Apresentação. configura, hoje, cidades e territórios da sofisticada vida contemporânea.

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2 Caderno de Dados Agosto.14 1 APRESENTAÇÃO 3 2 METODOLOGIA 4 3 MENSAGEM DA BELOTUR 5 4 AMBIENTE MACRO 7 5 SONDAGEM DO CONSUMIDOR 9 6 RECEITA CAMBIAL E GASTOS 10 7 Indicadores 65 destinos indutores 12 8 PESQUISA DE DEMANDA - Circuito de belo horizonte - SETUR 13 9 BELO HORIZONTE: Ranking icca FLUXO DO TERMINAL RODOVIÁRIO FLUXO AÉREO TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA ESTATÍSTICA DE ATENDIMENTOS NOS centros de atendimento ao turista TURÍSTICA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO TURISTA PESQUISAS Turismo internacional Resultados Copa do Mundo FIFA

3 Apresentação Mirante Mangabeiras Acervo Belotur Turismo é atividade complexa, integrada e sistêmica, em contínuo crescimento em todo o mundo. Envolvendo atividades correlacionadas com 52 segmentos da economia, com elevada capacidade de gerar emprego e rendas públicas, o turismo impulsiona o desenvolvimento de territórios e locais que se colocam como destinos detentores de atrativos e boas ofertas de serviços, de reconhecida competitividade. Estimulador do consumo de bens e serviços, insere-se nas sociedades contemporâneas e, especialmente, nas cidades renovadas, como atividade que eleva a qualidade de vida. Ambientalmente limpo, preserva patrimônios e configura, hoje, cidades e territórios da sofisticada vida contemporânea. O Observatório do Turismo, que a Belotur apresenta ao mercado turístico, é uma moderna ferramenta de gestão e divulgação das atividades, iniciativas, estatísticas, indicadores, opiniões, tendências e análises do setor turístico de Belo Horizonte e ramos correlatos, permitindo melhor avaliação e acompanhamento desses segmentos que adquirem crescente participação e inserção na economia regional. Permitirá acompanhamento e análises sociométricas, possibilitando não só superar informalidades, mas dimensionar ações, programas e fluxos, produzindo conhecimentos essenciais ao planejamento e ao conhecimento de mercados, e mais seguras elaborações de diagnósticos e visões do futuro. 2

4 Metodologia O Caderno de Dados - Turismo em Belo Horizonte é uma publicação mensal, que analisa as principais variáveis do setor, após a coleta de dados secundários e resultados das pesquisas realizadas pela Belotur e seus parceiros. O material deste caderno poderá ser consultado, na íntegra, nas fontes citadas. Esta versão digital será disponibilizada mensalmente para download em Praça da Estação Acervo Belotur 3

5 Mensagem da Belotur Praça da Liberdade Acervo Belotur O planejamento da atividade turística exige conhecimento prévio do meio físico. De suas aptidões e limitações naturais, dos fenômenos culturais e sociais, dos aspectos econômicos da região e análise da inserção do turismo nesse contexto. A realização de uma leitura da realidade implica na análise minuciosa do setor turístico de um município, ordenando, com clareza, todos os dados e elementos que permitam uma visão geral da situação atual e do seu desenvolvimento espontâneo ou natural. A partir disso é que se torna possível identificar as necessidades dos turistas, da população, do empresariado e do próprio município. Os estudos de mercado são fundamentais para o planejamento do turismo: a partir das características do cenário se orientarão os investimentos e as ações administrativas adequadas ao sucesso do atendimento ao visitante. Ou seja, em função das tendências atuais, o planejador tomará decisões que afetarão todos os compartimentos do plano de turismo. De forma geral, com as práticas desenvolvidas pelo monitoramento, o setor tem uma contínua comunicação de dados importantes, esclarecedores sobre a atividade turística, com suas vantagens e seus entraves. Com base nessas informações é possível que sejam tomadas decisões, criados programas e definidas metas específicas para o desenvolvimento do destino turístico, contemplando empresas, turistas e comunidade, além de nortear o planejamento de políticas públicas para o setor. 4

6 Mensagem da Belotur Portanto, para a elaboração das possíveis propostas para desenvolvimento local do turismo, torna-se necessário diagnosticar seu potencial como área turística, tendo como prática buscar, coletar, agregar e divulgar informações sobre setor turístico da cidade, especialmente junto a integrantes de sua cadeia produtiva. A Belotur criou um núcleo de estudos e pesquisas com o objetivo de analisar periodicamente o comportamento do turismo da cidade de Belo Horizonte, destacando seus impactos e resultados mais significativos. E os disponibiliza em seu portal Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte Igreja da Boa Viagem Acervo Belotur 5

7 Ambiente Macro Parque das Mangabeiras Acervo Belotur Para o desenvolvimento sustentável do turismo de Belo Horizonte, é fundamental conhecer os elementos do ambiente do setor turístico, do País e do estado, para uma percepção macro das relações do destino e suas influências na dinâmica local. A seguir, apresentamos alguns desses dados: DESEMPENHO ECONÔMICO DO TURISMO BRASILEIRO Retrospectiva VARIAÇÃO MÉDIA DO FATURAMENTO ENTRE 2º TRIMESTRE DE 2014 / 2º TRIMESTRE DE 2013 (%) 6

8 Na comparação ao mesmo trimestre de 2013, no que se refere ao faturamento apurado no segundo trimestre de 2014, detecta-se que as empresas do setor de turismo pesquisadas registraram variação média de 11,1%. O gráfico a seguir revela que o mais elevado aumento percentual do faturamento foi apurado no ramo parques e atrações turísticas, enquanto que o menor foi computado no segmento de operadoras de turismo. Os principais fatores favoráveis destacados pelos empresários, no segundo trimestre de 2014, foram os investimentos realizados pelas empresas e a maior divulgação dos atrativos e roteiros turísticos. Como mais relevantes fatores limitadores do crescimento, foram apontados o acirramento da competição no próprio setor e os custos operacionais e financeiros. Perspectiva INVESTIMENTOS PREVISTOS PARA Jul.-Set./2014 PERCENTUAL DO FATURAMENTO TOTAL DE CADA RAMO A SER INVESTIDO (%) Para o terceiro trimestre de 2014, no que se refere aos investimentos programados, foram indicados por 52% do consolidado do setor de turismo pesquisado, que manifestaram intenção de fazê-lo num montante correspondente a 16,3% do total do faturamento apurado entre todas as empresas consultadas. Cabe destacar os percentuais de indicações positivas nesse sentido, para o trimestre de julho a setembro de 2014, referentes aos segmentos parques e atrações (73%) e meios de hospedagem (57%). Ainda com relação aos investimentos programados para serem investidos no terceiro trimestre de 2014, do percentual médio do faturamento total programado pelo setor de turismo (16,3%), merecem destaque os planejados por empresários dos ramos organizadoras de eventos (23,4%) e turismo receptivo (20,7%). As principais áreas/atividades a serem beneficiadas por investimentos são: treinamento dos funcionários, infraestrutura das instalações das empresas, tecnologia da informação, e marketing e promoção de vendas. Nota: Dados de investimento não disponíveis para o segmento transporte aéreo. Fontes: FGV e MTur 7

