1.0. Transitividade e intransitividade na gramatica tradicional e na gramatica gerativa

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1 ABSTRACT: This paper presents a study of arbitrary null objects in Brazilian Portuguese. The main focus of this research is to discuss the relations of verbal transitivity and intransitivity in the subcategorization of the verbal object. This study aims at establishing the localization of the exigence and non exigence parameters andfacultativity in the Brazilian Portuguese. o presente estudo procura relacionar as estruturas dos objetos nulos pro-arb como ocorrencias que alteram a transitividade dos verbos do Portugues do Brasil (PB). Nosso objetivo maior e determinar a natureza dos objetos nulos, principalmente os de interpreta~lio arbitciria. Para isso, selecionamos duas classes principais de verbos do PB: verbos psicol6gicos e verbos de atividade, conforme classifica~lio de Levin (1992) para 0 Ingles. Ocuparemo-nos aqui do fenomeno de objeto nulo arbitcirio em verbos transitivos, procurando determinar a natureza desse processo no fenomeno de transitividade/intransitividade verbais no PB. Apresentaremos, a seguir, em linhas gerais, uma sintese da posi~lio da Gramatica Tradicional (GT), da Gramatica Gerativa (GG) e de autores funcionalistas como Barros (1992), que consideram em suas analises 0 fenomeno da transitividade/intransitividade verbais Transitividade e intransitividade na gramatica tradicional e na gramatica gerativa A posi~lio da GT, em rela~lioas questoes mencionadas acima, e conhecida atraves de estudos realizados por (1972), Brandlio (1963) e Cunha e Cintra (1985), que tem defendido que os verbos, em geral, apresentam tra~os semanticos e sintliticos inerentes, 0 que significa que alguns exigem objetos e outros nlio. A gramatica tradicional defende entlio que, em estado de dicionario, os verbos apresentam tra~os especificos que determinariio, em principio, seu comportamento na frase. Evidentemente, nlio s6 a gramatica tradicional tern se ocupado desse assunto. A gramlitica gerativa, em especial, tern se preocupado desde 0 modelo

2 padrao com 0 problema da transitividade verbal. Segundo Chomsky (1965: ), e no lexico que urn item como V (verbo) adquire tra~os sintliticos e semanticos que definem se 0 verba e transitivo ou nao. Esses tra~os permitem ao verbo subcategorizar ou nao urn complemento ou objeto, caracterizando-o como transitivo ou intransitivo. Podemos afirmar que a gramatica gerativa, assim como a tradicional, toma como criterios basicos de amilise as no~oes de exigencia e recusa de complemento verbal. (I )a. Joao comeu seu peda~o de bolo. b. Joao ja comeu. Exemplos como ( 1b), tern sido descritos pelas anaiises gerativistas como uma ocorrencia de objeto nulo, isto e, 0 objeto nao foi projetado na sintaxe, nao tendo matriz fonol6gica, mas, ainda assim, e possivel recuperar seus tra90s morfol6gicos. Dessa maneira, 0 objeto verbal nao foi pronunciado, 0 que promove uma "intransitiviza~ao" do verba comer, que nos parece ser aparente, uma vez que e possivel atribuir-lhe uma referencia atraves dos tra90s morfol6gicos presentes na categoria nula. Entretanto, para alguns autores como Barros (1992), ha urn terceiro parametro envolvendo 0 fenomeno da transitividade e intransitividade verbais: a no~do de facultatividade. 0 que Barros defende e a inser9ao da n09ao de opcionalidade como urn dos criterios de constru~ao da transitividade verbal e de integra~ao dos m6dulos sintatico - semantico e pragmatico. Assim, verbos como comer, conforme os exemplos em (I) mostram, podem apresentar ou nao objeto, dependendo da escolha do falante ao se expressar. o enfoque dado it transitividade verbal, no trabalho de Barros, reflete uma concep~ao de linguagem segundo a qual os fenomenos lingiiisticos sao 'Compreendidos como parte de urn processo que se estabelece alem dos dominios abstratos da gramatica de uma lingua, 0 que pode alterar completamente a n0930 que se tern de subcategoriza9ao verbal. Nesse sentido, para Barros, a realiza9ao ou nao de urn objeto verbal depende da necessidade com que esse objeto deve scr empregado na estrutura sintatica de uma lingua. o objeto nulo pode ser definido como uma ausencia de urn conteudo fonologicamente realizado, isto e, a posi930 objeto e preenchida por uma categoria vazia composta apenas por uma matriz de tra90s sintaticos e semanticos. Alguns autores como Huang (1984), Rizzi (1986), Raposo (1986), Noailly (1997), entre

