FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO TERESA D ÁVILA. Mantenedor: Instituto Santa Teresa

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1 FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO TERESA D ÁVILA Mantenedor: Instituto Santa Teresa PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS - LÍNGUA PORTUGUESA E LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS Lorena SP 2013

2 FACULDADES INTEGRADAS TERESA D ÁVILA AVENIDA PEIXOTO DE CASTRO, 539 VILA CELESTE CEP LORENA / SP PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS - LÍNGUA PORTUGUESA E LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS CORPO ADMINISTRATIVO Diretora Geral Profª Drª Ir. Raquel de Godoy Retz Vice-Diretora Profª Drª Ir. Olga de Sá Secretária Geral Profª Maria Aparecida de Souza Boncristiano Coordenador Pedagógico Prof. Me. José Luiz de Miranda Alves Diretor da Fundação Olga de Sá Prof. Gentil Vian

3 COORDENADORES (AS) DE CURSOS Curso Coordenador (a) Administração Prof. Me. Henrique Martins Galvão Arquitetura Prof. Me. José Ricardo Flores Faria Biblioteconomia Profª Me. Cristina Lino Paiva Biologia Prof. Dr. Ricardo Mendonça Neves dos Santos Computação Prof. Me Marcílio Farias da Silva Comunicação Prof. Me. Jefferson José Ribeiro Social (Jornalismo, de Moura Publicidade e Propaganda, Rádio, Tv e Internet) Design Prof. Me. Paulo Vinícius de Omena Pina Educação Profª Deise A. Reis Carelli Artística Oliveira Enfermagem Profª. Me. Ana Beatriz Pinto da Silva Morita Farmácia Prof. Me. Cláudio Donato de Oliveira Santos Letras Profª Drª Luciani Vieira Gomes Alvareli Pedagogia Profª Me. Maria Cristina Marcelino Bento COORDENADORES (AS) DE NÚCLEOS Núcleo Coordenador (a) Estágio supervisionado Profª Me. Stela Maris Leite NEST Carrinho de Araújo Pós -Graduação NPOS Prof. Me. Henrique Martins Galvão Extensão Universitária - Profª Rosana do Carmo NEXT Montemor Educação a Distância NEAD Prof. Me. Pe. Pedro de Almeida Cunha 3

4 COORDENADORES (AS) DE INSTITUTOS Instituto Coordenador (a) Instituto Superior de Profª Drª Ir. Raquel de Godoy Retz Educação ISE Instituto Superior de Prof. Dr. Rosinei Baptista Ribeiro Pesquisa ISPIC DEMAIS COORDENADORES (AS) Assistente Social Gilmara Teodoro dos Santos Nascimento Comissão Própria de Avaliação - CPA Prof. Me. Marcus Vinicius Monteiro Gonçalves Pastoral Universitária Profª Me. Maria Luzia Dantas Prof. Gentil Vian Prof. Me. Pe. Pedro de Almeida Cunha - Centro Cultural Profª Me. Polyana Zappa Biblioteca Profª Me. Cristina Lino Paiva Equipe de Trabalho Núcleo Docente Estruturante Prof. Drª. Luciani Vieira Gomes Alvareli Coordenadora do Curso Prof. Me. Neide Aparecida Arruda de Oliveira Prof. Drª. Raquel de Godoy Retz Prof. Me. Renata Izabel Mariconi Ferro Prof. Me. Stela Maris Leite Carrinho de Araújo 4

5 Organograma 5

6 SUMÁRIO I APRESENTAÇÃO 09 II CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES Nome da Mantenedora Base Legal da Mantenedora Nome da IES Base Legal da IES Perfil e Missão da IES Perfil Missão Dados Sócio-econômicos da Região Setor primário - Agricultura e Pecuária Setor Secundário Indústria Setor Terciário - Comércio e Serviços Educação Cultura e Lazer Comunicação Breve Histórico e Desenvolvimento da IES 20 III CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 33 IV ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Administração Acadêmica Coordenação do Curso Atuação do Coordenador do Curso Participação da Coordenação do Curso em Órgãos Colegiados 37 Acadêmicos da IES Titulação do Coordenador do Curso Regime de Trabalho do Coordenador do Curso Experiência Profissional Acadêmica do Coordenador do Curso Experiência Profissional Não Acadêmica e Administrativa do 38 Coordenador do Curso Efetiva Dedicação do Coordenador à Administração e à 38 Condução do Curso 4.3 Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso para 39 Deliberação e Discussão de Questões Inerentes ao Desenvolvimento e Qualificação do Curso Participação do Coordenador e dos Docentes no Colegiado do 39 Curso 4.4 Organização Acadêmico-administrativa Organização do Controle Acadêmico Pessoal Técnico e Administrativo Plano de Carreira dos Funcionários Atenção aos Discentes Apoio à Participação em Eventos Apoio Pedagógico ao Discente Acompanhamento Psicopedagógico Mecanismos de Nivelamento Acompanhamento de Egressos 45 6

