Teixeira Pinto devia fazer tudo para que não houvesse AG Cristina Ferreira e Paulo Ferreira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Teixeira Pinto devia fazer tudo para que não houvesse AG Cristina Ferreira e Paulo Ferreira"

Transcrição

1 Teixeira Pinto devia fazer tudo para que não houvesse AG Cristina Ferreira e Paulo Ferreira Quando e porquê? Uma boa parte da entrevista a Jardim Gonçalves, realizada na sextafeira, foi passada à volta destas duas questões sobre as divergências internas no Banco Comercial Português (BCP). O fundador e líder do banco nos primeiros 20 anos de actividade, até 2005, preferiu dar a entender as causas e algumas críticas à falta de liderança de Paulo Teixeira Pinto, o sucessor por si apontado, que não terá cuidado devidamente das regras de colegialidade em algumas decisões no Conselho de Administração. Aos 72 anos, Jardim Gonçalves vai enfrentar na Assembleia Geral marcada para o próximo dia 6 de Agosto o maior desafio ao seu poder no banco. Diz que não conhece os accionistas mais recentes do BCP não sei se se agruparam ou se houve um ajuntamento e, se estivesse no lugar de Paulo Teixeira Pinto faria tudo para que esta AG não se realizasse. E alerta: Esta AG pode não ter efeitos perversos perpétuos, mas pode ter alguns. E acho muito bem que o sistema actue, porque este é um tema do sistema. As divergências: quando e porquê Quando é que sentiu que havia divergências no BCP? O que efectivamente foi perturbador foi que desde há dois ou três meses toda e qualquer divergência ou contributo para uma discussão dentro do Conselho de Administração (CA) passou a ser noticiada com antecedência. Em todas as equipas que gerem é perfeitamente natural haver maiores ou menores divergências na construção de uma solução. A grande novidade foi que tudo o que estava a acontecer dentro do CA e falo só neste órgão, não falo do Conselho Geral de Supervisão ou da alta direcção foi dramaticamente ampliado para o exterior. Isso traduz alguma coisa. Quando passa para o exterior é porque as divergências não são suaves. É normal existirem divergências. E o normal é também que o que passa para o exterior seja o bom entendimento. E o bom entendimento constrói-se com uma liderança que evita que antes da existência desse patamar de entendimento saia qualquer versão para o exterior. O que está a dizer é que a falta de coesão neste CA deriva de uma falta de liderança. A coesão é algo que não existe definitivamente. Não é algo que se compre nem que se imponha. A coesão vai-se construindo todos os dias. Para liderar, as equipas têm que estar sempre debaixo de um fluxo de comunicação, ausência de mistérios, com a percepção clara de que nada é escondido, que só não se pode saber aquilo que ainda não foi definido. Isso é que gera a solidariedade e a coesão. Quem lidera tem que criar um clima simples que faz as pessoas acreditarem-se entre si, para os subordinados e para a hierarquia. Quando isso não acontece as pessoas sentem-se desobrigadas do vínculo de esperarem por esse momento do entendimento e nessa altura começam a falar para fora do banco. Esse clima está de facto perturbado. 1

2 Mas houve algum facto determinante para a criação desse clima? Foi a OPA sobre o BPI? Não acho nada. Aí não notei nada. Na definição dos remédios a apresentar à Autoridade da Concorrência para que a operação fosse aprovada havia notícias de divergências no banco. Não. Isso é só trabalho. Os remédios têm uma consequência: estamos a aumentar ou não o preço da oferta e à custa de quê? O Conselho Geral e de Supervisão (CGS) tem a obrigação de saber quais são os compromissos que a instituição vai assumir. E a cada proposta de remédios o CA tinha que submetê-la à apreciação do Conselho Superior, que depois da alteração estatutária passou a ser o CGS. O CGS alguma vez pensou que se tinha ido longe demais nas condições oferecidas pelo BCP e no reflexo disso no preço oferecido pelo BPI? Não, porque no final de tudo o CGS ainda aprovou um aumento do preço. Só houve o entendimento de que era necessário aprofundar todas as consequências e esse aprofundamento era feito pelo CA e pelos serviços técnicos. Depois, dentro de determinados intervalos, o CGS fixou o preço. Então se não houve divergências em relação à OPA... Não. Houve trabalho.... como é que se chega a este ponto? Como é que as notícias de divergências aparecem diariamente sem que alguém explique o que é que se passou? Há muita gente que se relaciona directamente com o BCP: trabalhadores, clientes, accionistas. Nesse universo, o que existe de mais visível, são os órgãos de governo do banco. E nesses, há três que são diferentes entre si. Há um CA executivo, que deve executar aquilo que está definido e aprovado e que dá certo conforto aos accionistas e ao mercado na perspectiva de determinados rendimentos que vai ter. Há o CGS que é também um órgão social com responsabilidades perante a supervisão e as autoridades. É um órgão com responsabilidades de sociedade. E depois existe um Conselho Superior, que já não é um órgão social, que é um espaço mais amplo de accionistas e de personalidades que opina e dá parecer sobre determinados passos que os CA e CGS lhe colocam. Mas uma vez dado esse parecer, já não tem responsabilidade de seguir e acompanhar se esse parecer foi adoptado. O CGS é diferente, porque é um órgão de supervisão e não é apenas das contas, mas também da gestão, da estratégia, da nomeação das pessoas... Por isso é que é que tem três comissões, e pode vir a ter mais: uma de matérias financeiras, que substitui o antigo Conselho Fiscal, outra de sustentabilidade e governo societário, que acompanha a forma como a casa é governada, e depois tem a comissão de nomeações e selecção que pode apontar quem ocupa determinados lugares. Há órgãos que têm que intervir em determinado momento, tal como a avaliação do funcionamento de cada órgão também tem momentos determinados. Isso faz parte da vida das instituições. Se eu for administrador do banco, eu não posso dizer eu já me entenderei na Assembleia Geral dos Accionistas. Não! Se eu sou administrador do banco eu tenho que me entender com os meus colegas, com as orientações e o acompanhamento do CGS, em determinadas matérias tenho que ouvir o Conselho Superior e em determinado momento tenho que ser avaliado em Assembleia Geral. 2

