Unidade III. Unidade III

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Unidade III. Unidade III"

Transcrição

1 TIPOS DE ARMAZENAGENS Unidade III O processo de armazenagem tem as mais variadas formas, e diferentes naturezas e finalidades. As instalações para armazenagem podem ser cobertas e descobertas, destinadas a receber, armazenar e proteger adequadamente mercadorias embaladas ou não, dos mais variados tipos, características e naturezas, proporcionando segurança no manuseio, tanto por pessoas quanto por equipamentos de movimentação. O mercado oferece estruturas de armazenagem para todas as necessidades, desde estocagem de minúsculos componentes a granel, passando pelos itens embalados, até itens unitizados das mais variadas formas. A necessidade de armazenar os mais variados tipos de mercadorias exigiu maior diversidade de tipos de estruturas de armazenagens, o que foi reforçado pela evolução da atividade comercial, muito mais competitiva; e, assim, impõem-se a busca incessante do conjunto custo e qualidade. Então, para atender a essas necessidades, os armazéns se sofisticaram tecnologicamente, aumentaram sua complexidade e assumiram novas funções, passando a integrar definitivamente a cadeia logística, quer na condição de terminal portuário, quer como centros de distribuição integrada. Como as opções de tipos de armazenagem são muitas, temos que considerar alguns pontos na escolha, como, por exemplo: fluxo dos materiais, movimentação, frequência de 90

2 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM movimentação, operacionalidade, flexibilidade, seletividade e principalmente utilização volumétrica, discutido em unidades anteriores. Saiba mais Ocupação e seletividade As empresas estão constantemente em busca de redução de custo, por isso tentam trabalhar com os mesmos espaços, e têm como regra aproveitar ao máximo os espaços existentes, buscando a maior ocupação volumétrica de seus armazéns. Isso significa colocar o máximo de mercadoria nos armazéns, só que sem se preocupar com a seletividade. Mas o que é mais importante: preocupar-se com a ocupação ou com a seletividade? Vejamos, seletividade é a capacidade de acessar determinados itens de uma área de estocagem sem ter a necessidade de remanejamento de cargas; em outras palavras, todos os itens ficam disponíveis para serem acessados no primeiro momento. Ocupação é o percentual de aproveitamento de um espaço de estocagem dos itens, considerando todo o espaço disponível. Há sistemas de armazenagem que privilegiam a seletividade e outros que privilegiam a ocupação; o ideal é buscar um equilíbrio entre os dois. Vamos conhecer a seguir os tipos de armazenagem e depois as características de seletividade e ocupação de cada um deles. 91

3 Para cada tipo de mercadoria a ser armazenada, há um tipo específico de armazenagem. Vejamos alguns: Almoxarifado: chamamos de almoxarifado os depósitos próprios, ligados à movimentação interna de uma empresa, destinados à guarda, à proteção e ao controle dos diferentes insumos consumidos durante o processo de transformação. Ele pode ser dividido em: Almoxarifado de matérias-primas: armazena os materiais básicos necessários ao processo de transformação adquiridos de terceiros, que, por questões estratégicas, devem estar localizados próximos ao local em que serão utilizados. Almoxarifado de componentes e sobressalentes: armazena os materiais prontos adquiridos de terceiros, também são usados no processo industrial ou como peças de reposição em manutenção. Esse almoxarifado é estratégico para garantir a manutenção preventiva e garantir que as operações continuem funcionando. Almoxarifado de produtos em processo: armazena produtos que não são mais matérias-primas e ainda não são produtos acabados. São itens processados parcialmente, que sofrerão mais algumas modificações antes de serem vendidos ou consumidos. Almoxarifado de produtos acabados: armazena produtos que estão acabados e prontos para as vendas; deve estar próximo à expedição. Deve-se ter toda a preocupação de gestão de estoque em relação à agilidade e aos custos. Almoxarifado de ferramentas: utilizado para armazenar ferramentas a serem utilizadas pelos 92

4 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM operários em cada turno, e eles mesmos são responsáveis pelas ferramentas. Depósito: área reservada à estocagem, guarda, proteção e controle de materiais acabados, destinados a consumo ou transformação futura ou ainda para possibilitar a consolidação de lotes a serem despachados. Centros de distribuição: áreas de armazenagem altamente sofisticadas, pois dispõem de muita tecnologia de informação. São utilizados em operações de alta rotatividade e destinados ao recebimento de grandes lotes variados, que passarão por alguma preparação e serão enviados para os clientes. Os principais clientes dos centros de distribuição são: fabricantes de bens de consumo que tenham mercado pulverizado; varejistas que necessitam suprir suas unidades com grande frequência, como Casas Bahia, Pão de Açúcar e outros do gênero; empresas que vendam por catálogos ou internet. Os CDs consolidam diversos produtos para fazer entregas sortidas nos pontos de consumo. A partir de pontos de estocagem regionais de grande porte, estrategicamente localizados, os CDs concentram a distribuição ao cliente de forma centralizada. Podemos apontar os seguintes pontos como vantagens de se ter CDs: como o comando é centralizado, e as operações também, há redução de pessoal em vários armazéns locais; 93

5 o controle centralizado elimina atrasos, pois há posição real de estoque em qualquer CD; há redução tanto de gastos com transportes quanto de tempo nas entregas. Armazém: pode ter várias estruturas: construção em madeiras, metal, alvenaria ou concreto armado, ser coberto com telhas francesas, de fibrocimento ou de zinco, fechado de todos os lados, com acessos laterais para entrada das pessoas e dos equipamentos de movimentação. As formas ou características de construção dependerão dos fins a que se destina, como veremos a seguir. Segundo Rodrigues (2008), pequenos volumes, com embalagens frágeis e baixo peso unitário, como são leves, podem ser estocados em níveis mais altos, por isso o pé direito deve ser elevado. Deve-se dispor de prateleiras (veja exemplo 1) com gavetas, em alguns casos, como, por exemplo, componentes eletrônicos e gaiolas (veja exemplo 2) para itens maiores. Sua movimentação pode ser por paleteira (veja exemplo 3), carrinhos (veja exemplo 4) ou contenedores (veja exemplo 5) para movimentação horizontal e empilhadeiras ou transelevador para movimentação vertical. Exemplo 1 Estantes leves com prateleiras inclinadas facilitam a visualização do interior e o acesso aos itens. Fonte: Banzato; Moura,

6 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Estantes metálicas com caixas plásticas com divisórias. Estante para pequenos volumes e alto giro. Fonte: ibidem. Exemplo 2 Gaiola tipo contêiner. Fonte: ibidem. Fonte: ibidem. 95

7 Exemplo 3 Paleteira com duas balanças acopladas, sendo uma para a carga paletizada e a outra específica para a contagem de peças. Fonte: ibidem. Paleteira de acionamento hidráulico, que propicia a movimentação e a pesagem de cargas. Fonte: ibidem. 96

8 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Exemplo 4 Carrinho para movimentação de caixas, o que minimiza os esforços. Fonte: ibidem. Carrinho em balanço utilizado para facilitar manobras na movimentação de materiais. Fonte: ibidem. 97

9 Carrinho com escada e prateleira para facilitar separação de pedidos. Fonte: ibidem. Carrinho especial, que permite separar vários itens ao mesmo tempo e mantê-los separados por caixas. Fonte: ibidem. 98