7 4.5.6 Meios de Divulgação de Trabalhos e Produções dos Alunos Bolsas de Estudo 47 V PROJETO DO CURSO Concepção do Curso Objetivos do Curso Perfil Profissional do Egresso Currículo Coerência do PPC e do Currículo com as Diretrizes Curriculares 57 Nacionais Coerência do Currículo com os Objetivos do Curso Coerência do Currículo com o Perfil Desejado do Egresso Coerência e Adequação dos Procedimentos de Ensinoaprendizagem 63 com a Concepção do Curso Inter-relação das Disciplinas na Concepção e Execução do 64 Currículo Dimensionamento da Carga Horária das Disciplinas Conteúdos Curriculares Adequação e Atualização das Ementas e Programas das 92 Disciplinas Adequação, Atualização e Relevância das Bibliografias dos 92 Componentes Curriculares Considerando o Perfil do Egresso Alterações Efetuadas no Currículo Sistema de Avaliação Coerência do Sistema de Avaliação do Processo Ensinoaprendizagem 94 com a Concepção do Curso Procedimentos de Avaliação do Processo Ensino-aprendizagem Atividades Acadêmicas Articuladas ao Ensino de Graduação Estímulo à Participação dos Discentes nas Atividades 97 Acadêmicas Programas, Projetos, Atividades de Iniciação Científica ou em 98 Práticas de Investigação Formas de Financiamento Atividades de Extensão Participação em Atividades de Monitoria Atividades Acadêmicas Articuladas à Prática e/ou Estágio Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Atividades Acadêmicas Articuladas às AATCC e Estratégias de 104 Flexibilização Curricular 5.11 Estágio Supervisionado Sistema de Auto-avaliação do Curso 107 VI CORPO ACADÊMICO Corpo Docente Administração Acadêmica Formação Acadêmica e Regime de Trabalho Experiência Profissional do Corpo Docente Dedicação ao Curso e Desempenho Acadêmico-profissional Plano de Carreira Docente Sistema Permanente de Avaliação dos Docentes 112 7

8 6.8 Incentivos Profissionais Apoio Didático-pedagógico aos Docentes Núcleo de Docentes Estruturante 113 VII INFRAESTRUTURA Instalações Gerais Ambientes Especiais Laboratórios 119 Laboratório de Biologia 119 Laboratório de Química e Bioquímica 119 Laboratório de Anatomia e Fisiologia 119 Biotério 119 Laboratório de Procedimentos de Enfermagem 120 Laboratório de Informática 120 Laboratório de Línguas Outros Ambientes Especiais 121 Salas de Projeção 121 Auditório 121 Anfiteatro 121 Sala de Dança 121 Agência de Comunicação 121 Gráfica e Editora Santa Teresa 122 Espaços para Exposições 122 Central de Cópias 122 Clínica-Escola Fonoaudiológica 123 Estúdio de Rádio e TV Rádio WEB Estúdio e Laboratório de Fotografia 124 Centro Tecnológico Mariana Gussen 125 Sala de Videoconferência 126 Sala de Conferência 126 Espaço para Exposições Salas de Aula Instalações Administrativas Instalações para Docentes Instalações para Coordenação de Curso Instalações Sanitárias Condições de Acesso Para Portadores de Deficiência Física Infra-Estrutura de Segurança Plano de Expansão Física Equipamentos de Informática 129 Acesso aos Equipamentos de Informática pelos Docentes 129 Acesso aos Equipamentos de Informática pelos Alunos Recursos Audiovisuais e Multimídia Rede de Comunicação Manutenção e Conservação das Instalações Físicas Projeto de Paisagismo Manutenção e Conservação dos Equipamentos Biblioteca 131 8

9 Espaço Físico Instalações Para o Acervo Acervo 131 Livros 131 Periódicos 132 Acervo Péricles Eugênio da Silva Ramos Informatização Base de Dados Setor de Multimeios Política de Aquisição, Expansão e Atualização Horário de Funcionamento Produtos e Serviços Formas de Consulta e Empréstimo Facilidade de Reservas Apoio na Elaboração de Trabalhos Acadêmicos Adequação da Rede de Informática, Internet, Telefonia e 136 Central de Links 7.20 Reestruturação no Serviço da Cantina e da Livraria Fundação Olga de Sá 137 9

