PADRÃO DE RESPOSTA. Resposta: Diagnóstico 1. Coriorretinopatia Serosa Central. Exames 1. Angiografia fluoresceínica 2. Tomografia de coerência óptica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PADRÃO DE RESPOSTA. Resposta: Diagnóstico 1. Coriorretinopatia Serosa Central. Exames 1. Angiografia fluoresceínica 2. Tomografia de coerência óptica"

Transcrição

1 PADRÃO DE RESPOSTA Questão 1: Paciente feminino de 35 anos com queixa súbita de baixa visual no OD. Sem comorbidades sistêmicas. Ao exame a acuidade visual era sem correção OD 20/60 com metamorfopsia e no OE 20/20. A AV no OD com +1,50 alcançava 20/30. A biomicroscopia de fundo mostrava descolamento no pólo posterior. Não havia sinais inflamatórios. Qual o diagnóstico, evolução provável, exames indicados e tratamento. Diagnóstico 1. Coriorretinopatia Serosa Central Exames 1. Angiografia fluoresceínica 2. Tomografia de coerência óptica Evolução Melhora espontânea em até 4 meses Tratamento Laser focal Micropulso amarelo Questão 2: Paciente de 25 anos, diabético tipo 1 há 20 anos, apresenta turvação vítrea súbita, associada a fotopsia no OD. Portador de alta miopia ( -13,0-2,0 a 90 no OD e -11,0-1,0 a 85) A V com correção era 20/100 no OD e 20/20 no OE. Quais os diagnósticos diferenciais, exames, provável evolução e tratamento? 1. Hemorragia vítrea por rotura retiniana. 2. retinopatia diabética proliferativa com hemorragia vítrea. exames: mapeamento de retina, angiografia fluoresceínica. 1. Laser em rotura ou panfoto se confirmar a RDP.

2 Questão 3: Paciente masculino de 25 anos com diagnóstico de esclerose múltipla se queixa de moscas volantes em ambos os olhos, com baixa visual no OD. Ao exame observa-se células e flare, com PK fibrinóide discreto, turvação vítrea +/4 no OE e ++/4 no OD. Qual o diagnóstico diferencial, exames e conduta terapêutica. 1. Principal hipótese é uveíte intermediária 2. Exames : mapeamento de retina com depresão escleral, angiografia fluoresceínica 3. Tratamento corticóide oral, Peri-ocular, eventualmente imunossupressores ou tratamento com interferon para a esclerose múltipla. Questão 4 Paciente do sexo feminino com 55 anos e diagnóstico de Distrofia endotelial de Fuchs queixa- se de baixa acuidade visual. Ao exame a acuidade visual com a melhor correção é de 20/60 em OD e 20/ 25 em OE, na biomicroscopia a córnea é transparente, sem edema aparente e com gutata 3+/4, catarata nuclear > em OD. A microscopia especular de córnea mostra uma contagem de 1000 céls /mm2 e paquimetria em torno de 550 micra em ambos os olhos. Qual a melhor conduta nesse caso? A resposta deve abranger a indicação de facectomia que pode ser antes do transplante já que a córnea está transparente ou de forma combinada, pois o endotélio já é bem comprometido. Falar sobre as melhores técnicas cirúrgicas da catarata e do transplante de córnea nesse caso. Questão 5 Indivíduo masculino, 20 anos, com miopia moderada ( OD -4,00-1,00 a 180 e OE -3,50-0,75 a 170 ) e visão corrigida de 20/20 em ambos os olhos é candidato a cirurgia refrativa. Que exames complementares devemos utilizar na propedêudica desse paciente para minimizar o risco de ectasia no pós operatório, e qual a melhor técnica cirúrgica a ser empregada nesse caso? Na resposta falar dos sinais biomicroscópicos, dos critérios topográficos do ceratocone, da importância da paquimetria e da tomografia de córnea ( relação da curvatura ant e post, progressão paquimétrica, índices de suspeição), e histerese corneana. Técnicas cirúrgicas: PRK e Lasik com ou sem femtosegundo de acordo com exames

3 Questão 6: Paciente masculino, 60 anos, submetido a ceratotomia radial há 30 anos com 8 incisões em ambos os olhos, refere baixa visual progressiva há 6 meses. Ao exame: Refração OD: +1,50-2, /60 OE: +1,00-1, /50 Ad +2,50 S2 Biomicroscopia: catarata nuclear e capsular posterior ++/4+ em ambos os olhos. Pressão Intraocular e fundo de olho normais Topografia mostra córnea plana com astigmatismo irregular e assimétrico em ambos os olhos PAM 20/20 AO Que cuidados devemos tomar antes e durante a cirurgia para alcançarmos o melhor resultado pósoperatório? Na resposta: Relatar os cuidados na técnica cirúrgica, no cálculo e indicação da melhor da LiO para esse caso. Questão 7: Descreva as características clínicas, diagnóstico diferencial e tratamento da Neoplasia Intraepitelial Corneo conjuntival (NIC). A resposta deve abranger fatores de risco pele clara, radiação UV, tabaco, HPV, uso de lc, HIV. Transformação maligna em 5% dos casos para Ca espinocelula.r Tratamento ressecção + crio, e alternativas mitomicina C tópica, radiação beta, interferon alfa 2b perilesional e tópico. Questão 8: Paciente de 68 anos, hipertenso, queixa-se de diplopia horizontal binocular. Refere que foi submetido à cirurgia de catarata em AO há 6 meses e notou piora da diplopia. Refração: OD : -1,00 esf //-0,25 cil a /25 OE: plano // -0,50 a 120. Na ectoscopia não apresenta estrabismo aparente na posição primária do olhar. Na história patológica pregressa refere AVE isquêmico há 2 anos. Descreva as hipóteses prováveis para a diplopia, a sua propedêutica para o diagnóstico diferencial e conduta.

