Módulo II: Infra-Estrutura Física

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1 Módulo II: Infra-Estrutura Física 1

2 Visão Geral Cabeamento de rede, a mídia física: Cabos utilizados em rede Introdução as fibras ópticas Cabeamento estruturado. Infra-estrutura elétrica: Visão geral de eletricidade Aterramento Proteção contra descargas atmosféricas.

3 Cabeamento de rede, a mídia física Principais tipos de cabos Coaxial Fino ( thinnet ) Grosso ( thicknet ) Par trançado Par trançado não blindado ( UTP ) Par trançado blindado ( STP ) Fibra ótica 3

4 Selecionando o cabeamento Qual o melhor cabeamento e ser usado em cada situação? Algumas considerações a serem feitas quando for escolher o melhor cabeamento 4

5 Considerações sobre a escolha do Cabeamento Logistica de instalação : Facilidade que o cabo proporciona quanto a instalação e manipulação. Blindagem : Quanto mais ruidosa for a área a ser percorrida pelo cabo mais blindagem é necessária. Diafonia : Cabo barato tem baixa resistência a campos elétricos internos ( linhas de aliment.,motores, relés e transmissores de rádio). Velocidade de transmissão : Medidas em Mbps. Custo Atenução : Este é o motivo das limitações com relação ao comprimento do cabo 5

6 Cabeamento Estruturado 6

7 Conceitos de Cabeamento Estruturado O que é? Normas envolvidas Sub-sistemas 7

8 O que é cabeamento estruturado? Cabos e equipamentos PASSIVOS para tráfego de sinais de comunicação entre diversos dispositivos; A estrutura é de MÚLTIPLA FINALIDADE, atendendo tanto a aplicações convencionais, como voz e dados, como também a câmeras de vídeo, sistemas de alarme etc; O suporte a diversas tecnologias diferentes exige aderência simultânea a todas as normas específicas, adotando-se, em caso de conflitos, aquela mais RESTRITIVA. Graças a isto, um sistema de cabeamento estruturado normalmente é capaz de suportar tráfego de informações em diferentes formatos e características, sem a necessidade de alterações em sua estrutura; 8

9 O que é cabeamento estruturado? Utiliza topologia ESTRELA, com facilidades de expansão e estrutura modular. Quando projetado devidamente, permite a expansão do alcance e abrangência do sistema sem a necessidade de acréscimo de muitos componentes, nem de grandes intervenções; Tomando-se como base estas características, consegue-se com facilidade ampliar a vida útil dos sistemas, garantidas pelos fabricantes em 15, 0 ou até 5 anos. Alguns fabricantes chegam, inclusive, a oferecer GARANTIAS DE APLICAÇÀO. 9

10 Topologia Genérica de um Sistema de Cabeamento Estruturado. Pegar figuras 4.1 e 4. do livro de Paulo Estáquio (pags. 63 e 64) 10

11 Vantagens de um Sistema de Cabeamento Estruturado. Interface de conexão padronizada: Tomada RJ 45 é usada por praticamente por todos os produtos de comunicação. Diversidade de fornecedores: Maior retorno de investimento: Solução padronizada tem vida útil maior, pelo menos 10 anos. Suporte a qualquer tipo de serviço: Dados, vídeo, voz (independe da aplicação) 11

12 Vantagens de um Sistema de Cabeamento Estruturado. Manutenção facilitada: Todo sistema estruturado tem projeto e documentação. Integração com sistemas antigos: Conectados através de baluns. Banda de trabalho mínima Os sistemas de cabeamento estruturado devem possuir banda passante mínima de 100MHz. 1

