Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2008

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2008"

Transcrição

1

2

3 Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 28 Tabelas de Informações e Indicadores Brasília, março de 2

4 Ministro de Estado das Cidades Marcio Fortes de Almeida Secretário Executivo do Ministério das Cidades Rodrigo José Pereira-Leite Figueiredo Equipe Adauto Santos do Espírito Santo, Ernani Ciríaco de Miranda, Elizamar Pereira do Nascimento, Fabiano Bechepeche Scardua, Fernando Bueno Silva, Francisco Ítalo Lopes França, Mauricio Lima Reis, Valdirene Carneiro de Souza. Secretário Nacional de Saneamento Ambiental Leodegar Tiscoski Diretor do Departamento de Articulação Institucional Sergio Antônio Gonçalves Diretor do Departamento de Desenvolvimento e Cooperação Técnica, Substituo Manoel Renato Machado Filho Diretor do Departamento de Água e Esgotos Márcio Galvão Fonseca Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento: diagnóstico dos serviços de água e esgotos 28. Brasília: MCIDADES.SNSA, p.: texto, tabelas.. Serviços de Saneamento. 2. Sistemas de Informação. 3. Água e Esgotos. 4. Zonas Urbanas. 5. Brasil. I. Brasil. Ministério das Cidades. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. II. Título: Tabelas de Informações e Indicadores. CDD É permitida a reprodução total ou parcial deste trabalho, desde que citada a fonte. MINISTÉRIO DAS CIDADES SECRETARIA NACIONAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SAS Quadra, Lote /6, Bloco H, 9ºandar Sala Brasília Distrito Federal Telefone (6) 28-4; Fax (6)

5 SUMÁRIO TEXTO: APRESENTAÇÃO... i. INTRODUÇÃO... i 2. REPRESENTATIVIDADE DA AMOSTRA... i 3. CARACTERIZAÇÃO GLOBAL DOS SISTEMAS DE E DE S... ii 4. ÍNDICES DE ATENDIMENTO...iii 4.. Visualização Espacial da Distribuição dos Níveis de Atendimento no Brasil...iv 5. INVESTIMENTOS REALIZADOS... v 6. CONSUMOS MÉDIOS PER CAPITA DE...vii 7. PERDAS DE... viii 7.. Visualização Espacial da Distribuição do Índice de Perdas de Faturamento no Brasil...x 8. RECEITAS E DESPESAS...x 9. TARIFAS E DESPESAS MÉDIAS... xii. GERAÇÃO DE EMPREGOS... xiii. EVOLUÇÃO DA EFICIÊNCIA GERAL DO SETOR... xiii 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES... xiv TABELAS DE INFORMAÇÕES E INDICADORES: TABELA RE Especial e RE a RE5 Informações Primárias Prestadores de Serviços de Abrangência Regional... TABELA RE7 a RE9 Indicadores Prestadores de Serviços de Abrangência Regional...3 TABELA RE Relação dos Municípios Atendidos Prestadores de Serviços de Abrangência Regional...9 TABELA MR Especial e MRa MR5 Informações Primárias Prestadores de Serviços de Abrangência Microrregional...45 TABELA MR7 a MR9 Indicadores Prestadores de Serviços de Abrangência Microrregional...57 TABELA MR Relação dos Municípios Atendidos Prestadores de Serviços de Abrangência Microrregional...63 TABELA LPu Especial e LPu a LPu4 Informações Primárias Prestadores de Serviços de Abrangência Local de Direito Público (Serviços Municipais)...65 TABELA LPu5 Informações Primárias Prestadores de Serviços de Abrangência Local de Direito Público (Serviços Municipais)...7 TABELA LPu6 Informações Primárias Prestadores de Serviços de Abrangência Local de Direito Público (Serviços Municipais)...27 TABELA LPu7 a LPu Indicadores Prestadores de Serviços de Abrangência Local de Direito Público (Serviços Municipais) TABELA LPr Especial e LPr a LPr5 Informações Primárias Prest. de Serviços de Abrang. Local de Direito Privado (Empresas - Administração Pública) TABELA LPr6 Informações Primárias Prestadores de Serviços de Abrangência Local de Direito Privado (Empresas - Administração Pública) TABELA LPr7 a LPr Indicadores Prestadores de Serviços de Abrangência Local de Direito Privado (Empresas - Administração Pública)...34 TABELA LEP Especial e LEP a LEP6 Informações Primárias Prest. de Serviços de Abrang. Local de Direito Privado (Empr. Privadas Adm. Privada) TABELA LEP7 a LEP Indicadores Prestadores de Serviços de Abrangência Local de Direito Privado (Empresa Privada Administração Privada) SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SNIS

6

7 APRESENTAÇÃO O Ministério das Cidades tem a satisfação de apresentar a décima quarta edição da publicação Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos, que divulga anualmente a base de dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS. O presente documento contém os dados do componente água e esgotos do SNIS do ano de referência 28, com as informações enviadas pelos prestadores de serviços e os indicadores calculados com base nessas informações. O SNIS é o maior banco de dados do setor saneamento brasileiro, vinculado à Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades. O Sistema é composto por dois componentes: um, relativo aos serviços de água e esgotos; outro, relativo aos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos. Os dados retratam as condições da prestação dos serviços sob os aspectos institucional, administrativo, econômico-financeiro, técnico-operacional e da qualidade. O conjunto de dados, no contexto de sua série histórica, permite uma análise consistente da prestação de serviços de água e esgotos no Brasil. As análises possibilitam a identificação de tendências em relação a custos, receitas e padrões dos serviços, e a elaboração de inferências a respeito da trajetória das variáveis mais importantes para o setor, e assim, o desenho de estratégias de intervenção com maior embasamento. Na oportunidade, o Ministério das Cidades agradece a colaboração de todos que contribuíram para a consolidação do SNIS, em especial aos prestadores de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, na certeza de continuar contando com este indispensável apoio nas próximas atualizações do Sistema e elaboração dos Diagnósticos. Brasília, março de 2. Marcio Fortes de Almeida Ministro das Cidades. INTRODUÇÃO O Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 28 além de apresentar as informações e indicadores, faz também algumas análises com o objetivo de retratar as características e a situação do abastecimento de água e do esgotamento sanitário no Brasil, em várias das suas faces. Essas análises correspondem a um esforço de avaliação dos serviços de água e esgotos no Brasil, sem a pretensão de esgotar a ampla possibilidade de avaliações que o conjunto de dados do Sistema permite, sobretudo considerando a série histórica de quatorze anos consecutivos. Os dados do SNIS são atualizados anualmente. A atualização se dá a partir da coleta em uma amostra de prestadores de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em todo o país. No caso de prestadores de abrangência regional e microrregional os dados são apresentados de forma agregada (correspondentes à soma dos municípios atendidos) e também desagregadas por município. Já para os prestadores locais os dados fornecidos são referentes ao próprio município. A análise realizada no Diagnóstico 28 permite destacar alguns aspectos importantes apresentados na Análise Síntese a seguir. 2. REPRESENTATIVIDADE DA AMOSTRA O SNIS coleta dados de uma amostra altamente representativa de prestadores de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário do Brasil. No ano de referência 28 a amostra correspondeu à totalização de dados de municípios atendidos com os serviços de água e de.468 com os serviços de esgotos (respectivamente, 83, e 26,4 do total dos municípios brasileiros). Considerando esses dados, os prestadores de serviços da amostra atuam em municípios que possuem uma população urbana de 53,6 milhões de pessoas, no caso dos serviços de água, e 2, milhões, no caso dos serviços de esgotos (respectivamente, 97,6 e 76,9 do total do país). Vale destacar que, mesmo não sendo uma amostra estatística, a elevada representatividade da amostra do SNIS possibilita uma boa segurança nas análises de desempenho e i SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SNIS

8 DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE E S - 28 ii evolução da prestação dos serviços por agrupamentos dinâmicos no nível dos estados, bacias hidrográficas, macro-regiões e país, seja no ano de referência ou na série histórica de dados. O Quadro apresenta como se distribuem as quantidades de municípios e respectivas populações urbanas, que constam no SNIS em 28, segundo algumas características do atendimento. Em relação a essas populações é importante observar que não se trata de populações atendidas com os referidos serviços, mas sim aquelas residentes nos municípios cujos sistemas são operados pelos prestadores. QUADRO Distribuição dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo características do atendimento População urbana dos Quantidade de municípios Prestador de serviços municípios atendidos atendidos Água Esgotos Água Esgotos Abrangência Quantidade (GE6a) (GE6b) (GE5a) (GE5b) Regional Microrregional Local Brasil A amostra de prestadores de serviços com dados publicados é constituída por 66 entidades, representando um incremento de 56 prestadores em relação ao ano de referência 27, todos de abrangência local. De acordo com a abrangência adotada pelo SNIS, a amostra está distribuída da seguinte forma: 26 prestadores de abrangência regional (as chamadas companhias estaduais); 7 de abrangência microrregional (empresas e autarquias que atendem a dois ou mais municípios vizinhos em determinados estados); e 628 de abrangência local (os chamados serviços municipais). Para a abrangência local, o SNIS publica seus dados organizados segundo a natureza jurídica da organização, sendo que em 28 os prestadores se distribuíram em 57 prestadores de direito público (autarquias, departamentos e secretarias municipais), 6 prestadores de direito privado (sociedades de economia mista, empresas públicas e organizações sociais), e 4 empresas privadas. 3. CARACTERIZAÇÃO GLOBAL DOS SISTEMAS DE E DE S Algumas informações selecionadas, que permitem identificar uma caracterização global dos sistemas de água e de esgotos no Brasil, indicam os seguintes resultados totais do SNIS em 28, mostrados no Quadro 2. QUADRO 2 Caracterização global dos sistemas de água e esgotos dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo informações selecionadas Informação Unidade Valor Quantidade de ligações de água (AG2) unid Extensão da rede de água (AG5) km Volume de água produzido (AG6) mil m Volume de água consumido (AG) mil m Quantidade de ligações de esgotos (ES9) unid Extensão da rede de esgotos (ES4) km Volume de esgoto coletado (ES5) mil m Volume de esgoto tratado (ES6) mil m No ano de 28, observa-se uma boa evolução dos sistemas de água e de esgotos quando os dados são comparados aos de 27. Com efeito, os sistemas de abastecimento de água passaram a atender novas,3 milhão de ligações (acréscimo de 3,3); as redes de água cresceram cerca de 2, mil quilômetros (acréscimo de 2,6); a produção de água manteve-se sem acréscimo, com volume total no mesmo patamar de 27; enquanto que o volume de água consumido teve um acréscimo de 2,7. Portanto, em 28, houve um crescimento físico dos sistemas e do volume de água consumido, com o volume de água produzido mantendo-se no mesmo patamar, sem crescimento, indicando uma melhor produtividade dos sistemas sob a ótica do aproveitamento dos recursos hídricos. Também numa comparação dos dados de 28 com os de 27, constata-se que os sistemas de esgotamento sanitário passaram a atender novas 95 mil ligações (acréscimo de 5,); as

