PROJETO PEDAGÓGICO CURSO FARMÁCIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO PEDAGÓGICO CURSO FARMÁCIA"

Transcrição

1 PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE FARMÁCIA Barra do Garças - MT 2008

2 Marcelo Antônio Fuster Soler Diretor Presidente da Univar Eduardo Afonso da Silva Vice-Diretor da Univar Geracilia Sousa Mascarenhas Coordenação Pedagógica Rogério José de Almeida Coordenação de Pós-Graduação e Extensão Menandes Alves de Souza Neto Coordenador do Curso de Farmácia 2

3 SUMÁRIO 1 - APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA FILOSOFIA DO CURSO MISSÃO DA INTITUIÇÃO VISÃO DA INTITUIÇÃO VALORES DA INTITUIÇÃO REFERÊNCIAL HISTÓRICO OBJETIVO GERAL DO CURSO OBJETIVOS ESPECÍFICOS REGIME E FUNCIONAMENTO ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO PARA ESTAGIOS ATIVIDADES TEÓRICO PRÁTICAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES AÇÕES ARTICULADAS NO PROCESSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO INTEGRAÇÃO ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO METAS MATRÍCULA APROVEITAMENTO DE ESTUDOS AVALIAÇÃO METODOLOGIA DE ENSINO PROPOSTAS DE ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE PERFIL DO EGRESSO COMPETÊNCIAS E HABILIDADES FORMAÇÃO ACADÊMICA E EXPERIÊNCIA DO CORPO DOCENTE REGIME DE TRABALHO E DISTRIBUIÇÃO DE CARGA HORÁRIA PROPOSTA CURRICULAR EMENTAS E BIBLIOGRAFIA ESTRUTURA DOS LABORATÓRIOS AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO

4 1 - APRESENTAÇÃO O presente Projeto Pedagógico do Curso de Farmácia das Faculdades Unidas do Vale do Araguaia - UNIVAR expressa à inserção do processo de formação acadêmico-profissional numa dimensão mais ampla, ou seja, na articulação entre as exigências da realidade social e as novas configurações profissionais em suas particularidades e especificidades. A implantação do curso de Farmácia, aqui proposto pela UNIVAR visa atender a demanda apresentada pela sociedade, e suas relações com o mundo do trabalho especializado, basilado na construção da cidadania, fortalecendo a educação e a saúde na região do Médio Araguaia, e vem ao encontro com o Projeto Pedagógico Institucional. Logo, a UNIVAR tem satisfação em apresentar aqui o Projeto Pedagógico que norteará o Curso de Farmácia. Acredita-se que a elaboração de um Projeto Pedagógico é uma proposta de trabalho assumida individualmente e coletivamente, construídas a partir de reflexões, experiências, responsabilidades e compromissos individual e coletivo do corpo docente, discente e técnico - administrativo da unidade e que contemplam em seu desenvolvimento conteúdos que podem, entre outros aspectos, contribuir para que o Curso atinja seus objetivos, sintetizados na formação de profissionais Farmacêuticos, críticos, criativos, propositivos e que tenham elementos que possam viabilizar uma intervenção na realidade concreta e objetiva na qual estão inseridos. Portanto, é também, um instrumento que busca o aperfeiçoamento da qualidade de vida, pautado na promoção e prevenção da saúde, rumo aos interesses de transformação da sociedade, bem como legitimá-la como justa e igualitária. 4

5 2 - JUSTIFICATIVA A elaboração do Projeto Pedagógico tem como premissa fazer com que, cada um dos envolvidos no curso de Farmácia esteja vinculado ao desafio que representa a construção e ação acadêmica na sua dinâmica processual, educativa e participativa. Sua caracterização, vitalidade, avaliação e atualização, por certo dependerão do compromisso individual e coletivo com o que nele está proposto e com as transformações das faculdades e da sociedade. Dessa forma, um projeto pedagógico deve estar em consonância com as dimensões da realidade social da região, no caso do Médio Araguaia, temos em especial as populações ribeirinhas e indígenas, que estão inseridas no processo. Nessa direção é função precípua das unidades de ensino dar visibilidade política, constantemente, ao projeto pedagógico explicitando à comunidade universitária e à sociedade suas dimensões política, social e cultural, a concepção do curso, bem como sua inter-relação no que se refere à produção e reprodução da vida social. E, ainda, a visibilidade ético-política à atuação e formação do profissional Farmacêutico com ênfase na educação e na promoção da saúde individual ou coletiva. Com relação à demanda de estudantes de nível médio, a estimativa que se apresenta na região de Barra do Garças, soma um total de 3.692, e nas cidades circunvizinhas 7.305, conforme o gráfico 1: Gráfico 1. Estimativa de estudantes cursando o nível médio na região de Barra do Garças e cidades circunvizinhas, setembro, QUANTIDADE ESTIMADA NO ENSINO MÉDIO Barra do Garças Cidades Circunvizinhas Fonte: Assessoria pedagógica dos municípios (MT) e Delegacia de Ensino Iporá (GO),

6 Tais dados evidenciam a necessidade premente do aumento do número de vagas no ensino superior, o que objetiva suprir a imprescindível demanda de formação de mão de obra qualificada no Vale do Araguaia e, essa por sua vez, sendo formada com responsabilidade acadêmica e social, além de se evitar a saída dos estudantes de nossa região para realização do curso superior. Acrescenta-se a esses fatores a forte presença de indivíduos oriundos de etnias indígenas em nossa região, que ao completarem o ensino médio, necessitam de formação superior para contribuir para o desenvolvimento da educação e da saúde, contudo, sem a descaracterização da própria cultura. Considerando que a região do Médio Araguaia atende um grande número de pessoas da rede pública e particular de saúde, e que, contamos com poucos profissionais especializados na área, uma vez que, na região centro-oeste, os estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, compreendem apenas 8% dos cursos, enquanto a região centro sudeste apresenta 55% dos cursos oferecidos segundo o Censo do Ensino Superior realizado em 2004(MEC/Inep/Deaes). Todavia, nossa proposta com o curso de farmácia é de suprir essa lacuna do mercado de trabalho regional através da formação de profissionais não apenas técnico-práticos, mas voltados ao respeito à humanização de suas ações baseando-se sempre nos princípios éticos Indicadores de Saúde Segundo o conselho federal de farmácia em 2006 existiam apenas 1811 profissionais inscritos no estado do Mato Grosso. Em 2006 haviam no Conselho regional de farmácia 1454 estabelecimentos entre farmácias, drogarias e laboratórios de analises clínicas registrados no estado. No estado do Mato Grosso no ano de 2004 segundo dados do DATASUS, haviam no estado 2651 postos de trabalho em estabelecimentos de saúde em todas as esferas (órgãos municipais, 6

