Curso Superior de Tecnologia em Transporte Terrestre

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1 Perfil Curso Superior de Tecnologia em Transporte Terrestre De acordo com o catalogo nacional de cursos superiores de tecnologia, o tecnólogo em transporte terrestre analisa o crescimento dos centros urbanos; pesquisa, planeja e implanta medidas para solucionar problemas de trânsito e do transporte de pessoas e cargas; aperfeiçoa e adapta sistemas de transporte coletivo à legislação vigente; estuda e dimensiona sistemas de transporte e armazenamento de produtos de forma econômica e segura. Gestão e integração estratégica dos modais de transportes; elabora e analisa os indicadores de desempenho e realiza o gerenciamento de risco no transporte. Área de atuação Atuação em empresas de transporte e operações no intuito de aperfeiçoar e adaptar sistemas de transporte coletivo à legislação vigente. Utiliza ferramentas e conhecimentos para garantir a viabilização técnica e econômica de embarque, desembarque e armazenagem de pessoas e cargas. Em companhias de tráfego propondo e executando projetos de engenharia de tráfego, atuar nos setores de educação e segurança no trânsito e sinalização rodoviária e ferroviária. Atuar em instituições do setor público ou privado projetando, fiscalizando e acompanhando obras de infraestrutura rodoviária e ferroviária, como por exemplo, no desenvolvimento de projetos de novas ruas, avenidas, estradas, ferrovias e terminais. Objetivos Gerais Os profissionais formados pelo curso de Tecnologia em Transporte Terrestre têm a qualificação para tratar a questão da mobilidade urbana e a articulação de meios de transporte em vias urbanas, rodoviárias e ferroviárias que as viabilizem de forma sustentável e com qualidade de vida às pessoas. Competências Gerais Viabilizar execução de metas operacionais; Planejar e organizar operações de serviços; Controlar a execução de serviços; Executar programas e normas; Participar do Planejamento Operacional; Coordenar atividades gerenciais; Planejar os serviços de suprimentos; Dirigir atividades de compras; Definir política de logística de suprimentos; Participar das definições estratégicas para investimento e venda de ativo imobilizado. Analisar as questões de mobilidade urbana no trânsito rodoferroviário, Planejar soluções no âmbito da infraestrutura dos transportes rodoviário e ferroviário. Competências Específicas Analisar e estudar situações para manter a fluidez e a segurança do trânsito urbano e ferroviário. Administrar e controlar a frota de veículos no transporte rodoviário de cargas e passageiros. Programar e controlar horários e gastos de viagens. Controlar, programar e coordenar operações de transportes em geral; Verificar as condições de segurança dos meios de transportes e equipamentos utilizados, como também, da própria carga. Controlar recursos financeiros e insumos. Identificar e programar rotas e informar sobre condições do transporte e da carga. Planejar as atividades operacionais de empresas de transportes, armazenamento e distribuição. Controlar o processo operacional e avaliar seus resultados. Providenciar meios para que as atividades sejam desenvolvidas em conformidade com as normas e procedimentos técnicos, de qualidade, segurança, meio ambiente e saúde. Buscar novas tecnologias e assessorar a diretoria e setores da empresa. Planejar a execução do trabalho e supervisionar equipes de trabalhadores de construção de obras de infraestrutura rodoviária e ferroviária. Participar do desenvolvimento de projetos, no levantamento e tabulação de dados e na vistoria técnica. Estruturar o serviço de coleta de resíduos sólidos das obras, controlando os procedimentos de preservação do meio ambiente. Realizar trabalhos de vendas e compras de materiais e equipamentos. Padronizar procedimentos técnicos.

2 Coordenar a circulação de trens e veículos metroferroviários; Planejar e administrar a sinalização das vias permanentes; analisar e otimizar os horários de circulação de trens. Preenchem relatórios, planilhas, documentos de despacho e diário operacional.

3 Curso Superior de Tecnologia em Transporte Terrestre FATECs: Barueri, Tatuapé 1º Semestre 2º Semestre 3º Semestre 4º Semestre 5º Semestre 6º Semestre Fundamentos de Desenho Técnico (2) Topografia e Cartografia Cálculo Fundamentos de Ma-temática Discreta (2) Física Aplicada Ativ. Acadêmicocien-tíficasculturais (2) Comunicação e Expressão Desenho Assistido por Computador Planejamento Urbano Estatística Resistência dos Materiais Mecânica dos Solos (2) Legislação de Transportes Elementos de Vias: Permanente Ferroviá-rio e Pavimentos Rodoviário e Urbano Tecnologia dos Transportes Pesquisa Operacional Dimensionamento de Frota Metodos para Produção do Conhecimento (2) Sociedade, Tecno-logia e Inovação (2) Espanhol I (2) Projeto Geométrico de Vias Sinalização Rodoviária Sinalização Ferroviária Mobilidade e Sustentabilidade no Meio Urbano Gestão de Projetos Espanhol II (2) Escolha da Unidade Sistemas da Informação Geográfica para Transporte Tecnologias Energéticas (2) Impactos Ambientais da Operação dos Transportes Gestão dos Transportes Projetos Aplicados ao Transporte I Tópicos Especiais em Transporte Terrestre Segurança Viária Operação do Transporte de Cargas e Passageiros Economia dos Transportes Transporte e Gestão Pública (2) Projetos Aplicados ao Transporte II Inglês I (2) Inglês II (2) Inglês III (2) Inglês IV (2) Inglês V (2) Inglês VI (2) Aulas: Semanais 24 Semestrais 480 Aulas: Semanais 24 Semestrais 480 Aulas: Semanais 24 Semestrais 480 Aulas: Semanais 24 Semestrais 480 Aulas: Semanais 24 Semestrais 480 Aulas: Semanais 24 Semestrais 480 estágio curricular: 240 horas, a partir do 3o. Semestre - trabalho de graduação: 160 horas, a partir do 5o. Semestre DISTRIBUIÇÃO DAS AULAS POR EIXO FORMATIVO Disciplinas BÁSICAS Aulas % Disciplinas PROFISSIONAIS Aulas % Física 80 2,8 Fisica aplicada: Resistência e Mecânica 120 4,2 Comunicação em Lingua Portuguesa 80 2,8 Transversais ,5 Comunicação em Lingua estrangeira: Inglês 240 8,3 Tecnologias de Transporte Terrestre ,4 Comunicação em Lingua estrangeira: Espánhol 80 2,8 Gestão e Economia aplicados ,5 Matemática e Estatística 200 6,9 Pesq.Operacional 80 2,8 TOTAL ,6 TOTAL ,4 RESUMO DE CARGA HORÁRIA: 2880 aulas 2400 horas (atende ao CNCST, ao CEE-SP e às diretrizes do CEETEPS) horas de ESTÁGIO CURRICULAR horas do Trabalho de Graduação = 2800 Horas

