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4 INTRODUÇÃO Expectativa de que as organizações tenham práticas de RS além das estipuladas na norma; A norma não deve ser utilizada como barreira não-tarifária e não substitui as obrigações legais da organização; Respeito às diferenças culturais, sociais e geográficas, desde que não entrem em conflito com acordos internacionais; Processo multistakeholder de construção da norma.

5 ESCOPO Entendimento comum em RS, padronizando terminologias; Integração e implementação da RS na organização e em sua esfera de influência; Esclarecimento da relação entre princípios de RS e estruturas de governança organizacional; Identificação e engajamento de stakeholders; Explicitação da contribuição da organização para o desenvolvimento sustentável. Comunicação de desempenho e compromissos com a RS; '())""

6 Com base em slides da: Principais Datas do WG SR ISO (Publication) FDIS (Approval) Oct DIS (Enquiry) July to Sept NP (Proposal) (1 st.2 nd Meeting) WD (Preparatory) 19 May 2006 to Feb 2007 (3 rd 4 th Meeting) CD (Committee) Mid Feb to Oct (5 th 6 th Meeting) Nov to June 2008 (7 th Meeting) Maio 2006 III Reunião Internacional Lisboa, Portugal Setembro 2005 II Reunião Internacional Bangkok, Tailândia Março 2005 I Reunião Internacional Salvador-Brasil Janeiro 2005 Início dos trabalhos do GT de RS da ISO (ABNT e SIS) Junho 2004 ISO decide pela normalização Setembro 2002 Conselho da ISO cria o SAG para estudar o assunto NP New Work Item Proposal WD Working Draft CD Committee Draft DIS Draft International Standard FDIS Final DIS ISO ISO Standard

7 COM BASE NAS INF. Presença de Stakeholder por categoria Reunião de Lisboa

8 Com base em slides da: Participação Brasileira na Reunião de Lisboa Presidência e Secretaria Experts Jorge E. R. Cajazeira (Suzano Papeis) Eduardo Campos de São Thiago (ABNT) Observadores Stakeholder Lisa Gunn (Idec) CONSUMIDORES Delegação Brasileira Lisangela Reis* (Furnas) Reinaldo Ferraz (MCT) Aron Belinky (GAO) Ana Paula Grether (Petrobras) Cristiana Melo (Inmetro) Maria Yamauchi (Siai) EMPRESA GOVERNO ONG Clóvis Scherer (Dieese) Regina Queiroz (Observatório Social) TRABALHADORES Liaison Claudio Guerreiro (ABNT) Experts Tarcila Reis (Ethos) Giuliana Bruno (UniEthos) José Salvador (Fundação Vanzolini) Observadores Simone Soares (Suzano) Marcos Cessel (Elektro) Ricardo Young (Ethos) SERVIÇO, SUPORTE, PESQUISA E OUTROS *

9 Slides da: Participação nos TGs Processo Multi-Stakeholder País A TG 1 exp. c TG 2 exp. g TG 3 exp. o TG 4 exp. n TG 5 exp. l TG 6 exp. i Comitês Espelho Nacionais: Discussões entre especialistas do mesmo país influenciam suas posições nos TGs País B País C exp. i exp. g exp. c exp. o exp. g exp. c exp. l exp. n exp. c exp. l exp. n Grupos de Stakeholders : discussões entre especialistas de diferentes países e focos de interesse semelhantes recebem influência das posições nacionais e as trazem aos TGs País n exp. n exp. c exp. o exp. l Organizações Internacionais: D-Liaison A exp. exp. 2 especialistas trabalham nos TGs D-Liaison n exp. exp. Suas posições influenciam outros especialistas, independente dos paises. Processo Multi-stakeholder => visões nacionais + visões de stkh + visão das D-Liaisons => consenso = ausência de oposição justificada unanimidade maioria

10 TERMOS E DEFINIÇÕES Uma seção da Norma trará a definição dos termos mais relevantes e/ou polêmicos Responsabilidade Social: Ações de uma organização para assumir a responsabilidade pelos impactos de suas atividades sobre a sociedade e o meio ambiente, onde estas ações: - são consistentes com os interesses da sociedade e do desenvolvimento sustentável; - são baseadas no comportamento ético, conformidade com a lei e instrumentos intergovernamentais; e - são integradas às atividades regulares da organização. Itens relevantes não incluídos na definição RS (estarão na seção Contexto ) Filantropia; Cadeia de suprimentos/cadeia de valor; Accountability; Comunicação/Engajamento com stakeholders; Transparência; Governança; Comprometimento da Liderança.

11 CONTEXTO Governança Global Desenvolvimento Sustentável Governança organizacional Mudanças Climáticas Saúde Globalização Questões trabalhistas, terceirização e cadeia de valor Perspectiva dos stakeholders '())""

12 CONTEXTO Como se definem as responsabilidades sociais A relação com a lei e o papel do Estado O conceito de stakeholders A justificativa para a RS '())""

13 Serão de três tipos: PRINCÍPIOS Gerais: tem como foco os valores, e visam explicitar a inspiração maior da RS: p.ex: Respeito à lei; Respeito aos Direitos Humanos; Substantivos: tem como foco os resultados, e visam garantir um o quê : p.ex. Promover a diversidade, combater o trabalho infantil, preservar os recursos naturais... Operacionais: temo como foco os processos e visam garantir um como : p.ex. Participação, Accountability (responsividade), Transparência, Materialidade, entre outros.

14 Tipo Gerais (proposta em análise) General principles include: PRINCÍPIOS organizations shall respect internationally recognised conventions and declarations and widely recognised instruments derived from them; organizations shall respect the rule of law organizations shall recognise the right of stakeholders to be heard and of the organization to respond.

15 Tipo Substantivo (proposta em análise) The Environment Organizations should ensure that their activities respect, promote and advance internationally recognised environmental principles and commitments. For example: - organizations should support a precautionary approach to environmental challenges - organizations should undertake initiatives to promote greater environmental responsibility; - organizations should encourage the development and diffusion of environmentally friendly technologies; - organizations should accept the polluter pays principle. continua... PRINCÍPIOS

16 PRINCÍPIOS Tipo Substantivo (continuação) Human rights Labour practices Organizational governance Fair business practices Community involvement Consumer issues

17 PRINCÍPIOS Tipo Operacional (proposta em análise) Accountability Boundaries Management integration Materiality Multi-stakeholder approach Transparency Life cycle approach

18 DIRETRIZES EM TEMAS PRINCIPAIS DA RS

19 DIRETRIZES EM TEMAS PRINCIPAIS DA RS

20 DIRETRIZES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA RS

21 Garantir a realização plena do potencial transformador da Norma Evitar: que seja apenas mais um selo que seja uma receita de bolo (deve ser um novo processo de gestão da relação das organizações com a sociedade e o meio ambiente) a sufocação" de iniciativas já existentes na área de RS a monopolização" do processo de disseminação da RS pela ISO Há 3 tendências, que se misturam e variam conforme o tema: Transformadora Utilitária Reativa 2(. 3 &'((0 3 / 0. %'% *&)$

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24 Obrigado!

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