IESP - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO

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1 IESP - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO DIVERSIDADE E APRENDIZADO: UMA ANÁLISE DOS ASPECTOS SOCIOCULTURAIS DO INTERCÂMBIO EDUCACIONAL Karla Cristinne de Oliveira Matias João Pessoa Dezembro

2 1 IESP - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO DIVERSIDADE E APRENDIZADO: UMA ANÁLISE DOS ASPECTOS SOCIOCULTURAIS DO INTERCÂMBIO EDUCACIONAL Karla Cristinne de Oliveira Matias Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação do curso de Graduação em Turismo do IESP - Instituto Superior de Educação, como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Turismo. Orientadora: Prof a Ms. Carla Mary S. Oliveira João Pessoa Dezembro

3 2 DIVERSIDADE E APRENDIZADO: UMA ANÁLISE DOS ASPECTOS SOCIOCULTURAIS DO INTERCÂMBIO EDUCACIONAL Karla Cristinne de Oliveira Matias Aprovado em / / BANCA EXAMINADORA Prof a. Ms. Carla Mary S. Oliveira - Orientadora Prof a. Esp. Ana Luíza de Albuquerque Tito Prof a. Esp. Maria Rita de Holanda Melo Peres

4 3 Dedico este trabalho a Zezé, mãe, amiga, amor maior, fonte eterna de força e serenidade.

5 4 Não viajo lugares viajo pessoas Iara Vieira

6 5 AGRADECIMENTOS A Deus, por permitir que eu jamais perca a capacidade de me admirar com as coisas. A minha família, pela formação moral e por fornecer os primeiros meios para que eu atingisse meus objetivos. À coordenadora do Curso de Bacharelado em Turismo do IESP, Maria Rita de Holanda Melo Peres, por seus conselhos e sua dedicação. A meus mestres, em especial à coordenadora do Curso de Bacharelado em Turismo da UFPB, Ana Valéria Endres e minha orientadora, Carla Mary S. Oliveira, por jamais duvidar da minha capacidade, até quando eu mesma não acreditei. A Cultura Inglesa, Yázigi International e Alliance Française - João Pessoa, onde tive as primeiras lições de responsabilidade e ética. A EF - Cursos no Exterior, pelo apoio e confiança nesta fase final da Graduação. E a todos meus amigos, pela companhia e apoio a cada momento.

7 6 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1- Modelo Existencial na Sociedade Industrial Figura 2 - Ciclo do Crescimento Figura 3 - Processo de utilização do tempo livre Figura 4 - Os principais impactos potenciais do turismo sobre culturas e sociedades locais Figura 5 - Sustentabilidade

8 7 Sumário 1. Introdução Construindo o conceito de intercâmbio educacional História e evolução do intercâmbio educacional Objetivos do intercâmbio educacional Programas de intercâmbio educacional Cursos de idiomas Idioma aplicado a áreas de interesse específico High school Acadêmico (graduação, pós-graduação e especialização) Profissionalizante Estágio e trabalho Au pair Intercâmbio educacional X pacotes turísticos tradicionais A escolha do destino Tempo da estadia Acomodação Gastronomia Transporte Contato com a comunidade Uso do idioma Denominação do visitante Atrativos turísticos Gastos Visto Liberdade, independência e responsabilidade A volta ao lar Aspectos negativos do intercâmbio Custos Conflitos com a família hospedeira e colegas de quarto Não adaptação à cultura local, ao idioma e ao clima Cursos curtos e superintensivos Não conformidade dos serviços da empresa de intercâmbio Contato excessivo com compatriotas Empresas e serviços de intercâmbio em João Pessoa - Paraíba Experiências e relatos Considerações finais Referências Bibliográficas...48 ANEXOS...49 Questionário de pesquisa intercâmbio educacional...49 Perfil dos intercambiários entrevistados...50