9 redes de esgotos cresceram cerca de 7,8 mil quilômetros (acréscimo de 4,2); o volume de esgotos coletado teve crescimento de 3,4; enquanto que no volume de esgoto tratado o crescimento foi de 8,8. Destaca-se o maior crescimento proporcional dos sistemas de esgotos comparativamente aos de água, assim como uma boa evolução do volume de esgotos tratados, sinalizando prioridade para este que é um dos maiores desafios do setor saneamento brasileiro, ou seja, a coleta e o tratamento dos esgotos sanitários gerados no país. Outro importante aspecto positivo é o bom índice de tratamento dos esgotos coletados, da ordem de 66. Cabe ressaltar, no entanto, que não se deve confundir o índice de tratamento dos esgotos coletados com o mesmo índice referente aos esgotos gerados. Como se vê no próximo item, para este último o índice médio nacional foi de apenas 34,6. 4. ÍNDICES DE ATENDIMENTO Os Quadros 3 e 4 apresentam os valores médios dos índices de atendimento para todo o conjunto de prestadores de serviços participantes do SNIS em 28. No primeiro, os resultados estão distribuídos segundo o tipo de prestador de serviços e no segundo, de acordo com as regiões geográficas brasileiras. QUADRO 3 Níveis de atendimento com água e esgotos dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo tipo de prestador de serviços Tipo de prestador de serviços Índice de atendimento () Índice de Água Coleta de esgotos tratamento dos esgotos gerados () Total Urbano Total Urbano Total (IN 55 ) (IN 23 ) (IN 56 ) (IN 24 ) (IN 46 ) Regional 77,9 93, 36,3 43,7 36,2 Microrregional 94,8 98, 55, 63,9 68,8 Local - Direito Público 87,5 95, 7,7 76,2 26,8 Local - Direito Privado 98, 99,4 72,2 73,7 29,9 Local Empresa Privada 9,6 96,2 52,8 54,6 44,7 Brasil 8,2 94,7 43,2 5,6 34,6 QUADRO 4 Níveis de atendimento com água e esgotos dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo região geográfica Regiões Índice de atendimento () Índice de Água Coleta de esgotos tratamento dos esgotos gerados () Total Urbano Total Urbano Total (IN 55 ) (IN 23 ) (IN 56 ) (IN 24 ) (IN 46 ) Norte 57,6 72, 5,6 7,,2 Nordeste 68, 89,4 8,9 25,6 34,5 Sudeste 9,3 97,6 66,6 72, 36, Sul 86,7 98,2 32,4 38,3 3, Centro-oeste 89,5 95,6 44,8 49,5 4,6 Brasil 8,2 94,7 43,2 5,6 34,6 Para cálculo do IN 46 estima-se o volume de esgoto gerado como sendo igual ao volume de água consumido. Os índices médios nacionais de atendimento da população total (urbana + rural) identificados pelo SNIS em 28 foram de 8,2 para o abastecimento de água e de 43,2 para a coleta de esgotos. Considerando somente a população urbana, os dados evidenciam um elevado atendimento pelos serviços de água, com índice médio nacional igual a 94,7, enquanto que na coleta de esgotos esse índice foi de 5,6. Na comparação com os dados de 27, observa-se uma oscilação para cima nos quatro indicadores, sendo de,3 ponto percentual no índice de atendimento com abastecimento de água e de,2 com coleta de esgotos, ambos relativamente à população total. Nos outros dois indicadores, relativos ao atendimento da população urbana, ocorreram oscilações positivas de,5 ponto percentual no abastecimento de água e de,6 ponto percentual na coleta de esgotos. Vale destacar que, na comparação dos dados de 28 com os de 27 divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD, verifica-se uma variação positiva dos índices de domicílios conectados à rede geral de água igual a,7 ponto percentual e à rede coletora de esgotos igual a,4 ponto percentual, resultados esses bastante consistentes com aqueles apontados pelo SNIS. iii SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SNIS

10 DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE E S - 28 O menor crescimento do índice de atendimento dos serviços de água, mesmo com os substanciais investimentos realizados (ver item 5) refletem a grande dificuldade de aumentar índices que já se encontram em patamar elevado. Os dados indicam que, nessas condições, para se alcançar a universalização dos serviços é necessário focar prioritariamente as áreas não atendidas. Considerando o baixo impacto no crescimento do atendimento, é de se supor que os recursos estão sendo investidos em maior intensidade na reposição da infraestrutura existente ou na melhoria da qualidade do atendimento em áreas já servidas com os serviços. Quanto ao tratamento do volume de esgotos gerados, o índice médio de todo o conjunto participante do SNIS em 28 foi de 34,6, representando um bom acréscimo de 2, pontos percentuais em relação a 27. Vale dizer que, no SNIS, o volume de esgotos gerados é estimado como sendo o mesmo valor do volume de água consumido. 4.. VISUALIZAÇÃO ESPACIAL DA DISTRIBUIÇÃO DOS NÍVEIS DE ATENDIMENTO NO BRASIL A visualização espacial do índice de atendimento total com abastecimento de água (IN 55 ) e com coleta de esgotos (IN 56 ), distribuídos por faixas percentuais, segundo os estados brasileiros, é apresentada nos mapas das Figuras e 2. Em relação ao índice de atendimento total com abastecimento de água, dois estados, Mato Grosso do Sul e São Paulo, mais o Distrito Federal situaram-se na maior faixa (> 9). Na segunda faixa (8, a 9,) houve uma maior quantidade de estados, num total de, sendo que a única região ausente foi a Nordeste. Na terceira faixa (6, a 8,) apareceram 8 estados, concentrados no Nordeste, à exceção de Tocantins, na região Norte. Nos menores índices, observa-se 5 estados na faixa de 4, a 6, e apenas um estado, o Acre, na menor faixa (< 4). FIGURA Representação espacial do índice de atendimento total de água dos participantes do SNIS em 28 (indicador IN 55 ), distribuído por faixas percentuais, segundo os estados brasileiros Quanto ao índice de atendimento total com coleta de esgotos, os dois casos com melhores índices (> 7) foram o estado de São Paulo e o Distrito Federal, enquanto que na pior faixa (< ) situaram-se 4 estados: Rondônia, Pará, Amapá e Piauí. Na segunda melhor faixa (4, a 7,) ficaram os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná. Os demais estados distribuíram-se nas outras duas faixas, sendo 8 estados entre 2, e 4, e estados na faixa de, a 2. iv

11 FIGURA 2 Representação espacial do índice de atendimento total de coleta de esgotos dos participantes do SNIS em 28 (indicador IN 56 ), distribuído por faixas percentuais, segundo os estados brasileiros 5. INVESTIMENTOS REALIZADOS O Quadro 5 apresenta os valores totais de investimentos realizados pelo conjunto de prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, distribuídos segundo o destino, enquanto que o Quadro 6 apresenta os valores de investimentos distribuídos segundo a origem dos recursos. QUADRO 5 Investimentos realizados pelos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo região geográfica e destino dos recursos Regiões Despesas capitalizáveis Investimento (R$ milhões) Água Esgotos Outros Total (FN8) (FN23) (FN24) (FN25) (FN33) Norte 2, 57,3 24,6 25,4 29,3 Nordeste 84,9 44,5 238,7 49,2 83,3 Sudeste 27,6.87,.737,2 233, ,7 Sul 55,2 282,8 35,4 46,6 736, Centro-Oeste 9,6 258,8 264,9 42,7 586, Brasil 379, ,4 2.66,8 397,8 5.62,3 QUADRO 6 Investimentos realizados pelos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo região geográfica e origem dos recursos Regiões Recursos próprios Investimento (R$ milhões) Recursos onerosos Recursos não onerosos Origem não identificada Total (FN3) (FN3) (FN32) (FN8) (FN33) Norte 58,9 75,2 73,2 2, 29,3 Nordeste 4,4 2, 485, 84,9 83,3 Sudeste.374,6.5, 72,4 27, ,7 Sul 43,7 262,4 4,7 55,2 736, Centro-Oeste 278,3 26,8 26,3 9,6 586, Brasil 2.256,9 2.22,5 77,6 379,3 5.62,3 O valor total dos investimentos em 28 superou o de 27 em R$,4 bilhão, correspondendo a um incremento de 32,7. Tal crescimento sinaliza que as contratações referentes ao PAC Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal, começaram a aparecer nos números dos investimentos efetivamente realizados. v SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SNIS

