INDICADORES TÁCTICO-TÉCNICOS DE SUCESSO DO JOGO DE PÓLO AQUÁTICO DE ELITE

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1 ARTIGO DE PERSPECTIVA (PERSPECTIVES) INDICADORES TÁCTICO-TÉCNICOS DE SUCESSO DO JOGO DE PÓLO AQUÁTICO DE ELITE TACTICAL AND TECHNICAL PERFORMANCE INDICATORS IN ELITE WATERPOLO Sofia Canossa 1, Júlio Garganta 1, Francisco Argudo 2, Ricardo Fernandes 1 1 Universidade do Porto, Faculdade de Desporto, CIFI2D, Portugal 2 Facultad de Formación de Profesorado y Educación da Universidade Autónoma de Madrid, España. Corresponding author: Ricardo Fernandes Faculdade de Desporto Universidade do Porto Gabinete de Natação Rua Plácido Costa, Porto, Portugal Telefone: +351 (22) Fax: +351 (22) Submitted for publication: January 2009 Accepted for publication: March 2009 RESUMO CANOSSA, S.; GARGANTA, J.; ARGUDO, F.; FERNANDES, R. Indicadores táctico-técnicos de sucesso do jogo de pólo aquático de elite. Brazilian Journal of Biomotricity, v. 3, n. 3, p , A melhoria do desempenho em Pólo Aquático implica um conhecimento aprofundado do jogo e consequente análise da prestação dos jogadores. No entanto, embora se observe um crescimento da investigação da dimensão táctica do jogo, a diversidade de metodologias de observação e análise tem dificultado a comparação dos resultados, condição fundamental para o entendimento processual das partidas e o conhecimento da(s) lógica(s) do jogo. Neste estudo pretendeu discriminar-se as principais acções tradutoras da qualidade e do sucesso nas partidas, as quais evidenciam elevados níveis de prestação. Procurou actualizar-se o quadro de referências sobre a investigação nesta modalidade, identificando as acções críticas desenvolvidas pelos jogadores associadas a elevados níveis de prestação e perfilando as principais características de modelos de jogo de elite. Adicionalmente, perspectivaram-se temas futuros de investigação. Concluiu-se que as acções que influem no resultado da partida (correlacionando-se directamente com o sucesso), foram o método de jogo de contra-ataque e o desenvolvimento da superioridade numérica temporal com percentagens de concretização superiores às das equipas de um nível de prestação inferior. Estas equipas de segundo plano parecem evidenciar dificuldades quando em situação de superioridade numérica temporal, tanto na fase ofensiva como defensiva, assim como revelam reduzido sucesso nas acções de bloco defensivo. Palavras-chave: Pólo aquático, táctica, análise do jogo, elite 209

2 ABSTRACT CANOSSA, S.; GARGANTA, J.; ARGUDO, F.; FERNANDES, R. Tactical and technical performance indicators in elite Waterpolo. Brazilian Journal of Biomotricity, v. 3, n. 3, p , 2009.The development of the team s performance level in Water Polo requires a deep understanding of the game and a consequent analysis of each individual player s performance. Nonetheless the fact that the number of studies related to Water Polo tactics as been increasing, the diversity of observation and analysis methodologies make difficult the comparison of the obtained data. The purpose of the present study is to state the main actions that leads to success in Water Polo matches. By accomplishing a bibliographic review of the most actual studies, it were identified the critical actions conducted by Water Polo players that leaded to high performance levels. Additionally, it was suggested future topics of interest. It was concluded that the contra attack and the development of situations of temporal numerical superiority (with higher scoring percentages when comparing to lower level teams) were the actions that directly correlates with success and, therefore, determines the games final results. The lower level teams seems to show difficulties in situations of temporal numerical superiority, both in offensive and defensives phases, as well as demonstrate lower success in defensive block situations. Key words: Water Polo, tactics, game analysis, elite INTRODUÇÃO O Pólo Aquático é, hoje em dia, praticado em vários países dos cinco continentes. As suas origens remontam à segunda metade do século XIX, sendo considerada uma das mais antigas modalidades desportivas (HART, 1978). Em Portugal, por exemplo, surgiu em 1907, sendo a segunda modalidade colectiva a ser introduzida, imediatamente a seguir ao futebol (SARMENTO, 1989; SMITH, 1998). Após cem anos decorridos e várias alterações regulamentares, tem-se observado uma evolução crescente desta modalidade, nomeadamente a nível dos países participantes dos Campeonatos do Mundo e Jogos Olímpicos. A melhoria do nível de desempenho das equipas de segundo plano implica um conhecimento aprofundado do jogo praticado pelas equipas de elite e, portanto, a observação atenta e consequente análise da prestação dos jogadores e suas formações. Este facto leva-nos à necessidade de repensar e reajustar a orientação dos processos de ensino e de treino, inserindo conteúdos de relevância táctico-técnica que possam influir positivamente na qualidade do jogo, com consequências importantes para o sucesso desportivo. Vários factores podem ser apontados como estando na origem do distanciamento do nível de prestação entre formações de primeiro e segundo plano. No contexto do presente estudo, a necessidade de promover o desenvolvimento do nível de jogo do Pólo Aquático motiva o nosso enfoque na análise do rendimento desportivo, cingindo-nos aos indicadores táctico-técnicos de sucesso. Neste contexto, antes de se efectuarem propostas que visem promover o desenvolvimento do nível de jogo, revela-se imprescindível identificar o que é necessário melhorar, percebendo o que caracteriza o nível de prestação das formações de elite, que factores podem estar relacionados com o seu maior êxito, em suma, que acções são exteriorizadas por essas equipas e respectivos jogadores que se encontrem relacionadas com respectivo sucesso. É sabido, porém, que nos Jogos Desportivos, a consecução de estudos que permitam observar e analisar as acções do jogo e dos jogadores é uma tarefa difícil, dada a complexidade do jogo enquanto objecto de estudo (ARGUDO, 2000; GARGANTA, 1997). No Pólo Aquático, tem-se sentido essa dificuldade. Embora existam vários autores que enfatizam a importância de se proceder à análise cuidada deste jogo (CARREIRO, 2002; DOPSAJ e THANOPOULOS, 2006; KIOUMORTZOGLOU et al., 1997; LLORET, 1994; LOPEZ e ARELLANO, 2003; SARMENTO, 1994), as suas características complexas levam a que a maioria dos estudos se desenvolvam no âmbito do ensino, treino técnicotáctico e das capacidades condicionais (ARGUDO e LLORET, 1998; CANOSSA, 2001), existindo um número reduzido de estudos desenvolvidos nas áreas da Biomecânica, 210

3 Fisiologia e Psicologia. De igual forma, a área de estudo que procura o entendimento do jogo no que concerne aos seus processos e acções caracterizadoras (indicadoras de uma maior ou menor qualidade de prestação das equipas), apresenta uma carência significativa de estudos. Este facto parece encontrar justificação, sobretudo, devido à não convergência das várias metodologias de observação e análise, o que implica uma maior dificuldade na comparação de dados e, consequentemente, um acesso dificultado à informação e ao melhor conhecimento do jogo. No presente estudo procuram-se discriminar as principais acções tradutoras da qualidade e do sucesso nas partidas, as quais evidenciam elevados níveis de prestação. Assim, traçaram-se os seguintes objectivos: (i) actualizar o quadro de referências sobre a investigação em Pólo Aquático; (ii) identificar as acções críticas desenvolvidas pelos jogadores associadas a elevados níveis de prestação; (iii) perfilar as principais características de modelos de jogo de elite e (iv) perspectivar tópicos para investigações futuras sobre o jogo. DESENVOLVIMENTO Como referem Takagi et al. (2005), o desenvolvimento do Pólo Aquático irá abrandar enquanto não se reunir um maior conhecimento, quer sobre o jogo propriamente dito, quer sobre os factores determinantes do rendimento do jogador de elite. Assim, parece ser consensual a premência em se intensificar o estudo, sobretudo no que respeita ao entendimento sobre a dinâmica do jogo e prestação dos jogadores (DOPSAJ, 1993). Do exposto anteriormente, parece fazer todo o sentido que se evidencie a investigação da dimensão táctica do jogo e que se desenvolvam um maior número de estudos centrados na observação e análise das partidas. Este procedimento exploratório, para além de possibilitar um melhor conhecimento sobre a realidade do jogo, permite avaliar, organizar e regular os processos de ensino, do treino e da própria competição (GARGANTA, 1997). Através da consulta da literatura da especialidade produzida na última década, identificaram-se as principais acções desenvolvidas pelos jogadores e equipas de elite cuja efectivação parece induzir elevados níveis de prestação, traduzindo a qualidade de jogo e o sucesso das partidas. Assim, através de uma revisão da literatura sobre o rendimento desportivo das formações de elevado nível competitivo, desenvolvidos com base em variáveis de observação de natureza táctico-técnica, apresentar-se-ão algumas características de modelos de jogo. Saliente-se que, dada a dissemelhança de metodologias propostas na literatura, optou-se por não as descrever e discutir, tendo-se centrado a análise nas principais variáveis táctico-técnicas consideradas, bem como nas ponderações a propósito da prestação das equipas de elevado nível competitivo. A presente pesquisa iniciou-se com o estudo de Lloret (1998), no qual foram analisadas 10 partidas da fase preliminar e semifinais do Jogos Olímpicos de Barcelona Tratase de uma obra de referência, não só por ser um manual técnico, táctico e estratégico da acção do jogador e da equipa, mas também por propor, com base no estudo de Sarmento (1991), uma nova metodologia de análise. A fim de quantificar a acção de jogo, no sentido de esclarecer e justificar o trabalho ofensivo e defensivo das equipas, foi efectuado o cálculo dos coeficientes de valoração ofensiva e defensiva. Concluiu-se que o sistema ofensivo preferencialmente adoptado é o ataque posicional organizado (independentemente da forma defensiva adversária), tanto na forma pura, i.e., sem alteração da posição dos jogadores no dispositivo ofensivo inicialmente adoptado, como, 211

4 com acções individuais de ruptura e consequente alteração das posições iniciais, ou seja, ataque posicional com movimentos de entrada. Este último encontra-se fortemente correlacionado com a obtenção de expulsões. Relativamente à acção defensiva observouse um predomínio da defesa zonal face à nominal, provavelmente justificada pela presença do jogador pivot. A forte relação encontrada pelo autor entre o sistema ofensivo utilizado (ataque posicional) e a obtenção de exclusões é um contributo fundamental para o conhecimento do jogo, já que um dos meios potenciais de concretização nesta modalidade é o jogo em situação de superioridade numérica temporal materializado pela obtenção de exclusões (CANOSSA, 2001). Posteriormente, a metodologia proposta por Lloret (1998) foi seguida por diversos autores na análise das acções de jogo. Argudo (2000), baseando-se na aplicação dos coeficientes de eficácia, realizou a concepção, validação e aplicação de um processo de avaliação da táctica, distinguindo a quantificação das variáveis tácticas nos sistemas de jogo, assim como a valoração da eficácia através do emprego de 18 coeficientes. Numa amostra de 40 jogos do Campeonato de Europa de Sevilha 1997, foram observadas diferenças de eficácia entre géneros e entre vencedores e vencidos em apenas 4 (dos 60) coeficientes de eficácia estudados, nomeadamente no coeficiente de eficácia em contra-ataque [(nº de golos marcados + nº de golos marcados em penalti) x 100 / nº de contra-ataques], no coeficiente de eficácia de recuperação defensiva [(nº de golos sofridos + nº de golos sofridos em penalti) x 100 / nº de recuperações defensivas], no coeficiente de eficácia ofensiva em igualdade numérica [(nº de golos marcados + nº de golos marcados em penalti) x 100 / nº de posses de bola] e no coeficiente de eficácia defensiva em igualdade numérica [(nº de golos sofridos + nº de golos sofridos em penalti) x 100 / nº de acções sem posse de bola]. Argudo (2000) constatou que o coeficiente de eficácia em contra-ataque e o coeficiente de eficácia de recuperação defensiva apresentam maior expressão nas equipas masculinas. Relativamente ao coeficiente de eficácia ofensiva em igualdade numérica e ao coeficiente de eficácia defensiva em igualdade numérica, estes aparecem mais valorizados nas equipas femininas vencedoras relativamente às vencidas. Assim, conclui-se que é na situação de transição que se verificam diferenças mais significativas entre géneros, i.e., no contra-ataque e na recuperação defensiva. As formações femininas registam um menor coeficiente de eficácia em contra-ataque, já que desenvolvem essa acção com maior frequência, embora sejam menos eficazes que as formações masculinas (o que pode significar uma opção metodológica de organização do processo ofensivo). Este facto parece implicar que também as situações de recuperação defensiva terão maior ocorrência, o que se repercute nos valores do coeficiente de eficácia da recuperação defensiva. As equipas masculinas, mais eficazes no contra-ataque, desenvolvem com menor frequência a acção ofensiva referida, corroborando Lloret (1998) relativamente ao sistema ofensivo preferencialmente utilizado pelas equipas de elite: o ataque posicional puro e com movimentos individuais. Posteriormente, Argudo e Lloret (2000a, 2000b) procuraram divulgar o modelo de quantificação táctica anteriormente preconizado (através da aplicação dos coeficientes de eficácia), sublinhando que ele deveria cada vez mais utilizado como um instrumento de investigação. Com esse propósito, mais recentemente, Argudo e Ruiz (2006) validaram a referida metodologia de análise relativamente à prestação do guarda-redes. Também em Portugal se procurou caracterizar o modelo de jogo ofensivo de elite através da observação e análise do comportamento de variáveis táctico-técnicas. Estudando as 3 equipas femininas melhor classificadas no Campeonato de Europa de Sevilha 1997, Canossa (2001) e Canossa et al. (2002) procuraram, adicionalmente, discriminar 212

5 indicadores que realçassem a eficácia ofensiva das equipas (através da utilização dos coeficientes de eficácia) e que conduzissem à caracterização dessa fase do jogo. Complementarmente, determinaram-se as sequências de acções que se geram no confronto entre as formações. Assim, analisaram-se 442 sequências ofensivas, tendo, de acordo com o modelo de observação e análise desenvolvido (baseado em GARGANTA, 1997), sido consideradas variáveis relacionadas com as categorias espaço, tempo e organização. Concluiu-se que o modelo de jogo ofensivo de elite feminino se caracteriza pela aquisição e recuperação da posse da bola por antecipação e defesa da guardaredes, utilização preferencial de um primeiro passe longo que permita uma rápida transição defesa/ataque, progressão da bola pelo corredor direito, organização preferencial das acções segundo o método de jogo posicional e eleição do remate espontâneo como forma de finalização. Constatou-se igualmente que, embora o contributo do ataque posicional para a globalidade das sequências ofensivas terminadas com êxito seja maior que o contra-ataque, este, em termos relativos, se apresenta mais eficaz. Do modelo encontrado, Canossa (2001) considerou que o método de jogo ofensivo de contra-ataque, o ataque posicional com movimentos de entrada, a penetração pelo espaço defensivo adversário e a superioridade numérica desenvolvida com alterações no dispositivo inicial adoptado são indicadores que podem conduzir à melhoria do processo e aumento da eficácia ofensiva das jogadoras e formações. Propôs-se, também, meios tácticos colectivos como as desmarcações, os bloqueios ofensivos e a assistência da jogadora pivot para as colegas posicionadas no semicírculo ofensivo (as variações de corredor também parecem induzir ruptura na estrutura defensiva adversária). Posteriormente, Platanou (2004a) analisou 8 jogos da Fina Cup (Atenas 1997), tendo validado a hipótese de que a frequência e a duração de cada actividade dependem da posição que cada jogador assume no jogo. As acções com maior frequência foram o nado, o contacto físico e o deslocamento na posição vertical, sendo esta última assumida pelos jogadores em 47% do tempo de jogo (deslocamento, desenvolvimento das situações de superioridade e inferioridade numérica temporal e contacto físico com o oponente). Por seu lado, a posição horizontal assumida pelos jogadores deveu-se, em 23%, ao desenvolvimento do nado nas situações de lançamento rápido do ataque, contraataque e recuperação defensiva. Estes resultados estão de acordo com os apresentados por Lloret (1998) e Canossa (2001), salientando que a metodologia ofensiva preferencial do jogo de elite diz respeito às formas posicionais de jogo. A elevada percentagem de tempo dispendido em trabalho vertical, permite retirar indicações importantes para a orientação do ensino e do treino, salvaguardando, contudo, a relevância do contra-ataque. Platanou (2004b), percebendo que a situação de superioridade numérica temporal pode desempenhar um papel fundamental, estabeleceu uma comparação entre formações vencedoras e vencidas nessa situação específica de jogo, analisando 99 partidas disputadas em Campeonatos do Europa e do Mundo (FINA Cup de Atenas 1997, Campeonato do Mundo em Perth 1998, Campeonato do Mundo de Fukuoka 2001 e Europeu de Budapeste 2006). O autor propôs-se investigar o grau de importância da situação de superioridade numérica temporal, identificar a posição de jogo de origem da maioria dos remates tentados e dos remates convertidos e comparar o número de golos alcançados entre formações vencedoras e vencidas. Observou-se um número significativamente superior de remates tentados e convertidos por parte dos vencedores, bem como de remates tentados e convertidos por parte dos jogadores colocados na 2ª linha ofensiva, facto que se atribui ao privilégio da acção defensiva sobre a primeira linha ofensiva. Concluiu-se que a situação de superioridade numérica temporal é uma situação determinante do resultado final do jogo, à qual deve ser dada particular atenção no processo de treino. Complementarmente, sabendo-se que apenas 22% das situações de 213

6 superioridade numérica temporal são concretizadas, Platanou (2004b) referiu que esta situação tem um elevado potencial de evolução, podendo melhorar grandemente a capacidade de concretização das equipas. Mais recentemente, Takagi et al. (2005) relacionou os resultados finais das partidas com as habilidades demonstradas pelos jogadores de classe mundial, tendo observado 108 jogos masculinos e 48 femininos do Campeonato do Mundo de Fukuoka Para tal, foi desenvolvido um programa informático de análise do jogo. A classificação dos métodos de ataque foi baseada em Enomoto et al. (2003), onde, para além do contra-ataque e situação de superioridade numérica temporal, se distinguem os padrões ofensivos de desenvolvimento do ataque com entradas (acções de ruptura pelo espaço defensivo adversário), remate da posição de 2 m e remate de fora (2ª linha ofensiva). As 32 variáveis contempladas foram reunidas em grupos de habilidades para se proceder a uma análise e interpretação dos dados, estabelecendo a relação existente entre os resultados obtidos pelas formações e as variáveis género e vencedores/vencidos. Não se verificaram diferenças entre géneros à excepção da observação de valores superiores de remates de fora e número de ataques no sector feminino. Concluiu-se que as jogadoras tendem a obter melhores resultados na conversão das situações, o que parece ser explicado pelas menores dimensões físicas das guarda-redes comparativamente com os seus homólogos masculinos. Na pesquisa de Takagi et al. (2005) os vencedores registaram os valores mais elevados de eficácia do contra-ataque, o qual é considerado um preditor dominante da vitória, assim como um notável contributo negativo para a derrota. Resumindo o parágrafo anterior, os resultados indicam claramente que o factor mais determinante para a vitória foi o contra-ataque. Segue-se ainda, com grande influência no resultado vitorioso, a situação de superioridade numérica temporal, o desenvolvimento do ataque com entradas, o ataque com pivot aos 2m, a defesa do guarda-redes e a defesa das situação de inferioridade numérica temporal (contribuindo, em conjunto, em 75% para a vitória das partidas). Os factores que mais influenciaram a derrota foram a incapacidade das formações em materializarem as situação de superioridade numérica temporal, o reduzido sucesso na acção de bloco defensivo, acção defensiva, defesa dos remates oponentes por parte do guarda-redes e menor capacidade defensiva sem a ocorrência de remate oposto (contribuíram em 60% para a derrota das equipas vencidas). O último estudo revisto no presente artigo foi desenvolvido por Hughes et al. (2006), sendo analisados o movimento, a fase defensiva e a acção de passe e jogadas ofensivas em 15 partidas de Jogos Olímpicos e Campeonatos do Mundo. Utilizando um campograma, foi observado o rendimento desportivo de 10 jogadores que ocupavam diferentes posições de jogo, destacando-se os seguintes resultados: (i) 81% da componente total de nado é desenvolvida a uma intensidade superior a 80% da intensidade máxima, sugerindo um contributo glicolítico significativo; (ii) a técnica de retropedalagem ocupa 58% da duração do jogo; (iii) os jogadores têm posse de bola em 6% da duração total da partida; (iv) 67% dos golos marcados resultam de passes secos; (v) o remate tenso é o mais frequente (66% do total), sendo que as áreas inferiores da baliza e os cantos são os alvos preferenciais (o canto inferior esquerdo registou o maior número de golos e a zona central superior o maior número de defesas); (vi) o remate com origem em zonas laterais à baliza é direccionado para o ângulo do poste mais próximo; (vii) as zonas de maior sucesso ofensivo são as áreas mais próximas da baliza; (viii) a acção mais comum de oposição ao remate adversário, dentro dos 4 m, é o bloco defensivo; (ix) a estrutura ofensiva final preferencialmente adoptada é o sistema 3:3 em ataque posicional organizado, durante o qual 33% dos golos foram marcados pelo jogador pivot, enquanto que no sistema 3:3 aberto 38% dos golos surgiram a partir dos pontas; (x) 68% dos golos foram marcados em posses de bola de curta duração (66% do total das 214

7 posses de bola), as quais são as mais eficazes e (xi) 47% dos golos marcados tiveram origem em situação de superioridade numérica temporal. Os resultados acima referidos corroboram Canossa (2001), levando a considerar a existência de um padrão de organização das acções ofensivas, o qual se desenvolve preferencialmente pelos corredores laterais, para posteriormente se assistirem os elementos melhor posicionados. Uma vez que a maioria dos jogadores são destros, compreende-se que o lateral direito seja um dos elementos com maior tempo de posse da bola, maximizando-se as possibilidades de assistir, com maior eficácia, os restantes companheiros. Constatou-se ainda que o maior número de golos aconteceu no canto inferior esquerdo da baliza, o que corresponde ao ângulo preferencial de remate por parte dos jogadores destros. Complementarmente, o facto da posição ocupada pelo pivot ser a que detém menor tempo de posse de bola, confirma a opinião consensual de se tratar uma posição eminentemente finalizadora e de organização da estrutura final do ataque, percebendo-se, também, que a exigência física desta posição justifica um maior número de substituições por jogo. Segundo Canossa (2001) e Hughes et al. (2006), os remates que têm origem em zonas laterais do campo de jogo são habitualmente dirigidos para o ângulo da baliza situado junto ao poste mais próximo do rematador, o que acontece devido às jogadas ofensivas de fixação do guarda-redes num dos lados da baliza, para posteriormente se assistir o lado oposto. Relativamente à análise da acção do guarda-redes, Canossa (2001) e Hughes et al. (2006) concluem que a capacidade de reacção é o recurso mais eficaz para defender remates de longe, enquanto que a antecipação é a forma mais eficaz de se opor a remates de perto. A predominância do ataque posicional organizado em sistema 3:3 observada foi também já referida nas anteriores pesquisas, tendo Hughes et al. (2006) constatado que, a nível internacional, a eficácia ofensiva deste método (tanto em sistema 3:3 como em umbrella) é baixa e pretende servir, essencialmente, o jogador pivot. No ataque posicional organizado, 33% dos remates convertidos em golo tiveram origem nos 2 m ofensivos. Adicionalmente, 47% do total dos golos marcados surgiram através da situação de superioridade numérica temporal, adoptando a maioria das formações o sistema 4:2, permitindo aos jogadores colocarem-se mais perto da baliza. Relativamente à acção assistência, constatou-se que o passe para a mão é o mais eficaz em todas as jogadas, sendo o dominante na situação de superioridade numérica temporal, enquanto que o passe para a água diminui as oportunidades de marcar. Adicionalmente, verificou-se que a posse de bola de curta duração (cinco ou menos passes) produz mais golos, sendo portanto mais eficaz (CANOSSA, 2001 e HUGHES et al., 2006). A percentagem encontrada para as sequências ofensivas de desfecho rápido foi considerada importante, tendo-se concluído que o contra-ataque, embora menos frequente, foi o método de jogo mais eficaz. Relativamente à baixa percentagem de concretização dos remates tentados (18%), Hughes et al. (2006) consideram que a técnica defensiva do oponente tem grande influência no sucesso do lançamento. A pressão defensiva deve restringir espaço e tempo para as acções de recepção, passe e remate, forçando os atacantes a cometer erros e a realizarem lançamentos para fora do alvo. As conclusões dos autores revistos parecem consensuais relativamente a alguns preditores de sucesso, sendo também possível, através dos dados obtidos nos estudos exploratórios referenciados, perfilar algumas das características de modelos de jogo de elite, já anteriormente observadas por Canossa (2001). As formações de elevado nível competitivo desenvolvem o processo ofensivo preferencialmente pelas zonas laterais do campo (com destaque para o corredor direito), razão pela qual se registam os valores 215

8 mais elevados para a acção de drible e tempo de posse de bola nos elementos que jogam preferencialmente naquelas zonas. Esta opção visa a maximização das possibilidades de distribuição do móbil do jogo pelos jogadores melhor posicionados, i. e., para os jogadores destros, para o centro do campo, para zonas perto da baliza e para jogadores que tenham conseguido vantagem posicional ou numérica. A fase de transição é particularmente importante, uma vez que se for desenvolvida pelo método de contra-ataque ou ataque rápido, as possibilidades de dilatar o resultado são superiores comparativamente com qualquer outro método de jogo ofensivo. Terminada a fase de transição, as formações de elite implementam, predominantemente, o ataque posicional organizado em sistema 3:3, procurando assistir o jogador colocado nos 2 m ofensivos (pivot) e excluir temporariamente um adversário. Este método apresenta a percentagem de concretização mais baixa de todos os métodos referidos e a sua percentagem de concretização recai, sobretudo, sobre o jogador pivot. Porém, é especialmente através do ataque posicional organizado e respectivo jogador pivot que as formações de elite alcançam o objectivo de excluir um oponente, para seguidamente desenvolverem a situação de superioridade numérica temporal. Esta, após o contraataque, é a situação mais vantajosa para dilatar o resultado da partida. As zonas próximas da baliza são as mais procuradas e as que apresentam maiores índices de concretização, razão pela qual as formações de elite elegem o sistema 4:2 para o desenvolvimento da situação de superioridade numérica temporal. Defensivamente, a pressão exercida sobre os oponentes colocados em zonas perto da baliza (1ª linha ofensiva) condiciona a tentativa da materialização da acção ofensiva à realização de remates de longe que, por sua vez, são frequentemente imprecisos e mais defensáveis por parte do guarda-redes. A capacidade defensiva deste último é fundamental, assim como a acção de bloco defensivo por parte de todos os elementos. Em síntese, no âmbito do presente estudo, a investigação aponta como associadas a elevados níveis de prestação o desenvolvimento das seguintes acções críticas: (i) método de jogo ofensivo de contra-ataque; (ii) situação de superioridade numérica temporal; (iii) ataque posicional organizado com pivot aos 2 m e ataque posicional organizado com movimentos de entrada pelo espaço defensivo adversário; (iv) assistência por meio de passe seco; (v) remate para zonas inferiores da baliza e proveniente de zonas perto da mesma; (vi) capacidade defensiva do guarda-redes e (vii) acção de bloco defensivo. Das considerações tecidas, entendemos ser pertinente dar seguimento à investigação do jogo de Pólo Aquático através da metodologia de observação e análise das partidas, que nos permita discriminar e perceber a qualidade das acções desenvolvidas pelos jogadores e formações. Uma vez que o método de jogo ofensivo de contra-ataque e a situação de superioridade numérica temporal são determinantes, parece-nos fundamental perceber que factores de eficácia lhes estão associados, i.e., como conseguem as formações lançar o contra-ataque de forma eficaz. Assim, colocam-se várias questões a responder em estudos futuros, nomeadamente: (i) qual a natureza desta acção no seu princípio, meio e fim? (ii) como conseguem as formações desenvolver a situação de superioridade numérica temporal de forma eficaz? (iii) quais são as sequencias preferenciais e de maior sucesso no desenvolvimento desta situação? e (iv) será possível encontrar um padrão de eficácia da situação de superioridade numérica temporal? Na sua anterior pesquisa, Canossa (2001) apontava, como um dos indicadores relacionados com a eficácia das formações, o desenvolvimento da situação de superioridade numérica temporal com alterações dos elementos no dispositivo inicial adoptado. Porém, até ao momento, não dispomos de outros estudos exploratórios que corroborem esta ideia. 216

9 CONCLUSÃO Os resultados permitem concluir que existe consenso relativamente a alguns dos dados obtidos nas pesquisas consultadas, que vão também de encontro com algumas das considerações tecidas por Canossa et al. (2002). São apontadas como sendo acções desenvolvidas pelos jogadores e equipas de elite que influem no resultado da partida e que se correlacionam com o sucesso da mesma: o método de jogo de contra-ataque (CANOSSA, 2001; TAKAGI et al., 2005; HUGHES et al., 2006) e o desenvolvimento da situação de superioridade numérica temporal com percentagens de concretização superiores às demonstradas por equipas de um nível de prestação inferior (PLATANOU, 2004b; TAKAGI et al., 2005). As equipas de nível competitivo inferior parecem evidenciar dificuldades quando em situação de superioridade numérica temporal, tanto na fase ofensiva como defensiva, revelando reduzido sucesso nas acções de bloco defensivo (TAKAGI et al., 2005; HUGHES et al., 2006). Das considerações tecidas, entende-se ser pertinente dar seguimento à investigação do jogo de Pólo Aquático através da metodologia de observação e análise das partidas, que nos permita discriminar e perceber a qualidade das acções desenvolvidas pelas equipas e seus jogadores. O estudo do jogo justifica-se por se constituir uma forma de entendimento do fenómeno, veiculando a evolução da modalidade e o meio através do qual se recolhem informações e se tecem ilações importantes relativamente ao ensino e ao treino. REFERÊNCIAS ARGUDO, F. Modelo de evaluación táctica en deportes de oposición con colaboración. Estudio práxico del Waterpolo. Dissertação de Doutoramento, FP-UV. Valência, ARGUDO, F.; LLORET, M. Análisis de la acción de juego por unidades de competición en Waterpolo. In IV Seminario Internacional de la Actividad Física y el Deporte. Jornada de estudios práxicos. Grup de estudis praxiològics. INEFC. Barcelona, ARGUDO, F.; LLORET M. Modelo de evaluación táctica en deportes de oposición con colaboración. Estudio práxico del Waterpolo. Comunicaciones Técnicas, v. 3, p , 2000a. ARGUDO, F.; LLORET, M. Coeficientes de eficacia en Waterpolo. Hacia La Cuantificación Táctica. XXIII Congresso Técnico-Científico da Associação Portuguesa de Técnicos de Natação. Vila Real, 2000b. ARGUDO, F.; RUIZ, E. Validation of a tactical evaluation process in water polo. In H. DANCS, M. HUGHES, P. O DONOGHUE (Eds). Proceedings of World Congress on Performance Analysis of Sport 7, pp Hungary, CANOSSA, S. Modelo de Jogo Ofensivo no Pólo Aquático Feminino de Elite: Caracterização da organização do processo ofensivo das selecções femininas de elite, no Campeonato Europeu de Sevilha Dissertação de Mestrado em Treino de Alto Rendimento. FCDEF- Universidade do Porto, CANOSSA, S.; GARGANTA, J.; LLORET, M. Modelação do Processo Ofensivo em Selecções Femininas de Pólo Aquático. Estudo do campeonato Europeu de Sevilha In M. A. JANEIRA E E. BRANDÃO (Eds.), Estudos 3, pp Centro de Estudos dos Jogos Desportivos. FCDEF- UP, Porto, CARREIRO, J. P. A Formação em Pólo Aquático. Coeficientes de eficácia e quantificação 217

10 táctica do jogo. Dissertação de Mestrado em Gestão da Formação Desportiva. FMH-UTL. Lisboa, DOPSAJ, M. Methodology of praparing elite teams in sport games. Scientific book. Belgrade, DOPSAJ, M.; THANAPOULOS, V. The Structure of Evaluation Indicators of Vertical Swimming Work Ability of Top Water Polo Players. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, v. 6, p , ENOMOTO, I.; SUGA, M.; TAKAHASHI, M.; KOMORI, Y.; MINAMI, T.; FUGIMOTO, H.; SAITO, M.; SUZUKI, S.; TAKAHASHI, J. A notational mach analysis of 2001 women s WP World Championship. J. C. CHATARD (Ed.). Biomechanics and Medicine in Swimming IX, pp Université of Saint-Étienne: Saint-Étienne, GARGANTA, J. Modelação Táctica do Jogo de Futebol: Estudo da organização da fase ofensiva em equipas de alto rendimento. Dissertação de Doutoramento, FCDEF-UP. Porto, HART, D. Water Polo Canada. Level Two. Technical Manual. Ontario Water Polo Association. Ottawa, Canada, HUGHES, M.; APPLETON, R.; BROOKS, C.; HALL, M.; WYATT, C. Notational analysis of elite men s water-polo. In H. DANCS, M. HUGHES, P. O DONOGHUE (Eds.). Proceedings of World Congress on Performance Analysis of Sport 7, pp Hungary, KIOUMORTZOGLOU, E.; KOURTESSIS, T.; MICHALOPOULOU, M.; DERRI, V. Expertise In Water-Polo. J Human Mov Studies, v. 33, p , LLORET, M. Análisis de la Acción de juego en el Waterpolo durante la Olimpiada de Barcelona-92. Tese de Doutoramento, Barcelona: INEFC, LLORET, M. Waterpolo, Tecnica Táctica - Estratégia. Madrid: Gymmos editora, LOPEZ, E.; ARELLANO, R. Relacion entre velocidad y el tiempo de movimiento en el lanzamiento con contra-movimiento y sin contra-movimiento en Waterpolo. World Swimming Coaches Seminar. Barcelona, PLATANOU, T. Time-Motion Analysis of International level Water Polo Players. J Human Mov Studies, v. 46, p , 2004a. PLATANOU, T. Analysis of the Extra Man Offence in Water Polo: A comparison Between Winning and Losing teams and players of different playing position. J Human Mov Studies, v. 46, p , 2004b. SARMENTO, J. P. Estudo histórico da introdução desenvolvimento e desaparecimento do Pólo aquático em Portugal no período compreendido entre 1907 e Antologia de Textos. Desporto e Sociedade. Lisboa, SARMENTO, J. P. Análise das acções ofensivas. Horizonte, v. VII, p , SARMENTO, J. P. O Jogo e o Jogador de Pólo Aquático Português. Dissertação de Doutoramento. FCDEF-UP, SMITH, H. K. Applied physiology of water polo. Sports Med, v. 26, p , TAKAGI, H.; NISHIJIMA, T.; ENOMOTO, I.; STEWART, A. M. Determining factors of game performance in the 2001 world Water Polo Championships. J Human Mov Studies, v. 49, p ,

11 BIOGRAFIA DOS AUTORES (AUTHORS BIOGRAPHY) Nome: Sofia Canossa Actividade Profissional: Professora de Educação Física do Ensino Secundário no Porto; Coordenadora técnica da Escola de Natação e treinadora principal de Pólo Aquático do clube Colégio de Lamas. Habilitação: Mestre em Ciência do Desporto pela FCDEF-UP Interesses de Pesquisa: Alto rendimento em Pólo Aquático Nome: Júlio Garganta Actividade Profissional: Professor Associado com Agregação da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Coordenador do Gabinete de Futebol da FADEUP. Membro da Comissão Cientifica do CIFI2D. Habilitação: Doutorado em Ciências do Desporto Interesses de Pesquisa: Análise da Performance em Desportos Colectivos e Concepções e modelos de formação e de formação de treinadores. Nome: Ricardo Fernandes Actividade Profissional: Professor Auxiliar da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Coordenador do Gabinete de Natação da FADEUP. Director de Cursos de Formação de Treinadores de Natação. Habilitação: Doutorado em Ciências do Desporto Interesses de Pesquisa: Avaliação e Controlo do Treino em Natação e Pólo Aquático. Cinética metabólica durante esforços cíclicos. Nome: Francisco Argudo Iturriaga Actividade Profissional: Professor da Universidade Autónoma de Madrid. Investigador de Pólo Aquático. Habilitação: Doutor em Educação Física pela Faculdade de Psicologia Interesses de Pesquisa: Alto rendimento desportivo em Pólo Aquático 219

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