9 8 RESUMO O presente trabalho visa analisar os aspectos sociais e culturais da atividade turística denominada intercâmbio educacional, baseando-se nas teorias dos sociólogos Jost Krippendorf e Domenico de Masi, e defendendo a idéia de que essa atividade é mais coerente com os princípios da sustentabilidade, que englobam os subsistemas econômico, ecológico, social e cultural do Sistema de Turismo. Apresenta-se uma definição para o termo intercâmbio educacional, a evolução histórica e os objetivos dessa categoria de viagem. Os vários tipos de programas de intercâmbio são descritos segundo suas características principais e seus objetivos. O intercâmbio educacional é comparado com os pacotes turísticos tradicionais, encontrados nas agências de viagens, a fim de demonstrar que os impactos negativos do intercâmbio educacional são minimizados e controláveis. Encontram-se listadas as agências de intercâmbio da cidade de João Pessoa, juntamente com os serviços que elas oferecem. Finalmente, o trabalho relata os resultados de cinco entrevistas realizadas com intercambiários brasileiros e franceses em João Pessoa, Paraíba, no período de agosto a novembro de Palavras-chave: Turismo, intercâmbio educacional, aspectos socioculturais.

10 9 ABSTRACT This work aims to analyse the social and cultural factors of the tourism activity known as student exchange, based on the theories of the sociologists Jost Krippendorf and Domenico de Masi, defending the idea that this activity is more coherent with the principles of sustainability, which entails the economical, ecological, social and cultural subsystems of the Tourism System. It presents a definition for the term educational exchange, the historical evolution and the objectives of this type of travel. There are various kinds of exchange programmes, which are described according to their main characteristics and objectives. The student exchange is also compared with the traditional all-inclusive packages found in travel agencies in order to show that the negative impacts of the exchange travel are minimised and easier to control. A list of the exchange agencies located in the city of João Pessoa, Paraíba, is presented along with the services they offer. Finally, the work reports the result of five interviews with Brazilian and French exchange students in João Pessoa, Paraíba, from August to November Keywords: Tourism, educational exchange, sociocultural factors.

11 10 1. Introdução O presente trabalho é, antes de tudo, item de um processo de avaliação obrigatório para a conclusão do curso de Bacharelado em Turismo no Instituto Superior de Educação - IESP. No entanto, busquei, em seu conteúdo, responder a perguntas que foram surgindo no decorrer dos meus estudos, de modo a ir além do mero cumprimento de uma tarefa acadêmica. Inicialmente, pretendia realizar uma pesquisa sobre o planejamento e gestão da atividade turística e, por muito tempo, limitei minhas leituras a obras sobre esse assunto específico, mas, ao observar as dimensões do Sistema de Turismo (subsistemas econômico, ambiental, social e cultural) (Beni, 1998: 48), as quais devem ser levadas em consideração no momento da elaboração de um plano de desenvolvimento, percebi que a dimensão social é, muitas vezes, negligenciada, seja por falta de consciência do grau de impactos que ela pode receber, seja pela falta de instrumentos de medição adequados, devido ao seu caráter subjetivo. Mas, é justamente essa subjetividade que vela a real dimensão dos impactos: (...) os impactos socioculturais do turismo geralmente ocorrem de maneira vagarosa e discreta com o passar do tempo. Eles são também em grande parte invisíveis e intangíveis. Contudo, o impacto social do turismo geralmente é permanente, com pouca ou nenhuma oportunidade de reverter as mudanças uma vez ocorridas. (Swarbrooke, 2000 a: 109) A OMT (2001: 215) conceitua e apresenta as causas desses impactos: Os impactos socioculturais, numa atividade turística, são o resultado das relações sociais mantidas durante a estada dos visitantes, cuja intensidade e duração são afetadas por fatores espaciais e temporais restritos.

12 11 Figura 1: Modelo Existencial na Sociedade Industrial Fonte: Krippendorf (2000: 27). Ao cursar a disciplina de Sociologia do Turismo, tive a chance de entrar em contato com uma amostra da obra de dois grandes sociólogos que despertaram meu interesse para essa área do conhecimento: Jost Krippendorf e Domenico di Masi. Em 1984, Krippendorf publicou Sociologia do turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens, uma análise sóbria e profunda do modelo da nossa sociedade pós-industrial, baseado na separação de trabalho-moradia-lazer-viagem, e do comportamento dos turistas, que vêem a viagem como uma fuga da realidade, um meio de realimentar a engrenagem desse modelo autodestrutivo.