3 O que está a dizer é que houve quem não cumprisse essas regras? Não. Estou a dizer que existe uma disciplina orgânica. Mas alguém violou essa disciplina, senão as divergências não cairiam na praça pública. No meu tempo de executivo havia também discussões e pontos de vida diferentes para o próprio desenvolvimento do banco. Na fundação do BCP havia administradores que defendiam que o banco tinha que consolidar a abertura das suas primeiras sucursais uma no Porto e outra em Lisboa e só depois disso, que não levaria menos de um ano, é que se poderia abrir outras duas. E no terceiro ano, outras duas... E acabámos por abrir 24 sucursais em três anos, ao contrário dessas opiniões. O mesmo se passou com a internacionalização, quando se falou de ir para a Polónia. Houve quem dissesse que era uma loucura. O que estamos a tentar entender é o que é que se passou agora para que essas diferentes opiniões, que são normais nas instituições, tivessem passado a ser colocadas na praça pública. O que eu posso dizer teoricamente mas só teoricamente porque não assisto às reuniões do Conselho de Administração é que se não se tem o cuidado de criar um clima em que todos os administradores porque todos assinam o balanço sintam que nada que acontece no banco lhes possa estar a ser escondido, omisso... Fazendo um ponto e vírgula: o óptimo é que nada aconteça que não seja fruto da colegialidade. O que está a dizer é que o rosto do banco, o dr. Paulo Teixeira Pinto, tomou decisões estratégicas sem conhecimento de outros administradores? Eu não disse isso. Não disse isso e não vou dizer isso. Em termos teóricos, quando se gere uma equipa, deve-se criar condições para que todas as decisões sejam colegialmente assumidas... E não foram criadas?...espere... sabendo antecipadamente que é impossível o colégio permanente, porque as pessoas não podem estar sempre juntas, não estão sempre disponíveis, etc. A única maneira de compensar a não colegialidade permanente é haver a convicção em todos os membros de que todas as decisões que cada um vai tomando individualmente, dois a dois, três a três, com o presidente ou sem o presidente não foram ainda conhecidas mas serão naturalmente conhecidas no primeiro momento. E isso não aconteceu? Não digo que não aconteceu. Digo que se isso não acontece, pode alimentar efectivamente fracturas. Mas ao não esclarecer agora esse ponto, o eng. Jardim Gonçalves pode também estar a alimentar fracturas. Mas eu estou a esclarecer muitíssimo. Se isso acontece pode alimentar desresponsabilidade em relação a determinadas matérias. Até que haja determinadas matérias em que as pessoas digam: Não! Nessas matérias eu sou verdadeiramente responsável. O caso Sonangol é um desses casos. E estou a falar disto porque já é público. Houve administradores que disseram: se isto é assim, nós não poderemos ser solidários numa ratificação deste acto. Parece que não era assim. Mas é algo que, neste momento, o Conselho de Administração está completamente informado. O CGS, sobre 3

4 Angola, não tem neste momento conhecimento de nada. De nada que esteja estabelecido entre o banco e alguma companhia de nacionalidade angolana. Não tendo qualquer dos membros do CGS nada contra nada e nada contra ninguém. Mas até este momento nada foi agendado. Então o que parece é que o caso da Sonangol é um pretexto para que o sr. engenheiro e alguns administradores tenham posto o assunto na mesa. Não é um pretexto, é uma razão. E o sr. engenheiro [o próprio Jardim Gonçalves] não teve nada a ver com o assunto. O sr. engenheiro sobre o assunto da Sonangol ainda não fez nada. Cuidado, porque eu tenho que ouvir o meu Conselho e só faço alguma coisa depois disso. Sobre a Sonangol a única coisa que posso dizer é que foi um assunto que tratei directamente com o presidente do banco. O que eu disse e o que ele disse, compreenderão que eu não diga. A Sonangol foi então um dos casos em que a colegialidade das decisões não foi respeitada. Em que outros casos é que isso se passou? A Sonangol é um caso já público. Não digo mais nenhum. Mas houve mais? Não digo mais nenhum. Não digo nada... Saberão por outros. Esses problemas todos temos e lá pelo Público deveis ter também alguns e não são públicos. O próprio presidente do banco disse que havia falta de coesão. Se o presidente referiu isso, é porque ela existe em determinados momentos, é conjuntural. Permanente não é, porque os administradores mostraram-me a mim, presidente do CGS, factos que mostram que decidem aquilo que é necessário. No caso da Sonangol, uma parte do CA alertou que se a outra parte tomasse compromissos eles não seriam solidários. Se não houvesse outros precedentes provavelmente não fariam isso. Mas fizeram, e fizeram para bem do banco, não fizeram a pensar neles. A primeira assinatura é do dr. Filipe Pinhal, que é um profissional completíssimo. Se ele assume essa atitude perante o presidente do banco e outros dois colegas é porque, em boa consciência, entende que está a defender o banco. A defender o banco do seu presidente? Eu diria que está a defender até o presidente do banco. Está a impedir que o presidente do banco faça algo que não é conveniente para ele próprio. E porque é que o presidente do banco toma esse tipo de decisões? O presidente é vértice mas também é consequência de determinados contributos que à sua volta lhe chegam. Não é que não tenha a sua própria estrutura, a sua própria cabeça, a sua própria vontade, a sua determinação. Mas muitas vezes também está condicionado por determinadas informações. O que os outros administradores quiseram alertar é que do ponto de vista deles não deve ser feito. 4

5 Podemos então ter como certo que, não tendo havido problemas de relacionamento entre diferentes órgãos, o que se passou aconteceu dentro do próprio CA. Entre órgãos não há problemas. Mas alguns accionistas que apoiam o dr. Paulo Teixeira Pinto, como a Moniz da Maia e Joe Berardo, vieram pedir a destituição de cinco administradores do BCP sem que o dr. Paulo Teixeira Pinto se tenha demarcado deles. E o CSG, a que o sr. preside, veio solidarizar-se com esses cinco administradores. Não, não. O presidente do Conselho Superior [o próprio Jardim Gonçalves] escreveu aos accionistas todos sem qualquer distinção portanto o sr. Moniz da Maia, o sr. Berardo, etc. terão recebido a minha carta a explicar que o património do banco passava pelo património, pelo curriculum e sabedoria desses cinco senhores. Foi uma informação que eu dei, mais nada. Isso significa que o CS, ou pelo menos o seu presidente, tomou posição a favor de uma parte do CA? Não é tomar posição. É ser justo em relação a um património. Uma pessoa é afectada quando é publicamente apontada como sendo destituível. E o perfil dessa pessoa também é perfil do banco. E entendi que devia dizer isso aos meus accionistas: Cuidado! Estes cinco senhores representam mais de 90 por cento das contas e do património do banco. Mas como é que consegue estar solidário com um presidente do CA que não se distancia daquele pedido de destituição e que aceitou integrar uma lista de órgãos sociais de que aqueles cinco administradores não fazem parte? Cada um actua de acordo com a sua consciência institucional, profissional e pessoal. Para saber isso têm que entrevistar o dr. Paulo Teixeira Pinto. 5

