ESTUDO DE PROJETOS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE NATAÇÃO/EDUCAÇÃO FÍSICA SUBSIDIADA POR PRINCÍPIOS E CONCEITOS DA TEORIA DE HENRI WALLON1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO DE PROJETOS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE NATAÇÃO/EDUCAÇÃO FÍSICA SUBSIDIADA POR PRINCÍPIOS E CONCEITOS DA TEORIA DE HENRI WALLON1"

Transcrição

1 ESTUDO DE PROJETOS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE NATAÇÃO/EDUCAÇÃO FÍSICA SUBSIDIADA POR PRINCÍPIOS E CONCEITOS DA TEORIA DE HENRI WALLON 1 Ana Martha de Almeida Limongelli (PED/PUC-SP) Introdução: O presente estudo é parte de minha tese de doutorado 2 que teve o objetivo de analisar em que um programa de natação, subsidiado por conceitos e princípios wallonianos, pode contribuir para a formação de professores de natação/educação Física. Nessa foi descrito e analisado o processo de formação acadêmico-profissional vivenciado por mim e meus alunos, durante as aulas da disciplina de natação, dentro de um curso de Licenciatura em Educação Física em uma instituição de ensino superior privada de um município da região da Grande São Paulo. Wallon (1941/1975) reforça a importância da pesquisa acadêmica, que busca compreender as relações entre elementos pedagógicos e desenvolvimento do ser humano ocorrendo no campo real das ações desenvolvidas. É importante ter clareza das condições de existência de todos os participantes da pesquisa e das condições ambientais e históricas do contexto, para que o pesquisador possa compreender os dados coletados inseridos no tempo e espaço do fato investigado. Quando o contexto indica que a ação do pesquisador não se limita ao levantamento de dados e discussão dos resultados obtidos, a pesquisa-ação pode ser considerada como um método adequado, visto que, nesse tipo de pesquisa, o pesquisador desempenha um papel ativo na realidade dos fatos observados (BARBIER, 20). Considerando as características do problema a ser investigado em minha tese, optei pela pesquisa-ação como método de investigação científica. Para tanto, essa pesquisa envolveu etapas distintas. Os dados foram organizados em: informações sobre o contexto das situações vividas (Dados de Contexto) e informações sobre as produções dos alunos participantes (Dados de Registro). Os Dados de Contexto foram obtidos por meio da análise de documentos oficiais e, principalmente, por anotações da caderneta de observações. Os Dados de Registro, coletados em dois momentos distintos, foram obtidos por meio da análise do registro de depoimentos escritos e orais dos alunos participantes.

2 Sendo assim, o presente trabalho tem o objetivo de apresentar a análise dos Dados de Registro coletados no primeiro momento, ao término da disciplina de Natação IV. A formação do professor de natação acontece nos cursos de graduação em Educação Física, e, por essa razão, entendemos que esse profissional é, antes de tudo, um professor de Educação Física que trabalha em um contexto específico, cuja formação não pode ocorrer de forma isolada e independente da formação do educador e do professor de Educação Física. O professor de natação neste estudo é considerado como um profissional graduado em curso superior de Educação Física cujo foco de trabalho está na compreensão, elaboração e aplicação de processos de ensino-aprendizagem, a fim de promover a autonomia do aluno em sua prática motora dentro do universo de práticas aquáticas. A questão sobre a formação do professor é antiga e não exclusiva da área da Educação Física. Freire (1996) considera que educar é substancialmente formar (p.33), ou seja, ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou construção (p. 47), tendo a clareza de que o aluno é sujeito deste processo. Nesse sentido, a formação docente precisa fundamentar-se na reflexão crítica sobre a prática e no reconhecimento do valor das emoções, sensibilidade e afetividade de todos os envolvidos no processo educativo. Nessa mesma direção, Tardif (20) afirma que a prática educativa envolve diferentes saberes e não se subordina aos determinantes da técnica, mas, sobretudo ultrapassa-os, pois a ação educativa diz respeito aos seres humanos em formação. Assim, a ética da prática educativa se sustenta na educação como responsabilidade diante do outro. Canário (1998) e Mizukami e Reali (20) destacam que o processo de profissionalização do professor precisa ser equacionado a partir de três aspectos fundamentais: compreensão de que a aprendizagem acontece simultaneamente com a experiência; a formação de professores precisa objetivar o desenvolvimento de saberes que possibilitem encontrar e colocar em prática as respostas apropriadas ao contexto durante a realização de uma situação de ensino-aprendizagem e compreensão de que as situações de ensino-aprendizagem não acontecem de forma individual e separada da caracterização do grupo e do momento presente. Sendo assim, é necessário pensar numa formação de professores que oportunize o desenvolvimento de 2

3 trabalhos educacionais em equipe, nos quais as regras são discutidas e construídas para o contexto e para o momento presente. Wallon não propõe uma teoria pedagógica, mas sua preocupação em relação à educação levou-o a elaborar textos específicos sobre tal temática. Os textos podem ser classificados em dois grupos: os que se referem explicitamente à pedagogia e os que permitem inferências a respeito do tema. Os textos da pedagogia explícita apresentam análises da Educação Nova, Educação em geral e trata de uma proposta de reorganização e reestruturação do sistema educacional francês pós-guerra. Os textos da pedagogia implícita permitem inferências, a partir de sua teoria de desenvolvimento humano. (TRAN-THONG, 1971; MAHONEY, 1999; ALMEIDA, 20, 20). As aproximações entre psicologia e educação e suas conseqüências para a formação e atuação de educadores, discutidas nos textos da pedagogia implícita fundamentam-se, predominantemente, na indissociabilidade entre indivíduo e sociedade (TRAN-THONG, 1971, ALMEIDA, 20, 20). Wallon (1941/1975) considera que o meio primitivo e primordial para a criança 3 é o meio social, sem o qual as transformações humanas não são possíveis. Esta visão implica compreender que a criança se desenvolve na relação de sua plasticidade entre seu ser biológico e o meio social. Nesse sentido, a educação é uma necessidade da criança, tanto quanto sua alimentação. Por um lado, a maturação orgânica e nervosa define suas possibilidades funcionais, e, por outro, a educação permite a atualização das mesmas. Para Wallon (1941/1975) a educação precisa respeitar a totalidade da personalidade e integridade dos processos de evolução e aprendizagem da criança, considerando o aluno inserido no contexto vivido, direcionado para o desenvolvimento da autonomia dos alunos. Baseado nessa visão de desenvolvimento, Wallon afirma que o professor é elemento fundamental do processo educacional sistematizado, pois é o organizador do ensino centrado no desenvolvimento integral das possibilidades e aptidões do aluno. O sucesso da ação educativa se sustenta na integração de três áreas de conhecimentos: no conhecimento preciso da criança, de sua natureza, de suas necessidades, de suas possibilidades, ou seja, no estudo psicológico da criança; no conhecimento e elaboração de métodos e técnicas pedagógicas para a criança concreta, isto é no estudo didático-pedagógico dos processos de ensino-aprendizagem e no conhecimento das aptidões trabalhadas e 3