4 Ementário do 1º semestre Sigla Disciplina Teórico Prática Total Fundamentos de desenho técnico Topografia e Cartografia Física Aplicada LIN-100 Cálculo Fundamentos de Matemática Discreta Atividades Acadêmico-Científico-Culturais Comunicação e Expressão Inglês I Total de aulas no 1º semestre 480 Total em horas 400 Fundamentos de desenho técnico Utilizar os métodos de desenho para a análise de problemas de projeto e execução possibilitando a visualização de situações complexas por meio da sua representação em perspectiva. Introdução ao desenho técnico a mão livre, normas para o desenho. Técnicas fundamentais de traçado a mão livre. Sistemas de representação: 1º e 3º diedros. Projeção ortogonal de peças simples. Vistas omitidas. Cotas e proporções. Perspectivas axonométricas, isométricas, bimétrica, trimétrica. Perspectiva cavaleira. Esboços cotados. Sombras próprias. Esboços sombreados FRENCH, Thomas Ewing. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Ed. Globo. Porto Alegre, CUNHA, Luis Veiga da. Desenho Técnico. Fundação Calouste Gulbenkian, MAGUIRE, D. E., SIMMONS, C. H., VIDAL, Luiz Roberto de Godoi. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho. Hemus, CARVALHO, B.A. Desenho Geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1998 SILVA, A; DIAS, J., Desenho Técnico Moderno. 5ª Ed. Editora Lidel ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 10067/1995 Princípios gerais de representação em desenho técnico. Rio de Janeiro: 1995 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 10068/1987 Folha de desenho leiaute e dimensões. Rio de Janeiro: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 10126/1987 Cotagem em desenho técnico. Rio de Janeiro: 1987 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 10582/1988 Apresentação da folha para desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 10647/1989 Desenho Técnico. Rio de Janeiro: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 8196/1999 Desenho Técnico. Rio de Janeiro: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR 8402/1994 Execução de caractere para escrita em desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10647/1989 Desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13142/1999 Desenho técnico dobramento de cópia. Rio de Janeiro: 1999.

5 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8403/1984 Aplicação de linhas em desenhos Tipos de linhas Largura das linhas. Rio de Janeiro: Topografia e Cartografia Ministrar conhecimentos teóricos e práticos com o intuito de capacitar o discente para interpretar levantamentos cartográficos e topográficos, assim como, efetuar levantamentos planialtimétricos. Noções de cartografia e topografia. Uso de equipamentos topográficos (teodolito, estação total, nível e GPS). Medição linear. Orientação dos alinhamentos. Processo de levantamento planialtimétrico. Aplicação da cartografia e da topografia para a construção de rodovias, ferrovias e dutovias. BORGES, A. de Campos. Topografia aplicada à Engenharia Civil. V. 1. Editora Edgard Blucher, 2002, 2ª edição. LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea Planimetria. Editora: Universidade Federal de Santa Catarina UFSC, LOCH, R.E.N. Cartografia: representação, comunicação e visualização de dados espaciais. Florianópolis: Editora da UFSC SILVA, A.N.R., EMLO, J.J.O., BRONDINO, N.C.M. Uma introdução ao planejamento de transportes com sistemas de informação geográfica - São Carlos, EESC, CASACA, J. M.; MATOS, J. L.; DIAS, J.M.B. Topografia Geral. Editora: LTC, ª edição. MCCORMAC, Jack C. Topografia. LTC 5ª Ed., BORGES, A. C., Exercícios de Topografia, Edgard Blucher 3ª Ed. Física Aplicada Aprender os fenômenos físicos necessários para compreender e resolver as situações que os envolvem no contexto do curso. Medição. Vetores. Movimento em uma dimensão. Movimento no plano. Dinâmica. Trabalho e energia. Conservação de energia. Conservação do momento linear. Colisões. Conservação da quantidade de movimento e conservação de energia cinética. Movimento circular. Rotação. Movimento periódico. Estudo de molas. Dilatação linear de sólidos. A lei de Coulomb. O campo elétrico e lei de Gauss. Capacitância e propriedade dos dielétricos. Corrente, resistência e força eletromotriz. Circuitos elétricos, Eletrostática, Medidas elétricas. Noções de Eletrônica de circuitos. TIPLER, P. A., MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros Vol 1, LTC 6ª Ed., TIPLER, P. A., MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros Vol 2, LTC 6ª Ed., NILSSON, J. W., RIEDEL, S. A., MARQUES, A. S. Circuitos Elétricos, Prentice Hall 8ª Ed., HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J., Fundamentos de Física VOL. 1, LTC 8ª Ed., HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J., Fundamentos de Física VOL. 2, LTC 8ª Ed., HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J., Fundamentos de Física VOL. 3, LTC 8ª Ed., HALLIDAY, D., RESNICK, R., KRANE, K, Física 1, LTC 5ª Ed., HALLIDAY, D., RESNICK, R., KRANE, K, Física 2, LTC 5ª Ed., HALLIDAY, D., RESNICK, R., KRANE, K, Física 3, LTC 5ª Ed., MOYSÉS NUSSENZVEIG, H., Curso de Física Básica 1 Mecânica. Edgard Blücher 4ª Ed., 2002.

6 MOYSÉS NUSSENZVEIG, H., Curso de Física Básica 2 Fluidos, Oscilações, Ondas, Calor. Edgard Blücher 4ª Ed., MOYSÉS NUSSENZVEIG, H., Curso de Física Básica 3 Eletromagnetismo, Edgard Blücher, BEER F. P.; JHONSTON, Jr. E. R.; EISENBERG E. R.; CLAUSEN W. E. Vector Mechanics For Engineers: Statics and Dynamics. Mc Graw Hill 7ª Ed., Cálculo Aprender as principais técnicas matemáticas de cálculo para resolver as situações-problema dentro do contexto do curso. Funções reais de variável real. Noções de limite e continuidade. Derivadas. Integral definida e indefinida. Métodos de integração. Função real a mais de uma variável real. Derivadas parciais. Diferencial total. Elementos de equações diferenciais. STEWART, J. Cálculo v.1, 6.ed. Pioneira Thompson Learning, FLEMMING, D. M., GONÇALVES, M. B. Cálculo A: Funções, Limite, Derivação e Integração. 6ª Edição Ampliada. Pearson Prentice Hall, HAZZAN, S; MORETTIN, P; BUSSAB, W. Introduçao ao Cálculo para Administração, Economia. Saraiva, MEDEIROS, V Z (org). Pre-Calculo, 2ª Ed. Revista e atualizada. Cengage, SWOKOWSKI. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, Fundamentos de Matemática Discreta Compreender os conceitos fundamentais da matemática, de forma a aplicá-los em situações-problema dentro do contexto do curso. Funções polinomiais, racionais, trigonométricas, exponenciais e logarítmicas. Lógica Proposicional. Tabelas Verdade. Equivalências Lógicas (Leis de Morgan). Álgebra Linear: Matrizes e Determinantes. GARCIA LOPEZ, J; TOSCANI, L V; MENEZES, P B. Aprendendo Matemática Discreta com Exercícios. Col Livros Didáticos Informática UFRGS, V.19. Bookman, MENEZES, P B. Matemática Discreta para Computação e Informática. Col Livros Didáticos, V.16. Bookman, IEZZI, G., MURAKAMI, C. Fundamentos da matemática elementar.vol 1- Conjuntos, funções. 8ª ed. Atual MEDEIROS, V Z (org). Pre-Calculo, 2ª Ed. Revista e atualizada. Cengage, SCHEINERMAN, E.R. Matemática Discreta: Uma Introdução. Cengage Learning, SULLIVAN, Michael; MIZRAHI, Abe. Matemática Finita Uma abordagem aplicada. LTC Editora, GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. Matemática discreta. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, Atividades Acadêmico-Científico-Culturais Realizar atividades de cunho geral de com a finalidade de contribuir para a formação humanística intelectual.

