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1 PROJETO PEDAGÓGICO FARMÁCIA 2013

2 S U M Á R I O 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA NOME ENDEREÇO ATOS LEGAIS CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA NOME ENDEREÇO ATOS LEGAIS/DATA PUBLICAÇÃO NO DOU MISSÃO E VISÃO DA IES MISSÃO VISÃO HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO ATOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO, RECONHECIMENTO E RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO DO CURSO NÚMERO DE VAGAS ANUAIS PRETENDIDAS OU AUTORIZADAS FORMA DE ACESSO AO CURSO TURNO DE FUNCIONAMENTO CARGA HORÁRIA TOTAL TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO PARA INTEGRALIZAÇÃO TITULAÇÃO CONFERIDA MODALIDADE COORDENAÇÃO (IDENTIFICAÇÃO E PERFIL) COMPOSIÇÃO DO NDE BREVE HISTÓRICO E JUSTIFICATIVA DO CURSO MISSÃO DO CURSO POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO (PDI) CONCEPÇÃO DO CURSO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO...17

3 5. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ESTRUTURA CURRICULAR FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE E FLEXIBILIDADE MODOS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS TEMÁTICA DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS MATRIZ CURRICULAR CONTEÚDO CURRÍCULAR EMENTÁRIO/BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3) E COMPLEMENTAR (5) METODOLOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (OBRIGATÓRIO E NÃO- OBRIGATÓRIO) ATIVIDADES COMPLEMENTARES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO SISTEMA DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO ATENDIMENTO AO DISCENTE ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS APOIO PSICOPEDAGÓGICO MECANISMOS DE NIVELAMENTO MONITORIA ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS MEIOS DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHOS E PRODUÇÕES DE ALUNOS PROGRAMAS DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO (BOLSAS) ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PESQUISA EVENTO RELACIONADO ÀS PESQUISAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS)

4 6. CORPO DOCENTE COORDENAÇÃO DE CURSO (TITULAÇÃO, EXPERIÊNCIA, REGIME DE TRABALHO, ATUAÇÃO) TITULAÇÃO DO COORDENADOR: REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR EXPERIÊNCIA ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DO COORDENADOR EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR ATUAÇÃO DO COORDENADOR PARTICIPAÇÃO DA COORDENAÇÃO DO CURSO EM ÓRGÃOS COLEGIADOS ACADÊMICOS DA IES PARTICIPAÇÃO DO COORDENADOR E DOS DOCENTES EM COLEGIADO DE CURSO OU EQUIVALENTE NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE (COMPOSIÇÃO E ATUAÇÃO) CONSELHO DE CURSO NÚCLEO DE APOIO EDUCACIONAL - NAE FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO TEMPO MÉDIO DE PERMANÊNCIA DO CORPO DOCENTE NA INSTITUIÇÃO TEMPO DE EXERCÍCIO NO MAGISTÉRIO SUPERIOR TEMPO DE EXERCÍCIO PROFISSIONAL FORA DO MAGISTÉRIO NA ÁREA DE FORMAÇÃO PROJETOS DE EXTENSÃO PROJETOS DE PESQUISA PUBLICAÇÕES PLANO DE CARREIRA INFRA-ESTRUTURA INSTALAÇÕES FÍSICAS SALAS DE AULA INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS INSTALAÇÕES PARA DOCENTES INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO E NDE AUDITÓRIOS INSTALAÇÕES SANITÁRIAS (ADEQUAÇÃO E LIMPEZA) ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS INFRA-ESTRUTURA DE SEGURANÇA BIBLIOTECA

5 PESSOAL TÉCNICO ADMINISTRATIVO ESPAÇO FÍSICO PARA ESTUDOS EQUIPAMENTOS ACERVO INFORMATIZAÇÃO DO ACERVO ACERVO VIRTUAL DE PERIÓDICOS (FARMÁCIA) EQUIPAMENTOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA ACESSO AOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA REDE DE COMUNICAÇÃO MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS LABORATÓRIOS DO CURSO DE FARMÁCIA LABORATÓRIOS DE ENSINO LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS UTILIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS LABORATÓRIOS BIOTÉRIO CONVÊNIO COM HOSPITAIS PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS PROTOCOLOS DE EXPERIMENTOS COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA

6 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA 1.1 NOME Comunidade Evangélica Luterana São Paulo CELSP 1.2 ENDEREÇO Rua Fioravante Milanez, 206, Centro, Canoas/RS Cep Telefone: Fax: ATOS LEGAIS Declarada de Utilidade Pública: Municipal, pelo Decreto nº 2, de 19 de janeiro de 1970; Estadual pelo Decreto nº , de 09 de novembro de 1970; e Federal, pelo Decreto , de 14 de janeiro de Estatuto: Registro de Pessoas Jurídicas, do Registro de Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas de Canoas/RS, sob o número 2357, do Livro A nº 13, fls. 84 frente, em 20 de dezembro de

7 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA 2.1. NOME Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP) 2.2. ENDEREÇO Avenida Teotônio Segurado 1501 Sul, Palmas/TO CEP Telefone: ATOS LEGAIS/DATA PUBLICAÇÃO NO DOU Portaria n de 17 de outubro de Publicada no DOU nº 202, de , seção 1, página MISSÃO E VISÃO DA IES MISSÃO Produzir conhecimentos, promover a formação profissional e o bem-estar da sociedade mediante prestação de serviços educacionais, de saúde e tecnológicos, conforme princípios da fé cristã e da ética luterana VISÃO Ser referência no ensino superior na região norte HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO O Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP) é uma instituição de direito privado que se rege por seu Estatuto e Regimento e pela legislação em vigor. É uma instituição particular e confessional, dedicada ao ensino, à pesquisa e à extensão, mantida pela Comunidade Evangélica Luterana São Paulo (CELSP) que tem como princípio norteador divulgar a mensagem cristã

8 Em 1992, a CELSP decide criar em Palmas, capital do Estado do Tocantins, o Centro Educacional Martinho Lutero (CEML), instituição de ensino infantil, fundamental e médio, e o CEULP, instituição de ensino superior. O início das atividades no CEULP deu-se em fevereiro de 1993 com a realização do primeiro vestibular para os cursos de Administração, Letras e Pedagogia. A instituição começou a funcionar na Avenida Juscelino Kubitscheck, numa construção de madeira, modelo arquitetônico da época, pois a capital, Palmas, ainda apresentava-se como um canteiro de obras. Em agosto de 1995 os alunos matriculados nos cursos superiores foram transferidos para o novo campus, localizado na Avenida Teotônio Segurado, distante 10 km do centro da cidade, com uma área total de m2. Hoje o campus possui 7 (sete) prédios, Campo Experimental, Complexo Esportivo e Laboratorial, todos climatizados, e que oferecem um ótimo espaço e conforto aos alunos. Em 1996, recebeu a designação de Instituto Luterano de Ensino Superior. A partir de julho de 2000, o antigo Instituto transformou-se em Centro Universitário com quase todas as prerrogativas de uma universidade. A história do CEULP representa o que foram os anos de luta para a implantação neste Estado. Não foram poupados investimentos para transformar o CEULP numa instituição que prima pela qualidade e deseja manter viva a sua Filosofia Cristã Luterana de Educação. Assim, essa IES está organizada, racionalmente, de forma a garantir eficiência e "plena utilização dos recursos materiais e humanos". A Região Metropolitana de Palmas é essencialmente micro-urbana, não deixando, entretanto, de se preocupar com o setor primário de economia, em que se destacam os produtos agropastoris. Hoje, o desenvolvimento das empresas, o crescimento do País e a administração profissional, que vêm se tornando regra, modificaram significativamente o ambiente brasileiro. Apesar das falhas do nosso sistema de ensino, há muito mais instrução e formação, muito mais consciência social, e um número cada vez maior de empresários tem a convicção de que a empresa não é um fim em si mesmo, e sim um instrumento de desenvolvimento social. Nesse contexto é que devemos examinar o tema: empresa e cultura. Há empresários que têm olhos apenas para a empresa; mas existem outros que se preocupam também com a cultura e o desenvolvimento educacional do povo, vendo o Centro Universitário como parceiro no esforço de desenvolvimento tanto da cultura quanto da empresa

9 Esta Instituição (CEULP) tem um novo enfoque de escola superior. Pretende estabelecer ou fortificar, conforme o caso, o movimento em prol de um bom relacionamento empresa-ies, a fim de criar condições para o desenvolvimento cultural, científico e tecnológico. Consideramos, assim, uma obrigação social da empresa e do universitário a participação no desenvolvimento social. Tendo em vista as tradições da mantenedora e a própria experiência no ensino superior, o Centro Universitário Luterano de Palmas - CEULP - elaborou um modelo próprio de escola confessional e comunitária. O Centro Universitário Luterano de Palmas entende a si mesmo como comunidade eticamente responsável. Além de cultivar um relacionamento moral entre seus integrantes, procura atuar com consciência crítica na sociedade. Tendo em vista que a fé atua pelo amor, empenha-se na melhor forma de realizar o bem comum e concebe a educação não como processo de formação apenas, mas como interação social que conduz à participação plena, produtiva e crítica das pessoas na sociedade. Nesta perspectiva, o CEULP valoriza a pesquisa científica não apenas como fim, mas como meio. Através dela traça as origens do conhecimento científico, testa verdades estabelecidas, amplia as fronteiras do saber, descobre novas aplicações de conhecimentos e aperfeiçoa o processo de ensino e aprendizagem. Nesse enfoque, a extensão se apresenta não como tarefa adicional, mas como forma de intercâmbio entre a comunidade universitária e a comunidade social. Na verdade, o CEULP não constitui uma entidade à parte: é antes uma instituição da própria comunidade social, mantida para o fim específico de promover o bem-estar social pelo cultivo das ciências, das artes e da técnica. Como vanguarda crítica do corpo social, o CEULP está sempre em comunicação com o passado, enquanto cultiva a tradição; com a sociedade contemporânea, na medida em que acolhe, elabora e procura viabilizar os seus anseios. O Centro Universitário Luterano de Palmas apresenta-se como instituição de identidade e características próprias. Destaca-se o ensino profissional, que habilita o aluno a desenvolver suas características empreendedoras, seu interesse pela pesquisa, com um forte embasamento humanístico. Nesta perspectiva, o CEULP se apresenta e atua como centro de estudo de nível superior que promove: a busca da verdade através do ensino, da pesquisa e da extensão; a formação de profissionais competentes; o diálogo entre as culturas e a inserção efetiva em seu meio, assumindo responsabilidade pelo seu desenvolvimento

10 3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 3.1. DENOMINAÇÃO Farmácia ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO Avenida Teotônio Segurado 1501 Sul Palmas/TO. CEP Telefone: ATOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO, RECONHECIMENTO E RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO DO CURSO O Curso de Farmácia: - foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Nº 31, de 25 de abril de 2001; - foi reconhecido pela Portaria n 3.321, de 18 de outubro de 2004 e - teve a renovação do reconhecimento emitida pela Portaria n 775, de 7 de novembro de NÚMERO DE VAGAS ANUAIS PRETENDIDAS OU AUTORIZADAS 40 vagas anuais autorizadas FORMA DE ACESSO AO CURSO O ingresso no Curso de Farmácia do CEULP pode ser feito pelo processo seletivo e/ou pelo PROUNI, transferência externa, reopção de curso, portador de diploma de curso superior. No entanto, desde 2012, o curso de Farmácia está utilizando como forma de acesso ao curso: o processo seletivo e/ou PROUNI TURNO DE FUNCIONAMENTO O turno de funcionamento do Curso de Farmácia do Centro Universitário Luterano de Palmas é vespertino

11 3.7. CARGA HORÁRIA TOTAL A carga horária total do Curso de Farmácia do Centro Universitário Luterano de Palmas é de 4582 horas TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO PARA INTEGRALIZAÇÃO De acordo com a Resolução CONSEPE n 507 de 21 de novembro de 2012 e considerando o Art. 2º da Resolução CNE/CES n 4, de 6 de abril de 2009, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração de alguns cursos de graduação, entre eles o Curso de Farmácia, tem-se: Tempo Mínimo: 5 anos. Tempo Máximo: 7 anos e meio TITULAÇÃO CONFERIDA Bacharel em Farmácia MODALIDADE Presencial COORDENAÇÃO (IDENTIFICAÇÃO E PERFIL) O Curso de Farmácia é coordenado pela Professora Grace Priscila Pelissari Setti, designada pela Portaria 274, de 09 de fevereiro de 2009, com a seguinte qualificação: Mestrado em Ciências Farmacêuticas. Área de Concentração: Fármacos e Medicamentos. Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), Especialização em Docência do Ensino Superior. Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP), Graduação em Farmácia. Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP), COMPOSIÇÃO DO NDE O Núcleo Docente Estruturante é composto por: Grace Priscila Pelissari Setti (Coordenadora do Curso)

12 Os professores: Aurea Welter Daniele Suzete Persike Juliane Farinelli Márcia Alves Germana de Araújo Lobo Marta Cristina de Menezes Pavlak BREVE HISTÓRICO E JUSTIFICATIVA DO CURSO O curso foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Nº 29, de 25 de abril de 2001, inicialmente com a duração mínima de três anos e meio para formação de Farmacêutico, estando apto o egresso para cursar habilitações, Análises Clínicas e/ou Indústria (não oferecidas por esta instituição). Atualmente o curso atende a Resolução CNE/CES Nº 02, 19 de fevereiro de 2002, com o compromisso de formar profissionais farmacêuticos generalistas, com visão humanista, crítica e reflexiva, capaz de atuar na promoção, proteção e recuperação da saúde, tendo como atribuições essenciais o desenvolvimento de atividades relacionadas à Atenção Farmacêutica e ao Uso Racional de Medicamentos. Espera-se, desta forma, formar profissionais Farmacêuticos capacitados a assumirem posições estratégicas na área da Saúde Coletiva e motivados a valorizar a flora medicinal brasileira e a cultura associada. O Curso de Farmácia, em Palmas, é um complemento ao complexo de ensino de saúde que aqui se realiza, compondo com os cursos de Enfermagem, Educação Física, Fisioterapia e Biomedicina um conjunto universitário de alta expressão diante dos problemas regionais de saúde. Justifica-se pelo fato do estado do Tocantins ser rico em plantas medicinais, porém pobre em assistência farmacêutica necessitando, portanto do apoio técnico-científico oferecido pela universidade. Além disso, o curso visa formar novos empreendedores da área de medicamentos, de análises clínicas e toxicológicas, de controle, produção e análise de alimentos necessários ao desenvolvimento da região e do País. Embora pertença formalmente à região Norte, o estado do Tocantins encontra-se em uma zona denominada ecótono, caracterizada pela transição geográfica entre o cerrado e a floresta amazônica. Essa heterogeneidade confere à região aspectos de saúde pública que exigem uma preocupação mais efetiva, em virtude de certos tipos de enfermidades e

13 sua disseminação. Com efeito, verifica-se nos setores de saúde, certa perplexidade diante de casos, com sintomas evidentes de males cujas origens e tratamentos necessitam de melhor compreensão científica. A demanda por formação de novos profissionais farmacêuticos generalistas é alta, atualmente atendida, apenas de forma parcial, por três instituições particulares de ensino superior no Estado do Tocantins, sendo uma em Araguaína, uma em Gurupi e o CEULP em Palmas MISSÃO DO CURSO Formar profissionais farmacêuticos generalistas capazes de promover a humanização, pautada na ética profissional, compromissada com a qualidade de vida da sociedade, desenvolvendo competências e habilidades na área de medicamento, alimento, análises clínicas com visão crítica sobre as políticas públicas, especialmente as de saúde POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO (PDI) O CEULP trabalha suas políticas educacionais direcionando-as para que se universalize, na Instituição, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, temse um modelo didático-pedagógico voltado para a realidade profissional e social, com ênfase na construção do conhecimento e na dinâmica do aprender a aprender, o que propicia condições para o desenvolvimento de uma educação continuada. É com esse entendimento que definiu-se uma Política de Graduação concernente às mudanças exigidas das instituições de ensino superior dentro do cenário mundial e do país. Frente às expectativas e demandas sociais, são concebidos projetos pedagógicos com currículos mais flexíveis e atualizados, com ferramentas que coloquem em ação as diversas propostas para a formação do profissional cidadão. Ao colocar a qualidade como tema central gerador da proposta para o ensino da graduação no CEULP, tem-se por finalidade a construção de um processo coletivo de articulação de ações voltadas para a formação competente dos profissionais. Nessa direção, torna-se imprescindível a interação da Instituição com a comunidade local interna e externa, principalmente, em relação aos demais níveis de ensino e aos segmentos organizados da sociedade civil, como expressão da qualidade social desejada para o cidadão a ser formado como profissional, pois a missão do Centro Universitário é a de formar indivíduos com perfis diferenciados e coerentes com as oportunidades de trabalho

14 Nesse contexto, o Curso de Farmácia possui um compromisso com a missão institucional, o que é refletido na missão do curso no que tange a formar profissionais generalistas capazes de promover a humanização, pautada na ética profissional, compromissada com a qualidade de vida da sociedade. Embasado nas políticas institucionais de definir propostas pedagógicas inovadoras e dinâmicas, o curso de Farmácia tem como meta se consolidar como o melhor no gênero, definindo seu perfil e o mercado a que se dirige. A política do Centro Universitário para o ensino de graduação fundamenta-se, ainda, na integração do ensino com a pesquisa e a extensão, objetivando formação de qualidade acadêmica e profissional. Assim, é política do CEULP e, em especial, do Curso de Farmácia, a promoção de uma prática calcada em princípios éticos e cristãos que possibilite a construção do conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento cultural e o desenvolvimento de um pensamento reflexivo, crítico e responsável, que impulsione a transformação sócio-político-econômica da sociedade. São princípios básicos dessa política: cuidado e atenção às necessidades da sociedade e região no que concerne à oferta de cursos e programas para a formação e qualificação profissional; flexibilização dos currículos, de forma a proporcionar ao aluno, na maior medida possível, a autonomia na sua formação acadêmica; atualização permanente dos projetos pedagógicos, levando-se em consideração as Diretrizes Curriculares e as demandas sócio-econômico-culturais da região em que se insere; discussão permanente sobre a qualidade do ensino de graduação, através de diferentes fóruns, envolvendo direção/coordenadores e Conselhos de Curso; incentivo à produção técnico-científica e didática do corpo docente; qualificação permanente do corpo docente, em termos de titulação acadêmica e de competências didático-pedagógicas; manutenção e controle da situação legal dos cursos; apoio e acompanhamento da ação pedagógica no âmbito dos cursos

15 4. CONCEPÇÃO DO CURSO O Curso de Farmácia do CEULP foi autorizado pela Resolução do CONSEPE Num. 29, de 25 de abril de 2001 e atualmente a matriz curricular atende as diretrizes curriculares nacionais do MEC para a Educação Farmacêutica com compromisso de formação de um profissional Farmacêutico Generalista, com visão humanista, crítica e reflexiva, capaz de atuar na promoção, proteção e recuperação da saúde, tendo como atribuições essenciais o desenvolvimento de atividades relacionadas à Atenção Farmacêutica e ao Uso Racional de Medicamentos. Os estágios e aulas práticas oportunizam a inserção do acadêmico em projetos de pesquisa, extensão e atividades extraclasse, incluindo as complementares, contribuindo assim com a aquisição do conhecimento baseado na prática, desde os primeiros períodos do curso. Espera-se, desta forma, formar profissionais Farmacêuticos capacitados a assumirem posições estratégicas na área da Saúde Coletiva e motivados a valorizar a flora medicinal brasileira e a cultura associada. Durante o curso, o acadêmico desenvolve habilidades de busca, seleção e avaliação crítica de dados e informações disponibilizadas em livros, periódicos, bases de dados além da utilização das fontes pessoais de informação, incluindo a advinda de sua própria experiência profissional, priorizando o ensino centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador do processo de ensinoaprendizagem. Nesse sentido, a abordagem do processo de aprendizagem capacita os egressos para atuarem como agentes de transformação, responsáveis pelo desenvolvimento regional de ciência, tecnologia, assistência e atenção farmacêutica qualificada e ética, consciente de seu papel social e ambiental na comunidade OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Preparar profissionais com visão generalista para atuarem na perspectiva teórico-prática, priorizando o ser humano como o principal beneficiário dos conhecimentos adquiridos no processo de qualificação acadêmica, atendendo às necessidades da sociedade, com ênfase na área de medicamentos, alimentos, análises clínicas e toxicológicas

16 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver a capacidade de liderança e comunicação na interação com outros profissionais da saúde e o público em geral; Formar profissionais capazes de atuar efetivamente nos processos de promoção da saúde, prevenção e diagnóstico de doenças, assim como na terapêutica enfocando a resolução e prevenção de problemas individuais e coletivos; Fomentar a formação e as atividades relacionadas à Assistência e Atenção Farmacêuticas, em vários níveis de atuação, contribuindo para a formação de um profissional Farmacêutico que atenda as necessidades da sociedade moderna; Preparar Farmacêuticos capazes de promover e gerenciar o uso correto e racional de medicamentos, em todos os níveis do sistema de saúde, nos setores públicos e privados; Despertar o interesse do aluno para as atividades relacionadas a Saúde Pública e atuação nos serviços do SUS; Fornecer condições para a indissociabilidade do tripé ensino/pesquisa/extensão; Formar profissionais capacitados a desenvolver ações relacionadas a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos farmacêuticos, produção, controle e garantia de qualidade além de assuntos regulatórios; Estimular a educação continuada e a especialização como formas de garantir a atualização profissional; Capacitar farmacêuticos para desenvolver farmácia clínica - interpretar e avaliar prescrições, monitorar interações medicamentosas, estudar a utilização do medicamento; Desenvolver habilidades e competências relacionadas às Análises Clínicas e Toxicológicas, com vistas à formação de um profissional Farmacêutico capaz de atuar de forma crítica na realização, desenvolvimento e interpretação de exames laboratoriais clínicos e relacionados às análises toxicológicas, humana e ambiental; Preparar o profissional para realizar, interpretar, avaliar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por análises de alimentos; de nutracêuticos, de alimentos de uso enteral e parenteral, suplementos alimentares, desde a obtenção das matérias primas até o consumo;

17 Preparar o acadêmico para administrar com compromisso, responsabilidade, empatia e habilidade para as tomadas de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; Desenvolver habilidades e competências relacionadas à Farmácia Hospitalar, com vistas à formação de um profissional Farmacêutico capaz de atuar de forma crítica no desenvolvimento da assistência Farmacêutica que envolve o gerenciamento, dispensação, manipulação, sobretudo o acompanhamento farmacoterapêutico dos pacientes, promovendo o uso racional de medicamentos PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O Curso de Farmácia do CEULP propõe a formação de um profissional da saúde com pensamento crítico e humanístico, que desenvolva habilidades e competências técnicocientíficas para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com capacidade para tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e educação permanente, bem como disposição de adequação e adaptação ao exercício profissional no seu contexto de atuação. As características dos egressos do Curso de Farmácia, baseadas nas Diretrizes Curriculares, podem ser divididas em três componentes, englobando aspectos gerais, técnicos e ético-sociais, como apresentados a seguir: ASPECTOS GERAIS Os egressos do curso devem ser profissionais com as seguintes características: tomar decisões no seu âmbito de atuação, aplicando as competências e habilidades adquiridas, através de condutas baseadas na evidência científica. Deve estar habilitado para integrar e interagir nas equipes de trabalho, como também liderar e administrar profissionais da saúde, equipes de trabalho, serviços de saúde, com compromisso e responsabilidade; expressar-se de forma clara e coesa, tendo domínio da língua pátria, na forma oral, escrita e leitura, possibilitando a interrelação com outros profissionais da saúde e do público em geral; ser capaz de liderar, organizar, gerenciar equipes de trabalho ou profissionais da saúde de forma efetiva e eficaz;

18 buscar atualização constante de seus saberes, para o enriquecimento de suas competências e habilidades. ASPECTOS TÉCNICOS Os egressos do Curso de Farmácia devem ser profissionais com conhecimentos específicos para o exercício das seguintes habilidades e competências: atuar na atenção à saúde, tanto nos serviços públicos como privados, desenvolvendo ações de atenção e promoção de saúde, diagnóstico e prevenção no processo saúde/doença, tratamento e reabilitação das necessidades levantadas, tanto no nível individual como coletivo; exercer sua profissão com métodos e técnicas atualizadas, condizentes com as necessidades e baseados em evidências científicas; analisar e interpretar dados epidemiológicos, aplicando seus resultados em benefício da população; organizar e administrar recursos e serviços de forma efetiva e eficiente; buscar atualização constante de seus saberes, participando de eventos, pesquisas, investigações científicas relacionados à profissão. ASPECTOS ÉTICO-SOCIAIS Os egressos do Curso de Farmácia devem conhecer e respeitar os princípios éticos que regem a sociedade. Para isso devem: respeitar e aplicar os princípios éticos da profissão; implementar ações que visem melhorar as condições de saúde da população e as condições de trabalho do farmacêutico; ter uma visão humanística crítica e consistente sobre o impacto de sua atuação profissional na sociedade

19 5. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 5.1. ESTRUTURA CURRICULAR O planejamento da estrutura curricular consiste em um trabalho coordenado e sistêmico dos professores, Coordenação do Curso, NDE, Conselho do Curso e do Núcleo de Apoio Educacional. O currículo do curso foi elaborado a partir dos objetivos do curso, sua concepção, o perfil desejado do egresso e as atribuições do profissional no mercado de atuação, levando-se em consideração as diretrizes curriculares nacionais e a demanda da região. Os períodos foram organizados considerando os núcleos de formação geral, de concentração e o especializado. O núcleo de formação geral corresponde aos conceitos gerais e inclusivos e são de base comum para as diferentes áreas do conhecimento. O núcleo de concentração engloba os conceitos intermediários e relacionam de forma direta ou indireta os conceitos gerais aos específicos. O núcleo especializado inclui aos conceitos específicos direcionados para a aplicação nas áreas de atuação do profissional farmacêutico, são elas: medicamentos, alimentos e análises clínicas e toxicológicas. As cargas horárias das disciplinas (34 h, 68 h, 102 h, 136 h e 272h) estão dimensionadas de maneira que permitam a abordagem de todo o conteúdo teórico e prático necessário para que o aluno tenha uma formação sólida em sua área de atuação FORMAS DE REALIZAÇÃO DA INTERDISCIPLINARIDADE E FLEXIBILIDADE As mudanças que acontecem na sociedade nas últimas décadas trazem para a educação o desafio da realização de práticas pedagógicas que acompanhem esse processo. A compreensão globalizadora dos conhecimentos se constitui em um vetor de mudanças no atual contexto, impulsionando a superação da visão fragmentada da realidade. Frente a isso, os professores do Curso de Farmácia realizam práticas pedagógicas na perspectiva da contextualização com a realidade local e global, da interdisciplinaridade entre as áreas do conhecimento e da flexibilidade na elaboração da matriz curricular. Em relação à interdisciplinaridade, entende-se que sua prática acontece em âmbitos diferentes, desde uma perspectiva micro, como por exemplo, nas aulas de uma disciplina, até uma perspectiva macro, como as ações realizadas entre cursos diferentes,

