REGULAMENTO INTERNO. Centro Comercial Grossista. M.A.F. Mercado Abastecedor de V. N. de Famalicão CAPÍTULO I. Disposições Gerais.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGULAMENTO INTERNO. Centro Comercial Grossista. M.A.F. Mercado Abastecedor de V. N. de Famalicão CAPÍTULO I. Disposições Gerais."

Transcrição

1 REGULAMENTO INTERNO Centro Comercial Grossista M.A.F. Mercado Abastecedor de V. N. de Famalicão CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de aplicação 1 O presente Regulamento aplica-se ao prédio urbano sito no lugar de Meães, da freguesia de Vilarinho das Cambas, concelho de V. N. Famalicão, denominado de M.A.F. Mercado Abastecedor de V. N. de Famalicão (Centro Comercial Grossista), descrito na Conservatória do Registo Predial sob o n.º 00188/310795, com declaração do Mod. 129 para a sua inscrição na respectiva matriz urbana apresentada em 12/07/95 na 2.ª Repartição de Finanças de V. N. Famalicão. 2 O Presente Regulamento tem como objecto estabelecer as relações entre os Condóminos e a respectiva Administração, destinando-se ainda, a estabelecer as normas relativas ao funcionamento e exploração do M.A.F. Mercado Abastecedor de V. N. Famalicão (Centro Comercial Grossista). 3 Por deliberação da Assembleia de Condóminos, as disposições deste Regulamento podem ser alteradas, suprimidas ou completadas, desde que as modificações não contrariem a Escritura que estabeleceu o regime de Propriedade Horizontal, nem os direitos dos Condóminos.

2 4 Em tudo quanto este Regulamento seja Omisso, aplicar-se-ão as regras constantes do Capítulo IV, do Titulo II, do Livro III do Código Civil e mais legislação em vigor. Artigo 2º (Objecto do Centro Comercial Grossista) 1 O Centro Comercial Grossista denominado M.A.F. Mercado Abastecedor de V.N. Famalicão, é um estabelecimento comercial instalado no prédio urbano descrito no n.º 1 do Art.º 1º, deste Regulamento, constituído por um conjunto de edifícios contíguos, funcionalmente ligados entre si pela existência de partes comuns, constituindo uma Grande Superfície Comercial Grossista, sendo formado por três pavilhões ou Corpos, designados pelas letras A, B, C, com uma área coberta total de vinte e cinco mil e duzentos metros quadrados, por um corpo não coberto com a área de dez mil metros quadrados, designado pela letra D, e, por um edifício anexo com a área coberta de cento e sessenta e seis metros quadrados, destinados às instalações do Condomínio, pelos aparcamentos a descoberta privativos de cada fracção e pelo logradouro comum. 2 O Corpo A situa-se pelo lado Norte, o Corpo B no centro, o Corpo C no lado Sul e o Corpo D a Poente. 3 Os Corpos A e B constituem o sector alimentar do empreendimento, porém no Corpo B apenas a fracção AI poderá funcionar como serviço de bar, pastelaria ou restaurante para apoio aos utentes. O Corpo C constituirá sempre o sector não alimentar, sem prejuízo de nele poder funcionar, também como serviço de apoio aos utentes, na fracção GW, serviço de café, restaurante ou pastelaria.

3 Artigo 3º (Fracções Autónomas) 1 O prédio urbano é constituído por duzentas e cinquenta fracções autónomas, às quais cabem as seguintes designações e valores relativos, expressos em permilagem, do valor total do prédio: CORPO A Fracções A, C, D, I, L, O, P, Q, R, S, - cada uma com o valor relativo de doze milavos; - B, J, K, M, N, T, U, V, W, X, - cada uma com o valor relativo de seis milavos; - E, F, G, H, - cada uma com o valor relativo de três milavos. CORPO B Fracções Z, AA, AE, AF, AG, AI, AJ, AK, AL, AM, AR, AS, AT, AU, AV, AW, BD, BE, BF, - cada uma com o valor relativo de três milavos; - AB, AC, AD, AH, AN, AO, AP, AQ, AX, AY, AZ, BA, BB, BC, BG cada uma com o valor relativo de seis milavos; - Y com o valor relativo de doze milavos. CORPO C Fracções BJ, BK, BL, BM, BP, BV, BW, BZ, CA, CB, CC, CD, CE, CH, CI, CJ, CK, CM, CN, CO, CP, CR, CS, CT, CU, CW, CY, CZ, DA, DB, DE, DG, DH, DI, DJ, DK, DL,

4 DM, DN, DO, DP, DQ, DR, DT, DU, DV, DW, DY, DZ, EA, EB, EC, ED, EE, EF, EG, EH, EI, EK, EL, EM, EN, EO, EP, EQ, ER, ES, ET, EU, EV, EW, EX, FE, FF, FI, FJ, FL, FM, FN, FT, FU, FX, FZ, GA, GB, GF, GG, GH, GK, GL, GM, GN, GO, GP, GT, GU, GV, - cada uma com o valor relativo de três milavos; - BH, BI, BN, BO, BQ, BR, BS, BT, BU, BX, BY, CF, CG, CQ, CV, CX, DC, DF, DS, EJ, EY, EZ, FA, FB, FC, FD, FG, FH, FK, FO, FP, FQ, FR, FS, FV, FW, FY, GC, GD, GE, GJ, GK, GR, GS, GW cada uma com o valor relativo de seis milavos; - CL com o valor relativo de doze milavos CORPO D Fracção - GX com o valor de setenta milavos 2 O anexo com a área coberta de 176 m2, descrito no Art.º 2º, n.º 1 deste Regulamento, destina-se às reuniões da Administração do Condomínio, depósito e arrumações de bens e livros. Artigo 4º (Administração) 1 Sem prejuízo dos direitos dos Condóminos como proprietários, a administração das partes comuns do Centro Comercial Grossista, compete à Assembleia de Condóminos, à mesa desta Assembleia e ao Administrador. 2 - A Administração poderá ou não ser remunerada.

5 3 A Administração é eleita pela Assembleia de Condóminos. 4 O mandato da Administração é de dois anos.(redacção dada pela acta n.º13 da assembleia geral de 5/2/2002) 5 A Administração representa os Condóminos em Tribunal, Repartições Públicas, Organismos Públicos ou Privados, ficando desde já mandatada para se o entender delegar poderes bastantes em terceiros para os devidos e legais efeitos. Artigo 5º (Partes Comuns) 1 São comuns as seguintes partes do Centro Comercial Grossista: a) As instalações gerais da água, gás, electricidade, aquecimento, sinais avisadores sonoros ou luminosos, antenas colectivas e sinais de trânsito; b) A instalação telefónica geral; c) Os elementos decorativos instalados ou a instalar nas áreas comuns; d) As entradas, zonas de circulação, escadas e corredores de uso e passagem comum a dois ou mais condóminos; f) Os postos de transformação, grupos de emergência, hidro-compressores, bombagem e quaisquer outros equipamentos de interesse comum, instalados ou a instalar e afectos exclusivamente ao Centro Comercial Grossista; g) As instalações sanitárias não privativas de alguma fracção autónoma, respectivos tubos de ventilação e seus acessórios