4 A resposta deve citar: Diplopia monocular: descentração de LiO, maculopatia, catarata, e astigmatismo. Binocular: estrabismo de origem muscular ou neuromuscular. Paresia de VI, paresia incompleta de III, foria descompensada pela pseudofacia. Teste de motilidade: Duções e versões, cover test simples e alternado, dução passiva, forças geradas. * parecer do neurologista / TC ou RNM * CV de Goldman * Avaliar FO (DMRI, memb epirretiniana?) Questão 9: Existe indicação de transplante de córnea em 3 situações clínicas com baixa visual importante: a) ceratocone avançado com afinamento corneano que impede a implantação de anéis intra estromais, b) Leucoma corneano central com neovasos pós úlcera infecciosa, c) ceratopatia bolhosa em olho pseudofácico com diagnóstico de Distrofia endotelial. Cite vantagens e desvantagens das melhores técnicas cirúrgicas que devem ser empregadas em cada caso. Falar as características das técnicas de transplante de córnea a) Lamelar anterior profundo(dalk) b) Penetrante c) Endotelial ( DSAEK e DMEK) Questão 10: Paciente é encaminhado para atendimento no setor de córnea do HFSE com história de trauma ocular com material vegetal há 10 dias, sensação de corpo estranho e baixa visual em OE. Desde então já usou vários colírios e permanece com moxifloxacina de 3/3 horas sem melhora do quadro clínico. AV OD 20/20 OE 20/400 não melhora Biomicroscopia: OD NDN OE Infiltrado denso no estroma corneano de coloração esbranquiçada com 4 mm X 4 mm de diâmetro (vertical/horizontal) atingindo a área pupilar, defeito epitelial associado, bordos mal

5 definidos e anel imunológico circundando a lesão. Reação inflamatória na câmara anterior com hipópio no 1/3 inferior. PiO bidigital normal em ambos os olhos Fundo de olho normal em OD. Indevassável em OE. Qual a sua conduta nesse caso em relação ao diagnóstico e tratamento? Diagnóstico clínico laboratorial de úlcera de córnea infecciosa, cuidados da colheita de material e meios utilizados, úlcera fúngica e diagnóstico diferencial.

TÍTULO: RELATO DE CASO - OCT de segmento anterior na avaliação de edema de córnea

TÍTULO: RELATO DE CASO - OCT de segmento anterior na avaliação de edema de córnea NÚMERO: 18 TÍTULO: RELATO DE CASO - OCT de segmento anterior na avaliação de edema de córnea AUTORES: Nayara Nakamura Hirota¹, Eduardo Buzolin Barbosa¹, Renata Tiemi Kashiwabuchi² 1 Residente do terceiro

Leia mais

Protocolos para exames complementares em oftalmologia

Protocolos para exames complementares em oftalmologia Protocolos para exames complementares em oftalmologia Regulamentar as indicações absolutas para a requisição dos 31 exames complementares oftalmológicos. É necessário entender que cada profissional poderá

Leia mais

NOVA ZONA ÓPTICA VARIÁVEL LÍDER MUNDIAL NO TRATAMENTO DO CERATOCONE

NOVA ZONA ÓPTICA VARIÁVEL LÍDER MUNDIAL NO TRATAMENTO DO CERATOCONE NOVA ZONA ÓPTICA VARIÁVEL LÍDER MUNDIAL NO TRATAMENTO DO CERATOCONE O MAIS COMPLETO E VERSÁTIL SISTEMA PARA REMODELAMENTO CORNEANO EXISTENTE NO MERCADO MUNDIAL. Keraring, segmento de anel corneano intra-estromal,

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA PRELIMINAR

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA PRELIMINAR PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA PRELIMINAR 07/07/2016 09:00-10:30 h Mesa Redonda CATARATA O papel das novas tecnologias na cirurgia de catarata (I) SALA 1 (QUELUZ 2 E 5) 09:00-09:10 Recursos diagnósticos (UBM,

Leia mais

CONSULTA EM OFTALMOLOGIA GERAL CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2

CONSULTA EM OFTALMOLOGIA GERAL CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 CONSULTA EM OFTALMOLOGIA GERAL CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 Motivos para o encaminhamento: 1. Déficit Visual; 2. Cefaléia acompanhada de baixa acuidade visual 3. Retinopatia Diabética 4. Inflamação Ocular;

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ CONSÓRCIO PÚBLICO DA MICRORREGIÃO DE SAUDE DE

ESTADO DO CEARÁ CONSÓRCIO PÚBLICO DA MICRORREGIÃO DE SAUDE DE ESTADO DO CEARÁ CONSÓRCIO PÚBLICO DA MICRORREGIÃO DE SAUDE DE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO SIMPLIFICADO PARA O PREENCHIMENTO DE EMPREGOS PÚBLICOS PARA A POLICLÍNICA DE OFTALMOLOGIA LEIA COM ATENÇÃO TODAS

Leia mais

www.saudedireta.com.br

www.saudedireta.com.br H00-H59 CAPÍTULO VII : Doenças do olho e anexos H00-H06 Transtornos da pálpebra, do aparelho lacrimal e da órbita H10-H13 Transtornos da conjuntiva H15-H19 Transtornos da esclera e da córnea H20-H22 Transtornos

Leia mais

NOVA ZONA ÓPTICA VARIÁVEL LÍDER MUNDIAL NO TRATAMENTO DO CERATOCONE

NOVA ZONA ÓPTICA VARIÁVEL LÍDER MUNDIAL NO TRATAMENTO DO CERATOCONE NOVA ZONA ÓPTICA VARIÁVEL LÍDER MUNDIAL NO TRATAMENTO DO CERATOCONE O mais completo e versátil sistema para remodelamento corneano existente no mercado mundial. Keraring, segmento de anel corneano intraestromal,

Leia mais

O que é Avançada técnica cirúrgica com excimer laser que possibilita a correção refrativa da visão.

O que é Avançada técnica cirúrgica com excimer laser que possibilita a correção refrativa da visão. PRK O que é Avançada técnica cirúrgica com excimer laser que possibilita a correção refrativa da visão. Técnica Cirurgia realizada na superfície da córnea, sem a necessidade de corte. Indicação Correção

Leia mais

CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE GUIAS DE REFERÊNCIA EM OFTALMOLOGIA. Área de abrangência do DRS XIII

CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE GUIAS DE REFERÊNCIA EM OFTALMOLOGIA. Área de abrangência do DRS XIII CARTILHA DE ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE GUIAS DE REFERÊNCIA EM OFTALMOLOGIA Área de abrangência do DRS XIII HOSPITAL DAS CLINICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Leia mais

Nuno Lopes MD. FEBO.

