Novembro 2011

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "www.poliracing.com.br Novembro 2011"

Transcrição

1 Lançamento FP-03 No dia 05/11 a equipe realizou o lançamento de seu novo carro, FP-03. Apresentamos o progresso do nosso trabalho durante o ano até a finalização do projeto. Agradecemos a todos que estiveram presentes e àqueles que não puderam comparecer. 1

2 Testes FP-03 Duas semanas antes da competição realizamos mais testes do carro a fim de melhorar cada detalhe do protótipo e o bom funcionamento do motor com o novo módulo de ECU (Engine Control Unit), fornecido pela HIS. Também simulamos circuitos para treinamento dos pilotos. 2

3 Testes FP-03 Durante os testes a equipe teve dois acidentes. Um leve, que foi a quebra do assoalho esquerdo e um rasgo na carenagem. Já o segundo problema foi grave o bastante para comprometer a participação na competição. Por falha na calibração do motor, a entrada de ar explodiu, mas não deixou nenhum integrante ferido. Agradecemos em especial à ROBTEC, que nos socorreu prontamente neste momento crítico e possibilitou a rápida substituição da peça. 3

4 VIII Competição de Fórmula SAE Brasil - Piracicaba-SP Após o susto, a equipe finalizou os preparativos para a competição. No dia 17, nos deslocamos para Piracicaba-SP e nos concentrarmos para as apresentações da 8ª COMPETIÇÃO DE FÓMULA SAE BRASIL. Refizemos um check list completo do carro e ensaiamos uma vez mais as apresentações do Design Judging. 4

5 5 Primeiro dia (18/11): Inspeção de Segurança, Tilt Table, Noise, Brake, Design e Cost Event A equipe foi a primeira a realizar a inspeção técnica, sendo aprovada sem dificuldades, com algumas observações. Em seguida realizamos o Tilt Table, que verifica se o carro pode ou não capotar ao fazer uma curva, seguido do teste de ruído emitido pelo escapamento (Noise test) e do teste de frenagem (Brake test). Após a aprovação em todas as checagens de segurança, foi realizado o Design Judging, no qual apresentamos as evoluções do projeto, com todos os estudos e análises realizadas, demonstrando confiabilidade do projeto e coerência com a competição. No fim do dia realizamos o Cost Event, que consiste na discretização de todas as peças carro, seguido do cálculo de seus respectivos custos. Esta é uma das provas que exige mais cuidado e atenção para não se esquecer nenhum detalhe, por menor que seja.

6 6 Primeiro dia (18/11): Inspeção de Segurança, Tilt Table, Noise, Brake, Design e Cost Event 4º lugar no design de transmissão 5º lugar no design de suspensão 3º lugar na prova de custos

7 7 Segundo dia(19/11): Presentation, Acceleration, Skid Pad, Autocross A equipe iniciou as provas dinâmicas, começando pelo Acceleration (aceleração de 75 m), onde conseguimos o realizar nosso melhor tempo em 5,2s. Em seguida realizamos a prova de Skid-Pad, na qual deve-se percorrer um circuito em forma de 8 no menor tempo. Ainda no período da manhã, foi realizado o Presentation, no qual simulamos a venda de nosso projeto para uma empresa que deseja fabricar 1000 unidades do nosso carro por ano. Aproveitando o tempo de espera para o Autocross, circuito de volta rápida, continuamos com a calibração e regulagem do carro, pois enfrentamos um problema de superaquecimento do motor. Com o esforço de todos, a equipe se destacou com o 4º melhor tempo, aproximando-se da 5ª colocação parcial.

8 Segundo dia(19/11): Presentation, Acceleration, Skid Pad, Autocross 8

9 Terceiro dia(20/11): Enduro Apesar de termos conquistado uma boa colocação no Autocross, a junta do cabeçote do nosso motor estava queimada e necessitou ser trocada. Após a manutenção do motor, a equipe se posicionou para o Enduro, prova mais importante da competição, já que é a que vale mais pontos. A prova de enduro consiste em rodar o carro durante 20 minutos sem que nenhuma peça ou fluído caia na pista, e possui um regulamento bem rígido. Após um novo teste de ruído implementado pela SAE Brasil, nosso carro inicou o percurso de 22km com o mesmo desempenho do dia anterior. No entanto, entre a quarta e quinta volta, notamos que o carro estava mais barulhento, fato que também chamou a atenção dos juízes na pista. A poucas voltas de terminar a primeira etapa da prova para a troca de piloto, fomos desclassificados da prova devido à queda de um objeto na pista: um fragmento da ponteira do escapamento. 9

10 10 Terceiro dia(20/11): Enduro Com a desclassificação no enduro, a equipe ficou na 7ª colocação dentre 22 escolas de engenharia, que cada vez tornam o evento mais competitivo e profissional. A equipe lamenta este resultado ruim mesmo tendo obtido 40% a mais de pontos em relação ao ano anterior, pois um de nossos objetivos para a competição de 2011 era completar todas as provas dinâmicas. Apesar de ter sido uma eventualidade, o incidente com o escapamento foi mais um aprendizado para todos os membros, que estão mais comprometidos em ser vencedores.

