ESTUDO DE VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE RFID NO ARMAZÉM DO DEPÓSITO DE SUBSISTÊNCIA DA MARINHA NO RIO DE JANEIRO

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1 ESTUDO DE VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE RFID NO ARMAZÉM DO DEPÓSITO DE SUBSISTÊNCIA DA MARINHA NO RIO DE JANEIRO Marcelo Jose Pinho Barbosa (DABM) Luiz Felipe Roris Rodriguez Scavarda do Carmo (PUC-RJ) Luiz Antonio Silveira Lopes (IME) Diante da expectativa de uma reestruturação, pautada na Estratégia Nacional de Defesa, com a obtenção de meios mais modernos, incluindo os de propulsão nuclear, a Marinha do Brasil identifica a necessidade de execução de boas práticas da geestão moderna. Neste viés, o objetivo do presente artigo é analisar a viabilidade de aplicação da Tecnologia de Identificação por Radiofreqüência (Radio Frequency Identification - RFID) no armazém do Depósito de Subsistência da Marinha no Rio de Janeiro - DepSubMRJ, mantida a compatibilidade com os sistemas correntes, visando identificar as oportunidades mais relevantes na estrutura logística do DepSubMRJ. O Estudo aponta para a viabilidade do RFID para a gestão do armazém e identifica as principais ações necessárias para tal e os benefícios a serem alcançados com a implementação. Palavras-chaves: Marinha do Brasil, Logística, RFID, Armazém.

2 1. Introdução A logística, acompanhada de novas tecnologias, surge como instrumento gerador de vantagem competitiva. A busca pela melhoria da qualidade do atendimento ao consumidor, da eficiência e da redução dos custos operacionais tem levado diversas empresas a investirem em inovação (Pires, 2004). Diversas tecnologias vêm despontando ultimamente, gerando um maior nível de automatização, integração das atividades e flexibilidade às mudanças para as instituições. Dentre elas, destaca-se a tecnologia RFID (Identificação por Radiofreqüência), que proporciona um grau de visibilidade e rastreamento sem precedente ao longo da cadeia de suprimento (Lee e Ozer, 2007; Kim e Garrison; 2010). Deste modo, diante da necessidade por parte da Marinha do Brasil (MB) de execução de boas práticas da gestão moderna, o objetivo do presente artigo é analisar a viabilidade de aplicação da tecnologia RFID no armazém do DepSubMRJ, buscando evidenciar os benefícios da adoção desta tecnologia, bem como analisar os aspectos técnicos e econômicos para a implantação do RFID no DepSubMRJ, propondo uma solução para a adoção do RFID. Para atingir o objetivo proposto, foi realizada inicialmente uma pesquisa investigatória com o intuito de coletar dados para construção deste artigo. Em seguida, executou-se uma pesquisa descritiva acerca da utilização da tecnologia RFID, respaldado por um referencial teórico onde se pretendeu identificar e apresentar o estado da arte do tema estudado. Além disso, foram realizadas entrevistas com membros do DepSubMRJ, bem como observações diretas com visitas in loco, importantes fontes de evidências adicionais, ocorrendo a coleta de dados entre abril e setembro de Assim sendo, em decorrência desse caráter exploratório, a metodologia adotada para este trabalho foi o estudo de caso. Por fim, foi realizada a conclusão da pesquisa, deslindando os conhecimentos a que se chegou em relação ao problema investigado e aos objetivos traçados, propondo-se uma nova sistemática voltada para as estratégias de criação de valor e inovação, que serviu de base para a realização da análise de viabilidade para adoção da tecnologia RFID. 2. Fundamentos teóricos Segundo Barros (2005), cada vez mais as empresas procuram alternativas para facilitar o gerenciamento de suas atividades, visando aumentar o controle e obter informações precisas que possam de fato agilizar a tomada de decisões e, conseqüentemente, melhorar o nível de serviço prestado. A atividade de armazenagem também vem ganhando, cada vez mais, importância dentro da cadeia de suprimentos. É através do gerenciamento da armazenagem, de forma eficiente e eficaz, que se torna possível melhorar a integração com os demais processos da organização, reduzir custos e otimizar o atendimento ao cliente. A gestão de armazenagem engloba o fluxo de produtos e informações desde o recebimento do produto num armazém, sua movimentação e estocagem até a separação e expedição do pedido. 2.1 Identificação por Radiofreqüência RFID A tecnologia RFID funciona como um sistema de aquisição de dados em tempo real, com a vantagem de eliminação de intervenções humanas manuais e visuais (RFID Journal, 2010), que utiliza a radiofreqüência para o intercâmbio de dados, permitindo identificar, rastrear e gerenciar desde produtos e documentos até animais ou mesmo indivíduos (Miller, 2000; Stanton, 2004). A tecnologia de RFID está classificada na categoria mais ampla de tecnologia de identificação automática. Ela não tem a pretensão de substituir o código de barras em todas 2