Nuno Lopes MD. FEBO. Nuno Lopes MD. FEBO. 1ª Parte História Clínica Exame Objectivo 2 História Clínica Fulcral - enquadramento etiológico Orientar Exame Oftalmológico EAD Estabelecer empatia / relação MD Colaboração Satisfação

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA REFRAÇÃO. Sexta, dia 05 de novembro Das 08h00 às 12h00 Sala 02

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA REFRAÇÃO. Sexta, dia 05 de novembro Das 08h00 às 12h00 Sala 02 PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA REFRAÇÃO Sexta, dia 05 de novembro Das 08h00 às 11h30 Sala 01 Casos clínicos desafiadores Apresentações de casos clínicos de 10 minutos e 20 minutos de discussão com a platéia. 08h00

Leia mais

Novos Aspectos do Pré Operatório de Cirurgia Refrativa: A importância da Análise da Frente de Onda. Dr. Renato Ambrósio Jr

Novos Aspectos do Pré Operatório de Cirurgia Refrativa: A importância da Análise da Frente de Onda. Dr. Renato Ambrósio Jr - 1 - Novos Aspectos do Pré Operatório de Cirurgia Refrativa: A importância da Análise da Frente de Onda Dr. Renato Ambrósio Jr O Dr. Renato Ambrósio Jr é pós graduando em nível de Doutorado na Universidade

Leia mais

CRESEMS, CISCOPAR e 20ª. Regional de Saúde Toledo PR PROTOCOLOS CLÍNICOS ESPECIALIZADOS

CRESEMS, CISCOPAR e 20ª. Regional de Saúde Toledo PR PROTOCOLOS CLÍNICOS ESPECIALIZADOS CRESEMS, CISCOPAR e 20ª. Regional de Saúde PROTOCOLOS CLÍNICOS ESPECIALIZADOS OFTALMOLOGIA Pré-requisitos: História clínica detalhada; Exame físico completo; Exames complementares essenciais conforme o

Leia mais

OBJETO. a) a Atenção à Saúde: prestar assistência integral e humanizada à saúde dos usuários do SUS, de acordo com a pactuação estabelecida;

OBJETO. a) a Atenção à Saúde: prestar assistência integral e humanizada à saúde dos usuários do SUS, de acordo com a pactuação estabelecida; PLANO DE TRABALHO RAZÃO SOCIAL: CLÍNICA E CIRURGIA DE OLHOS DR. ARMANDO AUGUSTO GUEDES LTDA. NOME FANTASIA: COSC CIRURGIA OCULAR SÃO CRISTÓVÃO CNPJ: 00.181.085/0001-51 CNES: 3122786 OBJETO O presente Plano

Leia mais

CERATOCONE. De acordo com a topografia detectada na vídeoceratoscopia, podemos ter 2 tipos de morfologia da ectasia corneana:

CERATOCONE. De acordo com a topografia detectada na vídeoceratoscopia, podemos ter 2 tipos de morfologia da ectasia corneana: Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira CERATOCONE O ceratocone é uma distrofia da córnea em que ocorrem protusão e afinamento progressivos

Leia mais

Trauma ocular Professora Chalita

Trauma ocular Professora Chalita Trauma ocular Professora Chalita Mais comum em homens do que mulheres. Mais comum em jovens. Pode ser classificado em: o Globo fechado (ou trauma contuso) Contusão (como um soco, por exemplo) Laceração

Leia mais

DESENHO PRISMÁTICO KERARING SEGMENTOS DE ARCOS E ESPESSURAS VARIÁVEIS EXCLUSIVO

DESENHO PRISMÁTICO KERARING SEGMENTOS DE ARCOS E ESPESSURAS VARIÁVEIS EXCLUSIVO KERARING, segmento de anel corneano intraestromal, é um dispositivo de precisão implantado para correção de irregularidades da superfície corneana e redução de erros refracionais associados ao Ceratocone

Leia mais

3. RESULTADOS DA REVISÃO DE LITERATURA

3. RESULTADOS DA REVISÃO DE LITERATURA Nota Técnica 111/2014 Data: 12/06/2014 Solicitante: Drª. Mônika Alessandra Machado Gomes Alves Juíza de Direito do Juizado Especial de Unaí Nº Processo: 0042547-55.2014 Medicamento Material Procedimento

Leia mais

] ] O C.R.O. Centro de Referência em Oftalmologia amplia suas instalações e torna-se agora o primeiro Hospital de Olhos de Guarulhos.

] ] O C.R.O. Centro de Referência em Oftalmologia amplia suas instalações e torna-se agora o primeiro Hospital de Olhos de Guarulhos. ] ] ] O C.R.O. Centro de Referência em Oftalmologia amplia suas instalações e torna-se agora o primeiro Hospital de Olhos de Guarulhos. Responsável Técnico Dr. Helio Fugishima CREMESP 71.955 Centro Cirúrgico

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 25, PROVA DISSERTATIVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA. Nome do Candidato Caderno de Prova 25, PROVA DISSERTATIVA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO COMISSÃO DE EXAMES DE RESIDÊNCIA MÉDICA Novembro/2010 Processo Seletivo para Residência Médica - 2011 25 - Ano Opcional em Oftalmologia Nome do Candidato Caderno de Prova

Leia mais

Relatório Sintético de Procedimentos

Relatório Sintético de Procedimentos Apêndice E Procedimentos em Oftalmologia da Tabela Unificada do SUS Procedimentos que exigem habilitação como Centro de Atenção Oftalmológico (504) ou Unidade de Atenção Especializada em Oftalmologia (503)

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 05/09

PARECER CREMEB Nº 05/09 Expediente Consulta n o 147.353/08 PARECER CREMEB Nº 05/09 (Aprovado em Sessão da 2ª Câmara de 05/03/2009) Assunto: Indicação de cirurgia refrativa para trabalhador que necessite de utilizar equipamento

Leia mais

Heteroforias. Desvio latente que só aparece quando há quebra da fusão; Indivíduo com uma capacidade fusional boa

Heteroforias. Desvio latente que só aparece quando há quebra da fusão; Indivíduo com uma capacidade fusional boa Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Heteroforias Definição É um desvio latente que os eixos visuais estão fixando normalmente o objeto

Leia mais

O descolamento de retina pode começar em uma pequena área, mas, quando não tratado, pode ocorrer descolamento de toda a retina.

