PROJETO DE LEI Nº 317/2013 Poder Executivo

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1 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 1 PROJETO DE LEI Nº 317/2013 Poder Executivo Institui a comunicação eletrônica entre a Receita Estadual e o sujeito passivo de tributos estaduais, introduz modificações na Lei nº 6.537, de 27 de fevereiro de 1973, que dispõe sobre o procedimento tributário administrativo, na Lei nº 8.115, de 30 de dezembro de 1985, que instituiu o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA, na Lei nº 8.820, de 27 de janeiro de 1989, que instituiu o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, e na Lei nº , de 19 de dezembro de 2003, que dispõe sobre o cancelamento de créditos da Fazenda Pública Estadual, e dispõe sobre o arrolamento de bens e direitos, no âmbito da Administração Tributária do Estado do Rio Grande do Sul. Art. 1º Fica instituída a comunicação eletrônica entre a Receita Estadual e o sujeito passivo de tributos estaduais. 1º Para os fins da comunicação eletrônica, considera-se: I - domicílio eletrônico: local de comunicações eletrônicas entre a Receita Estadual e o sujeito passivo, disponível na rede mundial de computadores, denominado Domicílio Tributário Eletrônico - DT-e; II - meio eletrônico: qualquer forma de armazenamento ou tráfego de documentos e arquivos digitais; III - transmissão eletrônica: toda forma de comunicação à distância com a utilização de redes de comunicação, preferencialmente a rede mundial de computadores; e IV - assinatura eletrônica, aquela que possibilite a identificação inequívoca do signatário e utilize: a) certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil na forma de lei específica; ou b) certificado digital reconhecido pela Receita Estadual e aceito pelo sujeito passivo de tributos estaduais; V - sujeito passivo: o sujeito eleito pela legislação para o cumprimento da obrigação tributária, podendo ser o próprio contribuinte ou terceiro responsável pelo cumprimento da obrigação tributária. 2º A comunicação eletrônica entre a Receita Estadual e terceiro a quem o sujeito passivo tenha outorgado poderes para representá-lo também poderá ser realizada na forma prevista por esta lei. Art. 2º A comunicação eletrônica será feita em portal próprio. Art. 3º A Receita Estadual poderá utilizar a comunicação eletrônica para: I - cientificar o sujeito passivo de quaisquer tipos de atos administrativos; II - encaminhar notificações e intimações; e III - expedir avisos em geral. Art. 4º A comunicação eletrônica será admitida mediante uso de assinatura eletrônica, sendo obrigatório o prévio credenciamento na Receita Estadual, na forma prevista em instruções baixadas pela Receita Estadual.

2 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 2 Parágrafo único. Ao credenciado será atribuído registro e acesso ao sistema eletrônico da Receita Estadual, com tecnologia que preserve o sigilo, a identificação, a autenticidade e a integridade de suas comunicações. Art. 5º O DT-e será utilizado pelo credenciado para: I - consultar pagamento efetuado, situação cadastral e auto de lançamento; II - enviar declarações e documentos eletrônicos, inclusive em substituição aos originais para fins de saneamento espontâneo de irregularidade tributária; III - apresentar petições, defesa, contestação, recurso, contrarrazões e consulta tributária; IV - receber notificações, intimações e avisos em geral; e V - acessar outros serviços disponibilizados pela Receita Estadual ou por outros órgãos públicos conveniados. Art. 6º A comunicação eletrônica será considerada pessoal para todos os efeitos legais. Art. 7º A comunicação eletrônica efetuada pela Receita Estadual será considerada realizada no dia em que o credenciado acessar o DT-e e efetivar a consulta ao seu teor. 1º Na hipótese da consulta não se realizar em dia útil, será considerada como realizada no primeiro dia útil seguinte. 2º A consulta não realizada em até dez dias, contados da data do envio da comunicação, considerar-se-á como realizada ao término desse prazo. Art. 8º A comunicação eletrônica efetuada pelo credenciado será considerada realizada no dia e hora do seu envio ao sistema da Receita Estadual. Parágrafo único A comprovação da comunicação ocorrerá por meio de protocolo eletrônico fornecido pela Receita Estadual. Art. 9º O documento eletrônico transmitido na forma estabelecida nesta lei, com garantia de autoria, autenticidade e integridade, será considerado original para todos os efeitos legais. 1º O extrato digital e o documento digitalizado têm a mesma força probante dos originais, ressalvada a alegação motivada e fundamentada de adulteração antes ou durante o processo de digitalização. 2º O original do documento digitalizado deverá ser preservado pelo seu detentor durante o prazo decadencial previsto na legislação tributária. Art. 10. A comunicação entre órgãos da Receita Estadual será feita preferencialmente por meio eletrônico. Art. 11. A comunicação eletrônica aplica-se também às comunicações entre a Administração Pública estadual, direta e indireta, e as pessoas credenciadas na Receita Estadual. Art. 12. No interesse da Receita Estadual, ou, quando por motivo técnico, for inviável o uso do meio eletrônico, a comunicação poderá ser realizada mediante outras formas previstas na legislação. Art. 13. Ficam introduzidas as seguintes modificações na Lei nº 6.537, de 27 de fevereiro de 1973, que dispõe sobre o procedimento tributário administrativo e dá outras providências: I a alínea "h" do inciso VI do art. 11 passa a vigorar com a seguinte redação: Art VI -...