3 as suas aplicações, devendo ser vista como um mais um método de identificação a ser utilizada quando outras tecnologias não são capazes de atender a todos os requisitos. Cada tipo de identificação tem suas vantagens e o que se precisa é saber aproveitar os melhores benefícios de cada tecnologia para montar uma solução ideal. A tecnologia RFID possui uma série de vantagens tangíveis e mensuráveis em relação a outras tecnologias de identificação, quais sejam: Captação de ondas à distância (Barros, 2004); identificação sem contato nem visão direta do produto (Stanton, 2004), que possibilita a codificação em ambientes hostis; Capacidade de armazenamento (Thornton et al., 2006), leitura e envio dos dados para etiquetas ativas; Possibilidade de leitura de grandes volumes de materiais de forma simultânea (Freiberger e Bezerra, 2010; Figueiredo, 2004); Detecção sem necessidade da proximidade da leitora para o reconhecimento dos dados (Freiberger e Bezerra, 2010; Soares et al., 2008), reduzindo, consideravelmente, o manuseio do material e o tempo de inspeção (SOARES et al., 2008); Rapidez, precisão e confiança na transmissão de dados (Didonet et al., 2004); e Durabilidade das etiquetas com possibilidade de reutilização (Freiberger e Bezerra, 2010; Soares et al., 2008; Günter et al., 2008). O funcionamento de um sistema RFID consiste, inicialmente, em gravações de informações referentes a um objeto na etiqueta ou tag, que consiste de um microchip (transponder) ligado a uma antena. Esses são incorporados aos objetos (caixas, paletes, contêineres, veículos, ativos ou pessoas) que se movimentam ou estão dispostos ao longo da cadeia de suprimentos. Em seguida, o leitor gera um campo de leitura através da emissão de radiofreqüência, utilizando antena(s) conectada(s) a ele, em busca de objetos a serem identificados. Quando a etiqueta inteligente entra em seu campo de ação, ocorre um acoplamento entre ela e a antena. O tag, então, reflete uma parte desta radiofreqüência de volta para a(s) antena(s), que a entrega ao leitor, transmitindo os dados armazenados no tag do objeto. Após uma filtragem de informações, o leitor se conecta a uma base de dados ou sistema de gerenciamento, enviando, via middleware, os dados a serem utilizados pelos sistemas corporativos. Weis (2003) classifica as etiquetas eletrônicas em três tipos, conforme a fonte de energia. As etiquetas passivas se caracterizam por não necessitarem de baterias internas. Hessel e Azambuja (2009) afirmam que elas precisam estar na presença do campo eletromagnético do leitor, sendo alimentadas pela energia desse campo magnético. Vale ressaltar que as etiquetas passivas possuem como desvantagens um alcance restrito de leitura e a necessidade de uma alta potência do leitor. Entretanto, elas são dispositivos mais econômicos que os demais, que adicionado ao fato de possuir uma longa vida útil, as tornam a primeira opção por muitas empresas (Kim e Gary, 2010; Hessel e Azambuja, 2009; Prado et al., 2006). As etiquetas semi-passivas são híbridas das tecnologias das etiquetas ativas e passivas. Esses tipos de etiquetas possuem uma bateria de baixo custo, que é usada para alimentar os circuitos elétricos internos, porém não possuem transmissor. As etiquetas semi-passivas são mais resistente à interferência do que as etiquetas passivas, em face da bateria interna evitar a falha de potência do sinal do leitor. O sinal de transmissão que enviam para o leitor é mais forte, conseguindo transmitir a distâncias maiores (Hessel e Azambuja, 2009). As etiquetas ativas possuem uma bateria interna e um transmissor, o que melhora significativamente o seu alcance. Devido ao fato de possuir uma bateria, Prado et al. (2006) preceituam que o tempo de vida útil da etiqueta ativa está limitado há no máximo 10 anos, dependendo de seu uso e condições operacionais, como temperatura e tipo de bateria. Geralmente, as etiquetas ativas são utilizadas em soluções RFID mais complexas, nas quais as condições ambientais e os requisitos das aplicações exigem uma comunicação mais robusta entre etiqueta e leitor (Hessel e Azambuja, 2009), possibilitando armazenar uma quantidade de informação maior do que as etiquetas passivas e semi-passivas. 3