6 A relação com Paulo Teixeira Pinto Está arrependido de ter proposto o dr. Paulo Teixeira Pinto para o suceder como presidente do Conselho de administração? Não estou nada arrependido. Tudo o que fazemos acontece em determinados momentos. A primeira conversa que eu tive sobre o tema foi com o dr. Filipe Pinhal [que era indicado como possível sucessor, uma vez que era o número dois da administração]. Era mais que justo. E precisava do conselho dele. Fiz 70 contactos pessoais entre a minha decisão pessoal e a sua divulgação. Houve muita ponderação e houve uma larga base de apoio para que o nome a propor à AG fosse o dr. Paulo Teixeira Pinto. Naquela altura houve a intenção de dar um sinal de que o futuro presidente do CA viveria por muito tempo. Mas podia ter integrado previamente o dr. Paulo Teixeira Pinto na administração antes de fazer a transição, como aconteceu no BPI quando a liderança passou de Artur Santos Silva para Fernando Ulrich. O BPI tem tido a sorte e o mérito de que algumas coisas não se saibam. O BPI é o BPI e eu farei coisas muito mais mal feitas do que o dr. Artur Santos Silva. O dr. Paulo Teixeira Pinto não foi administrador do banco mas, como secretário-geral, durante cinco anos assistiu ao comportamento de todos os administradores dentro do Conselho de Administração. E depois de ter sido indicado para presidente não devia o dr. Paulo Teixeira Pinto ter feito uma renovação da administração à maneira dele? Naquele momento foi feito o que o dr. Paulo Teixeira Pinto quis. Não houve pressões? Não. Ao contrário. Todos os administradores renunciaram e a AG elegeu todos ao mesmo tempo. É um assunto arrumado. O dr. Paulo Teixeira Pinto terá feito então um erro de avaliação? Não. A minha opinião é que ele avaliou muito bem. Escolheu a melhor equipa que podia ter escolhido. Porquê então a proposta apresentada pelo CGS na anterior Assembleia Geral de passar a ser este órgão, e não a própria AG, a escolher o presidente do CA? A experiência de quase um ano de modelo dualista [depois de publicada a lei que obriga as empresas a optar por um ou outro sistema] aconselhava que se fizessem aperfeiçoamentos aos estatutos, coisa que aconteceu em quase todas as AG da vida do BCP. Foi só isso. A grande maioria das empresas em todo o mundo que tem o modelo dualista adopta esta prática. Mas na AG acabou por retirar essa proposta, que tudo indica não seria aprovada. Vai insistir nela? Não houve da sua parte uma deficiente avaliação do timing para a fazer? De certeza que os estatutos do banco vão ser permanentemente actualizados. Mas a mesma proposta eu não a subscreverei. Está retirada em definitivo. Sobre o momento, não retiro nada sobre a bondade do momento. O que eu digo é que esse momento foi aproveitado para determinadas atitudes que já estavam a ser desenvolvidas... 6

7 E não percebeu isso? Nós não estamos obrigados a fazer as coisas para que elas sejam fáceis. Temos que ponderar. Mas aquilo que foi dito, que eu tinha saudades e queria voltar ao poder, hoje está bem claro que não havia nada disso. Essa proposta foi conversada com o Conselho de Administração? Foi conversada com o presidente do CA, sem ser em segredo. Mas o dr. Paulo Teixeira Pinto não concordou com essa proposta. Mas em quantas matérias não há pontos de vista diferentes? Não era importante que o presidente do CA concordasse com essa proposta? Não, era muito importante que os órgãos sociais estivessem de acordo em levar essa proposta à AG. E isso aconteceu. 7

8 A próxima Assembleia Geral e o futuro do BCP Que comentário faz às listas candidatas aos órgãos sociais, encabeçadas pelo dr. Paulo Teixeira Pinto? Não vou fazer nenhum comentário. Não tenho nada a ver com o assunto. Mas também é accionista do banco. Na AG votarei, não tenha dúvidas. Eu não tenho informação de quem é que efectivamente elaborou essas listas. Joe Berardo disse que confiava nas listas porque tinham sido feitas pelo presidente do CA. Eu acredito em toda a gente. Mas não vejo bem o presidente do banco estar a fazer propostas fora da Comissão de Nomeações. Não vejo bem que o presidente faça listas diferentes para o mesmo banco. E como é que vê os accionistas mais recentes, como Joe Berardo, João Rendeiro, Moniz da Maia, Sonangol? Não conheço. O único que conheço e com quem falei foi com o dr. João Rendeiro. Não tenho nada a comentar. O banco está cotado. Acha que há um assalto ao BCP? O que penso é que há alguma confusão de procedimentos. Mas este é um grupo de investidores que aparentemente se organizou... Mas são investidores? Tem dúvidas que sejam investidores? Não sei, estou a perguntar. Não sei mesmo nada. Esses novos accionistas vão ter peso nas decisões estratégicas do banco. Isso não o preocupa? Os accionistas que eu olho sempre quando penso no banco são accionistas de mercado, que se devem tratar muito bem, merecem toda a informação, entram e saem quando entendem. Depois há um outro grupo chamado mais activo, que não quer lugares na administração. O BCP foi construído segundo um modelo em que nenhum accionista tinha muito poder, que estava muito concentrado em si. Bom, não fiquem com a ideia de que os accionistas não mandam no BCP. Sempre conversei com todos eles. Nunca surpreendi os accionistas com decisões. E se o tivesse feito, a tal autoridade moral que vocês dizem que eu tinha sobre eles, não existiria. E se tinha alguma era porque os ouvia sempre e partilhava toda a informação para cima e para baixo. Uma instituição que quer crescer não pode ter accionistas com participações muito grandes. E as grandes percentagens de capital só podem ter os grandes institucionais e quando têm criam condições para uma maior hegemonia. 8

9 O que parece agora é que existe um vazio de poder. Não havendo um poder efectivo por parte de um accionista... Mas nunca houve. E nunca se desejou, mesmo ao nível dos fundadores, não foi o CA que decidiu. Mas quando estava à frente do BCP, havia um poder muito forte ao nível do presidente do CA. Hoje esse poder existe? Pelos sinais que eu vejo o Presidente Executivo está a defender muita coisa. E bem? No momento próprio a comissão que avalia o CAE e cada um dos seus membros se pronunciará. Não vejo o Presidente Executivo do banco limitado na sua actuação Acha que ele pode protagonizar o centro de poder e de decisão que o senhor teve até há dois anos? É diferente, porque [quando Jardim estava como CEO] o CA era o único órgão social [não existia CGS] e o Conselho Superior era um corpo social (sem funções vinculativas). Todo o poder tinha que aparecer através do CA. O CA é que dizia o que ia fazer. Agora há um conselho de administração que é executivo e que é supervisionado por um CGS e em certas matérias ouve igualmente o CS. Esta estrutura não é fácil, é complexa. Neste momento há dois blocos de accionistas... Se calhar há muitos mais. E antigamente as propostas que chegavam à AG eram sempre propostas de órgãos sociais. E quando não partiam do Conselho Superior, partiam de accionistas que diziam que tinham ouvido o CS. Neste momento não é assim? Não. Neste momento, [as propostas que vão ser votadas na AG de Agosto] não passaram pelos órgãos sociais. Não há uma divisão, o que há é um facto novo. Há umas pessoas que terão umas acções......e que se agruparam. Não sei se se agruparam ou se houve ajuntamento... E que apresentaram uma proposta. Nunca isso aconteceu no banco. Por isso é que o CGS considerou a AG inoportuna. Em seu entender quais as intenções dos novos accionistas que surgiram para apoiar Teixeira Pinto? Não sei, terá de lhes perguntar. Dar-lhe-á algum trabalho porque o grupo não tem um presidente. Porque é que o CGS considerou a AG inoportuna? Porque os mandatos estão em curso [o do CAE termina em Dezembro] e não existe nenhum facto que seja perturbador da vida do banco. Há uma divisão. Acha que é sanável? Perfeitamente sanável. 9