4 exigidas pela disciplina ensinada, isto é, no estudo da especificidade do conteúdo ensinado (WALLON, 1941/1975). Podemos concluir que para Wallon a formação do professor precisa se constituir a partir da integração de três grandes categorias de conhecimentos: a formação psicológica, a formação pedagógica e a formação específica, dentro de uma situação real de atuação visto que a ação de ensinar também é psicológica, não podendo ficar limitada aos livros; mas ter uma referência perpétua nas experiências pedagógicas que os próprios alunos podem pessoalmente realizar. Reforçando essa posição, Tardif (20) considera que já é tempo de os professores universitários, inseridos em cursos que trabalham a formação de futuros professores realizarem pesquisas e reflexões sobre suas próprias práticas educativas, a fim de minimizar o distanciamento entre as teorias professadas e as teorias praticadas nos cursos superiores de formação de professores. Procedimentos de coleta e análise de dados de registro: Esta coleta aconteceu no encerramento da disciplina de natação IV, durante a avaliação do projeto educacional trabalhado ao longo da respectiva disciplina, no final do segundo semestre de 20, por meio da aplicação de um questionário composto por seis questões abertas. Após a entrega do questionário para cada aluno, notifiquei-os de que deveriam responder individualmente e devolver o instrumento até o término da aula, ou seja, tendo o tempo máximo de 1h30min. Participaram 23 alunos. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo, adotando o tema como unidade de registro a partir de seu significado lógico-semântico (FRANCO, 2005). Foi computada a freqüência de seus aparecimentos ao longo dos registros realizados, sendo apresentada em ordem decrescente. Breve contextualização desta coleta: dados de contexto Complementando o processo ocorrido nos três semestres anteriores (disciplinas natação I, II e III) e, pela observação do comportamento e aprendizagens dos alunos, considerei a sugestão do grupo ao final de disciplina natação III e planejei trabalhar todos os conteúdos do nadar, em situação real de ensino-aprendizagem. Ou seja, o objetivo central da disciplina natação IV foi elaborar e aplicar um curso de natação junto com os alunos. Apresentei esse objetivo aos alunos, indicando que a população-alvo do curso 4

5 a ser criado deveria ser uma das duas, sugeridas no semestre anterior: idosos ou bebês. Todos aceitaram a proposta escolhendo a natação para idosos, visto as condições da piscina (descoberta) e de já existir um grupo de idosos que participava de um programa de extensão oferecido pelo próprio curso de Educação Física. Assim, foi decidido, coletivamente, que o curso de natação teria a duração de um mês, com aulas semanais de 60 minutos, nos horários regulares das aulas da disciplina. Todos estavam cientes de que os processos necessários para elaboração e aplicação do curso seriam realizados por ação conjunta entre alunos e professora da disciplina. Os alunos aceitaram na hora e já iniciaram o levantamento das necessidades envolvidas, sendo eu a orientadora de todo o processo. Foram discutidos e escolhidos os objetivos do curso a partir do conhecimento das características do idoso: suas capacidades, habilidades / limitações e dos conhecimentos sobre o nadar elementar-utilitário trabalhados ao longo de toda a disciplina de natação (natação I, II, III e IV). O curso ganhou o nome de I Curso AcquaFênix: programa de atividades aquáticas. Foi desenvolvido no período de 31 de outubro a 28 de novembro de 20, às quartas-feiras, das 15h30 às 16h30, tendo como objetivo principal promover o bem-estar do idoso no meio líquido, por meio de atividades prazerosas, descontraídas e lúdicas. Qualquer idoso matriculado no Projeto Fênix poderia participar, não precisando ter experiência aquática, apenas disposição e vontade. As vagas foram limitadas a 48, pois os alunos da turma formaram quatro grupos de trabalho, cada composto por quatro a cinco alunos (identificados como professores-aluno), que atenderiam o máximo de doze idosos em cada grupo. Todas as aulas programadas no I Curso AcquaFênix foram realizadas na piscina (não houve tempo frio ou chuvoso) com a participação efetiva dos 48 idosos que se inscreveram e compareceram às aulas com muita animação e entusiasmo. No desenrolar do curso, a minha preocupação inicial foi se diluindo, e com isto, cada vez mais deixei os professores-aluno assumirem suas responsabilidades profissionais e pedagógicas frente a seus alunos idosos. Acompanhava, de longe as ações, servindo como ponto de referência e orientação, quando solicitada. Ao término de cada sessão do curso, entre 16h30 às 17h00, fazia uma análise do acontecido nas aulas realizadas com todos os alunos da turma, buscando responder dúvidas como também acolher comentários e emoções manifestadas pelos alunos. 5