6 h) - As condutas de fumos; i) -Os elevadores e monta-cargas; j) Logradouro do prédio urbano ou parte comum do mesmo, constituído por toda a área que não compreende as fracções autónomas ou que não se encontra afectada ao uso exclusivo de qualquer fracção; K)-Em geral, as coisas que não estejam afectadas ao uso exclusivo de um dos condóminos. 2 São comuns a todo o Condomínio, as instalações do Condomínio destinadas a fins sociais, administrativos e de portaria. CAPÍTULO II Direitos e Encargos dos Condóminos Artigo 6º (Direitos dos Condóminos) 1 Cada condómino é detentor exclusivo da fracção autónoma que ocupa, tendo ainda o direito de utilizar as partes comuns do Centro Comercial Grossista, nos termos e condições do presente Regulamento. 2 Para efeitos deste Regulamento, entende-se por Condómino a Pessoa Singular ou Colectiva, sociedade comercial, que ocupa a sua própria fracção ou seja locatário de uma fracção autónoma, ou que dela por qualquer título tenha o uso ou fruição. 3 Os proprietários de cada uma das fracções autónomas respondem perante a Administração por todos os seus actos e ainda por todos os actos

7 que forem praticados por terceiros a quem tenha sido, por qualquer meio, cedido o uso e fruição da respectiva fracção. Artigo 7º (Limitações) 1 Os Condóminos estão sujeitos às limitações decorrentes da sua integração no Centro Comercial Grossista, bem como do direito de propriedade e compropriedade dos Condóminos do prédio urbano descrito a artigos 1º, n.º 1 e 2, n.º 1. 2 É especialmente vedado aos Condóminos: a) Realizar quaisquer obras em contravenção do disposto neste Regulamento; b) Praticar qualquer acto que impossibilite, dificulte ou onere a utilização das restantes fracções ou partes comuns; c) Dar à sua fracção uma utilização proibida pelo título constitutivo da propriedade horizontal ou diferente da contratualmente estabelecida ou ofensiva dos bons costumes; d) Introduzir na fracção autónoma alterações que, interior ou exteriormente, prejudiquem a linha arquitectónica ou o arranjo estético do edifício; e) Colocar no exterior da fracção autónoma reclamos luminosos ou outras formas de publicidade sem prévia aprovação da Administração, não podendo, em qualquer caso, exceder 45 cm de espessura;

8 f) Ocupar por qualquer modo as partes comuns do Centro Comercial Grossista ou dificultar a livre circulação dos seus utentes, designadamente, fazendo exposição ou estacionamento de mercadoria nos corredores dos pavilhões, à excepção de cargas e descargas durante o período máximo de 30 minutos (redacção dada pela acta n.º34 da assembleia geral de 20/1/2010); g) Violar ou deixar de cumprir as normas legais aplicáveis, o presente Regulamento, ou quaisquer da Assembleia de Condóminos; h) Em geral, praticar quaisquer actos ou adoptar processos que prejudiquem a harmonia, ordem, disciplina e eficiência do funcionamento do Centro Comercial Grossista; i) Solicitar ao pessoal de serviço comum que execute tarefas em favor exclusivamente particular. 2 Aos Condóminos dos Corpos B e A, sector alimentar, é-lhes permitido ocupar os corredores dos respectivos pavilhões, apenas para exposição de mercadoria e não para depósito, num espaço que vai desde a frente de cada fracção até um metro de extensão no sentido do respectivo corredor, não podendo em caso algum exceder aquele limite. Para uma melhor definição do espaço, será desenhada uma linha recta em cada lado dos respectivos corredores. Contudo, não é permitido aos Condóminos regarem as mercadorias expostas, devendo sempre, obedecer aos cuidados de limpeza e higiene, devendo ainda, aquando da retirada das mercadorias, contribuir para a limpeza do espaço. Artigo 8º (Outras Obrigações)

9 1 Os Condóminos são obrigados: a) A ter as lojas devidamente decoradas e equipadas, desde a sua abertura ao público; b) A manterem as lojas abertas durante o horário que, com observância da lei, vier a ser aprovado pela Assembleia de Condóminos; c) A não encerrar as lojas por períodos contínuos superiores ao que vier a ser determinado em Assembleia de Condóminos, salvo motivos justificados. 2 A violação do disposto nas alíneas anteriores determinará o pagamento de multa a fixar em Assembleia de Condóminos. Artigo 9º (Obras nas partes comuns) 1 A alteração, substituição ou modificação das partes comuns do Centro Comercial Grossista, depende da prévia aprovação pela Assembleia de Condóminos. 2 As obras necessárias à conservação e fruição das partes comuns deverão ser realizadas pelo Administrador a expensas dos Condóminos. 3 As reparações indispensáveis e urgentes nas partes comuns podem ser levadas a efeito, sempre que não sejam ou não possam ser realizadas pelo Administrador em tempo útil por iniciativa de qualquer condómino; neste casa, deverão ser comunicadas ao Administrador no prazo de oito dias, sob pena de perda do direito ao reembolso das despesas efectuadas. Artigo 10º

10 (Obras no interior das lojas) A realização de obras no interior das lojas é livre, devendo no entanto, respeitar o disposto no artigo sétimo. Artigo 11º (Encargos Comuns) Entre outros, são considerados encargos comuns dos Condóminos os relativos a: a) Pessoal contratado para prestação de serviços comuns, incluindo serviços administrativos, contabilísticos e jurídicos; b) Seguros comuns; c) Limpeza, segurança e portaria das áreas comuns; d) Expediente administrativo, incluindo despesas com a instalação de funcionamento de serviços comuns; e) Água, electricidade, gás e outros fornecimentos comuns; f) Melhoramentos e aquisição de equipamento ou material comum; g) Conservação e reparações que afectem a totalidade das lojas ou as partes comuns, nomeadamente canalizações, instalações gerais de som, água, electricidade, telefone, telex, aquecimento, sinais avisadores, instalações contra incêndios e demais equipamento comum;

11 h) Dotações para a constituição de reintegrações, provisões ou amortizações nos limites previstos nas leis em vigor ou que a experiência demonstre aconselháveis; i) Dotações para a constituição de um Fundo Comum de Reserva para custear as despesas de conservação do prédio urbano descrito a art. 1º, n.º 1 e art. 2º, n.º 1, contribuindo cada Condómino, com a quantia correspondente, a pelo menos 10% da sua quota-parte nas restantes despesas do condomínio; j) Encargos com publicidade de interesse para todo o Centro Comercial Grossista; k) Em geral, todas as despesas necessárias à conservação e fruição das partes comuns. Artigo 12º (Divisão das despesas Comuns) 1 As despesas comuns, quer ordinárias, quer extraordinárias, serão pagas por todos os Condóminos na proporção do valor relativo à respectiva fracção autónoma. 2 São despesas comuns extraordinárias as que envolvam obras de conservação ou melhoramento do prédio urbano descrito a art. 1, n.º1º e art. 2º, n.º 1. Artigo 13º (Obras impostas aos Condóminos)

12 1 Cada Condómino deve proceder, na sua fracção, às reparações necessárias para se prevenirem e evitarem danos ou qualquer eventual prejuízo aos outros Condóminos e, de um modo geral, tudo o que possa comprometer a estabilidade, a uniformidade exterior e interior ou estética dos Corpos A, B, e C, ficando responsável pelos danos resultantes da demora injustificada na realização das obras ou de deficiências destas. 2 Porém, se não fizer tais reparações, poderá a Assembleia impor-lhe a sua realização, mediante deliberação tomada pela maioria fixada no nº 3 do art. 1432º do Código Civil. 3 Cada Condómino, após solicitação do Administrador, deve permitir que se proceda, com as necessárias cautelas, aos trabalhos que careçam de se efectuar em coisas comuns com utilização de qualquer parte da sua fracção, bem como às respectivas inspecções, assistindo-lhe porém, o direito de ser indemnizado pelos danos que sofra em consequência desses trabalhos. Artigo 14º (Arrendamento das fracções autónomas) 1 Cada Condómino pode arrendar a respectiva fracção autónoma, desde que não haja alteração ao seu modo de utilização. Fica, todavia, obrigado a dar conhecimento do facto à Administração, à qual fornecerá os elementos de identificação do inquilino. 2 Os Condóminos que arrendarem as suas fracções podem pedir ao Administrador para cobrar directamente dos seus inquilinos quaisquer importâncias correspondentes à utilização de bens e serviços comuns, que no contrato de arrendamento estes se tenham obrigado a suportar. O pedido será feito por escrito, ficando os Condóminos, porém, obrigados a substituir os

