PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FARMÁCIA (RECONHECIMENTO)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FARMÁCIA (RECONHECIMENTO)"

Transcrição

1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE FARMÁCIA (RECONHECIMENTO) CERES, GO, 2011.

2 SUMÁRIO 1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI ARTICULAÇÃO ENTRE A GESTÃO INSTITUCIONAL E A GESTÃO DO CURSO IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS PARA O CURSO AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO DEDICAÇÃO À GESTÃO DO CURSO ATENDIMENTO AOS DISCENTES E DOCENTES INSERÇÃO INSTITUCIONAL DA COORDENAÇÃO OBJETIVOS DO CURSO PERFIL DO EGRESSO NÚMERO DE VAGAS CONTEÚDOS CURRICULARES COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM OS OBJETIVOS DO CURSO COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM O PERFIL DO EGRESSO MATRIZ CURRICULAR EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DIMENSIONAMENTO DA CARGA HORÁRIA E TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS LIBRAS METODOLOGIA ATENDIMENTO AO DISCENTE ESTÍMULO A ATIVIDADES ACADÊMICAS ESTÁGIO SUPERVISIONADO E PRÁTICA PROFISSIONAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ATIVIDADES COMPLEMENTARES CORPO DOCENTE COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE TITULAÇÃO E FORMAÇÃO ACADÊMICA DO NDE REGIME DE TRABALHO DO NDE TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO COMPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE TEMPO DE EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR OU EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÚMERO DE VAGAS ANUAIS AUTORIZADAS POR DOCENTE EQUIVALENTE EM TEMPO INTEGRAL ALUNOS POR TURMA EM DISCIPLINA TEÓRICA NÚMERO MÉDIO DE DISCIPLINAS POR DOCENTE PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA INSTALAÇÕES FÍSICAS SALA DE PROFESSORES E DE REUNIÕES GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES SALA DE AULA ACESSO DOS ALUNOS AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA REGISTROS ACADÊMICOS BIBLIOTECA ASPECTOS GERAIS LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR PERIÓDICOS, BASE DE DADOS E DVD S LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS INFRA-ESTRUTURA E SERVIÇOS DOS LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS CONDIÇÕES DE ACESSO AOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPEICIAIS

3 1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA As diretrizes pedagógicas adotadas conduzem à flexibilização dos componentes curriculares. O projeto pedagógico do curso contempla as inovações que possibilitem essa flexibilidade. O regime seriado semestral, adotado pela Faculdade de Ceres - FACERES, permite a oferta, em cada semestre letivo, de um bloco fixo de disciplinas e outro flexível, com disciplinas ofertadas pela IES para a escolha do aluno (disciplinas optativas). O currículo do curso em consonância com as diretrizes curriculares nacionais, fixadas pelo Ministério da Educação, que permite essa flexibilidade e a interdisciplinaridade, principalmente por meio das atividades de Estágio Supervisionado, Trabalho de Conclusão de Curso e as Atividades Complementares. As Atividades Complementares, componente curricular obrigatório, por outro lado, são um espaço curricular propício ao desenvolvimento da flexibilidade, da interdisciplinaridade e ao atendimento das individualidades do educando IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS CONSTANTES DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI As diretrizes norteadoras definidas no Programa de Desenvolvimento Institucional da FACERES estão presentes no perfil de formação do estudante de Farmácia e estão implementados no âmbito do curso, podendo ser constatadas na matriz curricular, no perfil do egresso, na metodologia de ensino e principalmente nas atividades acadêmicas. Conforme previsto no PDI , a formação dos acadêmicos da FACERES se desenvolve em torno de oito diretrizes: da construção coletiva; da interação recíproca com a sociedade; da construção permanente da qualidade de ensino; da integração entre ensino, iniciação científica e extensão; da extensão voltada para tornar a coletividade beneficiária direta e imediata das conquistas do ensino; do desenvolvimento curricular; da busca permanente da unidade da teoria com a prática; da adoção de aspectos metodológicos fundados nos pressupostos da metodologia dialética que concebe a sociedade e a educação como dinâmicas, contraditórias e partícipes da construção das relações infra e superestruturais. Em coerência com as diretrizes do PDI, o curso de farmácia da FACERES se estabelece de forma a realizar a construção coletiva através da articulação entre a comunidade acadêmica e as instâncias colegiadas da instituição. Da mesma forma, investe na construção permanente da qualidade do ensino através da capacitação de docentes, do uso de metodologias que levam o aluno a ser construtor do seu conhecimento e da busca do contínuo desenvolvimento curricular através da atualização e contextualização dos conteúdos e da interdisciplinaridade e das atividades complementares. Coerentes com os objetivos institucionais se sobressaem também os projetos de responsabilidade social, que vem consolidar a vocação da instituição para a interação recíproca com a sociedade. A integração entre o ensino e a extensão, esta última voltada para tornar a coletividade beneficiária direta e imediata das conquistas do ensino, permitem ao aluno o contato com a realidade social, permitindo a unidade da teoria com a prática. As políticas institucionais da FACERES estão voltadas para: A melhoria da qualidade do ensino e da formação profissional, fomentando e reforçando a inovação, a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade nos programas acadêmicos; A formação do cidadão crítico, ético, criativo e socialmente comprometido com a sociedade, capaz de produzir, organizar, difundir e controlar o conhecimento; 3

4 As condições de igualdade no que se referem ao acesso e permanência, tomando por base os méritos, capacidade, esforços e perseverança, sem permitir discriminação e favorecendo a inclusão das minorias reconhecidas socialmente; O desenvolvimento de habilidades que permitam a aprendizagem continuada, nas mais diferentes situações de vida; A formação que considere os aspectos ligados à socialização, integração, cooperação e participação. Desta forma, o curso de Farmácia da FACERES se propôs a alcançar as diretrizes pedagógicas estabelecidas no Plano de Desenvolvimento Institucional vigente, demonstrando a articulação entre a gestão institucional e a gestão do curso ARTICULAÇÃO ENTRE A GESTÃO INSTITUCIONAL E A GESTÃO DO CURSO A política institucional e suas formas de operacionalização estão devidamente implantadas garantindo os referenciais de qualidade dos cursos de graduação. A IES implantou todas as práticas previstas para a graduação, de forma coerente com as políticas constantes dos documentos oficiais (PDI e PPCs), atualizando periodicamente sua organização pedagógica e curricular, de acordo com as orientações do Ministério da Educação, emanadas das diretrizes curriculares nacionais de cada área e as novas exigências do mercado de trabalho. Assim, a política institucional de gestão do curso e sua articulação com a gestão institucional encontram-se de acordo com as prerrogativas e normas estabelecidas em seus documentos, tanto no PDI, quanto no PPC e demais regulamentos e regimento da Faculdade. Essa articulação promove o desenvolvimento das atividades acadêmicas do curso em consonância com as diretrizes e políticas previstas no PDI para a graduação, sem perder de vista as exigências legais e de mercado que afetam diretamente o curso. A articulação da gestão do curso com a gestão institucional se dá mediante o desenvolvimento das seguintes ações: Realização de reunião com os professores do curso antes do início de cada semestre para discussão dos planos de ensino das disciplinas: dados de identificação, ementários, objetivos, conteúdos programáticos, metodologia de ensino-aprendizagem, metodologia de avaliação, bibliografias e cronograma; Levantamento junto aos registros acadêmicos da freqüência, dos índices de evasão, dos trancamentos, dos resultados das avaliações, dentre outros aspectos, com o intuito de acompanhar o desempenho do discente; Levantamento junto aos docentes dos níveis de facilidades e dificuldades encontradas na administração das aulas; Promoção de reuniões com profissionais da área, dos setores público e privado da região; Realização bimestral de reuniões com os líderes de cada período do curso (reunião do conselho consultivo); Realização de avaliações sistemáticas do desempenho docente e discente, tanto de cunho quantitativo quanto qualitativo através dos dados enviados pela CPA - Comissão Própria de Análise e emissão de relatórios periódicos. Revisão sistemática do projeto pedagógico do Curso como um todo com a participação dos segmentos envolvidos no processo, tanto do âmbito interno como externo; Revisão sistemática dos procedimentos acadêmicos e administrativos utilizados pelo curso; Revisão dos meios de comunicação utilizados para os públicos internos e externos; 4