10 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Carrinho plataforma que auxilia a separação de pedidos. Exemplo 5 Contenedor de plástico com divisória. Fonte: ibidem. Fonte: ibidem. Para itens de grandes volumes, com elevado peso unitário, como máquinas e produtos siderúrgicos, o pé direito deve ser médio, as portas devem ser grandes e os vãos, livres. Para a movimentação, é importante ter a ponte rolante, guindastes elétricos sobre trilhos; é fundamental também que se proponham facilidades de locomoção de empilhadeiras e guindastes. 99

11 Esses tipos de equipamentos foram demonstrados nas unidades I e II. Mercadorias passíveis de condensação ou exsudação: referem-se a perdas de peso por redução do teor de umidade da mercadoria, decorrentes da secagem natural, como grãos verdes ensacados, madeira verde, ração animal etc., armazéns com essas características devem ter dispositivos para ventilação natural ou forçada. Mercadorias congeladas: armazém para acondicionar esse tipo de material deve ter paredes forradas por materiais isolantes, dispor de sistema de refrigeração, câmaras frigoríficas hermeticamente isoladas e túneis para congelamento rápido, com a possibilidade de se controlar as temperaturas. Mercadoria com baixo ponto de fulgor ou suscetíveis a deterioração por calor: o armazém deve ser climatizado, dispondo de ar-condicionado ao longo das áreas de armazenagem. Mercadorias suscetíveis a deterioração quando submetidas ao frio: o armazém deve dispor de sistemas de calefação (estufa). Voltando aos tipos de armazenagem, vamos citar mais alguns: Galpão: funciona como um suporte do armazém em período de congestionamento ou ainda para a guarda de estrados, implementos, ferramentas e materiais de separação etc., normalmente é uma construção rudimentar, coberta, localizada entre os armazéns. Pátio: tem função de auxílio operacional no armazém, normalmente é uma área pavimentada descoberta, com áreas de empilhamento demarcadas, com vias de acesso para equipamentos de movimentação, sua estrutura deve ser de acordo com os materiais movimentados. 100

12 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Materiais como contêineres ou produtos siderúrgicos ou qualquer produto com grande volume e elevado peso unitário devem ter pátios equipados com pontes rolantes ou equipamentos similares e ainda espaços suficientes para manobras de empilhadeiras. Para a circulação de veículos rodoviários, os pátios devem estar dispostos na forma de áreas de parqueamento devidamente demarcadas, dotadas de áreas para carga e descarga, vistoria, pista de rolamento, dispositivo para a lavagem de carroceria e bomba de ar comprimido para calibrar pneus. Para transação com minério, devemos ter pátios especiais, dotados de sistemas compostos por torres de transferência, esteiras transportadoras, balanças por fluxo de batelada, viradores de vagões ou tambores e balanças rodoferroviárias e dispor de vias de acesso para tratores, pás carregadoras ou similares. Silos: servem para armazenar cereais, fertilizantes ou rações animais; podem ser alimentados por sistemas transportadores contínuos, como esteiras. Além disso, eles podem conter moegas, balanças por fluxo de batelada, sistemas de peneiramento ou despoeiramento. Podem ser de metal, aço ou concreto armado. Exemplos de silos Armazena grãos e água, é resistente a umidade. Fonte: <http://www.moreli.com.br/produtos_silos.htm>. 101

13 Armazena cereais. Fonte: <http://br.ruadireita.com/silos-armazenadores-metalicos_11931>. Armazena grãos muito útil para produtores agrícolas. Fonte: <http://agrimanagers.wordpress.com/category/tecnologia-pos-colheita>. Tanque: pode ser de metal ou aço. Deve ter sistema de segurança máxima para aquecimento e resfriamento, bombeamento e sucção, dutos, laboratórios de análises, destinados a armazenar 102

14 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM granéis líquidos com diferentes características físico-químicas, como derivados de petróleo e produtos químicos. Exemplos de tanques Fonte: <http://www.vivercidades.org.br/publique_222/web/cgi/cgilua.exe/sys/start. htm?infoid=1412&sid=5&tpl=printerview>. Fonte: <http://saobernardodocampo.olx.com.br/tanque-vertical-em-inox-tanquevertical-usado-tanque-aco-inox-misturador-usado-iid>. 103

15 Estantes Ideais para pequenos volumes, em torno de 0,5 m³, é o método de estocagem mais usual para produtos de pequeno peso e volume, ideal para atender ao FIFO (first in, first out) ou primeiro que entra primeiro, primeiro que sai (PEPS). Esse método tem como características: armazenagem manual; altura ideal: última prateleira ao alcance da mão; cargas até 300 kg por prateleira; prateleiras reguláveis verticalmente. Próprias para itens não unitizados, pois podem ocupar adequadamente o espaço vertical; possuem boa densidade de estocagem. Podem ser fixas ou deslizantes, com rodas que correm sobre trilhos, assim minimizam os corredores, aproveitando melhor os espaços. Além de prateleiras podem receber gavetas, classificadores e divisões internas, que evitam perdas de espaço. Esses modelos já foram mostrados anteriormente. Mezanino É um sistema de armazenagem por meio de plataformas livres montadas sobre suporte ou estantes elevadas o suficiente para permitir estocagem em cima e embaixo da plataforma, como na figura a seguir: 104

16 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Modelo de mezanino a ser abastecido com empilhadeira. Fonte: Banzato; Moura, Para implantar um modelo de mezanino, é necessário que se tenha pé direito que permita a implantação. Tem como características: dobra ou triplica a área de piso de armazenagem; facilmente desmontável, possibilita ser utilizado somente em períodos de grandes movimentos, como fim de ano por exemplo; armazena vários tipos de produtos; recomendável para itens de menor giro; não é preciso construir prédios. 105

17 Blocagem O conceito de blocagem é basicamente o empilhamento em blocos, empilha-se um palete sobre o outro com ou sem equipamentos de sustentação. Vejamos, exemplos: Estoque em sistema de blocagem. Observe a altura de empilhamento. Fonte: Moura, Suporte utilizado para dar sustentação às cargas no sistema de blocagem, pois assim o impacto de pesos não seria diretamente sobre as cargas. Fonte: ibidem. 106

18 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Esse sistema é mais indicado para materiais de baixa rotatividade e que se movimentem em grandes lotes, pois, para se ter acesso ao palete que está no chão, terá que se retirar todos os que estão sobre ele. O sistema oferece melhor utilização do espaço, o que reduz o custo total de armazenagem, pois há melhor aproveitamento do pé direito, desde que respeitado os limites de equipamentos. Oferece ainda alta densidade de armazenagem, armazena maior volume nos espaços disponíveis. O sistema pode ser usado em períodos de maior movimentação, como períodos festivos; quando não utilizado, pode ser desmontado, além disso, ocupa pouco espaço. Como já foi citado, o acesso aos itens é mais complicado, comprometendo, assim, a seletividade e aumentando o tempo de movimentação, e exige a utilização de empilhadeiras. Porta-paletes Pode ser configurado de algumas maneiras, oferecendo certa variedade de tipos de porta-paletes; vamos começar falando do convencional. O porta-palete convencional é o mais comum nas empresas para cargas unitizadas. Nesse modelo, cada palete é acessado individualmente com certa facilidade. São estruturas fáceis de se ajustar. Os espaços dos corredores dependem da escolha dos veículos e se o tráfego em ambas as direções são possíveis. Por exemplo, há empilhadeiras que exigem espaços de corredores de 2,4 a 3,0 metros, outras, a combustão, exigem espaços de até 4,0 metros; e há empilhadeiras selecionadoras de pedidos que trabalham com espaços a partir de 1,2 metro. 107