13 inquilinos no pagamento dos recibos emitidos, quando estes não os satisfaçam no prazo fixado no artigo 182º. Artigo 15º (Actos Expressamente proibidos) 1 É proibido aos Condóminos, seus arrendatários, empregados ou visitantes: a) Alterar a tranquilidade dos pavilhões, designados por CORPOS, com vozes, cantares ou ruídos incómodos, devendo regular as máquinas, aparelhos receptores ou reprodutores de som ou outros aparelhos electrodomésticos, de modo a que tais ruídos não perturbem os demais utentes; b) Ter animais domésticos em qualquer parte comum ou própria; c) Despejar lixo para as partes comuns sem que seja nos locais próprios e previamente definidos pela Administração; d) É expressamente proibido a pessoas singulares ou colectivas estranhas ao Centro Comercial Grossista, por si ou por intermédio de qualquer condómino, proceder à comercialização de qualquer produto ou artigo, nas partes consideradas comuns, sem que esteja devidamente autorizado pelo Administrador; e) - É proibida a colocação de publicidade no pavilhão C, com excepção do espaço previamente definido e mediante o pagamento do montante de 250,00, (redacção dada pela acta n.º32 da assembleia geral de14/1/2009); f) É igualmente proibida a colocação de publicidade, nos pavilhões A e B, à excepção da colocada no espaço compreendido entre o portão de

14 cada loja e a pala superior, com três metros de largura, com a espessura máxima de 20 cm por placard publicitário, devendo cada condómino pagar conforme o pavilhão C, utilizando-se o critério proporcional, (redacção dada pela acta n.º34 da assembleia geral de 20/1/2010). Artigo 16º (Movimento de veículos, empilhadores e porta-paletes) 1 A entrada, circulação e saída de veículos está sujeita às regras estabelecidas pelo presente Regulamento e Normas de Execução Interna emanadas do Administrador. 2 Os limites de velocidade autorizados para veículos são os seguintes: Veículos automóveis ligeiros de passageiros, de mercadorias, mistos e pesados de mercadorias: 30Km/h. Empilhadores: 10Km/h. 3 Os empilhadores só poderão ser conduzidos por maiores de 18 anos, que possuam formação adequada, sendo sempre responsável por qualquer acidente ou dano, o respectivo condómino proprietário ou utilizador. Os empilhadores só podem circular nos corredores dos respectivos pavilhões aquando da necessidade do transporte de mercadorias, o mesmo sucedendo com os porta-paletes. 4 Por razões de força maior pode o Administrador determinar que um veículo estacionado seja retirado desse lugar. 5 Nenhum local de estacionamento pode ser utilizado para depósito de bens ou taras.

15 6 As disposições do Código da Estrada ou as determinações pelas Autoridades policiais são aplicáveis no interior do Centro Comercial Grossista. Artigo 17º (Encargos Individuais) 1 Cada Condómino é responsável por todos os danos causados nas partes comuns do Centro Comercial Grossista que resultem, directa ou indirectamente, da actividade por ele exercida ou imputável ao Condómino, seus empregados, comissários ou clientes. 2 Os Condóminos que utilizem em seu proveito exclusivo partes comuns do Centro Comercial Grossista, são responsáveis por todas as despesas e encargos com essas partes comuns, devendo, no fim do prazo estipulado para a sua utilização, repô-las no estado em que se encontravam. 3 Serão suportadas exclusivamente pelo Condómino ou Condóminos interessados, as despesas com instalação de electricidade, telefone, aquecimento, ar condicionado, sinais avisadores, baixadas, instalação de som e demais equipamentos desde as instalações gerais até à sua fracção autónoma. 4 Sempre que quaisquer instalações exclusivas de um Condómino determinarem a realização de despesas com instalação ou equipamentos gerais, serão as mesmas por ele suportadas sem direito a qualquer reembolso, compensação ou retenção. 5 A limpeza de cada fracção autónoma, caso não seja efectuada pelo Condómino, será realizada pelos serviços de limpeza das partes comuns, mediante o respectivo pagamento a fixar em Assembleia de Condóminos.

16 Artigo 18º (Pagamento) 1 Os Condóminos deverão liquidar as suas contribuições para pagamento dos encargos referidos nos artigos anteriores, assim como qualquer prestação pecuniária que seja devida, até ao dia oito do mês a que disser respeito no local a indicar pelo Administrador. 2 Dentro do prazo fixado no número anterior poderão os Condóminos consultar a documentação justificativa de tais despesas e solicitar ao Administrador os esclarecimentos que entenderem necessários. 3 A violação do disposto no número um determinará a aplicação de uma multa mensal equivalente a vinte por cento dos valores em dívida, a qual reverterá a favor do Fundo de Provisões. 4 Decorridos sessenta dias sobre o prazo fixado neste artigo, o Administrador poderá intentar a competente acção judicial, sendo de conta do Condómino em falta, todas as despesas judiciais e extrajudiciais, emergentes desse procedimento ou da sua preparação, incluindo honorários de advogados ou solicitadores. 5 As responsabilidades de qualquer Condómino transmitem-se ao que directamente lhe suceda, por qualquer modo de cessão do devedor. Artigo 19º (porteiros, vigilantes e Limpeza) O Centro Comercial Grossista é dotado com pessoal de portaria, vigilância e limpeza. O número, vencimento e regalias dos porteiros, vigilantes e empregados da limpeza será fixado pelo Administrador.

17 Artigo 20º (Competência do Pessoal de Portaria, Vigilância e Limpeza) 1 A competência do pessoal dos serviços de Portaria, Vigilância e limpeza será pré-determinada pelo Administrador. 2 É vedado ao pessoal de portaria, vigilância e limpeza intrometer-se em assuntos respeitantes à utilização das fracções autónomas (lojas), salvo para os casos em que para o efeito sejam solicitados. CAPÍTULO III ASSEMBLEIA DE CONDÓMINOS Artigo 21º (composição) A Assembleia de Condóminos é composta por todos os Condóminos e pelo Administrador. Artigo 22º (Competência da Assembleia) Compete à Assembleia de Condóminos: a) Eleger os elementos da Mesa da Assembleia; b) Discutir, votar e aprovar as contas respeitantes ao ano anterior e aprovar o Orçamento das despesas a efectuar durante o ano;

18 c) Fixar e altera o horário de abertura e fecho do Centro Comercial Grossista, com observância das disposições legais aplicáveis; d) Fixar e alterar o critério de divisão das despesas comuns; e) Deliberar sobre os seguros a realizar, montante dos riscos a cobrir e respectivas cláusulas contratuais. f) Solicitar aos Condóminos a alteração, substituição ou modificação das partes comuns; g) Eleger, exonerar e propor aos Condóminos a substituição do Administrador h) Em geral, pronunciar-se sobre todos os assuntos relativos à exploração e funcionamento do Centro Comercial Grossista. Artigo 23º (Assembleia de Condóminos) 1 As Assembleias de Condóminos são ordinárias e extraordinárias. 2 A Assembleia Geral ordinária reunir-se-á na primeira quinzena de Janeiro, mediante convocação do Administrador, para análise e votação do relatório elaborado pelo Administrador, das contas referentes ao ano anterior, do orçamento das despesas a efectuar no ano em curso, a eleição da Mesa e para discutir e deliberar sobre quaisquer assuntos de interesse comum. 3 A Assembleia Geral extraordinária reunirá quando convocada pelo Administrador ou quando a sua convocação tenha sido requerida, pelo menos, por vinte e cinco por cento dos Condóminos, com excepção do

19 caso previsto no art. 1438º do Código Civil, ou a requerimento de qualquer Condómino para decisão de recurso em que seja interessado. Artigo 24º (Convocação) 1 As reuniões serão convocadas pelo Administrador e pelo Condómino ou Condóminos interessados sempre que aquele não proceda à expedição avisos convocatórios no prazo de dez dias a contar do pedido da reunião. 2 Dos avisos convocatórios deverão constar sempre os assuntos sobre os quais a Assembleia deverá deliberar, bem como o dia, hora e local da reunião, assim como, a informação sobre os assuntos cujas deliberações só podem ser aprovadas por unanimidade de votos. 3 Poderão realizar-se Assembleias Gerais sem prévia convocação e deliberar validamente sobre todos os assuntos, desde que se encontrem presentes todos os Condóminos e o Administrador. Artigo 25º (Assistência às Assembleias Representações) 1 Nenhum Condómino poderá ser privado do direito de assistir, intervir e deliberar na Assembleia de Condóminos, e poderá fazê-lo pessoalmente ou por intermédio do seu representante legal ou voluntário. Neste último caso, para prova de mandato será suficiente uma carta dirigida ao Administrador, na qual o Condómino indique em quem delega a sua representação. 2 Ninguém poderá representar mais do que três Condóminos.

20 3 Quando uma fracção pertence a mais do que uma pessoa ou sociedade comercial, a representação competirá a uma só, por todas escolhidas e comunicada em carta, por todos assinada, dirigida ao Administrador. 4 Sempre que as fracções sejam propriedade ou estejam a ser exploradas por uma sociedade comercial, deverá esta indicar por escrito qual o seu representante ao Presidente da Mesa da Assembleia de Condóminos. Artigo 26º (Mesa da Assembleia Actas) 1 A Assembleia será dirigida por um Presidente, assistido pelo Administrador e por um Secretário. O Presidente e o Secretário serão designados para cada reunião logo no início, pela maioria dos Condóminos presentes e exercerão aqueles cargos por todo o tempo que durar a respectiva reunião, mesmo que ela se prolongue por mais de uma sessão ou venha a ser necessária nova convocação por falta de quórum. 2 Ao Secretário compete especialmente a redacção da acta de reunião, acto contínuo ao tempo dos trabalhos desta, a menos que os Condóminos presentes signifiquem à Mesa a sua confiança para a elaboração daquele documento. 3 Se os trabalhos se prolongarem por mais de uma sessão, de cada uma se lavrará a respectiva acta. 4 A Acta assinada pelo Presidente da Mesa, pelo Administrador e pelo Secretário e ainda pelos Condóminos presentes à reunião que o quiserem fazer.

21 Artigo 27º (Votações da Assembleia) 1 - Nas Assembleias Gerais têm direito a voto todos os Condóminos. 2 As deliberações são tomadas, salvo nos casos previstos no número quatro, por maioria dos votos representativos do capital investido. 3 Cada proprietário terá dentro da Assembleia tantos votos quantas as unidades inteiras contidas na permilagem que lhe corresponder no valor total do prédio, constantes do título constitutivo da propriedade horizontal e do artigo 3º deste Regulamento. 4 Deverão ser tomadas por maioria do capital investido as seguintes deliberações: a) Fixação ou alteração do critério de divisão de despesas comuns; b) Criação ou eliminação de encargos; c) Obras que alterem, substituam ou modifiquem as partes comuns. 5 Se não comparecer o número de Condóminos suficientes para se obter vencimento, realizar-se-á nova reunião para uma semana depois, na mesma hora e local, sem necessidade de nova convocatória escrita, podendo neste caso, a Assembleia deliberar por maioria de votos dos Condóminos presentes, desde que estes representem, pelo menos, um quarto do valor total do prédio. Artigo 28º (Falta do Administrador à Assembleia)

22 1 Se o Administrador faltar à reunião da Assembleia, sem motivo previamente justificado, a reunião não será adiada. Neste caso será substituído por um dos Administradores Delegados. 2 Destes trabalhos se lavrará a correspondente acta, em documento avulso, para oportunamente, ser transcrito no livro de actas. 3 Se o Administrador justificar previamente a falta, os presentes decidirão, caso por caso, atenta a urgência dos assuntos, se adiam ou não, a Assembleia para data posterior. CAPÍTULO IV DO ADMINISTRADOR Artigo 29º (Designação e Competência) 1 O Administrador é nomeado, exonerado, e substituído pela Assembleia de Condóminos. 2 O cargo de Administrador e Administradores-Delegados, pode ou não ser remunerável, conforme o deliberado em Assembleia, sendo o período de funções, salvo disposição em contrário, de um ano, renovável. 3 Compete ao Administrador: a) Contratar, suspender e despedir pessoal para prestar trabalho nos serviços comuns e exercer a disciplina sobre o mesmo pessoal; b) Superintender e coordenar o trabalho do pessoal referido na alínea anterior;

23 c) Estar presente nas Assembleias Gerais e ai apresentar propostas e intervir na discussão dessas e de quaisquer outras, podendo ainda conduzir os trabalhos, se o Presidente de Mesa o permitir; d) Elaborar o orçamento das receitas e das despesas do Centro Comercial relativas a cada ano; e) Cobrar as receitas e realizar as despesas comuns; f) Executar as deliberações da Assembleia Geral de Condóminos que não contrariem as disposições legais e os regulamentos aplicáveis; g) Regular o uso das coisas comuns e a prestação de serviços de interesse, de conformidade com a Lei e com este Regulamento. h) Facultar a todos os Condóminos, sempre que para o efeito solicitado e com a antecedência de dez dias, o Balancete da receita e da despesa feita; i) Prestar contas do seu mandato no fim do mesmo, devolvendo todos os livros e documentos em seu poder, referentes à Administração do Condomínio. Artigo 30º (Legitimidade do Administrador e Administradores-Delegados) 1 O Administrador tem legitimidade para agir em juízo, quer contra qualquer dos Condóminos, quer contra terceiros, na execução das funções que lhe pertencem ou quando autorizado pela Assembleia de Condóminos, competindo-lhe, ainda, executar as deliberações da Assembleia de Condóminos.