11 Agradecemos a todos os patrocinadores! 11

12 FP-03 12

PROJETO DE FÓRMULA SAE UNICAMP EQUIPE FSAE-UNICAMP

PROJETO DE FÓRMULA SAE UNICAMP EQUIPE FSAE-UNICAMP PROJETO DE FÓRMULA SAE UNICAMP EQUIPE FSAE-UNICAMP VII Competição Fórmula SAE BRASIL Petrobras Relatório de Parceria Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer Autores: Willen Grimm Balaniuc Danilo

Leia mais

Workshop Fórmula SAE Brasil

Workshop Fórmula SAE Brasil Workshop Fórmula SAE Brasil Julho de 2009 INSPEÇÃO TÉCNICA Sumário Procedimentos de Inspeção Principais mudanças da Regra 2009 Mudanças para 2010 Dicas Segurança na oficina e testes Exemplos Perguntas

Leia mais

Contratos de Manutenção Mercedes-Benz para Veículos Comerciais. Bom para o seu veículo, rentável para o seu negócio. Mercedes-Benz

Contratos de Manutenção Mercedes-Benz para Veículos Comerciais. Bom para o seu veículo, rentável para o seu negócio. Mercedes-Benz Contratos de Manutenção Mercedes-Benz para Veículos Comerciais Bom para o seu veículo, rentável para o seu negócio. Mercedes-Benz Em um cenário competitivo, o sucesso não é determinado apenas pela oferta

Leia mais

Informativo 06. Com o objetivo de melhorar o formato da competição Baja SAE BRASIL Etapa Sul a edição de 2015 esta trazendo algumas modificações.

Informativo 06. Com o objetivo de melhorar o formato da competição Baja SAE BRASIL Etapa Sul a edição de 2015 esta trazendo algumas modificações. Informativo 06 São Paulo, 04 de novembro de 2015 Ref.: Número do Carro. REF.: PROVAS COMPETIÇÃO BAJA SUL Com o objetivo de melhorar o formato da competição Baja SAE BRASIL Etapa Sul a edição de 2015 esta

Leia mais

REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 5 REQUISITOS GERAIS DO VEÍCULO

REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 5 REQUISITOS GERAIS DO VEÍCULO REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 5 REQUISITOS GERAIS DO VEÍCULO RBSB 5 EMENDA 0 DATA DE EFETIVIDADE: 01 DE JANEIRO DE 2010 2/9 CONTROLE DE REVISÃO Emenda Data de Efetividade 0 01 de Janeiro de 2010

Leia mais

Plano de Patrocínio 2010

Plano de Patrocínio 2010 Plano de Patrocínio 2010 2 Apresentação É com grande entusiasmo que apresentamos este material base para a 16ª Temporada do Baja SAE, que Inclui a etapa nacional no começo do 1 semestre de 2010, a etapa

Leia mais

MECÂNICA PREVENTIVA E CORRETIVA EM VEÍCULOS PESADOS

MECÂNICA PREVENTIVA E CORRETIVA EM VEÍCULOS PESADOS Seleção Competitiva Interna 2013 MECÂNICA PREVENTIVA E CORRETIVA EM VEÍCULOS PESADOS Fabrício De Souza Alves MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA DE VEÍCULOS PESADOS. O que é manutenção preventiva? Trata-se

Leia mais

Informativo 27. Ref.: Informações sobre as provas da competição Baja SAE BRASIL 2015

Informativo 27. Ref.: Informações sobre as provas da competição Baja SAE BRASIL 2015 Informativo 27 São Paulo, 03 de Março de 2015 Ref.: Informações sobre as provas da competição Baja SAE BRASIL 2015 Prezadas Equipes Sejam bem-vindas à 21ª Competição Baja SAE BRASIL. Aguardamos todos vocês

Leia mais

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FORÇA LIVRE REGULAMENTO TÉCNICO 2015 ARTIGO 1: VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS ARTIGO 2: CARROCERIA E DIMENSÕES ARTIGO 3: PESO ARTIGO 4: MOTOR ARTIGO 5: COMBUSTÍVEL ARTIGO 6: LUBRIFICAÇÃO ARTIGO 7:

Leia mais

REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 9 AVALIAÇÕES E PONTUAÇÃO

REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 9 AVALIAÇÕES E PONTUAÇÃO REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 9 AVALIAÇÕES E PONTUAÇÃO RBSB 9 EMENDA 2 DATA DE EFETIVIDADE: 01 DE DEZEMBRO DE 2010 2/16 CONTROLE DE REVISÃO Emenda Data de Efetividade 0 01 de Janeiro de 2010 1 01

Leia mais

COLÉGIO JOÃO PAULO I UNIDADE SUL

COLÉGIO JOÃO PAULO I UNIDADE SUL COLÉGIO JOÃO PAULO I UNIDADE SUL Marcelo Rolim EXERCÍCIOS DE REVISÃO DE CIÊNCIAS (FÍSICA) 8ª SÉRIE ENSINO FUNDAMENTAL 2º TRIMESTRE/2012 Exercícios de Revisão 01. Calcule a distância percorrida por um móvel

Leia mais

Categoria Desafio IMPORT

Categoria Desafio IMPORT Categoria Desafio IMPORT 1 - NORMAS TÉCNICAS: A categoria Desafio IMPORT deverá seguir as normas técnicas constantes neste regulamento especifico. 2 - DEFINIÇÃO: a) Poderão participar desta categoria veículos