7 As atividades que serão contempladas e validadas como atividades acadêmico-científico culturais serão regulamentadas e validadas conforme portaria da unidade que se encontra ao final deste documento. Bibliografias: Não se aplica. Comunicação e Expressão Identificar os processos lingüísticos específicos e estabelecer relações entre os diversos gêneros discursivos para elaboração de textos escritos que circulam no âmbito empresarial; desenvolver hábitos de análise crítica de produção textual para poder assegurar sua coerência e coesão. Visão geral da noção de texto. Diferenças entre oralidade e escrita, leitura, análise e produção de textos de interesse geral e da administração: cartas, relatórios, correios eletrônicos e outras formas de comunicação escrita e oral nas organizações. Coesão e coerência do texto e diferentes gêneros discursivos. CINTRA; CUNHA. Nova gramática do Português contemporâneo de acordo com a nova ortografia. Lexikon, FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Positivo, MARTINS, D S; ZILBERKNOP. Português Instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. Atlas, KUNSCH, M M K. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada. Summus, Inglês I Objetivos: O aluno deverá ser capaz de compreender instruções, informações, avisos, relatórios simples e descrições de produtos; se apresentar, dar informações pessoais, fazer e responder perguntas sobre vida cotidiana e empresarial, descrever locais e pessoas; preencher formulários com dados pessoais, dar e anotar recados, fazer anotações de horários, datas e locais; extrair informações de textos técnicos específicos da área; entender diferenças básicas de pronúncia. Introdução às habilidades de compreensão e produção oral e escrita por meio de funções sociais e estruturas simples da língua. Ênfase na oralidade, atendendo às especificidades acadêmico-profissionais da área e abordando aspectos sócio-culturais da língua inglesa. LONGMAN. Dicionário Longman Escolar para Estudantes Brasileiros. Português-Inglês/Inglês-Português com CD- Rom. 2ª Edição: Atualizado com as novas regras de Ortografia. Pearson Brasil, MURPHY, Raymond. Essential Grammar in Use CD-Rom with answers. Third Edition. Cambridge, DUCKWORTH, M. Essential Business Grammar & Practice - Enlish level: Elementary to Pre-Intermediate. New Edition. Oxford University, GODOY, S M. B; GONTOW, C; MARCELINO, M. English Pronunciation for Brazilians. Disal, LONGMAN. Longman Gramática Escolar da Língua Inglesa com CD-Rom. Pearson Brasil, MICHAELIS. Moderno Dicionário Inglês-Português, Português-Inglês. Melhoramentos, TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa - O Inglês Descomplicado, 10ª Ed. Saraiva.

8 Ementário do 2º semestre Sigla Disciplina Teórico Prática Desenho Assistido por Computador Planejamento urbano Legislação de transportes MPO Estatística Resistência dos materiais Mecânica dos solos LIN-200 Inglês II Resistência dos Materiais Total de aulas no 2º semestre 480 Total em horas 400 Desenho assistido por computador Proporcionar o desenvolvimento de projetos urbanos, rodoviários e ferroviários com o auxílio de programas computacionais. Modelagem geométrica. Ferramentas de projeto e detalhamento de estruturas por computador. Desenho de projetos de vias e de estruturas na forma assistida por computador (CAD), normas e especificações. BALDAM, R.; COSTA, L. AUTOCAD UTILIZANDO TOTALMENTE. Editora Érica, WIRTH, Almir. AUTOCAD PARA INICIANTES E INTERMADIÁRIO. Editora Alta Books ONSTOTT, S., AUTOCAD 2012 E AUTOCAD LT ESSENCIAL - SÉRIE GUIA DE TREINAMENTO OFICIAL - PREPARAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO AUTODESK, Editora Bookman, SILVA, A; DIAS, J., Desenho Técnico Moderno. 5ª Ed. Editora Lidel SAAD, Ana Lúcia. AutoCAD D e 3D. São Paulo: Pearson Makron Books, YAMAMOTO, Arisol S.S. Tsuda; SIHN, Leda M. Nola. Curso de Autocad Básico. São Paulo : Makron Books, Planejamento urbano Analisar a história do planejamento urbano no Brasil e conceitos do urbanismo contemporâneo, promover debates sobre o Estatuto da Cidade e as ferramentas propostas para a formulação dos Planos Diretores Estratégicos, análise do impacto da infraestrutura de transportes no crescimento e desenvolvimento urbano das cidades, estudo de planos e projetos para a infraestrutura de transportes. O planejamento urbano no Brasil. O Estatuto da Cidade e os Planos Diretores Estratégicos. Planejamento dos transportes nas escalas municipal, metropolitana e regional. Caracterização da circulação viária. Redes de transportes urbanos e regionais. DEAK, Csaba e SCHIFFER, Sueli Ramos. O Processo de Urbanização no Brasil. São Paulo: EDUSP, 2004.

9 VASCONCELLOS, Eduardo Alcantara de. Circular é preciso, viver não é preciso: a história do trânsito na cidade de São Paulo. São Paulo: Editora Annablume/FAPESP, ARANTES, Otília, VAINER, Carlos e MARICATO, Ermínia. A cidade do pensamento único: desmanchando consensos. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, FELDMAN, Sarah. Planejamento e zoneamento: São Paulo São Paulo: EDUSP/FAPESP, CAMPOS FILHO, Candido Malta. Reinvente seu bairro: caminhos para você participar do planejamento de sua cidade. São Pauli: Editora 34, JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, ZMITROWICZ, Witold e BORGHETTI, Geraldo. Avenidas : 50 anos de planejamento da cidade de São Paulo. São Paulo: EDUSP, CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34/EDUSP, HALL, Peter. Cidades do amanhã: uma história intelectual do planejamento e do projeto urbanos no século XX. São Paulo: Editora Perspectiva, Legislação de transportes Apresentar os conceitos gerais das práticas jurídicas comerciais, nacionais e internacionais, verificando a legislação específica aplicada as atividades de transporte. Normas jurídicas; Direito Administrativo; A proteção do meio ambiente face à expansão da malha viária; O planejamento urbano. Noções de legislação tributária; Noções de Direito do Trabalho; Organismos que normatizam o transporte no Brasil e no exterior; Categoria de habilitação; Transporte de pessoas e mercadorias; Operações de direito de passagem. Lei da balança; Transporte Internacional de Cargas; Transporte de Produtos Perigosos; Transportes Especiais; Aplicação do Código de Defesa do Consumidor no transporte de pessoas e de mercadorias; Código de Transito Brasileiro (aspectos administrativos, civis e penais); Categoria de habilitação; Rodízio de veículos; Contrato de Compra e Venda de Veículos; Contrato de Seguro; DPVAT; Normas internacionais sobre o transporte terrestre; Seguro Internacional de Cargas. GODOY, V.; MACHADO, V.V., Excesso de Peso Rodoviário, Livraria da Escola de Transportes, 2ª ed. FUERTES, F., Apostila: Amarração e Consolidação no Transporte de Cargas no Transporte Rodoviário, Livraria da Escola de Transportes. SERETTE, C. F., Noções de Direito. São Paulo: Texto Novo, BOTELHO, M. M., Coletânea de Legislação de Direito dos Transportes, São Paulo: Aduaneiras. MENDONÇA, F., Direito dos transportes, 2ª. Ed. São Paulo: Ed.Saraiva, Leis, Decretos e Resoluções de Transportes - - ANTT. ADUANEIRAS/EDITORA LEX. Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos. São Paulo: Aduaneiras/Editora LEX, OLIVEIRA, J., Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Saraiva, Estatística Possibilitar a coleta, organização, análise, inferência, validação, projeção e tomadas de decisão a partir de informações coletadas para situações que envolvem o uso da estatística no contexto do curso.

