Madness relocated and adolescence: Discussion of a psychoanalytically oriented interview

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Madness relocated and adolescence: Discussion of a psychoanalytically oriented interview"

Transcrição

1 A loucura deslocalizada e a adolescência: Discussão de uma entrevista de Orientação Psicanalítica Madness relocated and adolescence: Discussion of a psychoanalytically oriented interview Maria Rachel Botrel Psicóloga pela Universidade Fumec (1996) Psicanalista - Escola Brasileira de Psicanálise - seção Minas Gerais Endereço para Correspondência: Rua Piauí, 69/502, Santa Efigenia - Belo Horizonte MG CEP: Resumo: O artigo refere-se a um comentário realizado em uma conversação clínica sobre uma entrevista com adolescente. Trata-se de se deparar com formas de uso da linguagem e do sintoma na invenção do sujeito, no sentido de fazer laço e vínculo com o Outro. Palavras-chave: Conversação Clínica; linguagem; psicanálise; adolescente. Abstract: The article refers to a comment made in a conversation on a clinical interview with a teenager. It is faced with forms of language use and symptom in the subject invention, in order to make bond and bond with the Other. Keywords: Clinical Conversation, language, psychoanalysis, and adolescent. 1

2 O convite para participar da VI Conversação clínica me faz produzir sobre minhas inserções institucionais mais recentes e interrogar sobre as consequências dos limites do simbólico na nossa prática. Constatamos que na clinica, cada vez mais, nos deparamos com sujeitos que nos chegam sem uma questão. Eles nos são trazidos pelas famílias, encaminhados pelas escolas (com seus termos de condicionalidade), pelas instituições em geral por motivos que, muitas vezes, não lhes causam sofrimento. As crianças e adolescentes, contudo, têm nos mostrado as soluções que têm encontrado para além do simbólico, o que muito têm nos surpreendido. São sintomas que não encontram, no laço social, uma forma de articulação com o Outro. Sintomas que são denunciados pelo Outro que, frequentemente, não querer se implicar no enfrentamento do caso. O Outro denuncia como algo está fora de ordem, mas o sujeito não se vê representado pelo sintoma, e nem mesmo faz uma tentativa de vinculação. Os sintomas atuais colocam em primeiro plano, como nos indica Miller, uma vertente da linguagem que toca a pulsação mais intima da experiência analítica. Lá onde a palavra perde sua função de comunicação, de informação, para não ser outra coisa que a palpitação de um gozo. Nessa direção, o simbólico deixa de se articular ao sentido e sua função passa a ser a de aparelhar o gozo, quer dizer, dar-lhe corpo, substância, materialidade. Quando nos apoiamos no seminário sobre o sinthoma, percebemos que o Nome-do-Pai trazia a crença humana de que há sentido no real. A partir do momento que o Nome-do-Pai deixa de ser a garantia de que, gozo e sentido não se separam, surge o Outro barrado, ou seja, o Outro marcado pela inconsistência ou pela incompletude. Ao barrar o Outro, Lacan aponta para a impossibilidade de uma relação de alteridade estabelecida nos moldes de problemasolução. Nem todo problema encontrará uma solução no campo do Outro; trata-se de um ordenamento simbólico repleto de restos que são excluídos de qualquer sentido. Há a constatação de que as respostas do Outro são insuficientes. É possível identificar um percurso que vai de uma clinica lacaniana que tem o Nomedo-pai como garantia simbólica suficientemente consistente, que diferencia neurose e psicose com base no Nome-do-Pai e sua foraclusão, para a clínica lacaniana que reconhece a inconsistência do Outro, vacilando profundamente o modo como o sujeito constrói uma resposta para sua existência. A inexistência do Outro condiciona, nos diz Miller (2003), o sujeito a se tornar inventor. O sujeito é particularmente levado a instrumentalizar a linguagem. 2

3 O termo invenção está profundamente ligado à noção de que o Outro não existe, profundamente ligado à idéia de que o Outro é uma invenção. O meu convite hoje é para conversarmos sobre a questão que o caso Lucas suscitou em mim: qual a invenção que tem ancorado este sujeito? Poderíamos pensar que o modo como Lucas se apresenta na entrevista seria uma invenção, uma maneira de fazer uso da linguagem? Isso eu não posso falar não, sô. Tem nem como falar não. Tem nem como falar isso não, sô. Não lembro não. Não lembro. Tem um tempão A droga acaba com os neurônios. Não! Aí não, né? Esquecer onde eu morava? Não tem como falar não. Tem um tempão já. Não sei o que ele tava fazendo não. Não sei nada da vida dela não, sô! Não gosto, não converso, não faço nada. Lógico que não! Nada. Não gosto de nada Não posso explicar isso não. Não gosto de conversar. Não posso explicar isso não Tenho (lembrança) não, sô. Nem lembro não. Tem um tempão. Não lembro do passado não, sô. A droga comeu os neurônios. 3