Leia mais

FACULDADE SANTO AGOSTINHO DIREÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA COMPETIÇÃO DE ROBÔS

FACULDADE SANTO AGOSTINHO DIREÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA COMPETIÇÃO DE ROBÔS FACULDADE SANTO AGOSTINHO DIREÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EDITAL N 06/2015.2 COMPETIÇÃO DE ROBÔS 1. Da Apresentação A COMPETIÇÃO DE ROBÔS será um evento realizado durante

Leia mais

Workshop : Organização de Equipe. Desenvolvimento de Produto. André Soares

Workshop : Organização de Equipe. Desenvolvimento de Produto. André Soares Workshop : Organização de Equipe Desenvolvimento de Produto André Soares André Soares Participação na SAE desde 1997 Membro do comitê FSAE Brasil desde 2003 Juiz credenciado de segurança Baja Brasil Engenheiro

Leia mais

Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos

Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos Aplicação de QFD num projeto de fórmula SAE considerando a cadeia de suprimentos Maria Clara da Costa Teixeira (EESC USP) mclara@sc.usp.br Álvaro Costa Neto (EESC USP) costa@sc.usp.br Resumo Diante das

Leia mais

MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada. Eduardo Linzmayer

MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada. Eduardo Linzmayer MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Aumentando a Confiabilidade e a Segurança Integrada Eduardo Linzmayer INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRO DE PESQUISAS ESCOLA DE ENGENHARIA MAUÁ COORDENADORIA

Leia mais

1 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DASAFIO TURBO

1 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DASAFIO TURBO FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961 Rua Comendador Azevedo, 440 Conj. 1 Fone/Fax (51)3224 4808 CEP 90220-150 Porto Alegre

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES.

UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES. UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES. Atualmente no Brasil estão em operação diversos modelos de locomotivas diesel-elétricas, desde locomotivas mais antigas e de

Leia mais

Plano de Patrocínio. Equipe de Baja do CAP-UFSJ

Plano de Patrocínio. Equipe de Baja do CAP-UFSJ Plano de Patrocínio Equipe de Baja do CAP-UFSJ Projeto 2013/2014 Plano de Patrocínio 2013/2014 APRESENTAÇÃO A competição BAJA SAE foi criada na Universidade da Carolina do Sul, Estados Unidos, no ano de

Leia mais

DESCRIÇÃO VALOR UNIDADE Comprimento máximo

DESCRIÇÃO VALOR UNIDADE Comprimento máximo CAPA Na capa da Ficha Técnica devem estar claramente as informações para identificação da equipe, escola, número do carro, semelhante às capas utilizadas nos relatórios de projeto da competição nacional.

Leia mais

Da ineficiência dos dispositivos de proteção Barreiras New-jersey e do canal de cintura para proteger a Represa de São Pedro

Da ineficiência dos dispositivos de proteção Barreiras New-jersey e do canal de cintura para proteger a Represa de São Pedro Da ineficiência dos dispositivos de proteção Barreiras New-jersey e do canal de cintura para proteger a Represa de São Pedro NÚCLEO DE ANÁLISE GEO-AMBIENTAL DA UFJF www.ufjf.br/analiseambiental Tel.: 2102-3414

Leia mais

FÓRUM BAJA SAE E FÓRMULA SAE AVALIAÇÕES DE PROJETO BAJA SAE CONSIDERAÇÕES GERAIS. São Paulo, 01 de Outubro de 2014

FÓRUM BAJA SAE E FÓRMULA SAE AVALIAÇÕES DE PROJETO BAJA SAE CONSIDERAÇÕES GERAIS. São Paulo, 01 de Outubro de 2014 FÓRUM BAJA SAE E FÓRMULA SAE AVALIAÇÕES DE PROJETO BAJA SAE CONSIDERAÇÕES GERAIS São Paulo, 01 de Outubro de 2014 Índice Avaliações de Projeto Importância Estratégica Gestão de Informação Apresentação

Leia mais

A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM

A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM XIII SIMPEP Bauru, SP, Brasil, 6 a 8 de novembro de 6. A Utilização de Etiquetas de Detecção de Inconveniências na Manutenção Autônoma do TPM Marcos Roberto Bormio (UNESP) mbormio@feb.unesp.br Nilson Damaceno

Leia mais

Projeto e desenvolvimento de um simulador de dinâmica veicular com interface gráfica.

Projeto e desenvolvimento de um simulador de dinâmica veicular com interface gráfica. Projeto e desenvolvimento de um simulador de dinâmica veicular com interface gráfica. Virtual Car é um simulador de veículos de passeio/utilitários para validação e testes de componentes automotivos. A

Leia mais

REGIMENTO INTERNO REVISÃO 02. www.ufjf.br/baja 21/05/2012

REGIMENTO INTERNO REVISÃO 02. www.ufjf.br/baja 21/05/2012 REGIMENTO INTERNO REVISÃO 02 21/05/2012 Sumário: INTRODUÇÃO 02 TÍTULO I: OBJETIVOS 02 TÍTULO II: ORGANIZAÇÃO 03 TÍTULO III: DAS REUNIÕES 06 TÍTULO IV: DOS PROCEDIMENTOS 06 TÍTULO V: DAS ÁREAS DE CONCEÇPÃO