3 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 3 h) não fixar cartaz ou fixá-lo de forma diversa da exigida pela legislação tributária: multa de 50 UPF-RS por ponto de emissão de documentos fiscais e por caixa;... II - fica acrescentado o art. 23-A ao Capítulo I do Título II com a seguinte redação: TÍTULO II DO PROCEDIMENTO TRIBUTÁRIO ADMINISTRATIVO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 23-A. A instrução, a tramitação, o julgamento, a intimação, a notificação, a transmissão de documentos e os demais atos previstos nesta Lei poderão ser praticados por meio eletrônico, conforme disposto no Título V. IV - fica acrescentado o art. 27-A ao Capítulo II do Título II com a seguinte redação: TÍTULO II CAPÍTULO II DO PROCESSO CONTENCIOSO Art. 27-A. Não se compreendem na competência dos órgãos de julgamento previstos nesta lei as questões relativas a: I - autorização para compensação de pagamento de imposto ou de créditos tributários com saldo credor ou com crédito fiscal; II - reconhecimento de imunidade, isenção ou não incidência; III - concessão de regimes especiais; IV - autorização para transferência de saldo credor; V - cancelamento ou baixa de ofício de inscrição; VI - exclusão do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, previsto na Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006; e VII - outros despachos administrativos. Parágrafo único. Das decisões denegatórias proferidas por autoridades administrativas, caberá recurso à autoridade superior, uma única vez, dentro do prazo de quinze dias a contar da notificação do despacho denegatório. V - o Título V passa a ser Título VI e fica acrescentado novo Título V com a seguinte redação: TÍTULO V DA INFORMATIZAÇÃO DO PROCEDIMENTO TRIBUTÁRIO ADMINISTRATIVO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 136-A. O uso de meio eletrônico na comunicação de atos e transmissão de peças processuais será admitido nos termos desta lei. digitais; Art. 136-B. Para os fins desta lei, considera-se: I - meio eletrônico, qualquer forma de armazenamento ou tráfego de documentos e arquivos

4 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 4 II - transmissão eletrônica, toda forma de comunicação à distância com a utilização de redes de comunicação, preferencialmente a rede mundial de computadores; III - assinatura eletrônica, aquela que possibilite a identificação inequívoca do signatário e utilize: a) certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil na forma de lei específica; ou b) certificado digital reconhecido pela Receita Estadual e aceito pelo sujeito passivo de tributos estaduais. CAPÍTULO II DA COMUNICAÇÃO POR MEIO ELETRÔNICO Art. 136-C. A comunicação por meio eletrônico entre a Receita Estadual e o sujeito passivo realizar-se-á por meio de portal próprio. Parágrafo único. A comunicação por meio eletrônico também poderá ser realizada entre a Receita Estadual e terceiro a quem o sujeito passivo tenha outorgado poderes para representá-lo. Art. 136-D. A comunicação por meio eletrônico será admitida mediante uso de assinatura eletrônica, sendo obrigatório o prévio credenciamento na Receita Estadual, na forma prevista em instruções baixadas pela Receita Estadual. Parágrafo único. Ao credenciado será atribuído registro e acesso ao sistema eletrônico da Receita Estadual, com tecnologia que preserve o sigilo, a identificação, a autenticidade e a integridade de suas comunicações. legais. Art. 136-E. A comunicação por meio eletrônico será considerada pessoal para todos os efeitos Art. 136-F. A comunicação por meio eletrônico efetuada pelo credenciado será considerada realizada no dia e hora do seu envio ao sistema da Receita Estadual. 1º A comprovação da comunicação ocorrerá por meio de protocolo eletrônico fornecido pela Receita Estadual. 2º Na hipótese de envio para o atendimento de prazo legal, considerar-se-á tempestiva a comunicação transmitida até as vinte e quatro horas do último dia do prazo. Art. 136-G. A comunicação por meio eletrônico efetuada pela Receita Estadual será considerada realizada no dia em que o credenciado efetivar a consulta eletrônica ao seu teor. 1º Na hipótese da consulta não se realizar em dia útil, será considerada como realizada no primeiro dia útil seguinte. 2º A consulta não realizada em até dez dias, contados da data do envio da comunicação, será considerada automaticamente realizada na data do término desse prazo. Art. 136-H. O documento produzido eletronicamente e juntado a processo eletrônico, com garantia de autoria, autenticidade e integridade, será considerado original para todos os efeitos legais. 1º O extrato digital e o documento digitalizado têm a mesma força probante dos originais, ressalvada a alegação motivada e fundamentada de adulteração antes ou durante o processo de digitalização.