10 Mas o CEO diz que há divisão no CA. Já lhe perguntou agora? A ruptura é conhecida. Porque razão continua sem assumir o conflito? Aquilo que acontece dentro do banco acontece em qualquer instituição e é resolvido dentro dos órgãos sociais. Mas no BCP a divisão sai cá para fora. Agora sai e não devia. E os administradores sabem que não devia sair. E sabem que estão confrontados com uma situação que chegou a eles, para usar uma expressão que um deles usou. O que é que isso significa? Foi uma situação que nos invadiu.. Mas isso é uma constante de uma sociedade com capital aberto na bolsa. Não, uma coisa é o capital chegar e haver uma recomposição, e outra coisa é entrar pela instituição através de veículos que comunicam com determinadas estruturas que não estão habilitadas. O que está a dizer é que neste momento o BCP tem um vírus? É como se fosse um vírus. No caso de Filipe Pinhal, que está consigo desde o início, acha que a confiança em Paulo Teixeira Pinto pode ser reconstruída? Nenhum deles pediu para substituir o dr. Teixeira Pinto. E o dr. Filipe Pinhal já disse numa entrevista que não falava nos seus chefes. Espera que a próxima AG de Agosto seja clarificadora? O que é isso? Os accionistas chegam ao cliente através dos órgãos sociais. Os vários departamentos têm uma hierarquia e nada está "roto". Não há ruptura. Mas na AG vão ser discutidas duas propostas opostas. Uma defendida por um grupo de accionistas e pelo CEO e mais dois gestores, outra por cinco gestores e outros accionistas, que é aquela que partilha. E quanto a isso não há nada a fazer. Mas vai ser clarificadora? De quê? Por exemplo, se uma proposta ganhar esmagadoramente é um sinal.. Está a falar de accionistas que entraram recentemente e que se calhar saem rapidamente. Mas pode passar a haver uma voz mais constante no banco.. A voz constante não saiu. E a AG não vai melhorar a situação. A AG vai ser um acontecimento. Mas o BCP está perante um movimento de accionistas que se organizou... E que não apresentam nenhum programa. Só houve um, que foi o sr. Berardo, que falou no Millennium

11 Mas é um movimento que propõe pessoas para os órgãos sociais completamente diferentes das que lá estão hoje. Não explicam quem vai ser o CFO [chief financial officer, administrador responsável pela área financeira] e COO [chief operations officer, administrador responsável pelas operações]. Como vê o facto do BPI votar contra os seus adversários? É uma posição dentro do sistema financeiro muito benéfica para a coesão do sector. Embora tenhamos o Banco de Portugal (BdP), que é o garante do bom funcionamento do sector, todas as partes devem dar o seu contributo para que o sistema funcione bem. E a convocatória desta AG pode não ter efeitos perversos perpétuos, mas pode ter alguns. E acho muito bem que o sistema actue, porque este é um tema do sistema. Tem falado com o BdP? Tenho falado muitas vezes com o sr. Governador e como o sr. vice-governador. E o que lhes tem dito? [silêncio] Como viu a saída do Grupo José de Mello do capital do BCP? Foi uma opção estratégica. O BCP também saiu da Brisa. Perante esta enorme instabilidade já há quem defenda que o BCP e o BPI se deveriam juntar amigavelmente. Neste momento como vê a situação? Poderia travar apetites de outros investidores mais oportunistas e evitar situações como as que estão a acontecer? Todos sabem que eu sou a favor de alguma concentração no sector. Qual? A máxima. Há condições para se avançar para uma concentração em pareceria, sem que o BCP queira absorver o BPI, como aconteceu há pouco? Essa é matéria que depende das duas instituições. Para garantir uma concentração amigável, por exemplo com o BPI, estaria disponível para sacrificar algumas das suas ideias, designadamente, o tipo de sistema de governação que sempre defendeu, e adoptar um modelo semelhante ao do BPI? [Silêncio] Os modelos são aqueles que se quiserem. O BCP está agora mais vulnerável a uma investida hostil? Acho que não, mas que é bom que não tenha esse problema, é. Na AG, e se as propostas apresentadas pelos apoiantes de Paulo Teixeira Pinto, e de que este nunca se distanciou, forem derrotadas esmagadoramente, qual é a ilação que o CEO deve tirar? A pergunta é feita a quem? Ao presidente do CGS. Não respondo. 11

12 E o engenheiro Jardim Gonçalves, o que faria? Pedia a demissão? Eu [risos]? [Silêncio] Faria tudo para que não houvesse AG. Acha normal que os nomes dos sócios da Heidrich&Struggels [Rafael Mora, Nuno Vasconcelos, e Ramon Bartolomé], a consultora, fornecedora de serviço e responsável por definir o esquema de remunerações dos gestores do BCP, constem como candidatos aos órgãos sociais do banco nas listas lideradas por Teixeira Pinto? Sou franco, eu não sabia que eles trabalhavam para o BCP. Mas acha que há conflito de interesses? [Risos]. 12

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Apresentação da nova Equipa de Gestão. Lisboa, 4 Dezembro 2007

Apresentação da nova Equipa de Gestão. Lisboa, 4 Dezembro 2007 Apresentação da nova Equipa de Gestão Lisboa, 4 Dezembro 2007 Agenda 1. Enquadramento 2. Proposta de nova Equipa de Gestão 3. Outra informação relevante 4. Conclusão 2 Millennium bcp: 1985 2007 Da criação

Leia mais

com a assessoria de uma prestigiada empresa de consultoria internacional, a Heidrick & Struggles;

com a assessoria de uma prestigiada empresa de consultoria internacional, a Heidrick & Struggles; ESCLARECIMENTO O Banco Comercial Português, S.A. publica em seguida síntese de informação enviada a todos os membros do Conselho Geral e de Supervisão e do Conselho Superior do Banco, depois de aprovada

Leia mais

Recomendações para Empresas e Grupos Empresariais Familiares RECOMENDAÇÕES PARA EMPRESAS E GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES

Recomendações para Empresas e Grupos Empresariais Familiares RECOMENDAÇÕES PARA EMPRESAS E GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES RECOMENDAÇÕES PARA EMPRESAS E GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES 2014 1 RELATÓRIO FINAL 1. Objectivos do Grupo de Trabalho 1.1. Caracterizar as Empresas Familiares, em termos da sua definição, especificidades

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE ÍNDICE Artigo 1.º Instituição

Leia mais

Entrevista 1.02 - Brenda

Entrevista 1.02 - Brenda Entrevista 1.02 - Brenda (Bloco A - Legitimação da entrevista onde se clarificam os objectivos do estudo, se contextualiza a realização do estudo e participação dos sujeitos e se obtém o seu consentimento)

Leia mais

Regulamento interno da Caminhar com rumo - Associação Juvenil

Regulamento interno da Caminhar com rumo - Associação Juvenil Regulamento interno da Caminhar com rumo - Associação Juvenil Capítulo I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º Denominação e sede social 1. A Associação tem a denominação Caminhar com rumo - Associação Juvenil,

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 4

Transcrição de Entrevista nº 4 Transcrição de Entrevista nº 4 E Entrevistador E4 Entrevistado 4 Sexo Masculino Idade 43 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica E - Acredita que a educação de uma criança é diferente perante o