4 Cada um dos componentes de um sistema de RFID varia de acordo com a faixa de freqüência definida para a solução do sistema, sendo que atualmente estão delimitados na sua grande maioria a três faixas de freqüências: Low Frequency LF (faixa de operação de 125 Khz até 134 Khz); High Frequency HF (faixa de operação de 13,56 Mhz); e Ultra High Frequency UHF (Faixa de operação de 860 Mhz até 960 Mhz). Segundo as regulamentações da ANATEL, o RFID UHF opera no Brasil na faixa de 902 a Mhz e de 915 a 928 Mhz (HESSEL et al., 2009). O EPC (Código Eletrônico de Produto) foi criado pelo Auto-ID Center como um simples número serial de identificação de um objeto, o qual iria complementar o sistema de código de barras convencional, conhecido como Código Único do Produto (UPC). 2.2 Panorama geral do uso do RFID A implantação do RFID pode auferir benefícios, sendo considerados diretos ou indiretos, conforme estabelecido por Roh et al. (2009) e descritos a seguir. Diretos Aumento da acurácia do inventário (Soares et al., 2008), com a contagem instantânea de estoque (Freiberger e Bezerra, 2010; Soares et al., 2008); Aumento da disponibilidade dos produtos (Lee e Ozer, 2007); Maior controle de estoque (Pedroso et al., 2009; Roh et al., 2009) e automatização de sistemas de controle, não mais desprendendo grandes quantidades de tempo e de papéis (...) (Hessel, 2005); Redução de rupturas, minimização de perdas e facilidade de identificação de itens com validade vencida e itens de baixo giro (Vieira e Yoshizaki, 2009); Redução dos estoques e melhorias nos níveis de serviço (Lee et al., 2004; Freiberger e Bezerra, 2010; Roh et al., 2009); Controle sobre a localização de produtos, seja dentro de um armazém de estoque ou entre armazéns (Hessel, 2005); Precisão nas informações de armazenamento e velocidade na expedição (Freiberger e Bezerra, 2010; Soares et al., 2008); Redução da intervenção humana no manuseio de produtos, ou na realização de dadas tarefas, reduzindo problemas como perda e extravio de mercadorias (Hessel, 2005); Redução da força de mão-de-obra (Stanton, 2004); e Redução dos custos operacionais e aumento da produtividade (Soares et al., 2008). Indiretos Rastreamento adequado e preciso de recursos (ativos) (Soares et al., 2008); Maior eficiência na gestão de ativos (Pedroso et al., 2009); Visibilidade em tempo real ao longo da cadeia de abastecimento (Roh et al., 2009;); Visibilidade de estoques físicos (Soares et al., 2008), proporcionando uma otimização da previsão de demanda (Soares et al., 2008); Geração em tempo real de informações para o sistema de planejamento e logística (Pedroso et al., 2009), proporcionando o aumento da eficácia operacional (Vieira e Yoshizaki, 2009); Melhorias na coordenação da cadeia de suprimentos (Lee e Ozer (2007), possibilitando a identificação de gargalos e gap de informação; e Elevado grau de controle e fiscalização, que aumenta a segurança (Barros, 2004) e colabora na prevenção de roubos e falsificação de mercadorias (Freiberger e Bezerra, 2010; Soares et al., 2008; Roh et al., 2009). A despeito dos potenciais ganhos proporcionados à cadeia de suprimentos e os consideráveis avanços notados nos últimos anos da tecnologia RFID, existem dificuldades que ainda precisam ser superadas, como: preço (Soares et al., 2008; RFID Journal, 2010c); impacto do custo da tecnologia no preço final dos produtos; falta de padronização das freqüências (Prado et al., 2006); interferência (Wu et al., 2005); dificuldades relacionadas à segurança dos dados (Prado et al., 2006). Muitas empresas estão investindo maciçamente nessa tecnologia. Um dos mais conhecidos casos de implantação da tecnologia envolveu o gigante do varejo Wal-Mart, que utiliza a 4