19 Exemplos Estrutura porta-palete convencional. Fonte: Banzato; Moura, Estrutura porta-palete convencional sendo utilizada em áreas externas. Fonte: ibidem. Estrutura porta-palete de dupla profundidade: os paletes podem ser estocados em dupla profundidade. O sistema minimiza a quantidade de estoques, pois possibilita que 108

20 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM quatro paletes sejam estocados entre cada par de corredores. Porém, exige veículos com garfos duplos para movimentar os paletes e um corredor de aproximadamente 2,6 metros. É um sistema de excelente utilização de espaço de estocagem, que possibilita uma economia de até 25% em relação ao convencional. Vejamos exemplo: 400º 350º 300º 250º 200º 150º 100º 50º corredor 400º 350º 300º 250º 200º 150º 100º 50º corredor 400º 350º 300º 250º 200º 150º 100º 50º corredor Fonte: adaptado do simulador Crow de empilhadeiras. Observe a economia de corredor, cada duas estruturas podem ser acessadas de cada lado, a única exigência é a necessidade de equipamentos adequados. Estocagem com corredor estreito: oferece estrutura similar de porta-palete, mas, para economizar espaço, os corredores são estreitos e, para garantir sua funcionalidade, há necessidade de equipamentos como empilhadeira elétrica trilateral. Nesse modelo, o acesso aos paletes é mais rápido que o convencional, é uma solução de custo eficaz, quando os custos por m² são elevados ou haja restrição de espaço. Exige largura de corredor entre 1,5 e 1,8 m de largura. 109

21 Empilhadeira elétrica trilateral Hyster. Capacidade de kg, e até 13 m de altura, mas há outros modelos. Esse tipo de empilhadeira retira os paletes sem a necessidade de girar, então não necessita de ângulos de movimentação. Fonte: Disponível: <http://www.hyster.com.br/index.php?id=13,129,0,0,1,0>. Estrutura porta-paletes drive-in drive-through: é uma estocagem com boa economia de espaço, ideal para armazéns com pouca variedade de itens. A gestão drive-in significa que a empilhadeira entra para colocar material e o retira pelo mesmo lado; é um modelo em que a estocagem é feita de maneira contínua, sem corredores intermediários. Pode ser utilizado para estocagem com grandes volumes e pouca variedade. No sistema drive-through, a empilhadeira coloca o material por um lado e o retira pelo outro. 110

22 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Vejamos exemplos: Modelo drive-in sem corredores, a empilhadeira acessa o interior da estrutura. Empilhadeira acessando o interior da estrutura. Fonte: Banzato; Moura, Fonte: ibidem. 111

23 Com uma visão mais ampla e simplificada, podemos enxergar a estrutura da seguinte maneira: Entrada de material Saída de material A empilhadeira ou qualquer equipamento de movimentação entra até o final da pilha. Sistema drive-in adaptado. O sistema drive-through tem a seguinte estrutura simplificada: Entrada de material A empilhadeira ou qualquer equipamento de movimentação abastece por um lado e retira por outro lado. Saída de material Sistema drive-through adaptado. Nesse modelo é mais fácil garantir o FIFO, primeiro que entra, primeiro que sai. 112

24 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM No drive-in, para tal atividade, devem-se retirar os itens que estão na frente. Cada modelo tem suas vantagens e desvantagens: Drive-in vantagens: Ótimo aproveitamento da área, maximizando o volume armazenado pela ausência de corredores; a ocupação é excelente. É possível armazenar o mesmo número de paletes na metade da área de um porta-palete convencional. Como armazena maior quantidade, ao comparar com outro sistema, proporciona baixo custo por unidade de palete armazenada. Podem-se utilizar vários tipos de empilhadeiras, com mínimas alterações na proteção ao operador. Drive-in desvantagens: Há necessidade de movimentar os paletes que estão à frente para atingir os do meio ou do fim. A movimentação do estoque atende o UEPS último que entra, primeiro que sai; essa estrutura limita a variedade dos materiais a armazenar, e também não seria aplicável em produtos perecíveis, pois geraria vencimento e perda do produto. Drive-through vantagens: Melhor utilização do PEPS primeiro que entra, primeiro que sai. 113

25 Pode-se ter operação de entrada e saída ao mesmo tempo, desde que se tenham equipamentos para tal. Como o drive-in, podem-se utilizar vários modelos de empilhadeiras. Drive-through desvantagens: Perde-se um pouco do espaço que se teria no sistema drive-in, pois dois corredores terão que ser mantidos, o de entrada e o de saída. Porta-palete dinâmico É um modelo de estocagem indicado para itens de alto giro; é ideal para armazenagens com pouca variedade que devam atender o PEPS primeiro a entrar, primeiro a sair. Ele é adequado para produtos paletizados ou em caixa de papelão, são modelos em que os produtos deslizam sobre transportadores contínuos de roletes livres com rodas de freio ou sobre roletes acionados ou ainda com contentores com rodinhas. Veja exemplo: Este é o lado de abastecer O produto desliza até aqui Modelos de roletes Fonte: Rodrigues,

26 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM O modelo de estocagem é funcional, como no exemplo a seguir: Veja que o abastecimento é feito por um lado, o produto desliza até a base da estrutura. A retirada é feita pelo outro lado; ao se retirar uma caixa, as seguintes deslizam para ocupar o lugar. Esse sistema é acionado por gravidade; como é inclinado, o deslizamento é automático. Fonte: <http://www.metalsistem.com.br/dinamico_anim.htm>. 115

27 Porta-palete push-back Esse modelo é um sistema de estocagem em que os paletes são estocados em diversas linhas de profundidade e movimentados para dentro e para fora do armazém pelo mesmo lado. A estrutura tem a parte da frente com um nível de altura inferior em relação ao fundo. Assim, para estocar, o operador deve empurrar o palete para o fundo, movendo os já existentes na estrutura; para retirar, retira-se o último que foi colocado, e os demais descem para frente pela força da gravidade, pois é uma estrutura inclinada. Segue a filosofia FILO (first in, last in) primeiro a entrar, último a sair. Exemplo: Fonte: imagem captada de um vídeo disponível em <http://www. bertoliniarmazenagem.com.br/por/index.php?cat=produtos&sub=push_back>. A empilhadeira empurra os materiais que já estão na estrutura. Na hora da retirada, retiram-se os da ponta, e os demais ocupam seu lugar. Cantilever É um modelo de estocagem próprio para estocagem de produtos com grandes comprimentos ou comprimentos variáveis. O modelo facilita o acesso a materiais compridos e irregulares 116

28 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM e propicia bom aproveitamento vertical; é um sistema de alta densidade e alta seletividade. Exemplos de produtos a serem estocados: tubos, barra de ferro, móveis etc.; móveis estocados em sistema cantilever. Fonte: <http://www.bertoliniarmazenagem.com.br/por/index.php?cat=produto s&sub=cantilever>. Armazenagem de barras de ferro. Fonte: <http://www.bertolini.com.br/bertolini/site>. 117