12 DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE E S - 28 vi Como ocorre historicamente na série de dados do SNIS, observa-se uma forte concentração dos investimentos na região Sudeste, igual a 58, do total, enquanto que a região Norte realizou somente 3,9. Embora tenha a menor participação no montante de investimentos realizados, o lado positivo da região Norte está no incremento de investimentos, cujo total em 28 foi 52,5 superior ao de 27. De outro lado, o menor incremento ocorreu na região Sul, com apenas 8,. Ainda que com um desempenho regional bastante superior ao das demais regiões, essa realidade da região Sudeste não ocorreu em todos os estados. Com efeito, no Rio de Janeiro, a CEDAE apresentou queda de 2 no volume de investimentos quando comparado a 27. A queda pode ser considerada expressiva, sobretudo quando se verifica que foi a única empresa estadual da região em que esta situação ocorreu e também que o estado tem grande quantidade de recursos para investimentos disponibilizados pelo PAC. Na região Nordeste, situação ainda mais surpreendente ocorreu em Alagoas, onde a CASAL declarou ter realizado apenas R$,5 milhão de investimentos em 28, quando no ano anterior o montante foi de R$ 66, milhões. Da mesma forma que na CEDAE/RJ, o estado de Alagoas também tem disponível um montante significativo de recursos para investimentos disponibilizados pelo PAC. Pode justificar situações como essas, a hipótese de que os investimentos do PAC, ou parte deles, estejam sob responsabilidade do Governo do estado e não foram informados como valor investido pelas companhias. Em relação ao tipo de prestador de serviços, o total de investimentos em 28 distribuiu-se em R$ 4,3 bilhões (75,8) realizados pelos prestadores regionais (as chamadas companhias estaduais), R$ 25,6 milhões (,5) pelos prestadores de serviços microrregionais, R$ 79,8 milhões (4,) pelos prestadores locais de direito público, R$ 237,2 milhões (4,2) pelos prestadores locais de direito privado, e R$ 35, milhões (5,4) pelos prestadores locais organizados como empresas privadas. Analisando os investimentos segundo valores relativos calculados em função do porte dos prestadores de serviços (medido pela quantidade de ligações de água e esgotos), verifica-se que não ocorre a mesma supremacia da região Sudeste. Os resultados indicam que o maior valor investido ocorreu na região Centro- Oeste, com R$ 28, / ligação e o segundo maior valor na região Norte, com R$ 4, / ligação, enquanto que a região Sudeste apareceu apenas como terceiro maior investimento, com R$, / ligação. As duas regiões com menores investimentos foram o Sul, com R$ 86, / ligação e o Nordeste, com apenas R$ 67, / ligação. Na mesma análise, observa-se que o nível de investimentos de acordo com o tipo de prestadores de serviços foi: regionais, R$, / ligação; microrregionais, R$ 95, / ligação; locais de direito público, R$ 57, / ligação; locais de direito privado, R$ 4, / ligação; e locais empresas privadas, R$ 64,7 / ligação. No global, para todo o conjunto de prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, o nível de investimento foi de R$ 94, / ligação de água e esgotos. Essa análise, agora feita para os prestadores de serviços individualmente, mostra que apenas sete deles, todos locais e de pequeno porte, investiram acima de R$ 5, / ligação. Outros quinze investiram entre R$ 25, e R$ 5, / ligação, aí incluído um prestador regional, a CESAN/ES (R$ 37, / ligação), e todos os demais locais, dentre eles uma empresa privada, a ADA/Manaus (R$ 267, / ligação). Na faixa intermediária, entre R$, e R$ 25, / ligação, situaram-se 6 prestadores de serviços, dentre os quais duas das maiores companhias, COPASA/MG (R$ 29, / ligação) e a SABESP/SP (R$ 2, / ligação). Em uma faixa inferior, entre R$ 5, e R$, / ligação, ficaram 8 prestadores de serviços, e, abaixo de R$ 5, / ligação, 4 prestadores de serviços, dentre eles a segunda maior companhia, a CEDAE/RJ (R$ 38, / ligação). Por fim, houveram ainda outros 96 prestadores, todos de abrangência local, em que não houve investimento em 28. Quanto à origem dos recursos, os dados apontam que foi mantido, em valor absoluto, o bom patamar dos investimentos com recursos próprios, responsáveis em 28 por 4, do total. A elevada participação dos recursos próprios, que já ocorre há alguns anos no SNIS, pode ser uma indicação de que os prestadores de serviços declararam investimentos feitos com recursos dos Governos

13 dos estados e municípios como sendo próprios, podendo, até mesmo, estarem incluindo nessa situação recursos oriundos de repasses do Orçamento Geral da União. Já os investimentos com recursos onerosos, decorrentes de empréstimos tomados pelos prestadores de serviços, cresceram 89 em relação a 27, representando 39,4 dos investimentos em 28. Por sua vez, os recursos não onerosos, apresentaram um incremento de 6 em 28 quando comparados a 27 e tiveram sua participação no montante total aumentada de,3 em 27 para 3,7 em CONSUMOS MÉDIOS PER CAPITA DE Uma relevante informação disponível no SNIS refere-se aos consumos médios per capita de água, importantes para as projeções de demanda, o dimensionamento de sistemas de água e de esgotos, e o controle operacional. Os dados permitem estabelecer parâmetros de referência, tendo por base uma amostra altamente representativa, como é a do SNIS. Evidentemente que deve-se ter cautela no uso de tais parâmetros, pois situações específicas, decorrentes da realidade local de cada sistema, corretamente justificados, podem recomendar adequações nos valores médios. O Quadro 7 mostra os valores médios per capita encontrados para a amostra total do SNIS em 27 e 28, segundo estado, região geográfica e Brasil. QUADRO 7 Valores do consumo médio per capita de água dos prestadores de serviços participantes do SNIS, segundo estado, região geográfica e Brasil Estados / Regiões IN 22 (l/hab.dia) Ano 27 IN 22 (l/hab.dia) Ano 28 Variação () 28 / 27 Acre 8,7 43,7 2, Amazonas 33,3 34,,6 Amapá 56,7 6,7 2,6 Pará 5,4 47,4-2,6 Rondônia 94, 7,3 4, Roraima 54,7 34, -3,3 Tocantins 8,2 23, 4, Norte 34, 35,7,2 Estados / Regiões IN 22 (l/hab.dia) Ano 27 IN 22 (l/hab.dia) Ano 28 Variação () 28 / 27 Alagoas 89,7 89,2 -,6 Bahia 22, 2,7 -,3 Ceará 5,8 3, -3,7 Maranhão 5,4 3,8 -, Paraíba 98, 92, -6, Pernambuco 85, 9,2 6, Piauí 3,5 9,8 6, Rio Grande do Norte 26,8 6, -8,5 Sergipe 9, 7,9 -, Nordeste 4,8,5-3,7 Espírito Santo 92,4 85, -3,8 Minas Gerais 42,5 38,3-2,9 Rio de Janeiro 25,8 236,3 4,8 São Paulo 75, 76,,6 Sudeste 73,8 78, 2,5 Paraná 27, 27,5,4 Rio Grande do Sul 43,7 45,4,2 Santa Catarina 34, 4, 5,2 Sul 34,9 37,2,7 Distrito Federal 82,9 75,6-4, Goiás 27, 25,5 -,3 Mato Grosso do Sul 22,4 25,5 2,5 Mato Grosso 65,4 66,,4 Centro-Oeste 45,2 43,8 -, Brasil 49,6 5,2, IN 22 - Consumo médio per capita de água (l/hab.dia) Observa-se a boa consistência dos dados, demonstrada pela pequena variação dos valores médios regionais e nacional, e também dos valores dos estados, uma vez que 2 dos 27 consumos médios tiveram variação menor que e em apenas um caso houve variação superior a 2. O consumo médio per capita do país em 28 foi de 5,2 l/hab.dia, sendo que nas médias regionais resultaram em 35,7 SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SNIS vii

14 DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE E S - 28 l/hab.dia na região Norte,,5 l/hab.dia na região Nordeste, 78, l/hab.dia na região Sudeste, 37,2 l/hab.dia na região Sul e 43,8 l/hab.dia na região Centro-Oeste. Como se vê, a região Sudeste, com o maior consumo médio regional, foi a única região com valor superior à média do país (8 maior), enquanto que a região Nordeste, com menor valor regional, apresentou resultado 27 inferior à média de todo o conjunto do SNIS. Assim como em 27, também neste ano de 28 o maior consumo médio per capita de água no país foi registrado no estado do Rio de Janeiro (236,3 l/hab.dia), 33 superior à média da região Sudeste e 56 maior que a média do país. O valor do estado foi fortemente influenciado pelo consumo médio per capita da CEDAE/RJ, igual a 259,5 l/hab.dia, maior valor entre as companhias estaduais, 3 superior ao segundo maior valor, o da CESAN/ES (98,8 l/hab.dia) e 24 superior ao valor mais baixo, o da CASAL/AL (82,4 l/hab.dia). Por sua vez, o menor consumo médio estadual, que em 27 ocorreu no estado de Pernambuco, já em 28 foi registrado em Alagoas (89,2 l/hab.dia). Em ambos os estados o valor médio foi muito baixo nos dois anos, cerca de 2 menor que a média da região Nordeste e 4 inferior à média do país. Essa situação sinaliza a existência de intermitência e racionamento de água, com demanda reprimida entre os usuários do sistema. 7. PERDAS DE No que se refere aos dados do SNIS em 28, o valor médio das perdas de faturamento para todo o conjunto de prestadores de serviços foi de 37,4, menor valor de toda a série histórica de 4 anos do SNIS, iniciada em 995. O segundo menor valor da série ocorreu há dez anos atrás, em 999, e foi de 38,. Em relação ao ano anterior, de 27, verifica-se que houve uma boa redução de,7 ponto percentual. O Quadro 8 apresenta as perdas de faturamento, em valores médios, segundo tipo de prestador de serviços, região geográfica e média do país. QUADRO 8 Índice de perdas de faturamento médio (indicador IN 3 ) dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo tipo de prestador de serviços, região geográfica e Brasil Regiões Regional Tipos de prestador de serviços Microregional Local Direito Público Local Direito Privado Local Empresa privada Total () () () () () () Norte 52,4-37,6-65,4 53,4 Nordeste 45,8 22, 37, ,8 Sudeste 36, 36,4 38,8 27,8 26,4 36,2 Sul 24,8 7,7 29,9 45,4 34,2 26,7 Centro-Oeste 3,8 35,7 34,7 47,6 32,4 33,7 Brasil 37,4 34,2 37, 32,6 43,8 37,4 A análise dos resultados, segundo o prestador de serviços, permitiu observar que entre os de abrangência regional, quatro apresentaram índice inferior a 25 (SANEPAR/PR, 2,2; SANEATINS/TO, 22,8; CAGECE/CE, 23,; e CASAN, 24,7). Vale lembrar que em 27 essa posição era ocupada apenas pela SANEPAR/PR, com 22,3, o que mostra a ampliação da quantidade de companhias com índices na melhor faixa. De outro lado, prestadores de abrangência regional apresentaram índices superiores a 5: AGESPISA/PI (52,7), CAERN/RN (53,), CAER/RR (53,2), CASAL/AL (54,6), COMPESA/PE (57,3), DEAS/AC (58,7), CAERD/RO (67,5), CAEMA/MA (7,3), CAESA/AP (75,) e COSAMA/AM (8,7). Ressalta-se que em 27, 9 desses prestadores de serviços também estavam entre os com maiores perdas. A exceção é a CAERN/RN, que em 27 aparecia com um índice de 42,. De outro lado, a CEADAE/RJ, que no ano anterior figurava entre os, e, no ano de 28, apresentou um índice de 49,6. O Gráfico mostra os valores do índice médio de perdas de faturamento para os prestadores de serviços regionais participantes do SNIS em 28. Para o indicador médio de todo o subconjunto de abrangência regional, o índice atual (37,4) apresentou melhora de viii

15 ,7 ponto percentual em relação ao do ano de 27 (39,), indicando uma boa melhoria no conjunto desses prestadores. GRÁFICO Índice de perdas de faturamento (indicador IN 3 ) dos prestadores de serviços de abrangência regional participantes do SNIS em 28, segundo prestador de serviços SANEPAR SANEATINS CAGECE CASAN CAESB CORSAN CESAN SABESP COPASA EMBASA SANESUL SANEAGO CAGEPA COSANPA DESO CEDAE AGESPISA CAERN CAER CASAL COMPESA DEAS CAERD CAEMA CAESA COSAMA Para os prestadores de abrangência local, verificou-se também diferenças significativas entre os valores do indicador de perdas de faturamento, conforme demonstram os números a seguir: 245 prestadores com índices menores que 25 e 94 prestadores com índices superiores a 5. Na faixa menor, cabe registrar a existência de 72 prestadores com índices menores que 5, sinalizando a possibilidade de falhas nas medições dos dados que originaram o cálculo do indicador, já que para a realidade brasileira esses índices são pouco prováveis. Os resultados apontaram um indicador médio de 37,4 para os prestadores de abrangência local aqui também se observou uma diminuição igual à ocorrida nos prestadores regionais, igual a,7 ponto percentual em relação ao ano de 27 (quando o indicador foi de 39,). Mesmo entre os subconjuntos de prestadores locais foram verificadas variações no índice médio, conforme dados a seguir: 37, nos serviços prestados por entes de direito público (LPu); 32,6 no subconjunto de serviços organizados como entes de direito privado (LPr); e de 43,8 nas empresas privadas (LEP). O Gráfico 2 mostra os valores do índice médio de perdas de faturamento dos 26 prestadores de serviços de abrangência local de maior porte, participantes do SNIS em 28. GRÁFICO 2 Índice de perdas de faturamento (indicador IN 3 ) dos 26 prestadores de abrangência local de maior porte participantes do SNIS em 28, segundo prestador de serviços () Pelotas Limeira Blumenau Campinas Juiz de Fora Santo André Uberlândia Niterói Jundiaí Campos dos Goytacazes São José do Rio Preto Porto Alegre Uberaba Campo Grande Bauru Mauá Sorocaba Piracicaba Joinville Cuiabá Diadema Ribeirão Preto Guarulhos Caxias do Sul Mogi das Cruzes Manaus Como se sabe, índices de perdas elevados são consequencia de uma infraestrutura física de má qualidade e também de uma decificiente gestão dos sistemas. Diante desse quadro, os investimentos em curso no âmbito do PAC Programa de Aceleração do Crescimento representam uma oportunidade de melhoria significativa, que deve não apenas ampliar os sistemas, mas, sobretudo, imprimir qualidade operacional e institucional aos sistemas e serviços. Nesse sentido, são fundamentais os investimentos na melhoria operacional e na reforma da gestão de um lado e o recomendável não investimento em novos sistemas de produção de água de outro, pois, como se sabe, ampliar a produção em um ambiente de elevadas perdas pode ter como consequência perdas de água ainda maiores. Considerando a população total atendida com os serviços de água como indicador do porte. ix SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SNIS

16 DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE E S VISUALIZAÇÃO ESPACIAL DA DISTRIBUIÇÃO DO PERDAS DE FATURAMENTO NO BRASIL O mapa da Figura 3 apresenta a visualização espacial do índice de perdas de faturamento para todo o conjunto de prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, em valores médios distribuídos por faixas percentuais, segundo os estados brasileiros. FIGURA 3 Representação espacial do índice de perdas de faturamento para o conjunto de prestadores participantes do SNIS em 28 (indicador IN 3 ), distribuído por faixas percentuais, segundo os estados brasileiros Observa-se que cinco estados (Ceará, Tocantins, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina) mais o Distrito Federal situaram-se na melhor faixa com índice de perda de faturamento menor que 3, enquanto que dois estados da região Norte (Acre e Amapá) situaram-se na pior faixa com índices maiores que 7. Para as demais faixas, há oito estados com índice de perdas entre 3, e 4, quatro na faixa entre 4, e 5, e outros sete na faixa entre 5, a 7,. 8. RECEITAS E DESPESAS No conjunto, os prestadores de serviços participantes do SNIS em 28 obtiveram receita operacional total de R$ 27, bilhões, valor 8,8 maior que o obtido em 27, e despesa total com os serviços de R$ 25,6 bilhões,,3 maior que em 27. Em ambos os casos, a variação foi superior à inflação de 28, medida pelo IPCA, que apresentou índice de 5,9. De acordo com os dados do Quadro a seguir, 79,2 da receita total correspondem aos prestadores de serviços de abrangência regional, 2,4 aos de abrangência local e,4 aos de abrangência microrregional, mantendo aproximadamente as mesmas proporções verificadas em anos anteriores. Em relação à despesa total com os serviços, verifica-se também uma distribuição entre os subconjuntos com valores proporcionais próximos dos encontrados em anos anteriores e também muito similares aos das receitas, sendo que 8,9 correspondem aos prestadores de abrangência regional, 8,7 aos de abrangência local e,4 aos de abrangência microrregional. x

17 QUADRO 9 Dados financeiros dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo abrangência Receita operacional total Despesa total com os serviços Variação da tarifa (média) Tarifa média Variação da despesa total (média) Despesa total média Abrangência (FN5) (FN7) (IN 4 ) (IN 4 ) (IN 3 ) (IN 3 ) (R$ milhões) (R$ milhões) (R$/m 3 ) (R$/m 3 ) (R$/m 3 ) (R$/m 3 ) Regional 2.492,6 2.74,2,93 a, a 2,5 3,45 5,35 2,4 Microrregional 3,5 3,2,93 a,9 a 4,, 2,55 2,2 Local 5.537, ,8,3 a,4 a 3,63 2,4 4,57 2,33 Brasil 27.44, ,,3 a 3,63,95,4 a 5,35,93 Considerando a elevada participação dos prestadores de serviços de abrangência regional no total das receitas e despesas com os serviços, é importante uma análise que compare os valores das receitas operacionais totais dos serviços de água e esgotos (FN5) e as respectivas despesas totais com os serviços (FN7) para esses prestadores. Segundo essa análise, treze prestadores de serviços possuem superávit (receita operacional maior que a despesa total com os serviços) enquanto que outros 3 possuem déficit em suas contas. Chama a atenção os ótimos resultados de alguns prestadores de serviços com superávits superiores a 5, como COPASA/MG, SANESUL/MS e CESAN/ES, e outros bons resultados com superávits entre e 5, como CORSAN/RS, SANEATINS/TO e CASAL/AL. Na outra ponta, dentre os treze prestadores de serviços deficitários, doze estão nas regiões Norte e Nordeste. Completa o grupo a SANEGO/GO, da região Centro-Oeste. Nesse grupo dos deficitários, sete deles apresentaram déficits superiores a 3. Ao usuário do SNIS que se interesse por uma análise mais aprofundada, a série histórica de dados permite identificar a intensidade dos déficits e a quantidade de anos em que os mesmos 2 Não considerados os prestadores de serviços com valores iguais ou próximos de zero. ocorreram na comparação entre a receita operacional total (FN5) e a despesa total com os serviços (FN7). Dessa forma, é possível verificar se os casos de déficits ocorridos em 28 foram pontuais ou se já vêm ocorrendo historicamente nesses prestadores de serviços. Entre os prestadores locais, para os quais foram fornecidas essas informações, 62,6 (29 em 585 prestadores) apresentaram as receitas superiores às despesas, sobretudo aqueles de maior porte. Vale destacar que um total de 3 prestadores locais informaram valor da receita igual a zero, ou seja, não cobram pelos serviços prestados. Além desses, em alguns outros verifica-se a cobrança de tarifas irrisórias, que não cumprem a função de cobrir os custos. Tais situações são preocupantes, pois a institucionalização da adequada tarifa é fundamental para a sustentabilidade dos serviços, sendo que essas situações podem corresponder a um comprometimento dos serviços para as gerações futuras. Cabe também o seguinte comentário em relação aos valores das receitas e das despesas: é preciso ter cautela na comparação entre os prestadores de abrangência regional e local de direito público, pois os mesmos adotam critérios diferentes na apropriação destes valores. Diferentemente dos prestadores regionais, a maioria dos prestadores locais de direito público apropria a receita operacional (faturamento) igual à arrecadação. Assim, como a tendência é de sempre existir algum nível de inadimplência, é provável que os valores realmente faturados sejam maiores que aqueles informados ao SNIS. Em relação às despesas, a diferença está na DPA (depreciação, provisão e amortização) que incide sobre as despesas totais com os serviços e não é apropriada pela maioria dos prestadores locais de direito público. A falta desse item faz com que, em muitos casos, as despesas totais de tais prestadores de serviços deixe de contemplar um elemento de custo importante, necessário à reposição dos investimentos, favorecendo o resultado positivo no confronto com as receitas. xi SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SNIS

18 DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE E S TARIFAS E DESPESAS MÉDIAS Como ocorre historicamente na série de dados do SNIS, as despesas totais com os serviços por m 3 faturado (indicador IN 3 ), dos prestadores de abrangência regional em 28 foram maiores que as correspondentes aos serviços locais, tanto no limite inferior da faixa de variação quanto no superior, conforme mostrado no Quadro 9. Em termos de indicador médio, os prestadores regionais apresentaram um resultado de R$ 2,4/m 3 (7,5 maior que o valor de 27 que foi de R$,99/m 3 ) e, entre os prestadores de serviços de abrangência local, este valor foi de R$,33/m 3 (8, maior que o valor de 27 que foi de R$,23/m 3 ). Para todo o conjunto de prestadores de serviços, a despesa total média foi de R$,93/m 3, representando um crescimento de 7,8 em relação ao valor de 27 que foi de R$,79/m 3. Quanto à tarifa média praticada, os prestadores regionais apresentaram um valor de R$ 2,5/m 3 (4,4 maior que o valor de 27 que foi de R$ 2,6/m 3 ) e entre os prestadores de abrangência local essa tarifa foi de R$,4/m 3 (3, maior que o valor de 27 que foi de R$,35/m 3 ). Para todo o conjunto de prestadores de serviços, a tarifa média praticada foi de R$,95/m 3, representando um crescimento de 4,3 em relação ao valor de 27 que foi de R$,87/m 3. Os dados mostram que as tarifas médias tiveram crescimento inferior à inflação no período, medida pelo IPCA, que foi de 5,9, enquanto que as despesas médias tiveram crescimento superior. No Quadro apresenta-se os valores estaduais da tarifa média para os prestadores de serviços participantes do SNIS em 28. Como se vê, o menor valor médio foi do estado do Maranhão (R$,93/m 3 ) e o maior valor foi de Rondônia (R$ 2,75/m 3 ). Em termos regionais, conforme valores expostos no Quadro, os estados com maiores tarifas médias são: Rondônia, na região Norte; Sergipe, no Nordeste; Rio de Janeiro, na região Sudeste; Rio Grande do Sul, na região Sul; e Distrito Federal, no Centro-Oeste. QUADRO Tarifa média praticada dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo estado, região geográfica e Brasil Estados / Regiões Tarifa média (IN 4 ) (R$/m 3 ) Acre,4 Amazonas 2,4 Amapá,62 Pará,4 Rondônia 2,75 Roraima,65 Tocantins 2,8 Norte,9 Alagoas 2,33 Bahia,69 Ceará,48 Maranhão,93 Paraíba 2,3 Pernambuco,93 Piauí,99 Rio Grande do Norte,79 Sergipe 2,38 Nordeste,72 Espírito Santo,56 Minas Gerais,9 Rio de Janeiro 2,36 São Paulo,82 Sudeste,92 Paraná,8 Rio Grande do Sul 2,48 Santa Catarina 2,34 Sul 2,6 Distrito Federal 2,56 Goiás 2,35 Mato Grosso do Sul 2,43 Mato Grosso,36 Centro-Oeste 2,28 Brasil,95 Os valores médios estaduais são representados graficamente, em ordem crescente, no Gráfico 3. xii

19 (R$/m 3 ) GRÁFICO 3 Tarifa média praticada (indicador IN 4 ) dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 28, segundo estado 3, 2,5 2,,5,,5, Maranhão Mato Grosso Acre Pará Ceará Espírito Santo Amapá Roraima Bahia Rio Grande do Norte Paraná São Paulo Minas Gerais Pernambuco Piauí Paraíba Tocantins Alagoas Santa Catarina Goiás Rio de Janeiro Sergipe Amazonas Mato Grosso do Sul Rio Grande do Sul Distrito Federal Rondônia. GERAÇÃO DE EMPREGOS O número de trabalhadores envolvidos diretamente com a prestação dos serviços (indicador IN 8 ) foi de 9,3 mil, incluídos nesse total os postos de trabalho próprios dos prestadores de serviços (FN26, igual a 29,6 mil) e os que resultaram das atividades terceirizadas. Observou-se um crescimento de aproximadamente,5 da força de trabalho em 28 comparativamente a 27. Considerando a série histórica de dados do SNIS, constata-se o menor crescimento dos últimos cinco anos, desde 24, quando a força de trabalho cresceu 2,5 comparativamente a 23. É de se considerar que, além desses postos de trabalho, a atividade de prestação de serviços de água e esgotos gera empregos na indústria de materiais e equipamentos, na execução de obras, na prestação de outros serviços de engenharia e nas áreas de projetos e consultoria. Com efeito, adotando como referência o Modelo de Geração de Emprego e Renda do BNDES, que propõe uma taxa média de 53 empregos para cada R$ milhões de aumento na produção da construção civil, pode-se estimar que o setor saneamento brasileiro, no ano de 28, ao investir cerca de R$ 5,6 bilhões, gerou, aproximadamente, 298, mil empregos diretos, indiretos e de efeito renda. Sendo assim, totalizou-se 488,3 mil trabalhadores, representando uma geração de novos 76,3 mil empregos em 28.. EVOLUÇÃO DA EFICIÊNCIA GERAL DO SETOR Muitos são os fatores que devem ser ponderados para se analisar a evolução da eficiência geral do setor saneamento brasileiro. Desde modelos simplificados a outros mais complexos, é preciso ter um bom controle das variáveis para que as avaliações sejam as mais apropriadas possível. Em que pese tal preocupação, é possível apresentar uma análise indicativa com resultados que sinalizem tendências gerais, utilizando dados do SNIS. Um exemplo disso é a visão conjunta propiciada por uma grade de dez indicadores selecionados mostrados no Quadro. Como se observa, os dez indicadores selecionados permitem uma avaliação geral de desempenho da prestação dos serviços representada pelas áreas administrativa, financeira e operacional de água e esgotos. Na análise do período compreendido pelos últimos cinco anos (Dez/23 a Dez/28) verifica-se que todos os dez indicadores selecionados apresentaram desempenho positivo, com melhorias que variaram de,4 a 2. Destacam-se as ótimas evoluções do índice de suficiência de caixa, que retrata o fluxo financeiro do prestador de serviços, cujo incremento no período foi de 2, e dos índices de atendimento com os serviços de esgotos, quer seja a coleta, com incremento de 2,2, quer seja o tratamento que melhorou em 8,5. Em patamar de evolução intermediária vê-se índices importantes para a análise de desempenho, como aqueles que medem as perdas de água nos sistemas (melhoria de 5,6 no período) e a produtividade de pessoal (incremento de 5,3). Observa-se ainda que o setor possui um bom nível de arrecadação das receitas, cuja melhoria nos últimos cinco anos foi de 6,. Da análise depreende-se que a variação sempre positiva dos indicadores selecionados demonstra uma boa evolução da eficiência geral do setor no país. SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES SOBRE SANEAMENTO SNIS xiii

20 DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE E S - 28 xiv QUADRO Evolução da eficiência geral dos prestadores de serviços participantes do SNIS em 23 e 28, segundo dez indicadores selecionados e suas médias para o Brasil No. INDICADOR UNIDADE Índice de suficiência de caixa (IN ) Índice de arrecadação (complemento do índice de evasão de receitas: IN 29 ) Índice de produtividade de pessoal total (IN 2 ) Participação da despesa com pessoal total nas despesas de exploração (IN 36 ) Margem da despesa de exploração (IN 3 ) Índice de hidrometração (IN 9 ) Índice de perdas de faturamento (IN 3 ) Índice de atendimento da população total com água (IN 55 ) Índice de atendimento da população total com coleta de esgotos (IN 56 ) Índice de tratamento dos esgotos gerados (IN 46 ) INICIAL Dez/23 INDICADORES ADMINISTRATIVO-FINANCEIROS ATUAL Dez/28 EVOLUÇÃO NO PERÍODO 99, 8,8 2, 89, 94,5 6, ligações de A&E / empregados totais INDICADORES OPERACIONAIS 268,4 282,6 5,3 6,9 58,8 3,4 68,3 66,6 2,5 87,9 89,,4 39,6 37,4 5,6 8, 8,2,4 38,5 43,2 2,2 29,2 34,6 8,5 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Para a melhor utilização e compreensão do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos recomenda-se o acesso aos demais documentos e ferramentas do SNIS, todos disponíveis no sítio da Internet ( conforme a seguir listado: - Diagnósticos dos Anos Anteriores; - Glossário de Informações; - Relação de Indicadores; - Informe sobre o SNIS; - Metodologia do SNIS; - Manual de Fornecimento das Informações; - Programa de Coleta de Dados; - Planilhas em Excel com a Base de Dados; e - Aplicativo da Série Histórica de Dados.

21 TABELAS DE INFORMAÇÕES E INDICADORES Nota : Não existem as tabelas RE6; RE; MR6; MR; LPu; LPr e LEP. Nota 2: Não existem as tabelas LPu2 e LPu9, pois não são coletados dados de balanço de prestadores de serviços de direito público, regido pela Lei 4.32/64.

22

23 TABELA RE especial e RE a RE5 Informações Primárias PRESTADORES DE SERVIÇOS DE ABRANGÊNCIA REGIONAL Nota: Não existe a tabela RE6.

24 DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE E S - 28 Tabela RE especial - INFORMAÇÕES RELATIVAS AO FINAL DO 27 PRESTADORES DE SERVIÇOS DE ABRANGÊNCIA REGIONAL 27 FINANCEIRA GERAL CÓDIGO SIGLA CRÉDITO DE CONTAS A RECEBER QUANTIDADE DE EMPREGADOS PRÓPRIOS POP. ATENDIDA (ativas+inativas) QUANTIDADES DE LIGAÇÕES DE ATIVAS ATIVAS MICROMEDIDAS (ativas) QUANTIDADES DE ECONOMIAS ATIVAS DE MICRO MEDIDAS RESIDENCIAIS RESIDENCIAIS MICROMEDIDAS EXTENSÃO DA REDE DE empregado habitante ligação ligação ligação economia economia economia economia km FN8 FN26 AG AG2 AG2 AG4 AG3 AG4 AG3 AG22 AG5 NORTE 4 CAER/RR CAERD/RO CAESA/AP COSAMA/AM COSANPA/PA DEAS/AC SANEATINS/TO Totalizações para a região NORDESTE 22 AGESPISA/PI CAEMA/MA CAERN/RN CAGECE/CE CAGEPA/PB CASAL/AL COMPESA/PE DESO/SE EMBASA/BA Totalizações para a região SUDESTE CEDAE/RJ CESAN/ES COPASA/MG SABESP/SP Totalizações para a região SUL 4254 CASAN/SC CORSAN/RS SANEPAR/PR Totalizações para a região CENTRO-OESTE 53 CAESB/DF SANEAGO/GO SANESUL/MS Totalizações para a região Totalizações para o grupo

Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2014

Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2014 Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento SNIS Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2014 Brasília, fevereiro de 2016 Ministro

Leia mais

Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2010

Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2010 Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS Diagnóstico dos Serviços de Água e s 2010 Brasília, junho de 2012 Ministro de

Leia mais

Dimensão social. Habitação

Dimensão social. Habitação Dimensão social Habitação Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 235 39 Adequação de moradia Este indicador expressa as condições de moradia através da proporção de domicílios com condições

Leia mais

TARIFAS DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA E ESGOTOS NO BRASIL

TARIFAS DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA E ESGOTOS NO BRASIL ESTUDO TARIFAS DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA E ESGOTOS NO BRASIL José de Sena Pereira Jr. Consultor Legislativo da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano

Leia mais

Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2011

Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2011 Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS Diagnóstico dos Serviços de e 2011 Brasília, junho de 2013 Ministro de Estado

Leia mais

INFORME INFRA-ESTRUTURA

INFORME INFRA-ESTRUTURA INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA MARÇO/96 N 8 Serviços de Saneamento Básico - Níveis de Atendimento O presente trabalho informa sobre o nível de atendimento em serviços de saneamento

Leia mais

Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e

Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e ERRATA A página 19 foi substituída pela página abaixo: Quadro de servidores públicos municipais 1999-2002 Nos últimos 20 anos, o País vem se redemocratizando e passando por uma redistribuição de poderes

Leia mais

Nº 23 Março 2012. Perfil da Raça da População Cearense

Nº 23 Março 2012. Perfil da Raça da População Cearense Nº 23 Março 2012 Perfil da Raça da População Cearense Análise a partir dos dados do Censo Demográfico 2010 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador

Leia mais

GOVERNANÇA COLABORATIVA: GESTÃO LOCAL E COMPARTILHADA

GOVERNANÇA COLABORATIVA: GESTÃO LOCAL E COMPARTILHADA GOVERNANÇA COLABORATIVA: GESTÃO LOCAL E COMPARTILHADA Estado de São Paulo Estado de São Paulo 248.196.960 km 2 População total: 41.262.199 População urbana: 39.585.251 645 municípios Fonte: IBGE, Censo

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

SANEAMENTO EM SANTA CATARINA

SANEAMENTO EM SANTA CATARINA SANEAMENTO EM SANTA CATARINA X INVESTIMENTO PAC Florianópolis, maio de 2008 EQUIPE TÉCNICA ABES-SC Eng Pablo Rodrigues Cunha Eng Paulo José Aragão Eng Rafael Meira Salvador Endereço e Contato: ABES-SC

Leia mais

Nº 56 Março 2013. Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados

Nº 56 Março 2013. Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados Nº 56 Março 2013 Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador

Leia mais

As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das

As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das Comentários dos resultados As avaliações sobre a evolução e o comportamento dos valores das despesas das famílias e da distribuição dessas despesas, segundo os diversos itens adquiridos ou pagos, possibilitam

Leia mais

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO

Leia mais

2014 JUNHO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 JUNHO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 JUNHO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários,

Leia mais

Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2013

Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2013 Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento SNIS Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos 2013 Brasília, dezembro de 2014 Ministro

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia -5,12% em Maio O Índice Nacional da Construção

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 7.938 0,37 0 0,00-7.938 0,37

Leia mais

Diferenças no Desempenho dos Provedores de Serviços de Saneamento Básico no Brasil: Incentivos Distintos?

Diferenças no Desempenho dos Provedores de Serviços de Saneamento Básico no Brasil: Incentivos Distintos? Diferenças no Desempenho dos Provedores de Serviços de Saneamento Básico no Brasil: Incentivos Distintos? Carlos César Santejo Saiani Paulo Furquim de Azevedo Rudinei Toneto Júnior Mackenzie e EESP/FGV

Leia mais

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE 1998 Estabelece diretrizes para a aplicação dos recursos e a elaboração das propostas orçamentárias do FGTS,

Leia mais

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE

Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Um total de 131 municípios da região Norte participou do Levantamento Nacional do Transporte Escolar. No Acre, 36% dos municípios responderam

Leia mais

Situação atual do saneamento básico no Brasil

Situação atual do saneamento básico no Brasil Política Estadual de Saneamento Novembro de 2012 Diagnóstico Nacional do Saneamento Situação atual do saneamento básico no Brasil Municípios com rede geral de abastecimento de água e rede coletora de esgoto

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INDICADOR DE QUALIDADE DE SANEAMENTO AMBIENTAL URBANO E APLICAÇÃO NAS MAIORES CIDADES PARANAENSES

DESENVOLVIMENTO DE INDICADOR DE QUALIDADE DE SANEAMENTO AMBIENTAL URBANO E APLICAÇÃO NAS MAIORES CIDADES PARANAENSES DESENVOLVIMENTO DE INDICADOR DE QUALIDADE DE SANEAMENTO AMBIENTAL URBANO E APLICAÇÃO NAS MAIORES CIDADES PARANAENSES 1 PEREIRA, Máriam Trierveiler & 2 GIMENES, Marcelino Luiz mariam.trier@gmail.com 1.

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro FEVEREIRO DE 2014 BRASIL O saldo líquido de empregos formais em fevereiro deste ano foi de 260.823 em todo o país, segundo o Cadastro Geral de Empregados

Leia mais

ANEXO III PROPOSTA ECONÔMICO FINANCEIRA DA SABESP PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA - RMBS MUNICÍPIO DE SANTOS

ANEXO III PROPOSTA ECONÔMICO FINANCEIRA DA SABESP PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA - RMBS MUNICÍPIO DE SANTOS ANEXO III PROPOSTA ECONÔMICO FINANCEIRA DA SABESP PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA - RMBS MUNICÍPIO DE SANTOS 1 Sumário 1. Equilíbrio econômico-financeiro metropolitano...3 2. Proposta econômico-financeira

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DAPARAÍBA

Leia mais

Acidentes de Trabalho com Consequência óbitos

Acidentes de Trabalho com Consequência óbitos Acidentes de Trabalho com Consequência óbitos Brasília DF Abril/2015 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Previdência (MPS), por intermédio da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DATAPREV),

Leia mais

AÇÕES NOVAS FRONTEIRAS PROGRAMA DE COOPERAÇÃO ACADÊMICA Procad/NF

AÇÕES NOVAS FRONTEIRAS PROGRAMA DE COOPERAÇÃO ACADÊMICA Procad/NF Ministério da Educação Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Diretoria de Programas DPR Coordenação de Programas Especiais - CPE AÇÕES NOVAS FRONTEIRAS PROGRAMA DE COOPERAÇÃO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE)

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO (SEPLAN) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 17 UMA COMPARAÇÃO DA COBERTURA PREVIDENCIÁRIA

Leia mais

PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007

PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007 PIB DO ESTADO DE RONDÔNIA 2007 Para o ano de 2007, o Produto Interno Bruto PIB do Estado de Rondônia apresentou um crescimento de 5,2% em relação ao ano anterior, ficando assim com 16ª a colocação no ranking

Leia mais

PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA: DIAGNÓSTICO, POTENCIAL DE GANHOS COM SUA REDUÇÃO E PROPOSTAS DE MEDIDAS PARA O EFETIVO COMBATE

PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA: DIAGNÓSTICO, POTENCIAL DE GANHOS COM SUA REDUÇÃO E PROPOSTAS DE MEDIDAS PARA O EFETIVO COMBATE PERDAS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA: DIAGNÓSTICO, POTENCIAL DE GANHOS COM SUA REDUÇÃO E PROPOSTAS DE MEDIDAS PARA O EFETIVO COMBATE SUMÁRIO EXECUTIVO ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese 2014 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Síntese Dieese Subseção Força Sindical 19/09/2014 PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICILIOS - PNAD 2013 Síntese dos Indicadores POPULAÇÃO A Pesquisa

Leia mais

Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010

Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010 Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010 1) Conjuntura Econômica Em função dos impactos da crise econômica financeira mundial, inciada no setor imobiliário

Leia mais

Em caso de dúvidas, mantenha contato com a equipe do SNIS. Para isso utilize os meios listados abaixo.

Em caso de dúvidas, mantenha contato com a equipe do SNIS. Para isso utilize os meios listados abaixo. Em caso de dúvidas, mantenha contato com a equipe do SNIS. Para isso utilize os meios listados abaixo. Para envio ao SNIS dos formulários preenchidos, em meio digital ou impressos, utilize o endereço eletrônico

Leia mais

UNINDO INSUMOS E RESULTADOS: UM NOVO RANKING DAS UNIVERSIDADES

UNINDO INSUMOS E RESULTADOS: UM NOVO RANKING DAS UNIVERSIDADES UNINDO INSUMOS E RESULTADOS: UM NOVO RANKING DAS UNIVERSIDADES * Todo ranking mede e hierarquiza em função de alguns parâmetros que os elaboradores consideraram relevantes. O importante é que os parâmetros

Leia mais

RS 2030 - Texto de Referência 7 Balanço do Saneamento Básico no RS 1

RS 2030 - Texto de Referência 7 Balanço do Saneamento Básico no RS 1 RS 2030 - Texto de Referência 7 Balanço do Saneamento Básico no RS 1 O Saneamento Básico compreende o desenvolvimento dos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto sanitário e tratamento de efluentes,

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1

GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS. Flávio Terra Barth 1 GESTÃO INTEGRADA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS - PRINCIPAIS DIRETRIZES E DESAFIOS Flávio Terra Barth 1 Resumo - A Lei Federal 9.433, de 8 de janeiro de 1997 sobre a Política e o Sistema Nacional de Recursos

Leia mais

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2010

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2010 Contas Regionais do Brasil 2010 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 28,1 Indústria extrativa 3,0 Indústrias de transformação 16,2 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Pesquisa Anual da Indústria da Construção - PAIC levanta informações sobre o segmento empresarial da indústria da construção A em todo o Território Nacional. A presente análise apresenta

Leia mais

FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL

IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL IMPACTOS DAS DISTORÇÕES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Brasília, Novembro/ 2013 Unidade de Políticas Públicas NOTA TÉCNICA IMPACTOS DAS DISTORÇOES DO ICMS NOS ESTADOS E DISTRITO FEDERAL Este estudo

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores

Leia mais

PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA

PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA SETEMBRO /2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 1. Dimensão e características da ocupação no setor da construção civil no Brasil e na Bahia (2000 e 2010)...

Leia mais

PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO

PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO 1 PERFIL DOS RADIOLOGISTAS NO BRASIL: análise dos dados INTRODUÇÃO O Brasil conta hoje, com 254.886 médicos em atividade profissional (CFM, 2003). O contingente de radiologistas é da ordem de 5388, o que

Leia mais

Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros?

Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros? Como está a desigualdade de gênero entre os estados brasileiros? Luísa Cardoso 1 Medir de forma multidimensional o quão desigual é a situação das mulheres em relação aos homens é uma iniciativa empreendida

Leia mais

OPORTUNIDADES DE PPPs E CONCESSÕES EM SANEAMENTO

OPORTUNIDADES DE PPPs E CONCESSÕES EM SANEAMENTO SEMINÁRIO INTERNACIONAL PARCERIAS PARA O DESENVOLVIMENTO - PPPs e CONCESSÕES OPORTUNIDADES DE PPPs E CONCESSÕES EM SANEAMENTO Rio de Janeiro, 16 de Abril de 2012 Johnny Ferreira dos Santos Diretor de Água

Leia mais

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL

DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Seminário sobre Educação Superior e Envelhecimento Populacional no Brasil MEC - SESU/CAPES DIFERENCIAIS SOCIODEMOGRÁFICOS ENTRE OS IDOSOS NO BRASIL Maria Isabel Parahyba Coordenação de População e Indicadores

Leia mais

Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil

Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil O Mapa do Encarceramento: os jovens do Brasil é mais uma publicação do Plano Juventude Viva, que reúne ações de prevenção para reduzir a vulnerabilidade de jovens

Leia mais

Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades

Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades Revista Economia & Tecnologia (RET) Volume 9, Número 4, p. 129-136, Out/Dez 2013 Seção: Tecnologia & Inovação Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades Alessandra

Leia mais

FORMAÇÃO DE CONSÓRCIOS DE MUNICÍPIOS NO SETOR DE SANEAMENTO BÁSICO

FORMAÇÃO DE CONSÓRCIOS DE MUNICÍPIOS NO SETOR DE SANEAMENTO BÁSICO FORMAÇÃO DE CONSÓRCIOS DE MUNICÍPIOS NO SETOR DE SANEAMENTO BÁSICO JOSÉ DE SENA PEREIRA JR. Consultor Legislativo da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

A Mineração Industrial em Goiás

A Mineração Industrial em Goiás A Mineração Industrial em Goiás Luciano Ferreira da Silva 1 Resumo: A extração mineral constitui atividade de relevante importância para a economia do estado de Goiás, ocupando posição de destaque no cenário

Leia mais

PORTO ALEGRE E DEMAIS CAPITAIS BRASILEIRAS

PORTO ALEGRE E DEMAIS CAPITAIS BRASILEIRAS Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, Doenças e Agravos não Transmissíveis Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Secretaria Municipal da Saúde da Prefeitura Municipal de Porto Alegre PORTO ALEGRE

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil cristian sippel Diogo Angelo Stradioto Rio Grande Energia SA APS Engenharia de Energia

Leia mais

Noções Básicas sobre. Análisis de la Cobertura Experiência Brasileira

Noções Básicas sobre. Análisis de la Cobertura Experiência Brasileira TALLER REGIONAL SOBRE ANÁLISIS DE COHERENCIA, CALIDAD Y COBERTURA DE LA INFORMACION CENSAL Noções Básicas sobre Análisis de la Cobertura Experiência Brasileira Santiago, Chile, 1 al 5 agosto de 2011 Data

Leia mais

Dimensão institucional. Quadro institucional

Dimensão institucional. Quadro institucional Dimensão institucional Quadro institucional Dimensão institucional 54 Ratificação de acordos globais Expressa o envolvimento do País com a implementação de acordos firmados pela comunidade internacional,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA PANORAMA DO SANEAMENTO BÁSICO NO PAÍS

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA PANORAMA DO SANEAMENTO BÁSICO NO PAÍS MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO 2007-2010 INFRA-ESTRUTURA SOCIAL E URBANA SANEAMENTO PANORAMA DO SANEAMENTO

Leia mais

Redução de Homicídios no Brasil

Redução de Homicídios no Brasil Ministério da Saúde MS Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS Redução de Homicídios no Brasil SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 1 METODOLOGIA DE ANÁLISE... 1 RESULTADOS... 2 Homicídios no Brasil... 2 Óbitos por Arma

Leia mais

Cursos Técnicos Profissionalizantes de Nível Médio para a Área de Informática

Cursos Técnicos Profissionalizantes de Nível Médio para a Área de Informática CAPÍTULO 9 Cursos Técnicos Profissionalizantes de Nível Médio para a Área de Informática Apresentação Com base em metodologia desenvolvida pelo Observatório SOFTEX, busca-se conhecer o Sistema de Educação

Leia mais

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores Capítulo 3 Fichas de Qualificação de Indicadores A Demográficos População total A.1................................... 58 Razão de sexos A.2................................... 60 Taxa de crescimento da

Leia mais

Saldo de Empregos Celetistas Cearense - Fevereiro de 2014

Saldo de Empregos Celetistas Cearense - Fevereiro de 2014 Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 O saneamento básico no Brasil não condiz com o país que é a 7ª. economia do mundo da população não possui coleta

Leia mais

FINANÇAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO: ANÁLISE COMPARATIVA DE DOIS DIFERENTES MANDATOS POLÍTICOS. Área: ECONOMIA

FINANÇAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO: ANÁLISE COMPARATIVA DE DOIS DIFERENTES MANDATOS POLÍTICOS. Área: ECONOMIA FINANÇAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO: ANÁLISE COMPARATIVA DE DOIS DIFERENTES MANDATOS POLÍTICOS Área: ECONOMIA BUENO, Elizabete Cristina PONTILI,RosangelaMaria Resumo: Desde a década de 1930

Leia mais

Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004

Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004 Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004 Período 2004/2008 INFORME TÉCNICO PREPARADO POR: Departamento de Estudos Energéticos e Mercado, da Eletrobrás

Leia mais

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL META Refletir sobre as características da população brasileira como fundamento para a compreensão da organização do território e das políticas de planejamento e desenvolvimento

Leia mais

Corte de postos de trabalho nos bancos privados continua no 1º semestre de 2014

Corte de postos de trabalho nos bancos privados continua no 1º semestre de 2014 Número 6 Setembro/2014 1º semestre de 2014 Corte de postos de trabalho nos bancos privados continua no 1º semestre de 2014 Rede Bancários 2 DESEMPENHO DOS BANCOS DESEMPENHO DOS BANCOS 1º semestre de 2014

Leia mais

ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS IV ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura 28 a 30 de maio de 2008 Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. ECONOMIA DA CULTURA - EQUIPAMENTOS AUDIOVISUAIS NOS MUNICÍPIOS

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA

NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA NOTA TÉCNICA Nº 005/2010 SRE/ADASA Resultados parciais da 1ª Revisão Periódica das tarifas dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário prestados pela CAESB ANEXO XII FATOR X

Leia mais

COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO

COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO Uberlândia MG, Maio de 2013 A Algar Telecom, Companhia completa e integrada de telecomunicações e TI, detentora da marca CTBC, divulga seus resultados do 1º Trimestre

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) COMISSÃO DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO (CED)

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) COMISSÃO DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO (CED) SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) COMISSÃO DE ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO (CED) 3º RELATÓRIO DE ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DOS MERCADOS SUPERVISIONADOS RIO DE JANEIRO, 30 DE NOVEMBRO DE 2015 1.