5 tecnologia para otimizar a logística e o gerenciamento da cadeia de suprimentos entre fornecedores e suas diversas unidades. Tudo começou quando Wal-Mart requereu que seus 100 principais fornecedores pusessem tags RFID em seus produtos a partir de janeiro de Um estudo realizado em 2005, pelo Centro de Pesquisa em RFID da Universidade de Arkansas, relatou uma redução de 16% nos stock-outs das lojas que adotaram o sistema de RFID (Roh et al., 2009). Atualmente, segundo Bustillo (2010), o Wal-Mart Stores planeja colocar etiquetas inteligentes para rastrear calças jeans e roupas íntimas, que podem ser lidas por um leitor manual. Funcionários da empresa poderão descobrir rapidamente qual tamanho de jeans está em falta, com objetivo de garantir que as prateleiras estejam abastecidas da melhor maneira possível e que o inventário seja acompanhado de perto. Outro exemplo interessante é o uso da tecnologia RFID pela International Air Transport Association (IATA) para minimizar os enormes custos de extravio da bagagem. Segundo Roh et al. (2009), aproximadamente, 1,7 bilhões de bagagens passam através do seu sistema a cada ano e cerca de 17 milhões de bagagens são mal alocadas. Em média, os custos da indústria para lidar com uma mala extraviada são de US$ 100, resultando em perda de US$ 1,7 bilhões por ano. O benefício esperado com RFID foi o de reduzir significativamente o número de volumes perdidos, estimando uma economia total na ordem de US$ 1 bilhão por ano. No setor de Defesa, o Departamento de Defesa Americano adotou a política de mandatos para a tecnologia RFID (RFID Journal, 2010a). Esses são considerados instrumentos efetivos de indução de melhorias por parte dos fornecedores quando os clientes apresentam um alto poder de barganha, como é o caso do DOD, com orçamento de US$ 84 bilhões alocados apenas para suprimentos (Pedroso et al., 2009). Assim, o estabelecimento de mandatos pode ser considerado um grande motivador para a disseminação da tecnologia RFID. No Haiti, em seus esforços para prestar assistência à população atingida pelo terremoto, o Departamento de Defesa Americano empregou tags ativos (433 Mhz) para rastrear contêineres de suprimentos e equipamentos enviados ao país (RFID Journal, 2010a). Já no Exército Brasileiro (EB), foi implantado em 2009 no 21º Depósito de Suprimentos, unidade situada em São Paulo, etiquetas inteligentes em todos os itens Classe II (Fardamento), visando ter um controle mais eficiente e reduzir os custos. O projeto com RFID é parte de uma estratégia proposta em 2006 pelo Comando do Exército para reformular seu processo logístico. Uma miríade de aplicações da tecnologia RFID pode ser constatada, nos mais variados segmentos, dentre os quais se destacam: Controle de acesso A tecnologia também já se tornou comum nos pedágios de algumas rodovias, como por exemplo, o sistema de cobrança Sem Parar. Proteção pessoal Microchips RFID estão sendo desenvolvidos para uso acoplados à dispositivos do tipo GPS, no monitoramento de pessoas no Japão para evitar seqüestros, bem como em parques de diversões, como por exemplo, o Legoland, na Dinamarca, que vem utilizando RFID para prevenir, controlar e minimizar o número de crianças perdidas no parque. Segundo Roh et al. (2009), pais recebem mensagens instantâneas de texto em seus telefones móveis geradas por uma pulseira RFID que dá sinais sobre a localização de seus filhos no parque. Processos produtivos A Honda Itália está empregando o RFID para rastrear partes e peças de motocicletas (RFID Journal, 2007). O sistema permite à empresa garantir que as devidas partes sejam construídas nas devidas estruturas das motocicletas. Finalidade biométrica O governo dos EUA já está adotando o uso de um passaporte com dados biométricos capazes de serem lidos por leitores especiais. 5

6 Gestão de ativos Destaca-se neste segmento a inauguração no Estado de São Paulo da Biblioteca São Paulo, primeira biblioteca pública com o gerenciamento de obras por tecnologia RFID (Castellani, 2010). A solução foi projetada para facilitar a identificação dos volumes e permitir o auto-atendimento dos visitantes. A tecnologia RFID vem sendo considerada um dos pilares da plataforma Internet of things (Internet das coisas), uma infra-estrutura de rede global onde os objetos do dia a dia se conectam a rede e interagem entre si, caracterizados por um alto grau de captura de dados autónomas, transferência de evento, conectividade de rede e interoperabilidade (RFID Journal, 2010). Ela atua como um elo entre o ambiente da produção e de serviço, já que para interligar os objetos e aparelhos à grandes bases de dados, redes e à Internet é necessário um sistema eficiente de identificação. 