4 Eu não gosto de comentar não. Não penso no futuro não. Ao me deparar com essa pulsação cadenciada fui remetida a algumas discussões com Célio Garcia, em que ele propõe uma leitura do livro Bartleby, o escrivão de Herman Melville ( ), onde o protagonista, que é escrivão, introduz a frase preferiria não às demandas do chefe do escritório em que trabalhava. Uma escuta apressada poderia tomar o preferiria não como marca de abandono, de desistência, como mero enfrentamento ou demonstração de revolta. No entanto, Célio entende que o preferiria não apontava para uma invenção a ser explorada - invenção comentada por Miller como "uma criação a partir de materiais existentes - uma bricolagem." O desafio colocado seria sair do campo relacional do laço social, relacionamento social, da inserção, para entender o enunciado de modo literal. Ele diz preferiria não e não prefiro não ou não me importo. A resposta de Bartleby ao chefe, não nega o predicado; antes, afirma um não-predicado: ele não diz que não quer fazer, diz que prefere não fazer tal coisa, reservando-se a possibilidade futura, mantida em suspenso. Uma leitura apressada da resposta de Bartleby, poderia nos remeter, nos adverte Célio, a uma posição marginal que não leva a nada. Trabalhando o caso Lucas nessa perspectiva, pensamos que ao responder com várias modalidades linguísticas às perguntas da entrevistadora, ele não recusa o dispositivo da entrevista. Não se nega a dizer e serve-se do simbólico para dizer que tem nem como falar isso não. Quando interrogado sobre outras coisas ele nos mostra que não sustenta uma posição débil. Explica-nos muito bem o que estava fazendo ali, e o que tem que fazer para sair dali, e considera a complexidade que é "mudar de vida". Utiliza de certo cinismo ao enfatizar que "é obvio" que ele sabe de muitas coisas e que não está em uma posição de não saber: Não, aí não, né!? Esquecer de onde eu morava? É importante observar que a posição de Lucas não faz apelo à tolerância, nem tão pouco à inclusão. Lucas não me parece adepto de uma "pedagogia corretiva". Ele se mantém firme na posição em que se instalou. Célio Garcia nos convida a imaginar as variedades desse gesto no espaço público atual. Os chamados espaços da contemporaneidade. Há grandes oportunidades de uma nova carreira aqui! Junte-se a nós. 4

5 Ou também: Descubra as profundezas do seu verdadeiro eu, encontre a paz interior! Ao que Lucas parece responder "aí não, né", ou como escutamos na voz dos meninos: me inclui fora dessa, e assim por diante. Assim, o tem nem como falar isso não, seria o gesto de Lucas que poderia ser escutado como o que resta do complemento da Lei quando seu lugar é esvaziado de todo conteúdo superegóico obsceno? Laurent (2011) nos adverte que a estrutura de linguagem não mais dá conta de tocar o sujeito em sua invenção, no entanto é preciso, como acompanhamos o esforço de Ana Lydia, insistir por meio da fala, pois não temos outro instrumento para articular essa invenção. A condução da entrevista demonstra o cuidado em não procurar algo que saciaria um furor terapêutico, mas em poder encontrar e se interessar pela invenção deste adolescente. Laurent (2011) enfatiza que o fato do tratamento analítico se orientar pelo Real não quer dizer que ele se oriente para o real. Antes se trata de que o real seja o que dirige o tratamento, assim como o que dirige nossas vidas e nossas instituições. E há que saber localizá-lo e lidar com ele a cada vez, sem deixar-se aspirar por completo. E nos orienta que se por um lado, ninguém mais sabe do que ele ou ela fala, por outro, o único limite, ou seja, o único momento em que toda essa atividade ganha um sentido, é o momento de angustia. Ou seja, o ponto de real só é alcançado quando o sujeito dá testemunho de sua angústia. Extraímos o momento da entrevista em que supomos que foi possível localizar um ponto de angustia de Lucas. AL: Dá pra você me contar alguma? (do que ele não gosta na mãe). L: Dá não. AL: Por quê? Nossa você guarda muita coisa com você. L: De ruindade eu guardo mesmo. AL: De ruindade? Assim você acaba virando um cofre de ruindade, tem que soltar um pouquinho. Não tem ninguém aqui para você falar sobre essas coisas? E essas ruindades? O que acontecia? O que acontecia de ruindade? L: Ah, muitas coisas. 5

6 AL: O quê? Conta uma. É difícil falar disso? L: Eu não gosto de comentar não. AL: Mas você sabe que é importante você comentar isso com a pessoa que te atende aqui? Com a psicóloga que te acompanha. É, mas é dessas coisas que te incomodam que a gente conversa. Por que lá, aqui tudo bem, tem muita gente. Mas lá, o que você for falar com ela vai ficar entre você e ela. Que o que você conversar com ela vai ficar entre vocês dois? Que ela não vai falar para ninguém? L: Ela já me falou esses trens. AL: Então, é importante você comentar, se não, só fica guardando essas coisas ruins, sendo que as coisas poderiam ser diferentes para você... Isso que você está chamando de as maldades. É assim mesmo que você chama? E desse lado das maldades tem mais alguém? Tem as professoras, tem sua mãe. Tem mais alguém que seja colocado por você? Quem? L: A polícia me confundiu com outra pessoa, com os meninos lá perto de casa. O cara fez de ruindade. AL: De novo as maldades, confundiram você com outro. Então tem as maldades da polícia também. Tem mais alguma? L: Polícia. Já apanhei demais. Meu irmão também estava envolvido. AL: Seu irmão? A polícia pegou seu irmão e você apanhou também? L: Foi. Covardia demais. AL: Covardia? L: É, bateu em nós. Deu tiro lá. AL: É, algumas vezes você foi confundido com outra pessoa. E quase pagou o pato. L: Quase. AL: Falaria que essas são as maldades, é? E teve mais alguma coisa que aconteceu com você? L: Não sei, porque se não eu vou morrer lá. 6

7 AL: Alguém já morreu? Porque iria acontecer isso com você, iriam dar um tiro para o seu lado? L: O cara chegou lá na boca e deu um tiro para o meu lado. AL: Ah é? Mas ele sabia o que estava fazendo? L: Sabia o que estava fazendo, ué. AL: Você acha que ele tinha algum motivo para fazer isso? L: Ele gostava de incomodar, ué. Mas posso buscar um revolver e matar ele. Lógico, ele me matou e eu vou matar ele. AL: Mas ele te matou? L: Não, se ele me matar, vou matar ele... Se não eu vou morrer. Não matou porque fui acautelado lá no CEIP. AL: Bom, então agora já são três maldades. Tem mais alguma? L: Ah, matar os outros lá, ué. AL: Como que é? L: Dá uma briga e ter que matar os outros. Eu fui lá, mas ele não tava lá não. AL: Agora você está falando das suas maldades? L: Isso. AL: E que cara que é esse, que você quer matar? L: Um cara lá. AL: Que cara? Que ele fez para você? L: Queria me dar facadas. AL: Então essa é uma maldade, ele queria te dar facadas. L: Por isso fui atrás dele. 7

