DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de"

Transcrição

1 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, SWD(2014) 119 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativo aos equipamentos de proteção individual {COM(2014) 186 final} {SWD(2014) 118 final} PT PT

2 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativo aos equipamentos de proteção individual Aviso legal: Este resumo vincula apenas os serviços da Comissão que participaram na sua elaboração e não condiciona as decisões definitivas que a Comissão venha a tomar. PT 0 PT

3 1. DEFINIÇÃO DO PROBLEMA Apesar do sucesso na aplicação da Diretiva 89/686/CEE sobre os EPI, há um amplo consenso entre os Estados-Membros e outras partes interessadas sobre a necessidade de introduzir algumas melhorias na diretiva. Essas melhorias não implicam alterações de monta; contudo, tendo em conta a experiência de funcionamento da diretiva, o contributo da consulta pública de 2011 e o resultado do estudo de avaliação de impacto realizado em 2010, convém abordar os seguintes aspetos: O alinhamento da Diretiva EPI com o Novo Quadro Legislativo (NQL); O aumento do número de produtos abrangidos pela Diretiva EPI; A introdução de alguns tipos de EPI na lista dos produtos sujeitos a um procedimento de avaliação da conformidade mais rigoroso; A alteração de três exigências essenciais de saúde e segurança; e ainda A alteração das exigências relativas ao processo técnico, à validade e ao conteúdo do certificado de exame CE de tipo e à declaração CE de conformidade. Problema 1: O alinhamento da Diretiva EPI com o Novo Quadro Legislativo (NQL) Muitos dos problemas gerais identificados pelo NQL foram também observados no quadro da aplicação da Diretiva EPI (EPI colocados no mercado que não garantem um nível de proteção adequado, problemas com a qualidade dos serviços prestados por alguns organismos notificados e diferentes práticas dos Estados-Membros no que diz respeito à avaliação e ao controlo dos organismos notificados). Vários fabricantes vêem-se igualmente confrontados com a complexidade e, por vezes, a incoerência do quadro jurídico. O alinhamento da Diretiva EPI com o NQL é a resposta ao compromisso político estabelecido no artigo 2.º da Decisão n.º 768/2008/CE relativa ao NQL. O relatório de avaliação de impacto sobre o pacote de alinhamento já examinou as diferentes opções para dar efeito à Decisão NQL. Uma vez que as opções são exatamente as mesmas que para a Diretiva EPI, o presente relatório de avaliação de impacto não examinará esses aspetos. Problema 2: O aumento do número de produtos abrangidos pela Diretiva EPI Existem produtos no mercado que cumprem, junto do utilizador, uma função de proteção e se enquadram na definição da Diretiva EPI, mas que não são abrangidos por ela. Consequentemente, esses produtos não estão sujeitos às exigências de saúde e segurança aplicáveis aos EPI e, logo, o nível de proteção assegurado por esses produtos não é tão elevado como no caso dos EPI. O consumidor pode acreditar que está protegido contra um risco específico, quando, na realidade, tal não se verifica. Os produtos de proteção contra o calor, a humidade e a água destinados a uma utilização privada estão expressamente excluídos da diretiva. No entanto, estes tipos de produtos, quando destinados a uma utilização profissional, são abrangidos. Os produtos que não são abrangidos pelo âmbito de aplicação da diretiva levantam problemas de segurança e de saúde. Um Estado-Membro identificou casos de queimaduras por ano no seu território nacional. Metade destas queimaduras diz respeito às mãos. A situação também coloca problemas às autoridades de fiscalização do mercado. A distinção entre a utilização privada e a utilização profissional não deve ser relevante para a colocação de produtos idênticos no mercado. As autoridades de fiscalização do mercado abordam regularmente a necessidade de ultrapassar esta situação. PT 1 PT

4 Problema 3: A introdução de alguns tipos de EPI na lista dos produtos sujeitos a um procedimento de avaliação da conformidade mais rigoroso Os EPI são classificados pela diretiva em três categorias, as quais são objeto de diferentes procedimentos de avaliação da conformidade. As definições das categorias I e III são acompanhadas de listas que descrevem os EPI abrangidos por estas categorias. A experiência mostrou que existem EPI que não constam da lista dos EPI sujeitos ao procedimento de avaliação da conformidade mais rigoroso (ou seja, os EPI da categoria III), embora se enquadrem na definição da categoria III, ou seja, a dos EPI destinados a proteger contra os riscos graves. Consequentemente não existem auditorias periódicas do processo de produção destes EPI. Por conseguinte, em determinados domínios não existe um processo de verificação da qualidade dos EPI efetivamente fabricados e, por isso, o nível de segurança por eles facultado não é o mesmo. Esta situação afeta os seguintes tipos de EPI: coletes salva-vidas, EPI à prova de ferimentos por bala e arma branca e EPI de proteção contra corte por motosserras manuais, de proteção contra corte de alta pressão e de proteção contra o ruído. Problema 4: A alteração de três exigências essenciais de saúde e de segurança (EESS) As experiências com as EESS demonstraram que existem três exigências que incluem elementos impraticáveis ou confusos: EESS 3.1.3: para proteção contra as vibrações mecânicas; EESS 3.5: para proteção contra os efeitos nefastos do ruído; EESS 3.9.1: para proteção contra as radiações não ionizantes. Para estes pontos, a diretiva estabelece determinadas exigências que não são praticáveis ou que são confusas para o utilizador ou ainda que se demonstrou não ser possível cumprir. Os fabricantes são confrontados com exigências que se sabe serem impraticáveis. Os utilizadores são afetados porque as informações relacionadas com os EPI são incompletas, podem ser irrelevantes e podem constituir uma fonte potencial de confusão. Problema 5: A alteração das exigências relativas ao processo técnico, à validade e ao conteúdo do certificado de exame CE de tipo e à declaração CE de conformidade As autoridades de fiscalização do mercado têm de lidar com resultados insuficientes das exigências relativas aos documentos acima referidos. O seu trabalho é dificultado pela falta de clareza ou pela ineficácia das exigências da diretiva em relação a esses documentos, mesmo que a sua qualidade e exaustividade sejam cruciais para a avaliação da conformidade dos EPI. Por outro lado, os fabricantes não compreendem bem as suas responsabilidades. Algumas exigências relativas aos documentos não refletem as alterações que se verificaram nas normas harmonizadas ao longo do tempo e podem dar origem a uma eventual não conformidade dos EPI com a diretiva. As autoridades afirmam, além disso, que existem problemas ao nível da recolha da documentação necessária à avaliação do EPI. Necessidade de intervenção pública A ação da UE nesta área tem por base o artigo 114.º do TFUE. Os aspetos abordados neste contexto estão já regulamentados pela Diretiva EPI. Contudo, esta legislação não resolve de forma eficaz os problemas identificados. O estudo efetuado e as conclusões sobre as opções examinadas demonstraram que os problemas se manterão se a diretiva não for revista. PT 2 PT