3 Situação atual do DepSubMRJ O DepSubMRJ vem buscando melhorias operacionais, de produtividade e controle de suas atividades relacionadas à movimentação de produtos e materiais nos Armazéns Módulo 1 (M- 1) e Módulo 2 (M-2) para o abastecimento de gêneros aos seus clientes finais. A gestão de armazenagem do DepSubMRJ abrange o fluxo de material e informações desde o recebimento do item, sua movimentação e armazenagem até a separação e a expedição do pedido para uma OM. Instando ressaltar os principais aspectos do macro processo, a seguir serão apresentados os principais processos do DepSubMRJ, bem como os seus recursos empregados: Recebimento Pode ser constatado que, atualmente, 01 conferente realiza a verificação de conformidade dos Store Key Units (SKUs) e as respectivas quantidades nas Notas Fiscais, manualmente, na doca de entrada. Na maioria das vezes, os produtos chegam fracionados, sendo toda carga recebida encaminhada da doca de entrada para uma área disponibilizada para a execução de perícia, arrumação (segregação por lotes) e unitização. Em seguida, já na área de arrumação e unitização, 03 funcionários contratados para o serviço de estiva dão prosseguimento ao recebimento de material. Movimentação Após o recebimento ou a separação, os produtos são transportados por contratados em paleteiras ou empilhadeiras, dependendo do material a ser movimentado, que percorrem pequenas distâncias com grandes quantidades. Armazenagem Atualmente, o DepSubMRJ possui no M-1 35 SKUs. Este armazém contém uma estrutura porta-paletes, posicionados transversalmente ao Depósito, formando ruas sinalizadas para otimizar a operação do Armazém. Este possui uma capacidade máxima de estocagem de 1200 paletes e opera com uma taxa de ocupação em torno de 65 %. Separação Consiste no deslocamento por parte dos paioleiros do Depósito, utilizando empilhadeiras para a coleta do pedido, em rotas definidas, realizando a leitura óptica da localização e do código de barras do item com o coletor de dados. Nota-se que, acompanhando cada paioleiro responsável, são alocados 02 contratados para realizar a separação do pedido. Em média, é realizado o picking diário de 10 pedidos. Expedição Dentre diversas outras atividades, ressalta-se a conferência do pedido item a item e da Nota de Entrega, executada por 03 contratados no M-1. Segundo registros levantados, há relato de erros pelas organizações Militares Consumidoras (OMC) sobre os seus pedidos, ocorrendo a utilização da logística reversa (retorno de material no veículo). Ressalta-se que essa verificação é necessária para que o nível de serviço atinja a satisfação máxima dos clientes do Depósito. Dessa forma, atualmente, os funcionários gastam mais 6

7 tempo verificando as quantidades segregadas, em média 10 minutos por pedido, do que a coleta dos produtos no Armazém. Quanto ao M-2, seus processos são similares ao M-1, ressaltando que neste Módulo também são realizadas as atividades de descarregamento das cargas em doca própria para entradas/saídas, conferência, movimentação, armazenagem, separação (picking) e expedição. O M-II, destinado a armazenagem de sacarias, possui 05 SKUs armazenados em estrados, uma média diária de 630 volumes de recebimento de material e opera com uma taxa de ocupação em torno de 65 %. Possui um efetivo de 13 contratados para o serviço de estiva, sendo empregados 03 na conferência do recebimento, 02 para realizar verificação na expedição e os demais divididos pelas outras atividades. Além das atividades discriminadas, pode-se destacar a realização do Inventário Mensal (IM) dos itens estocados no DepSubMRJ. O IM é realizado de forma global, nos últimos dois dias úteis do mês, com paralisação das atividades, com a participação de todo o pessoal lotado nos armazéns 19 estivadores e 03 militares no M-1; e 13 estivadores e 02 militares no M-2, no qual é efetuada a contagem física de aproximadamente 800 paletes. 