Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro

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1 Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento Douglas Farias Cordeiro

2 APT 30

3 APT30 Empresa FireEye divulgou no último domingo (12/04/2015) um relatório que detalha as operações de um grupo de ciberespionagem que atua principalmente no sudeste da Ásia. O grupo foi identificado como APT30 Indícios apontam patrocínio do governo da China. Fonte: G1 Notícias

4 APT30 As pragas eram disseminadas através de s forjados, contendo documentos de interesse das vítimas; Após infectado, era possível ter acesso a todo o sistema da vítima.

5 APT 30 Alvos: Instituições políticas e comerciais; Jornalistas; Empresas de comunicação; Países: Índia, Coreia do Sul, Malásia, Vietnã, Tailândia, Arábia Saudita e Estados Unidos.

6 ABNT NBR ISO/IEC Criptografia

7 Ativos de informação Assegurar o uso efetivo e adequada da criptografia para a proteção da confidencialidade, autenticidade e/ou integridade da informação.

8 Política para uso de criptografia É importante que seja criada uma política que especifique como deverá ser o uso de criptografia para proteção da informação; A política deve ser implementada, publicada e divulgada.

9 Diretrizes Definir como as informações devem ser protegidas dentro da organização; Identificar o nível requerido de proteção com base em avaliações de risco e levando em conta: Tipo, Força, e Qualidade do algoritmo criptográfico.

10 Diretrizes Definição de uso de criptografia em dispositivos móveis; Gestão de chaves: Métodos para proteção de chaves; Métodos para recuperação de informações cifradas (chaves perdidas, comprometidas ou danificadas);

11 Diretrizes Determinação dos papéis e responsabilidades: Pela implementação da política; Pelo gerenciamento de chaves, inclusive por sua geração. Impacto do uso de informações cifradas em controles que dependem de inspeção; Exemplo: detecção de códigos maliciosos.

12 Objetivos de segurança Confidencialidade: Proteção de informações sensíveis ou críticas (armazenamento ou transmissão); Integridade/autenticidade: Uso de assinaturas digitais ou códigos de autenticação; Autenticação: Técnicas de criptografia para autenticar usuários ou sistemas.

13 Gerenciamento de chaves Definir uma política para uso, proteção e gestão do ciclo de vida das chaves criptográficas.

14 Diretrizes A política deve incluir os requisitos necessários à gestão de chaves: Geração; Armazenamento; Recuperação; Distribuição; Retirada; Destruição.

15 Orientações Todas as chaves devem ser protegidas contra modificação e perda; Os equipamentos usados na gestão de chaves devem ser fisicamente protegidos; Convém definir uma validade para utilização das chaves; Maiores informações na ISO/IEC

16 ABNT NBR ISO/IEC Segurança física e do ambiente

17 Objetivo Identificar as ameaças, vulnerabilidades e as medidas necessárias à proteção física dos recursos da empresa (pessoas, dados equipamentos, sistemas, mídias e suprimentos).

18 Objetivo É importante escolher e desenvolver um ambiente seguro, que esteja livre de: Acesso não autorizado; Roubo de informações e equipamentos;

19 Perímetro de segurança Convém que perímetros de segurança sejam definidos e usados para proteger a informação e o processamento de informações

20 Perímetro de segurança Integrar medidas para obter uma defesa em profundidade; O número de camadas depende da configuração do ambiente (interno ou externo) defesa em camadas; Os ativos mais valiosos ficam no centro;

21 Perímetro de segurança

22 Áreas seguras O edifício deve ser sólido, robusto e adequadamente protegido: Barras, alarmes, fechaduras, etc.; Monitoramento e proteção externa. Área de recepção para controlar acesso; Barreiras físicas contra acesso não autorizado;

23 Controle de entrada física Deve-se definir controles apropriados para assegurar acesso somente de pessoas autorizadas; Exemplos: Supervisionar visitantes e registrar suas entradas e saídas; Exigir que todos funcionários, fornecedores e terceiros, e todos visitantes tenham identificação visível; Revisar os direitos de acesso a áreas seguras em intervalos regulares, e revogá-los quando necessário.

24 Segurança em escritórios, salas e instalações As instalações-chave devem estar localizadas de modo a evitar acesso do público; Orienta-se utilizar edifícios discretos, que não identifiquem a atividade de processamento de informações; Manter lista de funcionários e guias telefônicos internos.

25 Proteção contra ameças físicas e climáticas Projetar e aplicar proteção contra: Incêndios, terremotos, explosões, pertubações de ordem pública, entre outras; Levar em conta ameças provenientes de instalações vizinhas; Equipamento de contingência e mídia de backup devem estar a uma distância segura do local principal.

26 Trabalhando em áreas seguras Colaboradores não devem ter conhecimento da existência de áreas seguras ou as atividades nelas realizadas, somente o necessário; Áreas seguras devem permanecer fechadas; O uso de máquinas fotográficas, gravadores de vídeo ou áudio deve ser proibido.

27 Instalação e proteção de equipamentos Segurança de equipamentos: Os equipamentos devem ser protegidos para reduzir riscos de ameças do meio ambiente, bem como acesso não autorizado; Utilidades Proteger os equipamentos contra falta de energia elétrica ou outros tipos de falhas;

28 Instalação e proteção de equipamentos Segurança do cabeamento Proteger o cabeamento de energia e de telecomunicações contra intercepção ou danos; Manutenção de equipamento Manutenção correta para assegurar disponibilidade e integridade permanentes;

29 Instalação e proteção de equipamentos Reutilização e alienação segura de equipamentos Todos os equipamentos de armazenamento devem ser examinados antes do descarte; Remoção de propriedade Equipamentos, informações ou softwares não devem ser retirados do local sem autorização prévia.

30 Atividade Elaborar relatório abordando o tema cuidados com equipamentos e informações organizacionais durante viagens a trabalho.

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