13 Órgãos Normativos ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. É responsável pela nova norma brasileira de cabeamento estruturado, lançada em 008, a NBR A norma encontra-se à venda no site. EIA Electronics Industries Association Órgão americano responsável por grande parte das normas de cabeamento estruturado em uso, a EIA é um orgão americano que, normalmente em associação com a TIA, determina características dos sistemas de cabeamento estruturado. FCC Federal Committee for Communication Órgão federal americano responsável pelo controle e fiscalização de produtos e serviços de telecomunicações. Tem poder de polícia, e garante o atendimento das normas que impedem a geração e/ou aceite de interferência de sistemas de telecomunicação. 13

14 Órgãos Normativos IEC International Eletrotechnical Commission Órgão americano, define padrões de teste muito adotados em sistemas de cabeamento estruturado. IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers Órgão americano responsável por normas importantes, indiretamente relacionadas aos sistemas de cabeamento estruturado, como a norma para redes ethernet, por exemplo (IEEE80.3). ISO International Standards Organization Órgão internacional com sede em Genebra, Suíça, é responsável, entre outras normas, pela norma de interconexão de sistemas abertos (OSI). 14

15 Órgãos Normativos ITU International Telecommunication Union Órgão internacional com sede em Genebra, Suíça, é responsável por centenas de normas associadas a Telecomunicações. Era conhecido até algum tempo atrás como CCITT. TIA Telecommunications Industry Association Órgão americano responsável por grande parte das normas de cabeamento estruturado em uso, a TIA é um orgão americano que, normalmente em associação com a EIA, determina características dos sistemas de cabeamento estruturado. UL Underwriters Laboratories Inc Instituição privada responsável por testes e ensaios de equipamentos e materiais, garantindo o atendimento às normas associadas aos mesmos. Os fabricantes submetem lotes de seus produtos para testes e certificação. Caso os testes tenham sucesso, o produto recebe um carimbo de certificação, que é reconhecido pelas organizações de todo o mundo. 15

16 Norma 568 B Cabeamento Estruturado em Edifícios Comerciais 16

17 Norma 568 B Cabeamento Estruturado em Edifícios Comerciais Propósito da norma 568B O propósito desta norma é especificar um sistema de cabeamento genérico para edifícios comerciais que suporte um ambiente com produtos de vários fabricantes. Ela também fornece informações que podem ser usadas para uso em projetos de sistemas de telecomunicações em empresas comerciais. Baseado no Capítulo 6 do livro Projetos de Redes Locais com Cabeamento Estruturado. Autor: Paulo Eustáquio Coelho 17

18 Norma 568 B Cabeamento Estruturado em Edifícios Comerciais A norma 568B recomenda que a concepção de um sistema de cabeamento estruturado seja elaborada durante a construção ou mesmo reforma dos edifícios, pois dessa maneira o custo é substancialmente reduzido quando comparado à reestruturação do cabeamento em edifícios já construídos ou ocupados. Ela também especifica critérios técnicos de desempenho para vários sistemas e configurações de cabeamento. De uma maneira geral, ela determina os requisitos de um sistema de cabeamento genérico que suporta vários serviços de telecomunicações, como vídeo, dados e telefonia. 18

19 Norma 568 B Critérios utilizados na norma ANSI/EIA/TIA 568B Mandatório Aplica-se à proteção, desempenho, administração e compatibilidade exigidos como requisitos mínimos aceitáveis. Recomendado São características desejáveis que, quando alcançadas melhoram substancialmente o desempenho do sistema como um todo. 19

20 Norma 568 B Escopo da norma ANSI/EIA/TIA 568B Esta norma especifica os requisitos mínimos dos componentes utilizados em sistemas estruturados, como tomadas, conectores internos e externos, meios físicos e até mesmo o ambiente que envolve conexão entre prédios. Essa norma categoriza o desempenho desses componentes em relação à configuração e freqüência em Mhz que eles suportam. 0