29 Fazendo um comparativo entre alguns tipos de estrutura de armazenagem, Moura (2007) aponta o seguinte quadro: Blocagem Porta-paletes Porta-paletes dupla profundidade Drive-in / Drive-through Dinâmica Push-back Cantilever Transelevador Potencial de densidade de A D C B B B B B estocagem Acesso ao material E A C B B A A A Capacidade de rotas B B C C A C C A Controle de estoque e E A C D C C B A localização Atender ao FIFO E A C D A C A A Habilidade para variar o tamanho da A C C D D C B D carga Facilidade de instalação A C C C E C B E A = excelente B = bom C = regular D = fraco E = ruim É importante salientar que a blocagem tem ótimo potencial de densidade, mas tem acesso mais complicado aos itens, a localização e o atendimento ao FIFO são ruins, mas pode estocar cargas variadas, e é fácil instalar. O porta-paletes tem densidade fraca, pois, dependendo do tipo de material, podem-se ter espaços perdidos, e ainda devem-se respeitar os limites do porta-palete, mas o acesso aos itens é excelente, o controle de estoque também; entretanto, há a dificuldade de instalação, que já é um pouco mais complicada. Veja, então, que cada estrutura tem seus pontos fortes e fracos, a decisão dependerá dos objetivos da organização. Para cada uma das estruturas, é necessário escolher equipamentos adequados, vejamos a seguir alguns equipamentos: 118

30 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Equipamentos 1 Empilhadeira a gás. Empilhadeira elétrica. Paleteira elétrica. 1 Esses equipamentos foram extraídos de Banzato e Moura,

31 Carrinhos hidráulicos. Cada equipamento tem suas necessidades e características próprias: Características da empilhadeira Ambiente de trabalho Piso Características Preço Custo de manutenção (anual) Largura dos corredores Alturas de estocagem Velocidade de operação Combustão gasolina, diesel e GLP Locais abertos e fechados (exceto diesel). Trabalho pesado, qualquer tipo de piso, superfície irregular, pneumáticos. Aplicações em ambiente sujeito a longos períodos sem interrupção e altas temperaturas (diesel). Capacidade para subir rampas. Maior custo de manutenção (desgaste e combustível). Exigem corredores mais largos. Menores alturas de elevação. Maior velocidade de operação. Elétricas Ideais para ambientes fechados ausência de gases tóxicos. Exige piso plano, sem rugosidade e de alta resistência e trabalha com pneus maciços. Silenciosas e não poluentes. Operam em áreas de risco. Mais cara. Menor custo de manutenção. Corredores estreitos. Maiores alturas de estocagem. Fonte: Mauro,

32 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM EXERCÍCIOS 1. Um distribuidor de televisores de LCD, dos mais variados tamanhos, que recebe as mercadorias paletizadas e que tenham grande giro, deve escolher quais dos sistemas de armazenagem para garantir alta seletividade? Justifique. 2. A Gerdau SA trabalha com barras de ferro de grande comprimento, de grande peso e com alto giro. Qual sistema de estocagem seria indicado? Por quê? 3. Um distribuidor de produtos perecíveis, que atua com cinco tipos de produtos somente, precisa montar um sistema de armazenagem, após ver vários modelos, decidiu utilizar o drive-in. O que você, como consultor, diria para essa empresa? 121

33 Resolução dos exercícios 1. As estruturas porta-paletes seriam indicadas, a convencional, a dinâmica e a push-back, pois comprometem um pouco a densidade, mas ampliam a seletividade aos itens, visto que por causa do alto giro a localização imediata para separar os itens é importante. 2. O cantilever, pois é o sistema indicado para armazenar materiais compridos como os que foram citados no exemplo. 3. Não seria indicado, pois, nesse sistema, primeiro a entrar, último a sair, poderia haver problemas de produtos vencidos no estoque. Para atuar com produtos perecíveis, é necessário que se utilize qualquer sistema que garanta o PEPS plenamente. 6 RISCOS DE CARGAS E MERCADORIAS Vamos iniciar diferenciando mercadorias de cargas. Para Rodrigues (2008), mercadoria é qualquer produto que seja objeto do comércio, ou seja, define a ótica do proprietário. O autor aponta que a mercadoria está em posse do proprietário, aguardando para ser vendida ou, se for mercadoria por consignação, está somente aguardando a venda. Carga é qualquer mercadoria entregue a terceiros com a finalidade de ser transportada, pagando-se frete, ou armazenada, pagando-se tarifa. As cargas podem ser divididas em dois grupos: Carga geral: denomina-se carga geral os volumes diferenciados fracionados e acondicionados em sacos, fardos, caixas, cartões, engradados, amarrados, tambores etc. ou veículos unitários de grande porte e sem 122

34 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM embalagem, como veículos e máquinas industriais. Há ainda as cargas especiais, que são aquelas que exigem cuidados diferenciados e específicos, como mercadorias refrigeradas com temperaturas controladas, cargas vivas (animais ou plantas) e as mercadorias classificadas como perigosas. Granéis: carga homogênea, normalmente commodities, adquiridas em grandes lotes, sem acondicionamento ou embalagem, apresentados sob a forma de sólidos, líquidos ou gases. Os granéis sólidos podem ser: derivados de petróleo ou não. As cargas possuem características que devem ser conhecidas, eis algumas dessas características: Peso: para a armazenagem, é importante, pois determina o tipo e a capacidade individual dos equipamentos de elevação, são mais indicados para as operações com maior segurança; é a partir do peso dos itens a serem movimentados que se fazem as escolhas dos equipamentos. Volume: determinará o quanto pode ser estocado nos espaços disponíveis, pois determina a ocupação volumétrica nos armazéns. É ainda mais importante nos transportes, pois é possível planejar quantas viagens ou quantos veículos serão necessários. Dimensões: está associado às características dos tamanhos da embalagem em todos os ângulos, altura, largura e comprimento; proporciona a informação de metragem cúbica, o que é essencial para os cálculos de capacidade do armazém, pois mesmo os itens leves podem ter comprimento ou largura que exijam cuidados especiais para sua movimentação. 123

35 Valor: está relacionado aos cuidados específicos que teremos que ter com cada item, como referenciado na classificação ABC, em que os itens de classe A, por serem os mais caros, devem ter cuidados especiais; está relacionado também aos seguros dos itens. Fragilidade: é o grau de perecibilidade, possibilidade de avaria ou contaminação, exigindo cuidados especiais na movimentação, no transporte e na armazenagem para que sua integridade física seja preservada. Conhecendo agora os conceitos de carga e seus tipos, assim como suas características, podemos iniciar agora os estudos sobre os riscos sofridos pelas cargas. Para fins de seguro, os principais riscos são sofridos pelas cargas durante o procedimento de movimentação, transporte e armazenagem. Eles podem ser enquadrados nos seguintes tipos: Principais riscos: Mecânicos: são resultantes de vibração, trepidação, frenagens, compressão, oscilação, atrito e impactos. É muito comum no transporte em veículos com excesso de velocidade, estradas em mau estado, motoristas despreparados e/ou alocação nos veículos sem amarração. Riscos físicos: esses tipos de riscos estão associados à movimentação e ao manuseio, por casa do uso inadequado de equipamentos e de a prática de armazenagem e empilhamento ser feita de maneira inadequada. A qualificação dos envolvidos é essencial para se minimizar esse tipo de risco. Riscos químicos: causados por reações químicas que alterem as características da mercadoria, como combustão espontânea, oxidação etc. 124