8 AL: Bom, dessas quatro situações que você me contou, tem sempre alguém te ameaçando e você se sente ameaçado e acha que a única solução é acabar com a pessoa. L: É lógico, vai tirar a minha vida. AL: Alguém querendo tirar a sua vida e você vai e tenta tirar a vida da outra pessoa. L: É lógico. O que para Lucas é lógico? Qual a lógica de Lucas? A pontuação fundamental que nos guia, segundo Laurent (2011), é a da angustia, seja da alucinação, seja do acting-out, é aquela que assinala os momentos nos quais a enunciação vem se inscrever num texto do qual, de repente, ela emerge quando, normalmente, ela não deveria ter podido fazê-lo. E podemos perguntar do que se trata quando Lucas nos diz:"ele me matou eu vou matar ele". Minha leitura é que Lucas nos mostra sua lógica. Ele se dispõe a "comentar" dessas coisas que ele "não gosta de comentar não". Nos diz então, do que o aflige. Sejam estas maldades ou bondades, ele nos diz que a aflição é sempre um ponto difícil de dizer. Algo do qual sempre faltam palavras. Principalmente para Lucas que talvez tenha tido poucas oportunidades de dizer desta falta de palavras, com as suas palavras. Podemos acompanhar que o momento mais confuso da entrevista, é quando ele tenta dizer. É um momento difícil de entender. Nestes momentos onde muitos adolescentes se exibem, mostrando ao público suas "ruindades", Lucas se embaraça. Ele nos mostra que é difícil para ele falar "não tem como falar isso não, so" e que talvez esta seja sua invenção, sua forma de fazer um laço, mesmo que precário, com o Outro. Um novo laço como o produzido por Bartleby e havemos que escutalo mesmo com toda a dificuldade de reconhecer o que ele esta falando. Talvez seja tão difícil reconhecermos, (como os autores se debateram com a posição de Bartleby) por ser um laço que não conhecemos, não é nossa forma de enlaçamento. Penso que devemos estar atentos a armadilha de, ao não entendermos o que Lucas e tantos outros jovens estão dizendo, cairmos no equivoco de tentar compreende-los. Referências Bibliográficas: GARCIA, Celio; "Laço social e Lei: eu preferiria não!" testo inédito apresentado no Núcleo de Psicanálise e Direito. LACAN, J. O Seminário, Livro 23: O Sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,

9 MILLER A invenção psicótica in: Opção Lacaniana nº 36, São Paulo 2003 MILLER, J.- A. Seminário de Orientação Lacaniana: Coisas de Fineza. 2009, (divulgação interna da EBP) LAURENT, Éric "O programa de gozo não virtual" in: Correio Revista da Escola Brasileira de Psicanálise, São Paulo, abril, Recebido em Setembro de 2011 Aceito em Setembro de

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

Almanaque on-line entrevista Uma questão para a AMP-América

Almanaque on-line entrevista Uma questão para a AMP-América Almanaque on-line entrevista Uma questão para a AMP-América Entrevistada: Elisa Alvarenga Diretora Geral do IPSM-MG e Presidente da FAPOL (Federação Americana de Psicanálise de Orientação Lacaniana). E-mail:

Leia mais

A ética do tratamento psicanalítico: diagnóstico diferencial.

A ética do tratamento psicanalítico: diagnóstico diferencial. A ética do tratamento psicanalítico: diagnóstico diferencial. Claudia Wunsch. Psicóloga. Pós-graduada em Psicanálise Clínica (Freud/Lacan) Unipar - Cascavel- PR. Docente do curso de Psicologia da Faculdade

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

ISSO NÃO ME FALA MAIS NADA! (SOBRE A POSIÇÃO DO ANALISTA NA DIREÇÃO DA CURA) 1

ISSO NÃO ME FALA MAIS NADA! (SOBRE A POSIÇÃO DO ANALISTA NA DIREÇÃO DA CURA) 1 ISSO NÃO ME FALA MAIS NADA! (SOBRE A POSIÇÃO DO ANALISTA NA DIREÇÃO DA CURA) 1 Arlete Mourão 2 Essa frase do título corresponde à expressão utilizada por um ex-analisando na época do final de sua análise.

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA:

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: CRENÇAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE ACERCA DO CUIDADO DA PESSOA EM SOFRIMENTO MENTAL. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Faculdade de Filosofia Ciências

Leia mais

Tudo que você precisa saber a respeito de Deus está esta escrito no Salmo 23. Tudo que você precisa saber a teu respeito está escrito no Salmo 23.

Tudo que você precisa saber a respeito de Deus está esta escrito no Salmo 23. Tudo que você precisa saber a teu respeito está escrito no Salmo 23. Tema: DEUS CUIDA DE MIM. Texto: Salmos 23:1-6 Introdução: Eu estava pesando, Deus um salmo tão poderoso até quem não está nem ai prá Deus conhece uns dos versículos, mas poderosos da bíblia e o Salmo 23,

Leia mais

Há um acontecimento de corpo

Há um acontecimento de corpo Opção Lacaniana online nova série Ano 5 Número 13 março 2014 ISSN 2177-2673 1 Ram Avraham Mandil Para uma discussão sobre a lógica do tratamento a partir do Seminário...ou pior, de Jacques Lacan, gostaria

Leia mais

Você, no entanto, pode nos ajudar!

Você, no entanto, pode nos ajudar! Este livro pode ser adquirido por educação, negócios, vendas ou uso promocional. Embora toda precaução tenha sido tomada na preparação deste livro, o autor não assume nenhuma responsabilidade por erros

Leia mais

AS TRÊS EXPERIÊNCIAS

AS TRÊS EXPERIÊNCIAS Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 8 Ọ ANO EM 2014 Disciplina: PoRTUGUÊs Prova: desafio nota: Texto para as questões de 1 a 7. AS TRÊS EXPERIÊNCIAS Há três coisas para

Leia mais

2- Ruptura com o Gozo Fálico: como Pensar a Neurose e a Psicose em Relação à Toxicomania?