O descolamento de retina pode começar em uma pequena área, mas, quando não tratado, pode ocorrer descolamento de toda a retina. PRINCIPAIS DOENÇAS OCULARES DESCOLAMENTO DE RETINA Definição O descolamento de retina é a separação da retina da parte subjacente que a sustenta. A malha de nervos que constitui a parte sensível à luz

Leia mais

Catarata: evolução do tratamento cirúrgico

Catarata: evolução do tratamento cirúrgico 1 Catarata: evolução do tratamento cirúrgico FERREIRA, João Maria. Docente do Curso de Medicina Unifeso. CAVALCANTI, Manoel Lima Hollanda. Estudante do curso de Medicina na instituição UNIFESO Palavras-chave:

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 75

PROVA ESPECÍFICA Cargo 75 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 75 QUESTÃO 26 O teto da órbita consiste de: a) um osso. b) dois ossos. c) três ossos. d) quatro ossos. QUESTÃO 27 a) Cisto dermóide é um teratoma cístico maligno. b) Dacriopo

Leia mais

CEGUEIRA E CATARATA. Perguntas e respostas

CEGUEIRA E CATARATA. Perguntas e respostas CEGUEIRA E CATARATA Perguntas e respostas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira 14. O que torna a pessoa cega? Somado aos acidentes e defeitos

Leia mais

PARECER CREMEC nº 27/2007 01/12/2007

PARECER CREMEC nº 27/2007 01/12/2007 1 PARECER CREMEC nº 27/2007 01/12/2007 PROCESSO CONSULTA Protocolo CREMEC nº 003962/06 ASSUNTO Solicitações de exames pós-operatórios em cirurgia refrativa. INTERESSADO Dr. José Luciano Leitão de Alencar,

Leia mais

Dr. Renato Neves CATARATA

Dr. Renato Neves CATARATA Dr. Renato Neves CATARATA O cristalino é uma lente natural localizada no interior dos olhos, atrás da íris, e, juntamente com a córnea, é responsável pela convergência dos raios de luz para retina, formando

Leia mais

Estrutura do OLHO HUMANO:

Estrutura do OLHO HUMANO: ÓPTICA DA VISÃO Estrutura do OLHO HUMANO: É um fino tecido muscular que tem, no centro, uma abertura circular ajustável chamada de pupila. Ajustam a forma do cristalino. Com o envelhecimento eles perdem

Leia mais

PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009

PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009 PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009 O SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o inciso X do artigo 204 do Regimento Interno,

Leia mais

Cód. 17 Médico Oftalmologista

Cód. 17 Médico Oftalmologista PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2008 Cód. 17 Médico Oftalmologista 1. Com relação à anatomia dos músculos extra-oculares, é correto afirmar que o: A) o músculo oblíquo

Leia mais

INSTRUÇÃO DE UTILIZAÇÃO - LENTES TÓRICAS ACRÍLICAS HIDROFÍLICAS ASFÉRICAS REFRATIVAS MONOFOCAIS PARA IMPLANTAÇÃO NO SACO CAPSULAR (677TA, 677TAY)

INSTRUÇÃO DE UTILIZAÇÃO - LENTES TÓRICAS ACRÍLICAS HIDROFÍLICAS ASFÉRICAS REFRATIVAS MONOFOCAIS PARA IMPLANTAÇÃO NO SACO CAPSULAR (677TA, 677TAY) INSTRUÇÃO DE UTILIZAÇÃO - LENTES TÓRICAS ACRÍLICAS HIDROFÍLICAS ASFÉRICAS REFRATIVAS MONOFOCAIS PARA IMPLANTAÇÃO NO SACO CAPSULAR (677TA, 677TAY) Conteúdo: Uma lente intraocular estéril tórica asférica

Leia mais

Exame de fundo de olho. Fundo de olho normal

Exame de fundo de olho. Fundo de olho normal Fundo de olho normal cap. 04 Fundo de olho normal O exame de fundo de olho é o exame da retina, a qual é uma camada localizada na parte posterior do olho, formando a porção que cobre internamente toda

Leia mais

ANEXO I ORIENTAÇÃO INTERNA/INSS/DIRBEN Nº 96/2004 ISÓPTERA HORIZONTAL AVALIAÇÃO MÉDICA PERICIAL EM DOENÇAS OCULARES

ANEXO I ORIENTAÇÃO INTERNA/INSS/DIRBEN Nº 96/2004 ISÓPTERA HORIZONTAL AVALIAÇÃO MÉDICA PERICIAL EM DOENÇAS OCULARES 1 of 12 02-Aug-06 09:38 PM ANEXO I ORIENTAÇÃO INTERNA/INSS/DIRBEN Nº 96/2004 ISÓPTERA HORIZONTAL AVALIAÇÃO MÉDICA PERICIAL EM DOENÇAS OCULARES Para Avaliação Médica Pericial em Doenças Oculares o médico

Leia mais

Objetivo: O objetivo deste trabalho é estabelecer diretrizes baseadas em evidências científicas para Cirurgia Refrativa.

Objetivo: O objetivo deste trabalho é estabelecer diretrizes baseadas em evidências científicas para Cirurgia Refrativa. Diretriz de Cirurgia Refrativa Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR). Participantes: Dr Renato Ambrosio

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MILITARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MILITARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS Contratada Endereço Bairro Cidade Telefone Especialidade Serviços Consultar Centro de Atendimento Medico Ltda Av. Abilio Machado, nº 1933 Alipio de Melo Belo Horizonte 0 XX 31 3474 3469 Oftalmologia Consulta

Leia mais

Retina Central ou Pólo Posterior (5 6mm)

Retina Central ou Pólo Posterior (5 6mm) OFTALMOLOGIA ANATOMIA Topografia Retina Central ou Pólo Posterior (5 6mm) - Localizada entre arcadas vasculares temporais - Disco Óptico: saem fibras nervosas, entram artéria e veia central da retina

Leia mais

Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR).

Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR). Diretriz de tratamento da Catarata Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR). Participantes: Dr. Armando

Leia mais

Córnea em debate. VII Reunião Temática do Serviço de Oftalmologia do Hospital de SãoSebastião

Córnea em debate. VII Reunião Temática do Serviço de Oftalmologia do Hospital de SãoSebastião Reportagem VII Reunião Temática do Serviço de Oftalmologia do Hospital de SãoSebastião Córnea em debate Serviço de Oftalmologia do Hospital S. Sebastião reuniu mais de 200 especialistas num encontro onde

Leia mais

Albinismo. Patologias DOS OLHOS. Aniridia. Afacia Binocular

Albinismo. Patologias DOS OLHOS. Aniridia. Afacia Binocular Patologias DOS OLHOS Albinismo - pele e olhos despigmentados - acuidade visual 20/200 ou pior (causa: hipoplasia de fóvea) - nistagmo, em geral, presente - alta miopia com astigmatismo moderado - comum

Leia mais

Fundo de Olho e Retinopatia Diabética. Prof. Cláudia Gallicchio Domingues Universidade de Caxias do Sul