7 estaduais e federais), porém foram graduados apenas 149 novos farmacêuticos. Podemos também observar ainda uma grande incidência de patologias como a Hanseníase 11,37 casos a cada habitantes, Tuberculose 39,65 casos a cada habitantes e 16,55 casos de infecção por HIV a cada habitantes. Assim, denota-se a urgência na formação de profissionais da área de Farmácia comprometidos com bem estar da comunidade que serve, de que a dispensa de medicamentos é a parte mais imediata e evidente, mas que se pretende sempre complementada com informação e aconselhamento ao paciente. Diante do exposto, vale ressaltar a importância de ações voltadas para a assistência farmacêutica, como prática essencial de atuação do Farmacêutico buscando assim, formas de cultuar uma boa qualidade de vida na prevenção de doenças, no aspecto curativo e no bem viver Equipamentos de saúde disponíveis para estágio -Barra do Garças 01 Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas(CAPS-AD); 01 Centro de Referência Regional de Especialidades em Saúde; 04 Centros de Saúde; 01 Serviço de Atendimento Especializado (SAE); 01 Hospital-Dia em Saúde Mental; 01 Hospital Municipal com UTI; 02 Hospitais privados; 01 Laboratório Municipal; 01 Posto de Saúde; 14 Equipes de Saúde da Família (ESF); 01 Unidade de Coleta e Transfusão de Sangue; 01 Unidade de Vigilância em Saúde (ambiental, sanitária e epidemiológica). 14 Escolas Públicas Estaduais 03 Escolas Públicas Estaduais Rurais 04 Farmácias magistrais 05 Laboratórios de análises clínicas particulares 28 Drogarias -Pontal do Araguaia 01 Centro de Saúde; 7

8 01 Unidade de Saúde da Família. Escolas Públicas (01 estadual, 01 municipal) 02 Drogarias - Aragarças/GO 01 Centro de Saúde; 01 Hospital Municipal; 01 Laboratório de análises clínicas municipal 02 Laboratórios de análises clínicas particulares 05 Unidades de Saúde da Família. 08 Drogarias 3 - FILOSOFIA DO CURSO Promover junto aos acadêmicos, o desenvolvimento do senso crítico/reflexivo, superando as concepções superficiais e contraditórias do senso comum nos diferentes campos de atuação do Farmacêutico, bem como na construção e interlocução dos conhecimentos com uma conduta profissional e ética aliada a uma atuação cidadã para o enfrentamento das expressões da questão social. 4 - MISSÃO DA INSTITUIÇÃO Proporcionar formação profissional cidadã, nas diferentes áreas do conhecimento humano, incentivando a iniciação científica e extensão, objetivando a inserção nos setores produtivos e o desenvolvimento da capacidade de aliar a teoria à prática. 8

9 5 - VISÃO DA INSTITUIÇÃO Consolidar-se como centro de referência e excelência de ensino e extensão, participando ativamente do processo do desenvolvimento do Centro-Oeste. 6 - VALORES DA INSTITUIÇÃO Respeito à Diversidade. Autonomia, Cidadania, Compromisso Social, Ética, Relacionamento Humano e 7 - REFERENCIAL HISTÓRICO A UNIVAR Faculdades Unidas do Vale do Araguaia, FESB Faculdade de Estudos Sociais de Barra do Garças e a FATEV Faculdade de Tecnologia do Vale do Araguaia, instituição de ensino superior, iniciou sua atividade com os cursos de Administração e Ciências Contábeis, ambos para o período noturno, autorizados pelo decreto nº , de 10 de julho de 1989 e decreto nº de 23 de janeiro de 1990, respectivamente. Em 1991, foi autorizada o curso de Licenciatura Plena em Pedagogia pelo decreto de Lei de 31 de dezembro de 1991, sendo que logo em seguida foi autorizado o funcionamento do curso Licenciatura Plena em História deferida pelo decreto de Lei de 02 de julho de Em 28 de Março de 1990 foi encaminhado o projeto para o funcionamento do curso de Tecnologia em Processamento de Dados ao Conselho Federal de Educação (Processo no /90-18), tendo em vista a demanda social de profissionais formados na região da cidade de Barra do Garças MT. A aprovação definitiva deste projeto data de 15 de julho de 1994, por meio do parecer no. 798/97 do então CFE (Conselho Federal de Educação), em cujo relatório homologava-se o oferecimento de 60 vagas totais/anuais, em uma turma, e organização curricular proposta. 9

10 A 10 de julho de 1992, o Centro de Ensino Superior de Barra do Garças, através de sua representante legal, Maria Cristina Fuster Soler Bernardo, firmava o contrato de comodato com o Sr. Oswaldo Soler e Ivoni Corby Soler para fins de uso de imóvel situado à Rua Moreira Cabral, 1000, Bairro Setor Mariano, ao funcionamento dos Cursos mantidos por aquela instituição. A autorização de funcionamento do Curso de Tecnologia em Processamento de Dados seria deferida, pelo Decreto datado de 22 de março de 1995, publicado no Diário Oficial no. 057, de 23 de março de 1995, tendo sua estrutura curricular organizado em 2268 horas, com duração mínima de 3 anos. O reconhecimento do Curso deu-se aos 25/09/2002, na portaria Ministerial nº. 2686, publicada do diário Oficial, datado de 27/09/2002. Ao mesmo tempo ocorreu a alteração da denominação para Curso de Tecnologia em Sistemas de Informação. Em maio de 2006, no decreto nº bem como na Portaria do MEC nº. 10, de julho de 2006 solicita que as instituições que ofertem cursos superiores de tecnologia requeiram o aditamento dos atos de autorização e reconhecimentos para adequarem sua denominação à constante do Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, aprovado, em extrato. Diante disto, é solicitada em 29 de setembro de 2006 a alteração na nomenclatura do curso de Tecnologia em Sistemas de Informação para Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Em novembro de 2006 é publicada em diário oficial a alteração da nomenclatura do curso. 10