20 rompendo fronteiras mais amplas entre as áreas do conhecimento. Tais vivências acontecem por meio de situações como: discussões, reflexões e problematizações que os professores propõem nas suas disciplinas, estabelecendo relações com conteúdos estudados nos semestres anteriores; realização de experiências em laboratórios em que a análise dos resultados possibilita que os professores e os acadêmicos estabeleçam relações mais abrangentes entre os conteúdos do curso, indo além dos assuntos estudados apenas em uma disciplina específica; realização de visitas técnicas em que a compreensão das vivências desafia o acadêmico a estabelecer relações entre conteúdos estudados em disciplinas diferentes; realização de atividades e aulas conjuntas entre dois ou mais professores do curso, abordando temas que são comuns a diferentes disciplinas a partir de enfoques específicos a cada uma delas; realização de trabalhos de pesquisa bibliográfica e/ou de campo que são orientados e avaliados por professores de disciplinas diferentes, em que o acadêmico aprende a estabelecer a relação entre os saberes das áreas específicas do curso; participação em eventos científicos institucionais, regionais e nacionais, em que os acadêmicos têm a oportunidade de ampliar a sua compreensão sobre os conhecimentos específicos do curso, relacionando-os com questões mais amplas. Em relação à flexibilidade, o Curso de Farmácia trabalha com a compreensão de que a aprendizagem acontece por meio de uma rede de relações que os acadêmicos estabelecem entre os conhecimentos abordados nas aulas e nas suas vivências na sociedade. Nesse sentido, esse princípio está presente, por exemplo, na elaboração da matriz curricular, dando ao acadêmico a oportunidade de fazer escolhas, orientadas pela coordenação, na sequência das disciplinas oferecidas a cada semestre, podendo cursar disciplinas de períodos diferentes ao mesmo tempo. Tal situação possibilita aos acadêmicos o desenvolvimento de uma maior autonomia e responsabilidade nas suas escolhas, pois precisam assumir os desafios propostos em cada disciplina considerando as suas potencialidades de aprendizagem. Além disso, outro aspecto da flexibilidade presente na matriz curricular é a oferta das disciplinas optativas, momentos em que o corpo docente e o NDE elegem temas atuais e relevantes para estudo, considerando as tendências da profissão

21 Com isso, tais práticas pedagógicas visam potencializar nos acadêmicos o desenvolvimento das competências e habilidades profissionais, para que tenham melhores condições de se inserir no mercado de trabalho com uma visão mais ampla da sua área de conhecimento, buscando respostas frente aos desafios que vivenciarão no exercício da profissão MODOS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA A relação entre a teoria e a prática se constitui em uma situação assumida como pressuposto pedagógico dos cursos desde os primeiros semestres na perspectiva da superação de um processo de ensino que privilegie a transmissão de conhecimentos. Nesse pressuposto compreende-se que o desenvolvimento das competências e habilidades acontece principalmente por meio de situações em que os acadêmicos são desafiados a estabelecer a relação entre a teoria e a prática, aplicando-a em situações problematizadoras e concretas do exercício profissional exigido pelo mercado de trabalho. Para tal os professores, no cotidiano das suas aulas, realizam ações como: resolução de situações-problema em que os conteúdos das disciplinas são aplicados em questões relacionadas ao exercício da profissão; realização de atividades práticas nos laboratórios, aplicando os conhecimentos em situações concretas das atividades profissionais; realização de atividades de pesquisa, ampliando, por meio da investigação, os conhecimentos teórico-práticos das áreas de atuação do curso; realização de visitas técnicas, nas quais os conhecimentos das aulas são vivenciados concretamente em situações da profissão; realização de estágios que possibilitam a vivência das competências e habilidades profissionais, colocando em prática os conhecimentos aprendidos no decorrer das disciplinas do curso INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS O curso de Farmácia do CEULP através dos Estágios Supervisionados II e VI e VII permitem a integração com o sistema local e regional de saúde e o SUS, através de convênios firmados com a Secretaria Municipal de Saúde para a realização de exames no Laboratório Escola, bem como o desenvolvimento de atividades relacionadas à

22 Dispensação de Medicamentos nas Farmácias Municipais. O estágio realizado no Hospital Geral de Palmas, mediante convênio com a Secretaria Estadual de Saúde, permite a integração com o SUS no âmbito hospitalar, portanto o acadêmico vivencia o Sistema Único de Saúde em três diferentes áreas: Análises Clínicas, Dispensação e Hospitalar TEMÁTICA DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO A compreensão sobre a história e cultura afro-brasileira e indígena se caracteriza como uma abordagem de conhecimentos gerais que agregam valor na formação acadêmica, tendo em vista alcançar uma visão mais ampla dos acadêmicos em relação a sua inserção profissional no contexto da diversidade da sociedade brasileira. Na estrutura curricular do CEULP essa abordagem é trabalhada na disciplina de Sociedade e Contemporaneidade, a qual transversaliza a matriz curricular de todos os cursos, constituindo um dos componentes do Eixo Básico e, nos cursos da área da Saúde, como é o caso do Curso de Farmácia, na disciplina Saúde, Bioética e Sociedade. Esse conteúdo é estudado nas aulas por meio da utilização de estratégias metodológicas diversificadas, buscando ampliar os conhecimentos dos acadêmicos sobre o assunto. Esse estudo é realizado na perspectiva crítico-reflexiva, visando ampliar a compreensão limitada da visão eurocêntrica da história desses povos, maneira como muitas vezes é abordada no senso comum e inclusive no contexto escolar e acadêmico. Além disso, trabalha-se também com a contextualização da situação desses grupos étnico-raciais na realidade atual, analisando-se os vários aspectos que historicamente constituíram sua situação de exclusão e discriminação social POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL A abordagem sobre a Educação Ambiental se constitui em uma questão imprescindível no Ensino Superior em virtude da necessidade de ações concretas da sociedade na superação dos problemas do atual contexto, e das perspectivas que a preparação para o exercício profissional possibilitam por meio da formação acadêmica. Cada vez mais torna-se imperativa a necessidade de uma mudança de posturas e de atitudes cotidianas nas relações socioambientais. Frente a isso, o CEULP desenvolve ações na perspectiva de trabalhar com a Educação Ambiental dos acadêmicos, dando continuidade às abordagens que foram trabalhadas na

23 Educação Básica. Tais ações acontecem no decorrer dos semestres letivos em atividades de pesquisa e extensão, as quais transversalizam as disciplinas e os cursos. Em relação à pesquisa, a instituição conta com a participação de acadêmicos bolsistas do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PROICT) e voluntários, que realizam investigações sobre vários temas relacionados às questões socioambientais, sob a orientação dos professores. E na extensão, a cada semestre são submetidos projetos pelos professores, os quais acontecem com a participação de acadêmicos dos vários cursos. Entre os temas dos projetos vários se relacionam direta ou indiretamente com as temáticas da Educação Ambiental. Além dessas atividades, no decorrer dos semestres acontecem diversas atividades que possibilitam aos acadêmicos tanto a reflexão sobre as questões socioambientais, como a prática de situações que os desafiam a vivenciar atitudes de respeito, preservação e valorização do meio ambiente. Essas atividades fazem parte de ações institucionais, dos cursos ou de disciplinas. Nas ações institucionais pode-se citar, por exemplo, a Jornada de Iniciação Científica, com periodicidade anual, na qual parte-se de um tema normalmente relacionado às questões mais amplas da sociedade, envolvendo a Educação Ambiental. Nas ações do Curso de Farmácia, por exemplo, tem-se realizado o projeto de Extensão denominado Projeto de Arrecadação de Medicamentos, em que se promove a retirada de medicamentos obsoletos nas residências através de doações espontâneas da população e o encaminhamento para a Vigilância Sanitária Municipal para incineração, de forma a promover uma ação sustentável para o meio ambiente retirada de agentes químicos do lixo comum e/ou esgoto, descartes esses inapropriados para fármacos e medicamentos. Em relação às disciplinas, o tema da Educação Ambiental é abordado, por exemplo, nos conteúdos de Sociedade e Contemporaneidade, disciplina que faz parte do Eixo Básico das matrizes curriculares de todos os cursos. Na disciplina de Instrumentalização Científica, componente curricular do mesmo eixo, são realizados alguns projetos de iniciação científica que desafiam os acadêmicos a relacionarem os conhecimentos da área do seu curso com as questões ambientais, realizando, inclusive, ações junto à comunidade. E, ainda, na disciplina Módulo de Ecologia e Análises Ambientais, que consta no rol das disciplinas Optativas do Curso de Farmácia. Além disso, considerando que a Educação Ambiental relaciona-se também com a abordagem das questões éticas, as quais implicam as relações humanas, sociais e ambientais, convém destacar que vários cursos têm na sua matriz curricular disciplinas específicas que abordam diretamente esse tema. E nos outros cursos a questão da ética é abordada como um conteúdo que faz parte das discussões de algumas disciplinas, juntamente com os demais temas do semestre

24 EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS A abordagem dos vários princípios que compõem a educação em Direitos Humanos se apresenta como uma necessidade importante na formação dos acadêmicos no Ensino Superior, tendo em vista sua atuação direta e indireta com as pessoas na sua inserção no mercado de trabalho. As decisões e os encaminhamentos do cotidiano da profissão trazem desafios relacionados com as relações humanas, que precisam ser trabalhados nas várias atividades que constituem o percurso dos acadêmicos no seu curso de graduação. Tal questão destaca-se no CEULP inclusive como filosofia institucional pelo fato de ser uma instituição confessional, que trabalha em prol do resgate, da valorização e da vivência dos princípios de uma convivência digna, ética e respeitosa das pessoas consigo mesmas, com os outros e com a sociedade. Essa questão é trabalhada no cotidiano da instituição pela Pastoral, que realiza ações periódicas junto à comunidade acadêmica. Além dessa ação institucional, convém destacar o Alteridade Núcleo de Atendimento Educacional Especializado aos Discentes, que tem como objetivo dar suporte psicológico aos alunos do CEULP no que se trata da acessibilidade, processos de ensino e aprendizagem, saúde mental e desenvolvimento de habilidades profissionais no contexto universitário. O trabalho realizado por esse núcleo se situa no âmbito da Educação em Direitos Humanos em virtude do processo de inclusão social que efetivamente acontece no cotidiano da instituição, desafiando esse grupo de acadêmicos na perspectiva do seu desenvolvimento profissional. Além disso, a Educação em Direitos Humanos é abordada como conteúdo das disciplinas de Cultura Religiosa, Comunicação e Expressão, e Sociedade e Contemporaneidade, as quais fazem parte do Eixo Básico da matriz curricular dos cursos da instituição. Essas abordagens possibilitam aos acadêmicos a reflexão, a discussão e o aprofundamento teórico de um tema abordado a partir de diferentes perspectivas e que se complementam de forma interdisciplinar. Essas disciplinas realizam a cada semestre o Projeto Palco Express, que visa oportunizar aos acadêmicos momentos de expressão de suas habilidades artísticas e o envolvimento cultural com a vida no Ensino Superior, principalmente para os ingressantes. E como tema das apresentações que os acadêmicos preparam para o projeto, os professores elegem temas relacionados às questões dos direitos humanos, desafiando-os no processo de criação e manifestação cultural e artística sobre os mesmos. As atividades de extensão também se constituem em momentos importantes para a vivência da prática de ações relacionadas aos direitos humanos. Como exemplo destacase o Projeto Akádemo Trote Solidário, no qual os acadêmicos calouros realizam várias

25 atividades de intervenção na comunidade, em que, dentre outras aprendizagens, têm a oportunidade de vivenciar experiências relacionadas a essa questão MATRIZ CURRICULAR CÓDIGO NOME SEM CH CRED ATIVIDADES COMPLEMENTARES ESTUDOS EM MORFOLOGIA HUMANA INTRODUCAO AS CIENCIAS FARMACEUTICAS COMUNICACAO E EXPRESSAO QUIMICA MEDICINAL I BIOSSEGURANCA E INSTRUMENTALIZACAO LABORATORIAL ESTUDOS EM FISIOLOGIA HUMANA QUIMICA MEDICINAL II CULTURA RELIGIOSA GENETICA HUMANA TERMODINAMICA E CINETICA EM CIENCIAS FARMACEUTICAS INSTRUMENTALIZACAO CIENTIFICA ESTUDOS EM MICROBIOLOGIA E PROCESSOS IMUNOLOGICOS QUIMICA MEDICINAL III SOCIEDADE E CONTEMPORANEIDADE FISIOPATOLOGIA BIOQUIMICA APLICADA SAUDE, BIOETICA E SOCIEDADE TECNOLOGIA FARMACEUTICA I FARMACOLOGIA E FARMACOCINETICA ANALISE E SINTESE ORGANICA DE FARMACOS ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA I

26 TECNOLOGIA FARMACEUTICA II FARMACODINAMICA E QUIMICA FARMACÊUTICA I MICROBIOLOGIA CLINICA ANALISE FARMACEUTICA ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA II FARMACODINÂMICA E QUÍMICA FARMACÊUTICA II BROMATOLOGIA FARMACOBOTANICA E FARMACOGNOSIA TECNOLOGIA FARMACEUTICA III ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA III BIOQUIMICA CLINICA CONTROLE DE QUALIDADE DE INSUMOS E PRODUTOS FARMACEUTICOS FARMACIA HOSPITALAR FITOQUIMICA ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA IV HOMEOPATIA LEGISLAÇÃO FARMACEUTICA FARMACOTERAPEUTICA E ATENCAO FARMACEUTICA IMUNOLOGIA CLINICA HEMATOLOGIA CLINICA ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA V ADMINISTRAÇÃO FARMACEUTICA ANALISES CITOLOGICAS E PARASITOLOGICAS PESQUISAS EM CIENCIAS BIOMEDICAS TOXICOLOGIA BIOTECNOLOGIA ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA VI

27 OPTATIVA TCC EM CIENCIAS FARMACEUTICAS ESTAGIO SUPERVISIONADO EM FARMACIA VII Número de créditos: 256 e Carga Horária Total: 4582h DISCIPLINAS OPTATIVAS Ordem Disciplinas C/H Créditos 1 BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA COSMETOLOGIA ESTÉTICA CAPILAR LIBRAS MÉTODOS EM ECOLOGIA E ANÁLISES 68 4 AMBIENTAIS 6 MICOLOGIA RADIOFARMÁCIA TECNOLOGIA DE ALIMENTOS VISAGISMO E MAQUIAGEM I CONTEÚDO CURRÍCULAR O conteúdo das disciplinas constantes na matriz curricular é planejado de forma globalizada, para que o aluno tenha uma formação ampla e consistente, nas áreas de medicamentos, alimentos e análises clínicas e toxicológicas, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais buscando sempre a interdisciplinaridade por meio dos eixos temáticos: ciências exatas, ciências biológicas e da saúde, ciências farmacêuticas e ciências sociais e humanas, assim como se segue: Ciências Exatas Disciplinas: Biossegurança e Instrumentalização Laboratorial, Química Medicinal I, Termodinâmica e Cinética em Ciências Farmacêuticas, Química Medicinal II, Química Medicinal III, Análise e Síntese e Análise Farmacêutica. O eixo das ciências exatas possibilita aos alunos o entendimento das propriedades periódicas dos elementos, ligações químicas, funções orgânicas e inorgânicas, gases,

28 equilíbrio químico e físico, síntese, purificação e métodos químicos qualitativos, quantitativos e instrumentais aplicados à análise de insumos farmacêuticos. Ciências Biológicas e da Saúde Disciplinas: Estudos em Morfologia Humana, Estudos em Fisiologia Humana, Genética Humana, Estudos em Microbiologia e Processos Imunológicos, Fisiopatologia, Bioquímica Aplicada e Farmacologia e Farmacocinética. O eixo das ciências biológicas e da saúde permite o estudo dos principais sistemas corporais através da abordagem anatômica, da biologia tecidual e do desenvolvimento, bem como o funcionamento dos principais sistemas do corpo humano através da abordagem fisiológica, biofísica, bioquímica e molecular. Ciências Farmacêuticas Disciplinas: Tecnologia Farmacêutica I, Tecnologia Farmacêutica II, Farmacodinâmica e Química Farmacêutica I, Microbiologia Clínica, Farmacodinâmica e Química Farmacêutica II, Bromatologia, Farmacobotânica e Farmacognosia, Tecnologia Farmacêutica III, Bioquímica Clínica, Controle de qualidade de insumos e produtos farmacêuticos, Farmácia Hospitalar, Fitoquímica, Homeopatia, Farmacoterapêutica e Atenção Famacêutica, Imunologia Clinica, Hematologia Clínica, Análises Citológicas e Parasitológicas, Toxicologia e Biotecnologia. O eixo das ciências farmacêuticas possibilita o conhecimento e a vivência das múltiplas funções que o profissional pode desenvolver no planejamento, aquisição, manipulação, estocagem, controle, distribuição, dispensação e orientação adequada para o uso racional de medicamentos, drogas, insumos químicos e correlatos. Ciências Humanas e Sociais Disciplinas: Comunicação e Expressão, Cultura Religiosa, Instrumentalização Científica, Sociedade e Contemporaneidade, Introdução às Ciências Farmacêuticas, Saúde, Bioética e Sociedade, Administração Farmacêutica, Legislação Farmacêutica. O eixo das ciências humanas e sociais faz com o que o aluno conheça os aspectos culturais, econômicos, políticos e sociais, perpassando pela epidemiologia e exigências legais ao exercício da profissão de farmacêutico em todo o seu âmbito de atuação, aspectos fundamentais para o planejamento das ações de caráter individual e coletivo do profissional farmacêutico

29 O aluno para integralizar o Curso de Farmácia deverá cursar 43 disciplinas obrigatórias, o que corresponde a 202 créditos, sendo uma delas optativa (4 créditos), perfazendo uma carga horária total de 3434 horas distribuídas pelos 10 períodos letivos. Para concluir, a carga horária total de 4582, o aluno deverá realizar ainda 952 horas de estágios curriculares, o trabalho de conclusão do curso (34 h) e as atividades complementares (230 h), validadas conforme Regulamento específico. As ementas, conteúdos e bibliografia das disciplinas são atualizados no início de cada semestre, mediante apontamentos do Núcleo Docente Estruturante e a partir de discussões do Colegiado do Curso sobre as deficiências percebidas durante as aulas, bem como as necessidades atuais, pertinente a área da saúde EMENTÁRIO/BIBLIOGRAFIA BÁSICA (3) E COMPLEMENTAR (5) 1 PERÍODO Disciplina: Estudos em Morfologia Humana C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Estudo dos principais sistemas corporais através da abordagem anatômica, da biologia tecidual e do desenvolvimento. Bibliografia Básica: DÂNGELO, J. G. Anatomia Humana Sistêmica e segmentar.2ed.atheneu,2003 JUNQUEIRA,LC; Carneiro,J. Histologia Básica.10ª ed. Guanabara Koogan, MOORE, K; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Básica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 Bibliografia Complementar: GARTNER, L. P. E HIATT, J. L. Atlas de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MOORE, K. Anatomia Orientada para a Clínica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001 NETTER, F. Atlas de Anatomia Humana. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006 MOORE, K. L. Embriologia clínica. 7. ed. Rio de Janeiro : Elsevier, TORTORA, G. J. Corpo humano : fundamentos de anatomia e fisiologia. 6. ed

30 Porto Alegre : ARTMED, Disciplina: Introdução as Ciências Farmacêuticas C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Situa o aluno que ingressa no curso de farmácia no contexto do Centro Universitário Luterano de Palmas, do Curso de Farmácia e da profissão Farmacêutica e estabelecer subsídios para compreensão do modelo de saúde vigente no Brasil, visualizando o processo de saúde/doença e seus conceitos, inserido na coletividade e seus movimentos sociais. Bibliografia Básica: DANNI, F. F., WANNMACHER, L. Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 4. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, ZUBIOLI, A. Ética Farmacêutica. São Paulo: Sobravime, MARGOTA, R. História ilustrada da medicina. São Paulo : Manole, p. Bibliografia Complementar: BISSON, M. P. Farmácia clínica e atenção farmacêutica, São Paulo: Medfarma, p. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A organização Jurídica da Profissão Farmacêutica. 3ed. Brasília: K&R, p. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA, Codigo de ética da profissão farmacêutica: resoluções do CFF n.º 417, 418/2004 e 431/2005, Brasília, Dicionário de Especialidades Farmacêuticas, 35 ed. Rio de Janeiro: Publicações Científicas, KOROLKOVAS, A. FRANÇA, F.F.A.C. Dicionário terapêutico. Rio de Janeiro: Guanabara Disciplina: Comunicação e Expressão C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Linguagem, língua e fala. Funções da linguagem. Oralidade, escrita e variação lingüística. Leitura e estratégias de leitura. Escrita e estratégias de escrita. Paragrafação. Coesão e coerência textuais. Paráfrase, retextualização e resumo. Argumentação e persuasão. Tipologias e gêneros textuais. Particularidades léxicas e gramaticais

31 Bibliografia Básica: FARACO, C. R. TEZZA, C. Prática de Texto: para estudantes Universitários. 9. ed. Petrópolis: Vozes, BASTOS, L. K. A Produção escrita e a gramática. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, SAVIOLI, F. P. Gramática em 44 lições: com mais de 1700 exercícios. 30. Ed. São Paulo: Ática, Bibliografia Complementar: KOCH, Ingedore Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, CINTRA, A.M. Português instrumental: para área de ciências contábeis. São Paulo: Atlas, BAGNO, M. A Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 52. ed. São Paulo: Loyola, KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e Compreender os sentidos dos textos. São Paulo: Contexto, CITELLI, A. Linguagem e Persuasão. 16 ed. São Paulo: Ática, FAULSTICH, Enilde L. de J. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis: Vozes, Disciplina: Química Medicinal I C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: A disciplina visa levar ao aluno conhecimentos sobre estrutura atômica e propriedades periódicas dos elementos, ligações químicas, funções inorgânicas, gases, aritmética química, soluções, reações químicas e equilíbrio químico. Bibliografia Básica: ATKINS, P. W. JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre : Bookman, p. KOTZ, J. C. TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. 4. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2002, v. 1. RUSSEL, J.B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Makron, 1994, 621 p., v. 1 Bibliografia Complementar: CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, p

32 KOTZ, J. C. TREICHEL JR, P. Química e reações químicas. 4. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2002, v. 2. MAHAN, B. M. Quimica: um curso universitario. 4. ed., 5 reimp. São Paulo : E. Blücher, p. TARTARI, L. C. NHUCH, E. Laboratório de química geral e química geral experimental. Canoas: Ed. ULBRA, p. UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde: uma introdução a química geral, orgânica e biológica. 2. ed. São Paulo: Manole, Disciplina: Biossegurança e Instrumentalização Laboratorial C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Estudo da importância da biossegurança em laboratório e seus métodos, introdução de práticas de laboratório, abordagem de cálculos matemáticos aplicados e métodos instrumentais de laboratório. Bibliografia Básica: HINRICHSEN, S. L. Biossegurança e controle de infecções: risco sanitário hospitalar. Rio de Janeiro: Medsi, MASTERTON, W. L. Princípios da química. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan RUSSEL J. B. Química geral. 2 ed. São Paulo: Markron Books, v.1. Bibliografia Complementar: CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, p. MAHAN, B. M. Quimica: um curso universitario. 4. ed., 5 reimp. São Paulo : E. Blücher, p. NEVES, A. M. Alguns reagentes de laboratório químico. São Paulo: A. M. Neves TARTARI, L. C. NHUCH, E. Laboratório de química geral e química geral experimental. Canoas: Ed. ULBRA, p. VOGEL, Arthur I.. Análise química quantitativa. 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC

33 2 PERÍODO Disciplina: Estudos em Fisiologia Humana C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Estudo integrado do funcionamento dos principais sistemas do corpo humano através da abordagem fisiológica, biofísica, bioquímica e molecular. Bibliografia Básica: CONSTANZO, L.S. Fisiologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, GUYTON, A.C. HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 11.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p. LEHNINGER, A. L. Princípios de bioquímica. 2 ed. São Paulo: Sarvier, p. NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5a. ed. Porto Alegre : ARTMED, Bibliografia Complementar: CHAMPE, P.C. Bioquímica Ilustrada. Porto Alegre: Artmed, CAMPBELL, M. K. Bioquímica [impresso e on-line]. 3. ed. Porto Alegre: ARTMED, GUYTON, A.C., Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 6.ed. Rio de Janeiro: STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996 TORTORA, G. J.. Princípios de anatomia e fisiologia. 9. ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARES-GUIA, M. Bioquímica celular e biologia molecular. 2a. ed. São Paulo : Atheneu, Disciplina: Química Medicinal II C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Abordagem da estrutura atômica e molecular de elementos, estudo das funções orgânicas, nomenclatura, propriedades químicas e físicas e suas aplicações na área da saúde. Bibliografia Básica: BARBOSA, L. C. A. Introdução à química orgânica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall,

34 p. MORRISON, R. T. Química orgânica. 13 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, v.1. SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, v.2. UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde: uma introdução a química geral, orgânica e biológica. 2 ed. São Paulo : Manole, p. Bibliografia Complementar: CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, p DIAS, A. G. COSTA, M. A.; GUIMARAES, P. I. Guia prático de química orgânica.rio de Janeiro : Interciência, v. FONSECA, M. R. M. Química: química orgânica. São Paulo: FTD, p. SACKHEIM, G.I. LEHMAN, D.D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. 8 ed. Barueri: Manole: 2001, 644 p. USBERCO, J. Fundamentos de química orgânica / [coordenação de] Marcello de Moura Campos. 3. reimpr. São Paulo : E. Blücher, p., il. Disciplina: Cultura Religiosa C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Visão global da importância do fenômeno religioso e suas implicações. Principais religiões universais. Valores humanos, sociais, éticos e espirituais legados pelo Cristianismo. Bibliografia Básica: GAARDER, J. NOTAKER, H. HELLERN, V. O Livro das Religiões. São Paulo: Cia de Bolso, p. KUCHENBECKER, V. (org). O Homem e o Sagrado: a religiosidade através dos tempos. 8. edição. Canoas:ULBRA,2004. WARTH, M. C. A Ética de cada dia. Canoas: Editora da ULBRA, FLOR, D. M. Cultura Religiosa. Curitiba: IESDE Brasil S.A., p. VARIOS AUTORES. A Bíblia na Linguagem de Hoje. São Paulo, SBB,

35 Bibliografia Complementar: WERNECK, H. Quem decide pode errar, quem não decide já errou. 5ª ed. Petrópolis: Vozes, p. GEISLER, N. L. Ética Cristã. São Paulo. Vida Nova, HEIMANN, L. (Coordenador) ULBRA, Universidade Confessional. Canoas: ULBRA, WARTH, M. C. Fé Existencial num Mundo Secular. Canoas. Ed. ULBRA, SANTOS, J. L. O que é Cultura? 16ª ed. São Paulo: Brasiliense, FORELL, G. W. Fé ativa no amor. Porto Alegre: Concórdia Editora. Tradução de Geraldo Korndörfer, ALVES, R. O que é Religião? São Paulo. Edições Loyola, PIAZZA, W. Religiões da humanidade. 3ª ed.. São Paulo Edições Loyola, 1996 Disciplina: Genética Humana C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Promover o conhecimento da genética humana, enfaztizando a variação e a hereditariedade dos seres humanos, sendo abordadas a genética mendeliana, a citogenética, a genética molecular, a genômica e a genética clínica. Bibliografia Básica: GRIFFITHS, A. J. F. et.al. Introdução à genética. 8. ed.. Rio de Janeiro:. Guanabara Koogan, PASTERNAK, Jack J.. Genética molecular humana: mecanismo das doencas hereditárias. Barueri:. Manole, THOMPSON, M. W. Genética médica. 6. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, Bibliografia Complementar: BURNS, G. W. e BOTTINO, P. J. Genética: uma introdução à hereditariedade. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2. ed.. Porto Alegre: ARTMED LEWIS, B. Genes VII. Porto Alegre: ARTMED, SALZANO, F. M. Genética e farmácia. 1.ed.. 0. Sao Paulo. Manole VOGEL, F. MOTULSKY, A. G. Genética Humana: Problemas e Abordagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan

36 Disciplina: Termodinâmica e Cinética em Ciências Farmacêuticas C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Experiências de termodinâmica e de equilíbrio químico e físico em sistemas simples e/ou em mais de um componente, bem como as propriedades em solução, aplicando a cinética química e o entendimento dos fenômenos de transporte. Bibliografia Básica: Atkins, P. W.. Físico-química Equilíbrio, - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC Vol 1 Atkins, P. W.. Físico-química Estrutura - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC Vol 2 Atkins, P. W.. Físico-química - Processos - 6. ed.. Rio de Janeiro: LTC Vol 3 FLORENCE, A. T.; ATTWOOD, D. Princípios físico-químicos em farmácia. 2.ed. São Paulo : Pharmabooks, Bibliografia Complementar: ATKINS, P.; LORETTA, J. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5. ed. Porto Alegre : Bookman, MAHAN, B. M. MYERS, R. J. Química: Um curso universitario. 4º ed. Americana. São Paulo SP: Editora Blücher, p. MOORE, W. J. Físico-química. 7. reimpr. São Paulo: Editora Blücher, v.1. MOORE, W. J. Físico-química. 7. reimpr. São Paulo: Editora Blücher, v.2. PUGLIESI, M.; TRINDADE, D. F. Química Básica Teórica. São Paulo - SP: Icone Russel John B. Química Geral, - 2 ed. - São Paulo: Markron Books, Vol 1. Russel John B. Química Geral, - 2 ed. - São Paulo: Markron Books, Vol 2. Disciplina: Instrumentalização Científica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo da lógica, dos processos lógicos e as regras da lógica. Estudo de metodologia para compreensão de pesquisa científica. Estrutura básica do conhecimento humano. Etapas de projeto de pesquisa. Bibliografia Básica: LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo : Atlas, p. ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 8. ed. São Paulo: Atlas, p. LAKATOS, E. M. MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. São Paulo : Atlas, p

37 Bibliografia Complementar: SILVA, E. L. & MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. Florianópolis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC, p. Disponível em: < Acesso em: 05 fev ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: O dilema da educação. São Paulo: Edições Loyola, 17a Edição: Setembro de p. Disponível em:. Acesso em: 06 fev OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. 2. ed.. São Paulo: Pioneira p. THUMS, Jorge. Acesso à realidade: técnicas de pesquisa e construção do conhecimento. 3 ed. Porto Alegre: Ed. ULBRA, p., il. CERVO, A. L. Metodologia científica:. 5. ed.. São Paulo: Makron p. 3 PERÍODO Disciplina: Estudos em Microbiologia e Processos Imunológicos C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Estudo dos mecanismos de defesa gerais e específicos do hospedeiro nas interrelações com o parasito. Células responsáveis pela resposta imune específica. Fatores humorais específicos e inespecíficos envolvidos na resposta imune. Métodos imunológicos de prevenção e controle de doenças. Processos patológicos decorrentes de alterações nos mecanismos normais de resposta imunológica. Bibliografia Básica: ABBAS, A. K.; LITCHMAN, A. H. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema imunológico. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, COICO, R. SUNSHINE, G. Imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, 380p. JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. 25. ed. Porto Alegre: MGH, 2012, 813 p. ROITT I., BROSTOFF J. E MALE D. Imunologia, 6 o Edição, Mosby, TORTORA, G.; FUNKE, B.R.; CASE, L.C. Microbiologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu,

38 Bibliografia Complementar: ABBAS, A. K.; LITCHMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p. BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São Paulo: ATHENEU. 2010, 196p. FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, MURRAY, P. R.; ROSENTHAL, K. S. Microbiologia Médica. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p. PARHAM, P. O Sistema Imune. Porto Alegre: ARTMED, WINN JR, W.; ALLEN, S.; JANDA, W.; KONEMAN, E.; PROCOP, G.; SCHERECKENBERGER, P. WOODS, G. Koneman Diagnóstico Microbiológico: Texto e Atlas. 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI. 2010, 1565 p. Disciplina: Química Medicinal III C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo do mecanismo das reações orgânicas, com base nas propriedades químicas dos compostos. Bibliografia Básica: BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução a química orgânica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, MORRISON, Robert Thornton. Química orgânica / Robert Thornton Morrison, R. Boyd ; tradução de M. Alves da Silva. 13. ed. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, p., il. SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, v.1 SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, v.2 Bibliografia Complementar: CONSTANTINO, M. G. SILVA, G. V. J.; DONATE, P. M. Fundamentos de química experimental. São Paulo : EDUSP, p., il. FONSECA, Martha Reis Marques da. Química : química orgânica / Martha Reis Marques da Fonseca. São Paulo : FTD, p., il. SACKHEIM, George I. Química e bioquímica para ciências biomédicas / George I. Sackheim, Dennis D. Lehman ; [tradução] Luiz Carlos Carrera. 8. ed. Barueri : Manole,

39 2001. x, 644 p., il. UCKO, David A. Química para as ciências da saúde : uma introdução a química geral, orgânica e biológica / David A. Ucko ; [tradução] José Roberto Giglio. 2. ed. São Paulo : Manole, xxxiii, 646 p., il. USBERCO, J. Fundamentos de química orgânica / [coordenação de] Marcello de Moura Campos. 3. reimpr. São Paulo : E. Blücher, p., il. Disciplina: Sociedade e Contemporaneidade C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo dos fundamentos teóricos e filosóficos das Ciências Sociais, tendo por base pensadores clássicos e contemporâneos. Análise dos contextos sociais, políticos, históricos e econômicos no âmbito nacional e internacional e da história e cultura afrobrasileira e indígena. Compreensão da realidade brasileira na perspectiva da educação ambiental e da Política Nacional de Direitos Humanos. Bibliografia Básica: SOUZA, N. J. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, HOBSBAWM, E. Era dos extremos O breve século XX ed. São Paulo: Companhia das Letras, TESKE, O. Sociologia Textos e contextos. 2 ed. Canoas: Editora Ulbra, Bibliografia Complementar: ARON, R. As etapas do pensamento sociológico. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, BOBBIO, N. Teoria Geral da Política A filosofia política e as lições dos clássicos. 5 ed. Rio de Janeiro: Campus, TOURAINE, A. Crítica da modernidade. 7 ed. Petrópolis, Petrópolis: Vozes, LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, Disciplina: Fisiopatologia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Apresentar a fisiopatologia dos órgãos e sistemas do corpo humano, desenvolvendo a capacidade de compreender os mecanismos das patologias com maior incidência em saúde pública. Bibliografia Básica: BRAUN, C. A. Fisiopatologia: alterações funcionais na saúde humana. Porto Alegre:

40 Artmed, COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Robbins : patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, PORTH, C. M. Fisiopatologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Bibliografia Complementar: DICIONÁRIO ANDREI DE TERMOS DE MEDICINA. 2 ed. São Paulo: Ed. Andrei, FARIA, J. L. Patologia Especial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999 GUYTON, A. C. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998 SILBERNAGL, S.; LANG, F. Fisiopatologia - Texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana, uma abordagem integrada. 2 ed. Barueri, SP: Ed. Manole, Disciplina: Bioquímica Aplicada C/H: 102 Créditos: 6 Ementa: Estudo da estrutura química das biomoléculas, propriedades químicas, formas de identificação e solubilidade que proporciona ao aluno a reconhecer e identificar as moléculas correlacionando-as com suas funções. Estudo da bioquímica do metabolismo de carboidratos, lipídios, aminoácidos e proteínas na sua teoria, associando aspectos fisiológicos, nutricionais e patológicos. Bibliografia Básica: CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3 Ed.. Porto Alegre:ARTMED NELSON, D. L., COX, M. M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 5a. ed. Porto Alegre : ARTMED, STRYER, L. Bioquímica. 5a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002 Bibliografia Complementar: BAYONES, J. DOMINICZAK, M. H.Bioquímica Médica. 1a. ed. São Paulo, Manole, CHAMPE, P.; HARVEY, R.A. Bioquímica Ilustrada. 2ª edição, Ed. Artes Médicas: Porto Alegre, CONN, E. E.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. 4ª. ed. São Paulo: E. Blücher, LEHNINGER, A. L. Bioquímica. Albert Lester Lehninger. São Paulo : E. Blücher, v., il. VOET, D.; VOET, J. G. Fundamentos de bioquímica. Charlotte W. Pratt. Porto Alegre : ARTMED, p., il

41 4 PERÍODO Disciplina: Saúde, Bioética e Sociedade C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Abordagem de conceitos, princípios, teorias, aspectos legais e políticas de saúde, epidemiologia, biestatística e bioética na área da saúde. Evolução histórica das políticas de saúde, indicadores de saúde, estudos epidemiológicos, medidas de doenças, questões relacionadas à associação e causalidade, bem como a bioética das relações étnicos-raciais, afro-brasileira e indígena associada. Modelos de atenção à saúde; planejamento e gestão no âmbito do Sistema Único de Saúde. Bibliografia Básica: ANGERAMI, C; VALDEMAR; A. A ética na saúde. São Paulo:Thomson, BEAGLEHOLE, R.; BONITA, R. e KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. São Paulo: Livraria Santos Editora Ltda, MEDRONHO, R et al. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, PEREIRA, M.G. Epidemiologia teoria e prática. 2º edição, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, S.A., VIEIRA, S. Introdução a Bioestatítica. 3ª edição, Rio de Janeiro: Campos, Bibliografia Complementar: ALMEIDA FILHO, N e ROUQUAYROL, M.Z. Introdução à epidemiologia, 4ª edição, Belo Horizonte: Guanabara Koogan, ANDRADE, S.M.; SOARES,D.A;CORDONI JUNIOR, L. (organizadores).bases da Saúde Coletiva, Londrina:UEL, CALLEGARI-JACQUES, Sídia M. Bioestatísca princípio e aplicações. Porto Alegre: Artmed, CAMPOS, G.W.S; MINAYO, M.C.S; AKERMAN, M. et all. Tratado de Saúde Coletiva, São Paulo Urcitec; Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2006 GOLDIM JR. Pesquisa em saúde: leis, normas e diretrizes. Porto Alegre: HCPA, PESSINI L; BARCHIFONTAINE CP. Problemas atuais de Bioética. 9 ed. São Paulo: Loyola,

42 Disciplina: Tecnologia Farmacêutica I C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Introdução à tecnologia farmacêutica com apresentação das diferentes áreas de produção assim como as instalações necessárias, estudo de operações farmacêuticas, introdução aos adjuvantes farmacêuticos, suas funções e classificação. Apresentação dos tipos de água utilizados para a produção de medicamentos, bem como as técnicas para obtenção, apresentação de materiais de acondicionamento e embalagem. Analise da legislação relacionada com a fabricação de medicamentos. Bibliografia Básica: ANSEL, H. C. POPOVICH, N. G.; ALLEN, L. V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 6. ed.. São Paulo: Premier FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral, 4 ed. Juiz de Fora: Pharmabooks, PRISTA, N.L; ALVES, C.A.; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 6ª edição, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkiam, Bibliografia Complementar: CRESPO, M. S., et.al, Formulárium Compêndio de Fórmulas Magistrais, Vol. 1, São Paulo FARMACOPÉIA BRASILEIRA. São Paulo: Atheneu, GENNARO, A. R.. Remington: the science and practice of pharmacy. 20. ed.. USA: J. B. Lippincott LANCHMAN, L. LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e prática na indústria farmacêutica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. São Paulo: Organização Andrei, SOUSA, G. B., Manipulação Magistral de Medicamentos em Pediatria, São Paulo, Ed. Pharmabooks, 1 ed., Disciplina: Farmacologia e Farmacocinética C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo dos princípios gerais de farmacologia e farmacocinética, ações e efeitos de fármacos no organismo. Bibliografia Básica: KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 9 ed., Rio de Janeiro: Guanabara

43 Koogan p. RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M. Farmacologia. 7. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. SILVA, P. Farmacologia. 8. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan p. Bibliografia Complementar: BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, p. CRAIG, C. R.; STITZEL, R. E. Farmacologia Moderna. 4. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996, 825p. GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p. GUYTON, A. C, HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 11 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, p. HOWLAND, R. D.; MYCEK, M. J. Farmacologia ilustrada. 3.ed. Porto Alegre :ARTMED, p. Disciplina: Análise e Síntese Orgânica de Fármacos C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Análise retrossintética, síntese, purificação e análise por métodos espectroscópicos da produção de fármacos por síntese química. Estudo de técnicas de purificação de sólidos e líquidos. Bibliografia Básica: A.T. FLORENCE, DAVID ATTWOOD. Princípios físico-químicos em farmácia. 2 ed. São Paulo: Pharmabooks, 2011, 690 p. BARBOSA, L. C. A. Introdução à química orgânica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, p. CONSTANTINO, M. G. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, p. MORRISON, R. T. Química orgânica. 13 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, p. SOLOMONS, T. W. G. Química orgânica. 7 ed., Rio de Janeiro: LTC, v.1. SOLOMONS, T. W. G. Química orgânica. 7 ed., Rio de Janeiro: LTC, v

44 Bibliografia Complementar: BARREIRO, E. J. Química medicinal : as bases moleculares da ação dos fármacos. Porto Alegre: ARTMED, p. DIAS, A. G. Guia prático de Química Orgânica. Rio de Janeiro: Interciência, v. FONSECA, M. R. M. Química: química orgânica. São Paulo: FTD, p. GARETH, T. Química medicinal : uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. WOLF, C. R. Síntese orgânica. Canoas: Ed. ULBRA, p. (Cadernos universitários; 232). Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia I C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Conceitos fundamentais da relação interpessoal, teoria e prática do relacionamento profissional e ético com integração a conhecimentos gerais do funcionamento e organização de empresas farmacêuticas, capacitando o acadêmico a participar de equipes multidisciplinares em saúde através da realização de atividades teóricas e práticas em estabelecimentos farmacêuticos. Bibliografia Básica: ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G., ALLEN, L. V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas & sistemas de liberação de fármacos.. 6. ed. São Paulo : Premier, p. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA, Codigo de ética da profissão farmacêutica: resoluções do CFF n.º 417, 418/2004 e 431/2005, Brasília, DEL PRETE, A. Psicologia das relações interpessoais: vivências para o trabalho em grupo. 3ª ed Bibliografia Complementar: MARIN N. (org). Assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro: OPAS, p. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A Organização jurídica da profissão farmacêutica, 3. ed., rev e atual Brasília : K&R, p., GENNARO, A. R., Remington: a ciência e a prática da farmácia. 20. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p GOMES, M. J. V. M.; REIS, A. M. M. Ciências farmacêuticas: uma abordagem em

45 farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, p STORPIRTIS, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. 5º PERÍODO Disciplina: Tecnologia Farmacêutica II C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Apresentação das diferentes áreas de produção, equipamentos e técnicas de preparação de medicamentos e respectivos fundamentos teóricos, estudando operações unitárias, diferentes tipos de adjuvantes, suas funções e classificação, material de acondicionamento e embalagem. Analise da legislação relacionada com a fabricação de medicamentos e desenvolvimento tecnológico de formas farmacêuticas líquidas e semi-sólidas estéreis e não estéreis. Bibliografia Básica: ANSEL, Howard C.. Farmacotécnica :. 6. ed.. São Paulo: Premier FERREIRA, Andersom de Oliveira. Guia prático da farmácia magistral, 2ª edição, Juiz de Fora: Pharmabooks, PRISTA, N.L; ALVES, C.A.; MORGADO, R. Tecnologia farmacêutica. 6ª edição, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkiam, Bibliografia Complementar: DRAELOS, Zoe Diana, Cosméticos em dermatologia, 2ª edição, editora Revinter, São Paulo. FARMACOPÉIA BRASILEIRA. São Paulo: Atheneu, ROMANOWISKI, Pierre; SCHUELLER, Randy, Iniciação à química cosmética, Vol 1, editora Tecnopress, 1ª edição, 2001 SOUZA, G. B., Manipulação magistral de medicamentos em pediatria,1ª edição, editora pharmabooks ROMANOWISKI, P.; SCHUELLER, R., Iniciação à química cosmética, Vol 2, editora Tecnopress, 1ª edição, 2002 GIL, ERIC DE SOUZA. Farmacotécnica compacta. São Paulo : Pharmabooks, Disciplina: Farmacodinâmica e Química C/H: 68 Créditos:

46 Farmacêutica I Ementa: Estudo químico-farmacêutico envolvendo planejamento, modelagem molecular, latenciação e síntese de fármacos, bem como o estudo da relação estrutura-atividade, dos efeitos e mecanismos de ação das diversas classes de fármacos no organismo humano. Bibliografia Básica: ANDREI, C. C.; FERREIRA, C. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da química medicinal à química combinatória e modelagem molecular um curso prático. 2. ed. Barueri SP: Manole, p BARREIRO, E. J., FRAGA, C. A. M. Química Medicinal: As Bases Moleculares da Ação dos Fármacos. 2. ed. Porto Alegre: ARTMED, p. SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan p. WILLIAMS, D. A., LEMKE, T. L., Foye s principles of medicinal chemistry, 7 ed., Lippincott Williams & Wilkins, p Bibliografia Complementar: BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, p. GARETH, T. Química Medicinal: uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p. KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J.H. Química Farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. LEE, A. Reações adversas a medicamentos. 2. ed. Porto Alegre: ARTMED, p. Disciplina: Microbiologia Clínica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Busca a compreensão da análise e identificação dos microrganismos para o conhecimento das doenças infecciosas e auxílio clínico. Bibliografia Básica:

47 JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia Médica. Guanabara Koogan, 25 ed. Porto Alegre: MGH, p. KONEMAN, Elmer W. et al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2010, 1565p. MURRAY, P. R. et al. Microbiologia Médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, TORTORA, G.; FUNKE, B.R.; CASE, L. C. Microbiologia - 8 edição. Porto Alegre: Artmed, Bibliografia Complementar: BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu. 2010, 196p. BERNARD, J. Diagnósticos clínicos e tratamento: por métodos laboratoriais. 20ª Ed. São Paulo: Manole, 2008 BROOKS, G. F. JAWETZ, E.; MELNICK, J.; ADELBERG, E: Microbiologia Médica. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu, Disciplina: Análise Farmacêutica C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Estudo dos métodos químicos qualitativos, quantitativos e instrumentais aplicados à análise de insumos farmacêuticos, bem como de métodos de análise farmacopéica de matérias-primas e de validação de metodologia analítica. Bibliografia Básica: BACCAN,N. Química analítica quantitativa elementar. 3. ed., ampliada São Paulo : E. Blücher, p., il. FLORENCE, A. T. Princípios fisico-quimicos em farmácia. 2 ed. São Paulo: Pharmabooks, 2011, 690 p. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Cengage Learning, 2010, 999p. VOGEL, A. I. Química analítica qualitativa. 5 ed. São Paulo: Mestre Jou,

48 665 p. Bibliografia Complementar: ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5 ed. Porto Alegre : Bookman, p. CONSTANTINO, M. G. SILVA, G. V. J.; DONATE, P. M. Fundamentos de química experimental. São Paulo : EDUSP, p. TARTARI, L. C. NHUCH, E. N. Laboratório de química geral e química geral experimental. Canoas : Ed. ULBRA, p., il. UCKO, D. A. Química para as ciências da saúde : uma introdução a química geral, orgânica e biológica. 2. ed. São Paulo : Manole, xxxiii, 646 p., il. VOGEL, A. Il. Análise química quantitativa. 6. Ed. Rio de Janeiro: LTC, p. Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia II C/H: 102 Créditos: 6 Ementa: Preparar o egresso do curso de Farmácia da ULBRA para atuação no Sistema Ùnico de Saúde, com ênfase nos processos relacionados ao medicamento, tornando-o capaz de selecionar, comprar, armazenar, distribuir e dispensar medicamentos com racionalidade. Bibliografia Básica: CASSIANI, S. H. B. Administração de medicamentos. São Paulo : EPU, p., il. STORPIRTIS, S. [et al.]farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p. BRASIL, Ministério da Saúde.Uso racional de medicamentos: temas selecionados. Ministério da saúde, p., il. (Serie A. Normas e manuais técnicos). CIANCIARULLO, T. I. Instrumentos básicos para o cuidar : um desafio para a qualidade de assistência. São Paulo : Atheneu (São Paulo), p., il. Bibliografia Complementar: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Guia para a boa prescrição médica. Porto

49 Alegre : ARTMED, p., il. Ética e farmácia: uma abordagem latinoamericana em saúde. Brasília : Thesaurus, p. BRASIL. Ministério da Saúde, [et al]. Formulário terapêutico nacional: Rename ed. Brasília : Ministério da Saúde, p., il. (Série B. Textos Básicos de Saúde). SACKETT D.... [et al.].medicina baseada em evidências : prática e ensino. 2 ed. Porto Alegre : ARTMED, p. + 1 CD-ROM [organizado por] Nelly Marin... [et al.].assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio de Janeiro : OPAS (Editora), p., il. 6º PERÍODO Disciplina: Farmacodinâmica e Química Farmacêutica II C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Estudo da relação estrutura atividade dos fármacos correlacionada à farmacodinâmica molecular. Bibliografia Básica: BRUNTON, L. L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B. Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, p. SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan p. WILLIAMS, D. A., LEMKE, T. L., Foye s principles of medicinal chemistry, 7 ed., Lippincott Williams & Wilkins, p. Bibliografia Complementar: CRAIG, C. R.; STITZEL, R. E. Farmacologia Moderna. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. GRAHAME-SMITH, D. G.; ARONSON, J. K. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p. KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. KOROLKOVAS, A.; BURCKHALTER, J. H. Química Farmacêutica. Rio de Janeiro:

50 Guanabara Koogan, p. LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Medsi, p. Disciplina: Bromatologia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Capacitar o acadêmico a executar técnicas de análise e determinação da composição e propriedades físico-químicas, assim como controle de qualidade dos principais alimentos in natura e beneficiados. Conhecimentos gerais da organização, funcionamento e produção nas indústrias de alimentos. Bibliografia Básica: ARAÚJO, J.M.A. Química de Alimentos: teoria e prática. Viçosa: UFV, CECCHI, H. M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Editora da UNICAMP: 2º. Ed. rev.- Campinas, SP, editora da UNICAMP, GOMES, J. C. OLIVEIRA, G. F. Análises físico-químicas de alimentos. Editora UFV Bibliografia Complementar: CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre : ARTMED, FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9 ed. São Paulo: Atheneu, 1999 GAVA, J.A. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2008 SIQUEIRA, R.G. Manual de microbiologia de alimentos. Brasília : EMBRAPA, 1995 WITHNEY, E.. ROLFES, S.R. Nutrição: Entendendo os nutrientes. 10. ed. v. 1. São Paulo : Cengage Learning, Disciplina: Farmacobotânica e Farmacognosia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Conhecimento e abordagem da sistemática vegetal através de estudo da morfologia e taxonomia vegetal, além da análise farmacognóstica de matériasprimas de interesse farmacêutico

51 Bibliografia Básica: OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. Fundamentos de farmacobotânica. 2 ed. São Paulo: Atheneu, OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. M.; AKISUE, M. K. Farmacognosia. São Paulo: Atheneu, SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMAN, G.; PALAZZO DE MELO, J. C.; MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5 ed. Porto Alegre: UFRGS, Bibliografia Complementar: BRASIL. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas medicinais de medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, BRASIL. Programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicas. Brasília: Ministério da Saúde, BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas medicinales. 2 ed. Zaragoza: Acribia, COSTA, A. F. Farmacognosia. 5 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, v.2. COSTA, A. F. Farmacognosia. 6 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, v.1. FETROW, C. W.; AVILA, J. R. Manual de medicina alternativa: para o profissional da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil : nativas e exóticas. 2 ed. Nova Odessa : Instituto Plantarum, NULTSCH, W. O. Botânica geral. 10 ed. Porto Alegre: ARTMED, Disciplina: Tecnologia Farmacêutica III C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: Apresentação das diferentes áreas de produção, equipamentos e técnicas de preparação de medicamentos e respectivos fundamentos teóricos, estudando operações unitárias, diferentes tipos de adjuvantes, suas funções e classificação, material de acondicionamento e embalagem. Analise da legislação relacionada com a fabricação de medicamentos e desenvolvimento tecnológico de formas farmacêuticas líquidas e semi-sólidas estéreis e não estéreis

52 Bibliografia Básica: ALLEN JR. POPOVICH, N.G. ANSEL, H.C. Farmacotécnica:Formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, AULTON, M.E. Delineamento de Formas Farmacêuticas. 2a. Ed. São Paulo: Artmed, LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Volume I. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Bibliografia Complementar: FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. Volume I. São Paulo: Pharmabooks, FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. Volume II. São Paulo: Pharmabooks, GIL, E. S. Farmacotécnica compacta. São Paulo : Pharmabooks, 2006 LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Volume II. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. 6 ed. São Paulo: Organização Andrei, PINTO, T. de J. A.; KANEKO, T. M.; PINTO, A.F. Controle biológico de qualidade de produtos farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 3 ed. São Paulo: Atheneu, Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia III C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo das principais ferramentas de gestão de qualidade, permitindo ao acadêmico conhecer e ser capaz de elaborar e aplicar o Manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e Procedimentos Operacionais Padrão (POP) de estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos, com atendimento à legislação vigente. Bibliografia Básica: GERMANO, P. M. L; GERMANO, M. I. S. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. 4. ed. rev., ampl. São Paulo : Manole, 2011 JUCENE, C. Manual de BPF, POP e registros em estabelecimentos

53 alimentícios. Editora Rubio SILVA JÚNIOR, E.A. Manual de Controle Higiênico Sanitário em Serviços de Alimentação. Varela, 6ª ed Bibliografia Complementar: ANDRADE, N.J. MARTYN, E.L. Limpeza e sanitização na indústria de alimentos. Viçosa: UFV, 1996 FIGUEIREDO, R. M. As armadilhas de uma cozinha. Barueri: Manole, p. Brasil. Ministério da Saúde. Boas práticas: no abastecimento de água: procedimentos para minimização de riscos à saúde. Brasília : Ministério da Saúde, p., il. SILVA, N. et al. Manual de métodos de análise microbiológica de água. 4 ed. São Paulo: Varela, p. GAVA, A.J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, º PERÍODO Disciplina: Bioquímica Clínica C/H: 136 Créditos: 8 Ementa: A disciplina visa capacitar os alunos quanto ao entendimento dos analitos bioquímicos e as respectivas doenças associadas às alterações. Enfatiza ainda o conhecimento e entendimento da teoria endócrina, relacionando os exames com os vários distúrbios hormais e as doenças correlacionadas. Dedicamos uma parte do curso para o estudo dos marcadores tumorais relacionando-os com os vários tipos de câncer. Bibliografia Básica: LIMA,A.O. et al. Métodos de laboratório aplicados à clínica: técnica e imterpretação. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2008 MILLER,O. Laboratório para o clínico. 8 ed. São Paulo. Editora Atheneu ( São Paulo), 1999 RAVEL, Richard. Laboratório Clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabra Koogan, Bibliografia Complementar: CAMPBELLI, M. K. Bioquímica. 3 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006 ESTRIDGE, B. H. Técnicas básicas de laboratório clínico 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011 HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por metodos laboratoriais

54 20 ed. São Paulo: Manole, LAWRENCE, M.A. et al. Manual de diagnostico e tratamento: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 1998 MOURA, R. A. et al. Técnica de laboratório. 3 ed. São Paulo: Atheneu (São Paulo), 2002 PORTO, C.C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004 VARELLA, M.D. et al. Biossegurança e biodiversidade: contexto cientifico e regulamentar. Belo Horizonte: Del Rey, 1999 GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6ª ed. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan 1998 Disciplina: Controle de Qualidade em Fármacos e Medicamentos C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Desenvolvimento do espírito analítico e critico relacionados ao controle de qualidade de produtos farmacêuticos através, da aplicação de métodos quali e quantitativos de análise química ou microbiológica. Bibliografia Básica: FERREIRA, A.O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. Volume II. São Paulo: Pharmabooks, GIL, E.S., Controle Físico-Químico de Qualidade de Medicamentos. 2ª. Ed. São Paulo: Pharmabooks, 2007 PINTO, T. de J. A.; KANEKO, T. M.; PINTO, A.F. Controle biológico de qualidade de produtos farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 3 ed. São Paulo: Atheneu, Bibliografia Complementar: LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Volume I. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, LACHMAN, L.; LIEBERMAN, H. A.; KANIG, J. L. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Volume II. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, LE HIR, A. Noções de farmácia galênica. 6 ed. São Paulo: Organização Andrei, 1997 ALLEN J., POPOVICH N. G., ANSEL H. C.Formas Farmacêuticas e Sistemas de