10 Distribuições de frequências. Medidas de tendência central. Medidas de dispersão. Probabilidade. Distribuições: binomial, normal, Poisson. Amostragem. Regressão e modelo de regressão. Uso de softwares para resolução de casos que envolvem a estatística. Teste de hipótese. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C.; HUBELE, N. F., Estatística Aplicada à Engenharia. LTC, BARBETTA, P. A.; REIS, M.M.; Estatística para cursos de Engenharia e Informática. Atlas, 2ª ed ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A., Estatística Aplicada à administração e economia. Cengage Learning, LEVINE, D.M.; BERENSON, M.L.; STEPHAN, D.; KREHBIEL, T.C., Estatística - Teoria e aplicações. LTC, GRIFFITHS, Dawn. Use A Cabeça! Estatística. Alta books, SPIEGEL, M R; STEPHENS, L; NASCIMENTO, J L. Estatística. Schaum. Bookman, TRIOLA. M. F. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2008 GONZALEZ, N.. Estatística Básica. Ciência Moderna, SPIEGEL, M. R.; SCHILLER, J.; SRINIVASAN, R. A. Probabilidade e estatística. Bookman, Resistência dos materiais Calcular e dimensionar a capacidade de um material resistir a uma força a ele aplicada Vinculação das estruturas, definições e considerações gerais. Graus de mobilidade e classificação das estruturas. Esforços solicitantes e relações diferenciais. Diagramas de esforços solicitantes. Vigas isostásticas, pórticos e vigas Gerber. Momentos de 1ª e 2ª ordem, centro de gravidade e momentos de inércia. Bibliografia básica: BEER, F.P; JONHSTON, E. R. Resistência dos Materiais, 4ª ed. McgrawHill / Artmed, BEER, F.P; JONHSTON, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros, Estática, 7ª ed. McgrawHill / Artmed, BOTELHO, M.H., Resistência dos Materiais, Edgard Blücher, Bibliografia Complementar YOUNG, M C; BUDYNAS, R G. Roark s Formulas for Stress and Strain. Editora McGrawHill, HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Prentice Hall 7ª Ed., Mecânica dos solos Conhecer os princípios básicos de solos para aplicação em engenharia ferroviária e de pavimentação. Exploração do subsolo. Origem e formação, textura e estrutura, plasticidade e consistência, compacidade, índices físicos, compactação e CBR. Ensaios de caracterização física. Classificação dos solos aplicada a rodovias e ferrovias. Adensamento (Terzaghi) PINTO, Carlos de Sousa, Curso básico de mecânica dos solos. 3ª ed. Oficina de textos. São Paulo (teoria e exercícios) CRAIG, Robert F. Mecânica dos solos. Tradução: Amir Kurban. 7ª ed. LTC, Rio de Janeiro, NOGUEIRA, João Batista, Mecânica dos solos Ensaios de Laboratório. São Carlos CAPUTO, Homero Pinto, Mecânica dos solos e suas aplicações. Volumes 1 a 3, 6ed. Livros Técnicos e Científicos Editora SA, Rio de Janeiro

11 VARGAS, Milton, Introdução a mecânica dos solos. Editora Mc Graw Hill, Inglês II O aluno deverá ser capaz de se comunicar utilizando frases simples em contextos pessoais e profissionais, pedir e dar permissão, falar sobre o trabalho, fazer comparações, falar sobre experiências passadas, atender uma ligação telefônica e anotar recados; utilizar números em contextos diversos; redigir correspondências rotineiras simples; extrair informações de textos técnicos específicos da área; entender diferenças básicas de pronúncia. Consolidação da compreensão e produção oral e escrita por meio por meio de funções sociais e estruturas simples da língua desenvolvidas na disciplina Inglês 1. Ênfase na oralidade, atendendo às especificidades acadêmicoprofissionais da área e abordando aspectos socioculturais da língua inglesa. LONGMAN. Longman Gramática Escolar da Língua Inglesa com CD-ROM. Pearson Brasil, DUCKWORTH, Michael. Essential Business Grammar & Practice - English level: Elementary to Pre-Intermediate. New Edition. Oxford University, GLENDINNING, E; Mc EWAN, J. Oxford english for information technology. Oxford University, HOLLETT, V.; SYDES, J. Tech Talk. pre-intermediate. Oxford: Oxford University Press, LONGMAN. Dicionário Longman Escolar para Estudantes Brasileiros. Português-Inglês/Inglês-Português com CD- Rom. 2ª Edição: Atualizado com as novas regras de Ortografia. Pearson Brasil, MICHAELIS. Moderno Dicionário Inglês-Português, Português-Inglês. Melhoramentos, MURPHY, R. Essential Grammar in Use CD-Rom with answers. Third Edition. Cambridge, TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa - O Inglês Descomplicado, 10ª Ed. Saraiva. Ementário do 3º semestre Sigla Disciplina Teórico Prática Elementos de vias: permanente ferroviário e pavimentos rodoviário e urbano Tecnologia dos Transportes Dimensionamento de frota Pesquisa Operacional Sociedade, Tecnologia e Inovação Métodos para a Produção do Conhecimento Espanhol I LIN-300 Inglês III Total de aulas no 3º semestre 480 Total em horas 400 Elementos de vias: permanente ferroviário e pavimentos rodoviário e urbano Apresentar os elementos da via férrea e efetuar o seu dimensionamento de seus principais componentes. Conhecer a composição e os diferentes tipos de pavimentos e efetuar o dimensionamento da seção transversal. Infra-estrutura (plataforma) e Superestrutura (trilhos, dormentes, lastro, sublastro), Soldas de trilhos e talas de junção, Bitolas, Fixações, Complementos de via permanente (AMV, placas de apoio, geotêxteis), Drenagem da via, Manutenção, Noções de dimensionamento de via férrea. Composição do pavimento (revestimento, base, sub-base,

