RESUMO DA 3ª AVALIAÇÃO

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1 UNIPAC UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS, LETRAS E SAÚDE DE UBERLÂNDIA. 1 RESUMO DA 3ª AVALIAÇÃO Disciplina: Movimentação e Armazenagem de Materiais CARGA UNITÁRIA PRINCÍPIOS DE ESTOCAGEM DE MATERIAIS Sistemas de carga unitária de armazenamento existem com uma grande variedade de configurações, desde sistemas manuais de corredor único até sistemas automáticos multicorredores totalmente automatizados. Os sistemas de carga unitária são normalmente utilizados para o armazenamento de produtos acabados e / ou matérias primas, em situação onde um grande volume de material necessita ser movimentado. Outros sistemas podem manusear volumes menores de cargas que necessitam de cuidados e /ou proteções especiais. Para estes sistemas as cargas típicas são paletizadas ou contidas em recipientes metálicos. Outras cargas poderão necessitar "slave pallets" ou outros meios auxiliares para garantir a carga unitária durante o manuseio. Existem cargas auto contidas, como por exemplo caixas, barris, tambores, bobinas, etc, e que não necessitam de suportes adicionais. Todas são consideradas como cargas unitárias dentro do sistema. PALETIZAÇÃO A paletização muda o patamar operacional da empresa, pois a unidade logística deixa de ser a caixa de embarque e passa a ser o palete, permitindo, assim, usufruir de todas as vantagens da automação e da modularização. É claro que sua utilização só se justifica em operações de certo volume, onde haja necessidade de movimentar volumes maiores de produtos, e em condições físicas que permitam o uso de equipamentos de carga e descarga. A mudança é importante e pode agregar eficiência, mas demanda investimentos e mão-de-obra especializada. Não trataremos aqui do palete em si, mas sim das armadilhas que devem ser evitadas quando ele é utilizado? e especialmente da necessidade de levá-lo para além da área logística. A primeira questão é a modularização: o palete passa a ser a unidade de tudo que se faz na logística? separação, embarque, transporte, recebimento, armazenagem - e para que se possa aproveitar plenamente os benefícios potenciais que o sistema oferece, é necessário de fato usar o padrão a seu favor, o que implica em ter todos os paletes nas mesmas medidas, modular os corredores e prateleiras dos depósitos de modo a otimizar o uso do espaço, fazendo o mesmo com os veículos utilizados no transporte, evitando que trafeguem com parte de suas caçambas vazias. É desejável ainda ter alturas de veículos e docas alinhadas, facilitando carga e descarga. A modularização do palete, portanto, passa a ser o insumo básico de todo o planejamento físico e operacional? e aí temos dois pontos essenciais: primeiro, a estrutura física dos depósitos, onde deve ser planejado o fluxo de mercadorias e veículos (desde estacionamento e pátios de manobra dos caminhões que chegam e saem, até a circulação de porta-paletes e empilhadeiras), bem como a altura do galpão compondo o empilhamento dos paletes e os espaços adicionais demandados para iluminação, ventilação e operação de equipamento de combate a incêndios. O projeto deve contemplar aspectos espaciais e operativos, provendo as instalações de pisos adequados aos tipos de veículos e cargas, e estruturas que comportem o peso das mercadorias armazenadas com as indispensáveis margens de segurança. Em segundo, a escolha dos equipamentos, na qual parece existir uma tendência à super utilização de empilhadeiras nos depósitos, equipamentos de elevado custo e destinados, como indica o nome, a empilhar. Preferencialmente, a movimentação horizontal deve ser realizada utilizando porta-paletes, que oferecem menor custo e são desenhados exatamente para este fim. É claro que o uso ótimo dos equipamentos dependerá da infraestrutura física e das características das cargas, mas dado o foco à eficiência, todo o projeto deve ser orientado pelo conhecimento do que será armazenado e movimentado.