Fundo de Olho e Retinopatia Diabética. Prof. Cláudia Gallicchio Domingues Universidade de Caxias do Sul Fundo de Olho e Retinopatia Diabética Prof. Cláudia Gallicchio Domingues Universidade de Caxias do Sul Exame de Fundo de Olho Importância - Patologias nervo óptico, coróide e retina Doenças oculares e

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vinhedo

Prefeitura Municipal de Vinhedo ATA DE SESSÃO PÚBLICA Pregão Nº: PR-44/2015 Processo: 4714-8/2015 Objeto: Registro de preços para contratação de empresa para prestação de serviços de cirurgias e procedimentos oftalmológicos, conforme

Leia mais

Suspeita de oclusão do ramo da veia central da retina, Adaptação de lentes de contacto em hipermétrope astigmata, Estrabismo acomodativo

Suspeita de oclusão do ramo da veia central da retina, Adaptação de lentes de contacto em hipermétrope astigmata, Estrabismo acomodativo UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Ciências da Saúde Suspeita de oclusão do ramo da veia central da retina, Adaptação de lentes de contacto em hipermétrope astigmata, Estrabismo acomodativo Andreia Manuela

Leia mais

Visão dupla Suas causas e como tratar

Visão dupla Suas causas e como tratar Visão dupla Suas causas e como tratar XI Encontro de Ataxias Hereditárias Dra Marcela Bordaberry Blogg: diagnósticos em oftalmologia 28/06/2009 assunto diplopia. Definição: Diplopia, mais conhecido como

Leia mais

OZURDEX ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Implante Biodegradável para Uso Oftálmico. Cada implante contém 0,7 mg de dexametasona

OZURDEX ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA. Implante Biodegradável para Uso Oftálmico. Cada implante contém 0,7 mg de dexametasona OZURDEX ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Implante Biodegradável para Uso Oftálmico Cada implante contém 0,7 mg de dexametasona BULA PARA O PACIENTE APRESENTAÇÕES Implante biodegradável para uso oftálmico

Leia mais

CONFIABILIDADE é o compromisso da Visiontech

CONFIABILIDADE é o compromisso da Visiontech POR QUE UTILIZAR OS SEGMENTOS DELGADOS E NÃO OS ESPESSOS? (QUEBRA DE PARADIGMAS) O Anel Corneano é hoje utilizado para a correção de astigmatismos irregulares e regulares, como acontece no ceratocone.

Leia mais

Imagem da Semana: Tomografia de órbita

Imagem da Semana: Tomografia de órbita Imagem da Semana: Tomografia de órbita Figura: Tomografia computadorizada contrastada de crânio. Enunciado Criança do sexo masculino, 2 anos, natural de Parauapebas (PA), apresentava reflexo branco em

Leia mais

Como avaliar o Astigmatismo. Filomena Ribeiro

Como avaliar o Astigmatismo. Filomena Ribeiro Como avaliar o Astigmatismo Filomena Ribeiro Objectivo Emetropia Até onde podemos chegar em qualidade visual? Esfera Astigmatismo Aberrações de alta ordem Astigmatismo e catarata % 25 20 15 17,1 19,1 14,8

Leia mais

DITAL DE CONVOCAÇÃO 002/2014-DGAC/GCMC INSPEÇÃO DE SAÚDE INSPEÇÃO DE SAÚDE CARGO: GUARDA CIVIL MUNICIPAL ANEXO I FICHA INDIVIDUAL DO CANDIDATO

DITAL DE CONVOCAÇÃO 002/2014-DGAC/GCMC INSPEÇÃO DE SAÚDE INSPEÇÃO DE SAÚDE CARGO: GUARDA CIVIL MUNICIPAL ANEXO I FICHA INDIVIDUAL DO CANDIDATO ANEXO I AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA 7.7.3.2.2 Tumores malignos na área de cabeça e pescoço: Deformidade congênita na área da cabeça e do pescoço: alterações estruturais da glândula tireóide associada ou

Leia mais

para que serve. Transplante de funciona essa cirurgia. delee que a luz funcionando, ruim. visão vai ficar O transplante que essa córnea são:

para que serve. Transplante de funciona essa cirurgia. delee que a luz funcionando, ruim. visão vai ficar O transplante que essa córnea são: Transplante de Córnea: O que é e serve. para que O Transplante de Córnea é o transplante de órgãos mais realizado no mundo e também o de maior sucesso. Vamos aqui explicar o que é e como funciona essa

Leia mais

EVITANDO ACIDENTES. Como evitar acidentes com os olhos. Cozinhando. Produtos de limpeza. Objetos e crianças. Plantas

EVITANDO ACIDENTES. Como evitar acidentes com os olhos. Cozinhando. Produtos de limpeza. Objetos e crianças. Plantas EVITANDO ACIDENTES Como evitar acidentes com os olhos Quando se trata de acidentes com os olhos, o melhor remédio é a prevenção, pois algumas lesões podem causar desde a perda da qualidade da visão até

Leia mais

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 23. Recomendação

Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) - Relatório n 23. Recomendação TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA PARA AVALIAÇÃO DE DOENÇAS DA RETINA Demandante: Departamento de Atenção Especializada/Secretaria de Atenção à Saúde DAE/SAS/MS 1. O Procedimento A Tomografia de Coerência

Leia mais

DIPLOPIA DIPLOPIA MONOCULAR

DIPLOPIA DIPLOPIA MONOCULAR DIPLOPIA Definição - Visão dupla dum objecto único. 1) DIPLOPIA MONOCULAR Diplopia que desaparece com a oclusão dum olho atingido 2) DIPLOPIA BINOCULAR ligada a um desequilíbrio binocular de oculomotricidade

Leia mais

372/2014. Ranibizumabe para Retinopatia diabética

372/2014. Ranibizumabe para Retinopatia diabética 11/07/2014 372/2014 Ranibizumabe para Retinopatia diabética SOLICITANTE : Dr Fabiano Teixeira Perlato Juiz de Direito da Comarca de Carmo do Rio Claro /MG NÚMERO DO PROCESSO: 0026614-73.2014.8.13.0144

Leia mais

EMENTA: VISÃO MONOCULAR. CARACTERIZAÇÃO DE DEFICIÊNCIAS DECRETO Nº 5.296/04. NOTA TÉCNICA Nº 12/2007 CORDE/SEDH/PR.460/06 DA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

EMENTA: VISÃO MONOCULAR. CARACTERIZAÇÃO DE DEFICIÊNCIAS DECRETO Nº 5.296/04. NOTA TÉCNICA Nº 12/2007 CORDE/SEDH/PR.460/06 DA CÂMARA DOS DEPUTADOS. CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO PGT/CCR/Nº 4570/2008 INTERESSADOS: EXPRESSO RODOVIÁRIO SÃO MIGUEL LTDA ASSUNTO: CONTRATAÇÃO DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA: MÍNIMO LEGAL EMENTA: VISÃO MONOCULAR. CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

Atlas de Oftalmologia 9. TUMORES. António Ramalho

Atlas de Oftalmologia 9. TUMORES. António Ramalho 9. TUMORES 1 9 - TUMORES Nevo coróide É o tumor mais comum da úvea. Benigno. Início muito cedo na vida. Cresce lentamente durante a puberdade. Alguns podem sofrer degenerescência maligna. SINTOMAS: Assintomático.