5 2. ANÁLISE DA SUBSIDIARIEDADE O funcionamento correto e eficaz do mercado interno requer a existência de normas comuns para a conceção e colocação no mercado dos EPI, a fim de assegurar tanto a livre circulação como a proteção da saúde e a segurança do utilizador. As medidas tomadas a nível nacional para abordar os problemas podem criar obstáculos à livre circulação dos EPI. Quaisquer alterações ao âmbito de aplicação, aos procedimentos ou às exigências têm de ser realizadas ao nível da UE, a fim de evitar as distorções no mercado europeu. Devido à crescente internacionalização do comércio, o número de problemas transfronteiriços aumenta constantemente. A ação coordenada à escala da UE permite melhor alcançar os objetivos definidos e, em especial, tornará a fiscalização do mercado mais eficaz. Por conseguinte, justifica-se a ação ao nível da UE. 3. OBJETIVOS Os objetivos gerais desta iniciativa consistem em melhorar a proteção da saúde e da segurança dos utilizadores de EPI, criar condições equitativas para os operadores económicos de EPI e simplificar o quadro normativo europeu no domínio dos EPI. Os objetivos políticos mais específicos e operacionais são apresentados no quadro 1. Quadro 1: Objetivos políticos específicos e operacionais GERAIS ESPECÍFICOS OPERACIONAIS Melhorar a proteção da saúde e da segurança dos utilizadores de EPI Criar condições equitativas para os operadores económicos dos EPI Simplificar o quadro normativo europeu no domínio dos EPI Assegurar a qualidade elevada dos produtos de proteção contra riscos graves, incluindo uma elevada qualidade do seu processo de produção Assegurar a fiabilidade e a qualidade elevada das atividades de avaliação da conformidade efetuadas pelos organismos notificados Garantir a rastreabilidade dos produtos Garantir a coerência dos serviços de avaliação da conformidade prestados pelos organismos notificados Melhorar os mecanismos e as ferramentas de fiscalização do mercado Garantir a aplicação coerente da legislação Assegurar que os requisitos são praticáveis Eliminar incoerências na lista dos produtos sujeitos ao procedimento de avaliação da conformidade mais rigoroso Especificar critérios comuns e aplicáveis uniformemente em toda a UE para a avaliação, monitorização e fiscalização dos organismos de notificação Clarificar os requisitos para os certificados de exame CE de tipo Simplificar e clarificar os requisitos para o processo técnico Exigir que a declaração CE de conformidade acompanhe todos os produtos Clarificar o âmbito de aplicação da diretiva Simplificar os procedimentos de avaliação da conformidade aplicáveis Clarificar os requisitos estabelecidos no anexo II 4. OPÇÕES POLÍTICAS Foram consideradas três opções políticas alternativas para cada problema, a saber: a opção de base de «não intervir»; PT 3 PT

6 a opção de recorrer a «instrumentos não vinculativos», ou seja, uma alternativa não legislativa que consiste na elaboração de uma interpretação comummente acordada sobre a aplicação da Diretiva EPI; e ainda a opção «legislativa» de alterar o texto jurídico. A análise dos impactos das opções referidas foi efetuada separadamente para cada um dos domínios identificados carentes de melhoria. 5. AVALIAÇÃO DE IMPACTO A análise qualitativa demonstrou que, relativamente a todos os domínios problemáticos, a opção legislativa é a privilegiada. Como todos os problemas descritos são de natureza regulamentar, apenas a opção legislativa resultará em clarificação e segurança jurídica. Não obstante o facto de os custos da opção legislativa serem mais elevados do que os custos da opção não legislativa, a opção legislativa traz maiores benefícios, assim como maior segurança jurídica. Os dados quantitativos disponíveis sobre os EPI e o mercado dos EPI não são suficientemente precisos e pormenorizados para traçar uma visão clara do mercado e da relação entre os diferentes EPI e as disposições jurídicas. Os serviços da Comissão encomendaram dois estudos e reuniram outros dados para obter informações quantitativas tão completas quanto possível. A avaliação de cada alteração proposta baseia-se nos seus custos e benefícios, incluindo os benefícios para a saúde, assim como na melhoria da segurança jurídica. Na secção seguinte, são apresentados os resultados da análise aprofundada da opção legislativa para cada problema. Produtos abrangidos A alteração terá um impacto positivo na equidade da concorrência, uma vez que a autocertificação será obrigatória. Impacto social: Uma vantagem da alteração é que a rotulagem e a informação destinadas aos utilizadores contribuirão para uma maior clareza sobre a finalidade da utilização dos EPI e o conteúdo dos materiais utilizados. O nível geral das informações fornecidas será melhorado. Os fabricantes e as autoridades de fiscalização do mercado preveem uma redução de 20 % a 50 % dos produtos que não garantem um nível de proteção adequado. Não há dados disponíveis para avaliar o impacto da inclusão das luvas para forno como EPI. Um Estado- Membro identificou casos de queimaduras por ano no seu território nacional. Metade destas queimaduras diz respeito às mãos. Impacto económico: O efeito, em termos de custos de conformidade e administrativos por produto, é diminuto. Estes custos podem ser estimados em poucas centenas de euros por série de EPI, pelo que apresentam um baixo impacto nos custos por unidade. Elevar as normas de produção ao nível máximo em termos de proteção essencial da segurança e da saúde pode implicar custos de produção 10 % a 20 % superiores para alguns segmentos do mercado das luvas em geral. Esse aumento de custos afetaria principalmente os fabricantes que não cumprem atualmente os requisitos de base. Os produtos que não garantam um nível de proteção adequado podem atualmente chegar ao mercado sem uma indicação clara da sua qualidade, o que prejudica a igualdade das condições de concorrência. Com a alteração, essas informações deverão ser rastreáveis no futuro, o que permitirá melhorar as condições de uma concorrência leal e transparente. Avaliação da conformidade PT 4 PT

