Desenvolvendo o componente de carbono: atividades do projeto, linhas de base e monitoramento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desenvolvendo o componente de carbono: atividades do projeto, linhas de base e monitoramento"

Transcrição

1 Desenvolvendo o componente de carbono: atividades do projeto, linhas de base e monitoramento Celia A. Harvey e Olaf Zerbock Climate Change Initiatives, RPD Carbon (t C/ha) Com materiais adaptados do Grupo Cambio Global (CATIE) e Sarah Walker (Winrock) Time (years)

2 Uma recordação sobre o que estamos trabalhando: Project Design Document (PDD) = Documento de Concepção do Projeto (DCP) Apresenta os aspectos técnicos e organizacionais essenciais Contém informação do limite do projeto, linha de base, reduções de emissões esperadas e plano de monitoração Demonstra como o projeto resultará na redução da emissão de GEE DCP é necessário para um projeto MDL É também o modelo padrão para os projetos de carbono não MDL (ou seja, mercado voluntário) Não há modelo padrão para o mercado voluntário Investidores estão crescentemente procurando por projetos que sigam a rigorosa metodologia MDL

3 Para quais tipos de atividades o DCP pode ser usado? O DCP de MDL é desenhado para atividades de florestamento e reflorestamento (F/R) e existem diretrizes claras para essas atividades. Não há um DCP formal (nem diretrizes claras) para projetos que reduzem emissões a partir do desmatamento (REDD),entretanto : O DCP existente pode ser adaptado (ou um documento similar pode ser criado) Passos são similares (mas as metodologias serão diferentes) Hoje: foco no desenvolvimento do DCP para F/R e etapas-chave Amanhã: foco em REDD

4 Documento principal Quais são os passos do DCP? A: Descrição geral do projeto B: Duração da atividade do projeto e período de créditos C: Apliçação de uma linha de base aprovada e de metodologia de monitoramento D: Estimativa ex ante das remoções líquidas de GEE por sumidouros, fuga, e do montante das reduções líquidas antropogênicas de GEE por sumidouros durante o período de créditos escolhido E. Plano de monitoramento F: Impactos ambientais G: Impactos socioeconômicos H: Commentários de stakeholders Anexos: 1. Informações para contato 2. Informações relativaa a financiamento público 3. Informação sobre a linha de base 4. Plano de monitoramento

5 Para ajudá-lo a acompanhar quais informações estão no DCP : A. Descrição do projeto B.Duração do projeto & período de créditos C. Linha de base & métodos de monitoramento D. Remoção exante de GEE E. Plano de monitoramento F. Impactos ambientais G. Impactos sócioeconômicos H. Comentários de Stakeholders Anexo 1: Informação para contato Anexo 2. Financiamento público Anexo 3. Informação linha de base Na medida em que avançarmos, incluiremos um diagrama da estrutrura do DCP à esquerda, em cada uma das etapas do desenvolvimento do DCP Uma caixa destacada indica que os passos que estamos discutindo contribuem para essa seção Anexo 4. Plano de monitoramento

6 Quando abordaremos os vários componentes do DCP? A. Descrição do projeto B.Duração do projeto & período de créditos C. Linha de base & métodos de monitoramento D. Remoção exante de GEE E. Plano de monitoramento F. Impactos ambientais G. Impactos sócioeconômicos Hoje: Especificando limites de projetos e atividades Definindo bases e metodologia Calculando a remoção do GEE Desenvolvimento de metodologia de monitoração Quarta-feira à tarde A. Descrição do projeto B.Duração do projeto & período de créditos C. Linha de base & métodos de monitoramento D. Remoção exante de GEE E. Plano de monitoramento F. Impactos ambientais G. Impactos sócioeconômicos H. Comentários de Stakeholders H. Comentários de Stakeholders Anexo 1: Informação para contato Anexo 2. Financiamento público Sexta-feira de manhã Anexo 1: Informação para contato Anexo 2. Financiamento público Anexo 3. Informação linha de base Anexo 3. Informação linha de base Anexo 4. Plano de monitoramento Anexo 4. Plano de monitoramento

7 14 passos-chave Passo 1. Determinar os objetivos do projeto e das atividades Passo 2. Determinar o período de créditos Passo 3. Determinar a locação do projeto e coletar informações básicas Passo 4. Definir os limites do projeto Passo 5. Identificar áreas elegíveis para atividades de reflorestamento Passo 6. Definir cenário de base Passo 7. Definir atividades e cenário do projeto Passo 8. Assegurar adicionalidade Passo 9. Estimar ex-ante estoques de carbono no cenário de base Passo 10. Estimar ex-ante estoques de carbono no cenário do projeto Passo 11. Avaliar potencial de emissões de GEE do projeto Passo 12. Tratar das questões de fuga Passo 13. Calcular ex-ante a redução líquida das emissões de GEE Passo14. Desenvolver uma metodologia de monitoração

8 Uma rápida revisão: Florestamento Não foi floresta nos últimos 50 anos º jan Reflorestamento: º jan (atividades F/R podem incluir florestas plantadas, sistemas agroflorestais, recuperação de terra degradada através do reflorestamento ou regeneração natural)

9 para o mergulho?

10 Passo 0. Coisas a fazer antes de desenvolver o DCP Identificar e engajar os stakeholders na identificação dos objetivos do projeto, atividades e conseqüências* Assegurar que o stakeholder apoiará as atividades do projeto* Definir a estrutura de gerenciamento do projeto e o papel dos parceiros** Esclarecer questões legais (posse da terra, direitos sobre o carbono) ** Assegurar fundos de financiamento ao projeto ** * Sessão de Quarta ** Sessão de Sexta Estes são todos decisivos para o sucesso do projeto e requerem tempo e esforço significantes

11 Passo 1. Determinar os objetivos do A. Descrição do projeto B.Duração do projeto & período de créditos C. Linha de base & métodos de monitoramento D. Remoção exante de GEE projeto e das atividades Questões-chave para responder: Quais são os objetivos do projeto?: E. Plano de monitoramento F. Impactos ambientais G. Impactos sócioeconômicos H. Comentários de Stakeholders Anexo 1: Informação para contato Anexo 2. Financiamento público Quais atividades serão necessárias para atingir estes objetivos? Atividades de reflorestamento Atividades para mitigar as fugas? Atividades para evitar impactos ambientais e sociais negativos? Anexo 3. Informação linha de base Anexo 4. Plano de monitoramento Carbono + +