2- Ruptura com o Gozo Fálico: como Pensar a Neurose e a Psicose em Relação à Toxicomania? 2- Ruptura com o Gozo Fálico: como Pensar a Neurose e a Psicose em Relação à Toxicomania? Giselle Fleury(IP/UERJ), Heloisa Caldas(IP/UERJ) Para pensar, neste trabalho, a neurose e a psicose em relação

Leia mais

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um.

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um. coleção Conversas #10 - junho 2014 - Eu sou Estou garoto num de programa. caminho errado? Respostas para algumas perguntas que podem estar sendo feitas Garoto de Programa por um. A Coleção CONVERSAS da

Leia mais

Estudo Bíblico Colossenses Guia do Líder Por Mark Pitcher. LIÇÃO 1 SUA MAIOR PRIORIDADE - Colossenses 3:1-4

Estudo Bíblico Colossenses Guia do Líder Por Mark Pitcher. LIÇÃO 1 SUA MAIOR PRIORIDADE - Colossenses 3:1-4 Estudo Bíblico Colossenses Guia do Líder Por Mark Pitcher Os quatro estudos a seguir tratam sobre a passagem de Colossenses 3:1-17, que enfatiza a importância de Jesus Cristo ter sua vida por completo.

Leia mais

Título: Entrevista com Fabián Naparstek

Título: Entrevista com Fabián Naparstek Título: Entrevista com Fabián Naparstek Autor: Didier Velásquez Vargas Psicanalista em Medellín, Colômbia. Psychoanalyst at Medellín, Colômbia. E-mail: didiervelasquezv@une.net.co Resumo: Entrevista com

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

MOURA, Marisa Decat de (ORG). Psicanálise e hospital 3 Tempo e morte: da urgência ao ato analítico. Revinter: Rio de Janeiro, 2003.

MOURA, Marisa Decat de (ORG). Psicanálise e hospital 3 Tempo e morte: da urgência ao ato analítico. Revinter: Rio de Janeiro, 2003. MOURA, Marisa Decat de (ORG). Psicanálise e hospital 3 Tempo e morte: da urgência ao ato analítico. Revinter: Rio de Janeiro, 2003. Prefácio Interessante pensar em um tempo de começo. Início do tempo de

Leia mais

- Se for pra mim, eu não estou. - Ah. Oi... Está sim. Espera um minutinho.

- Se for pra mim, eu não estou. - Ah. Oi... Está sim. Espera um minutinho. 1 AMAR... dir: Carlos Gregório CASA DE LAURA... - Você não vai dizer nada? - O que você quer que eu diga? - Qualquer coisa. - Olha,... Não foi tão importante pra mim... - Não... foi!!? - É... É isso mesmo.

Leia mais

Violência Doméstica contra Crianças sob a

Violência Doméstica contra Crianças sob a Apresentação Maria Alice Barbosa de Fortunato Autores: Kássia Cristina C. Pereira* Maria Alice B. Fortunato* Marilurdes A. de M. Álvares* Orientadora: Lygia Maria Pereira da Silva** * Fiocruz CPQAM/ NESC

Leia mais

Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN 2177-2673. Há um(a) só. Analícea Calmon

Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN 2177-2673. Há um(a) só. Analícea Calmon Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN 2177-2673 Analícea Calmon Seguindo os passos da construção teórico-clínica de Freud e de Lacan, vamos nos deparar com alguns momentos de

Leia mais

Encontros de vida que se faz vivendo.

Encontros de vida que se faz vivendo. Encontros de vida que se faz vivendo. Thatiane Veiga Siqueira 1 A menina do coração de chocolate. Juliana tem nove anos, é uma menina de olhos esbugalhados, com sorriso fácil, ao primeiro olhar já se vê

Leia mais

CONTEMPORANEIDADE. Palavras-chave: pai, interdição do incesto, Lei, complexo de Édipo, contemporaneidade, psicanálise.

CONTEMPORANEIDADE. Palavras-chave: pai, interdição do incesto, Lei, complexo de Édipo, contemporaneidade, psicanálise. A FUNÇÃO DO PAI NA INTERDIÇÃO E NA LEI: UMA REFLEXÃO SOBRE IDENTIFICAÇÃO E VIOLÊNCIA NA CONTEMPORANEIDADE. Jamille Mascarenhas Lima Psicóloga, Universidade Federal da Bahia. Especialista em psicomotricidade,

Leia mais

Apresentação dos convidados e do moderador. Como vai a vida. O que está acontecendo de bom e de ruim.

Apresentação dos convidados e do moderador. Como vai a vida. O que está acontecendo de bom e de ruim. PESQUISA SEGUROS ROTEIRO 1. Abertura da reunião Apresentação dos convidados e do moderador 2. Aquecimento Como vai a vida. O que está acontecendo de bom e de ruim. Está dando para viver? 3. Valores (espontâneo)

Leia mais

A fala freada Bernard Seynhaeve

A fala freada Bernard Seynhaeve Opção Lacaniana online nova série Ano 1 Número 2 Julho 2010 ISSN 2177-2673 Bernard Seynhaeve Uma análise é uma experiência de solidão subjetiva. Ela pode ser levada suficientemente longe para que o analisante

Leia mais

Alô, alô. www.bibliotecapedrobandeira.com.br

Alô, alô. www.bibliotecapedrobandeira.com.br Alô, alô Quero falar com o Marcelo. Momento. Alô. Quem é? Marcelo. Escuta aqui. Eu só vou falar uma vez. A Adriana é minha. Vê se tira o bico de cima dela. Adriana? Que Adriana? Não se faça de cretino.