4. Estudo de viabilidade Inicialmente, foi definido quais ativos seriam identificados, elencando todos os itens pertencentes à linha de fornecimento do Depósito estocados nos armazéns M-1 e M-2. Foi constatado que para esses itens a tecnologia RFID demonstra-se viável, já que não existem produtos de baixo valor agregado, nenhum custando menos que a própria etiqueta. Por conseguinte, foram obtidas amostras de cada item, levantando o máximo de informações ao alcance, tais como a composição de item, tipo de embalagem primária e secundária e unidade de fornecimento. O objetivo foi avaliar se o material a ser identificado tem como características absorver, refletir ou transmitir os sinais emitidos pelo leitor, bem como, conseqüentemente, definir a melhor opção de tag. Constatou-se que dos 40 itens analisados, 32 são acondicionados em caixas de papelão do fornecedor. Mesmo tendo alguns deles o metal e o líquido na sua composição, o fato de possuir a unidade de fornecimento a caixa de papelão (o papelão é praticamente invisível ao RF) permite o uso da etiqueta UHF passiva Classe 1 Geração 2, a ser fixada nesta embalagem. Outros 07 itens possuíam plástico na sua embalagem externa. Plásticos são razoavelmente transparentes ao RF. No entanto, alguns tipos, principalmente o policarbonato, possuem um alto grau de carbono que absorve a RF. Neste caso, foi contactado um provedor de soluções para definição da melhor opção de tag a ser aplicado. Estabeleceu-se que para os tipos de plástico empregados nas embalagens a etiqueta poderá ser também UHF passiva Classe 1 Geração 2, com encapsulamento específico. Por fim, em apenas 01 item foi constatada a presença de metal. Trata-se do item Óleo Vegetal Institucional, que, além disso, contém líquido no seu conteúdo. Devido as limitações de interferência impostas pela tecnologia, embora já existam tags específicas no mercado, que acarretam um alto custo do tag para rastreamento no nível do produto, aventou-se a possibilidade de acondicionar 03 latas de óleo vegetal em contentores, alterando a unidade de fornecimento para esta nova embalagem. Deve-se considerar o fato de existir em estoque o item óleo vegetal de 900 ml (acondicionado em caixa de papelão com 10 unidades), o que garante ao cliente de menor consumo o produto na quantidade necessária. Diante desta nova sistemática de fornecimento para o item em questão, sugere-se a aplicação do tag UHF passiva Classe 1 Geração 2 no contentor, podendo 7

8 ser do tipo caixa de marfinite, que já é empregada no DepSubMRJ para acondicionamento de material. O Depósito não apresenta características restritivas ao uso da tecnologia RFID, devido a sua estrutura ambiental. Num primeiro instante, não foram observadas outras fontes existente de bandas radiofreqüência que se apresentassem como um agente inibidor para a Solução RFID. Assim, para este aspecto, não está sendo contemplado blindagem da interferência, aumento da potência dos leitores e o uso de etiquetas RFID de alta performance. Ademais, ressalta-se que nas instalações do armazém não existem gavetas metálicas, compartimentos confinados e outros, portanto, sendo considerado o ambiente amigável para a implantação de RFID. Diante do que foi constatado no Site Survey, considera-se viável tecnicamente a implantação da tecnologia RFID no DepSubMRJ, cabendo, neste momento, estabelecer algumas premissas fundamentais para a ratificação deste resultado, quais sejam: o Middleware RFID deverá ser aderente a arquitetura de referência EPCglobal e possuir canais de integração em Web- Services para o sistema de gestão SINGRA (ERP); a solução RFID deverá coexistir com as soluções atuais, devendo toda arquitetura existente (código de barras) ser aproveitada na solução. Para tal, deverá ser utilizada etiqueta do tipo 3-em-1 (RFID, código de barras e leitura direta), que, por apresentar redundância de informações, evita paradas de funcionamento do sistema por uma eventual não-detecção de códigos; e mecanismos de segurança nos sistemas de comunicação, que inclui protocolos e criptografia, devem ser adotados. As oportunidades de captação de valor e os potenciais benefícios que o uso das etiquetas inteligentes proporcionarão as seguintes atividades do DepsubMRJ identificadas foram: Recebimento Consistirá na atividade de descarregamento automatizado das cargas paletizadas com tag, tanto para o M-1 quanto para o M-2, sendo interrogadas pelo portal RFID posicionado estrategicamente na chegada. Após a leitura e o processamento, a carga segue diretamente para