EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS - ECT ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 0025/2014 CADERNO DE ENCARGOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS - ECT ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 0025/2014 CADERNO DE ENCARGOS"

Transcrição

1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 0025/2014 CADERNO DE ENCARGOS Serviços Técnicos Especializados de Engenharia para ELABORAÇÃO DOS PROJETOS EXECUTIVOS COMPLEMENTARES PARA REFORMA E AMPLIAÇÃO DO PRÉDIO DA UD TUCURUI/DR/PA. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos Diretoria Regional do Pará Gerencia Técnica GETEC/GMAE-03/PA -1-

2 ÍNDICE 1 OBJETO 1.1 DISCRIÇÃO Contratação de empresa de engenharia para desenvolvimento dos Projetos Complementares Executivos de Fundações (incluindo sondagem geotécnica), Superestrutura em Concreto Armado, Instalações Hidráulicas, Instalações Elétricas, Ar Condicionado, Rede Estruturada de Dados/Voz, Alarme Eletrônico e Combate a Incêndio e Pânico e Sondagem Geotécnica do Solo para a Reforma e Ampliação do prédio da UD Tucuruí/DR/PA. 1.2 CARACTERÍSTICAS GERAIS: Agência de Correios - Tucuruí Localização: o prédio está construído em terreno próprio da ECT, localizado na Rua Dom Cornélio, n 309 Tucuruí/PA; Edificação de dois pavimentos com área existente de 342,19 m², devendo ser ampliada em 696,46 m², resultando em uma área total de 1.038,65 m² divididos por áreas de atividades Área de atendimento: Hall Público; Guichês de atendimento Área operacional: Sala de Tesouraria Sala de Guarda-valores; Sala Técnica; Sala de Expedição; Entreposto; Salão de Triagem; Setor de Registrados; -2-

3 1.2.6 Áreas de Serviço e Apoio: Sanitários (feminino, masculino); Copa; Depósito; Sala de Treinamento; Sala EQV/Inclusão Digital; Garagem de motocicletas; Estacionamento. 2 ESCOPO DOS SERVIÇOS 2.1 PROJETOS Considerações Gerais: A ECT fornecerá o Projeto Básico de Arquitetura; Deverão ser observadas rigorosamente as normas e posturas públicas vigentes, estabelecidas pelos diversos órgãos competentes, notadamente aquelas relacionadas com o atendimento a deficientes físicos, segurança e prevenção de incêndio, meio ambiente, objetivando proporcionar ambientes de trabalho seguros, confortáveis e funcionais; O termo Projetos Complementares refere-se aos Projetos de: Fundações (incluindo sondagem geotécnica), Superestrutura em Concreto Armado, Instalações Hidráulicas, Instalações Elétricas, Instalações de Cabeamento Estruturado, Instalações de Elevadores, Instalações de Climatização, Instalações de Alarme Eletrônico e Instalações de Combate a Incêndio e Pânico; O desenvolvimento dos projetos deverá obedecer ao cronograma previamente elaborado e acordado entre a ECT e a Contratada, de forma a atender às necessidades da ECT, bem como ao prazo estabelecido para entrega final dos serviços, fixado em 60 (sessenta) dias corridos, contados a partir da ordem de serviço emitida pela ECT; A contratada deverá acatar todas as recomendações da Gerência de Engenharia da ECT, considerando tratar-se de uma edificação com características particulares definidas e que requerem tratamento e cuidados especiais; Deverá ser providenciada a emissão das ART s - Anotações de Responsabilidade Técnica junto ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) - devidas, de cada um dos projetos constantes do escopo dos serviços Todos os projetos deverão ser aprovados, pela contratada, junto aos órgãos competentes Os pagamentos de todas as despesas com taxas e emolumentos decorrentes de aprovação e/ou regularização do objeto junto ao município e órgãos públicos, e para o -3-

4 desenvolvimento dos serviços de projeto serão de responsabilidade e conta da Contratada A Contratada dará assistência técnica ao projeto durante todo o período de execução da obra, para efeitos de correção ou complementação, em decorrência de erros ou omissões deste, inclusive na fase de licitação da obra, objetivando o esclarecimento de dúvidas dos licitantes do processo de licitação das obras e serviços; Os serviços objeto desta licitação, após sua conclusão, entrega e recebimento, passarão a fazer parte do patrimônio da ECT, podendo esta fazer as alterações que julgar necessárias para a viabilização das obras ou serviços; Diretrizes A nomenclatura dos arquivos de desenhos e as especificações de desenho deverão seguir as Normas Técnicas do ASBEA Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura; As características definidas neste item fornecem elementos utilizados na elaboração dos Projetos básicos e devem fornecer subsídios para a elaboração dos projetos executivos Características Gerais dos Projetos As características definidas neste item fornecem elementos utilizados na elaboração dos Projetos básicos e devem fornecer subsídios para a elaboração dos projetos executivos Configurações dos Arquivos Os arquivos serão entregues em CD, com extensão DWG (Padrão AutoCad) ou DXF As cotas nos projetos devem obedecer as dimensões reais do projeto, ou seja, as cotas não poderão ser explodidas Impressão: impressão monocromática (preta) tamanho máximo: A1 (841 mm x 594 mm) n.º da pena: 7 (todas) tipo de linha: 0 (todas) espessura das linhas: ver tabela abaixo Cor (nº) Espessura (mm) Cor (nº) Espessura (mm) 1 0,2 7 0,15 2 0,25 8 0,05 3 0,3 9 0,1 4 0,6 56 0,1 5 0, ,1 6 0,4-4-

5 2.1.5 Apresentação do Projeto Impresso ("Plotagem") Deverá ser entregue um jogo completo de cópias de cada especialidade, impressas em papel sulfite, de acordo com as normas da ABNT e seguindo as recomendações abaixo: a) Numeração das pranchas: N/T, sendo N = número de prancha e T = total de pranchas b) Impressão monocromática (preto); c) Tamanho máximo A1; d) Dobradas em tamanho A4; e) O carimbo deverá ser idêntico em todas as pranchas dos projetos Deverá ser considerada a escala mínima de 1:200 para apresentação das plantas, sendo que para os projetos específicos, deverão ser consideradas as seguintes escalas: 1:100 e 1:50 para as plantas baixas, cortes e elevações; 1:20 para os detalhamentos e ampliações de áreas (sanitários, vestiários, copas, docas, escadas etc), e escala compatível (1:5, 1:2) para os detalhes de outros elementos necessários à perfeita execução dos mesmos; A escala dos desenhos deverá ser e estar adequada às normas e exigências legais; O carimbo deverá ser o padronizado da ECT (vide modelo abaixo), devendo a Contratada colocar em cada prancha, em espaço definido pela ECT, a sua logomarca e/ou símbolo (sempre menor que 30 % da marca CORREIOS), e deverá constar obrigatoriamente, a profissão, o nome, a assinatura dos profissionais responsáveis pelo projeto, número de registro no CREA e ART s (Anotações de Responsabilidade Técnica); α) Os memoriais descritivos, especificações técnicas, relação de material e memórias de calculo, deverão ser elaborados com editor de texto e impresso em papel sulfite, padrão A-4, com itens numerados seqüencialmente, titulados, datados e assinados pelo autor do projeto e pelo coordenador responsável pela integração dos projetos de arquitetura e os complementares; -5-