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

Resumos. Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica

Resumos. Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica Inovação em psicanálise: rumos e perspectivas na contemporaneidade Quarta-feira 10/6 10h30-12h Mesa-redonda Saúde mental e psicanálise

Leia mais

2014 Agosto Ed. 15 1

2014 Agosto Ed. 15 1 2014 Agosto Ed. 15 1 2 2014 Agosto Ed. 15 Editorial Caros assinantes, Como sinalizamos na edição de julho, esta edição fala sobre Felicidade. Começar a construir uma edição abordando um tema tão profundo

Leia mais

Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil

Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil Integração social e Segregação real: uma questão para as medidas socioeducativas no Brasil Fídias Gomes Siqueira 1 Andréa Maris Campos Guerra 2 [...] a gente carecia de querer pensar somente nas coisas

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Alexandre da Silva França. Eu nasci em 17 do sete de 1958, no Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu sou tecnólogo em processamento de dados. PRIMEIRO DIA

Leia mais

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque Fantasmas da noite Uma peça de Hayaldo Copque Peça encenada dentro de um automóvel na Praça Roosevelt, em São Paulo-SP, nos dias 11 e 12 de novembro de 2011, no projeto AutoPeças, das Satyrianas. Direção:

Leia mais

O que dizem os autistas?

O que dizem os autistas? Opção Lacaniana online nova série Ano 4 Número 11 julho 2013 ISSN 2177-2673 1 Iván Ruiz Acero (ELP) Quem escuta hoje os sujeitos autistas? De que maneira escutamos seu saber silencioso? Atualmente a palavra

Leia mais

Indice. Bullying O acaso... 11

Indice. Bullying O acaso... 11 Indice Bullying O acaso... 11 Brincadeira de mau gosto. Chega! A história... 21 O dia seguinte... 47 A paixão... 53 O reencontro... 61 O bullying... 69 9 Agosto/2010 O acaso Terça-feira. O sol fazia um

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

APO TAME TOS SOBRE A A GÚSTIA EM LACA 1

APO TAME TOS SOBRE A A GÚSTIA EM LACA 1 APO TAME TOS SOBRE A A GÚSTIA EM LACA 1 Elza Macedo Instituto da Psicanálise Lacaniana IPLA São Paulo, 2008 A angústia é um afeto Lacan (2005) dedica o Seminário de 1962-1963 à angústia. Toma a experiência

Leia mais

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido.

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Assim que ela entrou, eu era qual um menino, tão alegre. bilhete, eu não estaria aqui. Demorei a vida toda para encontrá-lo. Se não fosse o

Leia mais

Na Internet Gramática: atividades

Na Internet Gramática: atividades Na Internet Gramática: atividades Dica: Antes de fazer as atividades abaixo, leia os documentos Modo subjuntivo geral e Presente do subjuntivo, no Banco de Gramática. 1. No trecho a seguir, extraído da

Leia mais

O Coração Sujo. Tuca Estávamos falando sobre... hm, que cheiro é esse? Tuca Parece cheiro de gambá morto afogado no esgoto.

O Coração Sujo. Tuca Estávamos falando sobre... hm, que cheiro é esse? Tuca Parece cheiro de gambá morto afogado no esgoto. O Coração Sujo Personagens - Tuca - Teco - Tatá - Tia Tuca e Tatá estão conversando. Teco chega. Teco Oi, meninas, sobre o que vocês estão falando? Tuca Estávamos falando sobre... hm, que cheiro é esse?

Leia mais

1º Domingo de Agosto Primeiros Passos 02/08/2015

1º Domingo de Agosto Primeiros Passos 02/08/2015 1º Domingo de Agosto Primeiros Passos 02/08/2015 JESUS ESTÁ COMIGO QUANDO SOU DESAFIADO A CRESCER! OBJETIVO - Saber que sempre que são desafiados a crescer ou assumir responsabilidades, Jesus está com

Leia mais

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Autora: Tell Aragão Personagens: Carol (faz só uma participação rápida no começo e no final da peça) Mãe - (só uma voz ela não aparece) Gigi personagem

Leia mais

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA Entrevista realizada em: 5.6.2013 Hora: 16h30min. Local: Sala do prof. Almir Bueno CERES Caicó/RN

Leia mais

Instituto de Psicanálise e Saúde Mental de Minas Gerais - Almanaque On-line n.6

Instituto de Psicanálise e Saúde Mental de Minas Gerais - Almanaque On-line n.6 Psicanálise e Saúde Mental Helenice Saldanha de Castro Resumo: Este artigo faz um contraponto entre dois textos de Jacques Alain Miller, a saber, Saúde Mental e Ordem Pública e A salvação pelos dejetos,

Leia mais

Os princípios da prática analítica com crianças

Os princípios da prática analítica com crianças Os princípios da prática analítica com crianças Cristina Drummond Palavras-chave: indicação, tratamento, criança, princípios. As indicações de um tratamento para crianças Gostaria de partir de uma interrogação

Leia mais

Entrevista 1.02 - Brenda

Entrevista 1.02 - Brenda Entrevista 1.02 - Brenda (Bloco A - Legitimação da entrevista onde se clarificam os objectivos do estudo, se contextualiza a realização do estudo e participação dos sujeitos e se obtém o seu consentimento)

Leia mais

Projetos sociais. Criança Futuro Esperança

Projetos sociais. Criança Futuro Esperança Projetos sociais Newsletter externa ABB - Projetos sociais Criança Futuro Esperança Maria Eslaine conta sobre o início de seu curso profissionalizante 02 De ex-aluno do projeto a funcionário da ABB 04

Leia mais

Lembro-me do segredo que ela prometeu me contar. - Olha, eu vou contar, mas é segredo! Não conte para ninguém. Se você contar eu vou ficar de mal.

