CAPÍTULO IV - DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES Seção I - Das Disposição Gerais

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1 CAPÍTULO 12 REGULAMENTO DE SEGURANÇA DO TRÁFEGO AQUAVIÁRIO EM ÁGUAS SOB JURISDIÇAO NACIONAL (RLESTA) Em 11 de Dezembro de 1997 foi promulgada a Lei nä 9.537, que dispçe sobre a SEGURANÇA DO TRÁFEGO AQUAVIÁRIO em Éguas sob jurisdiñöo e dé outras providüncias. Pelo Decreto nä 2.596, de 18 de maio de 1998, a LESTA foi regulamentada pelo REGULAMENTO DE SEGURANÇA DO TRÁFEGO EM ÁGUAS SOB JURISDIÇAO NACIONAL, revogando a partir de 9 de junho de 1998 o RTM (REGULAMENTO DO TRÁFEGO MARÍTIMO). Este novo regulamento passou a ser conhecido artigos do RLESTA. A propàsito deste capâtulo ä, pois, apresentar aos aprendizes os artigos do RLESTA e, eventualmente observañçes, a eles relacionadas. CAPÍTULO II - DA NAVEGAÇÃO E EMBARCAÇÃO Art. 3 A navegação, para efeito deste regulamento, é classificada como: I - Mar aberto: a realizada em Éguas marâtimas consideradas desabrigadas, podendo ser de: a) longo curso: a realizada entre portos brasileiros e estrangeiros; b) cabotagem: a realizada entre portos ou pontos do territàrio brasileiro, utilizando a via marâtima ou esta e as vias navegéveis interiores; c) interior: a realizada em hidrovias interiores, assim considerados rios, lagos, canais, lagoas, baâas, angras, enseadas e Éreas marâtimas consideradas abrigadas. Parágrafo Único: a navegañöo realizada exclusivamente nos portos e terminais aquaviérios para atendimento de embarcañöo e instalañçes portuérias ä classificada como de apoio portuário. CAPÍTULO IV - DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES Seção I - Das Disposição Gerais Art.7 Constitui infrañöo ãs regras do tréfego aquaviério a inobservåncia de qualquer preceito deste Regulamento, de normas complementares emitidas pela Autoridade Marâtima e de ato ou resoluñöo internacional ratificado pelo Brasil, sendo o infrator sujeito ãs penalidades indicadas em cada artigo. Art. 9 A infrañöo e seu autor seröo constatados: a) no momento em que for praticada a infrañöo; b) mediante apurañöo; c) mediante inquärito administrativo. Seção II - Das Infrações Imputáveis aos Autores Materiais e das Penalidades

2 Art. 11 Conduzir embarcação ou contratar tripulante sem habilitação para operá-la. Art. 12 Infrações relativas à documentação de habilitação ou ao controle de saúde: I - não possuir a documentação relativa à habilitação ou ao controle de saúde; II - não portar a documentação relativa à habilitação ou ao controle de saúde; e III - portar a documentação relativa à habilitação ou ao controle de saúde desatualizada. Art. 16 Infrações relativas ao registro e inscrição das embarcações: I - deixar de inscrever ou de registrar a embarcação; e II - não portar o documento de registro ou de inscrição da embarcação. Art. 17 Infrações relativas à identificação visual da embarcação e demais marcações no casco: I - efetuar as marcas de borda livre em desacordo com as especificações do respectivo certificado; II - deixar de marcar no casco as marcas de borda livre; III - deixar de marcar no casco o nome da embarcação e o porto de inscrição; e IV - deixar de efetuar outras marcações previstas. Art. 18 Infrações relativas às características das embarcações; I - efetuar alterações ou modificações nas características da embarcação em desacordo com as normas; e II - operar helipontos em desacordo com as normas. Art. 21 Infrações relativas aos requisitos de funcionamento dos equipamentos: I - equipamentos de comunicação inoperantes ou funcionando precariamente; II - equipamentos de combate a incêndio e de proteção contra incêndio inoperante ou funcionando precariamente; e III - dispositivos para embarque de prático inoperantes ou funcionando precariamente. Art. 22 Infrações referentes à normas de transporte: I - transportar excesso de carga ou apresentar-se com as linhas de carga ou marcas de borda livre submersas; II - transportar excesso de passageiros ou exceder a lotação autorizada; III - transportar carga perigosa em desacordo com as normas; IV - transportar carga no convés em desacordo com as normas; e V - descumprir qualquer oura regra prevista. Art. 23 Infrações às normas de tráfego: I - conduzir embarcações em estado de embriaguez ou após uso de substância entorpecentes ou toxica, quando não constituir crime previsto em lei;

