Marcação CE Estruturas Metálicas. Qualificação de Soldadores Apresentação da Norma EN ISO :2013

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Marcação CE Estruturas Metálicas. Qualificação de Soldadores Apresentação da Norma EN ISO 9606-1:2013"

Transcrição

1 Marcação CE Estruturas Metálicas Qualificação de Soldadores Apresentação da Norma EN ISO :2013

2 Objectivos Apresentação da EN ISO :2013; Definição das variáveis essenciais na certificação dos soldadores; Discussão de aspectos importantes da norma; gama de validade. Identificação dos ensaios de validação dos exames de certificação dos soldadores; Renovação da certificação; Engª Maria João Matos 2

3 Introdução A capacidade do soldador de seguir as instruções verbais/escritas e a verificação das sua capacidades num dado processo de soldadura são factores importantes na garantia da qualidade de uma construção soldada. A QUALIDADE DE UMA JUNTA SOLDADA É EXTREMAMENTE INFLUÊNCIADA PELAS CAPACIDADES/COMPETÊNCIAS DO SOLDADOR! Engª Maria João Matos 3

4 Introdução EN ISO Exames de Qualificação de soldadores - Soldadura por fusão: Aços Parte 1: 2013: Alumínio e suas Ligas Parte 2: 2004; Cobre e suas Ligas Parte 3: 1999; Níquel e suas Ligas Parte 4: 1999; Titânio e suas Ligas Parte 5: Engª Maria João Matos 4

5 Variáveis Essenciais e Gamas de Qualificação (Ponto 5) Neste ponto encontra-se a definição das variáveis essenciais e as respectivas gamas de qualificação dos soldadores; Para cada variável essencial é definida uma gama específica que é independente das outras variáveis; A qualificação de um soldador só é válida desde que o soldador execute as soldaduras dentro das gamas de qualificação para as que foi aprovado; caso contrário tem de efectuar novo exame. Engª Maria João Matos 5

6 Variáveis Essenciais e Gamas de Qualificação (Ponto 5) Processo de Soldadura (Ponto 5.2); Forma do Produto (Ponto 5.3); Tipo de Junta (Ponto 5.4); Grupos de Material de Adição (Ponto 5.5); Consumíveis de Soldadura (Ponto 5.6); Dimensões (Ponto 5.7); Posições de Soldadura (Ponto 5.8); Detalhes da Soldadura (Ponto 5.9). Engª Maria João Matos 6

7 Corpos de Prova Tipo e sua Avaliação (Ensaios - Ponto 6) Define os ensaios a realizar para avaliar os corpos de prova, as dimensões dos corpos de prova e as condições de execução tanto dos ensaios como da realização dos corpos de prova; São definidas as regras/critérios a utilizar antes, durante e depois da execução do exame, com o objectivo de aprovar a qualificação de soldador. Engª Maria João Matos 7

8 Corpos de Prova Tipo e sua Avaliação (Ensaios - Ponto 6) Engª Maria João Matos 8

9 Critérios de Aceitação das Provas e das Repetições (Ponto 7 e 8) Define-se as regras e os requisitos que o examinador tem de aplicar tendo em vista a aceitação ou a rejeição do corpo de prova em termos de inspecção visual e outros ensaios. Inspecção Visual EN ISO 5817 Nível B e C para algumas das imperfeições de forma. Engª Maria João Matos 9

10 Critérios de Aceitação das Provas e das Repetições (Ponto 7 e 8) Outros ensaios de END critérios da EN ISO 5817 é dada uma correspondência na EN ISO Dobragens não podem evidenciar falhas 3 mm em qualquer direcção; Engª Maria João Matos 10

11 Critérios de Aceitação das Provas e das Repetições (Ponto 7 e 8) Fracturas critérios da inspecção visual. Macrografia critérios da inspecção visual; mínimo 2 zonas para análise, sendo que uma das secção tem de evidenciar uma paragem/arranque. Se um dos ensaios não cumprir com os requisitos deve ser dada uma nova oportunidade ao soldador para este repetir o corpo de prova na totalidade. Engª Maria João Matos 11

12 Período de Validade / Revalidação (Ponto 9) Encontra-se definido os critérios temporais de validade da qualificação e os critérios de revalidação; Manutenção da validade pelo empregador a cada 6 meses (9.2); Revalidação a cada 3 anos ou 2 anos ou Eterna; com critérios específicos 9.3 a), b) ou c), desde que se cumpra o ponto 9.2. O método de Revalidação tem de quando é emitido o certificado. ser definido Engª Maria João Matos 12

13 Período de Validade / Revalidação (Ponto 9) Revalidação a cada 3 anos (critério a); obrigatóriamente o soldador tem de efectuar uma nova prova e ser emitido um novo certificado. Revalidação a cada 2 anos (critério b); todos os registos rastreáveis ao soldador identificando a(s) EPS(s) usada(s); relatórios de RX/US/Fracturas/Dobragens pelo menos 2 juntas realizadas nos 6 meses antes da renovação. Engª Maria João Matos 13

