NORMA TÉCNICA CELG D. Elos Fusíveis de Distribuição Especificação. NTC-66 Revisão 1

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1 NORMA TÉCNICA CELG D Elos Fusíveis de Distribuição Especificação NTC-66 Revisão 1

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3 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. OBJETIVO 1 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 4 4. CONDIÇÕES GERAIS Condições Normais de Operação Identificação Material Garantia Acondicionamento Armazenagem Extensão do Fornecimento Linguagens e Unidades de Medida Documentos Técnicos a Serem Apresentados Juntamente com a Proposta Documentos Técnicos para Aprovação CONDIÇÕES ESPECÍFICAS Tipos de Elos Fusíveis Corrente Nominal do Elo Fusível Curvas Características Tempo X Corrente Requisitos Mecânicos dos Elos Fusíveis Resistência Elétrica dos Elos Fusíveis Temperatura e Elevação de Temperatura INSPEÇÃO E ENSAIOS Generalidades Ensaios de Tipo Ensaios de Rotina/Recebimento Amostragem Verificação Visual e Dimensional Suportabilidade Mecânica Elevação de Temperatura Características Mínimas e Máximas de Fusão Tempo X Corrente Verificação Dinâmica de Funcionamento Ensaio Eletromecânico (Aplicável Somente a Elos Fusíveis Tipo H) Medição da Resistência Elétrica Verificação das Características de Fusão Tempo X Corrente Após Envelhecimento 20 NTC-66 / DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA

4 SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 6.13 Verificação do Tempo Total de Interrupção (Capacidade de Interrupção) Ensaio de Verificação da Condutividade Elétrica do Botão Aceitação e Rejeição Relatórios de Ensaios 22 ANEXO A TABELAS 23 TABELA 1 TABELA 2 TABELA 3 TABELA 4 TABELA 5 VALORES LIMITES PARA AS CARACTERÍSTICAS TEMPO X CORRENTE DE PRÉ-ARCO ELOS FUSÍVEIS TIPO K VALORES LIMITES PARA AS CARACTERÍSTICAS TEMPO X CORRENTE DE PRÉ-ARCO ELOS FUSÍVEIS TIPO T VALORES LIMITES PARA AS CARACTERÍSTICAS TEMPO X CORRENTE DE PRÉ-ARCO ELOS FUSÍVEIS TIPO H CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS DISPOSITIVOS FUSÍVEIS PLANOS DE AMOSTRAGEM PARA OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO TABELA 6 VALORES LIMITES DE TEMPERATURAS E ELEVAÇÕES DE TEMPERATURAS PARA PARTES E MATERIAIS 27 ANEXO B DESENHOS 28 DESENHO 1 DISPOSITIVO PARA ENSAIO DE SUPORTABILIDADE MECÂNICA 28 DESENHO 2 LOCALIZAÇÃO E FORMA DE INSTALAÇÃO DOS TERMOPARES DESENHO 3 ESQUEMA PARA O ENSAIO ELETROMECÂNICO 30 DESENHO 4 MÉTODO DE MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA ELÉTRICA 31 MONTAGEM PARA ENSAIOS DE VERIFICAÇÃO DAS DESENHO 5 CARACTERÍSTICAS DE FUSÃO TEMPO X CORRENTE COM E 32 SEM ENVELHECIMENTO DESENHO 6 ENSAIO DE VERIFICAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS DE FUSÃO 33 DESENHO 7 DESENHO 8 DESENHO 9 DESENHO 10 TERMINOLOGIA PARA DISPOSITIVOS FUSÍVEIS TIPO EXPULSÃO DIAGRAMA TÍPICO DE CIRCUITO DE ENSAIOS DE INTERRUPÇÃO ARRANJO DO DISPOSITIVO FUSÍVEL PARA ENSAIOS DE INTERRUPÇÃO INTERPRETAÇÃO DOS OSCILOGRAMAS DOS ENSAIOS DE INTERRUPÇÃO ANEXO C CURVAS CARACTERÍSTICAS DOS ELOS FUSÍVEIS 38 ANEXO D QUADRO DE DADOS TÉCNICOS E CARACTERÍSTICAS GARANTIDAS NTC-66 / DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA

5 SEÇÃO TÍTULO PÁGINA ANEXO E COTAÇÃO DE ENSAIOS DE TIPO 45 ANEXO F QUADRO DE DESVIOS TÉCNICOS E EXCEÇÕES 46 ANEXO G DIMENSÕES TÍPICAS E REQUISITOS ADICIONAIS PARA ELOS FUSÍVEIS TIPO BOTÃO 47 NTC-66 / DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA

6 1. OBJETIVO Esta norma fixa as características elétricas e mecânicas e as condições exigíveis para elos fusíveis de distribuição, com tensões acima de 1000 V até 34,5 kv, e frequência de 60 Hz. Estas características permitem a intercambiabilidade elétrica e mecânica dos elos fusíveis abrangidos por esta norma, permitindo o seu uso em chaves fusíveis de diferentes fabricantes bem como oferece um grau de uniformidade de coordenação e de outras características de proteção. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 1

7 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Como forma de atender aos processos de fabricação, inspeção e ensaios, os elos fusíveis devem satisfazer às exigências desta, bem como de todas as normas técnicas mencionadas abaixo. ABNT NBR 5310 Materiais plásticos para fins elétricos - Determinação da absorção de água. ABNT NBR 5426 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos. ABNT NBR 6323 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação. ABNT NBR 6939 Coordenação de isolamento - Procedimento. ABNT NBR 7282 Dispositivos fusíveis de alta tensão - Dispositivos tipo expulsão - Requisitos e métodos de ensaio. ABNT NBR IEC ABNT NBR IEC ABNT NBR IEC Técnicas de ensaios elétricos de alta tensão - Parte 1: Definições gerais e requisitos de ensaio. Isolação Elétrica - Avaliação térmica e designação. Equipamentos de alta-tensão - Parte 102: Seccionadores e chaves de aterramento. IEC Insulation coordination - Part 1: Definitions, principles and rules. IEC International Electrotechnical Vocabulary - Chapter 441: Switchgear, controlgear and fuses. IEC High voltage switches Part 1: High voltage switches for rated voltages above 1 kv and less than 52 kv. IEC High voltage fuses Part 2: Expulsion fuses. IEC/TR Tutorial and application guide for high-voltage fuses. Notas: 1) Nos pontos não cobertos por esta especificação, devem ser atendidas as exigências da ABNT, aplicáveis ao conjunto e a cada parte. Nos pontos em que a ABNT for omissa, prevalecem às exigências da IEC. 2) Poderão ser utilizadas normas de outras organizações normatizadoras, desde que sejam oficialmente reconhecidas pelos governos dos países de origem, assegurem qualidade igual ou superior às mencionadas neste item, não contrariem esta norma e sejam submetidas a uma avaliação prévia por parte da CELG D. 3) Caso haja opção por outras normas, que não as anteriormente mencionadas, essas devem figurar, obrigatoriamente, na documentação de licitação. Neste caso, o proponente deverá citar em sua proposta a norma aplicada, e submeter à CELG D cópias da alternativa proposta, indicando claramente os pontos onde as normas propostas desviam das normas ABNT correspondentes. 4) O fornecedor deve disponibilizar, para o inspetor da CELG D, no local da inspeção, todas as normas acima mencionadas, em suas últimas revisões. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 2

8 5) Todos os materiais que não são especificamente mencionados nesta norma, mas que são usuais ou necessários para a operação eficiente do equipamento, considerar-se-ão como aqui incluídos e devem ser fornecidos pelo fabricante sem ônus adicional. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 3

9 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES Capacidade de Interrupção Valor da corrente presumida de interrupção simétrica que um dispositivo fusível é capaz de interromper, sob uma tensão dada em condições especificadas de emprego e funcionamento. Características Tempo-Corrente Representação gráfica do tempo de operação, expresso como um tempo virtual, em função do valor eficaz da corrente presumida simétrica, em condições de operação especificadas. Contato do Elo Fusível Parte condutora de um fusível destinada a fazer uma ligação com o contato do portafusível ou com o contato da base. Coordenação Aplicável entre elos fusíveis ligados em série. Condições que se obtêm quando, no caso de um curto-circuito ou sobrecarga excessiva, somente operar o elo fusível mais próximo da fonte de sobrecorrente (elo fusível protetor), sem afetar os demais (elos fusíveis protegidos). A coordenação é considerada satisfatória quando o tempo de interrupção do elo fusível protetor não excede 75% do menor tempo de fusão de um elo fusível protegido. Corrente Nominal de um Elo Fusível Valor nominal da corrente eficaz para o qual o elo fusível é projetado e pelo qual é designado, e que, quando montado na chave fusível de menor corrente nominal na qual é utilizado, é capaz de conduzir esta corrente indefinidamente, sem que as elevações de temperatura excedam os valores especificados na norma ABNT. Corrente Presumida de Interrupção Corrente presumida que é avaliada no instante de inicio do arco de um processo de interrupção de um dispositivo fusível. Designação da Velocidade de Elos Fusíveis Designação expressa por letras, tais como K ou T, associadas com a razão entre os valores de correntes de pré-arco em dois valores especificados de tempos de pré-arco. Notas: 1) K ou T ou H são letras tipicamente utilizadas para designação da velocidade. 2) Tempos de pré-arco são usualmente declarados para 0,1 s e 300 s (ou 600 s). NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 4

10 3) Elos fusíveis são tipicamente designados por sua corrente nominal seguida de sua designação de velocidade. Por exemplo, um elo-fusível 125 K tem corrente nominal 125 A e designação de velocidade K. Dispositivo Fusível Dispositivo de proteção que, pela fusão de uma parte especialmente projetada e dimensionada, abre o circuito no qual se acha inserido e interrompe a corrente, quando esta excede um valor especificado durante um tempo especificado. Dispositivos Fusíveis Tipo Expulsão São aqueles em que o arco é extinto pelos efeitos da expulsão dos gases produzidos pelo arco. Elemento Fusível Parte do fusível que funde quando o dispositivo fusível opera. Elo Fusível Parte de um dispositivo fusível que deve ser substituída após cada operação do dispositivo fusível, e que contém o elemento fusível. Elo Fusível Substituível Elo fusível que, após sua operação, pode ser reposto para serviço normal. Intercambiabilidade de Elos fusíveis Compatibilidade de dimensões e características tempo x corrente de pré-arco entre diferentes fabricantes de elos fusíveis permitindo o uso de tais elos fusíveis em portafusíveis de diferentes fabricantes, sem alteração significativa das características tempo x corrente de pré-arco. Nota: O desempenho de proteção provido pela combinação do elo fusível selecionado com o porta-fusível selecionado só pode ser assegurado pelo ensaio desta combinação específica. Relação de Rapidez Relação entre os valores de corrente mínima de fusão, a 0,1 s e a 300 s, para valores nominais até 100 A, ou 600 s para valores acima de 100 A. Série Homogênea (de um elo fusível) Elos fusíveis que têm as mesmas dimensões físicas, construção e materiais para uma dada classe de tensão e uma dada capacidade de interrupção. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 5

11 Tempo de Arco Intervalo de tempo entre o instante em que se inicia o arco e o instante da extinção final do arco. Tempo de Operação Tempo total de interrupção, ou seja, soma do tempo de fusão e do tempo de arco. Tempo de Pré-arco ou Tempo de Fusão Intervalo de tempo entre o instante em que a corrente atinge valor suficiente para fundir o elemento fusível e o instante em que se inicia o arco. Tempo Virtual Relação entre a integral de Joule e o quadrado da corrente presumida do circuito. Os valores dos tempos virtuais indicados para um fusível geralmente são os do tempo de pré-arco. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 6

12 4. CONDIÇÕES GERAIS 4.1. Condições Normais de Operação 4.2 Identificação 4.3 Material Os elos devem ser adequados para as seguintes condições normais de serviço: - altitude limitada a 1000 m; - temperatura máxima ambiente de 40 C com média diária não superior a 35 C; - temperatura mínima do ar ambiente: 0 C; - pressão máxima do vento: 700 Pa (70 dan/m 2 ); - umidade relativa do ar até 100%; - exposição direta ao sol, à chuva e à poeira; - nível de radiação solar: 1.0 kw/m 2, com alta incidência de raios ultravioleta. Recomenda-se prestar atenção ao fato de que as características tempo x corrente podem ser influenciadas pelas variações da temperatura ambiente. Os elos fusíveis devem ser identificados, no botão com, no mínimo, as marcações descritas a seguir: a) nome ou marca do fabricante; b) corrente nominal em ampères seguida por uma das letras "H", "K" ou "T"; c) mês e ano de fabricação. As marcações devem ser legíveis e duráveis para as condições de uso a que se destinam. Durante o processo de fabricação dos elos fusíveis devem ser utilizados materiais que suportem as condições elétricas, mecânicas e químicas, às quais estarão submetidos quando em uso. O botão e a arruela devem ser solidários, formando uma única peça. O elo fusível deve ser construído de tal forma que suas características eletromecânicas não sejam alteradas em condições normais de uso, devido aos esforços mecânicos impostos pela instalação no porta-fusível da chave, à passagem de corrente de valor e duração inferiores a corrente mínima de fusão, pelo ambiente ou no decorrer do tempo. As cordoalhas devem apresentar as seguintes características: - ser confeccionadas em cobre eletrolítico e não ter fios soltos ou quebrados, bem como não estar desfiada ou mal torcida; - ter as extremidades soldadas ou dispor de sistema de fixação para evitar desfiamento; - ser flexível para não interferir no funcionamento das chaves; NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 7

13 4.4 Garantia - ter o elemento fusível bem fixado no corpo do botão e na luva que prende a cordoalha; - possuir diâmetro mínimo 2,5 mm; - não ter falhas na estanhagem. Notas: 1) As partes que servem de contato (botão, arruela e cordoalha) devem ser estanhadas, prateadas ou protegidas por meio de outro modo eficiente contra a corrosão ambiental e passagem de corrente, não sendo admitida cromagem, niquelagem ou cadmiagem. 2) Não é permitido o emprego de material ferroso nas partes condutoras. Os tubos protetores devem: - ser confeccionados de tal forma que auxiliem na extinção do arco; - receber internamente uma camada protetora de fibra vulcanizada; - ter comprimento mínimo de 125 mm; - ser resistentes às intempéries; - estar firmemente presos ao botão de forma a evitar seu deslocamento e expor o elemento fusível. O elo fusível deve ter o elemento fusível bem fixado no corpo do botão e na luva que o prende à cordoalha. O período de garantia dos elos, obedecido ainda o disposto no CFM, será de dezoito meses a partir da data de entrada em operação ou vinte e quatro, a partir da entrega, prevalecendo o prazo referente ao que ocorrer primeiro, contra qualquer defeito de fabricação, material e acondicionamento. Caso os elos apresentem qualquer tipo de defeito ou deixem de atender aos requisitos exigidos pela CELG D, um novo período de garantia de doze meses de operação satisfatória, a partir da solução do defeito, deve entrar em vigor para o lote em questão. Dentro do referido período as despesas com mão-de-obra, decorrentes da retirada e instalação de elos comprovadamente com defeito de fabricação, bem como o transporte destes entre o almoxarifado da concessionária e o fornecedor, incidirão sobre o último. 4.5 Acondicionamento Os elos fusíveis devem ser embalados individualmente em sacos ou cápsulas de material termoplástico transparente (polietileno), espessura mínima 100 m, lacrados através de solda eletrônica, de modo a evitar penetração de umidade; nos quais devem constar, no mínimo, as seguintes informações: a) nome ou marca do fabricante; b) número de catálogo do fabricante; c) corrente nominal em ampères, seguida por uma das seguintes letras: H, K ou T; NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 8

14 d) comprimento do elo fusível, em mm; e) mês e ano de fabricação. Os sacos plásticos, contendo os elos fusíveis, devem ser acondicionados em caixas de papelão ondulado, como forma de proteger os elos contra possíveis danos que possam ocorrer durante o manuseio, transporte ou armazenagem; independente das condições e limitações em que estes processos sejam efetuados. As caixas constituintes das embalagens finais devem conter externamente, de forma legível, as seguintes indicações: a) nome e/ou marca comercial, acrescido de tipo e/ou modelo, ambos do fabricante; b) a sigla CELG D; c) identificação completa do conteúdo; d) tipo e quantidade de elos fusíveis; e) número do Contrato de Fornecimento de Material (CFM); f) número da nota fiscal; g) massas bruta e líquida, em kg; h) dimensões, em mm. 4.6 Armazenagem O processo de armazenagem deve ser realizado em rodízio de forma sistemática, mediante a correta disposição das embalagens sobre paletes de madeira. Uma armazenagem correta visa resguardar os elos fusíveis, de maneira eficiente, contra todos os fatores físico-químicos que possam danificar sua estrutura, como por exemplo, chuva, raios solares e micropartículas de poeira em suspensão no ar. 4.7 Extensão do Fornecimento Os itens a seguir listados deverão estar incluídos no fornecimento: a) elo completo que permita a sua perfeita instalação e operação; b) ensaios de rotina e recebimento; c) embalagem para transporte; d) comprovante da realização de ensaios de tipo, devendo ser cotados os custos unitários dos mesmos, para o caso da CELG D solicitar sua realização. 4.8 Linguagens e Unidades de Medida O sistema métrico de unidades deve ser usado como referência nos documentos de licitação nas descrições técnicas, especificações, desenhos e quaisquer outros documentos. Qualquer valor que por conveniência for mostrado em outras unidades de medida também deve ser expresso no sistema métrico. Todas as instruções, desenhos, legendas, relatórios de ensaios, etc., a serem enviados pelo fabricante, devem ser escritos em português. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 9

15 4.9 Documentos Técnicos a Serem Apresentados Juntamente com a Proposta O fornecedor deve apresentar juntamente com a proposta, os documentos técnicos relacionados a seguir, atendendo aos requisitos especificados na ET-CG.CELG, relativos a prazos e demais condições de apresentação de documentos: a) apresentar cotação em separado para os ensaios de tipo; b) apresentar o Quadro de Dados Técnicos e Características Garantidas, preenchido; c) apresentar os relatórios dos ensaios constantes do item 6.2; d) apresentar as curvas características, tempo de fusão x corrente, indicando o tipo e corrente nominal dos elos fusíveis a que se referem às curvas; e) os desenhos relativos aos elos fusíveis. Notas: 1) No caso de licitações nas modalidades de pregão, os documentos técnicos relacionados neste item, são dispensados de apresentação juntamente com a proposta, mas, deverão ser entregues pelo primeiro colocado imediatamente após a licitação, para análise técnica por parte da CELG D. Caso haja desclassificação técnica deste, os demais participantes deverão apresentar a referida documentação de acordo com a solicitação da CELG D. 2) Os ensaios de tipo devem ter seus resultados devidamente comprovados através de cópias autenticadas dos certificados de ensaios emitidos por órgão oficial ou instituição internacionalmente reconhecida, reservando-se a CELG D, o direito de desconsiderar documentos que não cumprirem este requisito. 3) As curvas para os elos fusíveis com correntes nominais de 1 a 100 A devem ser traçadas entre os tempos 0,01 e 300 s e as para os elos fusíveis acima de 100 A entre os tempos de 0,01 e 600 s. 4) Os ensaios de tipo devem ter seus resultados devidamente comprovados através de cópias autenticadas dos certificados de ensaios emitidos por órgão oficial ou instituição internacionalmente reconhecida. Tais cópias devem acompanhar a proposta, reservando-se a CELG D, o direito de desconsiderar propostas que não cumprirem este requisito Documentos Técnicos para Aprovação Cronograma Todas as dimensões devem ser dadas no Sistema Métrico Decimal. Se forem dadas em outros sistemas de medida devem ser indicados também os valores correspondentes no Sistema Métrico. O cronograma de entrega de documentos técnicos para aprovação deverá ser completo, contendo indicação do número de referência do fabricante, título completo e data de envio Desenho Dimensional O desenho dimensional deverá conter: NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 10

16 a) tipo e código do fabricante; b) arranjo geral com detalhes da cordoalha, elemento fusível e tubo protetor; c) curvas características, tempo de fusão x corrente Desenho de Embalagem O desenho de embalagem para transporte deverá conter: a) dimensões; b) massa; c) detalhes das embalagens. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 11

17 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Tipos de Elos Fusíveis Os elos fusíveis são designados como tipos K, T ou H de acordo com sua característica tempo x corrente de pré-arco. Esta designação pode auxiliar em permitir a intercambiabilidade entre elos fusíveis de diferentes fabricantes para uso no mesmo dispositivo fusível. a) Tipo K: elos fusíveis rápidos, tendo relação de rapidez entre 6 (para corrente nominal de 6 A) e 8,1 (para elo de corrente nominal 200 A) com características tempo x corrente de pré-arco conforme Tabela 1. b) Tipo T: elos fusíveis lentos, com relação de rapidez variando entre 10 (para elo fusível de corrente nominal 6 A) e 13 (para elo fusível de corrente nominal de 200 A) e com características tempo x corrente de pré-arco conforme a Tabela 2. c) Tipo H: elos fusíveis de alto surto, com temporização para correntes elevadas e com características tempo x corrente de pré-arco conforme a Tabela 3. Os elos fusíveis de distribuição dos tipos H, K e T devem ser previstos para operar nas tensões 15 e 36,2 kv, indistintamente e, para ser instalados em bases e porta-fusíveis conforme as respectivas padronizações e nas condições normais de serviço da ABNT NBR Notas: 1) Os termos rápido e lento são utilizados apenas para indicar a rapidez relativa entre os elos fusíveis K e T. 2) O fornecedor deve comprovar através dos ensaios que seu elo opera satisfatoriamente nas duas tensões. 5.2 Corrente Nominal do Elo Fusível A corrente nominal atribuída ao elo fusível é igual à máxima corrente que um elo fusível novo e limpo pode conduzir continuamente, sem exceder as temperaturas e elevações de temperatura especificadas, quando montado em uma base, e se aplicável em um portafusível especificados pelo fabricante, em temperatura ambiente não superior a 40ºC. As correntes padronizadas para os elos fúsiveis de distribuição tipo H são as seguintes: - 0,5 A; 1 A; 2 A; 3 A e 5 A. Os valores nominais recomendados para elos fusíveis dos tipos K e T são: - Valores preferenciais: 6 A, l0 A, 15 A, 25 A, 40 A, 65 A, 100 A, 140 A e 200 A; - Valores intermediários: 8 A, 12 A, 20 A, 30 A, 50 A e 80 A; NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 12

18 5.3 Curvas Características Tempo x Corrente As curvas características tempo x corrente dos elos fusíveis são baseadas na aplicação de corrente em um elo fusível novo, montado em uma base especificada pelo fabricante. A menos que especificado de outra forma as curvas características tempo x corrente se aplicam à temperatura ambiente de 20 C. O fabricante deve disponibilizar as curvas a partir dos valores determinados pelos ensaios de tipo das características tempo x corrente. As curvas características tempo x corrente devem ser representadas com as correntes no eixo das abscissas e os tempos no eixo das ordenadas. As curvas devem mostrar: - o tempo de pré-arco ou o tempo de operação; - a relação entre o tempo e o valor da corrente eficaz simétrica presumida para a faixa de tempo, incluindo pelo menos, 0,01 a 300 s ou 600 s conforme apropriado à corrente nominal do elo fusível; - o tipo, valor nominal e a designação de velocidade do elo fusível ao qual a curva se aplica; - se a curva representar os valores mínimos de tempo e correntes, os pontos reais obtidos devem estar a uma distância correspondente, no máximo, a 20% da escala de corrente a direita da curva; quando a curva é representada pelos valores médios de tempo e correntes, os pontos reais devem estar a uma distância correspondente de, no máximo, 10% da escala de corrente em quaisquer dos lados da curva; as tolerâncias se aplicam às faixas compreendidas entre 0,1 a 300 s ou 600 s, como apropriado à corrente nominal do elo fusível; - as características tempo x corrente dos elos fusíveis devem estar de acordo com as Tabelas 1, 2 e 3 e com as Figuras de C1 a C Requisitos Mecânicos dos Elos Fusíveis Os elos fusíveis devem ser capazes de suportar a tensão mecânica especificada sem alteração de suas características mecânicas e elétricas. Quando ensaiados à temperatura ambiente, os elos fusíveis devem ser capazes de suportar um esforço mínimo de 10 dan, sem alteração de suas características mecânicas e elétricas. Os elos fusíveis tipo H devem suportar um esforço de 6 dan, durante 24 horas, com corrente nominal. Os elos fusíveis, quando instalados nas chaves fusíveis para as quais foram projetados, devem suportar vinte operações sucessivas de abertura e fechamento sem apresentar danos visíveis. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 13

19 Nos elos fusíveis com corrente nominal menor ou igual a 100 A, o elemento fusível deve ser protegido por um tubo revestido internamente com fibra vulcanizada ou outro material adequado, para auxiliar na extinção do arco elétrico. 5.5 Resistência Elétrica dos Elos Fusíveis A resistência elétrica do elo fusível não deve variar de 7,5%, para mais ou para menos, da resistência média do lote sob inspeção. Além disto, nenhum elo deve apresentar resistência fora dos limites de ±10% em relação à resistência de um resistor padrão de comparação a ser preparado pelo fabricante para cada valor de corrente nominal e tipo de elo fusível. 5.6 Temperatura e Elevação de Temperatura O elo fusível deve ser capaz de conduzir continuamente a sua corrente nominal sem exceder os limites de temperatura e elevações de temperatura especificados na Tabela 6 e os valores especificados na ABNT NBR Este limite não deve ser excedido mesmo quando a corrente nominal do elo fusível for igual à corrente nominal do porta-fusível no qual é utilizado. Partes do elo fusível para as quais as temperaturas não são facilmente medidas durante os ensaios, devem ser verificadas quanto à deterioração, por inspeção visual. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 14

20 6. INSPEÇÃO E ENSAIOS 6.1 Generalidades a) Os elos fusíveis deverão ser submetidos a inspeção e ensaios na fábrica, na presença de inspetores credenciados pela CELG D, devendo o fabricante proporcionar-lhes todos os meios que permitam verificar se o material está sendo fornecido de acordo com a presente norma. b) A CELG D reserva-se no direito de inspecionar e testar os elos e o material utilizado durante o período de sua fabricação, antes do embarque ou a qualquer tempo em que julgar necessário. O fabricante deverá proporcionar livre acesso do inspetor aos laboratórios e às instalações onde o elo em questão estiver sendo fabricado, fornecendo-lhe as informações desejadas e realizando os ensaios necessários. O inspetor poderá exigir certificados de procedências de matérias primas e componentes, além de fichas e relatórios internos de controle. c) O fabricante deve assegurar ao inspetor da concessionária o direito de familiarizar-se, em detalhes, com as instalações e equipamentos a serem utilizados, estudar todas as instruções e desenhos, verificar calibrações, presenciar ensaios, conferir resultados e, em caso de dúvida, efetuar novas inspeções e exigir a repetição de qualquer ensaio. d) O fabricante deve dispor de pessoal e aparelhagem, próprios ou contratados, necessários à execução dos ensaios. Em caso de contratação, deve haver aprovação prévia por parte da CELG D. e) Todos os instrumentos e aparelhos de medição, máquinas de ensaios, etc., devem ter certificado de aferição emitido por instituições acreditadas pelo INMETRO e válidos por um período máximo de um ano. Por ocasião da inspeção, devem estar ainda dentro deste período, podendo acarretar desqualificação do laboratório o não cumprimento desta exigência. f) O fornecedor deve apresentar, para aprovação da CELG D, o seu Plano de Inspeção e Testes, onde devem ser indicados os requisitos de controle de qualidade para utilização de matérias primas, componentes e acessórios de fornecimento de terceiros, assim como as normas técnicas empregadas na fabricação e inspeção dos elos fusíveis. g) Certificados de ensaio de tipo para material de características idênticas ao especificado, realizados dentro dos últimos cinco anos, podem ser aceitos desde que a CELG D considere que tais dados comprovem que o material proposto atende ao especificado. Os dados de ensaios devem ser completos, com todas as informações necessárias, tais como métodos, instrumentos e constantes usadas, bem como indicar claramente as datas nas quais os mesmos foram executados. A decisão final, quanto a aceitação dos dados de ensaios de tipo existentes, será tomada posteriormente pela CELG D, em função da análise dos respectivos relatórios. A eventual dispensa destes ensaios somente terá validade por escrito. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 15

21 h) A aceitação do lote e/ou a dispensa de execução de qualquer ensaio não exime o fabricante da responsabilidade em fornecer os elos de acordo com os requisitos desta norma; e não invalida qualquer reclamação posterior da CELG D a respeito da qualidade do material e/ou fabricação. Em tais casos, mesmo após haver saído da fábrica, o lote pode ser inspecionado e submetido a ensaios, com prévia notificação ao fabricante e, eventualmente, em sua presença. Havendo qualquer discrepância em relação às exigências desta norma, o lote pode ser rejeitado e sua reposição será por conta do fabricante. i) Após a inspeção dos elos, o fabricante deverá encaminhar à CELG D, por lote ensaiado, um relatório completo dos ensaios efetuados, em uma via, devidamente assinado por ele e pelo inspetor credenciado pela concessionária. Esse relatório deverá conter todas as informações necessárias para o seu completo entendimento, tais como, métodos, instrumentos, constantes e valores utilizados nos ensaios, além dos resultados obtidos. j) Todas as unidades de produto rejeitadas, pertencentes a um lote aceito, devem ser substituídas por unidades novas e perfeitas, por conta do fabricante, sem ônus para a CELG D. k) Nenhuma modificação no elo fusível deve ser feita "a posteriori" pelo fabricante sem a aprovação da CELG D. No caso de alguma alteração, o fabricante deve realizar todos os ensaios de tipo, na presença do inspetor da CELG D, sem qualquer custo adicional. l) O custo dos ensaios deve ser por conta do fabricante. m) A CELG D reserva-se o direito de exigir a repetição de ensaios em lotes já aprovados. Nesse aspecto, as despesas serão de responsabilidade desta, caso as unidades ensaiadas forem aprovadas na segunda inspeção; em hipótese contrária, incidirão para o fabricante. n) Os custos da visita do inspetor da CELG D, tais como, locomoção, hospedagem, alimentação, homem-hora e administrativos, correrão por conta do fabricante, se: - na data indicada na solicitação da inspeção o material não estiver pronto; - o laboratório de ensaio não atender às exigências citadas nas alíneas 6.1.d até 6.1.e; - o material fornecido necessitar de acompanhamento de fabricação ou inspeção final em subfornecedor, contratado pelo fornecedor, em localidade diferente da sua sede; - se a inspeção for realizada fora do território nacional; - for necessário reinspecionar o material por motivo de recusa. 6.2 Ensaios de Tipo Os ensaios de tipo deverão ser realizados em elos fusíveis de cada tipo a ser fornecido, de acordo com o CFM, em protótipo ou deverão ser apresentados juntamente com a NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 16

22 proposta relatórios de ensaios de tipo que comprovem que os ensaios foram realizados previamente em elos fusíveis idênticos, dentro dos últimos cinco anos. Estes ensaios são feitos para verificar se um determinado projeto de elo fusível corresponde às características especificadas, e se funciona satisfatoriamente sob condições normais de operação. Os ensaios de tipo devem ser realizados em laboratórios designados de comum acordo entre fabricante e CELG D. Os ensaios de recebimento devem ser executados nas instalações do fabricante, salvo acordo entre as partes. Os ensaios de tipo devem ser repetidos se a fabricação for mudada de maneira que possa alterar seu desempenho. Todos os ensaios devem ser executados conforme prescrições contidas na ABNT NBR Constituem ensaios de tipo os seguintes: a) verificação visual e dimensional; b) suportabilidade mecânica; c) elevação de temperatura; d) características mínimas e máximas de fusão (tempo x corrente); e) verificação dinâmica do funcionamento; f) eletromecânico (somente para elo tipo H); g) resistência elétrica; h) verificação das características de fusão tempo x corrente, após envelhecimento; i) verificação do tempo total de interrupção, (capacidade de interrupção); J) verificação da condutividade elétrica do botão. 6.3 Ensaios de Rotina/Recebimento 6.4 Amostragem São os citados nas alíneas "a", "b", "c", "d", "e", "f", "g" e "j" do item Amostragem para os Ensaios de Tipo Para os ensaios de tipo, devem ser fornecidos trinta e oito (quarenta e três para o tipo H) elos fusíveis para serem ensaiados como indicado a seguir: a) todos os elos fusíveis devem ser submetidos a verificação visual e dimensional e aos ensaios de resistência mecânica; b) três elos devem ser submetidos ao ensaio de elevação de temperatura; c) quinze elos devem ser submetidos aos ensaios de verificação das características mínimas de tempo de fusão x corrente; NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 17

23 d) quinze elos devem ser submetidos aos ensaios de verificação das características máximas de tempo de fusão x corrente; e) cinco elos para o ensaio de verificação dinâmica do funcionamento; f) cinco elos para o ensaio eletromecânico (somente para o tipo H) Amostragem para os Ensaios de Recebimento Para os ensaios de recebimento deve-se retirar uma amostra como indicado na Tabela 5, a exceção dos ensaios de elevação de temperatura para o qual devem ser escolhidos aleatoriamente três elos adicionais do lote sob inspeção. 6.5 Verificação Visual e Dimensional As verificações da cordoalha, corpo, botão e olhal do elo fusível devem ser feitas visualmente. A verificação dimensional deve ser feita de acordo com os valores padronizados no Anexo G, bem como no desenho do fabricante, no que se refere ao comprimento do tubo protetor. 6.6 Suportabilidade Mecânica Os elos fusíveis devem ser ensaiados à temperatura ambiente, em dispositivo mecânico adequado que possibilite as condições do Desenho 1. O elo fusível deve ser submetido à tração de ensaio evitando-se qualquer precipitação do peso. 6.7 Elevação de Temperatura Os elos fusíveis a serem ensaiados devem ser instalados em bases e portas-fusíveis para os quais foram projetados. Os porta-fusíveis devem ter as seguintes correntes nominais: - para elos fusíveis entre 1 e 100 A, porta-fusível de 100 A; - para elos fusíveis entre 101 e 200 A, porta-fusível de 200 A. As temperaturas devem ser medidas nos pontos indicados no Desenho 2 considerando que as elevações permitidas são as do material isolante adjacente. O elo fusível é considerado aprovado se as elevações de temperatura de suas diversas partes não excederem os valores especificados na ABNT NBR 7282 e Tabela 6. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 18

24 6.8 Características Mínimas e Máximas de Fusão Tempo Corrente Disposições Gerais Temperatura do Ar Ambiente As características tempo-corrente devem ser verificadas em qualquer temperatura do ar ambiente entre 15 e 30 C. No inicio de cada ensaio as amostras devem estar aproximadamente na temperatura ambiente Arranjo do Equipamento Os ensaios devem ser feitos em um dispositivo fusível monopolar e com o mesmo arranjo do equipamento utilizado no ensaio de elevação de temperatura Procedimento de Ensaio Os ensaios devem ser realizados com qualquer tensão conveniente e com o circuito de ensaio arranjado de forma que a corrente fluindo pela amostra seja mantida em um valor essencialmente constante. Os dados tempo x corrente obtidos nos ensaios de interrupção podem ser utilizados Faixa de Tempo Os ensaios devem ser feitos na faixa entre 0,01 a 300 s ou 600 s Medição da Corrente As correntes através da amostra durante os ensaios tempo x corrente devem ser medidas por um amperímetro, oscilógrafo ou outro instrumento adequado Correntes de Ensaio Para verificação das características tempo x corrente de pré-arco devem ser aplicados os valores mínimos de corrente mostrados nas curvas fornecidas pelo fabricante para os tempos de 0,1, 10 e 300 s (ou 600 s). A corrente deve ser aplicada por um tempo suficiente para fundir o elo fusível ou, no caso de correntes de 300 s (ou 600 s), por um tempo suficiente para permitir a verificação dos resultados dos ensaios Resultados do Ensaio Os tempos de pré-arco obtidos devem estar dentro dos limites das curvas e tolerâncias fornecidas pelo fabricante. 6.9 Verificação Dinâmica de Funcionamento O elo fusível deve ser ensaiado à temperatura ambiente, entre 10 e 40 C. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 19

25 O elo fusível deve ser instalado na chave fusível de maior corrente nominal para a qual foi projetado. A chave deve ser montada conforme instruções do fabricante, a uma altura mínima de 4 m e na posição normal de serviço, com o circuito desenergizado. A chave fusível com o elo fusível instalado deve ser submetida a vinte operações sucessivas de abertura e fechamento com vara de manobra Ensaio Eletromecânico (Aplicável Somente a Elos Fusíveis Tipo H) O elo fusível deve ser ensaiado à temperatura ambiente, entre 10 e 40 C, em local substancialmente livre de correntes de ar. O ensaio deve ser realizado de acordo com o esquema do Desenho 3. O elo fusível deve ser submetido a uma tração de 6 dan e simultaneamente percorrido pela corrente nominal, durante 24 h. O elo fusível será considerado aprovado se suportar as condições de ensaio durante 24 h Medição da Resistência Elétrica A medição da resistência elétrica deve ser feita conforme mostrado no Desenho 4, ou em outro dispositivo, utilizando corrente contínua máxima de 5% da corrente nominal do elo ou ponte de medição adequada. O método deve permitir a repetibilidade das medições dentro de uma margem de 2% para cada elo fusível medido. O valor da resistência deve ser a média aritmética de 3 medidas independentes Verificação das Características de Fusão Tempo x Corrente Após Envelhecimento Como pré-condicionamento para a verificação das curvas características de fusão tempo corrente, todas as unidades da amostra devem ser ligadas eletricamente em série e tracionadas por uma carga mecânica de 6 dan conforme mostrado nos Desenhos 5 e 6 (onde aplicável). As unidades instaladas conforme indicado no parágrafo anterior, devem ser submetidas a 100 ciclos de corrente 20% superiores à nominal. Cada ciclo deve consistir de uma hora de aplicação de corrente e período de desligamento necessário para que as unidades atinjam a temperatura ambiente. Este condicionamento deve ser acompanhado por registradores de corrente e/ou temperatura para garantir que as condições de ensaio permaneçam inalteradas. Após o condicionamento a metade das amostras deve ser submetida à verificação das curvas características mínimas de fusão tempo corrente de 10 s. A outra metade da amostra deve ser submetida à verificação das características máximas de fusão tempo x corrente de 300 s. Para as verificações destes ensaios a carga mecânica de tracionamento deve ser de 6 dan Verificação do Tempo Total de Interrupção (Capacidade de Interrupção) A verificação do tempo total de interrupção deve ser realizada de acordo com o descrito a seguir: NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 20

26 Condições de Ensaio Os elos fusíveis devem ser submetidos ao ensaio de capacidade de interrupção de acordo com as seguintes condições: a) a amostra a ser ensaiada deve ser constituída por elos fusíveis retirados aleatoriamente do lote em fornecimento, pelo inspetor da CELG D; b) os elos devem ser submetidos às sequências de ensaios 1, 4 e 5 do ensaio de interrupção conforme anexo B da ABNT NBR 7282, utilizando-se chaves fusíveis de distribuição (classe 2) que já tenham sido submetidas a todos os ensaios de tipo da norma ABNT NBR As chaves fusíveis devem ser fornecidas pelo fabricante do elo, sem ônus a CELG D; c) o ensaio da quinta série deve ser feito com uma corrente que forneça um tempo de interrupção de (2 0,4) s; d) para cada família, K e T, mediante acordo entre fabricante e comprador, podem ser utilizados três tipos de elos (elos de menor corrente, valor intermediário e de maior valor), desde que sejam de um mesmo projeto; para o tipo H podem ser utilizados dois tipos de elos (elos de menor e maior corrente); e) se os valores do ensaio do grupo 4 forem menores do que os do grupo 5, os ensaios do grupo 5 não são necessários; f) as características elétricas dos dispositivos fusíveis a serem utilizados no ensaio são indicadas na Tabela Procedimento de Ensaio O ensaio deve ser realizado conforme descrito na ABNT NBR 7282 Devem ser medidos os tempos até a interrupção, em cada sequência, para determinação do tempo de arco. Como referência inicial utilizar, para todos os tipos de elos (H, K e T), valores iguais aos dos elos tipos K e T, para a sequência de ensaios 1. Para a sequência de ensaios 4 utilizar 80 ms, para a sequência de ensaios 5 utilizar 150 ms, para todos os tipos de elos (H, K e T) Critério de Aprovação. O elo fusível deve operar satisfatoriamente de acordo com as exigências da ABNT NBR 7282 e, após o ensaio, a chave fusível e seus componentes devem estar substancialmente nas mesmas condições iniciais, exceto no que concerne à erosão interna do porta-fusível Ensaio de Verificação da Condutividade Elétrica do Botão Deve ser realizado de acordo com a ASTM E1004 devendo a condutividade obtida ter valor mínimo de 97% IACS, a 20 C, admitindo-se para qualquer amostra uma redução de ate 2% IACS a 20 C. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 21

27 6.15 Aceitação e Rejeição Condições de Aceitação ou Rejeição dos Ensaios de Tipo Os ensaios de tipo serão aceitos se todos os resultados forem satisfatórios. Se ocorrer uma falha em um dos ensaios o fabricante pode apresentar nova amostra para ser ensaiada. Se esta amostra apresentar algum resultado insatisfatório o elo fusível não será aceito Condições de Aceitação dos Ensaios de Recebimento O lote ensaiado conforme amostragem prevista no item será aceito se os resultados dos ensaios especificados no item 6.3 forem satisfatórios Relatórios de Ensaios Os resultados de todos os ensaios de tipo devem ser registrados em relatórios contendo todos os dados necessários para comprovar se os elos estão em conformidade com esta norma. Os relatórios devem registrar o nome do fabricante, os tipos e números ou códigos de referência da base, do porta-fusível e do elo e, quaisquer detalhes especificados que possam afetar o desempenho do dispositivo fusível. Estes dados devem ser suficientemente claros para possibilitar uma identificação precisa, para uma montagem correta pelo laboratório e para que os ensaios sejam reprodutíveis nas mesmas condições, em outra ocasião ou em outro laboratório. Os detalhes dos arranjos de ensaios, inclusive as posições de anteparos metálicos, devem também ser registrados. Nos relatórios de ensaios devem ser registradas, no mínimo, as seguintes informações: - os materiais internos e externos do porta-fusível e do elo fusível; - as dimensões internas e externas dos porta-fusíveis e elos fusíveis, inclusive a descrição do revestimento interno que auxilia na formação de gases; - as resistências de contato principais e a resistência total vista dos terminais de entrada e saída do dispositivo fusível; - as dimensões de suportes e partes mecânicas que influenciem nos resultados dos ensaios. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 22

28 ANEXO A - TABELAS TABELA 1 VALORES LIMITES PARA AS CARACTERÍSTICAS TEMPO X CORRENTE DE PRÉ-ARCO - ELOS FUSÍVEIS TIPO K Grupo Valores preferenciais (A) Valores intermediários (B) Corrente de Pré-arco (A) 300 s ou 600 s 10 s 0,1 s (ver nota) Min. Max. Min. Max. Min. Max. 6 12,0 14,4 13,5 20, ,0 Corrente Nominal (A) Relação de Rapidez 10 19,5 23,4 22, , ,0 37,2 37, , , , , , , , , , , , , , , ,4 Notas: 1) 300 s para elos fusíveis com correntes nominais menores ou iguais a 100 A. 2) 600 s para elos fusíveis com correntes nominais maiores que 100 A. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 23

29 TABELA 2 VALORES LIMITES PARA AS CARACTERÍSTICAS TEMPO X CORRENTE DE PRÉ-ARCO - ELOS FUSÍVEIS TIPO T Grupo Corrente Nominal (A) 300 s ou 600 s (ver nota) Corrente de Pré-arco (A) 10 s 0,1 s Min. Max. Min. Max. Min. Max. Relação de Rapidez Valores preferenciais (A) Valores intermediários (B) 6 12,0 14,4 15,3 23, , ,5 23,4 26,5 40, , ,0 37,2 44,5 67, , , , , , , , ,0 8 15,0 18,0 20,5 31, , ,0 30,0 34,5 52, , ,0 57,0 85, , , , ,0 Notas: 1) 300 s para elos fusíveis com correntes nominais menores ou iguais a 100 A. 2) 600 s para elos fusíveis com correntes nominais maiores que 100 A. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 24

30 TABELA 3 VALORES LIMITES PARA AS CARACTERÍSTICAS TEMPO X CORRENTE DE PRÉ-ARCO - ELOS FUSÍVEIS TIPO H Corrente Corrente de Pré-arco (A) Nominal 300 s 10 s 0,1 s (A) Min. Max. Min. Max. Min. Max. 0,5 1,6 2,3 4,0 5, ,5 3,3 6,8 8, ,5 4,3 9,2 12, ,7 5,9 11,3 14, ,4 9,2 15,3 18, Tipo TABELA 4 CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS DISPOSITIVOS FUSÍVEIS Elos Fusíveis Corrente Nominal [A eficaz ] H 0,5, 1, 2, 3 e 5 K e T 6, 10, 15, 25, 40, 65 e 100 8, 12, 20, 30, 50 e 80 Tensão Máxima [kv eficaz ] 15 Dispositivo Fusível a Utilizar Corrente Nominal do Porta-Fusível [A eficaz ] Capacidade de Interrupção Simétrica [ka eficaz ] 7,1 36,2 3, ,1 36,2 3,5 K e T 140 a ,1 NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 25

31 TABELA 5 PLANOS DE AMOSTRAGEM PARA OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO Lote (unidades) - Visual/Dimensional - Suportabilidade Mecânica - Resistência Elétrica Dupla, Nível II NQA 1,5% Amostra Ac Re - Características Mínimas e Máximas de Fusão Tempo x Corrente - Condutividade do Botão Dupla, Nível S4 NQA 2,5% Amostra (a) - Eletromecânico - Verificação Dinâmica do Funcionamento Dupla, Nível S3 NQA 1,5% Ac (b) Re (b) Amostra Ac Re Até (c) - - (c) a a a a a a a Notas: 1) A amostra indicada para os ensaios de verificação das características mínimas e máximas de fusão tempo x corrente foi ajustada para um número divisível por seis. Esta amostra deve ser dividida em seis partes, cada uma sendo submetida respectivamente aos ensaios com tempo de fusão de 300 s (ou 600 s), 10 s, e 0,1 s. Cada um dos ensaios (tempo mínimo e tempo máximo) deve usar o número de amostras do plano de amostragem. 2) A amostragem para o ensaio de elevação de temperatura deve ser a mesma considerada no ensaio de tipo 3) Os números de aceitação e rejeição indicados para os ensaios de verificação das características de fusão tempo x corrente se referem à soma de unidades defeituosas encontradas nos ensaios com os três tempos de fusão (300 s ou 600 s, 10 s e 0,1 s), máximos e mínimos. 4) Para lotes de até 90 unidades não são exigidos ensaios destrutivos, bem como os ensaios eletromecânicos, de verificação do funcionamento e de elevação de temperatura. 5) Ac: número de unidades defeituosas que ainda permite a aceitação do lote; Re: número de unidades defeituosas que implica na rejeição do lote. NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 26

32 TABELA 6 VALORES LIMITES DE TEMPERATURAS E ELEVAÇÕES DE TEMPERATURAS PARA PARTES E MATERIAIS Componente ou material A) Contatos no ar: 1) Contatos com mola (cobre e ligas de cobre) Valor máx. de temperatura ( C) Valor máx. de elevação de temperatura (K) nu prateado ou niquelado estanhado outros revestimentos 2) Conexões aparafusadas ou equivalentes (cobre, ligas de cobre e ligas de alumínio) nu prateado ou niquelado estanhado outros revestimentos Nota: (A) Se o fabricante usar revestimentos diferentes dos indicados na Tabela 6, as propriedades destes materiais devem ser levadas em conta. (A) (A) NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 27

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43 ANEXO C CURVAS CARACTERÍSTICAS DOS ELOS FUSÍVEIS Figura C1 - Curvas características de fusão tempo x corrente para elos fusíveis tipo H NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 38

44 Figura C2 - Curvas características de fusão tempo x corrente para elos fusíveis tipo K do grupo A NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 39

45 Figura C3 - Curvas características de fusão tempo x corrente para elos fusíveis K do grupo B NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 40

46 Figura C4 - Curvas características de fusão tempo x corrente para elos fusíveis T do grupo A NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 41

47 Figura C5 - Curvas características de fusão tempo x corrente para elos fusíveis tipo T do grupo B NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 42

48 ANEXO D QUADRO DE DADOS TÉCNICOS E CARACTERÍSTICAS GARANTIDAS ELOS FUSÍVEIS DE DISTRIBUIÇÃO Nome do fabricante: Nº da licitação: Nº da proposta: ITEM DESCRIÇÃO CARACTERÍSTICAS UNIDADES 1. Tipo do elo 2. Corrente nominal A 3. Comprimento do elo mm 4. Material da cordoalha 5. Material do tubo isolante 6. Limite de elevação de temperatura; contatos e conexões ºC 7. Valores limites para as características tempo x corrente de préarco: Corrente de pré-arco Relação de rapidez 8. Corrente de fusão dos elos tipo H: 300 s: min. max. 10 s: min. max. 0,1 s: min. max. 9. Corrente de fusão dos elos tipo K e T 300 ou 600 s: min. max. 10 s: min. max. 0,1 s: min. max. 10. Resistência elétrica 11. Anexar curvas características tempo x corrente A A A A A A A A A A A A A Notas: 1) O fabricante deve fornecer em sua proposta todas as informações requeridas no Quadro de Dados Técnicos e Características Garantidas. 2) Erro no preenchimento do quadro de características poderá ser motivo para desclassificação. 3) Todas as informações requeridas no Quadro de Dados Técnicos e Características Garantidas devem ser compatíveis com as informações descritas em outras partes NTC-66 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 43

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