3 II - trafegar em área reservada a banhistas ou exclusiva para determinado tipo de embarcação; III - deixar de contratar prático quando obrigatório; IV - descumprir regra do Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar - RIPEAM; V - causar danos a sinais náuticos; VI - descumprir as regras regionais sobre tráfego, estabelecidas pelo representante local da Autoridade Marítima; VII - velocidade superior à permitida; VIII - descumprir qualquer outra regra prevista, não especificada nos incisos anteriores.

4 CAPÍTULO 13 NORMAS DA AUTORIDADE MARÄTIMA (NORMAM 03/2003) Conforme mencionado no Cap. 9, a Lei nä 9.537, de 11 de dezembro de 1997 que dispçe sobre a SEGURANÅA DO TRÇFEGO AQUAVIÇRIO e dé outras providüncias foi regulamentada pelo REGULAMENTO DE SEGURANÅA DO TRÇFEGO AQUAVIÇRIO (RLESTA) e atraväs de Portaria Ministerial foi delegada ao DIRETOR DE PORTOS E COSTAS para que elaborasse normas e executasse añçes previstas no Art. 4Ñ da LESTA. Dentre as diversas NORMAS da Autoridade Marâtima a de nä 03 ä aquela que tem como propösito: Estabelecer normas sobre embarcaüáes de esporte, recreio, lazer e atividades correlatadas, visando prevenir a ocorrància de acidentes de navegaüâo, contribuindo desta forma para evitar riscos ä vida humana e a poluiüâo ambiental. As presentes NORMAS deveröo ser observadas por todas as embarcañçes e equipamentos classificados na atividade de esporte e recreio. EmbarcaÑÖo ou equipamento de esporte e recreio ä aquela aprestada por amador, pessoa fâsica ou jurâdica, em seu nome ou responsabilidade, para sua utilizañöo na prãtica de esporte ou lazer, pondo-a ou retirando-a da navegañöo por sua pràpria conta. DEFINIÇÕES Amador - Todo aquele com habilitañöo certificada pela Autoridade Marâtima para operar embarcañçes de esportes e recreio, em caréter nöo-profissional. Comandante - ç a designañöo genärica de quem comanda a embarcañöo. ç o responsével por tudo o que diz respeito ã embarcañöo, seus tripulantes e demais pessoas a bordo. Em embarcañçes de esporte e recreio, a palavra capitöo, embora nöo prevista na legislañöo, pode designar o Comandante em face da designañöo de uma categoria de amadores. EmbarcaÜáes Miådas - SÖo consideradas embarcañçes miédas quaisquer tipos de embarcañçes menores ou iguais a cinco metros de comprimento, que disponham de propulsöo pràpria a motor, sujeitas ã inscriñöo. InscriÜâo - Inscrição de uma embarcação é o seu cadastramento na Capitania, Delegacia ou Agência, com a atribuição do número de inscrição e a expedição do respectivo Título de Inscrição de Embarcação (TIE). Proprietãrio - ç a pessoa fâsica ou jurâdica em nome de quem a embarcañöo esté inscrita numa Capitania, Delegacia ou AgÜncia e, quando legalmente exigido, cadastrada no registro da Propriedades Marâtima, no Tribunal Marâtimo. Registro - Registro da embarcação é o seu cadastramento no tribunal Marítimo, com a atribuição do número de registro e a competente expedição da Provisão de Registro da Propriedade Marítima (PRPM).