2 TECNICAS DE ESTOCAGEM 2 Determinações especiais são aquelas voltadas para itens especiais de armazenamento, cujas especificações determinam cuidados para acomodação, manuseio e transporte. Eis algumas: 1- Armazenagem de materiais explosivos e inflamáveis deve sempre ser feita em áreas e instalações próprias, observando as normas vigentes e específicas para este fim; 2- Colocam-se materiais explosivos e inflamáveis em locais secos e ventilados, isolados de outras áreas ou instalações, destinadas a armazenagem de outros tipos materiais; 3- As áreas de armazenagem de inflamáveis quando situadas em áreas cobertas, devem ser bem arejadas, com paredes laterais e frontais, piso e cobertura de material não combustível; 4- Portas de acesso do tipo "corta-fogo", de fechamento automático (para caso de incêndio e possuírem soleiras com altura mínima de 0,15 m.); 5- Armazenar recipientes para líquidos inflamáveis sempre sobre estrados, possibilitando ventilação para facilitar o resfriamento dos mesmos. 2 - O SISTEMA DE ESTOCAGEM, MANUSEIO E MOVIMENTAÇÃO INTRODUÇÃO Em contraste com o transporte, a estocagem e o manuseio de produtos ocorrem primariamente nos pontos modais na rede da cadeia de suprimentos. A estocagem já foi interpretada como o transporte a zero quilômetro por hora. Este capítulo aborda e destaca as características e custos da estocagem e as atividades de manuseio de materiais. É estimado que essas atividades absorvem até 20% dos custos de distribuição física da empresa, constituindo, por isso mesmo, temas merecedores de cuidadosa análise e consideração. OBJETIVO O principal objetivo da gestão de estoque é assegurar que o produto esteja disponível no tempo e nas quantidades desejadas, equilibrando sua disponibilidade com os custos de seu fornecimento. Apresentar as definições e modelos de estoque; Identificar os pontos críticos no gerenciamento do estoque; Relacionar as formas de Gestão eficiente de estoque, estabelecendo sua função estratégica e as ferramentas de apoio para o seu gerenciamento. PREMISSAS - Cadastro dos produtos adequado e unificado; Acompanhamento das movimentações e status do estoque, garantindo sua acurácia; Reduzí-los a níveis adequados e coerentes com sua demanda, acompanhando o giro e antecipando-se às Faltas e Excessos; Previsão de Demanda; Determinação de responsabilidades.

3 Decisões relativas à gestão do estoque: Volume (quanto comprar?) Tempo (quando pedir?) Seleção (de quem comprar?) Custo (quanto pagar?) Qualidade (como aceitar?) 3 Empurrar: aloca fornecimento para o cliente. FILOSOFIA DO GERENCIAMENTO Puxar: reabastece o estoque baseado na necessidade. Problemas do estoque Alto custo de manutenção; Ocupação de ativos; Mobilização de capital; Falta de tempo na resposta ao mercado; Risco do inventário se tornar obsoleto. ESTRUTURA LOGISTICA Itens de estoque: DEFINIÇÕES Um item de estoque definido como qualquer tipo de produto acabado, de parte fabricada ou comprada, ou de matéria prima que: A Integra o fluxo de materiais da empresa, e B deve ser identificado para fins de controle. Estoque Os estoques são acúmulos de matérias-primas, insumos, componentes produtos em processo e produtos acabados que aparecem em numerosos pontos por todos os canais logísticos e de produção na empresa.