11 8 - OBJETIVO GERAL DO CURSO Proporcionar seguindo as Diretrizes Curriculares Nacionais a formação de profissionais Farmacêuticos generalistas preparados e capacitados que possam atuar junto à comunidade de maneira crítica/reflexiva, numa dimensão de agente transformador promovendo a melhoria da saúde via atitudes e procedimentos teórico-práticos na inserção da cidadania. 9 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO CURSO. Respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional, reconhecendo a saúde como direito e condições dignas de vida, atuando de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. Conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos, atuando na pesquisa, desenvolvimento, seleção, manipulação, produção, armazenamento e controle de qualidade de insumos, fármacos, sintéticos, recombinantes e naturais, medicamentos, cosméticos, saneantes e domissaneantes e correlatos; Exercer a farmacoepidemiologia; Realizar, interpretar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por análises clínico-laboratoriais, incluindo os exames hematológicos, citológicos, cito patológicos e histoquímicos, biologia molecular, bem como análises toxicológicas, dentro dos padrões de qualidade e normas de segurança; realizando procedimentos relacionados à coleta de material para fins de análises de interações medicamento/medicamento e alimento/medicamento; Exercer a dispensarão e administração de nutracêuticos e de alimentos de uso integral e parenteral, atuando no planejamento, administração e gestão de serviços farmacêuticos, incluindo registro, autorização de produção, distribuição e comercialização de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes e correlatos; Participar na formulação das políticas de medicamentos e de assistência farmacêutica, atuando na promoção e gerenciamento do uso correto e racional de medicamentos, em todos os níveis do sistema de saúde, tanto no âmbito do setor público como do privado; 11

12 Realizar, interpretar, avaliar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por análises de alimentos, de nutracêuticos, de alimentos de uso enteral e parenteral, suplementos alimentares, desde a obtenção das matérias primas até o consumo; Realizar análises físico-químicas e microbiológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto REGIME DE FUNCIONAMENTO: Área de conhecimento: Ciências da Saúde Curso: Farmácia Denominação do curso: Bacharelado em Farmácia Turno de funcionamento: Diurno e Noturno Vagas: 120 (cento e vinte) vagas totais anuais, sendo 60 (sessenta) em cada turno Regime de matricula: Anual Carga horária total: 4130 horas Prazo de integralização: - Integralização Mínima: 5 anos - Integralização Máxima: 8 anos - Coordenador do Curso: Professor Ms. Menandes Alves de Souza Neto 12

13 11 - ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS ESTÁGIOS Os estágios curriculares deverão, obrigatoriamente, ser acompanhados por professor (farmacêutico) do quadro do curso de graduação em Farmácia da UNIVAR ou outro farmacêutico aprovado pela coordenação do mesmo, em detrimento das especificações inerentes a profissão; O acompanhamento do cumprimento das etapas do referido estágio será feito pelo professor orientador, que deverá entregar ao final do estágio a avaliação do aluno supervisionado ou fazer relatórios referentes à execução do mesmo sempre que for solicitado pela coordenação do curso; As atividades desenvolvidas durante os estágios serão definidas entre o professor e o aluno, sempre observadas as peculiaridades de cada ambiente de trabalho. Ao término de cada estágio curricular o aluno deverá elaborar um Relatório de Conclusão de Estágio, no qual devem constar aspectos técnicos relativos ao desenvolvimento dos trabalhos, bem como sugestões e perspectivas, sendo que esta orientação poderá ou não ser do mesmo professor que supervisionou o estágio; Será considerado aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 7.0 (sete), no estágio curricular. Nas condições em que o aluno não obtiver a referida nota, será considerado reprovado e o mesmo deverá refazer o estágio em semestre posterior. A avaliação será feita mediante o acompanhamento do cumprimento das etapas de trabalho e dos instrumentos de avaliação. As etapas dos estágios curriculares serão acompanhadas e avaliadas exclusivamente pelo professor orientador através de instrumento específico, bem como a do trabalho monográfico. Cada professor poderá supervisionar no máximo 10 (dez) alunos. O orientador deverá, sempre que solicitado, fornecer informações acerca do andamento do estágio à coordenação do curso. Até o quinto dia útil, após o encerramento do estágio, o supervisor deverá entregar à coordenação dos estágios a avaliação do aluno ou relatório se for solicitado. Para os estágios, o aluno deverá estar trajado adequadamente, sendo considerado o jaleco branco de manga longa ou curta, para atividades extra-hospitalares e de roupa inteiramente branca, para atividades hospitalares. Em todas as situações, o aluno deverá portar crachá de identificação na lapela do avental ou da roupa branca. Não será permitido o uso de roupas que exponham partes do corpo, passíveis de assédio sexuais, nem calçados considerados inadequados. Esta condição também é válida para estágios extracurriculares e aulas práticas das disciplinas específicas ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS Entende-se como atividade teórico/prática, a realização de atividades práticas ligadas às respectivas disciplinas, com o objetivo de promover a aprendizagem através da inter-relação do estudante com atividades práticas, possibilitando uma atuação crítica e reflexiva. Estas atividades 13