5 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 5 2º O original do documento digitalizado deverá ser preservado durante o prazo decadencial ou até a data em que seja proferida decisão irrecorrível, podendo ser requerida a sua apresentação a qualquer tempo. Art. 136-I. No interesse da Receita Estadual, ou, quando por motivo técnico, for inviável o uso do meio eletrônico, a comunicação poderá ser realizada mediante outras formas previstas na legislação. CAPÍTULO III DO PROCESSO ELETRÔNICO Art. 136-J. A Receita Estadual disponibilizará sistemas informatizados para viabilizar a constituição do processo administrativo tributário, por meio de autos, total ou parcialmente, digitais, utilizando, preferencialmente, a rede mundial de computadores e acesso por meio de redes internas e externas. Parágrafo único. Os atos e documentos do processo eletrônico serão assinados eletronicamente, conforme disposto no art. 136-B, III. Art. 136-K. A apresentação e a juntada, em formato digital, de impugnações, recursos, petições e documentos em geral, nos autos de processo eletrônico, podem ser feitas diretamente pelo interessado, ou por pessoa legalmente habilitada no processo, sem necessidade de intervenção da Receita Estadual, hipótese em que a autuação dar-se-á de forma automática, fornecendo-se protocolo eletrônico. Art. 136-L. Os documentos cuja digitalização seja tecnicamente inviável, em razão de grande volume ou ilegibilidade, deverão ser apresentados à Receita Estadual no prazo de cinco dias, contados da data do envio de petição eletrônica comunicando o fato. Parágrafo único. Os documentos serão devolvidos após decisão irrecorrível. Art. 136-M. A Receita Estadual deverá manter equipamentos de digitalização e de acesso à rede mundial de computadores à disposição dos interessados para protocolo eletrônico de peças processuais. Art. 136-N. A conservação dos autos do processo poderá ser efetuada, total ou parcialmente, por meio eletrônico. 1º Os autos do processo eletrônico deverão ser protegidos por sistemas de segurança de acesso e armazenados em meio que garanta a preservação e a integridade dos dados, sendo dispensada a formação de autos suplementares. 2º Os autos do processo eletrônico a ser remetido a outros órgãos que não disponham de sistema compatível obedecerão aos requisitos estabelecidos em instruções baixadas pela Receita Estadual. 3º Os autos do processo em meio físico, em tramitação ou já arquivado, poderão ser digitalizados e descartados, conforme disposto em instruções baixadas pela Receita Estadual. Art. 136-O. O órgão julgador poderá determinar que sejam realizados por meio eletrônico a exibição e o envio de dados e de documentos necessários à instrução do processo. Parágrafo único. A inclusão de dados e de documentos poderá se dar por qualquer meio tecnológico que garanta a autenticidade e integridade do material incluído. Art. 14. Ficam introduzidas as seguintes modificações na Lei nº 8.115, de 30 de dezembro de 1985, que instituiu o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA:

6 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 6 segue: I - no art. 4º, é dada nova redação ao inciso VI e ficam acrescentados os 8º a 10, conforme Art.4º VI - os portadores de deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas, proprietários de veículo automotor de uso terrestre, obedecidas as condições previstas no Regulamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores e nas instruções baixadas pela Receita Estadual.... 8º Para os efeitos do inciso VI é considerada pessoa portadora de: a) deficiência física, aquela que apresenta alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções; b) deficiência visual, aquela que apresenta acuidade visual igual ou menor que 20/200 (tabela de Snellen) no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20º, ou ocorrência simultânea de ambas as situações; c) deficiência mental severa ou profunda, aquela que apresenta o funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação anterior aos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas; e d) autismo, aquela que apresenta transtorno autista ou autismo atípico. 9º A isenção prevista no inciso VI: a) somente se aplica ao veículo automotor cujo valor da base de cálculo estabelecida de acordo com o art. 8º não seja superior ao equivalente a (cinco mil e noventa e quatro) Unidades Padrão Fiscal do Estado do Rio Grande do Sul (UPF-RS); e b) fica limitada a um veículo. 10. O disposto na alínea "a" do 9º não se aplica à isenção reconhecida para o exercício de 2013 e para os seguintes enquanto o veículo permanecer em nome do deficiente físico ou paraplégico para o qual foi concedida. II - no art. 5º, é dada nova redação ao 1º, conforme segue: Art. 5º... 1º No caso de alienação fiduciária em garantia de veículo automotor, o contribuinte do imposto é o devedor fiduciante ou possuidor direto.... III - é dada nova redação aos arts. 6º e 7º, conforme segue: Art. 6º São solidariamente responsáveis pelo pagamento do imposto e acréscimos devidos: I - as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal; II - o proprietário de veículo automotor que o alienar, a qualquer título, até o momento do registro da comunicação no órgão público de trânsito encarregado do registro e licenciamento, inscrição ou matrícula; e III - o adquirente ou remitente do veículo automotor, em relação aos débitos do anterior ou dos anteriores proprietários.

7 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 7 Parágrafo único. O disposto no inciso III deste artigo não se aplica aos veículos arrematados em leilão judicial ou alienados pelo poder público. Art. 7º A responsabilidade pelo pagamento do imposto e acréscimos devidos: I - é atribuída, em relação a veículo automotor objeto de alienação fiduciária em garantia, ao devedor fiduciante ou possuidor direto e, supletivamente, ao credor fiduciário ou possuidor indireto; e II - fica excluída, inclusive a do substituído, relativamente às instituições referidas no item V do art. 3º, observado o disposto nos seus 3º e 4º. IV - é dada nova redação ao caput do art. 11, mantida a redação de seus parágrafos, conforme segue: Art. 11. O imposto será pago em estabelecimento bancário autorizado, na forma e nos prazos previstos em regulamento, e deverá preceder sempre o registro inicial e a renovação da licença para trafegar, podendo o Poder Executivo estabelecer incentivos para: I - o pagamento antecipado; e II - a participação no Programa de Cidadania Fiscal, instituído pela Lei nº , de 25 de junho de 2012, limitado a até 5% (cinco por cento) do valor do imposto, obedecidas as condições previstas no Regulamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores e nas instruções baixadas pela Receita Estadual.... Art. 15. Ficam introduzidas as seguintes modificações na Lei nº 8.820, de 27 de janeiro de 1989, que instituiu o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS: I - fica acrescentado o parágrafo único ao art. 3º com a seguinte redação: Art. 3º... Parágrafo único. Considera-se ocorrida operação relativa à circulação de mercadoria quando se constatar omissão de registro referente à sua entrada. II - fica acrescentado o 5º ao art. 4º com a seguinte redação: Art. 4º... 5º Na hipótese do art. 3º, parágrafo único, considera-se ocorrido o fato gerador no período de apuração em relação ao qual se constatar a omissão de registro referente à entrada de mercadoria. III - o inciso VIII do art. 8º passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 8º VIII - os fabricantes ou importadores de equipamentos emissores de documento fiscal, as empresas credenciadas para lacrá-los e os desenvolvedores ou fornecedores de programas aplicativos utilizados para registro das operações de circulação de mercadorias e prestações de serviços de contribuinte, em relação à lesão causada ao Erário pelos usuários desses equipamentos e programas, sempre que contribuírem para o uso desses equipamentos e programas em desacordo com a legislação tributária; IV - fica acrescentado o inciso XVI ao art. 10 com a seguinte redação: Art XVI - na hipótese do 5º do art. 4º, o valor provável de venda, determinado pelo valor de aquisição da mercadoria acrescido: a) da margem de valor agregado, inclusive lucro, praticada pelo setor;