6 Principais resultados de dados de registro e considerações: Quadro 1: Disciplina de Natação IV: pontos positivos Pontos Positivos da Disciplina de Natação IV Formação Pedagógica 40 Organização geral do ensino 40 - Manejo de atividades: variabilidade de vivências 16 - Método de ensino da professora da disciplina: estilo não diretivo 09 - Relação prof-aluno: proximidade e diálogo 05 - Atuação do aluno: sujeito, co-gestão na aula - Objetivo da aula: trabalhar formação do professor - Relação aluno-aluno: interação participativa Freqüência Formação Psicológica 10 Dimensão Afetiva 06 - Carinho / Amor - Prazer do aluno Constituição da pessoa - Auto-conhecimento - Conhecimento do outro Dimensão Cognitiva - Construção de conhecimentos Formação Específica 09 Nadar e suas especificidades Organização didático-pedagógica do nadar - Manejo de atividades: aplicação dos conteúdos - Objetivo da aula: compreender conteúdo da disciplina Dimensões do nadar - Dimensão Elementar-utilitária Estes resultados permitem algumas reflexões. Em primeiro lugar, percebe-se que os alunos conseguiram compreender a proposta pedagógica da disciplina: estrutura e organização, ao mesmo tempo em que participaram ativamente de sua construção e aplicação. Em segundo lugar, percebe-se que os alunos deram destaque para conhecimentos da formação que mais estava no foco do desenvolvimento das atividades planejadas pela disciplina, ou seja, os alunos deram mais destaque para os conhecimentos da Formação Pedagógica. Mas não se esqueceram de que é necessário compartilhá-la e associá-la com conhecimentos da Formação Psicológica e Formação Específica. Fato esse que permeia a dinâmica do cotidiano da ação pedagógica do professor, ao mesmo tempo em que fundamenta a dinâmica dos princípios gerais do desenvolvimento humano na teoria walloniana. Em terceiro e último lugar, a baixa freqüência da Formação Específica, poderia ser interpretada como um elemento preocupante para a formação do futuro professor de natação, mas 6

7 nota-se pelo processo desenvolvido em sua totalidade e pelos temas citados nessa formação que os alunos conseguiram se apropriar dos conceitos teóricos do nadar elementar-utilitário, passando a compor o pano de fundo do conhecimento do professor-monitor do Projeto AcquaFênix. Quadro 2: Projeto AcquaFênix: elementos significativos Elementos Significativos do Projeto AcquaFênix Freqüência Formação Psicológica 56 Dimensão Afetiva 37 - Alegria 07 - Carinho/Amor 05 - Gratidão - Confiança - Compreensão - Reconhecimento - Satisfação - Motivação - Receptividade - Emoção na despedida - Tristeza na não continuidade - Respeito - Cooperação Constituição da pessoa - Conhecimento do outro - Auto-conhecimento Formação Pedagógica 17 Organização do ensino geral 17 - Manejo de atividades: aplicar atividades planejadas 09 - Relação prof-aluno: proximidade, diálogo 06 - Objetivo da aula: trabalhar aprendizado prof - monitor e alunos idosos - Método de ensino da professora da disciplina: estilo não diretivo Formação Específica 12 Organização didático-pedagógica do nadar 12 - Manejo de atividades: criar atividades para idosos 09 - Relação prof-aluno: proximidade e diálogo - Adequação da aula ao aluno: elaboração da aula depende de características / necessidades do aluno Nota-se que os elementos significativos do Projeto AcquaFênix indicados pelos alunos distribuíram-se entre elementos da Formação Psicológica, Formação Pedagógica e Formação Específica, confirmando os princípios gerais da formação do educador segundo a teoria walloniana. O relato dos alunos, ao término de cada aula, as manifestações de alegria e atenção deles em relação às aprendizagens e dificuldades de seus alunos idosos no 7

8 desenrolar das aulas, o avançar de suas atitudes durante o progresso das aulas marcaram, também, minhas anotações na caderneta de observação. Essa dinâmica foi compartilhada pelos alunos idosos; a cada aula eles chegavam com mais alegria, confiança, atenção e respeito pelos professoresmonitores. As relações afetivas foram se fortalecendo, demonstrando a confiança dos alunos idosos nas ações didático-pedagógicas do nadar propostas pelos professores-monitores. Tudo isso, levou ao fortalecimento das relações entre os conteúdos da Formação Psicológica, Formação Pedagógica e Formação Específica dos professores-monitores. Isso confirma que a Formação Psicológica do educador não pode ser construída apenas pelos livros, é necessária a vivência do processo ensino-aprendizagem em situação de aula real, assim como sua Formação Pedagógica e Específica. Quadro 3: Projeto AcquaFênix: maior dificuldade Maior Dificuldade do Projeto AcquaFênix Freqüência Formação Psicológica 23 Constituição da pessoa 12 - Conhecimento do outro 10 - Integração diferenças individuais C. Dimensão Afetiva - Medo (insegurança) - Tristeza - Desconfiança - Ansiedade Formação Pedagógica 08 Organização do ensino geral 08 - Manejo de atividades: manter clareza nas instruções - Adequação da aula ao aluno: avaliação das necessidades do idoso - Utilização do tempo: adequar tempo do grupo Formação Específica 05 Organização didático-pedagógica do nadar - Manejo de atividades: falta experiência didática específica Nadar e suas especificidades Em relação à Formação Psicológica, as maiores dificuldades relatadas referiram-se ao conhecimento do outro e à integração de diferenças individuais. As dificuldades sobre o conhecimento do outro estavam relacionadas aos momentos de contato inicial do professor-monitor com seus alunos idosos. Destaca-se que as dificuldades tinham a ver com a situação de aluno novo; aluno, até então, apenas conhecido pelos livros. As dificuldades 8