14 poderão ser realizadas em campos de estágio e laboratórios, ou ambos os espaços, de acordo com o planejamento para cada disciplina. Nestas atividades, quando o aluno vai a campo, é supervisionado diretamente pelo professor da instituição, numa razão de no máximo 10 (dez) alunos por professor ATIVIDADES COMPLEMENTARES Entende-se por atividade complementar toda e qualquer atividade pertinente e útil para a formação humana e profissional do acadêmico, aceita para compor o plano de estudos do Curso de Farmácia e seu colegiado. Estes estudos não podem ser aproveitados para dispensa de disciplinas integrantes da matriz fixa do currículo em andamento. O Curso de Graduação em Farmácia considera como atividade complementar a participação em seminários, palestras, congressos, conferências, viagens de estudos, projetos de pesquisa e extensão, estágios extracurriculares, atividades de iniciação científica e de pesquisa, publicação de trabalhos, participação em órgãos colegiados, monitoria ou outras atividades a critério do colegiado. Estas atividades são denominadas de Atividade Acadêmico-Cultural e Atividade Científicoprofissional, e suas respectivas cargas horárias. Para que o documento comprobatório de participação (certificado ou declaração) seja aceito como parte integrante da complementação da formação profissional, deverá conter o programa desenvolvido bem como sua carga horária. Para esta finalidade, fica estabelecida a validade de quinze horas (um crédito), para conteúdos teóricos e de trinta horas (um crédito), para atividades práticas. Considera-se, para que o documento seja considerado válido, que a freqüência mínima seja de 75%, tanto para conteúdos teóricos, como para atividades práticas. Os documentos apresentados pelos alunos deverão constar do documento original e de uma cópia sendo que a autenticação será feita por um dos membros do colegiado, devolvido o original ao aluno. Sob nenhum pretexto estes registros dispensarão o aluno de freqüentar as disciplinas fixas da grade curricular. A recusa na aceitação de documentos fica a critério do colegiado do curso. Entende-se por eventos: seminários, congressos, conferências, encontros, simpósios, cursos de atualização, semanas acadêmicas, atividades artísticas e literárias, culturais e outras, desde que pertençam à área da saúde ou que haja correlação temática com atividades de pesquisa ou extensão realizadas pelo aluno AÇÕES ARTICULADAS NO PROCESSO DIDÁTICO/PEDAGÓGICO: As Faculdades Unidas do Vale do Araguaia UNIVAR é cônscia do seu compromisso com a 14

15 qualidade acadêmica e social, por isso, tem se empenhado cada vez mais na garantia da qualificação docente. Propicia aos discentes por meio de ações articuladas entre o corpo docente um ensino que contemple a pesquisa e a extensão. Estas ações estão implementadas em projetos como: OFICINA DO SABER, projeto que objetiva possibilitar o desenvolvimento do discente na habilidade do domínio da língua escrita; em todas as suas nuances, ou seja, favorecer aos acadêmicos a aproximação da língua culta, conjuntamente com a linguagem acadêmica/cientifica. E ainda aulas de matemática para desenvolver o raciocínio lógico e facilitar o nivelamento daqueles que possuem dificuldades. Dentro desta OFICINA temos ainda, aulas de informática que visa nortear o discente com a linguagem virtual sanando as dificuldades apresentadas. A instituição desenvolve outra ação denominada, APOIO PSICOPEDAGÓGICO, que objetiva um atendimento sistematizado com foco psicológico e aplicação de técnicas psicopedagógicas que facilitem a aprendizagem dos acadêmicos. Possui ainda, um ATENDIMENTO de OUVIDORIA para dar suporte pedagógico aos discentes, docentes, ex-alunos, técnicos-admistrativos e comunidade externa, sejam nos aspectos didáticos, metodológicos, de infra-estrutura ou de caráter administrativo, assim como outras ações aqui não explicitadas. No que tange ao ensino-aprendizagem do aluno, ele conta com um atendimento prestado pelos professores em horários pré-estabelecidos, de forma individual ou coletiva. O Curso conta ainda com vários projetos de extensão (que segue em anexo) para o aprimoramento do acadêmico, sendo que, a Coordenação de Curso tem um papel fundamental neste processo, uma vez que será diretamente responsável pelo encaminhamento destas ações e por fomentar a realização de práticas pedagógicas que possibilitem este e outros processos de aprendizagem. Tem-se desenvolvido por intermédio da COPEX os cursos de pós-graduação, Interdisciplinar: Revista Eletrônica da UNIVAR, conferências, palestras, seminários, fóruns, ação social e outras assim como, uns dos Projetos de Pesquisa protocolados até o presente momento: Projeto: Trabalho e Gênero em Goiás Prof. Rogério J. Almeida Profa. Marly Machado Bento Bueno Discentes: Irineu Galego Dias Júnior (Serviço Social) e Marta Regina Gonçalves (Serviço Social) Projeto: Pesquisa de Mercado: índice inflacionário da cesta básica Prof. Hugo Poyer Profa. Maria Aparecida B. L. Silva Discentes: Primeiro ano do curso de administração 15