9 Ambiente Macro Sondagem do Consumidor A Intenção de Viagem do Consumidor Brasileiro é uma sondagem mensal realizada pela Fundação Getúlio Vargas, em sete regiões metropolitanas, com consulta a famílias, sobre a intenção de realizar viagens nacionais e internacionais nos próximos seis meses. As tabelas abaixo mostram que em agosto de 2014, 28,8% das famílias brasileira têm a intenção de viajar, sendo que deste total, 73,6% gostariam de ter o Brasil como destino e 61,0% utilizariam o avião como meio de transporte. 28,8% das famílias brasileiras têm a intenção de viajar. Intenção de Viagem Mês Sim Incerto Não Jan 27,1 5,4 67,5 Fev 26,7 4,9 68,4 Mar 27,1 4,0 68,9 Abr 26,3 3,5 70,2 Mai 24,6 3,5 71,9 Jun 24,3 3,2 72,5 Jul 23,9 3,4 72,7 Ago 28,8 2,6 68,6 Destino Mês Brasil Fora do país Não optaram Jan 69,7 27,4 2,9 Fev 67,8 27,4 4,8 Mar 64,3 32,0 3,7 Abr 69,6 28,2 2,2 Mai 72,4 25,7 1,9 Jun 70,9 26,3 2,8 Jul 70,3 25,9 3,8 Ago 73,6 24,2 2,2 Fontes: FGV / MTur Meio de Transporte Mês Automóvel Avião Ônibus Outros/Não Jan 25,2 55,8 12,5 decidiram 6,5 Fev 26,1 57,3 10,4 6,2 Mar 23,9 62,0 9,1 5,0 Abr 22,0 61,1 11,8 5,1 Mai 27,8 60,2 10,2 1,8 Jun 21,8 66,9 9,1 2,2 Jul 21,8 63,2 10,0 5,0 Ago 25,1 61,0 10,2 3,7 8

10 Ambiente Macro Receita Cambial - Variação Mensal 2013/2014 Os turistas que visitaram o Brasil em julho de 2014 deixaram US$ 789 milhões no Brasil, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC). O resultado é 46,11% maior que julho de O acumulado de Janeiro a julho de 2014 é de U$4.433 bilhões em receitas. Mês Receita (US$ milhões) Despesa (US$ milhões) Receita (US$ milhões) Despesa (US$ milhões) Variação % Receita Variação % Despesa 2013/ /2014 Jan ,71-7,78 Fev ,24 3 Mar ,67-2,39 Abr ,48 10,81 Mai ,81 1,14 Jun ,02 3,81 Jul ,11 9,08 Total Nota: Os dados de agosto não foram divulgados até a data de publicação deste caderno. Gastos de turistas no Brasil Os gastos dos turistas estrangeiros no Brasil, no período de janeiro a dezembro de 2013, foram 1% superior ao mesmo período de 2012, e 2,3% superiores ao período de 2011, segundo os dados do BC

11 Ambiente Macro desembarques internacionais no Brasil De acordo com os dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero, os desembarques internacionais, em 2012, tiveram um incremento de 2,4% em relação a Se comparado com o ano de 2010, esse aumento foi de aproximadamente 59% desembarques domésticos no Brasil Os desembarques domésticos, em 2012, foram 7,09% maiores que em 2011, e 71,19% superiores a 2010, conforme dados divulgados pela Infraero

12 ÍNDICE DE COMPETITIVIDADE DO TURISMO NACIONAL Para realizar este estudo, pesquisadores da Fundação Getulio Vargas permanecem uma semana em cada destino aplicando um questionário com perguntas que incluem dados primários e secundários em 13 dimensões Infraestrutura geral, Acesso, Serviços e equipamentos turísticos, Atrativos turísticos, Marketing e Promoção do destino, Políticas públicas, Cooperação regional, Monitoramento, Economia local, Capacidade empresarial, Aspectos sociais, Aspectos ambientais e Aspectos culturais. Todas as perguntas que integram as 13 dimensões do questionário compõem o Índice de Competitividade do Destino, ou seja, mensuram a capacidade crescente de um destino de gerar negócios nas atividades relacionadas com o setor de turismo, de forma sustentável, proporcionando ao turista uma experiência positiva. A pesquisa em Belo Horizonte foi realizada entre os dias 20 e 24 de maio de 2013, neste período foram entrevistados diversos representantes dos setores público e privado, associações de classe, entre outros, para coletar os dados que compõem o índice de competitividade do destino. Aplicou-se, também, o método de observação in loco para a avaliação dos destinos. Em complemento aos dados coletados em campo, a pesquisa utilizou diversas informações disponíveis em fontes oficiais. Índice geral O índice geral de competitividade do destino turístico indutor refere-se à soma ponderada das 13 dimensões avaliadas. O índice geral do destino em 2013 foi de 77,0 (nível 4). Esse resultado, apresentado no gráfico a seguir, ficou acima do índice obtido em 2011 (75,5). 100,0 80,0 60,0 40,0 69,0 59,5 72,6 74,9 75,5 77,0 61,9 64,1 65,5 66,9 52,1 54,0 56,0 57,5 58,8 20,0 0, Fonte: FGV, SEBRAE, MTur, 2013 Belo Horizonte Brasil Capitais 11

13 Indicadores destinos indutores A Tabela apresentada a seguir, consolida os resultados gerais do destino nas dimensões avaliadas. O índice geral é o resultado da soma ponderada das 13 dimensões, analisadas segundo a sua importância para a competitividade do turismo. É possível verificar ainda os índices do Brasil e do grupo das capitais, registrados nas últimas três edições do Índice de Competitividade. Ao realizar uma análise sobre a série histórica dos resultados de Belo Horizonte, é possível concluir que, em 2013, houve evolução do indicador de competitividade do destino (Índice geral) em comparação com o ano anterior da pesquisa. Dimensões Brasil Capitais Belo Horizonte Índice geral 56 57,5 58,8 64,1 65,5 66,9 74,9 75,5 77 Infraestrutura geral 65,8 68,4 68,6 74,3 75,8 75,4 83,7 83,8 80,9 Acesso 60,5 61,8 62, ,9 75,7 80,6 80,7 Serviços e equipamentos turísticos 50, ,8 63,3 64,1 69,1 75,4 71,1 80,7 Atrativos turísticos 60, ,2 59,5 61,3 62,9 66,6 70,1 67 Marketing e promoção do destino 42,7 45,6 46,8 46, ,1 85,6 85,2 81,1 Políticas públicas 55,2 56,1 57,6 61,5 61,3 62, ,5 77,4 Cooperação regional 51,1 49,9 44,6 48,3 47,7 44,2 54,8 67,3 67,7 Monitoramento 35,3 36,7 37,4 42,6 44,3 45,1 76,9 79,6 77,4 Economia local 59,5 60,8 63,6 70,7 70,6 75,4 81,7 82,2 84,5 Capacidade empresarial 57 59,3 61,2 82,7 85, ,7 94,1 93,2 Aspectos sociais 58,4 59,1 59,4 64,2 64,7 63,1 69,7 63,5 64 Aspectos ambientais 65,6 67,2 67,7 71,3 72,7 73,5 67,8 71,6 76,9 Aspectos culturais 55,9 57,5 58,2 64,1 66,2 66,4 64,4 60,8 64 Nota: Este estudo não foi realizado em O relatório integral está disponível em Fonte: FGV, SEBRAE, MTur,

