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2 . CAPACITAÇÃO. COMISSÕES SETORIAIS

3 O QUE É O AMBIENTAÇÃO? É o programa de comunicação e educação socioambiental que pretende promover a sensibilização para a mudança de comportamento e a internalização de atitudes ecologicamente corretas no cotidiano dos funcionários públicos do governo estadual.

4 LINHAS DE AÇÃO Consumo Consciente Coleta Seletiva AÇÕES COMPLEMENTARES Saúde do Corpo Arrumação e Limpeza Redução de Ruídos Antitabagismo Comportamento no Trânsito

5 CONCEITOS TERMO DE ADESÃO Instrumento jurídico que formaliza a parceria entre a instituição interessada e a SEMAD / FEAM, definindo atribuições para os parceiros. PORTARIA FEAM 345 Documento que institui a estrutura de gestão do Programa, composta por Comissão Gestora e Comissões Setoriais. LEI ESTADUAL Institui a obrigatoriedade de programas de coleta seletiva no âmbito da administração pública estadual.

6 CONCEITOS COMISSÃO GESTORA Coordenação geral do Programa. COMISSÃO SETORIAL Coordenação do Programa na instituição. GRUPO DE FACILITADORES Funcionários da instituição que representam cada pavimento ou setor da edificação.

7 CONCEITOS EDUCAÇÃO AMBIENTAL Processo permanente no qual os indivíduos e a comunidade tomam consciência do seu meio ambiente e adquirem conhecimentos, valores, habilidades, experiências e determinação que os tornem aptos a agir e resolver problemas ambientais, presentes e futuros. Educação Ambiental Princípios e Práticas Genebaldo Freire Dias

8 CONCEITOS PROPÓSITO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EA desenvolver CONHECIMENTO COMPREENSÃO HABILIDADES MOTIVAÇÃO para adquirir VALORES MENTALIDADES ATITUDES necessários para lidar com SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS e encontrar QUESTÕES PROBLEMAS AMBIENTAIS Educação Ambiental Princípios e Práticas Genebaldo Freire Dias

9 CONCEITOS COLETA SELETIVA É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis como papéis, plásticos, vidros e metais, previamente separados na fonte geradora e que podem ser reutilizados ou reciclados. A coleta seletiva funciona, também, como um processo de educação ambiental na medida em que sensibiliza sobre desperdício e poluição causada pelo lixo.

10 CONCEITOS RECICLAGEM É o processo de transformação de um material, cuja primeira utilidade terminou, em outro produto. Por exemplo: transformar o plástico da garrafa PET em cerdas de vassoura ou fibras para moletom. A reciclagem gera economia de matérias-primas, água e energia, é menos poluente e alivia os aterros sanitários, cuja vida útil é aumentada, poupando espaços preciosos da cidade que poderiam ser usados para outros fins como parques, casas, hospitais, etc.

11 CONCEITOS CONSUMO CONSCIENTE Todo consumo causa impacto (positivo ou negativo) na economia, nas relações sociais, na natureza e em você mesmo. Ao ter consciência desses impactos na hora de escolher o que comprar, de quem comprar e definir a maneira de usar e como descartar o que não serve mais, o consumidor pode minimizar os impactos negativos. Desta forma o consumidor responsável contribui para a construção de um mundo melhor. Isso é Consumo Consciente!

12 CONCEITOS PRINCÍPIO DOS 3 Rs Reduzir - evitar a geração de resíduos, com a revisão de seus hábitos de consumo. Ex: preferir os produtos que tenham refil. Reutilizar - reaproveitar o material em outra função. Ex: usar as folhas de papel A4 escritas de um lado em novas impressões ou anotações de rascunho. Reciclar - transformar materiais já usados, por meio de processo artesanal ou industrial, em novos produtos. Ex: transformar embalagens PET em tecido de moletom.

13 CONCEITOS ASPECTO AMBIENTAL É tudo aquilo que pode modificar o meio ambiente, a causa. IMPACTO AMBIENTAL É definido como qualquer modificação, benéfica ou adversa, no meio ambiente, o efeito.

14 ATRIBUIÇÕES COMISSÃO GESTORA I - propor diretrizes para a implementação do Programa Ambientação no âmbito da Administração Pública do Governo do Estado de Minas Gerais; II propor e aprimorar normas e instrumentos técnicos para as ações e soluções de implementação do Ambientação; III promover a articulação intragovernamental das ações do Programa visando a sua extensão para as instituições do Governo de Minas Gerais;

15 ATRIBUIÇÕES COMISSÃO GESTORA IV estabelecer metas, monitorar e avaliar as atividades relativas ao Ambientação; V orientar e acompanhar a implementação das Comissões Setoriais do Programa nas instituições do Governo de Minas Gerais, após a assinatura do Termo de Adesão; VI apoiar as atividades das Comissões Setoriais; VII articular com as Comissões Setoriais para a troca de experiências.