5 Organização de atividades extracurriculares para promover a integração do corpo docente e discente, bem como, para complementar a aprendizagem dos alunos, com conhecimentos não programados no currículo que podem ser programados, por exemplo, em forma de palestras, seminários, workshops, etc; Realização de avaliações sistemáticas dos conteúdos ministrados em cada período no final do semestre; Supervisionar o trabalho de orientação acadêmica; Articulação das atividades acadêmicas desenvolvidas para o curso no sentido de propiciar a melhor qualidade do ensino; Coordenação da programação do horário das provas finais junto à secretaria. Portanto, a articulação da gestão do curso com a gestão institucional se dá de forma harmonica. Nas bases existe o Núcleo Docente Estruturante NDE que é o órgão, sob a Presidência do Coordenador, que tem como finalidade formular, implementar e desenvolver o projeto pedagógico do Curso de Farmácia. Suas proposições são avaliadas e aprovadas ou não pelo Colegiado de Curso, estando todas as suas decisões registradas em ata. Após a aprovação, a Coordenação de Curso operacionaliza as decisões do Conselho Superior e/ou do Colegiado do Curso, sendo uma relação de reciprocidade permanente IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS INSTITUCIONAIS PARA O CURSO As metas definidas no Programa de Desenvolvimento Institucional da FACERES estão implementadas no âmbito do curso, podendo ser constatadas principalmente nas atividades acadêmicas (Iniciação Científica e Extensão), nas Melhorias do Curso com relação ao Ensino e Capacitação Docente. Iniciação Científica Metas do PDI Formar grupo de estudo docente para iniciação científica; 2011 Incluir, no calendário escolar, debate sistemático sobre literatura clássica entre os docentes dos cursos; Iniciar em 2011 Sistematizar a Mostra Científica FACERES. Implementação no âmbito do Curso de Farmácia O grupo encontra-se em processo de formação, com previsão de definição dos nomes e área de concentração para Os debates serão incluídos no calendário acadêmico do próximo semestre, assim que o grupo da iniciação científica estiver definido. Sua implementação também se consolidará no ano de Em dezembro/2010 aconteceu a I Mostra Científica da FACERES, estando prevista a II Mostra Científica para Atividades de extensão Metas do PDI Promover eventos nas áreas em que atua e necessários a região onde está inserida; 2010 e 2011 Implementação no âmbito do Curso de Farmácia Diversos projetos foram executados desde 2010: Projeto Verminose 5

6 Manter programas institucionalizados de extensão que a FACERES já vem oferecendo ao longo dos anos e 2011 Projeto DST/AIDS Projeto Caramujo I Ciclo de Palestras, I Semana Cultural, Trote Solidário,Doação de Sangue Projeto Descarte de Medicamentos Palestras de Educação em Saúde Os projetos de extensão Verminose, Trote Solidário, Jornada Farmacêutica e Descarte de Medicamentos-Sobras e Vencidos acontecem de forma sistemática e com periodicidade anual desde Melhorias no Curso (Ensino) Metas do PDI Manter bolsas de estudo para discentes (PROUNI, OVG, FIES, Prefeituras e CESUR) no período de 2010 a 2014; Expandir e atualizar o acervo semestralmente, de acordo com o ementário do curso e sugestões dos professores e alunos; Firmar convênio com uma biblioteca virtual para apoio das atividades acadêmicas; Criar ambiente para a discussão do ENADE; Sistematizar a articulação horizontal e vertical entre os professores, com objetivo de ampliar a interdisciplinaridade; Início Promover o apoio financeiro/logístico das visitas técnicas, incentivando o aprendizado. Implementação no âmbito do Curso de Farmácia Atualmente são mantidas 581 bolsas de estudos na FACERES, sendo que 220 foram concedidas para alunos do curso de farmácia. O acervo tem sido atualizado semestralmente, com expansão do número de exemplares, títulos e edições mais recentes. Foi firmado convênio com a COMUT Implantação do Projeto Sabadão Letivo Implantação do Projeto Sabadão Letivo No decorrer dos semestres, são disponibilizados recursos financeiros para a realização das visitas técnicas programadas para os alunos do curso: Indústria Teuto (Anápolis), Indústria Itambé e Indústria Cifarma (Goiânia), dentre outras Melhorias no Curso (Capacitação Docente) Metas do PDI Ofertar até 3 bolsas para docentes em cursos lato e stricto sensu; Implementação no âmbito do Curso de Farmácia Desde 2009 a FACERES concede bolsas em cursos de pós graduação lato e stricto sensu, tendo atualmente os seguintes professores com bolsa desde 2010: 6

7 Ofertar cursos de formação docente por meio de encontros pedagógicos semestrais; Incentivar a participação em seminários, congressos e eventos educacionais com apoio financeiro e/ou logístico. - Cláudio Roberto Santos Kobayashi; - Francinaldo de Paula Soares; - Juliano de Caldas Rabelo; - Walter Júnior Jovêncio de Faria. -Suelen Nogueira O Programa Interno de Capacitação Docente, a partir de 2010, entre outros, ofertou os seguintes cursos de formação: *2010-1: IV Encontro Pedagógico da FACERES ( Técnicas de Falar em Público ) *2010-2: V Encontro Pedagógico da FACERES ( A construção do Professor Ideal ) *2011-1: VI Encontro Pedagógico da FACERES ( Coordenação de Grupos ) A Faceres disponibiliza a seus docentes recursos financeiros para obtenção externa de subsídios que possam agregar melhorias no desempenho de suas atividades. Em 2010 e 2011, foram contemplados os seguintes professores: 1- Walter Júnior Jovêncio de Faria Cursos: Terra Flash: Linux, Windows e Diagnóstico de Redes (Goiânia-GO 2010); Apresentação do Senso da Educação Superior, realizada pelo INEPE (Goiânia-GO 2011). 2- Geruza de Oliveira Silva Curso: Curso de extensão da CPA comissão Própria de Avaliação. A Importância do seu trabalho para a IES (Brasília-DF 2011) 3- Viviane Rodrigues Tavares Congresso: I Congresso Brasileiro de Enfermagem Neonatal Rio de Janeiro 1.2. AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO A auto-avaliação do curso de Farmácia contempla o processo de avaliação institucional, delineado no Programa de Avaliação Institucional, que integra o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da FACERES. A auto-avaliação institucional da FACERES é efetuada em conformidade com a Lei n , de 14 de abril de 2004, seguindo as orientações do roteiro estabelecido pela Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES. Enfoca ações que revelem o perfil da instituição e o significado da sua atuação, conforme as dimensões estabelecidas pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior 7

8 - SINAES, que serão fonte de pesquisa exploratória, por meio da coleta de dados quantitativos e qualitativos e o subseqüente tratamento desses dados. Em relação ao curso, os parâmetros são estabelecidos pelo Conselho Superior, baseados nos instrumentos de avaliações de cursos do MEC/INEP e na própria estrutura da avaliação institucional, tudo isso, após amplo debate com a comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários). Os procedimentos da avaliação institucional baseiam-se na coleta de dados que será efetuada no todo ou por amostragem, obtida por meio de entrevistas e de instrumentos contendo questões de respostas fechadas, com espaço para expressões dissertativas pessoais, que abrangem as dez dimensões estabelecidas pela legislação vigente. Também serão realizadas reuniões com os grupos abordados e com a coletividade na busca da aproximação entre os dados e os sujeitos, o que contará, neste sentido, com a divulgação permanente de resultados parciais por meio de boletins, correspondências via correio eletrônico, malas-diretas, página eletrônica da instituição e outros meios que se mostrarem adequados; tudo isso, a ser aprovado pela CPA e pelo Conselho Superior, antes de sua aplicabilidade. Outro ponto de destaque é a adaptação à realidade institucional da FACERES dos instrumentos de avaliação adotados pelo INEP nos processos de avaliação institucional externa e nos de avaliação de cursos, além das avaliações do ENADE. Anualmente, a CPA promoverá a avaliação dos mecanismos e da metodologia utilizados, com o objetivo de aperfeiçoar o processo de auto-avaliação, como instrumento de planejamento e gestão acadêmico-administrativa e atendimento às normas de avaliação da educação superior, aprovadas pelo Poder Público. O processo de auto-avaliação Institucional é desenvolvido em três etapas, segundo cronograma próprio. Eis as etapas do projeto: Primeira etapa: Preparação; Planejamento; Sensibilização; Segunda etapa: Desenvolvimento = Ações; Levantamento de dados e informações; Análise das informações; Relatórios parciais; Terceira etapa: Consolidação = Relatório final; Divulgação; Balanço crítico. A Comissão Própria de Avaliação da FACERES atende ao disposto na Lei nº /2004 e da Portaria MEC nº de 9 de julho de 2004, tendo atuação autônoma em relação a conselhos e demais órgãos existentes na instituição, em consonância com o 1º do Art. 7º da Portaria/MEC nº 2.051, de 9 de julho de As avaliações são utilizadas como instrumentos para a revisão permanente do PDI e dos PPC s e promoção de mudanças na IES de forma geral, com o intuito de melhoria da qualidade do ensino. Todas as ações de planejamento do ensino, da iniciação científica e da extensão universitária, são tomadas após análise dos resultados das avaliações em conjunto com a Direção Geral. O planejamento das avaliações é feito a partir do calendário próprio, o qual é incluído ao calendário da FACERES. Após a avaliação, o resultado é discutido com os segmentos, buscando alternativas e realizando ações para melhoria das sugestões. As informações resultantes destas discussões servem de base para a produção dos relatórios anuais, que são disponibilizados no site da FACERES/CPA, murais e nas salas de aula SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO 8

9 A auto-avaliação do curso de graduação contempla o processo de avaliação institucional, delineado no Programa de Avaliação Institucional, que integra o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da FACERES. O Programa foi elaborado para atender à Lei n , de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e cria a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) e a Comissão Própria de Avaliação (CPA) em cada IES do Sistema Federal de Ensino. O presente Programa foi estruturado com base na Portaria MEC n 2.051, de 9/7/2004, e nos documentos Diretrizes para a Auto-avaliação das Instituições e Orientações Gerais para o Roteiro da Auto-Avaliação das Instituições, editados pelo INEP. Os parâmetros para o curso são estabelecidos pelo Conselho Superior, após amplo debate com a comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários). Os resultados das avaliações serão publicados periodicamente de acordo com o calendário aprovado pela Diretoria da FACERES. A auto-avaliação do curso é gerenciada e desenvolvida por uma Comissão Própria de Avaliação (CPA). A CPA desenvolve suas atividades com apoio operacional da Diretoria e a participação dos membros da comunidade acadêmica (alunos, professores e pessoal técnicoadministrativo), seus dirigentes e egressos. A CPA mantém estreita articulação com as Coordenações de Cursos, a fim de apoiar o processo interno de auto-avaliação de cada um. São competências da CPA, de modo especial: Implantar e alimentar um banco de dados institucional, estabelecendo os indicadores a serem utilizados no processo de auto-avaliação. Analisar o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI e sua adequação ao contexto da Instituição, no que diz respeito à missão institucional, à concepção que fundamenta os cursos, aos currículos, além da factibilidade do que foi projetado em termos de crescimento quantitativo e qualitativo, considerando a evolução ocorrida desde o credenciamento. Avaliar como se deu o processo de implantação proposto para efeito de reconhecimento dos cursos e o recredenciamento da Instituição, qual o nível de cumprimento das metas estabelecidas, ano a ano, quais as principais distorções que dificultaram o alcance das metas pretendidas. Analisar os resultados de processos avaliativos realizados pelo MEC, como os exames nacionais de curso, os dados dos questionários-pesquisa respondidos pelos alunos que se submeterem aos exames, os resultados das Avaliações das Condições de Ensino (INEP) nos cursos de graduação. Neste caso, o curso em tela. São avaliados, periodicamente: Missão e PDI finalidades, objetivos e compromissos da instituição, explicitados em documentos oficiais; concretização das práticas pedagógicas e administrativas e suas relações com os objetivos centrais da instituição, identificando resultados, dificuldades, carências, possibilidades e potencialidades; características básicas do PDI e suas relações com o contexto social e econômico em que a instituição está inserida; articulação entre o PDI e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) no que diz respeito às atividades de ensino, iniciação cientifica, extensão, gestão acadêmica, gestão institucional e avaliação institucional. Ensino, Iniciação científica e Extensão concepção de currículo e organização didático-pedagógica (métodos, metodologias, planos de ensino e de aprendizagem e avaliação da aprendizagem) de acordo com os fins da instituição, as diretrizes curriculares e a inovação da área; 9

10 práticas pedagógicas, considerando a relação entre a transmissão de informações e utilização de processos participativos de construção do conhecimento; pertinência dos currículos (concepção e prática), tendo em vista os objetivos institucionais, as demandas sociais (científicas, econômicas, culturais etc.) e as necessidades individuais; práticas institucionais que estimulam a melhoria do ensino, a formação docente, o apoio ao estudante, a interdisciplinaridade, as inovações didático-pedagógicas e o uso das novas tecnologias no ensino; políticas institucionais para criação, expansão e manutenção da pós-graduação lato e futuramente o stricto sensu; política de melhoria da qualidade da pós-graduação; integração entre graduação e pós-graduação; estimular a formação de futuros pesquisadores, por meio da iniciação científica e de profissionais para o magistério superior; relevância social e científica dos trabalhos acadêmicos em relação aos objetivos institucionais, tendo como referência as publicações científicas, técnicas e artísticas, patentes, produção de teses, organização de eventos científicos, realização de intercâmbios e cooperação com outras instituições nacionais e internacionais, formação de grupos de iniciação científica, política de investigação e políticas de difusão dessas produções; vínculos e contribuição da iniciação científica para o desenvolvimento local e regional; políticas e práticas institucionais de iniciação científica para a formação de futuros pesquisadores e o desenvolvimento de pesquisas; articulação da iniciação científica com as demais funções acadêmicas; critérios para o desenvolvimento da iniciação científica e participação dos envolvidos em eventos acadêmicos, visando a publicação e divulgação dos trabalhos; concepção de extensão e de intervenção social afirmada no PDI; articulação das atividades de extensão com o ensino e a iniciação científica e com as necessidades e demandas do entorno social; participação dos estudantes nas ações de extensão e intervenção social e o respectivo impacto em sua formação. Responsabilidade Social transferência de conhecimento e importância social das ações universitárias e impactos das atividades científicas, técnicas e culturais, para o desenvolvimento regional e nacional; natureza das relações com o setor público, com o setor produtivo e com o mercado de trabalho e com instituições sociais, culturais e educativas de todos os níveis; ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, promoção da cidadania, de atenção a setores sociais excluídos, políticas de ação afirmativa etc. A Comunicação com a Sociedade estratégias, recursos e qualidade da comunicação interna e externa; imagem pública da instituição nos meios de comunicação social. Políticas de Pessoal planos de carreira para docentes e de cargos e salários para o pessoal técnicoadministrativo, com critérios claros de admissão e de progressão; programas de qualificação/capacitação profissional e de melhoria da qualidade de vida de docentes e funcionários técnico-administrativos; clima institucional, relações interpessoais, estrutura de poder, graus de satisfação pessoal e profissional. Organização e Gestão 10