Lembro-me do segredo que ela prometeu me contar. - Olha, eu vou contar, mas é segredo! Não conte para ninguém. Se você contar eu vou ficar de mal. -...eu nem te conto! - Conta, vai, conta! - Está bem! Mas você promete não contar para mais ninguém? - Prometo. Juro que não conto! Se eu contar quero morrer sequinha na mesma hora... - Não precisa exagerar!

Leia mais

Latusa Digital ano 3 Nº 24 setembro de 2006

Latusa Digital ano 3 Nº 24 setembro de 2006 Latusa Digital ano 3 Nº 24 setembro de 2006 Filho, não vês que estou queimando! Ondina Maria Rodrigues Machado * Fui a Salvador para o XV Encontro Brasileiro do Campo Freudiano, mas não só para isso. Fui

Leia mais

A Virada: contenido. Lecciones 1-100 de A Virada. A Gente. acabou de acontecer, acabei de comprar, acabei de chegar. Adverbios & Adjetivos

A Virada: contenido. Lecciones 1-100 de A Virada. A Gente. acabou de acontecer, acabei de comprar, acabei de chegar. Adverbios & Adjetivos A Virada: contenido Lecciones 1-100 de A Virada A Gente ACABAR de Adverbios & Adjetivos A gente vai acabou de acontecer, acabei de comprar, acabei de chegar fácil (adjective) facilmente (adverb) Adverbios

Leia mais

OS 4 PASSOS ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM HIGHSTAKESLIFESTYLE.

OS 4 PASSOS ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM HIGHSTAKESLIFESTYLE. OS 4 PASSOS PARA VOCÊ COMEÇAR A VIVER EM ALTA PERFORMANCE A PARTIR DE AGORA HIGHSTAKESLIFESTYLE. Hey :) Gabriel Goffi aqui. Criei esse PDF para você que assistiu e gostou do vídeo ter sempre por perto

Leia mais

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987)

O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) O REAL DA LÍNGUA O REAL DA HISTÓRIA considerações a partir do texto La Lengua de Nunca Acabar. Pêcheux e Gadet (1987) Blanca de Souza Viera MORALES (UFRGS) Para Pêcheux e Gadet a lingüística não pode reduzir-se

Leia mais

JANELA SOBRE O SONHO

JANELA SOBRE O SONHO JANELA SOBRE O SONHO um roteiro de Rodrigo Robleño Copyright by Rodrigo Robleño Todos os direitos reservados E-mail: rodrigo@robleno.eu PERSONAGENS (Por ordem de aparição) Alice (já idosa). Alice menina(com

Leia mais

Não é o outro que nos

Não é o outro que nos 16º Plano de aula 1-Citação as semana: Não é o outro que nos decepciona, nós que nos decepcionamos por esperar alguma coisa do outro. 2-Meditação da semana: Floresta 3-História da semana: O piquenique

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

Como falar com uma pessoa poderá me ajudar?

Como falar com uma pessoa poderá me ajudar? Como falar com uma pessoa poderá me ajudar? Aline Cerdoura Garjaka Encontrei, no seminário de 1976-77, Como viver junto, de Roland Barthes, a seguinte passagem (cito): Portanto, eu dizia É com essas palavras

Leia mais

A criança preocupada. Claudia Mascarenhas Fernandes

A criança preocupada. Claudia Mascarenhas Fernandes A criança preocupada Claudia Mascarenhas Fernandes Em sua época Freud se perguntou o que queria uma mulher, devido ao enigma que essa posição subjetiva suscitava. Outras perguntas sempre fizeram da psicanálise

Leia mais

internetsegura.fde.sp.gov.br

internetsegura.fde.sp.gov.br PROJETO: HISTORIA: PÁGINA: ANO:! internetsegura.fde.sp.gov.br Internet Segura. Bom para você! Olá! A campanha Internet Segura. Bom para você! apresenta duas histórias em quadrinhos em que seus personagens

Leia mais

MINHA HISTÓRIA NO NOVOTEL

MINHA HISTÓRIA NO NOVOTEL MINHA HISTÓRIA NO NOVOTEL Lembro-me que haviam me convocado para uma entrevista de trabalho no NOVOTEL. Lembro-me de estar ansioso e ter passado a noite anterior preparando a minha entrevista. Como iria

Leia mais

Entendendo o que é Gênero

Entendendo o que é Gênero Entendendo o que é Gênero Sandra Unbehaum 1 Vila de Nossa Senhora da Piedade, 03 de outubro de 2002 2. Cara Professora, Hoje acordei decidida a escrever-lhe esta carta, para pedir-lhe ajuda e trocar umas

Leia mais

As prostitutas de BH perguntam: e a gente, como fica?

As prostitutas de BH perguntam: e a gente, como fica? As prostitutas de BH perguntam: e a gente, como fica? Categories : Copa Pública Date : 18 de setembro de 2012 Maria Aparecida Menezes Vieira, a Cida, de 46 anos, há mais de 20 anos faz ponto na rua Afonso

Leia mais

Avaliação. Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA. MSc. Psicologia. Esp. Neusopsicologia. Esp.Psicopedagogia. Terapeuta Cognitivo-Comportamental

Avaliação. Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA. MSc. Psicologia. Esp. Neusopsicologia. Esp.Psicopedagogia. Terapeuta Cognitivo-Comportamental Avaliação & Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA MSc. Psicologia Esp. Neusopsicologia Esp.Psicopedagogia Terapeuta Cognitivo-Comportamental Coordenadora do Curso de TCC Aplicada a crianças e adolescentes

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

ATIVIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA-4º ANO

ATIVIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA-4º ANO Disciplina : Língua Portuguesa Professora: Nilceli Barueri, / 08 / 2010 2ª postagem Nome: n.º 4º ano ATIVIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA-4º ANO Queridos alunos, aqui está a segunda postagem de Língua Portuguesa.