5 Tripulante - Todo amador ou profissional que exerce funções, embarcado, na operação da embarcação. APREENSÃO DA EMBARCAÇÃO As embarcações serão apreendidas, sem prejuízo das penalidades previstas, quando flagradas nas seguintes situações: a) navegando em área para a qual não foi classificada; b) conduzida por pessoal sem habilitação; c) trafegando sem o TIE; d) sendo utilizada para a prática de crime; e) trafegando sem luzes e marcas previstas nas normas em vigor; f) trafegando em péssimo estado de conservação; g) quando deixar de atender determinação para interromper a singradura; h) em caso de violação de lacre da Capitania, Delegacia ou Agência; i) quando sendo classificada como de esporte e recreio estiver sendo utilizada comercialmente para o transporte de passageiros ou carga ou turismo e diversão; j) quando descumprindo as restrições estabelecidas para as áreas seletivas para a navegação; k) trafegando em área de segurança; e l) quando estiver sendo conduzida por pessoal em estado de embriaguez ou sob efeito de substância tóxica de qualquer natureza. APREENSÃO DA CARTEIRA DE HABILITAÇÃO O amador terá sua carteira de habilitação apreendida, sem prejuízo das penalidades previstas, quando: entregar a condução da embarcação a pessoa não habilitada; conduzir a embarcação em estado de embriaguez ou sob efeito de substância tóxica de qualquer natureza; utilizar comercialmente a embarcação de esporte e recreio para transporte de passageiro ou carga; e utilizar a embarcação para a prática de crime. USO DA BANDEIRA NACIONAL Toda embarcação de esporte e recreio, exceção feita as embarcações miúdas deverá ainda observar as regras do Cerimonial Marítimo em relação ao uso da Bandeira Nacional. Entre tais regras ressaltamos as seguintes: - só usar na Popa a Bandeira Nacional, - a bandeira Nacional será usada obrigatoriamente: na entrada e saída dos portos; quando trafegando à vista de outra embarcação, de povoação ou farol com guarnição; em porto nacional das 8 horas ao pôr-do-sol e, em porto estrangeiro, acompanhando o cerimonial do respectivo país; - o cumprimento entre embarcações é feito içando e arriando a Bandeira Nacional; - é proibido o uso da Bandeira Nacional fora das especificações previstas em lei ou que não se encontre em bom estado de conservação;

6 - embandeirar a embarcañöo em grande gala, pequena gala ou funeral nas datas previstas, que söo: Grande Gala: 7 de Setembro e 15 de Novembro; Pequena Gala: 1Ä de Janeiro, 21 de Abril, 1Ä de Maio, 11 de Junho, 19 de Novembro, 13 de Dezembro e 25 de Dezembro; e Funeral: 2 de Novembro. CAPÍTULO 14 BALIZAMENTO Definição Pode ser definido como conjunto de regras aplicadas a todos os sinais fixos e flutuantes que tüm propàsito indicar: os limites laterais dos canais navegéveis; os perigos naturais e outras obstruñçes, entre as quais os cascos soñobrados; outras zonas ou acidentes marâtimos importantes para o navegante; e os novos perigos. TIPOS DE SINAIS O sistema de balizamento compreende cinco tipos de sinais que podem inclusive ser usados em combinañöo. SÖo eles: Os sinais laterais cujo emprego esté associado a um sentido convencional de balizamento. Eles geralmente söo utilizados para os canais bem definidos. Esses sinais indicam os lados de Boreste e Bombordo do caminho a seguir. Quando um canal se divide, um sinal lateral pode ser utilizado para indicar o caminho que conväm ser preferencialmente seguido. Na regiöo B, regiöo do Brasil, o vermelho indica Boreste e o verde indica Bombordo, daâ se dizer que: quem vem do mar entra em um canal dando Boreste para o sinal vermelho e Bombordo para sinal verde. Os sinais cardinais, cujo emprego (como no uso de uma agulha) serve para indicar ao navegante onde (em que direñöo) a embarcañöo pode encontrar Éguas seguras. Os sinais de perigo isolado indicando os perigos isolados, de tamanho limitado, que devem ser entendidos como aqueles em torno dos quais as Éguas söo seguras. Os sinais de águas seguras indicando que em torno de tais sinais as Éguas söo seguras (como por exemplo um sinal de meio de canal). Os sinais especiais que, sem terem como principal propàsito o auxâlio ã navegañöo, indicam uma Érea ou caracterâstica especial mencionada nos documentos néuticos e que söo normalmente de importåncia para o navegante. Os sinais especiais söo sempre amarelos e, inclusive, quando luminosos, exibem tambäm luz amarela.

7 * Bóia - é todo dispositivo flutuante exibindo luz ou não (bóia luminosa ou cega). * Baliza - é uma haste de ferro, ou de cimento armado, desprovida de luz, encimada por um tope que permitirá sua caracterização segundo a forma que apresentar (disco, esfera, retângulo, triângulo etc).