8 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 8 b) na falta do valor referido na alínea anterior, da margem de valor agregado, inclusive lucro, praticada pelo contribuinte; c) na falta ou quando não mereçam fé os valores referidos nas alíneas anteriores, da margem de valor agregado de 40% (quarenta por cento). V - o número 4 da alínea "a" do inciso II do art. 12 passa a vigorar com a seguinte redação: Art II -... a ) bebidas (exceto vinho e derivados da uva e do vinho, assim definidos na Lei Federal nº 7.678, de 08/11/88; sidra e filtrado doce de maçã; aguardentes de cana classificadas no código da NBM/SH-NCM; água mineral e sucos de frutas não fermentados, sem adição de álcool, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes; refrigerante; e bebidas alimentares à base de soja ou de leite); VI fica acrescentado o número 34 à alínea d do inciso II do art.12 com a seguinte redação: Art II -... d) formas para fabricação de calçados, classificados no código da NBM/SH-NCM; VII - a alínea "a" do 8º do art. 31 passa a vigorar com a seguinte redação: Art º... "a) nas operações com mercadorias destinadas à comercialização ou à industrialização, desde que não resulte em valor a pagar, na operação, inferior a 7% (sete por cento), sendo que, a seu critério, poderá condicionar a concessão do diferimento à manutenção ou ao incremento da arrecadação; Art. 16. Na Lei nº , de 19 de dezembro de 2003, que dispõe sobre o cancelamento de créditos da Fazenda Pública Estadual, e dispõe sobre o arrolamento de bens e direitos, no âmbito da Administração Tributária do Estado do Rio Grande do Sul, o art. 2º passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 2º Não serão inscritos como Dívida Ativa da Fazenda Pública Estadual os créditos de natureza não tributária de valor igual ou inferior ao valor mínimo para o ajuizamento, conforme previsto no art. 2º da Lei nº 9.298, de 9 de setembro de 1991, devendo permanecer em cobrança no órgão de origem. Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica para os créditos de mesma natureza que, cumulados, excedam o valor mínimo para o ajuizamento. Art. 17. O arrolamento de bens e direitos será procedido pelo Agente Fiscal do Tesouro do Estado, após a constituição do crédito tributário, sempre que o valor da soma dos créditos tributários de responsabilidade do sujeito passivo de obrigação tributária for superior a 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido e a (quarenta mil) UPF-RS. Parágrafo único. Na hipótese de crédito tributário formalizado contra pessoa física, deverão ser identificados, inclusive, os bens e direitos em nome do cônjuge, não gravados com a cláusula de incomunicabilidade. Art. 18. O arrolamento permitirá ao proprietário alienar, onerar ou transferir os bens e direitos arrolados, desde que obedecido o previsto no art. 26, II desta Lei. Art. 19. O ato de arrolamento indicará as quais créditos tributários o arrolamento está vinculado.

9 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 9 Art. 20. A partir da data da notificação do ato de arrolamento pelo Agente Fiscal do Tesouro do Estado, mediante entrega de cópia do respectivo termo, o proprietário dos bens e direitos arrolados, ao transferi-los, aliená-los ou onerá-los, deverá comunicar o fato à repartição fazendária à qual se vincular o sujeito passivo, no prazo de cinco dias contados da ocorrência do fato, atendidas, ainda, as instruções baixadas pela Receita Estadual. Art. 21. O órgão de registro deverá comunicar à Delegacia da Receita Estadual que jurisdicionar o domicílio tributário do sujeito passivo, atendidas, ainda, as instruções baixadas pela Receita Estadual: I - a averbação ou registro do arrolamento, no prazo de dez dias contados da data do recebimento do termo de arrolamento; e II - alteração promovida no registro em decorrência de alienação, oneração ou transferência, a qualquer título, inclusive aquelas decorrentes de cisão parcial, arrematação ou adjudicação em leilão ou pregão, desapropriação ou perda total, de qualquer dos bens ou direitos arrolados, no prazo de cinco dias contados da ocorrência do fato. Art. 22. Ficam isentos do pagamento de custas ou emolumentos, para fins de arrolamento de bens e direitos: I - o fornecimento de certidão ou relação de bens e direitos pelos órgãos competentes; e II - o registro do termo de arrolamento: a) no competente registro imobiliário, relativamente aos bens imóveis; b) nos órgãos ou entidades, onde, por força de lei, os bens móveis ou direitos sejam registrados ou controlados; e c) no Cartório de Títulos e Documentos e Registros Especiais, relativamente aos demais bens e direitos. Art. 23. Na hipótese de liquidação de crédito tributário vinculado ao arrolamento, antes do seu encaminhamento à Procuradoria-Geral do Estado, para ajuizamento de ação de execução fiscal, o Agente Fiscal do Tesouro do Estado comunicará o fato ao registro imobiliário, cartório, órgão ou entidade competente de registro e controle, em que o termo de arrolamento tenha sido registrado, para que, no prazo de cinco dias contados dessa comunicação, sejam revogados os efeitos do arrolamento. Art. 24. Na hipótese de crédito tributário vinculado ao arrolamento ter sido liquidado ou garantido, nos termos da Lei Federal nº 6.830, de 22 de setembro de 1980: I - após seu encaminhamento à Procuradoria-Geral do Estado, para ajuizamento de ação de execução fiscal, mas ainda não tendo ocorrido esse ajuizamento, a comunicação de que trata o art. 23 desta Lei será feita pelo referido Órgão; e II - após o ajuizamento de ação de execução fiscal, a substituição e/ou revogação do arrolamento será determinada no respectivo processo. Art. 25. O arrolamento de bens e direitos obedecerá, ainda, as instruções baixadas pela Receita Estadual. Art. 26. Implicará o requerimento de medida cautelar fiscal contra o sujeito passivo: I - a alienação, oneração ou transferência, a qualquer título, dos bens e direitos arrolados, sem o cumprimento, pelo proprietário, da obrigação prevista no art. 20; e II - na hipótese do art. 18, a não substituição de bens e direitos pelo proprietário, de forma a preservar, no mínimo, o valor total atualizado dos créditos tributários vinculados ao termo de arrolamento. Art. 27. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos, quanto ao item I do art. 14, a partir de 1º de janeiro de 2014.

10 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 10 Art. 28. Ficam revogados o inciso III e a alínea c do 1º do art. 21 e o art.144-a da Lei nº 6.537/73. JUSTIFICATIVA O projeto de lei que ora encaminho a essa Egrégia Casa Legislativa institui a comunicação eletrônica entre a Receita Estadual e o sujeito passivo de tributos estaduais, introduz modificações na Lei nº 6.537, de 27 de fevereiro de 1973, na Lei nº 8.115, de 30 de dezembro de 1985, na Lei nº 8.820, de 27 de janeiro de 1989, e na Lei nº , de 19 de dezembro de De acordo com o disposto na proposição, tem-se que os arts. 1º a 12 tem por objetivo instituir a comunicação eletrônica entre a Receita Estadual e o sujeito passivo de tributos estaduais. Ao estabelecer canais de comunicação eletrônicos seguros e eficientes, a medida permitirá a ampliação do rol de serviços disponíveis ao contribuinte por meio da Internet, facilitando os contatos entre a Receita Estadual e o sujeito passivo e tornando a comunicação mais célere e econômica, com benefícios para todos os envolvidos. Entre os serviços que poderão ser acessados pelo sujeito passivo, por meio do portal próprio denominado Domicílio Tributário Eletrônico - DT-e, estão: consulta dos pagamentos efetuados, situação cadastral e autos de lançamento; envio de declarações e documentos eletrônicos, inclusive em substituição aos originais para fins de saneamento espontâneo de irregularidade tributária;apresentação de petições, defesa, contestação, recurso, contrarrazões e consulta tributária; recebimento de notificações, intimações e avisos em geral; serviços disponibilizados por outros órgãos públicos conveniados. Os serviços disponibilizados ao sujeito passivo também poderão ser acessados por terceiro a quem o sujeito passivo tenha outorgado poderes para representá-lo. O art. 13 visa modificar a Lei nº 6.537, de 27/02/73, que dispõe sobre o procedimento tributário administrativo. O inciso I cria multa formal específica para o contribuinte que deixar de fixar cartaz ou fixá-lo de forma diversa da exigida pela legislação tributária. A previsão visa a contemplar exigência trazida pelo Programa Nota Fiscal Gaúcha, o qual estabeleceu a obrigatoriedade do contribuinte fixar cartaz, em cada ponto de emissão de documentos fiscais, dando conhecimento aos consumidores de que a inclusão do CPF no documento fiscal é obrigação da empresa. Cabe ressaltar que a proposição insere-se no contexto de implantação e desenvolvimento do Programa de Cidadania Fiscal, também denominado Nota Fiscal Gaúcha, objetivando fomentar a cidadania fiscal, aumentar a arrecadação, mediante estímulo à emissão de notas fiscais, e incentivar a participação dos cidadãos na definição da destinação de recursos do Programa. Os incisos II, III, V e VI tratam de medida que prevê a informatização do procedimento tributário administrativo e permitirá ao contribuinte realizar por meio eletrônico a apresentação de impugnação, contestação, recurso e juntada de documentos em geral nos autos de processo contencioso e, ainda, outros atos relacionados ao procedimento tributário administrativo, tais como, repetição de indébito e consultas.