10 Índice de Quadros Quadro I Escola de Educação Básica 18 Quadro II Número de Formados por Curso (1966/2012) 26 Quadro III Cursos de Graduação 27 Quadro IV Cursos de Pós-Graduação 28 Quadro V Progressão de Titulação 31 Quadro VI Estrutura do Curso 34 Quadro VII Formação do Coordenador 37 Quadro VIII Disciplinas Ministradas pela Coordenadora do 38 Curso Quadro IX Dedicação do Coordenador ao Curso 39 Quadro X Quantidade de Alunos Atendidos por Bolsa 48 Quadro XI Formação Pedagógica 60 Quadro XII Formação Linguística 61 Quadro XIII Formação Humanística e Cultural 61 Quadro XIV Formação Literária 62 Quadro XV Distribuição das Cargas Horárias 65 Quadro XVI Grupo de Disciplinas Institucionais 93 Quadro XVII Sistema de Avaliação 95 Quadro XVIII Corpo docente do curso 108 Quadro XIX Formação Acadêmica e Regime de Trabalho 109 do Corpo Docente Quadro XX Experiência Profissional do Corpo Docente 110 Quadro XXI Dedicação ao Curso e Desempenho 111 Acadêmico-profissional dos Docentes Quadro XXII Núcleo Docente Estruturante

11 I. APRESENTAÇÃO Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa e Língua Inglesa e Respectivas Literaturas das Faculdades Integradas Teresa D Ávila FATEA, mantidas pelo Instituto Santa Teresa. A proposta curricular do Curso, baseada em princípios científicos, tecnológicos e filosóficos, está estruturada para formar um profissional capaz de atuar no magistério e no mercado de trabalho, oportunizando o desenvolvimento e vivência do processo de ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa e Língua Inglesa e Respectivas Literaturas. Isso vem ao encontro da necessidade premente de todas as pessoas poderem transitar na sociedade por meio da linguagem, utilizada de maneira a seguir os padrões da norma culta, seja na língua portuguesa e inglesa, conquistando mais espaços nos quais possam trabalhar, estudar e usufruir de locus acessível a qualquer cidadão. Nesse sentido, o Curso de Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa e Língua Inglesa e Respectivas Literaturas abre oportunidades para as pessoas que desejam participar de uma sociedade mais justa, democrática, sem barreiras comunicacionais. A proposta do curso permite a possibilidade de formação de profissionais docentes e intérpretes com formação e consciência quanto ao respeito e ao menor preconceito diante das diversificadas minorias sociais. O presente projeto atende às necessidades de formação dos futuros professores de Português e Inglês e Respectivas Literaturas, satisfazendo às recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores da Educação Básica em Nível Superior. O curso está organizado em 8 períodos, perfazendo um total de horas, cumpridas, pontuando conhecimentos básicos e específicos da área e conhecimentos pedagógicos. Destacam-se as horas de prática como componente curricular, e as horas de estágio supervisionado, assim como as horas das Atividades Acadêmicas Técnico-científico-culturais, expressando os aspectos mais flexíveis e transversais do currículo. Os Conhecimentos básicos da área articulam os conhecimentos fundamentais para os estudos linguísticos, bem como os de natureza específica da visão histórica e humanística da organização escolar. Os Conhecimentos específicos envolvem conhecimentos de Língua Portuguesa e Língua Inglesa e Respectivas Literaturas, compreendendo o conjunto de disciplinas que possibilitam a construção do perfil do profissional da área de Letras. Constituem o núcleo responsável pelo desenvolvimento de competências e habilidades próprias do professor de primeira e de segunda língua, além de oportunizar a exploração de tecnologias de comunicação. Os Conhecimentos pedagógicos constituem o núcleo de disciplinas responsáveis pela construção do perfil para a docência e que possibilitam o desenvolvimento de competências e habilidades que garantam o desempenho profissional em sala de aula, no ambiente escolar e no mercado de trabalho em geral. Neste núcleo, promove-se a discussão de políticas de ensino, estratégias de planejamento do ensino e da avaliação, a organização dos sistemas de ensino 11

12 e a preparação para inserção do acadêmico no contexto escolar, preparando-o para o manejo das questões pedagógicas, bem como para as relações interpessoais. As Atividades Acadêmicas Técnico-Científico-Culturais compreendem atividades de livre escolha do aluno e têm como objetivo desenvolver posturas de cooperação, autonomia, comunicação, liderança e aprofundamento, visando a garantir o desenvolvimento de competências que transversalizam a organização curricular. As atividades distribuem-se em ações de ensino, pesquisa e extensão, que podem configurar eventos como seminários, palestras, iniciação científica, projetos multidisciplinares, aulas simuladas, atuação em projetos comunitários, monitorias, publicações de trabalhos de natureza científica na área de formação e outros. A experiência no Ensino Superior da FATEA data dos anos 1950, quando, como subsede da Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena (atual UNISAL), nossa Instituição respondeu pelos cursos de Filosofia, Teologia- Catequética, Letras, História e Pedagogia com habilitação em Sociologia, Economia Doméstica e Psicologia. Em 1968, o Conselho Federal de Educação autorizou a instalação da Escola Superior de Ciências Domésticas e Educação Rural, que, em 1974, integrou-se às Faculdades Teresa D Ávila, com os cursos de Educação Artística (Habilitação em Artes Plásticas e Desenho), Economia Doméstica e Biblioteconomia. Em 1988, formalizou-se, em definitivo, a transferência do Curso de Letras, que funcionava na Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, mantido pela antiga Inspetoria Salesiana de São Paulo, para as Faculdades Integradas Teresa D Ávila que, antes, de 1957 a 1975, já respondera por sua orientação. Determinada a oferecer novas opções aos estudantes de Lorena e região, em 1990, tem autorizados a Faculdade de Fonoaudiologia e os Cursos de Decoração e Desenho Industrial, com as habilitações em Projeto de Produto e Programação Visual. De 1991 a 1995, a FATEA esteve sob mantença da União Social Camiliana, como campus do Centro Universitário São Camilo, de São Paulo, logo após a instalação do Curso de Fonoaudiologia, o que permitiu incrementar o entendimento e o funcionamento desse curso da área da saúde, conhecida especialidade dos religiosos camilianos. Em janeiro de 1996, a FATEA voltou à mantença das Irmãs Salesianas, conforme a Portaria MEC nº 2.277/97. Em fevereiro de 2000, em decorrência do plano de expansão do ensino de graduação para atender às expectativas da comunidade local e regional, foi autorizado o Curso de Comunicação Social, que habilita em Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Radialismo e Relações Públicas. Em 24/7/2001, os Cursos de Enfermagem e Administração, com as habilitações em Finanças, Gestão de Sistemas de Informação, Gestão Empresarial e Estratégica e Recursos Humanos. Em fevereiro de 2002, o MEC autoriza a instalação do Curso de Biologia e, em outubro, o Curso Normal Superior, integrado ao Instituto Superior de Educação, que passa a acolher todas as licenciaturas. Em 2007, cria o Curso de Licenciatura em Computação (autorizado pelo MEC - Portaria 137, 12

13 DOU 12/2/07). Em 2010, por meio da Portaria nº 814, de 1º/7/2010, o MEC autoriza o Curso de Arquitetura e Urbanismo. Desde 2003, a FATEA vem consolidando seus cursos e o ordenamento institucional, definindo, redimensionando e criando cargos e funções administrativo-pedagógicas, coordenações e núcleos, entre eles o Instituto de Pesquisa e Iniciação Científica, o Ambulatório de Enfermagem, a Clínica-Escola Fonoaudiológica, o Núcleo de Pós-graduação e Extensão, o Núcleo de Estágio, o Comitê de Ética, ampliando, ano a ano, seus espaços e oportunidades de pesquisa, vivência prática e profissional e ações extensionistas. A FATEA incrementa a infraestrutura tecnológica e predial dois novos prédios foram edificados com auditórios, amplas salas de aula, construindo e reformando laboratórios, oficinas e outros ambientes especiais, como a Vídeoconferência, o Biotério, Laboratório de Bioquímica e o Estúdio de Fotografia; vem renovando e otimizando equipamentos e materiais didáticos dos laboratórios principalmente do Laboratório de Línguas que está informatizado e com TVs via satélite para que professores e alunos possam ter contato com as redes mundiais de televisão para efetiva vivência com as Línguas Estrangeiras atinentes às habilitações oferecidas pela FATEA. As oficinas e outros espaços, como Estúdio de Rádio e TV e Teatro vêm sendo atualizados, principalmente os laboratórios de informática. A aquisição de livros e periódicos para a Biblioteca é constante, oferecendo à comunidade educativa e seu entorno a oportunidade de acesso às mais diversas obras em todas as áreas do conhecimento. Tem aberto cursos de extensão e especialização, tem capacitado funcionários, financiado programas de mestrado e doutorado aos professores. A FATEA ampliou a oferta de bolsas de estudo para alunos, sejam diretas ou por meio de novos convênios e intercâmbios, como o Projeto Escola da Família da Secretaria de Estado da Educação e do Município, o Projeto Nacional PROUNI, Fies, o PIBIC, o PIBID (Programa institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) e principalmente pela atuação eficaz da Assistência Social da FATEA, que analisa com critério e decisão coletiva o sistema de bolsas. A FATEA também ofereceu por meio de convênios e parcerias, cursos de aperfeiçoamento para gestores e professores municipais e estaduais, como a Teia do Saber (2007), em parceria com a Secretaria Estadual de Educação. Em janeiro de 2005, foi entregue à comunidade acadêmica e à sociedade um novo prédio com 16 salas de aula, sala de conferências, auditório, biblioteca geral e biblioteca infantil, sala de periódicos, salas das coordenações, sala de professores, galeria e hall para exposições e central de provedores. O crescimento requereu a reforma total das redes elétrica, telefônica e de computadores, para otimizar o acesso à Rede Internet por todos os ambientes informatizados, administrativos e pedagógicos, como a Biblioteca, os laboratórios de informática, a gráfica Santa Teresa e os estúdios de fotografia, rádio e televisão. Na área da Extensão Universitária foram mantidos e ampliados os projetos comunitários, sob orientação da Pastoral e do Núcleo de Extensão e Coordenação de Cursos, possibilitando que o saber construído transforme-se e se direcione à realidade local, regional e brasileira e que o aluno participe das propostas de ação comunitária como cidadão e como pessoa, em projetos sintonizados com a comunidade. 13

14 Algumas vertentes da Extensão são a Clínica-Escola Fonoaudiológica e o Ambulatório de Enfermagem, abertas à comunidade, em especial à população de baixa renda. Outras experiências acontecem no Centro Social-Educacional Maria Rita Périllier-CEMARI, espaço de atendimento a mais de cem crianças da comunidade onde grupos de estudantes trabalham em projetos voltados à melhoria da qualidade de vida. O Curso de Letras participa, ativamente, nos processos de elaboração, execução, acompanhamento e avaliação destes projetos. É importante citar a obra de extrema valia para a comunidade vivenciada no Espaço Saúde Irmã Irene Augusto local de vivência prática dos cursos da área de saúde da FATEA. Neste contexto vibrante, insere-se o Curso de Letras das Faculdades Integradas Teresa D Ávila, um dos mais antigos da instituição. Foi reconhecido pelo Decreto nº , de 29/6/1954, publicado no Diário Oficial da União, em 17 de julho do mesmo ano, na página Pelo Parecer nº 501/87 do antigo Conselho Federal de Educação, o Curso de Letras foi transferido da sede da antiga mantenedora, Inspetoria Salesiana de São Paulo, para as Faculdades Integradas Teresa D Ávila, mantidas pelo Instituto Santa Teresa. Os Cursos de Licenciatura, Letras, Educação Artística, Biologia, Pedagogia e Computação, conforme determina a Resolução CNE/CP nº 1, de 30/9/1999, estão incorporados ao Instituto Superior de Educação Teresa D Ávila, que foi autorizado pela Portaria MEC nº 2.995, de 23/10/2002, e funciona no mesmo endereço das Faculdades Integradas Teresa D Ávila. São os seguintes os atos de autorização e reconhecimento do Curso de Letras e suas habilitações: 1. Letras, com as Habilitações em Língua e Literatura Portuguesa e Língua Portuguesa e Inglesa e Literaturas, reconhecido pelo Decreto nº , de 29 de junho de 1954, período noturno, com 80 vagas; 2. Letras, com Habilitação em Língua Portuguesa e Espanhola e Literaturas, reconhecido pela Portaria MEC nº 1.855/2003, período noturno, com 40 vagas; Regime escolar: anual; Sistema de organização: seriado; Turno de funcionamento: noturno; Tempo de integralização: - Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas mínimo de 3 anos, máximo de 5 anos; - Língua Portuguesa e Língua Espanhola e respectivas Literaturas - mínimo, 4 anos; máximo, 7 anos; - Língua Portuguesa e Língua Inglesa e respectivas Literaturas - mínimo, 4 anos; máximo, 7 anos. 14

15 II. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES 2.1 Nome da Mantenedora Instituto Santa Teresa. 2.2 Base Legal da Mantenedora Endereço: Avenida Dr. Peixoto de Castro, 539, Vila Celeste, Município de Lorena, Estado de São Paulo, CEP ; Pessoa jurídica de direito privado, confessional e filantrópica; Inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes (CGC) do Ministério da Fazenda: nº / ; Registro no Cartório de Registro de Imóveis e Anexos de Lorena, no Livro A, às fls. 33 verso, sob o nº 63, em 23/3/1956; Declaração de Utilidade Pública Federal pelo Decreto nº de agosto de 1973; Reconhecido como de fins filantrópicos pelo Ministério da Educação pelo Processo nº /56 (CNSS); Criação: Decreto Federal nº , de 14 de agosto de 1975, publicado em 15 de agosto de Nome da IES Mantida Faculdades Integradas Teresa D Ávila FATEA. 2.4 Base Legal da IES Endereço: Avenida Dr. Peixoto de Castro, 539, Vila Celeste, Município de Lorena, Estado de São Paulo, CEP ; fone (12) e ; fax (12) ; site institucional: Instituição de educação superior do sistema federal, privada, confessional e filantrópica; Criação: Decreto Federal nº , de 14 de agosto de 1975, publicado em 15 de agosto de 1975; Alteração do Regimento aprovada pela Portaria MEC nº 2.995, de 23 de outubro de 2002, publicada em 24 de outubro de 2002; Ultima alteração do Regimento aprovada pelo Conselho Geral da FATEA, órgão superior de deliberação colegiada, em reunião de 25 de novembro de Perfil e Missão da IES Perfil O perfil das Faculdades Integradas Teresa D Ávila - FATEA é construído por sua história, por sua inserção regional, pelo criterioso e sensível exercício da missão, pelas finalidades eleitas, pela escolha das áreas de atuação acadêmica, pela responsabilidade social e pela qualidade e eficácia do ensino, pela efetiva e sistemática ação extensiva e pela relevância da pesquisa. 15

16 O ânimo despendido pela comunidade educativa na construção deste perfil, em mais de cinco décadas de história, permite à FATEA ambicionar a ser reconhecida no Estado e, principalmente, na região valeparaibana Missão 1. Sendo Instituição confessional católica, as Faculdades Integradas Teresa D Ávila fundamentam sua missão no Evangelho e nos ensinamentos da Igreja Católica, em diálogo aberto com as outras Religiões, com a ciência e a tecnologia. 2. Sendo Instituição Salesiana, fundamentam-se, educacionalmente, no Sistema Preventivo de Dom Bosco, e em seus pilares: Razão, Religião e Afeto. A Razão busca o saber como construção, privilegiando o protagonismo juvenil e a cidadania. O Afeto torna o educando convicto de que é amado e respeitado como pessoa humana, com suas diferenças e sem discriminação, e promove a educação inclusiva. A Religião orienta o educando para o Transcendente, como valor e sentido da vida. 3. Sendo Instituição de Ensino Superior, assume as finalidades da Educação Superior no Brasil: promover o ensino, a pesquisa e a extensão com qualidade. 4. Estando situada no Vale do Paraíba, busca se integrar à Cidade de Lorena e à Região, promovendo ações de extensão aderentes à realidade, tendo presentes os tipos de pesquisa necessários às empresas, à comunidade e à população e ao alunado, direcionando seus cursos às áreas demandadas pela sociedade, e assumindo a difusão das ciências humanas e das artes, como pólo de cultura. 5. Sendo Instituição filantrópica, prioriza atender às necessidades sociais da juventude, especialmente a empobrecida. Princípios As Faculdades Integradas Teresa D Ávila, inspiradas no modelo vivencial de Cristo, formalizam abaixo os princípios e os valores que regem a sua atuação educacional: liberdade e solidariedade humanístico-cristã; visão positiva do homem e da existência; consciência ética e de justiça; crença no progresso humano sustentável; promoção da educação para a paz; adoção dos valores preconizados no Sistema Preventivo de Dom Bosco; liberdade para aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; pluralismo de idéias, de concepções pedagógicas e de métodos de atuação; 16

17 coexistência pacífica e profícua com instituições de ensino públicas e privadas; igualdade de condições para o acesso ao ensino superior e permanência nele; valorização do profissional da educação; garantia de padrão de qualidade; valorização da experiência extra-escolar, inclusive de promoção social; vinculação entre a educação escolar, o trabalho e a vivência social. Declaram como ideário educativo do trabalho salesiano a máxima formulada por Dom Bosco: Educar é coisa do coração, e entendem que a ciência e a tecnologia têm sentido se buscarem a felicidade do indivíduo em comunhão com a humanidade. 2.6 Dados Sócio-econômicos da Região Trilhando para Minas Gerais, os bandeirantes atravessaram o rio Paraíba no local que denominaram de Porto Guaypacaré, lugar das goiabeiras, na língua tupi. Ali, graças às roças do português Bento Rodrigues, surgiu, em 1705, o primeiro núcleo populacional, com a construção da capela de Nossa Senhora da Piedade. O povoado, parte do município de Guaratinguetá, foi elevado à Freguesia, em 1718, com a denominação de Nossa Senhora da Piedade. Em 6 de setembro de 1788, por decreto do Governador de São Paulo, Capitão General Bernardo José Lorena, tornou-se Vila, com o nome Lorena. Passou a fazer parte da Província do Rio de Janeiro, em 18 de junho de 1842, como consequência da revolução liberal de São Paulo e Minas Gerais. No mesmo ano, a 29 de agosto, tornou a integrar a Província de São Paulo, recebendo os foros de cidade, em 24 de abril de Em meados do século XIX, com a cultura cafeeira, Lorena, a Cidade das Palmeiras Imperiais, destacou-se política e economicamente, atingindo período de prosperidade. A produção das fazendas de café escoava atada às cangalhas das tropas de burros, cujas reminiscências marcaram culturalmente a região. Em sua história sobressaem figuras ilustres como o Conde de Moreira Lima, o Barão da Bocaina e o Dr. Arnolfo Azevedo. Com a decadência do café, iniciou-se a fase de policultura em que a canade-açúcar e o arroz tiveram destaque. Em 1877, a inauguração da estrada de ferro, ligando o Rio de Janeiro a São Paulo, incrementou a vida econômica do Vale do Rio Paraíba e, conseqüentemente, de Lorena. Depois, foi a Rodovia Presidente Dutra que dinamizou o desenvolvimento regional. O grande êxodo da população para o oeste paulista repercutiu em seu desenvolvimento, como no de outras cidades do Vale do Paraíba. No entanto, a partir de 1925, com a chegada de famílias mineiras e a transformação das velhas propriedades rurais em fazendas de gado, iniciou-se a fase pastoril do município. As culturas foram praticamente abandonadas, substituídas por pastagens, e a pecuária constituiu-se na atividade econômica principal. Na década de 1970, o arroz foi a base da agricultura das cidades que integram a Região Administrativa de Guaratinguetá. Hoje, a agricultura divide espaço com a indústria, o comércio e os serviços, como meios de produção. 17

18 Lorena oferece bons serviços de abastecimento de água, distribuição de energia elétrica, habitação, coleta e tratamento de esgoto, transporte coletivo urbano e interurbano, rede bancária e telecomunicações, que a tornam atraente aos negócios e à moradia. Há disponibilidade de um sistema de saúde, com dois bons hospitais: a Santa Casa de Misericórdia, fundada em 1867, administrada pelas Irmãs Salesianas, desde 1902, e o Hospital Nossa Senhora da Piedade; e diversificadas clínicas médicas, psicológicas, fonoaudiológicas e odontológicas. A oferta de áreas industriais e comerciais, rede de restaurantes, hotéis, supermercados, áreas de lazer, denotam o desenvolvimento social e econômico do município e o favorecem. Situada entre São Paulo e Rio de Janeiro, as duas maiores áreas metropolitanas do país, e próxima do Sul de Minas, Lorena é privilegiada pelas facilidades de acesso e de circulação populacional, econômica, educacional, cultural e de transportes, tendo o naturalista francês Saint-Hilaire, já na terceira década do século XIX, reconhecido sua posição risonha. Cidades importantes do Vale do Paraíba, como São José dos Campos, Taubaté, Jacareí, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, e outras de menor porte, como Cruzeiro, Caçapava, Aparecida, Cachoeira Paulista, Tremembé, Cunha, Piquete e Queluz, formam um contingente de municípios que movimenta a região de grandes perspectivas e potencialidades, sobretudo no campo educacional. Lorena ocupa uma área de 413,78 km 2 e tem uma população de habitantes (Fonte: Seade/2008), sendo mais de 96% na zona urbana. O município de Lorena revela perfil propício à pluralidade de negócios, pois prevalece interdependência dos três setores da produção humana e a vinculação direta e indireta com a economia dos municípios vizinhos, sejam da Serra do Mar, da Mantiqueira, ou do Litoral Norte Setor primário - Agricultura e Pecuária A agricultura de Lorena, fomentada pela Casa da Agricultura, está associada aos municípios da região. Sobressai o cultivo do arroz, da cana-deaçúcar e do milho, reforçando a vocação agrícola da região, que gravita em torno da cidade de Guaratinguetá. O antigo Horto Florestal de Lorena, criado em 1934, hoje Estação Florestal de Experimentação Dr. Epitácio Santiago, escritório regional do IBAMA, desenvolve estudos e pesquisas sobre a fauna e flora da região, e fiscaliza os municípios da região. A agropecuária distingue-se pela produção leiteira, setor dinamizado pelas cooperativas da região em expansão Setor Secundário - Indústria A industrialização de Lorena apresentou dois momentos. O primeiro, na década de 1970, no contexto do desenvolvimento instaurado no Vale do Paraíba, por grandes empresas multinacionais. O segundo momento foi marcado pela iniciativa de empresários locais, que, na década seguinte, começaram a explorar o mercado industrial. Lorena tem em torno de 80 empresas de grande e médio porte nos ramos de produtos alimentícios, químicos, abrasivos, explosivos, elétricos e de usinagem. Nos últimos anos, a indústria de plásticos expandiu-se. 18

19 Integra-se à região do Vale do Paraíba, onde se destaca o desenvolvimento da pesquisa tecnológica e da indústria aeroespacial, automobilística e química, em empresas e institutos como a Embraer, em São José dos Campos, e o INPE, em Cachoeira Paulista. A localização, em um verdadeiro corredor industrial, a coloca como diferencial para investimentos futuros. Por meio de projetos municipais, foram disponibilizadas para empreendimentos industriais amplas áreas de terrenos, com topografia plana, ao longo da margem direita da Via Dutra, no sentido São Paulo/Rio de Janeiro. Lorena acha-se inserida no contexto de debates voltados ao progresso regional, como os seminários Novos Rumos para o Vale do Paraíba, o Litoral Norte e as Regiões Serranas, o Fórum de Turismo do Vale do Paraíba, do Litoral Norte e da Serra da Mantiqueira e o Fórum de Desenvolvimento da Rota Tecnológica 459, rodovia que liga Lorena a Poços de Caldas, que congregam instituições educacionais, empresas e governos municipais. Em 2007, o Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista, São José dos Campos, anunciou a criação de incubadora de negócios em Lorena, para estimular empreendimentos na região do Vale Histórico. A recuperação da economia local motivou um grupo paulistano a implementar um condomínio fechado de alto padrão, com lotes e torres residenciais, vila comercial e hotel Setor Terciário - Comércio e Serviços A diversificação da estrutura comercial e de prestação de serviços de Lorena pode ser constatada pela existência de cerca de 900 estabelecimentos comerciais, que cobrem os ramos de confecções, calçados, eletrodomésticos, alimentação, imobiliárias, locadoras, consultorias e escritórios, compreendendo filiais de grandes lojas até pequenas e microempresas, que estão se expandindo. Transporte e integração geográfica Por força da localização, o município de Lorena é favorecido por uma malha de rodovias federais e estaduais estratégicas: a Dutra (São Paulo/Rio de Janeiro), a BR-116 (Rio Grande do Norte/Rio Grande do Sul), a Fernão Dias (São Paulo/Belo Horizonte), a Ayrton Senna (São Paulo/Jacareí), a Carvalho Pinto (Jacareí/Taubaté), a Dom Pedro I (Jacareí/Campinas) e a BR-459 (Lorena/Itajubá/Poços de Caldas). Lorena tem acesso, por rodovia, a vários aeroportos: Guaratinguetá, 18 km; São José dos Campos, 100 km; São Paulo, 182 km; Rio de Janeiro, 225 km; e Belo Horizonte, 240 km. Para o transporte de cargas, conta com a ferrovia que a liga a São Paulo e ao Rio de Janeiro, que deve receber, em futuro próximo, o trem bala para passageiros. Acha-se, também, próxima a 4, dos 9 principais portos do Brasil: Santos, Sepetiba, Rio de Janeiro e São Sebastião, que, recentemente, diversificou o modelo de exportação devendo, até 2010 (Dersa), movimentar volume superior a 3 milhões de toneladas anuais de carga Educação 19

20 O município de Lorena é dotado de rede educacional pública e privada bem estruturada e reconhecida socialmente, para a qual convergem alunos de municípios do Vale do Paraíba paulista e fluminense e do sul de Minas Gerais, seja na busca da educação básica ou superior. As escolas urbanas públicas estaduais e municipais do ensino fundamental e ensino médio são em número de 31. A rede pública conta, ainda, com Escola Técnica Estadual e o Colégio Técnico de Lorena, mantido pela USP. A rede privada de ensino conta com 15 escolas, dentre as quais o Colégio São Joaquim dos Padres Salesianos; o Instituto Santa Teresa das Irmãs Salesianas; o Colégio Patrocínio de São José; o Colégio Drummond (Sistema Anglo); o Instituto Educacional Colégio Da Vinci (Sistema Objetivo); o Colégio Delta; o Colégio Gênesis; a Escola Adventista; a Escola do Serviço Social da Indústria; o Conservatório Musical Maestro João Evangelista; e a Escola Municipal Profissionalizante Milton Ballerini, conveniada com o SENAI. Dessas, sete oferecem educação profissional de nível médio (Fonte: Diretoria de Ensino da Região de Guaratinguetá/2009). No ensino superior, há a Escola de Engenharia de Lorena/USP; as Faculdades Integradas Teresa D Ávila, das Irmãs Salesianas Filhas de Maria Auxiliadora e o Centro Universitário Salesiano, dos Padres Salesianos. Anualmente, estas instituições recebem perto de cinco mil alunos de graduação, além dos que cursam pós-graduação. Registramos a seguir (Quadro I) dados relativos ao tipo de mantença, níveis e modalidades de ensino e número de alunos matriculados na rede de ensino jurisdicionada à Diretoria de Ensino da Região de Guaratinguetá. Quadro I - Escolas de Educação Básica Tipo de Mantença Número Pública Estadual Urbanas 65 Pública Estadual Rural 36 Pública Municipal Urbanas 128 Pública Municipal Rural 91 Privada 71 ETECs 6 Total 393 A população ; Área da unidade territorial (Km²) 414,358; Densidade demográfica (hab/km²) 199,19; Bioma - Mata Atlântica; Gentílico - lorenense). O conjunto de escolas acima atende perto de alunos de Ensino Fundamental e de Ensino Médio. Das escolas públicas estaduais urbanas da Região, 67 mantêm o Ensino Médio, e, das privadas, 43 mantêm este nível de ensino, e dessas, 22 escolas oferecerem cursos de educação profissional de nível médio. Tomando-se o Município de Lorena, há 8 escolas públicas estaduais urbanas com aproximadamente alunos matriculados no Ensino Médio, e alunos no Ensino Fundamental. 20

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