14 Pesquisa de Demanda - Circuito Belo Horizonte - Setur Os principais motivos de viagem dos turistas a Belo Horizonte, em 2012, de acordo com os dados da Secretaria de Turismo do Estado de Minas Gerais (Setur/MG), for Já a casa de Parentes e Amigos foi o principal meio de hospedagem utilizado pelos turistas (61,0%), seguido de hotel/pousada (34,0%). AVALIAÇÃO DA DEMANDA TURÍSTICA EM BELO HORIZONTE (2012) GÊNERO INSTRUÇÃO ORIGEM INSTRUÇÃO RENDA FAMILIAR HOSPEDAGEM FAIXA ETÁRIA MOTIVO DA FAIXA ETÁRIA VIAGEM FEMININO MASCULINO 42,0% 58,0% SUPERIOR COMPLETO MÉDIO COMPLETO 39,7% MG MASCULINO 27,0% 53,3% SP 65,0% MÉDIO COMPLETO 12,0% R$ 2.041,00 a R$ 27,0% DE R$ 1.021,00 a R$ 3.570, ,00 22,0% 23,0% CASA DE PARENTES E HOTEL/POUSADA AMIGOS 61,0% 34,0% 21 A 30 ANOS 31 A 40 ANOS 37,0% 23,0% Negócios Visita a Amigos e Parentes 33,0% 32,0% PERMANÊNCIA MÉDIA 5,31 dias GASTO MÉDIO POR DIA 142,39 OBS: assinalados somente os dados predominantes AMOSTRA (996 TURISTAS) Fonte: Setur - MG 13

15 Belo Horizonte BELO HORIZONTE É A 6ª CIDADE BRASILEIRA NA CAPTAÇÃO DE EVENTOS INTERNACIONAIS Capital mineira supera tradicionais destinos turísticos do litoral brasileiro na realização de feiras, congressos e convenções de alcance mundial De acordo com estudo divulgado pela International Congress & Convention Association (ICCA) nesta semana, em Frankfurt, na Alemanha, Belo Horizonte é, hoje, a 6ª colocada entre as cidades brasileiras na captação e realização de eventos de âmbito internacional. A ICCA inclui em seu ranking feiras, congressos e convenções itinerantes, realizadas por pelo menos três vezes, em três destinos internacionais diferentes e com periodicidade fixa. Neste ranking, a capital mineira está mais bem posicionada do que importantes cidades do país, algumas delas tradicionais destinos litorâneos, como Salvador, Recife e Fortaleza. A capital mineira supera, inclusive, a capital federal, Brasília. À frente de Belo Horizonte aparecem apenas Rio de Janeiro, São Paulo, Foz do Iguaçu, Florianópolis e Porto Alegre. Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas e pela Embratur indica que o impacto econômico de um evento internacional na cidade que o recebe é grande, já que o gasto médio diário do turista estrangeiro de eventos internacionais é de 285 dólares, contra a média de 68 dólares de um turista de lazer. Os eventos internacionais realizados em Belo Horizonte em 2013, considerados pela ICCA na elaboração do ranking são os seguintes: 3º Congresso As Melhores Práticas em SIBRT na América Latina (Conference The Best Practices SIBRT in Latin America), 16º Seminário Internacional sobre Rejeitos em Pasta e Espessados, Rejeitos Empilhados, Espessados, Pastosos E Filtrados (International Seminar on Paste and Thickened Tailings-Paste), 26º Congresso Mundial de Filosofia do Direito e Filosofia Social (World Congress on Philosophy of Law and Social Philosophy), 3ª International Conference on Arabica Natural Coffee, 40ª Hume Society Conference, 8º International Colloquium on Black Liquor Combustion and Gasification, Cigre Study Committee B5 Colloquium, International Meeting of Vincentian Youth, 4º Congreso Internacional en Gestión y Profesionalización el Ámbito Local, Congresso Mundial de Universidades Católicas (World Congress of Catholic Universities) e 23º Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP). União de esforços Para estimular o desenvolvimento do mercado de eventos e negócios em Belo Horizonte, a Prefeitura, por meio da Belotur, promoveu o Goal Belo, uma reunião com empresas e instituições dos setores acadêmico e governamental fomentadoras dessa cadeia produtiva. Participaram do encontro representantes da PUC Minas e da Fundação Dom Cabral, da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), do Sebrae/MG, da Associação Médica de Minas Gerais, do Belo Horizonte Convention e Visitors Bureaux, das secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, de Turismo e Esportes e de Desenvolvimento Econômico. A primeira iniciativa será a inclusão desses parceiros no Grupo de Trabalho Especial de Eventos, criado em dezembro de 2013, durante a MinasExpo Eventos. 14

16 Confira a classificação das cidades brasileiras no ranking ICCA Posição Cidade 1º Rio de Janeiro 2º São Paulo 3º Foz do Iguaçu 4º Florianópolis 4º Porto Alegre 6º Belo Horizonte 7º Brasília 8º Fortaleza 9º Natal 9º Salvador 11º Guarujá 11º João Pessoa 11º Recife 14º Gramado 14º Manaus 14º Porto de Galinhas 17º Búzios 17º Campinas 17º Goiânia 17º Pirinópolis O Brasil no mundo De 2003 a 2013, o Brasil subiu 12 posições no ranking mundial e mais que dobrou o número de cidades brasileiras que recebem eventos internacionais do padrão ICCA. De acordo com a Embratur, em dez anos, os congressos e convenções de negócios realizados no Brasil registraram um aumento de 408%, passando de 62 eventos em 2003 para 315 em O Brasil se consolida entre os 10 países que lideram o ranking da ICCA, ocupando o 7º lugar, e é o primeiro país latino-americano a ocupar esta posição desde Para dar continuidade à ascensão do país, a Embratur lançou recentemente um novo programa para ampliar a captação de eventos internacionais no país. O foco agora, além de eventos técnicos e associativos, serão os eventos esportivos 240 eventos esportivos internacionais (eventos únicos ou etapas de campeonatos mundiais) podem potencialmente acontecer no Brasil, na esteira da promoção da Copa do Mundo e das Olimpíadas de Fonte: Ranking ICCA

17 Fluxo do terminal rodoviário DESEMBARQUE A movimentação de passageiros no desembarque dos Terminais Rodoviários em agosto de 2014, segundo a TERGIP foi 2,1% menor em relação ao mesmo mês de O fluxo de desembarque de passageiros em agosto de 2014 foi 3,8% menor se comparado a julho de A movimentação total de ônibus no desembarques dos terminais rodoviários em agosto de 2014 foi 1,4% menor em relação a julho de CHEGADAS (ÔNIBUS) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Variação -2,5% -7,4% 3,5% 2,3% -1,6% 3,5% -3,6% -2,1% -34,1% PASSAGEIROS (DESEMBARQUE) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Variação -2,5% -16,4% 16,6% 12,4% -1,0% 12,9% -9,0% -2,1% -33,0% EMBARQUE A movimentação de passageiros no embarque dos Terminais Rodoviários em agosto de 2014, segundo a TERGIP foi 0,4% maior em relação ao mesmo mês de O fluxo de embarque de passageiros em agosto de 2014 foi 0,34% maior se comparado a julho de A movimentação total de ônibus no embarques dos terminais rodoviários em agosto de 2014 foi 0,3% menor em relação a julho de PARTIDAS (ÔNIBUS) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Variação -2,0% -4,0% -1,8% 3,0% -4,0% 1,5% -5,6% -2,1% -34,8% PASSAGEIROS (EMBARQUE) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Variação -1,2% -9,1% -3,5% 18,9% -7,8% 14,5% -14,3% 0,4% -35,0% 16

18 PASSAGEIROS (DESEMBARQUE) DESEMPENHO MENSAL: COMPARATIVO Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez PASSAGEIROS (EMBARQUE) DESEMPENHO MENSAL: COMPARATIVO Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Fonte: Tergip Fluxo Aéreo Aeroporto Carlos Drummond de Andrade -- Pampulha A movimentação de passageiros no aeroporto Pampulha em agosto de 2014, segundo a INFRAERO, foi 8,0% menor em relação ao mesmo mês de Já a movimentação de aeronaves em agosto de 2014, foi 0,07% menor em relação a julho de AERONAVES Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Variação -3,5% 0,1% -10,0% -8,2% -3,6% -7,0% 4,6% 0,4% -34,0% PASSAGEIROS Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Variação -1,4% 3,0% -15,5% -11,6% -11,1% -11,8% -8,0% -8,0% -38,2% 17

19 AEROPORTO TANCREDO NEVES -- CONFINS A movimentação de passageiros no aeroporto Tancredo Neves em agosto de 2014, segundo a INFRAERO, foi 2,0% menor em relação ao mesmo mês de O fluxo de passageiros internacionais em agosto de 2014 foi 7,71% menor em relação a julho de De acordo com os dados da Infraero o fluxo de passageiros domésticos em agosto de 2014 foi 11,34% menor se comparado a julho de Em relação a movimentação total de passageiros no aeroporto, em agosto de 2014, os dados mostram uma redução de 11,17% se comparado a julho de AEROPORTO TANCREDO NEVES CONFINS AERONAVES Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Variação 1,1% -4,9% -11,8% -12,3% -8,6% 3,7% -0,8% -2,7% -35,6% PASSAGEIROS 2013 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Internacional Doméstico Total Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Internacional Doméstico Total Variação Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Internacional 11,4% -6,9% 1,9% 29,9% 39,5% 45,0% -4,0% 6,4% -23,9% Doméstico 18,1% 10,5% 5,1% 1,0% -0,8% 2,0% 2,0% -2,4% -32,2% Total 17,8% 9,9% 5,0% 1,8% 0,4% 3,7% 1,7% -2,0% -31,9% 18

20 Taxa de Ocupação média da Cesta Competitiva (TX) A taxa média de ocupação dos hotéis da Cesta competitiva em agosto de 2014 foi 11,91% maior em relação a julho de Janeiro Fevereiro 47,19% 60,64% Agosto Março 57,74% Média Geral 61,64% Abril 63,57% Maio 61,15% Média COM 65,39% Junho 66,33% Julho 55,08% Média FDS 53,78% Agosto 61,64% c Variação -11,91% As médias são calculadas com base os dois últimos meses Média COM trata-se da média da taxa de ocupação relativa aos dias úteis; Média FDS trata-se da média da taxa de ocupação relativa aos finais de semana; Fonte: Associação Brasileira da Indústria de Hotéis - ABIH Série histórica da taxa de ocupação No quadro abaixo, deve-se considerar que até setembro de 2007 a taxa de ocupação foi fornecida mensalmente, por oito a dez hotéis os maiores da cidade, e a maioria de luxo. A partir de 1º de outubro de 2007, com a introdução sendo fornecida diariamente, abrangendo toda a cidade e todas as categorias de hotéis. ANO Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez ,57% 42,75% 59,17% 61,94% 63,00% 69,54% 68,30% 67,99% 77,77% 75,71% 80,45% 63,53% ,33% 57,78% 67,48% 75,73% 70,29% 74,08% 75,91% 72,50% 76,08% 75,82% 71,35% 51,16% ,60% 48,48% 60,85% 58,92% 62,78% 63,69% 70,52% 73,04% 72,47% 74,35% 78,24% 55,47% ,46% 53,39% 69,61% 68,48% 73,68% 68,63% 75,87% 76,44% 79,00% 70,89% 73,34% 56,83% ,03% 66,53% 60,78% 68,29% 72,94% 71,45% 71,11% 74,72% 73,86% 72,11% 76,24% 55,26% ,98% 53,94% 65,88% 65,81% 66,29% 70,47% 65,99% 67,57% 68,08% 63,69% 67,03% 48,80% ,80% 48,86% 58,97% 64,94% 69,25% 70,73% 69,81% 66,14% 71,45% 69,10% 67,91% 47,33% ,19% 60,64% 57,74% 63,57% 61,15% 66,19% 55.08% 61.64% Variação * 5,3% 24,1% -2,1% -2,1% -11,7% -6,4% -21,1% -6,8% *Cálculo deste ano em relação ao último TAXA DE OCUPAÇÃO MÊS 19

21 Faturamento líquido por unidade disponível dos hotéis que fazem parte da Cesta Competitiva (RP) Conforme os dados divulgados pela ABIH, o faturamento líquido por unidade disponível dos hotéis em agosto de 2014 foi 11,10% menor que julho de Janeiro Fevereiro R$ 105,77 R$ 149,58 Agosto Março R$ 134,42 Média Geral R$ 150,13 Abril R$ 155,71 Maio R$ 144,43 Média COM R$163,06 Junho Julho R$ 266,44 R$ 168,88 Média FDS R$ 124,37 Agosto R$ 150,13 Variação -11,10% Diária média dos hotéis que fazem parte da Cesta Competitiva (DM) A diária média dos hotéis da cesta competitiva em agosto de 2014 foi 20,57% menor em relação à julho de Janeiro R$ 224,15 Fevereiro R$ 246,66 Agosto Março Abril R$ 232,81 R$ 244,95 Média Geral R$ 243,54 Maio R$ 236,20 Média COM R$ 249,39 Junho R$ 402,55 Julho R$ 306,60 Média FDS R$ 231,27 Agosto R$ 243,54 Variação -20,57% 20

22 Estatística de atendimentos nos Centros de Atendimento ao Turista Atendimentos pela origem das pessoas No período de janeiro a agosto deste ano, foram atendimentos, sendo 58,4% de visitantes/turistas. Deste total, 25,7% vieram de outros estados, 24,0% do exterior e 8,7% do interior de Minas Gerais. 8,7% 41,6% 25,7% Belo Horizonte Minas Gerais 24,0% Outros Estados Outros Países Distribuição relativa dos tipos de informação nos Centros de Atendimento ao Turista - Janeiro a Agosto de ,5% 33,1% 12,0% 10,5% 6,5% 6,1% 5,0% 4,1% 3,4% 3,3% 2,4% Distribuição de Folheteria Orientação Urbana Atrativos Transporte Urbano Serviços Diversos Transporte Rodoviário Compras Entretenimento e Lazer Bares/Restaurantes Hospedagem Outros Fonte: Sistur / Departamento de Informação Turística Belotur PRÊMIO BOA VIAGEM O Aeroporto Internacional Tancredo Neves Confins recebeu o prêmio concedido pela ANAC de aeroporto de cidade sede com o melhor atendimento ao turista. 21

23 Pesquisa de satisfação do turista - (MAIO DE 2014) SATISFAÇÃO DO TURISTA CHEGA A 70% NA CAPITAL MINEIRA Gastronomia e comércio atraem turistas à capital mineira A infraestrutura e a prestação de serviços têm agradado ao turista que visita a capital mineira. É o que mostra o resultado da Pesquisa de Satisfação do Turista de Belo Horizonte, realizada este ano pela área de Estudos Econômicos e o Núcleo de Turismo do Sistema Fecomércio MG, Sesc, Senac e Sindicados em parceria com a Belotur. A pesquisa Realizada entre 28 de abril e 6 de maio de 2014, a Pesquisa de Satisfação do Turista foi aplicada com 848 turistas nos principais portões de saída da capital mineira, como o Terminal Rodoviário, os aeroportos Internacional Tancredo Neves e Pampulha e Conexão Aeroporto, e ainda, no Mercado Central e nos Centros de Atendimento ao Turista. O objetivo foi traçar o perfil do visitante e mostrar a avaliação dos turistas que visitam a capital a respeito do comércio, da prestação de serviços e da infraestrutura turística. Expectativas atendidas - Dos entrevistados, 70,9% dizem ter sido atendidos plenamente em suas expectativas durante a viagem. Os turistas são em sua maioria do próprio Estado de Minas Gerais (43%), seguido dos visitantes de São Paulo (17,4%) e Rio de Janeiro (9,4%). E ainda, 3,9% são estrangeiros, predominantemente dos Estados Unidos (28,1%) e da França (12,5%). Do total de entrevistados, 59,6% visitam a capital mineira duas ou mais vezes por ano. A motivação principal da viagem foi visita a amigos e parentes (25,7%), seguida de negócios ou trabalho (21,8%). Questionados sobre o que mais gostaram na cidade, 16,8% dos entrevistados lembraram dos bares e restaurantes, seguido por: shoppings (8,5%), gastronomia (6,7%) e parques (5,5%) e praças (5,1%). Durante a permanência média de 4,7 dias na cidade, o vestuário foi o item de maior valor gasto atingindo, em média, R$ 353,62 por pessoa. Para os quesitos serviços, estabelecimentos e infraestrutura turística foi aferida uma nota que variava de 1 a 5, sendo 1 péssimo e 5 ótimo. Em relação aos serviços e estabelecimentos, a gastronomia foi o setor melhor avaliado, com nota 4,42, seguida por: bares e restaurantes (4,19) e diversão noturna (4,12), reforçando o título de Belo Hori e comprovando a oferta de gastronomia mineira como diferencial de competitividade para o turismo na capital. O serviço de hospedagem aparece com a média de 4,07. Já na pesquisa sobre infraestrutura turística, os espaços para eventos foram o item melhor avaliado, com nota 3,81, seguido dos táxis (3,79), serviço de telefonia móvel (3,54) e sinalização turística (3,24). Fonte: Belotur e Fecomércio maio/

24 Pesquisa turismo Internacional CHEGADAS DE TURISTAS AO BRASIL, SEGUNDO PRINCIPAIS PAÍSES EMISSORES Argentina e Estados Unidos são os dois principais emissores de turista de acordo com os dados divulgados pela Polícia Federal no período de 2005/2012. Em 2012 o número de chegada de argentinos foi 185,03% superior a chegada de norte-americanos. Principais Chegadas de Turistas países emissores Argentina Estados Unidos Alemanha Uruguai Chile Paraguai Itália França Espanha Portugal Inglaterra Fonte: Departamento de Polícia Federal, Ministério do Turismo e Banco Central do Brasil DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS EM VOOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS O desembarque de passageiros estrangeiros no Brasil teve um crescimento, em 2012, de 4,48% em relação a Já o crescimento de passageiros nacionais foi de 6,83%. Ano Desembarques Internacional Nacional Fonte: Infraero Nota: Os dados incluem desembarques de passageiros residentes e não residentes 23

25 Perfil da demanda turística internacional Breve perfil do visitante Os turistas que visitaram o país em 2012 declararam como o principal motivo da viagem convenções e 27,9% por outros motivos. A maioria dos que vieram a lazer (64,2%) foram motivados por sol e praia; seguidos por natureza, ecoturismo ou aventura (21,3%); cultura (10,6%); e outros motivos (3,9%). O gasto médio diário foi de US$68,94, enquanto a permanência média foi de 16,5 dias. Para os principais destinos a lazer, destaque para Rio de Janeiro de Florianópolis SC (18,1%) e Foz do Iguaçu PR (17,3%). RJ (29,6%), seguido A cidade de São Paulo continua sendo o destino mais procurado para negócios, eventos e convenções (48,3%), seguido pela cidade do Rio de Janeiro (23,9%). A maior parte dos turistas, ao organizarem suas viagens, teve como principal fonte de informações a internet (33,6%), seguida de amigos e parentes (29,9%), viagem corporativa (18,6%) e outras fontes (17,9%). No geral, 95,7% dos turistas manifestaram a intenção de retornar ao Brasil. Em relação ao grau de satisfação da viagem, 84,5% disseram ter atendido plenamente ou superado as expectativas. Aproximadamente 67% dos turistas que visitaram o Brasil estão entre 25 e 50 anos e 70,0% possuem ensino superior completo. A renda média mensal individual foi de US$3.502,62, enquanto a familiar foi de US$4.639,74. Fonte: Ministério do Turismo/FIPE 24

26 Motivo da viagem, segundo os anos 2006/2012 De acordo com o Ministério do Turismo, os principais motivos de viagem dos turistas internacionais no período de 2006 a 2012 foram lazer; negócio, eventos e convenções e outros motivos. Em 2012, 46,8% vieram a lazer, 25,3% para negócios, eventos e convenções e 27,9% por outros motivos. Ano Fonte: Ministério do Turismo/FIPE Lazer Motivo da viagem (%) Negócios, eventos e Outros motivos convenções ,1 28,1 27, ,3 27,4 28, , , ,5 22,9 31, ,1 23,3 30, ,1 25,6 28, ,8 25,3 27,9 Destinos mais visitados, por ano, segundo motivo da viagem 2006/2012 Quando o motivo de viagem dos turistas internacionais é lazer, as cidades mais visitadas no período de 2006/2012 foram Rio de Janeiro e Florianópolis. Já a negócios, eventos e convenções, a cidade de São Paulo é a primeira colocada desde Em 2012, Belo Horizonte apareceu na quarta posição quando a motivação de viagem foi outros motivos. Motivos da viagem/destinos Lazer Rio de Janeiro - RJ 30,2 30,2 29, ,3 26,7 29,6 Florianópolis - SC 15,1 15,3 16,9 16,7 19,3 19,7 18,1 Foz do Iguaçu-PR 17,1 16, ,4 23,4 19,8 17,3 São Paulo - SP 12,6 13,7 14,9 11,5 9, ,5 Armação dos Búzios - RJ 4,4 6,4 6,2 7,9 7,5 6,4 7,9 Negócios, eventos e convenções (%) São Paulo - SP 51,3 52,5 53,8 48,8 51,3 51,6 48,3 Rio de Janeiro - RJ 22,9 24,7 20,4 24,9 23,9 24,4 23,9 Curitiba - PR 4,8 5,1 4,6 3,7 4,8 4,9 4,4 Porto Alegre - RS 4,7 5,4 5 4,9 4,6 3,7 4,1 Brasília - DF 2,9 3,1 3 2,9 4 2,6 3,8 Outros motivos São Paulo - SP 26,7 30,2 30,3 27,3 30, ,5 Rio de Janeiro - RJ 20,5 19,8 19,7 21,6 22,5 22,1 20,6 Foz do Iguaçu-PR 5,8 7,5 5,5 5,5 4,8 5,6 5,8 Belo Horizonte - MG 6,6 6,7 5,7 6,5 6,3 5,9 5,5 Salvador - BA 6,4 6,9 6,2 5,8 6,2 5,6 5,3 (%) (%) Fonte: Ministério do Turismo/FIPE 25

27 Locais mais visitados -- Todos os motivos As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro foram as mais visitadas no período de 2004/2010, quando foram agrupados todos os motivos de viagem. Em 2010, Belo Horizonte aparece na sétima posição, com percentual de 2,1% do total de turistas internacionais. Locais mais visitados (%) São Paulo 14 15,6 13,8 14,6 15,5 13,2 13,5 Rio de Janeiro 14,6 14,6 12, ,3 13,8 13,1 Foz do Iguaçu 6,4 5,2 5,2 5,1 5,4 6,4 6,7 Florianópolis 3,6 3,7 4,2 4,4 4,7 4,9 5,6 Salvador 4,9 4,1 3,9 3,8 3,3 3 3,2 Búzios 1,8 1,8 1,5 2 1,9 2,4 2,3 Belo Horizonte 1,7 1,8 2 1,9 1,9 1,9 2,1 Curitiba 2,5 2,3 2,1 2,9 2,2 2 2 Camboriú 1,9 2,1 2,2 1,8 2,1 1,9 1,9 Porto Alegre 2 2,1 1,8 1,7 1,8 1,6 1,8 Brasília 1,3 1,2 1,4 1,3 1,3 1,2 1,7 Bombinhas 1 1,3 0,9 1,1 1,2 1,5 1,5 Parati 1,1 1 1,2 1,3 1,4 1,4 1,5 Angra dos Reis 0,7 0,8 0,8 1,2 1,4 1,5 1,4 Goiânia 0,9 0,8 1 1,1 1,1 1,1 1,2 Recife 1 0,9 1 1,1 1,1 1,1 1,2 Macaé 0,7 0,7 0,9 0,9 0,9 0,9 1,2 Fortaleza 2,3 2,2 1,7 1,8 1,4 1,5 1,2 Vitória 0,8 0, ,9 1 1,2 Demais 37 36,9 40, ,3 37,8 35,4 Total Fonte: Ministério do Turismo/FIPE Gastos Médios e Permanência Média (PM) por Motivo de Viagem Os gastos diários em média dos estrangeiros no Brasil, em 2012, a negócio, eventos e convenções foi da ordem de US$ 120,65, e, a lazer, US$ 73,77. Em relação à permanência média, outros motivos é duas vezes a dos demais motivos (27 dias contra 13,3 e 11,9, respectivamente de negócios/eventos e lazer). Motivos Lazer Negócios Outros TOTAL Gasto Diário Permanência Motivos (US$) (dias) 73,77 Lazer 11,9 120,25 Negócios 13,3 46,41 Outros 27 68,94 TOTAL 16,5 26

28 Gastos dos Visitantes, por Motivo de Viagem As viagens que geram as maiores receitas per capita/dia são as de negócios/eventos (US$ 120,25 contra US$ 68,94 do total). Nota-se que neste critério de avaliação, Outros Motivos situa-se na última posição. Gasto per capita dia no Brasil (US$) Lazer 64,33 73, ,26 70,53 72,66 73,77 Negócios, Eventos e Convenções 105,24 112,86 110,89 106,14 106,14 127,94 120,25 Outros Motivos 41,77 43,57 42,79 42,35 48,58 50,29 46,41 Total 61,13 65,59 61,05 58,19 66,27 71,35 68,94 Fonte: Ministério do Turismo/FIPE Destinos mais visitados Belo Horizonte /2012 Nesta pesquisa sobre destinos mais visitados, está Belo Horizonte. A seguir teremos o perfil socioeconômico e uma avaliação dos estrangeiros. Com relação ao perfil socioeconômico da demanda, os dados mostram que em 2012, 59,2% eram do sexo masculino e 40,8% feminino. Quanto ao grau de instrução, 45% dos entrevistados, no mesmo ano, tinham nível superior e 30,3%, pós-graduação. Gênero Masculino 59 64,3 54,9 59,37 61,9 59,2 Feminino 41 35,7 45,1 40,3 38,1 40,8 % Grupo de idade 18 a 24 anos 10,4 10,4 15,4 13,3 10,6 10,1 25 a 31 anos 22, ,3 21,8 21, a 40 anos 26,9 21, ,6 27,4 24,6 41 a 50 anos 23,9 24,2 21,1 21,5 19,8 21,8 51 a 59 anos 9 10,8 11,9 15,6 14,1 10,8 60 anos ou mais 7,5 9,3 7,3 7,2 6,2 10,7 % Fonte: Ministério do Turismo/FIPE 27

29 Grau de instrução % Sem educação formal 0 0,7 0,2 0,1 0 0 Fundamental 5,3 2, ,6 2,9 Médio 25,1 26,9 33,6 30, ,8 Superior 44,5 42,7 36,2 34,9 41,1 45 Pós-graduação 25,1 27, ,3 30,3 30,3 Renda média mensal US$ Familiar 5.127, , , , , ,01 Individual 3.909, , , , , ,60 Grau de satisfação em relação à viagem Nível de satisfação com a viagem % Superou 24 19, ,4 20,7 Atendeu plenamente 56,1 63,6 62,4 56,2 54,7 52 Atendeu em parte 15,8 15,1 11,3 18,6 20,6 23,3 Decepcionou 4,1 2 1,3 2,2 2,3 4 Avaliação da viagem O serviço de táxi, no período de 2006 a 2012, foi o item da infraestrutura da cidade mais bem avaliado pelos turistas. Em relação à infraestrutura turística, em 2012, os restaurantes obtiveram 95% de avaliação positiva e ao avaliarem, no mesmo ano, os serviços turísticos, 98,5% dos entrevistados consideraram a hospitalidade como positiva. % Positiva Infraestrutura Limpeza pública 73,0 78,7 72,4 73,5 73,0 70,4 Segurança pública 69,6 78,7 73,1 79,6 79,4 76,3 Serviço de táxi 95,9 94,7 95,8 95,8 93,6 87,4 Transporte público 73,0 73,7 75,7 68,2 66,0 60,6 Telecomunicações 73,8 76,8 72,2 79,8 69,5 65,5 Sinalização turística 66,7 66,7 67,4 67,0 62,3 56,0 Infraestrutura Turística Aeroporto 90,6 95,0 93,7 84,8 83,1 76,6 Rodovias 55,8 50,9 43,4 53,7 48,0 42,1 Restaurante 97,0 97,7 97,6 95,9 94,0 95,0 Alojamento 91,7 94,7 94,4 91,9 86,6 88,2 Diversão noturna 93,8 95,1 93,9 91,4 94,9 93,8 Serviços turísticos Guias de turismo 81,0 87,6 89,4 87,5 79,5 83,2 Informação turística 79,8 77,6 82,4 79,1 79,3 77,2 Hospitalidade 97,5 98,8 99,0 97,2 97,4 98,5 Gastronomia 98,8 99,3 97,9 96,7 95,9 97,2 Preços 71,2 72,2 75,4 71,8 52,0 47,7 Fonte: Ministério do Turismo/FIPE 28

30 Balanço da Copa do Mundo Fifa Cidade Sede: Belo Horizonte Pesquisa de Satisfação Minas recebeu 255 mil turistas estrangeiros na Copa, aponta pesquisa da Secretaria de Estado de Turismo e Esportes (Setes-MG) Cerca de um mês após o final da Copa do Mundo 2014 no Brasil, a Secretaria de Estado de Turismo e Esportes de Minas Gerais (Setes-MG) divulga os dados consolidados da pesquisa realizada durante o evento na capital mineira. Segundo o estudo, visitantes passaram pela cidade no Mundial. Destes, foram estrangeiros, de 46 nacionalidades, sendo que a maioria era da Argentina (17%), Inglaterra (14,9%) e Colômbia (13%). O levantamento foi realizado pelo Estado em parceria com a Belotur e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) entre 14 de junho e 10 de julho, com entrevistados em diversos pontos da cidade, como o Mineirão, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, a FIFA Fan Fest, no Expominas, e a Savassi. A margem de erro é de 2%. O evento gerou uma receita direta de R$ 445,6 milhões e uma receita indireta de R$ 1,6 bilhão para o setor de comércio e serviços da capital. Além disso, uma pesquisa do Ministério do Turismo, feita em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), também elegeu o Mineirão como o estádio mais bem avaliado pelos torcedores estrangeiros. O estádio recebeu seis jogos durante a Copa do Mundo do Brasil. Turismo em alta em Minas De acordo com a Setes-MG, o número de visitantes em Belo Horizonte foi histórico e ajuda a promover o turismo mineiro nacional e internacionalmente. Em 15 de julho, a prévia da pesquisa do órgão havia sido divulgada. No entanto, os jogos de oitavas de final e a semifinal da Copa na capital mineira incrementaram ainda mais o número de visitantes na cidade até então. A maioria dos entrevistados, 71,6%, eram homens, com uma média de idade de 33 anos. Do total, 42% viajaram com amigos e 66% assistiram aos jogos no estádio. Eles geraram um gasto médio de R$ 1.134,30 em Belo Horizonte durante a viagem, 20,9% maior que o registrado no mesmo período de 2013, na Copa das Confederações. Ainda segundo a pesquisa, 72% visitaram Belo Horizonte pela primeira vez e 41,9% chegaram a conhecer outras cidades-sede. Para 58% deste universo, Belo Horizonte foi a capital melhor preparada para a Copa, seguida por São Paulo (16%) e Rio de Janeiro (10%). Em Minas, os destinos mais visitados, além da capital, foram Ouro Preto, Mariana, Serra do Cipó, Brumadinho e Tiradentes. Do total de entrevistados, 92% responderam que a viagem a Belo Horizonte atendeu plenamente ou superou as expectativas. A maioria (86%) deseja retornar à capital para lazer e 92% indicariam a cidade como destino turístico a amigos e parentes. 29