Leia mais

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização de Obras ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições

Leia mais

ENTREVISTA AO DR. PEDRO CARAMEZ 3ª PARTE Podcast # 5. As Redes Sociais e as Vendas

ENTREVISTA AO DR. PEDRO CARAMEZ 3ª PARTE Podcast # 5. As Redes Sociais e as Vendas ENTREVISTA AO DR. PEDRO CARAMEZ 3ª PARTE Podcast # 5 As Redes Sociais e as Vendas www.clubedasvendas.com 1 CDV (Clube das Vendas) Podíamos abordar um pouco a questão do recrutamento, pois há muitos ouvintes

Leia mais

Protocolo da Entrevista a Maria

Protocolo da Entrevista a Maria Protocolo da Entrevista a Maria 1 O que lhe vou pedir é que me conte o que é que aconteceu de importante desde que acabou o curso até agora. Eu... ah!... em 94 fui fazer um estágio, que faz parte do segundo

Leia mais

Enquanto há vida, há sexualidade! Perspectivas dos profissionais de saúde quanto à comunicação sobre sexualidade em cuidados paliativos

Enquanto há vida, há sexualidade! Perspectivas dos profissionais de saúde quanto à comunicação sobre sexualidade em cuidados paliativos Enquanto há vida, há sexualidade! Perspectivas dos profissionais de saúde quanto à comunicação sobre sexualidade em cuidados paliativos Entrevista de Estudo E06 Sexo Masculino Profissão - Médico Data 6

Leia mais

MANUAL DO JOVEM DEPUTADO

MANUAL DO JOVEM DEPUTADO MANUAL DO JOVEM DEPUTADO Edição 2014-2015 Este manual procura expor, de forma simplificada, as regras do programa Parlamento dos Jovens que estão detalhadas no Regimento. Se tiveres dúvidas ou quiseres

Leia mais

Marcos Leôncio suka02@uol.com.br 1 VOTO VENDIDO, CONSCIÊNCIA PERDIDA. Escrita por: Marcos Leôncio. Elenco: Olga Barroso. Renato Beserra dos Reis

Marcos Leôncio suka02@uol.com.br 1 VOTO VENDIDO, CONSCIÊNCIA PERDIDA. Escrita por: Marcos Leôncio. Elenco: Olga Barroso. Renato Beserra dos Reis VOTO VENDIDO, CONSCIÊNCIA PERDIDA. Escrita por: Marcos Leôncio Elenco: Olga Barroso Renato Beserra dos Reis Zilânia Filgueiras Sérgio Francatti Dodi Reis Preparação de Atores e Direção: Dodi Reis Coordenação

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 14

Transcrição de Entrevista nº 14 Transcrição de Entrevista nº 14 E Entrevistador E14 Entrevistado 14 Sexo Feminino Idade 50anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e dos Computadores Professor Ensino Superior - Investigação E -

Leia mais

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS questionários de avaliação da satisfação creche CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS 2ª edição (revista) UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Governo da República Portuguesa SEGURANÇA SOCIAL INSTITUTO DA

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES

RELATÓRIO SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES Capital Social: 115.000.000 Capital Próprio a 30 de Junho de 2009: ( 11.790.198) Sede: Av. General Norton de Matos Estádio do Sport Lisboa e Benfica 1500-313 Lisboa Matriculada na Conservatória do Registo

Leia mais

Análise do Edital ISS Salvador 2014

Análise do Edital ISS Salvador 2014 Análise do Edital ISS Salvador 2014 Olá amigos concurseiros, É com um carinho mais que especial que divulgo que no dia 15/09/2014) saiu uma BOMBA NORDESTINA, ou seja, o concurso para Auditor Fiscal do

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

ESTATUTOS FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL

ESTATUTOS FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL Aprovados pelo CA em de 02-12-2008; pela CMS em 10.12.2008; pela AM em 29.12.2008 Escritura celebrada pelo Notário Privativo da CMS em 16.01.2009 Publicado

Leia mais

A Comissão de Auditoria e Controlo tem entre outras as seguintes competências:

A Comissão de Auditoria e Controlo tem entre outras as seguintes competências: RELATÓRIO DAS ACTIVIDADES DA COMISSÃO DE AUDITORIA E CONTROLO DESENVOLVIDAS NO EXERCÍCIO DE 2011 I Introdução O âmbito de actuação da Comissão de Auditoria e Controlo da EDP Renováveis, SA, como Comissão

Leia mais

Realizado a partir do Roteiro para grupo focal com monitores - Pesquisa UCA/BA [Escola CETEP/Feira de Santana] 1

Realizado a partir do Roteiro para grupo focal com monitores - Pesquisa UCA/BA [Escola CETEP/Feira de Santana] 1 Realizado a partir do Roteiro para grupo focal com monitores - Pesquisa UCA/BA [Escola CETEP/Feira de Santana] Categorias Apresentação do instrumento [-] Mobilidade/ portabilidade [,] 0 0 Transcrição Alguns

Leia mais

Primeiro Email#1: Rota Problema Solução

Primeiro Email#1: Rota Problema Solução Esta segunda sequência respeita a estrutura da sequência do Eben que analisamos.o template é adequado aos profissionais que podem (e querem) trabalhar com os três mosqueteiros, ou seja, apresentar uma

Leia mais

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio

Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público. Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Secretaria de Estado do Sector Empresarial Público Decreto-Lei nº 7/07 de 2 de Maio Tendo em conta a história económica do nosso País após a independência, a propriedade pública ainda ocupa um lugar muito

Leia mais

Teste sua empregabilidade

Teste sua empregabilidade Teste sua empregabilidade 1) Você tem noção absoluta do seu diferencial de competência para facilitar sua contratação por uma empresa? a) Não, definitivamente me vejo como um título de cargo (contador,

Leia mais

Sinopse I. Idosos Institucionalizados

Sinopse I. Idosos Institucionalizados II 1 Indicadores Entrevistados Sinopse I. Idosos Institucionalizados Privação Até agora temos vivido, a partir de agora não sei Inclui médico, enfermeiro, e tudo o que for preciso de higiene somos nós

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Recomendações da CMVM sobre o Governo das Sociedades Cotadas

Recomendações da CMVM sobre o Governo das Sociedades Cotadas Recomendações da CMVM sobre o Governo das Sociedades Cotadas Introdução O desenvolvimento dos mercados de valores mobiliários tem conduzido a uma intensa reflexão sobre a estrutura e o controlo das sociedades

Leia mais

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE CAPÍTULO I ARTIGO PRIMEIRO (Constituição e denominação) Entre os bovinicultores fundadores da presente associação e os que queiram aderir aos

Leia mais

Introdução Conselhos para educadores

Introdução Conselhos para educadores Introdução Conselhos para educadores INTRODUÇÃO A utilização da Internet constitui um desafio para a educação dos nossos filhos e dos nossos alunos. Acontece muito frequentemente que os deixamos a navegar

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS Estatutos aprovados em Acta de fundação em 4 de Janeiro de 2012 Alterações estatutárias aprovadas em 28 de Fevereiro de 2012 Publicados e disponíveis no site publicacoes.mj.pt