11 existência de plano de gestão ou plano de metas: adequação da gestão ao cumprimento dos objetivos e projetos institucionais e coerência com a estrutura organizacional oficial e real; funcionamento, composição e atribuição dos órgãos colegiados; uso da gestão e tomadas de decisão institucionais em relação às finalidades educativas; uso da gestão estratégica para antecipar problemas e soluções; modos de participação dos atores na gestão (consensual, normativa, burocrática); investimento na comunicação e circulação da informação (privativa da gestão central ou fluida em todos níveis). Infra-Estrutura Física e Acadêmica adequação da infra-estrutura da instituição (salas de aula, biblioteca, laboratórios, áreas de lazer, transporte, equipamentos de informática, rede de informações e outros serviços da infra-estrutura acadêmica) às funções de ensino, iniciação científica (como forma de estimular para o futuro a pesquisa), extensão e gestão; políticas institucionais de conservação, atualização, segurança e de estímulo à utilização dos meios em função dos fins; utilização da infra-estrutura no desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras. Planejamento e Avaliação adequação e efetividade do planejamento geral da instituição e sua relação com o Projeto Pedagógico Institucional e com os projetos pedagógicos dos cursos; procedimentos de avaliação e acompanhamento do planejamento institucional, especialmente das atividades educativas e a importância dos feedbacks. Políticas de Atendimento aos Estudantes políticas de acesso, seleção e permanência de estudantes (critérios utilizados, acompanhamento pedagógico, espaço de participação e de convivência) e sua relação com as políticas públicas e com o contexto social; políticas de participação dos estudantes em atividades de ensino (estágios, tutoria), iniciação científica, extensão, avaliação institucional, atividades de intercâmbio estudantil; mecanismos/sistemáticas de estudos e análises dos dados sobre ingressantes, evasão/abandono, tempos médios de conclusão, formaturas, relação professor/aluno e outros estudos tendo em vista a melhoria das atividades educativas; acompanhamento de egressos e de criação de oportunidades de formação continuada. Sustentabilidade Financeira sustentabilidade financeira da instituição e políticas de captação e alocação de recursos; políticas direcionadas à aplicação de recursos para programas de ensino, iniciação científica e extensão. O processo de auto-avaliação conduz a relatórios conclusivos, ao final de cada etapa, apoiado em relatório descritivo dos procedimentos e instrumentos adotados, com a indicação de ações para correção de condições insuficientes ou regulares e fortalecimento das ações consideradas suficientes 1.3. ATUAÇÃO DO COORDENADOR DO CURSO Ser coordenador de curso pressupõe possuir competências nos aspectos legal, mercadológico, científico, organizacional e de liderança. Nessa perspectiva, a coordenação do curso de farmácia da FACERES é exercida por uma Coordenadora, a qual foi escolhida e designada pelo Diretor Geral entre os professores do curso, possuindo regime de trabalho integral. Conforme disposto no regimento da FACERES, são atribuições do Coordenador: 11

12 convocar e presidir as reuniões do curso; representar o Curso junto às autoridades e órgãos da FACERES; supervisionar e fiscalizar a rigorosa observância do regime escolar, a execução dos programas, planos de cursos e estágios, verificando a assiduidade e as atividades dos professores; apresentar anualmente aos professores e à Diretoria, relatório de suas atividades e às do seu Curso; sugerir a contratação ou dispensa do pessoal docente; exercer as demais atribuições que o cargo de Coordenador exige, ou decorrente de disposições legais, estatutárias e regimentais. A coordenadora do curso de farmácia da FACERES é a professora Thaís Cristine de Carvalho Araújo, farmacêutica, mestre, gestora do curso de Farmácia desde o ingresso da primeira turma. Dedica-se plenamente à gestão do curso, realizando atendimento aos discentes e docentes, participando das instâncias colegiadas das IES, do Conselho Superior, do Colegiado de Curso, coordenando os trabalhos do Núcleo Docente Estruturante; promovendo a articulação do corpo docente, discente e técnico-administrativo para o desenvolvimento efetivo do projeto de curso, estimulando a cultura de avaliação e o vínculo do curso à realidade social e regional. Desta forma, exerce a liderança no exercício de suas funções de forma transparente e dialogada, pensando e agindo estrategicamente e tomando decisões que beneficiam toda a comunidade acadêmica, pautando sempre no rigor ético e cumprimento dos preceitos legais. Assim, ordinariamente, duas vezes por semestre, a coordenadora do curso de farmácia reúne todos os seus professores, em datas fixadas no calendário escolar, e extraordinariamente quando convocado pelo Coordenador, por iniciativa própria, por solicitação do diretor ou a requerimento de seus membros. Desta forma, avalia o trabalho dos docentes, motiva-os para o trabalho, estimula as relações interpessoais, articulando de forma que os docentes possam aliar os saberes sócio-afetivos e cognitivos na prática docente. Também, ordinariamente, duas vezes por semestre, reúne-se também com o Colegiado, órgão consultivo e deliberativo em assuntos pedagógicos para decidir sobre os projetos de extensão a serem desenvolvidos, aprovar normas regulamentares relativas ao funcionamento do curso, como estágio e TCC, entre outros. E, ordinariamente, também duas vezes por semestre, a coordenação reúne os representantes de cada turma para uma reunião (reunião do conselho consultivo), para ouvir os alunos com relação ao andamento do curso, aos conteúdos ministrados, ao corpo docente. Estas discussões do conselho consultivo constituem-se em uma ferramenta importante para a gestão do curso, uma vez que a coordenação tem a percepção do aluno com relação ao que está sendo proposto para sua formação, escuta as sugestões e críticas com relação ao corpo docente, contribuindo tamvém para a autoavaliação do curso. Além disso, o coordenador também consegue fazer a articulação dos alunos com a direção, uma vez que são registradas atas e encaminhadas à direção com as solicitações de melhoria com relação às instalações físicas da faculdade. Desta forma, o coordenador atua como um mediador entre o aluno e o professor e entre o aluno e a direção da faculdade, contribuindo para a melhoria do ambiente acadêmico. Para implantação e acompanhamento do projeto pedagógicos do curso de farmácia, a coordenação conta com o apoio do Núcleo Docente Estruturante (NDE) DEDICAÇÃO À GESTÃO DO CURSO O curso de Farmácia da Faculdade de Ceres conta a Profª. THAÍS CRISTINE DE CARVALHO ARAÚJO na sua coordenação, que possui vinculo com a instituição sob o regime de 40 horas semanais (Tempo Integral); possui 1 hora destinada para a docência e atividade 12

13 didática e 39 horas para gestão, administração, condução do curso, reuniões de planejamento, Colegiado de curso, representações nos demais órgãos superiores da Faculdade e reuniões com o NDE. Assim, a coordenadora tem horas suficientes para um trabalho que dê qualidade ao andamento do curso ATENDIMENTO AOS DISCENTES E DOCENTES Com a dedicação de regime de tempo integral, o atendimento aos discentes e docentes realizados no curso de Farmácia pela Coordenadora está garantido e ainda contam com o apoio dos docentes do NDE e dos professores em regime de tempo integral e parcial. Além disso, a FACERES busca a qualificação e aperfeiçoamento dos docentes de forma que a qualidade do ensino seja mantida e ampliada. A Coordenação e o NDE são os setores responsáveis pelo planejamento e acompanhamento das atividades educacionais do curso de Farmácia, tendo como principais atribuições: 1) coordenação do processo de avaliação dos alunos e docentes; 2) atendimento aos pais e alunos; 3) atendimento aos docentes; 4) sistematização de tempos e espaços curriculares diferenciados, como oficinas, seminários, grupos de trabalho supervisionado, grupos de estudo, tutorias e eventos acadêmico-científicos, entre outros, capazes de promover e, ao mesmo tempo, solicitar dos futuros profissionais atuações diferenciadas, percursos de aprendizagens variados, diferentes modos de organização do trabalho, possibilitando o exercício das diferentes competências a serem desenvolvidas; 5) programas de aperfeiçoamento e desenvolvimento didático-pedagógico dos docentes; 6) organização de atividades autônomas dos alunos ou a sua participação na organização delas: a constituição de grupos de estudo, a realização de seminários longitudinais e inter e transdisciplinares sobre temas da atualidade, a programação de exposições e debates de trabalhos realizados, de atividades culturais são exemplos possíveis; 7) plantões de atendimento pedagógico a alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. Convém destacar a importância de atividades individuais, projetos de extensão, projetos de iniciação científica sobre temas específicos para posterior publicação na revista FACER e, até mesmo, monografias de conclusão de curso INSERÇÃO INSTITUCIONAL DA COORDENAÇÃO A Coordenação do Curso de Farmácia está inserida no contexto educacional da região, bem como, de forma integradora com a estrutura didático-pedagógica da FACERES e do próprio curso. Articulando o agir pedagógico e profissional com as propostas inovadoras de ensino e aprendizagem aos valores e princípios estabelecidos pela missão da instituição JUSTIFICATIVA E PERFIL DO CURSO O município de Ceres tem como principal atividade a prestação de serviços. A cidade se desenvolveu muito, principalmente, nas áreas de saúde, educação, informática, construção civil e telecomunicações, e hoje é pólo regional administrativo e econômico. Apresenta a melhor infra-estrutura de saúde da região do Vale do São Patrício e, por sua posição estratégica, recebe um grande número de pacientes da região e do Estado do Tocantins que demandam por atendimento médico hospitalar (SEBRAE/GO -1999). 13

14 Dados Populacionais Estima-se que a cidade de Ceres GO possui habitantes numa área de aproximadamente 214 quilômetros quadrados, conforme contagem populacional do IBGE Somando-se a população dos 05 municípios limítrofes, totaliza-se habitantes na região. População dos Municípios Limítrofes IBGE 2010 MUNICÍPIOS LIMÍTROFES HABITANTES CERES CARMO DO RIO VERDE IPIRANGA DE GOIÁS NOVA GLÓRIA RIALMA RUBIATABA TOTAL: Fonte: IBGE, Contagem populacional, 2010 MAPA DO MUNICÍCIO DE CERES E REGIÃO Desenvolvimento Sócio-Econômico A estrutura sócio-econômica do município de Ceres/GO possui predominante movimentação na área do Comércio, reparação de veículos automotores, objetos pessoais e domésticos; Indústrias de Transformação; Atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas; Outros serviços coletivos, sociais e pessoais; Saúde e Serviços Sociais. Os dados econômicos demonstram que Ceres está em pleno desenvolvimento sócioeconômico, em ritmo de crescimento e gerando oportunidades em todos os setores da economia, principalmente na área do comércio, indústria de transformação, atividades imobiliárias, outros serviços coletivos, saúde e serviços sociais que juntas totalizam mais de 14

15 80% da estrutura empresarial do município, demonstrando claramente onde se localiza a força econômica de Ceres. A tabela abaixo mostra o número de estabelecimentos de saúde no município de Ceres GO, de 2008 até Percebe-se um aumento considerável no número de estabelecimentos de saúde, principalmente de 2010 para 2011 (8 estabelecimentos novos). ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE EM CERES Março 2008 Março 2009 Março 2010 Março 2011 Públicos Privados Filantrópicos Total Fonte: Ministério da Saúde - Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde do Brasil - CNES Com relação aos estabelecimentos farmacêuticos (drogarias, farmácias e laboratórios de análises clínicas), dados fornecidos pela Vigilância Sanitária local relacionam 33 estabelecimentos na cidade de Ceres em que o farmacêutico pode atuar. A esses dados somam-se os estabelecimentos das cidades da microregião, considerando que cerca de 50% dos alunos do curso de farmácia da FACERES são oriundos cidades vizinhas. ESTABELECIMENTOS FARMACÊUTICOS EM CERES Drogarias 17 Farmácias 04 Laboratórios de Análises Clínicas 12 TOTAL 33 Fonte: Vigilância Sanitária do Município de Ceres, 2010 Dados da estrutura educacional O Estado de Goiás, assim como todo o país, vem registrando índices consideráveis de crescimento econômico, propulsores na proliferação de novas unidades de estabelecimentos empresariais e/ou ampliação das já existentes. Nessa perspectiva, percebe-se que a cidade de Ceres acompanha as transformações resultantes do cenário econômico brasileiro. Em contrapartida ao desenvolvimento sócio-econômico, a disponibilidade de mão de obra qualificada e capacitada na área da saúde mostra-se insuficiente, ampliando, assim, o leque de oportunidades entre aqueles que se identificam e se decidem por esta área em crescente transformação, reforçando a necessidade de contínua formação e aperfeiçoamento de profissionais na área da saúde. Com relação à educação, o município de Ceres está estruturado da seguinte forma: EDUCAÇÃO DE CERES 2009 MATRÍCULAS ENSINO FUNDAMENTAL Matrículas Públicas Matrículas Privadas Total de Matrículas MATRÍCULAS ENSINO MÉDIO Matrículas Públicas Matrículas Privadas

16 Total de Matrículas ESCOLAS ENSINO FUNDAMENTAL Ensino Público 07 Ensino Privado 07 Total de Escolas 14 ESCOLAS ENSINO MÉDIO Ensino Público 02 Ensino Privado 03 Total de Escolas 05 Fonte: IBGE MEC/INEP Censo Educacional Como se pode observar, o município de Ceres possui 19 escolas e alunos matriculados na rede de ensino fundamental e médio, tendo aproximadamente alunos com perfil para ingressarem no ensino superior. Com base nas informações do quadro acima, observa-se que existe amplitude maior no total de matriculados no ensino médio, com matriculados como possíveis ingressantes ao ensino superior, proporcionando uma demanda para os cursos de graduação. Tendo em vista a continuidade do ensino desse universo de possíveis alunos ingressantes, a FACERES busca atender a procura por profissionalização na região de forma responsável e adequada às necessidades da população da microrregião. MERCADO DE TRABALHO O município de Ceres e as cidades da microregião carecem de cursos na área de saúde, o que resulta em deficiência de profissionais desta natureza, como farmacêuticos, no sentido de atender satisfatoriamente às demandas de manipulação e dispensação de medicamentos, na saúde pública, na realização de diagnósticos laboratoriais e nas indústrias de alimentos, o que motivou a criação do curso na região. Antes da implantação do curso na FACERES, realizou-se uma pesquisa junto à população de Ceres e os cursos mais solicitados foram os de Farmácia e Enfermagem, respectivamente. Além disso, não existem cursos de graduação em Farmácia nas cidades próximas, existindo curso dessa natureza apenas em Anápolis, ficando a 130 Km, distante de Ceres. Desde 2009, com a publicação da RDC 44 pela ANVISA, ocorreu a valorização da assistência farmacêutica nas farmácias comunitárias, com a permissão para prestação de serviços farmacêuticos como aferição de parâmetros fisiológicos e bioquímicos, exigindo a presença do profissional. Aliado a essa reorientação da assistência farmacêutica está a exigência de contratação de farmacêutcio para todo o horário de funcionamento de farmácias e drogarias, o que, associado à carência de profissionais farmacêuticos, principalmente no interior, proporciona um mercado de trabalho em ascenção para os egressos do curso de farmácia na cidade de Ceres e na microregião. Pelo exposto, o curso de Farmácia na região de abrangência da Faculdade de Ceres encontra amplo espaço e viabilidade, pela demanda social da região alvo e/ou demanda econômica, tendo em vista, que os avanços verificados na economia goiana, nos últimos anos, não estão concentrados, somente, na área da agroindústria ou no setor de mineração, caminho natural dos investimentos privados, pela abundância de matéria prima. Goiás caminha em outras direções que têm resultado em importantes avanços científicos e tecnológicos, como o Pólo Farmacêutico instalado em Anápolis e Goiânia, com mais de 50 (cinqüenta) empresas do ramo, que está se consolidando como grande produtor de medicamentos genéricos do País. Diante do exposto, o curso de Farmácia decorre da necessidade de capacitação de recursos humanos, fora dos grandes centros urbanos, voltados para o desenvolvimento 16