4 Tipos de produtos em estoque 4 Matéria-prima: material básico necessário para a fabricação de um determinado produto. Produtos em processo: São aqueles que estão nas fases de elaboração do produto final. (nas máquinas). Semi-acabados: São aqueles saídos da produção, mas que ainda passarão por algumas fases de processamento. Produtos acabados: artigos produzidos ou comprados destinados a venda, distribuição ou consumo final. Pontos de estocagem Representam locais onde os itens em estoque são armazenados, e sujeitos ao controle da administração. FUNÇÕES DO SISTEMA DE ESTOCAGEM O objetivo, portanto, é otimizar o investimento, aumentando o uso eficiente dos meios financeiros, minimizando as necessidades de capital investido em estoques. O sistema de estocagem pode ser dividido em duas funções principais: guarda dos produtos (estocagem) e manuseio dos materiais. Tais funções são claramente percebidas ao se traçar o fluxo dos produtos ao longo de um armazém de distribuição de alimentos (fig. 11-1). O manuseio dos materiais engloba as atividades de carga e descarga, movimentação dos produtos para e de vários locais no interior do armazém e separação dos pedidos. A estocagem é simplesmente a acumulação de produtos que ocorre com o passar do tempo. São escolhidos diferentes locais no armazém e diferentes extensões de tempo, dependendo do objetivo da estocagem. No interior do armazém, as atividades de movimentar e armazenar são repetitivas e análogas às atividades de movimentação e armazenagem que ocorrem nos vários níveis do canal de suprimentos (fig ). Estoque de produção / processo Estoques criados durante a linha de produção ou de processamento do produto, entre o tempo de produção e o transporte efetivo daquele produto, ao seu próximo destino. Estoque de Organização São utilizados para manter o processo de produção ou suprimento funcionando continuamente, sem interrupções. Estoque de Ciclo Estoque criado em virtude do ciclo econômico de produção. Objetivos: Redução do custo unitário de produção; Redução de setup de equipamento.

5 Estoque Regular 5 Necessários para satisfazer a demanda média durante o tempo entre reabastecimento sucessivos. São dependentes: - do tamanho dos lotes de produção; - da quantidades econômicas de embarques; - da limitações de espaço de estocagem; - dos tempos de reabastecimentos; - das programações de desconto preço x quantidade; - do custo de manter o estoque. Estoque de segurança São poucas unidades a mais, mantidas fisicamente disponíveis em um ponto de estocagem para prever o caso em que a demanda excede á expectativa. - Segurança no atendimento a demanda; - Atendimento da necessidade (não prevista) do cliente; - Calculados sobre variações estatísticas. Estoque Sazonal / de antecipação É o estoque criado para fornecer condições de suprimento quando a capacidade de produção e a demanda estão desequilibradas. Quando estes períodos são previstos o estoque pode ser incrementado (antecipadamente) para garantir o suprimento. Estoque Obsoleto, morto ou reduzido São as partes do estoque que se deterioram e tem sua validade vencida ou é furtada ou perdida. Estoque em transito É o estoque que está em transito entre os pontos de estocagem ou de produção. Quanto maior a distancia e menor a velocidade de deslocamento, maior será a quantidade de estoque em transito. FUNÇÕES DE MANUTENÇÃO

6 6 Manuseio e Movimentação de Materiais A movimentação de material, ou transporte/tráfego interno, tem como objetivo a reposição de matérias-primas nas linhas ou células de produção de uma fábrica, bem como transportar o material em processamento, quando este processamento implica a realização de operações que são desempenhadas em postos de trabalho diferentes (Russomano, 1976, p. 191), transporte este que é, habitualmente, efetuado por operários semi-qualificados, sob as ordens do movimentador, que é quem lhes transmite o que vai ser transportado, de onde e para onde vai ser transportado (Russomano, 1976, p. 195). A movimentação de material tem também como função a emissão de guias de remessa que deverá ser entregue ao fiel de armazém, juntamente com os produtos acabados (Russomano, 1976, p. 193). A movimentação de material não se limita apenas a movimentar, encaixotar e armazenar como também executa essas funções tendo em conta o tempo e espaço disponíveis. As atividades de apoio à produção, grupagem e todas as outras atividades não devem ser vistas como um número isolado e independente de procedimentos, devendo ser integradas num sistema de atividades de modo a maximizar a produtividade total de uma instalação ou armazém. Além da movimentação de material ter em conta o tempo, o espaço, e a abordagem de sistemas, deve também ter em conta outro aspecto, o ser humano. Quer seja uma operação simples, que envolva a movimentação de poucos materiais, que seja uma operação complexa que envolva um sistema automatizado, as pessoas fazem sempre parte da movimentação de material. Um outro aspecto muito importante a ter em conta na movimentação de material é o balanço econômico. A entrega de componentes e produtos no tempo certo e no sítio certo torna-se importante se os custos forem aceitáveis, de modo a que a empresa tenha lucro. A combinação de todos estes aspectos traduz-se numa definição mais completa da movimentação de material: A movimentação de material é um sistema ou a combinação de métodos,