36 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Riscos climáticos: são riscos associados à ação de agentes ambientais externos, tais como calor, frio, condensação, salinidade, umidade e mofo. Esses riscos estão ligados à armazenagem em locais inadequados ou transportes em veículos impróprios ou embalagens inadequadas. Riscos contaminantes: são riscos associados à deterioração dos produtos. Podem ocorrer por vários motivos, tais como: elevar a perecibilidade dos itens, diminuindo o tempo de vida útil. A putefração também pode contaminar, assim como as manchas e emissão de odores. Riscos humanos: causados por embalagens inadequadas, imperícia, imprudência ou negligência, dolo, roubo ou furto. Riscos imponderáveis: são riscos inesperados causados por atos da natureza, como raios, tempestades, furacões, enchentes etc. Vício próprio: são problemas que não são possíveis de detectar no ato da transferência de responsabilidade ou por ser impossível detectar por conta de informações inadequadas na embalagem ou qualquer outro problema oculto, inerente ao produto, que favoreça a incidência de avarias. Mas o que é avaria? Pode-se definir avaria como qualquer dano ou prejuízo, de caráter endógeno ou exógeno, total ou parcial, causado à mercadoria, instalações ou equipamentos de movimentação ou transporte. Especificamente para transporte marítimo, as avarias podem ser classificadas em: grossa ou comum. 125

Unidade III MOVIMENTAÇÃO E. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade III MOVIMENTAÇÃO E. Prof. Jean Cavaleiro Unidade III MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Introdução Conhecer as necessidades de gestão de armazém é fundamental; Aqui vamos conhecer os tipos de armazenagem; Tipos de armazenagens São

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM EMBALAGENS E UNITIZAÇÃO

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM EMBALAGENS E UNITIZAÇÃO DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM EMBALAGENS E UNITIZAÇÃO DEFINIÇÕES MERCADORIA: qualquer produto que seja objeto do comércio CARGA: qualquer mercadoria entregue a terceiros para: - ser transportada - ser armazenada

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM A GESTÃO DA ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM A GESTÃO DA ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM A GESTÃO DA ARMAZENAGEM A GESTÃO DA ARMAZENAGEM INSTALAÇÕES DE ARMAZENAGEM Complexo de espaços de diferentes naturezas e finalidades, situados em áreas cobertas e descobertas,

Leia mais

Onde transportadoras e cargas se encontram TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA TRANSPORTAR SUA CARGA

Onde transportadoras e cargas se encontram TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA TRANSPORTAR SUA CARGA Onde transportadoras e cargas se encontram TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA TRANSPORTAR SUA CARGA Guia do Transporte Saiba como enviar sua encomenda. Dicas gerais CARGOBR oferece uma ferramenta simples

Leia mais

Gerenciamento de Depósitos

Gerenciamento de Depósitos Gerenciamento de Depósitos Diferentes modelos e tipos de CD s e armazéns podem auxiliar na busca por soluções logísticas eficientes, para diferentes produtos, com características logísticas diversas. As

Leia mais

Verticalização dos Estoques

Verticalização dos Estoques Verticalização dos Estoques Considerações Iniciais A principal prioridade dos operadores é reduzir o tempo de ciclo dos pedidos e não economizar espaço. As soluções que permitem economizar espaço não permitem

Leia mais

Sistemas de Armazenagem de Materiais

Sistemas de Armazenagem de Materiais Sistemas de Armazenagem de Materiais Características e conceitos para utilização de Sistemas de armazenagem de materiais Objetivos Destacar a importância dos equipamentos de armazenagem de materiais na

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Armazenagem

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Armazenagem NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Armazenagem Tecnologia em Gestão Pública Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 9 Prof. Rafael Roesler Sumário Introdução Objetivo da armazenagem Arranjo

Leia mais

Contextualização 01/03/2013. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais

Contextualização 01/03/2013. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais Contextualização A transformação da matéria-prima em produto acabado requer que pelo menos um dos três elementos básicos de produção (trabalhador, máquina e material) seja movimentado. Para a maioria dos

Leia mais

DESIGN INTELIGENTE PARA ARMAZENAGEM

DESIGN INTELIGENTE PARA ARMAZENAGEM DESIGN INTELIGENTE PARA ARMAZENAGEM A EMPRESA NOSSAS SOLUÇÕES PARA ARMAZENAGEM 25 DE AGOSTO DE 1969 Dar continuidade ao legado do pai, exímio ferreiro e artesão. Esse foi o sonho que impulsionou os irmãos

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização

Leia mais

Armazenagem, Controle. Aula 2. Contextualização. Equipamentos de Armazenagem. Principais Atribuições. Embalagens. Instrumentalização

Armazenagem, Controle. Aula 2. Contextualização. Equipamentos de Armazenagem. Principais Atribuições. Embalagens. Instrumentalização Armazenagem, Controle e Distribuição Aula 2 Contextualização Prof. Walmar Rodrigues da Silva Equipamentos de Armazenagem Simplicidade Barato Flexível Relação custo e benefício Principais Atribuições Peculiaridade

Leia mais

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM Uma abordagem multidisciplinar Prof. Fernando Dal Zot 1 Visão geral das atividades do Almoxarifado / Depósito / Armazém Início RECEBER

Leia mais

1 - MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS

1 - MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS 1 - MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS Introdução Para que a matéria prima possa transformar-se ou ser beneficiada, pelo menos um dos três elementos básicos de produção, homem, máquina ou material, deve movimentar-se;

Leia mais

Sistemas de Armazenagem e Movimentação

Sistemas de Armazenagem e Movimentação Sistemas de Armazenagem e Movimentação O que é a armazenagem? Gerenciar eficazmente o espaço tridimensional de um local adequado e seguro, colocando à disposição para guarda de mercadorias que serão movimentadas

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES DIRETORIA RESOLUÇÃO Nº 3.632, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES DIRETORIA RESOLUÇÃO Nº 3.632, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011 AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES DIRETORIA RESOLUÇÃO Nº 3.632, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011 Altera o Anexo da Resolução nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as Instruções Complementares

Leia mais

Aula 8. Manuseio e Movimentação de Materiais

Aula 8. Manuseio e Movimentação de Materiais Aula 8 Manuseio e Movimentação de Materiais Prof. José Fernando Pereira Jr. Manuseio de Materiais e Equipamentos Fora de Estrada 2º Semestre - 2011 Sumário 4.6 Manuseio e Movimentação dos materiais 4.6.1

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Introdução Vamos abordar aqui meios de armazenagem para melhor aproveitar o Pé direito, equipamentos que facilite movimentação em armazenagem

Leia mais

LOGÍSTICA DE ARMAZENAGEM

LOGÍSTICA DE ARMAZENAGEM Os consumidores quando vão às prateleiras das lojas esperam encontrar os produtos que necessitam, não importando se os produtores estão a 10 ou 2.500 Km de distância. Este é o trabalho da logística: prover

Leia mais

CONCEITOS E PRINCÍPIOS DO SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS

CONCEITOS E PRINCÍPIOS DO SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS LOGÍSTICA CONCEITOS E PRINCÍPIOS DO SISTEMA DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS A MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAL É O PROCESSO DO QUAL APRESENTA A MUDANÇA LOCAL DE UM DETERMINADO ITEM, DENTRO DE UMA DETERMINADA CIRCUNSTÂNCIA.

Leia mais

AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA AULA 06 FILIPE S. MARTINS

AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA AULA 06 FILIPE S. MARTINS AULA 06 FILIPE S. MARTINS ROTEIRO EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS PALETEIRA EMPILHADEIRA ESTEIRA TRANSPORTADORA TRANSPORTADOR DE ROLETES MONOVIA / TALHA ELÉTRICA TRANSELEVADORES

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 25

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 25 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 25 Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis Parte 3

Leia mais

Armazenagem. Por que armazenar?

Armazenagem. Por que armazenar? Armazenagem Introdução Funções da armazenagem Atividades na armazenagem Objetivos do planejamento de operações de armazenagem Políticas da armazenagem Pilares da atividade de armazenamento Armazenagem

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS Vantagens: Possibilitam operações ininterruptas, mesmo sob intempéries Incrementam a produtividade Minimizam o tempo de movimentação

Leia mais

Movimentação Paletização Armazenamento e Transporte

Movimentação Paletização Armazenamento e Transporte Movimentação Paletização Armazenamento e Transporte 0 1 INTRODUÇÃO A primeira embalagem de papelão ondulado surgiu há mais de 100 anos e percorreu um longo caminho até os dias de hoje, evoluindo gradativamente

Leia mais

SISTEMAS DE ARMAZENAGEM

SISTEMAS DE ARMAZENAGEM SISTEMAS DE ARMAZENAGEM Engº. Cláudio Sei Guerra OUTUBRO - 2006 Revisado ÍNDICE 1. Prefácio... 03 2. Sistemas de Armazenagem de Materiais... 04 3. Estruturas de Armazenagem Porta-Pallets... 06 4. Porta-Pallets

Leia mais

SISTEMAS DE ARMAZENAGEM MANUAL PRÁTICO DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM. Um pouco da história

SISTEMAS DE ARMAZENAGEM MANUAL PRÁTICO DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM. Um pouco da história SISTEMAS DE ARMAZENAGEM MANUAL PRÁTICO DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM Um pouco da história Podemos ficar surpresos ao saber que os primeiros armazéns foram construídos por volta de 1800 a.c., com José ao interpretar

Leia mais

Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM

Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM 5 10 15 20 25 30 35 3 EMPILHAMENTO Unidade II Falamos na Unidade I sobre a capacidade estática, levando em consideração a armazenagem no piso, sem considerar a possibilidade de empilhamento. O empilhamento

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO 1. OBJETIVO Estabelecer requisitos mínimos para a preservação e a embalagem de equipamentos e materiais adquiridos

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

LEVAMOS NO PEITO A MISSÃO DE DAR SEGURANÇA, QUALIDADE E PRATICIDADE À VOCÊ!

LEVAMOS NO PEITO A MISSÃO DE DAR SEGURANÇA, QUALIDADE E PRATICIDADE À VOCÊ! CATÁLOGO DE PRODUTOS LEVAMOS NO PEITO A MISSÃO DE DAR SEGURANÇA, QUALIDADE E PRATICIDADE À VOCÊ! A EMPRESA A SA é uma empresa com 15 anos de atuação no Brasil, nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais,

Leia mais

Embalagens logísticas: proteção do produto na movimentação e armazenagem

Embalagens logísticas: proteção do produto na movimentação e armazenagem Embalagens logísticas: proteção do produto na movimentação e armazenagem Washington Spejorim As embalagens podem ser definidas de diferentes formas, variando de acordo com o profissional que fizer essa

Leia mais

Diretivas de transporte, embalagem e manuseio

Diretivas de transporte, embalagem e manuseio Diretivas de transporte, embalagem e manuseio Esta diretiva compreende orientações gerais relativas ao transporte, embalagem e manuseio de máquinas e fornecimentos da empresa KraussMaffei Technologies

Leia mais

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal:

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal: PORTO DE PECEM. Trata-se de um terminal marítimo concebido para propiciar operações portuárias eficientes, tornando-o altamente competitivo com acessos rodoviários e ferroviários livres e independentes

Leia mais

05/09/2015. Módulo V Gerenciamento de Depósito. GERENCIAMENTO DE DEPÓSITO Funcionalidades e Características. Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

05/09/2015. Módulo V Gerenciamento de Depósito. GERENCIAMENTO DE DEPÓSITO Funcionalidades e Características. Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo V Gerenciamento de Depósito Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. GERENCIAMENTO DE DEPÓSITO Funcionalidades e Características A função logística da armazenagem A armazenagem está relacionada diretamente

Leia mais

EMPILHADEIRAS A COMBUSTÃO

EMPILHADEIRAS A COMBUSTÃO EMPILHADEIRAS A COMBUSTÃO Uma empilhadeira é uma máquina industrial utilizada para levantar e carregar materiais, normalmente através de garfos de metal que são inseridos por debaixo da carga. Geralmente,

Leia mais

Automatizando a armazenagem. Armazenagem automatizada

Automatizando a armazenagem. Armazenagem automatizada Automatizando a armazenagem Armazenagem automatizada Com a verticalização da armazenagem a automatização tornou-se necessária também, pois os armazéns passaram a utilizar os espaços do piso ao teto. E

Leia mais

MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS

MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS Ricardo A. Cassel A movimentação de materiais é uma atividade importante a ser ponderada quando se deseja iniciar o projeto de novas instalações. Existe uma forte relação entre

Leia mais

Norma Regulamentadora NR 20 Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis. Portaria nº 308/12 DOU 06/03/12

Norma Regulamentadora NR 20 Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis. Portaria nº 308/12 DOU 06/03/12 Norma Regulamentadora NR 20 Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis Portaria nº 308/12 DOU 06/03/12 Entrou em vigor na data de sua publicação exceto para os itens com prazos diferenciados.

Leia mais

PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996

PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996 PORTARIA DNC Nº 27, DE 16.9.1996 - DOU 17.9.1996 Estabelece condições mínimas de segurança das instalações de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE COMBUSTÍVEIS,

Leia mais

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Tópicos Abordados: 1. Porta Paletes Seletivo (convencional): 2. Drive-in / Drive-thru Objetivo: Esta apostila tem como principal objetivo ampliar o conhecimento

Leia mais

RollerForks. A nova revolução da logística: Movimentação sem paletes!

RollerForks. A nova revolução da logística: Movimentação sem paletes! RollerForks A nova revolução da logística: Movimentação sem paletes! RollerForks Os paletes revolucionaram a logística, ao unitizar as cargas e reduzir custos drasticamente. Agora, uma nova revolução tem

Leia mais

Unioeste Diretoria de Concursos

Unioeste Diretoria de Concursos Unioeste Diretoria de Concursos 9º Concurso Público para o Provimento de Cargos Públicos para Atuação no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) PROVA OBJETIVA Técnico Administrativo Instruções

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTADORES CONTINUOS

SISTEMAS DE TRANSPORTADORES CONTINUOS Consiste na movimentação constante entre dois pontos pré-determinados. d São utilizados em mineração, indústrias, terminais de carga e descarga, terminais de recepção e expedição ou em armazéns. Esteiras

Leia mais

www.endal.pt SISTEMAS GLOBAIS DE ARMAZENAGEM Sistemas Globais de Armazenagem Paletização Convencional

www.endal.pt SISTEMAS GLOBAIS DE ARMAZENAGEM Sistemas Globais de Armazenagem Paletização Convencional SISTEMAS GLOBAIS DE ARMAZENAGEM Sistemas Globais de Armazenagem Paletização Convencional Armazenagem Compacta Drive-ln Drive-Through Dinâmica por Gravidade Armazenagem Climatizada Picking Estantes Deslizantes

Leia mais

TERMINAL DE CARGAS. Profª Janaína Araújo, MSc.