16 15 - INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO As finalidades da educação superior são projetadas para assegurar um ensino científico, articulado ao trabalho de pesquisa e investigação, promovendo a divulgação dos conhecimentos culturais, científicos e técnicos. A pesquisa é um componente constitutivo tanto da teoria como da prática. A familiaridade com a teoria só pode se dar por meio do conhecimento das pesquisas que lhe dão sustentação. De modo semelhante, a atuação prática possui uma dimensão investigativa e constitui uma forma não de simples reprodução, mas de construção/reconstrução do conhecimento. A concepção de iniciação científica como atividade em que o discente encontra campo propício para desenvolver seu potencial investigativo e aprimorar sua prática acadêmica se constitui parte de um processo que prioriza a aquisição do conhecimento e a autonomia intelectual deste discente. A UNIVAR procura fornecer as bases para desenvolver este potencial, por meio da institucionalização da Política de Pesquisa em seu PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional), baseada nas Diretrizes Curriculares Nacionais e nas especificidades da pesquisa na área de Saúde e Farmácia. Sua regulamentação está descrita na Portaria 010 de 31 de agosto de 2007 e suas diretrizes apontam para o fortalecimento da iniciação científica como forma de incentivo á pesquisa científica e produção/difusão do conhecimento. As Coordenações de Curso, conforme estabelece a Portaria, devem desenvolver atividades de pesquisa em consonância com as linhas de pesquisa que abrangem, considerando a realidade sócioeconômica e cultural da região, em atuação constante à Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão COPEX, fundamentadas em princípios Éticos e comprometidas com a produção de conhecimento científico. Conforme consta no Artigo 09 da Resolução CNE/CES n. 02 de 19 de fevereiro de 2002, a estrutura do Curso de Graduação em Farmácia deverá assegurar, dentre outros fatores, a articulação entre o ensino, pesquisa e extensão/assistência, garantindo um ensino crítico, reflexivo e criativo, que leve à construção do perfil almejado, estimulando a realização de experimentos e/ou de projetos de pesquisa, socializando o conhecimento produzido, levando em conta a evolução epistemológica dos modelos explicativos do processo saúde-doença. Quanto ás atividades de Extensão, enquanto atividade institucional que dá o caráter social ao ensino e à pesquisa, a UNIVAR contempla em seu PDI, as perspectivas institucionais e acadêmicas voltadas á integração entre a comunidade acadêmica e comunidade externa. A extensão, concebida como processo acadêmico compreende dois aspectos fundamentais do projeto político pedagógico da UNIVAR: a qualidade acadêmico-científica e o compromisso social, relacionando os grandes 16

17 temas sóciopolíticos e culturais com os processos educativos. Portanto, na formação do farmacêutico, a extensão pretende estender à sociedade os benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica. O trabalho das atividades de extensão é uma via de mão dupla, pois leva para a sociedade o que se desenvolve no espaço de formação superior e traz para o interior das Faculdades o conhecimento construído pela população, para que o mesmo seja transformado, investigado, apreendido e, por fim, para que exista, de fato, a integração social entre a instituição e a sociedade em geral. Entende-se por atividades de Extensão, a realização de Cursos, Produções, Eventos e Prestação de Serviços, fundamentados em conhecimento científico e consoantes à área de atuação de cada Curso de Graduação, na perspectiva de gerar, compartilhar e difundir conhecimentos que possam transformar a realidade social e solidificar o aprendizado, considerando a indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão no processo de aprendizagem acadêmica. Tais atividades devem gerar benefícios á sociedade, ressaltando desta forma, o compromisso social da UNIVAR. Por fim, entende-se que a pesquisa integrada ao ensino e a extensão propõe novos caminhos ao trabalho docente, incentivando e valorizando a atuação do professor que dessa forma, passa a estimular entre os estudantes, o interesse pelo espírito de busca, descoberta e criação. Estes fatores integrados ao ensino e à extensão, formarão profissionais organizados, criativos e capazes de buscar conhecimento técnico e científico, dando continuidade à construção do conhecimento, mesmo depois de formados. AÇÕES INTERDISCIPLINARES: A formação do profissional do Curso de Farmácia requer estudos disciplinares que possibilitem a sistematização e aprofundamento de conceitos, relações e significados das práticas cujo domínio torna-se possível construir competências profissionais. Esse processo não é estanque, por isso a importância do trabalho coletivo, do planejar, executar e avaliar situações de ensino e aprendizagem. Essa indagação só pode ser feita por meio de uma perspectiva interdisciplinar e esta é o que objetivamos com o nosso trabalho, uma vez, que entendemos que enquanto profissional que está sempre mobilizando conhecimentos das diferentes disciplinas e colocando-os a serviço da sua tarefa profissional, a estrutura curricular do curso não deve ser a mera justaposição ou convivência de estudos disciplinares, mas permitir a reflexão da ação individual e coletivamente em ações sistematizadas que tenha significante e significando para o nosso discente TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) O Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Farmácia (TCC), consistirá em um estudo nas modalidades de relatórios de projeto de iniciação científica, relatórios de projeto de 17

18 extensão, relatórios de prática sistemática desenvolvida em parceria com instituições e organizações não governamentais vinculadas a projetos de extensão ou filantrópicos, desenvolvimento de tecnologia inovadora de cuidado e/ou invento tecnológico (patente) que beneficie a prática, artigos nas normas vigentes na instituição, oriundos de pesquisa de campo, experimentais ou prática assistencial e trabalhos monográficos na mesma modalidade descrita para artigos. Este trabalho será elaborado individualmente pelo aluno, sob a orientação de um professor farmacêutico do curso de Graduação em Farmácia da UNIVAR e deverá ser submetido à aprovação formal do Comitê de Ética da Instituição, quando se fizer necessário, da comissão coordenadora do trabalho de conclusão do curso e da banca constituída, segundo a disciplina de Trabalho de Conclusão do Curso. O trabalho deverá versar sobre temas da área de atuação do farmacêutico, em suas características clínicas, tecnológicas, social, administrativa e de produção de medicamentos ou correlatos. O trabalho é uma contribuição ao conhecimento e deve ser de nível publicável, segundo os parâmetros da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) METAS No decorrer da implantação do projeto pedagógico do curso de Farmácia, pretende-se desenvolver ações que se articulam às atividades de Extensão, que prevêem um estreitamento de parcerias com as instituições, principalmente àquelas que se configuram como campos de estágio do curso, dentre as quais destacam-se: projetos-piloto para promoção em saúde da Região do Médio Araguaia, como assistência farmacêutica em hipertensão e diabetes. Outro projeto é o de Assistência Farmacêutica ao indígena com o apoio da FUNASA e UNIVAR, e outras partes interessadas, devem promover ativamente a conscientização sobre as necessidades de saúde e bem estar da população da região em questão. Período Descrição Responsável Valores Observações Bimestral (2009) Fóruns para articulação dos campos de estágio Coordenação do Curso - A Realizar Semestral (2º semestre de 2009) Agosto Seminários temáticos Semana pedagógica do Curso de Farmácia Coordenação do Curso/ COPEX Coordenação do Curso - A Realizar R$ 15,00 Aluno da instituição R$ 20 Aluno visitante A Realizar 18