21 Norma 568 B Abrangência da norma ANSI/EIA/TIA 568B Os sistemas de cabeamento em edifícios comerciais com extensão de até m de escritório e uma população de até usuários. Distância geográfica entre prédios de até 300m. Especificações mínimas para cabeamento de telecomunicações dentro de um ambiente de escritório. Recomendações sobre topologias e distâncias. Especificação de parâmetros sob os quais podem ser determinados meios de desempenho. Especificações de conectores e combinações de pinagens para assegurar compatibilidade e interoperatividade. 1

22 Norma 568 B Abrangência da norma ANSI/EIA/TIA 568B Especificação de vida útil de um sistema de cabeamento para telecomunicações de, no mínimo, 10 anos. Especificação dos cabos UTP em categorias, como categoria 3, categoria 5e e categoria 6(adendo 568.B..1).

23 Norma 568 B Os Sete Subsistemas Subsistemas Área de Trabalho - WA Cabeamento Horizontal Armário de Telecomunicações - TC Backbone Vertical Sala de Equipamentos - ER Entrada Backbone (não mostrado) 3

24 Exemplo de um Sistema de Cabeamento Estruturado Telefonia RISER DISTR. HORIZ. UTP 4 PARES UTP 4 PARES UTP 4 PARES UTP 4 PARES UTP 4 PARES UTP 4 PARES UTP 4 PARES UTP 4 PARES Fast Ethernet ATM 3XX SALA DE EQUIP. RISER SALA DE EQUIP. CFTV PABX Fast Ethernet ATM 370 CFTV 4

25 Norma 568 B - Área de Trabalho Os equipamentos não são objeto das normas de cabeamento; Sua influência principal está no dimensionamento do número de pontos; Modelo de Projeto Básico : tomadas por AT Avançado : 4 tomadas Integrado : 4 tomadas + FO 5

26 Norma 568 B - Área de Trabalho No mínimo 1 WA a cada 10 m de acordo com a Norma 568-A 6

27 Norma 568 B - Área de Trabalho No mínimo Tomadas por WA conforme EIA/TIA568-A 7

28 Norma 568 B - Área de Trabalho 8

29 Norma 568 B - Área de Trabalho 9

30 Norma 568 B - Cabeamento Horizontal O Cabeamento Horizontal é a parte do cabeamento que se estende da saída dos equipamentos de comunicações até a Área de Trabalho. Comprimento máximo de 90m por segmento; Cabos de quatro pares - um por tomada; Em sistemas baseados em zone wiring, pode-se utilizar também cabos de 5 pares até os pontos de distribuição. 30

31 Norma 568 B - Cabeamento por Zona Método Tradicional x Zone Wiring Múltiplos Cabos de 4 pares Cabo de 5 Pares Ponto Intermediário Consolidation Point Patch Panel Armário de Telecomunicações Patch Panel Armário de Telecomunicações 31

32 Norma 568 B - Armários de Telecomunicações Os cabos horizontais devem originar-se do TC localizado no mesmo piso da área atendida (cabo horizontal anda na horizontal); O espaço deve ser destinado exclusivamente para telecomunicações. Equipamentos não relacionados não devem ser instalados neste espaço nem tampouco passar através do mesmo. 3

33 Norma 568 B - Armários de Telecomunicações Deve existir no mínimo um TC por piso. Pode existir mais de um para grandes áreas; A sala deve dispor de espaço suficiente para manutenção, além de energia elétrica e, em alguns casos, arcondicionado. 33

34 Norma 568 B - Cabeamento Vertical O cabeamento vertical (também conhecido como BACKBONE) fornece a interligação entre as Salas de Telecomunicações, as Salas de Equipamentos e as instalações de entrada. É o cabeamento que interliga os andares, levando a informação para os racks e salas, de onde é sairá o cabeamento para todos os equipamentos de telecomunicação da edificação 34

35 Norma 568 B - Cabeamento Vertical Meios de Transmissão normalizados para o Cabeamento Vertical Cabo de par trançado não blindado (UTP) de 100 Ohms 800 m para voz (máximo) 100 m para dados (máximo) Cabo de par trançado blindado (ScTP) de 100 Ohms Fibras Ópticas multimodo 6.5/15µm ou 50/15µm(568 b.3) Fibras Ópticas monomodo (3000m máximo) 35