7 7 instalações, trabalho, equipamento para transporte, embalagem e armazenagem para corresponder a objetivos específicos (Kulwiec, 1985, p. São as atividades de movimentação de produtos em estoques como: - Carregamento - Descarregamento - Movimentação - Separação de produtos Carregamento e descarregamento É a primeira e última atividade no manuseio de materiais. Atividades adicionais: - identificação; - organização dos volumes; - estabelecimento da sequência de embarque; - embalagem dos produtos. Movimentação Consiste em qualquer atividade de movimentação de materiais já em estoque. Ou em processo de estocagem. Separação Seleção das mercadorias em estoque de acordo com as vendas realizadas.

8 8 TECNOLOGIA Automação Utilização de equipamentos e softwares em substituição as atividades manuais. Ferramentas de auxiliem no registro, controle e extração de informações dos processos de compra, venda e movimentação de produtos. Código de barra Sistema de GS1

9 Hierarquia de Identificação 9 O que é EDI? Sistema de informação WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM WMS Sistema de gerenciamento das atividades de um centro de distribuição. Permite; - Aumento de produtividade em todos os processos de um armazém; - Redução dos erros de separação; - Máximo aproveitamento da área de armazenagem disponível; - Diminuição na movimentação de produtos; - Aumento de produtividade. POLÍTICAS DE ESTOQUE Dentro de uma conjuntura econômica adversa, é necessário que o gerente de materiais prepare-se de tal forma adequada que fique capacitado a responder às novas exigências de mercado, às variações dos preços de venda de seus produtos acabados e dos preços das matérias-primas. Dentro da incerteza, uma das formas confiáveis e seguras é a correta implantação da política de estoques. Aqueles de necessitam repor os estoques em regime inflacionário deparam com problemas complexos, já que o volume de vendas diminuiu e, certamente, seus preços estão sendo reajustados constantemente. Como conseqüência, ocorre a redução imediata na margem de lucro, agravada pela irregularidade de demanda na quase totalidade da sua linha de produtos. Alguns não possuem mais essa característica, provocando uma necessidade de rápida reação por parte das empresas. O ponto central na política de estoques é o custo de reposição. Encontram-se normalmente situações em que o lucro sobre as vendas não supera a reposição do estoque.