14 Período de Validade / Revalidação (Ponto 9) Revalidação 6 meses Duração Eterna (9.3 c); soldador tem de manter em actividade no mesmo fabricante onde se certificou e que é a entidade responsável pelo fabrico do produto; fabricante tem de ter implementado no seu sistema de qualidade a norma EN ISO ou 3; fabricante tem de evidenciar que o soldador produz soldaduras com a qualidade aceitável de acordo com as normas de produto usadas no fabrico; as juntas soldadas verificadas têm de confirmar pelo menos: posição(ões) de soldadura, tipo de junta (FW, BW), juntas de suporte (mb) ou sem juntas de suporte (nb). Engª Maria João Matos 14

15 Período de Validade / Revalidação (Ponto 9) Revogação ou Cancelamento da certificação (critério 9.4) Quando exista uma razão especifica que possa questionar as competências operatórias do soldador no que se refere a garantir que a juntas soldadas por ele obtidas não cumprem com os níveis de qualidade referidos na norma de produto, a certificação deve ser revogada/cancelada. Engª Maria João Matos 15

16 Obrigada pela atenção! Engª Maria João Matos 16

Plano da Qualidade. Obra: Decathlon - Matosinhos. Cliente: Omnitrade / Maia & Maia. Centro de Custo: 09845. Empreitada de Estrutura Metálica

Plano da Qualidade. Obra: Decathlon - Matosinhos. Cliente: Omnitrade / Maia & Maia. Centro de Custo: 09845. Empreitada de Estrutura Metálica Plano da Qualidade Empreitada de Estrutura Metálica Obra: Decathlon - Matosinhos Centro de Custo: 09845 Cliente: Omnitrade / Maia & Maia Edição: 01 Data:14-04-2009 Elaborado: Aprovado: pág.. 1/15 ÍNDICE

Leia mais

INSPECTORES DE SOLDADURA SISTEMA AWS / CWI PROGRAMA DO CURSO AWS / CWI

INSPECTORES DE SOLDADURA SISTEMA AWS / CWI PROGRAMA DO CURSO AWS / CWI INSPECTORES DE SOLDADURA SISTEMA AWS / CWI PROGRAMA DO CURSO AWS / CWI Programa de Formação AWS / CWI, Documentos a distribuir aos Formandos, exames AWS conteúdo e respectiva classificação para aprovação

Leia mais

CONVERSORES DE VOLUME: TIPO PTZ

CONVERSORES DE VOLUME: TIPO PTZ ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 440 5 de maio de 2015 Página 2 de 17 ÍNDICE Registo das revisões... 4 1. Objectivo... 5 2. Âmbito... 5 3. Referências... 5 4. Definições / Siglas... 6 5. Cumprimento normativo...

Leia mais

Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008

Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008 Gestão da Qualidade A norma NP EN ISO 9001:2008 O que é a norma? É um conjunto de requisitos que uma organização tem de respeitar para implementar e manter eficazmente um Sistema de Gestão da Qualidade.

Leia mais

EXAMES AWS CWI/CAWI ASPECTOS GERAIS 1. ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE CANDIDATURAS E EXAMES

EXAMES AWS CWI/CAWI ASPECTOS GERAIS 1. ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE CANDIDATURAS E EXAMES EXAMES AWS CWI/CAWI ASPECTOS GERAIS 1. ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE CANDIDATURAS E EXAMES 1.1 Elaboração da Candidatura a curso e exame AWS-CWI/CAWI O candidato tem de entregar os seguintes documentos: i) Formulário

Leia mais

Plataforma móvel de trabalho em altura Manual de Instruções

Plataforma móvel de trabalho em altura Manual de Instruções Spot Picker V 0.1 Plataforma móvel de trabalho em altura Manual de Instruções SPOT JET Serviços de Manutenção Industrial, Lda Rua D. Luís de Noronha n.º 22, 4 Dto. 1050-072 Lisboa Portugal Tel. (+351)

Leia mais

Certificação e Acreditação Auditorias. Normalização Processos de certificação Processos de acreditação Auditorias dos sistemas de gestão da qualidade

Certificação e Acreditação Auditorias. Normalização Processos de certificação Processos de acreditação Auditorias dos sistemas de gestão da qualidade Certificação e Acreditação Auditorias Sumário da Aula JN2 Normalização Processos de certificação Processos de acreditação Auditorias dos sistemas de gestão da qualidade 1 Normalização Norma Internacional

Leia mais

VI JORNADAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO DA AEVA

VI JORNADAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO DA AEVA VI JORNADAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO DA AEVA Auditório Engº Victor Matos, 10 de abril de 2014 Segurança de Máquinas e de Equipamentos de Trabalho Filipa Lima CATIM Unidade de Engenharia e Segurança

Leia mais

INSTALAÇÃO DE SISTEMAS AVAC

INSTALAÇÃO DE SISTEMAS AVAC INSTALAÇÃO DE SISTEMAS AVAC AQUECIMENTO, VENTILAÇÃO E AR CONDICIONADO Método de Soldadura X Método de Ranhurar INSTALAÇÃO DE SISTEMAS AVAC (AQUECIMENTO, VENTILAÇÃO E AR CONDICIONADO) Optimização Económica