6 β) Nos documentos escritos - especificações técnicas, memórias de cálculos, relação de material, etc não será permitida a colocação de qualquer marca de empresa Contratada. χ) Todos estes documentos deverão possuir somente as indicações da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos no cabeçalho como no rodapé; δ) A ECT poderá, a seu critério, fornecer um modelo padrão para estes documentos. 2.2 NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES: Os projetos deverão ser elaborados em conformidade com as normas da ABNT e seguintes praticas complementares: α) Pratica Geral de Projetos Manual de Obras Publicas Edificações - SEAP; β) Práticas de Construção e Manutenção de Edifícios Públicos Federais - SEAP; χ) Normas da ABNT: δ) NBR 8036/83 - Programação de sondagens de simples reconhecimento dos solos para fundações de edifícios; ε) NBR Sinalização de segurança contra incêndio e pânico (parte 1); φ) NBR Sinalização de segurança contra incêndio e pânico (parte 2); γ) NBR Sistema de proteção por extintores de incêndio; η) NBR 5410 Instalações elétricas em baixa tensão; ι) NBR 5419 Proteção de edificações contra descargas elétricas atmosféricas; ϕ) NBR Procedimento básico para elaboração de projeto de cabeamento de telecomunicações para rede interna estruturada; κ) NBR 6401 Instalações Centrais de Ar-Condicionado para Conforto; λ) NBR 6484 Sondagens de simples reconhecimento com SPT; µ) NBR 5626/80 Instalações Prediais de Água Fria; ν) NBR 5648/89 Especificação de Tubos e Conexões de PVC para Instalações de Água Fria; ο) NBR 8160/83 Instalações Prediais de Esgotos Sanitários; π) NBR 5688/77 Especificações de tubos e conexões de PVC rígido para Instalações Prediais de Esgotos Sanitários e Ventilação; θ) NBR 8161 Tubos e Conexões de Ferro Fundido para Instalações Prediais de Esgotos Sanitários e Ventilação. ρ) Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de concessionárias de serviços públicos ou privatizados; σ) Resolução CONAMA Nº 273, de 29 de Novembro de 2000; τ) Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREA-CONFEA; υ) Normas de Desenhos dos Projetos da ASBEA; -6-

7 ϖ) Padrões e Normas da ECT; ω) Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão NTD-01 da Rede Celpa; ξ) Deverão ser consideradas todas as Normas e Leis, publicadas posteriormente às citadas no presente documento e que venham a ter pertinência com qualquer dos serviços e o objeto licitado. 3 SERVIÇOS 3.1 PROJETOS E SERVIÇOS Especificações Técnicas dos materiais e serviços indicados nos projetos de fundações, estrutura em concreto armado, instalações hidráulicas, instalações elétricas, ar condicionado, rede estruturada de dados/voz, alarme eletrônico, SPDA, combate a incêndio juntamente com os projetos deverão ser entregues as especificações técnicas dos materiais utilizados, bem como o seu modo correto de aplicação e/ou instalação, de forma a garantir a correta execução dos projetos ; Memoriais Justificativos e Memórias de Cálculos juntamente com os projetos deverão ser apresentados os memoriais justificativos da solução adotada bem como as respectivas memórias de cálculos devidamente organizadas e escritos em português, contendo as equações utilizadas bem como bibligrafia; Detalhamentos Executivos todos os projetos deverão ser suficientemente detalhados de forma que seu entendimento seja feito sem a necessidade de esclarecimento,s por parte do projetista, para a perfeita execução, contudo caso seja necessário o mesmo deverá prestar assistência técnica, devendo os custos serem de sua inteira responsabilidade; Relação dos materiais com respectivos quantitativos juntamente com os projetos deverão ser fornecidas as relações do materiais aplicados, constando as respectivas quantidades SONDAGEM DO SOLO a) Sondagem geotécnica (SPT) PROJETO ESTRUTURAL α) Fundações; β) Estruturas de Concreto; PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS a) Água Fria; b) Esgotos Sanitários; c) Coleta e Drenagem de Águas Pluviais. -7-

8 3.1.4 PROJETO DE INSTALAÇÕES COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO α) Prevenção e combate a incêndios. β) Previsão de Riscos; χ) Extintores e Hidrantes; PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRÔNICAS a) Energia em AT/BT ; b) Iluminação; c) No-break; d) Rede estabilizada de BT; e) Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas SPDA. f) Instalação Interna Estruturada de Telecomunicações (Dados e Voz); f.1) Distribuição horizontal estruturada; f.2) Elementos Passivos e Ativos e Rede Local; g) Conexão das Redes Interna e Externa; h) Circuito Fechado de TV; i) Detector de Presença (Alarme eletrônico); PROJETO DE INSTALAÇÕES MECÂNICAS E DE UTILIDADES a) Climatização. α.1) Centrais de Ar Condicionado tipo air-split α.2) Aparelhos de janela; b) Transporte Vertical β.1) Elevador ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E MEMORIAIS DESCRITIVOS 4 DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES 4.1 SONDAGEM GEOTÉCNICA Deverá ser feita sondagem geotécnica (SPT) do solo para determinação do tipo de solo, resistência a compressão e nível d água; O número de furos de sondagem deverá obedecer aos recomendado pela norma NBR 8036/ As sondagens deverão atingir profundidades seguindo as normas da ABNT. Deverá ser apresentado relatório contendo desenhos de locação das sondagens no terreno, posição do -8-

9 RN, perfis individuais ou secções do subsolo, (quando as distâncias entre as sondagens forem convenientes). Constarão também todas as indicações do subsolo pertinente ao método utilizado, tais como consistência, índices de resistência à penetração e os níveis do lençol freático quando atingido pelas sondagens. 4.2 PROJETO ESTRUTURAL O Projeto Estrutural deverá ser elaborado em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT pertinentes ao tema ou, na falta delas, com outras normas que regulamentam o assunto Na análise estrutural deve ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os possíveis estados limites últimos e de serviço É de responsabilidade do projetista estrutural conhecer todas as instalações e utilidades a serem implantadas na edificação, que sejam condicionantes na escolha e dimensionamento do esquema estrutural. O projetista deve ainda conhecer a flexibilidade de utilização desejada no projeto arquitetônico, para que eventuais alterações de distribuição interna não venham a ser inviabilizadas por questões estruturais, conhecer as possibilidades futuras de ampliação de área e alteração de utilização da edificação, conhecer o prazo fixado para a execução da obra O projetista desenvolverá e apresentará o Projeto Estrutural, após estudar as diversas opções de estruturas, analisar as vantagens e desvantagens de cada uma, sob o ponto de vista de viabilidade técnica, econômica e de execução. Para tanto é de responsabilidade do projetista informar-se acerca das características do local da obra no tocante a: α) Tipo e custo da mão-de-obra disponível; β) Tipo e custo dos materiais disponíveis; χ) Disponibilidade de equipamentos; δ) Possibilidade de utilização de técnicas construtivas O PROJETO ESTRUTURAL deverá conter: a) Projeto de Fundação; b) Projeto da Superestrutura Projeto de Fundação O Projeto de Fundação deverá ser feito de acordo com Parecer Técnico emitido por profissional/empresa especialista em solos, com base nos dados de sondagem do terreno e deve conter as informações listadas abaixo: 1. Locação dos elementos de apoio; 2. Nome de todas as peças estruturais; 3. Dimensionamento de todas as peças; -9-

10 4. Indicação das cargas e momentos nas fundações; 5. Indicação do fck do concreto; 6. Indicações de níveis; 7. Indicação do sistema construtivo dos elementos de fundação; 8. Armação de todas as peças estruturais; 9. Quadro de Ferros por prancha de detalhamento, conforme ítens e Superestrutura em Concreto Armado A solução adotada para as fundações deverá dar especial atenção para o nível d'água do terreno, devidamente compatibilizada com o pavimento subsolo da edificação A representação gráfica será feita por meio de desenho de plantas, cortes e elevações que permitam a perfeita análise e compreensão de todo o projeto. Deverão ser apresentados os seguintes produtos gráficos: 10. Plantas de locação e cargas da fundação (pilares e fundações); 11. Plantas de formas, se não contemplada na planta de locação; 12. Plantas de armação A Planta de Locação deverá ser em escala adequada (preferencialmente 1:50) e apresentar as distâncias entre eixos dos pilares, a partir de um ponto de referência bem definido, além de cotas necessárias para o correto posicionamento dos elementos estruturais. Devem ser indicadas as cargas atuantes em cada pilar e a identificação dos pilares com sua respectiva seção transversal, seguindo a mesma numeração do projeto da superestrutura. Opcionalmente, pode-se utilizar a mesma planta para os desenhos de locação dos pilares e da fundação Na Planta de Formas, deverão constar as dimensões dos elementos de fundação, em planta e em corte, cotas de assentamento em relação ao sistema de referência. Os desenhos deverão conter notas explicativas conforme item Superestrutura em Concreto Armado Na Planta de Armação, deverão ser apresentadas as seções longitudinais e transversais, mostrando a quantidade, o diâmetro, a posição, os espaçamentos e os comprimentos de todas as armaduras longitudinais e transversais dos elementos de fundação. Deverão ser indicadas, também, as ferragens de arranque dos pilares. Caso se faça necessário o detalhe de armaduras em mais de uma prancha, cada uma das pranchas deverá possuir um quadro de ferro e um quadro resumo de consumo de materiais (aço, concreto e forma). Opcionalmente pode-se utilizar a mesma planta para os desenhos de forma e armação dos elementos de fundação O projeto de fundações em estacas ou tubulões deve conter as convenções com relação às dimensões e às diversas capacidades de carga, cujos valores devem estar explícitos no projeto No Memorial Descritivo, deverão ser detalhados os principais aspectos da solução adotada no projeto de fundações, apresentando e justificando os procedimentos -10-