10 10 A administração deverá determinar ao departamento de materiais o programa de objetivos a serem atingidos, isto é, estabelecer certos padrões que sirvam de guia aos programadores e controladores e também de critérios para medir a performance do departamento. Essas políticas são diretrizes que, de maneira geral, são as seguintes: - metas quanto ao tempo de entrega dos produtos ao cliente; - definição do número de depósitos e/ou de almoxarifados e da lista de materiais a serem estocados neles; - até que nível deverão flutuar os estoques para atender a uma alta ou baixa das vendas ou a uma alteração de consumo; - até que ponto será permitida a especulação com estoques, fazendo compra antecipada com preços mais baixos ou comprando uma quantidade maior para obter desconto; - definição da rotatividade dos estoques. PRINCÍPIOS BÁSICOS DO CONTROLE DE ESTOQUES Para organizar um setor de controle de estoques, inicialmente deveremos descrever seus objetivos principais que são: determinar o que deve permanecer em estoque: número de itens; determinar quando se devem reabastecer os estoques: periodicidade; determinar quanto de estoque será necessário para um período pré-determinado: quantidade de compra; acionar o departamento de compras para executar aquisição de estoque: solicitação de compras; receber, armazenar e guardar os materiais estocados de acordo com as necessidades; controlar os estoques em termos de quantidade e valor; fornecer informações sobre a posição do estoque; manter inventários periódicos para avaliação das quantidades e estado dos materiais estocados; identificar e retirar do estoque os itens obsoletos ou danificados. Existem diversos aspectos que devem ser definidos antes de se montar um sistema de controle de estoques. Um deles refere-se aos diferentes tipos de estoque existentes na empresa. Outro diz respeito aos diferentes pontos de vista quanto ao nível adequado de estoque que deve ser mantido para atender às necessidades. Um terceiro ponto seria a relação entre o nível de estoque e o capital necessário envolvido. PREVISÃO PARA OS ESTOQUES Toda a gestão de estoques está pautada na previsão do consumo do material. A previsão de consumo ou da demanda estabelece estimativas futuras dos produtos acabados comercializados e vendidos. Estabelece, portanto, quais produtos, quanto desses produtos e quando serão comprados pelos clientes. A previsão possui algumas características básicas que são: - é o ponto de partida de todo o planejamento empresarial; - não é uma meta de vendas; - sua precisão deve ser compatível com o custo de obtê-la. As informações básicas que permitem decidir quais serão as dimensões e a distribuição no tempo da demanda dos produtos acabados podem ser classificadas em duas categorias: quantitativas e qualitativas. o Quantitativas - evolução das vendas no passado; - variáveis cuja evolução e explicação estão ligadas diretamente às vendas. Por exemplo: criação e vendas de produtos infantis, área licenciada de construções e vendas futuras de materiais de construção; - variáveis de fácil previsão, relativamente ligadas às vendas (populações, renda, PIB); - influência da propaganda. o Qualitativas - opinião dos gerentes; - opinião dos vendedores; - opinião dos compradores; - pesquisas de mercado

11 DECISÕES SOBRE POLÍTICAS DE ESTOQUES 11 Introdução Estoques são acumulações de matérias-primas, suprimentos, componentes, materiais em processo e produtos acabados que surgem em numerosos pontos do canal de produção e logística das empresas como se vê na figura 9-1. Estoques figuram normalmente em lugares como armazéns, pátios, chão de fábrica, equipamentos de transporte e em armazéns das redes de varejo. O custo de manutenção desses estoques pode apresentar de 20 a 40% do seu valor por ano. Por isso mesmo, administrar cuidadosamente o nível dos estoques economicamente sensato. Ainda que muitos avanços tenham sido concretizados com vistas a reduzir os estoques pela adoção de práticas just-in-time, de compressão dos prazos, de reposta rápida e de cooperação mútua ao longo do canal de abastecimento. AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES São inúmeros os motivos que justifiquem a presença de estoques em um canal de suprimentos, e apesar disso, nos últimos anos a manutenção de estoques vem sendo cada vez mais criticada, pois seria desnecessária e onerosa. Examinemos os motivos que levam uma empresa a manter estoques e algum nível de suas operações e também os motivos que a levariam a pretender manter tais estoques em nível mínimo. Razões a favor dos estoques As razões para a manutenção de estoques estão nos serviços aos clientes e na economia de custos indiretamente resultantes. A seguir breves considerações sobre as principais dentre tais razões. Melhorar o serviço ao cliente. Os sistemas operacionais podem não ser projetados para reagir instaneamente às solicitações dos clientes em matéria de produtos ou serviços. Os estoques proporcionam um nível de disponibilidade de produtos ou serviços que, quando perto dos clientes, acabam satisfazendo as altas expectativas destes em matéria de disponibilidade. E dessa disponibilidade muitas vezes acaba resultando não apenas a manutenção como também o aumento do nível das vendas. Aplicação. As oficinas de manutenção de automóveis são forçadas a manter melhores de peças de reposição para uma imensidão de carros de diferentes modelos e ano de fabricação. Ex: oficina de automóveis.