24 2 Na sua falta ou impossibilidade temporária, tais funções competirão aos Administradores-Delegados. Artigo 31º (Recurso) Dos actos do Administrador cabe recurso para a Assembleia de Condóminos. CAPÍTULO V Disposições Diversas Artigo 32º (Diversos) 1 Nos contratos de arrendamento que os Condóminos celebrarem relativamente às respectivas fracções autónomas, deverá especificar-se a obrigação que os arrendatários assumem de respeitarem o presente Regulamento. 2 Igual menção deverá constar no caso dos Condóminos transmitirem, por qualquer modo, a sua fracção. Artigo 33º (Seguro de Incêndio) 1 O seguro obrigatório contra o risco de incêndio pode ser feito por valor diferente do que lhe foi atribuído ao prédio no título constitutivo da propriedade horizontal e, sempre que possível, por valor equivalente ao real, Naquele caso, cada Condómino pagará a parte do prémio que corresponder ao valor que, no contrato, tenha sido atribuído à sua fracção autónoma,

25 acrescido da que lhe couber com referência ao valor das partes comuns, calculadas esta na proporção da quota-parte que nelas possui. 3 O seguro deve ser celebrado pelos Condóminos. Quando estes não o façam dentro do prazo e pelo valor que tenha sido fixado em Assembleia, deve o Administrador celebrá-lo, ficando com o direito de reaver dos Condóminos o respectivo prémio. Artigo 34º (Regulamentos Complementares) Tendo em conta a especificidade dos Corpos A, B e C, o Administrador poderá apresentar à Assembleia Geral Regulamentos complementares que se venham a revelar necessários e que, depois de aprovados, passarão a fazer parte integrante deste Regulamento. Artigo 35º (Infracções) 1 O Condómino que, directa ou indirectamente, violar o disposto no presente Regulamento, além das penalidades a que está sujeito, será responsável pelas perdas e danos a que o seu procedimento der lugar e que não estejam cobertas pelo seguro. 2 Consideram-se imputáveis aos Condóminos todos os actos praticados por eles pessoalmente, por trabalhadores ao serviço ou por outros agentes ou comissários e ainda pelos cessionários e arrendatários da respectiva fracção. Artigo 36º (Multas)

26 1 A violação das disposições deste Regulamento, para que se não preveja penalidade especial, bem como das determinações da Assembleia de Condóminos ou do Administrador, proferidas no exercício dos poderes legais ou regulamentares, será punida com multa pecuniária de cinquenta euros a quinhentos euros por infracção (redacção dada pela acta n.º24 da assembleia geral de 21/1/2004). 2 As multas serão fixadas tendo em atenção, em cada caso, a gravidade da infracção e a culpa do infractor e reverterão a favor do Fundo de Provisões. 3 Da aplicação das multas cabe recurso, sem efeito suspensivo, para a Assembleia de Condóminos, no prazo de dez dias a contar da data da notificação. Artigo 37º (Notificação) 1 A aplicação de multas será notificada directamente ao Condómino infractor, entregando-se-lhe a nota com indicação sumária dos actos praticados e a indicação da multa a pagar. 2 No caso de recusa de recebimento da notificação, será enviada carta registada ao infractor, considerando-se a notificação feita no terceiro dia posterior ao da expedição. Artigo 38º (Feriados) O Mercado funcionará nos feriados, à excepção do Dia de Corpo de Deus do dia 15 de Agosto, 1 de Novembro, 25 de Dezembro e 1 de Janeiro (redacção dada pela acta n.º32 da assembleia geral de14/1/2009).

Índice. Noções gerais sobre a organização de condóminos 3. Assembleia de condomínios / inquilinos 5. O Administrador 7. Regulamento do Condomínio 9

Índice. Noções gerais sobre a organização de condóminos 3. Assembleia de condomínios / inquilinos 5. O Administrador 7. Regulamento do Condomínio 9 GUIA DE CONDOMÍNIO Índice Noções gerais sobre a organização de condóminos 3 Assembleia de condomínios / inquilinos 5 O Administrador 7 Regulamento do Condomínio 9 2 Noções gerais sobre a organização de

Leia mais

CÓDIGO CIVIL. CAPÍTULO VI Propriedade horizontal. SECÇÃO I Disposições gerais

CÓDIGO CIVIL. CAPÍTULO VI Propriedade horizontal. SECÇÃO I Disposições gerais CÓDIGO CIVIL CAPÍTULO VI Propriedade horizontal SECÇÃO I Disposições gerais ARTIGO 1414º (Princípio geral) As fracções de que um edifício se compõe, em condições de constituírem unidades independentes,

Leia mais

Se os vários apartamentos que constituem um prédio pertencerem a diferentes proprietários, fala-se então em CONDOMÍNIO.

Se os vários apartamentos que constituem um prédio pertencerem a diferentes proprietários, fala-se então em CONDOMÍNIO. 1 O QUE É A PROPRIEDADE HORIZONTAL? Diz-se que um prédio está constituído em PROPRIEDADE HORIZONTAL, quando está dividido em fracções autónomas, nomeadamente apartamentos ou andares e garagens, desde que

Leia mais

Regulamento Interno. Capítulo I (Constituição e âmbito) Capítulo II ( Dos sócios, seus direitos e deveres )

Regulamento Interno. Capítulo I (Constituição e âmbito) Capítulo II ( Dos sócios, seus direitos e deveres ) Regulamento Interno Capítulo I (Constituição e âmbito) Art. 1.º - O presente Regulamento Interno, tem como finalidade completar pormenorizadamente os Estatutos da ASTA Associação de Artes e Sabores do

Leia mais

Sítio de Sons Associação Cultural

Sítio de Sons Associação Cultural Sítio de Sons Associação Cultural Estatutos * CAPÍTULO PRIMEIRO (Da denominação, sede, objecto e afins) Artigo primeiro (Da denominação, natureza jurídica, lei aplicável e duração) UM A Associação adopta

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 11 de 8 de Janeiro de 1991 Conselho de Administração O Conselho de Administração

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS. Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS. Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Âmbito da Acção e Fins ARTIGO UM

Leia mais

Nas relações correntes da gestão do condomínio, torna-se imprescindível a elaboração de comunicações diversas entre a administração e os condóminos.

Nas relações correntes da gestão do condomínio, torna-se imprescindível a elaboração de comunicações diversas entre a administração e os condóminos. 1. NOTA EXPLICATIVA Nas relações correntes da gestão do condomínio, torna-se imprescindível a elaboração de comunicações diversas entre a administração e os condóminos. Nesta perspectiva, os pontos essenciais

Leia mais

Estatutos para o Condomínio no Edíficio Caroni

Estatutos para o Condomínio no Edíficio Caroni 1º - OBJECTO DO REGULAMENTO 1- O presente regulamento é aplicável nas relações entre os condóminos do Edifício CARONI sito na Rua da Grécia em Vilamoura, e tem por fim estabelecer os direitos e deveres

Leia mais

CÓDIGO CIVIL - ARTº 1414º A 1438º A DECRETO-LEI Nº268/94 CÓDIGO CIVIL. DISPOSIÇÕES GERAIS (Artº1414º a 1416º)

CÓDIGO CIVIL - ARTº 1414º A 1438º A DECRETO-LEI Nº268/94 CÓDIGO CIVIL. DISPOSIÇÕES GERAIS (Artº1414º a 1416º) CÓDIGO CIVIL - ARTº 1414º A 1438º A DECRETO-LEI Nº268/94 CÓDIGO CIVIL DISPOSIÇÕES GERAIS (Artº1414º a 1416º) Artigo 1414º - Princípio Geral As fracções de que um edifício se compõe, em condições de constituírem

Leia mais

MUTUALIDADE DE CRÉDITO DE QUELELE REGULAMENTO INTERNO

MUTUALIDADE DE CRÉDITO DE QUELELE REGULAMENTO INTERNO MUTUALIDADE DE CRÉDITO DE QUELELE REGULAMENTO INTERNO MUTUALIDADE DE CRÉDITO DE QUELELE REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DOS MEMBROS, DIREITOS E DEVERES ARTIGO 1 Dos Membros 1- Podem ser membros da MUTUALIDADE

Leia mais

IMPORTAÇÃO DO CADASTRO DE PESSOAS

IMPORTAÇÃO DO CADASTRO DE PESSOAS IMPORTAÇÃO DO CADASTRO DE PESSOAS 1. Objetivo: 1. Esta rotina permite importar para o banco de dados do ibisoft Empresa o cadastro de pessoas gerado por outro aplicativo. 2. O cadastro de pessoas pode

Leia mais

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A.