55 Liberação de Fármacos. 8 ed. Ed Artmed, 2000 EWING, G. W. Métodos instrumentais de análise química São Paulo: E. Blu cher, PELCZAR J., MICHAEL J. C. Microbiologia : conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo:Makron, SIMÕES, C.M.O. Farmacognosia : da planta ao medicamento. Porto Alegre : UFRGS, Disciplina: Farmácia Hospitalar C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Capacita o acadêmico ao exercício da profissão de farmacêutico no âmbito hospitalar ou a ele equiparado, mediante o conhecimento das múltiplas funções que o profissional pode desenvolver no planejamento, aquisição, manipulação, estocagem, controle, distribuição, dispensação e orientação adequada para o uso racional de medicamentos, drogas, insumos químicos e correlatos. Bibliografia Básica: CAVALLINI, M. E.; BISSON, M. P. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. Barueri: Manole, CIPRIANO, S. L.; PINTO, V. B.; CHAVES, C. E. Gestão estratégica em farmácia hospitalar : aplicação prática de um modelo de gestão para qualidade. São Paulo : Atheneu, p GOMES, M. J. V. M., Ciências farmacêuticas: uma abordagem em farmácia hospitalar, Atheneu (São Paulo), p WACHTER, R. M. A segurança do paciente, traduzido por] Laura Souza Berquó. Porto Alegre : ARTMED, p. Bibliografia Complementar: CASSIANI, S. H. B. Administração de medicamentos. São Paulo: EPU, COUTO, R. C. Infecção hospitalar - epidemiologia, controle, gestão para a qualidade. 2 ed. Rio de Janeiro: Medsi FERRACINI, F.T. BORGES FILHO, W.M.; Farmácia clínica: Segurança na prática hospitalar /São Paulo : Atheneu, 2011 PEREIRA, G. A. Material médico-hospitalar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

56 Storpirtis, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p. Disciplina: Fitoquímica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo químico de diferentes metabólitos secundários de origem vegetal, através de manejo sistemático de técnicas de extração, caracterização e identificação de substâncias de interesse farmacêutico. Bibliografia Básica: COSTA, A. F. Farmacognosia. 3 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, v.3 COSTA, A. F. Farmacognosia. 5 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, v.2. COSTA, A. F. Farmacognosia. 6 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, v.1. SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMAN, G.; PALAZZO DE MELO, J. C.; MENTZ, L.A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5 ed. Porto Alegre: UFRGS, Bibliografia Complementar: BRASIL. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas medicinais de medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, BRASIL. Programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicas. Brasília: Ministério da Saúde, BRUNETON, J. Farmacognosia: fitoquímica, plantas medicinales. 2 ed. Zaragoza: Acribia, DI STASI, L. C. Plantas medicinais: arte e ciência - um guia de estudo. São Paulo: UNESP, FETROW, C. W.; AVILA, J. R. Manual de medicina alternativa: para o profissional da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil : nativas e exóticas. 2 ed. Nova Odessa : Instituto Plantarum, OLIVEIRA, F.; AKISUE, G. M.; AKISUE. M. K. Farmacognosia. São Paulo: Atheneu,

57 SKOOG, D. A. [et al.]fundamentos de química analítica. São Paulo : Cengage Learning, THOMAS, G. Química medicinal : uma introdução. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia IV C/H: 102 Créditos: 6 Ementa: Fornecer ao acadêmico conhecimentos gerais do funcionamento e organização de um laboratório de análises clínicas, farmácias de manipulação e hospital, através de atividades que fazem parte do fluxograma das empresas que atuam nesta área. Bibliografia Básica: CAVALLINI, M. E.; BISSON, M. P. Farmácia hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. Barueri: Manole, FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral. 4. ed. Juiz de Fora: Pharmabooks, 2011, 736 p. HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo: Manole, p. Bibliografia Complementar: FERREIRA, A.W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e auto-imunes. Correlação clínico-laboratorial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, GIL, E. S. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. 3. ed. São Paulo: Pharmabooks, p. GOMES, R. K. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. 3 ed. São Paulo: p. MILLER, O. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, p. RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997, 616 p. 8º PERÍODO

58 Disciplina: Homeopatia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo dos princípios e fundamentos da homeopatia, da farmacologia homeopática, farmacotécnica e Boas Práticas de Manipulação homeopática. Bibliografia Básica: DANTAS, F. O que é homeopatia. 4 ed., São Paulo: Brasiliense, p. FARMACOPÉIA HOMEOPÁTICA BRASILEIRA, 2 ed. São Paulo: Atheneu, FONTES, O. L. Farmácia homeopática: teoria e prática. 2 ed. Barueri: Manole, p. Bibliografia Complementar: CAIRO, N. Tratado de medicina homeopática. 21 ed. São Paulo: Gráfica círculo, CORNILLOT, P. Tratado de Homeopatia. Porto Alegre: ARTMED, 3 ed FONTES, O. L. Farmácia Homeopática - teoria e prática. São Paulo: Editora Manole, SOARES, A. A. D. Dicionário de medicamentos homeopáticos: São Paulo: Livraria Santos, FERREIRA, A. O., BRANDÃO, M. Guia Prático da Farmácia Magistral. 4 ed. 2 Vol. São Paulo: Pharmabooks, Disciplina: Legislação Farmacêutica C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Conhecimento das exigências legais ao exercício da profissão de farmacêutico em todo o seu âmbito de atuação, mediante o conhecimento da legislação ético-profissional, trabalhista e sanitária. Bibliografia Básica: CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. A organização jurídica da profissão farmacêutica. 3ed Pessini, L. Problemas atuais de bioética. 9. ed., rev. e ampl. São Paulo : Loyola, p ZUBIOLI. A. Ética Farmacêutica. São Paulo: Sobravime Bibliografia Complementar: BITTAR, E. C. B. Curso de ética jurídica : ética geral e profissional. 3. ed., rev. São Paulo : Saraiva, p BRITES, C. M. Ética e práxis profissional 4. ed. Brasília: CFESS, p

59 CONSELHO FEDERAL DE FÁRMÁCIA. Código de ética da profissão farmacêutica: resoluções do CFF - Nº417, 418/2004 e 431/2005 /Brasília, 2005 DIAS, H. P. Direitos e obrigações em saúde. Brasília: ANVISA, p. ANGERAMI-CAMON, V. A. A ética na saúde. São Paulo: Thomson, Disciplina: Farmacoterapêutica e Atenção Farmacêutica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Fornece subsídios para atenção farmacêutica a pacientes e integração à equipe multidisciplinar, promovendo o uso racional de medicamentos. Bibliografia Básica: ARONSON, J. K; GRAHAME-SMITH, D.G.; Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan p. Storpirtis, S. et al. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p. LEE, A. Reações Adversas a Medicamentos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, Bibliografia Complementar: NITA, M. E. et al. Avaliação De Tecnologias Em Saúde Evidência Clínica, Análise Econômica E Análise De Decisão. Porto Alegre: Editora Artmed, p. BRUNTON, L.L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B.; Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, p. FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L.; Farmacologia clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M.; Ciências farmacêuticas: Uma abordagem em farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, p. LIMA, D. R.; Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro : Medsi, v. Disciplina: Imunologia Clínica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Conceitos gerais do sistema imunitário. Bases das reações antígenoanticorpo. Parâmetros para validação dos métodos imunológicos. Técnicas de valiação da imunidade celular. Aspectos clínicos e do diagnóstico imunológico de

60 doenças infecciosas e parasitárias. Diagnóstico imunológico das alergias e doenas autoimunes. Ensaios de histocompatibilidade. Diagnóstico e avaliação imunológica de imunodeficiências. Avaliação imunológica de marcadores tumorais. Diagnóstico imunológico da gravidez. Bibliografia Básica: ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p., il. NAIRN, R. Imunologia: para estudantes de medicina. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p., il. PARSLOW, T.G., STITES, D.P., TERR, A.I., IMBODEN, J.B. Imunologia Médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p., il. Bibliografia Complementar: COICO, R.; SUNSHINE, G. Imunologia. Tradução: TOROS, E. F. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p., il. FERREIRA, A. W.; ÁVILA, S. L. M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e autoimunes. Correlação clínico-laboratorial. 2. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p., il. HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo : Manole, p., il. JANEWAY, C.A.; TRAVERS, P.; WALPORT, M. Imunobiologia: o sistema imunológico na saúde e na doença. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, p + 1CD- ROM. PEAKMAN, M., VERGANI, D. Imunologia : básica e clínica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p., il. ROITT, I. M.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. 6. ed. Barueri : Manole, p., il. Disciplina: Hematologia Clínica C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Fundamentar a hematologia clínica e laboratorial em relação à fisiologia e fisiopatogenia das células tronco. Anemias, doenças leucocitárias. Citologia hematológica. Classificação morfológica das leucemias. Princípio da automação em

61 hematologia e controle de qualidade em laboratório de hematologia. Bibliografia Básica: FAILACE, R. Hemograma: manual de interpretação. 4 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2003 HOFFBRAND, A V. Fundamentos em hematologia. 5 Ed. Porto Alegre:ARTMED, 2008 SILVA, P. H. Hematologia laboratorial. Rio de Janeiro: REVINTER, 2009 TKACHUK, D. C. Wintrobe: Atlas colorido de hematologia [DVD], Rio de Janeiro: REVINTER, 2010 Bibliografia Complementar: CARVALHO, W. F. Técnicas médicas de hematologia e imuno-hematologia, 8ª Ed.,2008 HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo : Manole, p. HOFFBRAND, A. V. Atlas colorido de hematologia clínica. 3 Ed. Artmed, 2001 RAVEL, R. Laboratório Clínico. 6 Ed. Guanabara Koogan, 1997 VERRASTRO, T. Hematologia e Hemoterapia fundamentos em morfologia, fisiologia, patologia e clinica. São Paulo: Atheneu, 2006 Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia V C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Preparar o egresso do curso de Farmácia para a prática da Atenção Farmaceutica à pacientes, promovendo o uso racional de medicamentos através da detecção e resolução de PRM (Problemas Relacionados a Medicamentos) e RNM (Reações Não Medicamentosas) e da integração do profissional farmacêutico às equipes multidisciplinares de saúde. Bibliografia Básica: ARONSON, J. K; GRAHAME-SMITH, D.G.; Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan p. BISSON, M.P.; Farmacologia clínica e atenção farmacêutica. São Paulo: Medfarma, p FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L.; Farmacologia clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p

62 Bibliografia Complementar: BRUNTON, L.L.; CHABNER, B.; KNOLLMAN, B.; Goodman & Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed. Porto Alegre: AMGH, p. CRAIG, C.R.; STILTZEL, R.E.; Farmacologia Moderna. 4. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M.; Ciências farmacêuticas: Uma abordagem em farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, p. HOWLAND, R. D.; MYCEK, M. J.; Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: ARTMED, p. KATZUNG, B. G.; Farmacologia Básica e Clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. 9º PERÍODO Disciplina: Administração Farmacêutica C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Estudo do planejamento do negócio, noções organizacionais de empresas farmacêuticas, finanças, administração de recursos humanos, administração da produção, gestão da qualidade e custos. A disciplina visa capacitar o aluno à abertura e administração de negócios farmacêuticos. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7ª Ed. Elsevier, Rio de Janeiro, ROBBINS, S. P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, MAXIMIANO, A C A. Introdução à Administração. 5ª Ed., São Paulo, Atlas, Bibliografia Complementar: BERNARDES, C. Sociologia aplicada à administração: o comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, ALMEIDA, M. C. Princípios fundamentais de contabilidade e normas brasileiras de contabilidade. São Paulo: Atlas, ALVAREZ, F. J. S.; MENDIZABAL. Trade marketing: a conquista do consumidor no ponto de venda. São Paulo: Saraiva,

63 BULGACOV, S. Manual de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, WAGNER, J.; HOLLENBECK, J. R. Comportamento Organizacional. São Paulo: Saraiva, Disciplina: Análises Citológicas e Parasitológicas C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Desenvolvimento de metodologias que possibilitem ao acadêmico analisar e inferir conclusões osbre os diversos aspectos (infecções, câncer, alterações metabólicas) em que se pode encontrar os líquidos corporais. Coleta, preparação e abordagem das técnicas de diagnóstico dos parasitas intestinais, sangüíneos e teciduais, fixados ou in natura. Bibliografia Básica: HENRY, John Bernard. Diagnósticos Clínicos e Tratamentos por Métodos Laboratoriais. 19ª ed. São Paulo: Ed. Manole, MARKEL, E. K.; JOHN, D. T.; KROTOSKI. W. A. Parasitologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. NEVES, D. P.; MELO, A. L.; LINARDI, P. M.; VITOR, R. W. A. Parasitologia Humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, p. Bibliografia Complementar: CIMERMAN, B.; FRANCO, M. A. Atlas de Parasitologia - Artrópodes, Protozoários e Helmintos. São Paulo: Editora Atheneu, p. LEVENTHAL, R.; CHEADLE, R. Parasitologia Médica: texto e atlas. 4. ed. São Paulo Premier, p. NEVES, D. P. Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, p. MILLER, O. Laboratório para o Clínico. 8ª ed. São Paulo: Ed. Atheneu, MOURA, R. A. Técnicas de Laboratório. 3ª ed. São Paulo: Ed. Atheneu, Disciplina: Pesquisa em Ciências Biomédicas C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Desenvolvimento de projeto de pesquisa nas áreas da Saúde. Redação de texto científico. Estruturação e utilização adequada de Metodologia Científica na elaboração do projeto. Apresentação de projeto de pesquisa de campo ou planejamento de execução para pesquisa teórica

64 Bibliografia Básica: ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico : elaboração de trabalhos na graduação. 8. ed. São Paulo : Atlas, p., il. KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica : teoria da ciência e iniciação à pesquisa / José Carlos Köche. 21. ed. Petrópolis : Vozes, p., il. LAKATOS, E. M. MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo : Atlas, p., il. Bibliografia Complementar: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR NBR 10520: apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT, p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR NBR 6023: informação e documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, p. BASTOS, C. L.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução a metodologia científica. 4 ed. Petrópolis: Vozes, CERVO, A. L. Metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Makron, p. OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. 2 ed. São Paulo: Pioneira, p. Disciplina: Toxicologia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: A disciplina de Toxicologia visa transmitir ao aluno conhecimentos das fontes de Intoxicações inseridos em um contexto que abranja as diferentes áreas da Toxicologia. Características dos acidentes, mecanismos de ação dos venenos, vias de exposição, manifestações clínicas, diagnóstico diferencial, tratamento, uso de antídotos, aspectos de primeiros socorros e prevenção destes acidentes. Bibliografia Básica: MOREAU, R. L. de M. Siqueira, M. E. P. B. de Toxicologia analítica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, SCHVARTSMAN, S. Intoxicações Agudas. 4 ed. São Paulo: SARVIER, OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu,

65 Bibliografia Complementar: GOODMAN, L. S.; GILMAN, A. As bases farmacológicas da terapêutica. 12 ed. Porto Alegre: Mc Graw-Hill, LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Medsi, v. 3. F. SCHATZBERG, F. A.;NEMEROFF, C.B. Fundamentos de psicofarmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p FILHO, D. X.S. Drogas: uma compreensão psicodinâmica das farmacodependências. São Paulo : Casa do Psicólogo, p. SANTOS, J. L. Drogas: psicologia e crime. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, p. SCHUCKIT, M. Abuso de álcool e drogas: uma orientação clínica ao diagnóstico e tratamento. Porto Alegre : ARTMED, p Disciplina: Biotecnologia C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo sobre a utilização de células e moléculas biológicas para a solução de problemas ou produção de produtos úteis no campo da saúde, da agricultura e do ambiente. Bibliografia Básica: BORZANI, W. et al. Biotecnologia industrial - Fundamentos. São Paulo: Blucher, KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2 ed. Porto Alegre: ARTMED, SCHMIDELL et al. Biotecnologia industrial - Engenharia bioquímica. São Paulo: Blucher, Bibliografia Complementar: AQUARONE, E. et al. Biotecnologia industrial - Biotecnologia na produção de alimentos. São Paulo: Blucher, DE ROBERTIS, E. M. F. Bases da biologia celular e molecular. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LIMA et al. Biotecnologia - Processos fermentativos e enzimáticos. São Paulo: Blucher, OLIVEIRA, F. Engenharia genética: o sétimo dia da criação. 10 ed. São Paulo: Moderna, WISEMAN, A. Princípios de biotecnologia. Zaragoza: Acribia, p. il

66 Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia VI C/H: 272 Créditos: 16 Ementa: Proporcionar ao acadêmico a vivência e a aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso através da atuação nas áreas de análises clínicas e manipulação (pequena ou grande escala). Bibliografia Básica: ANSEL, H. C. Farmacotécnica: formas farmacêuticas & sistemas de liberação de fármacos. 6. ed. São Paulo: Premier, p. ESTRIDGE, B. H.; REYNOLDS, A. P. Técnicas básicas de laboratório clínico. 5. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2011, 800 p. FERREIRA, A. O. Guia prático da farmácia magistral. 4. ed. Juiz de Fora: Pharmabooks, 2011, 736 p. FLORENCE, A. T. Princípios físico-químicos em farmácia. 2 ed. São Paulo: Pharmabooks, p. HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo: Manole, p. MOURA, R. A.; WADA, C. S.; PURCHIO, A.; ALMEIDA, T. V. Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, p. PRISTA, L. N. Tecnologia Farmacêutica. 8. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Bibliografia Complementar: FERREIRA, A.W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: avaliação de métodos de diagnóstico das principais doenças infecciosas e parasitárias e auto-imunes. Correlação clínico-laboratorial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, GIL, E. S. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. 3. ed. São Paulo: Pharmabooks, p. GOMES, R. K. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. 3 ed. São Paulo: p. MILLER, O. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, p. RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997, 616 p

67 10º PERÍODO Disciplina: Optativa (Biologia Molecular Aplicada) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo da composição química, estrutura e organização do genoma humano e de microrganismos e processos biológicos a nível molecular que se desenrolam no interior das células. Bibliografia Básica: KREUZER, H. Engenharia genética e biotecnologia. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, p. 434 p. GRIFFITHS, A.J. F. et al. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular. 7. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p Bibliografia Complementar: ALBERTS B. Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre : ARTMED, p BROWN, T. A.. Clonagem gênica e análise de DNA. 4. ed. Porto Alegre : Artmed, p. DE ROBERTIS, E. D. P. Bases da biologia celular e molecular. 2. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, p. BURNS, G. W. Genética : uma introdução a hereditariedade. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p PASTERNAK, J. J., Genética molecular humana: mecanismos das doenças hereditárias. Barueri : Manole, p Disciplina: Optativa (Cosmetologia) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo da cosmetologia, com foco na estrutura da pele e cabelo, formas farmacêuticas de ação cosmética, tecnologia de produção, novos sistemas empregados em cosméticos, boas práticas de fabricação, controle de qualidade e legislação brasileira de cosméticos

68 Bibliografia Básica: HERNANDEZ, M., et al., Manual de Cosmetologia, 3a. Ed. Editora Revinter, Rio de Janeiro, ROMANOWSKI, P, et al, Iniciação a química cosmética: um sumário para químicos formuladores, farmacêuticos de manipulação e outros profissionais com interesse na cosmetologia, 3 vol., São Paulo: Tecnopress, DRAELOS, Z. D., Cosméticos em Dermatologia, 2a. Ed. Editora Revinter, Rio de Janeiro, Bibliografia Complementar: ANSEL, H. C. POPOVICH, N. G. ALLEN, L. V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 6. ed.. São Paulo: Premier LE HIR, A. Noções de Farmácia galênica. São Paulo: Organização Andrei, LANCHMAN, L. Teoria e prática na indústria farmacêutica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian FERREIRA, A. O., Guia Prático da Farmácia Magistral, 2ª.Ed. Juiz de Fora; CRESPO, M. S., et.al, Formulárium Compêndio de Fórmulas Magistrais, Vol. 1, São Paulo 2002 Disciplina: Optativa (Libras) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: A LIBRAS como língua materna para os sujeitos surdos; O surdo no espaço escolar; Estudos de diferentes áreas que se propõem a ampliar a reflexão sobre a exclusão social dos grupos minoritários e problemas de letramento; Discussões de base antropológica e culturalista, buscando referenciais que permitam conceber os surdos como sujeitos culturais. Bibliografia Básica: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Especial. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. Brasília: MEC, GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. 3 ed. Campinas: Autores

69 Associados, QUADROS, R. M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: ARTMED, Bibliografia Complementar: TESKE, O. Letramento e minorias. 4 ed. Porto Alegre: Mediação, SOARES, M. A. L. Educação do surdo no Brasil. Campinas: Autores Associados, UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL. Libras. Curitiba: IBPEX, ROSA, F. S.; GOES, A. M.; KARNOPP, L. B. Estudos surdos: uma abordagem lingüística. Em: Revista de iniciação científica da Ulbra n p MARTINS, R. V. Língua de sinais no litoral norte, Caminhos da Água. Em: Conversas Interdisciplinares ano 2, n, p Disciplina: Optativa (Micologia) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo, investigação e identificação dos diferentes fungos e micoses auxiliando no diagnóstico e tratamento clínico. Bibliografia Básica: JAWETZ, E.; MELNICK, J. L.; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. Tradução: José P. Moreno Senna. 25.ed. Porto Alegre: MGH, 2012, 813 p KONEMAN, E. W. et al. Diagnóstico microbiológico: texto e atlas. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2010, 1565p MURRAY, P. R. et al. Microbiologia Médica.3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, TORTORA, G.;FUNKE, B. R.; CASE L. C. Microbiologia.8 ed. Porto Alegre: Artmed, Bibliografia Complementar: BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B.; FURLANETO, M. C. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu. 2010, 196p. BERNARD, J. Diagnósticos clínicos e tratamento: por métodos laboratoriais. 20ª Ed. São Paulo: Manole, FOCACCIA, R; VERONESI, R. Tratado de Infectologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu,

70 2005 OPLUSTIL, C.P. Procedimentos básicos em Microclínica. 3ª Ed. São Paulo: Sarvier, TRABULSI, L.R. ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo : Atheneu, Disciplina: Optativa (Tecnologia de Alimentos) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Introdução ao estudo da tecnologia de alimentos, métodos de conservação, alterações decorrentes de processamentos de matérias primas animais e vegetais (frutas e hortaliças, leite e derivados, carnes, cereais, raízes e oleaginosas). Bibliografia Básica: ANDRADE, N. J. MARTYN, M.E.L. Limpeza e sanitização na indústria de alimentos. Viçosa: UFV, CHITARRA, M. I. F. CHITARRA, A.B. Pós colheita de frutos e hortaliças: Fisiologia e manuseio. Lavras : ESAL/FAEPE, GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, Bibliografia Complementar: ARAÚJO, J. M. de A. Química de alimentos: teoria e prática. Viçosa : UFV, 1995 CRUZ, G. A.Desidratação de alimentos : frutas, vegetais, ervas, temperos, carnes, peixes, nozes, sementes. 2. ed. São Paulo : Globo, GOMES, M. S. O. Conservação pós-colheita: frutas e hortaliças. Brasília: Embrapa, FRANCO, G. Tabela de composição química dos alimentos. 9. ed. São Paulo : Atheneu (São Paulo), JACKIX, M. H. Doces, geléias e frutas em calda: teórico e prática. Campinas : Ícone, Disciplina: Optativa (Radiofarmácia) C/H: 34 Créditos: 2 Ementa: Estudo da origem, produção e utilização dos radioisótopos na obtenção de radiofármacos e suas aplicações diagnósticas e terapêuticas correlacionando os aspectos bioquímicos, físicos, farmacológicos e fisiológicos das substâncias marcadas

71 Bibliografia Básica: GARCIA, E.A.C.; Biofísica. São Paulo: Sanvier, p OKUNO, E.; IBERÊ, L.C.; CHOW,C.; Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harbra, p OLIVEIRA, R.S.; Radiofarmácia- Com Monografias de Radiofármacos extraídas da Farmacopéia Internacional. São Paulo: Editora Atheneu, p. Bibliografia Complementar: FELTRE, R.; Atomística: teoria e exercícios. São Paulo: Moderna, p BACCAN, N.; Et al.; Química analítica elementar. São Paulo: E. Blucher, 3. ed p DURAN, J.E.R.; Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson, p HENEINE, I.F.; Biofísica básica. São Paulo: Atheneu (São Paulo), p. VOGEL, A. I. Análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, p Disciplina: Optativa (Módulo de Ecologia e Análises Ambientais) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo de conceitos básicos de ecologia e da inter-relação do homem com o ambiente. Estudo dos recursos naturais e sua preservação. Bibliografia Básica: CAIRNCROSS, F. Meio ambiente: custos e benefícios. São Paulo: Nobel, ODUM, E.P. Ecologia. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Artmed: Porto Alegre, Bibliografia Complementar: BRANCO, S. M. Ecologia da cidade. 2. ed. São Paulo : Moderna, 2003 BRANCO, S.M. MURGEL, E. Poluição do ar. Editora Moderna: São Paulo, BRANCO, S.M. O meio ambiente em debate. Editora Moderna: São Paulo, 1997 LAGO, A. PADUA, J.A. O que e ecologia. São Paulo : Brasiliense, 2001 TORRES, H. COSTA, H. População e meio ambiente : debates e desafios. São Paulo : SENAC/SP, Disciplina: Optativa (Visagismo e Maquiagem) C/H: 68 Créditos: 4 Ementa: Estudo dos conceitos de visagismo. Técnicas de maquiagem. Harmonia

72 das cores. Aspectos anatômicos considerados no realce facial. Bibliografia Básica: PHILIP, H. Visagismo harmonia estética. 6 Ed. São Paulo: SENAC, PHILIP, H. Visagismo integrado estilo e beleza. 2 Ed. São Paulo: SENAC, SOBOTTA: atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ed. Bibliografia Complementar: HERNANDEZ, M. FRESNEL, M. M. M. Manual de Cosmetologia. 3ª Ed. Tradução Ana Lúcia Mazzali. Rio de Janeiro: Revinter, GOMES, R. K. DAMAZIO, M. G. Cosmetologia: descomplicado os princípios ativos. 3 ed. São Paulo: LMP, DRAELOS, Z. D. Cosméticos em Dermatologia. 2ª Ed.Tradução Paula Chermeont P. Estima. Rio de Janeiro: Revinter. LEONARDI, G. R. Cosmetologia aplicada. 2 ed. São Paulo: Santa Isabel, TORTORA, G.J., GRABOWSKI, S.R., Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Disciplina: Optativa (Estética Capilar) C/H: 68 Créditos: 04 Ementa: Estudo sobre os aspectos anatômicos, morfológicos e funcionais do cabelo e couro cabeludo. Princípios dos tratamentos estético-capilares. Ativos cosméticos usuais na estética capilar. Higienização capilar. Anamnese e técnicas aplicáveis na estética capilar. Bibliografia Básica: HERNANDEZ, M. Manual de cosmetologia. 3 ed. Editora: Revinter, 1999 Leonardi, G. R. Comestologia aplicada. 2 ed. São Paulo: Santa Isabel, 2008 Draelos, Zoe Kececioglu. Cosméticos em dermatologia. 2 ed. Rio de Janeiro : Revinter, 1999 Bibliografia Complementar:

73 AZULAY, R. D.Dermatologia. 5ed.,Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2008 BAUMANN, L.Dermatologia Cosmética - Princípios e Prática. Editora: Revinter, 2004 GAWKRODGER, D. J.Dermatologia : um texto ilustrado em cores. 2ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2002 GOMES, R. K. DAMAZIO, M. G. Cosmetologia: descomplicado os princípios ativos. 3 ed. São Paulo: LMP, SOUZA, V.M e JUNIOR, D.A. ATivos dermatológicos. vol 4. Editora: Pharmabooks, 2006 Disciplina: Estágio Supervisionado em Farmácia VII C/H: 272 Créditos: 16 Ementa: Apresentação da legislação relacionada as atividades de dispensação de medicamentos e acompanhamento de pacientes na atenção terciária a saúde, aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas hospitalares, drogarias particulares e SUS. Bibliografia Básica: CIPRIANO, S.L. Gestão estratégica em farmácia hospitalar : aplicação prática de um modelo de gestão para qualidade. São Paulo:Atheneu, FUCHS, D.; WANNMACHER, L. Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 4. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, GOMES, M.J.V.M.; REIS, A.M.M. Ciências Farmacêuticas. Uma abordagem em Farmácia Hospitalar. São Paulo: Atheneu, Bibliografia Complementar: CAVALLINI, M. E. Farmácia hospitalar. Barueri:Manole, 2002 GRAHAME-SMITH, D.G.; ARONSON, J.K. Tratado de Farmacologia Clínica e Farmacoterapia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; HARDMAN, J.G.; LIMBIRD, L.E. Goodman e Gilman -As bases farmacológicas da terapêutica. 9. ed. Rio de Janeiro: Mc GrawHill,, 1996 SILVA, P. Farmacologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan STORPIRTIS, S. Farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

74 5.3. METODOLOGIA A adequação da metodologia de ensino à concepção do curso estrutura-se em um processo de ensino-aprendizagem onde o professor deixa de ser o protagonista e passa a ser um facilitador e orientador do aluno-educando. No decorrer desse processo serão valorizados conhecimentos prévios, experiências vivenciadas pelo acadêmico, associando isso à aplicação de conceitos, estimulando assim o desenvolvimento do potencial intelectual para a transformação de si mesmo dentro do ambiente de formação acadêmica. A abordagem metodológica privilegia a compreensão e análise crítica dos fenômenos da área da saúde, com procedimentos de ensino adequados e adaptados aos conteúdos específicos lecionados em cada eixo temático, privilegiando o desenvolvimento da consciência crítica e ativa nos alunos por meio de atividades que permitam a socialização do conhecimento e descoberta de novos caminhos e métodos para produção acadêmica. A metodologia que norteia o processo de ensino-aprendizagem do curso é realizada nas seguintes modalidades: a) ensino teórico: Aulas expositivas dialogadas, nas quais os conteúdos programáticos podem ser abordados em nível básico, avançado ou aprofundado, consoante a natureza da matéria ou localização curricular, quer do ponto de vista conceitual ou experimental. b) ensino prático: Exposições e atividades dirigidas, com o objetivo não apenas de estimular e desenvolver as capacidades de reflexão e crítica do acadêmico, mas também de proporcionar a realização de exercícios de revisão e aplicação dos conhecimentos construídos. Estes objetivos podem ser atingidos através da resolução de problemas, estudo e discussão de casos, consulta de fontes bibliográficas bem como compilação e sistematização das mesmas. c) ensino laboratorial Aulas de práticas laboratoriais para habilitação e capacitação do discente na organização das atividades na área de Medicamentos, Alimentos, Análises Clínicas e Toxicológicas, através do conhecimento e manuseio de vidrarias, reagentes e equipamentos destinados a pesquisa, síntese, análise, manipulação e controle de qualidade de fármacos e

75 medicamentos, além do diagnóstico clínico e sequente aplicação dos mesmos nas mais diversas áreas do diagnóstico laboratorial. d) Atividades semipresenciais Em conformidade com a Portaria n 4059 de 10 de dezembro de 2004, o currículo desenvolvido em aula com os acadêmicos é complementado com a realização de duas atividades semipresenciais em cada disciplina. Tais atividades são elaboradas pelos professores com o objetivo de proporcionar momentos de aprendizagem dos conteúdos e de desenvolvimento das habilidades propostas no Plano de Ensino. Seu planejamento consiste na sistematização de momentos de autoaprendizagem, com a utilização de recursos das tecnologias da informação, organizados com estratégias didáticas como, por exemplo, estudos dirigidos, estudos de caso, pesquisas bibliográficas, resolução de exercícios, dentre outras, conforme a proposta de cada disciplina. A realização dessas atividades pelos discentes segue um cronograma organizado e publicado no Calendário Acadêmico da IES, o qual é explicado pelos professores no decorrer das suas aulas. e) Atividades Complementares Tem a finalidade de proporcionar maior interação entre o discente e a sociedade, através de atividades que envolvem o tripé ensino, pesquisa e extensão. A ideia básica destas atividades é estimular uma maior autonomia do discente de forma que este participe mais ativamente de eventos da área, bem como busque aprimoramento em determinadas vertentes do curso a partir da realização de ações extracurriculares ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (OBRIGATÓRIO E NÃO- OBRIGATÓRIO) REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades referentes ao Estágio Supervisionado do Curso de Farmácia. II - DA APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO

76 Art. 2º - Denomina-se Estágio Supervisionado as atividades práticas de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionadas ao aluno pela participação em situações reais de vida e de trabalho de seu meio, sendo realizadas na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob a responsabilidade e coordenação de um professor supervisor, profissional da área vinculado à Instituição de Ensino. Art. 3º - Os Estágios Supervisionados fazem parte do currículo do curso de graduação em Farmácia do CEULP/ULBRA e seguem as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Farmácia (Res. CNE/CES 2 de 19/02/2002), oferecendo desta forma, aos alunos regularmente matriculados, a oportunidade de relacionamento com o futuro campo de trabalho. Art. 4º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia do CEULP/ULBRA são distribuídos do quarto ao décimo semestre, expandindo-se gradativamente ao longo do curso, tanto em relação à carga horária quanto à complexidade das atividades a serem desenvolvidas e obedecem às diretrizes gerais do CEULP/ULBRA e o Projeto Pedagógico do Curso. Art. 5º - O Estágio Curricular não proverá vínculo empregatício de qualquer natureza com a Instituição que acolher o estagiário, mesmo que este venha a receber bolsa ou ajuda de custo proveniente de convênios e projetos especiais. Art. 6º - Recomenda-se que, para matrícula nos Estágios Supervisionados, o acadêmico tenha cumprido com aprovação todas as disciplinas do período anterior ao período do estágio em que irá se matricular. III - DOS OBJETIVOS Art. 7º - O Estágio Curricular Supervisionado em Farmácia é entendido como um conjunto de atividades curriculares indispensáveis ao processo de formação profissional com o intuito de sensibilizar os estudantes para a necessidade de complementar sua formação acadêmica, para capacitá-los tecnicamente a encontrar soluções adequadas aos problemas de saúde e, ao mesmo tempo, atuar buscando a redução da dependência tecnológica no setor. Apresenta como objetivos: I Geral:

77 a. Proporcionar ao aluno do curso de Farmácia do CEULP/ULBRA experiência prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das relações humanas, da ética profissional e propiciando a aplicação da ciência farmacêutica na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de atuação do farmacêutico. II - Específicos: a. Oportunizar o relacionamento ético-profissional no ambiente de trabalho; b. Desenvolver comportamentos e atitudes para a integração e relacionamento com os demais membros da equipe, propiciando a identificação do farmacêutico como membro participante e atuante da equipe. Matriz Curricular Estágio Supervisionado em Farmácia I (68h) a. Desenvolver a capacidade de reflexão crítica diante da complexidade do comportamento humano, especialmente frente a situações de crise e de doença; b. Conhecer as diferentes dimensões envolvidas na comunicação: psíquicas, cognitivas e técnicas; c. Discutir o manejo de situações do dia a dia do profissional, na sua relação com pacientes e membros da equipe de saúde; d. Conhecer os fluxos das atividades do farmacêutico, gerenciamento de rotinas; e. Conhecer os locais de atuação do farmacêutico - Empresas Farmacêuticas; f. Problematizar a atuação profissional; g. Introduzir o aluno no estudo dos medicamentos; h. Introduzir o aluno no ambiente da Farmácia de dispensação, hospitalar, manipulação, análises clínicas. Estágio Supervisionado em Farmácia II (102h) a. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico em exercício de suas atividades em unidades públicas de dispensação municipais;

78 b. Conscientizar a necessidade da Assistência Farmacêutica, identificando a função, atitudes e atividades do farmacêutico em unidades públicas de dispensação municipais como profissional da área de saúde, junto à população; c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem a prestação de uma assistência farmacêutica voltada ao paciente e sua terapia medicamentosa. Estágio Supervisionado em Farmácia III (68h) a. Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de empresas ligadas ao ramo de alimentos; b. Vivenciar o ambiente de trabalho, do comportamento e relacionamento profissional; c. Desenvolver atividades técnico-científicas aplicando-as na elaboração de alimentos e no controle de qualidade destes. Estágio Supervisionado em Farmácia IV (102h) a. Conhecer o organograma, fluxograma, procedimentos operacionais e boas práticas da farmácia de manipulação, laboratório de análises clínicas, farmácia hospitalar e drogaria. Estágio Supervisionado em Farmácia V (68h) a. Exercitar programas de Atenção Farmacêutica, como ferramenta importante para qualificação da terapêutica do paciente; b. Utilizar diferentes instrumentos de controle da qualidade da terapêutica; c. Capacitar e conscientizar a respeito da necessidade e relatar reações adversas a medicamentos. Estágio Supervisionado em Farmácia VI (272h) Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de manipulação de medicamentos e do laboratório de análises clínicas. Farmácia de Manipulação a. Conhecer e vivenciar as funções exercidas pelo farmacêutico no fluxograma de uma farmácia magistral através de atividades no laboratório de tecnologia farmacêutica. b. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho da farmácia com manipulação;

79 c. Propiciar o desenvolvimento das atividades técnico-científicas e aplicação das mesmas na elaboração de produtos farmacêuticos com qualidade e eficácia, no âmbito da farmácia com manipulação; d. Proporcionar a visualização da farmácia com manipulação como estabelecimento de prestação de serviços de saúde e de assistência farmacêutica e não somente como estabelecimento comercial. Indústria de Medicamentos ou Cosméticos a. Vivenciar o ambiente de trabalho da indústria farmacêutica, do comportamento e relacionamento ético-profissional. Desenvolver atividades técnico-científicas e aplicação das mesmas na elaboração de medicamentos. Laboratório de Análises Clínicas a. Conhecer e vivenciar as funções exercidas pelo farmacêutico na rotina laboratorial capacitando-o para atuar nas diversas áreas das análises clínicas; b. Conscientizar sobre a necessidade da Assistência Farmacêutica, identificando a função, atitudes e atividades do farmacêutico no laboratório de análises clínicas como profissional da área de saúde, junta a população; c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem aliar o aspecto comercial do laboratório com a prestação de uma assistência farmacêutica voltada ao paciente; d. Proporcionar a visualização do laboratório de análises clínicas como estabelecimento de prestação de serviços de saúde e de diagnóstico complementar. Estágio Supervisionado em Farmácia VII (272h) Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de dispensação de medicamentos e correlatos e da farmácia hospitalar; Farmácia de Dispensação a. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico em exercício de suas atividades na farmácia de dispensação; b. Conscientizar a necessidade da Assistência Farmacêutica, identificando a função, atitudes e atividades do farmacêutico em farmácias e drogarias como profissional da área de saúde, junto à população;

80 c. Desenvolver habilidades e atividades que propiciem aliar o aspecto comercial da farmácia com a prestação de uma assistência farmacêutica voltada ao paciente e sua terapia medicamentosa. Farmácia Hospitalar a. Conhecer os aspectos administrativos e gerenciais de farmácias hospitalares; b. Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico no exercício de suas atividades na farmácia hospitalar, comportamento ético-profissional, relacionamento pessoal e profissional; c. Desenvolver comportamentos e atitudes que permitam o relacionamento com as demais equipes de profissionais do hospital: administrativa, financeira e outras; d. Desenvolver a assistência farmacêutica voltada ao paciente, propiciando evidenciar as funções e atividades práticas da atuação do farmacêutico. IV - DA CARGA HORÁRIA Art. 8º - A carga horária estabelecida no currículo do curso obedece à legislação e às diretrizes vigentes do Ministério da Educação e Cultura MEC, que determinam para Estágios Supervisionados, carga horária mínima de 20% em relação à carga horária total do curso. Art. 9º - As disciplinas de Estágio em Farmácia são subdivididas em áreas para que os acadêmicos possam presenciar, na prática, um maior número de especialidades possível sendo que cada área corresponde a um ciclo de estágio, com carga horária corrida, correspondente à semestral, que o acadêmico deverá cumprir, conforme descrito no quadro abaixo. Grade Curricular ESTÁGIO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA I Período CR CH TOTAL 4º 4 68h ÁREAS Relações Interpessoais e Organização da Assistência Farmacêutica CH PARCIAL - ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM 5º 6 102h Dispensação em Unidades - FARMÁCIA II Públicas

81 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM 6º 4 68h Empresas ligadas ao ramo de - FARMÁCIA III Alimentos Procedimentos 7º 6 102h operacionais e ESTÁGIO boas práticas SUPERVISIONADO EM aplicáveis às - FARMÁCIA IV áreas de atuação do farmacêutico generalista ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA V 8º 4 68h Atenção Farmacêutica - ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM 9º h Análises Clínicas 136h FARMÁCIA VI Manipulação 136h ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA VII 10º h Hospitalar Dispensação em Drogarias 136h 136h Art. 10º- Os Estágios Supervisionados são realizados nos turnos, matutino e vespertino, salvo exceções em função da disponibilidade de locais conveniados. Art. 11º - Os acadêmicos do curso devem passar por todas as áreas de estágio realizando-os na seqüência crescente conforme dispostos na matriz curricular e obedecendo os co-requisitos e pré-requisitos estabelecidos. V - DOS PRÉ-REQUISITOS/CO-REQUISITOS Art. 12º - Será considerado apto a cursar os estágios, o aluno que tiver cursado com aprovação (pré-requisito) ou cursando (co-requisito), as disciplinas profissionalizantes do curso de farmácia citadas a seguir: I - Estágio Supervisionado em Farmácia I - como pré-requisito Introdução às Ciências Farmacêuticas. II - Estágio Supervisionado em Farmácia II - como pré-requisito Estágio Supervisionado em Farmácia I e Farmacologia e Farmacocinética

82 III - Estágio Supervisionado em Farmácia III - como co-requisito Bromatologia e como pré-requisitos Bioquímica Aplicada, Estudos em Microbiologia e Processos Imunológicos e Estágio Supervisionado em Farmácia I; IV - Estágio Supervisionado em Farmácia IV - como pré-requisitos Estágio Supervisionado em Farmácia II, Tecnologia Farmacêutica I e II, Bioquímica Aplicada, Microbiologia Clínica e como co-requisito Farmácia Hospitalar; V - Estágio Supervisionado em Farmácia V - como pré-requisitos Estágio Supervisionado em Farmácia II, Farmacodinâmica e Química Farmacêutica I, II e co-requisito Farmacoterapêutica e Assistência Farmacêutica. VI - Estágio Supervisionado em Farmácia VI - como pré-requisitos Estágio Supervisionado em Farmácia IV, Estágio Supervisionado em Farmácia V, Bioquímica Clínica, Toxicologia, Imunologia Clínica, Hematologia Clínica, Tecnologia Farmacêutica III e Controle de Qualidade de Insumos e Produtos Farmacêuticos e como co-requisito Análises Citológicas e Parasitológicas. VII - Estágio Supervisionado em Farmácia VII - como pré-requisitos Estágio Supervisionado em Farmácia VI, Legislação Farmacêutica, Administração Farmacêutica e Farmácia Hospitalar. VI - DOS LOCAIS DE ESTÁGIO Art. 13º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia são oferecidos aos acadêmicos em locais próprios ou em Instituições conveniadas, organizados em função das exigências do local de estágio e na conformidade do acordo prévio entre o CEULP e a Instituição de estágio. Art. 14º - Os Estágios Supervisionados do curso de Farmácia ocorrem no Laboratório Escola do CEULP/ULBRA, e em locais conveniados, sendo estes instituições particulares e públicas (Secretaria Municipal e Estadual de Saúde). Art. 15º - Será permitida a realização dos estágios somente no Laboratório Escola e em estabelecimentos conveniados junto a FULBRA e que tenham Responsável Técnico, cabendo à Coordenação de Estágios e Departamento Jurídico do CEULP/ULBRA a avaliação e credenciamento dos locais apropriados

83 Art. 16º - O aluno que optar pelo estágio em Indústria Farmacêutica deverá fazer contato com a indústria de interesse e informar à coordenação de curso no momento da matrícula na disciplina de Estágio Supervisionado VI. A indústria procederá à avaliação e supervisão, devendo o aluno apresentar a documentação de desempenho e carga horária no final do estágio. Art. 17º - Os Estágios Supervisionados do Curso de Farmácia estão atualmente distribuídos nos locais, a saber: Matriz curricular ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA I (4º período) Relações interpessoais e organização da assistência farmacêutica através de vivência nos locais de atuação do profissional farmacêutico Análises Clínicas (Laboratório Escola), Dispensação (Farmácias Municipais), Hospitalar (Hospital e Maternidade Cristo Rei), Manipulação (Farmácia de Manipulação Dose Exata ou Farmácia de Manipulação Floramed) e Centro de Informação sobre Medicamentos CIM (CEULP/ULBRA). ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA II (5º período) Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas públicas de dispensação de medicamentos e correlatos Dispensação: unidades públicas de dispensação municipais. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Ferramentas para gestão da qualidade em indústrias de alimentos (Boas Práticas de Manipulação - BPF e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle - APPCC). Aspectos práticos: fluxo de produção, higiene e saúde de manipuladores, limpeza e sanitização de equipamentos e utensílios Restaurantes Comunitários de Palmas. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA IV (7º período) Organograma, fluxograma, procedimentos operacionais e boas práticas relativas à empresas farmacêuticas de manipulação de medicamentos, laboratório de análises clínicas, drogarias e hospitais Complexo Laboratorial do CEULP, Laboratório Escola e Drogarias conveniadas. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA V (8º período) Estudo dos problemas relacionados aos medicamentos e planejamento da atenção farmacêutica Comunidade de bairros no município de Palmas

84 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA VI (9º período) Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas de manipulação de medicamentos e Laboratório de Análises Clínicas Farmácias de Manipulação conveniadas 136 horas; Laboratório Escola do CEULP/ULBRA 136 horas. ESTÁGIO SUPERVISIONADOEM FARMÁCIA VII (10º período) Aspectos administrativos e gerenciais de farmácias hospitalares Hospital Geral de Palmas (HGP) ou Hospital e Maternidade Cristo Rei 136 horas. Aspectos administrativos e gerenciais de empresas farmacêuticas particulares de dispensação de medicamentos Dispensação: Drogarias Conveniadas horas. VII - DOS ACADÊMICOS ESTAGIÁRIOS Art. 18º - Para matricular-se nos Estágios Supervisionados em Farmácia o acadêmico deverá: a. ser aluno do CEULP/ULBRA e estar regularmente matriculado no semestre, nas disciplinas correspondentes aos estágios que realizará; b. matricular-se nas datas determinadas pelo calendário acadêmico ou estipuladas pela coordenação do curso; c. realizar a matrícula dos estágios bloqueados exclusivamente de modo presencial; d. apresentar à coordenação do curso no ato da matrícula dos estágios II, III, VI e VII, uma cópia do CPF, RG e da carteira da vacinação atualizada incluindo as vacinas BCG, Hepatite B, Tétano, Febre Amarela e Rubéola, que são obrigatórias; e. preencher e assinar o termo de compromisso; f. seguir o regime didático que compreenderá: i. realização de atividades de cunho teórico e prático; ii. realização de provas teóricas e práticas, discussões de casos clínicos, apresentação de seminários, palestras e entrega de relatórios e trabalhos, de acordo com o Plano de Ensino da área de estágio; iii. participação de visitas, palestras e atividades previamente informadas pelo supervisor de estágio; iv. cumprimento na íntegra do Plano de Ensino proposto pela área; v. ser avaliado de acordo com a ficha de avaliação conceitual, além de seminários, palestras, prova teórico-prática e/ou prova prática; vi. registrar suas presenças nas fichas de frequência e nas atas de assinatura (diário)

85 Art. 19º - Os acadêmicos serão designados para as áreas de estágio em grupos de aproximadamente 5 alunos, conforme estabelecido pelos convênios, tendo em vista o espaço físico dos locais. Art. 20º - As horas excedentes efetuadas nos estágios não serão computadas para a integralização do tempo útil e mínimo do curso. VIII - DA CONDUTA DO DISCENTE Art. 21º - Todo acadêmico estagiário do curso de Farmácia deverá obrigatoriamente utilizar crachá de identificação padrão do CEULP/ULBRA. Art. 22º - É de responsabilidade dos acadêmicos cumprir as normas e rotinas de cada local de estágio. Art. 23º - O acadêmico em estágio deverá manter unhas curtas, cabelos presos e estar vestido adequadamente conforme as exigências de cada local. Salvo exceções, entendese como vestimenta adequada e necessária aos estágios, roupa e sapatos brancos e jaleco com mangas. É vetado o uso de tamancos, chinelos em geral, decotes, bermudas, camisetas cavadas, mini-saias, mini-blusas, roupas transparentes e bonés. Nos hospitais, laboratório escola e farmácias de manipulação o uso de calçados fechados é obrigatório e não é permitido o uso de esmaltes, brincos, anéis, pulseiras e congêneres, objetivando salvaguardar a segurança dos estudantes e pacientes além da garantia da qualidade dos produtos e exames. Art. 24º - Não é permitida a entrada e a permanência de estagiários nos locais de estágio fora do período de estágio sendo que, quando houver necessidade, o acadêmico deverá solicitar autorização do supervisor responsável pela área. Art. 25º - O acadêmico estagiário deverá responsabilizar-se pelo cuidado dos aparelhos e materiais utilizados bem como informar ao supervisor sobre defeitos de funcionamento ou possíveis danos em materiais e aparelhos utilizados. Art A responsabilidade sobre pertences pessoais é de exclusiva responsabilidade do acadêmico, portanto, sugere-se portar o mínimo de objetos pessoais nos campos de estágios supervisionados. O CEULP/ULBRA, bem como seus parceiros nos estágios supervisionados, não se responsabilizam por eventuais perdas, furtos ou avariações

86 Art. 27º - O acadêmico não deverá questionar publicamente outros profissionais que atuam nos campos de estágio, buscando sempre manter um relacionamento de cordialidade e respeito. Em caso de discordância entre o acadêmico e qualquer profissional de saúde de uma das instituições conveniadas, o supervisor acadêmico responsável deverá ser comunicado e, caberá a ele a responsabilidade pelos encaminhamentos necessários. Art. 28º - Não é permitido questionar os supervisores (local/acadêmico) ou os demais colegas na presença de pacientes ou acompanhantes. Quando houver discordância entre acadêmicos ou entre acadêmicos e supervisores, as discussões deverão ocorrer em local adequado, visando à ética profissional. Art. 29º - Qualquer intercorrência ou dúvida, o acadêmico deverá dirigir-se ao supervisor local, ao supervisor acadêmico ou ao coordenador do curso, seguindo essa ordem para resolução. IX - DOS HORÁRIOS Art. 30º - Cada estágio tem suas características e horários específicos de início e término. Esses horários serão disponibilizados aos acadêmicos na primeira reunião semestral dos estágios e no Portal do CEULP. Art. 31º - Cabe ao acadêmico chegar e sair do local de estágio pontualmente, não sendo permitido o atraso superior a 15 minutos. Após os 15 minutos de atraso o aluno poderá desenvolver as atividades, mas ficará com falta sem direito a reposição da mesma. X - DA FREQUÊNCIA Art. 32º - A frequência mínima exigida nos estágios é de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total de cada estágio. Art. 33º - A avaliação dos estágios é um processo contínuo, portanto, a cada falta o acadêmico estagiário estará sujeito à perda de pontos em sua avaliação. Art. 34º - Os estágios não prevêem exercícios domiciliares de acordo a Resolução CONSEPE n 304 de 25 de junho de 2008 e não se aplica a Lei Nº 6202/75, referente às alunas gestantes. XI - DOS SUPERVISORES ACADÊMICOS

87 Art. 35º - O supervisor acadêmico será um profissional da área, vinculado ao CEULP/ULBRA designado para a função pelo coordenador do curso. Art. 36º - São atribuições do supervisor acadêmico: a. abrir campos de estágios, viabilizando ações burocráticas e facilitando as práticas pedagógicas; b. conferir os acadêmicos matriculados em estágio, e distribuí-los em grupos, seguindo as especificações necessárias; c. no início do semestre letivo, reunir-se com acadêmicos matriculados nos estágios para informá-los sobre os procedimentos, normas e rotinas relativas a cada área; d. entregar nas unidades responsáveis a documentação necessária para a prática dos estágios e realizar as correções que forem solicitadas; e. comparecer às reuniões com instituições parceiras; f. manter o coordenador do curso informado sobre o andamento dos estágios; g. promover a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade, desenvolvendo suas atividades de campo em estreita e planejada colaboração com o professor do respectivo conteúdo teórico e das disciplinas afins; h. ao receber o Diário de Classe, verificar se o mesmo está completo e correto quanto à listagem dos alunos e preenchê-lo durante o semestre; i. manter postura ética e profissional adequada, exigindo o mesmo de seus alunos; f. cumprir e fazer cumprir normas e rotinas relativas à vestimenta adequada, crachá de identificação, material necessário e procedimentos gerais de cada área de estágio; g. informar ao coordenador do curso, por meio de relatório, sobre qualquer dificuldade, problema ou conflito ocorrido no campo; h. participar das reuniões e/ou atividades programadas pela coordenação de curso; j. realizar reuniões sistemáticas e supervisão com os estagiários objetivando orientação, acompanhamento e avaliação das atividades em desenvolvimento, promovendo discussão de situações vivenciadas, análise e compreensão crítica das ações e do trabalho realizado, estabelecendo relações entre teoria e prática; k. prestar assistência aos alunos e incentivá-los na sua formação profissional, através de atividades didáticas e científicas, contribuindo para a sua formação integral, mantendo um relacionamento amigável e de respeito;

88 l. informar ao estagiário de forma sistemática ou a qualquer tempo quando de situações irregulares, sobre seu desempenho de maneira que haja tempo hábil para recuperação dos atos falhos; m. avaliar continuamente, durante o processo de estágio os alunos de acordo com os critérios pré-estabelecidos no plano de ensino; n. contemplar na avaliação escrita, os aspectos do conhecimento teórico, desempenho profissional, habilidades técnicas e postura ética dos alunosestagiários; o. informar ao aluno, sua nota e seu desempenho, discutindo os critérios com o mesmo ao final de cada ciclo do estágio; p. seguir as normas da Instituição quanto a elaboração do plano de ensino, preenchimento e entrega do Diário de Classe e a Ata Final, dentro do prazo determinado pelo calendário acadêmico anual do CEULP/ULBRA. No caso de estágios com mais de um professor supervisor, estes deverão reunir-se periodicamente e realizar conjuntamente os procedimentos; r. entregar ao final de cada semestre para o coordenador de curso as fichas de avaliação contendo as notas de cada aluno. s. ausências ou atrasos do supervisor, deverão ser avisados a coordenação de curso e caso não sejam justificados ou autorizados, serão passíveis de penalidades, determinadas pelo regimento interno do CEULP/ULBRA. XII - DO SUPERVISOR LOCAL Art. 37º - O supervisor local será obrigatoriamente o responsável técnico vinculado ao local de estágio. Art. 38º - São atribuições do supervisor local: a. Elaborar junto à supervisão acadêmica o programa de estágio com as atividades a serem desenvolvidas pelos estagiários; b. Acompanhar e orientar o estagiário quanto a questões técnico-científicas, éticas e comportamentais; c. Reunir-se periodicamente com os supervisores acadêmicos de estágio; d. Comunicar ao supervisor acadêmico qualquer problema relacionado ao estágio; e. Acompanhar o estagiário registrando seu comportamento e freqüência; f. Encaminhar as fichas com os registros de frequência e comportamento ao supervisor acadêmico. XIV - DA RELAÇÃO ALUNO/SUPERVISOR