12 Razões contra os estoques 12 Argumenta-se que gerenciar é mais fácil quando se tem a segurança dos estoques. É muito mais fácil defender-se de críticas pela manutenção de estoques em excesso do que ser apanhado, uma vez que seja, com estoque esgotado. A maior parte dos custos de manutenção de manutenção de estoques é custo de oportunidade e, portanto, deixa de ser identificada nos relatórios normais de contabilidade. Levando-se em conta que os níveis de estoques tem sido altos demais para serem justificados como um suporte razoável as operações as operações, essa crítica e talvez justificada. Os críticos contestam a necessidade da manutenção de estoques a partir de várias linhas de argumentação. Consideram os estoques, por exemplo, desperdício, pois absorvem capital que teria utilização mais rentável se destinado a incrementar a produtividade e a competitividade. Além disso, os estoques não contribuem com qualquer valor direto para os produtos da empresa, apesar de armazenagem valor. Em segundo lugar, os estoques as vezes acabam desviando a atenção da existência de problemas de qualidade. Quando estes afinal se manifestam, reduzir os estoques a fim de proteger o capital investido é quase sempre a primeira medida em que se pensa. Corrigir os problemas de qualidade pode ser bem mais demorado. Por fim, a utilização dos estoques promove uma atitude de isolamento sobre o gerenciamento global do canal de suprimento. Com estoques, é muitas vezes possível isolar um elo do canal em relação a outro. As oportunidades que surgem do processo integrado de tomada de decisões, que leva em conta o conjunto do canal, não são incentivadas. Sem estoques, é difícil evitar o planejamento e a coordenação ao longo dos vários elos do canal de suprimentos. Para determinar o custo de produtos estocados e destinados a venda é preciso considerar o valor pago na aquisição de tais mercadorias, deduzido o ICMS e acrescido das despesas relativas ao frete e seguro pagos pelo comprador. Tendo em vista que a empresa poderá adquirir um mesmo tipo de produto em datas diferentes, pagando por ele preços variados, o custo dessas mercadorias estocadas poderá ser determinado por meio dos seguintes critérios: preço específico, PEPS, UEPS e custo médio. 1.1 Preço Específico Consiste em atribuir a cada unidade do estoque o preço efetivamente pago por ela. Esse critério só pode ser utilizado para produtos de fácil identificação física, como por exemplo: automóveis e máquinas de grande porte. 1.2 Primeiro que Entra, Primeiro que Sai PEPS Nesse critério, a empresa dá saída nos estoques dos produtos mais antigos, ou seja, adquiridos primeiro, permanecendo estocados os produtos de aquisição mais recente. 1.3 Último que Entra, Primeiro que Sai UEPS Adotando esse critério, a empresa dará baixa em primeiro lugar nos estoques mais recentes ficando estocado sempre os produtos mais antigos. 1.4 Custo Médio Os produtos serão avaliados pela média dos custos de aquisição, sendo estes atualizados a cada compra efetuada. CLASSIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES O gerenciamento de estoques abrange inúmeros tipos de problemas. Como não há maneira de gerenciá-lo fazendo uso de um único método, é preciso categorizar os métodos em vários grupos principais. O gerenciamento pelos métodos just-in-time não será incluído nesta classificação pelo fato de que será detalhadamente abordado nos demais métodos, supomos que as condições do nível de demanda e sua variabilidade, prazos de entrega e respectiva variabilidade, e os custos relacionados aos estoques sejam conhecidos, e que precisamos fazer o melhor trabalho possível de controle de estoques, dadas essas condições. Em contraste, a filosofia just-in-time (satisfazer a demanda a medida que ocorre) é a de eliminar estoques pela redução da variabilidade na demanda e do tempo do ciclo de reposição, reduzindo os tamanhos dos lotes e estabelecendo sólidas relações com um número limitado de fornecedores a fim de garantir produtos de qualidade e o devido atendimento dos pedidos. Objetivos do Estoque A administração de estoques envolve manter seus níveis tão baixos quanto possível, e ao mesmo tempo provê a disponibilidade desejada pelos clientes. Logo, o objetivo primário é garantir que o produto esteja disponível no tempo e nas quantidades necessárias, mas, com o menor custo possível.