12 subleito), Materiais utilizados em pavimentação (solos, agregados, materiais betuminosos, concreto), tipos de pavimentos (flexíveis e rígidos), Drenagem, Manutenção, Dimensionamento de pavimentos flexíveis e rígidos. ESVELD, Coenraad, Modern Railway Track, Plasser & Theurer, BRINA, Helvécio Lapertosa, Estradas de ferro, Volume 1. Livros Técnicos e Científicos, STOPATTO, Sérgio. Via permanente ferroviária - conceitos e aplicações. T. A. Queiroz Editor BERNUCCI, Liedi Bariani, MOTTA, Laura Maria Goretti da, CERATTI, Jorge Augusto Pereira, SOARES, Jorge Barbosa, Pavimentação Asfáltica Formação Básica para Engenheiros, Rio de Janeiro, Petrobrás: ABEDA, 2006 SOUZA, Murilo Lopes de. Método de Projeto de Pavimentos Flexíveis, IPR, Rio de Janeiro, 1981 DNIT, Manual de Pavimentos Rígidos, IPR, Rio de Janeiro, DNIT, Manual de Restauração de Pavimentos Asfálticos, IPR, Rio de Janeiro, DNIT, Manual de Drenagem de Rodovias, IPR, Rio de Janeiro, PITA, Marcio Rocha. Dimensionamento de pavimentos rodoviários e urbanos de concreto pelo método da PCA/84. ABCP, RIVES, Fernando Oliveiros. MENDES, Manuel Rodriguez e PUENTE, Manuel Megia. Tratado de ferrocarriles. Rueda, Volumes I e II HAY, W.W. Railroad Engineering. 2. ed. New York. John Wiley & Sons, BRINA, Helvécio Lapertosa, Estradas de ferro, Volume 2. Livros Técnicos e Científicos, VILLEGAS, José Manuel García Díaz de. BUGARÍN, Miguel Rodríguez. Desvíos Ferroviarios. Ingeniería Cántabra, 1995 YODER, Eldon Joseph, WITZAK, M.W. Principles of Pavement Design. Second Edition, Jonh Wiley & Sons Inc, Canadá, MEDINA, Jacques, MOTTA, Laura Maria Goretti da, Mecânica dos Pavimentos, Editora UFRJ, Rio de Janeiro, Tecnologia dos Transportes Formar competência em Tecnologia de Transportes e seus avanços decorrentes do refinamento nas tecnologias já existentes e da revisão e viabilização de modos de transportes tradicionais. Fluxos de veículos e seu controle. Capacidade e nível de serviço em rodovias; Veículos e suas características. Mecânica da locomoção de veículos ferroviários e rodoviários. Tecnologias aplicadas à gestão do transito e transporte. Regulamentação; Fretes e tarifas ferroviárias; A multimodalidade e a intermodalidade; O transporte de passageiros de curto e longo percurso; O centro de controle operacional (CCO). SETTI, J.R. e WIDMER, J. A. Tecnologia de Transportes. EESC/USP, SETTI, J.R. Tecnologia de Transportes.EESC/USP, GRIFFITHS, J D. Mathematics In Transport Planning And Control. Pergamon, HOEL, L G; GARBER N J A. Highway & Traffic Engineering. Cengage Learning International, PORTUGAL, L S. Simulação de Trafego Conceito e Técnicas de Modelagem. Interciencia, Dimensionamento de frota Formatar a competência para a verificação, análise e dimensionamento de frotas rodoviárias e ferroviárias de veículos.

13 Dimensionamento de frotas de veículos rodoviários e ferroviários para situação de passageiros e cargas. Apresentar, analisar e projetar sistemas de licenciamento de vias férreas, dando uma visão geral de como funciona tanto o licenciamento quanto a verificação da capacidade das vias férreas. VALENTE, A M; PASSAGLIA, E; NOVAES, A G. Gerenciamento de Transporte e Frotas Cengage, CAIXETA-FILHO, J V. Gestão Logistica do Transporte de Cargas Atlas, CAIXETA-FILHO, J V; GAMEIRO, A H. Sistemas de Gerenciamento de Transportes. Atlas, CASTELO BRANCO, José E. Indicadores de Qualidade e Desempenho de Ferrovias Carga e Passageiros. ANTF, BALLOU, R. H. Logística Empresarial, Transporte, administração de materiais e distribuição física. São Paulo, Ed. Atlas, MARTINS, Petrônio Garcia e ALT, Paulo Renato Campos. Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais. São Paulo: Saraiva, RIVES, Fernando Oliveiros. MENDES, Manuel Rodriguez e PUENTE, Manuel Megia. Tratado de ferrocarriles. Rueda, VILLEGAS, José Manuel García Díaz de. BUGARÍN, Miguel Rodríguez. Desvíos Ferroviarios. Ingeniería Cántabra, 1995 Pesquisa Operacional Objetivos Proporcionar ao aluno a capacidade de usar modelagem matemática determinística e/ou probabilística para solucionar problemas complexos por meio de métodos e algoritmos utilizados na pesquisa operacional que auxiliem no processo de tomada de decisões, tais como projetar, planejar e operar sistemas em situações que requerem alocações eficientes de recursos escassos. Ementa Programação Linear e Inteira. Análise de sensibilidade. Problemas de Rede. Teoria das Filas. Programação nãolinear. Bibliografia básica MARINS, F. A. S., Introdução à Pesquisa Operacional, Cultura Acadêmica - Universidade Estadual Paulista, Pró- Reitoria de Graduação, LACHTERMACHER, G., Pesquisa Operacional na tomada de decisões. Elsevier, MOREIRA, D. A., Pesquisa Operacional. Curso Introdutório. São Paulo, Thomson Learning, ANDRADE, E. L. Introdução à Pesquisa Operacional - Métodos e Modelos para a Análise de Decisão. Rio de Janeiro, LTC, NOVAES, A.G., Métodos de Otimização Aplicados aos Transportes. Edgard Blücher, Bibliografia complementar YOSHIDA, L. K., Programação Linear. São Paulo, Atual, 1997 BRONSON, R., Pesquisa Operacional, McGraw-Hill, HILLIER, F; LIEBERMAN, G.; Introdução a Pesquisa Operacional, Editora Campus Sociedade, Tecnologia e Inovação Objetivos Produzir reflexão sobre o funcionamento das economias capitalistas do ponto de vista da evolução técnica. Discutir como a tecnologia afeta a economia e como essa relação é vital para a compreensão do crescimento da riqueza dos países e dinâmica das sociedades contemporâneas. Discutir os processos de globalização desencadeados pelas TICs. Analisar as várias dimensões do desenvolvimento tecnológico, a origem e a natureza das inovações, e seu impacto na economia e nas estruturas sociais.