17 científico e tecnológico nas áreas de análises clínicas, medicamentos, alimentos e, para a melhoria da qualidade da atenção farmacêutica à população de Ceres e região OBJETIVOS DO CURSO OBJETIVO GERAL Os objetivos do curso de graduação em Farmácia da FACERES atendem às exigências das Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES nº 2, de 19/02/2002). Tendo esta premissa como base, o curso objetiva o desenvolvimento de competências e habilidades para a formação de farmacêuticos generalistas, através de uma perspectiva humanística, crítica e reflexiva, com visão global e multidisciplinar, capazes de atuar na promoção da saúde e com senso de responsabilidade social e de cidadania. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Capacitar o egresso a atuar em toda a cadeia do medicamento, desde a produção até a dispensação; Capacitar o egresso a realizar, interpretar e emitir laudos, sendo responsável tecnicamente por análises clínico-laboratoriais; Desenvolver a capacitação por meio de técnicas de manipulação, produção e controle de qualidade de medicamentos, alimentos, cosméticos, saneantes e produtos para saúde; Formar profissionais adequados a realidade nacional e regional, capazes, contudo, de adequar-se a dinâmica das mudanças de contexto social-político-econômicocultural, possuindo sólidos conhecimentos Adquirir conhecimento que possibilitem ao profissional pensar e agir estrategicamente frente aos desafios da gestão de empresas farmacêuticas e sistemas de saúde; Formar profissionais dotados de sólidos valores morais e éticos, conscientes de suas responsabilidades profissionais e com responsabilidade social; Desenvolver capacidades gerenciais voltadas para o exercício da profissão farmacêutica na área da saúde; Habilitar profissionais a exercer a assistência farmacêutica, sendo proativos na promoção e proteção da saúde; Desenvolver a capacidade de identificar os principais problemas de saúde do país e da sua região, a fim de elaborar planos de intervenção, a partir dos conhecimentos básicos adquiridos no curso, com o objetivo de atuar nas diversas áreas da Saúde; Contribuir para a inserção do egresso em equipes multidisciplinares, em órgãos de apoio e fomento a pesquisa, de regulamentação e controle de medicamentos, cosméticos, saneantes e produtos para saúde, bem como organismos de fiscalização do exercício profissional; Atender à demanda de farmacêuticos da região do Vale do São Patrício e o Estado de Goiás, Formar profissionais que tenham como objetivos permanentes o autodesenvolvimento e a autoaprendizagem. Nesse sentido, cabe destacar, que a formação do farmacêutico deve contemplar as relações entre o conhecimento teórico e as exigências da prática cotidiana da profissão. Para tanto, o curso procura oferecer aos alunos oportunidades de exercer e aperfeiçoar seus 17

18 conhecimentos na busca de métodos e técnicas para o exercício da farmácia: o eficiente desenvolvimento de atitudes, valores éticos, comportamentos e co-responsabilidades na prevenção de doenças, promoção e prevenção à saúde. Isto é possível mediante um processo de aprendizagem que envolve paulatinamente todos os níveis de complexidade da profissão farmacêutica, através da interdisciplinaridade e flexibilidade da matriz curricular e o desenvolvimento do compromisso social, com visão humanística PERFIL DO EGRESSO Tomando como base o conjunto de habilidades técnicas e pessoais necessárias ao desempenho da profissão farmacêutica nas organizações, entidades e serviços, destinados a garantir uma identidade nacional à categoria profissional, o Curso de Farmácia da FACERES busca adequar-se à realidade do contexto regional do Vale do São Patrício a partir da sua localização e das cidades circunvizinhas, fruto de suas características peculiares, o que exige uma orientação especial dos conteúdos programáticos que irão influenciar o perfil do egresso. Neste sentido, podem ser apontadas algumas influências regionais determinantes de orientações específicas para o projeto pedagógico do Curso de Farmácia da FACERES, e que fundamentam e orientam a instituição na formação de seu profissional: A região apresenta uma realidade econômico-social polarizada entre núcleos urbanos e regiões agropecuárias, exigindo profissionais farmacêuticos com amplo espectro de atuação; O setor de serviços em saúde, em amplo desenvolvimento na cidade de Ceres, e o setor de alimentos e sucroalcooleiro, formado por indústrias como Nestlé e Manacá, além de usinas de álcool e açúcar, que, por sua vez, orienta a formação de profissionais que dominem conhecimentos específicos; A exigência de assistência farmacêutica em todo o horário de funcionamento de farmácias e drogarias, e a carência de profissionais farmacêuticos, principalmente no interior, em contrapartida com a reorientação da assistência farmacêutica em nível nacional, conclama a formação de profissionais com habilidade de interação direta com o usuário do medicamento, objetivando uma farmacoterapia racional para melhoria da qualidade de vida da população. Com base nessa premissa, entendemos que o sucesso profissional do farmacêutico depende da solidez da sua formação teórica e prática, mediante ampla formação nas ciências biológicas e da saúde, ciências exatas, ciências humanas e sociais e ciências farmacêuticas, mas também em grande medida de sua capacidade de aprender a aprender ; sua autoconfiança, sua sensibilidade; determinação, nível de organização pessoal e no trabalho; sua habilidade de trabalho em equipe e facilidade de adaptação a contextos novos; sua habilidade para interação com o usuário do medicamento, com as técnicas de exploração diagnóstica e com a manipulação de produtos farmacêuticos. Estas são as competências privilegiadas durante o curso de farmácia da FACERES. Neste sentido curso de farmácia da FACERES pretende contemplar um conjunto de disciplinas visando: Formação do Farmacêutico Generalista que o habilitará para desenvolver ações em Farmácias Públicas, Hospitalares e Magistrais; Drogarias; Indústria de alimentos; Indústria farmacêutica; Laboratórios de Análises Clínicas e Toxicológicas. Fabricação e controle de qualidade de medicamentos fitoterápicos mediante métodos farmacêuticos adequados; o planejamento e supervisão de sistemas de armazenamento, transporte e distribuição de medicamentos; 18

19 Realização de análises clínicas e explorações diagnósticas; levantamento das características epidemiológicas da população; operacionalização de laboratórios e perícias criminais. Formação entendida como um processo contínuo, autônomo e permanente, com uma sólida formação básica e uma formação profissional fundamentada no exercício da pesquisa: tal proposta se assenta na possibilidade de integrar o aluno da graduação por meio da iniciação científica e dos estágios à pós-graduação em nível de especialização e mestrado quando houver. Possibilidade de o aluno agregar ao seu currículo conteúdos afins de interesse que sejam ofertados junto ao curso de Farmácia ou mesmo junto a outros cursos de graduação e especialização disponíveis. Desse modo o aluno pode alcançar objetivos pré-determinados que caracterizem um diferencial na formação acadêmica. O Farmacêutico é um profissional capaz de exercer pesquisa, manipulação, produção, armazenamento, distribuição de medicamentos, produtos farmacêuticos, análises diagnósticoterapêuticas e de alimentos, além de vigilância sanitária, farmacológica e epidemiológica. Tendo como objetivo o estudo do ser humano, este profissional deverá ser capaz de, exercendo estas atividades, atuar em todos os níveis de atenção à saúde, integrando-se em programas de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, bem como contemplar as necessidades sociais e atenção integral à saúde, com enfoque no âmbito do Sistema Único de Saúde. Atuar como co-responsável pela execução do conjunto de ações executadas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) visando garantir assistência terapêutica integral à população na promoção e recuperação da saúde e prevenção da doença. O egresso do curso de Farmácia da FACERES apresenta-se capacitado para o exercício de atividades referentes aos fármacos e aos medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas e ao controle, produção e análise de alimentos, pautado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atenção para a transformação da realidade em benefício da sociedade. O seu perfil profissional também inclui: Formação geral para o exercício da profissão pautado no rigor ético, científico e técnico, com compromisso social e com visão humanística da vida em sociedade; Formação humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor científico e intelectual. A internalização de valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional Qualificação para o reconhecimento e análise do processo saúde-doença nas suas diversas dimensões, compreendendo-o como resultado do contexto local e regional; Capacitação para realizar ações baseadas nos perfis epidemiológicos e da realidade sanitária; Compromisso de participação ativa e crítica na defesa da vida e da saúde, Consideração do modelo de atenção à saúde e do Sistema Único de Saúde como referência de atuação profissional, com senso de responsabilidade pela qualidade da atenção à saúde; Compromisso com o contínuo desenvolvimento da sua própria formação em um processo interativo e colaborativo na comunidade profissional e na sociedade; Capacitação para atuar no campo da saúde de forma interdisciplinar e em equipe multiprofissional, como meio para efetivar a atenção integral aos indivíduos, famílias e comunidades. 19