13 Controle Básico de estoques Puxados Quantidade de pedido único Produtos Perecíveis e Demanda Única Exemplo: Venda de Churrasquinho no Carnaval Este Método pretende o tamanho mais econômico de compra (Q*), recorrendo à análise econômica marginal. Controle de estoques Puxados Existem vários métodos para manter o controle básico de estoques puxados, são eles: 1 - Quantidade de pedido único 2 - Quantidade de pedidos repetitivos Reposição instantânea Reposição com prazo de entrega Reabastecimento não instantâneo 3 - Quantidade de pedidos repetitivos com estoque de segurança 4 - Modelo de revisão periódica Controle Agregado do Estoque De baixo para cima A abordagem que visa controlar o estoque com o controle voltado para cada item. *Mais Preciso *Mais Trabalhoso De cima para baixo Já uma percepção comum na alta administração é atuar no controle de estoque de acordo com a abordagem que visa o gerenciamento de grupos de produtos ao invés de cada artigo isolado. *Menos Preciso *Mais Fácil Manipulação Estoques no Canal A gestão deste Estoque é exercida quase totalmente a partir do controle de seu tempo em transito, principalmente pela seleção dos serviços de transporte.

14 ESTOQUES VIRTUAIS 14 Uma iniciativa para facilitar as importações dentro da Europa, trazendo a teoria de um mercado único próxima da realidade, simplificando o processo como um todo, conduzindo a importação dentro da Europa para um fluxo centralizado a partir de um acordo com as autoridades aduaneiras. Esta ação irá cortar despesas e atrasos, além de eliminar algumas anomalias e incertezas que existem na forma pela qual diferentes países impõem as taxas para certos itens. De uma forma geral, isto irá fazer com que o processo de importação/exportação torne-se mais rápido e barato. Como funciona Os produtos são expedidos diretamente para cada país; do fabricante, distribuidor (ponto de distribuição) ou conforme a necessidade do cliente. As informações sobre os produtos são enviadas para um escritório central designado, através de técnicas de EDI. Os pontos de consumo oficiais da aduana são capazes de verificar as informações sobre os produtos e passá-los adiante. Não existe espera do produto, enquanto os documentos estão sendo processados. O pagamento dos impostos é feito à autoridade aduaneira do país no qual o escritório central está localizado. Esta autoridade aduaneira irá aportar estes pagamentos às outras Nações (países) conforme definido. O sucesso da Armazenagem Virtual está baseado nos sistemas de gestão empresariais, os quais são capazes de, automaticamente, manusear pedidos e entregar em regime multi-lingual e de acordo com o sistema monetário Europeu. Este sistema de informações irá, além de propiciar a visibilidade dos estoques, gerir toda a malha de distribuição, sendo o armazém virtual, fora da empresa, geralmente chamado de "empresa virtual ou estendida". Através de regras de fornecimento especificadas pelo cliente, o sistema poderá encontrar o estoque em qualquer lugar na malha de distribuição ou, então, emitir o pedido nos fabricantes, fornecendo o tempo de suprimento de acordo com o nível de serviço esperado pelo cliente. O próximo passo deverá ser uma solução global, talvez a partir de uma Organização Mundial de Aduanas.

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