Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013

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1 Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013

2 10 CAPA Tire suas dúvidas so O avanço na profissão tem sido responsável pelo aprimoramento de técnicas para preservar pacientes. Por este motivo, a odontologia tem contribuído pelo aumento do uso do banco de humana. Os cirurgiões-dentistas brasileiros passaram a utilizar este material a partir do final da com exclusividade à Revista CRO-RJ Notícias pelo chefe da Divisão de Transplantes De lá para cá, houve um aprimoramento das técnicas para captação e processamento deste tipo de tecido, com uma legislação bem mais severa para assegurar a segurança. O Brasil conta atualmente com quatro banco de ossos localizados no Rio de Janeiro (Into), Passo Fundo (RS), Curitiba (PR) e em São Paulo (Hospital das Clínicas, Santa Casa e Unimar). Estas unidades registraram o aumento do volume do transplante ósseo no país, que saltou de 755 casos em 2005 para em Nos primeiros nove meses de 2011, os registros chegaram a casos, segundo a Associação Brasileira dos Transplantes de Órgãos (ABTO). Muito deste tecido é utilizado para tratamento com implantes dentários. Rigor na vigilância Grande parte deste crescimento se deve a partir da regulamentação da nova lei dos bancos de tecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com as modernas técnicas de aproveitamento do osso de doador humano, a oferta do tecido para a reconstrução de face e região da arcada dentária aumentou de 4,1 transplantes de osso por milhão de pacientes (pmp), naquele ano, para 123,1 pmp em 2011 (janeiro a setembro). Como conseqüência deste processo, também aumentou o número de cirurgiões-dentistas credenciados e habilitados pelo Ministério da Saúde para fazer uso dos bancos de ossos e a quantidade de procedimentos que utilizam estes tecidos. O que são os bancos de ossos? Conforme a Portaria 2600 de 21/10/2009, CAPÍTULO VII DOS BANCOS DE TECIDOS: Art Os Bancos de Tecidos são definidos como estabelecimentos de saúde que dispõem de instalações físicas, equipamentos, recursos humanos e técnicas adequadas para identificação e triagem dos doadores, captação, processamento, armazenamento e distribuição de tecidos e seus derivados, de procedência humana, de doadores vivos ou cadáveres, para fins terapêuticos e de pesquisa. 1º Os Bancos de Tecidos serão classificados nas seguintes modalidades: I Banco de Tecidos Oculares Habilitação 24.13; II Banco de Tecidos Cardiovasculares Habilitação 24.14; III Banco de Tecidos Musculoesqueléticos Habilitação 24.15; Tecidos Musculoesqueléticos são: ossos, tendões, fáscias e ligamentos;iv Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário Habilitação 24.16; e V Banco de Pele Habilitação A doação de ossos pode ajudar pacientes que precisam realizar cirurgias odontológicas para correção de falhas ósseas relacionadas aos dentes (entre outras) e pacientes que necessitem de cirurgias ortopédicas, como: revisão de artroplastias (cirurgias de revisão de próteses de quadril e joelho), ressecção de tumores ósseos, correção de falhas de consolidação óssea, cirurgias da coluna vertebral, correção de deformidades congênitas em crianças, acidentados e outros pacientes como atletas que necessitam de cirurgias de ligamentos, substituição de meniscos, perda de cartilagem, o que possibilita melhora substancial na qualidade de vida do paciente receptor. Na odontologia, os enxertos também são utilizados de forma crescente em diversas áreas de atuação, seja com finalidade implantodôntica, como também permitir o procedimento protético dentro dos parâmetros necessários. Não se pode ainda esquecer a aplicabilidade dos processos de enxertia na cirurgia e traumatologia buco-maxilo-faciais. Os riscos neste tratamento são baixos, já que raros são os casos de rejeição - pois a compatilibilidade entre doador e receptor é normalmente considerada boa. Em relação à transmissão de doenças, estatisticamente, a possilibilidade é calculada em menos de um em um milhão. Condições Para fazer uso deste tipo de material, o cirurgião-dentista deve solicitar o tecido adequado e em quantidade suficiente para cada procedimento a ser realizado. Além disso, deve utilizar a técnica de manipulação de acordo com as instruções das etiquetas dos tecidos, com total assepsia e seguindo normas de biossegurança. Outra imposição é usar cada tecido em somente um único paciente, registrando sempre o lote de identificação que consta na etiqueta no prontuário do paciente. É terminantemente proibido rearmazenar o produto ou, até mesmo, aproveitar sobras de tecidos. Os cirurgiões-dentistas também devem relatar eventos adversos quando ocorrerem, ao Banco de Ossos, além de se certificar que a unidade em que solicita os tecidos seja devidamente credenciado no Sistema Nacional de Transplante e esteja com seu credenciamento válido. Segundo a Portaria 2600, o Banco de Ossos poderá enviar os tecidos somente para profissionais cadastrados, desde que sejam utilizados para uso terapêutico, unicamente para profissionais transplantadores devidamente autorizados pela Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde (CGSNT);

3 Fevereiro 2013 bre Banco de Ossos 11 a saúde bucal, bem como permitir melhores condições de tratamento clínico-protético dos tecidos em especial, o de ossos que chegou a ser ignorado como alternativa de doação década de 90. Por este motivo, o tema ainda é cercado de algumas dúvidas respondidas, de Multitecidos do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), Rafael Prinz Banco de Tecidos do INTO segue regras rígidas de conservação e manuseio Revista CRO-RJ - Como ocorre a doação de tecidos? Qual o processo realizado pelo INTO para garantir a integridade do material a ser utilizado pelo cirurgiãodentista e evitar transmissão de doenças? Rafael Prinz A doação de tecido ósseo pode ocorrer em vida ou após a morte. Para receber ossos de doadores vivos, são candidatos os pacientes que irão se submeter a cirurgias de artroplastias primárias de quadril, onde embora a cartilagem articular esteja desgastada, a estrutura óssea local está preservada. Nestes casos é doada a cabeça femoral. No caso de doadores cadáveres, a doação ocorre após constatação de morte encefálica ou pós-parada cardíaca. A equipe captadora tem até 12 horas após a parada cardíaca para realizar a coleta e a entrega do tecido captado em condições controladas de temperatura no banco de tecidos. Em ambos os casos, a retirada do tecido ósseo ocorre em centro cirúrgico, em condições de assepsia e antissepsia iguais à de uma cirurgia comum. A garantia de integridade do tecido que é captado é garantida através de triagem epidemiológica prévia, onde é realizada entrevista familiar e análise de prontuário, com o objetivo de identificar situações de risco que inviabilizem a doação, como comportamento de risco, doenças sexualmente transmissíveis, entre outras; triagem sorológica prévia, com rastreamento do doador para doenças como HIV, hepatite, sífilis, citomegalovírus, toxoplasmose, chagas; durante a captação são coletados swabs de varredura das peças para análise de contaminação por bactérias e/ou fungos; durante o processamento do tecido são coletadas novas amostras para análise de contaminação, durante e ao final do processamento e para análise pela anatomia patológica; o tecido após o processamento é submetido a radiografias para análise de sua estrutura e identificação de alterações radiológicas locais. Revista CRO-RJ - Quais os riscos envolvidos no processo? Rafael Prinz O nosso risco é o mesmo de um paciente que recebe transfusão de sangue de um banco de sangue certificado e com controle de qualidade. Assim como numa transfusão de sangue, embora seja realizada a triagem do doador, existe o risco hipotético de transmissão de doenças caso o doador esteja em um período de janela imunológica. No nosso caso, além dos exames sorológicos que o banco de sangue realiza, o banco de tecidos faz exames de biologia molecular para HIV e HCV, o que diminui ainda mais a janela imunológica e a possibilidade de transmissão destes vírus. O risco de transmissão de neoplasias, devido ao nosso processo de controle de qualidade do tecido, com realização de histopatológico e análise radiológica de cada produto, acaba por ser diminuto. Até hoje, em nosso banco, não tivemos registro de nenhum caso de transmissão de doenças relacionadas aos nossos tecidos. Revista CRO-RJ - Como ocorre o processamento, manejo e armazenagem do tecido? Rafael Prinz O processamento do tecido ósseo captado é realizado dentro do próprio banco de tecidos, em área limpa com classificação ISO5, com controle do número de partículas do ar e filtros especiais para limpeza no qual está ocorrendo o processamento. O processamento em si varia de um banco para outro, desde que garanta a segurança do tecido que vai ser transplantado. De maneira geral, o processo em si consta de três fases: 1- Esqueletização RAFAEL PRINZ - CHEFE DA DIVISÃO DE TRANSPLANTES DE MULTITECIDOS DO INTO FOTOS: DIVULGAÇÃO INTO/VINICIUS ARRUDA

4 12 e fragmentação do tecido, onde se realiza a retirada das partes moles associadas e a fragmentação de acordo com as necessidades, em tecido ósseo moído, fragmentos, blocos, réguas - em alguns casos o osso pode ser deixado inteiro; 2- Lavagem dos produtos confeccionados, com retirada de resíduos medulares, gordura e utilização de substâncias bacteriostáticas e bactericidas. Durante esta fase são coletadas novas amostras do início e do fim do processo para avaliação de contaminação por bactérias e fungos, além de fragmentos para análise histopatológica; 3- Embalagem do tecido, com utilização de embalagem tripla estéril e selagem local. Os produtos são identificados, sendo geradas etiquetas para cada um, armazenados novamente em ultracongeladores, à temperatura de 80 graus negativos. O tecido liberado para transplante pode ser utilizado por até cinco anos de sua captação. Revista CRO-RJ - Como solicitar um tecido ósseo para transplante? Rafael Prinz O profissional que já está cadastrado no sistema nacional de transplantes deve entrar em contato com o banco de tecidos no qual deseja realizar o pedido. O banco em questão irá enviar os formulários necessários para o pedido. Informações e solicitações podem ser feitas através dos telefones do Into: (21) ou (21) Revista CRO-RJ - Como os profissionais da odontologia podem fazer para utilizar o banco de ossos? Por meio de cadastramento? Como é feito este cadastro? Rafael Prinz Em primeiro lugar, é necessário que o profissional seja especializado em algumas das seguintes áreas: implantodontia, periodontia ou cirurgia buco-maxilo-facial. Tendo alguma das especialidades citadas, deve se cadastrar através de preenchimento de formulário específico. Em seguida, com a cópia dos documentos solicitados, deve ser enviado para a CNCDO (Central de transplantes) do seu Estado. Revista CRO-RJ - De que forma se procede o monitoramento do material cedido aos profissionais da saúde para realizar rastreamento? Rafael Prinz O tecido entregue ao cirurgião-dentista possui dentro de sua embalagem três etiquetas - uma deve ser colada e retornada em formulário específico ao banco e as demais devem ser coladas no prontuário do paciente que recebeu o transplante e no relato do procedimento cirúrgico. Este formulário do banco deve ser retornado logo após o procedimento cirúrgico, e através dele será realizado o rastreamento do tecido ao paciente que foi transplantado. O profissional também deve retornar ao banco o formulário com informações sobre evolução pós-transplante dos pacientes operados, conforme a legislação em vigor, em até 15 dias após cirurgia. Revista CRO-RJ - Em geral, como é o perfil destes doadores? Rafael Prinz Os doadores variam em idade, sendo permitidos por legislação a captação de tecido ósseo na faixa entre 10 e 70 anos. A maior parte de nossas captações está relacionada a pacientes com morte encefálica, onde são captados órgãos e tecidos. O CIRURGIÃO-DENTISTA SOMENTE DEVE UTILIZAR MATERIAL DE BANCOS DE TECIDOS CADASTRADOS NO SISTEMA NACIONAL DE TRANSPLANTES. ALÉM DISSO, DEVE FICAR ATENTO AO RECEBIMENTO DESTE PRODUTO, QUE NECESSITA PERMANECER CONGELADO DURANTE O TRANSPORTE. NO CONSULTÓRIO, O TECIDO DEVE SER MANTIDO A - 20 GRAUS, DE PREFERÊNCIA COM REGISTRO DIÁRIO DA TEMPERATURA EM PLANILHA, POR NÃO MAIS DO QUE SEIS MESES (DENTRO DO PRAZO DE VALIDADE INICIAL DO TECIDO). OUTRO CUIDADO É NÃO UTILIZAR A SOBRA DO MATERIAL REQUISITADO EM OUTRO PACIENTE, DEVENDO SER A MESMA RETORNADA AO BANCO DE TECIDOS DE ORIGEM PARA DESCARTE APROPRIADO.

5 Fevereiro Revista CRO-RJ - Os cirurgiõesdentistas costumam utilizar o banco de ossos do Into? Qual o percentual deles? Caso seja baixo, qual seria o principal motivo para isso? Rafael Prinz O banco de ossos do Into é um banco de tecidos que prioriza o atendimento a pacientes do SUS que estejam necessitando de transplante ósseo na área de ortopedia. Sendo assim, somente uma pequena parte dos nossos produtos é disponibilizada a odontologia. Apesar disto, temos atendido a todas as solicitações de cirurgiões-dentistas que chegaram ao nosso banco, com a disponibilização em torno de 800g de tecido ósseo para transplantes odontológicos. Revista CRO-RJ - Como os ossos são disponibilizados para os pacientes que precisam de transplante? Rafael Prinz Em cirurgias realizadas em outros Estados, o tecido pode ser transportado por avião através de embalagens específicas que preservem a temperatura durante o transporte. É necessária a autorização prévia do sistema nacional de transplante e identificação de profissional responsável por sua retirada no aeroporto. No caso de cirurgias odontológicas no Rio de Janeiro, o dentista pode realizar a sua retirada no banco, sendo a partir de então responsável pelo tecido disponibilizado. Revista CRO-RJ - Como funciona atualmente o tratamento odontológico com o uso do banco de ossos? Rafael Prinz O uso do banco de ossos no tratamento odontológico está relacionado a casos de perda óssea, que necessitem de uma reconstrução mandibular e/ou maxilar local, na maioria das vezes relacionada à colocação de implantes dentários. O PROCESSAMENTO DO TECIDO ÓSSEO CAPTADO É REALIZADO DENTRO DO PRÓPRIO BANCO, EM ÁREA LIMPA COM CLASSIFICAÇÃO ISO5, COM CONTROLE DO NÚMERO DE PARTÍCULAS DO AR E FILTROS ESPECIAIS PARA LIMPEZA NO QUAL ESTÁ OCORRENDO O PROCESSAMENTO Revista CRO-RJ - Desde que iniciou o procedimento do uso de Banco de Ossos no tratamento odontológico, em 1999, no Brasil, o que mudou nesse meio tempo? Rafael Prinz Ocorreu uma maior informação por parte dos profissionais sobre a possibilidade de utilização do banco de ossos e também uma maior necessidade por parte dos mesmos de enxerto ósseo complementar, devido ao maior número de pacientes interessados no tratamento de implantes dentários. Revista CRO-RJ - Onde estão localizados os bancos de ossos no Brasil? O Into pode ser apontado como um centro de referência? Rafael Prinz Os bancos de ossos em atividade no país se encontram localizados em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Devido ao investimento em pesquisas e em controle de qualidade, além do suporte técnico que o Into realiza junto ao Ministério da Saúde, podemos considerar que somos um centro de referência em banco de tecido músculoesquelético no país. Revista CRO-RJ - Quais são as informações necessárias que um cirurgião-dentista precisa ter para efetuar um tratamento com o uso do banco de ossos em segurança? Rafael Prinz Em primeiro lugar, somente deve utilizar tecido de bancos de tecidos cadastrados no sistema nacional de transplantes; ficar atento ao recebimento do produto, que deve ser mantido congelado durante o transporte (com exceção do tecido liofilizado, que pode ser mantido em temperatura ambiente); no consultório, o material deve ser mantido a - 20 graus, de preferência com registro diário da temperatura em planilha, por não mais do que seis meses (dentro do prazo de validade inicial do tecido); outro cuidado é não utilizar a sobra do tecido requisitado em outro paciente, devendo ser a mesma retornada ao banco de tecidos de origem para descarte apropriado. Revista CRO-RJ - Ao se submeter a este tipo de tratamento odontológico, quais os principais pontos que o paciente precisa ficar atento? Existem riscos neste tipo de tratamento? Quais? Rafael Prinz Em primeiro lugar, para o paciente ser transplantado, deve ter assinado o termo de autorização do receptor, no qual consente que o profissional receba o tecido ósseo para sua cirurgia; como todo procedimento cirúrgico, podemos ter riscos relacionados a técnica do cirurgião-dentista, e não somente ao tecido, devendo ser esclarecidos todos os riscos relacionados ao procedimento como um todo. Em relação a utilização de ossos de banco, existe o risco diminuto de contrair doenças, que deve ser explicado. No que diz respeito a reação imune, vale ressaltar que a retirada da medula óssea vermelha durante o processamento do tecido faz com que a resposta imune não seja relevante para o transplante ósseo - motivo pelo qual não é necessária a utilização de imuno-supressores.

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