14 Ementa O capitalismo informacional. A sociedade em rede. A cibercultura. O papel das TICs na reestruturação do capital financeiro e da nova sociedade organizada em rede e seus impactos em relação ao trabalho. Os modelos de inovação: "Science-Push", "Market-Pull", e o modelo cibernético-informacional; Sistema de inovação; O modelo Triple-Helix; Âmbitos e dimensões do sistema de inovação; Dimensões política, econômica, social e epistemológica da inovação; Estratégias de aprendizagem tecnológica; Difusão tecnológica. Conceitos e experiências; Processo de inovação tecnológica; Tipos de Inovação; Ciclo das inovações; Tecnologias disruptivas; Tecnologia e Inovação na Sociedade do Conhecimento; Educação e Inovação. Bibliografia básica BASTOS, João Augusto S.L.A(org.). Capacitação Tecnológica e Competitividade. Curitiba: IEL/PR, BASTOS, João Augusto S.L.A(org.) Desafios para a Apropriação do Conhecimento Tecnológico.Curitiba:PPGTE- CEFET/PR, BURGELMAN, Robert. Strategic Management of Technology and Innovation, McGraw Hill, DAGNINO, Renato. Gestão Estratégica da inovação: metodologias para análise e implementação. Taubaté : Cabral Editora e Livraria Universitária, BINDÉ, Jerôme (org). Rumo às sociedades do conhecimento: relatório mundial da Unesco. Lisboa. Instituto Piaget, CASTELLS, Manuel. Era da Informação, v.1 - Sociedade em Rede. São Paulo. Paz e Terra, SANTOS, M. Por uma outra globalização. São Paulo. Record, LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo. Editora 34, Bibliografia complementar CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. Rio de Janeiro. Zahar, LEVY, Pierre. O que é o virtual. São Paulo. Editora 34, SANTOS, M. Técnica, Espaço, tempo - Globalização. São Paulo. Edusp, FUNDACIÓN COTEC. Innovación para el desarrollo local. Gijon/Espanha : COTEC, FUNDACIÓN COTEC. TEMAGUIDE:Technology Management and Innovation for Companies. Valencia, Espanha, KANTER, Rosabeth Moss; KAO, John; WIERSEMA, Fred (eds). Inovação: pensamento inovador na 3M, DuPont, GE, Pfizer e Rubbermaid. São Paulo : Negócio Editora, LACERDA, Antonio C.; REIS, Dálcio R.; PERINI, Fernando A. B.; CARVALHO, Hélio G.; CAVALCANTE, Márcia B.; BRUEL, Sérgio. Tecnologia: estratégia para a competitividade. São Paulo : Editora Nobel, MARCOVITCH, Jacques (org.). Administração em Ciência e Tecnologia. São Paulo : Edgard Blücher, ROCA, Miguel Barceló. Innovación tecnológica en la indústria: una perspectiva española. Barcelona : Beta Editorial S.A.,1994. Métodos para a Produção do Conhecimento Objetivos: O aluno deverá ser capaz de elaborar textos do âmbito acadêmico, a partir de diferentes formas de pesquisa, utilizando adequadamente as normas técnicas para esse tipo de trabalho. Tipos de conhecimento. O conhecimento científico. Método: definição e tipos. Pesquisa científica e tecnológica. Planejamento e desenvolvimento da pesquisa: coleta das informações, organização e análise. Citações e referências. Noções de elaboração de projeto. Projeto acadêmico. Textos acadêmicos: artigos, relatórios de pesquisa e monografias. Formas de elaboração de textos acadêmicos. Bibliografia básica: ANDRADE, M M. Introdução à metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Atlas, CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. P A: Bookman, YIN, Robert K; TRORELL. Ana. Estudo de Caso - Planejamento e Métodos. Porto Alegre: Bookman, Bibliografia complementar:

15 APPOLINÁRIO, F. Metodologia da Ciência: filosofia e prática da pesquisa. Cengage Learning, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação Trabalhos acadêmicos Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e Documentação Referências Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, CURY, Lucilene. O dilema da pesquisa um modelo para iniciantes. São Paulo. EDUSP: ECO, Umberto. Como se faz uma tese. Perspectiva: GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, LAKATOS, Eva Maria et al. Técnicas de Pesquisa. São Paulo: Atlas, MORIN, Edgar. A cabeça bem feita. Bertrand Brasil RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 36. ed. Petrópolis: Vozes, SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, VOLPATO, G. Dicas para a redação científica. 3. ed. rev. amp. São Paulo: Cultura Acadêmica, Espanhol I Objetivos: O aluno deverá ser capaz de interagir - de forma simples - com as pessoas; perguntar e responder sobre si mesmo e sobre o que possui; produzir frases utilizadas em situações concretas e previstas; comentar sobre temas cotidianos. Estudo das estruturas linguísticas através das habilidades léxicas, fonológicas e sintáticas. Desenvolvimento da competência comunicativa em nível básico, atendendo às especificidades acadêmico-profissionais da área e abordando aspectos sócio-culturais da língua espanhola. Práticas de leitura e compreensão de textos específicos da área de atuação do profissional. Bibliografia básica: ARAGÓN, Matilde Cerrolaza. Pasaporte. Nivel A1. Libro del alumno (com CD-AUDIO). Madrid, Edelsa, MORENO, Concha, FERNÁNDEZ, Gretel Eres. Gramática contrastiva del español para Brasileños. Madrid, SGEL, SANTILLANA: dicionário para estudantes: Espanhol Português/ Português-Espanhol com CD-ROM. São Paulo: Moderna/ Santillana, Bibliografia complementar: GONZÁLEZ HERMOSO, Alfredo. Conjugar es fácil. Madrid, Edelsa, GONZÁLEZ, Marisa. Socios 1: Curso de español orientado al mundo del trabajo. Libro del alumno (com CD-AUDIO). Nueva Edición. Madrid, Difusión, JUAN, Olga. En Equipo.es 1: curso de español de los negocios. Libro del Alumno. Madrid, Edinumen, PALOMINO, María Ángeles. Primer Plano 1. Libro del alumno (com CD-ROM). Madrid, Edelsa, SEÑAS: diccionario para la enseñanza de la lengua española para brasileños. São Paulo: Ática, Inglês III O aluno deverá ser capaz de participar de discussões em contextos sociais e empresariais usando linguagem apropriada de polidez e formalidade, expressar opiniões e necessidades, fazer solicitações, descrever habilidades, responsabilidades e experiências profissionais; usar números para descrever preços, dados e gráficos; compreender informações de manuais, relatórios e textos técnicos específicos da área; redigir cartas e s comerciais simples; entender diferenças de pronúncia. Expansão da compreensão e produção oral e escrita por meio de funções sociais e estruturas básicas da língua. Ênfase na oralidade, atendendo às especificidades acadêmico-profissionais da área e abordando aspectos sócioculturais da língua inglesa.

16 MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. CD-Rom with answers. Third Edition. Cambridge, OXFORD. Oxford Business English Dictionary with CD-Rom. Seventh Edition. Oxford University, DUCKWORTH, M. Essential Business Grammar & Practice - English level: Elementary to Pre-Intermediate. New Edition. Oxford University, GODOY, S M. Bi; GONTOW, C; MARCELINO, M. English Pronunciation for Brazilians. Disal, MICHAELIS. Moderno Dicionário Inglês-Português, Português-Inglês. Melhoramentos, OXFORD. Oxford Business English Dictionary with CD-Rom. Seventh Edition. Oxford University, LONGMAN. Dicionário Longman Escolar para Estudantes Brasileiros. Português-Inglês/Inglês-Português com CD- Rom. 2ª Edição: Atualizado com as novas regras de Ortografia. São Paulo: Pearson Education do Brasil, LONGMAN. Longman Gramática Escolar da Língua Inglesa com CD-Rom. Pearson Education do Brasil, Ementário do 4º semestre Sigla Disciplina Teórico Prática Sinalização Ferroviária Sinalização Rodoviária Projeto Geométrico de vias Mobilidade e sustentabilidade no meio urbano Gestão de Projetos Espanhol II LIN-400 Inglês IV Total de aulas no 4º semestre 480 Total em horas 400 Sinalização Ferroviária Utilizar as metodologias aplicadas na segurança ferroviária para licenciamento de trens, assim, melhor o desempenho de sinalização e segurança ferroviária. Sistemas Intertravados de equipamentos de sinalização, sistemas com falha segura, lógica de relés e sistemas funcionando em cascata. Sinais digitais e tabelas de verificação. Sistemas de segurança ferroviária. ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR - CB 06/1980 e NB 00637/1980. Via Férrea - Sinalização Ferroviária - Diretrizes. Rio de Janeiro, BRINA, Helvécio Lapertosa, Estradas de ferro, Volume. Livros Técnicos e Científicos, BRINA, Helvécio Lapertosa, Estradas de ferro, Volume 2. Livros Técnicos e Científicos, STOPATTO, Sérgio. Via permanente ferroviária - conceitos e aplicações. T. A. Queiroz Editor COELHO, Eduardo J.J. Guindastes Ferroviários no Brasil Protótipos e Modelos. Memória do Trem e Centro-Oeste, ferrocarriles. Rueda, VILLEGAS, José Manuel García Díaz de. BUGARÍN, Miguel Rodríguez. Desvíos Ferroviarios. Ingeniería Cántabra, 1995 Sinalização Rodoviária