36 Norma 568 B - Cabeamento Vertical Garante a interligação entre os TC s de cada piso; Normalmente montado com cabos de 5 pares e de fibras óticas; Para maior simplicidade, a interligação entre os TC s deve ser feita em um único shaft, se isto for possível. Backbo ne Riser Cable Sle eve Cabeamento Vertical 36

37 Norma 568 B - Sala de Equipamentos A sala deve concentrar todos os equipamentos ativos, tanto os de informática, quanto os de telecomunicações. 37

38 Norma 568 B - Sala de Equipamentos Existem duas formas básicas de se terminar os cabos nas salas de telecomunicações: Interconnection configuração mais utilizada para redes de dados. Cross-Connect configuração muito utilizada para cabeamento tradicional de telefonia. 38

39 Norma 568 B - Entrada Ponto de demarcação entre o SP e o Cliente (TIA606) O acesso ao prédio deverá ser desenhado, projetado e instalado de acordo com os requerimentos da norma ANSI/EIA/TIA 569A. É onde são realizadas as emendas entre os cabos externos e os internos. Isto porque os cabos externos normalmente não têm proteção contra propagação de fogo, além de serem mais caros; A sala não pode estar afastada mais do que 15 metros do ponto de entrada do cabo no prédio; Na mesma sala deve estar o hardware de proteção contra surtos elétricos e sobre-tensões. Isto vale inclusive para os cabos de fibra ótica com partes condutoras, como malhas e tracionadores de aço. 39

40 Subsistema de Entrada - EF Cabos do Backbone Vertical Cabo da Rede Externa Caixa de Emenda Unidades de Proteção Elétrica Hardware de Conexão 40

41 Norma 568 B - Pontos de Administração Bloco 110 Duas opções são utilizadas para concentração e gerenciamento dos cabos internos e externos (bloco de fiação 110 e patch panels); São utilizadas tanto nos TC s quanto no ER; A norma 606 (identificação), simplifica e acelera as manutenções. Patch Panel 41

42 Pontos de Administração Identificação Bloco Identificação Patches Este subsistema é definido pela norma ANSI/EIA/TIA 606 4

43 A norma EIA/TIA 568 B e Seus Subsistemas 43

44 Detalhando (um pouco) algumas normas EIA/TIA 568A - Norma básica EIA/TIA Caminhos e espaços EIA/TIA Identificação EIA/TIA Aterramento NBR

45 A norma EIA/TIA 568 A Cabeamento Horizontal em UTP Categoria 5, comprimento de até 90 m; 10 metros adicionais para cabos de conexão; Interligação entre armários UTP c/ até 0 m. 45

46 A norma EIA/TIA 568 Cabos de interligação (patch cords) Cabos UTP com alma flexível; Nos armários, até 6 m de comprimento; Nos terminais, até 3 m de comprimento; Fabricação Não recomenda-se no campo; Método de conectorização IDC (Insulation Displacement Contact). 46

47 A norma EIA/TIA 568 O conceito de categoria Envolve freqüência de sinalização dentro de parâmetros específicos; É sistêmica, e não para componentes. Certificação de acordo com categoria X : Todos os componentes devem ser de categoria X; Permite-se componentes com categoria superior. 47

48 As categorias mais comuns Categoria MHz; Categoria 5E É a mais comum hoje em dia; Suporte a ethernet, token-ring, fast-ethernet (parcial). 155 MHz; Categoria 6 É a mais implantada; Suporta todas as aplicações da Cat.5, mais fast-ethernet, alguns padrões de Gigabit ethernet, ATM até 155 MHz, alguns padrões de ATM 6 MHz 00 MHz; Categoria 6A Suporta todos os padrões atuais; Novidade, começam a aparecer os produtos mais novos; Suporta 10Gbps em cabos de par trançado. 48