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação

Leia mais

Município de Gondomar. Resumo. 97.037,18 97.037,18 6737 401 04 99D Outras construções Anfiteatro junto à Igreja de Medas

Município de Gondomar. Resumo. 97.037,18 97.037,18 6737 401 04 99D Outras construções Anfiteatro junto à Igreja de Medas 3196 31 4 4D Equipamentos não integrados nos Deposito de aguas das oliveiras 29-6-2 19.75,81 151,716.257,33 637 41 4 5D Cemitérios (construções, vedações e Cemiterio de Melres - novo 31-12-29 25.887,49

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO DO CONCELHO DE ALJUSTREL NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO DO CONCELHO DE ALJUSTREL NOTA JUSTIFICATIVA REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO DO CONCELHO DE ALJUSTREL NOTA JUSTIFICATIVA Atendendo ao aumento de número de viaturas em circulação, à alteração da circulação em algumas vias e locais, à existência

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 O Decreto-Lei n.º 28/2008 publicado em Diário da República, 1ª série, Nº 38, de 22 de Fevereiro de 2008, que criou os agrupamentos de Centros

Leia mais

ESTATUTOS. Artigo 1º (Nome e Sede)

ESTATUTOS. Artigo 1º (Nome e Sede) ESTATUTOS Artigo 1º (Nome e Sede) O nome da associação é A Rocha Associação Cristã de Estudos e Defesa do Ambiente e a sua sede é na Cruzinha, Mexilhoeira Grande, em Portimão. Artigo 2º (Natureza e Fins)

Leia mais

Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal

Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal Preâmbulo Uniformizar critério de utilização das habitações sociais para salvaguardar um melhor ambiente dos espaços, relação

Leia mais

REGULAMENTO DO CONDOMÍNIO 1. OBJECTO DO REGULAMENTO

REGULAMENTO DO CONDOMÍNIO 1. OBJECTO DO REGULAMENTO REGULAMENTO DO CONDOMÍNIO 1. OBJECTO DO REGULAMENTO 1. O presente regulamento é aplicável nas relações entre os condóminos do prédio situado (a)... que foi constituído em propriedade horizontal por escritura

Leia mais

Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública

Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública Artigo 1º ( Designação e Sede) A associação adopta a designação de Centro de Estudos em Administração Pública e tem a sua sede no Campus universitário

Leia mais

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A.

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1.º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima de capitais

Leia mais

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93)

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL (Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.

Leia mais

ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES

ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES 1 ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES CADERNO DE ENCARGOS Artigo 1.º Objeto A Câmara Municipal de

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA

CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA CAPÍTULO I FIRMA, OBJECTO SOCIAL E SEDE ARTIGO PRIMEIRO (Firma) Um) A Sociedade é constituída sob a forma de sociedade

Leia mais

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE CAPÍTULO I ARTIGO PRIMEIRO (Constituição e denominação) Entre os bovinicultores fundadores da presente associação e os que queiram aderir aos

Leia mais

CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO

CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO 1.- OBJECTO DO CONTRATO 1.1. - O contrato terá por objecto a concessão de exploração do Snack-Bar-Restaurante

Leia mais

CONTRATO DE ARRENDAMENTO

CONTRATO DE ARRENDAMENTO Entre: CONTRATO DE ARRENDAMENTO, com o NUIT:,, natural de, de nacionalidade, residente na, nº, em, titular do B.I. nº, emitido em _, aos de de e válido até de de, doravante designado por Locador, E, com

Leia mais

REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES

REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES PREÂMBULO De acordo com o estabelecido na alínea a) do n 1 do artigo 64 da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, compete

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM A Câmara Municipal de Óbidos, sob proposta do seu Presidente, no uso das competências que lhe são conferidas por

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES Ao abrigo do disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei

Leia mais

Contrato de Sociedade do Banco Espírito Santo, S.A. Capítulo I Denominação, Sede, Duração e Objecto. Artigo 1.º. Natureza e Firma

Contrato de Sociedade do Banco Espírito Santo, S.A. Capítulo I Denominação, Sede, Duração e Objecto. Artigo 1.º. Natureza e Firma Contrato de Sociedade do Banco Espírito Santo, S.A. Capítulo I Denominação, Sede, Duração e Objecto Artigo 1.º Natureza e Firma 1. A Sociedade é organizada sob a forma de sociedade anónima e adopta a firma

Leia mais

CCV Correios de Cabo Verde, SA. Decreto Lei nº 9-A/95:

CCV Correios de Cabo Verde, SA. Decreto Lei nº 9-A/95: CCV Correios de Cabo Verde, SA Decreto Lei nº 9-A/95: Transforma a empresa Pública dos Correios e Telecomunicações CTT, em duas sociedades anónimas de capitais públicos. ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação,

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

Contrato de Arrendamento Urbano para Alojamento Local Temporário

Contrato de Arrendamento Urbano para Alojamento Local Temporário Contrato de Arrendamento Urbano para Alojamento Local Temporário Entre: I -... (nome completo, estado civil, contribuinte fiscal e morada) na qualidade de senhorio e adiante designado por primeiro outorgante.

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO Entre F.., residente em.com o número de contribuinte, [ou 1 ] F..., com sede em,, com o capital social de. euros, matriculada na Conservatória

Leia mais

Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa

Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza A Assembleia Geral é o órgão deliberativo máximo do Fórum Académico

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1. (Natureza) O Conselho Nacional para a Economia Social, adiante também identificado como CNES,

Leia mais

Pacto social da AICEP Global Parques Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S.A.

Pacto social da AICEP Global Parques Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S.A. Pacto social da AICEP Global Parques Gestão de Áreas Empresariais e Serviços, S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1.º Denominação A sociedade adopta a denominação de AICEP Global

Leia mais

Contratos financeiros

Contratos financeiros Contratos financeiros Dos vários contratos financeiros existentes, dois merecem especial destaque: o leasing e o factoring. LEASING OU LOCAÇÃO FINANCEIRA O leasing, ou a locação financeira, é o contrato

Leia mais

Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º.

Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º. Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º Denominação A Associação adopta a denominação de ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO

Leia mais

WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA

WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA O presente Regulamento Interno destina-se a explicitar os princípios de funcionamento da Associação WWOOF. CAPITULO

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos Província Portuguesa Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Artigo 1º Denominação A ASSOCIAÇÃO DOS LEIGOS

Leia mais

Preâmbulo CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Preâmbulo CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DE SERVIÇOS DE SANEAMENTO Preâmbulo A Câmara Municipal de Manteigas não possui Regulamento sobre o Saneamento no Concelho. A legislação entretanto publicada pelo Governo - Decreto-Lei nº 207/94,

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU. Regulamento Administrativo nº 24/2003

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU. Regulamento Administrativo nº 24/2003 1 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU Regulamento Administrativo nº 24/2003 Condições da Apólice Uniforme do Seguro Obrigatório de Responsabilidade Civil das Embarcações de Recreio O Chefe do Executivo,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL O presente instrumento regulamenta a composição, exercício da competência, deveres, funcionamento e serviços de apoio do Conselho Fiscal da Sonae SGPS, SA. COMPOSIÇÃO 1.