19 2º semestre (2009) 2º semestre 2009 (01/08/2009 a 01/09/2009) 2º semestre 2009 (02/09/2009). Projetos de Extensão: Assistência farmacêutica em hipertensão e diabetes Mini-curso Projeto de extensão: Assistência Farmacêutica ao indígena Coordenação do Curso/ COPEX Coordenação do Curso/ COPEX Coordenação do Curso/ COPEX R$ 600,00 A Realizar R$ 50,00 por A Realizar participante Para alunos a taxa será de R$ 20,00 R$ 600,00 A Realizar 18 - MATRÍCULA Segundo o Capítulo III, art. 33 do Regimento Interno, a matrícula, ato formal de ingresso no curso, far-se-á na Secretaria, mediante a apresentação da seguinte documentação: Certificado de conclusão de curso do ensino médio ou equivalente; Prova de quitação com serviço militar (sexo masculino) e obrigação eleitoral; Comprovante de pagamento ou isenção da 1ª mensalidade; Carteira de identidade; Certidão de nascimento ou casamento; Foto ¾ recente; Nº. cadastro de pessoa física. No caso de diplomado em curso de graduação, é exigida a apresentação do diploma devidamente registrado, em substituição ao certificado de conclusão do ensino médio. Art. 34: A matrícula é renovada anualmente, em prazos estabelecidos no calendário escolar. Ressalvado o caso de trancamento de matrícula previsto no artigo 36, a não renovação da matrícula implica em abandono do curso e desvinculação do aluno a faculdade. O requerimento de renovação de matrícula é instruído com o comprovante de regularidade com seus encargos educacionais e o controle de regularidade com seus encargos e o controle de 19

20 prestação de serviços educacionais e o controle de prestação de serviços educacionais devidamente assinados. Art. 35: A matrícula é realizada por série, admitindo-se a dependência em até duas disciplinas, observada a compatibilidade de horários. Art. 36: É concedido o trancamento de matrícula para o efeito de interrupção temporária dos estudos, possibilitando ao aluno sua vinculação à faculdade e seu direito à renovação da matrícula, se requerido até o prazo estabelecido no calendário escolar. O trancamento é concedido, no prazo estabelecido pelo calendário escolar, por tempo expressamente estipulado no ato, que não pode ser superior a dois anos letivos, incluindo aquele que foi concedido. Não são concedidos trancamentos imediatamente consecutivos que, em seu conjunto, ultrapassem o tempo previsto no parágrafo anterior, nem trancamentos sucessivos, não consecutivos que, em seu conjunto, ultrapassem aquele limite APROVEITAMENTO DE ESTUDOS Observando o regimento Interno, Capítulo IV, artigo 38, o aluno transferido está sujeito às adaptações curriculares que se fizerem necessárias, aproveitados os estudos realizados com aprovação no curso de origem. O aproveitamento é concedido e as adaptações determinadas pela Coordenadoria de Curso, ouvido o Colegiado de Curso e observadas as seguintes e demais normas da legislação pertinente: 1. As matérias que o aluno houver sido aprovado no curso em Instituições autorizadas, são automaticamente reconhecidas, atribuindo-lhes os créditos, as notas e carga horária obtidos no estabelecimento de origem, dispensando-o de qualquer complementação; 2. A verificação, para efeito do disposto no item 1, esgotar-se-á com a constatação de que o aluno foi regularmente aprovado em todas as disciplinas correspondentes a cada matéria; 3. Disciplina complementar do currículo pleno do curso de origem pode ser aproveitada em substituição a congênere da Faculdade, quando não for inferior a carga horária e, a critério do Colegiado de curso, equivalentes aos conteúdos formativos; 4. Para integralização do curso exige-se carga horária total não inferior à prevista na Faculdade, bem como o cumprimento regular de todas as disciplinas; 5. O cumprimento de carga horária adicional, em termos globais, será exigido para efeito de integralização curricular, em função da carga horária total obrigatória à expedição do diploma da Faculdade. 20

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada;

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada; CURSO: Farmácia Missão O curso tem como missão formar profissionais farmacêuticos capazes de exercer atividades referentes aos fármacos e aos medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas, ao controle,

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente

Leia mais

FARMÁCIA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

FARMÁCIA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FARMÁCIA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: FARMÁCIA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Biomedicina. O Presidente

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Atividades Complementares Sistemas de Informação 1. Introdução Nos cursos de graduação, além das atividades de aprendizagem articuladas pelas disciplinas que compõem a matriz curricular, deverão ser inseridas

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: Curso De Graduação Em Fisioterapia. DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 225 VAGAS ANUAIS TURNOS DE OFERTA: NOTURNO REGIME LETIVO:

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA-FORMAÇÃO FARMACÊUTICO GENERALISTA

CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA-FORMAÇÃO FARMACÊUTICO GENERALISTA CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA-FORMAÇÃO FARMACÊUTICO GENERALISTA Coordenaçăo: Profª. MS. Érika Guimarães Costa E-mail: farmacia@immes.com.br Telefone (96)3223-4244 ramal: 217 O Curso forma o profissional

Leia mais

Regulamento Atividades Complementares. Faculdade da Cidade de Santa Luzia - FACSAL

Regulamento Atividades Complementares. Faculdade da Cidade de Santa Luzia - FACSAL Regulamento Atividades Complementares Faculdade da Cidade de Santa Luzia - 2014 Regulamento das Atividades Complementares CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 1º - As Atividades

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina Veterinária.

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 100 VAGAS ANUAIS NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 50 ALUNOS TURNOS

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACERES CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACERES CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACERES CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº 02/2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO Aprova a estrutura curricular do Curso de Nutrição, na modalidade bacharelado,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre.

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 38/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ENFERMAGEM, REGIME SERIADO SEMESTRAL, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES O Parecer do CNE/CES nº 492/2001, assim define as atividades complementares:

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM UBERABA MG 2010 INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR ACADÊMICO

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia. O Presidente

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET 1. DO CONCEITO E PRINCÍPIOS 1.1 As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural cujo foco

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2 DA FINALIDADE E DO OBJETIVO Art. 1º. As Atividades Complementares do Curso de Direito da Faculdade Unida de Suzano serão regidas por este Regulamento.