49 EIA/TIA 569 A Padrões para Caminhos e Espaços em Edifícios Comerciais Define e inclui a infra-estrutura física para a construção dos caminhos e espaços, bem como a estrutura de dutos para as seguintes áreas: Sala de equipamentos; Conexão entre edifícios; Entrada de antenas; Entrada de serviços; Cabeamento vertical; Área de Trabalho; Salas de Telecomunicações; Cabeamento Horizontal. 49

50 EIA/TIA 569 A Padrões para Caminhos e Espaços em Edifícios Comerciais Encaminhamento Ocupação dos dutos Número de Curvas Opções de encaminhamento Espaços Sala de Equipamentos TC Obs.Ver Capítulo 07 do livro de Paulo Estáquio Coelho (Projetos de Redes Locais com Cabeamento Estruturado) 50

51 EIA/TIA 606-A. Administração da Infra-Estrutura de Telecomunicações Esta trata da administração da infra-estrutura de telecomunicações que inclui: Documentação de cabos; Hardware de conexão e terminação; Cross-connects; Conduites e dutos; Sala de telecomunicações e outros espaços destinados ao uso de telecomunicações. Administração pode ser efetuada por sistemas manuais ou computadorizados. Obs.Ver Capítulo 08 do livro de Paulo Estáquio Coelho (Projetos de Redes Locais com Cabeamento Estruturado) 51

52 EIA/TIA 606-A. Administração da Infra-Estrutura de Telecomunicações Classes de administração (especificadas para atender aos diversos graus de complexidade presentes na infra-estrutura de telecominicações): Classe 1 (prédios servidos por uma única Sala de Equipamentos. Os caminhos não precisam ser administrados); Classe (uma Sala de Equipamentos com uma ou mais Salas de Telecomunicações). Administra os elementos da Classe 1 mais identificadores de cabeamento de backbone, sist. de aterramento e de bloqueio de chamas) Classe 3 (especifica as necessidades de campus, incluindo seus edifícios e elementos de planta externa. Inclui os elementos da Classe, além de identificadores para prédios e cabeamento do campus). 5

53 EIA/TIA 606 A Administração do Sistema de Cabeamento Identificadores de Cabos Identificação dos cabos; Registros dos cabos. Identificadores dos Hardwares de Conexão Registro do hardware de conexão Identificadores das posições de terminação Identificação Registro 53

54 EIA/TIA 606 A Administração do Sistema de Cabeamento Outros Documentos: Relatórios de Cross-connects; Desenhos ou plantas; Ordens de serviços (alterações); Administração de dutos(conduites, esteiras, canaletas, shafts, etc) e espaços (lugares que abrigam as terminações e/ou equipamentos ativos; Etiquetas e codificação por cores 54

55 EIA/TIA Códigos de Cores PADRÃO DE CORES PARA IDENTIFICAÇÃO DE SERVIÇOS 55

56 ANSI-J-STD-607-A Aterramento de Telecomunicações Componentes de um Sistema de Aterramento (Cinco subsistemas): Condutor de vinculação para telecomunicação; TMGB Telecommunications Main Grounding Busbar (Barra principal de aterramento para telecomunicações) TBB Telecommunications Bonding Backbone (Backbone vertical para telecomunicações); TGB Telecommunications Grounding Busbar (Backbone vertical para telecomunicações); Grounding Equalizer GE (Equalizador de Aterramento) 56

57 ANSI-J-STD-607-A Aterramento de Telecomunicações 57

58 ANSI-J-STD-607-A Aterramento de Telecomunicações 58

59 ANSI-J-STD-607-A Aterramento de Telecomunicações (Barra principal) 59

60 ANSI-J-STD-607-A Aterramento de Telecomunicações 60

61 ANSI-J-STD-607-A Aterramento de Telecomunicações 61

62 ANSI-J-STD-607-A Aterramento de Telecomunicações - TGB É o ponto de conexão do aterramento para o sistema de telecomunicações e os equipamentos na sala de telecomunicações ou sala de equipamentos. 6