Leia mais

SOLARH. Legislação aplicável: Definição e Objectivos:

SOLARH. Legislação aplicável: Definição e Objectivos: Legislação aplicável: Decreto-Lei n.o 39/2001 revoga o Decreto-Lei nº 7/99, de 8 de Janeiro. SOLARH Definição e Objectivos: O Apoio Financeiro Especial para Obras em Habitação Permanente (SOLARH), visa

Leia mais

Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho na Administração Publica (SIADAP)

Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho na Administração Publica (SIADAP) Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho na Administração Publica (SIADAP) REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO O Decreto Regulamentar n.º 18/2009, de 4 de setembro, procedeu

Leia mais

APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina Dentária, Médicos, Médicos Dentistas e Gestores de Clínicas NIPC: 508826020

APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina Dentária, Médicos, Médicos Dentistas e Gestores de Clínicas NIPC: 508826020 ESTATUTOS Artigo Primeiro (Denominação e sede social) 1 - A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação de APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina. 2 - A sociedade

Leia mais

REGIMENTO DA ASSEMBLEIA GERAL DA ASSOCIAÇAO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

REGIMENTO DA ASSEMBLEIA GERAL DA ASSOCIAÇAO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA REGIMENTO DA ASSEMBLEIA GERAL DA ASSOCIAÇAO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA CAPÍTULO I Da Assembleia Geral Artigo 1 Natureza A Assembleia Geral é constituída por todos os associados no pleno gozo dos seus

Leia mais

ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO

ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO Capitulo I Da denominação, sede, âmbito, natureza e fins Artigo 1º Da denominação e sede A União Distrital das

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ARRUMADOR DE AUTOMÓVEIS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ARRUMADOR DE AUTOMÓVEIS REGULAMENTO MUNICIPAL DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ARRUMADOR DE AUTOMÓVEIS (Aprovado na 24ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 16 de Dezembro de 2003, na 2ª Reunião da 5ª Sessão Ordinária

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS ARTIGO 1º (Constituição) A Associação dos Antigos Alunos e Amigos da Escola Secundária de Leal da Câmara,

Leia mais

ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada

ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada Artigo 1.º Denominação A cooperativa de interesse público adopta a denominação

Leia mais

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO Preâmbulo: O SIADAP visa contribuir para a melhoria do desempenho e qualidade de serviço da Administração Pública, para a coerência e harmonia da acção dos serviços, dirigentes e demais trabalhadores e

Leia mais

Regimento do Conselho de Escola

Regimento do Conselho de Escola Regimento do Conselho de Escola da Escola de Psicologia Março 2010 Índice Artigo 1º Objecto 3 Artigo 2º Competências 3 Artigo 3º Composição do Conselho de Escola 3 Artigo 4º Presidente do Conselho de Escola

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALOJAMENTO LOCAL TEMPORÁRIO

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALOJAMENTO LOCAL TEMPORÁRIO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALOJAMENTO LOCAL TEMPORÁRIO Entre: 1ª Outorgante: Welcome Here, Lda, registada sob o NIPC nº 508898277, com sede na Rua Florbela Espanca, nº 3, Murtal, 2775-091 Parede,

Leia mais

Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS

Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS Lei n.º 29/87, de 30 de Junho ESTATUTO DOS ELEITOS LOCAIS A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), 167.º, alínea g), e 169.º, n.º 2, da Constituição, o seguinte: Artigo

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

Pacto Social da ATLÂNTICOLINE, S. A. «CAPÍTULO I» Constituição, Sede e Objecto. Artigo 1.º (Natureza e designação)

Pacto Social da ATLÂNTICOLINE, S. A. «CAPÍTULO I» Constituição, Sede e Objecto. Artigo 1.º (Natureza e designação) Pacto Social da ATLÂNTICOLINE, S. A. «CAPÍTULO I» Constituição, Sede e Objecto Artigo 1.º (Natureza e designação) A Sociedade é comercial, encontra-se constituída sob o tipo de sociedade anónima, tem existência

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

Regimento de Assembleia de Freguesia Santa Margarida da Coutada CAPÍTULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA. Artigo 1 Natureza e âmbito do mandato

Regimento de Assembleia de Freguesia Santa Margarida da Coutada CAPÍTULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA. Artigo 1 Natureza e âmbito do mandato Regimento de Assembleia de Freguesia Santa Margarida da Coutada CAPÍTULO I DOS MEMBROS DA ASSEMBLEIA Artigo 1 Natureza e âmbito do mandato 1. Os membros da Assembleia de Freguesia representam os habitantes

Leia mais

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação Dos Alunos do Agrupamento de Escolas de Atouguia da Baleia CAPITULO I

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação Dos Alunos do Agrupamento de Escolas de Atouguia da Baleia CAPITULO I Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação Dos Alunos do Agrupamento de Escolas de Atouguia da Baleia CAPITULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS ARTIGO I A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. 13 de Outubro de 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

Contrato de Sociedade COMPTA EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA, SA. Aprovado pela Assembleia Geral de 23 de Agosto de 2004

Contrato de Sociedade COMPTA EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA, SA. Aprovado pela Assembleia Geral de 23 de Agosto de 2004 Contrato de Sociedade da COMPTA EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA, SA Aprovado pela Assembleia Geral de 23 de Agosto de 2004 Capítulo I Denominação, Sede, Duração e Objecto Artigo 1º A sociedade adopta

Leia mais

Prove Viseu Dão Lafões 2014

Prove Viseu Dão Lafões 2014 Prove Viseu Dão Lafões 2014 FICHA DE INSCRIÇÃO ORGANIZAÇÃO APOIO INSTITUCIONAL CO-FINANCIAMENTO 1/3 Prove Viseu Dão Lafões 2014 1. CALENDÁRIO HORÁRIO DO EVENTO 4 julho / 18:00 24:00 5 julho / 12:00 24:00

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito e Aplicabilidade) 1. O presente regulamento estabelece as regras

Leia mais

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE FERREIRA (Paços de Ferreira)

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE FERREIRA (Paços de Ferreira) Assembleia de Freguesia de Ferreira (Paços de Ferreira) PROJECTO DE REGIMENTO DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE FERREIRA (Paços de Ferreira) Regimento da Assembleia de Freguesia De FERREIRA (Paços de Ferreira)

Leia mais

CAPÍTULO I. Da denominação, sede, âmbito da acção e fins. Artigo Primeiro. Artigo Segundo

CAPÍTULO I. Da denominação, sede, âmbito da acção e fins. Artigo Primeiro. Artigo Segundo CAPÍTULO I Da denominação, sede, âmbito da acção e fins Artigo Primeiro A Associação para o Desenvolvimento de Miragaia, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na Rua do Clube,

Leia mais

O ESTATUTO DO DELEGADO SINDICAL O EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL NO ÓRGÃO OU SERVIÇO PÚBLICO

O ESTATUTO DO DELEGADO SINDICAL O EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL NO ÓRGÃO OU SERVIÇO PÚBLICO (REVISÃO) - 1 O ESTATUTO DO DELEGADO SINDICAL E O EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL NO ÓRGÃO OU SERVIÇO PÚBLICO A Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, com entrada em vigor em 1 de agosto de 2014, aprovou a

Leia mais

Assim: Nos termos da alínea a), do n. 1, do artigo 198. da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Assim: Nos termos da alínea a), do n. 1, do artigo 198. da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Foram ouvidos o Conselho Superior da Magistratura, o Conselho Superior do Ministério Público, a Ordem dos Advogados, a Câmara dos Solicitadores, o Conselho dos Oficiais de justiça, o Instituto de Seguros

Leia mais

ESTATUTOS. LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A.