12 Qual é o tamanho do projeto? Onde o projeto será localizado? Passo 1 (continuação) Quem serão os participantes do projeto? Quais papéis eles terão? Que tipo de terras serão reflorestadas? Quem são os stakeholders e como eles estarão envolvidos? É importante pensar cuidadosamente em todo o projeto desde o início, antes de embarcar nos cálculos de carbono do contrário, o projeto poderá produzir carbono em abundância, mas não será viável

13 A. Descrição do projeto Passo 2. Determinar a duração do projeto (ou seja, o período de créditos) B.Duração do projeto & de período de créditos C. Linha de base & métodos de monitoramento Duas opções para projetos F/R: D. Remoção exante de GEE E. Plano de monitoramento F. Impactos ambientais G. Impactos sócioeconômicos H. Comentários de Stakeholders Anexo 1: Informação para contato 1. Um período único de créditos de 30 anos (sem opção de renovação) 30 anos OU 2. Um período inicial de créditos de 20 anos, com a opção de duas renovações (ou seja, 60 anos ao todo) 20 anos 20 anos 20 anos Anexo 2. Financiamento público Anexo 3. Informação linha de base Anexo 4. Plano de monitoramento (A renovação no fim de cada período de 20 anos depende da verificação de que os estoques de carbono estão presentes)

14 Por que o período de créditos é importante? Porque determina por quanto tempo você terá que manter as atividades do projeto Isso impactará os planos de plantio e manejo Afetará a duração dos acordos com os parceiros dos projetos e proprietários de terra Impactará o total de créditos de carbono gerados (=$$) Período único de créditos Menos carbono (= menos $$) 30 yrs Porém: Não depende da renovação do processo Fácil assegurar permanência (menos anos) Período 1 Geralmente recomendamos Período 2 Período 3 usar a taxa fixa de 30 anos para o período de creditação 20 anos Mais carbono (= mais $$) 40 anos Porém: Difícil manter uma área reflorestada por 60 anos Processo de renovação gera incertezas 60 anos

15 Passo 3. Determinar a localização e coletar as informações básicas A. Descrição do projeto B.Duração do projeto & período de créditos C. Linha de base & métodos de monitoramento Especificar localização: - Região/estado e cidades/comunidades - Localização geográficas (coordenadas exatas) D. Remoção exante de GEE E. Plano de monitoramento F. Impactos ambientais G. Impactos sócioeconômicos H. Comentários de Stakeholders Anexo 1: Informação para contato Anexo 2. Financiamento público Anexo 3. Informação linha de base Anexo 4. Plano de monitoramento Obter informações básicas relevantes Informações biofísicas Informações climáticas, hidrologia, solo Ecossistemas, espécies presentes, taxas de crescimento Uso atual e histórico da terra Dados sócio-econômicos Stakeholders, participantes Título da terra, posse atual da terra e direitos de carbono Atividades econômicas da região

16 Alguns dados essenciais para o projeto Stakeholders Dados biofísicos e do uso da terra Estradas Ecossistemas Uso da terra Dados sociais e econômicos Propriedades rurais Solo Cidades Hidrologia Topografia (Informação biológica)

17 Passo 4. Definir os limites do projeto A. Descrição do projeto B.Duração do projeto & período de créditos C. Linha de base & métodos de monitoramento D. Remoção exante de GEE E. Plano de monitoramento F. Impactos ambientais G. Impactos sócioeconômicos H. Comentários de Stakeholders Anexo 1: Informação para contato Anexo 2. Financiamento público Os limites do projeto devem circundar os sítios dos projeto e as áreas de fuga Sítio do projeto = área(s) onde as atividades do projeto serão realizadas (isto é, áreas reflorestadas) Pode ser um pedaço contínuo ou alguns blocos de terra Pode ser de um ou vários proprietários Área de fuga= a área mais ampla ao redor onde pode ocorrer fuga devido às atividades de reflorestamento Anexo 3. Informação linha de base Anexo 4. Plano de monitoramento

18 Um exemplo de como selecionar os limites do projeto (incluíndo sítos do projeto e áreas de fuga) Áreas adicionais com fuga potencial Limite do projeto Sítios de reflorestamento Sítios de fugas potenciais

19 Como você pode determinar onde a fuga vai ocorrer? Sem diretrizes claras Precisamos ter uma boa noção de: Para onde as atividades atuais no sítio do projeto irão provavelmente Para onde a população atualmente empregada (ou habitante?) na terra provavelmente irá?? Se a informação existe, você pode usar análises históricas do uso da terra ou modelos para prever fugas mas na maioria dos casos necessitará usar de bom senso (e justificá-lo)

20 Algumas últimas dicas na definição dos limites dos projetos Certifique-se de: Mapear as informações do terreno no campo (com GPS) Gravar a exata localização geográfica de todos os loteamentos de reflorestamento e incluí-los no SIG Incluir as áreas de fuga dentro dos limites do projeto Obter acordo dos proprietários de terra atestando que estão dispostos a participar antes de definir os sítios específicos do projeto Definir atentamente os limites do projeto é crucial do contrário, você precisará renegociar os sítios com os proprietários, reescrever seu DCP e recalcular o carbono na linha de base e nos cenários do projeto

21 Passo 5. Avaliar o uso atual da terra e identificar áreas elegíveis para atividades de reflorestamento A. Descrição do projeto B.Duração do projeto & período de créditos C. Linha de base & métodos de monitoramento D. Remoção exante de GEE E. Plano de monitoramento F. Impactos ambientais G. Impactos sócioeconômicos H. Comentários de Stakeholders Anexo 1: Informação para contato Anexo 2. Financiamento público Anexo 3. Informação linha de base Anexo 4. Plano de monitoramento Atividades de reflorestamento ou florestamento podem ser realizadas em uma terra que: - Não seja floresta atualmente (isto é, não pode atender a definição de floresta do país) - Não era floresta em 31 de dezembro de 1989

22 Como você poderá demonstrar que a terra que você quer reflorestar não é floresta? Cada país possui sua definição de floresta (submetida à Convenção do Clima) A definição é fundamentada em três critérios: 1. Cobertura mínima de copa de árvores ( entre 10 e 30%) 2. Área mínima do terreno (entre 0,05 e 1 ha) 3. Altura mínima da árvore (entre 2 e 5 m) Se uma área de vegetação cai abaixo dos limites de qualquer destas variáveis, então não é mais floresta Slide: Imbach, Martinez e Locatelli, CATIE