63 Malha de Terra de Referência MTR Para evitar a entrada de ruídos indesejáveis nos equipamentos instalados em Data Center deve-se instalar uma malha de aterramento chamada de MTR Malha de Terra de Referência. Esta malha deve ser feita com cordoalha chata estanhada fechando quadrados de X cm de lado. Seu objetivo básico consiste em equalizar as barras de terra dos diversos equipamentos eletrônicos para altas frequências,. 63

64 Malha de Terra de Referência MTR 64

65 Norma Brasileira NBR Procedimentos básicos para elaboração de projetos de cabeamento de telecomunicações para rede interna estruturada 65

66 Norma Brasileira NBR A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, através de um comitê que trata da normalização nas áreas de eletrônica, eletricidade, iluminação e telecomunicações o COBEI (Comitê Brasileiro de Eletricidade) desenvolveu a norma brasileira de cabeamento estruturado, usou as seguintes normas internacionais e documentos de práticas recomendadas pela ABNT e Telebrás: Telebrás - Prática TB Especificação de cabos para telemática para uso interno; ANSI/EIA/TIA - ANSI/EIA/TIA 607 Norma para aterramento de telecomunicações - ANSI/EIA/TIA 606 Administração da infraestrutura de telecomunicações - ANSI/EIA/TIA 569 Padrões para caminhos e espaços em edifícios comerciais 66

67 Norma Brasileira NBR ABNT - NBR 13300:1995 Redes Telefônicas internas em prédios: terminologia; - NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão; 67

68 Norma Brasileira NBR A norma brasileira pode ser dividida em seis itens: Subsistema de cabeamento estruturado; Simbologia; Componentes utilizados; Projeto de caminhos e espaços; Proteção elétrica; Administração. 68

69 Norma Brasileira NBR O sistema de cabeamento estruturado em sete subsistemas: Área de trabalho; Rede secundária; Sala de telecomunicações; Rede primária; Sala de equipamentos; Sala de entrada de telecomunicações; Cabo de interligação 69

70 Norma Brasileira NBR

71 Norma Brasileira NBR

72 Norma Brasileira NBR

73 Norma Brasileira NBR Obs. Vide demais informações no arquivo NBR Projeto.pdf 73

74 Considerações Finais 74

75 Ferramentas Especiais Corte Eliminação do isolante/dielétrico Obrigatoriedade de atendimento à norma (Ex.IDC) Ferramentas de conectorização Alicates de crimpagem Kits de conectorização ótica / emenda 75

76 Equipamentos para certificação A importância relativa dos equipamentos; Cable Scanners Comprimento Cross-talk NEXT Atenuação Delay skew etc Outros equipamentos TDR, multiteste etc 76

77 Equipamentos Ativos 77

78 Equipamentos Ativos Embora tenham abrigado diversos tipos de equipamentos (repetidores, HUBs, roteadores e switches), hoje a categoria dos equipamentos ativos praticamente se limita aos switches; Na função de concentradores de tráfego, os switches agregam, tratam, selecionam e encaminham pacotes de dados em ambientes dos mais diversos portes e complexidades; Qualquer infra-estrutura de rede, mesmo envolvendo sistemas de comunicação diversos (telefonia, CFTV, vídeo etc) estará sempre baseada em um arranjo de switches. 78

79 Topologia de um Projeto de Ativos Servidores WAN Internet Núcleo (redundante) Núcleo Borda Borda Borda hosts Host redundante hosts 79

80 Topologia: Recomendações Estrela hierárquica com níveis Núcleo ou core; Borda ou edge; Usuários. Redundância: Anéis nas extremidades; Habilitação de protocolos para tratamento STP: Spanning-Tree Protocol; MLST: Multi-Link Split Trunking. 80

81 Topologia de um Projeto de Ativos Servidores Problema 1: Topologia c/ Diversos Níveis WAN Internet Núcleo (redundante) Núcleo Borda Borda Borda 81 hosts Host redundante hosts

82 Número de Saltos Descentralização Servidor CPD Salto Mais saltos Administração Salto Almoxarifado Salto Portaria Salto Perda de performance Usuário 8

83 Excesso de Saltos Desvantagens Atraso Jitter Mais pontos de falha 83

84 Atraso Múltiplos switches Atraso de processamento Atraso de processamento Atraso de processamento Rede Rede Rede Enlace Enlace Enlace Física Física Física Atraso de Propagação Atraso de Propagação 84

85 Jitter Variação no tempo de atraso Rede blocking Geração de Filas As filas têm comprimento variável em função do tráfego; Comprimentos variáveis implicam em atraso variável. O Jitter inviabiliza o uso de aplicações síncronas ou interativas Câmeras IP Telefonia IP Vídeo-Conferência O Jitter provoca comportamento de performance variável com o tráfego. 85

86 Mais pontos de falha Setores dependentes Uma falha acarretaria no desligamento de todos os setores dependentes. Probabilidade crescente de erros Mais erros Novos componentes Novos switches 86

87 Blocking Incapacidade dos links entre os switches suportarem o trafego total Criação de filas, com o conseqüente atraso no envio dos quadros; Switches que não têm esta característica se considerarmos apenas as suas próprias portas são chamados de non-blocking; Vamos ver um exemplo... Considerando: 1 estações conectadas em cada setor Cada estação trafegando a 10 Mbps Link entre switches a 1 Gbps 87

88 Exemplo CPD Link: 1Gbps Demanda: 1.3Gbps ADM Link: 1Gbps Demanda: = 1. Gbps Almoxarifado Manutenção Financeiro Treinamento Link: 1Gbps Demanda: 10Mbps Link: 1Gbps Demanda: 360Mbps Link: 1Gbps Demanda: 10Mbps Link: 1Gbps Demanda: 10Mbps Portaria Sala de Controle Compras Sala de Aula 01 Link: 1Gbps Demanda: 40Mbps Posto 1 Posto 88

89 Topologia Ideal Considerando ADM, Almoxarifado, Manutenção e Financeiro como sendo setores críticos. Link redundante ADM Posto Almoxarifado Link redundante Posto 1 Manutenção CPD Financeiro Sala de Aula 01 Treinamento Compras Sala de Controle Portaria 89

90 Topologia de um Projeto de Ativos Servidores Problema WA : N Ausência de Redundância Intern et Núcleo (redundante) Núcleo Borda Borda Borda 90 hosts Host redundante hosts

91 Operação contínua um sonho? Na maior parte dos casos, a estabilidade vale mais do que a performance, funcionalidade ou recursos especiais; O mercado oferece recursos, modelos de projeto e até modalidades de contratação visando o aumento da confiabilidade. 91

92 Discutindo a estabilidade A estabilidade em números: 99% de uptime é bom? 1% de um ano = 3,65 dias 4 dias sem rede! Pode? Percentuais Típicos: Redes de alta confiabilidade: 99,99 % (four nines) 50 minutos por ano Telefonia de alta confiabilidade: 99,999 % (five nines) 5 minutos por ano Conceitos relacionados: MTBF (Medium Time Between Fails); Garantia; Reposição; Redundância; Contingência; 9

93 Topologia de um Projeto de Ativos Servidores Problema WA 3: N Como interligar switches? Intern et Núcleo (redundante) Núcleo Borda Borda Borda 93 hosts Host redundante hosts

94 Cascateamento Utiliza portas convencionais; Uma porta em cada switch; Qualquer switch pode ser interligado; o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o Up-link o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o Limita tráfego à capacidade do up-link; PROBLEMAS TÍPICOS: Performance no up-link; Retardo pelo acréscimo de um novo switches; Jitter pela formação de filas no up-link. 94