16 ATRIBUIÇÕES COMISSÕES SETORIAIS a) realizar diagnóstico ambiental identificando os aspectos ambientais mais relevantes, bem como diagnóstico de caracterização dos resíduos sólidos da INSTITUIÇÃO; b) elaborar, com base no diagnóstico, o plano de ações estratégicas; c) estabelecer cronograma para implementação das ações;

17 ATRIBUIÇÕES COMISSÕES SETORIAIS d) monitorar mensalmente os indicadores de desempenho de acordo com o Sistema de Gestão Ambientação, estabelecendo metas e indicadores qualitativos e quantitativos que permitam mensurar o desempenho ambiental da INSTITUIÇÃO; e) estabelecer rotina de reuniões entre os integrantes da Comissão Setorial para planejamento e avaliação das ações; f) divulgar os resultados alcançados na instituição por meio dos veículos de comunicação do Programa Ambientação; g) encaminhar à Comissão Gestora mensalmente o Sistema de Gestão Ambientação.

18 GRUPO DE FACILITADORES Tem como atribuição promover o elo entre a equipe coordenadora do Programa e os demais funcionários, estimular a mudança de comportamento, propor ações, apontar falhas e melhorias, propiciando adequação contínua.

19 GRUPO DE FACILITADORES Perfil desejado: ter facilidade de relacionamento interpessoal, olhar crítico, interesse, pró-atividade e criatividade. Recomenda-se que o grupo seja constituído por pessoas indicadas pelas diretorias ou gerências da instituição, pois existe a necessidade de se ausentar do posto de trabalho para desenvolver ações e participar de reuniões periódicas.

20 GRUPO DE FACILITADORES Não existe uma quantidade definida de participantes para a formação do grupo de facilitadores. Entretanto, aconselha-se que participem representantes de todos os pavimentos ou setores da edificação, para que os funcionários tenham facilidade de acesso à coordenação do Programa.

21 GRUPO DE FACILITADORES

22 ATRIBUIÇÕES GRUPO DE FACILITADORES Atuar como educador ambiental Exemplo: Sensibilizar e mobilizar os funcionários para participar das campanhas. Ser referência para os funcionários do andar Exemplo: ter atitudes corretas e coerentes com os princípios do programa. Orientar os funcionários do andar sobre como agir, segundo as diretrizes do programa Exemplo: Verificar periodicamente as caixas coletoras de papel para reutilizar, de modo a corrigir as eventuais falhas e reforçar a forma correta de como proceder junto aos funcionários.

23 ATRIBUIÇÕES GRUPO DE FACILITADORES Identificar oportunidades de melhorias e não-conformidades Exemplo: Estar sempre atento e usar o Relatório de Não conformidade RNC, quando pertinente. Contribuir na elaboração e execução das ações estabelecidas no planejamento ou nas não-conformidades Exemplo: Encaminhar contribuições à coordenação no prazo estabelecido e executar as ações propostas. Interagir com a coordenação do programa e com os demais facilitadores Exemplo: Participar das reuniões do Grupo de Facilitadores.

24 DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO PARA IMPLANTAÇÃO O diagnóstico é fundamental para direcionar as melhorias definidas pelas Campanhas do AmbientAÇÃO. É preciso priorizar os principais aspectos ambientais da instituição para garantir que os impactos mais significativos sejam contemplados de modo a minimizar ou evitar seus efeitos negativos sobre o meio ambiente.

25 DIAGNÓSTICO PRINCIPAIS ASPECTOS AMBIENTAIS A SEREM CONSIDERADOS Consumo de energia Geração de emissões veiculares Consumo de material de escritório Geração de ruídos Geração de lixo Consumo de copo descartável Consumo de água

26 DIAGNÓSTICO IMPACTOS AMBIENTAIS A SEREM EVITADOS Poluição do ar Redução na disponibilidade de recursos naturais Redução da vida útil dos aterros sanitários Impactos Ambientais Poluição das águas Poluição sonora Poluição visual Poluição do solo

27 DIAGNÓSTICO CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS A metodologia para a realização desse trabalho consiste no armazenamento de todos os resíduos gerados, exceto o lixo dos banheiros e orgânicos, por uma semana, para posterior separação, análise e pesagem. O relatório final desse processo deve conter os dados quantitativos e qualitativos além de orientações pertinentes à melhoria contínua da coleta seletiva.