Leia mais

Documento SGS. PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008. PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6

Documento SGS. PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008. PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6 PLANO DE TRANSIÇÃO da SGS ICS ISO 9001:2008 PTD3065 - v010-2008-11 Pág 1 de 6 1 Introdução A ISO 9001:2008 e o Processo de Transição da SGS ICS A International Organization for Standardization (ISO) publicou,

Leia mais

SPOT BATTERY EXCHANGER

SPOT BATTERY EXCHANGER SPOT BATTERY ECHANGER SBE PICKER V1.0 V1.0 Manual de Instruções SPOT JET Serviços de Manutenção Industrial, Sociedade Unipessoal, Lda. Rua D. Luís de Noronha 22, 4 Dto. 1050-072 Lisboa Portugal Tel / Fax.

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.044.02 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES

REGULAMENTO DA BOLSA DE AUDITORES Preâmbulo Tendo por objecto a salvaguarda da qualidade das auditorias executadas sobre actividades ou exercício farmacêuticos, a Ordem dos Farmacêuticos veio criar o presente regulamento da Bolsa de Auditores.

Leia mais

Coluna de Elevação Hidráulica

Coluna de Elevação Hidráulica Coluna de Elevação Hidráulica Manual de Instruções SPOT JET Serviços de Manutenção Industrial, Sociedade Unipessoal, Lda. Rua D. Luís de Noronha 22, 4 Dto. 1050-072 Lisboa Portugal Tel / Fax. (+351) 217

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/7 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA GRUAS TORRE 2 DESCRIÇÃO As gruas torre são máquinas utilizadas para elevação de cargas (por meio de um cabo), e transporte dentro de um raio

Leia mais

A MARCAÇÃO CE PARA PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO CONCRETA 2009. Exponor, 23 de Outubro de 2009

A MARCAÇÃO CE PARA PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO CONCRETA 2009. Exponor, 23 de Outubro de 2009 A MARCAÇÃO CE PARA PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO CONCRETA 2009 Exponor, 23 de Outubro de 2009 ÍNDICE 1. Objectivos da Directiva dos Produtos de Construção (DPC) 2. Elementos fundamentais da DPC 3. Sistemas de

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

essa resistência através de ensaios realizados com modelos de cisternas comparáveis, não é necessário proceder aos ensaios.

essa resistência através de ensaios realizados com modelos de cisternas comparáveis, não é necessário proceder aos ensaios. CAPÍTULO 6.9 PRESCRIÇÕES RELATIVAS À CONCEPÇÃO, AO FABRICO, AOS EQUIPAMENTOS, À APROVAÇÃO DE TIPO, AOS ENSAIOS E À MARCAÇÃO DAS CISTERNAS FIXAS (VEÍCULOS-CISTERNAS), CISTERNAS DESMONTÁVEIS, CONTENTORES-CISTERNAS

Leia mais

Uma Rede de Tecnologia e Qualidade ISQ. instituto de soldadura e qualidade

Uma Rede de Tecnologia e Qualidade ISQ. instituto de soldadura e qualidade Uma Rede de Tecnologia e Qualidade ISQ instituto de soldadura e qualidade ENCONTRO ASCENSORES DIRETIVA 2014/33/UE novas normas EN 81-20 e EN 81-50 A VISÃO DE UM ORGANISMO NOTIFICADO ON 0028 Fernando Tomada

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.122.02 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos? WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...

Leia mais

Procedimento de Gestão PG 01 Gestão do SGQ

Procedimento de Gestão PG 01 Gestão do SGQ Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação... 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 4 5.1. Política da Qualidade 4 5.2. Processos de gestão do

Leia mais

INSTALADOR(A)/SOLDADOR(A) DE REDES DE GÁS

INSTALADOR(A)/SOLDADOR(A) DE REDES DE GÁS PERFIL PROFISSIONAL INSTALADOR(A)/SOLDADOR(A) DE REDES DE GÁS ÁREA DE ACTIVIDADE - ENERGIA OBJECTIVO GLOBAL - Executar e reparar redes de distribuição e instalações de gás e executar trabalhos de soldadura

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 14 do art. 29º; 36º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 14 do art. 29º; 36º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA nº 14 do art. 29º; 36º Auto Facturação - Facturas elaboradas pelo adquirente dos bens e/ou serviços, em nome e por conta do fornecedor. Processo: nº 2791,

Leia mais

23.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 305/23

23.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 305/23 23.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 305/23 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) N. o 1206/2011 DA COMISSÃO de 22 de Novembro de 2011 que estabelece os requisitos aplicáveis à identificação das aeronaves

Leia mais

Membrana polimérica para impermeabilização de coberturas. Aspecto: liso.

