UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ TICIANE ZAIKA PRESTES INTERATIVIDADE DIGITAL DE EMPRESAS B2B DO SETOR ELÉTRICO DE AUTOMAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ TICIANE ZAIKA PRESTES INTERATIVIDADE DIGITAL DE EMPRESAS B2B DO SETOR ELÉTRICO DE AUTOMAÇÃO CURITIBA 2013

2 TICIANE ZAIKA PRESTES INTERATIVIDADE DIGITAL DE EMPRESAS B2B DO SETOR ELÉTRICO DE AUTOMAÇÃO Trabalho apresentado ao curso de MBA em Gestão da comunicação online, marketing digital e publicidade online da Universidade Tuiuti do Paraná, requisito de conclusão do curso de pós-graduação. Professora: Dra. Lucina R. Viana. CURITIBA 2013

3 TERMO DE APROVAÇÃO TICIANE ZAIKA PRESTES INTERATIVIDADE DIGITAL DE EMPRESAS B2B DO SETOR ELÉTRICO DE AUTOMAÇÃO Essa monografia foi julgada e aprovada para a obtenção do título de Pós- Graduação em MBA no Curso em Gestão da comunicação online, marketing digital e publicidade online da Universidade Tuiuti do Paraná. Curitiba, 20 de novembro de MBA em Gestão da comunicação online, marketing digital e publicidade online. Universidade Tuiuti do Paraná Orientadores: Prof. Lucina R. Viana. Prof. Randy Rachwal. Prof. Marcio Jokowiski.

4 Resumo: Esse trabalho analisa a comunicação online das empresas B2B de automação para o setor elétrico através de fórum online e aberto para o público. O objetivo é verificar se essas empresas são ativas na rede online e, se não forem, quais os canais que elas utilizam com seu público e até mesmo de divulgação. A metodologia usada será de revisão bibliográfica, análise comparativa, netnografia com levantamento de dados (pesquisa quantitativa) e análise de conteúdo (pesquisa qualitativa). Para fazer essas pesquisas estudamos a empresa Conprove focada totalmente para a área de sistemas de potência que, em seu site, possui um fórum aberto ao público onde discute questões de Proteção de Sistemas Elétricos de Potência e Automação de Subestações. Um fórum muito ativo e referência para os profissionais dessa área. Palavras Chave: Marketing digital, B2B (business to business), fórum de automação elétrica, automação elétrica e interatividade digital.

5 FIGURAS Figura 1 Página Inicial do Fórum Conprove Figura 2 Página de Login do Fórum Conprove Figura 3 - Termos de Uso do Fórum Conprove Figura 4 Política de Privacidade do Fórum Conprove Figura 5 - Tela principal do Fórum Conprove; onde escolhe o item/ tema / assunto...26 Figura 6 - Pergunta feita; possibilidade de responder se estiver logado - Conversação aberta...27 Figura 7 - Página de resposta - possível somente quando está logado - Conversação aberta...28 Figura 8 - Página da Pergunta sem estar logado - Conversação aberta e conectividade Figura 9 - Página de Resposta quando não está logado Figura 10 Conversação Assíncrona; Participativa e Interação Mútua...31 Figura 11 Interdependência Figura 12 Home do site da empresa Itech Tecnologia da Informação Figura 13 - Home do site da empresa Neoauts Automação de Sistemas Figura 14 - Home do site da empresa Energia Automação Figura 15 - Home do site da empresa Ectech - Projetos Elétricos e Sistemas de Automação para o Mercado de Energia Figura 16 - Home do site ScadaBR Figura 17 - Home do fórum ScadaBR... 51

6 TABELAS Tabela 1 - Tipos de interação Tabela 2 Análise Geral de setembro de Tabela 3 - Dados Gerais de 03/2010 a 21/09/ Tabela 4 - Redirecionamentos desde 03/2010 a 21/09/

7 SUMÁRIO Introdução METODOLOGIA Etnografia Netnografia Corpus de observação e recorte empírico INTERAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR APRESENTAÇÃO DO OBJETO APRESENTAÇÃO DE DADOS ANÁLISE QUALITATIVA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Anexo I Anexo II Anexo III... 50