Leia mais

Campeonato de Carros Nacionais

Campeonato de Carros Nacionais Campeonato de Carros Nacionais Resumo POTENCIA Ver na lista de carros (em média, 280 CV) PESO 1.200 KG + lastro (lastro dado pelo sistema de lastro, explicado abaixo) PNEU DESPORTIVO MACIO AFINAÇAO PERMITIDA

Leia mais

ÍNDICE DE APRESENTAÇÃO: -OBJETIVO DO TESTE -METODOS UTILIZADOS -RESULTADOS. www.oter.com.br

ÍNDICE DE APRESENTAÇÃO: -OBJETIVO DO TESTE -METODOS UTILIZADOS -RESULTADOS. www.oter.com.br ÍNDICE DE APRESENTAÇÃO: -OBJETIVO DO TESTE -METODOS UTILIZADOS -RESULTADOS www.oter.com.br OBJETIVOS: Para fixação de Rodas em veículos de transportes utiliza-se de porcas comuns para a fixação da roda

Leia mais

Regulamento Técnico - Regras Gerais/Segurança

Regulamento Técnico - Regras Gerais/Segurança Regulamento Técnico - Regras Gerais/Segurança As normas e regras aqui estabelecidas são complementares aos regulamentos técnicos de cada categoria, portanto devem ser seguidas e obedecidas por competidores

Leia mais

PROJETO MINI BAJA UNIARARAS Apresentação Simplificada

PROJETO MINI BAJA UNIARARAS Apresentação Simplificada PROJETO MINI BAJA UNIARARAS Apresentação Simplificada Apresentação do projeto MINI BAJA UNIARARAS de forma resumida para entendimento de nossos futuros parceiros. Equipe Mini Baja SUMÁRIO QUEM SOMOS?...

Leia mais

como a DT200 da Yamaha.

como a DT200 da Yamaha. Para os iniciantes, é melhor optar por uma moto de menor potência, como a 125cc, porque elas são mais leves e dão mais chances. As 250cc são mais violentas e qualquer erro pode causar um tombo. Para o

Leia mais

veículos de capacidade e cinqüenta

veículos de capacidade e cinqüenta 12 CATEGORIA PRO MOD PM 12.1) DEFINIÇÃO: Participam destas categorias veículos bipostos nacionais e importados, turismo, de produção em série, réplicas e protótipos, coupê, sedan ou pick upp de 2, 3, 4

Leia mais

1 LISTA DE EXERCÍCIOS FUNDAMENTOS DE MECÂNICA CLÁSSICA. Prof. Marcio Solino Pessoa

1 LISTA DE EXERCÍCIOS FUNDAMENTOS DE MECÂNICA CLÁSSICA. Prof. Marcio Solino Pessoa 1 LISTA DE EXERCÍCIOS FUNDAMENTOS DE MECÂNICA CLÁSSICA. Prof. Marcio Solino Pessoa 1 O gráfico abaixo representa a marcação do velocímetro de um automóvel em função do tempo. Trace os gráficos correspondentes

Leia mais

COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRÁFEGO Certificação de Competências

COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRÁFEGO Certificação de Competências COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRÁFEGO Certificação de Competências CARGO AGENTE DE MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS Área de Concentração: Mecânica de Autos 1. Um dos primeiros motores conhecidos foi a máquina a vapor

Leia mais

Programação Inteligente para Transporte Urbano

Programação Inteligente para Transporte Urbano Programação Inteligente para Transporte Urbano Programação horária Também chamada de programação de linha, consiste em obter como resultado final, tabelas horárias de viagens para uma linha (ou linhas)

Leia mais

7 Mudanças Realizadas

7 Mudanças Realizadas 7 Mudanças Realizadas Este capítulo tem o objetivo de detalhar as mudanças realizadas no ambiente de trabalho da equipe estudada. Ele cita as alterações no produto de software utilizado pela equipe, que

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Jaime Junior dos Santos Aes Sul Distribuidora Gaúcha de Energia jaime.santos@aes.com

Leia mais

PROGRAMAS MANTIDOS RESULTADOS ALCANÇADOS

PROGRAMAS MANTIDOS RESULTADOS ALCANÇADOS PROGRAMAS MANTIDOS RESULTADOS ALCANÇADOS OBJETIVO DOS PROGRAMAS PREVENIR ATITUDES INSEGURAS NO TRANSPORTE POR MEIO DA CONSCIENTIZAÇÃO DOS MOTORISTAS. META ATINGIR O NÍVEL ZERO EM ACIDENTES SÉRIOS. PRINCIPAL

Leia mais

Tiago Monteiro satisfeito com quinto tempo na grelha

Tiago Monteiro satisfeito com quinto tempo na grelha Chevrolet Cruze dominam qualificação Tiago Monteiro satisfeito com quinto tempo na grelha. Alain Menu obteve pole position. O piloto portuense Tiago Monteiro conseguiu a quinta melhor marca na qualificação

Leia mais

Nome: Turma : N.º. Grupo 1 (24 %) Basquetebol (Cada questão 3%)

Nome: Turma : N.º. Grupo 1 (24 %) Basquetebol (Cada questão 3%) Teste Escrito 1 Educação Física 3º CEB 1.º Período 2011/2012 Nome: Turma : N.º O Professor Encarregado de Educação Avaliação Lê atentamente as afirmações e as opções de resposta. De seguida, assinala na

Leia mais

Fiscalização e controle do excesso de peso nos veículos de carga nos aspectos relacionados

Fiscalização e controle do excesso de peso nos veículos de carga nos aspectos relacionados Palestra CEDATT Fiscalização e controle do excesso de peso nos veículos de carga nos aspectos relacionados com a segurança viária Eng. Rubem Penteado de Melo, MSc rubem@transtech.com.br 41 30333033-8700

Leia mais

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA.

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. Caro participante, Agradecemos a sua presença no III Megacity Logistics Workshop. Você é parte importante para o aprimoramento

Leia mais

Portfólio de Patrocínio. Equipe SUPERBAJA

Portfólio de Patrocínio. Equipe SUPERBAJA Portfólio de Patrocínio Equipe SUPERBAJA Apresentação O projeto Mini-Baja tem como objetivo projetar e construir um veículo monoposto, off-road atrativo ao mercado consumidor pelo seu visual, desempenho,

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO DESAFIO DO CARRO QUÍMICO

REGULAMENTO GERAL DO DESAFIO DO CARRO QUÍMICO REGULAMENTO GERAL DO DESAFIO DO CARRO QUÍMICO I. Da Definição 1.1. O desafio do curso de Engenharia Química é uma competição acadêmica destinada aos alunos de graduação regularmente matriculados em quaisquer

Leia mais

SEGURANÇA SOBRE DUAS RODAS

SEGURANÇA SOBRE DUAS RODAS SEGURANÇA SOBRE DUAS RODAS Autor João Batista Weiss CEMIG DISTRIBUIÇÃO RESUMO Esse trabalho tem o objetivo de compartilhar com outras entidades o sucesso obtido na redução de acidente de transito e pessoal

Leia mais

Gestão de riscos - Utilização de monitoramento preditivo online na gestão de riscos na frota de vagões da EFC

Gestão de riscos - Utilização de monitoramento preditivo online na gestão de riscos na frota de vagões da EFC Gestão de riscos - Utilização de monitoramento preditivo online na gestão de riscos na frota de vagões da EFC Paulo Sergio Costa 1 *, Giovanni Augusto Ferreira Dias 1, Diego Freitas 1, Fábio Assunção 1,

Leia mais

Atlas Copco Energia portátil e sustentável

Atlas Copco Energia portátil e sustentável Atlas Copco Energia portátil e sustentável Geradores QAS 24 a 225 kva Confiabilidade Elevada vida útil Preparado para condições extremas Projetado a operar ao tempo Versatilidade Desenvolvido para operação

Leia mais

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção

Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Professores: Diego Mondadori Rodrigues Ernani Matschulat Viviane Dorneles Tobias

Leia mais

GigaDAC. GigaTAC. Inspeção Técnica. Manual GigaDAC - v1.0-2012

GigaDAC. GigaTAC. Inspeção Técnica. Manual GigaDAC - v1.0-2012 Inspeção Técnica Manual GigaDAC - v1.0-2012 GigaDAC O Medidor Portátil GigaDAC funciona com princípios semelhantes que o dispositivo adicional de calibração GigaDAC, mas é projetado para fornecer uma metrologia

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS UNIVERSIDADE DE RIO VERDE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS FORMULÁRIO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO 2015 FORMULÁRIO PARA PROJETOS DAS AÇÕES DE EXTENSÃO E CULTURA I - IDENTIFICAÇÃO DA PROPOSTA

Leia mais

ENTREGAS RÁPIDAS, EFICIENTES E COM QUALIDADE. O diferencial que sua empresa busca para os negócios

ENTREGAS RÁPIDAS, EFICIENTES E COM QUALIDADE. O diferencial que sua empresa busca para os negócios ENTREGAS RÁPIDAS, EFICIENTES E COM QUALIDADE O diferencial que sua empresa busca para os negócios Índice APRESENTAÇÃO 03 CAPÍTULO 1 MOTIVOS DE SOBRA PARA TERCERIZAR SUA FROTA! 05 CAPÍTULO 2 POR QUE A TRANSMIT?

Leia mais

CAMPEONATO GAÚCHO DE ARRANCADA

CAMPEONATO GAÚCHO DE ARRANCADA FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961 Rua Comendador Azevedo, 440 - Conj. 1 - Fone/Fax (51)3224 4808 CEP 90220-150 - Porto

Leia mais

Centro de Inovação e Tecnologia SENAI FIEMG - Campus CETEC

Centro de Inovação e Tecnologia SENAI FIEMG - Campus CETEC Centro de Inovação e Tecnologia SENAI FIEMG Campus CETEC O Centro de Inovação e Tecnologia SENAI FIEMG Campus CETEC, compõe-se por um conjunto de institutos de inovação e institutos de tecnologia capazes

Leia mais

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Metrologia é a Ciência da Medida Uma reputação de qualidade é um dos bens de mais alto valor de uma empresa. A grande importância de uma alta

Leia mais

CES-32 e CE-230 Qualidade, Confiabilidade e Segurança de Software. Conceitos de Qualidade. CURSO DE GRADUAÇÃO e DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ITA

CES-32 e CE-230 Qualidade, Confiabilidade e Segurança de Software. Conceitos de Qualidade. CURSO DE GRADUAÇÃO e DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ITA CURSO DE GRADUAÇÃO e DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ITA 2º SEMESTRE 2002 CES-32 e CE-230 Qualidade, Confiabilidade e Segurança de Software Prof. Dr. Adilson Marques da Cunha Conceitos de Qualidade CES-32 / CE-230

Leia mais

FUNDIÇÃO CENTRIFUGADA QUANDO E POR QUAIS MOTIVOS ESCOLHER. comercial@fvtecnologia.com.br http://www.fvtecnologia.com.br

FUNDIÇÃO CENTRIFUGADA QUANDO E POR QUAIS MOTIVOS ESCOLHER. comercial@fvtecnologia.com.br http://www.fvtecnologia.com.br FUNDIÇÃO CENTRIFUGADA QUANDO E POR QUAIS MOTIVOS ESCOLHER comercial@fvtecnologia.com.br http://www.fvtecnologia.com.br 1 VANTAGENS DO PROCESSO DE FUNDIÇÃO CENTRIFUGADA 1. O que é fundição centrifugada?

Leia mais

O que é o Direção Positiva?

O que é o Direção Positiva? Abril - 2014 1 2 O que é o Direção Positiva? O novo projeto da Sirtec busca conscientizar os colaboradores sobre a importância das medidas preventivas no trânsito. Objetivos: Contribuir com a redução dos

Leia mais

UniRitter tecnológica: integrando Engenharias para desenvolvimento de um robô humanoide

UniRitter tecnológica: integrando Engenharias para desenvolvimento de um robô humanoide - SEPesq UniRitter tecnológica: integrando Engenharias para desenvolvimento de um robô humanoide 1. Introdução Diego Augusto de Jesus Pacheco Giovani Geremia Segundo Vargas (2012) é perceptível que uma

Leia mais

Realizando o ensaio de ultra-som

Realizando o ensaio de ultra-som Realizando o ensaio de ultra-som A UU L AL A Na aula anterior, você ficou sabendo que o ultra-som é uma onda mecânica que se propaga de uma fonte emissora até uma fonte receptora, através de um meio físico.

Leia mais

Inspeção Técnica Veicular

Inspeção Técnica Veicular Inspeção Técnica Veicular Paulo Cezar Gottlieb Engenheiro Mecânico Campanha de Segurança no Trânsito Fatores que causam acidentes Veículo Motorista - Falhas em componentes de segurança - Recall não realizado

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO MR-03 SPORTS

REGULAMENTO TÉCNICO MR-03 SPORTS REGULAMENTO TÉCNICO MR-03 SPORTS INTRODUÇÃO Este regulamento visa orientar aos participantes das corridas de Mini-Z MR-03 Sports, quanto aos ajustes e modificações permitidos nos carros. A idéia principal

Leia mais

Catálogo de Produtos 2012

Catálogo de Produtos 2012 P á g i n a 1 Catálogo de Produtos 2012 Linha Industrial Metal Mecânica e Moveleira Cabines de Pintura - Via Úmida e Via Seca P á g i n a 2 Apresentação A empresa FULLTECH AUTOMAÇÃO E INDÚSTRIA dispõe

Leia mais

REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 11 PROCEDIMENTOS DA COMPETIÇÃO

REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 11 PROCEDIMENTOS DA COMPETIÇÃO REGULAMENTO BAJA SAE BRASIL CAPÍTULO 11 PROCEDIMENTOS DA COMPETIÇÃO RBSB 11 EMENDA 4 DATA DE EFETIVIDADE: 05 de MARÇO DE 2014 2/14 CONTROLE DE REVISÃO Emenda Data de Efetividade 0 01 de Janeiro de 2010

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO DSI 689 MANUAL DE OPERAÇÃO DSI

MANUAL DE OPERAÇÃO DSI 689 MANUAL DE OPERAÇÃO DSI DESCRIÇÃO DADOS TÉCNICOS RESET HI LO 1 - quando acesa o valor lido no painel analógico deverá ser multiplicado por 100. 2 - quando acesa o valor lido no painel analógico devera ser multiplicado por 10.

Leia mais

Marca do evento DISET EDUARDO RIBEIRO. CHEFE DA DISET Curitiba/PR

Marca do evento DISET EDUARDO RIBEIRO. CHEFE DA DISET Curitiba/PR DISET EDUARDO RIBEIRO CHEFE DA DISET Curitiba/PR PR, 21 de novembro de 2007 Divisão de Instrumentos de Medição no Âmbito da Segurança e do Trânsito Diset COMPETE À DISET Executar as atividades de apreciação

Leia mais

COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO

COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO Corridas Especialidades Velocidade Meio-Fundo Fundo Barreiras Estafetas Provas 60m, 100m, 200m, 400m 800m, 1500m,

Leia mais

CAMPEONATO SCHIN DE KART 2014

CAMPEONATO SCHIN DE KART 2014 CAMPEONATO SCHIN DE KART 2014 JÚNIOR MENOR DE KART - ITAL SISTEM PMJK: Parágrafo 1º - Prova A duração da prova, será definido através do adendo 2 da etapa. Parágrafo 2º - Da Categoria - O Campeonato será

Leia mais

Segurança dos Pneus. Data de validade

Segurança dos Pneus. Data de validade Segurança dos Pneus Dirigimos diariamente e quase nunca prestamos atenção a uma das partes mais importantes do automóvel, O PNEU. Veja a seguir como ler e entender a fabricação e o uso correto de um pneu.

Leia mais

Empreendedorismo na Equipe EESC-USP Fórmula SAE

Empreendedorismo na Equipe EESC-USP Fórmula SAE Empreendedorismo na Equipe EESC-USP Fórmula SAE Luís Augusto Franciosi (EESC-USP) gutofranciosi@yahoo.com.br Resumo: A categoria de competição universitária Formula SAE, criada pela Society of Automotive

Leia mais

MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS 45º SEMINÁRIO DE ACIARIA -ABM PRIMARIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS Cléverson Stocco Moreira PORTO ALEGRE - MAIO/2014 CONCEITO DE MANUTENÇÃO: INTRODUÇÃO Garantir a confiabilidade e a disponibilidade

Leia mais

Portfólio- Equipe BAJA CEM

Portfólio- Equipe BAJA CEM Introdução Baja SAE é um projeto estudantil que visa o desafio da aplicação pratica dos conhecimentos adquiridos em sala de aula, assim como a preparação dos alunos envolvidos para o competitivo mercado

Leia mais

GRAVITY RACI G BRASIL

GRAVITY RACI G BRASIL GRAVITY RACI G BRASIL 1 REGULAME TO TÉC ICO DA CATEGORIA GRAVITY RACI G BRASIL As normas do regulamento aqui expostas servem para garantir a total segurança dos competidores e expectadores do evento Gravity

Leia mais

SEGURANÇA E MANUTENÇÃO COMO VANTAGENS DE PAPEL E CELULOSE

SEGURANÇA E MANUTENÇÃO COMO VANTAGENS DE PAPEL E CELULOSE SEGURANÇA E MANUTENÇÃO COMO VANTAGENS COMPETITIVAS PARA O ABASTECIMENTO DE FÁBRICA DE PAPEL E CELULOSE Resultados de Segurança Taxa de frequência de Acidentes de Trânsito 1,5 1,39 Acidente / Milhão Km

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas. Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos

Avaliação de Desempenho de Sistemas. Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos Avaliação de Desempenho de Sistemas Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos O que é Desempenho? Webster s? The manner in which a mechanism performs. Aurélio: Conjunto de características ou de possibilidades

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 02 CINEMÁTICA VETORIAL

LISTA DE EXERCÍCIOS 02 CINEMÁTICA VETORIAL UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CIVIL MONITOR: VICTOR MENDES LISTA DE EXERCÍCIOS 02 CINEMÁTICA VETORIAL 1.0 Unidimensional 1.1 Velocidade Média MÉDIO Questão 01. Uma pessoa

Leia mais

SPIE EM EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTES

SPIE EM EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTES EM EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTES Agenda Petroquímica União SPIE Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos -Cronologia - Benefícios Imediatos - Constituição do SPIE - Desencorajamento - Importância

Leia mais

S.MANCHETE EDITORIAL. Encerramos o ano de 2014 com a publicação da 8ª edição do S.Manchete.

S.MANCHETE EDITORIAL. Encerramos o ano de 2014 com a publicação da 8ª edição do S.Manchete. EDITORIAL 1 Encerramos o ano de 2014 com a publicação da 8ª edição do S.Manchete. Nesta última edição do ano, falaremos sobre as melhorias, integrações e automatizações realizadas nos setores de Importação

Leia mais

Manual de Instruções Nav Totem

Manual de Instruções Nav Totem Manual de Instruções Nav Totem Navegação comparada 1. Apresentação...2 2. Como funciona a navegação usando um NAV Totem...2 3. Aplicativos...2 4. Histórico das versões...2 5. Acessando Menu de Funções...3

Leia mais

Minas Olímpica/ Jogos de Minas 2015

Minas Olímpica/ Jogos de Minas 2015 Minas Olímpica/ Jogos de Minas 2015 Regulamento Específico Ciclismo Art. 1º - A competição de ciclismo do Minas Olímpica/Jogos de Minas obedecerá as regras da Confederação Brasileira de Ciclismo e Federação

Leia mais

TRATORISTA PROVA DE CONHECIMENTO ESPECÍFICO

TRATORISTA PROVA DE CONHECIMENTO ESPECÍFICO TRATORISTA PROVA DE CONHECIMENTO ESPECÍFICO Questão 21 Algumas infrações de trânsito preveem a suspensão do direito de dirigir do condutor ou do proprietário do veículo. Assinale a alternativa que não

Leia mais

A precisão que você precisa.

A precisão que você precisa. A precisão que você precisa. -30 Agronave 30 O Agronave 30 é um moderno sistema de navegação agrícola para auxiliar o produtor rural nos diversos processos de aplicação, plantio e colheita. Leia com cuidado

Leia mais

AJUSTADORES AUTOMÁTICOS DE FREIO JUNHO 2012

AJUSTADORES AUTOMÁTICOS DE FREIO JUNHO 2012 AJUSTADORES AUTOMÁTICOS DE FREIO JUNHO 2012 Conheça o funcionamento, diagnóstico e reparo do ajustador de freio automático, um componente primordial para segurança, aplicado em veículos pesados. Que a

Leia mais

ESCAVADEIRA HIDRÁULICA

ESCAVADEIRA HIDRÁULICA Case Soluções Integradas Equipamentos Financiamento Peças e Serviços A escavadeira inteligente da Case ficou ainda mais potente. A tem um novo motor de 6 cilindros, que proporciona uma potência líquida

Leia mais

Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation

Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation Substitui a edição 01 do VBI de 05.2012. As alterações estão marcadas com um traço vertical (l) na margem. Nota: Sempre verifique a versão mais atualizada

Leia mais

Dirigir ecologicamente com

Dirigir ecologicamente com Global Training. The finest automotive learning rpm x 100 Dirigir ecologicamente com PREFÁCIO Convidamos você para participar: - Treinamento de Condução Econômica, transmitindo-lhe conhecimento sobre uma

Leia mais

TUDO SEMPRE PODE FICAR MELHOR QUAIS SÃO SEUS DESAFIOS?