20 Portanto, a formação do Farmacêutico da FACERES é composta de conhecimentos necessários para sua atuação profissional, das quais destacamos as seguintes competências e habilidades: Respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional; Atuar em todos os níveis de atenção à saúde, integrando-se em programas de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, sensibilizados e comprometidos com o ser humano, respeitando-o e valorizando-o; Atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente com extrema produtividade na promoção da saúde baseado na convicção científica, de cidadania e de ética; Reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; Exercer sua profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como uma forma de participação e contribuição social; Conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos; Desenvolver assistência farmacêutica individual e coletiva; Atuar na pesquisa, desenvolvimento, seleção, manipulação, produção, armazenamento e controle de qualidade de insumos, fármacos, sintéticos, recombinantes e naturais, medicamentos, cosméticos, saneantes e domissaneantes e correlatos; Atuar em órgãos de regulamentação e fiscalização do exercício profissional e de aprovação, registro e controle de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes e correlatos; Atuar na avaliação toxicológica de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes, correlatos e alimentos; Realizar, interpretar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por análises clínico-laboratoriais, incluindo os exames hematológicos, citológicos, citopatológicos e histoquímicos, biologia molecular, bem como análises toxicológicas, dentro dos padrões de qualidade e normas de segurança; Realizar procedimentos relacionados à coleta de material para fins de análises laboratoriais e toxicológicas; Avaliar a interferência de medicamentos, alimentos e outros interferentes em exames laboratoriais; Avaliar as interações medicamento/medicamento e alimento/medicamento; Exercer a farmacoepidemiologia; Exercer a dispensarão e administração de nutracêuticos e de alimentos de uso integral e parenteral; Atuar no planejamento, administração e gestão de serviços farmacêuticos, incluindo registro, autorização de produção, distribuição e comercialização de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes e correlatos; Atuar no desenvolvimento e operação de sistemas de informação farmacológica e toxicológica para pacientes, equipes de saúde, instituições e comunidades; Interpretar e avaliar prescrições; Atuar na dispensarão de medicamentos e correlatos; Participar na formulação das políticas de medicamentos e de assistência farmacêutica; Formular e produzir medicamentos e cosméticos em qualquer escala; 20

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN DOCUMENTO CONSOLIDADO ABEF/COMENSINO/CAEF PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN As Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Farmácia (DCNs) constituem orientações para a elaboração dos currículos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância - Dresead Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Leia mais

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada;

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada; CURSO: Farmácia Missão O curso tem como missão formar profissionais farmacêuticos capazes de exercer atividades referentes aos fármacos e aos medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas, ao controle,

Leia mais

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006.

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação Externa de Instituições de Educação Superior do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES O MINISTRO

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior- Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

Estrutura para elaboração do PDI

Estrutura para elaboração do PDI Estrutura para elaboração do PDI NOTA 1 - Orientações para elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional PDI O Plano de Desenvolvimento Institucional PDI consiste num documento em que se definem

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior Daes Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 Sete Lagoas Março de 2014 Sumário 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO... 4 1.1. Composição da Comissão

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA REGULAMENTO

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA REGULAMENTO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA REGULAMENTO A Comissão Própria de Avaliação da FACISA CPA/FACISA, constituída pela Diretoria-Geral de acordo com o estabelecido pela Lei n 10.861 de 14

Leia mais

ANEXO III. Cronograma detalhado do PROAVI

ANEXO III. Cronograma detalhado do PROAVI ANEXO III Cronograma detalhado do PROAVI 65 PROGRAMA DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA PUC-CAMPINAS CRONOGRAMA COMPLEMENTAR DETALHANDO AS ATIVIDADES E AS AÇÕES DE DIVULGAÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL FACULDADE CASA DO ESTUDANTE. Aprovado no CONSU Conselho Superior em 02/02/2012

PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL FACULDADE CASA DO ESTUDANTE. Aprovado no CONSU Conselho Superior em 02/02/2012 PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL DA FACULDADE CASA DO ESTUDANTE PPI 2012 a 2015 Aprovado no CONSU Conselho Superior em 02/02/2012 Diretor Geral FACULDADE CASA DO ESTUDANTE PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior CONAES Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior

Leia mais

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior CONAES Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

AVALIAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO: BACHARELADO E LICENCIATURA

AVALIAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO: BACHARELADO E LICENCIATURA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - CONAES Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA I n s t r u m e n to

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA I n s t r u m e n to MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Avaliação da Educação Superior SISTEMA NACIONAL

Leia mais

D I R E I T O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES AUTORIZAÇÃO

D I R E I T O SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES AUTORIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Superior Sesu Departamento de Supervisão da Educação Superior - Desup Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria

Leia mais

Padrões de Qualidade para os Cursos de Graduação em Direito

Padrões de Qualidade para os Cursos de Graduação em Direito MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR COORDENAÇÃO DAS COMISSÕES DE ESPECIALISTAS DE ENSINO COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DE ENSINO DE DIREITO APRESENTAÇÃO: Padrões de Qualidade para os Cursos

Leia mais

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA Mantenedora: Fundação Presidente Antônio Carlos Mantida: Faculdade Presidente Antônio Carlos de Araguari

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (CONAES) SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (CONAES) SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (CONAES) SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O ROTEIRO DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Grupo Nobre de Ensino Ltda. UF: BA ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade Nobre de Feira de Santana, a ser instalada

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

Pitágoras Sistema de Educação Superior Sociedade Ltda. Faculdade Pitágoras de Maceió

Pitágoras Sistema de Educação Superior Sociedade Ltda. Faculdade Pitágoras de Maceió Pitágoras Sistema de Educação Superior Sociedade Ltda. Faculdade Pitágoras de Maceió RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Ciclo Avaliativo 2010-2012 Documento elaborado pela CPA, atendendo às exigências

Leia mais

SOCIEDADE ROLIMOURENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/C FACULDADE DE ROLIM DE MOURA FAROL. Relatório de auto-avaliação da Faculdade de Rolim de Moura

SOCIEDADE ROLIMOURENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/C FACULDADE DE ROLIM DE MOURA FAROL. Relatório de auto-avaliação da Faculdade de Rolim de Moura 1 SOCIEDADE ROLIMOURENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/C FACULDADE DE ROLIM DE MOURA FAROL Relatório de auto-avaliação da Faculdade de Rolim de Moura Rolim de Moura, 2010 2 RESUMO O relatório, ora apresentado,

Leia mais

Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais

Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais Construção coletiva a partir das experiências, coordenada pelo Colegiado do Curso de Graduação (art. 34 do Regimento Geral

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Medicina

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Medicina MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos Superiores de Pedagogia

Instrumento de Avaliação de Cursos Superiores de Pedagogia MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior -

Leia mais

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização

DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização DIMENSÃO 2: - Política para o ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão - Respectivas normas de operacionalização 2.1 - GRADUAÇÃO 2.1.1. Descrição do Ensino de Graduação na UESC Cursos: 26 cursos regulares