17 Utilizar as metodologias aplicadas na engenharia de tráfego e analisar, interpretar e propor melhorias para problemas ocasionados pelo tráfego. Projetar sistemas de sinalização rodoviária. Métodos de analise e determinação de classes e categorias de rodovias. Desenvolver sistemas de sinalização urbana, definição de tempos de verde, ondas verdes na sinalização urbana, analise por meio de larguras de faixas e permissão de estacionamento para determinar a demanda de circulação e fluxo de tráfego (Conceitos Básicos. Características Humanas. Características do Veículo. Levantamento de Dados: Fluxo, Velocidade e Demanda de Estacionamento. Controle: Fluxo, Interseções e Estacionamento. Projeto: Fluxo, Interseções e Estacionamento, Acidentes). Sinalização vertical, sinalização horizontal, placas de regulamentação. DNER Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNIT). Manual de Sinalização Rodoviária. Rio de Janeiro CET/SP COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRÁFEGO DA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO (1978) Manual de Sinalização Urbana, São Paulo, Brasil. GOLD, P. A. (1998) Segurança de Trânsito. Aplicações de Engenharia para Reduzir Acidentes. Banco Interamericano de Desenvolvimento BID, 211 p., EUA. MOREIRA, H.A. (2000) Sinalização Horizontal, Indutil Indústria de Tintas Ltda., Relatório Técnico, 65 p., São Paulo, Brasil. BORNSZTEIN, L.L. (2001) Auditoria de Segurança Viária na Análise e Projeto de Interseções Urbanas Semaforizadas, Dissertação de Mestrado, Departamento de Engenharia de Transportes, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 184 p., São Paulo, Brasil. BRASIL. Ministério da Justiça (1997) Código de Trânsito Brasileiro, Lei 9.503, de 23/09/97 e atualizações (Resolução n.160/2004). Brasília, Brasil. BRASIL. Ministério da Justiça (1982) Manual de Sinalização de Trânsito - Parte 1 (Sinalização Vertical), Resolução n.599, CONTRAN Conselho Nacional de Trânsito, Brasília, Brasil. BRASIL. Ministério da Justiça (1986) Manual de Sinalização de Trânsito - Parte 2 (Marcas Viárias) e 3 (Dispositivos Auxiliares), Resolução n.666, CONTRAN Conselho Nacional de Trânsito, Brasília, Brasil. DER Departamento Estadual de Estradas de Rodagem São Paulo. Manual de Sinalização rodoviária Volume 1: Projetos DER Departamento Estadual de Estradas de Rodagem São Paulo. Manual de Sinalização rodoviária Volume 2 - TOMO I: Confecção dos Sinais DER Departamento Estadual de Estradas de Rodagem São Paulo. Manual de Sinalização rodoviária Volume 2 - TOMO II: Confecção dos Sinais DER Departamento Estadual de Estradas de Rodagem São Paulo. Manual de Sinalização rodoviária Volume 3: Obras, Serviços de Conservação e Emergência Projeto Geométrico de vias Apresentar os elementos necessários para elaboração de um projeto geométrico de rodovia e ferrovia, levando-se em conta as peculiaridades de cada um dos tipos de via e suas respectivas representações gráficas. Definição de Projeto, Estudo do traçado da via, Velocidades, Seção Transversal, Curvas Horizontais Circulares, Curvas Horizontais de Transição, Superelevação, Superlargura, Perfil Longitudinal, Terraplenagem. LEE, Shu Han. Introdução ao Projeto Geométrico de Rodovias. 2ª Edição revisada e ampliada. Florianópolis: Editora da UFSC, PIMENTA, Carlos R. T. Projeto Geométrico de rodovias. 2ª edição. São Carlos, Editora Rima, BRINA, Helvécio Lapertosa, Estradas de ferro, Volume. Livros Técnicos e Científicos, STOPATTO, Sérgio. Via permanente ferroviária - conceitos e aplicações. T. A. Queiroz Editor

18 COSTA, Pedro Segundo da, Figueiredo, Wellington C. ESTRADAS: Estudos e Projetos. 2a. Edição. Salvador: EDUFBA, PONTES FILHO, Glauco. Estradas de Rodagem: Projeto Geométrico. São Carlos: G.Pontes Filho, 1998 DNER Departamento Nacional de Estrada de Rodagem Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico. Manual de Projeto Geométrico de Rodovias Rurais. Rio de Janeiro: DNER, IPR Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários. Publicação IPR 717. Rio de Janeiro: DNIT, Mobilidade e sustentabilidade no meio urbano Fornecer conceitos e práticas que permitam a implementação Políticas Públicas sustentáveis de transporte, trânsito e acessibilidade que permitam o acesso amplo e democrático ao espaço urbano de forma segura e saudável. Conceitos de mobilidade, acessibilidade, sustentabilidade, transporte e acessibilidade, sistema viário, equidade no uso do espaço público pelos diversos modos de transporte, Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Métodos aplicados ao planejamento urbano e de transportes, Legislação específica, Plano diretor. DUARTE, F; LIBARDI, R; SÁNCHEZ, K. Introdução à Mobilidade Urbana. Juruá, VÂNIA B G C. Mobilidade Sustentável: Relacionando Transporte e uso do solo, CNPQ, ANTÔNIO N R S. Planejamento Urbano e Transportes. São Carlos: USP, 2004,. Alcântara Jr., J. O., Selbach, J. F., Mobilidade Urbana em São Luís, EDUFMA, LUDD, N. Apocalipse Motorizado: A tirania do automóvel em um planeta poluído. Conrad Editora do Brasil, Our Cities Ourselves: 10 Principles for Transport in Urban Life, ITDP (www.itdp.org) Sustainable Transport Magazine, ITDP. Gestão de Projetos Objetivos: Entender e aplicar o planejamento e a gestão de projetos e avaliar seus resultados. Visão integrada da gestão de projetos; Métodos e técnicas de gestão de projetos; Indicadores de desempenho; Metodologias e Ferramentas de gerenciamento de projetos. Elaboração de um projeto. AMARAL, J. A. A.. Gestão de Projetos Conceitos e Metodologia. São Paulo: Scortecci, DUFFY, M.. Gestão de Projetos. Rio de Janeiro: Campus, MUTO, C.A.; PEREIRA, B. T. Exame PMP: a Blíblia. Brasport, Bibliografia complementar: HARVARD BUSINESS REVIEW. Gestão e Implementação de Projeto. Rio de Janeiro: Campus, MARTIN, J D; TITMAN, S. Avaliação de Projetos e Investimentos Valuation. Bookman, OLIVEIRA, G. B.. MS Project & Gestão de Projetos. Rio de Janeiro: Campus, Espanhol II Objetivos: O aluno deverá ser capaz de interagir - de forma simples e breve - com as pessoas em situações cotidianas do ambiente de trabalho; produzir frases utilizadas em situações concretas e previstas.