Leia mais

Plano Plurianual 2012-2015

Plano Plurianual 2012-2015 Plano Plurianual 2012-2015 Programa 2068 Saneamento Básico Contextualização O conceito de saneamento tem evoluído ao longo da história, relacionado, principalmente, ao contexto político e social de cada

Leia mais

TETO PARA CASAS DE APOIO - (PORTARIA 2190)

TETO PARA CASAS DE APOIO - (PORTARIA 2190) ANEXO I TETO PARA CASAS DE APOIO - (PORTARIA 2190) ESTADOS TETO PARA CASAS DE APOIO ACRE 40.000,00 ALAGOAS 105.000,00 AMAPA 57.000,00 AMAZONAS 150.000,00 BAHIA 555.000,00 CEARÁ 320.000,00 DISTRITO FEDERAL

Leia mais

REQUERIMENTO Nº /2015 - CDR

REQUERIMENTO Nº /2015 - CDR REQUERIMENTO Nº /2015 - CDR Requeremos, nos termos do art. 93, Inciso II, do Regimento Interno do Senado Federal, ouvido o Plenário, a realização de Audiência Pública Conjunta das Comissões de Desenvolvimento

Leia mais

Pronatec Senac Online

Pronatec Senac Online Pronatec Senac Online Introdução 3ª edição Nesta terceira edição, serão apresentados os dados do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) referentes ao mês de março de 2013. Esses

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1. Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda.

DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1. Palavras-chaves: desigualdade, pobreza, equações de rendimento, distribuição de renda. DISTRIBUIÇÃO DA RENDA NO BRASIL EM 1999 1 Rodolfo Hoffmann 2 RESUMO Este trabalho analisa a distribuição da renda no Brasil e em seis regiões do país, utilizando os dados da PNAD de 1999. É examinada a

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro JULHO DE 2014 BRASIL O mês de julho de 2014 fechou com um saldo líquido positivo de 11.796 novos empregos em todo país, segundo dados do Cadastro

Leia mais

LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO

LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO Maria da Piedade Morais 1º Seminário Franco-Brasileiro sobre Saúde Ambiental Brasília, 28 de junho de 2011 Objetivos

Leia mais

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS

A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Título: A DEMANDA POR SAÚDE PÚBLICA EM GOIÁS Projeto de pesquisa: ANÁLISE REGIONAL DA OFERTA E DA DEMANDA POR SERVIÇOS DE SAÚDE NOS MUNICÍPIOS GOIANOS: GESTÃO E EFICIÊNCIA 35434 Autores: Sandro Eduardo

Leia mais

UMA BREVE DESCRIÇÃO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL, DESTACANDO O EMPREGO FORMAL E OS ESTABELECIMENTOS NO NORDESTE

UMA BREVE DESCRIÇÃO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL, DESTACANDO O EMPREGO FORMAL E OS ESTABELECIMENTOS NO NORDESTE UMA BREVE DESCRIÇÃO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL, DESTACANDO O EMPREGO FORMAL E OS ESTABELECIMENTOS NO NORDESTE GEPETIS - Grupo de Estudos e Pesquisas em Espaço, Trabalho, Inovação e Sustentabilidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no

Leia mais

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade C.1 Taxa de mortalidade infantil O indicador estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e consiste em relacionar o número de óbitos de menores de um ano de idade, por

Leia mais

ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES

ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES Introdução Paulo Speller 1 Nos anos recentes, diversos países vem debatendo a possibilidade de promoverem alterações em seus sistemas de educação

Leia mais

RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL. PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem.

RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL. PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem. RIO ACOLHEDOR I - PACIÊNCIAUNIDADE MUNICIPAL DE REINSERÇÃO SOCIAL PERFIL DOS ACOLHIDOS: Uso de crack e outras drogas e Estado de origem. APRESENTAÇÃO 1. PERFIL DE ACOLHIDOS USUARIOS DE CRACK E OUTRAS DROGAS

Leia mais

Analise este mapa topográfico, em que está representada uma paisagem serrana de Minas Gerais:

Analise este mapa topográfico, em que está representada uma paisagem serrana de Minas Gerais: QUESTÃO 01 2 Analise este mapa topográfico, em que está representada uma paisagem serrana de Minas Gerais: Um grupo de turistas, hospedado na pousada localizada nesse mapa, realizou uma caminhada ecológica

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE DIFERENTES MODELOS DE PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO: um estudo no Estado da Bahia

CARACTERÍSTICAS DE DIFERENTES MODELOS DE PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO: um estudo no Estado da Bahia CARACTERÍSTICAS DE DIFERENTES MODELOS DE PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO: um estudo no Estado da Bahia ALINE LINHARES LOUREIRO PATRÍCIA CAMPOS BORJA LUIZ ROBERTO

Leia mais

Pesquisa de Qualidade de Vida 2015 2ª Fase ACIRP

Pesquisa de Qualidade de Vida 2015 2ª Fase ACIRP Pesquisa de Qualidade de Vida 2015 2ª Fase ACIRP Núcleo de Economia Qualidade de Vida Ribeirão Preto December 17, 2015 Resultados em 2015: A 2ª fase da Pesquisa de Qualidade de Vida, organizada pela ACIRP

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA

Leia mais

MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS

MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS Categorização dos Municípios das Regiões Turísticas do Mapa do Turismo Brasileiro PERGUNTAS E RESPOSTAS

Leia mais

Temas especiais: análise de séries. temporais de. causas de morte. selecionadas

Temas especiais: análise de séries. temporais de. causas de morte. selecionadas 5 Temas especiais: análise de séries temporais de causas de morte selecionadas SAÚDE BRASIL 2004 UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE TENDÊNCIA DO RISCO DE MORTE POR ALGUMAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NAS

Leia mais

Responsáveis Técnicos: SILVIO ISOPO PORTO AROLDO ANTONIO DE OLIVEIRA NETO FRANCISCO OLAVO BATISTA DE SOUSA

Responsáveis Técnicos: SILVIO ISOPO PORTO AROLDO ANTONIO DE OLIVEIRA NETO FRANCISCO OLAVO BATISTA DE SOUSA Safra 2013/2014 Segundo Levantamento Agosto/2013 1 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Produção e Agroenergia SPAE Departamento de CanadeAçúcar e Agroenergia DCAA Companhia

Leia mais

CARTA-CONVITE MCT/FINEP PROGRAMA SUBVENÇÃO/PESQUISADOR NA EMPRESA - 03/2006

CARTA-CONVITE MCT/FINEP PROGRAMA SUBVENÇÃO/PESQUISADOR NA EMPRESA - 03/2006 CARTA-CONVITE MCT/FINEP PROGRAMA SUBVENÇÃO/PESQUISADOR NA EMPRESA - 03/2006 SELEÇÃO PÚBLICA DE EMPRESAS INTERESSADAS EM OBTER SUBVENÇÃO DE APOIO À INSERÇÃO DE NOVOS PESQUISADORES EM ATIVIDADES DE INOVAÇÃO

Leia mais

DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS

DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS EM CULTURA NO BRASIL v. 1 Gastos públicos com cultura no Brasil: 1985-1995 Contrato de prestação de serviços que entre si celebram a União Federal, por intermédio da Secretaria

Leia mais

Plano Anual de Aplicação Regionalizada

Plano Anual de Aplicação Regionalizada Plano Anual de Aplicação Regionalizada PAAR - 2015 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL Introdução PLANO ANUAL DE APLICAÇÃO REGIONALIZADA

Leia mais

Experiência: Sistema de Monitoramento do Mercado de Terras SMMT

Experiência: Sistema de Monitoramento do Mercado de Terras SMMT Experiência: Sistema de Monitoramento do Mercado de Terras SMMT Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA Responsável: Marlon Duarte Barbosa Equipe: Marlon Duarte Barbosa, Rafael Henrique Severo, Mariana

Leia mais

A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA A NECESSIDADE DE AUDITORES-FISCAIS DO TRABALHO NO BRASIL: UMA ANÁLISE CONTEMPLANDO O GRAU DE DESCUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA RELATÓRIO FINAL ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA IPEA/SINAIT Nº 25/2010

Leia mais

TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS A ESTADOS, DF E MUNICÍPIOS - DEZEMBRO/2011

TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS A ESTADOS, DF E MUNICÍPIOS - DEZEMBRO/2011 SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COINT - Coordenação-Geral de Análise e Informações das Transferências Financeiras Intergovernamentais TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS A ESTADOS, DF E MUNICÍPIOS - DEZEMBRO/2011

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Boletim Informativo* Agosto de 2015

Boletim Informativo* Agosto de 2015 Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:

Leia mais

7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6

7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6 7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6 O setor de tecnologia da informação está incluído, de forma mais agregada, nas atividades de serviços prestados às empresas, segundo a &ODVVLILFDomR1DFLRQDOGH$WLYLGDGHV

Leia mais