Leia mais

Informe ATS Nº 1. Avaliação de Tecnologia em Saúde CIRURGIA A LASER PARA A CORREÇÃO DE MIOPIA, HIPERMETROPIA E ASTIGMATISMO

Informe ATS Nº 1. Avaliação de Tecnologia em Saúde CIRURGIA A LASER PARA A CORREÇÃO DE MIOPIA, HIPERMETROPIA E ASTIGMATISMO Informe ATS Avaliação de Tecnologia em Saúde Nº 1 CIRURGIA A LASER PARA A CORREÇÃO DE MIOPIA, HIPERMETROPIA E ASTIGMATISMO Em sintonia com a proposta de Política Nacional de Gestão de Tecnologias em Saúde,

Leia mais

GUIA DE ADAPTAÇÃO DO MÉDICO

GUIA DE ADAPTAÇÃO DO MÉDICO Keratoconus Nipple Cone Irregular Cornea Post Graft GUIA DE ADAPTAÇÃO DO MÉDICO ROSE K2 ROSE K2 NC NIPPLE CONE CÓRNEA IRREGULAR PÓS-TRANSPLANTE APRESENTAÇÃO Fácil adaptação usando uma abordagem sistemática

Leia mais

NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO NOTA DE ESCLARECIMENTO O MUNICÍPIO DE MARINGÁ informa aos interessados em participar do procedimento licitatório denominado - PROCESSO nº. 01673/2014-PMM, que conforme solicitação da Secretaria Municipal

Leia mais

1º JORNADA PAULISTA DE OFTALMOLOGIA

1º JORNADA PAULISTA DE OFTALMOLOGIA 1º JORNADA PAULISTA DE OFTALMOLOGIA REALIZAÇÃO: DEPTOS. DE OFTALMOLOGIA DAS FACULDADES: UNICAMP DE CAMPINAS, USP DE RIBEIRÃO PRETO E UNESP DE BOTUCATU. ORGANIZAÇÃO: CREATIVE SOLUTION AGÊNCIA DE PUBLICIDADE

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 251/2013

RESPOSTA RÁPIDA 251/2013 RESPOSTA RÁPIDA 251/2013 SOLICITANTE Dr Napoleão da Silva Chaves Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre/MG NÚMERO DO PROCESSO 0067592-16.2014.8.13.0525 DATA 08/05/2014 Prezados, Conforme Termo de

Leia mais

DR. FERNANDO TRENCH DE OLIVEIRA KOMATSU CRM 19688

DR. FERNANDO TRENCH DE OLIVEIRA KOMATSU CRM 19688 DR. FERNANDO TRENCH DE OLIVEIRA KOMATSU CRM 19688 FORMAÇÃO Fellow Córnea, Lentes de Contato, Doenças Externas e Cirurgia RefrativanoWillsEyeHospial, Filadélfia, EEUU (2003-2004). Estágio Cirurgia Refrativa

Leia mais

DR. FERNANDO TRENCH DE OLIVEIRA KOMATSU CRM 19688 RQE 11219

DR. FERNANDO TRENCH DE OLIVEIRA KOMATSU CRM 19688 RQE 11219 DR. FERNANDO TRENCH DE OLIVEIRA KOMATSU CRM 19688 RQE 11219 APRESENTAÇÃO PROFISSIONAL Fellow Córnea, Lentes de Contato, Doenças Externas e Cirurgia RefrativanoWillsEyeHospial, Filadélfia, EEUU (2003-2004).

Leia mais

Biofísica da Visão. OLHO EMÉTROPE é o olho normal, sem defeitos de visão.

Biofísica da Visão. OLHO EMÉTROPE é o olho normal, sem defeitos de visão. Biofísica da Visão O OLHO HUMANO: O olho humano é um órgão extremamente complexo, constituído de numerosas partes. Do ponto de vista físico, podemos considerar o olho humano como um conjunto de meios transparentes,

Leia mais

OS SENTIDOS AUDIÇÃO E VISÃO

OS SENTIDOS AUDIÇÃO E VISÃO OS SENTIDOS AUDIÇÃO E VISÃO Profª Ana Cláudia Reis Pedroso AUDIÇÃO O ÓRGÃO DA AUDIÇÃO: A ORELHA O órgão responsável pela audição é a orelha (antigamente denominado ouvido), também chamada órgão vestíbulo-coclear

Leia mais

PRINCÍPIOS BÁSICOS. Histórico:

PRINCÍPIOS BÁSICOS. Histórico: REFRAÇÃO Histórico: PRINCÍPIOS BÁSICOS Lei básica da reflexão era conhecida por Euclides, o mais famoso matemático da Antigüidade viveu entre 325 e 265 AC. De forma experimental, o princípio básico da

Leia mais

TABELA DE HONORÁRIOS MÉDICOS FUSEX - CBHPM 4ª EDIÇÃO (SADT-PLENO) E CBHPM 5ª EDIÇÃO HONORÁRIOS MÉDICOS 5% (ATUALIZADA EM 01/01/2015)

TABELA DE HONORÁRIOS MÉDICOS FUSEX - CBHPM 4ª EDIÇÃO (SADT-PLENO) E CBHPM 5ª EDIÇÃO HONORÁRIOS MÉDICOS 5% (ATUALIZADA EM 01/01/2015) Código Anatômico Procedimento Porte Valor 10100008 CONSULTAS 10101004 CONSULTAS 10101012 Em consultório (demais especialidades) 70,00 R$ 70,00 10101039 Em pronto socorro (demais especialidades) 70,00Em

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética

RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética SOLICITANTE DR BRENO REGO PINTO Juizado Especial da Comarca de Monte Santo de Minas/MG NÚMERO

Leia mais

INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA OS USUÁRIOS DE LENTES DE CONTATO

INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA OS USUÁRIOS DE LENTES DE CONTATO INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA OS USUÁRIOS DE LENTES DE CONTATO TIPOS DE LENTES Por Luiz Alberto Perez Alves Atualmente existem vários tipos de lentes de contato e podemos classificá-las pelo tempo de vida

Leia mais

Mini Glossário. B Blefarite Inflamação das pálpebras.