3 outros, tem estudado 0 apagamento de objeto, tentando distinguir 0 que leva urna lingua a permitir tal fen6meno, quais tipos de objeto nulo e como sad legitimados gramaticalmente. Rizzi (op. cit), ao analisar 0 Italiano, observa 0 estatuto sintatico de complementos "implicitos" de certos VPs. AMm disso, argumenta que 0 objeto nulo tem carmer pronominal (pro) e e interpretado como urn termo de referencia generica. 0 autor cita 0 seguinte exemplo: (2) Questo conduce _ aha seguente conclusione (Isto conduz it seguinte conclusao) Na frase acima, 0 objeto nulo refere-se a uma 3' pessoa, de interpreta~ao generica ou arbitraria, equivalente a (la gente). Para Rizzi, urn pronominal nulo (pro) ocupa a posi~ao objeto do verbo conduce. Assim, pro e licenciado atraves da regencia e atribui~ao de caso por parte do verbo. A tradu~ao portuguesa do exemplo de Rizzi, repetido abaixo, mostra que este tipo de objeto nulo tambem ocorre em nos sa lingua: (3) Isto conduz _ it seguinte conclusao (Isto conduz (alguem/ a gente) it seguinte conclusao Ha, por outro lado, outro tipo de objeto nulo que e descrito por Huang (1987) para 0 Chines, alem de Raposo (1986, 1992) para 0 Portugues Europeu (PE). Huang considera que 0 objeto nulo em Chines tern uma variavel que se liga a urn t6pico nulo em posi~ao A'. Ja Raposo afirma que, em casos como 0 de (4), a liga~ao estabelecida entre a variavel e 0 t6pico nulo deve-se ao fato de 0 objeto nulo caracterizar-se como uma "anafora controlada pragmaticamente", ou seja, 0 conteudo do objeto nulo pode ser recuperado atraves de urn item ja mencionado no discurso. Essa analise, adotada por Raposo, pode ser ilustrada com os seguintes exemplos: (4)a. TOP e i [[s' a Joana viu tj na tv ontem]] b. Voce viu 0 jogo do Palmeiras? Vi o que vimos nessa se~ao, ilustra algumas das analises possiveis para os objetos nulos em Portugues, que podem, de uma forma geral, ser classificados em dois tipos: 0 primeiro, refere-se ao objeto nulo (variave/), que pode ser recuperado atraves de urn t6pico nulo discursivo. 0 segundo e pro, que pode tomar como antecedente urn elemento situado na ora~ao que 0 precede, sendo interpretado,.

4 nesse caso, como dejinido, ou ser ainda interpretado como generico ou arbitnirio, como no exemplo (3), anteriormente citado. Como vim os, duas possibilidades de analise podem ser admitidas para 0 fen6meno de apagamento de objeto: a primeira delas e considerar que em frases como (5a) tem-se a ocorrencia de objetos nulos interpretados com referencia arbitniria [-humana]. A segunda, e que a interpretar;ao arbitniria atribuida a (5b) tem carmer [+ humano] Vejamos: (5)a. Joao ja comeu b. Isto conduz a concluir 0 seguinte Para a analise desses dois tipos de objetos nulos, acima mencionados, levaremos em considerar;ao 0 exame de duas classes verbais: psicol6gicos e de atividade l, ja estabelecidas para 0 Ingles (cf. Levin (1992)). Redefinimos uma classificar;ao semelhante a de Levin para os verbos do PB, como demonstram alguns exemplos a seguir: Verbos Psicologicos: aconselhar, avisar, alertar, aterrorizar, agitar, agonizar, alarmar, desarmar, descompor, etc. Procuramos entender, atraves dessa classificar;ao, se casos como os dos verbos comer, ver, podem ser entendidos como os de conduzir, que admite pro-arb' e se a ocorrencia de objeto nulo e determinada sintmica ou lexicalmente. Ao analisarmos os objetos nulos indefinidos dos verbos de atividade e psicol6gicos, observamos que os verbos que podem tomar-se ergativos, como nos exemplos abaixo, nao admitem apagamento de objeto: (6)a. Joao furou a bola b. A bola furou c.* Joao furou muito d.?joao fura 1 A classifica9ao destes verbos em Portugues do Brasil e uma adapta9ao do trabalho de Levin (1992) ao PB. Os dados utilizados neste trabalho silo um misto de dados de intui9ao e dados colhidos da oralidade e escrita do Portugues.