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA EDP RENOVÁVEIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA EDP RENOVÁVEIS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA EDP RENOVÁVEIS, S.A. ÍNDICE TÍTULO PRELIMINAR... 2 Artigo 1.-Objecto e Finalidade... 2 Artigo 2.- Interpretação... 2 Artigo 3.- Hierarquia e Supletividade... 2 Artigo

Leia mais

Dominando os Meios de Comunicação

Dominando os Meios de Comunicação Dominando os Meios de Comunicação CORTESIA DE Save the Children Young People s Press Prep. para os Meios de Comunicação Conhecendo os Meios de Comunicação Você deve saber que tipo de entrevista vai dar:

Leia mais

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa

O GOVERNO. Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa O GOVERNO Art.º 182º da Constituição da República Portuguesa «O Governo é o órgão de condução da política geral do país e o órgão superior da Administração Pública.» 1 Pela própria ideia que se retira

Leia mais

Anexo 2. . Falar educação Um programa do Instituto de Tecnologia Educativa Radio Televisão Portuguesa (1975) EDUCAÇÃO PELA ARTE

Anexo 2. . Falar educação Um programa do Instituto de Tecnologia Educativa Radio Televisão Portuguesa (1975) EDUCAÇÃO PELA ARTE Anexo 2 O documento que se apresenta em seguida é um dos que consideramos mais apelativos neste estudo visto ser possível ver Cecília Menano e João dos Santos e a cumplicidade que caracterizou a sua parceria

Leia mais

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Brasília-DF, 30 de outubro de 2006 Jornalista Ana Paula Padrão: Então vamos às perguntas, agora ao vivo, com

Leia mais

DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA

DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA EXARADA EM VINTE E DOIS DE SETEMBRO DE DOIS MIL E QUATRO,

Leia mais

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997.

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. 017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. Acordei hoje como sempre, antes do despertador tocar, já era rotina. Ao levantar pude sentir o peso de meu corpo, parecia uma pedra. Fui andando devagar até o banheiro.

Leia mais

Associação dos Administradores de Insolvências. Estatutos. Capítulo I Natureza e Fins. Artigo 1º Natureza

Associação dos Administradores de Insolvências. Estatutos. Capítulo I Natureza e Fins. Artigo 1º Natureza Associação dos Administradores de Insolvências Estatutos Capítulo I Natureza e Fins Artigo 1º Natureza 1. A Associação dos Administradores de Insolvências, adiante designada simplesmente por ASSOCIAÇÃO,

Leia mais

O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS

O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS O PERCURSO ACADÉMICO NA FBAUL E AS PERSPECTIVAS FUTURAS QUE OPORTUNIDADES PÓS-LICENCIATURA ESPERAM? EXPECTATIVAS QUE INQUIETAÇÕES TÊM OS ALUNOS DE DC? MADALENA : M QUAL É A TUA PERSPECTIVA DO MERCADO

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Susana Almeida Brandão 27 de Maio 2011 VEÍCULOS DE INVESTIMENTO Veículos de Investimento Sociedade comercial angolana Sucursal de sociedade estrangeira SOCIEDADES POR QUOTAS vs SOCIEDADES

Leia mais

Regimento do Conselho de Escola

Regimento do Conselho de Escola Regimento do Conselho de Escola da Escola de Psicologia Março 2010 Índice Artigo 1º Objecto 3 Artigo 2º Competências 3 Artigo 3º Composição do Conselho de Escola 3 Artigo 4º Presidente do Conselho de Escola

Leia mais

O Coração Sujo. Tuca Estávamos falando sobre... hm, que cheiro é esse? Tuca Parece cheiro de gambá morto afogado no esgoto.

O Coração Sujo. Tuca Estávamos falando sobre... hm, que cheiro é esse? Tuca Parece cheiro de gambá morto afogado no esgoto. O Coração Sujo Personagens - Tuca - Teco - Tatá - Tia Tuca e Tatá estão conversando. Teco chega. Teco Oi, meninas, sobre o que vocês estão falando? Tuca Estávamos falando sobre... hm, que cheiro é esse?

Leia mais

Teleconferência Novo Diretor-Presidente 15 de Junho de 2015

Teleconferência Novo Diretor-Presidente 15 de Junho de 2015 Operadora: Bom dia. Sejam bem-vindos à teleconferência da TOTVS. Estão presentes os senhores Laércio Cosentino, CEO e Membro do Conselho da Administração, Rodrigo Kede, Diretor-presidente, e Gilsomar Maia,

Leia mais

Análise do Edital AFRFB 2014

Análise do Edital AFRFB 2014 Análise do Edital AFRFB 2014 Olá amigos concurseiros, Hoje (dia 10/03/2014) saiu o edital para o concurso de AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL (AFRFB). Serão 278 vagas. Entretanto, já sabemos

Leia mais

R U I P E D R O R E I S

R U I P E D R O R E I S Quem: Rui Pedro Reis Idade: 30 anos Pretexto: É coordenador da SIC Notícias e editor do programa Música do Mundo Outros trabalhos: Foi uma das figuras de uma rádio nacional Imagem: Fanático pelos media

Leia mais

Informação complementar ao Relatório de Governo das Sociedades referente ao Exercício de 2007

Informação complementar ao Relatório de Governo das Sociedades referente ao Exercício de 2007 BANIF SGPS S.A. Sociedade Aberta Matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Funchal Sede Social: Rua de João Tavira, 30, 9004 509 Funchal Capital Social: 250.000.000 Euros * Número único de matrícula

Leia mais

ENTREVISTA MARCOS MARINO 33º COLOCADO AFRFB / 2012

ENTREVISTA MARCOS MARINO 33º COLOCADO AFRFB / 2012 ENTREVISTA MARCOS MARINO 33º COLOCADO AFRFB / 2012 Olá, amigos do Estratégia! Como diz meu amigo Sérgio Mendes, como é bom estar aqui! Hoje irei entrevistar o Marcos Marino, aluno do Estratégia Concursos

Leia mais

Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam uma vaga?

Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam uma vaga? Abdias Aires 2º Ano EM Arthur Marques 2º Ano EM Luiz Gabriel 3º Ano EM Como é ser aprovado no vestibular de uma Universidade Pública, em que sabemos da alta concorrência entre os candidatos que disputam

Leia mais

GESTOS NUMA DISCUSSÃO Comunicação não verbal

GESTOS NUMA DISCUSSÃO Comunicação não verbal GESTOS NUMA DISCUSSÃO Comunicação não verbal PLENÁRIO / ASSEMBLEIA Com ambos os braços sobre a cabeça formando um telhado Plenário, reunir por favor! Este gesto indica o inicio de uma reunião. Também pode

Leia mais

Modos de agir na interacção Conteúdos. Aprendizagem dos alunos

Modos de agir na interacção Conteúdos. Aprendizagem dos alunos Modos de agir na interacção Conteúdos Aprendizagem dos alunos Conteúdos a trabalhar 1. [Nas reuniões mensais] Aproveito para fazer uma análise dos conhecimentos que estamos a fazer, dos conteúdos que estão

Leia mais

LEITURA DA ENTREVISTA 2. E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste

LEITURA DA ENTREVISTA 2. E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste LEITURA DA ENTREVISTA 2 E Boa tarde. Desde já quero agradecer-lhe a sua disponibilidade para colaborar neste trabalho que estou a desenvolver. Como lhe foi explicado inicialmente, esta entrevista está

Leia mais

Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas?

Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas? 2 Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas? É SOBRE ISSO QUE VOU FALAR NESTE TEXTO. A maioria das empresas e profissionais

Leia mais

Avaliação Global da Regulação do Mercado de Capitais e

Avaliação Global da Regulação do Mercado de Capitais e Avaliação Global da Regulação do Mercado de Capitais e Perspectivas Futuras Fernando Teixeira eira dos Santos Presidente do Conselho Directivo da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Presidente do

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES E RETRIBUIÇÕES DA EDP RENOVÁVEIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES E RETRIBUIÇÕES DA EDP RENOVÁVEIS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES E RETRIBUIÇÕES DA EDP RENOVÁVEIS, S.A. ÍNDICE TÍTULO PRELIMINAR... 2 Artigo 1.-Objecto e Finalidade... 2 Artigo 2.- Interpretação... 2 Artigo 3.- Hierarquia e Supletividade...

Leia mais

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007 GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA Estatutos Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007 Capítulo I Da denominação, dos fins e da sede da Associação Artigo 1º

Leia mais

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões 8 Passos para o Recrutamento Eficaz Por Tiago Simões Uma das coisas que aprendi na indústria de marketing de rede é que se você não tem um sistema de trabalho que comprovadamente funcione, muito provavelmente

Leia mais

I n q u é r i t o a o s J o v e n s A d v o g a d o s

I n q u é r i t o a o s J o v e n s A d v o g a d o s I n q u é r i t o a o s J o v e n s A d v o g a d o s 1) Encontra-se actualmente a trabalhar? 20% 80% Sim Não 2) Se respondeu sim, como descreveria a sua estabilidade profissional? 22% 17% 28% 33% Excelente

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES

GESTÃO ESTRATÉGICA DE GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES GESTÃO ESTRATÉGICA DE GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES Por: Luis Todo Bom Professor Associado Convidado do ISCTE Membro do Conselho Geral do IPCG Comunicação apresentada na Conferência sobre Corporate Governance

Leia mais

Quanto Ganha um Engenheiro?

Quanto Ganha um Engenheiro? Quanto Ganha um Engenheiro? Na média, R$ 5.096,50 por mês. A pesquisa online foi realizada no período de 19 de Março a 8 de Abril e colheu informação de duzentos profissionais espalhados por todo o país,

Leia mais

Mudando a pergunta para entender o problema que está por trás do pedido do cliente

Mudando a pergunta para entender o problema que está por trás do pedido do cliente Mudando a pergunta para entender o problema que está por trás do pedido do cliente Fernando Del Vecchio Outubro 01, 2009 Tradução para português: Raquel Costa Pinto Esclarecimento: O presente diálogo é

Leia mais

Transcrição da entrevista aos Stakeholders realizada no dia 16 de junho de 2014 no âmbito do Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia.

Transcrição da entrevista aos Stakeholders realizada no dia 16 de junho de 2014 no âmbito do Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia. Transcrição da entrevista aos Stakeholders realizada no dia 16 de junho de 2014 no âmbito do Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia. Q1. Na sua opinião, quais são as principais motivações que podem

Leia mais

Exemplos de como praticá-los no Aconselhamento sobre o Tratamento Antiretroviral - TARV

Exemplos de como praticá-los no Aconselhamento sobre o Tratamento Antiretroviral - TARV 6 SABERES BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL Exemplos de como praticá-los no Aconselhamento sobre o Tratamento Antiretroviral - TARV Algumas habilidades de comunicação interpessoal foram identificadas

Leia mais

Entrevista 2.21- Vera

Entrevista 2.21- Vera Entrevista 2.21- Vera (Bloco A - Legitimação da entrevista onde se clarificam os objectivos do estudo, se contextualiza a realização do estudo e participação dos sujeitos e se obtém o seu consentimento)

Leia mais

Governação Hospitalar

Governação Hospitalar Aviso: Este projecto encontra-se em fase-piloto e, sem autorização, não pode ser usado para outros fins. Se necessário, contacte o coordenador do DUQuE através de duque@fadq.org Governação Hospitalar em

Leia mais

Quero, também, que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo sejam capazes de colocar no exterior noutros mercados, projectos

Quero, também, que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo sejam capazes de colocar no exterior noutros mercados, projectos DECLARAÇÕES AOS JORNALISTAS DO MINISTRO PAULO PORTAS, EM VIANA DO CASTELO, APÓS REUNIÕES DE TRABALHO COM O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E COM A COMISSÃO DE TRABALHADORES DOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO

Leia mais

OS 3 PASSOAS PARA O SUCESSO NA SEGURANÇA PATRIMONIAL

OS 3 PASSOAS PARA O SUCESSO NA SEGURANÇA PATRIMONIAL WWW.SUPERVISORPATRIMONIAL.COM.BR SUPERVISOR PATRIMONIAL ELITE 1 OS 3 PASSOS PARA O SUCESSO NA CARREIRA DA SEGURANÇA PATRIMONIAL Olá, companheiro(a) QAP TOTAL. Muito prazer, meu nome e Vinicius Balbino,

Leia mais

Onde você vai encontrar as suas futuras iniciadas?????

Onde você vai encontrar as suas futuras iniciadas????? Há 16 anos quando entrou na MK, a consagrada Diretora Nacional, Gloria Mayfield, não sabia como chegar ao topo, hoje ela dá o seguinte conselho. As lições que eu aprendi na Mary Kay para me tornar uma

Leia mais

Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita!

Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita! Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita! Hum, essa não é uma novidade. As outras também eram de certa forma inéditas, uma vez que o layout era baseado na estrutura dos Gurus, mas vamos lá,

Leia mais

ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO

ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO Capítulo I Artigo 1º (Denominação, natureza e fins) Assembleia Movimento Cívico Não Partidário (abreviadamente designado "Assembleia"), é um movimento

Leia mais

ICG Call #13 11 March 2015

ICG Call #13 11 March 2015 Acho que podemos começar. Boa tarde. Eu vou ser o coordenador dessa conferência. O nosso presidente não vai poder participar. Já começou, temos vários que se desculparam por não comparecer. Podemos começar

Leia mais

Energia, SGPS, S.A., Fundação Millennium BCP e Banco Espírito Santo, S.A. Seguidamente, o Presidente da Mesa procedeu à leitura da referida proposta

Energia, SGPS, S.A., Fundação Millennium BCP e Banco Espírito Santo, S.A. Seguidamente, o Presidente da Mesa procedeu à leitura da referida proposta ----------------------Extracto da Acta n.º 1/2008 da Assembleia Geral da EDP -------------------- -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 2

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 2 Sexo Idade Grupo de docência Feminino 40 Inglês (3º ciclo/secundário) Anos de Escola serviço 20 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Inglês, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º DENOMINAÇÃO, NATUREZA E SEDE 1. A Associação para o Desenvolvimento da Medicina Tropical, adiante designada por ADMT é uma associação cientifica e tecnológica,

Leia mais

Guia do VOLUNTÁRIO COM ASAS

Guia do VOLUNTÁRIO COM ASAS Guia do VOLUNTÁRIO COM ASAS O Guia do VoluntárioscomAsas tem como objectivo facilitar a sua integração nas Instituições promotoras alertando o para alguns deveres de cidadania, solidariedade, responsabilidade,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL O presente instrumento regulamenta a composição, exercício da competência, deveres, funcionamento e serviços de apoio do Conselho Fiscal da Sonae SGPS, SA. COMPOSIÇÃO 1.