Leia mais

Transferência e desejo do analista: os nomes do amor na experiência analítica ou Amar é dar o que não se tem

Transferência e desejo do analista: os nomes do amor na experiência analítica ou Amar é dar o que não se tem 1 Transferência e desejo do analista: os nomes do amor na experiência analítica ou Amar é dar o que não se tem Palavras-chave: Transferência, Desejo do analista, Formação Que haja amor à fraqueza, está

Leia mais

O que fazer em meio às turbulências

O que fazer em meio às turbulências O que fazer em meio às turbulências VERSÍCULO BÍBLICO Façam todo o possível para viver em paz com todos. Romanos 12:18 OBJETIVOS O QUÊ? (GG): As crianças assistirão a um programa de auditório chamado Geração

Leia mais

Como fazer seu blog se destacar dos outros

Como fazer seu blog se destacar dos outros Como fazer seu blog se destacar dos outros Fama. Tráfego. Reconhecimento. Muito dinheiro no bolso. Esses itens certamente estão presentes na lista de desejos de quase todos os blogueiros. Afinal, ninguém

Leia mais

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO Por que ler este livro? Você já escutou histórias de pessoas que ganharam muito dinheiro investindo, seja em imóveis ou na Bolsa de Valores? Após ter escutado todas essas

Leia mais

Facilitando a criação e distribuição de conteúdos, a SaferNet Brasil licencia seus materiais de forma aberta através do Creative Commons.

Facilitando a criação e distribuição de conteúdos, a SaferNet Brasil licencia seus materiais de forma aberta através do Creative Commons. Olá, você esta acessando um dos materiais vencedores no concurso InternÉtica 2011, realizado pela SaferNet Brasil e o Instituto Childhood Brasil. Facilitando a criação e distribuição de conteúdos, a SaferNet

Leia mais

coleção Conversas #14 - outubro 2014 - e r r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #14 - outubro 2014 - e r r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. não Eu Não r que o f existe coleção Conversas #14 - outubro 2014 - a z fu e r tu r uma fa o para c ul m d im ad? e. Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção

Leia mais

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. coleção Conversas #6 Eu Posso com a s fazer próprias justiça mãos? Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

O dia em que parei de mandar minha filha andar logo

O dia em que parei de mandar minha filha andar logo O dia em que parei de mandar minha filha andar logo Rachel Macy Stafford Quando se está vivendo uma vida distraída, dispersa, cada minuto precisa ser contabilizado. Você sente que precisa estar cumprindo

Leia mais

AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL

AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA: LINGUAGEM ESCRITA E ORAL Ana Virgínia Carvalho Moreira * Emanuela Maciel Cariri dos Santos * Fabiana Sousa dos Anjos * Geovânio Alves da Silva * Jardel Britto Ferreira *

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

Rafael Saliba Regis Fundação de Assistência Especializada de Nova Lima - FAENOL

Rafael Saliba Regis Fundação de Assistência Especializada de Nova Lima - FAENOL QUANDO A CLÍNICA ENCONTRA A ESCOLA: O TRATAMENTO DO AUTISMO E AS SAÍDAS POSSÍVEIS DE UMA INCLUSÃO Rafael Saliba Regis Fundação de Assistência Especializada de Nova Lima - FAENOL Rua Divinópolis, 318/201,

Leia mais

Quem te fala mal de. 10º Plano de aula. 1-Citação as semana: Quem te fala mal de outra pessoa, falará mal de ti também." 2-Meditação da semana:

Quem te fala mal de. 10º Plano de aula. 1-Citação as semana: Quem te fala mal de outra pessoa, falará mal de ti também. 2-Meditação da semana: 10º Plano de aula 1-Citação as semana: Quem te fala mal de outra pessoa, falará mal de ti também." Provérbio Turco 2-Meditação da semana: Mestre conselheiro- 6:14 3-História da semana: AS três peneiras

Leia mais

Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 2 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Ivo Barcelos Assumpção, nasci dia 13 do doze de 1954 em Rezende, Estado do Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu estudei engenharia química na UFRJ, entrei

Leia mais

SEU GUIA DEFINITIVO PARA PLANEJAR E EXECUTAR DE UMA VEZ POR TODAS SEU SONHO ENGAVETADO

SEU GUIA DEFINITIVO PARA PLANEJAR E EXECUTAR DE UMA VEZ POR TODAS SEU SONHO ENGAVETADO FAÇA ACONTECER AGORA MISSÃO ESPECIAL SEU GUIA DEFINITIVO PARA PLANEJAR E EXECUTAR DE UMA VEZ POR TODAS SEU SONHO ENGAVETADO RENATA WERNER COACHING PARA MULHERES Página 1 Q ue Maravilha Começar algo novo

Leia mais

MARIANA: Fátima? Você tem certeza que seu pai vai gostar? Ele é meio careta, apesar de que é uma linda homenagem.

MARIANA: Fátima? Você tem certeza que seu pai vai gostar? Ele é meio careta, apesar de que é uma linda homenagem. Pais e filhos 1º cena: música ambiente (início da música pais e filhos legião urbana - duas pessoas entram com um mural e começam a confeccionar com frases para o aniversário do pai de uma delas (Fátima),

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo

Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação na Clínica Extensa Leila Souza Alves de Araújo Entrelaçamentos entre Arte e Interpretação é o que se busca promover a partir da realização do Projeto Transformador:

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

AJUDA DE MÃE. APOIO DO FUNDO SOCIAL EUROPEU: Através do Programa Operacional da Região de Lisboa e Vale do Tejo (PORLVT)

AJUDA DE MÃE. APOIO DO FUNDO SOCIAL EUROPEU: Através do Programa Operacional da Região de Lisboa e Vale do Tejo (PORLVT) AJUDA DE MÃE APOIO DO FUNDO SOCIAL EUROPEU: Através do Programa Operacional da Região de Lisboa e Vale do Tejo (PORLVT) Objectivos: Informar, apoiar, encaminhar e acolher a mulher grávida. Ajudar cada