89 Art. 39º - O número de supervisores por aluno é definido no convênio estabelecido pelos locais de estágio de forma a garantir o bom aproveitamento do estagiário. No caso do estágio hospitalar a supervisão acadêmica é integral. Na dispensação, manipulação, alimentos e análises clínicas a supervisão acadêmica é parcial, porém com acompanhamento do supervisor local. XIII- DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Art. 40º - A avaliação das disciplinas de Estágio em Farmácia é um processo contínuo, portanto, o acadêmico será avaliado durante todo o período no qual se encontra em uma área de estágio; Art. 41º - A avaliação dos estágios será desenvolvida de acordo com o estabelecido no Plano de Ensino de cada estágio; Art. 42º - A nota dos estágios supervisionados em farmácia VI e VII obtida a partir da média aritmética simples de todos os campos frequentados pelo aluno será considerada como G1 e G2. Art. 43º - Para ser aprovado nas disciplinas de estágio, o acadêmico deverá atingir média igual ou superior a 6,0 (seis) e freqüência igual ou superior a 75% da carga horária total; Art. 44º - Por suas características, não haverá avaliação de substituição de grau para as disciplinas de estágio. Art. 45º - Casos omissos neste regulamento serão analisados pelo Conselho do Curso de Farmácia ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE FARMÁCIA DO CEULP/ULBRA Art. 1º. As atividades Complementares têm por finalidade oportunizar ao acadêmico a realização, concomitante às disciplinas do currículo, de atividades autônomas e flexíveis

90 centradas em temáticas da área de saúde, que representem instrumentos úteis e válidos para a formação e aprimoramento básico do futuro profissional Farmacêutico. Art. 2º.As Atividades Complementares do Curso de Farmácia do CEULP serão compostas de uma carga horária mínima de duzentos e dez (230) horas, a serem cumpridas por todos os acadêmicos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, não previstas na matriz curricular. Art. 3º. As atividades de ensino compreenderão as seguintes modalidades: I Assistência a disciplinas diversas das previstas na matriz curricular do Curso de Farmácia ou eletivas, excetuadas as obrigatórias; II Atuação em monitorias de ensino; III Desenvolvimento de estágios extracurriculares; IV - Assistência a defesas de: a) monografias finais de cursos da área e afins; b) dissertações de mestrado da área e afins; c) teses de doutorado da área e afins. V Desenvolvimento de cursos e palestras como ministrante. Art. 4º. As atividades de pesquisa compreenderão as seguintes modalidades: I Atuação em projetos de pesquisa e de iniciação científica, de forma remunerada ou voluntária; II Publicação de trabalhos científicos; Art. 5. As atividades de extensão compreenderão as seguintes modalidades: I - Atuação em projetos e programas de extensão; II Atuações em projetos voluntários (ações sociais); III Participação em eventos científicos ou não científicos, tais como seminários, simpósios, congressos, conferências e palestras ou outros cursos pertinentes e úteis à formação do farmacêutico; IV - Cursos de aperfeiçoamento, informática e/ou idioma; V- Participação em órgãos de Conselho (Conselho de Curso, DCE e CA). Art. 6º. No caso de atividades realizadas em áreas afins à farmácia, caberá ao Conselho de Curso avaliar e autorizar o registro da atividade e o cômputo da carga horária, considerando sua pertinência e utilidade à formação do acadêmico, que fixará, nestes casos específicos, o limite de horas a serem computadas

91 Art. 7º. O acadêmico não necessita realizar todas as atividades elencadas nos artigos anteriores, mas é obrigatória a participação de todos os acadêmicos em pelo menos duas modalidades de atividade, sendo de ensino, pesquisa e extensão. Art. 8º. O controle, o registro e o cômputo da carga horária das atividades complementares são realizados em formulário próprio, mediante a apresentação, pelo acadêmico, na Central de Atendimento, dos documentos comprobatórios das respectivas cargas horárias. O protocolo das atividades complementares é realizado apenas uma vez por semestre, em data divulgada no Calendário Acadêmico da IES. Art. 9º. A Coordenação é responsável por informar à Secretaria do CEULP/ULBRA o resultado final das atividades complementares, atestando em ata o cumprimento ou não da carga horária mínima de 230 horas. Art. 10. Todas as atividades complementares a carga horária curricular realizadas a partir do ingresso no Curso de Farmácia serão válidas desde que atendidas as disposições deste regulamento. Parágrafo Único. Quando o aluno ingressa através de transferência de outra instituição de ensino superior é possível aproveitar as Atividades Complementares desenvolvidas, cabendo ao Conselho de Curso analisar a pertinência ou não da atividade e atribuir-lhe carga horária. Art. 11. Casos omissos neste regulamento serão analisados pelo Conselho do Curso de Farmácia. Art. 12. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos competentes, revogando-se todas as demais disposições em contrário existentes sobre a matéria TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CURSO DE CURSO DO CEULP/ULBRA - FARMÁCIA TÍTULO I

92 DA FINALIDADE E OBJETIVOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Art. 1º. O presente regulamento tem como finalidade normatizar as atividades relacionadas com o Trabalho de Conclusão de Curso TCC, requisito indispensável para obtenção do título de Bacharel em Ciências Farmacêuticas. Art. 2º. O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - constitui-se numa atividade acadêmica de sistematização do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à área de atuação profissional, e mediante orientação e avaliação docente, cuja exigência é um requisito essencial e obrigatório para a integralização curricular. Parágrafo Único - Entende-se por atividades acadêmicas aquelas que articulam e interrelacionam os conteúdos das disciplinas estudadas com as experiências cotidianas, dentro e fora da instituição, para ratificar, retificar e/ou ampliar o campo de conhecimento. Art. 3º. No Curso de Farmácia, o TCC será desenvolvido por meio da disciplina TCC em Ciências Farmacêuticas, denominado Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. 1º O TCC será desenvolvido durante o decorrer do último semestre e deverá contemplar aspectos teóricos e metodológicos de forma a possibilitar ao acadêmico a elaboração, desenvolvimento, apresentação na forma escrita e oral a uma Banca examinadora para avaliação além de defesa pública. 2º O TCC obrigatoriamente deverá ser elaborado de forma individual. Art. 4º. A elaboração do TCC implicará em rigor metodológico e científico, organização e contribuição para a ciência, sistematização e aprofundamento do tema abordado, sem ultrapassar, contudo, o nível de graduação. São objetivos do TCC: I - possibilitar ao acadêmico a iniciação à pesquisa, dando-lhe condições para a publicação de artigos e trabalhos científicos; II - sistematizar o conhecimento adquirido no decorrer do curso; III - garantir a abordagem científica de temas relacionados à prática profissional, inserida na dinâmica da realidade local, regional e nacional;

93 IV - subsidiar o processo de ensino, contribuindo para a realimentação dos conteúdos programáticos das disciplinas integrantes do currículo. Art. 5º. O TCC do Curso de Farmácia pode ser desenvolvido em três (3) modalidades: I - Revisão bibliográfica: tais trabalhos objetivam a elaboração de monografias sobre temas diversos compilando dados recentes da literatura científica; como, por exemplo, através de revisão farmacológica de novos fármacos, manejo de pacientes e, monografias de plantas medicinais; II - Pesquisa de Campo: trabalhos desenvolvidos no âmbito da assistência farmacêutica, que visam analisar e discutir o uso racional de medicamentos ou aspectos gerais da Assistência Farmacêutica em diferentes níveis de atenção à saúde, individual ou coletiva no setor público ou privado; III - Experimentos Laboratoriais: em geral os TCC práticos estão concentrados nas áreas de análise farmacêutica, bioquímica, fisiologia, farmacognosia, farmacologia, microbiologia, parasitologia, imunologia, biologia molecular e tecnologia farmacêutica. Esses trabalhos podem ser realizados nos Laboratórios do Complexo Laboratorial, Laboratório Escola, bem como em outras Instituições de Pesquisa e Pós-graduação através de convênios, desde que seja orientado por professor do CEULP/ULBRA. TÍTULO II DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 6º. O Coordenador do Curso de Farmácia indicará professor, dentre aqueles pertencentes ao corpo docente do Curso de Farmácia, que será responsável pela Coordenação do Trabalho Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas. Art 7. Compete ao Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas: I proporcionar, com o auxílio de professores orientadores, orientação metodológica e acompanhamento aos estudantes matriculados na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas; II publicar a relação de professores orientadores com as respectivas disponibilidades de orientação, bem como as linhas de pesquisa ou área de interesse;

94 III convocar, sempre que necessário, reuniões com os professores orientadores e estudantes matriculados na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas; IV Indicar professores orientadores para os estudantes que não os tiverem; V elaborar, semestralmente, o calendário das atividades relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas, que deverá ser publicado na primeira reunião do semestre letivo; VI atender os estudantes matriculados na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas; VII encaminhar aos professores orientadores as fichas de acompanhamento da atividade de orientação; VIII designar e publicar os membros das bancas examinadoras bem como o local e data das defesas; IX receber os Trabalhos de Conclusão de Curso e encaminhá-los aos membros participantes das bancas examinadoras. X designar comissão especial de sindicância para casos de fraude no Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas, composta por três professores orientadores; XI - arquivar os documentos referentes ao TCC; XII - encaminhar a Secretaria Geral, no final do período letivo, os resultados das avaliações do TCC; XIII tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste Regulamento. TÍTULO III DOS ORIENTADORES, BANCA EXAMINADORA E ORIENTANDOS CAPÍTULO I DOS ORIENTADORES Art. 8º. A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento didáticopedagógico, será de responsabilidade dos docentes do Curso de Farmácia e áreas relacionadas (devidamente cadastrados) do CEULP/ULBRA, preferencialmente

95 componentes da lista de Professores Orientadores e com titulação mínima de especialização. Parágrafo Único - O Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas é atividade de natureza acadêmica e pressupõe a alocação de tempo de ensino dos professores à atividade de orientação, sendo como tal remunerados na forma fixada pela Direção Geral e pelo Regimento Geral do CEULP/ULBRA. Art. 9º. Cabe ao acadêmico escolher o professor orientador de TCC, devendo, para esse efeito, realizar o convite e informar através do termo de compromisso do orientador, no ato da matrícula na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas; Parágrafo Único - Ao assinar o termo de compromisso de orientação, o professor está aceitando a orientação do aluno, bem como o aluno está aceitando as condições de orientação impostas por este Regulamento. Art. 10. Na situação em que o aluno não encontre um professor que se disponha a assumir a sua orientação deve procurar a Coordenação de TCC, a fim de que lhe indique um orientador dentre aqueles presentes na lista de orientadores. Parágrafo Único. Cada professor poderá orientar no máximo cinco (05) alunos por semestre, levando-se em consideração a ordem de procura. O vínculo será estabelecido a partir da aceitação do professor através de sua assinatura em Termo de Compromisso. Art. 11. A substituição de orientador é permitida somente quando outro docente assumir formalmente a orientação, mediante aquiescência expressa do professor substituído, sendo a decisão definitiva de competência da Coordenação do TCC. Art. 12. O Professor Orientador tem, entre outros, os seguintes deveres específicos: I freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de TCC; II atender seus alunos orientandos, no CEULP/ULBRA, em horário previamente fixado;

96 III elaborar, em conjunto com o estudante, um cronograma de encontros e tarefas específicas para desenvolvimento da pesquisa; IV auxiliar o estudante na elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas acerca do conteúdo e quanto às normas da ABNT; V revisar o trabalho, recomendando as correções e complementações necessárias; VI preencher a ficha de acompanhamento de orientação e entregá-las ao coordenador de TCC; VII comunicar, por escrito, ao Coordenador do TCC os casos de alunos que não compareçam nas reuniões de orientação ou que não cumpram as tarefas atribuídas e prazos; VIII- agendar em conjunto com a banca examinadora o dia, local e horário do exame de qualificação e informar por escrito ao coordenador do TCC; IX - emitir parecer de admissibilidade para defesa pública, juntamente com os membros demais membros da banca examinadora; X informar ao orientando sobre o parecer de admissibilidade com no mínimo 72 horas de antecedência da data estabelecida para a defesa; XI compor as Bancas Examinadoras da qualificação e defesa dos seus orientandos, exercendo a Presidência; XII assinar, juntamente com os demais membros das bancas examinadoras, as atas finais das sessões de qualificação e defesa; XIII acompanhar o processo de correção do trabalho após a qualificação e defesa; XIV cumprir este Regulamento. Art. 13. A responsabilidade pela elaboração do TCC, tanto no conteúdo quanto nas normas, é integralmente do estudante, o que não exime o Professor Orientador de desempenhar adequadamente, dentro das normas definidas neste Regulamento, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação. CAPÍTULO II DA BANCA EXAMINADORA

97 Art. 14. A banca examinadora será composta pelo Professor Orientador, que a preside, por 01 (um) membro indicado pela Coordenação de TCC, e outro convidado pelo aluno e pelo professor orientador, desde que seja de área afim ao tema do trabalho; 1º - A Coordenação do TCC indicará o prazo máximo para que o aluno informe o professor convidado, mediante assinatura do Termo de Compromisso. 2º - Caso o aluno deixe de indicar professor convidado, a Coordenação indicará outro professor do Curso de Farmácia da Instituição para compor a banca. 3º - Constituem membros da banca examinadora indicados pela Coordenação do TCC e convidados os professores do curso de Farmácia e de áreas afins ao tema do trabalho vinculados ao CEULP/ULBRA. Art. 15. A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com a presença do Presidente (professor orientador) e os 2 (dois) membros. 1º - No caso de não comparecimento por justa causa de qualquer um dos membros da banca, devidamente justificada para o coordenador de TCC, a banca deverá ser remarcada em um prazo máximo de 5 (cinco) dias após a data estabelecida. 2º - O professor orientador conduzirá os trabalhos da banca, porém não poderá apresentar questionamentos nem elogios ao orientando ao longo da apresentação e defesa. Art. 16. Será mantida, sempre que possível, a equidade no número de indicações de cada professor para compor as bancas examinadoras, procurando ainda, evitar-se a designação de qualquer docente para um número superior a 10 (dez) bancas examinadoras por semestre. Art. 17. Os membros da banca, com exceção do orientador têm, entre outros, os seguintes deveres específicos: I informar-se sobre as normas e os instrumentos de avaliação estabelecidos; II- agendar em conjunto com o orientador e acadêmico o local e horário do exame de qualificação; III compor as Bancas Examinadoras da qualificação e defesa, executando a avaliação do trabalho; IV revisar o trabalho, recomendando as correções e complementações necessárias;

98 V questionar ao acadêmico, aspectos relacionados tanto a apresentação quanto ao trabalho escrito, bem como assuntos relacionados ao tema do trabalho; VI - emitir parecer de admissibilidade para defesa pública, juntamente com o orientador; VII preencher as fichas de avaliação do exame de qualificação, o registro da correção do exame de qualificação e da defesa; VII assinar as atas finais das sessões de qualificação e defesa; IX cumprir este Regulamento. CAPÍTULO III DOS ORIENTANDOS Art. 18. Considera-se orientando o acadêmico regularmente matriculado na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas do Curso de Graduação em Ciências Farmacêuticas do CEULP/ULBRA. Art. 19. Os acadêmicos em fase de realização do TCC têm, entre outros, os seguintes deveres específicos: I freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de TCC e pelo seu Orientador; II manter contatos semanais com o Professor Orientador para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas; III cumprir o calendário divulgado pela Coordenação de TCC para entrega das versões parciais e versão final do Trabalho de Conclusão de Curso em Ciências Farmacêuticas; IV firmar com o orientador a ficha de acompanhamento de orientação das versões parciais; V desenvolver as atividades relacionadas à elaboração do TCC de acordo com o presente Regulamento, as instruções de seu Professor Orientador e da Coordenação de TCC; VI utilizar fontes fidedignas para o desenvolvimento do TCC; VII submeter seu trabalho à revisão do orientador, tantas vezes quantas necessárias, assim como providenciar as modificações e acréscimos recomendados; VIII - elaborar as versões parciais e a versão final de acordo com as normas da ABNT;

99 IX entregar ao orientador mensalmente, versões parciais, as quais devem conter o conteúdo pesquisado no período respectivo com no máximo 48 horas de antecedência dos prazos previamente definidos para a entrega pelo coordenador do TCC. X- entregar à Coordenação de TCC, 3 (três) cópias de seu Trabalho de Conclusão de Curso para a qualificação e 3 (três) cópias para a defesa, devidamente assinadas pelo orientador, acompanhadas de 1 CD contendo o TCC em formato digital bem como todos os documentos digitais acessados para a elaboração do trabalho e a carta de encaminhamento para a banca examinadora; XI comparecer em dia, hora e local determinados pelo orientador na qualificação e desenvolver as correções solicitadas em conjunto com o professor orientador; XII informar-se junto ao professor orientador sobre o parecer de admissibilidade; XIII apresentar e defender oralmente o TCC de forma pública, perante a banca examinadora, a menos que o parecer emitido pelo orientador e banca examinadora seja desfavorável; XIV assinar as atas finais das sessões de qualificação e defesa; XV- corrigir o trabalho após a qualificação e a defesa juntamente com o professor orientador; XVI entregar a versão final impressa e encadernada acompanhada de 1 (um) CD contendo os documentos digitais empregados na elaboração, bem como o TCC no formato digital (Word ou PDF); XVII cumprir os prazos estabelecidos pelo orientador e coordenador do TCC; XVIII cumprir este Regulamento. Parágrafo único. O não cumprimento do disposto em qualquer um dos itens deste regulamento, a qualquer tempo, autoriza o professor a solicitar o desligamento dos encargos de orientação, através de comunicação escrita e motivada à Coordenação de TCC. TÍTULO IV DO DESENVOLVIMENTO E DA DEFESA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS CAPÍTULO I DAS VERSÕES PARCIAIS

100 Art. 20. A primeira e a segunda versão parcial devem ser entregues ao orientador mensalmente, com no máximo 48 horas de antecedência das datas estabelecidas de entrega pelo coordenador de TCC. 1º - A primeira versão parcial será constituída do registro de orientações e desenvolvimento do referencial teórico; a segunda versão parcial, do registro de orientações e desenvolvimento dos elementos textuais conforme estabelecido no Art 28. Art. 21. A terceira versão deve ser entregue pelo acadêmico na Secretaria da Coordenação na data estabelecida pelo coordenador de TCC, sendo apenas o registro de orientações desta etapa entregue pelo orientador ao coordenador de TCC. 1º - A terceira versão parcial será constituída de 3 (três) cópias do TCC para o exame de qualificação, acompanhadas de 2 CDs contendo todos os arquivos digitais utilizados como referência. Artigo 22. O não cumprimento por parte do orientando das disposições previstas nos artigos 20 e 21, autoriza o professor a solicitar o seu desligamento dos encargos de orientação, mediante comunicação escrita e motivada à Coordenação de TCC. CAPÍTULO II DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO Art. 23. O exame de qualificação será realizado com no máximo 1 (um) mês de antecedência da data prevista para a defesa e agendada pelo orientador mediante a entrega de documento específico. Parágrafo Único O exame de qualificação não será aberto ao público e a avaliação será exclusivamente do trabalho escrito

101 Art. 24. A versão para a qualificação deve ser elaborada e entregue, em 3 (três) vias, ao coordenador de TCC com no máximo 07 dias de antecedência da data agendada para o exame de qualificação. Art. 25. A avaliação será desenvolvida pela mesma banca examinadora estabelecida para a defesa e de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo documento específico, tendo como nota máxima 3,0 (três) pontos obtidos a partir da média aritmética simples das notas atribuídas por cada um dos membros avaliadores. Art. 26. O registro das correções da qualificação deve ser realizado e entregue ao coordenador de TCC, juntamente com a ficha de avaliação do exame de qualificação. Art. 27. O exame de qualificação terá a duração de no máximo 45 minutos sendo 15 minutos para cada um dos membros da banca, incluindo o orientador. Art. 28. A norma do trabalho a ser avaliado no exame de qualificação compõe-se de: I- na sua estrutura formal o trabalho deverá ser elaborado segundo os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação, e à padronização estabelecida pela Coordenação do TCC, no que forem a elas aplicáveis; II no seu conteúdo, se faz necessária a vinculação direta do tema com uma das linhas do conhecimento na área das Ciências Farmacêuticas; III seu caráter de idoneidade e de autenticidade. IV referentes aos elementos textuais o mínimo permitido é de 20 (vinte) laudas, e o máximo de 40 (quarenta) laudas para trabalhos de revisão bibliográfica e para pesquisas de campo e experimentos laboratoriais o mínimo permitido é de 30 (trinta), e o máximo de 50 (cinquenta) laudas. Parágrafo único. Os casos que não atenderem a estes critérios estarão sujeitos à aplicação das sanções disciplinares regimentais. Art. 29. A estrutura do trabalho a ser avaliado no exame de qualificação compõe-se de: I ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

102 a) capa padronizada; b) folha de rosto; c) errata; d) folha de aprovação; e) dedicatória (opcional); f) agradecimento (opcional); g) epígrafe (opcional); h) resumo seguido das palavras-chave; i) listas; j) sumário. II- ELEMENTOS TEXTUAIS Revisão Bibliográfica a) introdução; b) objetivos; c) metodologia; d) referencial teórico; f) considerações finais. Pesquisas de campo e Experimentos laboratoriais a) introdução; b) objetivos; c) referencial teórico; d) metodologia; e) resultados e discussão f) considerações finais III- ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS a) referências bibliográficas;

103 b) glossário (elemento condicionado à necessidade); c) apêndice (elemento condicionado à necessidade); d) anexos (elemento condicionado à necessidade). Art. 30. As cópias da versão para o exame de qualificação devem ser encaminhadas às bancas examinadoras com vistas à apresentação formal, devidamente encadernadas em espiral, além de preencherem os seguintes requisitos: I - digitadas ou impressas, em espaço um e meio (1,5), em papel branco tamanho A4 (21 cm x 29,7), tipo de letra Times New Roman ou Arial, tamanho 12 (doze), conforme regras da ABNT; II - as margens deverão ter as seguintes medidas: a esquerda 3 cm; superior 3 cm; direita 2 cm e a inferior 2 cm. Parágrafo Único. O aluno deverá entregar também a versão digital do trabalho e os arquivos dos documentos digitais empregados na elaboração do trabalho. CAPÍTULO III DA DEFESA Art.31. As defesas serão realizadas nas datas divulgadas pelo coordenador de TCC e afixados no mural da coordenação do curso. Parágrafo Único. As sessões de defesa dos trabalhos são públicas, não sendo permitido aos membros das bancas examinadoras tornarem públicos os conteúdos dos mesmos antes de sua apresentação. Art. 32. Tanto as normas quanto a estrutura da versão para a defesa obedecerão aos mesmos padrões estabelecidos para a versão apresentada no exame de qualificação e que se encontram descritos nos artigos 26, 27 e 28. Art. 33. A versão para a defesa deve ser elaborada e entregue, em 3 (três) vias, ao coordenador de TCC na data previamente estabelecida por este, independentemente da data da defesa

104 Parágrafo Único - Quando o TCC for entregue com atraso, a relevância do motivo será avaliada pelo Coordenador de TCC. Art. 34. Ao término da data limite para a entrega das cópias dos Trabalhos de Conclusão de Curso, a Coordenação de TCC, afixará no mural da coordenação de curso a composição das bancas examinadoras, os horários e as salas destinadas às suas apresentações. Art. 35. A avaliação será desenvolvida pela mesma banca examinadora estabelecida para o exame de qualificação e de acordo com os parâmetros estabelecidos, tendo como nota máxima 4,0 (quatro) pontos obtidos a partir da média aritmética simples das notas atribuídas por cada um dos membros avaliadores, correspondentes a defesa oral e ao trabalho escrito. Art. 36. Na realização da banca, o estudante terá até 20 (vinte) minutos, para sua apresentação oral e cada um dos membros avaliadores da banca até 15 (quinze) minutos para a argüição do aluno. 1º - Após a exposição oral do TCC, o uso da palavra será retomado pelo Presidente da Banca que o concederá ao membro convidado para as suas considerações e argüições ao examinando. Em seguida concedê-lo-á ao professor indicado, e por fim, o presidente retomará a palavra para encerrar a fase de apresentação oral. 2º - Poderá o Presidente da Banca Examinadora cassar a palavra do membro da Banca que a utilizar inadequadamente ou com excesso de tempo no momento da argüição. 3º - Esgotada a etapa das argüições passar-se-á à avaliação do examinando, em sessão secreta. 4º - Reabertos os trabalhos, será divulgado ao examinando o resultado final da avaliação, sendo facultado o uso da palavra aos membros da banca e ao examinando para considerações finais

105 5º - Encerrados os trabalhos, o presidente da banca examinadora preencherá em duas vias a ata com o resultado final, que será assinada pelos demais membros. Art. 37. O aluno que não entregar o trabalho, ou que não comparecer para a sua apresentação formal sem motivo justificado na forma da legislação em vigor, estará automaticamente reprovado na disciplina com o grau obtido até o momento (máximo 3,0 pontos). Art. 38. A ata da defesa, assinada pelos membros da banca examinadora, não poderá ter rasuras e deve ser entregue pelo Presidente da Banca Examinadora à Coordenação de TCC. 1º - Em caso de reprovação após a defesa, além da ata e ficha de defesa, deverão ser entregues ao coordenador de TCC as 3 (três) cópias do trabalho contendo as correções dos membros da banca examinadora, que ficarão arquivadas na coordenação do curso. 2º - Depois de efetuadas as correções confirmadas pela assinatura de todos os membros da banca examinadora, o trabalho deverá ser encadernado em capa dura, azul escuro com letras douradas e entregue ao coordenador de TCC, obedecendo às datas determinadas juntamente com uma cópia em CD-R incluindo os documentos digitais empregados na elaboração do trabalho. CAPITULO IV DOS RECURSOS REFERENTES AO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Art. 39. No caso de inconformidade, o aluno terá o prazo de 05 (cinco) dias úteis a contar da decisão para contestá-la, endereçando o pedido escrito à Coordenação de TCC, devidamente fundamentada e juntando documentos quando for o caso. 1º - O Coordenador do TCC designará três professores, para conhecer e julgar os recursos interpostos contra as decisões da Banca Examinadora;

106 2º. O recurso deverá conter os seguintes requisitos: I nome e qualificação do recorrente; II a exposição do fato e do direito; III o pedido de nova decisão; 3º. O julgamento proferido pelos professores designados substituirá a decisão recorrida no que tiver sido objeto de recurso. 4º. Em caso de deferimento do recurso impetrado, será designada nova banca examinadora, no prazo de até 10 (dez) dias após a decisão de deferimento. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 40. Quando a versão para o exame de qualificação e/ou defesa for entregue com atraso, o estudante deverá justificar o atraso à Coordenação de TCC mediante requerimento protocolado na Central de Atendimento. Parágrafo Único - Não sendo a justificativa, dentre aquelas previstas no regimento do Centro Universitário Luterano de Palmas, a Coordenação de TCC informará o atraso à banca examinadora, que considerará tal aspecto na avaliação, em 1,0 (um) ponto na qualificação e 1,0 (um) ponto na defesa. Art. 41. O professor seja ele o orientador ou membro da banca examinadora, que entender não ser adequado emitir parecer de admissibilidade para a defesa, poderá não fazê-lo, justificando para a Coordenação de TCC, por escrito. Art. 42. Caso, em qualquer momento do processo de elaboração, apresentação ou defesa do Trabalho de Conclusão de Curso, for cogitado pelo professor orientador ou pela banca examinadora a existência de plágio, fraude ou comercialização do respectivo trabalho, será o acadêmico comunicado, reservadamente, constituindo-se imediatamente uma Comissão Especial de Sindicância, composta por três professores, na qual será