TERMINAL DE CARGAS. Profª Janaína Araújo, MSc. TERMINAL DE CARGAS Profª Janaína Araújo, MSc. Carga Aérea Generalidades Carga aérea : conjunto de bens transportados por via aérea que geram receita; material transportado por meio de aeronaves cujos valores

Leia mais

Prof. Clesio Landini Jr. Unidade III PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO

Prof. Clesio Landini Jr. Unidade III PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO Prof. Clesio Landini Jr. Unidade III PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO Planejamento e operação por categoria de produto Nesta unidade veremos o Planejamento e Operação por Categoria de Produto

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidades 07 Tipos de estocagem Sistema de estocagem Principais técnicas Equipamentos de estocagem 1 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

Leia mais

MESTRE MARCENEIRO. Estocagem de material

MESTRE MARCENEIRO. Estocagem de material Estocagem de material A Madeira e seus derivados, por ser o principal insumo utilizado na fabricação de móveis, é um material orgânico e exige cuidados especiais no seu armazenamento. O armazenamento deve

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 024/2010 EM REVISÃO Sistema de chuveiros automáticos para áreas de

Leia mais

TRANSPORTE E MANUSEIO DE PRODUTO QUÍMICO

TRANSPORTE E MANUSEIO DE PRODUTO QUÍMICO TRANSPORTE E MANUSEIO DE PRODUTO QUÍMICO ÍCARO LOGÍSTICA AMBIENTAL QUÍMICO ORION DE VARGAS FLORES TELEFONE COMERCIAL: 51-3051-7544 TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 51-9918-9135 icaroamb@cpovo.net orion.phoenix@terra.com.br

Leia mais

LUCIANO JOSÉ PELOGIA FREZATTI

LUCIANO JOSÉ PELOGIA FREZATTI LUCIANO JOSÉ PELOGIA FREZATTI LEVANTAMENTO E TRANSPORTE DE CARGAS Posição vertical: Dotar o posto de trabalho com regulagem de altura; Suporte para peças; Considerar dados antropométricos, na dúvida colocar

Leia mais

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III 3 CUSTOS DOS ESTOQUES A formação de estoques é essencial para atender à demanda; como não temos como prever com precisão a necessidade, a formação

Leia mais

MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Profa. Margarita Maria Dueñas O.

MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Profa. Margarita Maria Dueñas O. MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS Profa. Margarita Maria Dueñas O. RESÍDUOS PERIGOSOS Ponto de geração Destino final FASE INTERNA COLETA ACONDICIONAMENTO FASE

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DE RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS Rev 02 1/5 1. Objetivo Este manual tem por objetivo orientar os usuários / clientes quanto aos itens a serem

Leia mais

Orientações de manuseio e estocagem de revestimentos cerâmicos

Orientações de manuseio e estocagem de revestimentos cerâmicos Orientações de manuseio e estocagem de revestimentos cerâmicos RECEBIMENTO Quando o produto for recebido na loja ou obra, ou mesmo na entrega ao cliente, é importante que alguns cuidados sejam tomados

Leia mais

Manuseio de Compressor

Manuseio de Compressor Manuseio de Compressor Índice Item... Página 1 - Introdução... 02 2 - Remover o palete... 03 3 - Deslocar o palete... 04 4 - Erguer o palete... 05 5 - Movimentar o palete... 06 6 - Empilhar o palete...

Leia mais

TRANSPORTE DE MATERIAIS CAPÍTULO 10

TRANSPORTE DE MATERIAIS CAPÍTULO 10 TRANSPORTE DE MATERIAIS CAPÍTULO 10 Uma boa fatia dos custos de produção é atribuída ao transporte de materiais dentro da empresa, no abastecimento das linhas de produção, no armazenamento de matéria primas

Leia mais

Embalagens, acondicionamento e unitização

Embalagens, acondicionamento e unitização Embalagens, acondicionamento e unitização A embalagem e a Logística As condições atuais e futuras exercem importância cada vez maior sobre as interações efetivas entre a embalagem e a movimentação de materiais.

Leia mais

MANUAL DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM. Eng.º. Cláudio Sei Guerra

MANUAL DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM. Eng.º. Cláudio Sei Guerra MANUAL DE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM Eng.º. Cláudio Sei Guerra FEVEREIRO - 2014 ÍNDICE 1. Prefácio... 03 2. Sistemas de Armazenagem de Materiais... 04 3. Estruturas de Armazenagem Porta-Pallets... 07 4. Porta-Pallets

Leia mais

Projeto de Armazéns. Ricardo A. Cassel. Projeto de Armazéns

Projeto de Armazéns. Ricardo A. Cassel. Projeto de Armazéns Ricardo A. Cassel FRANCIS, R.; McGINNIS, L.; WHITE, J. Facility Layout and Location: an analytical approach. New Jersey: Prentice Hall, 2ed., 1992. BANZATTO, E.; FONSECA, L.R.P.. São Paulo: IMAN, 2008

Leia mais

ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE

ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE Aluno: Stephan Beyruth Schwartz Orientador: Nélio Domingues Pizzolato 1. INTRODUÇÃO A estabilização da economia e a eliminação do

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

Block Plus sistema convencional

Block Plus sistema convencional SOLUÇÕES DE ARMAZENAGEM Block Plus sistema convencional Block Plus sistema convencional estantes convencionais Trata-se do sistema de armazenagem mais comum e generalizado, adequado para armazenagem dedicada

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

AVISO DE RESULTADO DO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 039/2015 - SAÚDE MENOR PREÇO POR ITEM

AVISO DE RESULTADO DO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 039/2015 - SAÚDE MENOR PREÇO POR ITEM AVISO DE RESULTADO DO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 039/25 - SAÚDE MENOR PREÇO POR ITEM A Pregoeira Pollyanna Allen Gomes de Jesus, designado pela Portaria nº 092/24 da Prefeitura Municipal de Goiânia / Secretaria

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução nº 4.093 ANTAQ, de 07/05/2015 Vigência: 15/05/2015 TABELA I - UTILIZAÇÃO

Leia mais

Índice. 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção.

Índice. 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção. MODELO: BYG AR 1533 Índice 1. Advertência. 2. Características técnicas. 3. Aplicações. 4. Estrutura. 5. Instruções de uso e operação. 6. Manutenção. 7. Diagrama elétrico. 8. Diagrama hidráulico. 9. Peças

Leia mais

NR 11. E-Book. NR 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais. E-Book

NR 11. E-Book. NR 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais. E-Book Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais Nós da DPS Consultoria e Assessoria em Segurança do Trabalho, queremos inicialmente manifestar nossa satisfação pelo seu interesse em nosso

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 24/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 24/2011 Instrução Técnica nº 24/2011 - Sistema de chuveiros automáticos para áreas de depósito 519 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.632/11, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 3.632/11, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011 Altera o Anexo da Resolução nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos. A Diretoria da Agência Nacional de

Leia mais

DIRETRIZES P/ O PLANEJAMENTO OU EXPANSÃO DAS INSTALAÇÕES 1 - Planeje o futuro layout com todos os detalhes. 2 - Projete as expansões em pelo menos

DIRETRIZES P/ O PLANEJAMENTO OU EXPANSÃO DAS INSTALAÇÕES 1 - Planeje o futuro layout com todos os detalhes. 2 - Projete as expansões em pelo menos CHECK SEU LAYOUT Com a quantidade a produzir, o planejamento do fluxo geral dos materiais, os métodos de trabalho planejados, mais o trabalho padrão especificado, nós podemos determinar e dimensionar os

Leia mais

NPT 025 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS PARTE 3

NPT 025 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA LÍQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS PARTE 3 Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 025 Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis Parte 3 Armazenamento Fracionado CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento

Leia mais

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015.