28 MODELOS DE COLETA COLETA BINÁRIA COLETA DETALHADA

29 AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Caixa coletora de papel A4

30 AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Caixa coletora de envelopes

31 AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Fragmentadora de papel A4

32 AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Balança

33 AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Guilhotina

34 AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Encadernadora

35 CAMPANHA CONSUMO CONSCIENTE AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA A previsão de recursos para o desenvolvimento das campanhas do Ambientação não é fundamental para o sucesso das mesmas, mas é importante para enriquecer e fortalecer o trabalho à medida em que se torna possível a aquisição de itens de suporte como: Canecas individuais Garrafinha de Água

36 AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Caneca e/ou garrafa de água

37 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO O AmbientAÇÃO visa a conscientizar o indivíduo sobre aspectos ambientais para a melhoria da qualidade de vida, garantindo comportamentos ambientalmente adequados. Portanto, o Programa não deve ser utilizado como ferramenta repressora ou punitiva. Deve ser trabalhado de maneira educativa, valorizando ações positivas e tornando o aprendizado e a internalização mais leves e informais.

38 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO Para cada Campanha do AmbientAÇÃO deve-se elaborar um plano de ação que contemple as atividades, prazos e metas a serem alcançadas. As Campanhas devem ser planejadas com base no diagnóstico inicial de aspectos e impactos, caracterização de resíduos e comportamento dos funcionários. Recomenda-se o planejamento trimestral de ações e deve-se monitorar mensalmente os indicadores de desempenho.

39 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO ATIVIDADES E PLANO DE COMUNICAÇÃO O plano de comunicação é uma ferramenta muito eficaz no planejamento geral do Programa, pois garante o fluxo de informação no desenvolvimento das campanhas, apresenta conceitos, informa sobre ações e trabalha o aspecto visual do AmbientAÇÃO.

40 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO EXEMPLOS DE ATIVIDADES Cartazes, comunicados e panfletos; Boletim impresso Notícias Ambientação; Capas dos blocos de rascunho; Intranet e ; Quadro de avisos; Oficinas e palestras; Comunicação informal; Comunicação face-a-face.

41 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO NOTÍCIAS AMBIENTAÇÃO Objetivo: Noticiar fatos e acontecimentos relacionados ao Programa Periodicidade: Semanal Forma de veiculação: Quadros de avisos e intranet

42 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO Intervenção com a equipe de facilitadores

43 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO Comunicação face-a-face - intervenção dia do trânsito

44 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO Oficina

45 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO intervenção teatral

46 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO Apresentação musical

47 COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO Jogo Ambientação

48 PADRONIZAÇÃO E IDENTIDADE VISUAL logomarca mascote - Bileco

49 PADRONIZAÇÃO E IDENTIDADE VISUAL manual de implantação

50 PLANEJAMENTO PADRONIZAÇÃO OPERACIONAL Por ser um Programa de Governo é fundamental que a equipe coordenadora do AmbientAÇÃO esteja atenta à padronização e ao registro de informações pertinentes à memória das ações, oportunidades de melhorias e nãoconformidades. Além disso, a padronização garante que o Programa tenha uniformidade, mantendo o foco na mudança de comportamento, combate ao desperdício e melhoria da qualidade de vida no ambiente de trabalho.

51 PLANEJAMENTO PADRONIZAÇÃO OPERACIONAL Relatório Ambientação Memória Relatório de Não-Conformidade Relatório mensal Sistema de Gestão Ambientação Seminário Anual FIA

52 PLANEJAMENTO RELATÓRIO DE NÃO-CONFORMIDADE Formulário para registro de procedimento ou acontecimento em desacordo com a proposta do Programa, criando oportunidade para realização de ações corretivas visando à melhoria contínua. RELATÓRIO DE MEMÓRIA Formulário para registro de ações realizadas.

53 PLANEJAMENTO PADRONIZAÇÃO OPERACIONAL RNC Relatório de Não Conformidade Nº RAM Relatório AmbientAÇÃO Memória Nº Campanha Data Campanha Atividade desenvolvida Identificação Data Ocorrência Observador Área / Divisão Relação com não conformidade Instituição Nome Telefone Celular Fax Não Sim Execução Número do RNC Ramal Ações corretivas Público Descrever para quem a atividade foi dirigida O quê? Quem? Quando? Status Objetivo Descrever o motivo pelo qual se realizou a ação Estratégia de Comunicação Descrever como foi a divulgação e mobilização do público alvo Redigido por Relatório de não conformidade Relatório de Memória