13 12 Figura 2: Ciclo do Crescimento Fonte: Krippendorf (2000: 30). Di Masi, mais de uma década depois, em O ócio criativo, A Economia do ócio e O Futuro do trabalho, analisa o mesmo modelo sob uma ótica otimista, segundo a qual é possível reunir trabalho-moradia-lazer-viagem, de modo que trabalho e prazer se confundam e se tornem indissolúveis, em um espaço de tempo sem delimitações. Ambos, que posteriormente se tornariam minha inspiração para a realização deste trabalho, tratam de um tema comum: o tempo livre e as escolhas na sua utilização. Falar de turismo exige, em particular, referir-se a seu quadro de referência imediato: o tempo livre. O turismo encontra-se indissoluvelmente ligado a este conceito (...) Durante o tempo livre, o homem se pergunta o que quer fazer com sua existência e não o que deveria fazer, coisa que sucede num tempo comprometido. A resposta a tal perguntador varia de um sujeito para outro, é produto das aspirações pessoais e se manifesta numa atitude. (Molina e Rodríguez, 2001: 44) Essas leituras, lamentavelmente, tiveram de ser deixadas de lado por algum tempo, devido à minha necessidade de cumprir as demais atividades acadêmicas. Recentemente, realizei um trabalho de pesquisa em grupo, sobre intercambio cultural, um tópico que me despertou o interesse de imediato devido à minha experiência pessoal como exintercambiária. No decorrer da pesquisa, percebi que aqueles impactos negativos, tão discutidos por diversos autores, são minimizados nessa categoria de viagem turística.

14 13 Nesse momento, então, conclui que poderia retomar as minhas antigas leituras e iniciar um trabalho dos aspectos socioculturais do intercâmbio educacional, um tópico ainda muito pouco explorado e discutido cientificamente. Esse é o objetivo deste trabalho de conclusão de curso e, talvez possa se apenas a base para uma pesquisa mais aprofundada. O trabalho está dividido em duas partes bem definidas. Em um primeiro momento, discuto os fundamentos teóricos relativos à atividade de intercambio educacional com base nas teorias da Sociologia do Lazer e do Turismo. Apresento aqui um conceito, a história, os objetivos e a tipologia do intercâmbio educacional, mas principalmente, suas características comparadas àquelas dos pacotes turísticos tradicionais e os seus aspectos negativos. Em seguida, apresento os resultados de entrevistas realizadas com três exintercambiárias brasileiras e duas francesas, cujo programa de intercâmbio ainda está em andamento em João Pessoa, com o objetivo de realizar uma análise qualitativa dos aspectos sócio-culturais de suas experiências. Foram feitas trinta questões relacionadas aos seguintes tópicos: perfil dos intercambiários, escolha e imagem do destino e aspectos socioculturais. Espero que a análise de uma categoria específica de viagens sirva para que ainda acreditemos na possibilidade de que o turismo pode ser realizado de forma sustentável, com responsabilidade, e distribuindo seus benefícios aos turistas e às comunidades receptoras.

15 14 2. Construindo o conceito de intercâmbio educacional O vocábulo intercâmbio é resultante de uma derivação prefixal, união do prefixo latino inter- com a palavra câmbio. O prefixo expressa a idéia de posição intermediária ou reciprocidade, enquanto que cambiare,igualmente de origem latina, tem o sentido de troca ou mudança (Dicionário Aurélio Século XXI). Pode-se encontrar um processo de formação de palavras semelhante nos termos equivalentes na língua inglesa ( exchange ) e no francês ( échange ). O espanhol possui um termo quase idêntico, com a diferença apenas de acentuação ( intercambio ). O dicionário Aurélio apresenta dois possíveis significados para intercâmbio: troca, permuta ou, um significado que se aproxima mais do conceito que pretendo apresentar, relações de comércio ou intelectuais de nação a nação. Partindo dessa etimologia, parece mais lógico que o intercâmbio, no contexto do turismo, ocorra no momento em que duas ou mais pessoas de países diferentes decidam trocar de lugar temporariamente. A atividade de intercâmbio, dessa maneira, ainda é realizada especialmente entre famílias voluntárias, as quais desejam que seus filhos tenham a chance de estudar em um outro país, mas não possuem condições financeiras para custear cursos em escolas particulares. Assim, o jovem de uma família nos Estados Unidos troca de família com um jovem na França por seis meses ou um ano, de modo que ambos tenham a chance de conhecer o dia-a-dia das pessoas em seu novo lar. Também é comum o intercâmbio entre comunidades religiosas. Muitas pessoas buscam as igrejas evangélicas a fim de conseguir uma temporada em nações protestantes, tal como os Estados Unidos. No Brasil, sempre encontramos mórmons, os representantes da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias: jovens que vêm em missão, na sua maioria, também dos Estados Unidos. A palavra intercâmbio, no entanto, passou a ser usada para se referir a todo e qualquer curso realizado no exterior, não necessariamente havendo troca de pessoas. Muitas das agências denominadas agências de intercâmbio vendem, na realidade, pacotes semelhantes aos vendidos nas agências de viagens e turismo tradicionais: transporte + acomodação + alimentação. A diferença básica entre os dois tipos de agência é