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. 1 SOCIEDADE DE PORTOS E HIDROVIAS DO PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. RESOLUÇÃO Nº 4.093-ANTAQ, DE 07/05/2015. (ANTAQ-Agência Nacional de Transportes Aquaviário) PORTO

Leia mais

Sumário. BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção para contêiner. BERMS OXIGEN Bacia de contenção para ações rápidas

Sumário. BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção para contêiner. BERMS OXIGEN Bacia de contenção para ações rápidas Sumário BCP OXIGEN Bacia de contenção de papelão 03 ECOTÊINER DE INTERIOR OXIGEN Dispositivo de prevenção de vazamentos para transporte em contêineres marítimos BAG TÊINER OXIGEN Dispositivo de prevenção

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES Linha de Fornos a gás Modelos: S651/S652/S653/S656/S657/S658/S660/S661/S662/ S665/S666/S667/S670/S671/S672/S675/S676/S677 ATENÇÃO! - Leia e siga rigorosamente as instruções deste manual

Leia mais

Transferência e distribuição

Transferência e distribuição Transferência e Distribuição Transferência e distribuição O sistema logístico inclui, na maioria dos casos, dois tipos de transporte de produtos: A transferência: envolve deslocamento maciços entre dois

Leia mais

16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR.

16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) 16.1. São consideradas s e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de trabalho

Leia mais

NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1)

NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de

Leia mais

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Operações Terminais Armazéns AULA 6 PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Cargas, embalagens e unitização Modulação, Unitização, Acondicionamento

Leia mais

Professora Danielle Valente Duarte

Professora Danielle Valente Duarte Professora Danielle Valente Duarte TRANSPORTE significa o movimento do produto de um local a outro, partindo do início da cadeia de suprimentos chegando até o cliente Chopra e Meindl, 2006 O Transporte

Leia mais

REVEJA OS EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS NO TRANSPORTE DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS

REVEJA OS EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS NO TRANSPORTE DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS REVEJA OS EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS NO TRANSPORTE DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS Siga à risca o checklist, preparado pela ANDAV, dos equipamentos obrigatórios no transporte dos insumos fitossanitários e evite

Leia mais

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA.

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. Caro participante, Agradecemos a sua presença no III Megacity Logistics Workshop. Você é parte importante para o aprimoramento

Leia mais

MANUAL DE AMOSTRAGEM DE GRÃOS. Apresentação

MANUAL DE AMOSTRAGEM DE GRÃOS. Apresentação Apresentação A amostragem de grãos constitui se, em nível de armazenagem, na primeira preocupação a ser considerada por estar relacionada à identificação ou diagnóstico dos eventuais serviços necessários

Leia mais

Sistemas de esteiras transportadoras de paletes

Sistemas de esteiras transportadoras de paletes Sistemas de esteiras transportadoras de paletes Sistemas de esteiras transportadoras de paletes Intelligrated A Intelligrated oferece uma linha completa de sistemas de esteiras transportadoras de paletes

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA NÚMERO 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS

NORMA REGULAMENTADORA NÚMERO 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS NORMA REGULAMENTADORA NÚMERO 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora - NR. 16.2. O

Leia mais

LOGÍSTICA DE ARMAZENAGEM

LOGÍSTICA DE ARMAZENAGEM LOGÍSTICA DE ARMAZENAGEM Logística e Cadeia de Suprimentos UNISO Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves É a atividade que compreende o planejamento, coordenação, controle e desenvolvimento das operações destinadas

Leia mais

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Os discos de corte e desbaste são produzidos e controlados com rigor, sendo submetidos a testes internos que objetivam a reprodução da qualidade lote

Leia mais

TERMINAL VILA VELHA Nº: PG-TERMINAL VILA VELHA- 0001. Rev.: 03 06/08/2014 Pág: 1 de 12. Título: ARMAZENAMENTO DE PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS NO TVV

TERMINAL VILA VELHA Nº: PG-TERMINAL VILA VELHA- 0001. Rev.: 03 06/08/2014 Pág: 1 de 12. Título: ARMAZENAMENTO DE PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS NO TVV Rev.: 03 06/08/2014 Pág: 1 de 12 1 - OBJETIVO Estabelecer critérios para regulamentação de armazenamento de produtos químicos perigosos no TVV, de acordo com sua classe, sub-classe e grupo de embalagem.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.763/12, DE 26 DE JANEIRO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 3.763/12, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 Altera o Anexo da Resolução nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos. A Diretoria da Agência Nacional de

Leia mais

Unioeste Diretoria de Concursos

Unioeste Diretoria de Concursos Unioeste Diretoria de Concursos Concurso Público para o Provimento de Cargos Públicos para Atuação no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) PROVA OBJETIVA Almoxarife Instruções para a Prova

Leia mais

NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1)

NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de

Leia mais

Unidade I MOVIMENTAÇÃO E. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I MOVIMENTAÇÃO E. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Armazenagem e a logística Qual é o papel da armazenagem na logística? Armazenagem e a logística Auxilia no atendimento à Missao da Logística. Qual

Leia mais

AULA 20 TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

AULA 20 TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS AULA 20 TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS Introdução O transporte de produtos perigosos é um caso particular do transporte de mercadorias numa cadeia de fornecimento. Durante esta atividade, vários fatores

Leia mais

APSP. Análise do Projeto do Sistema Produtivo. Movimentação e Armazenagem de Materiais. Administração de Fluxos de Materiais

APSP. Análise do Projeto do Sistema Produtivo. Movimentação e Armazenagem de Materiais. Administração de Fluxos de Materiais Movimentação e Armazenagem de Materiais APSP Análise do Projeto do Sistema Produtivo Aula 8 Por: Lucia Balsemão Furtado 1 Administração de Fluxos de Materiais Organização Modal A organização modal é um

Leia mais

CATÁLOGO GERAL DE PRODUTOS. Movimentação de Granéis

CATÁLOGO GERAL DE PRODUTOS. Movimentação de Granéis CATÁLOGO GERAL DE PRODUTOS Movimentação de Granéis Há mais de 88 anos garantindo os melhores resultados para nossos clientes. 03 A Companhia Experiência aliada à inovação. É isso que faz a Kepler Weber

Leia mais

Vantagens. - A grande variedade de medidas, tipos de pisos, sistemas construtivos, etc. - M o n t a g e m r á p i d a, s i m p l e s

Vantagens. - A grande variedade de medidas, tipos de pisos, sistemas construtivos, etc. - M o n t a g e m r á p i d a, s i m p l e s Mezaninos Os mezaninos permitem aproveitar ao máximo a altura útil de um local, duplicando ou triplicando sua superfície e acondicionando-a como área de armazenagem, vestuário, escritórios, etc. A instalação

Leia mais

Apostila técnica de Mezanino 01 de 09

Apostila técnica de Mezanino 01 de 09 Apostila técnica de Mezanino 01 de 09 OBJETIVO: Esta apostila tem como principal objetivo ampliar o conhecimento básico sobre Mezaninos, seus acessórios e suas aplicações, facilitando a solução de problemas

Leia mais

Soluções de armazenagem

Soluções de armazenagem Soluções de armazenagem Seja qual for o seu produto, temos a solução ideal para o armazenar 50 anos a oferecer soluções de armazenagem 3 Presença em mais de 70 países 3 11 centros de produção 3 4 centros

Leia mais