Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda"

Transcrição

1 OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda Rogério Nagamine Costanzi* Desde a experiência do Grameen Bank em Bangladesh, o microcrédito passou a se disseminar por vários países de todo o mundo como importante política de geração de ocupação e renda, com importantes efeitos positivos sobre a pobreza. Mas, afinal de contas, o que é microcrédito? Quais as razões que o tornam política para geração de ocupação e renda com impactos positivos sobre a pobreza? Quais as condicionantes para que as microfinanças tenham seus benefícios sociais alcançados ou mesmo maximizados? Qual tem sido e qual deveria ser o papel do Estado, ou pelo menos do Ministério do Trabalho e Emprego, na evolução do microcrédito no Brasil? Em primeiro lugar, o microcrédito pode ser entendido como crédito para pobres ou microempreendedores de baixa renda sem acesso ao crédito formal, dado sem garantias reais, propiciando mecanismo auto-sustentável de combate à pobreza e à exclusão social. Três pontos importantes merecem ser destacados na definição: a) focalização nos pobres ou microempreendedores de baixa renda sem acesso ao crédito formal; b) forma peculiar e adequada ao público-alvo de entrega do crédito; c) mecanismo auto-sustentável de combate a pobreza e a exclusão social. acesso ao crédito formal. Nesse sentido, microcrédito é, acima de tudo, democratização do crédito. Microfinanças é tratar o acesso ao crédito e aos demais serviços financeiros como um dos direitos fundamentais do homem. Dados da Pesquisa Economia Informal Urbana do IBGE, de 1997, mostraram que dos cerca de 9,5 milhões de empreendedores que seriam público-alvo das microfinanças, apenas 500 mil haviam se utilizado de crédito e somente 200 mil tinham tido acesso ao crédito formal. A forma de entrega do crédito também é fundamental no microcrédito, não apenas pela impossibilidade do público-alvo de oferecer garantias reais, como também pela combinação pouco favorável de altos custos operacionais com baixo valor dos empréstimos, que tende a resultar em elevadas taxas de juros para o tomador final. As garantias reais criam um círculo vicioso de exclusão social e certamente impossibilitariam o acesso ao crédito por parte do público-alvo das microfinanças e, por isso, é fundamental que a entrega do empréstimo ocorra sem essa exigência ou obstáculo tradicional. Por sinal, a exigência de garan- No tocante à focalização, deve ficar claro que o microcrédito não é definido pelos baixos valores dos créditos, mas, sim, o pequeno valor médio dos empréstimos concedidos deve ser, na realidade, conseqüência da focalização do programa em pobres ou microempreendedores de baixa renda sem * Coordenador Geral de Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego. O autor participou da II missão para Bangladesh para conhecer a experiência do Grameen Bank. Parcela expressiva da discussão apresentada neste artigo pode ser encontrada em Focalização, sustentabilidade e marco legal: uma revisão da literatura de microfinanças no Mercado de Trabalho Conjuntura e Análise, número 18, de fevereiro de 2002 de autoria de Alessandro Ferreira dos Passos, Luis Henrique Paiva, Marcelo Galiza e Rogério Nagamine Costanzi. O autor agradece a Alessandro Ferreira dos Passos, Luis Henrique Paiva e Marcelo Galiza as sugestões apresentadas.

2 22 MERCADO DE TRABALHO conjuntura e análise tias reais não é apenas excludente do ponto de vista social como também se constitui em solução ineficiente para proteger as instituições financeiras da inadimplência de seus clientes. A troca das garantias reais pelos chamados colaterais sociais como por exemplo, o aval solidário, ou incentivos à adimplência, como o crédito progressivo, são certamente soluções mais eficientes e inteligentes de se precaver contra a inadimplência em um mundo de informação imperfeita. Outro aspecto importante na entrega do crédito é que, diferentemente do crédito tradicional, o microcrédito precisa ser ágil e desburocratizado. Além disso, nas microfinanças não é o cliente que procura o banco, mas sim a instituição financeira que procura o cliente por meio dos agentes de crédito. Por um lado, a utilização de agentes de crédito tende a permitir maior entrosamento entre instituição financeira e cliente, mas, por outro, eleva os custos operacionais. Dessa forma, como os créditos são, em geral, de baixo valor médio, os altos custos operacionais tendem a impor elevadas taxas de juros para o tomador final. Contudo, é importante que as altas taxas de juros não dissimulem ineficiências operacionais e/ou falta de competição no mercado de microfinanças. Portanto, conseguir desenvolver tecnologia de entrega do microcrédito que evite a exclusão social em função das garantias reais e, ao mesmo tempo, controle a adimplência por meio de colaterais sociais e estímulos à adimplência, assim como garantir baixos custos operacionais em um esquema de entrega quase sempre intensivo em mão-de-obra são grandes desafios para as microfinanças. Por fim, ainda na questão conceitual, é importante enfatizar a possibilidade de autosustentabilidade dos programas de microcrédito enquanto mecanismos de combate à pobreza e à exclusão social. As microfinanças rompem com as tradicionais ações assistencialistas que precisam de recursos a fundo perdido para combater a pobreza, muitas vezes sem impactos duradouros ou de longo prazo sobre o público-alvo. Na realidade, o microcrédito apenas democratiza as oportunidades na sociedade, mas ao impor a necessidade de sucesso dos empreendimentos produtivos dos beneficiados, acaba por se constituir em solução ativa e autosustentável de combate à pobreza. Os pobres e excluídos sociais não precisam de caridade, mas sim de oportunidade. Depois de discutida a questão conceitual, cabe se perguntar de que forma o microcrédito funciona como mecanismo de combate à pobreza e à exclusão social e quais os cuidados no desenho do programa para garantir ou maximizar os potenciais benefícios dessa política. No tocante à primeira questão, o microcrédito permite a redução da pobreza e da exclusão social, pois aumenta a disponibilidade de ativos produtivos a disposição dos pobres e excluídos sociais. Da mesma forma que a educação e o capital humano constituem importantes ativos produtivos no combate à pobreza, o acesso ao crédito também se mostra como importante aliado nessa missão. Também cabe salientar que, dado o baixo ou inexistente estoque de capital do público-alvo, normalmente o eventual investimento realizado com o microcrédito gera alto ganho de produtividade, havendo, nesse caso, compatibilidade entre eficiência econômica e equidade distributiva. Além disso, mesmo em operações de crédito mais simples o microcrédito permite incremento da renda, pois, mesmo as taxas de juros sendo elevadas, pelo menos no caso da oferta por parte de instituições privadas ainda são, em geral, inferiores àquelas praticadas pelos agiotas. No que diz respeito aos cuidados no desenho do programa para alcançar ou maximizar os potenciais efeitos benéficos do ponto de vista social, um aspecto fundamental para garantir a correta focalização dos programas de microcrédito é a adequada definição do público-alvo. Causa certa estranheza que muitos programas de microcrédito no Brasil simplesmente não possuam definição de público-alvo. Embora o microcrédito possa ser visto como mecanismo de combate à pobreza, mesmo para programas que apresentam entre seus beneficiários uma vasta maioria de clientes

3 MERCADO DE TRABALHO conjuntura e análise 23 abaixo da linha de pobreza, foi encontrada dificuldade para atingir o núcleo duro da pobreza. Para esse público, normalmente é necessária a integração do microcrédito com outras ações de combate à pobreza e, inclusive, de assistência social. A dificuldade de atingir o núcleo duro da pobreza torna patente que o microcrédito não pode ser considerado um instrumento isolado no combate à pobreza, mas ao contrário, deve estar integrado a outros elementos ou ações, como educação, capacitação, qualificação profissional, assistência social, saúde. Portanto, o microcrédito não deve ser visto como instrumento único e onipotente de combate à pobreza, mas sim como um importante elemento adicional nessa missão. Além disso, é desejável que o microcrédito se associe a outros instrumentos de combate a pobreza, como a qualificação profissional e a capacitação gerencial. Essa associação é recomendável pois a pobreza pode ser vista como resultado do desemprego e/ou da baixa produtividade do trabalho seja como empregado ou empreendedor por conta própria, de tal sorte que só é possível ter efeito duradouro sobre a pobreza caso ocorra impacto permanente sobre uma ou as duas variáveis. O financiamento de capital de giro para atividades extremamente simples, sem qualquer ganho do ponto de vista de acumulação de capital, da melhora da produtividade ou do avanço tecnológico, tende a gerar ganhos de renda limitados ou once for all, sem propiciar o contínuo incremento dos rendimentos. No tocante à criação do marco legal do microcrédito no país, sem dúvida nenhuma houve avanços, mas, entretanto, é preciso notar que mais importante do que discutir a natureza jurídica das instituições é regulamentar o exercício do microcrédito, independentemente da natureza jurídica da instituição que esteja operando o programa. Ainda no campo do marco legal, cabe salientar a importância de desenvolvimento da poupança no setor de microfinanças, tendo em vista seu importante papel como fonte de funding adicional e elemento de contingência contra a inadimplência, o que reduz o risco das instituições de microcrédito e aumenta a auto-sustentabilidade do setor, desde que devidamente regulamentado e gerido. No tocante à evolução do microcrédito no Brasil, não resta dúvida de que se tem observado avanço expressivo da indústria de microfinanças no Brasil. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Administração (IBAM), o número de operações de microcrédito saltou, no Brasil como um todo, de cerca de 29 mil em 1997 para cerca de 257 mil em 1999, ou seja, incremento de 781% (197% a.a.). No mesmo período, o valor aplicado cresceu de R$ 39 milhões para R$ 198 milhões, representando alta de 400% (quase 125%). O valor médio das operações de crédito ficou em cerca de R$ 768. De acordo com dados de estudo da OIT, o número de clientes atendidos pelo microcrédito no Brasil cresceu, respectivamente, 5% a.m., 3,2% a.m. e 7% a.m., nos períodos de outubro de 1998 a outubro de 1999, outubro de 1999 a abril de 2000 e abril de 2000 a outubro de A participação estatal teve papel decisivo nesse avanço, tendo em vista que os principais programas de microcrédito ou microfinanças no Brasil contam com participação direta ou indireta do Estado. O Ministério do Trabalho e Emprego e o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador certamente auxiliaram nessa evolução positiva do microcrédito ao criar em 1996 o Programa de Crédito Produtivo Popular, com autorização para alocação de R$ 150 milhões em depósitos especiais no BNDES, para execução de programa de microcrédito. Desde o seu início até maio de 2002 esse programa já havia contabilizado, com recursos do FAT, cerca de 300 mil operações de crédito com valor médio por contrato em torno de R$ O Programa de Crédito Produtivo Popular busca construir uma rede de instituições privadas auto-sustentáveis, operando em várias unidades da Federação por meio de ONGs, Oscips e SCMs.

4 24 MERCADO DE TRABALHO conjuntura e análise Por sinal, muitas vezes passa despercebido o relevante fato de que o FAT se tornou um dos mais importantes instrumentos da democratização do crédito no Brasil. No período 1995 à 2001 foram concedidos, no âmbito dos programas de geração de emprego e renda financiados com recursos de depósitos especiais do FAT, 4 milhões de operações de crédito no valor total de R$ 27,4 bilhões, implicando um valor médio por operação de crédito de R$ Esses recursos foram alocados em programas que serviram para democratizar o crédito de forma expressiva, como o Proger Urbano, Programa Nacional de Fortalecimento de Agricultura Familiar (Pronaf), e o Programa de Crédito Produtivo Popular. No caso do Proger Urbano, 78% dos beneficiários tiveram a primeira experiência de crédito com o programa. No caso do Pronaf, cinquenta e quatro por cento dos beneficiários tiveram a primeira experiência de crédito com o programa. 1 Além do Programa de Crédito Produtivo Popular, executado com recursos do FAT pelo BNDES, cabe destacar o Programa Crediamigo do Banco do Nordeste, atualmente o principal programa de microcrédito do Brasil e da América Latina. Desde o seu início até o final de 2001, o Crediamigo registrava cerca de 700 mil operações de crédito, totalizando valor aplicado de mais de R$ 500 milhões, implicando valor médio de R$ 700 por operação de crédito. Além desses dois programas, vale mencionar as iniciativas de governos estaduais, como dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Paraná e outros, além daquelas realizadas por administrações municipais. Todos esses exemplos deixam clara a importância da atuação do Estado na evolução do microcrédito no Brasil, seja através da atuação direta, seja através da tentativa de criar uma rede de instituições privadas que atuem de forma auto-sustentável, ou pela tentativa de integração das ações e criação do marco legal, como foi feito pela Comunidade Solidária. microcrédito e da microfinanças, no Brasil, como pretende intensificar seus esforços no sentido de propiciar avanços maiores e mais rápidos das microfinanças no Brasil. Basicamente, a abertura de linha de crédito para capital de giro puro para microempreendedores de baixa renda e pessoas físicas certamente serviria para intensificar o microcrédito no Brasil. Atualmente, no âmbito do Proger Urbano, há restrição para operações de capital de giro puro, sendo permitido apenas capital de giro associado ou, de forma alternativa, é exigida a realização de investimento ou de capital fixo. Claramente, tal realidade, acaba por afastar o Proger Urbano do microcrédito, cria distorções e torna o desenho do programa inadequado às necessidades do público-alvo do microcrédito. Além disso, a requisição de capital fixo ou investimento eleva o valor mínimo dos créditos, reduzindo o acesso para microempreendedores de baixa renda que, muitas vezes, não possuem condições para realizar investimentos logo no primeiro crédito, mas que na realidade necessitariam de operações de capital de giro que viabilizem alguma acumulação antes de investimentos em capital fixo. Além disso, os microempreendedores muitas vezes realizam operações de investimento não viáveis do ponto de vista econômico apenas para ter acesso ao capital de giro, o que acaba provocando problemas de dificuldade para pagamento dos empréstimos. A abertura de linhas de capital de giro para microempreendedores de baixa renda faria parte, inclusive, de uma discussão de reestruturação mais ampla dos programas de geração de emprego e renda financiados com recursos do FAT que englobaria outras discussões como, por exemplo: a) microcrédito discussão sobre a possibilidade de abertura de linhas de crédito para capital de giro para microempreendedores de baixa renda pessoas físicas; O Ministério do Trabalho e Emprego não apenas tem colaborado com a evolução do 1. De acordo com avaliação do IBASE realizada nos anos de 1998 e 1999.

5 MERCADO DE TRABALHO conjuntura e análise 25 b) reestruturação das linhas de crédito do Proger Urbano tal reestruturação englobaria a discussão do conceito de micro e pequena empresas, dos tetos financiáveis para micro e pequena empresas, da possibilidade de abertura de capital de giro para micro e pequena empresa tendo em vista a escassez dos recursos das antigas contas de PIS/ Pasep, assim como a redefinição de parâmetros nas linhas para profissionais liberais/ recém-formados e cooperativas e associações de trabalhadores; c) reestruturação do Proger Rural tal discussão englobaria a redefinição do públicoalvo do Proger Rural de forma a criar maior diferenciação ou reduzir a sobreposição entre o mesmo e o beneficiário do Pronaf, tendo em vista as melhores condições de equalização de taxa de juros do Pronaf visà-vis o Proger Rural; e d) reestruturação do acompanhamento e controle social do Proger tal discussão englobaria a criação de novos mecanismos de acompanhamento do Proger que permitam incrementar o grau de integração do programa com as demais ações de políticas públicas de trabalho e renda, aumentar o grau de controle social, ampliar a capacitação gerencial e a assistência técnica atualmente disponível aos beneficiários do Proger e, por fim, incrementar o grau de articulação ou integração entre Ministério do Trabalho e Emprego, agentes financeiros, governos estaduais e comissões de emprego. microfinanças; e d) discutir possibilidades de financiamento e capacitação para as instituições de microfinanças no âmbito das políticas públicas de trabalho e renda. Portanto, o Ministério do Trabalho e Emprego já vem tomando medidas e continuará engajado na evolução do microcrédito ou do setor de microfinanças no Brasil, especialmente tendo em vista o inexorável compromisso da referida instituição, e do próprio Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, com a democratização do crédito no Brasil. Acima de tudo, tal compromisso inabalável com a democratização do crédito no Brasil é, na realidade, reflexo da busca, por parte das referidas instituições, da inclusão social e econômica dos trabalhadores brasileiros, não apenas através dos programas de geração de emprego e renda financiados com recursos do FAT, mas também do conjunto integrado de políticas públicas de trabalho e renda. Especificamente em relação à evolução da microfinanças, outras medidas importantes que o Ministério do Trabalho e Emprego poderia realizar para ajudar na evolução do microcrédito no Brasil seriam: a) estimular as discussões, estudos e integração das ações tendo em vista que, dada a diversidade das demandas advindas do público-alvo do microcrédito no Brasil como um todo, a tarefa de evolução da microfinanças no Brasil não é de instituições isoladas mas sim de esforços integrados; b) estimular o surgimento ou fortalecimento das instituições de microcrédito ou microfinanças; c) participar ativamente no debate sobre regulamentação, marco legal e sobre a questão da possibilidade de poupança nas instituições de

6

OPINIÃO DOS ATORES. Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira. Do microcrédito às microfinanças Monica Valente. Microcrédito

OPINIÃO DOS ATORES. Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira. Do microcrédito às microfinanças Monica Valente. Microcrédito OPINIÃO DOS ATORES Microcrédito, ocupação e renda Sérgio Moreira Do microcrédito às microfinanças Monica Valente Microcrédito Tânia Machado Microcrédito como instrumento de desenvolvimento econômico e

Leia mais

TECNOLOGIA SOCIAL DO MICROCRÉDITO PRODUTIVO. José Nelio Monteiro Corsini

TECNOLOGIA SOCIAL DO MICROCRÉDITO PRODUTIVO. José Nelio Monteiro Corsini TECNOLOGIA SOCIAL DO MICROCRÉDITO PRODUTIVO José Nelio Monteiro Corsini APRESENTAÇÃO 1. ECONOMIA DA POBREZA E MICROCRÉDITO 2. PEQUENOS EMPREENDIMENTOS E MICROCRÉDITO 3. ELEMENTOS HISTÓRICOS 4. MICROCRÉDITO

Leia mais

MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA

MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA Gilson Bittencourt Ministério da Fazenda GTI de Microcrédito e Microfinanças Fases Recentes do Microcrédito e das Microfinanças no Brasil Fase 1: de 1972 até

Leia mais

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA Gilson Bittencourt GTI de Microcrédito e Microfinanças Objetivos da política de microcrédito e microfinanças Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os

Leia mais

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 151 EMPREGO E RENDA

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 151 EMPREGO E RENDA EMPREGO E RENDA Instituição da linha de crédito especial Novo Empreendedor no âmbito do Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger) A Resolução n o 275, aprovada em 21 de novembro de 2001 pelo Conselho

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome O Brasil assume o desafio de acabar com a miséria O Brasil assume o desafio de acabar com a

Leia mais

PROGRAMA TÉMATICO: 6214 TRABALHO, EMPREGO E RENDA

PROGRAMA TÉMATICO: 6214 TRABALHO, EMPREGO E RENDA PROGRAMA TÉMATICO: 6214 TRABALHO, EMPREGO E RENDA OBJETIVO GERAL: Estimular o crescimento e o desenvolvimento econômico e social do DF, por meio do fortalecimento do Sistema Público de Emprego, garantindo

Leia mais

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO Apresentação Esse relatório trata do Financiamento do Desenvolvimento Regional formulado pelo Ministério da Integração Nacional-MI, como contribuição à reflexão do tema

Leia mais

O MICROCRÉDITO COMO MODALIDADE DE FINANCIAMENTO AOS MICRO E PEQUENOS EMPREENDEDORES: UMA APLICAÇÃO DE CASO EM TAUBATÉ

O MICROCRÉDITO COMO MODALIDADE DE FINANCIAMENTO AOS MICRO E PEQUENOS EMPREENDEDORES: UMA APLICAÇÃO DE CASO EM TAUBATÉ O MICROCRÉDITO COMO MODALIDADE DE FINANCIAMENTO AOS MICRO E PEQUENOS EMPREENDEDORES: UMA APLICAÇÃO DE CASO EM TAUBATÉ Juliana Moutela Ferreira 1, Edson Aparecida de Araújo Querido Oliveira 2, Vilma da

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO VELHO

PREFEITURA DE PORTO VELHO LEI Nº. 1628, DE 27 DE OUTUBRO DE 2005. Institui a Política Municipal de fomento à Economia Popular e Solidária na Cidade de Porto Velho e estabelece outras disposições. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PORTO

Leia mais

Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado. O Caso CREDIAMIGO

Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado. O Caso CREDIAMIGO Os Bancos e o Microcrédito Experiência com departamento especializado O Caso CREDIAMIGO Conceitos Microfinanças: todos os serviços financeiros para populações de baixa renda, inclusive financiamento ao

Leia mais

O que é Programa Rio: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher? Quais suas estratégias e ações? Quantas instituições participam da iniciativa?

O que é Programa Rio: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher? Quais suas estratégias e ações? Quantas instituições participam da iniciativa? Destaque: Somos, nós mulheres, tradicionalmente responsáveis pelas ações de reprodução da vida no espaço doméstico e a partir da última metade do século passado estamos cada vez mais inseridas diretamente

Leia mais

C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste

C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste C R E D I A M I G O Programa de Microcrédito do Banco do Nordeste De microcrédito, o Banco do Nordeste entende. Primeiro Banco público do Brasil a ter um modelo de atuação voltado para o setor, o Banco

Leia mais

FCO FUNDO CONSTITUCIONAL PARA FINANCIAMENTOS DO CENTRO-OESTE

FCO FUNDO CONSTITUCIONAL PARA FINANCIAMENTOS DO CENTRO-OESTE FCO FUNDO CONSTITUCIONAL PARA FINANCIAMENTOS DO CENTRO-OESTE Superintendência Estadual Outubro 2011 FCO Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: II - garantir o desenvolvimento

Leia mais

PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO

PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO inovação. Dentre esses se destacam as formas especiais de financiamento a projetos inovadores através de Editais e linhas de fomento. Nesse sentido

Leia mais

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios MÃOS À OBRA!!! Prefeito e Prefeita, seguem sugestões de Programas e Ações a serem inseridos

Leia mais

V Seminário Banco Central sobre Microfinanças

V Seminário Banco Central sobre Microfinanças V Seminário Banco Central sobre Microfinanças - Depoimento sobre criação de SCM - Motivos que levaram a decisão de criar - Bases e Princípios que precisam ser levados em conta - O que a experiência tem

Leia mais

FCO FUNDO CONSTITUCIONAL DE FUNDO CONSTITUCIONAL DE FINANCIAMENTO DO CENTRO-OESTE

FCO FUNDO CONSTITUCIONAL DE FUNDO CONSTITUCIONAL DE FINANCIAMENTO DO CENTRO-OESTE FCO FUNDO CONSTITUCIONAL DE FUNDO CONSTITUCIONAL DE FINANCIAMENTO DO CENTRO-OESTE QUAIS SÃO AS PRIORIDADES DO FCO? O QUE É O FCO? O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) foi criado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta as linhas de crédito dos Programas de Geração de Emprego e Renda na área Urbana - PROGER Urbano Investimento. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo

Leia mais

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente SÍNTESE JUINA Aperfeiçoar mecanismos controle ambiental Meio Ambiente Instalação de viveiros de distribuição de mudas para o reflorestamento e matas ciliares Ampliar aceso aos programas de crédito de Capacitar

Leia mais

CREDIBAHIA : O Programa de Microcrédito do Estado da Bahia RESUMO

CREDIBAHIA : O Programa de Microcrédito do Estado da Bahia RESUMO CREDIBAHIA : O Programa de Microcrédito do Estado da Bahia Caio Márcio Ferreira Greve 1 RESUMO O presente artigo faz uma rápida descrição da modalidade de crédito intitulada Microcrédito, e como ela se

Leia mais

Políticas de Fomento da Gestão de Recursos Naturais em Projetos Comunitários. Ricardo Tarifa Banco Mundial Junho 2005

Políticas de Fomento da Gestão de Recursos Naturais em Projetos Comunitários. Ricardo Tarifa Banco Mundial Junho 2005 Políticas de Fomento da Gestão de Recursos Naturais em Projetos Comunitários Ricardo Tarifa Banco Mundial Junho 2005 PPG7 - Projetos Comunitários Projetos Demonstrativos PD/A Iniciativas Promissoras Promanejo

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PROJETO DE LEI N o, DE DE DE 2010 Dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e o Fundo Nacional de Economia Solidária, e dá outras providências.

Leia mais

MICROCRÉDITO. Palavras-chave: microcrédito; crédito; financiamento; empreendedor.

MICROCRÉDITO. Palavras-chave: microcrédito; crédito; financiamento; empreendedor. MICROCRÉDITO Nubia Pacheco Cruvinel Instituto Número Um e Pontifícia Universidade Católica de Goiás nubiacruvinelmtv@hotmail.com Vagner Rosalém Mestre RESUMO: O Microcrédito é visto como um instrumento

Leia mais

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE S ÀS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Página: 240 de 2619 ESPELHO DE S DE ACRÉSCIMO DE META 1 DESAFIO 7 Reduzir as desigualdades regionais e intra-regionais com integração das múltiplas escalas

Leia mais

EVITANDO NOVAS CRISES E CRIANDO A CAFEICULTURA DO FUTURO

EVITANDO NOVAS CRISES E CRIANDO A CAFEICULTURA DO FUTURO EVITANDO NOVAS CRISES E CRIANDO A CAFEICULTURA DO FUTURO A cafeicultura brasileira, vitimada por longo período de preços baixos, empreendeu um esforço imenso para tornar-se mais eficiente e ganhar competitividade.

Leia mais

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.

Leia mais

Focalização, sustentabilidade e marco legal: uma revisão da literatura de microfinanças

Focalização, sustentabilidade e marco legal: uma revisão da literatura de microfinanças MERCADO DE TRABALHO conjuntura e análise 41 NOTA TÉCNICA Focalização, sustentabilidade e marco legal: uma revisão da literatura de microfinanças Alessandro Ferreira dos Passos*, Luis Henrique Paiva*, Marcelo

Leia mais

I - Cenário Macroeconômico

I - Cenário Macroeconômico I - Cenário Macroeconômico Introdução Análise da Conjuntura Econômica do País Cenário Macroeconômico e Proposta Orçamentária para 2006 Projeto de Lei Orçamentária Mensagem Presidencial Introdução Em atendimento

Leia mais

O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político

O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político O maior desafio do Sistema Único de Saúde hoje, no Brasil, é político Jairnilson Paim - define o SUS como um sistema que tem como característica básica o fato de ter sido criado a partir de um movimento

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: Lei nº 7.084, de 02 de julho de 2001. Cria o Fundo de Desenvolvimento de Campos dos Goytacazes - FUNDECAM e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

PLANO DE TRABALHO GT ESPIRITO SANTO

PLANO DE TRABALHO GT ESPIRITO SANTO PLANO DE TRABALHO GT ESPIRITO SANTO 1. INTRODUÇÃO O povo capixaba orgulha-se de sua vasta diversidade cultural, representada em uma pequena parte pelas ações dos Pontos de Cultura. Eles são iniciativas

Leia mais

Discurso do Deputado COSTA FERREIRA (PSC MA). Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores

Discurso do Deputado COSTA FERREIRA (PSC MA). Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Os lucros bancários continuam extratosféricos, com taxas estáveis acima de 1000% nos últimos dez anos. O fenômeno é fruto de tarifas altas, redução da despesa com pessoal e retração na concessão de crédito

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

Uma política econômica de combate às desigualdades sociais

Uma política econômica de combate às desigualdades sociais Uma política econômica de combate às desigualdades sociais Os oito anos do Plano Real mudaram o Brasil. Os desafios do País continuam imensos, mas estamos em condições muito melhores para enfrentálos.

Leia mais

Etapas do PLHIS PROPOSTAS

Etapas do PLHIS PROPOSTAS Plano Local de Habitação de Interesse Social de Boituva Seminário de Homologação do PLHIS de Boituva 25 de Fevereiro de 2010 Etapas do PLHIS etapa 1 etapa 2 etapa 3 METODOLOGIA DIAGNÓSTICO PROPOSTAS Princípios

Leia mais

Alternativas para o Brasil. Claudio L. S. Haddad Endeavor - Outubro de 2004

Alternativas para o Brasil. Claudio L. S. Haddad Endeavor - Outubro de 2004 Alternativas para o Brasil Claudio L. S. Haddad Endeavor - Outubro de 2004 Tema do Momento: Crescimento Apesar da recente recuperação da economia, crescimento sustentável continua sendo a preocupação central

Leia mais

Linhas de Financiamento

Linhas de Financiamento A história do cooperativismo no País está relacionada ao crescimento da agricultura brasileira. E o Banco do Brasil, como principal responsável pelo impulso do nosso agronegócio, é também o banco do cooperativismo.

Leia mais

ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL

ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL ATUAÇÃO DE UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO PARA A SUPERAÇÃO DA POBREZA: O EXEMPLO DO BANCO DO NORDESTE DO BRASIL Nelson Antônio de Souza Discutir o tema inclusão produtiva no Brasil remete, necessariamente,

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo

Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo Subsecretaria de Empreendedorismo e da micro e pequena empresa Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento

Leia mais

Educação Integral Desafios para a implementação

Educação Integral Desafios para a implementação Educação Integral Desafios para a implementação Educação Integral: uma demanda da sociedade Enfrentamento da desigualdade social: Garantia de direitos Ampliação das redes de proteção para crianças e adolescentes

Leia mais

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade 1) Nos últimos dez anos a renda media dos brasileiros que caiu a taxa de 0.6% ao ano, enquanto o dos pobres cresceu 0.7%, já descontados o crescimento

Leia mais

Small business através do panóptico

Small business através do panóptico Small business através do panóptico Coordenação: Deborah Moraes Zouain* Francisco Marcelo Barone* Espaço dedicado à divulgação de estudos e pesquisas sobre o conceito de small business, micro, pequenas

Leia mais

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO [27] TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 1. Nos últimos anos a maioria dos países enfrentou grave crise econômica, que gerou um grande

Leia mais

Câmara Municipal de São Paulo Gabinete Vereador Floriano Pesaro

Câmara Municipal de São Paulo Gabinete Vereador Floriano Pesaro SUBSTITUTIVO Nº, APRESENTADO EM PLENÁRIO AO PROJETO DE LEI Nº 0141/2009 Institui o Programa de Incentivo a Rede de Comércio Solidário da Cidade de São Paulo, e dá outras providências. A D E C R E T A:

Leia mais

PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS.

PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS. PALESTRA: LINHAS DE CRÉDITOS. Facilitador: Wolney Luis do Nascimento Sousa. Responsável pelo Evento: 1 LINHAS DE CRÉDITO Motivos Vantagens Desvantagens Aplicação 2 LINHAS DE CRÉDITO Função dos Bancos Para

Leia mais

Financiamento ao Desenvolviment o Valmir Martins Sobrinho Banco do Brasil

Financiamento ao Desenvolviment o Valmir Martins Sobrinho Banco do Brasil Financiamento ao Desenvolviment o Valmir Martins Sobrinho Banco do Brasil Brasília, DF/2011 O acesso ao Crédito Qual o papel do crédito? O Crédito Sustentável O crédito, visto como remédio na realização

Leia mais

BNDES. Atuação no Microcrédito Produtivo Orientado PMC PDI. Programa de Microcrédito. Programa de Desenvolvimento Institucional

BNDES. Atuação no Microcrédito Produtivo Orientado PMC PDI. Programa de Microcrédito. Programa de Desenvolvimento Institucional BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL BNDES Atuação no Microcrédito Produtivo Orientado PMC Programa de Microcrédito PDI Programa de Desenvolvimento Institucional Apresentação do Programa

Leia mais

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário FNO-ITINERANTE 2012. São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário FNO-ITINERANTE 2012. São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012 BANCO DA AMAZÔNIA Seminário FNO-ITINERANTE 2012 São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012 Município de São Gabriel da Cachoeira - AM Principais Destaques. Considerado um ponto estratégico pelo país e,

Leia mais

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Judith Kaspersma - RUAF Foto: Kranjac-Berisavljevic - dreno principal na cidade de Tamale, Gana Entre 24

Leia mais

O NOVO INCRA 1. POR QUE MUDAR O INCRA

O NOVO INCRA 1. POR QUE MUDAR O INCRA O NOVO INCRA Apresentação Estamos chegando ao final do processo de reestruturação do Incra. Foram alguns meses de árduo trabalho, construindo nosso futuro. Chegamos agora ao termo de uma mudança que foi

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Altera a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, para incentivar a dessalinização da água do mar e das

Leia mais

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO DE LONDRINA CASA DO EMPREENDEDOR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011.

INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO DE LONDRINA CASA DO EMPREENDEDOR NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.011. 1 CONTEXTO OPERACIONAL A Instituição Comunitária de Crédito de Londrina Casa do Empreendedor, em operação desde 18/11/1997, é uma

Leia mais

Fortalecimento do Cadastro Único como porta de entrada para Programas Sociais para a população de baixa renda

Fortalecimento do Cadastro Único como porta de entrada para Programas Sociais para a população de baixa renda Fortalecimento do Cadastro Único como porta de entrada para Programas Sociais para a população de baixa renda Mesa: Cadastro Único, Bolsa Família e Brasil sem Miséria. Cadastro Único É um mapa representativo

Leia mais

Formalização das relações de trabalho

Formalização das relações de trabalho PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO MAIO DE 2015 Formalização das relações de trabalho SÚMARIO EXECUTIVO O aumento da proporção de ocupações com relações de trabalho formalizadas,

Leia mais

Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Comitê Temático Investimento e Financiamento Diretoria de Micro e Pequenas Empresas setembro/2008 Agenda Atuação do BB no Segmento MPE Evolução

Leia mais

O Crédito e a. no BB

O Crédito e a. no BB O Crédito e a Sustentabilidade no BB O Crédito e a Sustentabilidade no BB Para efeito de concessão de crédito, os produtores são divididos da seguinte forma: Agricultura Familiar: Agricultores e Pecuaristas

Leia mais

Políticas de emprego e renda e Sistema público de emprego, trabalho e renda - SPETR

Políticas de emprego e renda e Sistema público de emprego, trabalho e renda - SPETR Políticas de emprego e renda e Sistema público de emprego, trabalho e renda - SPETR Políticas de emprego e renda Fonte: Pochmann Políticas de emprego e renda - Como gerar e sustentar ocupações? Produção

Leia mais

Modelo de Instituição de Microfinanças: o caso da SCMEPP

Modelo de Instituição de Microfinanças: o caso da SCMEPP A partir de debates com os especialistas do setor público e da iniciativa privada, por ocasião da regulamentação do setor, surgiu a figura da Sociedade de Crédito ao Microeemprededor (SCM). Entretanto,

Leia mais

TÍTULO: O MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL E AS DIFICULDADES ENCONTRADAS NA CONSTITUIÇÃO E CONDUÇÃO DE SEUS NEGÓCIOS. UM ESTUDO NA CIDADE DE JALES-SP

TÍTULO: O MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL E AS DIFICULDADES ENCONTRADAS NA CONSTITUIÇÃO E CONDUÇÃO DE SEUS NEGÓCIOS. UM ESTUDO NA CIDADE DE JALES-SP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: O MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL E AS DIFICULDADES ENCONTRADAS NA CONSTITUIÇÃO E CONDUÇÃO DE SEUS

Leia mais

Norwegian State Housing Bank Resumo de Atividades 2010

Norwegian State Housing Bank Resumo de Atividades 2010 Norwegian State Housing Bank Resumo de Atividades 2010 Março de 2010 2 O Norwegian State Housing Bank (NSHB, Banco Estatal de Habitação da Noruega) é a principal agência de implantação da política habitacional

Leia mais

EM PONTOS: vale a pena planejar

EM PONTOS: vale a pena planejar NO NEGÓCIO TEXTO DE MARCELO CASAGRANDE 5 EM PONTOS: vale a pena planejar A Gestão&Negócios reuniu cinco importantes motivos pelos quais o planejamento financeiro é fundamental para uma empresa. Saber o

Leia mais

MENSAGEM DA DIRETORIA JUNHO/2006

MENSAGEM DA DIRETORIA JUNHO/2006 MENSAGEM DA DIRETORIA JUNHO/2006 A Diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul BRDE, em cumprimento às determinações legais e regimentais, apresenta as Demonstrações Financeiras relativas

Leia mais

1.3 Itens Financiáveis Capital de giro, compra de mercadorias e/ou matérias-primas e insumos para produção.

1.3 Itens Financiáveis Capital de giro, compra de mercadorias e/ou matérias-primas e insumos para produção. PROGRAMA GAÚCHO DE MICROCRÉDITO O governo do Estado do Rio Grande do Sul em conjunto com o Banrisul, e suas Secretarias de Estado, está instituindo o Programa Gaúcho de Microcrédito, conforme o Decreto

Leia mais

Nota da reunião de 30 de abril de 2009 na qual foi debatido o Programa Habitacional do Governo Federal

Nota da reunião de 30 de abril de 2009 na qual foi debatido o Programa Habitacional do Governo Federal 1 Nota da reunião de 30 de abril de 2009 na qual foi debatido o Programa Habitacional do Governo Federal O do NRE-Poli discutiu aspectos do Programa Minha Casa, Minha Vida, com enfoque nos seus principais

Leia mais

INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO SOLIDÁRIO DE MARINGÁ DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014

INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO SOLIDÁRIO DE MARINGÁ DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014 INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO SOLIDÁRIO DE MARINGÁ DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31 DE DEZEMBRO DE 2014 1 Maringá, 10 de março de 2015. Ilmo Senhor Diretor Presidente do INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO SOLIDÁRIO DE MARINGÁ.

Leia mais

BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto*

BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto* BANGLADESH E O SEU BANCO COMUNITÁRIO Carlos Daniel Baioto* *Carlos Daniel Baioto é professor de pós-graduação em gestão cooperativa na Unisinos, São Leopoldo, RS. É consultor nas áreas de projetos de tecnologias

Leia mais

sumário executivo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional

sumário executivo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional sumário executivo PREVENcÃo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional 2012 O Relatório Internacional sobre Prevenção da Criminalidade e Segurança Cidadã 2012 do Centro Internacional para

Leia mais

Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens

Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens Washington, DC 13 de março de 2006 Senhoras e Senhores É com imensa satisfação que me dirijo aos Senhores para

Leia mais

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NA AGRICULTURA 1

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NA AGRICULTURA 1 INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NA AGRICULTURA 1 SOUZA, Nali de Jesus. Desenvolvimento Econômico. 5 a ed. São Paulo: Atlas, 2005. Como foi visto nas seções anteriores do livro de Souza (2005), à medida que a economia

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA ESTADO DE SÃO PAULO EDITAL DE CURSOS DE CAPACITAÇÃO N 01/2015

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA ESTADO DE SÃO PAULO EDITAL DE CURSOS DE CAPACITAÇÃO N 01/2015 CURSOS DE CAPACITAÇÃO PARA SERVIDORES PÚBLICOS A Prefeitura do Município de Bragança Paulista, torna público o presente Edital e informa que estão abertas as inscrições para o Programa de Capacitação 2015.

Leia mais

DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009

DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009 DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Publicado no DOE(Pa) de 27.03.09. Alterado pelos Decretos 1.677/09, 323/12. Regulamenta a Lei nº 5.674, de 21 de outubro de 1991, que dispõe sobre o Fundo de Desenvolvimento

Leia mais

PNE: análise crítica das metas

PNE: análise crítica das metas PNE: análise crítica das metas Profa. Dra. Gilda Cardoso de Araujo Universidade Federal do Espírito Santo Ciclo de Palestras do Centro de Educação 2015 Metas do PNE Contexto Foram 1.288 dias de tramitação,

Leia mais

As Redes e o Desenvolvimento das Microfinanças. Manuel Thedim José Caetano Lavorato Alves

As Redes e o Desenvolvimento das Microfinanças. Manuel Thedim José Caetano Lavorato Alves As Redes e o Desenvolvimento das Microfinanças Manuel Thedim José Caetano Lavorato Alves 6º Seminário Banco Central sobre Microfinanças Porto Alegre Junho de 2007 Conjuntura Bases para o desenvolvimento

Leia mais

ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO

ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO Introdução O modelo de desenvolvimento rural nos últimos tempos, baseado na modernização agrícola conservou muitas das características históricas

Leia mais

Aula 8. Política Fiscal: déficit e dívida pública

Aula 8. Política Fiscal: déficit e dívida pública Aula 8 Política Fiscal: déficit e dívida pública O Crescimento da Participação do Setor Público na Atividade Econômica Crescimento da renda per capita - gera um aumento da demanda de bens e serviços públicos

Leia mais

Vencedor Estadual Lei Geral Implementada

Vencedor Estadual Lei Geral Implementada COMO MUDAR A PERSPECTIVA DE SUA CIDADE O desenvolvimento acontece com a força dos Pequenos Negócios Vencedores do 8º Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor (2013-2014) Vencedor Estadual Lei Geral Implementada

Leia mais

Atenção Básica agora é Prioridade!

Atenção Básica agora é Prioridade! Atenção Básica agora é Prioridade! Hêider A. Pinto 1 Rodolfo S. Koerner 2 Diego C. A. Silva 3 Em apenas 10 meses de Governo Dilma Rousseff já podemos afirmar que a Atenção Básica entrou na agenda central

Leia mais

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO Decreto nº 2.489/06 Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO I - CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO DO BENEFÍCIO O benefício fiscal será definido em função do enquadramento

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL MODALIDADE A DISTÂNCIA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL MODALIDADE A DISTÂNCIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL MODALIDADE A DISTÂNCIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO A

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006.

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. Institui a Política Estadual de fomento à Economia Popular Solidária no Estado do Rio Grande do Norte e estabelece outras disposições. O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA

Leia mais

MEIO AMBIENTE DESENVOLVIMENTO COM SUSTENTABILIDADE

MEIO AMBIENTE DESENVOLVIMENTO COM SUSTENTABILIDADE MEIO AMBIENTE DESENVOLVIMENTO COM SUSTENTABILIDADE Introdução A capacidade da atuação do Estado Brasileiro na área ambiental baseia-se na ideia de responsabilidades compartilhadas entre União, Estados,

Leia mais

Área de Inclusão Social Departamento de Economia Solidária

Área de Inclusão Social Departamento de Economia Solidária Atuação no Microcrédito Produtivo Programas de Apoio ao Microcrédito Produtivo Programa de Crédito Produtivo Popular PCPP Programa de Microcrédito PM Programa de Microcrédito PMC 1996 1997 2003 2004 2005...

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca DISCURSO EM CURITIBA, DANDO INICIO

Leia mais

Plano Agrícola e Pecuário, safra 2015/16 Medidas anunciadas em 02 de junho de 2015

Plano Agrícola e Pecuário, safra 2015/16 Medidas anunciadas em 02 de junho de 2015 1. Introdução O Crédito Rural abrange recursos destinados a custeio, investimento ou comercialização. As suas regras, finalidades e condições estão estabelecidas no Manual de Crédito Rural (MCR), elaborado

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015 MILTON CANUTO DE ALMEIDA Consultor Técnico em: Financiamento, Planejamento e Gestão da Educação, Plano de Carreira e Previdência

Leia mais

RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.866, DE 7 DE JUNHO DE 2010 DOU 08.06.2010

RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.866, DE 7 DE JUNHO DE 2010 DOU 08.06.2010 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.866, DE 7 DE JUNHO DE 2010 DOU 08.06.2010 Dispõe sobre programas de investimento agropecuário amparados em recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE Brasília, 18 de maio de 2010. MPE? Conceituação Brasil REPRESENTATIVIDADE

Leia mais

Situação das capacidades no manejo dos recursos genéticos animais

Situação das capacidades no manejo dos recursos genéticos animais PARTE 3 Situação das capacidades no manejo dos recursos genéticos animais Os países em desenvolvimento precisam fortalecer as capacidades institucional e técnica. É necessário melhorar a formação profissional

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta: 1 PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Nacional Pró-Infância Brasileira e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Artigo

Leia mais

Estudo aponta que o salário mínimo aumentou 1.019,2% em 20 anos de Plano Real

Estudo aponta que o salário mínimo aumentou 1.019,2% em 20 anos de Plano Real Veículo: Bahia Negócios Data: 28/05/14 Estudo aponta que o salário mínimo aumentou 1.019,2% em 20 anos de Plano Real Em 1994, quando foi instituído o Plano Real, o salário mínimo custava R$ 64,79. Passados

Leia mais

ENFRENTANDO OS DESAFIOS DA POBREZA E APERFEIÇOANDO AS AÇÕES SOCIAIS NAS AMÉRICAS

ENFRENTANDO OS DESAFIOS DA POBREZA E APERFEIÇOANDO AS AÇÕES SOCIAIS NAS AMÉRICAS ENFRENTANDO OS DESAFIOS DA POBREZA E APERFEIÇOANDO AS AÇÕES SOCIAIS NAS AMÉRICAS Explorando Novas Opções para o Incremento da Doação de Fundos e Re-canalização da Dívida Apresentado pela Agência Inter-Americana

Leia mais

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL 08 de Novembro de 2012 O que é o Brasil Rural? O Brasil Rural Diversidade: raças, origens étnicas, povos, religiões, culturas Conflitos: concentração de terra, trabalho

Leia mais

Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná.

Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná. Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná. Artigo 1. Fica instituída a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária

Leia mais

Análise das Medidas Provisórias 664 e 665. Análise de Conjuntura. Janeiro 2015

Análise das Medidas Provisórias 664 e 665. Análise de Conjuntura. Janeiro 2015 Análise das Medidas Provisórias 664 e 665 Análise de Conjuntura Janeiro 2015 Medidas Sociais Seguro Desemprego Abono Salarial Pensão por Morte Seguro Defeso Auxílio doença Impacto das medidas R$ + de 18

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento da Agência de Inovação da UNICENTRO, NOVATEC. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Faço saber que o Conselho de Ensino,

Leia mais

CONSOLIDADOS DAS AGÊNCIAS EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS EFETIVAMENTE CONCEDIDOS - 2009 POR REGIÃO E PORTE DO TOMADOR

CONSOLIDADOS DAS AGÊNCIAS EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS EFETIVAMENTE CONCEDIDOS - 2009 POR REGIÃO E PORTE DO TOMADOR 4.6 POLÍTICA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS DAS AGÊNCIAS FINANCEIRAS OFICIAIS DE FOMENTO As aplicações previstas pelas agências financeiras oficiais de fomento foram definidas em consonância com as prioridades

Leia mais

Cartilha do ALUNO EMPREENDEDOR POLITÉCNICA

Cartilha do ALUNO EMPREENDEDOR POLITÉCNICA 1 Cartilha do ALUNO EMPREENDEDOR POLITÉCNICA Diretor Acadêmico: Edison de Mello Gestor do Projeto: Prof. Marco Antonio da Costa 2 1. APRESENTAÇÃO Prepare seus alunos para explorarem o desconhecido, para

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3310. Parágrafo único. Não são considerados no cálculo da exigibilidade:

RESOLUÇÃO Nº 3310. Parágrafo único. Não são considerados no cálculo da exigibilidade: RESOLUÇÃO Nº 3310 Dispõe acerca da realização de operações de microcrédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei 4.595, de

Leia mais