11 adotados, as considerações relativas à escolha do tipo de fundação, justificando com base nas investigações, estudos geotécnicos e disponibilidade dos equipamentos a serem utilizados, considerações sobre o dimensionamento e comportamento das fundações ao longo do tempo e eventuais riscos de danos em edificações vizinhas, as hipóteses de carregamento e suas respectivas combinações, a escolha das armaduras, a resistência característica do concreto considerado Projeto de Superestrutura O Projeto de Superestrutura deve conter, no mínimo, os seguintes elementos: Compatibilização de eixos e níveis com o Projeto de Arquitetura; Nomenclatura, dimensionamento e detalhamento de todas as peças estruturais; Detalhamento em separado de elementos estruturais específicos (escadas, reservatórios, cortinas, muros de arrimo, muros de divisa, etc); Cortes No Memorial Descritivo, deverão ser detalhados os principais aspectos da solução adotada no projeto estrutural, apresentando e justificando os procedimentos adotados, todos os carregamentos previstos e suas respectivas combinações para os estados limites últimos e de utilização, a escolha dos materiais, as resistências características, as considerações relativas à ação do vento, variação de temperatura, deformação lenta e retração, choques, vibrações, esforços repetidos, esforços provenientes do processo construtivo, limitações das deformações excessivas, verificação da estabilidade global da estrutura e o tipo da análise estrutural adotada As plantas de forma devem conter os seguintes elementos: Cotas de todas as dimensões necessárias à execução da estrutura; Numeração de todos os elementos estruturais; Indicação da seção transversal das vigas e pilares; Quando houver mudança de seção transversal do pilar em determinado pavimento deverão ser indicadas as duas seções junto ao nome do pilar, a que morre e a que continua; Indicação de aberturas e rebaixos de lajes; Indicação se as vigas forem invertidas; Indicação de valor e localização da contraflecha em vigas e lajes; Nota explicativa conforme item Superestrutura em Concreto Armado, mencionando ainda o quantitativo de escoramento necessário para execução; Convenção de pilares indicando os pilares que nascem, continuam e morrem nos pavimentos, conforme exemplo abaixo: -11-

12 No caso de lajes pré-fabricadas, treliçadas ou nervuradas, indicação do sentido de armação das nervuras, o detalhe da laje, informando a sua altura, a largura das nervura, a distância entre eixos das nervuras, a espessura da capa de concreto, características do elemento de enchimento e, para as lajes treliçadas, a especificação da armação treliçada; No caso de lajes cogumelo, posição e dimensões dos capitéis; Cortes, no mínimo nas duas direções principais da planta baixa e em regiões específicas (escadas, caixas d'água). Os cortes podem contemplar todos os pavimentos da estrutura em uma mesma prancha, ou serem apresentados separadamente por pavimento, junto a respectiva planta de forma A planta de armação deve conter as seguintes indicações: Seção longitudinal de todas as peças, mostrando a posição, a quantidade, o diâmetro e o comprimento de todas as armaduras longitudinais, em escala adequada; Seções transversais de todas as peças, quando necessário, mostrando a disposição das armaduras longitudinais e transversais (estribos) e as distâncias entre as camadas das armaduras longitudinais, em escala 1:20 ou 1:25; Detalhe em escala adequada das armaduras para as lajes cogumelo, inclusive para os capitéis; Quando o detalhe das armaduras exigir comprimento das barras superiores ao existente no mercado (12m), deverão ser detalhados os tipos de emendas; No caso de aberturas e furos em elementos estruturais, deverão ser apresentados os detalhes das armaduras de reforço; Nas lajes nervuradas deve ser indicado, juntamente com as armaduras, o posicionamento dos moldes e das zonas maciças, quando estas forem necessárias; Consumo de materiais (volume de concreto, área de forma e quadro de ferros) e resistência característica à compressão do concreto fck) O detalhe da armadura deve conter as seguintes indicações: Número da posição; Quantidade de barras; Diâmetro da barra; Espaçamento das barras, quando necessário; Comprimento total da barra; -12-

13 Trechos retos e dobras com cotas. Cada prancha de armação dos elementos estruturais deverá conter o Quadro de Ferros respectivo, contendo no mínimo: Tipo de aço (CA50, CA60); Posição (numeração da ferragem); Diâmetro da armadura (em mm); Quantidade de barras de mesma posição; Comprimento unitário da barra (em cm); Comprimento total das barras de mesma posição, em cm (comprimento unitário da barra x quantidade de barras de mesma posição) Cada prancha de armação dos elementos estruturais deverá conter o Quadro Resumo de Ferros respectivo, contendo no mínimo: Tipo de aço (CA50, CA60); Diâmetro da armadura (em mm); Comprimento total (em m) por diâmetro de barra; Massa (em kg) das barras de mesmo diâmetro, considerando perdas; Massa total (em kg) por tipo de aço, considerando perdas As notas explicativas deverão conter as seguintes informações mínimas: Unidade das medidas utilizadas nos desenhos; Classe do concreto (C-20, C-25 etc.); Cobrimento da armadura; Indicar a sobrecargas utilizadas no cálculo; Outras informações necessárias à total compreensão do projeto Nos casos em que a ordem de retirada dos escoramentos seja capaz de introduzir solicitações importantes para a estabilidade da edificação não consideradas em projeto, deverá vir acompanhado ao projeto estrutural um plano de retirada dos escoramentos Quando necessário, deverá ser apresentado o plano de concretagem. As interrupções de concretagem deverão garantir as características de segurança e estética da estrutura. 4.3 PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS Instalações de Água Fria As instalações de água fria obedecerão às normas da ABNT pertinentes, em especial a NBR 5626/80 "Instalações Prediais de Água Fria" e a NBR 5648/89 "Especificação de Tubos e Conexões de PVC para Instalações de Água Fria"; -13-

14 4.3.2 Instalações de Esgotos Sanitários e Águas Pluviais As instalações de esgoto sanitários e água pluviais obedecerão às Normas NBR 8160/83 "Instalações Prediais de Esgotos Sanitários", NBR 5688/77 "Especificações de tubos e conexões de PVC rígido para Instalações Prediais de Esgotos Sanitários e Ventilação", NBR 8161 "Tubos e Conexões de Ferro Fundido para Instalações Prediais de Esgotos Sanitários e Ventilação"; Caso a pressão e/ou vazão exigidas em projeto sejam superiores às disponíveis, deverá ser previsto e dimensionado um conjunto motor-bomba para atendimento do requisito, mantendo-se a ligação independente para garantia de funcionamento do sistema por gravidade. 4.4 PROJETO DE INSTALAÇÕES COMBATE CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO O projeto de instalações de combate contra incêndio e pânico - O projeto contemplará a elaboração do Plano de Prevenção e Combate Contra Incêndio e deverá ser concebido de forma a proporcionar um nível adequado de segurança aos ocupantes do prédio, em caso de incêndio, minimizando as probabilidades de propagação do fogo, através de seu combate no foco, além de diminuir os danos causados pelo sinistro aos equipamentos existentes Os projetos de prevenção e combate a incêndio deverão obedecer às Normas Brasileiras pertinentes e normas e recomendações do Corpo de Bombeiros local (efetuar estudo comparativo ao do local da execução das obras e serviços), baseado no tipo de risco decorrente da utilização do prédio; Deverá atender às exigências das normas da ABNT: NBR Sinalização de segurança contra incêndio e pânico (parte 1); NBR Sinalização de segurança contra incêndio e pânico (parte 2); NBR Sistema de proteção por extintores de incêndio O Plano de Prevenção e Combate Contra Incêndio deverá ser desenvolvido levando em conta a compatibilidade com os projetos arquitetônico e complementares, a fim de que se obtenha uma solução mais econômica e funcional O Plano de Prevenção e Combate Contra Incêndio deverá ser desenvolvido em conformidade com as normas da ABNT, com as leis locais e com toda a legislação e normas pertinentes Deverá o projeto prever, também, a distribuição de unidades extintoras para as várias áreas da edificação, posicionadas equidistantemente, com distâncias limitadas a 20 metros (em função do risco), desobstruídas, sinalizadas e facilmente acessíveis. Os agentes extintores deverão ser compatíveis aos materiais combustíveis manipulados nas respectivas áreas (espuma, pó químico, gás carbônico e água pressurizada); Em estrita observância às prescrições do Corpo de Bombeiros, deverá ser analisados o sistema de iluminação de emergência e outros sistemas julgados necessários, prevendo-se a utilização racional de equipamentos tecnologicamente atualizados, específicos à finalidade; -14-

15 4.4.8 O projetista deverá fazer consulta prévia e depois aprovar o projeto no Corpo de Bombeiros local, de acordo com as normas e procedimentos em vigor Os projetos de drenagem de águas pluviais e os sistemas de disposição de resíduos sólidos deverão atender às normas legais; Memoriais descritivos dos partidos adotados, referendando materiais e elementos construtivos; Memória de cálculo, contemplando o cálculo dos vários elementos do projeto, tais como: barriletes, colunas de água, sistema de sucção, recalque, cálculo do consumo diário, cálculo do volume dos reservatórios, verificação da pressão no ponto mais desfavorável fossa/sumidouro, ramal de esgoto, etc; Detalhamento de todos os elementos necessários à perfeita execução dos projetos; 4.5 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRÔNICAS O Projeto de Instalações Elétricas em Alta e Baixa Tensão Deverá ser elaborado em conformidade com a NBR-5410 da ABNT e NTD-1 da Rede- Celpa, sendo aquela prioritária em relação a esta naquilo que for divergente Deverá obedecer às normas e recomendações elétricas da ABNT, inclusive a atual NBR /2002, regulamentada pela resolução Nº11 de 20/12/2006 do CONMETRO, aos padrões de fornecimento de energia elétrica da concessionária local, às especificações dos fabricantes e às Condições Gerais de Fornecimento da ANEEL Deve-se atender a todas as indicações do Projeto de Arquitetura, Projeto de Estrutura e exigências dos demais projetos Independentemente da carga instalada o padrão de entrada deverá ser trifásico (220V) Partes integrantes do Projeto de Instalações Elétricas: Detalhamento da entrada de energia elétrica, com pranchas de situação e localização, devendo-se prever a interligação ao ponto de entrega da concessionária; Detalhamento dos esquemas verticais e da distribuição, com plantas baixas e de cortes; Quadros de cargas, diagramas unifilares e cálculos de demandas prováveis; Especificação e detalhamento do quadro geral de baixa tensão; Especificação e dimensionamento dos quadros de força e de distribuição; Projeto detalhado da subestação com transformadores e proteções, se necessário; Sistema de no-break, com filtro atenuador de harmônicas de 7ª ordem; Projeto de sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA); Detalhes das caixas de passagem e aterramentos; -15-

16 Memorial descritivo do projeto, caderno de especificações e relação completa de materiais; As plantas deverão apresentar as seguintes indicações: Pontos ativos ou úteis (iluminação e tomadas); Pontos de comandos (interruptores); Quadros de distribuição geral e terminal; Diagramas unifilares; Quadros de carga; Localização dos pontos de consumo de energia elétrica (com respectiva carga), seus comandos e indicação dos circuitos a que estão ligados; Trajeto dos condutores/circuitos e sua proteção mecânica, inclusive dimensões de condutores e caixas; Legendas com os símbolos adotados, segundo especificação da ABNT, e notas que se fizerem necessárias; Quadro indicativo da divisão dos circuitos (quadros de cargas), constando a utilização de cada fase nos diversos circuitos (equilíbrio de fases) O Diagrama Unifilar deverá apresentar os circuitos principais, as cargas, as funções e as características dos principais equipamentos, tais como: Disjuntores: corrente nominal, capacidade de interrupção, classe de tensão; Condutores elétricos nus: tipo e bitola; Condutores elétricos isolados: classe de tensão, tipo de isolamento, bitola do condutor; Pára-raios: tipo, tensão nominal; Barramentos: corrente nominal, suportabilidade térmica, suportabilidade dinâmica; Fusíveis: tipo, corrente nominal Os projetos de instalações elétricas deverão ser elaborados prevendo equipamentos de alto fator de potência e motores de alto rendimento, para se evitar a utilização de banco de capacitores Os circuitos elétricos, inclusive os alimentadores, devem seguir as seguintes recomendações: Queda de tensão máxima de 4%; Todas as instalações de circuitos devem ser em FASE, NEUTRO e TERRA; Para iluminação e tomadas comuns em 127 V, a carga máxima por circuito deverá ser de 1200 W com variação de 15% para mais ou para menos e proteção mínima de 16 A; As tomadas de serviço devem ser alimentadas por circuitos independentes; -16-

17 Para a rede estabilizada, cada circuito deve conter no máximo 04 estações de trabalho. Ao lado de cada ponto de rede estruturada (dados/voz) deverá ter um ponto de rede estabilizada. Os circuitos da rede estabilizada deverão ser alimentados a partir do QDA, o qual deverá ficar na sala técnica; Em todas as salas deverão ser previstos interruptores para comando separado para iluminação normal e para iluminação de emergência. Deverá ser considerada iluminação externa periférica (arandelas) em volta de todo o prédio; Os cálculos luminotécnicos deverão garantir o atendimento de níveis mínimos para todos os ambientes, conforme estabelecido no Anexo 2 - Manual Técnico para Projetos de Iluminação de Edifícios ECT; Subestação: entrada, medição e distribuição de energia AT; Bancos automáticos de Capacitores para Correção do Fator de Potência; Alimentação dos Quadros de Força, Luz e Tomadas; Distribuição de Força para Mecanização; Distribuição de Força para Sistema de Condicionamento de Ar e Ventilação; Distribuição de Tomadas Rede Normal e Estabilizadas; Distribuição de Iluminação (Normal e Emergência); Sistema de Bombas, Alarmes, Proteção e Sinalização Contra Incêndio; Sistema de Iluminação de Letreiros, Fachadas, Arruamentos, Jardins e Áreas de Lazer; Outros, necessários ao perfeito funcionamento das operações e do edifício; Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas-SPDA/Aterramento das Edificações; O projeto de proteção contra descargas Atmosféricas deverá satisfazer às Normas da ABNT, NBR Proteção de Edificações contra Descargas Elétricas Atmosféricas. Deverá ser considerada a necessidade de aterramento de eventuais equipamentos, a estrutura e partes metálicas deverão estar convenientemente protegidas e aterradas; O Projeto de Instalação de Proteção contra Descargas Atmosféricas obedecerá às normas da ABNT, apresentando: Localização e identificação dos pára-raios e terminais aéreos; Ligações entre os pára-raios, terminais aéreos e aterramento; Sistema de aterramento; Resistência máxima de terra; -17-

18 Equipotencializações; Plantas; Todos os detalhes necessários com suas especificações e quantitativos de materiais Sistema de proteção contra falta de energia - No Break, deverá prover energia à rede elétrica estabilizada que alimenta os sistemas de automação predial, rede de computadores, e outros elementos críticos ao funcionamento das operações; Distribuição de Força para Sistema de Condicionamento de Ar e Ventilação; Outros, necessários ao perfeito funcionamento das operações e dos edifícios Rede Estrutura de Telecomunicações (Dado e Voz) O projeto de Instalações de Rede Interna Estruturada de Telecomunicações deverá ser executado de modo completo e detalhado baseando-se nas prescrições das Normas Brasileiras NBR 14565, regulamentos das Concessionárias locais e as normas, diretrizes e recomendações da ECT, utilizando cabeamento categoria 6; Os cabos UTP s serão distribuídos em eletrodutos de PVC rígido classe B ou ferro galvanizado com parede de no mínimo 1,20 mm de espessura, diâmetro mínimo de 1, partido da caixa de distribuição fixada na parede próxima ao Rack, obedecendo a seguinte tabela de ocupação: Diâmetro do eletroduto em polegadas (mm) Quantidade de cabos UTPs. 1" (27) 06 1 ¼" (35) 10 1 ½" (41) 15 2" (53) 20 2 ½" (63) 30 3" (78) Os projetos deverão detalhar e especificar toda a infra-estrutura viária (quadros e tubulação), Salas Técnicas, cabeamento estruturado, os elementos ativos e passivos, esquemas e diagramas de instalações e diretrizes para certificação das instalações; A distribuição dos pontos deverá contemplar todas as edificações, e área especifica destas, sendo que a locação e as necessidades deverão ser indicadas e aprovadas pela fiscalização da ECT; Deverão ser efetuados os projetos executivos dos quadros de telecomunicação, com detalhes de conexão, sistema de identificação de todos os dos elementos ativos e passivos; Deverão ser previstas e elaboradas as integrações dos diversos sistemas prediais e de automação ao Sistema de Gerenciamento, Comando e Controle Central das edificações, a serem aprovados previamente pela fiscalização da ECT; -18-

19 A ECT poderá fornecer, caso julgue necessário, todos os dados dos equipamentos a serem instalados bem como a localização dos pontos de energia, energia estabilizada, rede interna estruturada de Telecomunicações e de telefonia, para os mesmos e os sistemas que deverão atuar em condições de emergência através de grupos geradores, assim como aqueles que serão servidos por sistemas NO BREAK; Todos os projetos deverão contemplar a identificação de todos os elementos componentes de cada solução tecnológica adotada assim como quadros e diagramas de distribuição, tomadas, equipamentos etc; Às instalações elétricas devem ser integrados os dispositivos previstos no projeto de prevenção contra incêndio, como iluminação de emergência, iluminação autônoma, acionadores manuais (quebre o vidro) e audiovisual (sirene) O Memorial descritivo deve apresentar as características principais do sistema elétrico, as cargas consideradas, os fatores de carga e demanda, justificar a escolha das tensões de suprimento e distribuição. Deve apresentar as especificações dos equipamentos e materiais e as recomendações para a execução da instalação Os pontos da rede estrutura deverão ser distribuídos da seguinte forma: Ambiente/Local Guichês/Balcão Guichês/Retaguarda Hall Público Tesouraria Expedição Setor de Registrados Gerência Entreposto Salão de Triagem Sala EQV Sala de Treinamento Número de Pontos 04 Pontos (01 para cada balcão) 03 pontos 03 Pontos (mesa do gerente) 04 pontos 03 pontos 04 pontos 03 Pontos 03 pontos 05 Pontos 03 Pontos 03 Pontos Circuito Fechado de Tv - CFTV Localização das câmeras Fixas Devera ser previstos câmera fixa com foco na visualização do acesso dos clientes na unidade (porta de acesso de clientes). Devera ser prevista câmera fixa com foco na visualização na entrada de cargas e funcionários pelo acesso da expedição (porta de acesso de funcionários e cargas). -19-

20 Devera ser alocada uma câmera fixa com foco no cofre de segurança, e se possível na porta de acesso da tesouraria (cofre de valores). Devera ser alocada uma ou mais câmeras fixas, na retaguarda das atendentes, com foco na visualização dos clientes no momento do atendimento. Devera ser considerando uma câmera fixa para cada conjunto de três guichês de atendimento (balcão de atendimento). Devera ser considerada uma câmera fixa para cada três balcões de atendimento Encaminhamentos e Terminações Todo encaminhamento de tubulações ou canaletas devera ser aparente. Deverá ser prevista a instalação de duas sirenes de alarme. Uma das sirenes devera ficar do lado externo e outra internamente a edificação Central de Gravação A central de gravação (DVR) devera ser instalada em rack na sala técnica da unidade Detector de Presença (Alarme Eletrônico) A localização dos pontos de alarme (sensores) devera abranger todas as áreas da unidade de forma a detectar a intrusão considerando os fluxos possíveis de circulação de pessoas na unidade, principalmente nas áreas consideradas criticas (hall público tesouraria, expedição, sala técnica etc.). Deverá os sistemas eletrônicos de segurança estar instalados, nas unidades, com fornecimento de energia a partir de circuitos provenientes do Quadro de Automação da Unidade (QDA). Os circuitos de alimentação dos sistemas de segurança eletrônica deverão possuir disjuntores exclusivos. Os sensores deverão contemplar os seguintes locais: hall de atendimento, tesouraria, corredores, sala da gerência (se houver), setor de devoluções e todos os demais ambientes que tiverem janelas ou portas; Deverão ser instalados, no mínimo, um sensor para cada um dos locais apontados acima; Se um determinado local da unidade possuir um tamanho superior ao de abrangência do sensor, devem ser colocados tantos sensores quantos forem necessários para que não existam zonas mortas no seu interior; Os sensores devem ser colocados de tal maneira que detectem movimentos nos acessos aos ambientes supervisionados; O sensor deve ser colocado a uma altura que lhe proporcione uma ótima cobertura do local (aproximadamente 2,4 metros de altura) a que se destina monitorar; Os botões de pânico deverão ser instalados de acordo com o desenho básico da unidade e conveniência da área de segurança e comercial. No mínimo deverão ser -20-

DIRETORIA REGIONAL PARÁ GERÊNCIA DE ENGENHARIA

DIRETORIA REGIONAL PARÁ GERÊNCIA DE ENGENHARIA DIRETORIA REGIONAL PARÁ GERÊNCIA DE ENGENHARIA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Nº 280/2015 CADERNO DE ENCARGOS Serviços Técnicos Especializados de Engenharia para ELABORAÇÃO DE PROJETOS EXECUTIVOS COMPLEMENTARES

Leia mais

INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA

INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA Blumenau, maio de 2010. 1. RESUMO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. INTRODUÇÃO...

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA -2

TERMO DE REFERÊNCIA -2 TERMO DE REFERÊNCIA -2 1. O PROJETO Projeto executivo para construção do prédio das Promotorias da Infância e Juventude. 2. OBJETIVOS O presente Termo de Referência tem como objetivo nortear a contratação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA -2

TERMO DE REFERÊNCIA -2 TERMO DE REFERÊNCIA -2 1. O PROJETO Título do Projeto: Reforma e Ampliação das Promotorias de Justiça de Direitos Constitucionais e Patrimônio Público e Promotorias de Justiça de Ações Constitucionais

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS 1 OBJETIVO Revisão 00 fev/2014 1.1 Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam

Leia mais

MEMO Nº 022/ENG/IFC/2010 Blumenau, 15 de julho de 2010. Do: Departamento de Engenharia do Instituto Federal Catarinense

MEMO Nº 022/ENG/IFC/2010 Blumenau, 15 de julho de 2010. Do: Departamento de Engenharia do Instituto Federal Catarinense MEMO Nº 022/ENG/IFC/2010 Blumenau, 15 de julho de 2010. Ao: Pró Reitor de Desenvolvimento Institucional ANTÔNIO A. RAITANI JÚNIOR Do: Departamento de Engenharia do Instituto Federal Catarinense Assunto:

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 18 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

NORMA TÉCNICA N o 18 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS ANEXO XVIII AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 18 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica visa a adequar o texto da norma NBR 10897, que dispõe sobre

Leia mais

Blumenau, maio de 2010.

Blumenau, maio de 2010. INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICO, TELEFÔNICO E CABEAMENTO ESTRUTURADO Blumenau, maio de 2010. 1. RESUMO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. INTRODUÇÃO... 3 4. INSTRUÇÕES GERAIS... 4 5. INSTALAÇÕES

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA 04 PROJETOS DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCENDIOS (PCI)

INSTRUÇÃO TÉCNICA 04 PROJETOS DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCENDIOS (PCI) INSTRUÇÃO TÉCNICA 04 PROJETOS DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCENDIOS (PCI) 1 OBJETIVO 1.1 Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam os procedimentos, critérios e padrões a serem adotados para elaboração

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO

INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO 1. OBJETIVO 1.1. Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam os procedimentos, critérios e padrões a serem adotados para elaboração dos

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA 20/2010 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 REFERÊNCIAS

Leia mais

MUSEU DAS TELECOMUNICAÇÕES

MUSEU DAS TELECOMUNICAÇÕES 1 ANEXO I ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS (NORMAS E DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS, ESPECIFICAÇÕES E PLANILHA) MUSEU DAS TELECOMUNICAÇÕES ELABORAÇÃO, APROVAÇÃO, DETALHAMENTO E DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS

Leia mais

PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica

PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica Primeira edição válida a partir

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO/SP ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO Nº.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO/SP ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO Nº. ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 27/2011 TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO 1.1. Contratação de empresa especializada na prestação de serviços de engenharia elétrica para elaboração de projeto

Leia mais

IT - 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

IT - 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS IT - 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo A - Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos 2 Aplicação B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros

Leia mais

LOCAIS DE TRABALHO COM QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PROJETOS COMPLEMENTARES

LOCAIS DE TRABALHO COM QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PROJETOS COMPLEMENTARES LOCAIS DE TRABALHO COM QUALIDADE E PRODUTIVIDADE 01 NOSSOS SERVIÇOS Após 35 anos de experiência na área de edificações para o mercado imobiliário gaúcho, a BENCKEARQUITETURA, juntamente com a BENCKECONSTRUÇÕES,

Leia mais

SISTEMA DA QUALIDADE Procedimento

SISTEMA DA QUALIDADE Procedimento SISTEMA DA QUALIDADE Procedimento CONTROLE DE PROJETO PR.00 00 1 / 5 1. OBJETIVO Estabelecer as condições, características e responsabilidades para o desenvolvimento de projetos. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

Leia mais

Disciplina: Construção Civil I Procedimentos para Início da Obra

Disciplina: Construção Civil I Procedimentos para Início da Obra UniSALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Engenharia Civil Disciplina: Construção Civil I Procedimentos para Início da Obra André Luís Gamino Professor Área de Construção Civil

Leia mais

Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br

Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT - IBR 001/2006 PROJETO BÁSICO Primeira edição: válida a partir de 07/11/2006 Palavras Chave: Projeto Básico,

Leia mais

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES 2. VINCULAÇÕES DAS LAJES 3. CARREGAMENTOS DAS LAJES 3.1- Classificação das lajes retangulares 3.2- Cargas acidentais

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM MÉDIA TENSÃO 13.8KV CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA RUA OSVALDO PRIMO CAXILÉ, S/N ITAPIPOCA - CE 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA REPRESENTAÇÕES DE DESENHO TÉCNICO E APROVAÇÃO DE PROJETOS SETOR DE ENGENHARIA ANEXO II DO DECRETO N 80/2011 DE 02/05/2011 PARTE 01: OBRA NOVA OU AMPLIAÇÃO 1. Planta de situação

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA BRASÍLIA - DF

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA BRASÍLIA - DF INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA - DF 1 - MEMORIAL DESCRITIVO 2 MEMORIAL DESCRITIVO

Leia mais

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA LOTEAMENTOS URBANOS 1 DO OBJETIVO A presente Norma estabelece os requisitos mínimos a serem obedecidos

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA Índice 1 Introdução 2 Local da Obra 3 Normas 4 Malha de Aterramento 5 Equipamento e Materiais 6 Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas 7 Cálculo dos Elementos

Leia mais

ENE065 Instalações Elétricas I

ENE065 Instalações Elétricas I 12/03/2012 ENE065 Instalações Elétricas I Prof.: Ivo Chaves da Silva Junior ivo.junior@ufjf.edu.br Informações ENE065 http://www.ufjf.br/ivo_junior/ ENE065_NOTURNO Generalidades Sistema Elétrico de Potência

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC

SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC Especificação para implantação de infra-estrutura Diretoria de Redes Gerência de Engenharia da Distribuição Coordenação de Engenharia SISTEMA DE MEDIÇÃO E

Leia mais

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás.

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. USO DE GÁS NATURAL CANALIZADO NORMAS E LEGISLAÇÃO: ABNT NBR 14570 ABNT NBR 13103 COSCIP código de segurança - decreto estadual nº

Leia mais

CADERNO DE ORIENTAÇÕES LOCAÇÃO DE IMÓVEL UNIDADE REGIONAL BAHIA

CADERNO DE ORIENTAÇÕES LOCAÇÃO DE IMÓVEL UNIDADE REGIONAL BAHIA LOCAÇÃO DE IMÓVEL UNIDADE REGIONAL BAHIA Dezembro de 2013 SUMÁRIO 1. OBJETO... 3 2. GENERALIDADES... 3 3. DO EDIFÍCIO... 4 4. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, ELETRÔNICAS, DADOS E VOZ... 4 5. INSTALAÇÕES DE REFRIGERAÇÃO...

Leia mais

INSTALAÇÕES DE VENTILAÇÃO MECÂNICA

INSTALAÇÕES DE VENTILAÇÃO MECÂNICA FNDE ProInfância INSTALAÇÕES DE VENTILAÇÃO MECÂNICA PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL TÉCNICO 13 de março de 2008 FNDE ProInfância INSTALAÇÕES DE VENTILAÇÃO MECÂNICA MEMORIAL TÉCNICO Memória Descritiva e Justificativa

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais A

Instalações Elétricas Prediais A Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 7 Simbologia de Projetos Elétricos Porto Alegre - 2012 Tópicos Projeto de instalações elétricas prediais Simbologia para instalações

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Capítulo 4 Parte 2 Condutores elétricos: 1. semestre de 2011 Abraham Ortega Número de condutores isolados no interior de um eletroduto Eletroduto é um elemento de linha elétrica fechada,

Leia mais

ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP

ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS PORTARIA Nº 011 /05/CAT-CBMAP Aprova a Norma Técnica nº 010/2005-CBMAP, sobre atividades eventuais no Estado do Amapá,

Leia mais

A concepção estrutural deve levar em conta a finalidade da edificação e atender, tanto quanto possível, às condições impostas pela arquitetura.

A concepção estrutural deve levar em conta a finalidade da edificação e atender, tanto quanto possível, às condições impostas pela arquitetura. ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 4 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos 2 de abril, 2003. CONCEPÇÃO ESTRUTURAL A concepção estrutural, ou simplesmente estruturação, também chamada

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais

Instalações Elétricas Prediais Abril de 2010 Sumário Tópicos Sumário 1 As tubulações às quais se referem estas instruções devem ser destinadas exclusivamente ao uso da Concessionária que, ao seu critério, nelas poderá os servições de

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC) SINALIZAÇÃO PARA ABANDONO DE LOCAL

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC) SINALIZAÇÃO PARA ABANDONO DE LOCAL ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC)

Leia mais

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB Agência SHS Novas Instalações Código do Projeto: 1641-11 Pág. 2 Índice 1. Memorial Descritivo da Obra...3

Leia mais

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço 1 Av. Brigadeiro Faria Lima, 1685, 2º andar, conj. 2d - 01451-908 - São Paulo Fone: (11) 3097-8591 - Fax: (11) 3813-5719 - Site: www.abece.com.br E-mail: abece@abece.com.br Av. Rio Branco, 181 28º Andar

Leia mais

Projeto de Instalações Elétricas Residenciais

Projeto de Instalações Elétricas Residenciais Projeto de Instalações Elétricas Residenciais Me. Hader Aguiar Dias Azzini hader_azzini@hotmail.com Campinas - ES 2014 Introdução Em geral, o projeto elétrico compreende quatro partes: Memória (justificativa

Leia mais

E S T A D O D O M A T O G R O S S O. Prefeitura Municipal de Jaciara

E S T A D O D O M A T O G R O S S O. Prefeitura Municipal de Jaciara MEMORIAL DESCRITIVO REDE CEGONHA - HOSPITAL MUNICIPAL JACIARA/MT O presente memorial descritivo define diretrizes referentes à reforma do espaço destinado a Programa REDE CEGONHA no Hospital Municipal

Leia mais

Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS

Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS DESENHO DE ESTRUTURAS INTRODUÇÃO A estrutura de concreto armado é resultado da combinação entre o concreto e o aço. Porém, para a sua execução, não é suficiente apenas a presença desses dois materiais;

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL 1 OBJETIVO: Padronizar os diversos tipos de sistemas de bomba de incêndio das edificações, seus requisitos técnicos, componentes, esquemas elétricos-hidráulicos e memória de cálculo, de acordo com os parâmetros

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA - Lei Federal 6.360/76 e Decreto Estadual (DE) 23.430 de 24/10/1974 (http://www.al.rs.gov.br/legis/);

Leia mais

FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PROJETO TÉCNICO

FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PROJETO TÉCNICO ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA E DA DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS DAT/1 SEÇÃO DE ANÁLISE DE PROJETOS FORMULÁRIO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL

ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL ESTADO DO MARANHÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL Resolução nº 002 de 09 de maio de 2011. O Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Unidade: Instalações prediais de proteção contra incêndio e de gás

Unidade: Instalações prediais de proteção contra incêndio e de gás Unidade: Instalações prediais de proteção contra incêndio e de gás Nesta Unidade da Disciplina tentaremos compreender a questão da problemática envolvida nos tratos dos assuntos atinentes a prevenção e

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7 AULA 7 CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES Disciplina: Projeto de Estruturas CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS 1 CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS ALOJAMENTO DAS ARMADURAS Armadura longitudinal (normal/flexão/torção) Armadura

Leia mais

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR 1 ESTUDO PRELIMINAR OBJETIVOS Analise e avaliação de todas as informações recebidas para seleção e recomendação do partido arquitetônico, podendo eventualmente, apresentar soluções alternativas. Tem como

Leia mais

Projeto de Rede Telefônica

Projeto de Rede Telefônica Projeto de Rede Telefônica Prof. Manoel Henrique Sequencia Definições e materiais. Caixas de distribuição Blocos de terminais Caixas de passagem Tubulação Entrada Primária Secundária Cabos telefônicos

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO Procuradoria Geral Departamento de Administração Coordenação de Arquitetura e Engenharia

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO Procuradoria Geral Departamento de Administração Coordenação de Arquitetura e Engenharia ANEXO II ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO A reforma e adequação da nova sede da Procuradoria do Trabalho no Município de Juazeiro/BA da 5ª Região, localizada na Rua Napoleão

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SITE: www.amm.org.br- E-mail: engenharia@amm.org.br AV. RUBENS DE MENDONÇA, N 3.920 CEP 78000-070 CUIABÁ MT FONE: (65) 2123-1200 FAX: (65) 2123-1251 MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

INSTALAÇÕES DE S P D A

INSTALAÇÕES DE S P D A FNDE ProInfância INSTALAÇÕES DE S P D A PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL TÉCNICO 13 de março de 2008 FNDE ProInfância INSTALAÇÕES DE S P D A MEMORIAL TÉCNICO Memória Descritiva e Justificativa Normas Técnicas

Leia mais

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA ECC 1008 ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA (Aulas 9-12) Prof. Gerson Moacyr Sisniegas Alva Algumas perguntas para reflexão... É possível obter esforços (dimensionamento) sem conhecer

Leia mais

PROJETO AME BOTUCATU

PROJETO AME BOTUCATU PROJETO AME BOTUCATU Memorial Descritivo Ar Condicionado - PRELIMINAR Ass: - Data: - - PARA INFORMAÇÃO Ass: - Data: - - PARA APROVAÇÃO Ass: - Data: - X LIBERADO P/ FABRICAÇÃO Ass: CONNECT / ALDE BARCELOS

Leia mais

NPT 023 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

NPT 023 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 023 Sistema de chuveiros automáticos CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas

Leia mais

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS CAPÍTULO 2: ESQUEMA GERAL DA TUBULAÇÃO TELEFÔNICA. RECOMENDAÇÕES A tubulação telefônica é dimensionada em função da quantidade de pontos telefônicos previsto para cada parte do edifício. Cada ponto telefônico

Leia mais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos - Licença de Instalação (LI) -

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos - Licença de Instalação (LI) - Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos

Leia mais

1 Introdução. antes de mudar

1 Introdução. antes de mudar Introdução 1 Introdução antes de mudar Recebendo as chaves do imóvel, o proprietário deverá providenciar junto as concessionárias, as ligações de alguns serviços indispensáveis ao funcionamento de sua

Leia mais

= CONSTANTE x CUB PR x M2

= CONSTANTE x CUB PR x M2 1 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INSTALAÇÃO ELÉTRICAS E TELEFONIA, TUBULAÇÃO DE ALARME/CFTV/LÓGICA/SOM/TV E SPDA (SISTEMA PROTEÇÃO CONTRA DESCARGA ATMOSFÉRICA). PRESCRIÇÕES

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol.

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

NT - CRITÉRIOS PARA PROJETOS DE REDES E LINHA AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO IT - APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO E SUBESTAÇÃO REBAIXADORA

NT - CRITÉRIOS PARA PROJETOS DE REDES E LINHA AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO IT - APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO E SUBESTAÇÃO REBAIXADORA Página 1 de 1. OBJETIVO 2. ÂMBO DE APLICAÇÃO 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. ANEXOS 6. VIGÊNCIA. APROVAÇÃO Página 2 de 1. OBJETIVO Esta norma estabelece as condições exigíveis

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 23/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 23/2011 Instrução Técnica nº 23/2011 - Sistemas de chuveiros automáticos 513 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº

Leia mais

ANEXO I CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ANEXO I CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1 ANEXO I CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS EDITAL DO PREGÃO AMPLO Nº 008/2010-ER05-Anatel PROCESSO Nº 53528.001004/2010 Projeto Executivo e Estudos de Adequação da nova Sala de Servidores da rede de

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais. Aterramento. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki

Instalações Elétricas Prediais. Aterramento. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki Conceito Instalações Elétricas Prediais -É a Ligação intencional de um condutor à terra. -Significa colocar instalações de estruturas metálicas e equipamentos elétricos

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO

PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Superintendência de Urbanismo e Produção Habitacional Coordenação de Projetos PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA,

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 017/DAT/CBMSC) SISTEMA DE ÁGUA NEBULIZADA (MULSIFYRE)

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 017/DAT/CBMSC) SISTEMA DE ÁGUA NEBULIZADA (MULSIFYRE) ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 017/DAT/CBMSC)

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES PROJETO ARQUITETÔNICO ADEQUAÇÕES NA USINA DE TRIAGEM DE LIXO LINHA ESTRELA MEMORIAL DESCRITIVO 1 MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBJETIVO: USINA DE TRIAGEM DE LIXO A presente especificação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

TOMADA DE PREÇOS 01/2015 QUESTIONAMENTOS E RESPOSTAS

TOMADA DE PREÇOS 01/2015 QUESTIONAMENTOS E RESPOSTAS TOMADA DE PREÇOS 01/2015 Contratação de empresa especializada em engenharia ou arquitetura para elaboração de projetos básicos e executivos de arquitetura e complementares, destinados à construção do edifício-sede

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO GUANHÃES MG INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO

Leia mais

PREGÃO PRESENCIAL Nº 005/2014-EMAP

PREGÃO PRESENCIAL Nº 005/2014-EMAP PREGÃO PRESENCIAL Nº 005/2014-EMAP O Pregoeiro da Empresa Maranhense de Administração Portuária - EMAP, designado pela Portaria nº 149/2013-PRE, de 29 de agosto de 2013, em razão de solicitação da empresa

Leia mais

SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA REDE DE ÁGUA CASAS DE BOMBAS RESERVATÓRIOS

SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA REDE DE ÁGUA CASAS DE BOMBAS RESERVATÓRIOS SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA REDE DE ÁGUA CASAS DE BOMBAS RESERVATÓRIOS NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO HIDRÁULICO E EXECUÇÃO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA POTÁVEL Deverão ser obedecidas as normas

Leia mais

INFRAESTRUTURA CIVIL - CÂMARAS TRANSFORMADORAS FASCÍCULO. Infraestrutura Civil - Câmaras Transformadoras

INFRAESTRUTURA CIVIL - CÂMARAS TRANSFORMADORAS FASCÍCULO. Infraestrutura Civil - Câmaras Transformadoras FASCÍCULO Infraestrutura Civil - Câmaras Transformadoras 1. OBJETIVO Estabelecer critérios para elaboração de Projeto Civil de entradas consumidoras que envolvam a implantação de obras civis subterrâneas

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 23/2011 Sistema de chuveiros automáticos SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUIDA

MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUIDA MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUIDA Versão: 01 Data: 12/01/2013 SUMÁRIO 1. Objetivo 03 2. Normas e Regulamentos Complementares 03 3. Definições 04 3.1. Acesso 04 3.2 Acordo Operativo 04 3.3. Condições

Leia mais

CLIENTE: CYRELA COMMERCIAL PROPOERTIES

CLIENTE: CYRELA COMMERCIAL PROPOERTIES Automação Predial e Patrimonial - Memorial Descritivo para Lojas CLIENTE: CYRELA COMMERCIAL PROPOERTIES Pasta: cyrella_metropolitano-pro-ec-lojas-1-0-2012.doc DATA: 14/05/2012 0 Emissão de Memorial Descritivo

Leia mais

Proprietário Página 1 de 6

Proprietário Página 1 de 6 MEMORIAL DESCRITIVO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ACOPIARA PREFEITURA MUNICIPAL DE ACOPIARA(CE) DATA 10/11/2011 MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO DO PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

Leia mais

A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS NAS EDIFICAÇÕES

A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS NAS EDIFICAÇÕES A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS NAS EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVOS DO PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO A proteção da vida humana A proteção do patrimônio A continuidade do processo produtivo 2 O CÍRCULO DE PROTEÇÃO

Leia mais

ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2

ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 1/7 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 01 ESGOTAMENTO COM BOMBAS... 3 02 REBAIXAMENTO DE LENÇOL FREÁTICO COM PONTEIRAS FILTRANTES... 3 03 REBAIXAMENTO DE LENÇOL

Leia mais

COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA CIVIL AQUISIÇÃO DE ELEVADOR PARA A ESTAÇÃO DE PASSAGEIROS DO TERMINAL DE PASSAGEIROS DO PORTO DE FORTALEZA

COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA CIVIL AQUISIÇÃO DE ELEVADOR PARA A ESTAÇÃO DE PASSAGEIROS DO TERMINAL DE PASSAGEIROS DO PORTO DE FORTALEZA COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA CIVIL AQUISIÇÃO DE ELEVADOR PARA A ESTAÇÃO DE PASSAGEIROS DO TERMINAL DE PASSAGEIROS DO PORTO DE FORTALEZA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS COMPANHIA DOCAS DO CEARÁ Secretaria de

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG.. Instalações Elétricas Gerais 02.1. Geral 02.2. Normas 02.3. Escopo de Fornecimento 02.4. Características Elétricas para Iluminação de Uso Geral 02.4.1. Geral 02.4.2. Tensões de Alimentação

Leia mais

Norma Técnica Interna SABESP NTS 024

Norma Técnica Interna SABESP NTS 024 Norma Técnica Interna SABESP NTS 024 REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Elaboração de Projetos Procedimento São Paulo Maio - 1999 NTS 024 : 1999 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1 RECOMENDAÇÕES DE

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS - SANITÁRIA - Arquivo 828-M-SAN.DOC Página 1 1. SERVIÇOS COMPLEMENTARES Serão executados

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INSTALAÇÕES PREVENTIVAS CONTRA INCÊNDIO DE EDIFICAÇÃO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INSTALAÇÕES PREVENTIVAS CONTRA INCÊNDIO DE EDIFICAÇÃO 1 INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INSTALAÇÕES PREVENTIVAS CONTRA INCÊNDIO DE EDIFICAÇÃO 2 ÍNDICE Lista de Abreviaturas 03 Introdução 04 Parte I 05 Instruções Gerais 05 Modelo de Selo Padrão 07

Leia mais

Os serviços a serem executados, compreendem a elaboração e fornecimento dos seguintes documentos técnicos:

Os serviços a serem executados, compreendem a elaboração e fornecimento dos seguintes documentos técnicos: 1. Introdução TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA ELABORAÇÃO E FORNECIMENTO DE PROJETOS DE ADEQUAÇÕES DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, REDE LÓGICA E TELEFONIA, ATERRAMENTO E SPDA DA

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais A

Instalações Elétricas Prediais A Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 8 Previsão de Cargas Porto Alegre - 2012 Tópicos Cargas dos pontos de utilização Previsão de cargas conforme a norma Exemplo

Leia mais

Memorial Descritivo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

Memorial Descritivo CHUVEIROS AUTOMÁTICOS 1/8 GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO AMAPÁ DIVISÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS SEÇÃO DE ANÁLISE DE PROJETOS 1. Normas de referência: NBR 10.897-ABNT 1.1. Outras normas: 2. Nome

Leia mais

ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES. O Projeto de passarela para pedestres será desenvolvido em duas fases:

ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES. O Projeto de passarela para pedestres será desenvolvido em duas fases: ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Passarela para Pedestres em Projetos de Engenharia Ferroviária. 2. FASES DO PROJETO O

Leia mais

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais

Leia mais

Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779

Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779 Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

Leia mais

Parque Tecnológico de Óbidos

Parque Tecnológico de Óbidos Parque Tecnológico de Óbidos Regulamento de obras (Versão preliminar) Fevereiro de 2009 Óbidos Requalifica, E.E.M. Casa do Largo da Porta da Vila, 1.º Tel: +351 262 955 440 obidos.requalifica@mail.telepac.pt

Leia mais

Apresentação. Quem Somos

Apresentação. Quem Somos Apresentação Quem Somos A F3 Soluções é uma organização de origem brasileira, de negócios diversificados, com atuação e padrão de qualidade globais e certificações de reconhecimento nas áreas especificas

Leia mais

ECV 5644 Instalações II

ECV 5644 Instalações II SISTEMA DE GÁS CENTRALIZADO Fonte: ETFSC Este Sistema também é conhecido como SISTEMA DE GÁS COMBUSTIVEL CENTRALIZADO, é constituído basicamente das seguintes instalações: 1. Central de Gás (Central de

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS II. Automação Predial

SISTEMAS PREDIAIS II. Automação Predial PCC-2466 SISTEMAS PREDIAIS II Automação Predial Serviços dos Edifícios HIDRÁULICOS Água Fria; Água Gelada; Água Quente; Sistemas de Aquecimento (solar etc.); Esgotos Sanitários; Águas Pluviais; Drenagem

Leia mais

Administração de CPD Internet Data Center

Administração de CPD Internet Data Center Administração de CPD Internet Data Center Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os principais conceitos e elementos relacionados a um dos principais tipos

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC) PLANO DE EMERGÊNCIA

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC) PLANO DE EMERGÊNCIA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC)

Leia mais

ANEXO II MEMORIAL DESCRITIVO PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM CRUZ ALTA/RS

ANEXO II MEMORIAL DESCRITIVO PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM CRUZ ALTA/RS ANEXO II MEMORIAL DESCRITIVO PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM CRUZ ALTA/RS Página 1 de 7 I. OBJETIVO O presente documento visa estabelecer os requisitos, condições e diretrizes técnicas e administrativas necessárias

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INSTALAÇÕES PREVENTIVAS CONTRA INCÊNDIO DE EDIFICAÇÃO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INSTALAÇÕES PREVENTIVAS CONTRA INCÊNDIO DE EDIFICAÇÃO INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INSTALAÇÕES PREVENTIVAS CONTRA INCÊNDIO DE EDIFICAÇÃO Blumenau, maio de 2010 1. RESUMO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. INTRODUÇÃO... 3 4. SISTEMA PREVENTIVO CONTRA INCÊNDIO...

Leia mais

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9)

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) 10.1. Esta Norma Regulamentadora - NR fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações

Leia mais