8 Introdução: Na sociedade em que vivemos não existe maneira de convívio se não utilizar a comunicação, entretanto o que é comunicação? Para Bordenave, comunicação é a própria sociedade; a comunicação não existe por si mesma, como algo separado da vida da sociedade. Sociedade e comunicação são uma coisa só. Não poderia existir comunicação sem sociedade, nem sociedade sem comunicação (BORDENAVE, 1982, p. 17). Portanto, a importância que a comunicação tem entre as pessoas e até mesmo na sociedade é inquestionável. A comunicação confunde-se com a própria vida. Temos tanta consciência de que comunicamos como de que respiramos e andamos. Somente percebemos a sua essencial importância quando, por um acidente ou uma doença, perdemos a capacidade de nos comunicar. Pessoas que foram impedidas de se comunicarem enlouquecem. A comunicação é uma necessidade básica da pessoa humana, do homem social (BORDENAVE, 1982, p. 19). Tal a importância e a relevância da comunicação na sociedade que muitas áreas adotaram seus métodos para se comunicar e penetrar nas vidas das pessoas, exemplo disso é o comércio através do marketing, que na concepção de Fisk é a chave para obter resultados extraordinários para os negócios (FISK, 2008, p. 21). Entretanto como o marketing consegue se comunicar com o consumidor? Com o decorrer da tecnologia a comunicação evoluiu para outro patamar do que as ruas e meios tradicionais como jornais, revistas, rádio e televisão, surgindo então a comunicação online, feita através dos ciberespaços. Marshall McLuhan, escritor canadense, um dos precursores da teoria da comunicação, formulou o conceito de aldeia global. Ao perceber a agilidade e rapidez com que os meios de comunicação desenvolviam novas tecnologias ele previu um novo conceito de sociedade completamente interconectada e tomada pelas mídias eletrônicas. Essa nova mídia iria aproximar as pessoas de diferentes parte do mundo permitindo que elas se conhececem e se comunicassem, como em uma aldeia. O surgimento da Internet como uma rede mundial de computadores, veio confirmar essas expectativas ao criar um novo espaço para a expressão, conhecimento e comunicação humana. Porém, trata-se de um espaço que não existe fisicamente, mas virtualmente, conhecido como 8

9 ciberespaço. Termo que foi utilizado pela primeira vez em 1984, pelo romancista William Gibson, no romance de ficção científica Neuromancer, que se passa em uma nova época onde a realidade se constitui através da produção de um conjunto de tecnologias, enraizadas na sociedade, e que acaba por modificar estruturas e princípios desta e dos indivíduos que nela estão inseridos; referindo-se a um espaço virtual composto por computador e usuário conectados em uma rede mundial, ou seja, a internet. Mas o ciberespaço em seu sentido mais específico relacionado às novas tecnologias pode ser encontrado em Pierre Lévy, em que o ciberespaço (também chamado de rede) é o novo meio de comunicação que surge da interconexão mundial dos computadores. O termo especifica não somente a infraestrutura material da comunicação digital, mas também o universo oceânico de informações que ela abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse universo (LÉVY, 1999). Trata-se de um novo meio de comunicação estruturado e, se bem aliado e planejado, pode ser um ótimo canal para o setor empresarial já que todos são consumidores e estão ligados a marcas e empresas, entretanto, o que muitas vezes não é percebido é que existem setores diferentes que não estão ligados diretamente com o consumidor final, como as empresas Business to Business B2B 1. A comunicação dessas empresas na rede online é muito pequena e sua busca muito difícil. Pensando nisso, esse trabalho vem mostrar como esse mercado, na área de automação do setor elétrico, está na internet. Se é fácil achar esse serviço e qual a comunicação dele; e, como utilizar o canal online a favor desse setor. Essas empresas, muitas vezes, acham que a comunicação online não é necessária e não traz nenhuma vantagem, gerando apenas gastos e prejuízos para elas, já que terão que se preocupar e gastar com um serviço de comunicação online. 1 Business to Business (B2B) são aquelas empresas que vendem serviços e até mesmo mercadorias para outras empresas. É a denominação do comércio estabelecido entre empresas (a sigla B2B traduzindo do inglês para o português significa: de empresa para empresa). Se a empresa não for B2B ela é Business to Consumer (B2C), que vendem diretamente para o consumidor final. 9