11 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 11 A comunicação eletrônica poderá ser efetuada diretamente pelo interessado ou por pessoa legalmente habilitada no processo. A modernização dos procedimentos contida nessa medida, que segue exemplos já adotados por órgãos do Poder Judiciário, por outros Estados e pela Receita Federal, facilita as comunicações entre a Receita Estadual e o contribuinte, tornando-as mais céleres e econômicas, com benefícios para todos os envolvidos. A proposta do inciso IV tem por objetivo definir a forma correta de questionamento pelo sujeito passivo no caso de decisões denegatórias proferidas por autoridades administrativas por meio de despachos administrativos em geral, evitando a apresentação de impugnações e recursos aos órgãos julgadores que atuam no processo contencioso. Para esses casos, que não se incluem no processo contencioso, admitir-se-á recurso à autoridade superior a que expediu o despacho, uma única vez, no prazo de 5 dias a contar da notificação do sujeito passivo. São exemplos de questões que não se incluem na competência dos órgãos julgadores do processo contencioso: autorização para compensação de pagamento de imposto ou de créditos tributários com saldo credor ou com crédito fiscal; reconhecimento de imunidade, isenção ou não incidência; concessão de regimes especiais; autorização para transferência de saldo credor;cancelamento ou baixa de ofício de inscrição; exclusão do Simples Nacional. O art. 14 tem por objetivo modificar a Lei nº 8.115, de 27/02/89, que instituiu o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA. A medida do inciso I estabelece, com vigência a partir de 01/01/14, novo regramento para a concessão de isenção de IPVA aos proprietários de veículo automotor de uso terrestre portadores de deficiência física, e estender a isenção aos portadores de deficiência visual, mental severa ou profunda, ou autistas, buscando, dessa forma, harmonizar o benefício com o do Convênio ICMS 38/12, que trata da isenção de ICMS nas saídas de veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência. A redação vigente restringe o benefício ao veículo adaptado às necessidades do deficiente e a alteração proposta estende o benefício ao deficiente ou autista não condutor de veículo. Ainda, pelos incisos II e III, contando com a colaboração da PGE, a fim de evitar futuras demandas judiciais, a proposta visa corrigir problemas de interpretação da norma em relação à sujeição passiva, estabelecendo que, no caso de alienação fiduciária em garantia de veículo, o contribuinte do imposto é o devedor fiduciante, e a responsabilidade fica atribuída supletivamente ao credor fiduciário, e que, na hipótese de alienação, são solidariamente responsáveis pelo pagamento, o vendedor do veículo, até o momento do registro no órgão de trânsito, e o adquirente, em relação aos débitos anteriores. O inciso IV possibilita ao Poder Executivo estabelecer incentivos pela participação no Programa de Cidadania Fiscal visando estimular a participação do contribuinte no programa também denominado Nota Fiscal Gaúcha. O art. 15 objetiva modificar a Lei nº 8.820, de 27/01/89, que instituiu o ICMS. Os incisos I, II e IV visam a inserir na legislação dispositivo que prevê a ocorrência de operação de circulação de mercadoria quando for constatada omissão de registro referente à sua entrada, dando amparo

12 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 12 legal específico para o caso descrito, inclusive quanto à definição do momento da ocorrência do fato gerador e da base de cálculo aplicável à situação. A previsão pontual na legislação é importante para a definição de critérios claros nos trabalhos de ação fiscal, gerando segurança tanto ao responsável pelo lançamento na Receita Estadual, quanto ao contribuinte. O inciso III inclui como responsável solidário com o sujeito passivo pelo pagamento do imposto devido e acréscimos legais, o importador de equipamento emissor de documento fiscal e o desenvolvedor ou o fornecedor de programa aplicativo utilizado para registro das operações de circulação de mercadorias e prestações de serviços de contribuinte. A medida visa garantir ao Estado instrumento legal para responsabilizar, solidariamente ao contribuinte, o importador de equipamento emissor de documento fiscal e o desenvolvedor ou o fornecedor de programa aplicativo utilizado para registro das operações de circulação de mercadorias e prestação de serviços de contribuinte, em relação à lesão causada ao Erário pelos usuários desses equipamentos, sempre que contribuírem para o uso desses equipamentos e programas em desacordo com a legislação tributária. O inciso V visa reduzir a alíquota interna das bebidas alimentares à base de soja ou de leite de 25% para 17%. A medida proposta equipara a carga tributária das bebidas alimentares à base de soja ou de leite a outros produtos derivados do leite, que já possuem alíquota interna de 17% e concorrem entre si. Por ocasião da instituição do ICMS - Lei nº 8.820/89, as bebidas alimentares à base de soja ou de leite eram de incipiente produção e consumo, destinadas às camadas mais aquinhoadas da sociedade. Porém, com o avanço da produção e consumo, essas bebidas passaram a concorrer com outros tipos de bebidas populares que não possuem os benefícios alimentícios dos derivados do leite. No aspecto nutricional não é razoável a tributação de alíquota de 25% para produtos com propriedade alimentícia e consumida principalmente por crianças em fase de crescimento. A menor tributação das bebidas alimentares à base de soja ou leite irá reduzir a carga tributária do setor e, portanto, acredita-se que haverá benefícios para toda a cadeia produtiva do Estado, pois esses produtos agregam valor ao leite e aumentam a renda dos produtores e, consequentemente, ajudam na manutenção do homem no campo. O inciso VI tem por objetivo reduzir a alíquota de ICMS de 17% para 12%, nas saídas internas de formas para fabricação de calçados. A medida proposta resulta da política do governo estadual que aposta no desenvolvimento do setor coureiro-calçadista no Estado e tem por objetivo incentivar as indústrias deste segmento, conferindo melhores condições de competitividade para as empresas instaladas no Rio Grande do Sul. Cabe ainda referir que a alteração proposta não traz nenhum prejuízo à arrecadação do Estado, tendo em vista que se trata de mercadorias destiandas ao ativo permanente, as quais geram direito a crédito de ICMS, implicando repercussão apenas no fluxo financeiro. O inciso VII autoriza o Poder Executivo a instituir hipóteses de diferimento parcial em relação ao imposto que exceder a carga de 7% nas saídas internas de mercadorias destinadas à industrialização ou à comercialização, com o objetivo de agregar vantagens competitivas aos produtos gaúchos em relação aos