Leia mais

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO

INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) Diretoria de Avaliação

Leia mais

FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE CONSELHEIRO LAFAIETE

FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE CONSELHEIRO LAFAIETE 1 FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE CONSELHEIRO LAFAIETE RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO (Síntese dos resultados) COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA Mantenedora: Fundação Presidente

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA DE MINAS GERAIS FEAMIG PLANO DE MELHORIAS ACADÊMICAS

FACULDADE DE ENGENHARIA DE MINAS GERAIS FEAMIG PLANO DE MELHORIAS ACADÊMICAS FACULDADE DE ENGENHARIA DE MINAS GERAIS FEAMIG PLANO DE MELHORIAS ACADÊMICAS Fevereiro 2011 PLANO DE MELHORIAS ACADÊMICAS DA FEAMIG Introdução Desde o final do ano de 2007 e o início de 2008, a FEAMIG

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS DE ENSINO FAE

CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS DE ENSINO FAE CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS DE ENSINO FAE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2013-2015 UNIFAE CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS - FAE Prof. Dr. Francisco de Assis

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS IPITANGA FACIIP UNIDADE BAIANA DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO - UNIBAHIA PERÍODO 2015/2017. Lauro de Freitas - Bahia

FACULDADES INTEGRADAS IPITANGA FACIIP UNIDADE BAIANA DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO - UNIBAHIA PERÍODO 2015/2017. Lauro de Freitas - Bahia FACULDADES INTEGRADAS IPITANGA FACIIP UNIDADE BAIANA DE ENSINO PESQUISA E ETENSÃO - UNIBAHIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE AUTOAVALIAÇÃO PERÍODO 2015/2017 Lauro de Freitas

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017)

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017) Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre PLANO PLURIANUAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (2014-2017) Setembro de 2014 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. JUSTIFICATIVA... 5 3. OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO...

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO Diretores de Unidades Universitárias, coordenadores pedagógicos

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO ELABORAÇÃO DO PPC INTRODUÇÃO O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) deve orientar a ação educativa, filosófica e epistemológica do mesmo, explicitando fundamentos políticos,

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação de Ensino Superior de Ibaiti UF: PR ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade de Educação, Administração

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos:

Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos: Referência atual: Decreto 5.773, 9 de maio de 2006. Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos: I-missão, objetivos e metas da instituição, em sua

Leia mais

DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA

DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EXTERNA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - Sinaes Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B REGULAMENTO GERAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA PLENA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS O Curso de Ciências Biológicas, através

Leia mais

N de cursos ofertados; % de vagas ocupadas/ formas de ingresso.

N de cursos ofertados; % de vagas ocupadas/ formas de ingresso. Anexo II Dimensões Elementos Indicadores quantitativos Indicadores qualitativos % de cursos com projeto pedagógico/ adequados ao Projeto Condições de implementação dos Projetos Projeto Pedagógico dos Institucional

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO IFPR CÂMPUS CAMPO LARGO DESDOBRAMENTO DAS DIRETRIZES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PARA O CÂMPUS DOCUMENTO FINAL EIXO: ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E INOVAÇÃO Objetivos Específicos

Leia mais

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO (Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO... 3 2 ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Missão: Atuar nas diferentes áreas (administração, planejamento e orientação educacional) com o intuito

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS Resolução do colegiado de Pedagogia nº 03/2014 Regulamenta Estágio supervisionado do curso de Pedagogia, fixados no Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia, Licenciatura, do Centro de Ensino Superior

Leia mais

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

FARMÁCIA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

FARMÁCIA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FARMÁCIA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: FARMÁCIA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

Reitor Prof. Dr. Reinaldo Centoducatte. Vice-Reitora Profª. Drª. Ethel Leonor Noia Maciel

Reitor Prof. Dr. Reinaldo Centoducatte. Vice-Reitora Profª. Drª. Ethel Leonor Noia Maciel Reitor Prof. Dr. Reinaldo Centoducatte Vice-Reitora Profª. Drª. Ethel Leonor Noia Maciel PROGRAMA DE AUTOAVALIAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Pró-Reitoria de Graduação

Leia mais

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração Cursos de Administração: qualidade necessária XIV Fórum Internacional de Administração Rio de Janeiro, 18 de maio de 2015 ENSINAR, APRENDER, AVALIAR... TRAJETÓRIA DA AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO SUPERIOR CAPES avaliação

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina Veterinária.

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

Instrumento de Avaliação para Renovação de Reconhecimento de Cursos de Graduação

Instrumento de Avaliação para Renovação de Reconhecimento de Cursos de Graduação MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC 1 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC O PPC, Projeto Pedagógico de Curso, é o instrumento de concepção de ensino e aprendizagem de um curso e apresenta características de um projeto, no qual devem ser definidos

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior. ASSUNTO: Instrumentos de avaliação para credenciamento

Leia mais

ÚNICA EDUCACIONAL LTDA FACULDADE ÚNICA DE IPATINGA PROJETO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

ÚNICA EDUCACIONAL LTDA FACULDADE ÚNICA DE IPATINGA PROJETO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ÚNICA EDUCACIONAL LTDA FACULDADE ÚNICA DE IPATINGA PROJETO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Março de 2015 SISTEMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A avaliação é entendida pela Faculdade Única de Ipatinga como um processo

Leia mais

PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - UniEVANGÉLICA 2013, 2014 E 2015

PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - UniEVANGÉLICA 2013, 2014 E 2015 PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - UniEVANGÉLICA 2013, 2014 E 2015 1 VII SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2013, 2014 E 2015 14 de maio de 2013 INTRODUÇÃO O projeto

Leia mais

Documento de Referência

Documento de Referência P r ó - R e i t o r i a d e D e s e n v o l v i m e n t o I n s t i t u c i o n a l - I F A M 1 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015

SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015 SEMINÁRIO DE GRADUAÇÃO ENADE 2015 ROTEIRO SINAES Princípios e concepções Os Ciclos Avaliativos do Enade e os Indicadores de Qualidade Enade 2015 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO SINAES Responsabilidade : responsabilidade

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011)

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades

Leia mais

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso AUTO-AVALIAÇAO INSTITUCIONAL DO CURSO DE PEDAGOGIA FACED-UFAM / Professores Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso Objetivos do Curso 01 - Tenho conhecimento do Projeto Pedagógico do Curso.

Leia mais

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRA ALGUNS INDICADORES¹ 2.314 IES 245 públicas (10,6%) e 2.069

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011

PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011 PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL De acordo com o Decreto 5.773/2006 PERÍODO - 2012-2015 Resolução COP Nº 113/2011, de 08/12/2011 PLANO DE AÇÃO 2012 Resolução COP Nº. 114/2011 de 08/12/2011 Lucas

Leia mais

FACULDADE ESPECIALIZADA NA ÁREA DE SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL Portaria MEC nº 1.220 23/12/2009 - DOU nº 246-24/12/2009, seção 1, p. 95.

FACULDADE ESPECIALIZADA NA ÁREA DE SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL Portaria MEC nº 1.220 23/12/2009 - DOU nº 246-24/12/2009, seção 1, p. 95. COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA RELATÓRIO DA CPA 2012 Março 2013 Presidente do Conselho Superior COSUP Diretor da FASURGS Coordenador do Curso de Odontologia Prof. Ms. Celso Luiz Rigo Comissão Organizadora

Leia mais

Planejamento CPA Metropolitana 2013

Planejamento CPA Metropolitana 2013 Planejamento CPA Metropolitana 2013 1 Planejamento CPA Metropolitana Ano 2013 Denominada Comissão Própria de Avaliação, a CPA foi criada pela Legislação de Ensino Superior do MEC pela Lei 10.861 de 10

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/9/2009, Seção 1, Pág. 47. Portaria n 886, publicada no D.O.U. de 18/9/2009, Seção 1, Pág. 46. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA. Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES

Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA. Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Faculdade de Sorocaba AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Sorocaba Dezembro 2014 1 Faculdade

Leia mais

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE)

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE (SÍNTESE) Ao longo de mais de cinco décadas, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) estruturou um ambiente acadêmico intelectualmente rico

Leia mais