23 Um exemplo de como estas definições de floresta funcionam: Suponha que a definição de seu país é: - % mínima de cobertura de copa: 30% - Área mínima: 0,5 ha - Altura mínima da árvore : 4m Quais dessas terras são consideradas florestas? Cobertura de copa: 0% Área Mínima: 20 ha Altura mínima da árvore: nenhuma Cobertura de copa : 50% Área Mínima : 10 ha Altura mínima da árvore : 15 m Cobertura de copa : 80% Área Mínima : 100 ha Altura mínima da árvore : 25 m Certamente NÃO é floresta Claramente florestas

24 País Brasil Definição de florestas nas diferentes regiões onde trabalhamos Cobertura mínima de copa 30% Área mínima 1 ha Altura mínima das árvores 5 m China 20% 0,067 ha 2 m Colômbia 30% 1 ha 5 m Equador 30% 1 ha 5 m Guatemala 30% 0,5 ha 5 m Guiana Indonésia Libéria Madagascar 30% 1 ha 5 m México 30% 1 ha 4 m Peru 30% 0,5 ha 5 m Para encontrar a definição de floresta de cada país, vá a seguinte página:

25 Entretanto, outros usos da terra são difíceis Se a definição de floresta de seu país é: - % mínima de cobertura de copa: 30% - Área mínima: 0,5 ha - Altura mínima da árvore : 4m Mensagem para levar para casa: Os seguintes usos da terra também são florestas? - A definição de floresta de seu país influenciará quais os usos da terra são considerados florestas e, inclusive, que terras podem ser reflorestadas ou não - É preciso garantir que as áreas que você reflorestará estão abaixo dos limites mínimos de cobertura de copa, área e altura da árvore Cobertura de copa: 15% Área mínima: 100 ha Altura mínima: 15 m Não é floresta Cobertura de copa: 40% Área: 1 ha Altura das árvores: 15 m Floresta

26 Como você pode demonstrar que a área que você irá reflorestar não é floresta? Use fotografias aéreas ou imagens de satélites de 1989 Use dados de levantamentos do terreno (permissão de uso da terra, restrições de zoneamento, arquivos, documentos governamentais) Ou, se nada disso está disponível, use o testemunho escrito dos proprietários da terra??? Para usos de terra questionáveis (não há certeza se é ou não floresta): É preciso fazer visitas de campo Caracterizar a vegetação (área, altura e cobertura das árvores) Compare isto com a definição de floresta no seu país

27 Outros critérios de elegibilidade de reflorestamento (além dos requisitos de floresta ): - As atividades de reflorestamento são apenas elegíveis no primeiro período de compromisso se elas foram iniciadas após 1ºde janeiro de É preciso mostrar evidências documentais de que a atividade se iniciou depois dessa data (por exemplo: fotos) - As atividades do projeto tem que estar de acordo com as leis e práticas atuais do país hospedeiro (e.g., restrições de reflorestamento perto de córregos ou nascentes, restrições em declives, zoneamentos) É preciso verificar as leis relacionadas ao uso da terra e do reflorestamento

28 EXPERIÊNCIAS DE CAMPO A experiência de TNC y SPVS com a identificação de sítios do projeto que são elegíveis para reflorestamento Qual terra é elegível para reflorestamento?

FORMULÁRIO DO DOCUMENTO DE CONCEPÇÃO DE PROJETO PARA ATIVIDADES DE PROJETOS DE FLORESTAMENTO E REFLORESTAMENTO (MDL-FR-DCP) - Versão 01

FORMULÁRIO DO DOCUMENTO DE CONCEPÇÃO DE PROJETO PARA ATIVIDADES DE PROJETOS DE FLORESTAMENTO E REFLORESTAMENTO (MDL-FR-DCP) - Versão 01 MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO FORMULÁRIO DO DOCUMENTO DE CONCEPÇÃO DE PROJETO PARA ATIVIDADES DE PROJETOS DE FLORESTAMENTO E REFLORESTAMENTO (MDL-FR-DCP) 1 SUMÁRIO A. Descrição geral da atividade

Leia mais

Mudanças climáticas e projetos de créditos de carbono -REFLORESTAMENTO-

Mudanças climáticas e projetos de créditos de carbono -REFLORESTAMENTO- Mudanças climáticas e projetos de créditos de carbono -REFLORESTAMENTO- Magno Castelo Branco magno@iniciativaverde.org.br As florestas no âmbito do MDL -Definição das Modalidades e Procedimentos relacionados

Leia mais

Legislação brasileira sobre mudança do clima

Legislação brasileira sobre mudança do clima Legislação brasileira sobre mudança do clima ILIDIA DA ASCENÇÃO GARRIDO MARTINS JURAS Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano

Leia mais

CONCEITOS CHAVE EM PROJETOS FLORESTAIS DE CARBONO. Celia A. Harvey, Climate Change Initiatives

CONCEITOS CHAVE EM PROJETOS FLORESTAIS DE CARBONO. Celia A. Harvey, Climate Change Initiatives CONCEITOS CHAVE EM PROJETOS FLORESTAIS DE CARBONO Celia A. Harvey, Climate Change Initiatives Projetos de carbono devem : Demonstrar adicionalidade Localizar potenciais fugas Garantir a permanência do

Leia mais

Solicitação para Chamada de Propostas

Solicitação para Chamada de Propostas Solicitação para Chamada de Propostas Melhores Capacidades e Avaliações dos Estoques de Carbono Segunda Parcela Histórico Dezembro 2014 O Fundo GCF: O Fundo dos Governadores para o Clima e Florestas (Fundo

Leia mais

Política Internacional de Mudanças Climáticas

Política Internacional de Mudanças Climáticas Política Internacional de Mudanças Climáticas Olaf Zerbock Com materiais de: Laura Ledwith Pennypacker (CI Center for Conservation in Government-CCG) Conteúdo - Estrutura da UNFCCC (Convenção- Quadro das

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES NO ESTADO DE SÃO PAULO. Programa Operacional do GEF: OP#15 (sustainable land management)

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES NO ESTADO DE SÃO PAULO. Programa Operacional do GEF: OP#15 (sustainable land management) PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES NO ESTADO DE SÃO PAULO Proposta para obtenção de recursos do GEF (doação sem encargos de US$7,05 milhões) Programa Operacional do GEF: OP#15 (sustainable land management)