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA 30-30 02

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA 30-30 02 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA 1º SEMESTRE 1. Anatomia Humana 30 30 60 04-2. Bioestatística Geral 30-30 02-3. Bioética 30-30 02-4. Biofísica 60-60 04-5. Citologia, Histologia e Embriologia

Leia mais

FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO

FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO 1.Identificação e situação legal - Identificação do curso, ato de criação, início do curso e ato de reconhecimento. CURSO: SITUAÇÃO LEGAL: Medicina Veterinária Dados de Criação/Autorização: Documento:

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO Este documento regulamenta os estágios obrigatórios e não obrigatórios do Curso de Bacharelado em Biomedicina visando à formação integral do

Leia mais

FFARM Faculdade de Farmácia

FFARM Faculdade de Farmácia FFARM Faculdade de Farmácia Secretaria: Prédio12 - Bloco A Fone: 3320-3512 E-mail: farmácia@pucrs.br www.pucrs.br/farmacia Departamentos: Análises Clínicas e Toxicológicas n.º 351 Desenvolvimento e Produção

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO Art. 1º O colegiado de curso é órgão consultivo da Coordenação de Curso, destinado a subsidiar a

Leia mais

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN DOCUMENTO CONSOLIDADO ABEF/COMENSINO/CAEF PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN As Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Farmácia (DCNs) constituem orientações para a elaboração dos currículos

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE IBAITI FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS COORDENADORA

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DO ICSP/FESP CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DO ICSP/FESP CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES GERAIS 1 FESP ICSP INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DO PARANÁ Mantenedora: Fundação de Estudos Sociais do Paraná CGC/MF: 76.602.895/0001-04 Inscr. Estadual: Isento Rua General Carneiro, 216 Fone/Fax (0xx41) 264-3311

Leia mais

ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Fixa normas para o funcionamento das Atividades Complementares para o curso de Administração da Universidade Federal de Mato Grosso, campus Rondonópolis/Mato

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Este regulamento, elaborado pela Coordenação do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo, tem por objetivo regulamentar o desenvolvimento

Leia mais

Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia

Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia Semestre 1 01 Introdução às Ciências Farmacêuticas 30 30-2 - 02 Anatomia 75 30 45 5-03 Biologia Celular e Molecular 60 30 30 4-04 Química Geral e Inorgânica 75

Leia mais

FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES. Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais

FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES. Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais CURSOS : ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS ATUARIAIS CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO CIÊNCIAS CONTÁBEIS CIÊNCIAS

Leia mais

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação 1. Apresentação As atividades complementares são consideradas parte integrante do Currículo do Curso de Bacharelado em Ciência da

Leia mais

Faculdades Integradas de Taquara

Faculdades Integradas de Taquara CONSELHO SUPERIOR ACADÊMICO E ADMINISTRATIVO RESOLUÇÃO CSAA N 04/2015 Regulamenta as Atividades Complementares dos Cursos de Graduação das Faculdades Integradas de Taquara. O Presidente do Conselho Superior

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES São Paulo 2011 1 APRESENTAÇÃO Atividades Complementares de um Curso de Graduação é toda e qualquer atividade que vise à complementação do processo de ensino aprendizagem,

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Ji-Paraná RO, 2015.

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Ji-Paraná RO, 2015. CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO Ji-Paraná RO, 15. CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES

Leia mais

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia PASSO A PASSO PARA ATIVIDADES PRÁTICAS COMPLEMENTARES São atividades obrigatórias

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior RESOLUÇÃO Nº CNE/CES 3, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior RESOLUÇÃO Nº CNE/CES 3, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior RESOLUÇÃO Nº CNE/CES 3, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia. O Presidente

Leia mais

Estágio Curricular Supervisionado

Estágio Curricular Supervisionado Estágio Curricular Supervisionado CURSO DE ENFERMAGEM O curso de bacharelado em Enfermagem do IPTAN apresenta duas disciplinas em seu plano curricular pleno relativas ao estágio: Estágio Supervisionado

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório dos cursos

Leia mais

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO Da Concepção e Objetivos Art.1º A extensão acadêmica é um processo educativo, cultural, que se articula ao ensino

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROJETO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES ANO 2007 CURSOS ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS INTRODUÇÃO: Tendo como objetivo propiciar ao aluno um conjunto de oportunidades que se refletirão, de forma direta

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE 1 MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE Olinda PE Agosto / 2014 2 Introdução As atividades complementares representam um conjunto de atividades extracurriculares que

Leia mais

GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES. Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais

GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES. Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E GERENCIAIS 2012 GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais CURSOS ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS ATUARIAIS CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO CIÊNCIAS

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DOM BOSCO CURSO DE PEDAGOGIA ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS - NORMAS -

FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DOM BOSCO CURSO DE PEDAGOGIA ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS - NORMAS - Direção da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Dom Bosco / AEDB Prof. Ms. Antonio Carlos Simon Esteves Coordenação do Curso de Pedagogia Profa. Ms. Sueli Sardinha Guedes 2 MISSÃO DA FFCLDB/AEDB Promover

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS CURRICULARES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS CURRICULARES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS CURRICULARES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDITORIAL Profª. Dra. Lúcia Helena Vasques Diretora Acadêmica Prof. Me. Domingos Sávio

Leia mais

Regulamento das. Atividades Complementares

Regulamento das. Atividades Complementares BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS Regulamento das Atividades Complementares Osasco 2013 Apresentação Este documento apresenta um conjunto geral de normas e orientações sobre a realização das Atividades