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11 CAPÍTULO 15 CARTA NÁUTICA O Que é uma Carta Náutica? A carta náutica nada mais ä do que a representañöo em uma Érea plana de um trecho da superfâcie da Terra. Tal representañöo, obviamente, seré em uma escala conveniente e por ser náutica, apresentaré a parte de águas e de litoral, com muito maiores informañçes do que um mapa que se ocupa quase que unicamente, da parte terrestre da superfâcie de nosso planeta. A carta náutica aläm de possibilitar a visualizañöo de nossa posiñöo e do rumo em que navegamos, dé tambäm informañçes sobre perigos, profundidade e auxílios que permitem um navegar mais seguro da embarcañöo. A Orientação das Cartas Com raras exceñçes, quase todas ligadas a cartas fluviais e lacustres, o norte (N) esté sempre na direñöo da parte superior e o sul (S) na direñöo da parte inferior da carta; consequentemente o leste (E) esté ã direita e o oeste (W) esquerda. Informação: As categorias amadoras de Arrais e de Veleiro, que sà podem navegar em Éguas interiores e/ou Éguas abertas nas proximidades da barra dos portos, em limites fixados pelo CapitÖo dos Portos em cada local, sà usaröo cartas de grande escala, ou seja, ricas em detalhes, particularmente aqueles de balizamento uma vez que a navegañöo que fazem ä, fundamentalmente, uma navegañöo prética reconhecendo pontos e determinado seus rumos atraväs de tal reconhecimento. Edição das Cartas Náuticas No Brasil todas as cartas oficiais söo produzidas pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) da Marinha do Brasil. A utilizañöo de uma carta néutica deveré sempre ser acompanhada da seguinte publicañçes: Carta Sâmbolos, Abreviaturas e Termos usados nas cartas néuticas brasileiras.

12 QUESTIONÁRIO ARRAIS AMADOR RIPEAM MARQUE COM UM X A RESPOSTA CORRETA 1) Qual a finalidade do RIPEAM? a) regulamentar as manobras, luzes de navegação e de condições especiais, em águas de jurisdição nacional b) evitar o abalroamento no mar, utilizando-se regras internacionais de navegaäåo, luzes e marcas e ainda sinais sonoros c) evitar o abalroamento em águas nacionais através de regras de governo e navegação, luzes, marcas e sinais sonoros d) evitar a colisão em mar aberto, em águas internacionais, através de regras de governo, luzes, marcas e sinais sonoros 2) Na situaäåo de roda a roda ou seja as embarcaäñes deveråo manobrar da seguinte forma: a) proa com proa, as duas guinam para boreste b) rumos cruzados, as duas guinam para boreste c) rumos cruzados, as duas guinam para os bordos opostos d) proa com proa, as duas guinam para os bordos opostos 3) Na situaäåo de rumos cruzados, quem tem preferöncia de passagem? a) nenhuma delas, as duas guinam para os bordos opostos b) a que está com maior velocidade c) a que tem maior tonelagem, ou seja, maior porte (tamanho) d) a que avistar a outra pelo seu bombordo, isto Ü, a que vö a luz verde 4) Uma embarcaäåo alcanäando a outra tem preferöncia de passagem, ou nåo, e como deve se proceder tal manobra? a) não, a que está com menor velocidade, a frente da outra, deverá manobrar para dar passagem a que está alcançando b) sim, a que está com menor velocidade, a frente da outra, deverá manobrar para dar passagem a que está alcançando c) nåo, a que está com maior velocidade, alcanäadora, deverá manobrar para passar pela outra, à frente

13 d) sim, a que está com maior velocidade, alcançadora, deverá manobrar para passar pela outra, à frente 5) Um veleiro e uma lancha vinham navegando em rumos cruzados, tendo preferöncia de passagem, o veleiro nåo manobrou e esperou que a lancha guinasse, enquanto se aproximava rapidamente dela. Houve uma colisåo das duas embarcaäñes. Podemos concluir que: a) o veleiro estava certo e portanto não teve culpa nenhuma no acidente, cabendo total responsabilidade à lancha b) a lancha estava errada e portanto deveria ter manobrado com antecedência, porém o veleiro deve se manter longe de outras embarcações a motor, o que dificultou a análise da culpa c) as duas deveriam ter guinado para os bordos opostos conforme manda a regra, no caso previsto independente da preferência de passagem em função do tipo de operação ou de embarcação d) apesar da lancha ter errado por nåo manobrar, para evitar o acidente, o veleiro nåo pode ser isentado de culpa pois, a embarcaäåo que tem preferöncia deverá manobrar para evitar a colisåo, caso a outra, obrigada a manobrar, nåo o faäa. 6) No rio onde duas lanchas de esporte e recreio navegam em rumos opostos como deverá ser a manobra e quem tem preferöncia? a) a que vem a favor da corrente deverá se posicionar no meio do rio e a outra na sua margem direita, sendo que a que vem a favor da corrente tem preferência b) a que vem contra a corrente deverá se posicionar no meio do rio e a outra na sua margem direita, sendo que a que vem contra a corrente tem preferência c) a que vem a favor da corrente deverá se posicionar no meio do rio e a outra na sua margem de boreste, sendo que a que vem a favor da corrente tem preferöncia d) a que vem contra a corrente deverá se posicionar na margem de bombordo mais próxima, e a outra no meio do rio, não havendo preferência de manobra entre elas 7) Em canais estreitos as embarcaäñes devem: a) navegar pela margem mais próxima a seu bombordo e sempre manobrar para boreste quando verificar o risco de colisão.