7 Impacto social: A alteração poderá ajudar a melhorar a conformidade dos tipos de EPI referidos, graças à introdução de um controlo anual, e prevê garantias suplementares de qualidade do produto. Os ensaios anuais apresentam melhores garantias de homogeneidade dos produtos e da produção, bem como de cumprimento dos requisitos de base para os EPI e das normas pertinentes aplicáveis aos produtos. Será reduzida a percentagem de EPI com um nível de proteção insuficiente. A percentagem da redução depende do tipo de EPI e varia entre 10 % e 50 %. Impacto económico: A maioria dos inquiridos na consulta pública espera que os custos administrativos e de conformidade sejam insignificantes ou mesmo inexistentes. Alguns dos inquiridos preveem custos mais elevados. O principal impacto seria a necessidade de um controlo anual do processo de produção. Se já estiver em funcionamento um sistema de controlo de qualidade, os custos de adaptação do sistema às auditorias da categoria III de EPI serão pontuais. Além disso, em relação à maioria dos EPI em questão, os custos podem ser repartidos por uma produção volumosa, pelo que os custos unitários não sofreriam grandes aumentos. Um exemplo dos efeitos positivos na competitividade internacional é o incentivo para atingir níveis consistentes de qualidade dos produtos e de homogeneidade no processo de produção, domínios em que os fabricantes da UE estão bem colocados. Exigências essenciais de saúde e de segurança (EESS) O objetivo das três alterações das EESS é eliminar os aspetos da diretiva que não contribuem para a saúde e a segurança. O impacto geral destas mudanças deve ser positivo e não se prevê que seja negativo na saúde e na segurança, não só porque atualmente não é possível comprovar o incumprimento destas exigências como, além disso, a sua eliminação reduzirá os custos dos produtores e dos organismos notificados que, até agora, têm sido obrigados a comprovar o seu cumprimento. Processo técnico, certificado de exame CE de tipo, declaração CE de conformidade Impacto social: As partes interessadas consideram a alteração proposta vantajosa, uma vez que irá facilitar a avaliação destes EPI e aumentará a eficácia do seu trabalho ou reduzirá o número dos EPI que não garantem um nível adequado de proteção, assegurando que os EPI mais antigos foram avaliados de forma mais regular. Em função do tipo de EPI, as partes preveem uma redução dos produtos que não asseguram um nível de proteção adequado da ordem de 1% a 25 %. A alteração proposta permitirá melhorar a segurança jurídica. Impacto económico: Os custos decorrentes da aplicação das alterações serão marginais para o processo técnico, dado que os fabricantes dispõem já de um controlo de produção interno, pelo que podem facilmente fornecer este documento. O mesmo se aplica à alteração da declaração de conformidade. No que diz respeito à caducidade dos certificados, as entrevistas não forneceram valores referentes aos custos conexos. Para limitar o encargo adicional dos fabricantes na recertificação dos seus EPI, a proposta prevê um procedimento simplificado. O custo de um certificado com dados mínimos obrigatórios será negligenciável, tendo em conta que os organismos notificados devem tratar aproximadamente dos mesmos dados. 6. COMPARAÇÃO DAS OPÇÕES A comparação das opções com base nos resultados da sua avaliação levou a concluir que, relativamente a todos os problemas, a medida legislativa é a que apresenta o maior impacto positivo. Em relação à opção legislativa, os objetivos específicos são plenamente cumpridos ao melhorarem a saúde e a segurança, a segurança jurídica e a coerência dos requisitos e ao apresentarem a maior melhoria em termos de fiscalização do mercado. PT 5 PT

8 7. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO Para melhorar a capacidade de monitorização e avaliação da eficácia da legislação em matéria de EPI, será necessária uma informação sistemática sobre os acidentes que envolvam EPI, no âmbito dos vários mecanismos de cooperação já estabelecidos. Em todos os grupos de interesses sobre EPI em que a Comissão participa, será criado um ponto fixo na ordem de trabalhos para a transmissão de informações sobre os EPI que não assegurem um nível de proteção adequado e sobre os acidentes com eles relacionados, por parte dos Estados- Membros, dos organismos notificados e das outras partes interessadas. Será possível obter mais reações com os novos mecanismos de cooperação e troca de informações melhorados previstos pelo Regulamento (CE) n.º 765/2008 do NQL. O incumprimento também será detetável através de queixas dirigidas à Comissão. 8. ESCOLHA DO INSTRUMENTO JURÍDICO Em sintonia com a política da Comissão para simplificar o quadro regulamentar, propõe-se a transformação da diretiva num regulamento. A utilização de um regulamento não é incompatível com o princípio da subsidiariedade. Esta legislação baseia-se no artigo 114.º do TFUE, com o objetivo de assegurar o funcionamento correto do mercado interno dos EPI. Para alcançar este objetivo, a Diretiva 89/686/CEE relativa aos EPI é uma diretiva de harmonização total. Os Estados-Membros não estão autorizados a impor exigências mais rigorosas ou suplementares na sua legislação nacional relativa à colocação dos EPI no mercado. A utilização de regulamentos na legislação relativa ao mercado interno permite, em conformidade com as preferências expressas pelas partes interessadas, evitar o risco de regulamentar em demasia («gold plating»). Além disso, permite aos fabricantes trabalhar diretamente com o texto do regulamento em vez de terem de identificar e examinar 28 leis de transposição. Nesta base, considera-se que a escolha de um regulamento é a solução mais adequada para todas as partes envolvidas, uma vez que irá permitir uma aplicação mais rápida e coerente da legislação proposta, e instituirá um ambiente regulamentar mais claro para os operadores económicos. PT 6 PT