Membrana polimérica para impermeabilização de coberturas. Aspecto: liso. Ficha de Produto Edição de abril de 2015 Nº de identificação: 09.341 Versão nº 1 Sikaplan -S 1.5 Sikaplan -S 1.5 (Trocal S 1,5 mm) Membrana polimérica para impermeabilização de coberturas Descrição do

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 196/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas as entidades exploradoras dos armazéns e das redes e ramais

Leia mais

Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde

Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde Roteiro da Certificação Fernando Mota José Luís Graça Organigrama funcional UONCSTI UONCSTI - Missão Apoiar o cumprimento da missão da ACSS,

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO Circular n.º 023/2014 Portal F.P.T. - Inscrições Exmo. Sr. Presidente, No seguimento da Circular Nº 021/2014 Inscrições em Provas F.P.T. e depois de disponibilizarmos a possibilidade de testar/treinar

Leia mais

SOLDADOR DE MATERIAIS METÁLICOS

SOLDADOR DE MATERIAIS METÁLICOS SOLDADOR DE MATERIAIS METÁLICOS (Arame Tubular, Eletrodo Revestido, MIG/MAG e TIG) Esquemas de Certificação Maio de 2015 Página 1 de 42 SUMÁRIO Soldador de Materiais Metálicos no Processo Arame Tubular...

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade. Documentação e Controlo da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade. Documentação e Controlo da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade. Documentação e Controlo da Qualidade João Seabra e Barros INETI - Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Departamento de Engenharia Energética e Controlo

Leia mais

Ensaios Não Destrutivos

Ensaios Não Destrutivos Documento de Divulgação Externa Certificação de Técnicos de Ensaios Não Destrutivos de Mod.CER.009-04 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 CARACTERIZAÇÃO DAS CATEGORIAS... 3 2.1... 3 2.2... 4 2.3 Nível 3... 4 3

Leia mais

SPOT BATTERY EXCHANGER

SPOT BATTERY EXCHANGER SPOT BATTERY ECHANGER SBE FOOT V1.0 MANUAL DE INSTRUÇÕES SPOT JET Serviços de Manutenção Industrial, Sociedade Unipessoal, Lda. Rua D. Luís de Noronha 22, 4 Dto. 1050-072 Lisboa Portugal Tel / Fax. (+351)

Leia mais

Decreto-Lei n.º 100/2003 de 23 de Maio (Publicado no DR, I-A, n.º 119, de 23.05.2003, Págs. 3215 a 3218)

Decreto-Lei n.º 100/2003 de 23 de Maio (Publicado no DR, I-A, n.º 119, de 23.05.2003, Págs. 3215 a 3218) REGULAMENTO DAS CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA A OBSERVAR NA CONCEPÇÃO, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS BALIZAS DE FUTEBOL, DE ANDEBOL, DE HÓQUEI E DE PÓLO AQUÁTICO E DOS EQUIPAMENTOS DE BASQUETEBOL EXISTENTES

Leia mais

A Directiva Europeia EPBD Sistema de Certificação Energética ÍNDICE. Potencial de Medidas de Melhoria Identificadas Estudos de Mercado sobre SCE

A Directiva Europeia EPBD Sistema de Certificação Energética ÍNDICE. Potencial de Medidas de Melhoria Identificadas Estudos de Mercado sobre SCE Congresso LiderA 2011 Evolução do SCE Lisboa, 25 de Maio de 2011 ADENE Agência para a Energia Jorge Barata Marques sce@adene.pt ÍNDICE A Directiva Europeia EPBD Sistema de Certificação Energética Evolução

Leia mais

ASSUNTO: Certificação de Organizações de Formação do pessoal do controlo de tráfego aéreo, prevista na Lei n.º 6/2009, de 29 de Janeiro

ASSUNTO: Certificação de Organizações de Formação do pessoal do controlo de tráfego aéreo, prevista na Lei n.º 6/2009, de 29 de Janeiro INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, I.P. C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone: 21 842 35 02 / Fax:

Leia mais

2. Existem actividades dentro do sector dos alimentos para animais que estejam isentas de registo ou aprovação?

2. Existem actividades dentro do sector dos alimentos para animais que estejam isentas de registo ou aprovação? PERGUNTAS MAIS FREQUENTES- ALIMENTAÇÃO ANIMAL 1. Que estabelecimentos carecem de registo ou aprovação no âmbito do sector dos alimentos para animais? Todos os estabelecimentos, em nome singular ou colectivo,

Leia mais

Guia para a certificação de uma unidade de microprodução

Guia para a certificação de uma unidade de microprodução Guia para a certificação de uma unidade de microprodução V 009-10/09 Página 1 Índice Página 0 Alterações efectuadas ao Guia relativamente à versão anterior 3 1 Siglas e definições 3 2 Regime remuneratório

Leia mais

Alumínios Ibérica, S.A.

Alumínios Ibérica, S.A. I D E N T I F I C A Ç Ã O EMPRESA/ ENTIDADE: Morada: Telefone: Fax: e-mail: Se alguma questão NÃO for aplicável à sua presa, por favor, deixe em branco. Q U E S T I O N Á R I O G E R A L 1. Tem implementado

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

Certidão Permanente. Manual de Procedimentos

Certidão Permanente. Manual de Procedimentos Certidão Permanente Manual de Procedimentos Procedimentos da Certidão Permanente On-line Sim 2. Elaborar Pedido de Subscrição 1. Autenticar apresentante / Login 1.1. Subscrição da Certidão? 4. Efectuar

Leia mais

Exemplos de Exercícios da Cadeira Gestão de Projectos. Qualidade e Manutenção. Ano Lectivo 2006/2007

Exemplos de Exercícios da Cadeira Gestão de Projectos. Qualidade e Manutenção. Ano Lectivo 2006/2007 Exemplos de Exercícios da Cadeira Qualidade e Manutenção Ano Lectivo 2006/2007 1. Gestão da Qualidade 1.1 28 de Junho de 2000 (6 valores) Um fabricante de placas gráficas de computadores especificou que

Leia mais

Processo de Soldadura TIG - 141. Princípio de Funcionamento

Processo de Soldadura TIG - 141. Princípio de Funcionamento Princípio de Funcionamento Princípio de Funcionamento Processo de Soldadura por Fusão que utiliza a energia Eléctrica Neste processo o cordão de soldadura é obtido de duas maneiras: Só pela fusão do material

Leia mais

PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA

PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA PQAS 12 - E AUDITORIAS INTERNAS Cópia: Aprovação: Data: 11-04-2011 Página 2 de 8 ÍNDICE 1. OBJECTIVOS...2 2. ÂMBITO...2 3. SIGLAS, DEFINIÇÕES

Leia mais

Procedimento. Qualificação de Soldas, Soldadores e Inspetores JANEIRO 2016 ABPE P009 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TUBOS POLIOLEFÍNICOSE SISTEMAS

Procedimento. Qualificação de Soldas, Soldadores e Inspetores JANEIRO 2016 ABPE P009 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TUBOS POLIOLEFÍNICOSE SISTEMAS JANEIRO 2016 ABPE P009 Qualificação de Soldas, Soldadores e Inspetores Procedimento Origem abpe - Associação Brasileira de Tubos Poliolefínicos e Sistemas CN - Comissão de Normalização ABPE P009 Polyethylene

Leia mais

Portarias do novo Regulamento do Sistema de Certificação Energética (SCE) 03-12-13

Portarias do novo Regulamento do Sistema de Certificação Energética (SCE) 03-12-13 Portarias do novo Regulamento do Sistema de Certificação Energética (SCE) 03-12-13 Foram publicadas em Diário da República, no dia 29 de novembro, duas portarias relativas ao decreto-lei nº 118/2013 que

Leia mais

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 Página 1 de 21 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 6. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES...4 7. CONDIÇÕES GERAIS...4 8.

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.197.03 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

VIAGEM IBIZA SPRING BREAK 2013

VIAGEM IBIZA SPRING BREAK 2013 VIAGEM IBIZA SPRING BREAK 2013 INFORMAÇÃO GERAL VIAGEM CONDIÇÕES GERAIS E ESPECÍFICAS DE RESERVA ORGANIZAÇÃO Organização e Coordenação Técnica: > Megaviagens (Movimento Viagens - Viagens e Turismo Unipessoal,

Leia mais

A NOSSA HISTÓRIA. Sede Entrepostos

A NOSSA HISTÓRIA. Sede Entrepostos 1 A NOSSA HISTÓRIA A Lusoceram foi fundada em 1973, tendo iniciado a sua actividade com a construção de uma fábrica de tijolo no Outeiro da Cabeça, concelho de Torres Vedras, a qual iniciou a produção

Leia mais

Norma de Orientação Farmacêutica Higienização das mãos Hygiènization des mains Hygienization of the hands

Norma de Orientação Farmacêutica Higienização das mãos Hygiènization des mains Hygienization of the hands p. 1 de 10k Norma de Orientação Farmacêutica Higienização das mãos Hygiènization des mains Hygienization of the hands 1ª EDIÇÃO Janeiro de p. 2 de 10k p. 3 de 10k Índice Introdução... 4 Campo de aplicação...

Leia mais

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE NAMORADOS DO MINHO

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE NAMORADOS DO MINHO MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE ADERE-MINHO Edição 1, Revisão 0, de 18 de Dezembro de 2012 Elaborado por: Verificado por: Aprovado por: [Lisa Ramos]/[Técnica de Qualidade] [Teresa Costa]/[Directora

Leia mais

Montepio, Portugal. Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade

Montepio, Portugal. Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade Montepio, Portugal Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade A qualidade e fiabilidade dos recirculadores Vertera foram determinantes na

Leia mais

PROCEDIMENTO. Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

PROCEDIMENTO. Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho PÁG. 1 DE 5 1. - OBJECTIVO Pretende-se definir: princípios básicos de adequados às actividades desenvolvidas pelas empresas do Grupo Santos e Vale visando prevenir os riscos profissionais e promover a

Leia mais

Sistema de Qualificação das Respostas Sociais. Processo de Certificação

Sistema de Qualificação das Respostas Sociais. Processo de Certificação Sistema de Qualificação das Respostas Sociais Processo de Certificação Sistema de Qualificação - Enquadramento O Sistema de Qualificação das Respostas Sociais é baseado num conjunto de regras, requisitos

Leia mais

GUIA PARA ACOLHIMENTO DE PESSOAL DE EMPRESA ERASMUS. Missões de Ensino e Formação no IPV 2010/11

GUIA PARA ACOLHIMENTO DE PESSOAL DE EMPRESA ERASMUS. Missões de Ensino e Formação no IPV 2010/11 GUIA PARA ACOLHIMENTO DE PESSOAL DE EMPRESA ERASMUS Missões de Ensino e Formação no IPV I 2010/11 11 1 GUIA ERASMUS PARA ACOLHIMENTO DE PESSOAL DE EMPRESA 2010/11 -Mis Missões sões de Ensino e Formação

Leia mais

EN 13795. Contributo. A elaboração da Norma A situação actual Estrutura e Objectivos EN 13795 e as suas partes constituintes EN13795 FAPOMED SA 2

EN 13795. Contributo. A elaboração da Norma A situação actual Estrutura e Objectivos EN 13795 e as suas partes constituintes EN13795 FAPOMED SA 2 EN 13795 Campos cirúrgicos, batas cirúrgicas e fatos de ambiente controlado, classificados como dispositivos médicos para doentes profissionais de saúde e equipamentos EN 13795 Contributo A elaboração

Leia mais

WWW.CERTIFICACAODESUSTENTABILIDADE.ORG

WWW.CERTIFICACAODESUSTENTABILIDADE.ORG WWW.CERTIFICACAODESUSTENTABILIDADE.ORG O QUE E? Certificação de Sustentabilidade (CS) é uma plataforma criada para a colocação de informações e acções relacionadas com a Sustentabilidade da sua enpresa/entidade/organização,

Leia mais

ACSS ACSS. Gás combustível em edifícios hospitalares. do Sistema de Saúde, IP ET 02/2006 V. 2010. Especificações Técnicas para. Administração Central

ACSS ACSS. Gás combustível em edifícios hospitalares. do Sistema de Saúde, IP ET 02/2006 V. 2010. Especificações Técnicas para. Administração Central Especificações Técnicas para Gás combustível em edifícios hospitalares ACSS Administração Central do Sistema de Saúde, IP ET 02/2006 V. 2010 Administração Central ACSS do Sistema de Saúde Ministério da

Leia mais

Regulamento Interno de Formação

Regulamento Interno de Formação Regulamento Interno de Formação AR01/0 2012-07-24 9 Introdução A FRONTWAVE concretiza actualmente um dos objectivos principais da sua missão (derivada da sua própria génese e espelhada através do seu objecto

Leia mais

O seu parceiro para a qualidade

O seu parceiro para a qualidade Página 1 de 5 1. OBJECTIVO Este procedimento geral estabelece as regras para a gestão da transição para a nova norma NM ISO 9001: 2015. 2. ÂMBITO Este procedimento aplica-se a transição normativa da NM

Leia mais

CATALOGO DE GAS GLP NATURAL GAS SERVIÇO & QUALIDADE ECALIDAD

CATALOGO DE GAS GLP NATURAL GAS SERVIÇO & QUALIDADE ECALIDAD CATALOGO DE GAS GLP GAS NATURAL SERVIÇO & QUALIDADE ECALIDAD 2 Com 100 anos de experiência Gurtner proporciona produtos adaptados ao mercado Português e as diferentes condições de uso. A nossa gama vai

Leia mais

Edição A. Código de Conduta

Edição A. Código de Conduta Edição A Código de Conduta -- A 2011.09.26 1 de 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 PRINCÍPIOS E NORMAS GERAIS... 2 a) Trabalho Infantil... 2 b) Trabalho forçado... 2 c) Segurança e bem-estar no local de trabalho...

Leia mais

Anúncio de concurso. Fornecimentos

Anúncio de concurso. Fornecimentos 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:333384-2013:text:pt:html Alemanha-Karlsruhe: Fornecimento de um sistema de vídeo para gestão de riscos destinado ao centro

Leia mais

PHC Factoring. A solução para a gestão dos contratos de Factoring, respectivas cessões, adiantamentos e recibos das entidades aderentes.

PHC Factoring. A solução para a gestão dos contratos de Factoring, respectivas cessões, adiantamentos e recibos das entidades aderentes. PHCFactoring DESCRITIVO Este módulo permite aos aderentes fazer a gestão integrada dos vários Contratos de Factoring, nomeadamente das respectivas cessões, adiantamentos e recibos, bem como o controlo

Leia mais

Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho

Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho 9º Congresso Internacional de Segurança e Saúde do Trabalho 1. O Grupo Salvador Caetano 2. A Responsabilidade Social e a SHST 3. Política de SHST 4. Estrutura de SHST 5. Responsabilidades e Responsáveis

Leia mais

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia,Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro Portaria n.º 158, de 29 de agosto de 2005. O PRESIDENTE

Leia mais

Anexo ao Comunicado nº 42 de 22/03/12 do GT PETROBRAS/ENGENHARIA - ABEMI - ABCE

Anexo ao Comunicado nº 42 de 22/03/12 do GT PETROBRAS/ENGENHARIA - ABEMI - ABCE Anexo ao Comunicado nº 42 de 22/03/12 do GT PETROBRAS/ENGENHARIA - ABEMI - ABCE Sistemática para simplificação no processo de aprovação dos procedimentos de Ensaios Não Destrutivos - (E.N.D.) utilizados

Leia mais

Especialistas em Protecio

Especialistas em Protecio Artigo técnico Manutenção de Sistemas de Protecção Contra o Raio Ricardo Purisch Gerente de Exportaçao Manutenção de Sistemas de Protecção Contra o Raio com pára-raios com dispositivo de ionização (PDI).

Leia mais

Esclarecimento 13/2014

Esclarecimento 13/2014 Segurança Alimentar Registo de temperaturas e controlo metrológico de registadores automáticos Esclarecimento 13/2014 Resumo: A manutenção da cadeia de frio é essencial para a segurança de alguns géneros

Leia mais

As revisões e/ou alterações ao acordado, são devidamente registadas e analisadas conforme descrito para o caso da definição das condições iniciais.

As revisões e/ou alterações ao acordado, são devidamente registadas e analisadas conforme descrito para o caso da definição das condições iniciais. Preparação da Qualidade Página 1 de 6 5.1. COMERCIALIZAÇÃO 5.1.1. Transporte A empresa através da sua área de operações ou da administração, tem como objectivo em cada serviço adjudicado, entre vários,

Leia mais

Lâminas em PVC-p para selagem de juntas. Isento de chumbo. Isento de plastificantes DOP.

Lâminas em PVC-p para selagem de juntas. Isento de chumbo. Isento de plastificantes DOP. Ficha de Produto Edição de janeiro de 2015 Nº de identificação: 07.201 Versão nº 3 Lâminas em PVC-p para selagem de juntas Descrição do produto Lâminas flexíveis em PVC-p, produzidas em perfis específicos

Leia mais

DECISÃO DO BANCO CENTRAL EUROPEU

DECISÃO DO BANCO CENTRAL EUROPEU L 134/22 Jornal Oficial da União Europeia 21.5.2011 DECISÕES DECISÃO DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 20 de Abril de 2011 relativa à selecção dos fornecedores do serviço de rede do TARGET2-Securities (BCE/2011/5)

Leia mais

CONDICIONES DE GARANTÍA

CONDICIONES DE GARANTÍA CONDICIONES DE GARANTÍA Todas as poltronas Re-vive estão cobertas por uma garantia legal e por uma garantia convencional da Natuzzi S.p.A. disciplinada no presente certificado de garantia e na normativa

Leia mais

ACSS ACSS. ACSS Unidade de Instalações e Equipamentos. Especificações técnicas para Gás Combustível em Edifícios Hospitalares.

ACSS ACSS. ACSS Unidade de Instalações e Equipamentos. Especificações técnicas para Gás Combustível em Edifícios Hospitalares. Guia para Especificações técnicas para Gás Combustível em Edifícios Hospitalares ET 02/2006 V. 2013 ACSS Administração Central do Sistema de Saúde, IP ACSS ACSS Unidade de Instalações e Equipamentos Especificações

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA)

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA) PP. 1/9 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA) 2 DESCRIÇÃO Trabalhos diversos relacionados com a

Leia mais

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Qualidade e Certificação

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Qualidade e Certificação Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação Qualidade e Certificação 27 de Outubro de 2007 Gabriela Lopes Direcção de Certificação e de Auditores www.apcer.pt Agenda O que é a certificação?

Leia mais

Benefícios da Certificação para a Administração Pública

Benefícios da Certificação para a Administração Pública Benefícios da Certificação para a Administração Pública Hélder Estradas, 7 de Maio de 2008 Agenda 1 - Resumo Histórico da Certificação em Portugal; 2 - Vantagens da Certificação; 3 - Processo de Certificação.

Leia mais

Rastreabilidade na Indústria Alimentar

Rastreabilidade na Indústria Alimentar Rastreabilidade na Indústria Alimentar Trabalho realizado por: Ana Rita Ferreira nº 3458 Liliana Oliveira nº 3460 Susana Eloy nº 3455 Contextualização do conceito de Rastreabilidade Perigos para a Saúde

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 114 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 114 14 de Julho de 2010 Página 2 de 6 ÍNDICE Registo das revisões... 3 Preâmbulo... 4 1. Objectivo... 4 2. Âmbito... 4 3. Referências externas... 4

Leia mais

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho O n.º 1 do artigo 117.º do Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de Maio, na última redacção que lhe foi

Leia mais

BK 212. Instruções de Instalação 810769-00 Purgador BK 212

BK 212. Instruções de Instalação 810769-00 Purgador BK 212 BK 212 Instruções de Instalação 810769-00 Purgador BK 212 1 Índice Advertências Importantes Seite Instruções de segurança... 7 Perigo... 7 Notas Explicativas Conteúdo da embalagem... 8 Descrição... 8 Funcionamento...

Leia mais

MARCAÇÃO CE DE JANELAS E PORTAS

MARCAÇÃO CE DE JANELAS E PORTAS MARCAÇÃO CE DE JANELAS E PORTAS EXPERIÊNCIA EDIMETAL TIAGO PINTO 27.01.2010 IPQ 27.01.2010 MARCAÇÃO CE DE JANELAS E PORTAS: EXPERIÊNCIA EDIMETAL 1 ORGANIZAÇÃO DE NEGÓCIOS O Grupo Edifer tem o seu capital

Leia mais

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa

Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.041.02 II Nos termos do DecretoLei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos DecretosLei n.º 243A/2004, de 31 de Dezembro,

Leia mais

PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS

PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS QUEM SOMOS? Tecnicil Indústria: Empresa de produção e engarrafamento de águas e produtos refrigerantes Sede: Cidade da Praia Fabrica: Trindade Praia Delegações: Assomada, S.Vicente, Sal e Boavista Número

Leia mais

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o Programa de Reconhecimento da Conformidade de Cabos Profibus PA e Profibus DP, atendendo aos requisitos técnicos, visando garantir a segurança na utilização

Leia mais

ZSRest. Manual Configuração. Permissões Empregados. V2011 - Certificado

ZSRest. Manual Configuração. Permissões Empregados. V2011 - Certificado Manual Configuração Permissões Empregados V2011 - Certificado 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Permissões Empregados/Operadores... 3 2 2. Introdução O presente manual foi criado com o objectivo de ajudar

Leia mais

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1 Após uma experiência formativa de mais de 20 anos em formação presencial, e tendo sempre como princípios a inovação e a satisfação do cliente, é com grande satisfação que a Get Training implementa este

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

L. 23.504.245/0001-51 20 / A CEP

L. 23.504.245/0001-51 20 / A CEP SOLUÇÕES INDUSTRIAIS Com mais de 10 anos de experiência em soluções industriais e inspeções de qualidade a GMAC oferece atendimento objetivo e focado nos resultados desejados. A confiabilidade e segurança

Leia mais

Índice. Página 1 de 7

Índice. Página 1 de 7 Índice 1 - Objectivos...2 2 - Legislação aplicável...2 3 - Enquadramento legal...2 3.1 - Limites de fornecimento...2 3.2 - Descrição de encargos...2 3.2.1 - Encargos do adjudicatário...2 3.3 - Encargos

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

GESTÃO DO RISCO NO TRANSPORTE DE MERCADORIAS PERIGOSAS. José Silva Carvalho 09.04.2010

GESTÃO DO RISCO NO TRANSPORTE DE MERCADORIAS PERIGOSAS. José Silva Carvalho 09.04.2010 GESTÃO DO RISCO NO TRANSPORTE DE MERCADORIAS PERIGOSAS José Silva Carvalho 09.04.2010 Uma abordagem qualitativa Enquadramento do Acordo Europeu Relativo ao Transporte Internacional de Mercadorias Perigosas

Leia mais

Ensaios Clínicos com Dispositivos Médicos no âmbito da ANVISA

Ensaios Clínicos com Dispositivos Médicos no âmbito da ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa Coordenação de Pesquisa Clínica em Correlatos e Alimentos - COPEA Ensaios Clínicos com Dispositivos Médicos no âmbito da ANVISA Alessandro Ferreira do Nascimento

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANQIP ETA 0702 ELABORADA POR: SECRETARIADO TÉCNICO CTA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANQIP ETA 0702 ELABORADA POR: SECRETARIADO TÉCNICO CTA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANQIP ETA 0702 CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS ELABORADA POR: SECRETARIADO TÉCNICO CTA VALIDADE: DE 23 / 01 / 2009 A 23 / 01 /2014 OBS: 0. INTRODUÇÃO

Leia mais

Corredor da Fortaleza do Monte ESTATUTO DE ARRENDAMENTO

Corredor da Fortaleza do Monte ESTATUTO DE ARRENDAMENTO Corredor da Fortaleza do Monte ESTATUTO DE ARRENDAMENTO 1. INFORMAÇÃO GERAL SOBRE O CORREDOR DA FORTALEZA DO MONTE O Corredor da Fortaleza do Monte, adiante designado por Corredor, administrado pelo Museu

Leia mais

Procedimento Específico. Gestão dos Dispositivos de Monitorização e Medição. Validado: Jaime Quendera Data: 2006-01-11. Responsável da Qualidade

Procedimento Específico. Gestão dos Dispositivos de Monitorização e Medição. Validado: Jaime Quendera Data: 2006-01-11. Responsável da Qualidade Elaborado: 2006-01-11 Validado: 2006-01-11 Pág. 1 de 5 Aprovado: 2006-01-11 Documento: Título: Código: Produzido por: Aprovado por: Descrição Sumária: Gestão dos Dispositivos PE-QL-14 (Data de Aprovação)

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 9 1. OBJETIVO: Este procedimento estabelece o processo para concessão, manutenção, extensão e exclusão da certificação de Sistema de Gestão de Segurança da Informação, em conformidade com norma ABNT

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Helena Ferreira (helena.ferreira@apcer.pt) Gestora de Desenvolvimento da APCER I. APRESENTAÇÃO DA APCER www.apcer.pt 1. Quem Somos Início de actividade

Leia mais