14 b) navegar pela margem mais próxima a seu boreste e sempre manobrar para boreste quando verificar o risco de colisão c) navegar pela margem mais próxima a seu bombordo e sempre manobrar para bombordo quando verificar o risco de colisão d) navegar pela margem mais próxima a seu boreste e sempre manobrar para bombordo quando verificar o risco de colisão 8) Com relação a preferência de manobra, uma embarcação à vela deverá manterse fora do caminho de todas as listadas abaixo, exceto: a) uma embarcação engajada na pesca b) uma embarcação a motor c) uma embarcação com capacidade de manobra restrita d) uma embarcação sem governo 9) As luzes de navegação mais comuns, em embarcação de esporte e recreio são: a) uma luz branca no mastro a vante, uma luz branca no mastro de ré, mais alta que a de vante, uma luz de alcançando a ré, branca, luzes, verde a boreste e encarnada (vermelha) a bombordo b) uma luz branca a vante, uma luz branca a ré, luzes verde a boreste e encarnada (vermelha) a bombordo c) uma luz branca a vante, uma luz de alcançado branca, luzes verde e encarnada (vermelha), combinadas d) uma luz branca a vante, uma luz branca a ré, uma luz de alcançado branca, luzes verde e encarnada (vermelha), combinadas 10) Um apito curto significa: a) estou dando atrás b) estou guinando para boreste e) estou guinando para bombordo d) estou parando máquinas 11) Dois apitos longos seguidos de dois curtos significam: a) estou dando atrás b) estou ultrapassando por boreste

15 c) estou ultrapassando por bombordo d) estou parando máquinas 12) Uma embarcação sem governo tem preferência em relação à: a) uma embarcação à vela b) uma embarcação com capacidade de manobra restrita c) uma embarcação engajada na pesca d) todas as embarcações citadas 13) Uma embarcação à vela tem preferência em relação à: a) uma embarcação a motor b) uma embarcação com capacidade de manobra restrita c) uma embarcação engajada na pesca d) uma embarcação sem governo 14) Embarcação com uma luz branca onde melhor possa ser vista: a) está fundeada b) está sem governo c) está com carga perigosa d) está navegando 15) Embarcação com reboque de menos de 200 metros de comprimento deverá exibir: a) uma luz branca no mastro b) duas luzes brancas no mastro c) três luzes brancas no mastro d) quatro luzes brancas no mastro 16) Se eu avistar uma embarcação de grande porte, à noite, exibindo uma luz encarnada (vermelha) no alto do mastro, devo tomar mais cuidado com qualquer possibilidade de aproximação, pois... a) ela está fundeada b) ela está sem governo c) ela carrega cargas perigosas d) ela tem preferência, pois está com capacidade de manobra restrita 17) Se durante o dia eu avistar uma embarcação com um balão preto no mastro, ela deverá estar: a) engajada em pesca de arrasto b) sem governo