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria

Confederação Nacional da Indústria Confederação Nacional da Indústria Brasília, novembro de 2010 mudança do clima COP 16: A Contribuição da Indústria Brasileira As Principais Mensagens Os esforços da indústria brasileira são uma importante

Leia mais

Relatório Final. Reflorestamento da Mata Atlântica através de Mecanismos Financeiros de Projetos de Carbono Florestal

Relatório Final. Reflorestamento da Mata Atlântica através de Mecanismos Financeiros de Projetos de Carbono Florestal Relatório Final Reflorestamento da Mata Atlântica através de Mecanismos Financeiros de Projetos de Carbono Florestal Maio 2010 FBDS-Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável Rua Eng. Álvaro

Leia mais

Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP

Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP Carta à sociedade referente à participação no Plano de Investimentos do Brasil para o FIP Prezado(a)s, Gostaríamos de agradecer por sua participação e pelas contribuições recebidas no âmbito da consulta

Leia mais

Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade

Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade Legislação Ambiental Brasileira: Entraves, Sucessos e Propostas Inovadoras no Âmbito da Pequena Propriedade Fórum sobre Área de Preservação Permanente e Reserva Legal na Paisagem e Propriedade Rural Piracicaba,

Leia mais

Planos de Ação para a Proteção de Florestas da Cargill

Planos de Ação para a Proteção de Florestas da Cargill Planos de Ação para a Proteção de Florestas da Cargill ESTAMOS AGINDO Ao endossar a Declaração de Nova York sobre Florestas em 2014, a Cargill comprometeu-se a fazer a sua parte e promover medidas práticas

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE SISTEMAS AGRO- FLORESTAIS 1. IDENTIFICAÇÃO DOS

Leia mais

Projetos de Carbono Considerações Legais. Brasília, Brasil Maio de 2008

Projetos de Carbono Considerações Legais. Brasília, Brasil Maio de 2008 Projetos de Carbono Considerações Legais Brasília, Brasil Maio de 2008 A comédia da Mudança Climática Resumo da apresentação Créditos de carbono e retirement Considerações legais sobre parcerias Acordos

Leia mais

ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO

ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO 1. INTRODUÇÃO A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) foi criada pela Lei estadual 14.028 de março de 2010 e tem como uma de suas finalidades executar a Política

Leia mais

Gestão da Qualidade em Projetos

Gestão da Qualidade em Projetos Gestão da Qualidade em Projetos O que é risco? Um risco é um evento incerto que, se ocorrer, pode comprometer a realização do objetivo do projeto. Identificação de riscos inclui determinar quais riscos

Leia mais

FIESP MUDANÇA DO CLIMA

FIESP MUDANÇA DO CLIMA MUDANÇA DO CLIMA Posicionamento FIESP Posicionamento FIESP para a COP16 A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), representante do maior parque industrial brasileiro, tem acompanhado atentamente

Leia mais

1. Introdução. 2. Objetivo geral. Av. Acordos de Lusaka, 2115 C.P. 2020 Maputo Telefone: 21466407, 21466244, 21465299 Fax: 21465849 1

1. Introdução. 2. Objetivo geral. Av. Acordos de Lusaka, 2115 C.P. 2020 Maputo Telefone: 21466407, 21466244, 21465299 Fax: 21465849 1 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO PARA A COORDENAÇÃO DA ACÇÃO AMBIENTAL Direcção Nacional de Gestão Ambiental Projecto de REDD+ Termos de Referência Consultoria para Avaliação Ambiental e Social Estratégica

Leia mais

Professora Dra.Jussara dos Santos Rosendo Orientadora e Professora -Universidade Federal de Uberlândia UFU E-mail: jussara@facip.ufu.

Professora Dra.Jussara dos Santos Rosendo Orientadora e Professora -Universidade Federal de Uberlândia UFU E-mail: jussara@facip.ufu. O Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) no Município de Ituiutaba MG Laíza Castro Brumano Viçoso Bolsista de IC/ FAPEMIG - Universidade Federal de Uberlândia UFU E-mail: laizabrumano@hotmail.com

Leia mais

ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE RAD

ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE RAD ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE RAD Departamento de Engenharia Florestal/DEFl/DEF Lab. de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Prof. Israel Marinho Pereira imarinhopereira@gmail.com

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações PROCESSO 026-2013 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028. TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia)

Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028. TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia) Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028 TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia) I. APRESENTAÇÃO 1.1. O Brasil é o décimo oitavo maior emissor

Leia mais

CONSIDERAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE NASCENTES

CONSIDERAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE NASCENTES CONSIDERAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE NASCENTES Este modelo foi desenvolvido visando à recuperação de Áreas de Preservação Permanente de Nascentes

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de

Leia mais

Recursos Hídricos. Clima e Recursos Hídricos. Anexo III-e. Prospecção Tecnológica. Síntese de Painel de Especialistas

Recursos Hídricos. Clima e Recursos Hídricos. Anexo III-e. Prospecção Tecnológica. Síntese de Painel de Especialistas Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Anexo III-e Recursos Hídricos Clima e Recursos Hídricos Síntese de Painel de Especialistas 1 Contexto Os sistemas hídricos brasileiros

Leia mais

Moratória da Soja no Bioma Amazônia Brasileiro

Moratória da Soja no Bioma Amazônia Brasileiro Moratória da Soja no Bioma Amazônia Brasileiro Uma iniciativa multistakeholder de sucesso no combate ao desflorestamento Conferência da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima Copenhague, Dinamarca Dezembro

Leia mais

MANIFESTO SOBRE PRINCÍPIOS E SALVAGUARDAS PARA O REDD

MANIFESTO SOBRE PRINCÍPIOS E SALVAGUARDAS PARA O REDD MANIFESTO SOBRE PRINCÍPIOS E SALVAGUARDAS PARA O REDD INTRODUÇÃO O REDD (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação) é o mecanismo que possibilitará países detentores de florestas tropicais poderem

Leia mais

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL PARA O USO SUSTENTÁVEL E A CONSERVAÇÃO DE SOLOS AGRÍCOLAS

LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL PARA O USO SUSTENTÁVEL E A CONSERVAÇÃO DE SOLOS AGRÍCOLAS ESTUDO LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL PARA O USO SUSTENTÁVEL E A CONSERVAÇÃO DE SOLOS AGRÍCOLAS ESTUDO DEZEMBRO/2014 Rodrigo Hermeto Corrêa Dolabella Consultor Legislativo da Área

Leia mais

II Reunión de la Alianza Latinoamericana de Fondos de Agua

II Reunión de la Alianza Latinoamericana de Fondos de Agua II Reunión de la Alianza Latinoamericana de Fondos de Agua Mejores practicas em los Fondos de Agua: Esquemas de pagos por servicios ambientales em fondos de agua caso Brasil Panamá, 19 de junio/2013 Helena

Leia mais

CAR Cadastro Ambiental Rural

CAR Cadastro Ambiental Rural Secretaria de Meio Ambiente CAR Cadastro Ambiental Rural E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PRODUTOR RURAL C R I S T I N A A Z E V E D O C O O R D E N A D O R A D E B I O D I V E R S I D A D E E R E C U R S O S

Leia mais

Inventário de Emissões e Estratégias de Neutralização. Desafios dos Projetos de Crédito de Carbono

Inventário de Emissões e Estratégias de Neutralização. Desafios dos Projetos de Crédito de Carbono Inventário de Emissões e Estratégias de Neutralização Desafios dos Projetos de Crédito de Carbono Julho 2009 Sobre a GSS Empresa com atuação focada no desenvolvimento de projetos e prestação de consultorias

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA CRIAÇÃO DE MATERIAL GRÁFICO DOS CONTEÚDOS TEXTUAIS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY,

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA CRIAÇÃO DE MATERIAL GRÁFICO DOS CONTEÚDOS TEXTUAIS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY, Termo de Referência CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA CRIAÇÃO DE MATERIAL GRÁFICO DOS CONTEÚDOS TEXTUAIS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY, NO ESTADO DO PARÁ. INTRODUÇÃO E CONTEXTO A The Nature Conservancy

Leia mais

Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos

Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos Entidade Contratante: Delegação da União Europeia em Moçambique Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos Orientações destinadas aos requerentes de subvenções CORRIGENDUM Concurso restrito

Leia mais

Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis Registro de Experiências municipais 1

Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis Registro de Experiências municipais 1 Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis Registro de Experiências municipais 1 Conceito de Tecnologia Social aplicada a Municípios Sustentáveis: "Compreende técnicas, metodologias e experiências

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.854 DE 29 DE ABRIL DE 2009

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.854 DE 29 DE ABRIL DE 2009 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.854 DE 29 DE ABRIL DE 2009 Aprova o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia

Leia mais

Livro Uma Verdade Inconveniente - Al Gore

Livro Uma Verdade Inconveniente - Al Gore Livro Uma Verdade Inconveniente - Al Gore O objetivo do presente projeto é a neutralização das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) causadas pela produção e distribuição da edição em português do livro

Leia mais

Climate Change, Energy and Food Security 13 de novembro de 2008 Rio de Janeiro

Climate Change, Energy and Food Security 13 de novembro de 2008 Rio de Janeiro Climate Change, Energy and Food Security Rio de Janeiro Mudanças Climáticas Amazônia, Problemas Ambientais e Proteção da Biomassa Israel Klabin F U N D A Ç Ã O B R A S I L E I R A P A R A O D E S E N V

Leia mais

Relatório de Validação

Relatório de Validação Relatório de Validação AgCert International PLC VALIDAÇÃO DO PROJETO - MDL: PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE METANO SMDA BR07- S -34, BAHIA, ESPIRITO SANTO, MINAS GERAIS e SÃO PAULO, BRASIL RELATÓRIO N. 949525

Leia mais

Determinação do Escopo do Estudo e Formulação de Alternativas.

Determinação do Escopo do Estudo e Formulação de Alternativas. Disciplina de Impacto Ambiental UFMG 1º/2008. Capítulo 6 Determinação do Escopo do Estudo e Formulação de Alternativas. Por Marcelo Garcia Ribeiro A Avaliação de Impacto Ambiental(AIA) compreende todos

Leia mais

O programa brasileiro de unidades de conservação

O programa brasileiro de unidades de conservação O programa brasileiro de unidades de conservação MARINA SILVA Ministério do Meio Ambiente, Esplanada dos Ministérios, Brasília, Distrito Federal, Brasil. e-mail: marina.silva@mma.gov.br INTRODUÇÃO A Convenção

Leia mais

Dimensão Mudanças Climáticas

Dimensão Mudanças Climáticas Dimensão Mudanças Climáticas Dimensão Mudanças Climáticas 2 Sumário CRITÉRIO I POLÍTICA... 3 INDICADOR 1. COMPROMISSO, ABRANGÊNCIA E DIVULGAÇÃO... 3 CRITÉRIO II GESTÃO... 5 INDICADOR 2. RESPONSABILIDADE...

Leia mais

Mercados Mundiais de Carbono: Questões Estratégicas - Aspectos Jurídicos da Estruturação de Projetos de Redução de Emissões

Mercados Mundiais de Carbono: Questões Estratégicas - Aspectos Jurídicos da Estruturação de Projetos de Redução de Emissões Mercados Mundiais de Carbono: Questões Estratégicas - Aspectos Jurídicos da Estruturação de Projetos de Redução de Emissões Vladimir Miranda Abreu vabreu@tozzinifreire.com.br Mercado de Carbono no Brasil

Leia mais

Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO

Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO N ú m e r o P-24 POLÍTICA DE SALVAGUARDAS AMBIENTAIS E SOCIAIS DO FUNBIO Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO POLÍTICA DE SALVAGUARDAS AMBIENTAIS E SOCIAIS DO FUNBIO FUNBIO Fundo Brasileiro para

Leia mais

22o. Prêmio Expressão de Ecologia

22o. Prêmio Expressão de Ecologia 22o. Prêmio Expressão de Ecologia 2014-2015 Vista do corte raso da vegetação sob a rede anterior ao Projeto. Unidade de Conservação e formação dos corredores vegetados após implantação do Projeto. Área

Leia mais

DOCUMENTO DE INFORMAÇÃO DE PROJETO (DIP) ESTÁGIO CONCEITUAL Relatório n o : PIDC859

DOCUMENTO DE INFORMAÇÃO DE PROJETO (DIP) ESTÁGIO CONCEITUAL Relatório n o : PIDC859 DOCUMENTO DE INFORMAÇÃO DE PROJETO (DIP) ESTÁGIO CONCEITUAL Relatório n o : PIDC859 Nome do Projeto Região País Setor(es) Tema(s) Instrumento de Empréstimo ID do Projeto Mutuário(s) Agência Implementadora

Leia mais

Projetos de MDL no Brasil: Cuidados e Riscos que devem ser Avaliados. Vladimir Miranda Abreu vabreu@tozzini.com.br

Projetos de MDL no Brasil: Cuidados e Riscos que devem ser Avaliados. Vladimir Miranda Abreu vabreu@tozzini.com.br Projetos de MDL no Brasil: Cuidados e Riscos que devem ser Avaliados Vladimir Miranda Abreu vabreu@tozzini.com.br Mercado de Carbono Somente projetos estruturados com base nos mecanismos de flexibilização

Leia mais

- Resultados da COP 21 - indc brasileira

- Resultados da COP 21 - indc brasileira - Resultados da COP 21 - indc brasileira Adriano Santhiago de Oliveira Diretor Departamento de Mudanças Climáticas Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental Ministério do Meio Ambiente Resultados

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL DE RECRUTAMENTO Nº 001/2016 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 012/2016

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL DE RECRUTAMENTO Nº 001/2016 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 012/2016 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL DE RECRUTAMENTO Nº 001/2016 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 012/2016 I. DO OBJETO DA CONTRATAÇÃO Contratação de TÉCNICO DE CAMPO para o Projeto Produção Sustentável em Áreas

Leia mais

Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse

Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse No Módulo 2... Porquê realizar uma análise de grupos de interesse? Identificação dos grupos de interesse Avaliação da importância e influência dos grupos de interesse

Leia mais

Nome do Processo de Seleção: Consultor Profissional Junior (secretario) da Cooperação Técnica BR-X1028

Nome do Processo de Seleção: Consultor Profissional Junior (secretario) da Cooperação Técnica BR-X1028 CONVITE À APRESENTAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE SERVIÇOS DE CONSULTORIA País: Brasil Nome do Processo de Seleção: Consultor Profissional Junior (secretario) da Cooperação Técnica BR-X1028 O Ministério

Leia mais

Seção 1: Solicitação de registro

Seção 1: Solicitação de registro Registro de Atividade de Projeto de MDL e Formulário do Relatório de Validação (Ao enviar este formulário, a Entidade Operacional Designada confirma que a atividade de projeto de MDL proposta atende a

Leia mais

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO DECLARAÇÃO DE APOIO CONTÍNUO DO DIRETOR PRESIDENTE Brasília-DF, 29 de outubro de 2015 Para as partes

Leia mais

Percepção de 100 executivos sobre o impacto das mudanças climáticas e práticas de sustentabilidade nos negócios

Percepção de 100 executivos sobre o impacto das mudanças climáticas e práticas de sustentabilidade nos negócios Percepção de 100 executivos sobre o impacto das mudanças climáticas e práticas de sustentabilidade nos negócios 2 OBJETIVO Levantar informações e mapear percepções sobre questões relacionadas às Mudanças

Leia mais

Fundado em 2003, o Instituto Totum conta com profissionais com grande experiência e altamente qualificados em projetos de créditos de carbono.

Fundado em 2003, o Instituto Totum conta com profissionais com grande experiência e altamente qualificados em projetos de créditos de carbono. Fundado em 2003, o Instituto Totum conta com profissionais com grande experiência e altamente qualificados em projetos de créditos de carbono. Os serviços envolvem uma ampla faixa de consultoria, desde

Leia mais

GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF

GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF José Bento da Rocha Farmacêutico graduado pela Universidade Estadual de Goiás UEG,

Leia mais

Considerando o parágrafo 20 da Decisão 7 da Conferência das Partes na qualidade de reunião da Partes do Protocolo de Quioto - Decisão 7/CMP.

Considerando o parágrafo 20 da Decisão 7 da Conferência das Partes na qualidade de reunião da Partes do Protocolo de Quioto - Decisão 7/CMP. Resolução nº 9, de 20 de março de 2009, que dispõe sobre o Programa de Atividades no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. A Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, criada pelo Decreto

Leia mais

Componente curricular: Topografia e Cartografia. Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli

Componente curricular: Topografia e Cartografia. Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli Componente curricular: Topografia e Cartografia Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli 1. Introdução a Topografia. 1.1. Definição. Como seria uma cidade se os donos de propriedades

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS E FOCOS DE ATUAÇÃO PARA O BIÊNIO 2013 E 2014

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS E FOCOS DE ATUAÇÃO PARA O BIÊNIO 2013 E 2014 DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS E FOCOS DE ATUAÇÃO PARA O BIÊNIO 2013 E 2014 Projetos no Bioma Amazônia A Critérios Orientadores B C D E F Condicionantes Mínimos para Projetos Modalidades

Leia mais

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica R E A L I Z A Ç Ã O : A P O I O : A Razão Diversos estados e municípios também estão avançando com suas políticas de mudanças

Leia mais

A SEGUIR ALGUMAS DICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO CIENTÍFICO

A SEGUIR ALGUMAS DICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO CIENTÍFICO A SEGUIR ALGUMAS DICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO CIENTÍFICO DESENVOLVENDO UM PROJETO 1. Pense em um tema de seu interesse ou um problema que você gostaria de resolver. 2. Obtenha um caderno

Leia mais

Portal de responsabilidade social corporativa Empresa dos Sonhos Copyright 2010 Organização não-governamental Projetos sociais meu sonho não tem fim

Portal de responsabilidade social corporativa Empresa dos Sonhos Copyright 2010 Organização não-governamental Projetos sociais meu sonho não tem fim Portal de responsabilidade social corporativa Sumário O que é o? Página 3 Como incluir uma empresa? Página 5 Créditos Página 6 2 O que é o? O portal "" é um projeto da organização nãogovernamental "Projetos

Leia mais

Mudanças Climáticas e Setor Elétrico Brasileiro. Enase 2009

Mudanças Climáticas e Setor Elétrico Brasileiro. Enase 2009 Mudanças Climáticas e Setor Elétrico Brasileiro Enase 2009 Objetivo: agregar todos segmentos do setor elétrico, geradores de todas fontes, transmissores, distribuidores e consumidores para discutir e apresentar

Leia mais

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Workshop Adaptação às mudanças climáticas e os desafios da gestão ambiental integrada no Brasil O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Diretoria de Recursos Hídricos Ministério

Leia mais

ESTIMATIVA DE VARIÁVEIS FLORESTAIS COM DADOS DO PERFILAMENTO A LASER (LiDAR)

ESTIMATIVA DE VARIÁVEIS FLORESTAIS COM DADOS DO PERFILAMENTO A LASER (LiDAR) ESTIMATIVA DE VARIÁVEIS FLORESTAIS COM DADOS DO PERFILAMENTO A LASER (LiDAR) Patrick dos Santos Bastos 1 ; Jessica Nepomuceno Patriota 2 ; Marcos Giongo 3 1 Aluno do Curso de Engenharia Florestal; PIBIC/CNPq,

Leia mais

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional. 1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL:

MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL: III ENCONTRO LATINO AMERICANO E CARIBENHO SOBRE MUDANÇAS AS CLIMÁTICAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL: Participação dos Estados Eugênio Cunha São Paulo 14 de março de 2008 SUMÁRIO PARTE I NÍVEL INSTITUCIONAL

Leia mais

Conferência Ethos 2012

Conferência Ethos 2012 Conferência Ethos 2012 Painel/Oficina 8 Florestas e Mudanças Climáticas Andre Guimaraes CI-Brasil São Paulo, 11 a 13 de junho de 2012 Quem Somos A Natureza da CI Missão (atual) Promover o bem-estar humano

Leia mais

PROGRAMME OF ACTIVITIES DESIGN DOCUMENT FORM FOR F/R (CDM-PoA-DD-AR) - Version 01. CDM Executive Board Page 1

PROGRAMME OF ACTIVITIES DESIGN DOCUMENT FORM FOR F/R (CDM-PoA-DD-AR) - Version 01. CDM Executive Board Page 1 Page 1 MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO FORMULÁRIO DO DOCUMENTO DE CONCEPÇÃO DO PROGRAMA DE ATIVIDADES PARA ATIVIDADES DE PROJETO DE FORESTAMENTO E REFLORESTAMENTO (MDL-PoA-DC-FR) (Versão 01) CONTEÚDO

Leia mais

Educação Integral Desafios para a implementação

Educação Integral Desafios para a implementação Educação Integral Desafios para a implementação Educação Integral: uma demanda da sociedade Enfrentamento da desigualdade social: Garantia de direitos Ampliação das redes de proteção para crianças e adolescentes

Leia mais

Fontes de Financiamento para REDD+ Visão geral

Fontes de Financiamento para REDD+ Visão geral Fontes de Financiamento para REDD+ Visão geral Dezembro / 2012 Agenda Como se dá o financiamento? Quais são as fontes de financiamento? Qual fonte usar? Agenda Como se dá o financiamento? Quais são as

Leia mais

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso 7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso Saiba como colocar o PINS em prática no agronegócio e explore suas melhores opções de atuação em rede. Quando uma empresa

Leia mais

Programa Fundo Amazônia / Ministério do Meio Ambiente de apoio ao Cadastramento Ambiental Rural

Programa Fundo Amazônia / Ministério do Meio Ambiente de apoio ao Cadastramento Ambiental Rural Programa Fundo Amazônia / Ministério do Meio Ambiente de apoio ao Cadastramento Ambiental Rural 1 OBJETIVO Apoio financeiro a projetos que viabilizem a adesão de proprietários rurais ao Cadastro Ambiental

Leia mais

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO PROJETO DE LEI Nº 506, DE 2008: A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA:

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO PROJETO DE LEI Nº 506, DE 2008: A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA: ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO PROJETO DE LEI Nº 506, DE 2008: Estabelece mecanismos de participação no produto da arrecadação do ICMS gerado pela cadeia produtiva no município onde se localiza

Leia mais

INTRODUÇÃO 1.1 POR QUE GEOPROCESSAMENTO?

INTRODUÇÃO 1.1 POR QUE GEOPROCESSAMENTO? 1 INTRODUÇÃO 1.1 POR QUE GEOPROCESSAMENTO? O termo Geoprocessamento denota a disciplina do conhecimento que utiliza técnicas matemáticas e computacionais para o tratamento da informação geográfica. Esta

Leia mais

Valorização de projetos sócio-ambientais no mercado de carbono

Valorização de projetos sócio-ambientais no mercado de carbono Valorização de projetos sócio-ambientais no mercado de carbono OPORTUNIDADE PARA BRASIL Brasil, 10/07/13 Resumo Microsol Microsol é uma empresa social criada em 2006. Possuí sedes em Paris, Lima e México

Leia mais

CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS. Junho 2013

CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS. Junho 2013 CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS Junho 2013 PROPÓSITO Aqui apresentamos o caminho para as empresas adotarem uma estratégia em adaptação às mudanças climáticas,

Leia mais

Padrões Voluntários de Verificação Bruno Brazil

Padrões Voluntários de Verificação Bruno Brazil Padrões Voluntários de Verificação Bruno Brazil 13/12/2011 Imaflora incentiva e promove mudanças nos setores florestal e agrícola, visando a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e a promoção

Leia mais

Auditoria Energética

Auditoria Energética Auditoria Energética Função das Auditorias Energéticas Como estamos? Quanta energia está sendo utilizada? Onde a energia está sendo utilizada? Quando a energia está sendo utilizada? Como e em qual equipamentos

Leia mais

Manual de Estágio Supervisionado do Curso de Administração

Manual de Estágio Supervisionado do Curso de Administração Manual de Estágio Supervisionado do Curso de Administração Rio de Janeiro RJ 1 SUMÁRIO 1 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO... 3 2 LEGISLAÇÃO CONSIDERADA... 4 3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO...

Leia mais

Subgrupo de Mapeamento & Monitoramento. 24 de julho de 2007

Subgrupo de Mapeamento & Monitoramento. 24 de julho de 2007 Subgrupo de Mapeamento & Monitoramento 24 de julho de 2007 1 Modelo operacional Mapeamento da situação em agosto de 2006, primeira informação oficial após a declaração da Moratória Identificação das áreas

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS PARA O COMBATE AO DESMATAMENTO

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS PARA O COMBATE AO DESMATAMENTO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS PARA O COMBATE AO DESMATAMENTO Resposta ao Observatório do Clima sobre suas considerações ao Sumário de informações sobre como

Leia mais

Subsecretaria de Captação de Recursos SUCAP/SEPLAN Secretaria de Planejamento e Orçamento do Distrito Federal SEPLAN Governo do Distrito Federal

Subsecretaria de Captação de Recursos SUCAP/SEPLAN Secretaria de Planejamento e Orçamento do Distrito Federal SEPLAN Governo do Distrito Federal Subsecretaria de Captação de Recursos SUCAP/SEPLAN Secretaria de Planejamento e Orçamento do Distrito Federal SEPLAN Governo do Distrito Federal TERMO DE REFERÊNCIA À SECRETARIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS

Leia mais

Cover Page. Imaflora Bruno Brazil de Souza bruno@imaflora.org Fone: +55 19 3429 0848 / 98324 5522

Cover Page. Imaflora Bruno Brazil de Souza bruno@imaflora.org Fone: +55 19 3429 0848 / 98324 5522 Cover Page i. Nome do projeto Carbono das Nascentes do Xingu ii. Localização do projeto Propriedades privadas da Bacia Hidrográfica do rio Xingu, no estado de Mato Grosso, Brasil. iii. Proponente do projeto

Leia mais

Inventário das Emissões de gases de efeito estufa

Inventário das Emissões de gases de efeito estufa Inventário das Emissões de gases de efeito estufa Ano de referência do inventário: 2014 JBS Nome fantasia: JBS S/A - CNPJ: 02.916.265/0001-60 Tipo da empresa: Matriz Setor econômico: C. Indústrias de transformação

Leia mais

Gerenciamento dos Riscos de um Projeto

Gerenciamento dos Riscos de um Projeto Gerenciamento dos Riscos de um Projeto Profa. Carolina Andion, Dra Referência: PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE (PMI) Um Guia do Conjunto de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK Capítulo 6),

Leia mais

Dimensão Ambiental GRUPO IF

Dimensão Ambiental GRUPO IF Dimensão Ambiental GRUPO IF Serviços Financeiros Instituições Financeiras, Seguradoras Dimensão Ambiental 119 GRUPO IF... 118 CRITÉRIO I - POLÍTICA... 120 INDICADOR 1. COMPROMISSO, ABRANGÊNCIA E DIVULGAÇÃO

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste manual é orientar a administração da Cooperativa nos procedimentos internos destinados a minimizar a ocorrência de riscos operacionais, estabelecendo, didaticamente, conceitos

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

Nesta 2º Circular divulgamos as seguintes informações

Nesta 2º Circular divulgamos as seguintes informações 2ª Circular Nesta 2º Circular divulgamos as seguintes informações 1. Prazos e Normatizações dos EDP s (Espaços de Diálogos e Práticas) 2. Prazos e Normatizações das Oficinas e Mini-Cursos 3. Valores de

Leia mais

Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica

Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Impactos e Adaptações do Mercado para Implantação da Portaria MME 455/2012 Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Agenda Objetivos gerais

Leia mais

Marco de Política para o Reassentamento Involuntário

Marco de Política para o Reassentamento Involuntário Marco de Política para o Reassentamento Involuntário Introdução O Marco de Políticas serve para orientar as equipes estaduais para os casos em que a construção de infra-estrutura hídrica com financiamento

Leia mais

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA INTRODUÇÃO O presente Termo de Referência tem como objetivo

Leia mais

Termo de Referencia. Contratação de Especialista 1 Moderação e Planejamento Participativo Indígena e Indigenista

Termo de Referencia. Contratação de Especialista 1 Moderação e Planejamento Participativo Indígena e Indigenista Termo de Referencia IIª Etapa de Agenda e Planejamento da Gestão Territorial e Ambiental da Terra Indígena Trincheira Bacajá, povo Mebengokré Xikrin Contratação de Especialista 1 Moderação e Planejamento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Diagnóstico Ambiental e PRA (Projeto de Recuperação Ambiental)

TERMO DE REFERÊNCIA. Diagnóstico Ambiental e PRA (Projeto de Recuperação Ambiental) TERMO DE REFERÊNCIA Diagnóstico Ambiental e PRA (Projeto de Recuperação Ambiental) 1. Código: TDR_RRB_04 2. Título: Elaboração de diagnóstico ambiental consolidado em campo e PRA (Projeto de Recuperação

Leia mais

LEVANTAMENTO E MONITORAMENTO DOS RECURSOS FLORESTAIS DOS TABULEIROS COSTEIROS DO NORDESTE DO BRASIL*

LEVANTAMENTO E MONITORAMENTO DOS RECURSOS FLORESTAIS DOS TABULEIROS COSTEIROS DO NORDESTE DO BRASIL* LEVANTAMENTO E MONITORAMENTO DOS RECURSOS FLORESTAIS DOS TABULEIROS COSTEIROS DO NORDESTE DO BRASIL* BOLFE, É. L. 1 I. INTRODUÇÃO A necessidade de conhecer os modelos atuais de uso da terra e as modificações

Leia mais

A RELAÇÃO DE SINERGIA ENTRE BIOCOMÉRCIO E REDD+ uma proposta de implementação conjunta FERNANDA SIQUEIRA

A RELAÇÃO DE SINERGIA ENTRE BIOCOMÉRCIO E REDD+ uma proposta de implementação conjunta FERNANDA SIQUEIRA A RELAÇÃO DE SINERGIA ENTRE BIOCOMÉRCIO E REDD+ uma proposta de implementação conjunta FERNANDA SIQUEIRA 2013 REDD+ BioComércio 1. Cumprimento legal 2. Reconhecimento e garantia de direitos 3. Distribuição

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO (Anexo 1)

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO (Anexo 1) Prezado(a) Professor(a), Visando orientar e otimizar as informações que deverão constar no projeto, elencamos, abaixo, os itens imprescindíveis para compreensão e apresentação da sua proposta ao Prêmio

Leia mais

O Crédito e a. no BB

O Crédito e a. no BB O Crédito e a Sustentabilidade no BB O Crédito e a Sustentabilidade no BB Para efeito de concessão de crédito, os produtores são divididos da seguinte forma: Agricultura Familiar: Agricultores e Pecuaristas

Leia mais

AS COOPERATIVAS FLORESTAL. Magno Botelho Castelo Branco

AS COOPERATIVAS FLORESTAL. Magno Botelho Castelo Branco AS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS E O MDL FLORESTAL Guia de Orientação Magno Botelho Castelo Branco Objetivos Gi Guia de orientação sobre o MDL florestal tl para cooperativas agropecuárias; Conceitua o MDL

Leia mais

EDITAL 008/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: TRANSFERÊNCIA TECNOLOGIA

EDITAL 008/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: TRANSFERÊNCIA TECNOLOGIA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 008/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: TRANSFERÊNCIA TECNOLOGIA O Projeto BRA/06/032

Leia mais