16 15 o fato de a agência de intercâmbio incluir em seu pacote um curso, geralmente de idiomas, o que dá à atividade o cunho educacional. Poderia-se argumentar que um simples curso particular de idiomas na Alemanha não deveria ser considerado intercâmbio, mas acredito que a troca cultural e vivencial experimentada pelo aluno deveria ser levada em consideração ao se definir o intercâmbio, pois ele não é estritamente de pessoas, mas sim de informações, de conhecimento. Logicamente, o turismo não existe sem o deslocamento de pessoas, assim, o mínimo de uma pessoa teria de se deslocar de seu local de origem. Um estudante brasileiro vivendo com uma família alemã, não apenas aprende sobre os costumes da família e da comunidade local, ele também desperta a curiosidade e o interesse entre alguns alemães, que passam a querer saber sobre o país de origem do estudante. Vendo por esse ângulo, é possível perceber que um número maior de pessoas está adquirindo informações sobre o Brasil do que se considerássemos apenas o aprendizado de um estudante alemão que tivesse realizado o intercâmbio com o estudante brasileiro. O adjetivo educacional se origina da idéia de que a realização da viagem deve ter um objetivo de aprendizado, seja através dos meios de educação formal, tais como cursos universitários, high school, escolas de idiomas e estágios profissionais, seja com a simples convivência com a comunidade local, observando seus hábitos e costumes. Essa oportunidade de vivenciar a cultura do país visitado normalmente não é possível na realização das viagens de férias tradicionais, como veremos adiante. Percebi que, na literatura consultada, em livros, manuais ou revistas especializadas, não há definições para intercâmbio educacional ou, na melhor das hipóteses, há tentativas de se passar uma idéia da atividade, mas não de delimitá-la com base em critérios mais claros e definidos. Desse modo, gostaria de elaborar um conceito que pudesse talvez servir de ponto de partida a ser aperfeiçoado por aqueles estudiosos que, sentindo-se atraídos pelo tema, sejam capazes de revesti-lo de rigor e precisão científicos. Podemos, finalmente, definir intercâmbio educacional como a categoria de viagem turística a um país estrangeiro, durante a qual deve haver a utilização efetiva do idioma

17 16 local e uma imersão cultural, com fins de aprendizado formal ou simples convivência com a comunidade.

18 17 3. História e evolução do intercâmbio educacional No Brasil, não temos conhecimento de literatura turística que delimite as origens da atividade conhecida atualmente como intercâmbio educacional. Apesar de essa modalidade de viagem turística ter se tornado bastante popular nas últimas décadas, ainda não foi dada devida atenção às suas peculiaridades, as quais a tornam uma categoria única e especial. O máximo de tratamento diferenciado oferecido às viagens de intercâmbio educacional é a criação de agências especializadas. Através da leitura de manuais de teoria geral do turismo, dentre eles História das viagens e do turismo, de Ycarim Melgaço Barbosa, e o Manual de iniciação ao estudo do Turismo, de Margaritta Barretto, que apresentam a evolução da atividade turística como um todo, é possível perceber as várias semelhanças entre o moderno intercâmbio educacional e uma atividade surgida na Inglaterra do século XVI, o antigo Grand Tour: O Grand Tour significava, então, a viagem de um jovem britânico, de sexo masculino, membro da aristocracia, realizada em companhia de um tutor durante a jornada, que incluía ainda um itinerário previamente fixado que sempre colocava Paris e Roma como principais destinos..(barbosa, 2002: 33) O Grand Tour, portanto, era restrito aos homens, tendo sido registradas viagens de mulheres apenas acompanhando seus maridos. Essas viagens eram estimuladas por se tratar de uma maneira de complementar a formação cultural e, inclusive, política. Não se admitia que um governante ou médico, dentre outras atividades importantes, iniciasse suas atividades profissionais sem ter passado por tal experiência. A opção pelos países do velho continente, isto é, da Europa, ainda é comum e confere status especialmente no que se refere à aquisição de larga bagagem cultural. Embora muitos estudantes jovens tenham preferência por países modernos, como os Estados Unidos e Austrália, seus pais, por sua vez, acreditam que uma viagem à França ou Itália será muito mais enriquecedora. Assim como no século XVI, essas viagens não estavam disponíveis às mulheres, elas eram igualmente restritas a uma parcela bastante limitada da sociedade. Apenas membros das classes mais altas podiam e precisavam vivenciar o dia-a-dia de outros países:

19 18 Os filhos dos nobres, burgueses e comerciantes ingleses deveriam completar os conhecimentos culturais adquiridos em seu país com a realização de uma grande viagem pelos países de maior fonte cultural do velho continente e conseguir, assim, a consideração cultural que a sociedade impunha na Idade Moderna. (Bermúdez, 1997: 40 apud Barbosa, 2002: 31) O viajante do Grand Tour possuía condições de financiar uma viagem de tal porte, e já detinha um bom nível intelectual e cultural. Apenas objetivava complementar sua formação com o intuito de apresentar suas qualidades à sociedade e ser socialmente aceito. No entanto, o simples desfrute da cultura, assim como o conhecimento da vida e dos costumes das nações visitadas já se fazia, então, presente: Porém, o propósito tradicional do Grand Tour era educacional, voltado para visitas históricas e lugares culturais, observando ainda maneiras e costumes das nações estrangeiras. (Withey, 1997: 08 apud Barbosa, 2002: 32) O tempo gasto no Grand Tour, assim como os meios de hospedagem - casa de habitantes locais - como meio de se ter uma visão mais verdadeira do cotidiano das pessoas que vivem na cidade visitada, são bastante semelhantes à idéia que a maioria dos intercambiários têm desse tipo de viagem. O high school, programa de intercâmbio mais comum nos Estados Unidos, dura, em média, de seis meses a um ano e, nesse programa, o estudante é recebido por uma família voluntária, a qual o trata como membro da família durante toda a sua permanência. As viagens do Grand Tour duravam de seis meses a um ano e meio, podendo, em alguns casos, alcançar dois anos. Os jovens privilegiados se alojavam em castelos, fortalezas e mansões feudais nos países europeus, pronunciando uma troca de informações e conhecimentos. (Barbosa, 2002: 33) Atualmente, os ex-intercâmbiários costumam ter certas vantagens em relação àquelas pessoas que jamais realizaram viagens a países estrangeiros. Essas vantagens podem ser profissionais, devido ao conhecimento e fluência de uma língua estrangeira ou experiência profissional em empresas estrangeiras, ou de simples reconhecimento social. É comum ouvir ex-intercâmbiários relatarem acontecimentos considerados estranhos dentro de seu próprio país, e afirmarem que passaram a ter uma visão de mundo mais ampla, com mais tolerância e respeito às diferenças de comportamento. Aqueles que ficam, por sua vez, costumam utilizar expressões como mente aberta para descrever esses estudantes e os vêem com mais respeito e curiosidade, similar à visão que se tinha do viajante britânico.

20 19 Francis Bacon considerava o viajante de um Tour Elizabetano ou Grand Tour como um 'mercador da luz'- experiência de um turista que vai ao exterior para alargar os conhecimentos. (Barbosa, 2002: 31) O Grand Tour, na sua forma original, deixou de existir ou, provavelmente tenha evoluído para tomar a forma do intercâmbio educacional moderno. Na Nigéria, é costume o pai de classes mais favorecidas financiar um ano de viagens ao redor do mundo antes do ingresso na universidade; no Brasil, muitos jovens são enviados aos Estados Unidos, principalmente, por um ano, a fim de estudar em um colégio típico americano, convivendo com uma família e participando de todas as atividades socioculturais como um habitante comum. Na Europa, grande parte dos jovens não deixa o continente, apenas se deslocam para países vizinhos, tratando-se de uma viagem barata e plena de conteúdo cultural. Essa mania de viajar do jovem europeu se estendeu através do tempo a (sic) ainda hoje é comum entre eles. Os jovens europeus têm as viagens como um enriquecimento cultural e espontâneo, as quais recebem incentivos do governo por meio de descontos concedidos aos estudantes. (Barbosa, 2002: 34) O Brasil possui inúmeros exemplos de artistas, pintores, compositores que adquiriram experiência em países estrangeiros, tais como o jornalista Jô Soares, que teve uma formação privilegiada na Suíça. As experiências vivenciadas por essas pessoas agregaram bastante valor às atividades que hoje exercem, criando uma imagem que desperta maior admiração e respeito por parte dos brasileiros. Nas últimas décadas, muitas agências especializadas em intercâmbio educacional vêm sendo abertas no Brasil. No entanto, uma das mais tradicionais e que ainda mantêm os aspectos genuínos da atividade é o Rotary Club. Desde 1960, cerca de 400 estudantes por ano realmente trocam de país. O objetivo do Programa de Intercâmbio de Jovens do Rotary, presidido por Sérgio Lex, é o de propagar a tolerância e o respeito às diversidades culturais, mas, principalmente destruir a imagem negativa e estereotipada que o Brasil possui no exterior.

21 20 4. Objetivos do intercâmbio educacional Se perguntarmos a um intercambiário o motivo que o levou a realizar o intercâmbio, é possível que se obtenha como resposta um motivo de cunho prático, como as demandas profissionais, mas ele sempre acrescentará que essa experiência serviu para seu crescimento pessoal, amadurecimento e independência. São diversos os fatores que motivam as pessoas a deixarem seu país em busca de uma nova cultura. O principal é provavelmente a vontade de aprender um idioma no país onde ele é falado. As escolas de idiomas, mesmo as que possuem o método mais moderno de ensino, excelentes professores e bom material didático, nunca serão capazes de oferecer a experiência de imersão total no idioma. Estudar inglês na Nova Zelândia é garantia de que o aluno não ficará restrito à sala de aula na prática do idioma, pois, a partir do momento que ele deixa a escola, ele necessita enfrentar situações reais fazendo total uso dele: utilizar transporte público, fazer compras, pedir informações, resolver problemas, fazer amizades etc. Os estudantes também defendem que o idioma aprendido durante o intercâmbio não é o mesmo ensinado nas escolas de línguas. No país onde é falado, o idioma soa natural, as expressões são aquelas realmente utilizadas pelos nativos no seu dia-a-dia. O idioma ensinado na escola seria um pouco artificial, mais formal, com termos mais selecionados, pois geralmente restringe-se à norma culta. Os intercambiário, deste modo, também objetivam vivenciar uma cultura diferente da sua. Viver em um novo país significa viver uma nova vida, ter de se adaptar a uma sociedade que possui uma estrutura diferente, adquirir novos hábitos, aceitar as diferenças, modificar o comportamento. Muitos ex-intercâmbiários afirmam que essa experiência abre a mente, levando ao amadurecimento pessoal. Além disso, muitos estudantes, especialmente os mais jovens, deixam o conforto de seu lar e a proteção total da família para enfrentar a vida real sozinhos, emancipando-se mais rapidamente. Por se tratar freqüentemente de um estudo de férias, o fator lazer está presente. Os intercambiários têm a oportunidade de conhecer equipamentos de lazer, vão a cinemas, bares, restaurantes, conhecem monumentos históricos e até passam a ter interesse em

22 21 atividades pelas quais eles não se interessariam em seu próprio país, como visitas a museus e freqüentar teatros. No entanto, sabemos que o intercâmbio é uma atividade que demanda grande investimento, e muitas pessoas não tomariam a decisão de gastar altas quantias em dólar se não houvesse um benefício prático. A maior parte dos programas de intercâmbio fornece um diploma de participação no momento de sua conclusão, que tem grande destaque no currículo. Por esse motivo, muitos profissionais tentam associar o estudo de idioma e o lazer com algum tipo de prática profissional, que pode ser através do estudo de uma língua com interesse específico ou através de programas de pós-graduação em universidades renomadas. Finalmente, um intercambiário pode buscar simplesmente sua formação educacional tradicional. Os programas de high school e acadêmicos são bons exemplos disso. A idade mínima para uma viagem de intercâmbio é de dezesseis anos. O ensino fundamental e primário não fazem parte da lista de programas de intercâmbio oferecidos, e não pode ser considerado turismo, pois estudantes nessa faixa etária necessitariam estar acompanhados dos pais para estudar em um outro país e, se a família completa muda de país e permanece nela por mais de um ano, por definição, essas pessoas não podem ser consideradas turistas, mas sim residentes.

23 22 5. Programas de intercâmbio educacional Originalmente, as possibilidades de realização de um intercâmbio eram bastante limitadas. O pretendente a intercambiário precisava preencher uma série de pré-requisitos, dos quais, uma faixa etária definida. Os objetivos do estudante deveriam ser os mesmos da organização responsável pelo programa, não havia mais de uma possibilidade de acomodação, o número de destinos disponíveis para escolha era muito pequeno. O mercado de turismo de intercâmbio, no entanto, como outros setores de produtos e serviços, teve de se adaptar às demandas de um mercado segmentado, uma vez que se percebeu que os objetivos dos viajantes divergiam bastante. Por esse motivo, atualmente, as opções de programas de intercâmbio são diversas, variando segundo o tipo de atividade a ser realizada no destino, o tempo de estadia, os tipos de acomodação, e os próprios destinos. Hoje, é possível estudar quase todas as línguas do mundo nos países onde elas são faladas Cursos de idiomas Trata-se do programa mais procurado, devido à flexibilidade no tempo de estadia e ao custo mais acessível. Há apenas limite mínimo de idade, quinze ou dezesseis anos, dependendo da agência de intercâmbio, e o estudante freqüenta uma escola de idiomas, em um curso semi-intensivo ou intensivo. Os cursos podem ter a duração de duas semanas a um ano, mas recomenda-se o tempo mínimo apenas para os estudantes que já tenham nível de intermediário a avançado no idioma. Nos programas mais longos, os intercambiários costumam acrescentar um curso de preparação para os exames oficiais de idiomas, tais como os da Universidade de Cambridge, do Ministério da Educação Nacional Francês ou Instituto Cervantes, da Espanha Idioma aplicado a áreas de interesse específico Muitos intercambiários desejam unir o período de estudo a alguma atividade de interesse específico, seja essa profissional ou um hobby. Desse modo, existem programas de inglês jurídico, francês para hotelaria ou italiano somado a aulas de arte.

24 High school O high school é o equivalente ao Ensino Médio brasileiro nos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Esse programa é voltado para jovens entre quinze e dezoito anos, durando de seis meses a um ano. O intercambiário freqüenta uma escola pública junto aos estudantes nativos e se hospeda na casa de uma família voluntária. Desse modo, o estudante não escolhe a cidade, mas apenas o país de destino, pois a opção da cidade depende da disponibilidade das famílias Acadêmico (graduação, pós-graduação e especialização) O intercâmbio acadêmico se dá entre estudantes universitários nos níveis de graduação, pós-graduação e especialização. As graduações normalmente duram de três a cinco anos, as pós-graduações, de um a quatro anos, e as especializações, de dois meses a um ano. Esse gênero de intercâmbio é mais comumente organizado entre universidades conveniadas, como o PIANI - Programa de Intercâmbio Acadêmico Nacional e Internacional, convênio entre a Universidade Federal da Paraíba e universidades em nove países, nas mais diversas áreas do conhecimento. Um diploma acadêmico fruto de estudos no exterior conta bastante no currículo, mas apenas se a universidade escolhida estiver localizada em um dos centros de excelência na área do conhecimento, tal como estudos de Hotelaria na Suíça ou Engenharia Mecânica na Alemanha. Faz-se igualmente importante salientar que, para que esse diploma seja aceito no Brasil, ele deve ser validado na embaixada do Brasil no país onde o intercâmbio tenha sido realizado Profissionalizante Pode-se afirmar que os cursos profissionalizantes são praticamente equivalentes aos cursos técnicos brasileiros, onde o estudante adquire a prática de uma atividade, como eletrônica, informática, ou mesmo, design e moda Estágio e trabalho Os programas de estágio e trabalho são uma excelente oportunidade para quem intenciona adquirir experiência profissional no exterior custeando seus estudos através de

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