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO AUTÔNOMO DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFESSOR ME. ORLEI JOSÉ POMBEIRO REGULAMENTO ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURITIBA 2015 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS Unidade Universitária de Palmeiras de Goiás Rua S-7, s/ nº _ Setor Sul_ Palmeiras de Goiás-GO Fone/ Fax: (64) 3571-1198 (64) 3571-1173 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Carga Horária Total exigida no curso: 200 LONDRINA/PR 2014 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA

CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA Coordenaçăo: Profª. MS. Mara Rosana dos Santos E-mail: nutricao@immes.com.br Telefone (96)3223-4244 ramal: 211 Ser Nutricionista É atuar em todas

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO Art. 1º. Este Regulamento tem por finalidade regular o aproveitamento e a validação das Atividades Complementares Obrigatórias ACO que compõem a Matriz Curricular do Curso de Graduação em Administração

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES COMPLEMENTARES Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Faculdade Barretos Art. 1º - O presente Regulamento tem por finalidade definir normas e critérios para a seleção

Leia mais

SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014

SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014 SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014 DCNs 2001 Motivações e Contexto Resolução CNE/CES n.º 4, de 9 de novembro de 2001

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE COOPERATIVAS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE COOPERATIVAS REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE COOPERATIVAS Santa Maria RS 2011 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO SUPERIOR

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - 2014

PLANO DE AÇÃO - 2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PLANO DE AÇÃO - 2014 MISSÃO Assessorar as Regionais Educacionais, fortalecendo o processo

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE FISIOTERAPIA, BACHARELADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES. Coordenação de Estágio e Trabalho de Conclusão.

MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES. Coordenação de Estágio e Trabalho de Conclusão. MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES Porto Alegre/RS 2014 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. O ESTÁGIO... 3 3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO ESTÁGIO... 3 4. OBJETIVOS DO ESTÁGIO... 3

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ENSINO Av. Professor Mario Werneck, nº 2590,

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER 1 ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER ATIVIDADES ACADÊMICAS CURRICULARES COMPLEMENTARES (A.A.C.C.) DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO: ATIVIDADES

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES

CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES 1 Prezado(a) aluno(a): Este é o Manual de Atividades Complementares do Curso Superior

Leia mais

Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras - FESC Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras - FAFIC

Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras - FESC Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras - FAFIC REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM FILOSOFIA Art. 1º As atividades acadêmico-científico-culturais, denominadas atividades complementares, compreendem

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO São Paulo 2014 ESCOLA PAULISTA DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM CAPÍTULO I DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SUAS FINALIDADES Art. 1º. As atividades complementares, no âmbito do Curso de Enfermagem,

Leia mais

FACULDADE DA REGIÃO DOS LAGOS INSTITUTO DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS ECONÔMICAS

FACULDADE DA REGIÃO DOS LAGOS INSTITUTO DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS ECONÔMICAS 1. Princípios Teórico-Filosóficos A Faculdade da Região dos Lagos vem se destacando como uma das principais instituições na formação de administradores, empresários e gerentes em nossa região. Além disso,

Leia mais

ANEXO 2. NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ANEXO 2. NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 ANEXO 2. NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1. A partir das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Serviço Social o planejamento acadêmico do deve assegurar, em termos

Leia mais

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso AUTO-AVALIAÇAO INSTITUCIONAL DO CURSO DE PEDAGOGIA FACED-UFAM / Professores Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso Objetivos do Curso 01 - Tenho conhecimento do Projeto Pedagógico do Curso.

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Em conformidade com a Resolução CNE/CES n 1, de 08 de Junho de 2007 e o Regimento da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Aprovado pelo Parecer CONSEPE

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

Diretrizes Nacionais em Ligas

Diretrizes Nacionais em Ligas Diretrizes Nacionais em Ligas Acadêmicas de Medicina Introdução As Ligas Acadêmicas são entidades constituídas fundamentalmente por estudantes, em que se busca aprofundar temas em uma determinada área

Leia mais

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA CURSO DE ENFERMAGEM MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES Belo Horizonte 2011 1 Presidente do Grupo Splice Antônio Roberto Beldi Reitor Luis Carlos de Souza Vieira Pró-Reitor

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA SUMÁRIO Capítulo I 3 DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS 3 Capítulo II 3 DA APRESENTAÇÃO 3 Capítulo III 4 DOS OBJETIVOS

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO do Curso de Direito da Faculdade Arthur Thomas

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO do Curso de Direito da Faculdade Arthur Thomas Art. 1º. Este Regulamento tem por finalidade regular o aproveitamento e a validação das Atividades Complementares Obrigatórias ACO que compõem a Matriz Curricular do Curso de Graduação em Direito da Faculdade

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Cacoal RO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

6h diárias - 11 meses

6h diárias - 11 meses 6h diárias - 11 meses PROPOSTA PEDAGÓGICA PROGRAMA DE APRENDIZAGEM EM AUXILIAR DE VAREJO ÍNDICE 1 - Apresentação da Entidade ijovem 3 2 - Justificativa do Programa. 3 3 Público-alvo: 4 4 Objetivo geral:

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE CRISTO REI

REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE CRISTO REI REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE CRISTO REI 1 APRESENTAÇÃO O Presente Regulamento visa esclarecer ao acadêmico, a estrutura e o funcionamento das Atividades

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES MANUAL DO ALUNO DO CURSO DE FISIOTERAPIA

ATIVIDADES COMPLEMENTARES MANUAL DO ALUNO DO CURSO DE FISIOTERAPIA manual_ativ_compl_fisio.p65 1 Associação Teresinense de Ensino S/C Ltda - ATE FACULDADE SANTO AGOSTINHO - FSA DIRETORIA DE ENSINO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO - NUAPE COORDENAÇÃO DO CURSO DE FISIOTERAPIA

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ 2008 CAPÍTULO I DA CONCEPÇÃO E FINALIDADE Art. 1º. Respeitada a legislação vigente, as normas específicas aplicáveis a cada curso e, em

Leia mais

Manual de Atividades Complementares

Manual de Atividades Complementares CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Manual de Atividades Complementares Belo Horizonte 1 Prezado(a) aluno(a): Este é o Manual de Atividades Complementar

Leia mais