Número protocolo: IC /2010 Assunto: MATÉRIA DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE TAPERA Data protocolo: 24/10/2011

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1 Número protocolo: IC /2010 Assunto: MATÉRIA DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE TAPERA Data protocolo: 24/10/ Trata-se de inquérito civil instaurado em 3 de fevereiro de 2010 pela Promotoria de Justiça de Tapera a fim de investigar possível dano ambiental decorrente da irregularidade do sistema de esgotamento sanitário no Município. Determinado levantamento da situação pela Polícia Ambiental (fl. 4), aportou Auto de Constatação Ambiental às fls. 6/21. Remetido o IC à DAT para análise, parecer e recomendações técnicas para fins de Termo de Ajustamento de Conduta (fl. 25), sobreveio parecer. (fls. 27/33) Acolhido parecer da DAT, determinou-se que o Município de Tapera realizasse vistoria, nas edificações localizadas nas bacias de drenagem dos endereços indicados no Auto de Constatação Ambiental e no Levantamento Fotográfico (fls. 34/39). Relatório e levantamento fotográfico produzido pelo Município (fls. 43/216). Determinada nova remessa à DAT (fls. 217), que emitiu o parecer de fls. 219/220. Novamente remetido o expediente à DAT para (re)análise do caso (fls. 221/222), aportou o parecer de fls.223/224. do Meio Ambiente (fl. 226). Vieram os autos do Inquérito para análise deste Centro de Apoio Operacional

2 2. Com base nos relatórios de vistorias que instruem o presente Inquérito, identificam-se três pontos que merecem análise, quais sejam: (i) possível ligação irregular de esgoto doméstico de alguma(s) residência(s) diretamente na rede pluvial do Município, (ii) existência de sistemas individuais de tratamento de esgoto, como o sistema misto de tratamento de esgoto utilizado por algumas economias, e (iii) inexistência de sistema local de tratamento de esgoto. Quanto ao primeiro item, que diz respeito ao lançamento in natura de esgoto doméstico na rede de drenagem pluvial, considerando que as economias residenciais foram vistoriadas, entendemos que a solução mais adequada é que o Município de Tapera, na esteira do realizado no Município de Colorado (IC n.º /2009), emita notificações para que cessem os referidos lançamentos, indicando a construção do sistema misto de tratamento de esgoto, com fossa séptica, sumidouro e, preferencialmente, tratamento biológico. De toda sorte, uma vez identificada a economia lançadora do esgoto in natura, e não corrigida a irregularidade, de serem adotadas as medidas cabíveis, como TAC e, eventualmente, Inquérito Criminal, pelo crime de poluição, previsto no art. 54 da Lei n.º 9.605/98, o qual, no entanto, não prescinde da efetiva demonstração de potencialidade lesiva mediante prova pericial. Ainda, a fiscalização correta da destinação e tratamento do esgoto, seja por sistema público, seja por sistemas individuais, proporcionará, num horizonte de médio prazo, melhora da qualidade da água. Acrescenta-se, apenas, que tendo em vista as más práticas de saneamento básico utilizadas em incontáveis localidades no Estado e país, nada impede que se busque a educação da população, orientando os moradores da localidade acerca da necessidade de tratamento prévio do esgoto residencial, nos termos do abordado no próximo tópico.

3 No tocante à segunda situação (sistema misto de tratamento de esgoto no Município), destacam-se as conclusões do parecer da DAT de fls. 27/33v, que bem explica o funcionamento desse sistema. No entanto, ainda que o sistema separador absoluto, com redes próprias de esgoto doméstico e pluvial, desembocando em uma ETE, seja o ideal a ser seguido, o sistema misto, em que cada economia realiza seu próprio tratamento também pode ser utilizado. Contudo, para que se cumpra a finalidade do sistema misto, além da fossa séptica e sumidouro, é necessário o tratamento biológico intermediário, nos termos do parecer de fl. 29: O tratamento complementar tem a finalidade de melhorar a qualidade do efluente líquido do tanque séptico, que é potencialmente contaminado. Dentre as várias alternativas técnicas para o tratamento dos efluentes do tanque séptico estão o filtro anaeróbio, o filtro aeróbio, o filtro de areia e as valas de filtração, sendo que o primeiro é o mais utilizado. Dessa forma, no que tange às economias domésticas, de ser articulado junto à municipalidade para que haja a notificação para que cesse o lançamento de esgoto in natura na rede pluvial, adotando-se, desde já, o sistema de tratamento misto. Assim, vislumbrando a solução da problemática a médio e longo prazo e no sentido que de há obrigatoriedade do Município em elaborar o Plano de Saneamento Básico, mostra-se viável, nesse norte, que o Ministério Público busque, junto ao Município e/ou aos proprietários de cada economia, a implantação do tratamento biológico, sem, no entanto, deixar de buscar a universalização do saneamento básico, disposta como obrigatória conforme o que dispõe o art. 2º da Lei nº /2007. De toda sorte, destaca-se que o Ministério Público, através do Centro de Apoio de Defesa do Meio Ambiente - CAOMA, Centro de Apoio Operacional da Ordem

4 Urbanística e Questões Fundiárias - CAOURB e Centro de Apoio Operacional de Defesa do Consumidor CAOCONSUMIDOR, está desenvolvendo o PROJETO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E SANEAMENTO BÁSICO RESsanear, com propostas para a execução de medidas englobando os seguintes temas: abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos, recentemente apresentado. Quanto ao eixo de atuação que versa sobre o sistema de esgotamento sanitário, transcrevemos o seguinte trecho: 1. OBJETIVO: Reduzir o lançamento em cursos d água de esgotos domésticos em estado bruto, que contêm alta carga poluente, sobretudo de origem orgânica, e demanda, por consequência, altos índices de oxigênio, contribuindo para a piora das condições dos rios e, via de consequência, para a saúde pública. Além disso, a maior parte da água captada para fins de tratamento e distribuição para consumo humano provém de reservas superficiais e não subterrâneas, o que demanda maior custo no tratamento, com emprego de produtos químicos e técnicas mais apuradas, nem sempre disponíveis nas estações de tratamento. Assim, a fiscalização correta da destinação e tratamento do esgoto, seja por sistema público, seja por sistemas individuais, proporcionará, num horizonte de médio prazo, melhora da qualidade da água. 2. JUSTIFICATIVA ESPECÍFICA: Muitas vezes o Poder Público investe significativas somas de recursos públicos na construção de sistemas de coleta e tratamento de esgoto, no entanto não estimula ou fiscaliza para que as economias de fato se liguem às redes coletoras, quando existentes, o que é uma obrigação legal (artigo 45 da Lei 11445/07). Além disso, inexistindo redes coletoras públicas, há formas eficazes para tratamento individual dos esgotos domésticos, nos termos da NBR 7229/1993, cabendo ao poder público fiscalizar as economias no âmbito dos respectivos municípios, bem como adotar medidas para que novas construções não recebam habite-se sem a instalação adequada dos sistemas individuais, acaso inexistente sistema público de tratamento. 3. DESTINATÁRIOS/ENVOLVIDOS: Ministério Público (Promotorias de Justiça locais), Municípios, Companhias e Órgãos de Saneamento.

5 4. MEIOS DE EXECUÇÃO: O Ministério Público deverá integrar-se com Municípios e órgãos encarregados de saneamento para a adoção, no prazo estabelecido neste eixo de atuação, das seguintes medidas administrativas, no âmbito de suas competências, e após elaboração de plano específico de trabalho que preveja medidas de orientação, fiscalização e notificação objetivando o que segue: a) As economias não ligadas à rede coletora de esgoto devem promover a correta ligação, inclusive com incentivos, nos locais em que exista a rede; b) As soluções individuais de tratamento de esgoto, nos locais não servidos por rede coletora, sejam tecnicamente adequadas e eficazes, com a construção de fossas sépticas, filtros e sumidouros. Os sistemas individuais deverão ser construídos segundo a NBR 7229 (Norma Brasileira Registrada, da Associação Brasileira de Normas Técnicas); c) Cabe ao Município fiscalizar a manutenção periódica dos sistemas individuais de tratamento de esgoto, exercer poder de polícia administrativa quanto à existência, regular funcionamento e eficiência dos sistemas individuais de tratamento de esgotos sanitários nas unidades residenciais e comerciais situadas na zona urbana do Município, realizando vistorias, promovendo notificações, lavrando autos de infração e aplicando todas as sanções administrativas cabíveis para compelir os responsáveis pelo despejo irregular de esgotos a adequarem suas instalações à legislação e às normas técnicas em vigor; d) Comunicar ao Promotor de Justiça casos de recalcitrância para as medidas cabíveis, inclusive penais; e) Criação de legislação municipal prevendo a obrigatoriedade dos imóveis de se ligarem às redes coletoras de esgoto, inclusive com previsão de penalidades e outras medidas coercitivas, sem prejuízo da legislação federal e estadual já existente. f) Apresentar, ao final do prazo proposto, relatório das atividades realizadas e objetivos atingidos. g) O Município só concederá habite-se às edificações situadas no perímetro urbano, mediante vistorias in loco devidamente

6 documentadas, realizadas no curso da execução das obras, a regular instalação e funcionamento dos sistemas individuais de tratamento de esgotos sanitários, bem como a adequada destinação final desses efluentes, em conformidade com o que dispõem a legislação e as normas técnicas pertinentes em vigor. h) Caberá ao Município, para famílias em situação de vulnerabilidade social e/ou de baixa renda, assim definidas por órgão municipal competente, auxiliar ou incentivar a instalação adequada dos sistemas individuais de tratamento de esgoto (fossa séptica, filtro e sumidouro). 5. PRAZO: Todas as economias (residenciais, comerciais ou industriais) deverão estar fiscalizadas ou notificadas pelo Poder Público até dezembro de Todo o material referente ao projeto, além das apresentações dos palestrantes, estão disponíveis na intranet através do endereço: Ressaltamos, ainda, as tratativas com a CORSAN para novo contrato de prestação de serviço (fl. 22), que deverá contemplar o saneamento básico e que deverá ser acompanhado pelo Ministério Público. Dessa forma, até mesmo em decorrência do projeto institucional referido, tem-se que as articulações junto aos Municípios não só exigem da CORSAN a execução do contrato firmado, como fiscalização das economias, fomentando a instalação de tratamentos adequados e auxiliando os proprietários quando necessário, que é norte a ser buscado pelo Ministério Público, considerando que as Promotorias de Justiça locais estão direta e expressamente envolvidas na execução do Projeto. 3. Ante o exposto, considerando as razões de remessa dos autos, este conclui: (i) identificação e fiscalização

7 periódica das economias que realizaram adequação à rede, não obstante a adoção de medidas educativas/preventivas, (ii) o desenvolvimento de articulação junto ao Município de Tapera, buscando a implementação de tratamento de esgoto próprio, seja pelo sistema separador absoluto, seja pelo sistema misto, mas este com tratamento biológico, nos termos do Projeto RESsanear, (iii) considerando a inexistência de sistema de saneamento básico, fomentar e acompanhar a elaboração pelo Plano de Saneamento Ambiental, conforme dispõe o art. 11 da Lei nº /2007, uma vez que são condições de validade dos contratos que tenham por objeto a prestação de serviços públicos de saneamento básico: (...) I - a existência de plano de saneamento básico, e por fim (iv) exigir da CORSAN o cumprimento do instrumento contratual a ser firmado, objetivando a implementação sistema de saneamento básico no Município de Tapera. No entanto, para aquelas economias interligadas diretamente na rede pluvial eventualmente constatadas pelo Município em outras vistorias realizadas, não havendo a solução do problema, sugerimos as seguintes cláusulas com obrigações de fazer e não-fazer para constarem em eventual Recomendação a ser expedida ao Município de Tapera, visando, a curto prazo, solucionar o problema até a construção e instalação da rede pública de saneamento básico, o que possibilitará a ligação das economias à rede: a) Como obrigação de não fazer, os proprietários suspendam imediatamente o lançamento dos efluentes de esgotos sanitários na rede de drenagem de águas pluviais, sem prévio tratamento; b) O Município assume a obrigação de fazer, consistente na realização da fiscalização do sistema de tratamento individual de efluentes constituído de fossa séptica e filtro biológico e/ou sumidouro, nas residências localizadas nos endereços indicados pelo Relatório da Brigada Militar; c) O Município assume a obrigação de fazer, consistente na realização de vistoria, a fim de verificar o correto encaminhamento de todas as águas residuais ao sistema de tratamento (bacias, pias e ralos de cozinhas e banheiros);

8 d) O Município assume a obrigação de fazer, consistente na imediata suspensão das emissões de alvarás de licença para edificações novas ou reformas, em cujos projetos não houver especificação acerca da implementação de fossas sépticas e sumidouros adequados ao recebimento da demanda projetada; e) O Município assume a obrigação de fazer, consistente na periódica fiscalização da limpeza das fossas sépticas, na forma estabelecida pela NBR 7229/93, bem como na fiscalização e tomada de providências quanto às ligações clandestinas de esgoto residencial sem tratamento diretamente à rede de esgoto pluvial ou cursos d água; f) Os proprietários assumem a obrigação de fazer, consistente na adequação do sistema local de tratamento de esgotos domésticos de sua propriedade. esclarecimentos e materiais. Sendo o que cabia analisar no momento, permanecemos à disposição para Porto Alegre, 18 de novembro de Ana Paula Ferreira Assessora jurídica do CAOMA Gustavo Venzon Assessoria jurídica CAOMA

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