10 Muitas empresas que fazem negócios com outras empresas, conhecidas como B2B, ainda hesitam em adotar a comunicação online e as mídias sociais como parte de sua estratégia de comunicação; por não conhecer ou não acreditar no potencial dessas ferramentas (CASTRO, 2011). Com a quantidade de empresas que existem o que conta muito é sua expertise no mercado e ter um bom canal de comunicação online faz com que outras empresas conheçam seus serviços e produtos; mostrando competência; o que gera credibilidade e confiança para o consumidor e público alvo. Portanto, transformar os produtos ou serviços em algo produtivo na rede online, já faz com que o mercado comece a conhecer a empresa e até mesmo construir uma imagem diante do setor de serviços. Foi o que aconteceu com a empresa Conprove, focada totalmente para a área de sistema de potência que são grandes sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, aplicando tecnologia de ponta para suprir o mercado com instrumentos digitais de medidas elétricas e de aferição de dispositivos de proteção de sistemas elétricos de potência. Também oferece cursos de treinamento para desenvolvimento técnico de profissionais, bem como dispõe de uma estrutura de consultores para desenvolver estudos para solução de problemas específicos de engenharia elétrica. Em seu site possui um fórum aberto ao público onde discute questões de Proteção de Sistemas Elétricos de Potência e Automação de Subestações. Um fórum muito ativo e referência para os profissionais dessa área. No primeiro capítulo é apresentado a metodologia de estudo e análise deste trabalho. No segundo capítulo é apresentado a teórica de interações mediadas por computador e conversações em redes e suas influências culturais e sociais. No terceiro capítulo é demostrado os dados obtidos e por fim uma análise desses dados e a conclusão desse estudo. 10

11 1. METODOLOGIA A metodologia usada para realização dessa pesquisa é através de revisão bibliográfica, análise comparativa, netnografia com levantamento de dados (pesquisa quantitativa) e análise de conteúdo (pesquisa qualitativa). 1.1.Etnografia Método de estudo utilizado pelos antropólogos com o intuito de descrever os costumes e as tradições de um grupo; esse processo ajuda a conhecer a identidade de uma comunidade com relação ao seu ambiente sociocultural. Esse procedimento consiste na observação participante do antropólogo durante um determinado tempo, aonde o trabalho pode ser complementado com entrevistas para recolher informações e realtar dados que antes, eram inacessíveis a simples vista para uma pessoa que não pertencesse à cultura estudada. Nessa vivencia, é normal o investigador assumir um papel ativo nas atividades diárias da comunidade para se envolver com a compreensão da cultura, permitem-lhe pedir esclarecimentos acerca das ações e dos comportamentos a cada um dos integrantes do grupo estudado. Segundo Pinto e Guazzelli o método etnográfico é aquele que diferencia as formas de construção de conhecimento em Antropologia em relação a outros campos do conhecimento das ciências humanas. A prática da pesquisa de campo etnográfica responde, pois a uma demanda científica de produção de dados de conhecimento antropológico a partir de uma inter-relação entre o pesquisador e o sujeito pesquisados que interagem no contexto recorrendo primordialmente as técnicas de pesquisa da observação direta, de conversas informais e formais, as entrevistas não-diretivas, etc (PINTO & GUAZZELLI, 2008). O método etnográfico é a base na qual se apóia o edifício da formação de um antropólogo. A pesquisa constituindo-se no exercício do olhar e do escutar, de conviver, se impõe ao pesquisador em um deslocamento de sua própria cultura. Portanto, ela é um método de olhar de muito perto, que se baseia em experiência pessoal e em participação, que envolve três formas de recolher dados: entrevistas, observação e documentos, os quais, por sua vez, produzem três tipos de dados: citações, descrições e excertos de documentos, que resultam num único produto: a 11

12 descrição narrativa. Esta inclui gráficos, diagramas e artefactos, que ajudam a contar a história (GENZUK, 1993). Genzuk vai além e classifica os três princípios metodológicos que constituem o rationale do método etnográfico, como: o naturalismo, a compreensão e a descoberta. Segundo Hammersley (1990), o termo etnografia refere, em termos metodológicos, investigação social que comporte a generalidade das seguintes funções: a) o comportamento das pessoas é estudado no seu contexto habitual e não em condições artificiais criadas pelo investigador; b) os dados são recolhidos através de fontes diversas, sendo a observação e a conversação informal as mais importantes; c) a recolha de dados não é estruturada, no sentido em que não decorre da execução de um plano detalhado e anterior ao seu início, nem são pré-estabelecidas as categorias que serão posteriormente usadas para interpretar o comportamento das pessoas (o que não significa que a investigação não seja sistemática, mas apenas que os dados são recolhidos em bruto, segundo um critério tão inclusivo quanto possível); d) o foco do estudo é um grupo não muito grande de pessoas, mas, na investigação de uma história de vida, o foco pode ser uma única pessoa; e) a análise dos dados envolve interpretação de significado e de função de acções humanas e assume uma forma descritiva e interpretativa, tendo a (pouca) quantificação e análise estatística incluída, um papel meramente acessório. Entretando, esse estudo não será participativo e sim observatório através da Netnografia. 1.2.Netnografia Ramo da Etnografia que analisa o comportamento do indivíduo na internet. O termo netnografia surgiu em 1997 com Robert V. Kozinets. O neologismo netnografia (nethnography = net + ethnography) foi originalmente cunhado por um grupo de pesquisadores norte-americanos em 1995 para descrever o desafio metodológico de preservar os detalhes ricos da observação em campo etnográfico usando o meio eletrônico para seguir os atores (BRAGA, 2007). Ela é uma das ferramentas metodológicas capazes de proporcionar o acesso dos pesquisadores da área às caracterizações específicas da contemporaneidade, sobretudo a 12

13 virtualidade, a desmaterialização e a digitalização de conteúdo, formas, relacionamentos, produtos e etc (MONTARDO & ROCHA, 2005). A netnografia também leva em conta as práticas de consumo midiático (BRAGA, 2007), os processos de sociabilidade e os fenômenos comunicacionais que envolvem as representações do homem dentro de comunidades virtuais, fazendo-se necessário ressaltar que estas estão em constante transformação, apresentando-se em formas constantemente provisórias, além de representarem um fenômeno embrionário (MOSCOVICI, 2006). Segundo Kozinets, esse método é menos invasivo e leva menos tempo para a realização da pesquisa; já que o pesquisador quando vestido de netnógrafo, se transforma num experimentador do campo, engajado na utilização do objeto pesquisado enquanto o pesquisa. Assim, o acesso à informação enfrenta dificuldades igualmente proporcionais às dificuldades do pesquisador frente à utilização da tecnologia em si, conforme nos indica (MARKHAM, 1998). O etnógrafo habita numa espécie de mundo intermediário, sendo simultaneamente um estranho e um nativo, tendo que cercar-se suficientemente tanto da cultura que estuda para entender seu funcionamento, como manter a distância necessária para dar conta de seu estudo (HINE, 2000). A Netnografia também pode ser utilizada na área do marketing já que ela é uma técnica de pesquisa que possibilita uma análise do consumidor; ela tem um papel muito importante para o marketing empresarial, sendo ele um grande aliado para pesquisas empresariais. As comunidades online teriam implicações de grande importância para o marketing. (...) Um estudo netnográfico detalhado pode revelar muito mais sobre os comportamentos, opiniões, gostos, impressões e intenções dos consumidores. Como a etnografia presencial, a netnografia abre uma janela para as realidades de grupos de consumidores, mostrando como estes conduzem suas vidas (KOZINETS, 2010). são: Os quatro procedimentos básicos de metodologia da etnografia adaptado para a netnografia - Entrée cultural; - coleta e análise dos dados; - ética de pesquisa e 13

14 - feedback e checagem de informações com os membros do grupo. Esses procedimentos são bem detalhados no artigo de Amaral, Natal e Viana (2008), onde explica que a entrée cultural é uma etapa delimitada pelo pesquisador previamente, como preparação para o trabalho de campo (AMARAL, NATAL, & VIANA, 2008); seria mais com um levantamento de dados e informações necessárias para se fazer a pesquisa, fazer as perguntas que se quer responder, escolher o lugar em que se vai observar, se irá analisar uma pessoa em especial ou o grupo. Já para a coleta e análise são divididos em três tipos de captura de dados que são eficazes. O primeiro são os dados coletados e retirados diretamente dos membros do ambiente online da pesquisa, através de diferentes filtros e realizados pelo pesquisador para a obtenção de informações relevantes para o estudo. O segundo são as informações observadas pela comunicação entre os membros e de sua própria participação dentro do objeto de estudos. O terceiro são os dados levantados em entrevistas com os personagens, como por exemplo s, conversas em chats e mensagens instantâneas. O entrée cultural, ou ingresso cultural forma traduzida por Pereira (2005); é a investigação diária do pesquisador em seu objeto online pelo no mínimo seis meses e de forma não invasiva. O objetivo é aprender a linguagem, os valores e conceitos dos observados, para obter informações sobre a identidade cultural dos participantes. Coleta de dados e análise são o levantamento e investigação dos sites mais importantes para a pesquisa, organização dos dados adquiridos, notas de campo, fotos, imagens, arquivos; enfim, a coleta de todo material que for possível para a realização dos estudos e a separação desses material em categorias classificadas pelo pesquisador. Segundo Kozinets (2002) existem dois pontos cruciais que requerem a discussão de uma ética de pesquisa; o primeiro é até onde a informação contida num site é pública ou privada e o segundo é o uso consensual de informações no ciberespaço. Lembrando que o pesquisador precisa se identificar e apresentar o interesse de sua pesquisa, pedindo permissões para o uso das informações obtidas em postagens e em conversas com os participantes das comunidades e fóruns. Além da garantia de confidencialidade e anonimato aos informantes, tratando-os por pseudônimos e não por seus nomes de usuário, incorporando na pesquisa as respostas e feedbacks vindas dos participantes ativos das comunidades. 14

15 Além de eticamente recomendável, para Kozinets (2002), a checagem de dados com os próprios membros do grupo, legitima e acrescenta credibilidade à pesquisa. Através dos membros do grupo e da solicitação de suas opiniões, pode-se chegar a insights e conclusões além das observadas em campo (AMARAL, NATAL, & VIANA, 2008). Portanto, para se chegar em um estudo netnográfico é preciso aplicar e seguir os procedimentos acima citados para obter um ótimo estudo. 1.3.Corpus de observação e recorte empírico: Analisando a área B2B de automação para o setor elétrico, foi verificado que não se tem locais ativos, além de fóruns sobre a área. Portanto, o objeto de pesquisa é fórum de automação do setor elétrico no ambiente online. Como esse setor está inserido na comunicação online já que seus sites são estáticos e não possuem redes sociais? O fórum analisado é da empresa Conprove, que está em seu site. Esse fórum é um dos mais ativos e procurados pelos profissionais da área de automação do setor elétrico e é denominado como: Fórum de Proteção e Automação CONPROVE. Fórum com informações de Proteção de Sistemas Elétricos de Potência e Automação de Subestações 2. A empresa foi fundada em 1984 e instalada em uma área com mais de 1000 m2, a CONPROVE está estruturada nos seguintes departamentos: - Fabricação e Comercialização de Instrumentos para Testes Elétricos - Consultoria e Serviços - Cursos e Treinamentos 2 15

16 FIGURA 1 PÁGINA INICIAL DO FÓRUM CONPROVE FONTE: SITE CONPROVE - FÓRUM Existem inúmeros tópicos no fórum; o acesso não é restrito para pessoas registradas. Entretanto se quiser participar ativamente é necessário se registrar com nome de usuário e senha, e concordar com os termos de uso e política de privacidade. Após esse procedimento, já é possível participar e levantar alguma dúvida em um dos nove assuntos/itens do fórum. 16

17 FIGURA 2 PÁGINA DE LOGIN DO FÓRUM CONPROVE FONTE: SITE CONPROVE FIGURA 3 - TERMOS DE USO DO FÓRUM CONPROVE FONTE: SITE CONPROVE 17

18 FIGURA 4 POLÍTICA DE PRIVACIDADE DO FÓRUM CONPROVE FONTE: SITE CONPROVE Os dados buscados foram: desde quando o fórum começou; quantos usuários têm; como é a participação deles; se são sempre participativos e qual a quantidade; quantos usuários lêem o fórum por mês que não são cadastrados e quantas perguntas têm por mês em média. O fórum foi observado com o cadastrando da autora nele, entretanto, não sendo participativa e não fazendo nenhuma pergunta aos usuários dentro do fórum. Foi somente observação não participativa para não fazer com que o curso do fórum mude com a presença da autora deste estudo. O objeto de trabalho foi observado durante o mês de agosto para saber se foi um mês ativo, comparando com as semanas do mês. O Feedback e checagem de informação com os membros do grupo também foi de forma observativa, e não participativa; pois, como o fórum possui todos os registros de todas suas interações, esse método de observação foi possível. O instrumento de coleta foi através de tabela de dados quantitativo e qualitativo. 18

19 2. INTERAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR Atualmente o computador está inserido na sociedade como um aparelho de grande importância social e educacional. Ter um computador em casa é tão normal, e talvez até importante, quanto ter uma geladeira ou um fogão. Até mesmo as pessoas sem condições financeiras para possuir um aparelho tem a possibilidade de alugá-lo em uma lan house por alguns minutos ou horas. Consequentemente, esse uso ativo, e porque não dizer excessivo, faz com que a cultura da nossa sociedade se atualize e transforme essa ferramenta em algo útil e muito relevante. A atual sociedade em rede (CASTELLS, 2002) exige um repensar sobre as certezas que tínhamos sobre a comunicação mediada. De fato, os meios digitais abrem novas formas de comunicação e demandam a reconfiguração dos meios tradicionais ao mesmo tempo que amplificam potenciais pouco explorados (PRIMO, 2011, p. 9). Os computadores foram apropriados como ferramentas sociais e que esse sentido, em muitos aspectos é fundamental para a compreensão da sociabilidade na contemporaneidade (RECUERO, 2012, p. 21). É neles que está incluída a cultura de muitas sociedades desse século; dessa forma, consideramos que o ciberespaço também é um ambiente social e que as pessoas usam o computador como uma ferramenta no qual o ser humano tem total domínio dela; não confundindo que as máquinas é que dominam o meio e nem que é uma comunicação e relacionamento entre homens e máquinas, mas sim entre pessoas e pessoas. Surgindo assim a criação de ambientes sociais globais uma interação recíproca que une as pessoas (PRIMO, 2011) Não se deve pensar a tecnologia informática e a interação por ela mediada apenas como entretenimento ou como controle das ações dos interagentes (PRIMO, 2011, p. 35). Até porque, segundo Recuero (2012), as ferramentas computacionais há muito deixaram de ser apenas isso: ferramentas. Elas evoluíram para serem espaços conversacionais importantes. E nesses espaços são que surgem as conversas e elas reconstroem práticas do dia a dia, mas que, no impacto da mediação, amplifica-se e traz novos desafios para a compreensão de seus impactos nos atores sociais. 19

20 A conversação mediada por computador é constituída de práticas que vão organizar as trocas informativas entre agentes para a construção de contextos sociais; a autora classifica essas trocas em síncronas que ocorrem ao mesmo tempo, e, assíncronas que não se realizam ao mesmo tempo (RECUERO, 2012, p. 50). As conversações estão sempre mudando tem novos formatos e são constantemente adaptadas e negociadas para acontecer dentro das limitações, possibilidades e características das ferramentas (RECUERO, 2012, p. 17). Mas, apesar dessas constantes mudanças, ela é um processo organizado, negociado pelos atores que segue determinados rituais culturais e que faz parte dos processos de interação social (RECUERO, 2012, p. 10). Essas conversas e interações online se tornam publicas já que ficam registradas por um longo período e em alguns canais qualquer pessoa pode acessar e lê-las, e é essas conversas públicas e coletivas que hoje influenciam a cultura (RECUERO, 2012, p. 17). A conversação é a porta através da qual as interações sociais acontecem e as relações sociais se estabelecem (RECUERO, 2012, p. 29). Entretanto, a conversação mediada por computador não é tudo que essa ferramenta possibilita, ela vai muito além, e traz a interação como algo a mais, onde o indivíduo tem a possibilidade e a capacidade de aprender e de passar seus conhecimentos à diante. Pois, interagir não é algo que alguém faz sozinho, em um vácuo. Comunicar não é sinônimo de transmitir. Aprender não é receber. Em sentido contrário, quer-se insistir que interação é um processo no qual o sujeito se engaja (PRIMO, 2011, p. 71). Pois, a interatividade dá poder ao usuário final de controlar o conteúdo e o fluxo da informação (PRIMO, 2011, p. 33). Steuer (1992), define interatividade como a extensão em que os usuários podem participar na modificação da forma e do conteúdo do ambiente mediado em tempo real. É uma variável direcionada pelo estímulo e determinada pela estrutura tecnologia do meio (uma relação que cabe no modelo estímulo-resposta). Alex Primo propõe dois tipos de interações: mútua e reativa. A interação mútua é aquela caracterizada por relações interdependentes e processos de negociação, em que cada interagente participa da construção inventiva e cooperada do relacionamento, afetando-se mutuamente; já a interação reativa é limitada por relações determinísticas de estímulos e respostas (PRIMO, 2011, p. 57). 20

21 Segundo Thompson (1998) o desenvolvimento dos meios de comunicação veio oferecer novas formas de ação e novos tipos de relacionamentos sociais. A interação passa a dissociar-se do ambiente físico, estendendo-se no espaço e proporcionando uma ação a distancia. Surgindo assim duas formas de situações interativas: - interação face a face. - interação mediana. TABELA 1 - TIPOS DE INTERAÇÃO Características Interativas Interação face a face Interação mediana Espaço-humano. Contexto de copresença: Separação dos contextos; sistema referencial espaço temporal comum. disponibilidade estendida no tempo e no espaço. Possibilidade de deixas Multiplicidade de deixas Limitações nas possibilidades simbólicas. simbólicas. de deixas simbólicas. Orientação da atividade. Orientada para outros Orientação para outros específicos. específicos. Dialógica/monológica. Dialógica. Dialógica. FONTE: (THOMPSON, 1998, P. 80) Portanto, toda interação torna um ambiente de interação social que Blumer (1984) vê a sociedade humana como pessoas engajadas em viver. Esse viver é um processo de contínua atividade no qual os participantes desenvolvem linhas de ação nas diferentes situações que encontram. Eles encontram-se em um vasto processo de interação no qual eles precisam ajustar suas ações em desenvolvimento uns aos outros. Esse processo de interação consiste em fazer indicações aos outros sobre o que fazer e como interpretar as indicações feitas pelos outros. Eles vivem em mundos de objetos e são guiados em suas orientações e ações pelo significado desses objetos. Seus objetos, incluindo objetos formados por eles mesmos, são formados, sustentados, enfraquecidos e transformados nas interações entre eles (BLUMER, 1984, pp ). 21

22 O processo de agir em virtude das ações dos outros, descrito por Blumer, salienta que a interação social não é mera troca burocrática. O próprio desenvolvimento da interação influencia o comportamento e os processos interpretativos dos participantes (PRIMO, 2011, p. 78). O que se conclui que essas novas interações passam a ser novas formas de ser social que possuem impacto variados na sociedade contemporânea a partir das práticas estabelecidas no ciberespaço (RECUERO, 2012, p. 17). Nascendo assim uma cultura na qual o computador é uma ferramenta muito importante. 22

23 3. APRESENTAÇÃO DO OBJETO Foram tabulados os dados desde que o site começou em março de 2010 até o dia 21 de setembro de 2013; às 20 horas. O fórum é dividido em nove assuntos ou itens, que são: norma IEC , proteção diferencial, proteção de distância, proteção sobrecorrente, outras funções de proteção, comunicação com relé, relés eletromecânicos. TC, TP e disjuntor, filosofia de proteção de sistemas elétricos. Ao todo já tiveram trezentos noventa e quatro tópicos, oitocentos trinta e uma mensagens, quatrocentos quarenta e uma respostas e duzentas e oitenta mil oitocentos trinta e quatro exibições. O item norma IEC teve vinte e cinco tópicos, cinquenta e três mensagens, vinte e oito respostas e trinta e cinco mil quatrocentos noventa e duas exibições. O segundo item, proteção diferencial, teve quarenta tópicos, noventa e nove mensagens, sessenta e duas respostas e vinte e seis mil novecentos noventa e duas exibições. Proteção de distância teve trinta e cinco tópicos, sessenta e seis mensagens, trinta e uma respostas e vinte e três mil setecentos e duas exibições. O item proteção sobrecorrente teve sessenta e nove tópicos, cento e onze mensagens, quarenta e uma respostas e vinte e seis mil trezentos noventa e nove exibições. O quinto item, outras funções de proteção, teve cento trinta e quatro tópicos, duzentas e duas mensagens, setenta respostas e cem mil duzentos cinquenta e seis exibições. Comunicação com relé teve vinte e sete tópicos, sessenta e oito mensagens, quarenta e uma respostas e vinte mil e dez exibições. Já o item relés eletromecânicos teve vinte e quatro tópicos, oitenta e nove mensagens, sessenta e cinco respostas e dezesseis mil e dezoito exibições. O penúltimo item, TC, TP e disjuntor tiveram vinte tópicos, setenta e duas mensagens, cinquenta e duas respostas e dezessete mil novecentos sessenta e oito exibições. E, o nono e último item, filosofia de proteção de sistemas elétricos, teve vinte tópicos, setenta e uma mensagens, cinquenta e uma respostas e treze mil novecentos noventa e sete exibições. O item foi mais acessado em todos os aspectos foi: outras funções de proteção. E o menos acessado foi de filosofia de proteção de sistemas elétricos. 23

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