Leia mais

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA Carolina e, acompanhados de, estão na biblioteca, no mesmo lugar em que o segundo episódio se encerrou.os jovens estão atrás do balcão da biblioteca,

Leia mais

Projeto Gráfico e Editoração Coordenadoria de Comunicação Social. Revisão gramatical Lucia Anilda Miguel

Projeto Gráfico e Editoração Coordenadoria de Comunicação Social. Revisão gramatical Lucia Anilda Miguel Elaboração Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude e Coordenadoria de Comunicação Social do Ministério Público do Estado de Santa Catarina. Contato Rua Bocaiúva, 1.750, 4º andar - Centro -

Leia mais

Sete Motivos Importantes Para Usar Áudio Para Melhorar As Suas Habilidades Em Inglês

Sete Motivos Importantes Para Usar Áudio Para Melhorar As Suas Habilidades Em Inglês Sete Motivos Importantes Para Usar Áudio Para Melhorar As Suas Habilidades Em Inglês Oi! Meu nome é David. Atualmente estou em Imperatriz, Maranhão ajudando pessoas como você aprenderem inglês. Já faz

Leia mais

ANTÔNIO E SEUS AMORES: UM CASO CLÍNICO. Antônio é um jovem de 21 anos que veio à análise a pedido de uma das três

ANTÔNIO E SEUS AMORES: UM CASO CLÍNICO. Antônio é um jovem de 21 anos que veio à análise a pedido de uma das três ANTÔNIO E SEUS AMORES: UM CASO CLÍNICO Sandra Chiabi Antônio é um jovem de 21 anos que veio à análise a pedido de uma das três namoradas. Contou que estava envolvido com as três, e uma delas pedira que

Leia mais

Entrevista com Pedro (nome fictício), egresso do sistema prisional.

Entrevista com Pedro (nome fictício), egresso do sistema prisional. Entrevista com Pedro (nome fictício), egresso do sistema prisional. 1) (Cristiano) Pedro, é o seguinte, estamos construindo aqui um livro falado, e é um livro sobre o exame criminológico. E nós estivemos

Leia mais

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA DESENGANO FADE IN: CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA Celular modelo jovial e colorido, escovas, batons e objetos para prender os cabelos sobre móvel de madeira. A GAROTA tem 19 anos, magra, não

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 22

Transcrição de Entrevista n º 22 Transcrição de Entrevista n º 22 E Entrevistador E22 Entrevistado 22 Sexo Masculino Idade 50 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica E - Acredita que a educação de uma criança é diferente perante

Leia mais

Crianças e Meios Digitais Móveis TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS

Crianças e Meios Digitais Móveis TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS Crianças e Meios Digitais Móveis Lisboa, 29 de novembro de 2014 TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS Educação para o uso crítico da mídia 1. Contexto

Leia mais

FRASES RITUALÍSTICAS REFLEXÃO DE NOITE ORDEM E PLENITUDE

FRASES RITUALÍSTICAS REFLEXÃO DE NOITE ORDEM E PLENITUDE FRASES RITUALÍSTICAS REFLEXÃO DE NOITE ORDEM E PLENITUDE A ordem é a maneira Em que o diferente funciona junto. Dali que a variedade e a plenitude são próprios. Intercambia, une os dispersos. E o reúne

Leia mais

PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO.

PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO. Roteiro de Telenovela Brasileira Central de Produção CAPÍTULO 007 O BEM OU O MAL? Uma novela de MHS. PERSONAGENS DESTE CAPÍTULO. AGENOR ALBERTO FERNANDO GABRIELE JORGE MARIA CLARA MARIA CAMILLA MARÍLIA

Leia mais

Egressos e mercado de trabalho. Sonora Édio Araújo : 00:26/00:45

Egressos e mercado de trabalho. Sonora Édio Araújo : 00:26/00:45 Egressos e mercado de trabalho Imagens externas de presídios no Rio de Janeiro. Imagem Édio Araújo Cooperativa eu quero Liberdade. Gráfico e imagens de apoio. Imagem Maíra Fernandes Presidente do conselho

Leia mais

Como fazer contato com pessoas importantes para sua carreira?

Como fazer contato com pessoas importantes para sua carreira? Como fazer contato com pessoas importantes para sua carreira? - Tem alguém com quem você gostaria de fazer contato? - Porque você não o fez até agora? - Por que é importante aprender a fazer esses contatos?

Leia mais

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência 43 5 ADOLESCÊNCIA O termo adolescência, tão utilizado pelas classes médias e altas, não costumam fazer parte do vocabulário das mulheres entrevistadas. Seu emprego ocorre mais entre aquelas que por trabalhar

Leia mais

AT NA ESCOLA: UM DISPOSITIVO POSSÍVEL?

AT NA ESCOLA: UM DISPOSITIVO POSSÍVEL? 1 Autora: Juliana Ribeiro Câmara Lima Eixo Temático: AT e instituição de educação Pertinência Institucional: IECE- Instituto Educacional Casa Escola Domicílio: R Raimundo Chaves, 1652. Casa H 03, Candelária,

Leia mais

A PSICOSE E OS SEMBLANTES DO ANALISTA

A PSICOSE E OS SEMBLANTES DO ANALISTA 1 A PSICOSE E OS SEMBLANTES DO ANALISTA P, 26 anos, natural de SP, solteira, foi encaminhada para o ambulatório do IPq- HC-FMUSP em função de um TOC grave e da refratariedade à terapêutica. Após curta

Leia mais

O sinthome no autismo é o corpo

O sinthome no autismo é o corpo O sinthome no autismo é o corpo M. Aparecida Farage Osorio Na origem do autismo, está a dissociação entre a voz e a linguagem, como proteção da presença sonora real do Outro angustiante. A voz, assim,

Leia mais

Vivendo e aprendendo em família

Vivendo e aprendendo em família Vivendo e aprendendo em família VERSÍCULO BÍBLICO Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado

Leia mais