Leia mais

ESTATUTOS. Empreendedoras Por Excelência

ESTATUTOS. Empreendedoras Por Excelência ESTATUTOS Empreendedoras Por Excelência Maputo, 5 de Maio de 2009 CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS, ÂMBITO DE ACÇÃO Artigo 1. A Associação FEMME Moçambique - Empreendedoras por Excelência é uma associação

Leia mais

10 segredos para falar inglês

10 segredos para falar inglês 10 segredos para falar inglês ÍNDICE PREFÁCIO 1. APENAS COMECE 2. ESQUEÇA O TEMPO 3. UM POUCO TODO DIA 4. NÃO PRECISA AMAR 5. NÃO EXISTE MÁGICA 6. TODO MUNDO COMEÇA DO ZERO 7. VIVA A LÍNGUA 8. NÃO TRADUZA

Leia mais

Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET

Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET Regulamento Interno da Comissão Especializada APIFARMA VET De harmonia com o disposto no artº 36º. dos Estatutos da APIFARMA é elaborado o presente Regulamento interno que tem por objectivo regulamentar

Leia mais

Sítio de Sons Associação Cultural

Sítio de Sons Associação Cultural Sítio de Sons Associação Cultural Estatutos * CAPÍTULO PRIMEIRO (Da denominação, sede, objecto e afins) Artigo primeiro (Da denominação, natureza jurídica, lei aplicável e duração) UM A Associação adopta

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DE 17 DE ABRIL DE 2012

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DE 17 DE ABRIL DE 2012 PONTO UM DA ORDEM DE TRABALHOS: O Conselho de Administração propõe aos Senhores Accionistas: Apreciar, discutir e votar o Relatório de Gestão, o Balanço, as Demonstrações de Resultados, a Demonstração

Leia mais

Coaching para pessoas disponíveis, ambos

Coaching para pessoas disponíveis, ambos Nota da Autora 1001 maneiras de ser Feliz, é o meu terceiro livro. Escrevi Coaching para mães disponíveis e Coaching para pessoas disponíveis, ambos gratuitos e disponíveis no site do Emotional Coaching.

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

R I T A FERRO RODRIGUES

R I T A FERRO RODRIGUES E N T R E V I S T A A R I T A FERRO RODRIGUES O talento e a vontade de surpreender em cada projecto deixou-me confiante no meu sexto sentido, que viu nela uma das pivôs mais simpáticas da SIC NOTÍCIAS.

Leia mais

ESTATUTOS. Artigo 1.º Denominação e sede

ESTATUTOS. Artigo 1.º Denominação e sede ESTATUTOS Artigo 1.º Denominação e sede 1. A associação adopta a denominação CAAD Centro de Arbitragem Administrativa. 2. A associação tem a sua sede na Avenida Duque de Loulé, n.º 72 A, freguesia de Santo

Leia mais

Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva

Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva Comunicação Espiritual J. C. P. Novembro de 2009 Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva Resumo: Trata-se de uma comunicação pessoal de um amigo do grupo

Leia mais

Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI)

Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI) Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI) II 1 Indicadores Desqualificação Não poder fazer nada do que preciso, quero fazer as coisas e não posso ; eu senti-me velho com 80 anos. Aí é que eu já

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES DO SUL - ACOS

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES DO SUL - ACOS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES DO SUL - ACOS CAPÍTULO PRIMEIRO Denominação, sede e fins. Artigo Primeiro A associação denomina-se ACOS - Associação de Agricultores do Sul e durará por tempo indeterminado

Leia mais

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 54 CAPA www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 CAPA 55 ENTREVISTA COM PAULO VARELA, PRESDIDENTE DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL ANGOLA O ANGOLA DEVE APOSTAR NO CAPITAL HUMANO PARA DIVERSIFICAR

Leia mais

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça?

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Caro amigo (a) Se sua empresa está sofrendo com a falta de clientes dispostos a comprar os

Leia mais

APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA

APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA APROVADO POR DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SONAE SGPS, SA ARTIGO 1.º COMPOSIÇÃO DO CONSELHO E COMISSÕES 1. O Conselho de

Leia mais

ESTATUTOS DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA SUIÇA EM PORTUGAL

ESTATUTOS DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA SUIÇA EM PORTUGAL ESTATUTOS DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA SUIÇA EM PORTUGAL CAPITULO PRIMEIRO DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTO ARTIGO 1º 1. A CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA SUIÇA EM PORTUGAL, adiante designada por Câmara,

Leia mais

TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL (JANELA JOHARI) É constituído de 20 situações possíveis de ocorrer dentro de uma empresa, composto por duas afirmativas de resposta em cada. O usuário deve analisar qual

Leia mais

FUNDAÇÃO ROTÁRIA PORTUGUESA INSTITUIÇÃO PARTICULAR DE SOLIDARIEDADE SOCIAL Membro Honorário da Ordem de Mérito Conselho de Administração

FUNDAÇÃO ROTÁRIA PORTUGUESA INSTITUIÇÃO PARTICULAR DE SOLIDARIEDADE SOCIAL Membro Honorário da Ordem de Mérito Conselho de Administração 1 ESTATUTOS DA F.R.P. CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO E FINS Art. 1º 1. A Fundação Rotária Portuguesa (FRP) é uma pessoa colectiva particular de utilidade pública e de solidariedade social, instituída com carácter

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS Capítulo I Da denominação, Fins, Duração e Sede Artigo 1.º Designação É constituída uma associação denominada Associação Nacional de Jovens

Leia mais

SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES

SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES DOSSIER SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES 23 DOSSIER SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES PROMOÇÃO DO DEBATE SOBRE ASSUNTO ESTÁ ENTRE AS MEDIDAS ESTRATÉGICAS DA NERLEI Em Portugal, estima-se que entre 70 a 80

Leia mais

REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES

REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES Regulamento n.º 743/2010 OA (2.ª série), de 19 de Julho de 2010 / Conselho Geral da Ordem dos Advogados - Regulamento de Recrutamento,

Leia mais

Como conversar com possíveis iniciadas

Como conversar com possíveis iniciadas Como conversar com possíveis iniciadas Convidar outras mulheres a tornarem-se consultoras é uma atividade chave para quem quer tornar-se diretora. Aprenda como fazer a entrevista de iniciação, ou seja:

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 5 Data: 21/10/2010 Hora: 11h00 Duração: 40:46 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais