UNISALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Pós-Graduação Latu Sensu em MBA em Gestão Empresarial

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1 UNISALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Pós-Graduação Latu Sensu em MBA em Gestão Empresarial Maria Isabel Salustiano de Souza EMPREENDEDORISMO LINS SP 2012

2 MARIA ISABEL SALUSTIANO DE SOUZA EMPREENDEDORISMO Monografia apresentada à Banca Examinadora do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, como requisito parcial para obtenção do título de especialista em MBA Gestão Empresarial sob a orientação das Professoras Especialistas Ana Beatriz Lima e Ma Jovira Maria Sarraceni. Lins SP 2012

3 S716e Souza, Maria Isabel Salustiano Empreendedorismol / Maria Isabel Salustiano de Souza. Lins, p. il. 31cm. Monografia apresentada ao Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium UNISALESIANO, Lins-SP, para Pós- Graduação em Lato Sensu em MBA em Gestão Empresarial, Orientadores: Ana Beatriz Lima; Jovira Maria Sarraceni 1. Empreendedorismo. 2. Inovação. 3. Pequenas Empresas. 4. Riscos. 5. Crescimento Organizacional. I Título. CDU 658

4 MARIA ISABEL SALUSTIANO DE SOUZA EMPREENDEDORISMO Monografia apresentada ao Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, para obtenção do título de especialista em MBA em Gestão Empresarial. Aprovada em: / / Banca Examinadora: Profª. Ana Beatriz Lima Especialista em Administração pelo Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium. Profª Ma Jovira Maria Sarraceni Mestre em Administração pela Universidade Metodista de Piracicaba UNIMEP Lins SP 2012

5 MENSAGEM SÁBIO É O SER HUMANO QUE TEM CORAGEM DE IR DIANTE DO ESPELHO DA SUA ALMA PARA RECONHECER SEUS ERROS E FRACASSOS, E UTILIZÁ-LOS LOS PARA PLANTAR AS MAIS BELAS SEMENTES NO TERRENO DE SUA INTELIGÊNCIA. MARIA ISABEL SALUSTIANO DE SOUZA

6 AGRADECIMENTOS AGRADEÇO A DEUS POR SER PRESENÇA CONSTANTE EM MINHA VIDA, NOS MOMENTOS QUE MAIS PRECISEI DE CORAGEM, ENTUSIASMO, FORÇA, SAÚDE E SABEDORIA PARA SEGUIR NESSA CAMINHADA E ATINGIR MEU MAIOR OBJETIVO. SEM ELE NADA SOMOS E NADA PODEMOS MARIA ISABEL SALUSTIANO DE SOUZA

7 DEDICO ESTE TRABALHO MONOGRÁFICO AOS MEUS FAMILIARES, AO MEU NOIVO JOSÉ MARCOS,, AOS MEUS AMIGOS DE TRABALHO DO UNISALESIANO E AS PROFESSORAS E ORIENTADORAS BEATRIZ E JOVIRA QUE ME ACOMPANHARAM, TORCENDO POR ESSA VITÓRIA, PELO APOIO E PACIÊNCIA, QUE FORAM DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA QUE PUDESSE TER ÊXITO NA ELABORAÇÃO. MARIA ISABEL SALUSTIANO DE SOUZA

8 RESUMO Atualmente as organizações possuem uma grande necessidade de buscar e desenvolver profissionais com perfil empreendedor, devido ao fato de estes, serem os responsáveis pelas modificações, criações e visões inovadoras para obter um destaque maior e uma diferenciação positiva frente à concorrência. Planejamento Estratégico é a identificação de fatores competitivos de mercado e potencial interno, para atingir metas e planos de ação que resultem em vantagem frente à concorrência, com base na análise sistemática do ambiente de atuação prevista para um determinado período. O planejamento auxilia pequenas e médias empresas a obter sucesso em situações de crescimento ou de reestruturação para superar crises. Entre outros pontos, ele auxilia as empresas a definir as estratégias de crescimento, de determinação do preço de venda de seus produtos e/ou serviços, de analise da rentabilidade do negócio, da elaboração de orçamentos e da administração do caixa. O planejamento estratégico não pode se transformar apenas na formalização de metas que sucedem ano após ano. A formação empreendedora pode ser caracterizada por situações que contribuem diretamente para que esta ação aconteça. O empreendedor desenvolve um papel otimista dentro da organização, capaz de enfrentar obstáculos internos e externos, sabendo olhar além das dificuldades, com foco no melhor resultado. Os empreendedores são visionários, dotados de idéias realistas e inovadoras, baseados no planejamento de uma organização, intervêm no planejado e propõem mudanças. Empreender é, acima de tudo, uma atitude mental que engloba a motivação e a capacidade de um indivíduo, isolado ou integrado num objetivo de produzir um novo valor ou um resultado econômico. O empreendedor, em resumo, é a pessoa que consegue fazer as coisas acontecerem, pois é dotado de sensibilidade para os negócios, tino financeiro e capacidade de identificar oportunidades, ele transforma idéias em realidade para benefício próprio e para benefício da comunidade. Palavras-chave: Empreendedorismo. Inovação. Pequenas Empresas. Riscos. Crescimento Organizacional.

9 ABSTRACT Currently the organizations possess great necessity you search and you develop professionals with enterprising profile, which had you the fact of these, you be the responsible ones will be the modifications, innovative creations and visões you get to bigger prominence and positive differentiation front you the competition. Strategical planning is the identification of competitive factors of market and internal potential, you reach goals and plans of action that result in advantage front you the competition, on the basis of the systematic analysis of the environment of performance foreseen will be one determined period. The small planning assists and average companies you get success in reorganization or growth situations you surpass crises. Among others points, it assist the companies you defines the growth strategies, of determination of the price of venda of its products and/or services, of analyze of the yield of the business, the elaboration of budgets and the administration of the box. Strategical The planning cannot be changedded only into the formalização of goals that succeed to year to year to after. The enterprising formation can be characterized by situations that contribute directly that only this action happens. Optimistical The entrepreneur develops an paper inside of the organization, capable you the internal face and external obstacles, knowing you look at beyond the difficulties, with resulted focus in optimum. The entrepreneurs ploughs visionary, endowed with realistic ideas and innovative, based in the planning of an organization, they intervine in the planned one and they to consider changes. You undertake is, above all, the mental individual attitude that engloba the motivation and the capacity of an, isolated or integrated in an objective you produce new value or economic result. The entrepreneur, in summary, is the person who obtains you make the things you happen, therefore is endowed with sensitivity will be the businesses, clinks financial and capacity you identify possibilities, it transforms ideas into reality will be to proper benefit and benefit of the community. Keywords: Entrepreneurship. Innovation. Small Business. Risk. Organizational Growth.

10 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Sucesso Empresarial Figura 2: Vantagens Competitivas Figura 3: Micro Empresa e Brasil LISTA DE TABELAS Tabela 1: Número de Estabelecimentos Por Porte LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS BNDES: Banco Nacional do Desenvolvimento BRICK-AND-MORTAR: Tijolo e Cimento CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CRC-SP: Conselho Regional de Contabilidade do estado de São Paulo EUA: Estados Unidos da América GEM: Global Entrepreneurship Monitor, na sigla em inglês IBGE: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IPOS: Initial Public Offering Oferta Pública Inicial de Ações IPTU Imposto Territorial Urbano MPE: Micro e Pequenas Empresas MPME: Micro, Pequenas e Médias Empresas NASDAQ: Bolsa de Valores de Empresas de Tecnologia nos Estados Unidos PONTOCOM: Empresas Baseadas na Internet SEBRAE-SP: Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas TLIF: Taxa de localização, Instalação e Funcionamento

11 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I PERFIL DO EMPREENDEDOR INICIATIVA EMPRESARIAL Definição de empreendedorismo Perfil para se tornar um empreendedor de sucesso Desenvolvimento de um novo negócio Novo negócio com base em conceito existente Oportunidades na internet Vantagens competitivas CAPÍTULO II O SUCESSO DAS PEQUENAS EMPRESAS PEQUENAS EMPRESAS Definição de pequenas empresas Sucesso das pequenas empresas Mercado virtual Empresa real na internet Empresas em comunidade virtual Competência gerencial Globalização CAPÍTULO III PROCEDIMENTOS PARA MONTAR UMA PEQUENA EMPRESA COMO MONTAR UMA PEQUENA EMPRESA Planejamento para abrir uma empresa Conceitos básicos para abertura da pequena empresa Etapas para registro da empresa Estatística de crescimento das pequenas empresas Histórias de sucesso O uso das placas de silício Mensagens instantâneas... 34

12 3.5.3 A história do fundador da cacau show CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS... 49

13 10 INTRODUÇÃO O empreendedor é aquele que apresenta determinadas habilidades e competência para criar, abrir e gerir um negócio, gerando resultados positivos. Os empreendedores são visionários, dotados de idéias realistas e inovadoras. Além disso, desenvolve um papel otimista dentro da organização, capaz de enfrentar obstáculos internos e externos. O empreendedor é o agente do processo de destruição criativa é o impulso fundamental que aciona e mantém em marcha o motor capitalista, constantemente criando novos produtos, novos métodos de produção, novos mercados e, implacavelmente, sobrepondo-se aos antigos métodos menos eficientes e mais caros. (DEGEN, 1989, p.2). Empreendedorismo de maneira geral vem sofrendo diversas mudanças. Relacionado a práticas inovadoras os empreendedores são encontrados, nas casas, em comunidades, dentro de organizações ou até mesmo no meio de uma assembléia sindical, ou seja, em qualquer lugar onde existam pessoas. A globalização atual aponta, não só para alternativas econômicas inovadoras, mas, principalmente, em estratégias de promoção do desenvolvimento que estimulem e, de certa forma, dependam do empreendedorismo. Assim é o desenvolvimento territorial, que, ademais, realiza uma abordagem que parte do local para o global reforça o planejamento produtivo pela própria comunidade, com aproveitamento das vocações e potenciais. A característica básica do empreendedor é ter espírito criativo e pesquisador. Ele está constantemente buscando novos caminhos e novas soluções, sempre tendo em vista as necessidades das pessoas. A essência do empresário de sucesso é a busca de novos negócios e oportunidades, além da preocupação com a melhoria do produto. O empreendedor faz o que deve ser feito antes de ser solicitado ou forçado pelas circunstâncias. Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços. Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamentos, equipamentos, terrenos, local de trabalho ou assistência. O principal requisito para o sucesso empresarial é a existência, por parte do empresário, de uma conduta empreendedora, ou seja, a capacidade de

14 11 identificar oportunidades e transformá-las em projetos exeqüíveis, para os cenários percebidos, com o mínimo de risco. Assumir riscos é inerente ao estado de ser empreendedor. A globalização apresenta oportunidades para as pequenas empresas devido à flexibilidade e agilidade destas. Os resultados preliminares sugerem que elas podem se especializar em pequenos nichos, empreender atividade com menor custo ou se diferenciar dos grandes concorrentes nacionais e multinacionais. Estes posicionamentos são possíveis já que os pequenos apresentam estrutura enxuta, flexível e ágil. A ausência da burocracia e a atitude empreendedora são apontadas como fatores competitivos nas pequenas empresas. O mercado aberto sugere novas oportunidades, entretanto, aumenta a competição doméstica devido à entrada de novos concorrentes internacionais. Este processo exige das empresas locais, principalmente das pequenas, um posicionamento estratégico eficiente para competir neste cenário. As pequenas organizações são mais ágeis que as grandes corporações e isto permitem entregar as inovações com maior rapidez ao mercado, além de reagir aos fatos imprevistos de maneira imediata. Estas pequenas empresas são gerenciadas pelo seu proprietário, o que possibilita tal flexibilidade e agilidade ambiente econômico atual brasileiro e em um cenário globalizado. Diante do exposto surgiu o seguinte questionamento: As ações empreendedoras garantem o sucesso das pequenas empresas? Será realizada uma revisão bibliográfica sobre as ações empreendedoras com base nas seguintes linhas teóricas, dos autores: DORNELAS, J.C.A, DOLABELA, F, SALANI, E, SEBRAE-SP. A pesquisa abrangerá o período de 2002 a A pesquisa apresenta-se estruturada em três capítulos sendo: O Capítulo I: aborda o perfil do empreendedor O Capítulo II: o sucesso das pequenas empresas O Capítulo III: procedimentos para montar uma pequena empresa Por fim, serão apresentadas referências e a conclusão.

15 12 CAPÍTULO I PERFIL DO EMPREENDEDOR Fonte: Blog Universo Universal, 2012 Figura 1: Sucesso Empresarial 1 INICIATIVA EMPRESARIAL 1.1 Definição de Empreendedorismo Segundo Dolabela (1999), o empreendedor é alguém que define por si mesmo o que vai fazer e em que contexto será feito. Ao definir o que vai fazer, ele leva em conta seus sonhos, desejos, preferências, o estilo de vida que quer ter. Desta forma, consegue dedicar-se intensamente, já que seu trabalho se confunde com o prazer. Contudo, não se considera empreendedora uma pessoa que, adquira uma empresa e não introduza qualquer inovação, mas somente gerencie o negócio. O empreendedor é capaz de desenvolver uma visão, mas não só. Deve saber persuadir terceiros, sócios, colaboradores, investidores, convencê-los de que sua visão poderá levar todos a uma situação confortável no futuro.

16 13 Um dos principais atributos do empreendedor é identificar oportunidades, agarrá-las e buscar os recursos para transformá-las em negócio lucrativo. Não é indispensável que ele possua os meios necessários à criação de sua empresa. Mas deve ser capaz de atrair tais recursos, demonstrando o valor do seu projeto e comprovando que tem condições de torná-lo realidade. O dinheiro é visto pelo empreendedor como uma medida de desempenho, como meio para realizar os seus objetivos, mas raramente como objetivo em si mesmo. O empreendedorismo deve conduzir ao desenvolvimento econômico, gerando e distribuindo riquezas e benefícios para a sociedade. Por estar constantemente diante do novo, o empreendedor evoluiu através de um processo iterativo de tentativa e erro; avança em virtude das descobertas que faz, as quais podem se referir a uma infinidade de elementos, como novas oportunidades, novas formas de comercialização, vendas, tecnologia e gestão. empresas. O empreendedorismo é visto como um ramo de administração de O estudo do comportamento do empreendedor é fonte de novas formas para a compreensão do ser humano em seu processo de criação de riquezas e de realização pessoal. Sob este prisma, o empreendedorismo é visto também como um capo intensamente relacionado com o processo de entendimento e construção da liberdade humana (DOLABELA, 2000, p.21). Segundo Dolabela (2000), empreender é um processo existencial, sem regras nem dicas. O indivíduo deve se conhecer, ter auto-estima, ser proativo, definir um sonho e construir a concepção de futuro para então identificar oportunidades. empreender. A grande questão é que os estudantes não são preparados para O sistema tradicional de formação para emprego não trabalha o autoconhecimento, a auto-estima, a emoção, o sonho, a intensidade, exigências do mundo empreendedor. 1.2 Perfil para se tornar um empreendedor de sucesso Para Gianini (2012), o Brasil é onde mais se abrem novos negócios no mundo, mas também o país com a maior taxa de falência de empresas com até

17 14 três anos de vida. Segundo levantamento realizado pela organização internacional GEM (Global Entrepreneurship Monitor, na sigla em inglês), 12,3% dos brasileiros com idade entre 18 e 64 anos têm negócio próprio. Em segundo lugar, estão os Estados Unidos, com 9,8% e em terceiro a Austrália, com 8,1%. Mas outra pesquisa, desta vez realizada pelo Sebrae-SP, constatou que, de cada 100 micro e pequenas empresas abertas no Estado, 62% fecham até o quinto ano de vida. Também nesse caso, somos os primeiros do ranking, seguidos por Portugal (44%) e Estados Unidos (40%). Muitos são os fatores que devem ser avaliados antes de se decidir abrir um negócio. Entre eles, está o espírito empreendedor. Empreendedor é quem sabe identificar oportunidades e transformá-las em negócios viáveis, afirma o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Ricardo Tortorella. Algumas características do empreendedorismo são decisivas para quem pretende se aventurar no mundo dos negócios. Segundo o diretor do Sebrae, há aspectos da personalidade de um empreendedor que são importantes para o sucesso do negócio. Mas a dinâmica do funcionamento dessas características no pequeno empresário pode ser ensinada ou aprendida. Segundo Gianini (2012), o perfil do empreendedor destaca-se da seguinte forma: a) gostar de assumir riscos; b) saber aproveitar bem as oportunidades; c) conhecer o ramo em que pretende atuar; d) ter facilidade no tratar das pessoas; e) ter senso de organização; f) saber tomar decisões; g) ter jogo de cintura para se sair bem em situações de risco; h) saber delegar responsabilidades; i) é motivado e tem amor pelo que faz; j) saber lutar por idéias; k) saber perder e ganhar e não ter medo do fracasso e l) ser ambicioso e ter visão de sucesso.

18 Desenvolvimento de um novo negócio Segundo Maximiano (2010), muitas pessoas, ao andar pela cidade, podem apenas ver multidões, fachadas e anúncios, enquanto um empreendedor percebe o que está por trás disso: fluxo de pessoas com inúmeras motivações, todas indo e vindo de algum compromisso, compras e vendas, movimentação de bens, faixas etárias e tipos de comércio, entre outras informações. Os indivíduos são atraídos para o empreendimento por inúmeros incentivos poderosos, ou recompensas. Essas recompensas podem ser agrupadas, visando a simplicidade, em três categorias básicas: lucro, independência e um estilo de vida prazeroso. (LONGENECKER; MOORE; PETTY, 2004, p.6). Ele enxerga a riqueza circulando e as oportunidades. As Oportunidades estão associadas à criação de valor para as pessoas, e não necessariamente com preços baixos, pois, se vale a pena, as pessoas pagam o preço que é pedido. Evidências disso são a expansão do mercado do luxo e as filas de espera para a aquisição dos novos produtos de alta tecnologia de comunicação pessoa. Maximiano (2010), salienta que muitas empresas são iniciadas quando empreendedores desenvolvem idéias para novos produtos e serviços. Não são apenas os produtos de alto conteúdo tecnológico que tem potencial para o sucesso. Na verdade, com freqüência chegam ao mercado produtos e serviços, triviais ou criativos, com tecnologia de domínio público ou sem nenhuma sofisticação tecnológica, mas que nem por isso deixam de ser competitivos Novo negócio com base em conceito existente Segundo Maximiano (2010), há também pessoas que iniciam um empreendimento com base em velhos conceitos. Por exemplo, se alguém abre uma padaria, a idéia não é nova e o empreendedor não criou algo inovador, mas o negócio representa um risco financeiro. Além disso, o proprietário está desenvolvendo algo onde nada existia, Essa pessoa é um legítimo empreendedor, embora o novo negócio não tenha nascido da criatividade ou da inovação.