ESTATUTOS. LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A. CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ Código Postal 8104-001 ESTATUTOS LOULÉ CONCELHO GLOBAL, E.M., Unipessoal, S.A. CAPÍTULO I Da Sociedade e do capital social ARTIGO 1.º Denominação A Sociedade adota a denominação

Leia mais

ESTATUTOS CAPITULO I. Disposições Gerais. Artigo 1º

ESTATUTOS CAPITULO I. Disposições Gerais. Artigo 1º ESTATUTOS CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º 1 É constituída a partir desta data e por tempo indeterminado uma associação de solidariedade social que adopta a denominação Associação de Idosos de Santa

Leia mais

ESTATUTO DA SOCIEDADE .. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A.

ESTATUTO DA SOCIEDADE .. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A. ESTATUTO DA SOCIEDADE.. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A. CAPÍTULO I Da Firma, Tipo, Sede, Duração e Objecto Social ARTIGO 1.º (Natureza jurídica, denominação e duração) A sociedade adopta o tipo de sociedade anónima

Leia mais

Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum dos condôminos.

Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum dos condôminos. Lei do Condomínio 10.406/2002 CAPÍTULO VII Do Condomínio Edilício Seção I Disposições Gerais Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum

Leia mais

Índice Artigo 1.º Objecto... 3. Artigo 2.º Contrato... 3. Artigo 3.º Obrigações principais do adjudicatário... 4. Artigo 4.º Prazo...

Índice Artigo 1.º Objecto... 3. Artigo 2.º Contrato... 3. Artigo 3.º Obrigações principais do adjudicatário... 4. Artigo 4.º Prazo... Concurso Público para a elaboração do Inventário de Referência das Emissões de CO2 e elaboração do Plano de Acção para a Energia Sustentável do Município do Funchal CADERNO DE ENCARGOS Índice Artigo 1.º

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA

CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA Regulamento do Processo de Fiscalização das Obras Particulares Sujeitas a Licenciamento Municipal Preâmbulo Estabelece o artigo 24º. do DL 445/91, de 20 Novembro, com a redacção

Leia mais

Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa

Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Setembro de 2003 e em

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS).

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS). REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS). Legislação habilitante - Considerando o artigo 64, nº 1, al u) da Lei 169/99, de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O Conselho Municipal de Planejamento Urbano, criado pela Lei Complementar nº 510,

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA. Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA. Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração A Associação adota a denominação INOVA-RIA: Associação de Empresas para uma Rede de Inovação em Aveiro e

Leia mais

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins Artigo 1º A Associação Grãos de Gente Creche e Jardim-de-Infância do Campus da Quinta do Marquês é uma instituição particular de solidariedade social

Leia mais

ESTATUTOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA ORDEM DOS NOTÁRIOS. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1.º

ESTATUTOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA ORDEM DOS NOTÁRIOS. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1.º Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Natureza, âmbito, objecto e sede 1. O Centro de Informação, Mediação e Arbitragem da Ordem dos Notários (adiante designado por Centro), é a instituição de arbitragem,

Leia mais

Tabela de Vinculação de pagamento Manteve o mesmo nome DDM SIAFI-TABELA-VINCULA-PAGAMENTO

Tabela de Vinculação de pagamento Manteve o mesmo nome DDM SIAFI-TABELA-VINCULA-PAGAMENTO Segue abaixo dados das DDMs que mudaram para o PCASP, tanto as que mudaram de nome como as que mantiveram o mesmo nome. Para estas, os campos que serão excluídos (em 2015) estão em vermelho e os campos

Leia mais

SECÇÃO IV - ADMINISTRAÇÃO DAS PARTES COMUNS DO EDIFÍCIO. ARTIGO 1430.º - (órgãos administrativos)

SECÇÃO IV - ADMINISTRAÇÃO DAS PARTES COMUNS DO EDIFÍCIO. ARTIGO 1430.º - (órgãos administrativos) SECÇÃO IV - ADMINISTRAÇÃO DAS PARTES COMUNS DO EDIFÍCIO ARTIGO 1430.º - (órgãos administrativos) 1. A administração das partes comuns do edifício compete à assembleia dos condóminos e a um administrador

Leia mais

Associação Contraditório. Estatutos

Associação Contraditório. Estatutos Associação Contraditório Estatutos CAPÍTULO I Denominação, Princípios e Objectivos Artigo 1º (Denominação, sede e duração) 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação ASSOCIAÇÃO CONTRADITÓRIO,

Leia mais

Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law

Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law Capítulo I Constituição, Âmbito, Objecto e Atribuição Artigo 1.º (Denominação e natureza) É constituída por tempo indeterminado, uma associação

Leia mais

MUNICÍPIO DE VILA DO PORTO

MUNICÍPIO DE VILA DO PORTO REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM Nota justificativa O Decreto Lei nº 167/97, de 4 de Julho, aprovou o regime jurídico de instalação e do funcionamento dos empreendimentos

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo O Decreto-Lei n. 295/98, de 22 de Setembro, que transpôs para o direito interno a Directiva

Leia mais

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural Pacto Social Constituída por escritura pública a 09 de Novembro de 2001 Capítulo I Denominação, Natureza, Sede, Objecto, Missão e Objectivos Artigo 1.º - Denominação

Leia mais

NÚCLEO DE MEDICINA INTERNA DOS HOSPITAIS DISTRITAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS

NÚCLEO DE MEDICINA INTERNA DOS HOSPITAIS DISTRITAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS Art. 1 - O Núcleo de Medicina Interna dos Hospitais Distritais, também designado abreviadamente por N. M. I. H. D., é uma Associação sem fins lucrativos

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO PEDAGÓGICO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO PEDAGÓGICO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO PEDAGÓGICO TRIÉNIO 2014/2017 Artigo 1º Princípios Gerais 1. O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e orientação educativa da unidade orgânica, nomeadamente nos domínios

Leia mais

EDITAL (Nº.31/09. Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE

EDITAL (Nº.31/09. Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE EDITAL (Nº.31/09 Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: Torna público que, em reunião do executivo realizada no dia 11 de Novembro do ano corrente, foi aprovado

Leia mais

Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes

Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes Nota justificativa O Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, na esteira do estabelecido

Leia mais

DOCUMENTO COMPLEMENTAR, elaborado nos termos do art.º 64.º n.º 2 do Código do Notariado, contendo os estatutos da associação denominada APIPSIQ - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INTERNOS DE PSIQUIATRIA. ESTATUTOS

Leia mais

Estrada Nacional nº 4 Km 158 7151-912 Borba Tel: 268891510 Fax: 268891529 geral@valorpedra.pt www.valorpedra.pt

Estrada Nacional nº 4 Km 158 7151-912 Borba Tel: 268891510 Fax: 268891529 geral@valorpedra.pt www.valorpedra.pt Artigo 1º. Denominação, Sede e duração 1. A Associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação ASSOCIAÇÃO VALOR PEDRA, tem a sede na Estrada Nacional 4, km 158, Apartado 48 EC Borba, 7151-912 Borba,

Leia mais

ESTATUTOS. Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013

ESTATUTOS. Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013 ESTATUTOS Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013 CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, OBJECTO, NATUREZA E SEDE Artº 1º - Denominação e Objecto Artº 2º - Âmbito e Duração Artº 3º -

Leia mais