31 Hospedagem e hospitalidade Os hotéis e pousadas foram a escolha de hospedagem de 48% dos entrevistados da pesquisa da Setes-MG, seguidos pelos albergues (10%), que registraram um crescimento importante. Com relação ao mesmo período do ano passado, apenas 1,3% havia escolhido essa opção. A casa de amigos e parentes foi a escolha de 32% dos turistas. A taxa de ocupação hoteleira em Belo Horizonte foi de 71,5%, com registro de 159 mil hóspedes entre os dias 12 e 28 de junho. O dado representa um crescimento de 19,1% se comparado com o ano passado. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) mostram que nos hotéis de grande porte, a taxa de ocupação chegou a 75,3%. No dia 8 de julho (semifinal em BH), essa taxa chegou a 90%. Os itens bem avaliados (em uma avaliação de 1 a 10) foram a hospitalidade dos mineiros (9,1), a gastronomia (8,7), os serviços de hospedagem (8,4) e o serviço de bares e restaurantes (8,4). Segundo a preferência dos turistas, os destaques gastronômicos foram o feijão tropeiro (37,3%) e o pão de queijo (36,6%). Ministério do Turismo atesta qualidade do Mineirão e dos serviços em BH Mais do que um volume recorde de torcedores, Minas Gerais também se destacou pela qualidade de seus serviços e estrutura na Copa. Na pesquisa do Ministério do Turismo em parceria com a Fipe, foram avaliados a infraestrutura e serviços em geral nas 12 cidades-sede do Mundial. Na categoria "estádios de um modo geral", o Mineirão ficou em primeiro lugar, com 99,7% de aprovação. A avaliação positiva do estádio foi destacada ainda em requisitos como conforto nos estádios, organização geral e banheiros dos estádios. A hospitalidade, a segurança pública e as opções de diversão noturna em BH foram os itens mais bem avaliados pelo turista estrangeiro que passou pela cidade na Copa, com mais de 94% de indicações positivas. Os visitantes aprovaram também a gastronomia (95,8%) e os restaurantes da capital (94,4%), confirmando a fama e a tradição da culinária mineira. A pesquisa sondou 11 quesitos relacionados à infraestrutura e 10 referentes aos serviços. A limpeza pública (89,5%), os serviços de táxi (89,3%), o alojamento (88,7%), o transporte público (85,5%), e a infraestrutura aeroportuária (85,7%) também estão entre os itens bem avaliados pelos estrangeiros que estiveram em Belo Horizonte. O levantamento foi realizado em 12 aeroportos internacionais (cidades-sede) e 10 fronteiras terrestres. Foram ouvidos turistas estrangeiros. Fonte: SETES Secretaria Estadual de Turismo e Esportes 30

32 Turista da Copa gastou o dobro do habitual Entre os meses de junho e julho os estrangeiros deixaram no Brasil cerca de US$ 1,58 bilhão, cerca de 60% mais que o mesmo período do ano passado O turista estrangeiro que esteve no Brasil durante o Mundial gastou mais que o dobro do que geralmente gasta quando visita o país, de acordo com pesquisa do Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). A média de desembolso diário foi de US$ 134. Fora da Copa o valor é US$ 68,94. Em termos totais, o gasto per capita do estrangeiro durante a Copa foi de pouco mais de US$ 2 mil para um tempo de permanência médio entre 13 a 15 dias. Sem considerar o Mundial, o gasto por pessoa é de US$ 1,1 mil e a permanência média é de 16,5 dias. A renda familiar dos estrangeiros que estiveram na Copa (US$ 6.489) também se mostra 40% superior a do turista tradicional (US$ 1.850). Na semana passada, o Banco Central divulgou os valores que os turistas estrangeiros deixaram no Brasil no mês de julho: US$ 789 milhões. Somados a junho: US$ 797 milhões, os gastos chegaram a US$ 1,58 bilhão. O valor é 59,7% maior que o mesmo período de 2013 (US$ 993 milhões). Julho Junho Na lista que compõe os gastos dos estrangeiros da Copa estão despesas com hospedagem, alimentação, transporte interno, compras pessoais, atrativos e passeios, compra de ingressos no país, entre outros. Segundo a pesquisa Fipe, para os visitantes que optaram por acomodações tradicionais como hotel, pousadas ou flats, o item hospedagem representou a maior parte da despesa com 36,2% dos gastos. Já para os que optaram por ficar em casa de parentes e amigos o maior desembolso foi com alimentação com 30,2% do total. O levantamento mostra também que houve aumento significativo nas hospedagens em imóveis de aluguel (11,9%), albergues e campings (4,9%) em relação à demanda habitual. A pesquisa com estrangeiros, feita pela FIPE, contou com entrevistas realizadas em 12 aeroportos das cidades-sede e 10 postos de fronteiras terrestres. O país recebeu turistas de 203 nacionalidades durante o Mundial, com destaque para os Argentinos (21%), norte-americanos (14,5%), ingleses (6,8), colombianos (6,6%), chilenos (6,4%) entre outros. Fonte: Ministério do Turismo/FIPE 31

33 Números da copa 900kg de pão de queijo 45 atrações musicais 250 mil pessoas Fan Fest Hotelaria Fonte: ABIH 60,1% de ocupação média (entre os dias 14/06 e 8/07). Dia 8/07 o índice chegou a 95%. Bares Fonte: Abrasel-MG Aumento, em média, de 25% nas vendas. Em alguns locais mais turísticos, como Savassi, Mercado Central, ruas Marília de Dirceu e Curitiba, houve aumento de até 200% nas vendas. Mineirão Fonte: SMCOPA 6 partidas importantes. 345 mil torcedores. 7 mil jornalistas, sendo 4 mil nos quatro jogos da primeira fase, nas oitavas de final e na semifinal. 32

34 Números do Atendimento Turístico 13mil postais* Centro de atendimento ao turista + Fan Fest + Fan Zone + Van Turística 25 mil atendimentos a turistas de 90 nações diferentes * envia postais com imagens de Belo Horizonte para o Brasil e exterior, gratuitamente. O Circuito Cultural Praça da Liberdade registrou 125 mil visitantes em todos os seus 12 equipamentos no mês de junho; A Casa Fiat de Cultura, mais nova integrante do conjunto, registrou quase 10 mil visitas em apenas 20 dias de funcionamento; 40 mil visitantes foram ao Museu e Centro de Eventos Inhotim, em Brumadinho (60% estrangeiros), número 25% maior do que no mesmo período do ano passado (12 de junho a 13 de julho); visitantes passaram pela Fundação Clóvis Salgado em junho (1º a 30 de junho); Parques da cidade receberam eventos culturais durante a Copa, casos dos parques Juscelino Kubitschek (JK) e Mangabeiras, na região Centro-Sul, que exibiram jogos do Brasil e diversos shows. Fonte: Belotur e Equipamentos turísticos 33

35 ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS Em 2014, o programa Goal Belo! reuniu executivos de 15 países e gerou R$ 75 milhões de reais em negócios para dois setores da chamada nova economia: Tecnologia da Informação/Startups e Biotecnologia. O evento foi realizado durante a primeira fase da Copa do Mundo empresas internacionais empresas internacionais 4 países representados 15 países representados US$ em negócios gerados em 2013 Em 2014, estas empresas já proporcionaram mais US$ em negócios. Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, EUA, França, Inglaterra, Malásia, México, Índia, Israel, Suíça, Uruguai. R$ em negócios gerados em 2014 Fonte: Secretaria Municipal Adjunta de Relações Internacionais 34

36 Parceiros Associação Brasileira da Indústria de Hotéis - ABIH Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO Fecomércio Minas Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais SETUR Terminal Rodoviário de Belo Horizonte TERGIP Observatório do Turismo de Belo Horizonte Presidente da Belotur: Mauro Werkema Diretora de Marketing: Danielle Morreale Departamento de Estudos Mercadológicos: Ana Gabriela M. M. Baêta Ale Coordenação Técnica: Maria Thereza Saez Magalhães Equipe Técnica: José Geraldo Dolabela e Maria Thereza Saez Magalhães 35

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