54 PLANEJAMENTO PADRONIZAÇÃO OPERACIONAL Controle de Consumo de Copos Descartáveis - Copa 3º andar Mês: janeiro/06 2/1 Segunda feira 3/1 Terça feira 4/1 Quarta feira 5/1 Quinta feira 6/1 Sexta feira 9/1 Segunda feira 10/1 Terça feira 11/1 Quarta feira 12/1 Quinta feira 13/1 Sexta feira 16/1 Segunda feira 17/1 Terça feira 18/1 Quarta feira 19/1 Quinta feira 20/1 Sexta feira 23/1 Segunda feira 24/1 Terça feira 25/1 Quarta feira 26/1 Quinta feira 27/1 Sexta feira 30/1 Segunda feira 31/1 Terça feira TOTAL Sala Reunião 3º Andar Corredor 3º Andar COPAM Outros Água Água Água Água Setembro / 04 Papel Plástico Metal Vidro 1/09 - Quarta feira 2/09 - Quinta feira 3/09 - Sexta feira 6/09 - Segunda feira 7/09 - Terça feira 8/09 - Quarta feira 9/09 - Quinta feira 10/09 - Sexta feira 13/09 - Segunda feira 14/09 - Terça feira 15/09 - Quarta feira 16/09 - Quinta feira 17/09 - Sexta feira 20/09 - Segunda feira 21/09 - Terça feira 22/09 - Quarta feira 23/09 - Quinta feira 24/09 - Sexta feira 27/09 - Segunda feira 28/09 - Terça feira 29/09 - Quarta feira 30/09 - Quinta feira Total Controle de Saída de Materiais Medida: sacos de lixo de 100 litros Não reciclável (cinza) Planilha de Consumo de Copos Planilha de Saída de Resíduos

55 MONITORAMENTO Definição de indicadores Definição de metas - Para que haja o acompanhamento da Comissão Gestora junto ao órgão parceiro, é necessário que sejam estabelecidas metas percentuais para todos os indicadores de desempenho. Aplicação de pesquisas de opinião e satisfação Relatório de Não-Conformidade Sistema de Gestão Ambientação

56 MONITORAMENTO

57 MONITORAMENTO

58 REDE AMBIENTAÇÃO Nivelamento de informações Compartilhamento de problemas e soluções Troca de experiências Ações simultâneas Integração interinstitucional

59 CONTATOS Fundação Estadual do Meio Ambiente Feam Rua Espírito Santo, 495 Centro - Belo Horizonte / MG Brasil Tel: 55 XX / / Centro Mineiro de Referência em Resíduos CMRR Rua Belém, 40 Esplanada Belo Horizonte MG Brasil (em políticas públicas)

60 COLETA BINÁRIA AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Coletores binários de 13 litros para as salas (papel /reciclável e não reciclável) (reciclável / não reciclável) Coletores binários para corredor Caixa coletora de papel A4 (papel para reutilizar) Fragmentadora de papel A4 Balança Coletores centrais de 240 litros

61 COLETA BINÁRIA Reciclável papel plástico vidro metal Não Reciclável Coleta binária Kit Salas 13 litros

62 COLETA BINÁRIA Reciclável papel plástico vidro metal Não Reciclável Coleta binária Kit corredor 30 litros

63 Materiais e coletores Reciclável PAPEL Jornais, revistas, cadernos, papelão, guardanapo, panfletos e cartazes, embalagem longa vida,etc. PLÁSTICO Copo descartável, isopor, caneta, cartão de crédito, telefônico e celular, copo de iogurte, frasco de remédio, cartela de comprimidos, embalagem de biscoito, tubo de pasta dental, escova de dente, embalagem de óleo de cozinha, produtos de limpeza, cosméticos e bebidas,tampas,etc. VIDRO Copos, garrafas, potes, frascos de medicamento e perfume, recipientes de vidro (coloridos ou não), cacos devidamente embalados,etc. METAL Latas, tampas aluminizadas de iogurte, papel alumínio, arame, pregos, fiação elétrica, alfinete, grampos,etc.

64 Materiais e coletores Não Reciclável Etiquetas adesivas, papel carbono e parafinado, fita crepe, barbante, borracha, chicletes, durex, esponja de aço, espelho, cerâmica, porcelana, fotografia, algodão, papel de pipoca de microondas, fraldas descartáveis, absorvente. Restos de alimentos, cascas e caroços de frutas, resíduo de poda, folhas, galhos e sementes.

65 Materiais e coletores Reciclável Não Reciclável Coleta binária - guarda central

66 COLETA DETALHADA AQUISIÇÃO OU ADEQUAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA Coletores seletivos para as salas (papel/plástico/não-reciclável) Coletores seletivos para corredor (papel/plástico/vidro/metal/ não - reciclável) Caixa coletora de papel A4 (papel para reutilizar) Fragmentadora de papel A4 Balança Coletores centrais de 240 litros

67 COLETA DETALHADA Coleta detalhada Kit Salas 13 litros

68 COLETA DETALHADA Coleta detalhada Kit corredor 30 litros

69 COLETA DETALHADA Coleta detalhada - guarda central

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