95 Link Aggregation Utiliza portas convencionais; n portas em cada switch Número limitado pelas características técnicas do modelo. Switches precisam ser compatíveis com a norma IEEE80.3ad o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o Limita tráfego à capacidade do up-link; Up-link o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o PROBLEMAS TÍPICOS: Problemas de configuração do tipo, quantidade e localização das portas envolvidas no up-link; Perda significativa de número de portas disponíveis nos switches interligados; Problemas com a re-alocação de equipamentos quando ocorrem falhas, por exemplo. 95

96 Empilhamento Utiliza portas proprietárias; 1 a n portas em cada switch a depender da topologia da interligação; o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o Cabo de Empilhamento o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o Switches precisam ser do mesmo fabricante e família, além de possuir a porta e o cabo de interligação; No caso da topologia em anel, pode ser necessário cabo adicional ( return cable ) para garantir redundância. Limita tráfego e pilha à capacidade de backplane OU do cabo de empilhamento; Return Cable 96

97 Empilhamento PROBLEMAS TÍPICOS: Switches descontinuados ou falhas no processo de compra; o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o Cabo de Empilhamento o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o Falhas no contrato de reposição em caso de danos; Aplicável apenas em switches específicos ( empilháveis ). o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o Return Cable 97

98 Classificação dos Switches SOHO (Small Office, Home Office); Desktop ( de mesa ); Stackable (empilháveis); Modulares. Marco Câmara Palestra em 08/11/007 98

99 Switches SOHO Normalmente utilizados na posição de núcleo devido à simplicidade das redes atendidas; Design agradável, porém inadequado para uso profissional (não são rack mountable); Pequenas redes com funcionalidade e recursos limitados Não têm portas de fibra ótica; Não oferecer recursos de gerenciamento remoto centralizado; Não oferecem escalabilidade. 99

100 Switches Desktop Aplicação típica de borda, conectado a um switch central; Oferece funcionalidades e recursos mais avançados, podendo atender a departamentos de pequenas empresas; Design adequado a aplicações profissionais (rack mountable); Tipicamente não oferece escalabilidade, ficando limitado ao número de portas padrão (1, 4 ou até 48 portas); 100

101 Switches Empilháveis Recursos podem ser avançados, além de oferecer escalabilidade, através da conexão de diversas unidades em pilhas especializadas: Interligação através de cabos proprietários de altíssima performance; Empilhamento proprietário, podendo ser incompatível até com switches do mesmo fabricante, porém de outra família. Toda a pilha se comporta tipicamente como um único equipamento; Extremamente comum no nosso mercado, assumindo o papel de switches modulares, tanto na borda quanto no núcleo. Recomendação: tipicamente até 80 estações de trabalho (007); Alguns modelos têm capacidade impressionante, mas são exceções. 101

102 Switches Modulares Tipicamente ficam no núcleo, embora possam ser utilizados na borda, para instalações maiores; Oferecem, antes de mais nada, flexibilidade A escolha do tipo e quantidade de módulos de interface é feita pelo cliente; Tipicamente existem dezenas de módulos e configurações diferentes para cada modelo. Tipicamente são muito estáveis e oferecem recursos avançados de redundância Diversos componentes podem ser substituídos: fonte, ventoinha, processador, interfaces etc; Mesmo em configurações convencionais, oferecem alta confiabilidade (robustez e MTBF alto) 10

103 Switches Modulares Capacidade Máxima pode ser grande, mas é delimitada: Backplane do chassis; Número de módulos suportados. Passivos ou Ativos: Passivos: não possuem componentes embutidos no chassis todos os recursos estão nos módulos; Ativos: possuem capacidade de processamento no chassis, que, por outro lado, se torna um possível ponto de falha. 103

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