5 Esses contrastes podem ser interpretados como urn refor~o a ideia de que 0 fenomeno de apagamento de objeto pode ser lexicalmente determinado como sugere Noailly (1997), ou seja, que a ocorrencia ou nao de urn objeto e determinada previamente no lexico. Assim, verbos ergativos nao seriam intransitivizados, urna vez que seu objeto passa a ocupar a posi~ao de sujeito, como em (7b). E, por outro lado, os verbos que admitem apagamento de objeto nao se ergativizam, como em (7): (7)a. Joao leu 0 livro b. 0 Hvro leu c. Joao incomoda Maria d.?a Maria incomoda Em rela~ao a (7b), a presen~a de um objeto nessa frase parece-nos impossivel. Ja em rela~ao a (7d), 0 verbo incomodar requer que (algo ou alguem) incomode a outro (alguem), e no caso acima, a ausencia do objeto verbal dificulta a compreensao da frase. A discussao que aqui se estabelece e resultado de alguns exemplos obtidos em nossa pesquisa sobre os objetos nulos indefinidos no PB. Os resultados obtidos ate 0 momento sugerem que 0 apagamento de objeto no Portugues ocorre no nivel da sintaxe, proveniente de um processo local estabelecido entre 0 VP e 0 NP objeto. Resta-nos, entretanto, distinguir em que casos 0 objeto nulo e pro-arb e em quais temos urna intransitiviza~ao dos verbos psicologicos e de atividade. Somente atraves dessa analise e que nos sera possivel determinar a natureza do objeto nulo indefinido no PB. Conhecendo 0 comportamento desses verbos poderemos compreender melhor as no~oes de exigencia, recusa ou facultatividade de objetos na gramatica do Portugues. Conhecer como se comportam os verbos do PB em rela~ao ao apagamento de objeto, ampliara muito a no~ao de transitividade e intransitividade verbais, pois exphcitara se, por exemplo, os tra~os [+1- transitivo] de um verbo sao inerentes ou nao a ele, ou ainda se um verbo pode adquirir nuances transitivas/intransitivas de acordo com a exigencia do contexto em que e empregado. Assim, a delimita~ao dos fen6menos de transitividade/intransitividade verbais assume urn comportamento flexivel, po is torna-se produto de urna comuta~ao entre os niveis sintaticosemantico-pragmatico. RESUMO: Este artigo apresenta urn estudo sobre os objetos nulos no Portugues do Brasil. 0 objetivo principal deste trabalho e focalizar as rela~oes de transitividade e intransitividade verbal na subcategoriza~ao de um objeto verbal. Desse modo, procura-se estabelecer a localiza~ao dos parametros de exigencia, nao exigencia c facultatividade no Portugues do Brasil.

6 PALAVRAS-CHAVE: verbos, objeto nu10, transitividade, intransitividade, facultatividade BARROS, E. B. Transitividade Verbal em Portugues - Tese de mestrado. Be10 Horizonte: UFMG, 1992 BRANDAO, C. Sintaxe Classica da Lingua Portuguesa. Be10Horizonte: UFMG, 1965 CHOMSKY, N. Aspectos da Teoria da Sintaxe. Eduardo Raposo (org). 2 3 ed.,. Lisboa: Sucessor, 1965 CUNHA, C., CINTRA, L. Nova Gramatica do Portugues Contemporimeo. 2 3o ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985 HUANG, C. T. J. On the Distribution and Reference of Empty Pronoums. Linguistic Inquiry, Vol. 15, N 4. Massachussets: MIT Press, 1984 LEVIN, B. English Verb Classes and Alternation. Chicago: University of Chicago Press., 1992 RAPOSO, E. On the Null Object in European Portuguese. in : D. Jaeggli e C. Silva Corvallin (eds). Studies in Romance Linguistics. Foris: Soldrecht, 1986 RIZZI, L. Null Object in Italian and the Theory of pro. Linguistic Inquiry, Vol. 17, N. 3. Massachussets: MIT, 1986

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