13 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 13 importados do exterior ou de outros Estados ao melhorar as condições de caixa do vendedor e, por conseguinte, permitir a redução do custo das mercadorias transacionadas. Atualmente a autorização abrange o imposto que exceder a carga de 12%. Dotar o Poder Executivo desta ferramenta de estímulo à produção local é indispensável na medida em que a dinâmica das cadeias econômicas exige agilidade da Administração Tributária na proteção e ampliação da capacidade competitiva dos diversos setores produtivos do Estado. Ressalte-se que a proposta não compromete o Estado em termos de arrecadação, uma vez que se trata de mera transferência de responsabilidade de parte do imposto para ser recolhido aos cofres públicos em etapa posterior de circulação da mercadoria. A proposição contida no art. 16 visa modificar a Lei nº , de 19/12/03, que dispõe sobre o cancelamento de créditos da Fazenda Pública Estadual, a fim de aumentar o valor dos créditos de natureza não tributária que não serão inscritos como Dívida Ativa deste Estado e visa reduzir o número de processos em cobrança judicial e os custos dela decorrentes. Cabe ressaltar que a redução dos processos de cobrança de pequeno valor permite a cobrança judicial mais efetiva de créditos de maior valor. Além disso, a cobrança de valores menores pode ser feita com instrumentos de baixo custo na esfera administrativa, utilizando as ferramentas como CADIN, SERASA e protesto, por exemplo. O limite de valor dos créditos não tributários que não serão inscritos em Dívida Ativa passa de R$ 1.374,20 para R$ 2.979,87. Por fim, os arts. 17 a 26 têm por objetivo disciplinar o arrolamento de bens e direitos, no âmbito da Administração Tributária do Estado do Rio Grande do Sul. Atualmente, a Administração Tributária deste Estado enfrenta dificuldades no reconhecimento, pelos tribunais de justiça, da legalidade dos arrolamentos de bens e direitos procedidos por autoridade fiscal, relativos a sujeitos passivos de obrigação tributária, com fundamento em legislação federal. O arrolamento de bens e direitos é medida administrativa utilizada pelas fiscalizações federal e de outros estados, objetivando o monitoramento das variações patrimoniais dos sujeitos passivos de obrigação tributária cujos débitos são de grande valor e já representam parcela significativa do seu patrimônio. A medida não tem o condão de restringir o direito de uso, gozo ou disposição, pelo sujeito passivo, dos bens e direitos arrolados, mas se trata de uma medida acautelatória imposta pela Administração Tributária, em que esta acompanha as variações patrimoniais para tomar as providências cabíveis antes que ocorra o desfazimento indevido do patrimônio necessário à garantia do pagamento do débito fiscal do contribuinte. Esta são, pois, as razões que justificam a presente proposição. RC 246/2013 OF.GG/SJL/UAL Porto Alegre, 8 de novembro de 2013.

14 DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de PRO 14 Senhor Presidente: Dirijo-me a Vossa Excelência para encaminhar-lhe, no uso da prerrogativa que me é conferida pelo artigo 82, inciso III, da Constituição do Estado, o anexo Projeto de Lei que institui a comunicação eletrônica entre a Receita Estadual e o sujeito passivo de tributos estaduais, introduz modificações na Lei nº 6.537, de 27 de fevereiro de 1973, que dispõe sobre o procedimento tributário administrativo, na Lei nº 8.115, de 30 de dezembro de 1985, que instituiu o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA, na Lei nº 8.820, de 27 de janeiro de 1989, que instituiu o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, e na Lei nº , de 19 de dezembro de 2003, que dispõe sobre o cancelamento de créditos da Fazenda Pública Estadual, e dispõe sobre o arrolamento de bens e direitos, no âmbito da Administração Tributária do Estado do Rio Grande do Sul, a fim de ser submetido à apreciação dessa Egrégia Assembleia Legislativa, no regime de urgência previsto no artigo 62 da Carta Estadual. proposta. A justificativa que acompanha o Expediente evidencia as razões e a finalidade da presente Atenciosamente, TARSO GENRO, Governador do Estado. Excelentíssimo Senhor Deputado PEDRO WESTPHALEN, Digníssimo Presidente da Assembleia Legislativa, Palácio Farroupilha, NESTA CAPITAL.

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