de Janeiro com meu vô Menezes. Aos 94 anos, ele me emocionou muito por ter passado o dia 30 de março de 2015 torcendo por mim da casa dele. Quando liguei para ele contando que tinha dado tudo certo, tive a grata surpresa de ouví-lo muito lúcido e orgulhoso dizendo que a próxima etapa seria a defesa na Holanda. Infelizmente, não poderei ligar para ele para contar o resultado dessa segunda defesa. Mas certamente vou lembrar dele com muito carinho nesse e em muitos outros momentos importantes da minha vida que ainda estão por vir. Agradeço ao Diogo pela inestimável parceria ao longos dos últimos três anos e à família dele que também passou a ser minha. Sempre serei grata à Célia, ao Paulo, à Edir, ao Nelson, à Eliette, à Kátia, à Bia, ao Rodrigo, à Karina, ao Thiago, à Mimi, à Gigi, ao Lukas, ao Bruno, ao Brian, ao Oliver e também ao Willy. Não poderia deixar de dizer que sem o Diogo, a minha vida e essa tese não seriam as mesmas. Diogo abriu portas para que eu fizesse trabalho de campo na Cidade de Deus e rapidamente se tornou um ótimo companheiro de trabalho de campo. Além disso, quando nos afastamos do campo para produzir nossas teses, ele tornou-se um excelente parceiro de escrita. Muitas das ideias presentes nesse trabalho foram desenvolvidas a partir de conversas que tivemos em St. Louis, em Amsterdam, em Paris e no Rio. Tenho certeza que a nossa história não acaba com o fim de nossas teses. 8

19 Por fim, queria dedicar essa trabalho aos meus pais, Alfredo e Cyrene, por sempre me incentivarem, me darem apoio em todos os sentidos e toda a liberdade do mundo. Minha mãe é a pessoa mais carinhosa, sensível e doce que já conheci. Desde pequena, ela sempre me incentivou a escrever, fotografar, criar e acreditar nos meus sonhos. Meu pai, com seu jeito alegre, brincalhão e extrovertido, sempre nos ensinou o valor do trabalho, dos estudos, sem deixar de repetir a cada encontro que o importante na vida é ser feliz. Queria agradecer ainda aos meus pais pelo maior presente que eles me deram na vida: Yanne, minha irmã, amiga que tanto amo e admiro. Agradeço à Yanne por tudo que em ensina todos os dias, por toda paciência, por todo o companheirismo, por me entender e me aceitar como eu sou. Tenho muito orgulho da nossa família e essa tese, sem duvida, é resultado de todo o investimento intelectual e emocional que, nas últimas três décadas, fizemos juntos. 9

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