19 16 Um exemplo conhecido é o da Gol linhas aéreas, que atua em um ramo de alta tecnologia e altos investimentos, no qual os concorrentes enfrentam dificuldades. O criador da Gol, no entanto, com base em uma estratégia de baixo custo e preço, conseguiu criar uma empresa de grande sucesso, superando todos os riscos potenciais. A idéia não era nova quando a Gol foi fundada, em A Southwest Airlines, em 1971, inventou o conceito e tornou-se a maior empresa aérea de baixo custo do mundo. A Rynair, da Irlanda, criada em 1985, para atender a comunidade irlandesa dentro do Reino Unido, começou a seguir o modelo Southwest em Em 2010, a Ryanar operava 362 rotas em 22 países. Na cidade de Puebla, no México, foi criada, em 2009, a Companhia Pink Taxi. Como sugere o nome, trata-se de uma empresa que oferece carros exclusivamente para mulheres, durante as 24 horas do dia. Todos os carros da empresa são cor-de-rosa tem kits de beleza, GPS e botões de pânico, para que as mulheres se sintam seguras. Os táxis são conduzidos apenas por mulheres, para que as clientes não corram o risco de serem assediadas por motoristas do sexo masculino. Serviços similares já existem em Londres e Teerã, quando a Pink Taxi foi criada. Assim como as companhias aéreas e as de táxis introduzem inovações no manejo das frotas e em operações, a padaria pode introduzir inovações nos produtos, na apresentação, no atendimento ou em qualquer outro aspecto de suas operações, para ganhar competitividade. 1.4 Oportunidades na internet Segundo Dornelas (2008), tudo era maravilhoso e sem limites no mundo das pontocom (empresas baseadas na internet) na segunda metade da década de 1990 até o fatídico 11 de março de 2000, que ficou conhecido como o estouro da bolha das empresas pontocom na Nasdaq (bolsa de valores de empresas de tecnologia nos Estados Unidos). Já faz parte da história, mas seu impacto e as conseqüências para o empreendedorismo da nova economia permanecerão por muitos anos. Oportunidade é uma idéia que está vinculada a um produto ou serviço que agrega valor ao seu consumidor, seja através da inovação ou da diferenciação. Ela tem algo de novo e atende a uma demanda de cliente,

20 17 representando um nicho de mercado. Ela é atrativa, ou seja, tem potencial para gerar lucros, surge em um momento adequado em relação a quem irá aproveitá-la, o que a torna pessoal, e durável e baseia-se em necessidades insatisfeitas (DOLABELA, 1999). Para Dornelas (2008), no auge das pontocom ( ), o sonho de muitos jovens era alcançar a aposentadoria com menos de 30 anos de idade, ganhando muito dinheiro e curtindo a vida. Isso tudo foi motivado pelos constantes casos de sucesso de jovens empreendedores americanos que criaram um site na garagem de casa e, em menos de um ano, mudaram de vida, ou melhor, tornaram-se empreendedores no papel, com muitas ações de empresas com valores de mercado extraordinários, mas em muitos casos sem um único centavo de receita. Continuando com o mesmo autor, esta explosão da internet ocorrida nos Estados Unidos ocorreu também no Brasil, com a imprensa sempre mostrando jovens empreendedores com sinônimo de sucesso nos negócios. O sinônimo de sucesso era conseguir o dinheiro do capitalista de risco. Infelizmente, para muitos oportunistas, esse foi o principal objetivo: conseguir captar o dinheiro inicial, depois alguém pensava se a empresa iria crescer. Mas isso mudou rapidamente. No período compreendido entre 11 de março de 2000 a 9 de outubro de 2002 o índice Nasdaq perdeu 78% de seu valor, um recorde na história. O número de IPOs (Initial Public Offering Oferta Pública Inicial de Ações) declinou de 457 em 1999 para 76 em A valorização excessiva das empresas pontocom no mercado norte americano e, por conseqüência, nos demais mercados mundiais mostrou-se insustentável e a bolha estourou. Muitas empresas baseadas na internet começaram a falir tanto nos Estados Unidos como na Europa, e também no Brasil. E os oportunistas, denominados erroneamente de empreendedores, começaram a ter desafios verdadeiros, ou seja, tiveram de justificar os investimentos maciços recebidos e a ausência de receita dessas empresas. A maioria não conseguiu e suas empresas fecharam as portas ou foram adquiridas por outras (DORNELAS, 2008). Os empreendedores interessados em ingressar nesse ramo de negócio, jovens ou não, devem ter em mente que só o trabalho árduo e competente lhes trará a recompensa financeira e pessoal, criando uma pontocom da qual

21 18 possam se orgulhar gerando empregos, novas formas de fazer negócio, inovando e promovendo o crescimento do país, sem especulação (DORNELAS, 2008). 1.5 Vantagens competitivas Segundo Maximiano (2010), ao avaliar a concorrência, o empreendedor deverá buscar as seguintes informações principais: número de competidores, o alcance de seus canais de distribuição, suas políticas de preços e suas vantagens competitivas. Para Maximiano (2010), vantagens competitivas são atributos do produto ou serviço, ou das empresas que os fornecem, que motivam a preferência do mercado ou cliente. Uma vantagem competitiva está ligada a diferencias que proporcionam ganho material ou psicológico para o consumidor. Preço baixo é a vantagem competitiva da companhia aérea Ryanair e das canetas vendidas a R$ 1,00 nos cruzamentos; para o comprador da caneta Montblanc e do relógio Rolex, o preço é secundário. As vantagens competitivas variam desde o custo menor de produção, e da maior eficiência e preço mais baixo, a um formato criativo ou a uma imagem de exclusividade e luxo. Seja qual for, o fator de atração e preferência dos clientes é o que permite à empresa superar os competidores, estabelecer sua marca e fortalecer sua identidade. Fonte: Luciano Vicenzi, 2010, p.1 Figura 2: Vantagens Competitiva

22 19 CAPÍTULO II O SUCESSO DAS PEQUENAS EMPRESAS 2 PEQUENAS EMPRESAS Fonte: SEBRAE, 2011 Figura 3: Microempresa e Brasil União Perfeita 2.1 Definição de pequenas empresas Segundo Longenecker, Moore, Petty (2004), especificar qualquer padrão de tamanho para definir pequenas empresas é algo necessariamente arbitrário porque as pessoas adotam padrões diferentes para propósitos diferentes. Os

23 20 legisladores, por exemplo, podem excluir as pequenas empresas de certas regulamentações e especificar dez empregados como o limite. Além disso, uma empresa pode ser descrita como pequena quando comparada com empresas maiores, mas grande quando comparada com menores. A maioria das pessoas, por exemplo, classificaria postos de gasolina, restaurantes locais e lojas locais de varejo de proprietários independentes como pequenas empresas. Do mesmo modo, a maioria concordaria que os principais fabricantes de automóveis são grandes empresas. E as empresas entre esses tamanhos seriam classificados como grandes ou pequenas com base em pontos de vista individuais. As pequenas empresas operam em todos os setores, mas diferem enormemente em sua natureza e importância de um setor para outro. Ao pensar sobre sua contribuição econômica, é preciso identificar os setores mais importantes e observar os tipos de empresas pequenas que funcionam nesses setores. Para Longenecker, Moore, Petty (2004), os oito setores principais e seus respectivos exemplos de pequenas empresas são os seguintes: a) comércio atacadista empresas atacadistas de medicamentos, postos de petróleo bruto; b) construção contratantes de edificações gerais, contratantes elétricos; c) comércio varejista lojas de ferragens, restaurantes; d) serviços agências de viagens, salões de beleza; e) finanças, seguros e imobiliárias agências locais de seguros, empresas corretoras de imóveis; f) mineração empresas de areia e cascalho, minas de carvão; g) transporte e utilidades públicas empresas de táxis, estações locais de rádio e h) manufatura padarias, oficinas. Como parte da comunidade empresarial, as pequenas empresas contribuem inquestionavelmente para o bem estar econômico da nação. Elas produzem uma parte substancial do total de bens e serviços. Assim, sua contribuição econômica geral é similar àquela das grandes empresas. As pequenas empresas, entretanto, possuem algumas qualidades que as tornam

24 21 mais do que versões em miniatura das grandes corporações. Elas oferecem contribuições excepcionais, na medida em que fornecem novos empregos, introduzem inovações, estimula a competição, auxiliam as grandes empresas e produzem bens e serviços com eficiência. 2.2 Sucesso das pequenas empresas Antes de saber sobre tendências de mercado é bom corrigir as pendências da empresa. Para Salani (2012), o sucesso do negócio depende de seis fatores fundamentais: a) pessoas; b) liderança; c) ousadia; d) fluxo de caixa; e) layout e f) benchmarking. De acordo com Salani (2012), os empresários de pequenas empresas devem estar atentos em ter bons funcionários, buscar produtos diferenciados, ter controle financeiro para investir sem medo e tratar bem os fornecedores. Saber liderar a equipe, investir mais dentro da própria loja do que fora dela, e principalmente, conhecer o que há de melhor no mercado para diferenciar o negócio. O empreendedor de sucesso possui características extras, além dos atributos do administrador, e alguns atributos pessoais que somados a características sociológicas e ambientais, permitem o nascimento de uma nova empresa. (DORNELAS, 2005, p 32). Muitas são as definições que encontramos por aí sobre sucesso, mas a verdade é que cada um de nós sabemos exatamente quando e como se sente vitorioso. Independentemente das impressões pessoais, existem hábitos e competências reconhecidamente necessários para obtermos resultados na busca para o sucesso. São eles: capacidade de negociação, trabalhar em equipe, falar em público, administrar o tempo, relacionar-se com as pessoas, liderar e aprender constantemente. Acima de tudo, o sucesso é ser feliz. Acreditar que podemos atingir objetivos, aproveitando recursos, correndo

25 22 riscos, sendo bem-sucedido, é uma atitude que deve ser renovada todos os dias e criar o próprio sucesso. (SUCESSO EMPRESARIAL...,2012) O sucesso de um negócio passa pela capacidade do empreendedor de buscar o diferente, o quase-impossível. E só quem supera o medo de ousar é capaz de conseguir isso. Quanto mais difícil, melhor. O ditado mostra que, quando o brasileiro sonha em montar um novo negócio ou quer criar um mercado, a fé e a vontade são, na maioria das vezes, suas únicas armas para vencer. Mas isso já não é novidade e o Brasil está entre os países mais empreendedores do mundo. O empreendedor brasileiro é tão ousado como qualquer outro no mundo. Isso porque empreender no Brasil é lutar contra tudo e contra todos. Ninguém gosta de microempresa e pequena empresa no Brasil. Nosso empreendedor é extremamente mais audacioso do que qualquer outro, destaca Fernando Dolabela, consultor mineiro que tem seu método de ensino de Empreendedorismo usado em mais de 250 instituições de ensino do Brasil. O governo não gosta porque não existe um sistema de compras públicas voltado para essas empresas, o empregado gosta de trabalhar numa grande empresa e até as mães preferem ver seus filhos trabalhando num emprego estável (O BRILHO DA OUSADIA..., 2012). Acredita-se que o Brasil encontra obstáculos para empreender porque tudo depende muito do capital social localizado no lugar onde as pessoas se reúnem para resolver seus problemas. Sem isso, diz ele, sem democracia e sem um foco nas redes, não existe empreendedorismo. Os projetos feitos no Brasil têm fluxos de poder dentro de uma hierarquia muito definida. O problema é da estrutura social e não basta investir dinheiro. O capital de risco, por exemplo, só vai pegar quem está no topo da pirâmide, afirma. Segundo Dolabela, nenhum empreendedor em todo o mundo gosta de assumir riscos. Para ele, a questão é mal colocada, já que o empreendedor é aquela pessoa que sabe que existe risco em cada ação humana e tenta reduzi-lo criando mecanismos como o plano de negócios para aliviar os perigos (O BRILHO DA OUSADIA..., 2012).

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