RECOMENDAÇÕES. (Texto relevante para efeitos do EEE) (2013/473/UE)

RECOMENDAÇÕES. (Texto relevante para efeitos do EEE) (2013/473/UE) 25.9.2013 Jornal Oficial da União Europeia L 253/27 RECOMENDAÇÕES RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO de 24 de setembro de 2013 relativa às auditorias e avaliações realizadas por organismos notificados no domínio

Leia mais

Conselho da União Europeia Bruxelas, 24 de junho de 2016 (OR. en) Secretário-Geral da Comissão Europeia, assinado por Jordi AYET PUIGARNAU, Diretor

Conselho da União Europeia Bruxelas, 24 de junho de 2016 (OR. en) Secretário-Geral da Comissão Europeia, assinado por Jordi AYET PUIGARNAU, Diretor Conselho da União Europeia Bruxelas, 24 de junho de 2016 (OR. en) 10651/16 EF 206 ECOFIN 654 DELACT 127 NOTA DE ENVIO de: data de receção: 24 de junho de 2016 para: n. doc. Com.: Secretário-Geral da Comissão

Leia mais

CONTRATOS PÚBLICOS BASE JURÍDICA OBJETIVOS RESULTADOS

CONTRATOS PÚBLICOS BASE JURÍDICA OBJETIVOS RESULTADOS CONTRATOS PÚBLICOS As entidades públicas celebram contratos para assegurar o fornecimento de obras e a prestação de serviços. Estes contratos, concluídos mediante remuneração com um ou mais operadores,

Leia mais

13.1.2016 A8-0147/203. Alteração 203 Vicky Ford em nome da Comissão do Mercado Interno e da Proteção dos Consumidores

13.1.2016 A8-0147/203. Alteração 203 Vicky Ford em nome da Comissão do Mercado Interno e da Proteção dos Consumidores 13.1.2016 A8-0147/203 Alteração 203 Vicky Ford em nome da Comissão do Mercado Interno e da Proteção dos Consumidores Relatório Catherine Stihler Aparelhos a gás COM(2014)0258 C8-0006/2014 2014/0136(COD)

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.10.2011 SEC(2011) 1218 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO Resumo da Avaliação de Impacto que acompanha o documento Proposta de Regulamento do Parlamento

Leia mais

ALINHAMENTO PELO NOVO QUADRO LEGISLATIVO (Pacote «Mercadorias») Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

ALINHAMENTO PELO NOVO QUADRO LEGISLATIVO (Pacote «Mercadorias») Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 21.11.2011 COM(2011) 769 final 2011/0353 (COD) ALINHAMENTO PELO NOVO QUADRO LEGISLATIVO (Pacote «Mercadorias») Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativa

Leia mais

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção IP/03/716 Bruxelas, 21 de Maio de 2003 Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção O reforço dos direitos dos accionistas e da protecção dos trabalhadores e

Leia mais

Guidelines. Orientações relativas a determinados aspetos dos requisitos da DMIF em matéria de adequação. 25 de junho de 2012 ESMA/2012/387

Guidelines. Orientações relativas a determinados aspetos dos requisitos da DMIF em matéria de adequação. 25 de junho de 2012 ESMA/2012/387 Guidelines Orientações relativas a determinados aspetos dos requisitos da DMIF em matéria de adequação 25 de junho de 2012 ESMA/2012/387 Data: 25 de junho de 2012 ESMA/2012/387 Índice I. Âmbito 3 II. Definições

Leia mais

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros *

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * P6_TA(2006)0334 Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * Resolução legislativa do Parlamento Europeu sobre uma proposta de directiva do Conselho relativa à tributação aplicável aos

Leia mais

Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. sobre certos aspetos relativos aos contratos de fornecimento de conteúdos digitais

Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. sobre certos aspetos relativos aos contratos de fornecimento de conteúdos digitais COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 9.12.2015 COM(2015) 634 final 2015/0287 (COD) Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO sobre certos aspetos relativos aos contratos de fornecimento de conteúdos

Leia mais

I O SISTEMA DE CONTROLO OFICIAL NA UNIÃO EUROPEIA

I O SISTEMA DE CONTROLO OFICIAL NA UNIÃO EUROPEIA NOTA SOBRE A VERIFICAÇÃO DA OBSERVÂNCIA (CONTROLO) DO CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES DE UM PRODUTO CUJO NOME É UMA DOP OU UMA IGP I O SISTEMA DE CONTROLO OFICIAL NA UNIÃO EUROPEIA A legislação comunitária em

Leia mais

SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Desde a década de 1980 que a melhoria da segurança e da saúde no trabalho é uma questão importante para a UE. Com a introdução de legislação a nível europeu, foram fixadas

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2008R1234 PT 02.11.2012 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 1234/2008 DA COMISSÃO de 24 de Novembro de 2008 relativo

Leia mais

Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação)

Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação) L 271/38 ANEXO IV Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação) Representação esquemática do princípio do empréstimo

Leia mais

Programa Horizon 2020. Algumas Regras de Participação. Disposições Gerais

Programa Horizon 2020. Algumas Regras de Participação. Disposições Gerais Programa Horizon 2020 Fonte: Proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece as Regras de Participação e Difusão relativas ao «Horizonte 2020 Programa-Quadro de Investigação

Leia mais

REACH A legislação mais ambiciosa do mundo em matéria de produtos químicos

REACH A legislação mais ambiciosa do mundo em matéria de produtos químicos Ref.: ECHA-09-L-14-PT Data: Outubro de 2009 Idioma: Português REACH A legislação mais ambiciosa do mundo em matéria de produtos químicos O ambicioso projecto de introduzir na Europa a gestão de substâncias

Leia mais

TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS

TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS A criação de um mercado único europeu dos transportes rodoviários não é possível sem uma harmonização das disposições legais em vigor nos Estados-Membros.

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha a. Proposta de

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha a. Proposta de PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, xxx SEC (2010) xxx final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha a Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de 30.7.2014. que aprova determinados elementos do Acordo de Parceria com Portugal CCI 2014PT16M8PA001

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de 30.7.2014. que aprova determinados elementos do Acordo de Parceria com Portugal CCI 2014PT16M8PA001 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.7.2014 C(2014) 5513 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 30.7.2014 que aprova determinados elementos do Acordo de Parceria com Portugal CCI 2014PT16M8PA001 (APENAS FAZ

Leia mais

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004 Rectificação ao Regulamento (CE) n. o 847/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004, relativo à negociação e aplicação de acordos de serviços aéreos entre Estados Membros e países

Leia mais

9200/16 fmm/hrl/ml 1 DG B 3A - DG G 1A

9200/16 fmm/hrl/ml 1 DG B 3A - DG G 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 13 de junho de 2016 (OR. en) 9200/16 ECOFIN 452 UEM 199 SOC 316 EMPL 212 COMPET 286 ENV 331 EDUC 186 RECH 178 ENER 194 JAI 440 NOTA de: para: n. doc. Com.: Assunto:

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 10.7.2013 SWD(2013) 252 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de Decisão do Parlamento Europeu

Leia mais

GUIA DE APLICAÇÃO DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INTEROPERABILIDADE (ETI) ANEXO 2 AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE E VERIFICAÇÃO «CE»

GUIA DE APLICAÇÃO DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INTEROPERABILIDADE (ETI) ANEXO 2 AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE E VERIFICAÇÃO «CE» Agência Ferroviária Europeia Guia de aplicação das ETI Agência Ferroviária Europeia GUIA DE APLICAÇÃO DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INTEROPERABILIDADE (ETI) ANEXO 2 AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE E VERIFICAÇÃO

Leia mais

TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: NORMAS EM MATÉRIA DE TRÁFEGO E SEGURANÇA

TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: NORMAS EM MATÉRIA DE TRÁFEGO E SEGURANÇA TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: NORMAS EM MATÉRIA DE TRÁFEGO E SEGURANÇA A UE pretende realizar um espaço europeu da segurança rodoviária ao longo da década de 2010-2020. As competências nesta matéria são principalmente

Leia mais

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 DIRECTIVA 97/66/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 relativa ao tratamento de dados pessoais e à protecção da privacidade

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS I l ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS Parecer COM(2014)222 RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO SOBRE A SITUAÇÃO DO MERCADO DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DA UNIÃO 1

Leia mais

REQUISITOS ESPECÍFICOS DE ACREDITAÇÃO ORGANISMOS NOTIFICADOS PARA O REGULAMENTO DOS PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO

REQUISITOS ESPECÍFICOS DE ACREDITAÇÃO ORGANISMOS NOTIFICADOS PARA O REGULAMENTO DOS PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO 2013-05-15 1. Objetivo O presente documento tem como finalidade definir o viço de acreditação específico para aplicação do Regulamento (UE) n.º 305/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 9 de março

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO (UE) 2015/253 DA COMISSÃO

DECISÃO DE EXECUÇÃO (UE) 2015/253 DA COMISSÃO 17.2.2015 L 41/55 DECISÃO DE EXECUÇÃO (UE) 2015/253 DA COMISSÃO de 16 de fevereiro de 2015 que estabelece as regras relativas à recolha de amostras e à apresentação de relatórios, no âmbito da Diretiva

Leia mais

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 1259/2010 DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 2010 que cria uma cooperação reforçada no domínio da lei aplicável em matéria de divórcio

Leia mais

SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 10.7.2007 SEC(2007) 870 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO Documento apenso à Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO aos seguros

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. Avaliação das medidas adotadas. pela FRANÇA

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. Avaliação das medidas adotadas. pela FRANÇA 1. COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 1.7.2015 COM(2015) 326 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO Avaliação das medidas adotadas pela FRANÇA em resposta à Recomendação do Conselho de 10 de março de 2015 com vista a

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

ÍNDICE. Anexos: I. Formulário de notificação II. Quadro metodológico com vista a facilitar uma estimativa e avaliação consistentes do risco

ÍNDICE. Anexos: I. Formulário de notificação II. Quadro metodológico com vista a facilitar uma estimativa e avaliação consistentes do risco ANEXO ORIENTAÇÕES GERAIS RELATIVAS À NOTIFICAÇÃO DE PRODUTOS DE CONSUMO PERIGOSOS ÀS AUTORIDADES COMPETENTES DOS ESTADOS-MEMBROS POR PARTE DOS PRODUTORES E DOS DISTRIBUIDORES, EM CONFORMIDADE COM O N.º

Leia mais

***I PROJECTO DE RELATÓRIO

***I PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar 19.5.2011 2010/0377(COD) ***I PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a proposta de directiva do Parlamento Europeu e do

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA BASE JURÍDICA OBJETIVOS REALIZAÇÕES

SAÚDE PÚBLICA BASE JURÍDICA OBJETIVOS REALIZAÇÕES SAÚDE PÚBLICA O Tratado de Lisboa reforçou a importância da política de saúde. Nele se estipula que «na definição e execução de todas as políticas e ações da União será assegurado um elevado nível de proteção

Leia mais

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Transportes e do Turismo 26.3.2013 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre uma proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à comunicação de ocorrências

Leia mais

Novos Vectores de Enquadramento do Transporte Rodoviário O Pacote Rodoviário

Novos Vectores de Enquadramento do Transporte Rodoviário O Pacote Rodoviário Novos Vectores de Enquadramento do Transporte Rodoviário O Pacote Rodoviário Ana Pereira de Miranda Vogal do Conselho Directivo Data arial 10p O Pacote Rodoviário Regulamento do PE e do Conselho que estabelece

Leia mais

Relatório sobre as contas anuais da Empresa Comum SESAR relativas ao exercício de 2014

Relatório sobre as contas anuais da Empresa Comum SESAR relativas ao exercício de 2014 Relatório sobre as contas anuais da Empresa Comum SESAR relativas ao exercício de 2014 acompanhado das respostas da Empresa Comum 12, rue Alcide De Gasperi - L - 1615 Luxembourg T (+352) 4398 1 E eca-info@eca.europa.eu

Leia mais

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente o artigo 127. o, n. o artigo 132. o,

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente o artigo 127. o, n. o artigo 132. o, L 314/66 1.12.2015 DECISÃO (UE) 2015/2218 DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 20 de novembro de 2015 relativa ao procedimento para excluir membros do pessoal da aplicação da presunção de que as suas atividades

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 4.5.2015 COM(2015) 186 final 2015/0097 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à posição a adotar, em nome da União Europeia, no Comité Misto do EEE sobre uma alteração

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004

Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004 L 150/12 PT Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004 REGULAMENTO (CE) N.º 812/2004 DO CONSELHO de 26.4.2004 que estabelece medidas relativas às capturas acidentais de cetáceos no exercício das actividades

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 21.12.2010 COM(2010) 799 final 2010/0385 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que estabelece uma organização comum dos mercados agrícolas e disposições

Leia mais

ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02)

ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 16.10.2012 2012/2039(INI) ALTERAÇÕES 1-58 Regina Bastos (PE483.860v02) sobre o estatuto da mutualidade europeia (2012/2039(INI))

Leia mais

(Actos legislativos) DIRECTIVAS

(Actos legislativos) DIRECTIVAS 26.10.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 280/1 I (Actos legislativos) DIRECTIVAS DIRECTIVA 2010/64/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 20 de Outubro de 2010 relativa ao direito à interpretação

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

Conselho da União Europeia Bruxelas, 21 de junho de 2016 (OR. en)

Conselho da União Europeia Bruxelas, 21 de junho de 2016 (OR. en) Conselho da União Europeia Bruxelas, 21 de junho de 2016 (OR. en) 10120/1/16 REV 1 CODEC 869 POLGEN 58 INST 263 AG 9 PE 72 INF 109 NOTA de: para: Assunto: Presidência Comité de Representantes Permanentes/Conselho

Leia mais

Orientações relativas à avaliação interna do risco e da solvência

Orientações relativas à avaliação interna do risco e da solvência EIOPA-BoS-14/259 PT Orientações relativas à avaliação interna do risco e da solvência EIOPA Westhafen Tower, Westhafenplatz 1-60327 Frankfurt Germany - Tel. + 49 69-951119-20; Fax. + 49 69-951119-19; email:

Leia mais

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 461/2010 DA COMISSÃO de 27 de Maio de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o 3, do Tratado sobre o Funcionamento da União

Leia mais

PACOTE «INSPEÇÃO TÉCNICA AUTOMÓVEL» DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO apenso aos documentos

PACOTE «INSPEÇÃO TÉCNICA AUTOMÓVEL» DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO apenso aos documentos COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 13.7.2012 SWD(2012) 207 final PACOTE «INSPEÇÃO TÉCNICA AUTOMÓVEL» DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO apenso aos documentos REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS Parecer COM(2015) 136 COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO sobre a transparência fiscal para combater a evasão e a elisão fiscais

Leia mais

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 REGULAMENTO (CE) N. o 734/2008 DO CONSELHO de 15 de Julho de 2008 relativo à protecção dos ecossistemas marinhos vulneráveis do alto mar contra os efeitos

Leia mais

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ECA/09/69 DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ******* APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ANUAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2008 À COMISSÃO DO

Leia mais

Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999 P. 0012-0016. Texto:

Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999 P. 0012-0016. Texto: Directiva 1999/44/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Maio de 1999, relativa a certos aspectos da venda de bens de consumo e das garantias a ela relativas Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999

Leia mais

POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO

POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO E DOS TITULARES DE FUNÇÕES ESSENCIAIS DA POPULAR GESTÃO DE ACTIVOS, S.A. ( PGA ) Introdução A presente Política

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 6.5.2013 SWD(2013) 166 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento de discussão)

Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento de discussão) COMISSÃO EUROPEIA DG Mercado Interno INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Seguros MARKT/2517/02 PT Orig. EN Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento

Leia mais

Notas explicativas Regras de facturação do IVA

Notas explicativas Regras de facturação do IVA Notas explicativas Regras de facturação do IVA (Directiva 2010/45/UE do Conselho) Porquê notas explicativas? O objectivo das notas explicativas é permitir uma melhor compreensão da legislação adoptada

Leia mais

Segurança e saúde no trabalho

Segurança e saúde no trabalho Segurança e saúde no trabalho A empresa tem a responsabilidade legal de assegurar que os trabalhadores prestam trabalho em condições que respeitem a sua segurança e a sua saúde. A empresa está obrigada

Leia mais

CONVENÇÃO DE SUBVENÇÃO NO ÂMBITO DO 7. PQ ANEXO VII - FORMULÁRIO D TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CERTIFICAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

CONVENÇÃO DE SUBVENÇÃO NO ÂMBITO DO 7. PQ ANEXO VII - FORMULÁRIO D TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CERTIFICAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONVENÇÃO DE SUBVENÇÃO NO ÂMBITO DO 7. PQ ANEXO VII - FORMULÁRIO D TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CERTIFICAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ÍNDICE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA UM RELATÓRIO INDEPENDENTE DAS

Leia mais

RESUMO. Contribuição da UE: 128 165 000 EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de 20.12.2006 (JO L 386 de 29.12.2006, p.

RESUMO. Contribuição da UE: 128 165 000 EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de 20.12.2006 (JO L 386 de 29.12.2006, p. RESUMO Programa de Ação Anual 2013, ao abrigo do Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH), a financiar pela rubrica orçamental 19 04 01 do orçamento geral da União Europeia 1.

Leia mais

ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão REGULAMENTO (UE) N.º /2012 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão REGULAMENTO (UE) N.º /2012 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO P7_TA-PROV(2012)0346 Fundos de Capital de Risco Europeus ***I Alterações, aprovadas pelo Parlamento Europeu em 13 de setembro de 2012, a uma proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

BDIRECTIVA 96/34/CE DO CONSELHO de 3 de Junho de 1996 relativo ao Acordo-quadro sobre a licença parental celebrado pela UNICEF, pelo CEEP e pela CES

BDIRECTIVA 96/34/CE DO CONSELHO de 3 de Junho de 1996 relativo ao Acordo-quadro sobre a licença parental celebrado pela UNICEF, pelo CEEP e pela CES 1996L0034 PT 05.02.1998 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições BDIRECTIVA 96/34/CE DO CONSELHO de 3 de Junho de 1996 relativo ao Acordo-quadro sobre

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO DE PROTECÇÃO DE DADOS DO ARTIGO 29.º

GRUPO DE TRABALHO DE PROTECÇÃO DE DADOS DO ARTIGO 29.º GRUPO DE TRABALHO DE PROTECÇÃO DE DADOS DO ARTIGO 29.º 00327/11/PT WP 180 Parecer 9/2011 sobre a proposta revista da indústria relativa a um quadro para as avaliações do impacto das aplicações RFID na

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PARECER COM(201 3)195 Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera a Diretiva 96/531CE do Conselho, de 25 de julho de 1996, que fixa as dimensões máximas

Leia mais

31/10/1992 Jornal Oficial L 316

31/10/1992 Jornal Oficial L 316 DIRECTIVA 92/83/CEE DO CONSELHO de 19 de Outubro de 1992 relativa à harmonização da estrutura dos impostos especiais sobre o consumo de álcool e bebidas alcoólicas CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia

Jornal Oficial da União Europeia 6.2.2003 L 31/3 REGULAMENTO (CE) N. o 223/2003 DA COMISSÃO de 5 de Fevereiro de 2003 que diz respeito aos requisitos em matéria de rotulagem relacionados com o modo de produção biológico aplicáveis aos

Leia mais

ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN

ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN Trata-se de uma adenda à primeira edição do Manual sobre a aplicação prática do Regulamento (CE) n.º 1005/2008 do Conselho, de 29 de Setembro

Leia mais

Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 24.7.2013 COM(2013) 547 final 2013/0264 (COD) Proposta de DIRETIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativa aos serviços de pagamento no mercado interno, que altera as Diretivas

Leia mais

Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p. 0001-0006

Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p. 0001-0006 Directiva 96/71/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de Dezembro de 1996 relativa ao destacamento de trabalhadores no âmbito de uma prestação de serviços Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p.

Leia mais

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME)

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) COMISSÃO EUROPEIA Bruselas, 16.11.2011 C(2011)8317 final Assunto: Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) Excelência, Procedimento

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia DIRECTIVA 2003/54/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. de 26 de Junho de 2003

Jornal Oficial da União Europeia DIRECTIVA 2003/54/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. de 26 de Junho de 2003 15.7.2003 L 176/37 DIRECTIVA 2003/54/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Junho de 2003 que estabelece regras comuns para o mercado interno da electricidade e que revoga a Directiva 96/92/CE

Leia mais

ANEXO REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /..DA COMISSÃO

ANEXO REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /..DA COMISSÃO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 8.10.2014 C(2014) 7117 final ANNEX 1 ANEXO REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /..DA COMISSÃO que completa a Diretiva 2013/36/UE do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n.

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n. PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 31.8.2010 COM(2010) 459 final 2010/0240 (NLE) Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento

Leia mais

EUCO 5/16 arg/ec/fc 1 PT

EUCO 5/16 arg/ec/fc 1 PT Conselho Europeu Bruxelas, 2 de fevereiro de 2016 (OR. en) EUCO 5/16 NOTA para: Assunto: Delegações Projeto de declaração sobre a secção A da decisão dos Chefes de Estado ou de Governo, reunidos no Conselho

Leia mais

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO L 86/22 Jornal Oficial da União Europeia 26.3.2013 DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 22 de março de 2013 que isenta certos serviços do setor postal da Hungria da aplicação da Diretiva 2004/17/CE do Parlamento

Leia mais

DIRETIVAS. DIRETIVA 2014/49/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 16 de abril de 2014 relativa aos sistemas de garantia de depósitos

DIRETIVAS. DIRETIVA 2014/49/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 16 de abril de 2014 relativa aos sistemas de garantia de depósitos 12.6.2014 Jornal Oficial da União Europeia L 173/149 DIRETIVAS DIRETIVA 2014/49/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 16 de abril de 2014 relativa aos sistemas de garantia de depósitos (reformulação)

Leia mais

Reforço da solidariedade na União Europeia no domínio do asilo

Reforço da solidariedade na União Europeia no domínio do asilo P7_TA-PROV(2012)0310 Reforço da solidariedade na União Europeia no domínio do asilo Resolução do Parlamento Europeu, de 11 de setembro de 2012, sobre o reforço da solidariedade na União Europeia no domínio

Leia mais

Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 3.3 Como se elabora um plano de trabalho

Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 3.3 Como se elabora um plano de trabalho Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 3.3 Como se elabora um plano de trabalho 2 Ficha 3.3 Como se elabora um plano de trabalho Índice 1 Determinação do plano de trabalho...

Leia mais

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS L 115/12 Jornal Oficial da União Europeia 27.4.2012 II (Atos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO DELEGADO (UE) N. o 363/2012 DA COMISSÃO de 23 de fevereiro de 2012 respeitante às normas processuais

Leia mais

Apresentação do Manual de Gestão de IDI

Apresentação do Manual de Gestão de IDI Seminário Final do Projeto IDI&DNP Coimbra 31 de março Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. OVERVIEW DO MANUAL 3. A NORMA NP 4457:2007 4. A

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. (apresentada pela Comissão)

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. (apresentada pela Comissão) PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 25.6.2008 COM(2008) 390 final 2008/0128 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n. 216/2008

Leia mais

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2014) 632 final.

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2014) 632 final. Conselho da União Europeia Bruxelas, 16 de outubro de 2014 (OR. en) 14405/14 ENV 836 ENT 238 NOTA DE ENVIO de: Secretário-Geral da Comissão Europeia, assinado por Jordi AYET PUIGARNAU, Diretor data de

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 95. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 95. o, L 268/24 REGULAMENTO (CE) N. o 1830/2003 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Setembro de 2003 relativo à rastreabilidade e rotulagem de organismos geneticamente modificados e à rastreabilidade

Leia mais

de 9 de Março de 2005

de 9 de Março de 2005 24.3.2005 PT Jornal Oficial da União Europeia L 79/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) DECISÃO N. O 456/2005/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 9 de Março de 2005 que

Leia mais

DIRETIVA 2013/56/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

DIRETIVA 2013/56/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO 10.12.2013 Jornal Oficial da União Europeia L 329/5 DIRETIVA 2013/56/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 20 de novembro de 2013 que altera a Diretiva 2006/66/CE do Parlamento Europeu e do Conselho

Leia mais

REGULAMENTO DELEGADO (UE) /... DA COMISSÃO. de 28.7.2015

REGULAMENTO DELEGADO (UE) /... DA COMISSÃO. de 28.7.2015 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 28.7.2015 C(2015) 5195 final REGULAMENTO DELEGADO (UE) /... DA COMISSÃO de 28.7.2015 que completa o Regulamento (UE) n.º 952/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho com regras

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO relativa a um procedimento simplificado de tratamento de certas operações de concentração nos termos do Regulamento (CEE) n 4064/89 do Conselho (Texto relevante para efeitos do

Leia mais

29.6.2013 Jornal Oficial da União Europeia L 181/15

29.6.2013 Jornal Oficial da União Europeia L 181/15 29.6.2013 Jornal Oficial da União Europeia L 181/15 REGULAMENTO (UE) N. o 608/2013 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 12 de junho de 2013 relativo à intervenção das autoridades aduaneiras para assegurar

Leia mais

CFLinfo 180 Janeiro de 2010. Organizações de Produtores de F&H na UE Situação actual e perspectivas

CFLinfo 180 Janeiro de 2010. Organizações de Produtores de F&H na UE Situação actual e perspectivas CFL info Informação do Sector de Frutos e Produtos Hortícolas www.cap.pt Nº180 - Janeiro de 2010 Organizações de Produtores de F&H na UE Situação actual e perspectivas O secretariado do COPA-COGECA elaborou

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de 4.5.2015

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de 4.5.2015 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 4.5.2015 C(2015) 2806 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 4.5.2015 que aprova a decisão de Portugal de utilizar mais de 13 do limite máximo nacional anual fixado no anexo

Leia mais

LINHAS DE ORIENTAÇÃO RELATIVAS AO EXAME DE MARCAS COMUNITÁRIAS EFETUADO NO INSTITUTO DE HARMONIZAÇÃO NO MERCADO INTERNO (MARCAS, DESENHOS E MODELOS)

LINHAS DE ORIENTAÇÃO RELATIVAS AO EXAME DE MARCAS COMUNITÁRIAS EFETUADO NO INSTITUTO DE HARMONIZAÇÃO NO MERCADO INTERNO (MARCAS, DESENHOS E MODELOS) LINHAS DE ORIENTAÇÃO RELATIVAS AO EXAME DE MARCAS COMUNITÁRIAS EFETUADO NO INSTITUTO DE HARMONIZAÇÃO NO MERCADO INTERNO (MARCAS, DESENHOS E MODELOS) NOTA DO EDITOR E INTRODUÇÃO GERAL Índice 1 Objeto...

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Apoio a iniciativas voluntárias de promoção da gestão de diversidade no local de trabalho na UE 2014/S 039-063712

Bélgica-Bruxelas: Apoio a iniciativas voluntárias de promoção da gestão de diversidade no local de trabalho na UE 2014/S 039-063712 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:63712-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Apoio a iniciativas voluntárias de promoção da gestão de diversidade no local

Leia mais

PARECER. PT Unida na diversidade PT 30.5.2012. da Comissão do Controlo Orçamental. dirigido à Comissão do Desenvolvimento Regional

PARECER. PT Unida na diversidade PT 30.5.2012. da Comissão do Controlo Orçamental. dirigido à Comissão do Desenvolvimento Regional PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Controlo Orçamental 30.5.2012 2011/0273(COD) PARECER da Comissão do Controlo Orçamental dirigido à Comissão do Desenvolvimento Regional sobre a proposta de regulamento

Leia mais