o estoque, na localização definida para aquele item. Este processo proporcionará a redução do tempo efetivo para recebimento da carga (tempo gasto entre a retirada do palete do caminhão e a estocagem do mesmo), a eliminação do envio do material para área destinada à unitização e conferência, uma maior assertividade na contagem das cargas, além de minimizar os erros de apontamentos para imput no SINGRA, on-line e real time, independente do volume de movimentação diária. Nesse processo poderá existir somente 01 funcionário/turno em cada Módulo para executar o recebimento. Movimentação A implantação do RFID nessa etapa é de muita valia, pois permite a leitura mais ágil e segura de um volume maior de produtos que deverão ser armazenados em locais predeterminados pelo sistema gerencial. Assim, sensores acoplados às empilhadeiras ou no próprio piso e instalação de antenas em locais estratégicos poderão identificar o volume a ser movimentado e os seus locais de destino, além de atualizar a localização do inventário automaticamente quando um lote for colocado em uma nova posição. Armazenagem A utilização de tecnologia RFID para esta atividade, aplicada aos recursos operacionais e de infra-estrutura dos módulos M-1 e M-2 (empilhadeiras, paleteiras, piso, etc.), irá facilitar a identificação e localização de pontos de armazenagem, proporcionará uma otimização da acurácia das movimentações e do inventário, irá prover um melhor monitoramento e gerenciamento da reposição de estoques mínimos e de itens com validade a vencer ou que estão armazenados por longo tempo no Depósito, reduzir o risco de furto de material, bem como aumentar também a produtividade da mão-de-obra para armazenagem. Separação O processo de picking no DepSubMRJ requer um trabalho de mão- de- obra intenso, sendo grande a probabilidade de erro, devido manipulação humana requerida. Com a 8

9 adoção da Solução RFID, aplicado à infra-estrutura do Depósito M-1 e M-2, algumas etapas poderão ser eliminadas, qual seja o processo de escanear o produto e endereços de estocagem, proporcionando um aumento na produtividade de mão-de-obra. Assim, apenas 01 paioleiro para cada Módulo do Depósito realizará o deslocamento para a coleta de produtos, utilizando empilhadeiras inteligentes integradas ao piso inteligente. A tecnologia RFID garantirá a acuracidade da operação, a eliminação de erros na coleta, o aumento significativo do nível de serviço ao cliente e uma redução do custo unitário de separação (operador/equipamento por tempo de trabalho). Expedição Com a utilização da tecnologia RFID, a autenticação do transporte e da conferência do pedido será realizada de forma automática e simultânea para todos os itens, passando a ter uma acurácia elevadíssima, eliminando o erro humano. Uma maior eficiência na expedição, com a realização de um carregamento perfeito, impulsiona o nível de serviço a uma escala mais larga aos clientes. Em face de não haver mais necessidade de realização de conferência, esta atividade poderá ser executado por apenas 1 funcionário/turno em cada Módulo, prevendo-se a redução de custos de mão-de-obra, de utilização de equipamentos, de devoluções e dos custos de logística reversa. Em relação a operação de inventário, a forma como vem sendo realizado o inventário no Depósito consome enorme quantidade homens/hora, além de não garantir assertividade na contagem dos paletes (atualmente a acurácia do inventário é de 86,64 %). O sistema RFID permite o controle instantâneo, com margem de 99,90% de precisão segundo a literatura, sendo nítido o ganho proporcionado. A solução será colocar etiquetas no próprio palete, que o identificará durante a movimentação, e outra a ser fixada nos locais de estocagem e em pontos estratégicos do armazém, os quais serão identificados pelos equipamentos de movimentação, que terão embarcados leitores e antenas. Outra funcionalidade a ser considerada é a utilização de leitores nas estruturas de porta-palete de forma que, ao se movimentar um palete, automaticamente, este será captado pelo leitor e inserido no sistema. No entanto, este tipo de configuração só é possível para porta-paletes, não atendendo a configuração de estrados. O IM não mais será realizado nos últimos dois dias úteis do mês, com paralisação das atividades, muito menos empregará tantos funcionários na sua execução. 