16 c) pairando sob máquinas d) fundeada 18) Em curvas de rios ou canais estreitos, onde a visibilidade é prejudicada eu posso dar: a) um apito longo para chamar atenção b) dois apitos curtos para chamar atenção c) um apito longo seguido de um apito curto para indicar que vou fazer a curva d) dois apitos longos para indicar que vou fazer a curva 19) Uma embarcação menor de 50 metros, quando fundeada, apresenta: a) na parte de vante, luz circular branca e na parte de ré, luz circular branca mais baixa que a de vante b) apenas uma luz circular branca onde melhor possa ser vista c) duas (2) luzes circulares encarnadas verticalmente d) três (3) luzes circulares encarnadas verticalmente, onde melhor possam ser vistas 20) Uma luz branca que é vista pela popa de uma embarcação 67,5 º para a esquerda e para a direita, é chamada de: a) luz de popa b) luz de alcançado c) luz de ré d) todas as afirmativas acima estão corretas 21) Uma luz de mastro é branca e visível em um arco de... a) 67,5 º para a esquerda (bombordo) b) 67,5 º para a direita (boreste) c) 135 º d) 225 º da proa para os bordos 22) A luzes determinadas pelo Ripeam... a) ajudam o navegante a ver para onde está indo b) necessitam estar permanentemente ligadas c) podem ser exibidas do por ao nascer do sol d) deve ser exibidas durante períodos de visibilidade restrita e durante todo o período do por ao nascer do sol Cartas Náuticas

17 1) AS COORDENADAS DE UM PONTO, NA CARTA NÁUTICA, SÃO: a) as latitudes e longitudes deste ponto b) a direção e o sentido do seu movimento c) as marcações nas escalas laterais da carta d) as marcações nas escalas, superior e inferior da carta 2) O que utilizamos, na carta náutica, para direcionar nosso rumo? a) escala b) pontos notáveis c) rosa-dos-ventos d) marcas de profundidade 3) O que vem a ser rumo da embarcação e qual o instrumento de navegação mais usado para traçá-lo, na carta náutica? a) direção que um navegador toma para, a partir de um ponto qualquer, chegar a outro. Régua paralela b) direção que um navegador toma entre dois pontos. Esquadro de navegação c) distância entre dois pontos na carta náutica. Régua paralela d) distância entre dois pontos na cana náutica Compasso de navegação 4) Os rumos, nas cartas náuticas, variam de 000 à 360 e são orientados a partir de um ponto de partida, até o ponto de chegada. Qual o instrumento de navegação que é utilizado para medir as distâncias entre estes pontos? a) régua paralela b) esquadro de navegação c) sextante d) compasso de navegação 5) O navegador deverá utilizar cartas náuticas de que escala, para obter maiores detalhes e uma navegação segura, em trechos de águas interiores? a) pequena escala b) grande escala

18 c) escala com grande denominador d) média escala 6) Qual a publicação que explica e mostra o significado de todos os símbolos e abreviaturas contidos nas cartas náuticas? a) Carta Internacional de Símbolos b) Carta de Símbolos Náuticos c) Carta , Símbolos, Abreviaturas e Termos d) Código Internacional de Sinais 07) Para trabalharmos com uma carta náutica é comum consultarmos também: a) Almanaque náutico, Tábua ABC e Tábua de Marés b) Tábua de Marés, Lista de Faróis e Tábua Radler c) Lista de faróis, Lista de Auxílios Radio e Tábuas de Marés d) nenhuma das respostas acima Combate a Incêndio 1) Só haverá fogo quando: a) houver o combustível, o comburente e o agente extintor b) ocorrer a presença de três elementos do triângulo do fogo: o oxigênio, o comburente e a temperatura de ignição c) ocorrer a presença de três elementos do triângulo do fogo: o oxigênio, o combustível e o comburente d) ocorrer a presença de três elementos do triângulo do fogo: o comburente, o combustível e a temperatura de ignição 2) A combustão é: a) a queima de substâncias sólidas, líquidas ou gasosas, na presença de ar atmosférico (oxigênio) b) a queima de substâncias combustíveis, na presença de altas temperaturas ambientes c) a reação de combustível e oxigênio, ao se encontrarem

19 d) a elevação de temperatura, devido a uma reação de um elemento combustível com outro 3) O que vem a ser o combustível? a) elemento da natureza capaz de se queimar na presença de oxigênio b) elemento que reage com outros, para evitar a combustão c) elemento que oferece risco de explodir d) elemento natural, que gera altas temperaturas, ao entrar em contato com o ar atmosférico 4) São equipamentos de combate a incêndios mais comumente encontrados a bordo das embarcações de esporte e recreio: a) mangueira e esguichos b) sistemas fixos de CO 2 c) ampolas de halon d) extintores portáteis 5) Extintores portáteis são: a) equipamentos de combate a incêndio, que utilizam os agentes extintores para apagar o fogo b) equipamentos de combate a incêndio, que utilizam o comburente para apagar o fogo c) equipamentos de apoio ao controle de avarias d) equipamentos de extinção de incêndios, somente da classe A

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