Mini Glossário. B Blefarite Inflamação das pálpebras. A Acomodação Capacidade do olho em focar a várias distâncias, desde o perto ao longe, por alteração da potência dióptrica do cristalino. Acuidade Visual Capacidade de discriminar dois pontos próximos como

Leia mais

Colégio Nacional de Óptica e Optometria

Colégio Nacional de Óptica e Optometria 1 ÍNDICE COMPETÊNCIAS:...3 1. CONTEXTO HISTÓRICO DA OPTOMETRIA...4 2. EXAME OPTOMÉTRICO OU HISTÓRIA CLÍNICA OPTOMÉTRICA...4 3- DADOS DO PACIENTE;... 5 4- ANAMNESE.... 5 5- ACUIDADE VISUAL... 8 6. OPTOTIPOS...

Leia mais

População pediátrica Não existe utilização relevante de ILUVIEN na população pediátrica na indicação de edema macular diabético (EMD).

População pediátrica Não existe utilização relevante de ILUVIEN na população pediátrica na indicação de edema macular diabético (EMD). 1. NOME DO MEDICAMENTO ILUVIEN 190 microgramas implante intravítreo em aplicador. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada implante contém 190 microgramas de acetonido de fluocinolona. Lista completa

Leia mais

VeriFlex. Lente Intraocular Fácica Dobrável

VeriFlex. Lente Intraocular Fácica Dobrável VeriFlex Lente Intraocular Fácica Dobrável CONTEÚDO 1. VeriFlex - Avaliação 2. 3. 4. 5. 6. 7. VeriFlex - Informações sobre pacientes VeriFlex - Técnica de Implante VeriFlex - Enclavação VeriFlex - Medicações

Leia mais

ILUVIEN GUIA DE ADMINISTRAÇÃO

ILUVIEN GUIA DE ADMINISTRAÇÃO ILUVIEN GUIA DE ADMINISTRAÇÃO dirigido aos médicos oftalmologistas Este Guia destina-se a prestar informação acerca da correta técnica de administração e riscos de segurança que decorrem da inserção do

Leia mais

502 Alterações motoras após cirurgia refrativa no paciente estrábico

502 Alterações motoras após cirurgia refrativa no paciente estrábico Alterações motoras após cirurgia refrativa no paciente estrábico Motor disturbances after refractive surgery in patients with strabismus Rosana Nogueira Pires da Cunha 1 Inez Eloísa Isoldi 2 Marcelo Cunha

Leia mais

LISTA DE EQUIPAMENTOS

LISTA DE EQUIPAMENTOS LISTA DE EQUIPAMENTOS 01 DUAS LÂMPADAS DE FENDA Utilizada para realização do exame de biomicroscopia, este equipamento serve para avaliação da córnea, câmara anterior, cristalino e vítreo anterior, sendo

Leia mais

Passaremos a descrever algumas patologias que podem ser encontradas pelo médico não especialista no seu dia a dia.

Passaremos a descrever algumas patologias que podem ser encontradas pelo médico não especialista no seu dia a dia. CÓRNEA Noções Gerais Alterações congênitas da Córnea -microcórnea -megalocornea -glaucoma congênito Distrofias de Córnea - ceratocone Ceratites - bacteriana - fúngica - viral - traumáticas Transplante

Leia mais

VISÃO: MITOS E VERDADES

VISÃO: MITOS E VERDADES Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira VISÃO: MITOS E VERDADES Quem usa óculos enxerga pior à noite? Os míopes enxergam menos à noite, mesmo

Leia mais

CERATOCONE QUANDO SURGE?

CERATOCONE QUANDO SURGE? CERATOCONE Definição:- Ceratocone Palavra que vem do grego e significa: - Cerato= Córnea, e Cone= Cone, ou seja, córnea cônica, condição em que a Córnea perde seu formato natural mais arredondado, para

Leia mais

adoto, ad referendum, a seguinte Consulta Pública e determino a sua publicação:

adoto, ad referendum, a seguinte Consulta Pública e determino a sua publicação: Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 52, de 11 de junho de 2003. D.O.U de 12/06/2003 O Diretor-Presidente Substituto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária,

Leia mais

A consulta foi analisada pela Câmara Técnica de Oftalmologia do CFM, que emitiu seu parecer, o qual adoto na íntegra:

A consulta foi analisada pela Câmara Técnica de Oftalmologia do CFM, que emitiu seu parecer, o qual adoto na íntegra: PROCESSO-CONSULTA CFM nº 24/13 PARECER CFM nº 17/13 INTERESSADO: Dr. F.J.M.C ASSUNTO: Cirurgia bilateral no mesmo ato cirúrgico RELATOR: Cons. José Fernando Maia Vinagre EMENTA: Não há elementos definitivos

Leia mais

Comissão de Ensino. Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Currículo Mínimo - Refratometria

Comissão de Ensino. Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Currículo Mínimo - Refratometria Comissão de Ensino Conselho Brasileiro de Oftalmologia Currículo Mínimo - Refratometria * O presente currículo mínimo foi embasado no Manual do CBO de Óptica, Refração e Visão Subnormal e no currículo

Leia mais

Miopia. Miopia Patológica. pseudomiopia e miopia nocturna. Miopia elevada, associada a mudanças

Miopia. Miopia Patológica. pseudomiopia e miopia nocturna. Miopia elevada, associada a mudanças Miopia Miopia patológica, pseudomiopia e miopia nocturna Miopia elevada, associada a mudanças as degenerativas ou patológicas do pólo p posterior do olho. Comprimento axial excessivo Progressiva Alterações

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº. 1.051, EM 24 DE JANEIRO DE 2013.