4.1 Estudo de viabilidade econômica Foi realizada uma consulta formal da Marinha do Brasil à GS1 Brasil, solicitando o apoio de uma empresa especializada em tecnologia RFID que pudesse convalidar os requisitos da Solução RFID, elaborada a partir da análise de campo realizada no DepSubMRJ, e apresentar um orçamento. O valor cotado foi de R$ ,00, como investimento inicial, com o escopo de fornecimento de serviços, software, hardware e infra-estrutura. No entanto, a empresa participou em nota no orçamento que não estavam inclusos os custos dos tags RFID. Atualmente, segundo pesquisa de mercado realizada no Brasil, o preço do tag UHF passiva, Gen 2, pode variar de US$ 0,30, para o mais simples, a US$ 0,60, o mais completo. Para efeito de cálculo do custo de tags, no estudo foi definida a utilização da média dos valores apresentados, US$ 0,45, para fixação de tags em produtos com embalagem de papelão e contentores, e o maior valor, US$ 0,60, para os produtos com presença de plástico na embalagem, que exigem um encapsulamento específico. No primeiro caso de aplicação, embalagens de papelão, o total de volumes em estoque é de unidades, o que gera um custo de R$ ,26 para aplicação de tags, a um câmbio de R$ 1,70 (BCB, 2010) cada US$ 1,00. No segundo caso, embalagens com plástico, o total de volumes em estoque é de unidades, o que representa um custo de R$ ,94 para aplicação de tags, a um câmbio de R$ 1,70 (BCB, 2010) cada US$ 1,00. Para o caso do 9

10 item com presença de metal, a ser acondicionado em contentores, agrega-se ao custo do tag a aquisição das embalagens. Segundo informações obtidas no DepSubMRJ, as caixas de marfinite podem ser obtidas a um valor aproximado de R$ 100,00 cada. Dessa forma, seriam necessárias cerca de 835 caixas, haja vista que cada caixa será composta por 03 unidades do item. O custo final para aplicação dos tags neste caso será de R$ ,77. Assim, considerando o total de caixas e sacarias para cada tipo de aplicação, pode-se estimar um custo de colocação de tags em todo material estocado no DepSubMRJ em R$ ,98. Para cálculo do investimento inicial, soma-se este valor ao valor apresentado em orçamento pela empresa COSS Consulting, R$ ,00, totalizando R$ ,98. 10

11 Estudo de Viabilidade Econômica Solução RFID Orçamento empresa Custo Etiquetas especializada DepSubMRJ Total R$ ,00 R$ ,98 R$ ,98 Tabela1: Custo Solução RFID O potencial dessa tecnologia não está restrito apenas a melhoraria de processos, mas também na criação de novas formas de metodologias de trabalho. O RFID possibilita e torna prático o rastreamento de mercadorias em locais e ambientes onde a leitura de código de barras ou a entrada manual de dados consomem muita mão-de-obra ou são fisicamente impossíveis. Para Akinci et al. (2002), o impacto imediato do uso do RFID é a redução no número de funcionários para realizar o processo proposto. Neste viés, como parâmetro para a realização do estudo de viabilidade econômica, optou-se pela escolha da variável mão-de-obra, que no caso do DepSubMRJ, consome grandes aportes de recursos em contrato de terceirização de estiva para movimentação de material. Estudos realizados pelo Auto-ID Center do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, que supervisionou a fase inicial do desenvolvimento da RFID para a cadeia de distribuição do comércio varejista, apontam que a redução direta de mão-de-obra nos centros de distribuição variará entre 05% e 40%, dependendo do atual nível de automatização e tecnologia da empresa (Accenture, 2002). Conforme visto anteriormente, algumas reduções de mão-de-obra nas operações do DepSubMRJ poderão ser realizadas com a implementação da Solução RFID. A seguir, será apresentada uma comparação da situação atual, em termos de número de pessoas envolvidas nas atividades, com o efetivo proposto utilizando RFID. Tabela2: Comparação da situação atual com o efetivo proposto utilizando RFID Vale ressaltar que para a atividade de Armazenagem foi estabelecida a manutenção do status quo, portanto, não sendo considerada a redução de mão-de-obra. No que tange ao Inventário Mensal, que atualmente emprega todo o efetivo de recursos humanos disponível nos Armazéns do Depósito, não foi avaliado neste momento o ganho de produtividade de mão-de- 11

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