107 assegurada ampla defesa do estudante no prazo de 05 (cinco) dias, e, sendo os fatos comprovados, implicará na reprovação imediata e, em caráter definitivo, na disciplina de TCC em Ciências Farmacêuticas. Art. 43. Ao estudante matriculado na disciplina, cujo trabalho tenha sido reprovado, só será permitido a apresentação do mesmo trabalho no semestre posterior, caso os problemas que ocasionaram a reprovação forem sanados. Art. 44. Os trabalhos aprovados poderão ser utilizados pelos professores do curso, com objetivo didático-pedagógico e científico, ressalvados os direitos autorais. Parágrafo único. Os trabalhos poderão ficar arquivados na biblioteca ou na coordenação do curso, conforme a disponibilidade de espaço e critérios da própria coordenação, ou ainda serem depositados na biblioteca mediante via digitalizada em CD- ROM. Art. 45. Os trabalhos poderão ser apresentados em eventos, publicados em revista e/ou em sistema eletrônico. Art. 46. Estará impedido de ser orientador, convidado ou professor indicado pelo Curso de Farmácia, o cônjuge ou parente do aluno em até 3º grau, a qualquer título. Art. 47. As situações que não estejam previstas neste Regulamento serão analisadas e decididas pela Coordenação de TCC em conjunto com a Coordenação do Curso de Farmácia. Art. 48. Este Regulamento entra em vigor no segundo semestre de

108 5.7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM O processo de avaliação da aprendizagem é parte integrante do processo de ensino e obedece às normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), conforme Resolução Nº 363, de 21 de Julho de 2010, cujo texto determina: Art. 1º. A avaliação constitui processo contínuo, sistemático e cumulativo. Art. 2. A aprendizagem do aluno, nas disciplinas regulares constantes no currículo, será avaliada ao longo do semestre letivo e será expressa, para fins de registro acadêmico, em dois graus, a saber: Grau Um (G1) relativo aos saberes elaborados no primeiro bimestre letivo, que o habilitem a aplicar e construir ou reconstruir conhecimentos, metodologias e processos. Grau Dois (G2) relativo à totalidade dos saberes elaborados ao longo do semestre e ao desenvolvimento de competências que o habilitem a utilizar, criativamente, as aprendizagens propostas pela disciplina. Parágrafo 1 - O grau final do semestre nessas disciplinas regulares resulta da média ponderada entre o G1, com peso um, e o G2, com peso dois; Parágrafo 2 - A composição do G1 e do G2 deverá ser na forma de prova individual e trabalhos diversos durante o bimestre. A pontuação dos trabalhos será de até 4,0 (quatro) pontos e a da prova a diferença necessária para complementar 10 (dez) pontos. Art. 3. A avaliação da aprendizagem nas Práticas de Ensino, Estágios e Trabalhos de Conclusão do Curso (TCC) segue o disposto nos respectivos regulamentos dos cursos. Parágrafo Único - Nas disciplinas de características similares, devidamente identificadas na forma regimental, aplica-se a sistemática definida no Art. 2º e 1º

109 Art. 4. As atividades complementares realizadas para cumprir requisito curricular serão registradas em documento próprio, desde que atendam às normas do Centro Universitário. Art. 5. A descrição dos procedimentos e instrumentos de avaliação da aprendizagem, tais como testes, provas e outros trabalhos, constará no Plano de Ensino da Disciplina referendado pelo Conselho do Curso, que estará à disposição dos alunos ao iniciar-se semestre letivo. Art. 6. A avaliação da aprendizagem é expressa numericamente numa escala de zero (0) a dez (10). Art. 7. É considerado aprovado o aluno que, tendo 75% de freqüência na disciplina, alcançar na média ponderada entre os dois graus, G1 e G2, nota igual ou superior a seis (6,0). Art. 8. Qualquer aluno, independente da média alcançada, tem direito a realizar a prova de substituição de grau. Parágrafo 1 - O aluno deverá indicar ao professor, antes realização da prova em caráter definitivo, o grau que deseja substituir. Parágrafo 2 - O grau obtido nesta avaliação cumulativa substituirá, obrigatoriamente, o grau correspondente. Parágrafo 3 - O grau da substituição cumulativa terá peso correspondente ao do substituído para fins de cálculo da média. Art. 9. O aluno impedido de comparecer a uma das avaliações tem direito a substituição cumulativa, cujo resultado suprirá o grau deixado em aberto, com o peso que lhe corresponde, no cálculo da media ponderada do semestre. Art. 10. É considerado reprovado na disciplina o aluno que, ao concluir o semestre letivo: a) não obteve, na média dos graus, inclusive aquele obtido na prova de substituição, nota igual ou superior a 6,0 (seis), mesmo que tenha 75% de freqüência na disciplina; b) deixou de realizar o G1 e o G2 no semestre, não dispondo de amparo legal

110 para justificar ausência; c) não obteve, no mínimo, 75% de freqüência na disciplina, independente da nota obtida, salvo nos casos que se enquadram na legislação específica (Decreto-Lei n 1.044/69 Reed. Parecer CEB n 6/98). Art. 11. Os resultados das avaliações são comunicados pelo professor em sala de aula, bem como eletronicamente por meio do sistema do auto-atendimento. Art. 12. O aluno que discordar do resultado da avaliação poderá solicitar revisão com exposição de motivos na Central de Atendimento ao Aluno, em documento endereçado ao professor, com cópia ao Coordenador do Curso, no prazo de 5 (cinco) dias letivos após a divulgação da nota. Parágrafo Único: Caso não seja atendido pelo professor ou não concorde com a solução recebida, poderá encaminhar pedido de reconsideração ao Coordenador do Curso, por escrito, junto à Central de Atendimento ao Aluno do Centro Universitário, no prazo máximo de 5 (cinco) dias letivos, contado a partir da data da resposta da revisão solicitada ao professor. Art. 13. A presente resolução, após sua aprovação, passa a vigorar a partir do semestre letivo de 2010/2, revogando-se as disposições em contrário COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO O acompanhamento das avaliações em períodos específicos, G1 e G2, permitirá que o Curso, reunido em Conselho, verifique o desenvolvimento de seus alunos em diferentes disciplinas, bem como a análise da metodologia aplicada pelos professores. Desta forma, é possível verificar questões relacionadas à interdisciplinaridade, às competências e habilidades necessárias em dado nível, bem como ao desempenho geral do aluno e do professor. As disciplinas que necessitarem, devido as suas características, de diferentes formatos de avaliação, terão tais propostas discutidas em Conselho de Curso para posteriormente serem aplicados em sala de aula, devidamente documentadas nos Planos de Ensino no início do semestre. Fica facultado, assim, ao Curso o estabelecimento de formas de avaliação diferenciadas para as disciplinas que se julgar necessárias, devendo, entretanto seguir o caráter contínuo, sistemático e cumulativo definido para o processo de avaliação

111 da Instituição. Assim, será possível ao Curso ter diferencial nas avaliações de disciplinas teórico/práticas e práticas SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO A proposta de Avaliação do CEULP baseia-se na concepção da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior CONAES/SINAES, e visa a um triplo objetivo. Primeiro, o aperfeiçoamento da qualidade acadêmica; segundo, a melhoria da gestão universitária, gerando dados e diagnósticos confiáveis; e, enfim, a contribuição com a sociedade através da formação de indivíduos criticamente preparados para intervir no processo social, político e econômico da comunidade. O processo de autoavaliação da instituição promove também a autoavaliação dos cursos, que tem como objetivo estimular a reflexão sobre os projetos pedagógicos, desde as questões relativas à interdisciplinaridade e organização curricular até melhorias nas metodologias e sistemas avaliativos das disciplinas. Este processo é contínuo, de permanente interação, visando ao aperfeiçoamento e melhorias no âmbito institucional como um todo. O atual processo de autoavaliação teve seu início com a formalização da Comissão Própria de Avaliação (CPA), prevista no Art. 11 da Lei n , de 14 de abril de O CEULP orientando-se pela portaria nº127 de 28 de maio de 2004, legislação em questão, instituiu sua CPA, com vistas não somente a atender ao exigido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas, principalmente, com o objetivo de consolidar a Avaliação Institucional já praticada nesta Instituição desde A avaliação institucional, realizada pela CPA, tem a participação de todas as instâncias e segmentos da comunidade do CEULP, considerando as diferentes dimensões de ensino, pesquisa, extensão e gestão. Ao final desta etapa, elabora-se o relatório das atividades ou autoavaliação. A CPA é quem elabora esse relatório final, que integra todos os resultados da avaliação (interna e externa), indicando as deficiências acadêmicas ou institucionais e propondo, juntamente com a participação dos professores e alunos dos cursos, bem como dos dirigentes da instituição, medidas de superação. A partir da análise dos dados, a CPA realiza reuniões sistemáticas com os dirigentes da IES, os docentes e os discentes. Tais reuniões tem como propósito a análise e reflexão dos resultados: da avaliação institucional, das avaliações dos cursos e do ENADE. Estes instrumentos apresentam uma variedade de informações sobre os cursos, as quais são

112 consideradas no processo de análise e incorporação dos resultados no planejamento da gestão acadêmico-administrativa AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO O resultado do ENADE, um dos procedimentos de avaliação do SINAES, analisado pela coordenação do curso, NDE e o conselho do curso, foi especialmente preponderante na definição de algumas ações do curso para os anos de 2012 e 2013, a saber: Reuniões sistemáticas para reflexão sobre a organização didático-pedagógica, especialmente no que tange a reavaliação dos planos de ensino (de forma a intensificar o processo de interdisciplinaridade) e no planejamento de turmas a partir da definição de eixos temáticos. Reuniões mais constantes do Núcleo Docente Estruturante (NDE) com o objetivo de refletir sobre o Projeto Pedagógico do Curso, especialmente no que se refere ao tripé ensino-pesquisa-extensão, de forma a tornar tal processo mais presente na definição da estrutura e nos conteúdos curriculares. Atualização das bibliografias básicas e complementares a partir da aquisição de novo livros e das discussões realizadas nas reuniões do colegiado e do NDE. Aumento da qualificação docente, no que tange à titulação, a partir da contratação de doutores para ministrar disciplinas específicas do curso e para orientar projetos científicos. Intensificação dos processos de seleção de monitoria para as disciplinas teóricas e práticas contribuindo com a melhoria no ensino. O direcionamento das atividades dos monitores é realizado a partir de reuniões da coordenação do curso e professores envolvidos com o grupo de monitores. Reuniões bimestrais do Colegiado do Curso, em datas que coincidem com o término das avaliações de Grau 1 e Grau 2, garantindo o acompanhamento do desempenho dos alunos. Avaliação dos estágios mediante reuniões da coordenação do curso e dos acadêmicos com os respectivos supervisores, no início e término do semestre. Aquisição de novos equipamentos e materiais para os laboratórios de Bioquímica/Imunoquímica, Hematologia/Líquidos Corporais, Microbiologia, Parasitologia, Farmacognosia, Homeopatia, Farmacotécnica e Farmacognosia proporcionando a inserção de novas aulas práticas

113 Reflexões sobre o resultado dos processos de avaliação do curso e/ou da IES a partir da interação entre a Comissão Própria de Avaliação (CPA) e os professores e alunos do curso ATENDIMENTO AO DISCENTE ORGANIZAÇÃO DO CONTROLE ACADÊMICO A organização acadêmico-administrativa dos cursos de graduação do CEULP e oferecem atendimento nos 03 (três) turnos: A Secretaria Geral é o setor responsável pela documentação, registro e acompanhamento da vida acadêmica do estudante, bem como pela emissão de documentos para o acadêmico, desde o seu ingresso até a sua formatura. Possui, ainda, a incumbência de dar suporte aos coordenadores quanto aos procedimentos e preparativos para as matrículas, ao cadastramento dos candidatos para o processo seletivo, cadastros de turmas etc. Possui 09 (nove) funcionários e dispõe de 07 computadores e 03 impressoras. A Central de Atendimento ao Acadêmico: é o setor no qual os acadêmicos protocolam os seus requerimentos (documentos, reingresso, documentação de transferência, solicitação de colação de grau etc.) e obtêm as respostas a estes requerimentos. Possui 07 (sete) funcionários e dispõe de 05 guichês de atendimento com computadores, 02 computadores para trabalhos internos e 03 impressoras. Na instituição, os alunos podem acessar o Portal da IES (www.ulbra-to.br) nos Labins e, caso precisem imprimir alguma documentação, podem usar o Autoatendimento, que consiste em um espaço ao lado da Central de Atendimento ao Acadêmico, no qual são oferecidos 06 (seis) computadores e 02 (duas) impressoras APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS O CEULP estimula os cursos a promoverem congressos, seminários, simpósios, dentre outros, que propiciem a participação dos alunos seja como organizadores, seja como apresentadores de trabalhos. Dois exemplos disso são o Congresso Científico do CEULP que acontece desde 1999 e a Jornada de Iniciação Científica que ocorre anualmente

114 desde 2001 e os eventos específicos do Curso como a Jornada de Biomedicina e Farmácia e Semana Farmacêutica (evento organizado em parceria com o Conselho Regional de Farmácia) APOIO PSICOPEDAGÓGICO O CEULP possui um Núcleo de Atendimento Educacional Especializado, que é estruturado em três eixos: atenção aos alunos com deficiência, conceituados como aqueles com impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; atenção aos alunos com transtornos globais de desenvolvimento; atenção aos alunos com dificuldades particulares no processo ensino-aprendizagem. De forma geral, nestes três eixos, busca-se oferecer um acompanhamento dos alunos em sua vida acadêmica desde o processo seletivo até a conclusão do curso; promover a conscientização de alunos e funcionários de seus direitos e deveres junto a instituição e reconhecer potenciais deficiências e/ou necessidades que não tenham se apresentado como tal em algum momento de sua vida acadêmica, mas que necessitem do devido acompanhamento. Também se busca detectar problemas recorrentes no processo ensino-aprendizagem, tais como dificuldades de expressão oral e escrita; dificuldades de comunicação; frustrações etc, bem como auxiliar o corpo docente da instituição no que se refere ao cuidado e atenção com os alunos e as necessidades decorrentes de seus impedimentos. Para isso, trabalha-se com a coordenação de grupos de apoio, tais como intérpretes, cuidadores etc e a estruturação de material de apoio aos alunos que enfrentam dificuldades específicas no processo ensino-aprendizagem, aliados à organização de workshops, cursos e eventos que se fizerem necessários para apoio a todos os agentes envolvidos no processo: discentes, docentes, corpo técnico-administrativo. Por fim, este núcleo preocupa-se em realizar os requerimentos e encaminhamentos que se fizerem necessários aos demais atores envolvidos no processo como um todo, como clínica-escola e atendimento especializado no serviço público de saúde e de assistência social MECANISMOS DE NIVELAMENTO Laboratórios de Produção de Conhecimento O CEULP oferece apoio ao acadêmico em disciplinas que servem de base para a produção do conhecimento necessário ao seu desenvolvimento técnico-científico. Este apoio, além

115 de proporcionar oportunidade de nivelamento também oferece condições para o aprimoramento pessoal e profissional nas áreas trabalhadas: comunicação e expressão, matemática e instrumentalização científica. O laboratório de produção de conhecimento está localizado na sala 409, do prédio 4. As atividades são distribuídas nos laboratórios descritos a seguir. Laboratório de Leitura e Produção Textual O Laboratório de Leitura e Produção Textual é um importante suporte pedagógico para o nivelamento dos acadêmicos do CEULP. Nele, o CEULP disponibiliza professores para atenderem a alunos de todos os cursos, gratuitamente, com a intenção de tornar os discentes aptos a lerem, compreenderem e produzirem textos adequadamente e com desenvoltura. Assim, espera-se que eles concluam o terceiro grau com a consciência de que comunicar, ou seja, falar, compreender e produzir texto de forma adequada é fundamental para obter sucesso em todas as áreas do conhecimento. Este projeto tem como público-alvo prioritário os discentes que apresentam dificuldades mais sérias em termos de leitura, compreensão, interpretação e produção de textos orais e escritos. Duas professoras do Curso de Letras têm atendido em horários distintos para atingirem maior quantidade de interessados. Além delas, geralmente monitores, que são selecionados a partir de edital interno, colaboram com os colegas. Objetivos Geral Desenvolver habilidades de leitura, compreensão, interpretação e produção textual a fim de aperfeiçoar a comunicação oral e escrita. Específicos ler, compreender e interpretar textos de distintos gêneros; reconhecer desvios gramaticais e problemas de coesão e coerência no próprio texto; desenvolver habilidade de correção e refacção do próprio texto; compreender e interpretar adequadamente textos de diferentes gêneros, especialmente os argumentativos; identificar os principais gêneros textuais que circulam na realidade, especialmente os que são trabalhados nas disciplinas dos distintos cursos. Espera-se do acadêmico que frequenta o Laboratório com certa regularidade:

116 melhorar a estruturação de parágrafo, resumo, retextualização, paráfrase e demais textos propostos; produzir pequenos textos com adequação; participar efetivamente das aulas e melhorar as notas, especialmente da disciplina de Comunicação e Expressão; aperfeiçoar a habilidade de compreensão e interpretação de texto; obter resultados positivos, inclusive, em concursos públicos; confiar no laboratório como espaço de apoio quando sentir dificuldade. Atendimento O aluno comparece nos horários definidos para o que não é preciso agendar ou inscrever-se. O atendimento do laboratório é realizado de acordo com as necessidades individuais dos participantes. Quando tais necessidades são comuns ao grupo presente, as atividades são realizadas coletivamente. Se o acadêmico demonstra incerteza por onde começar, a professora propõe leitura de texto, seguida de conversa ou debate a partir de questões de compreensão e complementa com atividades de interpretação textual. Na segunda parte, o acadêmico produz texto escrito, seguido de correção e refacção do próprio texto com ajuda da docente. As informações sobre objetivos e funcionamento do laboratório de leitura e produção textual são divulgadas através do portal da instituição (http://ulbrato.br/2011/03/02/laboratorio-de-leitura-e-producao-textual). Além disso, cartazes com o quadro de horários e nomes dos atendentes são afixados nos principais quadros de avisos da Instituição. Alguns docentes divulgam o laboratório e os horários previstos nas aulas. Laboratório de Produção de Conhecimento Matemático O Laboratório de Produção de Conhecimento Matemático propõe-se a oferecer assistência aos alunos na solução de problemas relacionados aos conteúdos das disciplinas relacionadas à Matemática no CEULP, buscando propiciar oportunidade de nivelamento bem como dar suporte e apoio à evolução dos alunos nas disciplinas cursadas. Esse trabalho dá-se com o desenvolvimento de técnicas de raciocino lógico para resolver problemas práticos relacionados aos conteúdos das disciplinas, principalmente aqueles que, por suas características são difíceis de serem abordados sem conhecimentos prévios necessários. Esses problemas são dados previamente por meio de listas de exercícios

117 São esperados, dos alunos que participam ativamente do laboratório, diminuição do índice de reprovação e também diminuição da evasão escolar relacionada a dificuldade com a matemática. Atendimento Atendimento personalizado no uso de técnicas de raciocínio para solução de problemas concretos relacionados com conteúdos matemáticos. Laboratório de Instrumentalização Científica O Laboratório de Instrumentalização Científica surge com o intuito de servir como apoio aos acadêmicos da instituição quanto à utilização dos diferentes instrumentos científicos e de normatização das produções formais do ensino superior e suas etapas sequenciais. O Laboratório conta com um professor e dois monitores que prestam serviço de orientação; elaboram atividades e exercícios de fixação, materiais para compartilhamento dos conhecimentos e discussão das produções, normas e instrumentos entre outros; organizam, coordenam e ministram oficinas sobre a utilização dos instrumentos e das normas aos alunos e aos professores da instituição que tiverem interesse em participar. O público-alvo prioritário deste Laboratório são os acadêmicos que iniciaram suas práticas de produções acadêmicas (elaboração de Projetos de Pesquisa, produção de Artigos Científicos, Resumos Expandidos, Fichamentos, Resenhas, Trabalhos de Conclusão de Curso, Relatórios Técnicos, entre outros), no entanto, os serviços estão disponíveis a qualquer discente, bem como aos docentes que tiverem interesse em usufruí-los. Objetivos Geral Disponibilizar apoio aos acadêmicos que o solicitarem quanto à utilização dos instrumentos científicos, normas para formatação, citação, referenciação e apresentação de trabalhos científicos, além de ser um espaço para discussão e ampliação do aprendizado. Específicos Oferecer serviço de orientação sobre formatação de trabalhos científicos aos acadêmicos;

118 Produzir materiais de orientação sobre normas para formatação, citação, referenciação e apresentação de trabalhos científicos, disponibilizando-as aos acadêmicos e demais professores da instituição; Confeccionar e disponibilizar materiais contendo atividades e exercícios sobre utilização de instrumentos, normas e formatação de trabalhos científicos aos demais professores da instituição, bem como aos alunos que os buscarem; Promover oficinas bimestrais sobre utilização de instrumentos. Espera-se do acadêmico que frequenta o Laboratório com certa regularidade: Desenvolver as habilidades inerentes ao manejo adequado dos instrumentos e utilização das normas através da participação em atividades e da resolução de exercícios; Apropriar-se dos conhecimentos necessários para conseguir utilizar outras normas e instrumentos pela inter-relação e associação dos conhecimentos com as habilidades aperfeiçoadas pelo laboratório e com os conhecimentos adquiridos; Melhorar seu desempenho acadêmico nas disciplinas que utilizam os instrumentos e normas seja de forma direta ou indireta. Atendimento Aos interessados, basta comparecer ao Laboratório nos horários especificados e estabelecer um contato inicial onde serão discutidas as necessidades e expectativas dos interessados e proposto um Programa de Participação com a finalidade de alcançar os objetivos pretendidos dentro das possibilidades do Laboratório. O atendimento é realizado de acordo com as necessidades individuais dos participantes, ou coletivas no caso de grupos de participantes com uma mesma demanda. Ao longo do processo e, especialmente, ao final do mesmo, é realizada reflexão com os frequentadores sobre as atividades e os resultados alcançados, com a intenção de propor melhorias. OUTRAS AÇÕES Reuniões semestrais do Núcleo de Apoio Educaional (NAE) com os professores responsáveis pelas disciplinas institucionais (as disciplinas que perpassam todos os cursos da IES, a saber: Comunicação e Expressão, Instrumentalização Científica, Sociedade e Contemporaneidade e Cultura Religiosa), já que a maior parte destas disciplinas está nos períodos iniciais dos cursos e cujo conteúdo e objetivos tem relação com as maiores deficiências dos alunos, ou seja, leitura, escrita e interpretação

119 MONITORIA O CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão do Centro Universitário Luterano de Palmas, no uso de suas competências regimentais e estatutárias, e tendo vista a aprovação em reunião realizada em 19 de agosto de 2010 RESOLVE: Art. 1. Ficam aprovadas as normas gerais, para a função de Monitor, destinadas aos discentes da educação superior deste Centro Universitário. Art. 2º. A monitoria tem o objetivo de proporcionar ao acadêmico a contextualização da prática-educativa-profissional, vivenciada através do ensino, pesquisa e extensão. Art. 3º. Ao monitor cabe as seguintes atribuições: I. Ajudar os alunos nas suas dificuldades de aprendizagem; II. Auxiliar no preparo de material didático e de apoio; III. Participar na organização e execução de seminários e/ou atividades afins; IV. Elaborar relatório sobre a execução das suas atividades, incluída a sua auto-avaliação; V. Zelar pelo cumprimento dos horários estabelecidos em comum acordo com os professores ou chefias imediatas; VI. Atender às solicitações dos professores e auxiliar os colegas alunos nos períodos destinados à monitoria; VII. Comunicar às chefias imediatas eventuais anormalidades, constatadas no local de monitoria e solicitar o seu pronto atendimento; VIII. Definir, em comum acordo com os professores, ou chefias imediatas, as atividades que serão desenvolvidas durante o período de vigência da monitoria; Art. 4º. Cabem aos monitores bolsistas e voluntários os seguintes direitos e deveres: I. O monitor exercerá suas funções em, no mínimo quatro (4) e, no máximo, vinte (20) horas semanais. Para viabilizar oportunidades a outros pretendentes, o aluno poderá ser monitor da mesma disciplina no

120 período de um semestre, podendo ser renovado por mais 3 (três) semestres; II. O horário destinado às atividades de monitoria não deverá, em hipótese alguma, coincidir com o horário das aulas do monitor; III. A nomeação do monitor poderá ser revogada a qualquer momento, por ambas as partes; IV. Ao final do período de monitoria, o monitor terá direito ao certificado assinado pelo Coordenador do Curso e pela Diretora Geral; V. Se não cumprida a carga horária prevista em, no mínimo, 75% o aluno não receberá o certificado de monitoria; VI. As monitorias são consideradas Atividades Complementares, computadas o número de horas desenvolvidas, conforme o Projeto Pedagógico do Curso. Art. 5º. O professor interessado nos serviços de monitoria remunerada, através de bolsa, deverá apresentar o pedido, utilizando formulário próprio, ao Coordenador do Curso; Art. 6º. A divulgação das inscrições deve ser feita de forma que todos os alunos tenham acesso, através de edital, sob a responsabilidade do Coordenador do curso; Art. 7º. Para a inscrição, o candidato à monitoria deverá: Ser aluno regularmente matriculado no Centro Universitário, no mínimo, em 12 créditos no semestre de exercício da monitoria; Ter cursado, com aprovação, a disciplina para a qual se destina à monitoria; Estar em dia com as obrigações acadêmicas e financeiras perante a IES; Anexar histórico escolar; Preencher ficha de inscrição; Não possuir nenhum tipo de bolsa ou financiamento estudantil; Art. 8º. São os seguintes critérios para a seleção dos candidatos: A aprovação em prova específica de avaliação de sua capacidade em atividades técnico didáticas;

121 Ter bom relacionamento interpessoal com colegas, professores, evidenciando princípios éticos e ações pautadas através de iniciativa, organização, criatividade, responsabilidade e assiduidade; O interesse pela disciplina; O parecer do professor da disciplina e do Coordenador do Curso. Art. 9º. O contrato com o aluno monitor será firmado entre a Direção Geral e aluno monitor. Art. 10. Os monitores firmarão contrato com a Instituição de Ensino, no qual conste o número de horas semanais, a remuneração mensal e a forma de pagamento; 1º - A nomeação dos monitores seguirá o seguinte critério: 20 horas de monitoria remunerada para cada 100 (cem) alunos matriculados no curso; 2º - Cabe a Direção Geral, alterar o critério acima estabelecido, de acordo com as peculiaridades de cada curso; 3º - É fixada pela Direção Geral a remuneração pelas horas semanais de atividades de monitoria dos bolsistas, bem como o início da efetivação da bolsa-monitor; 4º - O contrato poderá ser rescindido a qualquer momento pela Direção Geral, mediante pedido do professor ao Coordenador do Curso, observado o prazo de 30 dias; 5º - O Edital com o número de vagas de monitores bolsistas, por curso, será único e assinado pela Diretora Geral; Art. 11. O exercício de monitoria não cria vínculo empregatício com o Centro Universitário; Art. 12. O professor orientador será o que ministra a disciplina junto à qual o aluno exerce a monitoria; Parágrafo único. Ao professor orientador cabe o exercício da docência, a avaliação do desempenho dos alunos, a correção de provas e o controle de freqüência. Art. 13. Para a Direção Geral e para o Núcleo de Apoio Educacional, bimestralmente devem ser prestadas contas da efetividade das monitorias remuneradas, através de formulário próprio, onde é apresentado relatório descritivo das atividades. Tal relatório deverá ser apresentado até o segundo (2º) dia útil dos meses de: abril e junho (1º semestre); outubro e dezembro (2º semestre), com base no controle diário da efetividade. Art. 14. No final do semestre serão avaliadas as tarefas executadas, ressaltandose que o valor humano e profissional do monitor não serão alvo de julgamento