TUDO SEMPRE PODE FICAR MELHOR QUAIS SÃO SEUS DESAFIOS? TUDO SEMPRE PODE FICAR MELHOR QUAIS SÃO SEUS DESAFIOS? SOBRE NÓS A VirtualCAE é uma empresa que representa soluções especializadas em CAE (Computer Aided Engineering) atuando na comercialização e desenvolvimento

Leia mais

O que é o Direção Positiva?

O que é o Direção Positiva? JUNHO - 2015 1 2 O que é o Direção Positiva? Projeto da Sirtec busca conscientizar os colaboradores sobre a importância das medidas preventivas no trânsito. Objetivo: Contribuir com a redução dos acidentes

Leia mais

Scania Driver Support, Opticruise e Retarder.

Scania Driver Support, Opticruise e Retarder. Scania Condução Econômica Scania Driver Support, Opticruise e Retarder. Scania Condução Econômica 2 3 A Scania avança para que o seu negócio não pare de prosperar. A Scania não para de acelerar rumo à

Leia mais

O modelo da foto pode conter equipamentos opcionais.

O modelo da foto pode conter equipamentos opcionais. Contate o seu concessionário Hyundai para mais informações. O equipamento apresentado pode variar de acordo com normas internacionais. Todas as medidas em libras e polegadas estão arredondadas. Novo Conceito

Leia mais

Kit de 5ª geração. Andrea Tagliavini Landirenzo

Kit de 5ª geração. Andrea Tagliavini Landirenzo Kit de 5ª geração Andrea Tagliavini Landirenzo Conteúdo Sobre o grupo Landirenzo Porque 5ª geração Novas tecnologias no GNV Linha de 5ª geração Landirenzo Sistema dual Diesel-Gás Ações pro 5ª geração Sobre

Leia mais

PROJETO DE UM SISTEMA AUTOMÁTICO PARA ENLONAMENTO DE CAMINHÕES AGRÍCOLAS

PROJETO DE UM SISTEMA AUTOMÁTICO PARA ENLONAMENTO DE CAMINHÕES AGRÍCOLAS XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 PROJETO DE UM SISTEMA AUTOMÁTICO PARA ENLONAMENTO DE CAMINHÕES AGRÍCOLAS Giovani Locatelli e

Leia mais

JEEP CLUBE DE MACEIÓ

JEEP CLUBE DE MACEIÓ JEEP CLUBE DE MACEIÓ R E G U L A M E N T O XIX Prova do Sururu A XIX PROVA DO SURURU de 4x4 será regida pelo presente regulamento e pelo Código Desportivo do Automobilismo. A XIX PROVA DO SURURU de 4x4

Leia mais

A INSPEÇÃO DO TRABALHO SEM NÚMEROS, MAS EM VALORES.

A INSPEÇÃO DO TRABALHO SEM NÚMEROS, MAS EM VALORES. A INSPEÇÃO DO TRABALHO SEM NÚMEROS, MAS EM VALORES. Com a missão de proteger milhares de crianças sacrificadas pelas duras condições de trabalho nas fábricas, nasce em 17 de janeiro de 1891 a Inspeção

Leia mais

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade Escola de Engenharia de Lorena - EEL Controle Estatístico de Processos CEP Prof. MSc. Fabrício Maciel Gomes Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente. Conceito de

Leia mais

Manual Técnico. Autotransformadores para Chave Compensadora. Revisão 3.0. Índice

Manual Técnico. Autotransformadores para Chave Compensadora. Revisão 3.0. Índice Página 1 de 6 Manual Técnico Autotransformadores para Chave Compensadora Revisão 3.0 Índice 1 Introdução...2 2 Recebimento...2 3 Instalação...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 4 Manutenção...5

Leia mais

IV Competição Brasileira de Robótica Educacional REGULAMENTO COMPETIÇÃO DE SUMÔ DE ROBÔS

IV Competição Brasileira de Robótica Educacional REGULAMENTO COMPETIÇÃO DE SUMÔ DE ROBÔS IV Competição Brasileira de Robótica Educacional REGULAMENTO COMPETIÇÃO DE SUMÔ DE ROBÔS REGULAMENTO COMPETIÇÃO 1. Introdução 1.1. Nome da Modalidade: Sumô 1.2. Número de Robôs por Partida/Equipe: um 1.3.

Leia mais

SÃO PAULO: CAPITAL DA VELOCIDADE

SÃO PAULO: CAPITAL DA VELOCIDADE Física/Matemática SÃO PAULO: CAPITAL DA VELOCIDADE Diversos títulos foram sendo atribuídos à cidade de São Paulo durante seus mais de 500 anos de fundação, como, por exemplo, A cidade que não pode parar,

Leia mais