19 Aprimoramento do estudo das estruturas lingüísticas por meio das habilidades léxicas, fonológicas e sintáticas. Aperfeiçoamento da competência comunicativa em nível básico, atendendo às especificidades acadêmicoprofissionais da área e abordando aspectos sócio-culturais da língua espanhola. Práticas de leitura e interpretação de textos simples e breves da área de atuação do profissional. Bibliografia básica: ARAGÓN, Matilde Cerrolaza. Pasaporte. Nivel A1. Libro del alumno (com CD-AUDIO). Madrid, Edelsa, MORENO, Concha, FERNÁNDEZ, Gretel Eres. Gramática contrastiva del español para Brasileños. Madrid, SGEL, SANTILLANA: dicionário para estudantes: Espanhol Português/ Português-Espanhol com CD-ROM. São Paulo: Moderna/ Santillana, Bibliografia complementar: ARAGÓN, M C; GILI, Ó C y BARQUERO, B L. Pasaporte Ele. Niveles A1/A2/B1/B2. Colecciónes con 4 libros. Edelsa: Madrid, FANJUL, Adrian Pablo. Gramatica Y Practica de Espanol para Brasilenos. Santillana Brasil, GONZÁLEZ, Marisa. Socios 1: Curso de español orientado al mundo del trabajo. Libro del alumno (com CD-AUDIO). Nueva Edición. Madrid, Difusión, JUAN, Olga. En Equipo.es 1: curso de español de los negocios. Libro del Alumno. Madrid, Edinumen, PRADA, M; BOVET, M y MARCÉ, P. Entorno Empresarial. Nivel B2. Edelsa: Madrid, Inglês IV O aluno deverá ser capaz de participar de discussões e negociações em contextos sociais e empresariais, destacando vantagens, desvantagens e necessidades; preparar-se para participar de entrevistas de emprego presenciais e por telefone; compreender informações de manuais, relatórios e textos técnicos específicos da área; redigir cartas e s comerciais, relatórios e currículos; entender diferenças de pronúncia. Consolidação da compreensão e produção oral e escrita por meio de funções sociais e estruturas básicas da língua desenvolvidas na disciplina Inglês III. Ênfase na oralidade, atendendo às especificidades acadêmico-profissionais da área e abordando aspectos sócio-culturais da língua inglesa. DUCKWORTH, M. Essential Business Grammar & Practice - English level: Elementary to Pre-Intermediate. New Edition. Oxford, UK: Oxford University Press, EMMERSON, Paul. English. Macmillan, GODOY, S M. Bi; GONTOW, C; MARCELINO, M. English Pronunciation for Brazilians. Disal, LONGMAN. Dicionário Longman Escolar para Estudantes Brasileiros. Português-Inglês/Inglês-Português com CD- Rom. 2ª Edição: Atualizado com as novas regras de Ortografia. Pearson Brasil, LONGMAN. Longman Gramática Escolar da Língua Inglesa com CD-Rom. Pearson Education do Brasil, MICHAELIS. Moderno Dicionário Inglês-Português, Português-Inglês. Melhoramentos, MURPHY, Raymond. English Grammar in Use. CD-Rom with answers. Third Edition. Cambridge, OXFORD. Oxford Business English Dictionary with CD-Rom. Seventh Edition. Oxford University, Ementário do 5º semestre Sigla Disciplina Teórico Prática Escolha da Unidade Sistemas de Informação geográfica para transporte Tecnologias Energéticas 40 40

20 Impactos Ambientais da Operação dos Transportes Gestão do Transporte de Carga e Roteirização Projetos Aplicados ao Transporte I LIN-500 Inglês V Total de aulas no 5º semestre 480 Total em horas 400 Escolha da Unidade Esta disciplina visa atender ao arranjo produtivo local no qual a unidade está inserida. A lista das disciplinas que podem ser escolhidas pelas unidades está ao final deste documento. Sistemas de Informação geográfica para transporte Propiciar um conhecimento básico das potencialidades dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) na solução de problemas de transportes. Elementos essenciais do SIG. Estrutura de dados. Vetorial e Matricial. Aquisição de dados. Gerenciamento de dados. Análise de dados. Fundamentos e técnicas de análise espacial. Exemplos e aplicações de uso de SIG em transportes. ALMEIDA, C. M. de; CÂMARA, G. MONTEIRO, A. M. (orgs.) Geoinformação em urbanismo: cidade real x cidade virtual. Editora: Oficina de Textos, Joly, Fernand (tradução Tânia Pelegrini). A Cartografia Campinas, SP: Papirus, Martinelli, Marcelo. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. São Paulo: Contexto, ed. SILVA, A.N.R. (org.) (1999) Ferramentas específicas de um Sistema de Informações Geográficas para transportes. São Carlos, Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo. SILVA, A.N.R., EMLO, J.J.O., BRONDINO, N.C.M. Uma introdução ao planejamento de transportes com sistemas de informação geográfica - São Carlos, EESC, LANG, L. (2000) Transportation GIS. Redlands, CA, EUA, ESRI Press. MILLER, H.J. & SHAW, S. (2001) Geographic Information Systems for trasnportation: principles and applicatiokns. New York, Oxford University Press. Tecnologias Energéticas Avaliar o desenvolvimento tecnológico associado às diversas fontes energéticas existentes e as consequências socioeconômicas e políticas do desenvolvimento tecnológico dos diferentes sistemas energéticos para os transportes. Conceitos de fontes energéticas convencionais e alternativas. Fontes e Formas de Energia e o Desenvolvimento Sustentável. O Problema Energético. Combustíveis não Renováveis e as Energias Renováveis. Cenário das Energias Renováveis no brasil. Brasil, uma matriz renovável. A Produção e Uso de Energia. Cenário atual para fontes renováveis de energia no Brasil. Reflexões sobre Geração Distribuída. Crise energética; Desenvolvimento sustentável na prática; Tecnologias Apropriadas; Uso racional de recursos energéticos e materiais; Gerenciamento Ecológico (ecomanagement); Emissão Zero: Modelo de desenvolvimento competitivo e eco-sustentável. LA ROVERE, E.L.; PINGUELLI ROSA, L.; RODRIGUES, A.P. Economia e Tecnologia da Energia. Rio de Janeiro: Marco Zero/FINEP, 1985.

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