122 1º - São critérios para a avaliação das atividades do monitor: I - As observações durante o semestre no acompanhamento direto do professor orientador; II - O relatório bimestral apresentado pelo monitor; III - A execução do plano de trabalho apresentado; 2º - O desempenho do monitor será motivo para novas nomeações. Art. 15. A cada semestre, deve ser renovada a solicitação dos serviços de monitorias. Art. 16. Ao final do exercício, para emissão do certificado, o acadêmico deverá requerê-lo à Assessoria Jurídica, junto à Central de Atendimento ao Acadêmico, por meio de protocolo devidamente assinado. Art. 17. O Coordenador do Curso e a Diretora Geral, ao final de cada semestre, irão emitir e assinar o certificado, que será fornecido ao aluno monitor, pelo exercício da monitoria. Parágrafo único: Este certificado será emitido se, e somente se, o monitor cumprir com a entrega de todos os relatórios relativos ao exercício da monitoria por ele realizada. Art. 18. São os seguintes critérios para a renovação da monitoria: Entrega de relatório dentro do prazo estabelecido pela Coordenação do Núcleo de Apoio Educacional - NAE; Estar em dia com as obrigações acadêmicas e financeiras perante a IES; Não possuir nenhum tipo de bolsa ou financiamento estudantil; Ter cumprido, no mínimo, 75% da carga horária contratada no exercício anterior da monitoria; Ser aluno regularmente matriculado no Centro Universitário, no mínimo, em 12 créditos no semestre de exercício da monitoria; Parágrafo único: A monitoria poderá ser renovada por no máximo 3 semestres. Art. 19. Poderá haver o cancelamento do contrato de monitoria quando: Não houver a entrega de algum dos relatórios na data estabelecida pela Coordenação do Núcleo de Apoio Educacional - NAE;

123 Não houver o cumprimento de, no mínimo, 75% da carga horária estabelecida, salvo nos caso de faltas devidamente justificadas e comprovadas por atestado ou documentação comprobatória; O monitor obtiver, durante o exercício da monitoria, algum tipo de bolsa ou financiamento estudantil; Art. 20. Esta resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS O CEULP procura, constantemente, inovar na relação com o aluno. Uma das inovações recentes é quanto a ferramentas que permitem o estabelecimento de uma rede social, através da internet, que tem o objetivo de promover a relação entre alunos, egressos e professores da instituição. Anteriormente à implantação da rede social é feito um trabalho diferenciado com egressos, através de um formulário por meio do qual o egresso pode informar dados pessoais e de contato, como telefone e , como demonstra a figura a seguir. Formulário de Cadastro de Egressos Além das informações de contato, o egresso também informa dados profissionais e acadêmicos, como empresa onde trabalha, ano e semestre de ingresso e formatura

124 Estas informações permitem que a Instituição entre em contato com os egressos e acompanhe sua atuação no mercado. Este formulário está disponível para cada curso, portanto, ao acessar o formulário dentro do site do curso, o egresso não necessita informar o curso que fez na instituição. A Figura a seguir ilustra o formulário para o Curso de Farmácia. Formulário de egressos - Dados acadêmicos e profissionais Estas funcionalidades permitem que egresso e CEULP continuem mantendo contato. Esta relação, ainda que virtual, apresenta novas possibilidades ao egresso, como continuar em contato com seus professores, inserir-se em programas de pós-graduação e extensão, conhecer novos alunos e, através dos conteúdos disponíveis nas comunidades e pelos usuários, desenvolver um processo de aprendizagem contínuo, que supera os limites da sala de aula MEIOS DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHOS E PRODUÇÕES DE ALUNOS O Centro Universitário Luterano de Palmas procura valorizar a pesquisa científica e tecnológica e, em especial, a formação do jovem discente. Para tanto, implantou, em maio de 2000, o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica PROICT. O PROICT é de grande relevância para a Instituição porque contribui para uma melhor qualificação do aluno, incentiva a formação de recursos humanos em Ciência e Tecnologia, estimula o desenvolvimento do pensar criativo e a aplicação do método

125 científico, melhorando o processo ensino-aprendizagem, além de incrementar a produtividade científica da Instituição. Dentro do PROICT, o CEULP instituiu a realização anual da Jornada de Iniciação Científica. Nessa oportunidade, os trabalhos dos alunos são divulgados através dos anais, e os trabalhos mais relevantes são premiados, por áreas de conhecimento, recebendo seu autor troféu e certificado. Também há outros meios de divulgação de trabalhos de alunos, como revistas, murais, o portal Encena (www.ulbra-to.br/encena), nas áreas de notícias do portal do CEULP e através dos TCCs, que ficam na Biblioteca da Instituição para serem consultados pela comunidade acadêmica PROGRAMAS DE APOIO PEDAGÓGICO E FINANCEIRO (BOLSAS) Os alunos recebem, quando selecionados, bolsas de monitoria, de iniciação científica, extensão, entre outras. O número de bolsistas depende do orçamento anual do CEULP e do número de alunos inscritos. Além disso, os alunos das licenciaturas de Educação Física, Pedagogia, Letras, Ciências Biológicas, Matemática e graduação em Serviço Social recebem um desconto em créditos, configurando-se esse benefício como bolsa de estudo. São várias as formas de apoio que o CEULP mantém para o programa contínuo de bolsas: bolsa CELSP; bolsa de convenção coletiva de trabalho; bolsa de iniciação científica; bolsa monitoria; bolsa social; bolsa extensão; convênios empresariais e governamentais; desconto de antecipação; desconto familiar; desconto fidelidade; e desconto idade

126 5.9. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO ATIVIDADES DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PESQUISA O CEULP tem, no desenvolvimento da investigação científica e tecnológica, um valioso instrumental pedagógico e social para a consecução de seus objetivos educacionais. O fazer ciência, participando de atividades de pesquisa básica ou aplicada, tem um importante papel na formação do estudante universitário, no despertar e aprimorar de qualidades que se refletem no preparo de um profissional capacitado a enfrentar os problemas do dia a dia. Espera-se do novo profissional a capacidade de dar respostas concretas e imediatas aos problemas que surgem em sua atividade diária, quando engajado no mercado de trabalho. A investigação do desconhecido ajuda a formar uma mente organizada no método científico, na análise crítica frente a novos desafios e na proposição e verificação experimental de hipóteses de trabalho a serem testadas de forma sistemática. O espírito analítico-crítico, a inovação de soluções, a engenhosidade e o empreendedorismo, entre outras, são qualidades trabalhadas no cotidiano da pesquisa, importantes, também, no processo de formação do acadêmico por desenvolver neste, características desejáveis como autoconfiança, liderança e versatilidade. Por sua vez o participar em pesquisas de ponta, assim consideradas por representarem avanços significativos no conhecimento humano ou tecnologicamente melhorias importantes na qualidade de vida do cidadão, contribuem para o desenvolvimento no estudante universitário de um sentimento participativo com sua comunidade. Estas pesquisas de ponta, na maioria das vezes de caráter multidisciplinar, estimulam a formação do cidadão, capacitado a trabalhar integrado a equipes, reconhecendo o papel do indivíduo e valorizando o trabalho do conjunto, aspectos estes hoje considerados fundamentais na formação de um profissional de sucesso. Para a inclusão do corpo discente em atividades de pesquisa, criou-se o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PROICT) que tem objetivos bem definidos: Aplicar o método científico como coadjuvante do processo ensino-aprendizagem; Avaliar e acompanhar o desempenho do acadêmico de iniciação científica até sua graduação e possível ingresso na Pós-graduação; Contribuir para uma melhor qualificação de acadêmicos candidatos a programas de Pós-graduação;

127 Vincular pesquisadores e docentes da Pós-graduação a atividades relacionadas com a formação do graduando; Estimular a produtividade científica no Campus; Estimular o desenvolvimento do pensar criativo do acadêmico de graduação; Incentivar a formação de recursos humanos em ciência e tecnologia; Proporcionar, ao graduando, conhecimentos práticos e metodologias próprias de áreas do conhecimento específico, pela participação em projetos de pesquisa desenvolvidos por pesquisadores qualificados; Vincular pesquisadores e docentes da Pós-graduação a atividades relacionadas à formação do graduando. São candidatos ao Programa os acadêmicos de cursos de graduação, regularmente matriculados no CEULP. PESQUISA NO CURSO DE FARMÁCIA Considerando a biodiversidade ambiental da região Norte e a reemergência de diversas doenças transmissíveis nota-se a existência de fatores individuais, ambientais e relacionados a organização do serviços de saúde que interferem diretamente na morbimortalidade dos tocantinenses, por isso a importância de trabalhar-se em linhas de pesquisa voltadas para a atenção a saúde e ao bem-estar no Estado. As pesquisas atualmente desenvolvidas no curso estão inseridas no grupo Bioprospecção Química e Microbiológica, especificamente nas linhas Prospecção Bioquímica e Prospecção de Bioativos. Linha de pesquisa: Prospecção Bioquímica Essa linha de pesquisa está relacionada a bioquímica clínica e o eixo central que orienta as pesquisas é a relação dos parâmetros bioquímicos com determinadas doenças. Pesquisadoras: o Msc. Erminiana Damiani de Mendonça o Dra. Daniele Suzete Persike

128 Linha de Pesquisa: Prospecção de Bioativos As plantas constituem uma fonte importante para a obtenção de novos fármacos, ou de substâncias que sirvam de modelo para a síntese de novas substâncias ativas. Nesse sentido, nosso grupo tem por objetivo estudar espécies vegetais. O Estado do Tocantins está localizado na Amazônia Legal, onde existem vegetais que contém moléculas farmacologicamente ativas de interesse na indústria de alimentos, cosméticos e medicamentos. Em razão da existência de poucos estudos publicados sobre o bioma cerrado, o atual corpo docente, que já possui trabalhos de pesquisa em andamento, inseriu-se na linha de pesquisa denominada produtos naturais, englobando a extração, quantificação e atividades antioxidante e antimicrobiana de extratos e suas frações, bem como sua estabilidade e incorporação em formulações cosméticas. Tendo em vista que a qualidade de uma droga vegetal é dependente de um conjunto de fatores que incluem os aspectos da matéria prima vegetal, informações dos laudos e rótulos, aspectos da embalagem, além dos aspectos microbliológicos a qualidade físico-química e microbiológica de drogas vegetais comercializadas no município de Palmas também são avaliadas. Sub-área: Corantes naturais Pesquisadoras o Msc. Isis Prado Meirelles de Castro o Msc. Marta Cristina de Menezes Pavlak o Msc. Juliane Farinelli Sub-área: Controle físico-químico e microbiológico de drogas vegetais Pesquisadoras: o Msc. Grace Priscila Pelissari Setti o Msc. Juliane Farinelli Sub-área: Toxicidade de extratos vegetais com propriedades medicinais Pesquisadoras: o Esp. Emília Jacinto Trindade o Msc. Grace Priscila Pelissari Setti o Msc. Juliane Farinelli

129 Sub-área: Atividade antibacteriana e antifúngica de extratos vegetais Pesquisadora: o Msc. Áurea Welter Sub-área: Microbiologia de Alimentos Pesquisadora: o Marta Cristina de Menezes Pavlak EVENTO RELACIONADO ÀS PESQUISAS JORNADA ACADÊMICA DE BIOMEDICINA E FARMÁCIA Público-Alvo: Acadêmicos de Biomedicina e Farmácia e áreas afins; Professores do CEULP/ULBRA; Profissionais biomédicos e farmacêuticos; Acadêmicos de outras Instituições de Ensino Superior. Objetivo Geral: Proporcionar aos acadêmicos dos cursos de Biomedicina, Farmácia e profissionais da área da saúde novos conhecimentos acerca de doenças negligenciadas. Objetivos Específicos: Possibilitar o contato de acadêmicos com profissionais de renome nacional; Promover a discussão de assuntos atuais referentes à atuação profissional; Confrontar os conteúdos estudados em sala de aula com a experiência profissional relacionada aos aspectos regionais; Apresentar as pesquisas realizadas pelos acadêmicos e professores dos cursos de Farmácia e Biomedicina nos Trabalhos de Conclusão de Curso e pelo Programa de Iniciação Científica do CEULP ATIVIDADES DE EXTENSÃO O curso de Farmácia vem desenvolvendo atividades com a meta primordial de sensibilizar os acadêmicos frente à importância de estarem engajados no

130 desenvolvimento da sociedade, atuando na interação com o mercado. Entendida como uma das funções básicas da universidade, a extensão é a forma de intercâmbio dessa com a comunidade, contribuindo para o seu desenvolvimento e buscando, pela ação integrada, conhecimentos e experiências para subsidiar a avaliação e a qualificação do ensino e da pesquisa. A extensão é uma forma de complementar, aprofundar, atualizar e difundir os conhecimentos, estabelecendo com a comunidade um processo de troca e participação, sem caráter assistencialista e/ou sem tomar a si ações e deveres do estado. Por ser uma via de transformação dentro da universidade, numa nova concepção de universidade cidadã, a extensão rompe barreiras, contribuindo, assim, para a modificação do conceito de educação, passando esta a ser um processo de formação inter e transdisciplinar. A política de extensão, como uma das atividades fundamentais da graduação, tem sua principal justificativa, no âmbito deste curso, no fato de estar ocorrendo, na cidade de Palmas (estado do Tocantins Região Norte), onde se observa um elevado crescimento populacional. Esse crescimento indica um aumento na demanda de necessidades, e à oportunidade de vincular a instituição e o curso às necessidades da comunidade. Outro aspecto relevante está relacionado às características do corpo docente e discente que, por serem naturais deste estado ou estarem domiciliados nele há expressivo tempo, compreendem a dinâmica das relações sociais, as necessidades da região e transformam o desejo normalmente teórico de transposição do ambiente acadêmico em oportunidade de intervenção associada ao desenvolvimento das habilidades e capacidades no perfil profissiográfico. O curso de graduação em Farmácia, em parceria com outras instituições, ou pela ação de professores em grupos de trabalho ou isoladamente promoveu nos últimos três anos duas atividades de extensão, cujo foco foi aproximar-se da comunidade, construindo, compartilhando saberes e oportunizando experiências, visando sempre a melhoria das práticas educacionais e dos ambientes sociais em que ocorrem. EXPRO (Exposição das profissões) A EXPRO (Exposição das Profissões), evento que ocorre anualmente no CEULP, é utilizada de forma intensa para a divulgação do curso, enfatizando sempre o aspecto da qualidade do trabalho que vem sendo realizado pelos professores e alunos. O objetivo da EXPRO, de forma geral, é apresentar todas as profissões que são "oferecidas" a partir dos cursos do CEULP, sendo recebidos alunos de todos os colégios de Palmas e de algumas cidades do estado. É um evento que oportuniza a divulgação das atividades e da dimensão do perfil do egresso do curso

131 O Objetivo da realização da EXPRO é fornecer um intercâmbio entre alunos de outros cursos, centros universitários e escolas, proporcionando ao acadêmico e aos visitantes um maior conhecimento sobre a área de atuação do curso. O Objetivo da realização da EXPRO é fornecer um intercâmbio entre alunos de outros cursos, centros universitários e escolas, proporcionando ao acadêmico e aos visitantes um maior conhecimento sobre a área de atuação do curso. AKADEMO Projeto institucional cujo objetivo é promover a interação entre alunos veteranos e calouros a partir da realização de ações sociais na comunidade. CENTRO DE INFORMAÇÃO SOBRE MEDICAMENTOS (CIM) Período: 2005-atual Resumo: Este projeto visa inserir o Centro Universitário Luterano de Palmas no Sistema Brasileiro de Informação sobre medicamentos através do desenvolvimento de atividades sistematizadas de pesquisas bibliográficas técnicas e científicas a fim de elaborar respostas para atender as perguntas da comunidade sobre medicamentos, constituindo portanto, campo de atuação da Assistência Farmacêutica. ARRECADAÇÃO E REDISTRIBUIÇÃO RESPONSÁVEL DE MEDICAMENTOS SUBUTILIZADOS NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO (PAM) Período: 2011-atual Resumo: Além da prática de sustentabilidade ambiental realizando coleta de medicamentos vencidos e inapropriados para o descarte correto, a retirada de medicamentos obsoletos nas residências através de doações espontâneas da população evitando intoxicações domiciliares e automedicação; Além da seleção dos medicamentos recolhidos os acadêmicos envolvidos levam a comunidade (escolas públicas e privadas), informações relativas ao uso correto de medicamentos, portanto relacionam a importância da responsabilidade ambiental com o exercício da Atividade Farmacêutica. CICLO DE PALESTRAS DO CURSO DE FARMÁCIA Período: 2013 Resumo: Esse projeto consiste na organização de seminários mensais, com duração de cinqüenta minutos a uma hora, envolvendo diversos temas da área farmacêutica e afins, de interesse dos estudantes, professores e profissionais da área

132 FARMÁCIA: ESTABELECIMENTO DE SAÚDE Período: 2013 Resumo: O projeto Farmácia: estabelecimento de saúde consiste na prestação de serviços farmacêuticos e realização de campanhas informativas em drogarias do município de Palmas TO. INFORMAÇÃO O MELHOR REMÉDIO Período: 2013 Resumo: Esse projeto tem como objetivo realizar ações educativas, através de palestras, cursos e campanhas em parceria com o Sincato dos Farmacêuticos do Tocantins (SINDIFATO), Conselho Regional de Farmácia do Estado do Tocantins (CRF- TO) e o Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM-CEULP/ULBRA). EVENTO DOS 10 ANOS DE FARMÁCIA Período: 2011 Resumo: O evento comemorativo proporcionou um contato dos egressos do curso com os atuais alunos através de palestras que abordaram temas atuais, tais como a Pirataria de Medicamentos e a Responsabilidade Criminal do Farmacêutico nos Serviços de Saúde TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) Dentro de uma proposta pedagógica que abrange teoria e prática, o curso X aborda o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) como ferramentas para auxílio a docentes e discentes no sentido de alcançar as linhas gerais do plano pedagógico. Dentro de uma perspectiva pedagógica que envolve docente e discente em um processo de troca de informações e conhecimento que permeia tanto o contexto da disciplina quanto incentiva a interdisciplinaridade, o uso das TICs é motivado e incentivado como ferramenta dentro e fora da sala de aula. Durante a aula professor e aluno mantêm um canal de comunicação que estende-se para o momento fora da sala de aula. Desta forma, o uso das TICs é um desafio constante, que depende de ambas as partes do processo ensino-aprendizagem e, ao mesmo tempo, as estimula a desempenhar constantemente suas funções. Estas práticas estão alinhadas com as definições pedagógicas do curso, no sentido de que servem como uma extensão das mesmas no contexto de um ambiente virtual de aprendizagem. Docentes e discentes utilizam uma plataforma de gestão acadêmica que permite a troca de informações sobre as disciplinas (como plano de ensino e programa didático),

133 conteúdo didático e a realização de atividades extraclasse. Por meio desta ferramenta, docentes cadastram planos de ensino e consultam planos de ensino de semestres anteriores. A figura a seguir ilustra a tela do sistema por meio da qual os professores gerenciam os planos de ensino de suas turmas. Figura 1: Tela de gerenciamento de planos de ensino (lista de planos de ensino por turma) A tela que permite o gerenciamento dos planos de ensino apresenta também a situação do plano de ensino conforme o conteúdo cadastrado (completo, incompleto, ou não cadastrado). Além disso, o professor pode consultar planos de ensino de semestres anteriores. A figura a seguir ilustra a tela do sistema por meio da qual os professores cadastram o conteúdo dos planos de ensino

134 Figura 2: Tela que ilustra o cadastro do plano de ensino, com campos como Metodologia e Avaliação Por meio do formulário de cadastro o professor informa dados do plano de ensino: Competências, Habilidades, Programa, Metodologia, Avaliação e Bibliografia. Estas informações estão disponíveis para consulta pelo aluno. Professores cadastram conteúdo (material) didático das suas turmas. A figura a seguir ilustra a tela de gerenciamento do material didático. Figura 3: Tela de gerenciamento do material didático Por meio da tela de gerenciamento de material didático o professor mantém um registro dos materiais didáticos do semestre atual e de semestres anteriores. Os materiais didáticos são: arquivos, links ou textos simples (sem formatação) cadastrados pelo

135 professor diretamente pelo sistema. A figura a seguir ilustra a tela de cadastro do material didático. Figura 4: Tela de cadastro de material didático Por meio da tela de cadastro de material didático o professor indica em quais turmas o material estará disponível e informa dados do material (nome, descrição) e o arquivo para download. Outra funcionalidade disponível para o professor é o gerenciamento das atividades extraclasse. Esta funcionalidade permite que o professor cadastre questões que precisam ser respondidas pelos alunos em uma data específica e, além disso, devem ser corrigidas pelo professor também conforme um prazo. A figura a seguir ilustra a tela de gerenciamento das atividades extraclasse. Figura 5: Tela de gerenciamento das atividades extraclasse A funcionalidade de gerenciamento das atividades extraclasse permite ao professor cadastrar e editar atividades (atendendo aos prazos) e corrigir as respostas dos alunos. A figura a seguir ilustra a tela de cadastro de uma atividade extraclasse

136 Figura 6: Tela de cadastro de atividade extraclasse Por meio da tela de cadastro da atividade extraclasse o professor seleciona as turmas para as quais a atividade será atribuída e também a descrição da atividade. Além de fornecer funcionalidades para os professores, o sistema de gerenciamento das informações acadêmicas permite que os alunos consultem as informações cadastradas pelos professores. Ao acessar o sistema o aluno visualiza uma lista de suas turmas no semestre atual e, ao escolher uma turma, tem acesso a informações de atividades extraclasse, material didático e plano de ensino da turma. A figura a seguir ilustra a tela de leitura do plano de ensino da turma. Figura 7: Tela de leitura do plano de ensino da turma

137 A tela de leitura do plano de ensino apresenta as informações cadastradas pelo professor. Geralmente, esta funcionalidade representa o primeiro contato entre professor e aluno no contexto desta ferramenta TIC. Além do plano de ensino o aluno pode consultar os materiais didáticos, funcionalidade ilustrada pela figura a seguir. Figura 8: Tela de consulta dos materiais didáticos da turma A funcionalidade de consulta de materiais didáticos é utilizada como complemento à funcionalidade de cadastro do material didático pelo professor. Por meio desta, professor e aluno realizam a troca de conhecimento e de conteúdo que é utilizado na disciplina no decorrer do semestre. Por fim, a última funcionalidade de consulta pelo aluno é a de resposta das atividades extraclasse. A figura a seguir ilustra a tela que lista as atividades extraclasse disponíveis para o aluno responder. Figura 9: Tela que lista as atividade extraclasse disponíveis para resposta do aluno Por meio da lista de atividade extraclasse disponíveis para resposta, o aluno pode responder a atividade extraclasse desejada, funcionalidade ilustrada pela figura a seguir

138 Figura 10: Tela para o aluno responder uma atividade extraclasse Ao responder a atividade extraclasse o aluno procura corresponder às expectativas do professor ao disponibilizar a atividade extraclasse para a turma, funcionalidade ilustrada pela figura a seguir. Figura 11: Tela de correção da resposta do aluno Ao corrigir a resposta do aluno o professor pode corrigir a resposta do aluno, indicando ao aluno o seu desempenho ao responder a questão proposta anteriormente. Além destas funcionalidades, por meio do Auto atendimento, sistema disponibilizado nacionalmente para todos as unidades da ULBRA no Brasil, alunos e professores têm acesso a outras ferramentas tecnológicas de apoio ao ensino. A Biblioteca Virtual permite leitura de livros nas mais diversas áreas, como demonstra a figura a seguir

139 Figura 12: Página inicial da Biblioteca Virtual Em relação às ferramentas para auxílio às atividades nas suas turmas, o professor tem acesso à lista de turmas do semestre atual e à relação de alunos das mesmas, além de detalhes de informações pessoais de cada um, como mostra a figura a seguir

140 Figura 13: Página que mostra detalhes dos dados do aluno Além disso, por meio do Diário eletrônico, o professor cadastra e publica notas dos seus alunos, como mostra a figura a seguir

141 Figura 14: Diário Eletrônico Assim que as notas são publicadas pelos professores, estas tornam-se disponíveis para os alunos. Além destas ferramentas, todos os funcionários da instituição têm acesso a funcionalidades como Comprovantes de rendimentos e Contracheques. Aos alunos estão disponíveis funcionalidades de consulta das suas informações acadêmicas, como: Acesso ao comprovante de matrícula (para consulta e impressão) Acesso ao histórico financeiro (mensalidades) Acesso ao histórico acadêmico Acesso às notas (publicadas pelos professores) As figuras a seguir apresentam telas conforme as funcionalidades para os alunos

142 Figura 15: Tela de consulta e impressão do comprovante de matrícula O Comprovante de matrícula apresenta a relação das turmas nas quais o aluno está matriculado no semestre e a carga horária e quantidade de créditos de cada uma. Figura 16: Tela de consulta ao histórico financeiro (mensalidades) O Histórico financeiro apresenta a relação de mensalidades do aluno e informações como vencimento, valor e opção para geração do boleto para pagamento

143 Figura 17: Tela de consulta ao histórico acadêmico O Histórico acadêmico apresenta a relação de turmas cursadas, período, situação e nota (média) obtida. De forma semelhante, o aluno pode consultar notas individuais de cada turma cursada e, ainda, analisar seu desempenho em relação aos demais alunos da turma. Figura 18: Tela de consulta às notas publicadas pelos professores

144 Completando o conjunto de ferramentas de TIC, o CEULP fornece à comunidade acadêmica e comunidade geral um Portal institucional, que apresenta notícias e informações atualizadas sobre a instituição e suas atividades de ensino e pesquisa e dá acesso a sites internos, como sites de eventos e congressos acadêmicos realizados no CEULP, site da biblioteca e sites dos cursos. O sistema de bibliotecas do CEULP pode ser utilizado para consulta ao acervo e reservas de livros, como ilustram as figura a seguir. Figura 19: Página no Portal do CEULP que dá acesso a bibliotecas A página Bibliotecas, no Portal do CEULP, dá acesso ao Sistema de bibliotecas e a outras bibliotecas e portais acadêmicos e científicos, como o Portal Domínio Público, Scielo e Pubmed

145 Figura 20: Página inicial do sistema de bibliotecas O Sistema de bibliotecas permite consulta ao acervo do catálogo da biblioteca e, ainda, renovações, reservas e consultas de reservas de exemplares. Os sites dos cursos permitem ao público a leitura de notícias relacionadas ao curso, bem como acesso a informações acadêmicas, como lista de professores, turmas e matriz curricular. A figura a seguir apresenta a página inicial do site do curso. Figura 21: Página inicial do site do curso Dentre as funcionalidades para egressos está um cadastro de informações que permitirá ao egresso e à instituição a manutenção de um contato constante, por meio de notificações e envio de informações. A figura a seguir demonstra a página inicial do cadastro do egresso

146 Figura 22: Tela de cadastro do egresso As funcionalidades apresentadas demonstram as ferramentas TIC disponíveis para os professores e alunos e indicam a sua relação com o processo de ensino-aprendizagem

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