LEI MUNICIPAL Nº. 1.051, EM 24 DE JANEIRO DE 2013. LEI MUNICIPAL Nº. 1.051, EM 24 DE JANEIRO DE 2013. AUTORIZA ASSINATURA DE CONVÊNIO COM A FUNDAÇÃO HOSPITALAR OFTALMOLOGICA UNIVERSIDADE LIONS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. VANDERLEI ANTÔNIO SIMIONATTO, Prefeito

Leia mais

MICROINCISÃO (CO-MICS E BIMANUAL)

MICROINCISÃO (CO-MICS E BIMANUAL) MICROINCISÃO (CO-MICS E BIMANUAL) Não há uma modificação importante relativamente à técnica de facoemulsificação standard. Só difere o tamanho da incisão entre 1,8 e 2,0 mm. Os padrões de irrigação/aspiração

Leia mais

Unidade IV. Aula 20.2 Conteúdo. Óptica, Ser humano e Saúde. Os defeitos da visão e as lentes corretoras e instrumentos ópticos. INTERATIVIDADE FINAL

Unidade IV. Aula 20.2 Conteúdo. Óptica, Ser humano e Saúde. Os defeitos da visão e as lentes corretoras e instrumentos ópticos. INTERATIVIDADE FINAL Unidade IV Óptica, Ser humano e Saúde Aula 20.2 Conteúdo Os defeitos da visão e as lentes corretoras e instrumentos ópticos. 2 Habilidade: Compreender os conceitos das propriedades da óptica geométrica

Leia mais

Dificuldade Visual em Adultos e Idosos

Dificuldade Visual em Adultos e Idosos Dificuldade Visual em Adultos e Idosos Jayter Silva de Paula 1, João Marcello Fortes Furtado 2, Fabiano Cade Jorge 2, Eduardo Melani Rocha 1, Luciane Loures dos Santos 3, Maria de Lourdes Veronese Rodrigues

Leia mais

Lentes de bordas finas: quando as bordas são mais finas que a região central.

Lentes de bordas finas: quando as bordas são mais finas que a região central. Lentes Esféricas Uma lente é um meio transparente que tem duas faces curvas ou uma face curva e outra plana. Na figura temos os tipos usuais de lentes,sendo as faces curvas esféricas. Lentes de bordas

Leia mais

Profa. Dra. Silvia P. S. Kitadai Área Técnica da Saúde Ocular CODEPPS - SMS. Retinopatia da Prematuridade 2006

Profa. Dra. Silvia P. S. Kitadai Área Técnica da Saúde Ocular CODEPPS - SMS. Retinopatia da Prematuridade 2006 Profa. Dra. Silvia P. S. Kitadai Área Técnica da Saúde Ocular CODEPPS - SMS Retinopatia da Prematuridade 2006 BULBO OCULAR Retinopatia da Prematuridade Doença vaso proliferativa multifatorial Uma das

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DA REDEFINIÇÃO DO PROJETO OLHAR BRASIL Diário Oficial da União Nº 211 Seção 1, quarta-feira, 31 de outubro de 2012

REGULAMENTAÇÃO DA REDEFINIÇÃO DO PROJETO OLHAR BRASIL Diário Oficial da União Nº 211 Seção 1, quarta-feira, 31 de outubro de 2012 Circular 477/2012 São Paulo, 31 de outubro de 2012. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) REGULAMENTAÇÃO DA REDEFINIÇÃO DO PROJETO OLHAR BRASIL Diário Oficial da União Nº 211 Seção 1, quarta-feira, 31 de outubro

Leia mais

A ANS não incluiu os seguintes procedimentos, conforme solicitado pelo CBO, que já constam na CBHPM:

A ANS não incluiu os seguintes procedimentos, conforme solicitado pelo CBO, que já constam na CBHPM: ! #"$% & ' Discordâncias em vermelho: TESTE E ADAPTAÇÃO DE LENTES DE CONTATO (SESSÃO) BINOCULAR. A SOBLEC pediu para ser retirado. EXÉRESE DE TUMOR DE ESCLERA CBO pediu que retirassem, pois não existe.

Leia mais

NT 15/2015 ANTIANGIOGÊNICO (RANIBIZUMABE = LUCENTIS EM MACROANEURISMA DE OLHO ESQUERDO)

NT 15/2015 ANTIANGIOGÊNICO (RANIBIZUMABE = LUCENTIS EM MACROANEURISMA DE OLHO ESQUERDO) 17/04/2015 NT 15/2015 ANTIANGIOGÊNICO (RANIBIZUMABE = LUCENTIS EM MACROANEURISMA DE OLHO ESQUERDO) SOLICITANTE : Juiz Paulo Roberto Maia Ferreira 1ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte NÚMERO DO PROCESSO:

Leia mais

Suspeita de degeneração macular, excesso de divergência, adaptação de lentes hidrófilas tóricas

Suspeita de degeneração macular, excesso de divergência, adaptação de lentes hidrófilas tóricas UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências da Saúde Suspeita de degeneração macular, excesso de divergência, adaptação de lentes hidrófilas Relatório de Estágio apresentado como requisito para

Leia mais

Saúde Ocular do Idoso

Saúde Ocular do Idoso Saúde Ocular do Idoso Norma Helen Medina Centro de Oftalmologia Sanitária CVE CCD/SES SP dvoftal@saude.sp.gov.br Classificação de deficiência visual Organização Mundial da Saúde CID 10 Cegueira Acuidade

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS FAURGS HCPA Edital 05/2007 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 22 MÉDICO (Urologia) 01. A 11. B 02. C 12. A 03. B 13.

Leia mais

Biofísica da visão II. Ondas eletromagnéticas, o olho humano, Funcionamento da visão, Defeitos da visão.

Biofísica da visão II. Ondas eletromagnéticas, o olho humano, Funcionamento da visão, Defeitos da visão. Biofísica da visão II Ondas eletromagnéticas, o olho humano, Funcionamento da visão, Defeitos da visão. Sistema de líquidos do olho Glaucoma: aumento da pressão intra-ocular SIMULAÇÃO DE PERDA NO GLAUCOMA

Leia mais

Doenças sistémicas e implicações para a visão

Doenças sistémicas e implicações para a visão Doenças sistémicas e implicações para a visão O papel do Optometrista é cada vez mais de importante, tanto na detecção de anomalias como no acompanhamento das previamente detectadas por médico. Muitas

Leia mais

Ultra-sonografia Ocular

Ultra-sonografia Ocular nnn nnn aaa Ultra-sonografia Ocular Curso de Especialização em Ultra-sonografia Profa. Dra. Renata Squarzoni Histórico 1880 - CURIE: efeito piezoelétrico 1942 - FIRESTONE: sonares de navios 1949 - LUDWIG

Leia mais