9 sobre integração de diferenças individuais relacionaram-se, preponderantemente, às dinâmicas do grupo de professores-monitores, tanto nos momentos de elaboração quanto nos momentos de aplicação do Projeto. Em relação a essas dificuldades, os alunos indicaram o medo como a emoção / sentimento mais presente. Em relação à Formação Pedagógica, uma das dificuldades relacionou-se às dificuldades de comunicação clara das instruções para os alunos idosos, a fim de possibilitar sua atenção às atividades propostas. Outra referiu-se à dificuldade de avaliar o aluno idoso para que o professor-monitor identificasse as possibilidades e limitações de seus alunos idosos. Nota-se que tais dificuldades estão muito relacionadas, visto que o maior conhecimento do aluno pelo educador possibilita melhores condições para construir o processo de ensino-aprendizagem, envolvendo a escolha da comunicação mais adequada às características de seus alunos. Tais relações são consideradas na formação do educador pela teoria walloniana quando afirma a relação interdependente entre a necessidade de conhecimentos do aluno concreto pelo professor e a escolha dos caminhos mais adequados para o processo de ensino-aprendizagem do aluno. Essa afirmação integra conhecimentos da Formação Pedagógica e Formação Psicológica, transformando a simples afirmação em uma relação complexa e dinâmica, uma vez que, pela própria teoria walloniana, a formação do educador necessita extrapolar a utilização de livros, devendo se estruturar em ações didáticas concretas. Conhecer o aluno concreto envolve, por parte do professor, estudo aprofundado dos processos de desenvolvimento humano e, principalmente, o desenvolvimento de sua capacidade de observação. Mais uma vez, esses dados reforçam o quão importante é trabalhar a formação do educador em situação real de ensino-aprendizagem construída pelos próprios futuros professores. Quadro 4: Projeto AcquaFênix: maior aprendizagem Maior Aprendizagem do Projeto AcquaFênix Freqüência Formação Psicológica 18 Constituição da pessoa 10 - Integração diferenças individuais - Princípios de desenvolvimento e aprendizagem - Conhecimento do outro - Auto-conhecimento Dimensão Afetiva - Carinho/Amor 08 9

10 - Valorização - Confiança - Gostar Dimensão Cognitiva - Conhecimentos construídos Formação Pedagógica 08 Organização do ensino geral 07 - Manejo de atividades: criar atividades pedagógicas variadas - Adequação da aula ao aluno: elaboração da aula depende das características / necessidades do aluno - Relação aluno-aluno: apoio entre alunos - Relação prof-aluno: proximidade e diálogo Formação Específica 07 Organização didático-pedagógica do nadar 07 - Manejo de atividades: ensinar a nadar - Objetivo da aula: preparar formação profissional - Caracterização do professor: ter conhecimentos sobre ensino-aprendizagem do nadar Estes dados mostraram que os professores-monitores estavam conseguindo integrar os conceitos trabalhados com o fazer pedagógico e, conseqüentemente, estavam construindo aprendizagem para sua formação de professor de natação, sendo que a aprendizagem de maior ênfase para os alunos configurava-se em elementos da Formação Psicológica, especificamente, relacionar diferenças individuais, respeitando os processos de desenvolvimento dos alunos. Como consideração final, percebe-se a adequação de se trabalhar a formação do professor de natação baseado em interesses dos alunos e estudo de projetos visto o envolvimento e crescimento de todos os participantes desse processo. Tais dinâmicas possibilitam aproximação e diálogo, permitindo desenvolver a cooperação e a capacidade de análise-reflexão-tomada de decisão, fundamentais para o trabalho pedagógico diário do futuro educador ao mesmo tempo em que potencializam que os conceitos e princípios da Formação Psicológica, Pedagógica e Específica preconizados pela teoria walloniana sejam aplicados e trabalhados dentro das relações humanas concretas existentes em uma situação de aula real. Referências Bibliográficas: ALMEIDA, L. R. Ser professor: um diálogo com Henri Wallon. In: MAHONEY, A. A. e ALMEIDA, L. R. (Org) A constituição da pessoa na proposta de Henri Wallon. São Paulo: Loyola, p ,

11 ALMEIDA, L. R. Wallon e a educação. In: MAHONEY, A. A. e ALMEIDA, L. R (Org) Henri Wallon: psicologia e educação. 2 ed., São Paulo: Loyola, p , 20. BARBIER, R. A pesquisa-ação. Brasília: Líber Livro Editora, 20. CANÁRIO, R. A escola: o lugar onde os professores aprendem. Psicologia da Educação: Revista do Programa de Estudos Pós-graduados, PUC-SP, n. 6, p. 9-27, FRANCO, M. L. P. B. Análise de conteúdo. 2ª.ed., Brasília: Líber Livros Editora, FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 30ª ed., São Paulo: Paz e Terra, MAHONEY, A. A. Introdução. In: MAHONEY, A. A. e ALMEIDA, L. R (Org) Henri Wallon: psicologia e educação. 2 ed., São Paulo: Loyola, p. 9-29, 20.. Contribuições de H. Wallon para a reflexão sobre questões educacionais. Psicologia da Educação: Revista do Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia da Educação, PUC-SP, n. 7/8, p. 9-28, MIZUKAMI, M. G e REALI, A. M. R. (Org) Aprendizagem profissional da docência: saberes, contexto e práticas. São Carlos: EduFSCar, 20. TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 2ed, Petrópolis: Vozes, 20. TRAN-THONG. Que há dicho verdaderamente Wallon. Madri: Doncel, WALLON, H. Psicologia e educação da infância, Lisboa: Stampa, 1941/ Trabalho publicado no Livro Eletrônico do XI Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores, Presidente Prudente: UNESP, 2007, v.1. p LIMONGELLI,A.M.A. Formação de professores de natação/educação Física:contribuições de princípios e conceitos wallonianos p. Tese (Doutorado em Educação: Psicologia da Educação) Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia da Educação, PUC, São Paulo. [Orientadora: Prof. Dra. Abigail Alvarenga Mahoney]. 3 O termo criança está sendo entendido em sua significação mais ampla: pessoa dentro do conceito walloniano. 11

INVESTIGANDO O ENSINO MÉDIO E REFLETINDO SOBRE A INCLUSÃO DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA PÚBLICA: AÇÕES DO PROLICEN EM MATEMÁTICA

INVESTIGANDO O ENSINO MÉDIO E REFLETINDO SOBRE A INCLUSÃO DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA PÚBLICA: AÇÕES DO PROLICEN EM MATEMÁTICA INVESTIGANDO O ENSINO MÉDIO E REFLETINDO SOBRE A INCLUSÃO DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA PÚBLICA: AÇÕES DO PROLICEN EM MATEMÁTICA RESUMO Elissandra de Campos Viegas; Cibelle de Fátima Castro de Assis Universidade

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

ASPECTOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO CONTINUADA

ASPECTOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO CONTINUADA ASPECTOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO CONTINUADA Área Temática: Educação Responsável pelo trabalho: Tatiana Comiotto Menestrina Instituição: UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA (UDESC) Departamento:

Leia mais

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos.

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos. PERCEPÇÃO DE ACADÊMICOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UENP, EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UM AMBIENTE FAVORECEDOR DA APRENDIZAGEM RESUMO Maria Cristina SIMEONI 1 Este resumo

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 Resumo Claudenici Aparecida Medeiros da Silva Universidade Federal do Pará Campus de Marabá Pólo de Canaã dos Carajás nici_medeiros@hotmail.com

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 NATAÇÃO E DESEMPENHO ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DE UMA EXTENSÃO DA UFG COM UMA ESCOLA PÚBLICA Poliana Siqueira Pedroza 1 Luís César de Souza 2 RESUMO Comunidade Aquática é um projeto de extensão do curso de

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA Luciana Pereira de Sousa 1 Carmem Lucia Artioli Rolim 2 Resumo O presente estudo propõe discutir o contexto da formação dos pedagogos para o ensino da

Leia mais

REGULAMENTO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS- ESPANHOL

REGULAMENTO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS- ESPANHOL REGULAMENTO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS- ESPANHOL 2010 Este regulamento disciplina o Estágio Supervisionado no Curso de Letras:Português/Espanhol, tendo em vista

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA Suzana Marssaro do Santos - suzanamarsaro@hotmail.com Priscila Moessa Bezerra - p-moessabezerra@hotmail.com Célia Regina de Carvalho

Leia mais

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo 1 MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Resumo Patricia Santos de Barros/UFRJ A nossa vivência pedagógica situa-se no âmbito do curso de Licenciatura

Leia mais

PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS

PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS PIAIA, Thaís; RICHTER, Luciana Iniciação Científica - Curso de Ciências Biológicas financiado pelo Programa PEIPSM/UFSM Universidade Federal de Santa

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO Resumo HOÇA, Liliamar Universidade Positivo liliamarh@up.com.br MORASTONI, Josemary- Universidade Positivo

Leia mais

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS Roberta A. dos Santos 1* (IC), Karen.L. Cruz 1 (IC) Verno Krüger 2 (PQ) beta x@hotmail.com 1-

Leia mais

A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DIAS, Priscila Dayane de Almeida priscila_dayane@hotmail.com ROSIN, Sheila Maria (Orientador) sheilarosin@onda.com.br

Leia mais

Palavras-chave: Ensino de ciências; metodologias; Ensino Fundamental.

Palavras-chave: Ensino de ciências; metodologias; Ensino Fundamental. METODOLOGIAS E PRÁTICAS DE ENSINO DE CIÊNCIAS APLICADAS EM ALUNOS DO 7º ANO DE UMA ESCOLA NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA PR Cristiane Valus Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER) 1 cristiane_valus@hotmail.com

Leia mais

A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo LIMA, Márcia Regina Canhoto de - FCT/UNESP marcialima@fct.unesp.br LIMA, José Milton de - FCT/UNESP miltonlima@fct.unesp.br ORLANDI, Leonardo

Leia mais

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO.

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. PEDROZA, Poliana Siqueira 1 LUIZ, Angela Rodrigues 2 SOUZA, Luís César de 3 PALAVRAS-CHAVE: natação, atividades aquáticas,

Leia mais

AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL?

AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL? AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL? Jailza de Lima Oliveira (UNEB - Bolsista PIBID/CAPES) Larissa Santos do Sacramento (UNEB - Bolsista PIBID/CAPES) Lucimara de Oliveira Soares (UNEB -

Leia mais

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS LICENCIATURA EM MATEMÁTICA IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS O componente curricular denominado Atividades Acadêmico-Científico- Culturais foi introduzido nos currículos

Leia mais

Pedagogia Estácio FAMAP

Pedagogia Estácio FAMAP Pedagogia Estácio FAMAP # Objetivos Gerais: O Curso de Graduação em Pedagogia da Estácio FAMAP tem por objetivo geral a formação de profissionais preparados para responder às diferenciadas demandas educativas

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA Tema debatido na série Integração de tecnologias, linguagens e representações, apresentado no programa Salto para o Futuro/TV Escola, de 2 a 6 de maio de 2005 (Programa 1) INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO

Leia mais

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a

Leia mais

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação Considerando a importância de estudos que abordem dimensões

Leia mais

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE Romero Bomfim dos Santos 1 ; Elida Roberta Soares de Santana²; Bruno Fernandes

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DE PROFESSOR. Professor: Data / / Disciplina:

QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DE PROFESSOR. Professor: Data / / Disciplina: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA de São Paulo, Campus Avançado de Matão, base em Sertãozinho Relatório de Avaliação Interna RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO INTERNA DO CAMPUS AVANÇADO DE MATÃO

Leia mais

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL.

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL. GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INFANTIL E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL. Coordenadora: Profª Drª Eliza Maria Barbosa. Universidade Estadual Paulista UNESP/Araraquara. O grupo de Estudos e Pesquisas

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES 1 A LDB, no Titulo VI, trata dos Profissionais da Educação, considerando sob essa categoria não só os professores, que são responsáveis pela gestão da sala de aula, mas

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO JOGO NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA

A INFLUÊNCIA DO JOGO NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA A INFLUÊNCIA DO JOGO NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA Maria de Lourdes Meinerz da Silva Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora de Fátima- Santa Rosa RS jaimar_sr@yahoo.com.br Daiani Finatto

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO eliane.enaile@hotmail.com Introdução Nos últimos anos, as reflexões realizadas sobre a alfabetização têm mostrado que a aquisição da escrita é um processo complexo e multifacetado. Nesse processo, considera

Leia mais

A VOZ DO PROFESSORE SOBRE A INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO

A VOZ DO PROFESSORE SOBRE A INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO A VOZ DO PROFESSORE SOBRE A INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO Elisabeth, FIGUEIREDO CUNHA, UFU 1 Atna, Gomes Silva PELET, UFU 2 Eleuza, SOUZA, UFU 3 Resumo: Este estudo apresenta o

Leia mais

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS 1 A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS Lúcia Helena Bezerra Ferreira Universidade Federal do Piauí luchbf@gmail.com RESUMO

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR Stefania Germano Dias; Flávio Pereira de Oliveira; Josefa Nandara Pereira de Souza; Larissa Brito da Silva; Maria Aparecida

Leia mais

Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem. (Mário Quintana).

Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem. (Mário Quintana). Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história. (Bill Gates). Os verdadeiros analfabetos

Leia mais

XIII Congresso Estadual das APAEs FAMILIA E ESCOLA: EM BUSCA DE ESPAÇOS DE PARCERIA

XIII Congresso Estadual das APAEs FAMILIA E ESCOLA: EM BUSCA DE ESPAÇOS DE PARCERIA XIII Congresso Estadual das APAEs IV Fórum de Autodefensores 28 a 30 de março de 2010 Parque Vila Germânica, Setor 2 Blumenau (SC), BRASIL FAMILIA E ESCOLA: EM BUSCA DE ESPAÇOS DE PARCERIA BENEDET, Marina

Leia mais

UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS

UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS Módulo 3 - Direitos Humanos e o Projeto Político Pedagógico da escola Objetivos: Nesta Unidade veremos como os Direitos Humanos

Leia mais

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS.

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS. BARBOSA, S. L; BOTELHO, H. S. Jogos e brincadeiras na educação infantil. 2008. 34 f. Monografia (Graduação em Normal Superior)* - Centro Universitário de Lavras, Lavras, 2008. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PESQUISA COMO ESTRATÉGIA DIDÁTICA Caroline Vieira De Souza Costa Eixo 2 - Projetos e práticas

Leia mais

PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO?

PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO? PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO? Élida Mara de Jesus Dias (PUC-SP) Resumo Este artigo tem como objetivo analisar a atuação do psicopedagogo frente às dificuldades no processo ensino-aprendizagem na

Leia mais

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL Márcio Henrique Laperuta 1 Rodrigo Santos2 Karina Fagundes2 Erika Rengel2 UEL- Gepef-Lapef-PIBID RESUMO

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR EM MATEMÁTICA RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROGRAMA GESTAR II Sidnei Luís da Silva Escola Municipal Vereador Benedito Batista Congatem - MG sidneiluisdasilva@yahoo.com.br Camila

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM

AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM Kelly Cristina Sabadin kellysabadin@hotmail.com RESUMO A avaliação da aprendizagem escolar se faz presente em todas as instituições de ensino. É o tema mais

Leia mais

Palavras-Chave: Educação Infantil. Portfólios Avaliativos. Teoria Histórico-Cultural.

Palavras-Chave: Educação Infantil. Portfólios Avaliativos. Teoria Histórico-Cultural. IMPLANTAÇÃO DOS PORTFÓLIOS AVALIATIVOS NOS CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL CAMPUS - UEL E HU Eixo 4: Práticas Pedagógicas, Culturas Infantis e Produção Cultural para crianças pequenas Cassiana Magalhães Raizer

Leia mais

EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE EXPERIÊNCIAS COM ALFABETIZAÇÃO ATRAVÉS DA LETRA BASTÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL NO INTERIOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Rafael da Silva da Cunha* - Autor rafael.dudu.r@gmail.com Mayane Ferreira de Farias*

Leia mais

OS MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTAS PARA AUXILIAR NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO PRÉ-VESTIBULAR SOLIDÁRIO

OS MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTAS PARA AUXILIAR NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO PRÉ-VESTIBULAR SOLIDÁRIO OS MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTAS PARA AUXILIAR NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO PRÉ-VESTIBULAR SOLIDÁRIO José Jailson Lima Bezerra (1); Joseclécio Dutra Dantas (2) (1) Discente. Licenciatura em Ciências

Leia mais

A ARTE E A EXPRESSÃO CORPORAL NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1

A ARTE E A EXPRESSÃO CORPORAL NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 A ARTE E A EXPRESSÃO CORPORAL NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 Ingrid Dos Santos Gonçalves 2, Sarai De Fátima Silveira De Souza 3, Andrisa Kemel Zanella 4. 1 projeto de extensão

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR SOB O PONTO DE VISTA PEDAGÓGICO: A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES

A GESTÃO ESCOLAR SOB O PONTO DE VISTA PEDAGÓGICO: A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES A GESTÃO ESCOLAR SOB O PONTO DE VISTA PEDAGÓGICO: A COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES TAMASSIA, Silvana Ap. Santana Pontifícia Universidade Católica- PUC/SP Esta pesquisa busca

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa

Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa 1 Perspectivas de Formação de Formadores com apoio da EaD: emprego de métodos ativos e avaliação formativa Solange Rauchbach Garani Escola da Magistratura do Paraná E-mail: solangergarani@yahoo.com.br

Leia mais

IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO

IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO Deise Sachetti Pinar,Maria José Gomes Moreira de Miranda 2, Sumiko Hagiwara Sakae 3 Orientadora: Drª. Maria Tereza

Leia mais

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil.

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. 6. Humanização, diálogo e amorosidade. Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. Santos, Marisa Alff dos 1 Resumo O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre as práticas docentes

Leia mais

O TRABALHO COM BEBÊS

O TRABALHO COM BEBÊS O TRABALHO COM BEBÊS FREITAS, Clariane do Nascimento de UFSM, Projeto Uma interlocução entre pesquisadores, acadêmicos e o processo educacional vivido no Núcleo de Educação Infantil Ipê Amarelo clarianefreitas@bol.com.br

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

TECNOLOGIA E ELEIÇÕES

TECNOLOGIA E ELEIÇÕES TECNOLOGIA E ELEIÇÕES Amanda de Lima Camargo Angela Heleodora Rodrigues Souza Cláudia Souza Bortolete Marcelo Grecco Mari Cristina Vendramini de Paula Oliveira Maria Cleice Di Leo Ferreira Newdecyr Carlos

Leia mais

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS Alyson Fernandes de Oliveira 1 Hanna Maia Marques de Mello 2 Ana Paula de Almeida Saraiva Magalhães 3 Renata Emiko Basso Hayashi 4 Resumo: Com o elevado

Leia mais

Belém PA, Maio 2012. Categoria: Pesquisa e Avaliação. Setor Educacional: Educação Universitária. Macro: Sistemas e Instituições de EAD

Belém PA, Maio 2012. Categoria: Pesquisa e Avaliação. Setor Educacional: Educação Universitária. Macro: Sistemas e Instituições de EAD 1 A QUALIDADE DOS CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA: CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS E BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UAB Belém PA, Maio 2012 Categoria: Pesquisa e Avaliação

Leia mais

A MEDIAÇÃO ARTICULADA COM USO DE TECNOLOGIAS: CONTRUÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA INCLUSÃO

A MEDIAÇÃO ARTICULADA COM USO DE TECNOLOGIAS: CONTRUÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA INCLUSÃO A MEDIAÇÃO ARTICULADA COM USO DE TECNOLOGIAS: CONTRUÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA INCLUSÃO Resumo Silvana Souza Silva Alves 1 - UnB Amaralina Miranda de Souza 2 - UnB Grupo de Trabalho Diversidade e inclusão

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS Andreza Olivieri Lopes Carmignolli1 UNESP Eva Poliana Carlindo2 UNESP Grupo de Trabalho Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SUA COLABORAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA CRIANÇA RESUMO

AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SUA COLABORAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA CRIANÇA RESUMO AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SUA COLABORAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA CRIANÇA R. L. C. M./ Professora. CAIC 1 R. K. G. F./ Professor. UESPI 2 RESUMO O presente artigo trata-se de uma

Leia mais

AIMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA ENTRE PROFESSORES QUE ATUAM COM PESSOAS COM AUTISMO.

AIMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA ENTRE PROFESSORES QUE ATUAM COM PESSOAS COM AUTISMO. AIMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA ENTRE PROFESSORES QUE ATUAM COM PESSOAS COM AUTISMO. CARVALHO, Tereza Cristina de Secretaria Municipal de Educação Município de Araçatuba/SP. Resumo:Partindo

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA RESUMO José Jorge de Sousa; Francisco Aureliano Vidal Instituto Federal de Educação,

Leia mais

PROFESSOR PEDAGOGO. ( ) Pedagogia Histórico-Crítica. ( ) Pedagogia Tecnicista. ( ) Pedagogia Tradicional. ( ) Pedagogia Nova.

PROFESSOR PEDAGOGO. ( ) Pedagogia Histórico-Crítica. ( ) Pedagogia Tecnicista. ( ) Pedagogia Tradicional. ( ) Pedagogia Nova. PROFESSOR PEDAGOGO 41 - Identifique como V (verdadeira) ou F (falsa) as afirmativas abaixo, que tratam da atuação do professor pedagogo. ( ) Os professores pedagogos devem orientar, acompanhar e avaliar

Leia mais

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Thayssa Stefane Macedo Nascimento Graduanda do curso de Pedagogia da UFPI RESUMO O presente trabalho discute acerca da avaliação na educação infantil tendo como

Leia mais

DIDÁTICA E COMPETÊNCIAS DOCENTES: UM ESTUDO SOBRE TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

DIDÁTICA E COMPETÊNCIAS DOCENTES: UM ESTUDO SOBRE TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA N 429 - OLIVEIRA Eloiza da Silva Gomes, SANTOS Lázaro, ENCARNAÇÃO Aline Pereira da. DIDÁTICA E COMPETÊNCIAS DOCENTES: UM ESTUDO SOBRE TUTORIA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA O conhecimento, bem como os demais

Leia mais

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM Andreza Magda da Silva Dantas Escola.E.E.M.Fc. Sá Cavalcante Paulista PB andreza_magda@hotmail.com Introdução Zelga Dantas de

Leia mais

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu.

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu. CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: INDICATIVOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE E DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NUM CURSO DE PEDAGOGIA G1 Formação de Professores

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM INCLUSIVAS: ENTRE ENCANTOS E DES(ENCANTOS) PALAVRAS-CHAVE: Estratégias. Aprendizagem. Inclusão

ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM INCLUSIVAS: ENTRE ENCANTOS E DES(ENCANTOS) PALAVRAS-CHAVE: Estratégias. Aprendizagem. Inclusão ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM INCLUSIVAS: ENTRE ENCANTOS E DES(ENCANTOS) Sylmara Karina Silva Sousa Railda da Silva Santos Amélia Maria Araújo Mesquita Universidade Federal do Pará Eixo Temático: Práticas

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS No que se refere à relação entre educação e sociedade, julgue os Com relação às concepções pedagógicas, julgue os próximos itens. itens a seguir. 60 A vivência grupal na forma

Leia mais

PERFIL INVESTIGADOR DO LICENCIANDO EM MATEMÁTICA DO ESTADO DO MARANHÃO. Celina Amélia da Silva celina_amelia@yahoo.com.br CESC/UEMA/MA, Brasil

PERFIL INVESTIGADOR DO LICENCIANDO EM MATEMÁTICA DO ESTADO DO MARANHÃO. Celina Amélia da Silva celina_amelia@yahoo.com.br CESC/UEMA/MA, Brasil PERFIL INVESTIGADOR DO LICENCIANDO EM MATEMÁTICA DO ESTADO DO MARANHÃO Celina Amélia da Silva celina_amelia@yahoo.com.br CESC/UEMA/MA, Brasil Carmen Teresa Kaiber kaiber@ulbra.br ULBRA/RS, Brasil Modalidade:

Leia mais

GeoGebra: o uso do computador no ensino de geometria plana 1

GeoGebra: o uso do computador no ensino de geometria plana 1 GeoGebra: o uso do computador no ensino de geometria plana 1 Wadames Procópio Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Brasil professorwadames@yahoo.com.br Antonio Carlos Brolezzi Brasil

Leia mais

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL CAMARGO, Renata Gomes UFSM re_kmargo@hotmail.com Eixo Temático: Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: não contou

Leia mais

Apontamentos sobre mediação e aprendizagem colaborativa no curso de especialização em EaD na UNEB

Apontamentos sobre mediação e aprendizagem colaborativa no curso de especialização em EaD na UNEB 1 Apontamentos sobre mediação e aprendizagem colaborativa no curso de especialização em EaD na UNEB ELAINE DOS REIS SOEIRA Do contexto É notória a expansão da educação a distância online, porém muitos

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES Taciany da Silva Pereira¹, Nora Olinda Cabrera Zúñiga² ¹Universidade Federal de Minas Gerais / Departamento

Leia mais

Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil

Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil Natal- RN- Maio de 2015 Thais Paulo Teixeira Costa Universidade Federal do Rio Grande do Norte - thais.paulo@hotmail.com Nathalia

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE Vera Lucia Conrado de Oliveira¹; Maria Zildaneide Gonzaga²; Elda Cristiane de Souza Lima³ ESCOLA SENADOR PAULO GUERRA/CABROBÓ-PE lucinhaconrado.77@gmail.com;

Leia mais

NEAPI UMA PROPOSTA DE SUPORTE

NEAPI UMA PROPOSTA DE SUPORTE NEAPI UMA PROPOSTA DE SUPORTE PEDAGÓGICO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA, TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO E ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO VANESSA PINHEIRO profvanessapinheiro@gmail.com

Leia mais

COLÉGIO MATER CONSOLATRIX PROJETO DE INTERVENÇÃO DE PSICOLOGIA

COLÉGIO MATER CONSOLATRIX PROJETO DE INTERVENÇÃO DE PSICOLOGIA INTRODUÇÃO Segundo Costa (2000), o Psicólogo Escolar vai trabalhar com os problemas apresentados pelos alunos dentro e fora da escola, interagindo com pais, professores, especialistas em educação e com

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores O CURSO DE EXTENSÃO DA UNIRIO EDUCAÇÃO INFANTIL: ARTE, CORPO E NATUREZA : RELATO DE EXPERIÊNCIA.

Leia mais

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA Rogério Santos Grisante 1 ; Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: A prática da expressão corporal na disciplina de Artes Visuais no Ensino Fundamental II pode servir

Leia mais

ENSINO MÉDIO DIFERENCIAIS PEDAGÓGICOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Processo de Admissão

ENSINO MÉDIO DIFERENCIAIS PEDAGÓGICOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Processo de Admissão ENSINO MÉDIO PROCESSO DE ADMISSÃO DE NOVOS ESTUDANTES PARA 2015 PROPOSTAS PEDAGÓGICAS A fase da escolha de qual carreira seguir acontece, normalmente, durante o ensino médio. Tendo de vivenciar mudanças

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

CONCEPÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA MANTIDAS POR ESTUDANTES DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA UNESP DE MARÍLIA 1

CONCEPÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA MANTIDAS POR ESTUDANTES DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA UNESP DE MARÍLIA 1 CONCEPÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA MANTIDAS POR ESTUDANTES DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA UNESP DE MARÍLIA 1 Carla Cristina MARINHO 2. Sadao OMOTE 3. Faculdade de Filosofia e Ciências,

Leia mais

Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Educação Física (3 anos)

Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Educação Física (3 anos) Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Educação Física (3 anos) 2012-2013 1 Prezado (a) estagiário (a), O presente manual visa orientá-lo (la) quanto à realização do Estágio

Leia mais

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil RESUMO Fernanda Azevedo Fagundes 1 Júlia Estefani Alves 2 O presente artigo, busca discutir acerca da função do Coordenador

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA Avaliação Da Prática Docente A AVALIAÇÃO NA FORMAÇÃO DE EDUCADORES ATRAVÉS DE SUA PRÁTICA DOCENTE Autora: Maria Peregrina de Fátima Rotta Furlanetti Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Estadual

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS

CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS Autor: Claudio Wagner Locatelli Mestrando do Programa de Ensino, História e Filosofia das

Leia mais

O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL

O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL ANTUNES, Clarice Filipin de Castro (UNIOESTE) 1 ROSSETTO, Elisabeth (Orientadora/UNIOESTE)

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

anped 25ª reunião anual

anped 25ª reunião anual A EDUCAÇÃO EMOCIONAL COMO UMA CONTRIBUIÇÃO A PSICOPEDAGOGIA: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL DE ESCOLAS PÚBLICAS. GT 13- Educação Fundamental Silvar Ferreira Ribeiro UNEB - Universidade

Leia mais

ANÁLISE DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS NATURAIS ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS NO PIBID/UFPA

ANÁLISE DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS NATURAIS ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS NO PIBID/UFPA ANÁLISE DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS NATURAIS ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS NO PIBID/UFPA Lilliane Miranda Freitas (Faculdade de Biologia/Universidade Federal do Pará) Resumo: Este trabalho tem como

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2 INCLUIR NA UFU ACESSIBILIDADE E PERMANÂNCIA COM QUALIDADE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR Valéria Manna Oliveira FAEFI - Universidade Federal Uberlândia Claudia Dechichi CEPAE - Universidade Federal de Uberlândia

Leia mais

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO QUESTÃO 4 a) O conteúdo do diálogo a ser completado deve manifestar que as colocações da aluna não constituem aquilo

Leia mais

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE Adriana Noviski Manso - PUCPR Beatriz Ferreira da Rocha - PUCPR Romilda Teodora Ens - PUCSP/PUCPR Resumo O presente relato

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais